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      <title>Trabalho N1 Vitaminas FAPA PDII by Guto Sattler</title>
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      <description>Atividade sobre vitaminas</description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2023-04-03 22:06:35 UTC</pubDate>
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         <title>Vitamina A (EXEMPLO)</title>
         <author>elisamarodrigueseb</author>
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         <description><![CDATA[<div>Integrantes: Fernanda Reis, Fernanda Borba, Elisama Rodrigues e Lucas Dorneles.<br><br>Referências:<br><br><strong>CUPPARI</strong>, L.; Nutrição: Clínica no Adulto. 3 ed. São Paulo: Manole, 2014.<br><br>Souza, Walnéia Aparecida de, and Olinda Maria Gomes da Costa Vilas Boas. "A deficiência de vitamina A no Brasil: um panorama." Revista Panamericana de Salud Pública 12.3 (2002): 173-179.&nbsp;<br><br>Livro: Dietary Reference Intakes for Sodium and Potassium (2019) Padovani, Renata Maria, et al. "Dietary reference intakes: aplicabilidade das tabelas em estudos nutricionais." Revista de Nutrição 19 (2006): 741-760.&nbsp;<br><br>Cozzolino, Silvia M. Franciscato. "Recomendações de nutrientes." Série de publicações ILSI Brasil “Funções plenamente reconhecidas de nutrientes”. International Life Sciences Institute do Brasil–ILSI Brasil (2009).&nbsp;<br><br>https://nutritotal.com.br/pro/serie-micronutriente-quais-sao-as-funcoes-da-vitamina-a/<br><br>https://nutrologiariodejaneiro.com.br/vitamina-a.html</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-10-19 02:18:59 UTC</pubDate>
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         <title>Vitamina B1 (Ícaro)</title>
         <author>gutosattler</author>
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         <title>Vitamina D (Estela)</title>
         <author>gutosattler</author>
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         <title>Vitamina E (Débora)</title>
         <author>gutosattler</author>
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         <title>Vitamina K (Daiane)</title>
         <author>gutosattler</author>
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         <title>Vitamina B2 (Cíntia)</title>
         <author>gutosattler</author>
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         <title>Vitamina B3 (Ingrid)</title>
         <author>gutosattler</author>
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         <pubDate>2023-04-04 00:21:42 UTC</pubDate>
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         <title>Vitamina B5 (Fabiana)</title>
         <author>gutosattler</author>
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         <pubDate>2023-04-04 00:21:57 UTC</pubDate>
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         <title>Vitamina B6 (Laís)</title>
         <author>gutosattler</author>
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         <pubDate>2023-04-04 00:22:16 UTC</pubDate>
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         <title>Vitamina B8 (Gabriel)</title>
         <author>gutosattler</author>
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         <title>Vitamina B9 (Rafael)</title>
         <author>gutosattler</author>
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         <pubDate>2023-04-04 00:23:05 UTC</pubDate>
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         <title>Vitamina B12 (Jonathan)</title>
         <author>gutosattler</author>
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         <pubDate>2023-04-04 00:23:29 UTC</pubDate>
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         <title>Vitamina A (EXEMPLO)</title>
         <author>gutosattler</author>
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         <description><![CDATA[<div><strong>Função:</strong> A vitamina A tem papéis muito importantes no corpo. O mais conhecido e mais claramente entendido é seu papel na visão. Esta vitamina auxilia no combate aos radicais livres, agentes que aceleram o envelhecimento celular. Isso significa que ela tem ação antioxidante, garantindo a preservação de tecidos diversos, principalmente das células da pele, mucosas, olhos e ossos.</div><div>&nbsp;</div><div>&nbsp;<strong>Deficiência:</strong> A deficiência de Vitamina A tem repercussões que afetam as estruturas epiteliais de diferentes órgãos, sendo os olhos os mais atingidos. A Vitamina A é essencial ao crescimento e desenvolvimento do ser humano. Atua também na manutenção da visão, no funcionamento adequado do sistema imunológico (defesa do organismo contra doenças, em especial as infecciosas), mantém saudáveis as mucosas (cobertura interna do corpo que recobre alguns órgãos como nariz, garganta, boca, olhos, estômago) que também atuam como barreiras de proteção contra infecções. Estudos mais recentes vêm mostrando que a Vitamina A age como antioxidante (combate os radicais livres que aceleram o envelhecimento e estão associados a algumas doenças). Porém, recomenda-se cautela no uso de vitamina A, uma vez que, em excesso, ela também é prejudicial ao organismo.