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      <title>Mural da Ecologia Aplicada by RAFAEL DUDEQUE ZENNI</title>
      <link>https://padlet.com/rafaelzenni/1zv2fuw46jnxccj5</link>
      <description>Mural da Ciência sendo realizada no Programa de Pós-Graduação em Ecologia Aplicada da Universidade Federal de Lavras. Explore nosso mural para conhecer tudo que rola no PPG</description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2022-08-12 13:15:57 UTC</pubDate>
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         <title>Projeto Sinergias: como as cidades moldam e são moldadas pela biodiversidade</title>
         <author>rafaelzenni</author>
         <link>https://padlet.com/rafaelzenni/1zv2fuw46jnxccj5/wish/2259850427</link>
         <description><![CDATA[<div>Estudamos a ecologia nas cidades pensando em como melhorar as cidades para a biodiversidade e o balanço neutro de carbono. Estudamos a produção primária, traços funcionais de fauna e flora e interações solo-planta e animal-planta.</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-08-12 14:06:18 UTC</pubDate>
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         <title>Projeto Pequenos Elementos da Paisagem: como produzir e ainda conservar em propriedades rurais</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/rafaelzenni/1zv2fuw46jnxccj5/wish/2261286974</link>
         <description><![CDATA[<div>As propriedades rurais retêm muitos elementos da biodiversidade local. Assim, pensar em conservação nesse contexto é fundamental. Estamos estudando, em nosso grupo, como linhas de árvores nativas em cercas e valos de divisa, árvores isoladas em áreas de produção e pequenos remanescentes de floresta (chamados aqui de Pequenos Elementos da Paisagem, PEPs) contribuem para a conservação e para os serviços ambientais nas propriedade. Para fazer isso além de estudar os PEPs, sua dinâmica e seu papel ecológico, também estamos trabalhando com os produtores rurais e os órgãos de extensão buscando a sua cooperação nessa empreitada.</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-08-15 14:46:06 UTC</pubDate>
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         <title>Como as plantas se preparam para um ataque futuro?</title>
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         <description><![CDATA[<div>Você já parou para pensar que se pudesse "prever" ou se alertar antes que algo acontecesse, provavelmente você estaria mais preparado para enfrentar o que esta por vir? Pois bem, se a resposta foi sim, você não é o único que vê vantagem neste mecanismo. Existem estudos que comprovam que algumas plantas conseguem perceber um ataque herbívoro ou de patógeno antes mesmo que este ataque ocorra. Normalmente as plantas percebem este ataque prévio por meio de compostos orgânicos voláteis liberados no ambiente e a partir desta incrível percepção as plantas iniciam um processo de defesa para que quando o herbívoro ou patógeno chegar, ela estará mais preparada para combater o atacante.<br>Pensando nisto, juntamente com o grupo do Laboratório de Ecologia Química das Interações Inseto planta sob a orientação da professora Maria Fernanda G.V Peñaflor, criamos meu projeto de tese em que trabalhamos com a cultura do café e sua principal praga, o bicho-mineiro-do-café. Queremos entender se a planta do café consegue perceber o feromônio desta praga como um sinal de alerta para um futuro dano! A liberação de feromônio pela fêmea antecede a copula que por sua vez é indicativa de futura oviposição e dano na folha de café. Não seria incrível se a planta de café pudesse perceber o feromônio de sua principal praga e armar uma defesa antes do ataque? Nós também achamos isso incrível e por isto nos esforçamos para estudar este mecanismo de alerta nas plantas que é chamado de "defesa priming" na literatura cientifica!&nbsp;<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2022-08-15 15:33:00 UTC</pubDate>
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         <title>Ecologia nas cidades</title>
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         <description><![CDATA[<div>Olá! Meu nome é Wanda, sou mestranda no PPG Ecologia Aplicada da UFLA. Em minha pesquisa busco entender como a paisagem urbana direciona aspectos da comunidade, tais como: características funcionais e interações, tendo como modelo de estudos plantas de calçadas e lotes vagos, que muitas vezes passam desapercebidas.</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-08-15 16:17:26 UTC</pubDate>
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         <title>Estamos todos conectados em redes</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>Estamos todos conectados mesmo que indiretamente. Conexões pessoais, trabalho, redes sociais e claro os sistemas naturais e suas espécies. Com uma abordagem interdisciplinar podemos acessar informações relevantes na mitigação dos efeitos negativos, antrópicos ou naturais, sobre as comunidades e ecossistemas. As pesquisas desenvolvidas pelo Prof. Lucas Del Bianco Faria, do Departamento de Ecologia e Conservação, busca entender estes efeitos em diferentes redes de interação, mutualismo e antagonismo, através de pesquisas teóricas e aplicadas.</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-08-15 17:23:22 UTC</pubDate>
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         <title>Plantas e Cavernas: Como as comunidades vegetais se estruturam nestes ambientes restritivos?</title>
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         <link>https://padlet.com/rafaelzenni/1zv2fuw46jnxccj5/wish/2261518439</link>
