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      <title>PLANTAS TÓXICAS  by ISAAC LIRA</title>
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      <description>FORMA E FUNÇÃO VEGETAL </description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2022-05-17 12:32:52 UTC</pubDate>
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         <title>O QUE SÃO PLANTAS TÓXICAS?</title>
         <author>isaaclira124</author>
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         <description><![CDATA[<div>Plantas tóxicas são aquelas que possuem em sua composição algum tipo de toxina, que pode causar malefícios em humanos ou animais. Dependendo da pessoa e do grau de toxicidade da planta, as reações podem ir de uma simples alergia até a morte. No Brasil, o conhecimento popular da toxicidade de plantas é empírico, ou seja, é baseado na experiência e na observação, cujas informações muitas vezes não apresentam dados comprovados. Nenhuma planta tóxica vem com identificação, mas existem indícios que podem ajudar no reconhecimento e gerar dúvidas que devem ser pesquisadas. Cores muito fortes costumam ser um dos vários indícios de toxicidade. O próximo link lhe direcionará para um vídeo no qual é apresentado 15 dessas plantas. <br><br><a href="https://youtu.be/cEh07Ia_GE0">&nbsp;https://youtu.be/cEh07Ia_GE0 <br></a><br>Como veremos a toxina pode estar presente em toda a estrutura da planta como em partes específicas. Neste padlet você será apresentado a cinco delas, ao local de produção das substâncias de ação tóxica e seus efeitos nos animais.<br><br><strong>Alerta:</strong><br>Em casos de intoxicação muito grave, alguém próximo ao indivíduo deve ter algum conhecimento sobre o assunto para poder ajudar ou prestar socorros o mais rápido possível. Caso o indivíduo não possua conhecimento sobre o assunto, pode procurar o Manual de Primeiros Socorros da Fundação Oswaldo Cruz ou consultar o Sinitoz no site <a href="http://www.fiocruz.br/sinitox/">http://www.fiocruz.br/sinitox/</a>. Durante os primeiros socorros prestados, se possível, sempre lembrar da planta que foi ingerida/tocada ou coletar uma amostra para que o indivíduo seja socorrido da forma mais adequada possível.</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-05-21 17:39:08 UTC</pubDate>
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         <title>OLEANDRO</title>
         <author>isaaclira124</author>
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         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2022-06-08 11:20:07 UTC</pubDate>
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         <title>COROA-DE-CRISTO</title>
         <author>isaaclira124</author>
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         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2022-06-08 11:20:31 UTC</pubDate>
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         <title>LÍRIO-DO-VALE</title>
         <author>isaaclira124</author>
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         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2022-06-08 11:21:32 UTC</pubDate>
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         <title>COMIGO-NINGUÉM-PODE </title>
         <author>isaaclira124</author>
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         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2022-06-08 11:22:24 UTC</pubDate>
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         <title>ESPADA-DE-SÃO-JORGE </title>
         <author>isaaclira124</author>
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         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2022-06-08 11:23:22 UTC</pubDate>
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         <title>Sansevieria trifasciata</title>
         <author>isaaclira124</author>
