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      <title>Atleta Negro Brasileiro by Luiz Felipe</title>
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      <description>Resiliência Esportiva</description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2020-11-08 16:14:21 UTC</pubDate>
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         <title>Rafaela Lopes Silva</title>
         <author>gokussj32004</author>
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         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2020-11-08 16:16:11 UTC</pubDate>
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         <title>Biografia</title>
         <author>gokussj32004</author>
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         <description><![CDATA[<div>A moça da foto, Rafaela Lopes Silva, conhecida pelo público como Rafaela Silva, é uma atleta da seleção brasileira de judô, titular da categoria de 57kg e 3º Sargento da Marinha do Brasil. Nasceu em 24 de abril de 1992, na comunidade da Cidade de Deus, Zona Oeste do Rio de Janeiro.  Ela é uma atleta bastante conhecida por ser uma judoca campeã olímpica e mundial brasileira. Em agosto de 2013 tornou-se a primeira brasileira a se sagrar campeã mundial de Judô.</div>]]></description>
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         <pubDate>2020-11-08 16:19:04 UTC</pubDate>
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         <title>Suspensa por uso de doping</title>
         <author>gokussj32004</author>
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         <description><![CDATA[<div>Rafaela Silva está fora dos Jogos Olímpicos de Tóquio. A não ser que consiga reverter na Corte Arbitral do Esporte (CAS), na Suíça, a suspensão aplicada nos últimos dias pela Federação Internacional de Judô (IJF) por doping. A atual campeã olímpica da categoria até 57kg do judô testou positivo para Fenoterol, substância presente em remédios para asma, e levou um gancho de dois anos.<br><br>A seguir, veja um vídeo em que discute essa temática:</div>]]></description>
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         <pubDate>2020-11-08 16:33:26 UTC</pubDate>
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         <title>Vítima de Racismo</title>
         <author>gokussj32004</author>
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         <description><![CDATA[<div>Nas Olímpiadas de 2012, em Londres, Rafaela Silva foi orientada a ficar longe das redes sociais. Ela foi desclassificada por aplicar um golpe ilegal nos Jogos Olímpicos de Londres, a judoca respondeu as ofensas escritas por internautas no Twitter. Chegou a bloquear sua conta e, depois de uma conversa com a Confederação Brasileira de Judô (CBJ), voltou a escrever, pedindo desculpas. Técnica do feminino, Rosicléia Campos foi uma das que conversaram com ela e explicou a reação desesperada da carioca. Viu os insultos racistas, guardados por Rafaela no celular. O caso foi levado ao Comitê Olímpico Brasileiro (COB). Nesta terça, Um adolescente foi detido por tweets ofensivos ao britânico Tom Daley, dos saltos ornamentais.<br><br></div><div>"Você não é melhor que ninguém porque você é negra... sempre vai ser inútil. Quatro anos treinando para ser humilhada dessa forma", diz uma das mensagens direcionadas a Rafaela. Outra, do mesmo autor, a chamava de "macaca" e dizia que ela deveria "estar na jaula".<br><br>Rafaela nasceu em uma família de baixa renda e foi revelada em um projeto social da comunidade Cidade de Deus. É a primeira judoca do Instituto Reação, fundado por Flávio Canto, a chegar às Olimpíadas.</div><div>O caso foi levado ao COB, mas, Rafaela e seu treinador, Geraldo Bernardes, querem apenas esquecer o incidente.<br><br></div><div>- Chamaram de macaca, que deveria estar na jaula, que ela era uma vergonha e que deveria voltar rastejando ao Brasil. Ele (o internauta) tem que estar na jaula. É um animal quem fala uma coisa dessa. Está falando de uma atleta olímpica. A carreira dela é brilhante, ela é um ser humano maravilhoso. Que país é esse em que a cor da pele influencia na conduta das pessoas? Não estou justificando, mas estou explicando a reação dela. Ela foi chamada atenção. É uma menina muito jovem. Eu não estou preparada para uma receber uma ofensa dessas. Imagina ela... - conta Rosicléia.<br><br>Após a desclassificação, Rosicléia amparou Rafaela do tatame até a área de atletas. A judoca chorava sem parar e precisou de uma hora para conseguir falar com 'jornalistas, antes de seguir para a Vila Olímpica.<br><br></div><div>- Foi uma forma infantil, mas humana. Ela é jovem, vem de uma derrota cruel. Três árbitros deram o golpe. Era uma das cotadas para ganhar medalha. A adversária que ela nunca tinha lutado perdeu na primeira. Rafaela não perdeu, deixou de ganhar. Aí chega na Vila, depois de todo o choro. Abre computador para encontrar com as pessas de que gosta, ter uma palavra de conforto, e vem um imbecil e coloca palavras desse nível.</div><div>Ney Wilson, coordenador técnico da seleção e professor, conversou com Rafaela. A CBJ orientou Rafaela a se manter longe das mídias sociais.<br><br></div><div>- Foi uma grande lição para todo mundo. As redes sociais são muito perigosas. É uma linha muito tênue. Nunca imaginei, na minha santa inocência, que isso pudesse acontecer.</div>]]></description>
