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      <title>Pseudomonas by ALBERTO TEIXEIRA DE ANDRADE</title>
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      <description>Pseudomonas aeruginosa</description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2022-08-16 19:30:02 UTC</pubDate>
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         <title>Diagnóstico e Tratamento</title>
         <author>albertoandrade2</author>
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         <description><![CDATA[<div><br></div><ul><li><strong>Diagnóstico:</strong> microscopia e cultura (microrganismo de fácil crescimento), identificação pela formação de colônias de cor verde e com odor doce.&nbsp;</li><li><strong>Tratamento:</strong>&nbsp;</li></ul><div>1) Evitar uso de antibióticos de amplo espectro, preservando a microbiota normal e protegendo o paciente da infecção por P<em>seudomonas</em>; <br><br>2) Evitar a contaminação de equipamentos hospitalares estéreis; <br><br>3) Terapia de antibióticos ativos, uma vez que a terapia tradicional com antimicrobianos apresenta resultados frustrantes com Pseudomonas.<br><br><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2022-08-16 19:30:02 UTC</pubDate>
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         <title>Doenças clínicas</title>
         <author>albertoandrade2</author>
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         <description><![CDATA[<ul><li>São difíceis de tratar devido à capacidade da bactéria de adquirir resistência;</li></ul><div><br></div><ul><li><strong>Infecções pulmonares (desde colonização assintomática até broncopneumonia necrotizante): </strong>normalmente associada à antibioticoterapia previa e/ou aparelhors de ventilação mecânica, que podem introduzir o microrganismo nas vias aéreas inferiores;</li><li><strong>Crescimento e posterior bacteremia em feridas de queimaduras</strong>, onde existe uma superfície úmida e dificuldade de acesso das células do sistema imune (o tratamento com antibióticos tópicos não costuma ser efetivo);&nbsp;</li><li><strong>Foliculite e infecção nas unhas</strong>;</li><li><strong>Osteocondrite de pé após lesão perfurante</strong>;&nbsp;</li><li><strong>Infecção urinária em pacientes que usam sonda</strong>;&nbsp;</li><li><strong>Otite média crônica e otite externa,</strong> que pode evoluir para otite externa maligna em pacientes vulneráveis (podendo ser fatal);&nbsp;</li><li><strong>Úlceras na córnea</strong>;&nbsp;</li><li><strong>Endocardite, </strong>em pacientes dependentes químicos que fazem uso de droga injetável;&nbsp;</li><li><strong>Bacteremia em pacientes imunocomprometidos,</strong> onde pode ocorrer ectima gangrenoso, com lesões disseminadas pelo corpo.&nbsp;</li></ul><div><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2022-08-16 19:30:02 UTC</pubDate>
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         <title>Fatores de virulência</title>
         <author>albertoandrade2</author>
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         <description><![CDATA[<ul><li><strong>Sistema de secreção tipo III para injeção de toxinas e adesão:</strong>&nbsp;</li></ul><div>Pili, flagelos (que também promovem a motilidade da bactéria), lipopolissacarídeo (destacando o lipídeo A, com função de endotoxina) e alginato (exopolissacarídeo mucoide, que forma uma cápsula capaz de promover evasão do sistema imune do hospedeiro e da ação de antibióticos);</div><div><br></div><ul><li><strong>Toxinas:</strong>&nbsp;</li></ul><div>1) Exotoxina A (ETA): interrompe a síntese de proteínas das células eucariotas, associada à dermatonecrose e outros danos teciduais;&nbsp;<br><br>2) Piocianina (pigmento azul):&nbsp; aumenta a produção de superoxido e peroxido de hidrogenio e de IL8, aumentando o dano tecidual e a quimiotaxia de neutrófilos;<br>&nbsp;<br>3) Pioverdina: promove captação de ferro e regula a liberação de outras toxinas;<br>4) LasA e LasB:&nbsp; são elastases que degradam elastina, associadas à lesões hemorrágicas e danos ao parenquima pulmonar. Também inibem funções do sistema imune;&nbsp;<br><br>5) Fosfolipase C e as exoenzimas S e T: são outras enzimas que degradam componentes das células e promovem dano tecidual.