         <description><![CDATA[<div>Meu nome é Rafael Cardoso e sou doutorando pelo PPG Ecologia Aplicada da UFLA.&nbsp;<br>Cavernas são ambientes que apresentam diversos filtros ambientais que limitam a ocorrência de organismos fotossintetizantes. Dentre estes, a luminosidade que decresce a medida que se adentra ao ambiente subterrâneo é o que mais chama atenção. No entanto diversos outros fatores físicos e biológicos podem estar estruturando as comunidades vegetais concomitantemente.&nbsp;<br>Minha pesquisa busca compreender como e quais fatores estão relacionados com a ocorrência dos diferentes grupos vegetais nestes ambientes, além de entender as características das comunidades que habitam o meio cavernícola e o quanto o meio externo pode ser importante para as 'plantas subterrâneas'.</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-08-15 19:25:46 UTC</pubDate>
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         <title>Definição de área de influência em cavernas: os mesmos métodos são aplicáveis em diferentes litologias?</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>Meu nome é Gabrielle, no meu projeto de doutorado estamos investigando como a fauna de invertebrados das regiões internas das cavernas está relacionada com a fauna da região externa. Além disso, buscamos saber como essa relação de diferencia ou se assemelha em cavernas inseridas em três diferentes tipos de rochas. Os resultados desse projeto auxiliarão na tomada de decisão e possível modificação das leis que regem a proteção de cavernas e suas área de influência no Brasil.</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-08-15 19:57:27 UTC</pubDate>
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         <title>O que você sabe sobre plantas em áreas urbanas?</title>
         <author>carollacerdadematos</author>
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         <description><![CDATA[<div>Será que rola fazer ciência em calçadas, lotes vagos e praças? Pois é... Rola demais! Eu, por exemplo, estudo as diferenças entre as características de plantas nativas e não-nativas (como altura e comprimento foliar) ao longo de um gradiente urbano! Ah, antes que eu me esqueça, me chamo Ana Carolina e faço doutorado no Programa de Ecologia Aplicada da Universidade Federal de Lavras. Se você quiser trocar uma ideia comigo, essas são minhas redes sociais:<br>Twitter - @anacarol_lm<br>Instagram - @lacerdam_carol</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-08-16 17:29:27 UTC</pubDate>
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         <title>Otólitos: lembranças de águas passadas</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>Meu nome é Pedro Uzeda, e sou mestrando pelo PPG-ECO da UFLA. No meu projeto de dissertação utilizo otólitos como ferramenta de avaliação de contaminação de ambientes aquáticos e do ciclo de vida de peixes. Otólitos (Fig. 1A) são ossículos encontrados em peixes ósseos, e assim como caules de árvores, apresentam a formação de anéis de crescimento ao longo da vida dos indivíduos (Fig. 1B). De acordo com o desenvolvimento de um peixe, diversos elementos químicos presentes no ambiente são incorporados ao anel de crescimento mais recente. Devido às variações ambientais, como o regime hídrico, cada anel irá apresentar concentrações diferentes de um mesmo elemento químico, sendo possível recriar um histórico do ambiente durante a vida desse peixe (Fig. 1C). Com isso, otólitos podem ser utilizados para a determinação de parâmetros do ciclo de vida de peixes, tal como a ocupação de diferentes ambientes (mares, rios, lagoas) e mapeamento de padrões migratórios; assim como análises de contaminação de corpos hídricos. Minha dissertação busca avaliar como os parâmetros citados foram afetados no rio Paraopeba, após o rompimento da barragem de rejeitos minerários&nbsp;no município de Brumadinho-MG.</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-08-16 18:23:21 UTC</pubDate>
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         <title>Como poluentes afetam a comunidade de peixes do rio Doce?</title>
         <author>patriciafraguas1</author>
         <link>https://padlet.com/rafaelzenni/1zv2fuw46jnxccj5/wish/2262548335</link>
         <description><![CDATA[<div>Esgoto doméstico, resíduos industriais, desmatamento, assoreamento... tudo isso já afeta a bacia do rio Doce há bastante tempo. Em 2015, com o rompimento da barragem em Mariana-MG, outro poluente passou a afetar a bacia do rio Doce: os rejeitos de mineração. Todos estes impactos podem afetar não só as espécies que ocorrem no rio, como também alterar a disponibilidade de itens que os peixes comem.&nbsp;<br><br>No nosso projeto, avaliamos quais os tipos de alimentos são mais importantes para os peixes em diversos pontos ao longo da bacia; e como a exposição aos diferentes poluentes pode alterar os tipos de alimentos disponíveis nestas regiões.</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-08-16 18:53:20 UTC</pubDate>
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         <title>O que afeta a fauna cavernícola?</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/rafaelzenni/1zv2fuw46jnxccj5/wish/2262554805</link>
         <description><![CDATA[<div>Meu nome é Alícia, sou estudante de mestrado no PPG-ECO, na UFLA. No meu projeto tentamos entender quais fatores afetam a fauna cavernícola, tais como: temperatura, umidade, distância da entrada, diversidade de substrato, etc. Além disso, também queremos saber se a fauna das cavernas são semelhantes ou diferentes entre si. </div>]]></description>
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         <pubDate>2022-08-16 19:01:38 UTC</pubDate>
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         <title>Para compreender o processo de regeneração natural das florestas, precisamos estudar as pequeninas!!</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/rafaelzenni/1zv2fuw46jnxccj5/wish/2262555744</link>
         <description><![CDATA[<div>Sou a Suely, doutoranda em Ecologia Aplicada PPG-ECO. Em meu projeto vou trabalhar com as variávies ambientais que afetam o crescimento, desenvolvimento e dinâmica do estrato regenerante nos PEPs, principalmente, nos valos de divisa. Para isso, vamos medir altura e diâmetro das pequeninas. Identificá-las,&nbsp; coletar solo para testar a umidade da área. E para verificar a entrada de luz nas subparcelas, vamos tirar fotos hemisféricas. Será uma jornada incrível!!!!</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-08-16 19:02:52 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Efeitos da urbanização na comunidade de abelhas nativas</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/rafaelzenni/1zv2fuw46jnxccj5/wish/2262689931</link>