&nbsp;</div><div>&nbsp;</div><div>RDA mulheres (31 a 50 anos): 700ug/d</div><div>RDA homens (31 a 50 anos):&nbsp; 900 ug/d</div><div>&nbsp;</div><div><strong>Excesso:</strong> Embora os sinais da toxicidade da vitamina A possam variar, geralmente ocorre cefaleia e exantema durante a toxicidade aguda ou crônica.A toxicidade aguda causa aumento da pressão intracraniana. Sonolência, irritabilidade, dor abdominal, náuseas e vômitos são comuns. Às vezes, a pele descasca subsequentemente. Sintomas precoces da toxicidade crônica são cabelos ásperos distribuídos de modo esparso, alopecia das sobrancelhas, pele rugosa e seca, olhos secos e lábios rachados. Mais tarde, desenvolvem-se intensa cefaleia, pseudotumor cerebral e fraqueza generalizada. Pode haver hiperostose óssea cortical e artralgia, em especial em crianças. Fraturas podem ocorrer com facilidade, sobretudo nos idosos. Em crianças, a toxicidade pode causar prurido, anorexia e má evolução ponderal. Pode haver hepato e esplenomegalia. Na carotenose, a pele (mas não a esclera) torna-se profundamente amarela, em especial nas palmas das mãos e nas solas dos pés.</div><div>Recuperação completa geralmente ocorre se a ingestão de vitamina A cessar. Sinais e sintomas de toxicidade crônica costumam desaparecer em 1 a 4 semanas. Entretanto, defeitos no feto ao nascimento, se a mãe tiver consumido megadoses de vitamina A, são irreversíveis.&nbsp;<br><br></div><div>UL mulheres (31 a 50 anos): 3.000ug/d<br><br></div><div>UL homens (31 a 50 anos): 3.000ug/d<br><br></div><div><strong>Fontes:</strong> A vitamina A pré-formada (retinol) ("pronta para ser usada pelo organismo") é encontrada em alimentos de origem animal: vísceras (principalmente fígado), gemas de ovos e leite integral e seus derivados (manteiga e queijo). Os vegetais são fontes de vitamina A sob a forma de carotenóides (precursores de vitamina) os quais, no organismo, se converterão em vitamina A. Em geral, frutas e legumes amarelos e alaranjados e vegetais verde-escuros são ricos em carotenóides: manga, mamão, cajá, caju maduro, goiaba vermelha, abóbora/jerimum, cenoura, acelga, espinafre, chicória, couve, salsa etc. Alguns frutos de palmeira e seus óleos também são muito ricos em vitamina A: dendê, buriti, pequi, pupunha, tucumã.</div><div>&nbsp;</div><div>Exemplos de fontes de Vitamina A e quantidade de mcg da vitamina, a cada 100g do alimento:</div><div>Manga: 288 mcg</div><div>Mamão papaya: 118 mcg</div><div>Goiaba: 106 mcg</div><div>Tucumã: 2362 mcg</div><div>Buriti: 2408 mcg</div><div>&nbsp;</div><div>&nbsp;<a href="https://bvsms.saude.gov.br/bvs/dicas/70vitamina_a.html">https://bvsms.saude.gov.br/bvs/dicas/70vitamina_a.html</a></div><div>&nbsp;</div><div><a href="https://www.msdmanuals.com/pt-br/profissional/dist%C3%BArbios-nutricionais/defici%C3%AAncia-depend%C3%AAncia-e-toxicidade-das-vitaminas/toxicidade-da-vitamina-a">https://www.msdmanuals.com/pt-br/profissional/dist%C3%BArbios-nutricionais/defici%C3%AAncia-depend%C3%AAncia-e-toxicidade-das-vitaminas/toxicidade-da-vitamina-a</a></div><div>&nbsp;</div><div>http://www.tbca.net.br/</div><div>&nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-04-10 21:46:55 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[]]></description>
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         <title>Vitamina B12 (Jonathan)</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div><br><strong><em>Função</em></strong><strong>: </strong>A vitamina B12 é uma das mais importantes, solúvel em água,&nbsp; auxilia na formação das hemácias (glóbulos vermelhos) de forma saudável no organismo e que são&nbsp; responsáveis pela oxigenação do nosso corpo. No funcionamento adequado do sistema nervoso e na síntese do DNA, é uma vitamina essencial não produzida pelo nosso corpo, portanto é necessário obtê-la a partir da alimentação ou suplementação, sua absorção ocorre principalmente no intestino delgado.<br><br><strong><em>Deficiência</em></strong><strong>:</strong> A deficiência de vitamina B12 geralmente é resultado da má absorção pelo organismo, a incidência é maior em vegetarianos que não consomem alimentos de origem animal, a deficiência pode causar anemia, fadiga, fraqueza muscular, problemas de memória e de concentração, formigamento ou dormência em mãos e pés, entre outros sintomas, a suplementação é recomendada para pessoas que apresentam deficiência ou o risco de desenvolver, como idosos, pessoas com doença celíaca ou doença inflamatória intestinal e pessoas que passaram por cirurgia bariátrica.<br><br>RDA: 2,4 mg para indivíduos saudáveis acima de 14 anos.</div><div>RDA: 2,6mg para mulheres grávidas.</div><div>RDA: 2,8 mg para mulheres amamentando.&nbsp;</div><div><br><strong><em>Excesso:</em></strong> Não existe risco de intoxicação nos quadros de elevação da vitamina B12, pois o próprio organismo é capaz de eliminar o que for excessivo. O excesso de vitamina B12 pode, eventualmente, aumentar a presença de espinhas.</div><div><br><em>Fontes:</em> A vitamina B12 é encontrada em alimentos de origem animal, tais como ovos, carnes e peixes.</div><div><br></div><div>Alguns exemplos de alimentos que contêm vitamina B12:</div><div>Valor de mcg calculado a cada 100g</div><div><br></div><ul><li>Fígado bovino - 100 mcg</li><li>Fígado de frango -&nbsp; 21,1mcg</li><li>Coração bovino - 14 mcg</li><li>Sardinha&nbsp; -&nbsp; 12mcg</li><li>Queijo muçarela -&nbsp; 1,7 mcg</li><li>Leite de vaca integral - 0,8 mcg</li><li>Ovo de galinha - 0,5 mcg</li></ul><div><br><br></div><div>Referências bibliográficas:</div><div><a href="https://altadiagnosticos.com.br/saude/vitamina-b12#:~:text=A%20vitamina%20B12%2C%20tamb%C3%A9m%20conhecida,ajudando%20na%20forma%C3%A7%C3%A3o%20dos%20neur%C3%B4nios">https://altadiagnosticos.com.br/saude/vitamina-b12#:~:text=A%20vitamina%20B12%2C%20tamb%C3%A9m%20conhecida,ajudando%20na%20forma%C3%A7%C3%A3o%20dos%20neur%C3%B4nios</a>. &nbsp;<br><br></div><div><a href="https://www.tuasaude.com/alimentos-ricos-em-vitamina-b12/#:~:text=A%20vitamina%20B12%20s%C3%B3%20%C3%A9,e%20cereais%20matinais%2C%20por%20exemplo">https://www.tuasaude.com/alimentos-ricos-em-vitamina-b12/#:~:text=A%20vitamina%20B12%20s%C3%B3%20%C3%A9,e%20cereais%20matinais%2C%20por%20exemplo</a>.</div><div><a href="https://www.msdmanuals.com/pt-br/profissional/dist%C3%BArbios-nutricionais/defici%C3%AAncia-depend%C3%AAncia-e-toxicidade-das-vitaminas/defici%C3%AAncia-de-vitamina-b12?query=vitamina%20b12">https://www.msdmanuals.com/pt-br/profissional/dist%C3%BArbios-nutricionais/defici%C3%AAncia-depend%C3%AAncia-e-toxicidade-das-vitaminas/defici%C3%AAncia-de-vitamina-b12?query=vitamina%20b12</a></div><div><br><br></div><div><br><br></div>]]></description>
