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      <title>Linha do tempo by JUCIELLE PEREIRA DA SILVA</title>
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      <description>Deslocar-se para ver</description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2025-01-30 16:36:39 UTC</pubDate>
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         <title>1 º DIA DE ENCONTRO: PLANEJAMENTO</title>
         <author>jps26</author>
         <link>https://padlet.com/jps26/207ndesro9md6hmf/wish/3310094194</link>
         <description><![CDATA[<p>No primeiro encontro que tivemos presencialmente (04/12/2024), nos reunimos para planejar os projetos e atividades que iríamos colocar em prática na ano letivo 2025. </p><p><br/></p><p>Segundo a sugestão da professora, continuaremos com a produção do jornal da escola chamado "Djalma News" que é composto por colunas de textos escritos pelos próprios estudantes. O projeto foi elaborado pela professora no ano de 2023 e será retomado a partir do início do ano letivo 2025. </p><p><br/></p><p>O objetivo da reunião foi de decidirmos os gêneros textuais que os alunos iriam utilizar para criar os textos a partir das temáticas que serão propostas pela professora no início das aulas.  Assim, decidimos que textos narrativos, como o conto, serão a melhor alternativa para os próximos alunos devido o grau de exigência e familiaridade com o gênero. </p><p><br/></p><p>O intuito da reunião era pensarmos como trabalhar gêneros textuais e a parte gramatical, para isso, decidimos criar uma  uma atividade diagnóstica afim de analisarmos a situação atual de leitura e gramática dos alunos.  </p><p><br/></p><p>Combinamos em pensar em algumas metodologias ativas (além da gameficação) que de fato venham contribuir para o ensino de língua portuguesa em sala de aula, o que será um desafio visto que os alunos não podem levar celular para a escola e o sinal de internet não é tão bom. </p><p><br/></p><p>Devido as dificuldades de acesso ao aparelho celular e a rede de internet, tivemos a ideia de criarmos um tabuleiro humano, no qual não irá precisar da tecnologia digital, feito com tatame de emborrachado, dado de caixa de papelão customizado e cartas de perguntas sobre os temas que trabalhamos na aula. </p><p><br/></p><p>A formação de grupos de acordo com o grau de dificuldade em leitura e escrita foi colocada em questão por haver muitos alunos que chegam ao sétimo ano sem ser alfabetizado ou apresentar dificuldades na leitura. Com a criação desses grupos, faremos atividades e tiraremos dúvidas sobre o que mais eles sentem dificuldades em relação ao objetivo principal no qual o grupo foi formado. </p><p><br/></p><p>Para finalizarmos a reunião de planejamento, ficou a tarefa de pensarmos alguma dinâmica para a semana de acolhimento das turmas de 2025.  </p>]]></description>
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         <pubDate>2025-01-30 17:00:54 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>2º DIA DE ENCONTRO: PLANEJAMENTO (05/12/2024)</title>
         <author>jps26</author>
         <link>https://padlet.com/jps26/207ndesro9md6hmf/wish/3310162799</link>
         <description><![CDATA[<p>No segundo encontro fora das salas de aula nos questionamentos sobre quais assuntos poderíamos trabalhar com os alunos que façam sentindo, lembrando que também ensinamos para a vida, a formar indivíduos socialmente.</p><p><br/></p><p>O momento foi de estudarmos o livro didático do sétimo ano, de discutirmos sobre quais capítulos iniciar primeiro e quais produções levarmos para a sala (e quais não levar. </p><p><br/></p><p>A professora solicitou que durante as aulas elaboremos alguns planos de aula seguindo o modelo padrão da escola. </p><p><br/></p><p>ps. Esquecemos de tirar a foto. </p>]]></description>
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         <pubDate>2025-01-30 17:55:20 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>3º e 4º ENCONTRO: OBSERVAÇÃO DAS TURMAS DO LETIVO 2024  (10/12e 12/12)</title>
         <author>jps26</author>
         <link>https://padlet.com/jps26/207ndesro9md6hmf/wish/3310190155</link>
