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      <title>Da modernidade ao mundo contemporâneo: as relações de Biopoder  by </title>
      <link>https://padlet.com/jainealmeida/20ejs4rwe0d0oren</link>
      <description>Criado com uma pitada de crítica</description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2022-06-13 02:34:20 UTC</pubDate>
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         <title>O BIOPODER DE FOUCAULT</title>
         <author>jainealmeida</author>
         <link>https://padlet.com/jainealmeida/20ejs4rwe0d0oren/wish/2220000382</link>
         <description><![CDATA[<div><br><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2022-06-13 22:13:39 UTC</pubDate>
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         <title>O TERMO LEPRA NÃO É MAIS USUAL POR CHEFES DE ESTADO DESDE 1995</title>
         <author>jainealmeida</author>
         <link>https://padlet.com/jainealmeida/20ejs4rwe0d0oren/wish/2220001126</link>
         <description><![CDATA[<div>LEI Nº 9.010, DE 29 DE MARÇO DE 1995.</div><div><br></div><div><sub>Dispõe sobre a terminologia oficial relativa à hanseníase e dá outras providências.</sub></div><div><br></div><div><sub>O PRESIDENTE DA REPÚBLICA Faço saber que o Congresso Nacional decreta e eu sanciono a seguinte Lei:</sub></div><div><br></div><div><sub>Art. 1º O termo "Lepra" e seus derivados não poderão ser utilizados na linguagem empregada nos documentos oficiais da Administração centralizada e descentralizada da União e dos Estados-membros.</sub></div><div><br>A lei acima pode partir de uma visão de reparação histórica dos Governos do século XXI adiante aos indivíduos que possuem ou já possuíram Hanseníase. Quando o termo lepra é utilizado, pode trazer prejuízos a história de vida de diversas pessoas, pois a discriminação do senso comum advinda de crenças religiosas, místicas, etc., gera quaisquer deduções sem embasamento científico, pertinente à épocas passadas, fato que se populariza quando saída da boca de um chefe de Estado, com toda a sua influência operando na massa. Portanto, mesmo que sua intenção não seja ofender, a palavra por si só já traz inúmeros impasses que não cabem mais nos dias de hoje, podendo ser muito delicada (ou não) para alguns sujeitos. Cabe aos cidadãos reduzirem qualquer possível sofrimento destes grupos, mesmo que considerem a medida governamental descabida.<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2022-06-13 22:15:06 UTC</pubDate>
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         <title>INSTITUIÇÕES TOTAIS E DISCIPLINADORAS</title>
         <author>jainealmeida</author>
         <link>https://padlet.com/jainealmeida/20ejs4rwe0d0oren/wish/2220001585</link>
         <description><![CDATA[<div><br><br><br><br><br><br><br><br><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2022-06-13 22:15:59 UTC</pubDate>
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         <title>O PODER DISCIPLINAR</title>
         <author>jainealmeida</author>
         <link>https://padlet.com/jainealmeida/20ejs4rwe0d0oren/wish/2220001937</link>
         <description><![CDATA[<div><br><br><br><br><br><br><br><br><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2022-06-13 22:16:49 UTC</pubDate>
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         <title>INTERNAÇÕES COMPULSÓRIAS</title>
         <author>jainealmeida</author>
         <link>https://padlet.com/jainealmeida/20ejs4rwe0d0oren/wish/2220002291</link>
         <description><![CDATA[<div>A <strong>internação compulsória</strong> é sempre determinada pelo juiz competente, depois de pedido formal, feito por um médico, atestando que a pessoa não tem domínio sobre a própria condição psicológica e física. Ao longo da história o racismo, machismo, homofobia, entre outros, impulsionaram muitas vezes a internação de pessoas que não tinham anormalidades ou sofrer psiquíco, e mantendo outros presos por toda vida, devido o estigma e busca da higienização da sociedade, fazendo com que manicômios, sanatórios, presídios, casas de reabilitação, asilos, entre outros se tornassem por muitos anos lugares de sofrimento, exclusão, torturas, desumanização, estigma, que gerou problemas aos que não tinham e intensificou aqueles que precisavam do cuidado profissional. Um grande exemplo é o manicômio de Barbacena, localizado em Minas Gerais. Lá cerca de 60.000 internos morreram de fome, frio ou diarreia durante nove décadas até o fechamento nos anos noventa. Viviam mal, nus, forçados a trabalhar como suposta terapia em pátios na intempérie ou em celas, marcando a história da psiquiatria e psicologia de forma negativa frente aos erros rudes cometidos, tirando a sensibilidade e o cuidado mental/humano de pauta e dando abertura ao genocídio e ações excludentes.</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-06-13 22:17:26 UTC</pubDate>
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         <title>O BIOPODER RELACIONADO ÀS ENFERMIDADES ENDÊMICAS E PANDÊMICAS</title>
         <author>jainealmeida</author>
         <link>https://padlet.com/jainealmeida/20ejs4rwe0d0oren/wish/2220007863</link>
         <description><![CDATA[<div>O Biopoder não visa o corpo do sujeito, mas sim do corpo social, designa as ações empreendidas da vida coletiva, de modo a ter como enfoque as estatísticas, o recurso do Estado para enfrentamento de fenômenos globais, processos biológicos e sociológicos. Desta forma, procura fazer a gestão da vida, isto é, gerir as características demográficas, de acordo com as necessidades do Estado. Portanto, a ideia central referente a Hanseníase e outras doenças virais e psíquicas, é Higienista, onde o Estado mantém o descaso por um longo tempo, e logo após toma medidas drásticas para reverter a situação e atender principalmente a moralidade dos demais cidadãos. Entretanto, esta lógica se correlaciona ao Biopoder, afim de manter a população saudável para o trabalho. Logo, dentro deste contexto, o valor de uma pessoa do âmbito da sociedade é dada pela sua capacidade produtiva, quando não mais produtiva, como no caso de um doente ou idoso, este é visto como peso devido seu custo.<br><br><em>Das enfermidades endêmicas: "da natureza, da extensão, da duração, da intensidade das enfermidades reinantes na população; da higiene pública. 3) Da velhice, das enfermidades que deixam o indivíduo fora do mercado de trabalho. Também, então, dos seguros individuais e coletivos, da aposentadoria.4) Das relações com o meio geográfico, com o clima. O urbanismo e a ecologia.” </em>(CASTRO, 2009, p. 59-60).</div><div>&nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-06-13 22:27:54 UTC</pubDate>