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         <title>VITAMINA D (ESTELLA)</title>
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         <title>Vitamina B8 (biotina) - Gabriel :)</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div><strong>Vitamina B8:</strong> A vitamina B8, mais conhecida pelo nome Vitamina B7, é composta por um cofator chamado Biotina da enzima Piruvato Carboxilase por ser uma molécula especializada no transporte de dióxido de carbono. Na reação anabolizada pela piruvato carboxilase, a biotina capta uma molécula de carbono e transfere-a para uma molécula de piruvato, formando oxalacetato, no processo de gliconeogênese. Esta transferência é possível graças à flexibilidade da porção linear da estrutura da biotina, que permite o movimento da parte da molécula envolvida no transporte do carbono. A proteína avidina, presente numa forma ativa em ovos crus, inibe a ação da biotina ao ligar-se a esta, evitando a sua absorção normal no intestino. Uma dieta rica em ovos crus pode levar, por isso, a uma deficiência em Biotina. &nbsp;<br><br></div><div><strong>Suplementação de Biotina: </strong>Existem poucas evidências de que é útil para tratar problemas de cabelo, unhas e pele em pessoas sem deficiência. A biotina não é absorvida pela pele, unhas ou cabelo por ser lipofobica. É facilmente obtida na alimentação.<br><br></div><div><strong>Fontes na alimentação: </strong>Farelo de Arroz, semente de girassol, lentilhas, amendoim, nozes, ervilha, cevada, cenoura, aveia. Um adulto precisa de 30 µg por dia, sendo excretada diariamente. Ovos e carnes possuem grande quantidade de biotina, mas é pouco biodisponível, e uma proteína que se chama avidina, inibe sua absorção...<br><br></div><div>·&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; Farelo de arroz: 66 µg / 100g<br><br></div><div>·&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; Sementes de girassol: 66 µg / 100g<br><br></div><div>·&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; Lentilhas: 40 µg / 100g<br><br></div><div>·&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; Amendoim: 37 µg / 100g<br><br></div><div>·&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; Nozes: 37 µg / 100g<br><br></div><div>·&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; Cevada: 31 µg / 100g<br><br></div><div>·&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; Ervilha: 30 µg / 100g<br><br></div><div>·&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; Cenoura: 25 µg / 100g<br><br></div><div>·&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; Aveia: 24 µg / 100g<br><br></div><div><strong>Deficiência da Biotina: </strong>Os sintomas de deficiência incluem cabelo e unhas frágeis, coceira e erupção cutânea escamosa vermelha ao redor dos olhos, nariz e boca. Grande déficit causa depressão, apatia, alucinações e formigamento nos braços e pernas. Há evidências de que o tabagismo pode causar leve deficiência de biotina. A deficiência pode ser induzida por um defeito genético raro.<br><br></div><div><strong>Referencias: </strong>David L. Nelson, Michael M. Cox , "Lehninger Principles of Biochemistry", 4ª edição, W. H. Freeman, 2005<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2023-04-20 22:02:15 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Vitamina B3 (Ingrid)</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div><sub>·&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; </sub><strong><sub>Definição&nbsp;</sub></strong></div><div><sub>A vitamina B3, também é chamada de niacina, vitamina PP ou ácido nicotínico, é uma vitamina hidrossolúvel que desempenha o papel no metabolismo energético e na reparação do DNA.<br></sub><br></div><div><sub>·&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp;</sub><strong><sub>&nbsp; &nbsp;História&nbsp;</sub></strong></div><div><sub>A niacina, diferente das outras vitaminas, foi descoberta em 1867 como composto químico, o ácido nicotínico. Em 1937 o bioquímico Conrad Elvehjem extraiu de fígados e identificou como fator de prevenção de pelagra.&nbsp; O nome niacina foi dado em 1940, quando foi estabelecido a deficiência na etiologia da pelagra.<br></sub><br></div><div><sub>·&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; </sub><strong><sub>Estrutura química</sub></strong></div><div><sub>C₆H₅NO₂&nbsp; <br></sub><br>·&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp;<sub>&nbsp;</sub><strong><sub>Funções<br></sub></strong><sub>A vitamina B3 é um micronutriente formada pelas moléculas orgânicas niacina, nicotinamida e ácido nicotínico, eles participam diretamente na geração da energia celular. Esse nutriente ajuda o organismo a converter o alimento em glicose, utilizada para produzir a energia. A niacina contribui para a função normal do sistema psicológico e nervoso e também a reduzir o cansaço e fadiga. Algumas de suas principais funções: Proteger o fígado, aparelho digestivo e tecidos nervosos, ajudar na regulação da taxa de colesterol, ajudar na produção de energia. Além disso, ajuda a fortalecer o sistema imunológico, pois atua como antioxidante.