</div><div><br></div><ul><li><strong>Resistência a antibióticos:&nbsp;</strong></li></ul><div>1) resistência intrínseca = bombas de efluxo lançam as moléculas de antimicrobianos para fora da célula e estas têm dificuldade de passar pelos poros da membrana externa;<br><br>2) resistência adquirida = genes de resistência são transmitidos através de transferência gênica horizontal;<br><br>3) resistência adquirida = fatores ambientais (como antibióticos e formação de biofilme) induzem a expressão dos genes de resistência, como o gene ampC.<br><br></div><div><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2022-08-16 19:30:02 UTC</pubDate>
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         <title>Características</title>
         <author>albertoandrade2</author>
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         <description><![CDATA[<ul><li><strong>Diplobacilos gram-negativos</strong></li><li><strong>Patógeno oportunista:</strong> causando doenças em pacientes imunossuprimidos e naqueles indivíduos submetidos a antibioticoterapia que afete a capacidade protetora da microbiota normal</li><li><strong>Presentes no solo:</strong> na matéria orgânica e na vegetação, mas também amplamente disseminados em ambientes hospitalares, incluindo alimentos e soluções desinfetantes</li><li><strong>Anaeróbia Facultativa</strong></li><li><strong>Podem apresentar cápsula</strong></li><li><strong>Podem produzir pigmentos característicos</strong></li><li><strong>Quorum sensing: </strong>regula os fatores de virulência baseado pela presença de soro e/ou citocinas no ambiente em que a bactéria se encontra.</li></ul><div><br>Fonte: <br>TORTORA, G.J.; FUNKE, B.R.; CASE, C.L. <strong>MICROBIOLOGIA, </strong>12ª Ed. Artmed, 2017.<br>&nbsp;BROCK, T.D. et al., <strong>MICROBIOLOGIA DE BROCK</strong>. 14ª Ed. Artmed, 2016&nbsp;</div><div><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2022-08-16 19:30:02 UTC</pubDate>
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         <title>Caso Clínico</title>
         <author>fernandaalfer</author>
         <link>https://padlet.com/albertoandrade2/20b9141d158exj2b/wish/2262590269</link>
         <description><![CDATA[<div>Criança do sexo feminino, 6 anos de idade, submetida a diálise peritoneal devido à doença renal crônica. Apresentou febre e lesão sugestiva de eritema linear na gengiva, queixando-se de dor. A paciente foi internada na UTI pediátrica, após diagnóstico de pneumonia associada à neutropenia. Após alguns dias, toda a extensão da gengiva apresentava-se branca, sugerindo necrose tecidual. Não foi observada cárie dentária. Feita cultura de um fragmento da gengiva, de sangue e de secreção nasal, a presença de P. aeruginosa foi constatada e o diagnóstico indicou choque séptico. O tratamento incluiu antibioticoterapia sistêmica (vancomicina, ampicilina, polimixina B e piperacilina) e sessões de raspagem supragengival. Posteriormente, exames indicaram a presença do vírus da imunodeficiência humana no organismo da criança.<br><br><br>Fonte: Souza, Luana Carneiro Diniz et al. Oral infection by Pseudomonas aeruginosa in patient with chronic kidney disease - a case report. Brazilian Journal of Nephrology [online]. 2018, v. 40, n. 1 [Accessed 15 August 2022] , pp. 82-85. Available from: &lt;https://doi.org/10.1590/1678-4685-JBN-3812&gt;. Epub 19 Apr 2018. ISSN 2175-8239. https://doi.org/10.1590/1678-4685-JBN-3812.</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-08-16 19:49:26 UTC</pubDate>
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         <title>Pseudomonas aeruginosa</title>
         <author>albertoandrade2</author>
         <link>https://padlet.com/albertoandrade2/20b9141d158exj2b/wish/2262611362</link>
         <description><![CDATA[<div>Alberto Andrade, Clara Guida, Giovana de Freitas</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-08-16 20:22:57 UTC</pubDate>
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