         <description><![CDATA[<div>Você sabia que as cidades podem abrigar inúmeras espécies de abelhas? Meu nome é Karla e na minha pesquisa de doutorado estou investigando os efeitos da urbanização na diversidade e composição da comunidade de abelhas em cidades de médio porte. Meu objetivo é avaliar como a comunidade de abelhas é afetada por um gradiente de urbanização e pela configuração das áreas verdes dentro das cidades. Esse projeto é financiado pelo Funbio (Fundo Brasileiro para a Biodiversidade), e você pode encontrar mais informações nesse link: https://www.funbio.org.br/wp-content/uploads/2020/05/Karla-Palmieri-Projeto-de-Pesquisa-1.pdf</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-08-16 22:56:34 UTC</pubDate>
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         <title>Formigas no sudoeste da Amazônia brasileira </title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>Me chamo Marília, sou paraibana, porém tenho um amor especial pelo Acre! Como toda boa libriana que se preze, não consigo decidir se gosto mais de rubacão ou de tacacá.&nbsp;<br>Sou formada em Ecologia pela Universidade Federal da Paraíba e fiz meu mestrado em Ecologia na Universidade Federal do Acre. <br>.<br>No doutorado, estou desenvolvendo um projeto que tem como objetivo investigar os fatores direcionadores da diversidade e distribuição de espécies de formigas para a região do sudoeste da Amazônia brasileira (Acre), além de analisar a resposta de grupos com diferentes afinidades de habitat responderiam aos cenários de mudança climática e o impacto disto para a redistribuição da fauna de formigas na região. Ademais, estou buscando auxiliar na divulgação científica, proporcionando conhecimento sobre a fauna de formigas brasileiras, no objetivo de desmistificar o papel negativo associado a elas.<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2022-08-18 23:13:45 UTC</pubDate>
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         <title>Papel das formigas nas funções ecológicas: o que sabemos até agora?</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/rafaelzenni/1zv2fuw46jnxccj5/wish/2265496821</link>
         <description><![CDATA[<div>Me chamo Luane Fontenele, sou acreana, bióloga e doutoranda do PPGECOA. Na minha pesquisa, busco entender qual o papel das formigas nas funções ecológicas em escala global. Além disso, pretendo dedicar uma parte da tese para classificar a fauna de formigas dispersoras de sementes, também em escala global, de acordo com a afinidade de habitat. Isso nos dará informações cruciais para desvendar como as formigas atuam em funções ecológicas e são influenciadas por características do habitat.</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-08-19 13:49:57 UTC</pubDate>
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         <title>Morfologia e ambiente: como o corpo dos crustáceos responde às diferenças ambientais?</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/rafaelzenni/1zv2fuw46jnxccj5/wish/2265540301</link>
         <description><![CDATA[<div>Oi! Meu nome é Ludmila e eu trabalho com crustáceos. Minha pesquisa quer entender as relações entre a morfologia de crustáceos de água doce e as condições ambientais onde eles se encontram. Para isso, eu analiso diversas estruturas morfológicas de animais que ocorrem nos mais variados tipos de ambientes aquáticos, incluindo aqueles de dentro de cavernas! Meu trabalho por aqui tem de tudo um pouco: coletas em campo, avaliação de material em lupa e microscópio, sequenciamento de DNA, além, claro, da parte no computador. Ah! Também trabalho com descrição de novas espécies, o que inclui preparar lâminas dos animais, fotografar e desenhar estruturas, e avaliar o que eles têm de único e especial. Estou quase no finalzinho do doutorado, e mal posso esperar para ver os resultados finais desse trabalho!</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-08-19 14:36:25 UTC</pubDate>
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         <title>Conhecer para conservar: as nascentes do Ipanema</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/rafaelzenni/1zv2fuw46jnxccj5/wish/2265671099</link>
         <description><![CDATA[<div>Meu nome é Alice, sou doutoranda do PPG em Ecologia Aplicada da UFLA e desenvolvo minha pesquisa em nascentes, com o objetivo de avaliar como áreas de floresta nativa, pastagem, eucalipto e áreas urbanas, afetam a fauna de macroivertebrados bentônicos e qual o grau de impacto que cada nascente está submetida. O nome, à princípio, pode parecer estranho, mas muitos macroinvetebrados bentônicos são bastante conhecidos, pelo menos a sua fase adulta, como as libélulas e algumas espécies de besouros. São na maioria insetos aquáticos que, em sua fase de larva, vivem enterrados “na lama” de ambientes aquáticos como nascentes. Por possuírem diferentes níveis de tolerância à poluição, são úteis na identificação do grau de conservação dos ambientes aquáticos. Água é vida! Conservar nascentes é promover vida, saúde ambiental e humana!<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2022-08-19 16:49:02 UTC</pubDate>
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         <title>Analisando selfies na Mata Atlântica no sudeste  de Minas Gerais.</title>