&nbsp;<br></sub><br></div><div><sub>·&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; </sub><strong><sub>Recomendações (DRIs) <br>mg/dia<br></sub></strong><sub>Homens: 19 - 70 anos |EAR 12 | RDA 16 | UL 35|<br>Mulheres: 19 - 70 anos |EAR 11 | RDA 14 | UL 35|<br>Gestantes: 19 - 50 anos |EAR 14 | RDA 18 | UL 35|<br>Lactantes: 19 - 50 anos |EAR 13 | RDA 17 | UL 35|<br></sub><br></div><div>·&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; <sub>&nbsp; </sub><strong><sub>Deficiência&nbsp;</sub></strong></div><div><sub>A falta de vitamina B3 no organismo causa deficiências e alguns dos sintomas são: Indigestão, fadiga, aftas, vômitos, depressão e má circulação sanguínea. Pode causar a doença dos 3 “D” (diarreia, demência e dermatite), além dos sintomas citados, pode causar também tonturas, insônia, perda de memória e afetar o sistema nervoso.</sub></div><div><sub>Além da deficiência, em excesso a vitamina B3 pode ocasionar em coceiras, hepatotoxicidade, ondas de calor, distúrbios digestivos e ativação de úlceras pépticas.</sub></div><div><br></div><div><sub>·&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; </sub><strong><sub>Ingestão máxima<br></sub></strong><sub>A</sub><strong><sub> </sub></strong><sub>ingestão máxima vai depender da faixa etária e sexo, mas para homens e mulheres entre 19 e 70 anos a UL é 35mg/dia.&nbsp;<br></sub><br></div><div><sub>·&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; </sub><strong><sub>Fontes alimentares <br></sub></strong><sub>A vitamina B3 encontra-se em maior quantidade em carnes magras e aves (frango e peru), peixes, fígado, leguminosas, batatas, frutos secos e cereais integrais. O queijo, leite e ovos, apesar de terem pouca quantidade da vitamina, ajudam a evitar a deficiência. </sub></div><div><sub>- Bife de fígado: 100g – 14,4 mg</sub></div><div><sub>- Frango: 100g – 12 mg</sub></div><div><sub>- Carne moída: 100g – 5,3 mg</sub></div><div><sub>- Semente de gergelim: 100g – 4,8 mg</sub></div><div><sub>- Massa: 140g – 2,3 mg</sub></div><div><sub>- Batata: 122g – 2,0 mg</sub></div><div><sub>- Arroz integral: 98g – 1,5 mg</sub></div><div><sub>- Abacate: 100g – 1,1 mg</sub></div><div><sub>- Banana: 100g – 0,7 mg</sub></div><div><sub>- Lentilha: 100g – 0,5 mg</sub></div><div><strong><sub>&nbsp;</sub></strong></div><div><sub>·&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; </sub><strong><sub>Referências&nbsp;</sub></strong></div><div>- <a href="https://www.drnutricao.com.br/blog/vitaminas"><sub>Recomendações de vitaminas (DRIs) - Dr. Nutrição (drnutricao.com.br)</sub></a><sub><br></sub><br></div><div>- <a href="https://www.infoescola.com/bioquimica/vitamina-b3/"><sub>Vitamina B3 - Bioquímica - InfoEscola</sub></a><sub><br></sub><br></div><div>- <a href="https://www.biologianet.com/biologia-celular/vitamina-b3.htm"><sub>Vitamina B3. Propriedades da vitamina B3 - Biologia Net</sub></a><sub><br></sub><br></div><div>- <a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Niacina"><sub>Niacina – Wikipédia, a enciclopédia livre (wikipedia.org)<br></sub><br></a>- <a href="https://www.tuasaude.com/vitamina-b3/"><sub>Niacina (vitamina B3): para que serve e quantidade recomendada (tuasaude.com)</sub></a></div><div><br><br><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2023-04-20 23:45:57 UTC</pubDate>
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         <title>Tiamina - B1 (Ícaro Silveira)</title>
         <author>coachicaro</author>
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         <description><![CDATA[<div>Tentei ir escrevendo aqui e colocando as imagens pra ficar mais legal e mais dinâmico, mas o Padlet não me deixou colocar mais do que uma imagem, então como vi alguns colegas também, resolvi colocar o pdf aqui.</div>]]></description>
         <enclosure url="https://padlet-uploads.storage.googleapis.com/2027474036/ceb65854d94cc32da7e1356c07253b20/Trabalho_Vitaminas___B1_Tiamina____caroSilveira.pdf" />
         <pubDate>2023-04-21 15:27:07 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Vitamina B2 - Cintia</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/gutosattler/23yxfisg3u51g2ff/wish/2563624605</link>
         <description><![CDATA[<div><strong>.&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; Definição&nbsp;</strong></div><div>A vitamina B2 é&nbsp; um composto orgânico da classe das vitaminas presentes no complexo B, sendo chamada também de Riboflavina.&nbsp; No organismo humano, favorece o metabolismo dos macronutrientes auxiliando na utilização dos mesmos como fonte de energia rápida.<br>A riboflavina é considerada estável ao calor e cozimento, mas se desintegra na presença de luz. É absorvida no intestino delgado, mas não é armazenada em grandes quantidades, sendo eliminada pela urina.<br><br><strong>.&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; História</strong></div><div>Quando este composto foi descoberto, não se identificou relação com propriedades vitamínicas. Este fato ocorreu no final do século XIX com a descoberta da riboflavina como um composto amarelo fluorescente presente no soro do leite.&nbsp;<br>Em 1933, a riboflavina foi isolada e, em 1935, foi sintetizada por dois grupos de pesquisadores em Zurique. Contudo, somente em 1938, os pesquisadores Warburg e Christin demonstraram sua ação como coenzima da D-aminoácido oxidase.<br><br></div><div><strong>.&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; Função<br></strong>Os seres humanos necessitam de riboflavina para formação dos eritrócitos, gliconeogênese, regulação das enzimas tireoidianas, reparo do DNA, produção de energia, síntese de ácidos graxos e aminoácidos, ativação do ácido fólico e produção de glutationa<strong>. </strong>Desta forma esta vitamina torna-se importante nos processos metabólicos, pois além de funcionar como componente das coenzimas flavina adenina dinu-cleotídeo (FAD) e flavina adenina mononucleotí-dio (FMN), responsáveis por catalisar as reações de oxidação principalmente nas vias de energia por meio da cadeia respiratória, a riboflavina também está ligada a coenzimas no metabolismo dos lipídios, proteínas e glicídios.