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      <title>Segunda atividade avaliativa. Professora Marlene, Princípios e valores. by MARIANA SILVA GREGÓRIO</title>
      <link>https://padlet.com/marianagregorio3/20klbwj6fjoryna3</link>
      <description>Curso: Medicina Veterinária 302A /  Instituição: Unileste / Alunas: Alexia Caroline Silva A06172499; Mariana Silva Gregório A06157959.</description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2025-05-06 19:36:43 UTC</pubDate>
      <lastBuildDate>2025-05-06 19:54:52 UTC</lastBuildDate>
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         <title>a) Antônio Gramsci define a indiferença como uma força poderosa e negativa na história. Como essa indiferença se manifesta na sociedade contemporânea?</title>
         <author>marianagregorio3</author>
         <link>https://padlet.com/marianagregorio3/20klbwj6fjoryna3/wish/3438587353</link>
         <description><![CDATA[<p>R: A indiferença, conforme denunciada por Gramsci, é um dos grandes males da vida em sociedade, pois ela se apresenta como um silêncio cúmplice diante das injustiças. Na contemporaneidade, essa postura se manifesta de forma sutil, porém devastadora, por meio da apatia diante da desigualdade social, do racismo, da violência, da crise ambiental e da exclusão digital. Muitos assistem a essas realidades com naturalidade, como se fossem inevitáveis, deslocando a responsabilidade coletiva para uma esfera vaga e impessoal “o governo”, “o sistema” ou “os outros”. Nas redes sociais, por exemplo, é comum que pessoas compartilhem tragédias ou denúncias de injustiça sem se comprometer com ações concretas. Essa superficialidade nas relações e nos posicionamentos gera um ativismo de aparência, mas não de transformação. No cotidiano, a indiferença se revela quando se ignora a fome do vizinho, o preconceito no ambiente escolar ou a destruição do meio ambiente em nome do consumo. No campo do Projeto de Vida, combater a indiferença significa reconhecer-se como sujeito histórico e agente de mudança. É assumir um compromisso ético com o mundo, compreendendo que cada escolha pessoal de carreira, de comportamento, de posicionamento político tem impacto coletivo. Formar um projeto de vida alinhado com valores como justiça, solidariedade e participação ativa é a principal ferramenta para romper com a lógica da indiferença e construir uma sociedade mais humana e comprometida com o bem comum.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-05-06 19:42:47 UTC</pubDate>
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         <title>b) Qual a relação entre a indiferença individual e os problemas coletivos? Como a passividade de muitos pode contribuir para a perpetuação de injustiças, ampliação da pobreza, violação de direitos entre outros problemas?</title>
         <author>marianagregorio3</author>
         <link>https://padlet.com/marianagregorio3/20klbwj6fjoryna3/wish/3438591456</link>
         <description><![CDATA[<p>R: A indiferença individual é o alicerce invisível, porém resistente, sobre o qual muitos problemas coletivos se sustentam. Quando o sujeito escolhe a passividade, ele deixa de exercer seu papel como cidadão e como agente transformador da realidade. No campo do Projeto de Vida, essa escolha não é neutra: é uma decisão que impacta diretamente a sociedade em que vivemos. Cada vez que alguém se cala diante do preconceito, aceita a desigualdade como algo “normal” ou vira o rosto diante da miséria, contribui para a naturalização desses males. A pobreza, por exemplo, não se perpetua apenas pela ausência de recursos, mas pela ausência de vozes ativas que lutem contra ela. A violação de direitos cresce onde há silêncio e omissão. A injustiça se instala com facilidade em ambientes onde ninguém se sente responsável pelo outro. Gramsci já dizia que a indiferença é a morte da história. No presente, isso se traduz em uma cultura da omissão, onde muitos vivem centrados em seus próprios interesses e confortos, ignorando o sofrimento coletivo. Essa mentalidade fragmenta a noção de comunidade e impede a construção de uma sociedade justa, solidária e inclusiva. Superar essa lógica exige uma educação voltada para a formação ética e cidadã. No Projeto de Vida, isso significa desenvolver não apenas metas pessoais, mas também compromissos sociais. Um projeto de vida significativo é aquele que entende que o sucesso individual só é legítimo se estiver alinhado com o bem comum. É preciso transformar a indiferença em empatia ativa e a passividade em engajamento consciente.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-05-06 19:46:39 UTC</pubDate>
