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      <title>A TERAPIA FAMILIAR SISTÊMICA NOS CUIDADOS PALIATIVOS by </title>
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      <description>Edel Quinn Silva Ribeiro - Estudante de Psicologia da Unime, 2024.1</description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2024-05-27 14:59:59 UTC</pubDate>
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         <title>INTRODUÇÃO</title>
         <author>edeladvogada</author>
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         <description><![CDATA[<p>A Organização Mundial da Saúde (OMS), definiu o conceito de cuidados paliativos em 1990 e, posteriormente, em 2002, o atualizou, como: “Cuidados Paliativos consistem na assistência promovida por uma equipe multidisciplinar, que objetiva a melhoria da qualidade de vida do paciente e seus familiares, diante de uma doença que ameace a vida, por meio da prevenção e alívio do sofrimento, por meio de identificação precoce, avaliação impecável e tratamento de dor e demais sintomas físicos, sociais, psicológicos e espirituais” (WHO, 2002). </p><p>Nesse contexto, na iminência da morte de um familiar, a Terapia Familiar Sistêmica (TFS) configura-se como um instrumento importante no apoio aos familiares e ao sujeito em fase final da vida, possibilitando a reconstrução da história do grupo e do senso de continuidade em direção ao futuro, auxiliando na modificação de crenças, no perdão e reconciliação. </p>]]></description>
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         <pubDate>2024-05-27 15:11:40 UTC</pubDate>
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         <title>JUSTIFICATIVA</title>
         <author>edeladvogada</author>
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         <description><![CDATA[O presente trabalho se justifica em razão de que a morte ainda é um tabu no ocidente e o profissional da psicologia precisa estar preparado para auxiliar as famílias e os indivíduos nesse momento de finitude da vida, colaborando para que o fenômeno do luto transcorra de forma não adoecida para os que ficam e mais leve para os que partem.]]></description>
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         <pubDate>2024-05-27 15:20:52 UTC</pubDate>
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         <title>OBJETIVOS</title>
         <author>edeladvogada</author>
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         <description><![CDATA[<p>OBJETIVO GERAL: </p><p>. Compreender como a TFS e suas ferramentas podem auxiliar no processo de finitude da vida. </p><p>OBJETIVOS ESPECÍFICOS: </p><p>. Conhecer algumas ferramentas da TFS que podem auxiliar as famílias no processo de morte e morrer; </p><p>. Identificar os benefícios das ferramentas da TFS nos cuidados paliativos. </p>]]></description>
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         <pubDate>2024-05-27 15:30:34 UTC</pubDate>
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         <title>METODOLOGIA</title>
         <author>edeladvogada</author>
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         <description><![CDATA[<p>Este trabalho científico foi elaborado a partir de uma revisão bibliográfica, de caráter qualitativo e descritivo, cujos cujas buscas foram realizadas nas bases de dados do Google Acadêmico, Scientific Electronic Library Online (SCIELO), Periódicos Eletrônicos em Psicologia (PEPSICO) e em livros.</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-05-27 15:35:45 UTC</pubDate>
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         <title>ANÁLISE DE RESULTADOS</title>
         <author>edeladvogada</author>
         <link>https://padlet.com/edeladvogada/215ljaasc3rqtmww/wish/3008904840</link>
         <description><![CDATA[A Terapia Familiar no contexto de luto iminente pode favorecer um ambiente coletivo adequado, em que seja facilitada a comunicação, criando espaço, como afirma Rodrigues (2016), para que cada membro do sistema possa expor suas expectativas, medos, frustrações, raiva, rancores e inconformismos diante do sofrimento e da perda. No contexto dos cuidados paliativos, em que se vivencia o fechamento de vida, é indispensável a preparação para a morte, que envolve os profissionais de saúde, o doente e sua família. 
Segundo Alves e Fernandes (2023), a intervenção familiar sistêmica no processo de morte, possibilita a manifestação e apaziguamento dos relacionamentos, a conexão espiritual, os momentos de reconhecimento de atitudes inadequadas e o perdão. Também permite que as providências práticas decorrentes da morte sejam discutidas, como a distribuição de bens sentimentais, resolução de questões financeiras, conversa franca sobre velório e enterro. Tudo isso propicia uma preparação para a morte e para um luto mais leve e eficaz.
É sabido que o luto provoca uma desorganização familiar em todos os âmbitos. Essa crise, no entender de Franco (1995) se dá pelo fato de que cada membro do sistema está passando pelo processo de perda ao mesmo tempo, e precisam continuar suas rotinas e papéis sociais. A TFS, utilizando-se de instrumento como o genograma, ecomapa, narrativas, intervenções psicodramáticas, entre outros, auxilia na promoção do rearranjo familiar frente à perda iminente ou na ausência do objeto perdido e corrobora para fomentar o apoio mútuo, a redefinição de papeis, a comunicação assertiva e o processamento das emoções.
