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      <title>Tecnologias Digitais na Educação by Larissa Batista</title>
      <link>https://padlet.com/larissahosseini98/21a7a1pwnz72jvjf</link>
      <description>Este padlet é destinado a cumprir atividades acadêmicas referente ao componente curricular EDC287 do curso de Pedagogia (noturno) na Universidade Federal da Bahia.</description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2024-03-21 22:24:53 UTC</pubDate>
      <lastBuildDate>2025-01-13 18:57:33 UTC</lastBuildDate>
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         <title>Plataformas Digitais a Serviço do Imperialismo?</title>
         <author>larissahosseini98</author>
         <link>https://padlet.com/larissahosseini98/21a7a1pwnz72jvjf/wish/2931106142</link>
         <description><![CDATA[<p>As tecnologias digitais revolucionaram a forma como nos comunicamos, transmitimos e recebemos informações, paralelo a essa mudança, surgem os desafios de viver nesse espaço que tem produzido novos fenômenos. A exemplo: fake News, produto da propagação das redes sociais.</p><p>Embora notícias falsas terem sempre existido na história, uma das diferenças mais marcante entre as fakes news contemporâneas e as notícias falsas do passado é a escala e a velocidade com que são distribuídas hoje. No cenário global o que chama atenção é que o país que domina o desenvolvimento das principais plataformas de circulação dessas notícias é os Estados Unidos, exercendo grande influência quanto ao comportamento político, social e cultural em diversas regiões.</p><p>O que devemos nos perguntar é: a qual interesse? Por qual motivo o país desenvolve e dissemina diversas redes sociais pelo mundo? Qual posição ocupamos na produção de tecnologias digitais? No Brasil, as principais redes sociais utilizadas são: Facebook, Instagram, Twitter e WhatsApp, sendo assim, o país esta para essas plataformas apenas como consumidor passivo, (DONATO; 2021) sem controle sobre seu desenvolvimento, regras ou infraestrutura tecnológica. Isso significa dizer que o país não possuí autonomia sobre o que circula nessas redes ou como elas operam em seu território.</p><p>Diferente da China, que possuí uma política rígida com relação ao acesso dessas plataformas, visto o risco ao qual elas colocam a soberania de algumas nações, operando apenas de acordo com seus interesses, sobretudo no sul global. É necessário repensar essas questões e evitar a dependência direta das tecnologias importadas, pois essas tem interferido diretamente em nossos processos democráticos. É preciso investir e produzir tecnologia própria, para proteger a segurança nacional, autonomia econômica e cultural.</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-03-23 22:03:39 UTC</pubDate>
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         <title>Quem sou eu ?</title>
         <author>larissahosseini98</author>
         <link>https://padlet.com/larissahosseini98/21a7a1pwnz72jvjf/wish/2941902467</link>
         <description><![CDATA[<div>Me chamo Larissa, sou natural de Salvador e Pedagoga em formação pela Universidade Federal da Bahia. Atualmente me encontro no 5⁰ semestre da graduação e criei este padlet com o intuito de registrar e construir as atividades do componente curricular: EDC-287, com base em pesquisas e anotações da área. Espero que tenhamos um excelente semestre e que possamos edificar e partilhar aqui nossas aprendizagens.&nbsp;<br>Muito prazer em conhece-los!</div>]]></description>
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         <pubDate>2024-04-03 14:29:05 UTC</pubDate>
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         <title>É possível pensar a integração das tecnologias ao currículo escolar sem considerar as desigualdades socioeconômicas ?</title>
         <author>larissahosseini98</author>
         <link>https://padlet.com/larissahosseini98/21a7a1pwnz72jvjf/wish/2942448627</link>