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         <title>c) Qual o papel dos professores(as) e estudantes na Educação Superior (nas funções de ensino, pesquisa e extensão) na luta contra a indiferença do ponto de vista individual e coletivo, na construção de uma sociedade mais justa? Como o curso que você realiza se articularia a essa luta?</title>
         <author>marianagregorio3</author>
         <link>https://padlet.com/marianagregorio3/20klbwj6fjoryna3/wish/3438595738</link>
         <description><![CDATA[<p>R: Na Educação Superior, professores(as) e estudantes ocupam posições estratégicas na transformação social. Não apenas produzem e disseminam conhecimento, mas também moldam consciências e formam cidadãos críticos. O papel de ambos, portanto, vai muito além da técnica: trata-se de um compromisso ético com a construção de uma sociedade mais justa e menos indiferente. Na dimensão do ensino, cabe aos professores(as) desenvolverem metodologias que não apenas transmitam conteúdo, mas que estimulem o pensamento crítico, a empatia e o senso de responsabilidade social. Estudantes, por sua vez, devem assumir uma postura ativa, não como consumidores de conhecimento, mas como sujeitos capazes de problematizar a realidade, reconhecer desigualdades e buscar soluções. Na pesquisa, a universidade tem o dever de investigar não apenas por curiosidade científica, mas com propósito social. Quando a ciência se volta para os problemas reais como a pobreza, o racismo, a saúde pública, a sustentabilidade ela deixa de ser indiferente. Professores e estudantes, ao escolherem seus objetos de estudo com consciência social, transformam a pesquisa em ferramenta de justiça. Já na extensão, há o elo direto com a comunidade. É nesse espaço que a universidade rompe seus muros e se coloca como parceira da sociedade, ouvindo, aprendendo e contribuindo com práticas que visam à inclusão, ao desenvolvimento humano e à equidade. A extensão é o antídoto da indiferença acadêmica. No contexto do Projeto de Vida, formar-se no ensino superior não é apenas conquistar um diploma, mas construir um propósito que vá além do sucesso individual. É alinhar a formação profissional com uma atuação ética e socialmente responsável. Se o curso realizado for, por exemplo, Medicina Veterinária (como no seu caso), essa luta se concretiza ao promover o bem-estar animal, a saúde pública, o cuidado com populações vulneráveis e a sustentabilidade ambiental. Um(a) veterinário(a) socialmente consciente não é indiferente ao sofrimento, seja humano ou animal, e contribui ativamente para a saúde única a conexão entre saúde animal, humana e ambiental. Assim, o curso se torna um caminho de impacto coletivo, quando o estudante entende que sua atuação futura pode e deve ser uma ferramenta de transformação social.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-05-06 19:50:43 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/marianagregorio3/20klbwj6fjoryna3/wish/3438595738</guid>
      </item>
      <item>
         <title>d) Considera-se, segundo especialistas, que o DeepSeek rompe com padrões 
convencionais e mostra eficiência em relação aos modelos ocidentais de IA. Além 
disso, conforme o Prof. Sérgio Amadeu, argumenta-se que a IA não substituirá 
empregos que exigem criatividade, pensamento crítico e expertise especializada e que 
precisamos ser mais críticos em relação à IA e não apenas aceitá-la como uma solução 