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         <description><![CDATA[<div><br></div><div>Espada-de-São-Jorge ou Espada-de-Ogum é uma planta ornamental da família <strong>Asparagaceae</strong> originária do continente africano e que é distribuída amplamente pelo mundo.<br><br>Ela é herbácea, acaule (o caule não aparece na superfície) e rizomatosa (o caule cresce horizontalmente), podendo atingir até 90 cm de altura. Suas folhas, dispostas verticalmente, em roseta, são suculentas, eretas, podendo ser lineares ou lanceoladas (folhas que possuem limbo estreito e pontiagudo, semelhante a uma lança), glabras (sem "pelos") em ambas as faces, coriáceas e muito fibrosas. Possuem coloração característica, com manchas transversais irregulares e intercaladas, de cor verde-escuro e verde-claro.</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-06-08 11:38:20 UTC</pubDate>
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         <title>Cristais de oxalato de cálcio </title>
         <author>isaaclira124</author>
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         <description><![CDATA[<div>Ela apresenta cristais de oxalato de cálcio nas suas folhas, sob a forma de ráfides (“agulhas”) que ao ser ingeridos causam problemas digestivos aos animais como: náuseas, vômito, diarreia, estomatite, gastroenterite, salivação, ptialismo, de caráter local irritação da mucosa oral, glossite, dor, dermatite. &nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-06-08 11:48:17 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title></title>
         <author>isaaclira124</author>
         <link>https://padlet.com/isaaclira124/20cyy7c672asmmh1/wish/2214899648</link>
         <description><![CDATA[<div>O oxalato de cálcio está presente em diversos grupos de organismos e mostra que possui uma função de biomineralização comum e importante para as plantas. Essa estrutura corresponde ao processo pelo qual organismos vivos formam cristais inorgânicos ou agregados cristalinos. A deposição destes cristais pode ocorrer em vacúolos das células ou associado às suas paredes. Estas células são normalmente especializadas em sua formação e são chamadas de idioblastos, conhecidos como células injetoras devido à forma como os cristais são liberados.&nbsp; Os formatos dos cristais de oxalato de cálcio variam e são normalmente descritos como prismas, ráfides, estiloides, drusas ou areia cristalina que além da regularem o cálcio no organismo vegetal eles defendem a planta contra a herbivoria, pois quando ingeridos os cristais causam sensação de queimação na mucosa bucal. As ráfides, feixes de cristais de oxalato de cálcio em forma de agulhas, são as formas mais prejudiciais. Elas são pontiagudas e perfurantes, destruindo as células das mucosas de qualquer animal que se habilite a ingerir partes de plantas que as contenham.</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-06-08 12:05:00 UTC</pubDate>
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         <title>IMPORTÂNCIA </title>
         <author>isaaclira124</author>
         <link>https://padlet.com/isaaclira124/20cyy7c672asmmh1/wish/2214905200</link>
         <description><![CDATA[<div>Essa planta também é fonte de fibras duras, muito lignificadas, em suas folhas longas e eretas, que possibilitam a fabricação de papéis artesanais, cordas, tecidos grosseiros e telhados verdes, para confecção de cordas, denominada "cânhamo de corda". Ela também é indicada para melhorar a qualidade do ar, devido à capacidade de absorver certas toxinas relacionadas à poluição atmosférica, como óxidos de nitrogênio e formaldeído. Ela tem grande representatividade no misticismo e no sincretismo entre religiões afro-brasileiras e o cristianismo, sendo considerada uma planta sagrada. Nas religiões de matriz africana, como o candomblé e a umbanda, ela simboliza a espada de Ogum, o senhor do ferro, orixá que forjava suas ferramentas para a caça e a guerra. No Brasil, Ogum foi sincretizado a São Jorge, jovem guerreiro que renunciou às fileiras militares do Imperador Diocleciano para seguir sua fé em Cristo, mas foi morto e virou mártir. As crenças populares acreditam que ela afaste as “energias ruins” e os invejosos. Ela é cultivada em vasos, no sol ou na sombra. Resistindo bem a solos áridos e multiplica-se por divisão de touceiras e embora seja tóxica, a medicina popular a utiliza para fazer compressas para tratar de inflamações e dores reumáticas.&nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-06-08 12:11:05 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title>REFERÊNCIAS </title>
         <author>isaaclira124</author>
         <link>https://padlet.com/isaaclira124/20cyy7c672asmmh1/wish/2214908638</link>