         <description><![CDATA[<p>A professora esteve afastada da escola devido a licença maternidade, por alguns meses. A sua volta para as salas de aula aconteceu simultaneamente com o início do PIBID e com o período de aplicação de provas de fim de ano letivo. Apesar de não ter acompanhado a turma durante a maioria dos bimestres, a professora precisou fazer tanto as provas bimestral quanto a de recuperação. </p><p><br></p><p>Como ainda não tinha tido contato com a professora que a substituiu, ela fez algumas revisões com os alunos de acordo com os conteúdos que tinham sido preenchidos no diário digital da escola. </p><p><br></p><p>A revisão foi sobre os conteúdos "Sujeito e predicado" que estariam nas provas a serem aplicadas pela professora. </p><p><br></p><p>Como forma de avaliar o desenvolvimento e as dificuldades apresentadas pelos alunos, em comparação ao primeiro bimestre que ela esteve com eles antes do afastamento, a professora trouxe uma atividade impressa por ela para analisar a leitura, escrita e interpretação de texto dos alunos. </p>]]></description>
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         <pubDate>2025-01-30 18:16:23 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>5º DIA - OBSERVAÇÃO (17/12/2024)</title>
         <author>jps26</author>
         <link>https://padlet.com/jps26/207ndesro9md6hmf/wish/3310276608</link>
         <description><![CDATA[<p>Neste dia,  a professora fez a recuperação com os alunos das três turmas que ficaram com notas pendentes para aplicar uma atividade que somaria como pontos para a aprovação desses alunos no ano letivo 2024. </p><p><br></p><p>Para conseguir dar a oportunidade aos estudantes que não conseguiram ser aprovados de primeira, a professora reaplicou uma atividade, com texto, levada por ela no primeiro bimestre para que os alunos refizessem a atividade, sem consulta, para substituir a recuperação. </p><p><br></p><p>Apesar de todas as etapas criadas pela professora (atividades, revisão, prova e a recuperação), muitos alunos não mostraram interesse pela última oportunidade de ser aprovado. </p><p><br></p><p>A escola estava bem bem vazia, em relação a quantidade real de alunos, e havia muito barulho e batedeira. Durante as provas, alguns alunos das outras turmas jogavam cadeiras sala afora, chutavam mochilas e gritavam. Achávamos que estava acontecendo alguma briga, mas era apenas a energia deles. </p>]]></description>
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         <pubDate>2025-01-30 19:28:47 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>6º DIA - OBSERVAÇÃO (19/12/2024)</title>
         <author>jps26</author>
         <link>https://padlet.com/jps26/207ndesro9md6hmf/wish/3310320310</link>
         <description><![CDATA[<p>Mais um dia de recuperação com aqueles alunos que não compareceram o dia anterior e, por incrível que pareça, apenas uma de seis alunos foi fazer a prova. A jovem tinha muitas dificuldades na leitura, a professora precisou ler a prova para que ela respondesse as questões. </p><p><br/></p><p>A justificativa dos outros alunos não terem comparecido foi a de que a escola estaria realizando os jovens interclasse no mesmo dia, na quadra de outra escola, justamente no mesmo horário da aplicação da atividade . </p><p><br/></p><p>Devido a barulheira que estava acontecendo na escola, a professora fez um comentário bem esclarecedor e que é um discurso que desperta muitos professores em formação: "Final de ano é só ficar procurando aluno para fazer a prova", visto que muitos não procuram nem saber se foram aprovados. Outro comentário foi o de que "os maus modos não se resolvem na escola porque eles já vivenciam isso em casa". </p><p><br/></p><p>Neste dia, descobrimos algumas coisas que não sabíamos (digo por mim): para que o aluno seja reprovado é necessário que "fique" em quatro disciplinas (de maior carga horária). Entretanto, muitas vezes, durante os conselhos de classe, a gestão pede para que os professores aprovem os alunos, mesmo sem nota, e para não ficar tão explícito que o aluno irá ser aprovado sem nota, os professores precisam criar atividades e implorar para os alunos responderem. </p>]]></description>
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         <pubDate>2025-01-30 20:09:58 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title> &quot;O PIBID COMO POLÍTICA PÚBLICA DE INICIAÇÃO À DOCÊNCIA: UM OLHAR PARA OS PROCESSOS FORMATIVOS NA ESCRITA NARRATIVA&quot;. </title>
