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      <title>Mural 9M1 - História da Física - A Pesquisa em Física no Brasil. by Carla Francisca</title>
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      <description>Mural virtual EEEFM José Vitor Filho </description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2018-05-14 20:32:31 UTC</pubDate>
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         <title>Física no Brasil : César Lattes</title>
         <author>v1c7ors1lv4123</author>
         <link>https://padlet.com/cfrancisca/22k0ovf2vv6v/wish/264634278</link>
         <description><![CDATA[<div>  César Lattes (1924-2005) foi um cientista brasileiro. Descobriu junto com outros pesquisadores a partícula atômica "méson pi". Estudou física e matemática na Universidade de São Paulo. Com 19 anos era assistente da cadeira de Física Teórica. Durante dois anos estudou os raios cósmicos, em laboratório montado nos Andes, na Bolívia. Trabalhou na Inglaterra e no Laboratório da Universidade de Bristol, junto com outros pesquisadores, descobriram a partícula atômica, "o méson pi". Em 1949, participou junto com outros cientistas, da fundação do Centro Brasileiro de Pesquisas Físicas, instalado no Rio de Janeiro</div>]]></description>
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         <pubDate>2018-05-30 20:48:48 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>v1c7ors1lv4123</author>
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         <description><![CDATA[<div>César Lattes</div>]]></description>
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         <pubDate>2018-05-30 20:49:46 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>pamelapereiradavitoria</author>
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         <description><![CDATA[<div><br><strong>José Leite Lopes (1918-2006), único físico brasileiro detentor do Unesco Science Prize</strong></div><div><a href="http://educacao.uol.com.br/biografias/jose-leite-lopes.jhtm">José Leite Lopes</a> foi fundamental para criação e consolidação da física teórica no Brasil. Participou de articulações para criar o Centro Brasileiro de Pesquisas Físicas (CBPF) e outras instituições importantes, como a Comissão Nacional de Energia Nuclear e o Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq).                                  Em 1940, iniciou sua formação em Física na Faculdade Nacional de Filosofia, no Rio de Janeiro. Passou também pelo Instituto de Biofísica da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) e pela Universidade de São Paulo (USP), onde aprofundou suas pesquisas. Em 1944, graças a uma bolsa do governo americano, Leite Lopes fez doutorado na Universidade de Princeton (EUA), onde iniciou seu trabalho de tese sob orientação de Wolfgang Pauli, prêmio Nobel de Física em 1945 e um dos fundadores da Mecânica Quântica. Na universidade, assistiu cursos ministrados por Einstein, Pauli e Reichenbach, entre outros.<br>Como pesquisador, destacou-se na área de física de partículas e trabalhou no problema da integração de forças fundamentais da natureza. Por muito pouco não chegou à teoria unificada das interações eletromagnéticas e fracas, que deu o prêmio Nobel a Steven Weinberg. Seu principal trabalho na área foi a previsão teórica de um novo tipo de partícula fundamental, o bóson vetorial.<br>Leite Lopes foi membro de diversas academias de ciências e recebeu vários convites para trabalhar no exterior. Aceitou, em 1970, o convite da Universidade de Strasbourg, onde ficou até 1985 quando foi convidado a dirigir a instituição que havia sido fundada por ele em 1949, o Centro Brasileiro de Pesquisas Físicas. Além de trabalhos originais de pesquisa científica e de filosofia da física, publicou vários livros adotados internacionalmente.<br><br></div><div><a href="https://hypescience.com/wp-content/uploads/2014/11/cientistas-brasileiros-6.jpg"><br></a><br></div><div><br></div><div><br></div><div><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2018-06-03 23:58:27 UTC</pubDate>
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         <title>Herch Moysés Nussenzveig (1933-), físico autor de livros didáticos muito conhecidos</title>
         <author>pamelapereiradavitoria</author>