         <description><![CDATA[<div><a href="http://www.unirio.br/ccbs/ibio/herbariohuni/sansevieria-trifasciata-prain">http://www.unirio.br/ccbs/ibio/herbariohuni/sansevieria-trifasciata-prain</a> &nbsp;<br><br>Ana Tayná Chaves Aguiar; Valdir Florêncio da Veiga Júnio. O jardim venenoso: a química por trás das intoxicações domésticas por plantas ornamentais, Seção de Química, Instituto Militar de Engenharia, 22270-290 Rio de Janeiro - RJ, Brasil.<br>&nbsp;</div><div>SANTOS, C.R.O. et al. Plantas ornamentais tóxicas para cães e gatos presentes no nordeste do Brasil. Recife, v.7, n.1, 2012.&nbsp;<br><br></div><div>SILVA, L. C. Plantas ornamentais tóxicas presentes no shopping Riverside Walk em Teresina – PI.&nbsp; Revista Brasileira de Arborização Urbana, Piracicaba, v.4, n.3, p.69-85, 2009. &nbsp;<br>&nbsp;</div><div>GÓRNIAK, Silvana Lima; SPINOSA, Helenice de Souza; BERNARDI, Maria Martha. Toxicologia do desenvolvimento. In: Toxicologia aplicada à medicina veterinária[S.l: s.n.], 2008.&nbsp;<br><br></div><div>Oliveira, E. R. De. (n.d.). Caracterização Estrutural E Determinação De Propriedades Mecânica De Compósito De Fibra Vegetal. 1–18.&nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-06-08 12:14:48 UTC</pubDate>
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         <title>Dieffenbachia picta</title>
         <author>isaaclira124</author>
         <link>https://padlet.com/isaaclira124/20cyy7c672asmmh1/wish/2214916423</link>
         <description><![CDATA[<div>A comigo-ninguém-pode (Dieffenbachia picta (L.) Schott), da família Araceae, é uma planta muito utilizada para fins ornamentais, porém quando ingerida, de forma acidental ou não, pode causar lesões à mucosa ou casos de irritações dérmicas. Isso ocorre devido à presença de cristais pontiagudos de oxalato de cálcio. Em casos de comer partes dessa planta, esses cristais se arrebentam causando edema na garganta e asfixia, consequentemente. Porém, devido à beleza das folhas, essas plantas são frequentemente utilizadas para decoração, o que facilita seu acesso a animais e crianças, aumentando o risco de acidentes. &nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-06-08 12:22:47 UTC</pubDate>
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         <title>ESTRUTURA  </title>
         <author>isaaclira124</author>
         <link>https://padlet.com/isaaclira124/20cyy7c672asmmh1/wish/2214940582</link>
         <description><![CDATA[<div>Na parte interna, a região cortical é composta por camadas de células com formato arredondado que formam o parênquima. Em seguida, é possível observar a endoderme. O cilindro central tem cerca de 11 a 12 pólos de floema. Na parte externa ao metaxilema, temos os pólos de protoxilema e o floema primário é observado alternando com o tecido xilemático. Por fim, no interior observamos o parênquima medular. Em sua estrutura externa, no caule, a epiderme é revestida por uma cutícula espessa. Nos feixes vasculares, também se observam idioblastos contendo os ráfides e monocristais de oxalato de cálcio, principalmente ao redor dos feixes.</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-06-08 12:45:08 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title></title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/isaaclira124/20cyy7c672asmmh1/wish/2216573481</link>
         <description><![CDATA[<div>A folha da comigo-ninguém-pode, em uma perspectiva de caracterização, é do tipo anfiestomática, ou seja, apresenta estômatos nas duas faces da folha, sendo do tipo tetracítico, com quatro células compondo-o. Suas faces abaxial e adaxial, com 4 a 5 regiões de colênquima, são unisseriadas, uma única camada. Abaixo do colênquima, estão localizadas as células de parênquima fundamental e os feixes vasculares. Em cada feixe são observados de 1 a 2 elementos de vaso e 1 pólo floemático. Nessa região é frequente a presença de idioblastos contendo drusas e os ráfides em todos os tecidos foliares.&nbsp;<br>A seiva de comigo-ninguém-pode e os idioblastos com os ráfides contêm substâncias voláteis que causam corrosão, irritação e inflamação bucal. É interessante falar de um caso registrado por Loretti et.al, onde um cão atingido por comigo-ninguém-pode apresentou sinais de destruição ulcerativa e erosiva no tecido. O cão apresentou asfixia devido à presença de edemas na garganta. Os autores propuseram que a dumbcaína (substância presente na seiva) foi o que causou os sintomas e posteriormente a morte. &nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-06-09 17:28:58 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/isaaclira124/20cyy7c672asmmh1/wish/2216588562</link>