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         <title>A LEPRA</title>
         <author>jainealmeida</author>
         <link>https://padlet.com/jainealmeida/20ejs4rwe0d0oren/wish/2220009850</link>
         <description><![CDATA[<div>A lepra ou a Hanseníase, sendo o segundo o melhor termo para ser abordado nos dias de hoje (visto que foge de uma significação pejorativa e preconceituosa do senso comum de época), apropriando-se de uma ótica científica, trata-se resumidamente de uma doença infecciosa causada pela bactéria Mycobacterium leprae, e com isso afeta a pele com manchas e feridas, os olhos, e os nervos (por isso as mãos e os pés podem ter seus dedos repuxados, além da perda de sua sensibilidade e a fraqueza dos mesmos). Entretanto, é sim uma enfermidade curável após tratamentos médicos.</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-06-13 22:32:09 UTC</pubDate>
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         <title>COVID-19</title>
         <author>jainealmeida</author>
         <link>https://padlet.com/jainealmeida/20ejs4rwe0d0oren/wish/2220010042</link>
         <description><![CDATA[<div>A pandemia do Coronavírus deu um novo sentido ao ato de abraçar, estar perto fisicamente e viver em sociedade, pois tais ações antes estimuladas e impregnadas no cotidiano se tornaram perigosas e de grande risco a saúde, devido a disseminação do vírus ocorrer através do contato com pessoas infectadas, ou indiretamente, pelo contato com superfícies ou objetos utilizados pela pessoa infectada, levando o contato próximo a morte de milhares de pessoas. O Biopoder é percebido também nesse contexto pandêmico com a implementação da obrigatoriedade do uso de máscaras nas ruas e estabelecimentos, estratégia utilizada para proporcionar a gestão de pessoas e preservação da vida, através de Biopolíticas. Busca do disciplinamento e obediência através da ameaça de morte própria e coletiva.</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-06-13 22:32:29 UTC</pubDate>
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         <title>O ESTIGMA EM SER &quot;LEPROSO&quot;</title>
         <author>jainealmeida</author>
         <link>https://padlet.com/jainealmeida/20ejs4rwe0d0oren/wish/2220845407</link>
         <description><![CDATA[<div>Anos depois, Nivaldo finalmente conseguiu sua alta do leprosário, mas devido ao preconceito sofrido, não conseguiu manter o emprego que lhe garantiria a subsistência. Assim, pediu ao doutor uma nova carta para retornar ao leprosário, onde poderia viver sem problemas de adaptação, lugar que mora até hoje, que de Asilo-Colônia Aimorés, tornou-se atualmente o Instituto Lauro de Souza Lima.<br><br>Ser leproso ou ter tido lepra, é indiferente para a sociedade, o simples fato de uma doença transmissível ter estado presente no corpo do indivíduo, já fez-se mais do que significativo para carregar uma marca de preconceitos com cicatrizes profundas e dolorosas. Até hoje a discriminação a partir de um senso comum, isto é, sem nenhum embasamento científico, é um fardo para a realidade&nbsp;de quem positivou para algum vírus, desastres radiológicos, ou qualquer situação relacionada ao assunto.<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2022-06-14 14:06:00 UTC</pubDate>
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         <title>DOCUMENTÁRIO MEMÓRIAS INTERNAS</title>
         <author>jainealmeida</author>
         <link>https://padlet.com/jainealmeida/20ejs4rwe0d0oren/wish/2220877279</link>
         <description><![CDATA[<div>Em 1935, ainda criança, Nivaldo Mercúrio viu do lado de fora de sua casa a mãe doente sendo jogada em um camburão, e em seguida seu lar completamente em chamas; fato que havia acontecido comumente com milhares de famílias com membros leprosos na época.&nbsp;<br><br>Muito antes de 1928 já era normalizado os leprosos vivendo seu descaso nas ruas, pedindo esmola, ao relento, totalmente abandonados pelo Estado. Para a população, até o ar era contaminado por eles, então, as pessoas sadias muitas vezes jogavam esmolas dentro de seus carros em movimento. portanto, portadores da miséria, ou "mal de Lázaro", como era retratado por alguns cristãos, nada mais estavam pagando que seu próprio castigo como pecadores.</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-06-14 14:33:24 UTC</pubDate>
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         <title>ASILO COLÔNIA AIMORÉS</title>
         <author>jainealmeida</author>
         <link>https://padlet.com/jainealmeida/20ejs4rwe0d0oren/wish/2220917975</link>
         <description><![CDATA[<div>Na geração de sua mãe ainda não havia leprosários para o tratamento de sua doença, até que o médico sanitarista Emílio Ribas (também responsável pela criação do Instituto Butantã), fundou um dos primeiros asilos colônia em Santo Ângelo, chamado&nbsp; “Aqui renasce a esperança”.<br>Nivaldo aos 15 anos desenvolveu a bactéria e aos 17 anos, em 1940, testou positivo para a hanseníase, com isso restrito de qualquer contato físico com seus entes queridos, precisou ser internado no Asilo Colônia Aimorés (Departamento de Profilaxia da lepra em Bauru, fundada em 1933), onde atualmente se encontra o Instituto Lauro de Souza Lima.<br><br></div><pre><sup>As imagens que se seguem é o registro recente do Instituto, documentadas por alunos de Psicologia:</sup></pre>]]></description>