         <author>jps26</author>
         <link>https://padlet.com/jps26/207ndesro9md6hmf/wish/3310445473</link>
         <description><![CDATA[<p>O texto em discussão relata sobre as vivências no PIBID e suas contribuições para a formação inicial docente. Para isso, foram selecionadas narrativas que analisam o encontro de uma estudante de pedagogia  no cotidiano escolar, com o objetivo de compreender as situações vividas no PIBID através da escrita de suas narrativas - que embora seja autoral, reflete a realidade de muitos bolsistas. Durante a leitura, foi percebido a capacidade do PIBID em promover constante relações entre os atores do fazer educativo. </p><p><br></p><p>O texto traz alguns pontos que podem ser destacados por representarem a relação atual da formação de professores. Visto que as transformações econômicas, política e sociais - trazendo para o âmbito neoliberal - tem precarizado a formação inicial de docente. </p><p><br></p><p>O PIBID é política que estimula as possibilidades de trabalhar e promover uma educação que humaniza e emancipa. Através dele, podemos compreender que a formação do alunado também é uma formação social. </p><p><br></p><p>Apesar das importantes contribuições do Programa, tanto pra o alunado quanto para a formação de professores, os mecanismos de controle da educação vem impondo  fardos em forma de controle burocrático do trabalho pedagógico o que desestimula e sobrecarrega o trabalhar do docente.</p><p><br></p><p>Através do contato com o chão da escola, o Programa Institucional de Bolsa de Iniciação à Docência - PIBID - possibilita a relação entre professores supervisores e professores em formação para um aprendizado mútuo e na construção de identidade dos PIBIDianos. A ideia é que, de fato, a formação seja não um produto e sim um processo. </p>]]></description>
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         <pubDate>2025-01-30 22:54:20 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>7 º DIA - REUNIÃO DE RESPOSIÇÃO DO DIA 10/01 (15/01/2025)</title>
         <author>jps26</author>
         <link>https://padlet.com/jps26/207ndesro9md6hmf/wish/3310453965</link>
         <description><![CDATA[<p>Nesta reunião, falamos sobre a importância da formação continuada em todos os aspectos da profissão, tanto no saber pedagógico quanto no saber social. </p><p><br/></p><p>Nós fizemos uma revisão do que havíamos lido e discutido durante o mês para nos familiarizarmos com toda a discussão atual. Entretanto, o foco principal foi a leitura da semana (postada no padlet anterior) sobre os principais pontos relevantes do texto. </p><p><br/></p><p>Discutimos sobre a lei de proibição no uso de celulares dentro da escola e como isso acaba influenciando o aprendizado do aluno, a metodologia do professor e as medidas que a gestão irá tomar para a efetivação da lei. </p><p><br/></p><p>Estes foram alguns dos pontos que abordamos durante a reunião. </p>]]></description>
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         <pubDate>2025-01-30 23:10:36 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/jps26/207ndesro9md6hmf/wish/3310453965</guid>
      </item>
      <item>
         <title>&quot;O PIBID COMO “TERCEIRO ESPAÇO” DE FORMAÇÃO INICIAL DE PROFESSORES&quot;</title>
         <author>jps26</author>
         <link>https://padlet.com/jps26/207ndesro9md6hmf/wish/3310459009</link>
         <description><![CDATA[<p>O objetivo principal deste texto é o de analisar o PIBID como um espaçotempo - Terceiro espaço - para a formação docente. Para isso, serão analisadas narrativas de licenciados sobre o Programa Institucional de Bolsa de Iniciação à docência. </p><p><br/></p><p>Devido a isso, o PIBID aparece como um terceiro espaço quando temos as disciplinas pedagógicas no primeiro espaço, o Estágio supervisionado em segundo e o PIBID em terceiro.