         <description><![CDATA[<div>A cutícula que reveste a epiderme do caule da comigo-ninguém-pode apresenta cutina, em sua formação. Essa substância é um polímero ligado à parede celular composto por ceras que auxiliam no controle osmótico, ou seja, uma estrutura essencial. Além disso, essa planta produz látex e por isso apresenta esses idioblastos. Esses idioblastos contêm vacúolos com substâncias especiais, são neles que ficam armazenados os cristais de oxalato de cálcio, que é derivado do metabolismo das células de parênquima, encontrados nas folhas e no caule.</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-06-09 17:45:10 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/isaaclira124/20cyy7c672asmmh1/wish/2216596629</link>
         <description><![CDATA[<div>Ainda há uma hipótese da toxicidade dessa planta está ligada a enzimas, além dos cristais já acima discutidos. Em casos de intoxicação, as ráfides são expulsas dos órgãos da planta e perfuram camadas de tecidos. Em contato com a membrana ocular, por exemplo, são observadas modificações estruturais na córnea, lacrimejamento e sensibilidade à luz. Isso permite a entrada da dumbcaína que promove a destruição das células onde ocorre um processo inflamatório local e a formação de edemas. Alguns sintomas ligados à ingestão dessa planta são: salivação excessiva, sensação de dor e queimação local, edemas, queimaduras e bolhas na mucosa. Um tratamento proposto nesses casos seria o mesmo ligado para casos de envenenamento.</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-06-09 17:54:37 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title>REFERÊNCIAS </title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/isaaclira124/20cyy7c672asmmh1/wish/2216599522</link>
         <description><![CDATA[<div>LORETTI AP, Ilha MRS, Ribeiro RE. Acidental fatal poesoning of a dog by<em> Dieffenbachia picta</em> (dumb cane). Vet Hum Toxicol. 2003 Oct; 45 (5): 233-9 &nbsp;</div><div>&nbsp;</div><div>MARANHO et.al. Organização estrutural e localização das estruturas tóxicas em comigoninguém-pode <em>(Dieffenbachia picta (L.) Schoot</em>) e copo-de-leite (<em>Zantedeschia aethiopica </em>(L.). 2006, Curitiba - PR-&nbsp; Unicenp &nbsp;<br>&nbsp;</div><div>RIZZINI CT; Occhioni P. Ação tóxica das<em> Dieffenbachia Picta </em>e D. seguinte. Rev Bras Méd 1957; 20(32): 5-26&nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-06-09 17:57:46 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title>Convallaria majalis</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>A lírio-do-vale, <em>Convallaria majalis d</em>a família Família Asparagaceae, é uma planta florestal com flores brancas pendentes e perfumadas em forma de sino nascidas em sprays na primavera. É nativo em todo o hemisfério norte, temperado frio na Ásia e na Europa, mas é geralmente considerado invasivo em partes da América do Norte. Ela é herbácea, perene, forma extensas colônias espalhando caules subterrâneos chamados rizomas. Novos brotos verticais são formados nas extremidades dos estolões no verão, essas hastes verticais são frequentemente chamadas de sementes. &nbsp;<br>Aproximadamente 38 glicosídeos cardíacos diferentes (cardenolidos) - que são altamente tóxicos se consumidos por humanos ou animais. Todas as partes da planta são altamente tóxicas, incluindo as frutas vermelhas, que podem ser atraentes para crianças. Se ingerida, mesmo em pequena quantidade, a planta pode causar dor abdominal, vômito, frequência cardíaca reduzida, visão turva, sonolência e erupções cutâneas vermelhas.</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-06-09 18:05:16 UTC</pubDate>
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         <title>Baga/fruto</title>