<br><br></div><div><strong>.&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; Estrutura Química<br></strong>A riboflavina, de acordo com a nomenclatura mais atual, tem sua estrutura química definida como 7,8-dimetil-10-ribitil-isoaloxazina, e seu peso molecular é de 376,4 kD. A cadeia ribitil é responsável pelo prefixo “ribo” do nome riboflavina.<br><br></div><div><strong>C17H20N4O6<br></strong><br></div><div><strong>.&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; Recomendações (DRIs)**<br></strong>Homens: 14-18 anos I EAR 1,1 I RDA 1,3 I UL ND*</div><div>Mulheres: 14-18 anos I EAR 0,09 I RDA 1,0 I UL ND*</div><div>Homens: 19 -&gt; 70 anos I EAR 1,1 I RDA 1,3 I UL ND*</div><div>Mulheres: 19 -&gt; 70 anos I EAR 0,09 I RDA 1,1 I UL ND*</div><div>Gestantes: EAR 1,2 I RDA 1,4 I UL ND*</div><div>Lactantes: EAR 1,3 I RDA 1,6 I UL ND*<br><br></div><div>*ND = não há limite máximo de tolerância (UL) definida</div><div>**Apresentada as recomendações para adultos saudáveis, nas DRIS há também a indicação para recém nascidos e crianças.<br><br></div><div>.&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; <strong>&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; Deficiência<br></strong>A deficiência em riboflavina é principalmente causada pela baixa ingestão por longo período; está associada a deficiências em outras vitaminas hidrossolúveis, e afeta principalmente mulheres e crianças; a ingestão de galactoflavina, antagonista da riboflavina, também pode ser uma causa da deficiência; além do uso crônico como algumas medicações como o probenecida, a clorpromazina, as fenotiazinas, os barbitúricos, o antibiótico estreptomicina e os contraceptivos orais podem diminuir a absorção intestinal ou a reabsorção renal.<br>A consequência da deficiência em riboflavina é, principalmente, a diminuição da atividade das enzimas dela dependentes. Por conta da diminuição da atividade dessas enzimas, ocorrem sinais clínicos, como glossite (língua seca, vermelha e atrófica), inflamações do trato respiratório, edema de mucosas, estomatites, anemia e dermatites (queilose – rachadura no canto dos lábios). Importante: a deficiência em riboflavina por período muito longo pode afetar o desenvolvimento corporal e cognitivo de crianças.<br><br></div><div>.&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; <strong>Ingestão máxima<br></strong>O limite superior tolerável de ingestão (UL) da riboflavina ainda não foi definido em razão da falta de informações a respeito de sua toxicidade.<br><br></div><div><strong>.&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; Fontes Alimentares<br></strong>As principais fontes de riboflavina são leite e derivados, vegetais folhosos verdes (brócolis, couve, agrião), carnes (principalmente nas vísceras), ovos, cereais em grão (arroz, lentilha, trigo, levedo de cerveja).<br>Exemplos:</div><div>Fígado de boi grelhado: 100g – 2,69mg</div><div>Brócolis cru: 100g&nbsp; – 0,18mg</div><div>Leite, de vaca, integral (458) – 100g – 0,24mg<br><br></div><div><strong>.&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; Referências</strong></div><div>- CARELLE, Ana Claudia. Nutrição e Farmacologia. 2.ed. São Paulo: Érica, 2014</div><div>Disponível em: <a href="https://integrada.minhabiblioteca.com.br/reader/books/9788536513294/pageid/2">https://integrada.minhabiblioteca.com.br/reader/books/9788536513294/pageid/2</a></div><div>Acesso em: 16/04/2023<br><br></div><div>- REIS, Bruna; BUEN, Rafael; COZZOLINO; Silvia. VITAMINA B2, In&nbsp; Primeiro Nome do autor do capítulo. Título do capítulo.In Bases bioquímicas e fisiológicas da nutrição: nas diferentes fases da vida, na saúde e na doença / organização Cristiane Cominetti, Silvia Maria Franciscato Cozzolino ; colaboração Adriana Enriconi [et al.] - 2. ed., rev. e atual. - Barueri [SP] : Manole, 2020. Cap. 24</div><div>Disponível em: <a href="https://integrada.minhabiblioteca.com.br/reader/books/9786555761764/epubcfi/6/76%5b%3Bvnd.vst.idref%3Dchapter24%5d!/4">https://integrada.minhabiblioteca.com.br/reader/books/9786555761764/epubcfi/6/76[%3Bvnd.vst.idref%3Dchapter24]!/4</a></div><div>Acesso em: 16/04/2023<br><br></div><div>-Tabela Taco: <a href="https://www.cfn.org.br/wp-content/uploads/2017/03/taco_4_edicao_ampliada_e_revisada.pdf">Tabela Brasileira de Composicao de Alimentos - TACO 4 Edicao Ampliada e Revisada (cfn.org.br)<br></a><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2023-04-21 20:11:46 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Vitamina B5 (Fabiana)</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/gutosattler/23yxfisg3u51g2ff/wish/2563670491</link>
         <description><![CDATA[<div><strong>História<br></strong><br></div><div>A vitamina B5, também chamada de ácido pantotênico, foi descoberta em 1933 por Roger John Williams, quando este estudava o crescimento de leveduras. Essa vitamina é formada pelo ácido pantoico e uma molécula de beta-alanina, que estão unidos por um grupo amina.<br><br></div><div><strong>Definição<br></strong><br></div><div>No grupo das vitaminas hidrossolúveis estão presentes a vitamina C e as vitaminas do Complexo B, como é o caso da vitamina B5.<br><br></div><div>O ácido pantotênico faz parte da composição da coenzima A (CoA) e da proteína carreadora dos grupos acila (ACP), sendo, portanto, essencial para o metabolismo celular e várias vias enzimáticas. Essa vitamina está relacionada com a síntese de colesterol, hormônios esteroides, neurotransmissores, hemoglobina, porfirinas e fosfolipídeos.