</p><p><br/></p><p>Segundo o texto, a modernidade trouxe um conceito maniqueísta para a sociedade binarizando tudo o que vemos e cremos, incluindo a própria formação de professores. </p><p><br/></p><p>A ideia de que existe um abismo entre a prática/teoria, escola/universidade, formação/trabalhado,  não é bem aceita pelo autor do livro, pois torna a formação de professores fragilizada ao romper processos que deveriam ser complementares e não autônomos. E para isso veio o PIBID, para auxiliar nessa articulação entre teoria/prática etc. </p><p><br/></p><p> <mark>[...] os licenciandos devem compartilhada experiência que os professores já construíram em sua trajetória profissional e, ao mesmo tempo, colaborar com o processo de ensino e de aprendizagem desenvolvidos na escola pública, a partir dos conhecimentos trabalhados nos cursos de licenciatura (GOMES; FELÍCIO, 2012). </mark></p><p><br/></p><p><br/></p><p><br/></p>]]></description>
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         <pubDate>2025-01-30 23:19:18 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>&quot;POLÍTICAS EDUCACIONAIS NO BRASIL: DESFIGURAMENTO DA ESCOLA E DO CONHECIMENTO ESCOLAR&quot;</title>
         <author>jps26</author>
         <link>https://padlet.com/jps26/207ndesro9md6hmf/wish/3310487173</link>
         <description><![CDATA[<p><mark>"Para que serve a escola?"</mark></p><p><br/></p><p>Libânio responde essa pergunta a fim de mostrar o quão ideológica e não neutra ela é. Por muito tempo, o programa de ensino da educação brasileira vem sendo planejado semelhante à outros modelos de educação que não correspondem a nossa realidade. </p><p><br/></p><p>A ideia de todo um modelo educacional ser montado através de sujeitos que não vivencia(ra)m o chão da escola é desanimador. Visto isso, compreende-se que o objetivo de todos esses programas que envolvem as nossas escolas foi e é intencional. Segundo o autor, a finalidade é exatamente a de descaracterização da escola. </p><p><br/></p><p>O sistema brasileiro de ensino nunca foi criado para a criação intelectual e cultural ou para o avanço social em geral e sim para a ideia de extermínio da extrema pobreza com a criação de mão de obra capacitada. </p><p><br/></p><p>A ideia de aplicar um modelo de ensino funcional de outro país em um socioeconomicamente diferente é uma espada de dois gumes, principalmente quando se recebe "investimentos" de órgãos internacionais com a ideia de contribuir com o crescimento de países em desenvolvimento, como é o caso do Brasil. </p><p><br/></p><p>Não se pode negar que ao recebermos fomentos à educação o país passa a progredir de alguma forma, entretanto, a que custo isso acontece? a de estarmos na posição de colônia, um país explorado diferente, uma espécie de colônia modernizada, mas que continua no lugar de subjugação. </p><p><br/></p><p><br/></p>]]></description>
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         <pubDate>2025-01-31 00:04:02 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/jps26/207ndesro9md6hmf/wish/3310487173</guid>
      </item>
      <item>
         <title>&quot;POLÍTICAS EDUCACIONAIS NEOLIBERAIS E ESCOLA PÚBLICA: UMA QUALIDADE RESTRITA DE EDUCAÇÃO ESCOLAR&quot;</title>
         <author>jps26</author>
         <link>https://padlet.com/jps26/207ndesro9md6hmf/wish/3311410073</link>
         <description><![CDATA[<p><strong>CAPÍTULO 2</strong></p><p><br></p><p>Neste<strong> </strong>capítulo, temos a contribuição de Libâneo e Freitas que debatem sobre a criação de políticas públicas autorais em favor da Escola e de seus reais objetivos. Os autores reconhecem a contribuição de alguns programas de ensino estrangeiros - através da globalização que não deveria ser vista com tão bons olhos assim -, mas deixam claro de que esse não deve ser o propósito em questão, visto que temos necessidades e exigências próprias que precisam ser reconhecidas.