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      <title>Diário de bordo by Julia</title>
      <link>https://padlet.com/juliaelizabete555/viagemtecnicaei31</link>
      <description>Viagem Técnica à Aldeia Pataxó Reserva da Jaqueira e ao Museu Indígena de Coroa Vermelha | Ana Luiza Soares, Julia Elizabete Porto e Luísa Gomes Geraldo - Turma EI31</description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2024-12-06 20:33:32 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>juliaelizabete555</author>
         <link>https://padlet.com/juliaelizabete555/viagemtecnicaei31/wish/3250206386</link>
         <description><![CDATA[<p><strong>1. Data e Local</strong></p><ul><li><p><strong>Data:</strong> 22/11/2024</p></li><li><p><strong>Local:</strong> Aldeia Pataxó Reserva da Jaqueira, Museu indígena Pataxó, Coroa Vermelha</p></li></ul><p><strong>2. Objetivo da Visita</strong></p><ul><li><p>Compreender a cultura, tradições e organização da comunidade Pataxó.</p></li><li><p>Explorar o modo de vida e a preservação ambiental na aldeia.</p></li><li><p>Vivenciar atividades práticas e interativas com os membros da comunidade.</p></li></ul><p><strong>3. Orientadores</strong></p><ul><li><p>Keyla Rabêlo</p></li><li><p>Chrislayne Fernandes</p></li><li><p>Levi Cunha</p></li></ul><p><strong>4. Estudantes</strong></p><ul><li><p>Ana Luiza Soares</p></li><li><p>Julia Elizabete Porto </p></li><li><p>Luisa Gomes Geraldo</p></li></ul>]]></description>
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         <pubDate>2024-12-06 20:49:03 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Vivenciando brincadeiras típicas...</title>
         <author>juliaelizabete555</author>
         <link>https://padlet.com/juliaelizabete555/viagemtecnicaei31/wish/3250300419</link>
         <description><![CDATA[<p>Após observarmos e participarmos da ritual awê, fomos conduzidos pelo indígena Arí Curí para participar de duas brincadeiras típicas dos Pataxó. A primeira, chamada <strong>pátio mukai</strong>, que consiste em derrubar o maracá colocado no centro do círculo onde acontece a brincadeira. Para vencer, os jogadores, disputando entre si, precisam pegar a perna um do outro e fazer com que o maracá seja derrubado. Foi uma experiência muito divertida de se ver e viver. E a segunda brincadeira, na qual a maioria dos alunos participou, chamada [não lembro o nome], é realizada com o uso de um graveto jogado além de uma linha. E nisso é preciso buscá-lo e entregá-lo à outra pessoa que está atrás na fila, passando por cima e por baixo, alternando essas passagens. A fila que levar o graveto até a última pessoa ganha a brincadeira.</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-12-07 00:38:34 UTC</pubDate>
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         <title>Escola pataxó local</title>
         <author>juliaelizabete555</author>
         <link>https://padlet.com/juliaelizabete555/viagemtecnicaei31/wish/3250309802</link>
         <description><![CDATA[<p>Em seguida, Arí Curí nos levou para conhecer a escola local, onde tivemos um breve contato com o ambiente educacional da aldeia, que atende alunos até o 5º ano do ensino fundamental. Ele explicou que diferente de outras escolas indígenas, como a de Coroa Vermelha que só possui um dia de ensino do Patxohã, a escola da reserva ensina todos os dias o idioma do povo pataxó, bem como o português. Isso garante que a língua patáxo seja repassada para as novas gerações, fortalecendo a identidade cultural e evitando que ela caia no esquecimento.</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-12-07 01:02:23 UTC</pubDate>
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         <title>Casa de memórias</title>
         <author>juliaelizabete555</author>
         <link>https://padlet.com/juliaelizabete555/viagemtecnicaei31/wish/3250309984</link>
         <description><![CDATA[<p>Após esse momento, visitamos a Casa de Memórias, um espaço dedicado à preservação da história e cultura Pataxó. Lá, vimos, entre outras coisas, uma linha do tempo que retrata a evolução da comunidade Pataxó desde a chegada dos portugueses. O local também conta com estátuas que ilustram essa evolução, incluindo o modo de se vestir, os cocares, entre outros, e imagens de rituais que ocorrem na reserva, proporcionando um conhecimento mais profundo sobre os costumes e a história desse povo.</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-12-07 01:03:07 UTC</pubDate>
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         <title>Encontro com o pajé da aldeia</title>
         <author>juliaelizabete555</author>