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         <description><![CDATA[<div>&nbsp; &nbsp; &nbsp;Para entender como as variedades das comunidades de mamíferos brasileiros mudam ao longo do tempo em resposta às diferentes características do habitat, precisamos usar técnicas que não alterem o comportamento dos animais, como armadilhas fotográficas. A técnica consiste na instalação de câmeras com sensores de movimento que são ativados quando o animal se aproxima, momento em que a câmera começa a fazer fotos ou vídeos conforme programado. Desta forma obtemos as selfies mais originais de espécies comuns, raras ou muito difíceis de observar, com o objetivo de fornecer decisões para a conservação das áreas em que habitam.</div><div><br></div><div>&nbsp; &nbsp; &nbsp;Durante meus estudos de doutorado e como membro do Laboratório de Ecologia e Conservação de Mamíferos, através da análise de mais de 20.000 fotografias, identificamos no sudeste de Minas Gerais 32 espécies de mamíferos, quantificamos sua abundância e as áreas que ocupam, entre vários outros aspectos, que incluem o efeito da fragmentação e perda de habitat nos mamíferos no nível da paisagem na Mata Atlântica. Cinco espécies foram consideradas vulneráveis, ameaçadas quanto criticamente ameaçadas em Minas Gerais, incluindo o primeiro registro da espécie <em>Speothos venaticus,</em> conhecida como Cachorro vinagre no sul de Minas. Se você quiser saber mais, pode entrar em contato pelo e-mail.</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-08-22 18:31:31 UTC</pubDate>
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         <title>Piracema: Investigando um espetáculo da natureza  </title>
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         <description><![CDATA[<div>Meu nome é Alexandre Peressin, doutor pelo PPGECO em 2022. No meu doutorado, inserimos transmissores em 2 espécies de peixes migradoras do gênero <em>Prochilodus</em> (Curimbas) no rio São Francisco para estudar a migração reprodutiva desses peixes, conhecida como Piracema. Apesar de ser um fenômeno muito conhecido, ela é também misteriosa e nós descobrimos que nem todos os peixes adultos fazem a piracema todo ano. Na verdade, geralmente apenas metade o faz. Estes peixes podem passar o ano em qualquer ponto do rio, mas se reproduzem apenas em trechos superiores onde os rios são menores. Isso significa que a população de toda a bacia é mantida por poucos pontos de desova situados em rios considerados pequenos. Significa também que os deslocamentos migratórios podem variar de poucos até centenas de quilômetros. Cada peixe adulto tem um local de desova fixo e um local de alimentação também fixo para onde eles sempre voltam, fenômeno conhecido no mundo como <em>homming</em>. Embora possam viver em todos os pontos do rio, aqueles que moram mais longe dos pontos de desova são maiores devido à maior disponibilidade alimento, o que justifica a migração. Uma vez que o sinal utilizado para iniciarem sua migração é a subida de nível do rio no início da temporada de chuvas, a vida desses peixes é altamente ligada ao clima regional. Assim, o desafio agora é monitorar possíveis respostas a mudanças climáticas globais.<br><br></div><div>&nbsp;<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2022-08-23 17:47:05 UTC</pubDate>
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         <title>CRUSTÁCEOS LÍMNICOS</title>
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         <description><![CDATA[<div>Devido a inúmeras pressões antrópicas que os cursos d’água vem sofrendo, e do contínuo e desenfreado uso destes recursos para a sobrevivência humana, medidas de conservação são necessárias. Neste sentido, buscamos reduzir a carência no conhecimento da diversidade realizando trabalhos que estudem os ecossistemas dulcícolas, principalmente os que ocorrem em latitudes tropicais. Além disso, buscamos temas que abordem a ecologia, biologia, taxonomia e outros aspectos dos invertebrados aquáticos de água doce com o objetivo de contribuir com a conservação dos ecossistemas dulcícolas, bem como de toda sua biodiversidade.</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-08-23 18:56:00 UTC</pubDate>
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         <title>Pequenos crustáceos e sua história de vida</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>Oiê! Meu nome é Rayssa Karolina, sou doutoranda pela PPGECO! O meu trabalho envolve diversos aspectos dentro da história de vida e ecologia de populações de pequenos crustáceos de água-doce (como o da primeira foto). A minha pesquisa abrange desde a revisão literária de trabalhos já realizados sobre a ecologia populacional destes crustáceos até trabalhos mais “práticos” que envolvem o campo e o laboratório. Como eu faço a parte campo/laboratório? Realizando coletas em nascentes para acompanhar uma população ao longo de um período, e também trazer exemplares vivos para serem cultivados em laboratório. Pesquisando desta maneira, eu informações sobre diversos aspectos, como por exemplo: épocas de reprodução, proporção de organismos, crescimento, tamanho, maturidade sexual e etc. É como assistir a um filme, onde eu observo uma população vivendo ao longo de um tempo e se transformando e assim consigo conhecer sua história de vida e populacional. Além disso tudo, também irei descrever a espécie que estou cultivando!&nbsp;<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2022-08-23 19:33:12 UTC</pubDate>
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         <title>Eu sei o que você comeu no verão passado: utilizando isótopos estáveis para conhecer a alimentação dos peixes</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>Já parou para pensar que o esgoto que sai da sua residência pode retornar até o seu prato de comida? Infelizmente, essa é uma possibilidade não muito distante, uma vez que detectamos que algumas espécies de peixes se alimentam diretamente do esgoto em locais com muita poluição urbana. Saber disso só foi possível pois avaliamos a composição isotópica de carbono e nitrogênio dos peixes, a qual nos permite saber do que os peixes se alimentaram nos últimos meses e qual posição trófica ocupam. Meu nome é Débora, sou pós-doutoranda do PPG-Eco, e desde 2012 venho utilizando os isótopos para avaliar como as atividades antrópicas afetam a ecologia trófica dos peixes de diversas bacias brasileiras. Atualmente trabalho em projetos que avaliam como os rompimentos das barragens de minério (no rio Doce e no rio Paraopeba) e como a poluição urbana (na bacia do rio das Velhas) afetam as comunidades aquáticas. Esperamos, através dessas pesquisas, obter cada vez mais informações de como nossas atividades podem impactar os ambientes aquáticos, para assim, conseguirmos propor medidas efetivas de reparação!&nbsp;<br>@deboracarvalhobio<br>@labecopeixes_ufla</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-08-24 18:10:19 UTC</pubDate>