</p><p><br></p><p>Libâneo e Freitas evidenciam a importância da presença de pesquisadores da educação durante a criação de políticas públicas relacionadas a educação, pois são eles que vivenciam o chão da escolas e conhecem a sua necessidade, visto o grande número de indivíduos que criam e recriam leis educacionais sem ao menos conhecer sobre o que estão escrevendo e tornam a educação um verdadeiro comércio neoliberal. </p><p><br></p><p>Ainda sobre a ideia de uma educação neoliberal, os autores discorrem sobre a ideia de comércio e de resultados impostos por alguns governantes que criam as burocracias escolares, a ideia de colocar todos os atores da educação numa mesma bolha sem considerar suas individualidades é não compreender a educação. A ideia de uma educação voltada para o produzir e reproduzir não abre espaço para uma mais humanizadora e social, capaz de tornar os indivíduos críticos e capazes de se posicionar intelectualmente. </p><p><br></p><p>É importante ressaltar a grande estagnação que a Escola está desde muitos anos, a ideia de que a instituição que é formadora encara os indivíduos e a sociedade atual os mesmo de  anos atrás é preocupante já que a escola de outrora nunca esteve à disposição de todas e, em pleno século XXI, com a supor democratização do ensino, ainda não está. </p><p><br></p><p><strong>CAPÍTULO 9</strong></p><p><br></p><p>Neste capítulo, temos a historização, feita por Libâneo e Freiras, sobre os investimentos vindos do Banco Mundial - este tem função em ajudar países em situação de extrema pobreza a se reerguer - para a educação brasileira. </p><p><br></p><p>O investimento vindo do Banco Mundial e de outros órgãos nacionais, a princípio,  vinham de formal parcial apenas para o ensino técnico, entretanto, ao decorrer dos anos, parte desse investimento passou para o nível mais básico do ensino fundamental. Isso refletia numa formação docente "express", sem muita teoria ou reflexão. As universidades eram inalcançadas pelos pobres, apenas às camadas elitizadas da sociedade. </p><p><br></p><p>Na década de 90, o atual presidente do Brasil Fernando Henrique Cardoso (FHC) direciona a culpa do fracasso escolar aos professores - embora ele mesmo não tenha investido na formação docente -,  e simultaneamente discursava sobre a importância da  educação para a o desenvolvimento do Brasil e do mundo.  </p><p><br></p><p>Nesse mesmo período, os professores e pesquisadores da educação se posicionaram frente à luta por uma escola racionalizada que enxergar as necessidade de seus alunos e docentes, a fim de destacar a importância de uma formação de professores efetiva que compreende as diferenças e visões de mundo distintas. </p><p><br></p><p><strong>CAPÍTULO 10</strong></p><p><br></p><p>Os autores Libâneo e Freitas introduzem o capítulo sobre as noções de humanidade exigidas pela natureza sobre o que nos torna humanos. Eles explicitam uma fala de Karl Marx onde ele fala que diferença entre humanos e animais está no fator consciente de aprendizagem, enquanto os animais agem pelos seus extintos naturais. </p><p><br></p><p>Os primeiros seres humanos deixaram de ser nômades e passaram a se agrupar criando uma sociedade e para conseguirem sobreviver, criaram regras e leis - como acordos de paz - para manutenção da vida. Com o estabelecimento de uma sociedade e com produção de recursos, houve a criação  do comércio/trabalho que é considerado uma das primeiras invenções humana junto com a consciência social. </p><p><br></p><p>Segundo os autores, a consciência, assim como o Homem, é mutável e mantém uma relação direta com a linguagem que dentro na sociedade é responsável por criar regras para a manutenção da vida. </p><p><br></p><p><br></p>]]></description>
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         <pubDate>2025-01-31 17:12:07 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/jps26/207ndesro9md6hmf/wish/3311410073</guid>
      </item>
      <item>
         <title>QUESTIONAMENTOS E REFLEXÕES SOBRE AS ÚLTIMS LEITURAS </title>
         <author>jps26</author>
         <link>https://padlet.com/jps26/207ndesro9md6hmf/wish/3311572037</link>
         <description><![CDATA[<p>a) Descreva ou exemplifique como você acredita que será essa nova escola daqui a uns 20/30 anos;</p><p><br/></p><p><mark>Se esquecermos que a escola é a única instituição que desde sua efetivação até o momento não sofreu grandes modificações, a escola do futuro terá que saber lidar com os vários tipos de tecnologias digitais que estão surgindo tanto  no que diz respeito ao ensino quanto a aprendizagem. Será necessário compreender que as crianças que estão nascendo já estão incluídas em uma geração totalmente diferente da anterior, consequentemente, a mudança na forma de ver o ensino será necessária. A entender que o que diferencia os currículos e teorias consistia, e