         <link>https://padlet.com/juliaelizabete555/viagemtecnicaei31/wish/3250312273</link>
         <description><![CDATA[<p><br/></p><p>Saindo da Casa de Memórias, a turma foi direcionada a um local onde se encontrava o pajé da aldeia, chamado Imburé. Foi nos explicado que o pajé desempenha um papel fundamental na comunidade Pataxó, cuidando da saúde do povo tanto física quanto espiritualmente. Ele é o detentor de grande sabedoria, sendo responsável por transmitir seus conhecimentos sobre as práticas de cura e equilíbrio espiritual. O pajé nos explicou sobre o uso de ervas medicinais, cujas raízes e sementes são transformadas em chás e incensos, como o utilizado nos rituais, demonstrando a importância dessas plantas para a saúde e bem-estar da comunidade.</p><p><br/></p><p>Nessa mesma ocasião, tivemos a oportunidade de saborear alguns alimentos típicos, como banana verde, cuscuz, uma espécie de farofa com coco, café e chá de cidreira com canela de velho. Este chá é um exemplo de como as ervas medicinais, como a cidreira e a canela de velho, têm grande impacto na saúde do povo Pataxó. O pajé explicou que essas plantas são usadas para tratar e prevenir doenças, além de promover o fortalecimento espiritual, mostrando a profunda ligação entre a natureza e a medicina tradicional indígena.</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-12-07 01:10:38 UTC</pubDate>
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         <title>Encerramento na aldeia</title>
         <author>juliaelizabete555</author>
         <link>https://padlet.com/juliaelizabete555/viagemtecnicaei31/wish/3250312755</link>
         <description><![CDATA[<p><br/></p><p>Depois desse momento, a turma teve a oportunidade de receber uma pintura no rosto com traços típicos da cultura Pataxó. Foi explicado também sobre o significado desses traços, como, por exemplo, o fato de que uma pintura muito elaborada, com muitos detalhes e cores, pode indicar que a pessoa está solteira, utilizando essas cores para atrair olhares, enquanto traços mais simples e discretos geralmente indicam que a pessoa está compromissada.</p><p>Nesse período, também pudemos ver a área de artesanato, onde estavam expostos adereços, objetos que produzem sons, cestos e outros artefatos feitos pela comunidade.</p><p>Para finalizar nossa visita à reserva da Jaqueira, saboreamos um peixe assado na folha de patioba, que, de acordo com Arí Curí, possui apenas uma pitada de sal, sendo seu sabor e tempero provenientes exclusivamente da patioba.</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-12-07 01:12:01 UTC</pubDate>
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         <title>A chegada na reserva da jaqueira</title>
         <author>202213600004</author>
         <link>https://padlet.com/juliaelizabete555/viagemtecnicaei31/wish/3250315416</link>
         <description><![CDATA[<p>Às 09h50 chegamos ao local. Após realizar os pagamentos, e ás 10h19 iniciamos nossa visita. O guia Anehõ deu início à visita com uma mensagem de agradecimento pela presença dos visitantes. Ele destacou que a experiência representava uma troca de aprendizados: os visitantes teriam a oportunidade de conhecer mais sobre a cultura dos Pataxós e, ao mesmo tempo, os Pataxós aprenderiam com os visitantes. Ressaltou a importância da taxa de visitação, explicando que os recursos arrecadados são destinados à manutenção da infraestrutura, à fiscalização e, principalmente, à educação das Kitôki (crianças, em Pataxó), enfatizando que a educação é a base essencial para o desenvolvimento humano. Além disso, sublinhou o valor da natureza como fonte de recursos e espiritualidade, classificando a reserva como um local sagrado.</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-12-07 01:19:06 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>202213600004</author>
         <link>https://padlet.com/juliaelizabete555/viagemtecnicaei31/wish/3250317356</link>
         <description><![CDATA[<p>Ele apresentou o Rio Itinga, cujo nome significa "barro branco", e mencionou animais da região, como a sucurumu (variante local da sucuri), que se alimenta de capivaras, e outras espécies adaptadas à vida noturna e diurna da floresta. Também abordou a vegetação da reserva, composta por mata primária e secundária, essenciais para a obtenção de alimentos, remédios e outros recursos vitais para os Pataxós.</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-12-07 01:24:10 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>202213600004</author>
         <link>https://padlet.com/juliaelizabete555/viagemtecnicaei31/wish/3250318231</link>