         <description><![CDATA[<p>A educação e a comunicação estão profundamente interligadas na contemporaneidade, moldando a forma como o conhecimento é construído e expandido. O avanço das tecnologias de informação, especialmente o acesso à internet, transformou o ambiente educacional, permitindo a criação de novas dinâmicas de ensino-aprendizagem.</p><p>Entretanto, essa transformação também escancara desigualdades: enquanto alguns alunos têm acesso irrestrito a recursos digitais de alta qualidade, outros são excluídos por falta de conectividade. Sobre o tema, há um longa feito pelo jornal Folha de São Paulo, de nome: <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://www.youtube.com/watch?v=yGFxVyQ6eK0"><em>Desconectados: os impactos da pandemia na educação brasileira</em></a>, onde é possível perceber as disparidades de acesso à internet e aos dispositivos digitais entre diferentes grupos sociais e regiões do Brasil, bem como o impacto causado na aprendizagem.</p><p>Deste modo, é importante pensar que, o desafio da educação contemporânea não se limita a integrar a tecnologia ao currículo, mas também em garantir o acesso equitativo, uma vez que a limitação da acessibilidade a hardwares como computadores e tabletes dificulta significativamente a relação entre as tecnologias e educação. É preciso pensar na base históricas das desigualdades no país para entender as dificuldades que se apresentam diante essa integração. </p><p><br/></p>]]></description>
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         <pubDate>2024-04-04 00:59:45 UTC</pubDate>
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         <title>Exclusão Digital e Social: É Preciso Lidar com a Materialidade para a Verdadeira Transformação</title>
         <author>larissahosseini98</author>
         <link>https://padlet.com/larissahosseini98/21a7a1pwnz72jvjf/wish/2960469447</link>
         <description><![CDATA[<p>A exclusão social está interligada à exclusão digital, uma vez que pessoas que enfrentam barreiras sociais e econômicas também podem encontrar dificuldades para acessar e utilizar a tecnologia. Contudo, ao considerarmos mais essa forma de segregação dentro do sistema de produção em que estamos inseridos, é fundamental analisar as circunstâncias materiais daqueles que necessitam ser incluídos tanto digitalmente quanto socialmente. É preciso evitar discursos superficiais que não exploram as estruturas da sociedade que perpetuam as desigualdades, portanto, antes que seja abordado a necessidade de uma inclusão digital, é imprescindível refletir sobre a marginalização social de determinados grupos e as condições de existência que a estes são impostas. É crucial <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://repositorio.ufba.br/bitstream/ri/4859/1/repositorio-Inclusao%20digital-polemica-final.pdf">(BONILLA, OLIVEIRA , 2011)</a> ir além de uma perspectiva meramente técnica e do simples acesso, para envolver questões mais amplas que incluem capacitação, adaptação das tecnologias às necessidades específicas desses grupos, e a promoção de um ambiente onde os sujeitos sejam capazes de se articular e pensar em transformações necessárias ao seu contexto cultural, econômico e político.</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-04-18 14:45:02 UTC</pubDate>
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         <title>A Importância da Capacitação Docente para uma Cultura Tecnológica Autônoma</title>
         <author>larissahosseini98</author>
         <link>https://padlet.com/larissahosseini98/21a7a1pwnz72jvjf/wish/3213163223</link>
         <description><![CDATA[<p>O software livre representa uma alternativa estratégica e sustentável para o Brasil, pois viabiliza o acesso universal à tecnologia e fortalece uma cultura tecnológica autônoma e soberana. Na educação, seu uso pode transformar o ambiente escolar em um espaço acessível, que valorize a autonomia e a criatividade de alunos e professores. No entanto, o aproveitamento dessas ferramentas enfrenta desafios significativos, como a falta de capacitação específica, problemas estruturais e escasso apoio institucional e político. A formação dos profissionais, em geral, ainda é técnica e superficial, focada apenas no uso básico, o que limita a adaptação dos softwares ao currículo e reduz seu potencial pedagógico. Bonilla (2014) alerta que, sem uma compreensão profunda e crítica, o uso de software livre se limita ao consumo passivo de tecnologias, sem explorar os múltiplos processos educativos que ele pode promover. Assim, a capacitação docente é fundamental para o sucesso de políticas públicas voltadas ao software livre no contexto educacional. Bonilla (2014) enfatiza que preparar professores para incentivar a produção colaborativa e livre de conhecimentos, promovendo a criação e o compartilhamento ativo de cultura e saberes, é o pilar para que essas políticas tenham um impacto real e duradouro, transformando a educação e promovendo uma cidadania digital crítica e independente.</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-11-12 13:34:50 UTC</pubDate>