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         <description><![CDATA[<div><br>Bacharel e doutor em Física pela Universidade de São Paulo, <a href="http://www.abc.org.br/~nusse">Herch</a>estudou na França, foi pesquisador do Centro Brasileiro de Pesquisas Físicas e da Universidade de Rochester, nos Estados Unidos, professor do Instituto de Física da Universidade de São Paulo e da Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro e atualmente é professor emérito da Universidade Federal do Rio de Janeiro e membro da Academia Brasileira de Ciências.</div><div>Já ganhou diversos prêmios e homenagens, incluindo o Prêmio Max Born, outorgado pela Optical Society a cientistas que tenham dado contribuições significativas no campo da óptica em 1986, e uma condecoração da Grã-Cruz da Ordem Nacional do Mérito Científico em 1995.</div><div>Fez pesquisas em diferentes campos, incluindo teoria da difração, casualidade e relações de dispersão; propriedades analíticas de amplitudes de espalhamento; atraso temporal; teoria do laser e teoria do arco-íris e da auréola. É autor de vários livros didáticos, entre eles a coleção Curso de Física Básica, que recebeu o Prêmio Jabuti em 1999 na categoria Ciências Exatas, Tecnologia e Informática.<br>•<a href="https://hypescience.com/descoberta-astronomica-feita-por-brasileiros-e-anunciada-hoje/">Descoberta astronômica feita por brasileiros é anunciada hoje</a>.</div>]]></description>
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         <pubDate>2018-06-04 00:03:17 UTC</pubDate>
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         <title>Ado Jorio de Vasconcelos, físico de Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG); que “trabalha com pesquisa e desenvolvimento de instrumentação científica para o estudo de nanoestruturas para aplicação em novos materiais e biomedicina” — Currículo Lattes/CNPq</title>
         <author>pamelapereiradavitoria</author>
         <link>https://padlet.com/cfrancisca/22k0ovf2vv6v/wish/265258893</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2018-06-04 00:16:14 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>pamelapereiradavitoria</author>
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         <description><![CDATA[<div>O Jornal sobre o ensino da física </div>]]></description>
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         <pubDate>2018-06-04 00:20:03 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>pamelapereiradavitoria</author>
         <link>https://padlet.com/cfrancisca/22k0ovf2vv6v/wish/265259423</link>
         <description><![CDATA[<div><strong>Mário Schenberg (1914 – 1990)</strong> Físico, político e crítico de arte brasileiro. Publicou trabalhos nas áreas de termodinâmica, mecânica quântica, mecânica estatística, relatividade, astrofísica e matemática. Trabalhou com José Leite Lopes e César Lattes e foi assistente do físico ucraniano naturalizado italiano Gleb Wataghin. Colaborou com o físico russo naturalizado americano George Gamow e com o astrofísico indiano Subrahmanyan Chandrasekhar. Foi presidente da Sociedade Brasileira de Físicade 1979 a 1981. Junto com o físico indiano Subrahmanyan Chandrasekhar, Schenberg descobriu e publicou em 1942 o limite Schenberg-Chandrasekhar, o qual consiste na massa máxima que o interior de uma estrela pode suportar sobre as camadas de sobreposição contra um colapso gravitacional, uma vez que o centro de hidrogênio é exaurido.</div>]]></description>
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         <pubDate>2018-06-04 00:23:35 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title></title>
         <author>kassandracostaoliveira</author>
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         <description><![CDATA[<div><strong><mark>História da física no Brasil :  <br><br></mark></strong>A  história  da  física  no  Brasil  é  recente;  antes  de  1934  não  houve  praticamente pesquisa  neste  campo,  limitando-se  alguns  poucos  professores  a  acompanhar  os avanços  havidos  na  Europa. Por  exemplo,  o  primeiro  professor  de  física  da  escola Politécnica  em São Paulo,  Francisco  F. Ramos,  tirava  radiografias  em  1896,  apenas 1 ano após   a descoberta de Roentgen. Outro professor desta escola, Teodoro A. Ramos roferiu ema série de conferências sobre a Mecânica Quântica em 1931. Não havia ainda niversidades  no  país, limitando-se  os  estudos  as  escolas profissionais de  direito, edicina  e  engenharia. Como  conseqüência   da  revolução  de 1930, as primeiras universidades  foram  fundadas  em  São  Paulo (1934)  e no Rio de Janeiro  (1935), baseadas  em  faculdades  de  Filosofia , Ciências  e  Letras dedicadas explicitamente à pesquisa,a além do ensino. Entretanto só muito lentamente o espírito de pesquisa começou a permeiar as Universidades, ate que hoje mantem características de escolas profissionais.</div>]]></description>