         <description><![CDATA[<p>Um dos temas abordados foi o manejo sustentável da piaçava, Anehõ explicou que a planta deve ser colhida em períodos específicos (entre 8 meses e 1 ano) para evitar o sufocamento e a morte da planta. A piaçava é amplamente utilizada para a confecção de artesanatos (como vassouras, bolsas e anéis) e na construção do Kijeme (casa tradicional Pataxó). Ele enfatizou que o cultivo da piaçava na região é sustentável, dispensando o uso de fertilizantes químicos, pois a própria natureza fornece o adubo necessário.</p><p><br></p>]]></description>
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         <pubDate>2024-12-07 01:26:20 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Palestra da  Nitynawã</title>
         <author>202213600004</author>
         <link>https://padlet.com/juliaelizabete555/viagemtecnicaei31/wish/3250325254</link>
         <description><![CDATA[<p>Após uma breve caminhada, fomos conduzidos ao Kijeme. Lá, entramos, nos acomodamos e tivemos o privilégio de assistir a uma palestra ministrada. A escritora indígena Nitynawã conduziu uma palestra, apresentando sobre a história do povo Pataxó. Ela destacou que a aldeia faz parte das 47 localizadas no extremo sul da Bahia, mencionando também a existência de aldeias em Minas Gerais, Santa Cruz, Prado e Itamaraju.primeira aldeia fundada por mulheres em 1997, simboliza a quebra de padrões, pois as lideranças masculinas sempre foram predominantes. O local começou com apenas 15 habitantes e, hoje, abriga 34 famílias, somando 115 pessoas. Na aldeia, há escolas onde são ensinadas tanto a língua portuguesa quanto o idioma indígena, o “Patxohã”, que significa “língua de guerreiro”. Essa reserva foi estabelecida pelas mulheres para proteger uma área de 827 hectares de mata atlântica, sendo que 40% dessa extensão ainda corresponde a mata primária e com esforço e dedicação, a aldeia conseguiu que mais de 20 jovens alcançassem o ensino superior, formando-se em áreas como enfermagem, química, educação, direito e gestão ambiental. No documentário <em>“Falas da Terra”</em> passando em sala de aula pela docente Chrislayne, retrata a resistência dos povos indígenas frente aos preconceitos da sociedade, evidenciando como equilibram suas tradições ancestrais com os desafios da vida contemporânea. Para manter vivas suas tradições, a aldeia promove atividades culturais como cerimônias, danças, pinturas corporais e rituais, onde a preservação da floresta e o fortalecimento cultural são os principais pilares. Um evento anual é o ritual <em>“Araguática”</em>, antes restrito à Reserva da Jaqueira, tornou-se nacional e, em 2023, reuniu cerca de 2 mil pessoas de 23 etnias, trazendo a importância da união indígena e a valorização de suas tradições.</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-12-07 01:45:11 UTC</pubDate>
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         <title>Entrada</title>
         <author>202213600029</author>
         <link>https://padlet.com/juliaelizabete555/viagemtecnicaei31/wish/3250327336</link>
         <description><![CDATA[<p>Chegada por volta das 16 horas</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-12-07 01:50:13 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title></title>
         <author>202213600029</author>
         <link>https://padlet.com/juliaelizabete555/viagemtecnicaei31/wish/3250329382</link>
         <description><![CDATA[<p><strong>Sala com exposição de fotografias:</strong></p><p>De início o guia nos levou a uma sala ao lado da entrada, com uma exposição de fotografias, onde mostrou imagens de figuras e eventos simbólicos para a comunidade, como os jogos estudantis. Haviam fotos de anciões, guerreiros pataxós, danças tradicionais (Awe), lutas corporais, e outras atividades praticadas durante os jogos, como a corrida de maracás.&nbsp;</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-12-07 01:55:12 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title></title>
         <author>202213600004</author>
         <link>https://padlet.com/juliaelizabete555/viagemtecnicaei31/wish/3250332567</link>