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         <title>Recursos Educacionais Abertos: Repensando a educação </title>
         <author>larissahosseini98</author>
         <link>https://padlet.com/larissahosseini98/21a7a1pwnz72jvjf/wish/3289231856</link>
         <description><![CDATA[<p>Os Recursos Educacionais Abertos (REA) representam uma mudança significativa na educação contemporânea, promovendo o acesso livre e colaborativo ao conhecimento. Eles desafiam o modelo tradicional de recursos educacionais protegidos por direitos autorais, ao priorizarem licenças abertas que permitem a reutilização, adaptação e redistribuição de materiais. Conforme Tel Amiel em seu texto: ''Educação aberta: configurando ambientes, práticas e recursos educacionais'' aponta, os REA oferecem alternativas sustentáveis as barreiras impostas pela propriedade intelectual, fomentando práticas pedagógicas inovadoras e inclusivas. Além disso, como observado por Carolina Rossini e Cristiana Gonzalez no texto: ''REA: o debate em política pública e as oportunidades para o mercado'' os REA ampliam o acesso ao aprendizado, especialmente em contextos de desigualdade social, tornando a educação efetivamente inclusiva. </p>]]></description>
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         <pubDate>2025-01-13 17:48:48 UTC</pubDate>
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         <title>Plataformização da Educação no Brasil e Falta de Soberania Digital</title>
         <author>larissahosseini98</author>
         <link>https://padlet.com/larissahosseini98/21a7a1pwnz72jvjf/wish/3289282780</link>
         <description><![CDATA[<p>A plataformização da educação no Brasil ocorre em um cenário de dependência tecnológica e falta de soberania digital, o que levanta preocupações sobre privacidade, controle de dados e autonomia educacional. Conforme o estudo do CGI.br, a adoção massiva de plataformas comerciais , como Google e Microsoft, expõe os dados dos alunos e instituições a exploração por empresas estrangeiras, o que compromete a segurança e autonomia educacional. A falta de uma infraestrutura digital pública e de políticas que priorizem soluções abertas, reforça a dependência tecnológica. Portanto, é fundamental investir em políticas de soberania digital que priorizem o desenvolvimento de plataformas públicas e a formação de profissionais qualificados para gerir infraestruturas locais, reduzindo assim a vulnerabilidade do Brasil frente as grandes corporações, para construir uma educação soberana e independente. </p>]]></description>
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         <pubDate>2025-01-13 18:27:31 UTC</pubDate>
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         <title>Políticas Públicas de Educação e Tecnologia no Brasil. </title>
         <author>larissahosseini98</author>
         <link>https://padlet.com/larissahosseini98/21a7a1pwnz72jvjf/wish/3289323297</link>
         <description><![CDATA[<p>As políticas públicas brasileiras de educação e tecnologia refletem uma visão historicamente instrumentalista, onde os recursos tecnológicos são utilizados para atender as demandas econômicas e sociais em vez de promoverem uma transformação educacional significativa. Como destacado por Bonilla e Pretto (2000), a informatização do ensino foi historicamente vinculada a capacitação de recursos humanos para a modernização tecnológica e econômica, relegando os objetivos pedagógicos a um papel secundário. Programas como EDUCOM e PRONINFE visaram incorporar tecnologias as escolas, mas foram implementados de forma tecnicista, centralizada e desarticulada das realidades locais. Essa abordagem exclui professores e comunidades escolares dos processos decisórios, limitando sua capacidade de protagonismo e inovação. Além disso, há uma dependência de recursos tecnológicos estrangeiros que compromete a soberania educacional e tecnológica do país. É fundamental que as políticas futuras valorizem a autonomia pedagógica e invistam na formação de professores, promovendo o uso crítico e contextualizado das tecnologias, através de uma abordagem que coloque a educação no centro das decisões. </p>]]></description>
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         <pubDate>2025-01-13 18:57:32 UTC</pubDate>
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