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         <pubDate>2022-06-14 15:12:36 UTC</pubDate>
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         <title>O SOFRIMENTO DA RECLUSÃO</title>
         <author>jainealmeida</author>
         <link>https://padlet.com/jainealmeida/20ejs4rwe0d0oren/wish/2220941439</link>
         <description><![CDATA[<div>Para Nivaldo, o lugar era de uma beleza única, as casas dos internados eram bonitas, e bem cuidadas, onde tinham tranquilidade para viver, participar de jogos lúdicos, estudar, alguns até trabalhavam internamente para usufruir das sessões de cinema, por exemplo, se tratava de uma vida normal, mas limitada, as visitas mantinham obrigatoriamente uma distâncias de 5 a 6 metros. Porém ainda era uma prisão governamental que visava a higienização populacional, o paciente que ousasse fugir recebia punições severas. Desta forma, havia um grande esforço da autoridade em produzir nas campanhas publicitárias lindos filmes fora da realidade do leprosário, afim de obter internações em massa e apoio popular.&nbsp;<br>Mercúrio não pode conhecer sua filha, fruto de 7 meses de um relacionamento amigado antes de sua internação, e hoje, idoso, emociona-se muito ao lembrar, além de que seu pai não pode despedir-se humanamente de si para não ser contaminado com a lepra, havia muita tristeza por trás de cada história.&nbsp;Nota-se as crianças da foto com seus rostos já deformados pela doença (sinal de um estado avançado da enfermidade) um olhar mórbido e cansado, descalços, roupas velhas e moradia precária; longe do que a mídia vendia diariamente: todos em seus sorrisos fartos, corpos fortes, bem vestidos e a vontade de permanecer no paraíso.</div><div><br><br></div><div><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2022-06-14 15:36:37 UTC</pubDate>
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         <title>O ESTADO DISCIPLINADOR COMO PROPRIETÁRIO DA VIDA DOS INDIVÍDUOS</title>
         <author>jainealmeida</author>
         <link>https://padlet.com/jainealmeida/20ejs4rwe0d0oren/wish/2220978110</link>
         <description><![CDATA[<div>Nivaldo após ser considerado curado da Hanseníase se preparou para sair do local, porém passou por mais testes e foi constatado que a bactéria ainda fazia parte de seu corpo e de sua vida, este cenário o transtornou tanto, que acabou perdendo sua voz, de tal maneira, que foi submetido à décadas de tratamentos para voltar a falar normalmente.&nbsp;<br><br>“Tinha tudo aqui, mas não tinha liberdade. Isso aqui era uma gaiola de ouro. A gente tem saudade pela beleza, mas sente tristeza porque ficava asilado, não podia sair nunca.”</div><div>Nivaldo Mercúrio&nbsp;</div><div>&nbsp;<br>Com a lei federal da abolição do internamento compulsório em 1962, a esperança de ter autonomia sob a própria vida era palpável, mas o Estado de São Paulo isolou pessoas até 1967.</div><div><br></div><div><em>Quanto aos seus mecanismos: “os mecanismos das disciplinas são da ordem do </em><strong><em>adestramento</em></strong><em> do corpo (vigilância hierárquica, exames individuais, exercícios repetitivos); os da biopolítica são mecanismos de previsão, de estimativa estatística, medidas globais. 4) Quanto à finalidade: a disciplina se propõe obter corpos economicamente úteis e politicamente dóceis; a biopolítica persegue o equilíbrio da população, sua homeostase, sua regulação.</em>” (CASTRO, 2009, p. 60).&nbsp;</div><div><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2022-06-14 16:15:49 UTC</pubDate>
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         <title>PODER COMO REPRESSÃO</title>
         <author>kessyadanielle</author>
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         <description><![CDATA[<div>&nbsp;<br><br><br><br><br><br><br><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2022-06-16 20:22:21 UTC</pubDate>
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         <title>GESTÃO DE VIDA</title>
         <author>kessyadanielle</author>
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         <pubDate>2022-06-16 20:32:06 UTC</pubDate>
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         <title>Podcast sobre luta antimanicomial e internações compulsórias - Parte 1</title>
         <author>paturcato</author>
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         <pubDate>2022-06-16 21:37:43 UTC</pubDate>
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         <title>Podcast sobre luta antimanicomial e internações compulsórias - Parte 2</title>
         <author>paturcato</author>
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         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2022-06-16 21:38:27 UTC</pubDate>
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         <title>Documentário Instituições Totais - Em nome da Razão</title>
         <author>paturcato</author>
         <link>https://padlet.com/jainealmeida/20ejs4rwe0d0oren/wish/2223409205</link>
         <description><![CDATA[<div>Documentário filmado no Manicômio de Barbacena/MG revelando todos os ambientes do hospital. As sequências se interligam pela imagem de um longo e escuro corredor do hospício, enquanto cada interna canta uma música. Propõe uma reflexão sobre a função social do manicômio: para que servem os hospitais psiquiátricos; quem são as pessoas enviadas para lá e qual o processo de cura e recuperação a que são submetidas. O filme denuncia a instituição e contribui para reforma psiquiátrica no país. Sem perspectivas de cura e condenados ao ócio absoluto, seus internos aguardam, resignados, a hora da morte em condições de absoluta precariedade.</div>]]></description>
         <enclosure url="https://youtu.be/M5BW29ae45g" />
         <pubDate>2022-06-16 21:40:55 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Instituto Lauro Souza Lima</title>