         <description><![CDATA[<p>Os povos Pataxó enfrentaram séculos de perseguição. Um exemplo marcante foi o massacre de 1851 em Caraíva, quando suas aldeias foram incendiadas e muitos foram mortos. Apesar disso, o povo resistiu e, em 1997, conseguiram estabelecer a Reserva da Jaqueira. Durante a palestra, uma pergunta abordou a retomada da língua Patxohã, que havia sido silenciada por séculos de opressão. A palestrante explicou que os anciãos foram proibidos de falar a língua durante a escravidão e, com o tempo, adotaram um português simplificado. Porém, com a criação da reserva, foi fundado o grupo “Atoxhã”, responsável por resgatar o idioma e transmiti-lo às gerações mais jovens por meio de pesquisas e das escolas locais. Nitynawã também compartilhou sua visão sobre o papel da literatura na preservação cultural, mencionando como o protagonismo feminino nas aldeias foi historicamente apagado. Hoje, ela escreve obras como “As Guerreiras da História Pataxó”, relatando histórias de resistência e gestão do etnoturismo na aldeia. A conquista territorial dos Pataxó foi fruto de uma luta intensa, que envolveu desde manifestações locais até articulações políticas em Brasília. A demarcação de 1.492 hectares só foi possível com o apoio de instituições como a FUNAI, IBAMA e a Secretaria de Meio Ambiente. Atualmente, o território está dividido em duas áreas: uma dedicada à preservação ambiental e à agricultura, e outra ao comércio e à moradia. E logo após a palestra, participamos do “Awê”, a dança tradicional que reúne membros da aldeia em torno de uma roda. Durante a celebração, os participantes tocam instrumentos e cantam, fortalecendo a conexão com a cultura ancestral.&nbsp;</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-12-07 02:03:12 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Área aberta</title>
         <author>202213600029</author>
         <link>https://padlet.com/juliaelizabete555/viagemtecnicaei31/wish/3250334123</link>
         <description><![CDATA[<p>Após, mostrou-nos um exemplar de Kijẽme, casa tradicional pataxó, e, assim como o guia da Reserva da Jaqueira, explicou suas características - feita através do método barreamento, em que se utiliza do barro umedecido misturado água em cima da base de madeira para a construção das paredes. De formato circular, sem divisórias. Possui uma esteira para dormir, área de assar a caça, janelas para ventilação, 2 portas, uma para entrada e outra para a saída do guerreiro em qualquer potencial situação de emergência e o telhado de palhas advindas de diferentes plantas.</p><p><br></p>]]></description>
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         <pubDate>2024-12-07 02:07:11 UTC</pubDate>
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         <title>Parte interna do Kijeme</title>
         <author>202213600029</author>
         <link>https://padlet.com/juliaelizabete555/viagemtecnicaei31/wish/3250338162</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2024-12-07 02:18:39 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>202213600004</author>
         <link>https://padlet.com/juliaelizabete555/viagemtecnicaei31/wish/3250338475</link>
         <description><![CDATA[<p>O guia apresentou nos explicou sobre o Kijeme, é uma construção de piaçava, de barro e madeira com portas posicionadas para aproveitar a luz solar e garantir proteção. A construção é um processo coletivo, promovendo aprendizado e união, com cada detalhe carregando significado simbólico. Ele também destacou a espiritualidade Pataxó, representada pelo espírito da floresta, Patubaiá, e a conexão com a terra ao andar descalço, fortalecendo equilíbrio e energia positiva. Alertou sobre o impacto humano na natureza, destacando a importância de preservar a floresta.</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-12-07 02:19:18 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Xoxa e estilo pré-aldeamento</title>
         <author>202213600029</author>
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         <description><![CDATA[<p>Em seguida, vimos outro exemplo de moradia, denominado xoxa, que é mais "simples" e era utilizada no estilo de vida nômade, onde o grupo ficavam cerca de seis meses em um local. O guia mostrou réplicas de ferramentas e armadilhas tradicionais pataxós utilizadas na pesca e na caça, e explicou que esses grupos utilizavam também da plantação de mandioca para seu sustento em determinado local. </p><p><br/></p><p>Nesse momento, chama a atenção para o fato de terem sido obrigados e serem aldeados pelo governo, e, portanto, abandonarem em grande parte o uso dessa moradia, incitando reflexão acerca do papel do Estado na opressão de comunidades tradicionais brasileiras</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-12-07 02:25:38 UTC</pubDate>
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         <title>Parte interna do museu</title>
         <author>202213600029</author>
         <link>https://padlet.com/juliaelizabete555/viagemtecnicaei31/wish/3250345810</link>