consistirá, na forma que se encara a formação dos alunos é uma das formas mais intuitivas que temos, visto que a sociedade muda de acordo com as visões de mundo dos sujeitos e que estes estão em constante mudança. O fazer professor deverá ser mais líquido do que o atual. </mark></p><p><br/></p><p><mark>Outro ponto que podemos entrar é no fato de como se darão as aulas, visto que o surgimento da Inteligência artificial, da realidade aumentada e das relações interconexão entre pessoas está cada dia mais presente, a escola de futuro utilizará o dinamismo das metodologias e dos materiais didáticos, voltados ao ensino, para fazer dos alunos sujeitos altamente letrados, críticos e ágeis (pois é isso que a tecnologia quer fazer)</mark>.</p><p><br/></p><p><mark>Um ponto negativo que precisa ser analisado é a saúde mental desses alunos da escola do futuro - quando falo alunos, me refiro a todos aqueles que ainda estão ou não fazendo parte da educação básica -, visto que alguns distúrbios e transtornos tiveram grande evolução devido ao sedentarismo e ansiedades vindas das "colaboração" - ou podemos dizer: uso inadequado - das tecnologia digital. </mark></p><p><br/></p><p>b) Comparando a minha formação (2005-2009) com a que vocês estão cursando atualmente, o que mudou na licenciatura em Letras nesses últimos 10 anos?</p><p><br/></p><p><mark>Para responder essa pergunta é necessário refletir sobre quem eram os atores da educação e qual o objetivo da escola, ou melhor dizendo, com qual objetivo a escola estava formando aquele aluno. Isso nos faz refletir sobre como os cursos de graduação são criados. </mark></p><p><br/></p><p><mark>Atualmente, vemos a exigência da BNCC e das Diretrizes e bases em criar habilidades e competências que o professor deve promover durante as aulas para que os alunos consigam desempenhá-las no seu dia a dia. A ideia de fazer do professor um eterno aprendiz do saber está presente durante a sua formação inicial - o nome já diz - aproximando-o da posição do aluno, mostrando que não há espaço para distanciamento entre eles, aparece sempre nas disciplinas pedagógicas.</mark></p><p><br/></p><p><mark>Mais do que antes, vemos a presença de inúmeras disciplinas pedagógicas nos cursos de licenciaturas em Letras, elas despertam em nós o nosso lado mais humano, altruísta e criativo que temos. </mark></p><p><br/></p><p><mark>Mesmo não aparecendo como deveria, as  matérias de cunho social vem ganhando espaço nos cursos de licenciatura, a visão da formação social é uma das alterações que aconteceram em alguns anos. </mark></p><p><br/></p><p><mark>Os cursos de graduação em Letras exige que o professor seja questionador e crítico - por isso também deve fazer seus alunos serem - capazes de respeitar a diversidade e promover a inclusão. Umas das maiores tarefas que o a universidade nos ensina é o de se reinventar em termos de conhecimento e metodologia e humanidade. </mark></p><p><br/></p><p>c) Como aliar o uso eficiente das redes sociais que os jovens de hoje fazem com os conhecimentos que precisam de ser absorvidos na sala de aula? Um exemplo bem próximo de nós: uma aluna do 7° ano demonstra muita dificuldade em compreensão e não responde a questões de interpretação, só copia trechos do texto, mas usa bastante as redes sociais e se desenrola bem, como fazer essa aluna evoluir em compreensão usando as redes sociais como aliadas?</p><p><br/></p><p><mark>Para alcançar alunos que estejam nessa posição, é necessários entender que existem vários tipos de gêneros textuais e orais que podem ser utilizados nas aulas que sejam mais acessíveis a ela. A utilização das redes sociais e de alguns outros gêneros que são compartilhados nela pode contribuir. É importante tentar a ideia do audiovisual e as discussões orais durante a aula. </mark></p>]]></description>
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         <pubDate>2025-01-31 20:02:41 UTC</pubDate>
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         <title>&quot;SABERES DOCENTES E A FORMAÇÃO PROFISSIONAL&quot;</title>
         <author>jps26</author>
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         <pubDate>2025-01-31 20:15:43 UTC</pubDate>
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