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         <pubDate>2020-11-08 16:57:26 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>gokussj32004</author>
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         <description><![CDATA[<div>A carioca disse que a substância entrou no seu corpo após contato com a bebê de uma amiga e parceira de treino no Instituto Reação. Segundo Rafaela, a filha de Flávia Rodrigues tem asma e faz uso dessa medicação. "Eu tenho o costume de brincar dando o nariz para a criança ficar chupando, como se fosse uma chupeta ou uma mamadeira. O que pode ter acontecido é que, conforme ela ia chupando o meu nariz, eu ia inalando a substância e mandando para o meu corpo", afirmou Rafaela, em setembro.<br><br>Esta foi a linha de defesa apresentada na audiência por videoconferência no último dia 15, sustentada pelo advogado dela na ocasião, Bichara Neto. O contato com a criança teria ocorrido no dia 4 de agosto, véspera do embarque para Lima.<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2020-11-08 17:16:57 UTC</pubDate>
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         <title>Superação</title>
         <author>gokussj32004</author>
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         <description><![CDATA[<div>O judô brasileiro tem uma nova estrela e o nome dela é Rafaela Silva. Aos 24 anos, a carioca da Cidade de Deus se consagrou no "quintal" de Casa na tarde ao conquistar a medalha de ouro nos Jogos Olímpicos Rio 2016. Com o triunfo, Rafaela se tornou o maior nome do judô brasileiro, sendo a única judoca campeã mundial júnior, sênior e campeã olímpica. </div><div>Para subir no lugar mais alto do pódio, Rafaela teve uma manhã brilhante na Arena Carioca 2, enfileirando adversárias. Concentrada e motivada pela torcida carioca que "fez a arena tremer", como contou após as lutas, Rafaela não precisou de mais do que 46 segundos para despachar a alemã Miryam Roper com dois waza-aris (ippon). No segundo combate, ela derrotou a sul-coreana Jandi Kim com um wazari e ganhou confiança para as quartas de final.</div><div>"Essa era uma luta que eu sabia que seria mais complicada, mas eu já tinha a estratégia para enfrentar essa coreana. Quando passei por ela, vi que a medalha estava mais próxima", conta. </div><div>O duelo das quartas-de-final faria Rafaela reviver a dolorosa eliminação em Londres contra a mesma adversária, a húngara Hedvid Karakas. </div><div>"Eu fiquei pensando no que aconteceu em 2012 e que eu não poderia deixar que acontecesse de novo aqui, na minha casa", relembra. <br><br>E não aconteceu. Com um waza-ari a um minuto do fim da luta, a brasileira controlou a disputa e se classificou para a semifinal, onde a adversária da vez seria a romena, vice-campeã olímpica em 2012, Corina Caprioriu. Foram sete minutos de luta equilibrada e a vitória só veio com um waza-ari da brasileira no golden score, levando o público à loucura com a classificação à grande final.</div><div>Na outra semi, Rafaela viu a atual campeã olímpica, Kaori Matsumoto, do Japão, cair de ippon para a mongol Sumyia Dorjsuren, líder do ranking, mas manteve o foco e entrou para a grande final determinada a sair dali com o ouro.  </div><div>Na decisão, ela entrou agressiva e já forçou uma punição à mongol, que em seguida empatou o placar nos shidos (1 -1). Com um minuto de luta, Rafaela encaixou o golpe, o árbitro central deu wazari, mas a mesa quis revisar a técnica. Rafaela havia utilizado o cotovelo para projetar a mongol. O drama de Londres parecia se repetir, mas, dessa vez, o golpe foi validado, uma vez que ela já havia estabelecido kumikata no momento da execução. Tática, Rafaela administrou a vantagem até desabar em lágrimas, com os braços abertos, o alívio da vitória e o ouro garantido, tornando-se a primeira e única judoca brasileira campeã mundial júnior, sênior e campeã olímpica. Uma conquista que, para ela, representou uma reposta à covardia que sofrera em Londres, quando sofreu insultos racistas nas redes sociais após sair derrotada. <br><br>"Disseram que eu era uma vergonha para minha família, que eu não tinha capacidade de estar numa Olimpíada, que era para eu estar numa jaula. E agora posso mostrar para as pessoas que me criticaram que eu posso estar entre as melhores da minha categoria e que eu posso dar alegrias para a minha família."</div>]]></description>
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         <pubDate>2020-11-08 18:10:33 UTC</pubDate>
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