         <author>kessyadanielle</author>
         <link>https://padlet.com/jainealmeida/20ejs4rwe0d0oren/wish/2223411521</link>
         <description><![CDATA[<div>Dentro do antigo Asilo Colônia Aimorés também pode-se notar a gestão de pessoas através do Biopoder institucional, a vigilância pode ser vista para além da repressão, como a imposição da palavra ''hanseníase'' em substituição de ''lepra'' buscando o afastamento do estigma e da visão do próprio indivíduo como a doença, outro exemplo é a supervisão da tomada da primeira dose da cartela dos remédios, pois é ela quem garante a parada da transmissão do vírus e o início saudável e eficaz do tratamento. O estímulo promovido a toda a população para que ao notar os primeiros sinais em si e em outras pessoas seja feito a busca de profissionais o mais rápido possível para que aconteça o tratamento precoce e a menor evolução possível do vírus. A interrupção dos acolhimentos de moradia no asilo em busca do fim do segregacionismo das pessoas com hanseníase em sociedade, para que possam realizar o tratamento e viver normalmente entre familiares e amigos, promovendo humanização e rede de apoio, entre outros.</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-06-16 21:46:47 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>NECROPODER</title>
         <author>kessyadanielle</author>
         <link>https://padlet.com/jainealmeida/20ejs4rwe0d0oren/wish/2223412153</link>
         <description><![CDATA[<div><br><br><br><br><br><br><br><br><br><br><br><br><br><br><br><br></div>]]></description>
         <enclosure url="https://f.i.uol.com.br/fotografia/2020/03/18/15845630825e72838af26ea_1584563082_3x2_rt.jpg" />
         <pubDate>2022-06-16 21:48:30 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Foucault e Goffman: Em torno de Instituições e Poderes</title>
         <author>paturcato</author>
         <link>https://padlet.com/jainealmeida/20ejs4rwe0d0oren/wish/2223419798</link>
         <description><![CDATA[<div><em>"Quando &nbsp; resenhamos &nbsp; as &nbsp; diferentes &nbsp; instituições &nbsp; de &nbsp; nossa &nbsp; sociedade &nbsp; ocidental, verificamos&nbsp; que&nbsp; algumas</em></div><div><em>são&nbsp; muito&nbsp; mais&nbsp; fechadas&nbsp; do&nbsp; que&nbsp; outras.&nbsp; Seu fechamento social&nbsp; com&nbsp; o&nbsp; mundo&nbsp; externo&nbsp; e&nbsp; por proibições&nbsp; à&nbsp; saída&nbsp; que&nbsp; muitas&nbsp; vezes&nbsp; estão incluídas&nbsp; no&nbsp; esquema&nbsp; físico –</em></div><div><em>por&nbsp; exemplo,&nbsp; portas&nbsp; fechadas,&nbsp; paredes&nbsp; altas,&nbsp; arame&nbsp;</em></div><div><em>farpado, fossos, água, florestas ou pântanos. A tais estabelecimentos dou o nome de instituições totais"</em> (GOFFMAN, 2008, p.16).</div>]]></description>
         <enclosure url="http://periodicos.pucminas.br/index.php/SapereAude/article/view/P.2177-6342.2017v8n16p381/12757" />
         <pubDate>2022-06-16 22:07:41 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Reportagem sobre pacientes com hanseníase que viveram no antigo Sanatório Santa Fé</title>
         <author>paturcato</author>
         <link>https://padlet.com/jainealmeida/20ejs4rwe0d0oren/wish/2223424039</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
         <enclosure url="https://youtu.be/8DY_sSpZysM" />
         <pubDate>2022-06-16 22:18:52 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Os órfãos da Hanseníase</title>
         <author>paturcato</author>
         <link>https://padlet.com/jainealmeida/20ejs4rwe0d0oren/wish/2223427316</link>
         <description><![CDATA[<div><br><br><br><br><br><br><br><br><br><br></div>]]></description>
         <enclosure url="https://youtu.be/mbVM89a_Y2Q" />
         <pubDate>2022-06-16 22:27:20 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Lavanderias Católicas na Irlanda - Trabalhos forçados nos conventos para serem &quot;purificadas&quot;</title>
         <author>paturcato</author>
         <link>https://padlet.com/jainealmeida/20ejs4rwe0d0oren/wish/2223431308</link>
         <description><![CDATA[<div>"As lavandeiras administradas por ordens de freiras católicas que exploravam o trabalho das “caídas” (mães solteiras e suas filhas, vítimas de abuso sexual, prostitutas e portadoras de deficiência física ou mental)." (https://www.paulopes.com.br/2013/02/irlanda-traz-a-tona-a-vergonha-das-lavanderias-catolicas.html)</div>]]></description>
         <enclosure url="https://www.paulopes.com.br/2013/02/irlanda-traz-a-tona-a-vergonha-das-lavanderias-catolicas.html" />
         <pubDate>2022-06-16 22:37:20 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Filme: Bicho de Sete Cabeças (2000)</title>
         <author>paturcato</author>
         <link>https://padlet.com/jainealmeida/20ejs4rwe0d0oren/wish/2223433248</link>
         <description><![CDATA[<div>"Seu Wilson (Othon Bastos) e seu filho Neto (Rodrigo Santoro) possuem um relacionamento difícil, com um vazio entre eles aumentando cada vez mais. Seu Wilson despreza o mundo de Neto e este não suporta a presença do pai. A situação entre os dois atinge seu limite e Neto é enviado para um manicômio, onde terá que suportar as agruras de um sistema que lentamente devora suas presas."</div>]]></description>
         <enclosure url="https://youtu.be/F6Yky54edpo" />
         <pubDate>2022-06-16 22:42:20 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Trilogia do Cárcere: 1 - A Fábrica</title>
         <author>paturcato</author>
         <link>https://padlet.com/jainealmeida/20ejs4rwe0d0oren/wish/2223435345</link>
         <description><![CDATA[<div>"O curta narra o processo humilhante que a mãe de um indivíduo em situação de prisão passa para visitar seu filho, a fim de permitir que ele consiga demonstrar afeto mesmo estando apartado da sociedade." (Vinuto; Basilio, 2017)</div>]]></description>
         <enclosure url="https://portacurtas.org.br/filme/?name=a_fabrica" />