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         <title>Você é o que você come: como os isótopos estáveis auxiliam no entendimento de fluxo de energia nos ambientes.</title>
         <author>patriciafraguas1</author>
         <link>https://padlet.com/rafaelzenni/1zv2fuw46jnxccj5/wish/2270450730</link>
         <description><![CDATA[<div>No laboratório de ecologia de peixes desenvolvemos projetos utilizando isótopos estáveis de carbono e nitrogênio para responder perguntas ecológicas. Resumidamente, os isótopos nos fornecem informações sobre a alimentação dos peixes e a posição trófica ocupada por eles em uma teia trófica. Através desta ferramenta conseguimos reconstruir as teias tróficas dos ambientes aquáticos, avaliar as fontes de carbono que sustentam as comunidades, estimar a diversidade trófica e os nichos tróficos ocupados pelas espécies e comunidades de peixes, e muito mais.&nbsp;<br>Os projetos do Laboratório de Ecologia de Peixes que utilizam essa ferramenta estão focados, principalmente, em avaliar como atividades antrópicas afetam a ecologia trófica dos peixes e, consequentemente, a estrutura trófica dos ambientes aquáticos. As principais áreas de estudo são: Avaliação do rompimento das barragens de rejeitos (nos rios Doce e Paraopeba) sobre a estrutura trófica e fluxo de carbono nas comunidades de peixes; Avaliação dos efeitos da poluição sobre a estrutura trófica e fluxo de carbono da bacia do rio das Velhas; Avaliação dos efeitos de diferentes usos do solo (pastagens, agricultura, etc.) sobre a estrutura trófica de riachos da bacia do Paraná e Estudos para o descomissionamento da PCH - Pandeiros.<br>Atualmente 11 estudantes e pesquisadores do Laboratório de Ecologia de Peixes (1 pós-doc, 1 doutoranda, 1 mestrando, 8 alunos de iniciação científica) desenvolvem seus projetos nessa temática.</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-08-24 18:16:08 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Como o fogo pode afetar os besouros rola-bosta (Coleoptera: Scarabaeinae) de habitats savânicos?</title>
         <author>nayarareis</author>
         <link>https://padlet.com/rafaelzenni/1zv2fuw46jnxccj5/wish/2270457050</link>
         <description><![CDATA[<div>Olá, meu nome é Nayara eu sou doutoranda do PPG em Ecologia Aplicada da UFLA, sob a orientação do prof. Júlio Louzada. Desenvolvo minha pesquisa em ambientes savânicos, usando como ferramenta de estudo os besouros rola-bosta. Esses besouros se alimentam de material orgânico em decomposição (ex: fezes, carcaças, etc.) e localizam o alimento através do olfato pela detecção de plumas de odor. Ao encontrarem o recurso, os rola-bosta retiram parte dele e o deslocam sobre os solos, a variadas distâncias até um lugar adequado para enterrar e então se alimentar e reproduzir. Esses besouros são muito abundantes e diversos nos habitats savânicos e desempenham uma série de funções e serviços importantes nesses ambientes. Como as savanas estão sazonalmente submetidas a distúrbios (fogo), minhas pesquisas têm se concentrado em avaliar os efeitos do fogo sobre os besouros, tanto a nível individual quanto a nível de comunidade. Com a passagem do fogo e a queima da vegetação, cinzas são depositadas diretamente sobre os solos, podendo permanecer por meses e então entrar em contato direto com o recurso alimentar e com os próprios besouros. Em um dos trabalhos desenvolvidos no mestrado, nós avaliamos o efeito das cinzas sobre o comportamento de forrageio (escolha do recurso) dos besouros e sobre a emissão de odores das fezes. Encontramos resultados promissores, que indicam que independente da redução de mais da metade dos voláteis emitidos pelas fezes, os besouros ainda sim conseguem localizar o recurso. Além disso, vimos que independente da presença de cinzas nas fezes os besouros utilizam o recurso e exercem normalmente suas funções ecológicas. Agora no doutorado, estamos investigando os possíveis efeitos do fogo sobre as comunidades de escarabeíneos do Cerrado e suas consequências para ocorrência e distribuição das espécies.<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2022-08-24 18:21:37 UTC</pubDate>
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         <title>Fauna cavernícola: Como o habitat influencia os invertebrados do subterrâneo?</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/rafaelzenni/1zv2fuw46jnxccj5/wish/2270599121</link>
         <description><![CDATA[<div>Meu nome é Vitor, e sou mestrando do Programa de Pós-Graduação em Ecologia Aplicada da Universidade Federal de Lavras (UFLA). Em meu projeto de mestrado estamos buscando entender como a estrutura do habitat cavernícola influencia nas comunidades de invertebrados subterrâneos da região de Santana-BA. Para isso, iremos avaliar a riqueza (número de diferentes espécies) e a composição (quais são as espécies) dessas comunidades e compará-las com fatores do habitat, como temperatura, umidade, distância da entrada, disponibilidade de alimento e abrigos, entre outros. Com esse trabalho buscamos ampliar o conhecimento a respeito de como a fauna cavernícola responde à estrutura de habitat, auxiliando assim nas tomadas de decisão a respeito da conservação dos ambientes subterrâneos. </div>]]></description>
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         <pubDate>2022-08-24 21:12:07 UTC</pubDate>