<br><br></div><div>A distribuição da vitamina B5 é ampla, sendo encontrada em diferentes tipos de alimento na sua forma livre ou ligada. Entre os alimentos ricos em vitaminas B5, podemos citar a gema de ovo, leite, cereais, leveduras, tecido muscular e fígado de animais.<br><br></div><div><strong>Estrutura química<br></strong><br></div><div>C₉H₁₇NO₅<br><br></div><div><strong>Função<br></strong><br></div><div>Dar apoio a enzimas (proteínas que apoiam as reações químicas que ocorrem) que impulsionam diversas reações, como produção de energia a partir de hidratos de carbono, gorduras e proteínas. O ácido pantotênico está envolvido na produção do colesterol e hormonas, bem como na produção de gorduras essenciais. Os glóbulos vermelhos também precisam de ácido pantotênico para a produção do heme, fração da hemoglobina que se liga ao oxigênio. A reprodução e divisão celular adequadas, também dependem do ácido pantotênico.<br><br></div><div>·&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp;Ajuda a controlar a capacidade de resposta do corpo ao estresse.<br><br></div><div>·&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp;Atua na produção dos hormônios das adrenais.<br><br></div><div>·&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp;Atua na formação de anticorpos.<br><br></div><div>·&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp;Ajuda no metabolismo das proteínas, gorduras e açúcares.<br><br></div><div>·&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp;Auxilia a conversão de lipídios, carboidratos e proteínas em energia.<br><br></div><div>·&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp;É necessária para produzir esteroides vitais e cortisona nas glândulas adrenais.<br><br></div><div>&nbsp;<strong>Deficiência&nbsp;<br></strong><br></div><div>Em razão da grande disponibilidade dessa vitamina nos alimentos, são raros os casos de deficiência. Mesmo assim, ela pode ocorrer em pessoas com problemas de absorção, portadores de insuficiência renal que realizam diálise e alcoolistas. A falta dessa vitamina está associada a problemas metabólicos e energéticos. Quando a carência ocorre, é comum o paciente apresentar constantes formigamentos nas mãos e pés, fadiga, má produção de anticorpos, dores e cólicas abdominais, insônia, mal-estar geral, fraqueza de unhas e cabelo.<br><br></div><div><strong>Excesso<br></strong><br></div><div>Quando consumida em excesso, a vitamina B5 pode causar problemas digestivos como diarreia, aumenta o risco de hemorragia e também aumento da sensibilidade dentária. Observado que 10 g/dia tem produzido leve desconforto intestinal e diarreia.</div><div>&nbsp;<br><br></div><div><strong>RDA/UL&nbsp;<br></strong><br></div><div>Há pouca informação sobre subsídios de B5 e não há uma dose diária recomendada (RDA) estabelecida pelo Food and Nutrition Board do Institute of Medicine. A recomendação de <strong>AI</strong> <strong>ingestão adequada</strong> DRI, de acordo com a Biblioteca Nacional de Medicina dos EUA:<br><br></div><ul><li>Idade 0-6 meses: 1,7 mg/d</li><li>Idade 7-12 meses 1,8 mg/d</li><li>Idade 1-3 anos: 2 mg/d</li><li>Idade 4-8 anos: 3 mg/d</li><li>Idade 9-13 anos: 4 mg/d</li><li>14 anos ou mais: 5 mg/d</li></ul><div>&nbsp;</div><div><strong>UL</strong> – Probabilidade não coloca em risco a saúde da maior parte dos indivíduo.</div><div>&nbsp;</div><div><strong>Fontes alimentares&nbsp;<br></strong><br></div><div>As principais fontes alimentares de ácido pantotênico são gema de ovo, fígado, rim, brócolis e leite. Concentrações substanciais do ácido também são encontradas em frango, carne bovina, batatas e grãos integrais.<br><br></div><div><strong>Referências<br><br></strong>COZZOLINO, Silvia ; COMINETTI, Cristiane. Bases bioquímicas e fisiológicas da nutrição: nas diferentes fases da vida, na saúde e na doença. 1.ed. São Paulo: Manole, 2013.<br><br>https://bvsms.saude.gov.br/bvs/saudelegis/anvisa/2005/rdc0269_22_09_2005.html.</div><div><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2023-04-21 21:46:31 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Vitamina B6 (Laís)</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/gutosattler/23yxfisg3u51g2ff/wish/2563719936</link>
         <description><![CDATA[<div><strong>Historia:</strong> A vitamina B6, também denominada de piridoxina, é um termo usado para englobar três compostos de ação antidermatítica: a piridoxamina, a piridoxina e o pidoxal. Foi identificada em 1938 por György, que estudava uma doença de pele em ratos. Suas necessidades nutricionais foram estabelecidas na década de 1950.</div><div>Essa vitamina apresenta papel fundamental nas transformações metabólicas de aminoácidos e está associada à gliconeogênese, à transformação de triptofano em niacina, à produção de neurotransmissores e à formação das moléculas de hemoglobina. Além disso, está relacionada com o metabolismo de homocisteína, um aminoácido utilizado para verificar os riscos de doenças cardiovasculares<br><br></div><div><strong>Definição: </strong>A vitamina B6, conhecida como piridoxina, é encontrada em abundancia em alimentos de origem animal e vegetal. O composto é responsável pelo metabolismo das proteínas, dos carboidratos e gorduras e ajuda no funcionamento das defensas do organismoé absorvida no intestino delgado, principalmente no jejuno, e é transformada na forma metabolicamente ativa no fígado. Normalmente seu armazenamento ocorre no tecido muscular e sua excreção ocorre via urina, podendo ser eliminada também o suor<br><br></div><div><strong>Estrutura química</strong>: C₈H₁₁NO₃<br><br></div><div><strong>Funções</strong>: A forma metabolicamente ativa da vitamina B<sub>6</sub>, é envolvido em muitos aspectos do metabolismo de macronutrientes, síntese de neurotransmissores, síntese de histamina, síntese e função de hemoglobina e expressão genética. A B6 geralmente serve como uma coenzima (cofator) para muitas reações incluindo descarboxilação, transaminação, racemização, eliminação, substituição e interconversão do grupo beta.