         <pubDate>2022-06-16 22:47:46 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Trilogia do Cárcere: 2 - Pátio</title>
         <author>paturcato</author>
         <link>https://padlet.com/jainealmeida/20ejs4rwe0d0oren/wish/2223436526</link>
         <description><![CDATA[<div>"O curta revela a esperança de uma vida pós-cárcere que nem as grades conseguem conter, ao mostrar a conversa de detentos no pátio de uma prisão." (Vinuto; Basilio, 2017).</div>]]></description>
         <enclosure url="https://vimeo.com/256808731" />
         <pubDate>2022-06-16 22:50:30 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Trilogia do Cárcere: 3 - A gente</title>
         <author>paturcato</author>
         <link>https://padlet.com/jainealmeida/20ejs4rwe0d0oren/wish/2223438429</link>
         <description><![CDATA[<div>"Trailer do longa metragem que mostra a rotina de<br>um agente penitenciário, que, entre pressões burocráticas e relações com pessoas encarceradas, ensaia o cumprimento da lei em um ambiente sem as mínimas condições para tal." (Vinuto; Basilio, 2017).</div>]]></description>
         <enclosure url="https://youtu.be/cQz1z-t0j7s" />
         <pubDate>2022-06-16 22:55:45 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Artigo - Filmando uma instituição total: A “Trilogia do Cárcere”, de Ali Muritiba</title>
         <author>paturcato</author>
         <link>https://padlet.com/jainealmeida/20ejs4rwe0d0oren/wish/2223441237</link>
         <description><![CDATA[<div>Artigo que analisa a Trilogia do Cárcere, de Aly Muritiba. Colocando em diálogo com a sociologia e a antropologia brasileiras. </div>]]></description>
         <enclosure url="https://padlet-uploads.storage.googleapis.com/1730960963/88c76d8c9d0a954927851cbc2acb30aa/Filmando_uma_institui__o_total___A_trilogia_do_Carcere_de_Ali_Muritiba.pdf" />
         <pubDate>2022-06-16 23:03:17 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title></title>
         <author>kessyadanielle</author>
         <link>https://padlet.com/jainealmeida/20ejs4rwe0d0oren/wish/2223453760</link>
         <description><![CDATA[<div>A Gestão de Pessoas expõe uma produtividade do poder para além da repressão,&nbsp; produzindo certo disciplinamento em busca da conservação da vida, ampliando o conhecimento e estratégias de poder que possam auxiliar no cuidado da população e preservação da vida. <br>''<strong>O surgimento da população no século XVII, como um problema econômico e político</strong>, constitui a discussão central da <strong>gestão e regulação da vida</strong>.'' (Lima, 2018, p. 25)</div><div><br><br></div>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2022-06-16 23:31:31 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title></title>
         <author>kessyadanielle</author>
         <link>https://padlet.com/jainealmeida/20ejs4rwe0d0oren/wish/2223455960</link>
         <description><![CDATA[<div>Percebendo que não era mais possível falar sobre sujeitos, mas lidar com a população, <strong>questões como: a natalidade, a morbidade, a fecundidade, a esperança de vida, o estado de saúde, a doença,</strong> dentre outras passaram a constituir variáveis significativas. Emergem nesse contexto a Medicina Moderna, a Psiquiatria, a Pedagogia, a Justiça Penal enquanto saberes que passam a ser institucionalizados e cuja função maior era diagnosticar os comportamentos anormais assegurando a proteção da população.</div><div>(Lima, 2018, p. 25)<br><br></div>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2022-06-16 23:36:03 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>AUTORES ATUAIS DO NECROBIOPODER- Mbembe</title>
         <author>kessyadanielle</author>
         <link>https://padlet.com/jainealmeida/20ejs4rwe0d0oren/wish/2223570289</link>
         <description><![CDATA[<div>Os atuais escritores do assunto relatam também outros grupos de pessoas que poucas vezes alcançam ou estão inclusos na gestão de vida, sendo na maioria das vezes alvos do necropoder.&nbsp;<br>-Joseph-Achille Mbembe é um filósofo, teórico político, historiador, intelectual e professor universitário camaronês, e trouxe o conceito do racismo intrínseco as políticas de morte, iniciado no período de colonização que desumanizou o negro operando a partir de políticas, e atualmente tornar as zonas periféricas locais em que a violência com a população é liberada, entre outras atrocidades, com o poder soberânico de definir quem é descartável ou não, estando a população negra inserida nesse caso. ''[...] a função do racismo é regular a distribuição da morte e tornar possíveis as funções assassinas do Estado. Segundo Foucault, essa é “a condição para aceitabilidade do fazer morrer” (Mbembe, 2018, p. 18).'' “em larga medida o racismo é o motor do princípio necropolítico” (Mbembe, 2017, p. 65).</div><div><br><br></div><div><br></div><div><br><br></div>]]></description>
         <enclosure url="https://www.revistaprosaversoearte.com/content/uploads/2017/08/Achille-Mbembe-foto-Erick-Christian-Ahounou.jpg" />
         <pubDate>2022-06-17 01:56:01 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>NECROBIOPODER</title>
         <author>kessyadanielle</author>
         <link>https://padlet.com/jainealmeida/20ejs4rwe0d0oren/wish/2223570457</link>
         <description><![CDATA[<div>''Proponho nomear de necrobiopoder um conjunto de técnicas de promoção da vida e da morte a partir de atributos que qualificam e distribuem os corpos em uma hierarquia que retira deles a possibilidade de reconhecimento como humano e que, portanto, devem ser eliminados e outros que devem viver.'' (Bento)</div><div><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2022-06-17 01:56:12 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Regulamento para a Casa dos jovens detentos em Paris</title>
         <author>giovannamiotto</author>
         <link>https://padlet.com/jainealmeida/20ejs4rwe0d0oren/wish/2223622719</link>