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         <title>Da sua infância para a bancada!</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>Quem não se lembra dos testes de germinação que fazia nas aulas de ciências com sementes de feijão sobre um algodão para estudar as partes da planta? No laboratório de Eco-geno-toxicologia os testes de germinação e desenvolvimento inicial de hortaliças models são usados como ferramenta para a avaliação de toxicidade de compostos que tem potencial de poluir o ambiente. Estes testes são baseados em protocolos e normativas internacionais com certificação ISO trazendo importantes respostas às atividades tóxicas de possíveis poluentes ambientais.</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-08-25 12:12:18 UTC</pubDate>
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         <title>Trabalho em equipe: juntos somos mais fortes!</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>O trabalho em equipe é a chave do sucesso em qualquer área de pesquisa científica. No laboratório de Eco-geno-toxicologia todos os ensaios e experimentos montados são planejados, amplamente discutidos pelo grupo de trabalho e executado em equipe para melhor desempenho e otimização do tempo de todos os membros da pesquisa.  Cada aluno de IC e pós-graduação tem seu experimento principal e todos colaboram em equipe com os experimentos dos colegas tornando a rotina de trabalho mais leve e divertida!</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-08-25 12:25:39 UTC</pubDate>
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         <title>A vida na escuridão: Entendendo como os elementos de substrato e a luminosidade atuam sobre as comunidades subterrâneas.</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/rafaelzenni/1zv2fuw46jnxccj5/wish/2271490795</link>
         <description><![CDATA[<div>Olá! Me chamo Paulo Venâncio, sou Biólogo e atualmente discente de mestrado aqui no PPG Ecologia Aplicada da UFLA, sob orientação do professor Dr. Marconi Souza Silva.</div><div>Trabalho com a espetacular diversidade de invertebrados terrestres subterrâneos. Em meu projeto, busco entender como características das cavernas, como temperatura, umidade, a quantidade e a diversidade dos elementos que compõem o substrato influenciam na estruturação (número de espécies, o número de indivíduos de cada espécie, o quão similar a fauna é entre diferentes cavernas e diferentes locais de uma mesma caverna) dessas comunidades. Além disso, é essencial entender se essas variáveis atuam de forma similar sobre as faunas troglóbia (espécies restritas ao ambiente subterrâneo, não sendo encontradas em ambientes de superfície) e não-troglóbia.&nbsp;</div><div>Uma das características que se destaca em ambientes cavernícolas é a ausência total de luz nas porções mais distantes de entradas, chamada na literatura de “zonação”. Pensando nisso, também busco entender como a luminosidade pode estar atuando sobre essas diferentes faunas.</div><div>O projeto é desenvolvido em cavernas carbonáticas, na região de Iuiú e Malhada, sudoeste do estado da Bahia. Nosso objetivo final visa aprimorar o conhecimento atual sobre a Ecologia em ambientes subterrâneos, buscar formas de conservação dessas cavidades, além de impulsionar e trazer novas pesquisas para a região.</div><div>Se você ficou interessado (a) e quer conhecer mais&nbsp; sobre a pesquisa feita pelo Centro de Estudos em Biologia Subterrânea, acesse o site. Por fim, fico a total disposição para conversar e tirar dúvidas sobre o maravilhoso mundo “escondido” no subterrâneo.<br>http://www.biologiasubterranea.com.br/en/<br>@pauloreiis;<br>paulo.venancio1@estudante.ufla.br<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2022-08-25 14:20:45 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Como se comportam as comunidades de aves nos remanescentes florestais e nas paisagens antropizadas do Sudeste do Brasil?</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/rafaelzenni/1zv2fuw46jnxccj5/wish/2272084677</link>
         <description><![CDATA[<div>Com cerca 11 mil espécies viventes, as aves estão distribuídas por todas as partes do planeta, ocupando uma ampla gama de habitats, desde os mares gelados até os desertos e as grandes metrópoles. A presença marcante nos ambientes, a grande diversidade de espécies, com alto grau de especialização, e a grande capacidade de dispersão são características marcantes do grupo. Estes seres fascinantes desempenham importantes funções ecológicas, como a dispersão de sementes e o controle populacional de invertebrados e pequenos vertebrados, entre outras, sendo organismos essenciais para a manutenção dos ecossistemas e da biodiversidade, contribuindo também para o bem-estar e a saúde humana.&nbsp;<br><br></div><div>Meu nome é Kassius Santos, sou mestre e doutorando no Programa de Pós-graduação em Ecologia Aplicada da UFLA e tenho as aves como foco de estudos, que buscam entender as relações das espécies com a paisagem local, fortemente influenciada pelas atividades humanas. Avaliar como os diferentes tipos de uso antrópico do solo e a quantidade de habitat natural disponível determinam diferentes aspectos das comunidades de aves, como riqueza de espécies, organização dos grupos funcionais, grau de especialização da comunidade e ocorrência de espécies sinantrópicas, endêmicas, raras ou ameaçadas de extinção são alguns dos objetivos dos meus estudos. Bora embarcar nessa aventura comigo?!&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp;&nbsp;<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2022-08-26 00:50:04 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Big Brother das Formigas: filmagens do comportamento desses organismos ajudam a entender como as condições climáticas afetam a busca e a competição por recursos.</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/rafaelzenni/1zv2fuw46jnxccj5/wish/2273468173</link>