para todos os nossos problemas.</title>
         <author>marianagregorio3</author>
         <link>https://padlet.com/marianagregorio3/20klbwj6fjoryna3/wish/3438597092</link>
         <description><![CDATA[<p>R: A afirmação do Prof. Sérgio Amadeu nos convida a um posicionamento ético e reflexivo diante das transformações tecnológicas. No campo do Projeto de Vida, essa reflexão é fundamental, pois nos força a pensar: qual é o nosso papel em um mundo cada vez mais automatizado e orientado por algoritmos? A inteligência artificial seja o DeepSeek ou qualquer outro modelo representa uma ferramenta poderosa, mas não neutra. Ela carrega consigo a lógica e os valores de quem a produz e de onde é aplicada. Portanto, aceitá-la sem espírito crítico é correr o risco de reforçar desigualdades, vícios ideológicos e até a desumanização de processos sociais. Empregos que exigem criatividade, pensamento crítico, empatia, julgamento ético e intuição não são apenas menos suscetíveis à substituição pela IA eles são, na verdade, os pilares de uma atuação humana verdadeiramente transformadora. São essas competências que o Projeto de Vida busca desenvolver: autoconhecimento, propósito, protagonismo e responsabilidade social. A tecnologia deve ser um meio, não um fim. Precisamos nos formar como profissionais e cidadãos capazes de dialogar com a IA, mas também de questioná-la. Devemos integrá-la à nossa atuação sem perder de vista o que nos torna essencialmente humanos. Afinal, o mundo não precisa apenas de eficiência precisa de sentido, justiça e compaixão. Portanto, preparar-se para o futuro não significa apenas dominar tecnologias emergentes, mas, sobretudo, desenvolver um projeto de vida consciente, ético e comprometido com o bem comum. Isso exige pensamento crítico diante da inovação e, mais ainda, a coragem de não ser indiferente ao rumo que a sociedade escolhe seguir.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-05-06 19:52:16 UTC</pubDate>
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         <title>Conclusão do grupo:</title>
         <author>marianagregorio3</author>
         <link>https://padlet.com/marianagregorio3/20klbwj6fjoryna3/wish/3438598371</link>
         <description><![CDATA[<p>A indiferença, conforme discutida por Antônio Gramsci, permanece como uma influência negativa marcante em nossa sociedade atual. Ela se expressa pela falta de envolvimento com questões sociais, pela apatia diante das injustiças e pela aceitação passiva de desigualdades. Essa postura individual acaba alimentando problemas coletivos como a pobreza, a violação de direitos e a exclusão social, ao impedir a mobilização necessária para mudanças efetivas. Nesse contexto, a Educação Superior exerce um papel fundamental. Professores(as) e estudantes são peças-chave na formação de sujeitos críticos e engajados, capazes de refletir e agir sobre os desafios sociais. O curso de Medicina Veterinária, por exemplo, pode contribuir significativamente por meio de uma atuação ética com os animais, do respeito ao meio ambiente e da promoção da saúde única, reforçando a responsabilidade social e o compromisso com a transformação da realidade.</p><p><br/></p><p><strong>REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS:</strong></p><p>GRAMSCI, Antonio. Os indiferentes. In: ____. Cadernos do cárcere. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, 2000.</p><p> FREIRE, Paulo. Pedagogia do oprimido. 62. Ed. Rio de Janeiro: Paz e Terra, 2022. </p><p>CORTELLA, Mário Sérgio. Qual é a tua obra? Inquietações propositivas sobre ética, liderança e gestão. Petrópolis: Vozes, 2007. </p><p>BRASIL. Ministério da Educação. Diretrizes Curriculares Nacionais para a Educação Superior. Brasília: MEC, 2018. </p><p>AMADEU, Sérgio. Inteligência Artificial e o futuro do trabalho: não seja ingênuo. Entrevista e publicações diversas do autor (como em: Revista Fórum, Instituto de Tecnologia e Sociedade, etc.).</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-05-06 19:53:17 UTC</pubDate>
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