         <description><![CDATA[<div><br>Art. 18. — Ao primeiro rufar de tambor, os detentos devem levantar-se e vestir-se em silêncio, enquanto o vigia abre as portas das celas;<br>Art. 20. — Vão ao trabalho, que deve começar às seis horas no verão e às sete horas no inverno;<br>Art. 21. — Às dez horas os detentos deixam o trabalho para se dirigirem ao refeitório;<br>Art. 22. — Às dez e quarenta, ao rufar do tambor, formam-se as filas, e todos entram na escola por divisões;<br>Art. 28. — Às sete e meia no verão, às oito e meia no inverno, devem os detentos estar nas celas.<br><br></div><div>É possível perceber que algumas das técnicas utilizadas no sistema prisional eram a disciplina, o monitoramento constante das atividades e do comportamento dos detentos e a normatização de um bom comportamento que um preso deveria ter baseado em padrões estabelecidos por&nbsp; quem está no poder, a fim de estabelecer uma correspondência do quanto esses se comportam de acordo com os padrões previamente estabelecidos.</div><div><br></div>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2022-06-17 02:50:10 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Tempos Modernos (1936) x Black Mirror (2011)</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/jainealmeida/20ejs4rwe0d0oren/wish/2224214097</link>
         <description><![CDATA[<div>O filme do século XX, inserido no contexto da Segunda Revolução Industrial, mostra a história de um operário de uma fábrica, e seu trabalho repetitivo e subordinado. A única função de Carlitos é rosquear parafusos, devendo sempre obedecer às exigências de seu chefe, que sempre cobrava produtividade e desempenho. O ritmo da vida humana era o mesmo do ritmo da fábrica.<br><br>Já no episódio 15 milhões de méritos, da série americana Black Mirror, é mostrada uma realidade distópica baseada em uma perspectiva tecnológica. Todas as pessoas são retratadas vestindo a mesma roupa, totalmente neutra e que revela a falta de identidade imposta por um sistema dominante. O trabalho é repetitivo e individual, e as pessoas deve, à todo custo, ter seu tempo e corpo disponíveis. A vida solitária faz parte da rotina, baseada em ir da cela para o trabalho e de volta para a cela.</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-06-17 18:11:51 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Artigo &quot;O poder disciplinar nas organizações formais&quot;</title>
         <author>giovannamiotto</author>
         <link>https://padlet.com/jainealmeida/20ejs4rwe0d0oren/wish/2224221648</link>
         <description><![CDATA[<div>O artigo analisa o poder disciplinar nas instituições religiosas, militares educacionais, e nas empresas, revelando que seu principal objetivo é&nbsp;formar corpos dóceis e produtivos.&nbsp;</div>]]></description>
         <enclosure url="https://www.scielo.br/j/rae/a/KKjRDWFXxdsYjvYrVZWN3yr/?format=pdf&amp;lang=pt" />
         <pubDate>2022-06-17 18:29:05 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/jainealmeida/20ejs4rwe0d0oren/wish/2224221648</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Fátima Lima</title>
         <author>kessyadanielle</author>
         <link>https://padlet.com/jainealmeida/20ejs4rwe0d0oren/wish/2224276063</link>
         <description><![CDATA[<div>-Fátima Lima é Antropóloga, Feminista alinhada ao Feminismo Negro, decolonial e Anti-Colonial, escreveu o livro "Corpos, Gêneros, Sexualidades - políticas de Subjetivação". Em concordância com as ideias expostas por Mbembe, Lima afirma ''Essa marca sociorracial coloca o Brasil hoje frente a alarmante realidade do genocídio da população negra, principalmente a juventude negra'' (Lima, 2018, p. 23) demonstrando que assim como há uma politica de vida para uma parte da população em contrapartida há uma politica de morte para a periferia negra, e isso se confirma todos os dias com os casos de mortes e genocídio.</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-06-17 20:50:44 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/jainealmeida/20ejs4rwe0d0oren/wish/2224276063</guid>
      </item>
      <item>
         <title>BERENICE BENTO</title>
         <author>kessyadanielle</author>
         <link>https://padlet.com/jainealmeida/20ejs4rwe0d0oren/wish/2224276444</link>
         <description><![CDATA[<div>-Berenice Bento é uma socióloga brasileira, professora da Universidade de Brasília, é autora dos livros “A reinvenção do corpo: gênero e sexualidade na experiência transexual” e realiza pesquisas na interface de Sociologia e Antropologia, nos temas: colonialidades, estudos queer, direitos humanos e marcadores sociais da diferença (sexualidade, gênero, raça/etnia). ''O que se pode observar nos estudos sobre a violência contra a população negra, nos dados do feminicídio e do transfeminicídio (Bento, 2016), dos povos indígenas, entre outras, é que o Estado aparece como um agente fundamental na distribuição diferencial de reconhecimento de humanidade (...) O foco das minhas reflexões está no Estado, em um esforço para entender a relação entre biopolítica (dar a vida) e a necropolítica (promover a morte).</div><div>&nbsp;(Bento, 2018)'' demonstra que o Estado além de propagar seu biopoder ao mesmo tempo estabelece o necropoder ao fazer juízo de valor populacional com as biopolíticas, sendo o maior agente impulsionador da política de morte direcionada a negros, lgbt's, indígenas, mulheres, entre outros.</div><div><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2022-06-17 20:51:51 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title></title>
         <author>kessyadanielle</author>
         <link>https://padlet.com/jainealmeida/20ejs4rwe0d0oren/wish/2224277210</link>