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         <description><![CDATA[<div>O fruto é uma pequena baga laranja-avermelhada que contém algumas sementes grandes de cor esbranquiçada e acastanhada que secam em uma esfera translúcida e transparente. Multiplica-se por sementes, divisão da planta ou dos rizomas enraizados.&nbsp;<br>É uma planta de sombra parcial, tipo mesófila que prefere verões quentes. Gosta de solos que são siltosos ou arenosos e ácidos a moderadamente alcalinos, possuindo preferência a uma quantidade abundante de húmus. É usada como planta alimentar pelas larvas de algumas espécies de mariposas e borboletas (Lepidoptera), incluindo o chi cinzento. Os escaravelhos adultos e são capazes de tolerar os cardenólidos e assim, alimentar-se das folhas.&nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-06-09 18:18:03 UTC</pubDate>
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         <title>Curiosidade</title>
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         <description><![CDATA[<div>Lírio do vale foi destaque no buquê de noiva no casamento do Príncipe William e Catherine Middleton. Lírio do vale também foi a flor escolhida pela Princesa</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-06-09 18:23:41 UTC</pubDate>
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         <title>REFERÊNCIAS </title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>BRAGA ,&nbsp; Cristina. <strong>Lírio do vale</strong>:&nbsp; Convallaria majalis. Flores e Folhagens. 2018. 1 p. Disponível em: https://www.floresefolhagens.com.br/lirio-do-vale-convallaria-majalis/. Acesso em: 5 jun. 2022.&nbsp;</div><div>&nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-06-09 18:24:53 UTC</pubDate>
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         <title>Euphorbia milii</title>
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         <description><![CDATA[<div>A coroa-de-cristo (<em>Euphorbia milii</em>) pertence à família Euphorbiaceae. É um arbusto espinhoso originário de Madagascar, no entanto encontra-se no Brasil com bastante frequência. É utilizada de forma ornamental e como proteção em cercas vivas devido seus espinhos chegarem a até 2,5cm.&nbsp;<br>Seu nome científico foi proposto pelo francês Des Moulins, em homenagem ao barão Pierre-Bernard Milius que levou alguns exemplares dessa planta para o Jardim Botânico de Bordeaux em 1821. Além do nome coroa-de-cristo, ela pode ser conhecida por outros nomes como, por exemplo: dois-amores, bem-casados, dois-amigos, principalmente pelo fato de as flores dessa planta serem pequenas, pedunculadas, com brácteas de cor vermelha, crescendo sempre aos pares, em cimeiras terminais.</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-06-13 19:21:25 UTC</pubDate>
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         <title>Características</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>Des Moulins descreveu e publicou esta espécie, que é composta por pequenos cachos de flores de cor vermelha. É considerada planta semi-herbácea com espinhos rígidos e folhas concentradas na parte superior dos ramos. Vale lembrar, que possui inflorescências protegidas por brácteas vermelhas, porém essa coloração pode variar de acordo com a insolação se tornando amarelas ou róseas. É um tipo de planta que floresce o ano todo e é cultivada a pleno sol, em solos férteis que são regados periodicamente.&nbsp;</div><div>Possuem variações de tamanho, atingindo de 1,5 a 2 metros de altura, sendo bem ramificado, com ramos contorcidos e compridos. Suas folhas são alternadas, simples, inteiras, obovadas ou espatuladas, glabras, membranosas e pecíolos curtos.&nbsp; A flores são unissexuais, reunidas em inflorescências do tipo ciátio, com pedúnculos longos e brácteas vermelhas ou amarelas. O invólucro campanulado apresenta cinco nectários glandulares apicais. Os frutos são do tipo cápsulas tricoca.<br>É uma planta que tem como substância a seiva leitosa (látex) cáustico e irritante, que pode causar danos nas mucosas de via nasal, oral e ocular. Essa seiva leitosa é exposta quando alguma parte da planta sofre alguma lesão, sendo os principais componentes tóxicos diterpenos derivados do forbol e do ingenol que causam queimação, irritação e inflamação em contato direto com a pele. Esse látex por ser branco-leitoso e de baixa densidade, apresenta diversas enzimas e alcaloides. As principais consequências se caso ingerido ou ter sido mantido em contato com alguns tecidos causa: Irritação da mucosa bucal e do estômago, náusea, vômito, diarreia. Causa conjuntivite, úlcera da córnea e cegueira.</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-06-13 20:19:19 UTC</pubDate>