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         <pubDate>2018-06-05 03:43:17 UTC</pubDate>
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         <title>Marcos Pontes</title>
         <author>catirleneeliel</author>
         <link>https://padlet.com/cfrancisca/22k0ovf2vv6v/wish/265751241</link>
         <description><![CDATA[<div><strong><em>"Primeiro Astronauta Brasileiro"<br></em></strong>Em março de 2006, todos os brasileiros se viam representados na figura de um só homem: o astronauta Marcos Pontes, primeiro cidadão do país a embarcar em uma missão espacial. Seu feito lhe garantiu um sucesso mundial e uma admiração nacional. Foi assim que ele cursou tecnologia aeronáutica na Academia de Força Aérea (AFA), em Pirassununga. Logo depois, tornou-se piloto de caça pela Força Aérea Brasileira (FBA). Mas não decidiu concluir sua carreira por aí. Pontes migrou de setor e também cursou engenharia aeronáutica no ITA e trabalhou como piloto de testes. Ele também empreendeu mestrado na área&nbsp; engenharia de sistemas pela Naval Postgraduate School, em Monterrey (EUA). Com <a href="http://www.marcospontes.com/%24SETOR/MCP/VIDA/biografia.html"><strong>todas essas especializações</strong></a>, em 1998, o engenheiro foi selecionado por um concurso público da Agência Espacial Brasileira (AEB) para se tornar o primeiro astronauta do país.<br>Todo esse seu esforço valeu à pena: “A primeira vez que fui ao Johnson Space Center, em Houston, Texas, vi o foguete Saturno 5 no pátio. Quando cheguei ali, entrando de carro com o funcionário da seleção de astronautas, meu coração bateu forte”, <a href="http://www.ufo.com.br/noticias/marcos-pontes-volta-esta-semana-para-bauru"><strong>relembra o engenheiro</strong></a>, que foi consagrado como astronauta pela NASA em dezembro de 2000.</div>]]></description>
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         <pubDate>2018-06-05 22:28:38 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Marcos Cesar Pontes (Bauru, 11 de março de 1963) é um tenente-coronel da Força Aérea Brasileira (FAB), atualmente na reserva.[2][3]Foi o primeiro astronauta brasileiro, sul-americano e lusófono a ir ao espaço, na missão batizada &quot;Missão Centenário&quot;, em referência à comemoração dos cem anos do voo de Santos Dumont no avião 14 Bis, realizado em 1906.[4]Em 30 de março de 2006 partiu para a Estação Espacial Internacional (ISS) a bordo da nave russa Soyuz TMA-8, com oito experimentos científicos brasileiros para execução em ambiente de microgravidade. Retornou no dia 8 de abril, a bordo da nave Soyuz TMA-7.</title>
         <author>fernandapimenta99</author>
         <link>https://padlet.com/cfrancisca/22k0ovf2vv6v/wish/267107761</link>
         <description><![CDATA[<div>Casado com Franciska de Fátima Cavalcanti, Marcos Pontes tem dois filhos e seus hobbies são musculação, futebol, violão, piano, desenho e pintura em aquarela. Além destes hobbies, também se dedica ao radioamadorismo. Seu prefixo como radioamador é PY0AEB. Seus pais, Virgílio e Zuleika Pontes, moravam em Bauru. Foi piloto de caça da FAB, chegando ao posto de tenente-coronel.</div>]]></description>
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         <pubDate>2018-06-13 23:24:51 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>I.T.A</title>
         <author>v1c7ors1lv4123</author>
         <link>https://padlet.com/cfrancisca/22k0ovf2vv6v/wish/269307576</link>
         <description><![CDATA[<div><br>O ITA foi criado pelo Marechal do Air Casimiro Montenegro<a href="https://pt.m.wikipedia.org/wiki/Casimiro_Montenegro_Filho"> </a>Filho<br><br></div><div><br>De acordo com o previsto no plano de criação do antigo centro<a href="https://pt.m.wikipedia.org/wiki/Centro_Técnico_Aeroespacial"> </a>técnico aeroespacial (CTA, atual DCTA), o primeiro instituto a ser instalado seria uma escola de formação de engenheiros aeronáuticos. Assim, desde o início de seus trabalhos, paralelamente às atividades de construção e aquisição de equipamentos, a Comissão de Organização do DCTA (COCTA) selecionou professores e técnicos para o Instituto Tecnológico de Aeronáutica, os quais inicialmente trabalharam junto à Escola Técnica do Exército (atual Instituto Militar de<a href="https://pt.m.wikipedia.org/wiki/Instituto_Militar_de_Engenharia"> </a>engenharia, IME).<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2018-07-03 21:37:04 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>v1c7ors1lv4123</author>