         <description><![CDATA[<div>No entanto, não se pode pensar no conceito ''dar a vida'' separado de ''dar a morte'' pois em meio ao contexto de biopoder existe simultameamente o necropoder, ou seja, enquanto se aplica estratégias de direito a vida a alguns há outros que não são o público alvo da atenção das políticas de gestão de pessoas. ex: proletariados na pandemia (não houve um melhor manejo de transporte publico para menor contagio nas periferias) (ao mesmo tempo que se pedia para ficar em casa a periferia&nbsp; proletariada não estava incluída de verdade no discurso pois ela não tem a escolha de ficar ou não, não sendo fornecido mecanismos para isso), (fornecer abrigo a moradores de rua apenas com ligação, sendo que este grupo não há acesso ao aparelho) (o atual presidente Jair Bolsonaro estimulou durante toda a pandemia o não uso da máscara, subestimando sua eficácia e a real existência do vírus, fazendo com que nascesce um negacionismo em meio a população, e também promovendo grandes aglomerações, gerando uma crise sanitária e elevando casos de morte, aplicado através de uma política de morte)<br>''O necropoder circunscreve uma política de produção de morte, mais do que o aumento deliberado do risco de morte. O que está em jogo é a produção de “cidades”, ou ainda, zonas deliberadamente demarcadas como territórios em que o livre direito ao assassinato está consagrado.'' um exemplo disso é a violência deliberada direcionada a população periférica</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-06-17 20:54:16 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Referências</title>
         <author>kessyadanielle</author>
         <link>https://padlet.com/jainealmeida/20ejs4rwe0d0oren/wish/2224285130</link>
         <description><![CDATA[<div>https://www12.senado.leg.br/manualdecomunicacao/estilos/internacao-involuntaria-compulsoria<br>Slides da aula de Antropologia do dia 25/06 ''Pandemia, bio-necropoder''<br><br>CASTRO, Edgar. <strong>Vocabulário de Foucault</strong>. 1. ed. São Paulo: Autêntica, 2009. 480 p.<br><br>Brasil. Lei nº 9.010 de 29 de Março de 1995. <strong>Dispõe sobre a terminologia oficial relativa a hanseníase e dá outras providências</strong>. Brasília, DF, 1995. Disponível em: https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/leis/l9010.htm. Acesso em: 12 Junho 2022.<br><br>TEIXEIRA, C. S. Científico.<em> in:</em> SBP - Sociedade Brasileira de Patologia. <strong>Saiba o que é Hanseníase</strong>. São Paulo, 19 Julho de 2016. Disponível em: https://www.sbp.org.br/saiba-o-que-e-hanseniase/?gclid=Cj0KCQjwzLCVBhD3ARIsAPKYTcREyloOGwBRStlqnbBKnnSBkWh8QK4OqIBd_LyLOw4dE6wbQaOlXUYaAuVAEALw_wcB. Acesso em: 13 Junho de 2022.<br><br>POGREBINSCHI, T. Foucault, para além do poder disciplinar e do biopoder. Lua Nova: Revista de cultura e política, p. 179-201, 2004.</div><div><br></div><div>FOUCAULT, M. Em defesa da sociedade. São Paulo: Editora Martins Fontes, 1999.<br><br>Imagens do Instituto Lauro de Souza Lima fotografadas pelas alunas Gabriela Castor e Giovanna Félix de Psicologia integral</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-06-17 21:18:24 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>A CONCEITUAÇÃO DO PODER </title>
         <author>jvaandrade</author>
         <link>https://padlet.com/jainealmeida/20ejs4rwe0d0oren/wish/2224424035</link>
         <description><![CDATA[<div>Em uma introdução sobre o conceito de biopoder, criado por Foucault, é necessário primeiramente explicar que Foucault não tinha o foco de sua pesquisa “o poder” em si, mas sim no sujeito, sua objetivação e a criação de subjetividades. Assim, tornou-se pertinente para sua procura a conceituação do poder, numa análise histórica e sob lentes diferentes das que o definiam como algo repressivo e negativo, como a noção jurídica.&nbsp;</div><div>Dessa forma, ao afastar-se do direito para conceituar o poder, Foucault necessita olhar para situações cotidianas e “pequenas” - de <strong>micropoder </strong>- e assim, ir escalando para denotar o poder em todas as esferas, inclusive as macro, globais. Foucault, então, quer pensar o poder fora das noções institucionais, de Estado e da soberania, também, a partir daí, recusa uma visão marxista do poder. Nesse sentido, Foucault estabelece uma tríade entre poder, direito e verdade, sendo que o poder age sobre o direito e este produz a verdade, então o <strong>poder institucionaliza a verdade</strong>, sendo esta criada para ser a <strong>norma</strong>.&nbsp;</div><div><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2022-06-18 05:19:12 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>O PODER DISCIPLINAR</title>
         <author>jvaandrade</author>
         <link>https://padlet.com/jainealmeida/20ejs4rwe0d0oren/wish/2224424653</link>
         <description><![CDATA[<div>Destrinchado mais a frente em exemplos e outras discussões, aqui falaremos do poder disciplinar para trazer o biopoder, sendo que estes se complementam em diversas formas. <br><br>A normatividade vai ser um dos pontos de partida para o poder foucaultiano, pois é a partir desta que funcionará o efeito do poder disciplinar nos indivíduos. Em vez de criar uma teoria sobre o poder, o filósofo tece uma analítica do poder - analisa tal em uma noção de “<strong>relações de poder</strong>”, onde tais relações serão encaradas fora da usual repressão atrelada ao poder nas teorias sociais pré-foucaultianas.&nbsp;</div><div>Retornando ao poder disciplinar, sendo este necessário para a exposição posterior do biopoder, tal representa uma <strong>transição</strong> da forma como as <strong>relações de poder</strong> se estabeleciam nos séculos XVII e XVIII. Sabe-se que com a Revolução Francesa e, seguidamente, Revolução Industrial, o <strong>cenário histórico-social europeu muda</strong> de forma abrupta - mudando assim também o poder. Nesse sentido, há a troca do<strong> poder soberano para o poder disciplinar</strong>, onde o poder não centraliza-se mais na figura do rei e de suas leis, não emana de um indivíduo para uma sociedade que se curva diante dele. Mas sim há, neste momento, com <strong>a criação de fábricas, escolas e prisões;</strong> tecnologias que permitem tal mudança nas relações de poder - é a <strong>disciplina </strong>que tais instituições emanam que funciona de modo que o poder se individualiza em cada um. De tal modo, há através de tais <strong>tecnologias</strong> específicas, aumenta-se a produção - num sentido mais amplo que o econômico, mas sobretudo produção de saber.