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         <title>REFERÊNCIAS</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>NOTÍCIA: coroa-de-cristo e toxidade. <strong>Coroa-de-cristo</strong>, [<em>S. l.</em>], p. 1, 3 out. 2016. Disponível em: https://g1.globo.com/sp/campinas-regiao/terra-da-gente/flora/noticia/2016/10/coroa-de-cristo-e-toxico-e-pode-causar-irritacao-na-pele-e-nos-olhos.html. Acesso em: 6 jun. 2022.<br><br></div><div>COROA-DE-CRISTO. <strong>Coroa-de-cristo</strong>, Wikipedia, p. 1, 9 mar. 2021. Disponível em: https://pt.wikipedia.org/wiki/Coroa-de-cristo. Acesso em: 6 jun. 2022.<br><br></div><div>Plantas tóxicas: Euphorbia-tirucalli. Plantas tóxicas [Internet]. 2022 Jun 06 [cited 2022 Jun 6]:1. Available from: <a href="https://plantastoxicas.com.br/euphorbia-tirucalli/">https://plantastoxicas.com.br/euphorbia-tirucalli/<br></a><br></div><div>MATOS, F J A. LORENZI, Harri – Plantas Tóxicas – Estudo de Fitotoxicologia Química de Plantas Brasileiras<br>&nbsp;gbif.org – Global Biodiversity Information Facility&nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-06-13 20:32:33 UTC</pubDate>
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         <title>Nerium Oleander </title>
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         <description><![CDATA[<div>Oleandros são popularmente conhecidos como Espirradeira, típica de clima subtropical árido, a espécie adapta-se às regiões quentes e litorâneas do Brasil, sendo amplamente cultivados como plantas ornamentais, mas todas as partes da planta são venenosas para o homem, animais e certos insetos (Langford e Boor, 1996, Soto-Blanco et al, 2006). Esta planta contém uma mistura de glicosídeos cardíacos muito tóxicos (cardenolídeos) (Langford e Boor, 1996). Os cardenolídeos inibem a Na<sup>+</sup>/K<sup> +&nbsp; &nbsp;</sup>ATPase da membrana celular, resultando em distúrbios eletrolíticos que afetam a condutividade elétrica do coração (Joubert, 1989, Aslani et al, 2004). Com isso há periculosidade ao entrar em contato com o seu látex e com a fumaça advinda de sua queima.</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-06-13 20:43:28 UTC</pubDate>
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         <title>REFERÊNCIAS</title>
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         <description><![CDATA[<div>BARBOSA, R. R.; FONTENELE-NETO, J. D.; SOTO-BLANCO, B. Toxicity in goats caused by oleander (Nerium oleander). <strong>Research in veterinary science</strong>, v. 85, n. 2, p. 279-281, 2008.<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2022-06-13 21:06:00 UTC</pubDate>
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         <title></title>
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         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2022-06-13 21:08:53 UTC</pubDate>
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         <title>REFERÊNCIAS</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/isaaclira124/20cyy7c672asmmh1/wish/2219971995</link>
         <description><![CDATA[<div>BARG, DÉBORA GIKOVATE. Plantas tóxicas. Instituto Brasileiro de, 2004.&nbsp;<br><br>HARAGUCHI, Mitsue. Plantas tóxicas de interesse na pecuária. Biológico (São Paulo), v. 65, n. 1/2, p. 37-39, 2003.</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-06-13 21:14:57 UTC</pubDate>
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         <title>COMPONENTES </title>
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         <description><![CDATA[<div>DIANA CINTIA MARQUES DE MEDEIROS&nbsp;<br>ELIAKIM KENNEDY LIMA RIBEIRO&nbsp;<br>EMILLY VITÓRIA SENA DE ANDRADE&nbsp;<br>GABRIEL RODRIGUES DE FRANCA ALVES OLIVEIRA&nbsp;<br>GUILHERME MARQUES DA CUNHA<br>ISAAC DANIEL DE LIMA LIRA&nbsp;<br>JEOVANA RAYANE DE OLIVEIRA PINHEIRO SALES&nbsp;<br>JOAO VICTOR FELIX SANTIAGO&nbsp;<br>JORDANY ISABELLE LIMA DE AQUINO</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-06-14 00:25:19 UTC</pubDate>
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