         <link>https://padlet.com/cfrancisca/22k0ovf2vv6v/wish/269307673</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2018-07-03 21:39:28 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>pamelapereiradavitoria</author>
         <link>https://padlet.com/cfrancisca/22k0ovf2vv6v/wish/269318879</link>
         <description><![CDATA[<div><strong>Três equipes representam o Brasil em uma competição de foguetes nos EUA<br><br></strong>Três equipes representam o Brasil em uma competição bem diferente da Copa do Mundo. São estudantes universitários de várias áreas que constroem foguetes e participaram de um campeonato internacional que terminou no sábado (23), no deserto do Novo México, nos Estados Unidos.  <br><br>Veja o que rolou por lá, na reportagem do <strong><mark>fantástico .<br>Link da reportagem. <br><br></mark></strong><strong><br>Três equipes representam o Brasil em uma competição de foguetes nos EUA http://g1.globo.com/fantastico/noticia/2018/07/tres-equipes-representam-o-brasil-em-uma-competicao-de-foguetes-nos-eua.html?utm_source=whatsapp&amp;utm_medium=share-bar-desktop&amp;utm_campaign=share-bar</strong></div>]]></description>
         <pubDate>2018-07-04 00:40:59 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>pamelapereiradavitoria</author>
         <link>https://padlet.com/cfrancisca/22k0ovf2vv6v/wish/269319507</link>
         <description><![CDATA[<div>Pesquisador do Inpe e ITA recebe prêmio de geofísica espacial<br>&nbsp;<br>&nbsp;<br>O físico Mangalathayil Ali Abdu, pesquisador do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe) e professor da pós-graduação no Instituto Tecnológico de Aeronáutica (ITA), recebeu o Prêmio Mario H. Acuña, da Associação Latinoamericana de Geofísica Espacial (Alage).O prêmio foi entregue durante a 11ª edição da Conferência Latino-Americana de Geofísica Espacial (Colage XI), realizada de 16 a 20 de abril no Centro Cultural da Ciência em Buenos Aires . Segundo o Inpe, o prêmio é concedido a um pesquisador de instituição de educação ou de pesquisa da América Latina que tenha se destacado na criação e no estabelecimento de infraestrutura para pesquisa científica em ciências espaciais em um ou mais países da região.<br>&nbsp;Abdu ingressou no Inpe em 1973 e, apesar de aposentado, mantém atuação em áreas como acoplamento atmosfera-ionosfera-magnetosfera, clima espacial, bolhas ionosféricas e tempestades magnéticas. O pesquisador foi responsável por dezenas de teses e dissertações no Programa de Pós-Graduação do Inpe. Em 1976, em cooperação com José Humberto Sobral, Abdu foi responsável pelo primeiro registro no Brasil do fenômeno conhecido como bolhas no plasma ionosférico. A descoberta ocorreu de forma simultânea em outras partes do mundo.Abdu coordena o Programa de Pesquisa de Observação e Previsão da Cintilação (SPORT), financiado pela FAPESP, uma missão de colaboração internacional que visa avançar a compreensão da natureza e a evolução das estruturas ionosféricas em torno do pôr-do-sol para melhorar as predições dos distúrbios que afetam a propagação de sinais de rádio e de telecomunicação.<br>&nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2018-07-04 00:48:32 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>pamelapereiradavitoria</author>
         <link>https://padlet.com/cfrancisca/22k0ovf2vv6v/wish/269319589</link>