         <description><![CDATA[<div>Olá! No nosso Laboratório de Entomologia Florestal criamos e estudamos diversos aspectos da biologia e ecologia de formigas, em especial das cortadeiras. As formigas, assim como os demais insetos, têm suas atividades influenciadas por condições climáticas, principalmente, a temperatura do ar. Você já imaginou como os seres vivos, incluindo os insetos, podem ser afetados com o aumento da temperatura global, por exemplo? Pensando nisso, nossos estudos têm sido voltados para avaliar as respostas comportamentais das formigas cortadeiras sob diferentes condições climáticas, como temperatura e umidade. As interações competitivas por alimento entre colônias de duas espécies simpátricas e territoriais são influenciadas pela temperatura do ar? A frequência de forrageamento entre colônias de diferentes tamanhos e distâncias entre si, varia com as condições climáticas em diferentes épocas do ano? Em busca dessas respostas estamos conduzindo o ‘BBF – Big Brother Formigas’, onde filmamos suas atividades e seus comportamentos para obter as respostas dessas perguntas. Interessante, não é?! Veja nas imagens as ‘women-ants’ em ação. Estamos no Departamento de Entomologia da UFLA, venha conhecer nosso espaço de trabalho!</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-08-27 17:18:40 UTC</pubDate>
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         <title>Qual o papel das formigas na acumulação de carbono? Trade-off entre a herbivoria e a acumulação de carbono por formigas cortadeiras</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/rafaelzenni/1zv2fuw46jnxccj5/wish/2273468500</link>
         <description><![CDATA[<div>Nós queremos saber a quantidade de biomassa e carbono forrageados pelas formigas cortadeiras e a produção das plantas desfolhadas para estimar o balanço líquido entre a produção e acumulação de carbono em florestas cultivadas infestadas por formigas cortadeiras. Isso é importante para o conhecimento do papel dessas florestas nas políticas de redução do aquecimento global e no mercado de carbono mundial.</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-08-27 17:19:58 UTC</pubDate>
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         <title>Como o aumento da temperatura global irá afetar a seleção de recursos por formigas simpátricas?</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>Olá! Me chamo Isabela, mestranda do PPG em Ecologia Aplicada da UFLA. Minha pesquisa visa entender como o aumento da temperatura global, causada pela ação humana, pode afetar a seleção de recursos por duas espécies de formigas simpátricas. Quais recursos alimentares são preferidos em condições de alta e baixa temperatura? Ambas as espécies selecionam os mesmos tipos de recursos, como gorduras, açúcares ou água? Para saber a resposta, simulamos diferentes temperaturas em laboratório e ofertamos os recursos para analisar qual será a sua preferência.</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-08-27 17:23:35 UTC</pubDate>
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         <title>Ecologia das diferenças: Mapeando características de sementes e frutos  ao longo dos biomas brasileiros</title>
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         <description><![CDATA[<div>O princípio da verdade é que a grande quantidade de formas, estruturas e estratégias de vida tem despertado, historicamente, tentativas de classificação dos organismos dentro de grupos que compartilham características em comum. Características morfológicas de frutos e sementes (ex: tamanho, massa, modo de dispersão) são importantes para muitas funções ecológicas envolvidas no processo de regeneração das plantas. Neste sentido, nós estamos investigando como características essenciais para dispersão de sementes e estabelecimento das plântulas são distribuídas nos quatro maiores biomas brasileiros (Amazônia, Mata Atlântica, Cerrado e Caatinga) e quais são os principais fatores ecológicos (clima, solo e fauna) que determinam suas distribuições. Mas antes desse objetivo e fazendo jus ao título desse post, estamos explorando também as relações entre características e identificando potenciais diferenças entre biomas e entre grupos de plantas (ex: plantas que compartilham os mesmos vetores de dispersão). Mas afinal,&nbsp; estudar essas diferenças importam? E porque estudar suas relações com fatores ecológicos? Bom, todos nós já escutamos por fontes confiáveis (filtrar fake news) que estamos passando por mudanças climáticas sem precedentes na história e que cada vez mais o homem vem modificando as paisagens naturais por meio do manejo não sustentável da vegetação (ex: desmatamento, fogo, corte), cujo impacto resulta também na perda ou redução da biomassa principalmente de grandes frugívoros (defaunação). Assim, os resultados encontrados neste estudo podem nos ajudar a compreender a vulnerabilidade potencial das comunidades de plantas a estressores generalizados, como defaunação, fragmentação e mudanças climáticas, que provavelmente influenciam a trajetória de regeneração das plantas.<br><br>A pesquisa de doutorado descrita acima está sendo desenvolvida por mim Fernanda Souza com a supervisão do Prof Jos Barlow.<br><br>Para saber mais informações, meu email é : fesouzasjdr@hotmail.com<br><br><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2022-08-29 15:16:19 UTC</pubDate>
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         <title>A comunidade de besouros rola-bosta e suas funções ecológicas no estudo de mudanças ambientais em áreas naturais</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>Olá! Me chamo Luiz. Iniciei minha trajetória no departamento de ecologia e conservação ainda durante a graduação com o programa de iniciação científica. Segui para o mestrado no PPG em Ecologia Aplicada e atualmente sou doutorando do programa. Desde a iniciação científica, investigo as questões ecológicas utilizando os besouros rola-bosta como ferramenta de pesquisa. Esse é um importante grupo taxonômico para estudos em ecologia, uma vez que é um grupo muito diverso, de amostragem fácil e de baixo custo, que responde rápido a variações ambientais e que cumpre importantes funções ecossistêmicas. Durante a graduação, estudei o processo de regeneração natural da vegetação em uma zona de transição entre o Cerrado e a Caatinga a partir da comunidade de besouros rola-bosta. Já na pós-graduação, meus estudos se voltaram para o processo de fragmentação da Mata Atlântica. Durante o mestrado, a partir da perspectiva da ecologia de paisagem, utilizamos a comunidade de besouros e as medidas de suas funções ecológicas para testar a hipótese da "quantidade de habitat", elaborada pela professora Lenore Fahrig da Carleton University. Essa hipótese propõe que a quantidade de habitat (no meu caso, a quantidade de floresta) em diferentes paisagens é capaz de explicar a variação da biodiversidade nesses locais. Durante o doutorado, seguirei a mesma linha de pesquisa em áreas de Mata Atlântica. Porém, desta vez, considerando também o efeito de outros elementos da paisagem (p. ex. áreas agrícolas, urbanas e pastagens) sobre a comunidade de rola-bostas e suas funções ecológicas.