&nbsp;</div><div>Por fim, o poder disciplinar utiliza <strong>dispositivos disciplinares</strong> tais como a <strong>vigilância </strong>e as <strong>normas</strong>. A vigilância aqui funciona como o <strong>panóptico de Bentham</strong>: uma estrutura arquitetural que impõe ao indivíduo uma auto-observação. Os próprios indivíduos, regrados por normas (que substituem a lei do rei, agindo de forma interna)<strong> se observam, se punem e se vigiam.&nbsp;</strong></div><div><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2022-06-18 05:22:31 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>O BIOPODER</title>
         <author>jvaandrade</author>
         <link>https://padlet.com/jainealmeida/20ejs4rwe0d0oren/wish/2224434363</link>
         <description><![CDATA[<div>O <strong>biopoder </strong>surge como uma complementação e adaptação, em certos momentos, ao poder disciplinar, mas nunca - cabe acrescentar - uma exclusão deste. Ele está em outra escala e utiliza de instrumentos diferentes do poder disciplinar. Primeiramente, é posto que o biopoder difere-se do poder disciplinar pois este age de <strong>forma coletiva</strong>, enquanto o outro age de forma individual. O biopoder está na saúde da população, nos nascimentos, na longevidade, nas políticas atreladas a tais, e, sendo assim, é muito importante ressaltar como a <strong>estatística e a biologia</strong> encontram-se de forma necessária para o biopoder: como encomendar vacinas para uma população se não há censo demográfico desta?&nbsp;</div><div>O biopoder é inserido profundamente na <strong>Medicina</strong> e em sua relação com<strong> a saúde e a higiene pública,</strong> pois este trata de problemas coletivos, que não conseguem ser solucionados através do poder disciplinar, ou seja, de maneira individualizada e isolada. Dessa forma, para a resolução de tais problemas, “o biopoder cria alguns<strong> mecanismos reguladores</strong> que o permitam realizar tais tarefas como, por exemplo, aumentar a natalidade e a longevidade, reduzir a mortalidade e assim por diante” (POGREBINSCHI, 2004, p.196). Pode-se ver, nessa concepção, como o poder foucaultiano foge de um arquétipo negativo de repressão, o biopoder, através de regulamentação assegura a vida e previne a morte da população. Há como tal ser utilizado de forma repressiva, mas, no geral, o biopoder estabelece <strong>regulamentações </strong>- nem sempre vindas do Estado - que massifica ações para a saúde, como o<strong> uso de máscaras durante uma pandemia</strong>. Em diversos contextos, o biopoder mistura-se com o poder disciplinar: na Medicina e na sexualidade há tanto o uso de controle disciplinar quanto o de regulamentações, individualiza questões e massifica outras. É neste momento que pode-se achar a convergência entre ambos os poderes: a <strong>norma</strong>. A norma existe em ambas as relações de poder<strong> “que tanto pode se aplicar a um corpo que se quer disciplinar quanto a uma população que se quer regulamentar” </strong>(FOUCAULT, 1999, p. 302).&nbsp;</div><div><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2022-06-18 06:06:18 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title></title>
         <author>jvaandrade</author>
         <link>https://padlet.com/jainealmeida/20ejs4rwe0d0oren/wish/2224435202</link>
         <description><![CDATA[<div><br><br><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2022-06-18 06:09:51 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>TRABALHO DE ANTROPOLOGIA II (NOTURNO) - INTEGRANTES DO GRUPO:</title>
         <author>jainealmeida</author>
         <link>https://padlet.com/jainealmeida/20ejs4rwe0d0oren/wish/2224652819</link>
         <description><![CDATA[<div>Jaine de Almeida<br>Patrícia Turcato Vieira<br>Kessya Danielle da Cruz Gomes<br>João Vittor de Azevedo Andrade<br>Giovanna Miotto de Araújo</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-06-18 18:36:44 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title></title>
         <author>jainealmeida</author>
         <link>https://padlet.com/jainealmeida/20ejs4rwe0d0oren/wish/2224656389</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2022-06-18 18:51:56 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title></title>
         <author>jainealmeida</author>
         <link>https://padlet.com/jainealmeida/20ejs4rwe0d0oren/wish/2224656452</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
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      </item>
      <item>
         <title></title>
         <author>jainealmeida</author>
         <link>https://padlet.com/jainealmeida/20ejs4rwe0d0oren/wish/2224656532</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
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      </item>
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         <title></title>
         <author>jainealmeida</author>
         <link>https://padlet.com/jainealmeida/20ejs4rwe0d0oren/wish/2224656622</link>
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         <title></title>
         <author>jainealmeida</author>
         <link>https://padlet.com/jainealmeida/20ejs4rwe0d0oren/wish/2224656685</link>
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         <title></title>
         <author>jainealmeida</author>
         <link>https://padlet.com/jainealmeida/20ejs4rwe0d0oren/wish/2224657133</link>
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      </item>
      <item>
         <title></title>
         <author>jainealmeida</author>
         <link>https://padlet.com/jainealmeida/20ejs4rwe0d0oren/wish/2224657267</link>
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