         <description><![CDATA[<p>Ao adentramos na sala principal, o guia nos mostrou diversos artigos utilizados na cultura indígena pataxó nos mais diferentes usos</p><p><br/></p><p>· Adereços indígenas feito de elementos de plantas – a exemplo, biribas e bananeiras - com cocares e saias em exposição</p><p>·&nbsp;Sementes nativas:  olho de&nbsp; boi, juerana - usada para fazer, colares, entre outras</p><p>·&nbsp;Armadilhas e armas utilizadas: arapuca,  lança utakapi, arabatana (modelo de arma que utiliza veneno na ponta da flecha) ,</p><p>·&nbsp;Réplica de canoas, feitas a partir de diferentes tipos madeira – no exemplo é de juerana</p><p><br/></p><p>Durante a explicação dos artigos, o guia reforça elementos da filosofia indígena - a importância de se fazer um consumo consciente de matérias primas extraídas da natureza. </p><p><br/></p><p>Explica também o processo de resistência das comunidades Pataxó,  diante das diversas adversidades, incluindo a expulsão de suas terras originárias, a obrigação do estabelecimento em aldeias fechadas e perseguição e violência sofridas pelo povo. Nas paredes podem ser observados recortes de jornal que trazem notícias denunciando essa opressão, mas que também trazem as conquistas do povo na luta por seus direitos. Exemplares de livros, muitos escritos em Patxohã e com traduções para português, estavam à mostra, e foi ressaltado o papel deles na educação das crianças atuais e no resgate das línguas pataxó, e assim no fortalecimento de tal identidade cultural através do compartilhamento de suas narrativas.</p><p><br/></p>]]></description>
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         <pubDate>2024-12-07 02:38:19 UTC</pubDate>
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         <title>Saída do Ifba</title>
         <author>202213600004</author>
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         <description><![CDATA[<p>Saímos do Ifba por volta das 7h40, sob a supervisão do professor Levi. Aproveitaramos bastante o trajeto ouvindo música e conversando, por um breve momento na estrada tivemos que para mas logo retornamos. Fizemos uma parada em Coroa Vermelha para embarcar as professoras Chrislayne e Keyla, antes de seguirmos para a reserva.</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-12-07 02:46:10 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>202213600029</author>
         <link>https://padlet.com/juliaelizabete555/viagemtecnicaei31/wish/3250364512</link>
         <description><![CDATA[<p>Após sairmos da reserva, por volta das 14:30hrs, fomos de ônibus até a praia, onde descemos e cada turma fez seu almoço coletivo. Após um tempinho de descanso, os professores, em um ato de generosidade, liberaram os alunos a entrarem no mar durante um breve período. Aproveitamos para nos refrescar e após nos secarmos e arrumarmos as coisas, nos dirigimos de volta ao ônibus para seguir para o museu indígena em Coroa Vermelha</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-12-07 03:28:52 UTC</pubDate>
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         <title>Saída do museu e trajeto de volta</title>
         <author>202213600029</author>
         <link>https://padlet.com/juliaelizabete555/viagemtecnicaei31/wish/3250369954</link>
         <description><![CDATA[<p>Saímos do museu logo após as 16:30 e, devido ao tempo, cancelamos a ida ao centro histórico de Porto, encerrando assim o roteiro de visitas. No caminho de volta ao ônibus alguns estudantes aproveitaram para comprar alimentos/bebidas para lanche e olhar a passarela. Retornamos no ônibus de Coroa a Porto, onde as professoras Chris e Keyla se despediram dos alunos e desceram, e seguimos viagem para Eunápolis acompanhados do professor Levi, chegando por volta das 18:30 no campus Eunápolis. Os alunos se despediram e foram para casa, terminando o dia satisfeitos com a programação.</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-12-07 03:46:02 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>202213600029</author>
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         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2024-12-07 05:08:40 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>202213600029</author>
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         <pubDate>2024-12-07 05:10:35 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>202213600029</author>
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         <pubDate>2024-12-07 05:12:32 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>202213600029</author>
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         <pubDate>2024-12-07 05:14:23 UTC</pubDate>
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