&nbsp; Além de ter funções de metabolizar a glicose, metabolizar os lipidios, fazer síntese e função de hemoglobina e também tem função de expressão gênica.<br><br><strong>Recomendação (DRIs)</strong>:&nbsp;<br>Quantidade de Vitamina B6 por dia</div><ul><li>1 a 3 anos: até 30 mg/dia.</li><li>4 a 8 anos: até 40 mg/dia</li><li>9 a 13 anos: até 60 mg/dia.</li><li>14-18 anos: até 80 mg/dia</li><li>Acima de 19 anos: até 100 mg/dia.</li></ul><div><br><strong>Deficiência: </strong>Sinais e sintomas: A deficiência de vitamina B<sub>6</sub> é uma erupção semelhante à dermatite seborreica, glossite atrófica com ulceração, queilite angular, conjuntivite, intertrigo e sintomas neurológicos de sonolência, confusão e neuropatia<a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Vitamina_B6#cite_note-26"><sup>]</sup></a> (devido à síntese prejudicada de esfingosina) e anemia sideroblástica (devido à síntese prejudicada do heme).</div><div>Os casos menos graves apresentam doença metabólica associada à atividade insuficiente da coenzima piridoxal-5’-fosfato. A mais proeminente das lesões é devido à conversão prejudicada de triptofano-niacina. Isso pode ser detectado com base na excreção urinária de ácido xanturênico após uma dose oral de triptofano. A deficiência de vitamina B<sub>6</sub> também pode resultar em transulfuração prejudicada de metionina em cisteína. As transaminases dependentes de piridoxal-5’-fosfato e a glicogênio fosforilase fornecem à vitamina seu papel na gliconeogênese, portanto, a privação de vitamina B6 resulta em tolerância à glicose prejudicada.<br>A deficiência de vitamina B<sub>6</sub> isolada é relativamente incomum e frequentemente ocorre em associação com outras vitaminas do complexo B. Idosos e alcoólatras têm um risco aumentado de deficiência de vitamina B<sub>6</sub>, bem como de outras deficiências de micronutrientes.<a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Vitamina_B6#cite_note-PKIN2020B6-3"><sup>]</sup></a> Existem evidências de níveis reduzidos de vitamina B<sub>6</sub> em mulheres com diabetes tipo 1 e em pacientes com inflamação sistêmica, doença hepática, artrite reumatoide e pessoas infectadas com HIV.<sup>[31]</sup> O uso de contraceptivos orais e o tratamento com certos anticonvulsivantes, isoniazida ,cicloserina, penicilamina e hidrocortisona impactam negativamente o estado da vitamina B<sub>6</sub> <br><br><strong>Ingestão máxima:</strong> A intoxicação via suplementos é possível e até relativamente fácil de ocorrer, já que no mercado podemos encontrar a piridoxina em comprimidos de 25, 40, 50, 100 e até 300 mg.<br>O consumo de doses altas por vários meses seguidos tem sido associado ao surgimento de sintomas de intoxicação. Os mais comuns são: neuropatia periférica, que provoca dor e perda da sensibilidade nos membros, dificuldade para andar, tonturas, náuseas e vômitos, lesões de pele e sensibilidade à luz.<br><br><strong>Fontes alimentares</strong></div><div>Alimentos que contêm grandes quantidades de vitamina B<sub>6</sub> incluem:&nbsp;<br><br></div><div>·&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp;Bananas<br><br></div><div>·&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp;Grão-de-bico<br><br></div><div>·&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp;Chocolate amargo<br><br></div><div>·&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp;Batata<br><br></div><div>·&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp;Pistache<br><br></div><div>·&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp;Cereais matinais fortificados<br><br></div><div>·&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp;Carne bovina<br><br></div><div>·&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp;Carne suína<br><br></div><div>·&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp;Peru<br><br></div><div><strong>Curiosidade:</strong> Ponto de infusão: 159-162 °C<br><br></div><div><strong>Referencias</strong>: <a href="https://ods.od.nih.gov/factsheets/VitaminB6-HealthProfessional/">Vitamin B6</a> – National Institutes of Health (NIH).</div><div>Nutrient. 2021 Sep 17;13(9):3229.doi: 10.3390/nu13093229.&nbsp;</div><div><a href="https://pubmed.ncbi.nlm.nih.gov/34579110/">https://pubmed.ncbi.nlm.nih.gov/34579110/</a></div><div><a href="https://www.nrv.gov.au/nutrients/vitamin-b6">«Vitamin B6»</a>. <em>www.nrv.gov.au</em> (em inglês). 17 de março de 2014. Consultado em 20 de abril de 2018. <a href="https://web.archive.org/web/20180313002728/https:/www.nrv.gov.au/nutrients/vitamin-b6">Cópia arquivada em 13 de março de 2018<br></a><br></div><div><br><br></div><div><br><br></div><div><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2023-04-22 00:27:10 UTC</pubDate>
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         <title>Vitamina B9 (Rafael)</title>