Assim, o Genograma e o ecomapa são instrumentos que possibilitam a identificação das características das famílias, sua dinâmica e sua relação com a comunidade e rede de apoio (SÁ, et all, 2022), facilitando o processo de mapeamento de demandas e o delineamento de ações que auxiliem na promoção do equilíbrio e paz familiar. As narrativas são ferramentas que permitem a construção de novos sentidos. Para Anderson e Goolishian (1988), o papel do terapeuta não é o de elucidar as realidades nem concentrar sua atenção nos padrões disfuncionais, mas construir novas realidades com a família e voltar sua atenção para os significados subjacentes ao discurso familiar e ao seu próprio. Já as intervenções psicodramáticas, como ensina Costa (2010) consistem em sessões com três etapas, aquecimento, dramatização e compartilhamento. No aquecimento, objetiva-se integrar o grupo. Na discussão o objetivo é aprofundar a conversação, desenvolver a capacidade de reflexão sobre o tema e acolher o sofrimento decorrente do tema escolhido. A conclusão é a etapa em que se prioriza a oitiva das opiniões sobre o tema discutido e formula-se sugestões para o sistema familiar, culminando com o compromisso mútuo de cumprimento dos acordos.
Por derradeiro, considera-se a TFS uma psicoterapia capaz de oferecer um espaço seguro para que os membros do sistema possas expressar suas emoções e sentimentos, compartilhar memórias e apoiarem-se uns aos outros.
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         <pubDate>2024-05-27 15:42:25 UTC</pubDate>
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         <title>CONSIDERAÇÕES FINAIS</title>
         <author>edeladvogada</author>
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         <description><![CDATA[Durante os procedimentos de cuidados paliativos e após a morte, a Terapia Familiar Sistêmica se constitui numa ferramenta que pode ajudar no enfrentamento do sofrimento do sistema familiar, auxiliando-o a encarar as tarefas cotidianas rotineiras e aquelas decorrentes do fim da vida de um membro. Esse apoio psicológico pode favorecer o surgimento de alianças que não existiam antes do luto, adaptação à nova realidade, recuperação da autoestima, retomada dos projetos de vida e a reorganização familiar para um funcionamento saudável diante da falta do ente que morreu.]]></description>
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         <pubDate>2024-05-27 15:47:22 UTC</pubDate>
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         <title>REFERÊNCIAS</title>
         <author>edeladvogada</author>
         <link>https://padlet.com/edeladvogada/215ljaasc3rqtmww/wish/3008911579</link>
         <description><![CDATA[<p>ALVES, H. S. A.; FERNANDES, C. L. C. Abordagem familiar sistêmica para fechamento de vida em cuidados paliativos na Atenção Primária à Saúde. <strong>Revista Brasileira de Medicina de Família e Comunidade</strong>, Rio de Janeiro, v. 18, n. 45, p. 3860, 2023. Disponível em: https://rbmfc.org.br/rbmfc/article/view/3860. Acesso em: 16 maio. 2024.
ANDERSON, H. &amp; Goolishian, H.A. O Cliente é o Especialista? A Abordagem Terapêutica do Não-Saber. In MCNAMEE, S. &amp;. GERGEN, K.J (Orgs.). <strong>A Terapia como Construção Social</strong>, Porto Alegre: Artes Médicas, pp. 34-50, 1998.
COSTA, L. F. A Perspectiva Sistêmica para a Clínica da Família. Psicologia. <strong> Psicologia: Teoria e Pesquisa</strong>, v. 26, p. 95-104, 2010.
FRANCO, M.H.P. Psicoterapia em situações de perda e luto. Campinas/SP, Editorial Psy, 1995.
RODRIGUES, Vânia Maria Amaral. Uma revisão da literatura acerca do processo de elaboração do luto no sistema familiar e os manejos usados por psicólogos nesse contexto. <strong>Psicologia.pt o portal dos psicólogos</strong>. 05 jun. 2016. Disponível em: https://www.psicologia.pt/artigos/textos/A0996.pdf. Acesso em: 17 maio. 2024.
WORLD HEALTH ORGANIZATION (WHO). <strong>National cancer control programmes: policies and managerial guidelines.</strong> 2.ed. Geneva: WHO, 2002. Disponível em: https://iris.who.int/handle/10665/42494. Acesso em: 22 maio. 2024
</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-05-27 15:51:18 UTC</pubDate>
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         <title>VIDEO NO YOUTUBE</title>
         <author>edeladvogada</author>
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         <pubDate>2024-05-27 16:22:32 UTC</pubDate>
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