         <description><![CDATA[<div>Em clima de Olimpíadas, seminários exploram os fenômenos físicos das práticas .<br> <br> Se para alguns é difícil acreditar que um ser humano seja capaz de percorrer 100 metros em 9,58 segundos, a Física e suas leis desvendam, detalhe por detalhe, esse mistério. Em seu primeiro seminário da série A Física e os Esportes, Otaviano Helene, professor do Instituto de Física (IF) da USP, analisou os fenômenos físicos envolvidos em uma corrida de 100 metros rasos. Para isso, utilizou como objeto de estudo a performance do recordista mundial Usain Bolt durante o Campeonato Mundial de Atletismo, na cidade de Berlim.<br> Inicialmente, A Física e os Esportes é uma atividade cujo intuito é observar a ciência contida nas diferentes atividades esportivas de modo a motivar as pessoas interessadas pelas ciências a apreciarem mais os esportes, e vice-versa.<br> Em sua exposição, Helene se utiliza de exemplos cotidianos para facilitar a compreensão e o processo de associação de seus ouvintes. No caso do atleta jamaicano, o seminário sugere que, durante a corrida de 2009, ele tenha produzido uma energia total próxima a 10kJ. Esse resultado, apesar de ter sido surpreendentemente gerado em menos de 10 segundos, poderia ter sido produzido por uma pessoa comum ao subir três andares de um prédio pela escada, por exemplo.Tendo em vista também a potência produzida com o esforço, o físico alega que a energia apresentada por Bolt ao final da corrida poderia ser encontrada se consumida uma colher de manteiga.<br> <br> <br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2018-07-04 00:49:45 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>pamelapereiradavitoria</author>
         <link>https://padlet.com/cfrancisca/22k0ovf2vv6v/wish/269319631</link>
         <description><![CDATA[<div>Mais importante laboratório de física do planeta recebe professores brasileiros<br> <br> Os professores Vinícius Jacques e Diogo Chitolina, do Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia de Santa Catarina (IFSC), participaram de experiência única, em agosto último, na Organização Europeia para Pesquisa Nuclear (Cern), o maior e mais importante laboratório de física do mundo, em Genebra, na fronteira franco-suíça. Lá, os brasileiros conheceram o acelerador de partículas GrandeColisor de Hádrons [Large Hadron Collider (LHC)].<br> A experiência será transformada em projetos de divulgação científica, dentro e fora de sala de aula. Diogo, professor de física no campus de São José, pretende lançar um blogue sobre física moderna. Vinícius, também professor de física, no campus de São Miguel do Oeste, está produzindo documentário sobre a origem da matéria e a experiência no Cern.<br> A proposta de divulgação científica foi um dos critérios de seleção de participantes do projeto Escola de Física do Cern. Antes, os professores brasileiros passaram por Portugal para conhecer o Laboratório de Instrumentação e Física Experimental de Partículas (LIP) e participar da preparação para a visita à Escola de Física do Cern, destinada a professores de países europeus.<br> Como resultado de negociações por parte de pesquisadores brasileiros e da diretoria da Sociedade Brasileira de Física (SBF), foi aberta, como uma ampliação da cooperação do Cern com Portugal, a possibilidade de participação de professores brasileiros e africanos. Este ano, foram selecionados 22 professores brasileiros, que compuseram o grupo de 50 docentes de países de língua portuguesa — Brasil, Portugal, Moçambique, São Tomé e Príncipe, Cabo Verde, Angola, Timor Leste e Guiné Bissau.<br> <br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2018-07-04 00:50:36 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/cfrancisca/22k0ovf2vv6v/wish/269319631</guid>
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         <title></title>
         <author>pamelapereiradavitoria</author>
         <link>https://padlet.com/cfrancisca/22k0ovf2vv6v/wish/269319697</link>
         <description><![CDATA[<div>O Instituto de Física da Universidade de São Paulo<br> <br> O Instituto de Física da USP é a maior e mais antiga instituição de pesquisa e ensino de Física no Brasil. Ele provém dos Departamentos de Física da Escola Politécnica e da Faculdade de Filosofia, Ciências e Letras, reunidos no Instituto a partir de 1970.<br> O Instituto tem atualmente, em seus quadros, mais de 225 pesquisadores, sendo mais de 150 docentes, além de cerca de 400 alunos de pós-graduação e 1.200 de graduação. Dispõe ainda de mais de 300 funcionários em seus quadros, vários deles com formação de nível superior e/ou pós-graduação.<br> A Biblioteca do Instituto é das mais completas do país. O seu acervo atual é constituído de mais de 38 mil livros, mais de 3000 dissertações e teses, mais de 600 coleções de títulos periódicos, dentre outras.<br> <br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2018-07-04 00:51:29 UTC</pubDate>
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