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         <description><![CDATA[<div>História:</div><div>A vitamina B9, também conhecida como ácido fólico ou folato, foi descoberta em 1931 pelo cientista americano Lucy Wills. Wills estava trabalhando com mulheres grávidas na Índia e descobriu que a anemia megaloblástica, uma doença caracterizada por uma deficiência na produção de células vermelhas do sangue, poderia ser tratada com extrato de levedura. Posteriormente, ela identificou que o componente ativo do extrato de levedura era o folato.</div><div>A vitamina B9 foi identificada como uma vitamina essencial para o funcionamento adequado do organismo humano, e foi descoberto que a deficiência de vitamina B9 pode levar a uma série de problemas de saúde, incluindo anemia, problemas neurológicos e defeitos congênitos do tubo neural em recém-nascidos.</div><div>Durante a Segunda Guerra Mundial, o ácido fólico foi utilizado como um suplemento nutricional para prevenir a anemia entre os soldados, e posteriormente, tornou-se amplamente utilizado na indústria alimentícia como um aditivo alimentar.</div><div>Nos anos 90, foram realizados estudos que relacionaram a deficiência de vitamina B9 com o aumento do risco de doenças cardiovasculares e certos tipos de câncer, como câncer de cólon e mama.</div><div>Atualmente, a fortificação de alimentos com ácido fólico é amplamente praticada em muitos países para garantir que as pessoas atinjam as necessidades diárias do nutriente. Além disso, a suplementação com ácido fólico é frequentemente recomendada para mulheres grávidas para prevenir defeitos congênitos do tubo neural em recém-nascidos e para indivíduos que seguem uma dieta pobre em alimentos ricos em vitamina B9.</div><div><br><br></div><div>Estrutura química:</div><div>&nbsp;C19H19N7O6</div><div><br><br></div><div>Funções:</div><ol><li>Produção de células sanguíneas: a vitamina B9 é essencial para a produção de células vermelhas do sangue, que transportam oxigênio pelo corpo.</li><li>Crescimento e desenvolvimento fetal: durante a gravidez, a vitamina B9 é necessária para o desenvolvimento adequado do sistema nervoso do feto e para prevenir defeitos congênitos do tubo neural, como a espinha bífida.</li><li>Saúde mental: a vitamina B9 ajuda na produção de neurotransmissores, como a serotonina, que são importantes para a saúde mental e emocional.</li><li>Função cognitiva: a vitamina B9 pode ajudar a melhorar a função cognitiva, incluindo a memória e a concentração.</li><li>Prevenção de doenças cardiovasculares: a vitamina B9 pode ajudar a reduzir o risco de doenças cardiovasculares, como aterosclerose e doença cardíaca, ao reduzir os níveis de homocisteína no sangue.</li><li>Prevenção de certos tipos de câncer: a vitamina B9 pode ajudar a prevenir certos tipos de câncer, incluindo câncer de cólon, mama e pulmão.</li></ol><div><br><br></div><div>Deficiência:</div><div>A deficiência de vitamina B9 (ácido fólico) pode levar a uma série de problemas de saúde, incluindo:</div><ol><li>Anemia megaloblástica: uma condição na qual a medula óssea produz glóbulos vermelhos grandes e imaturos que não conseguem funcionar adequadamente. Os sintomas incluem fadiga, fraqueza, falta de ar e palidez.</li><li>Problemas neurológicos: a deficiência de vitamina B9 pode levar a problemas neurológicos, incluindo neuropatia periférica, alterações de humor, confusão e perda de memória.</li><li>Defeitos congênitos do tubo neural: a deficiência de vitamina B9 durante a gravidez pode aumentar o risco de defeitos congênitos do tubo neural, como espinha bífida e anencefalia.</li><li>Aumento do risco de doenças cardiovasculares: a deficiência de vitamina B9 tem sido associada a um maior risco de doenças cardiovasculares, como doença arterial coronariana e acidente vascular cerebral.</li></ol><div><br><br></div><div>Excesso:</div><div>A ingestão excessiva de ácido fólico pode mascarar a deficiência de vitamina B12 e levar a danos neurológicos irreversíveis em pessoas com deficiência de B12. Além disso, altas doses de ácido fólico podem afetar os resultados de certos testes laboratoriais e ocultar a presença de anemia perniciosa (um tipo de anemia causada por deficiência de B12).</div><div>o excesso de ingestão de vitamina B9 é raro e não é comum apresentar sintomas de intoxicação por excesso de ácido fólico. No entanto, em casos extremos de suplementação excessiva, alguns sintomas podem incluir:</div><ol><li>Náusea</li><li>Vômito</li><li>Diarreia</li><li>Distensão abdominal</li><li>Insônia</li><li>Irritabilidade</li><li>Confusão</li><li>Convulsões</li></ol><div><br></div><div>RDA e UL:</div><div>Não determinado</div><div>Fontes alimentares:&nbsp;</div><ol><li>Vegetais folhosos verdes escuros, como espinafre, couve, brócolis e alface</li><li>Feijões, lentilhas e outras leguminosas</li><li>Frutas cítricas, como laranjas e abacaxis</li><li>Grãos integrais, como pão integral, arroz integral e aveia</li><li>Carnes, como fígado, rim, frango e peru</li></ol><div><br><br><br></div><div>Referências:</div><div><br></div><div>Instituto Nacional de Saúde dos Estados Unidos. (2022). Vitamin B9 (Folate). Recuperado em 21 de abril de 2023, de<a href="https://ods.od.nih.gov/factsheets/Folate-Consumer/"> https://ods.od.nih.gov/factsheets/Folate-Consumer/</a></div><div><br></div><div>Institute of Medicine (US) Standing Committee on the Scientific Evaluation of Dietary Reference Intakes. (1998). Dietary Reference Intakes for Thiamin, Riboflavin, Niacin, Vitamin B6, Folate, Vitamin B12, Pantothenic Acid, Biotin, and Choline. Washington (DC): National Academies Press (US). Recuperado em 21 de abril de 2023, de<a href="https://www.ncbi.nlm.nih.gov/books/NBK114310/"> https://www.ncbi.nlm.nih.gov/books/NBK114310/</a></div><div><br></div><div>U.S. Department of Agriculture. (2022). USDA Food Composition Databases. Recuperado em 21 de abril de 2023, de<a href="https://ndb.nal.usda.gov/ndb/search/list"> https://ndb.nal.usda.gov/ndb/search/list</a></div><div><br></div><div>Araya, M., Morello, A., &amp; Aguirre, J. (2019). Folate content in foods and its potential contribution to the nutritional requirements of humans. Nutrición Hospitalaria, 36(2), 434-440. doi: 10.20960/nh.02314</div><div><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2023-04-22 01:43:06 UTC</pubDate>
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