</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-08-29 21:59:18 UTC</pubDate>
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         <title>Implicações das mudanças globais sobre a dinâmica da vegetação do Cerrado</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>Como as alterações no regime de fogo afetam a vegetação do Cerrado? Quais os impactos da fertilização de CO2 sobre as plantas do Cerrado? Há espécies, linhagens evolutivas ou atributos funcionais mais aptos a se perpetuarem em um mundo em mudanças? Como as alterações na paisagem ameaçam a biodiversidade do Cerrado? Essas são algumas das perguntas que tentamos responder no Laboratório de Ecologia e Conservação da Flora. </div>]]></description>
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         <pubDate>2022-08-30 20:50:46 UTC</pubDate>
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         <title>Como saber quantos peixes morreram em um rio, se não conseguimos achar/contar todos?</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>Peixes também morrem de causa natural, certo? Certo!&nbsp;<br><br></div><div>Porém, o que vimos de uns tempos pra cá é a morte massiva de peixes, causadas principalmente por atividades antropogênicas como a mineração. Além da poluição devido a própria atividade, o que vem acontecendo é o rompimento de suas barragens de rejeitos, as quais acabam atingindo corpos d’água, e consequentemente, causando desastres ambientais colossais, como os ocorridos nos municípios de Mariana e Brumadinho.<br><br>Estudos com carcaças de peixes permitem avaliar impactos na comunidade de peixes, bem como permite a responsabilização pelos seus danos, como a aplicação de multas e mitigação desses impactos.<br><br></div><div>Me chamo Carina Porto, e no meu mestrado estou buscando entender como funciona a dinâmica de carcaças de peixes no rio Paraopeba, para então, gerar um estimador de mortes de peixes.</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-08-31 13:00:54 UTC</pubDate>
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         <title>Produção primária em ambientes urbanos</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>Olá! Eu sou a Larissa e faço mestrado no PPG em Ecologia Aplicada da UFLA. Você deve se lembrar de estudar a produção primária em suas aulas de ecologia de ecossistemas... Mas só para te recordar, ela é muito importante, pois é a responsável por transformar e iniciar o fluxo de energia para as cadeias tróficas. Ela está presente nas cidades, não é mesmo? Será que ela ocorre da mesma forma que em uma área natural? Em minha pesquisa, me aventuro pelas ruas de Lavras para entender como a produção primária pode ser influenciada pelo grau de urbanização da cidade, onde as árvores estão sob diferentes condições, como: áreas pavimentadas, poluição, compactação do solo, que podem influenciar a captação de água, disponibilidade de nutrientes e, dessa forma, afetar a produção primária.<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2022-09-01 02:01:07 UTC</pubDate>
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         <title>Ecologia de estradas: As características das estradas e da paisagem influenciam no número de cruzamentos de ungulados e carnívoros?</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/rafaelzenni/1zv2fuw46jnxccj5/wish/2279360304</link>
         <description><![CDATA[<div>Olá! Sou a Ellen Fermin e mestranda em Ecologia de Aplicada do PPG-ECO da UFLA, sob orientação da Prof.ª Clara Grilo<br><br></div><div>No meu projeto de mestrado busca conhecer com maior detalhamento se as características das rodovias como a vedação, número de faixas, sinuosidade, estrutura da vegetação e conectividade influenciam a localização dos cruzamentos das rodovias de carnívoros e ungulados de várias regiões do globo e assim identificar quais a medidas mais adequadas para diminuir o número de atropelamentos. Este trabalho inclui a participação de mais de 10 pesquisadores de Espanha, Canadá, Estados Unidos, Polonia, Suíça, Irã e Alemanha, que cederam a localização dos cruzamentos e estou a analisando os dados com modelos espaciais e com recurso a Sistemas de Informação Geográfica.&nbsp;<br><br></div><div><br></div><div><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2022-09-01 14:14:27 UTC</pubDate>
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         <title>E se a gente pudesse saber para onde um peixe nada? </title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/rafaelzenni/1zv2fuw46jnxccj5/wish/2279685101</link>
         <description><![CDATA[<div>Com a radiotelemetria é possível! Apesar da migração de peixes ser um fenômeno muito conhecido, ainda não há um consenso sobre o caráter migratório de algumas espécies neotropicais. Uma forma de estudar esses peixes é através da radiotelemetria. Para isso, nós instalamos antenas ao longo de uma bacia hidrográfica e fazemos uma cirurgia nos peixes para inserção de um transmissor. Quando um peixe passa por uma antena, são registrados por exemplo, qual peixe passou, a data e o horário. Dessa maneira, conseguimos avaliar o padrão de movimentação das espécies escolhidas, associar esses dados com variáveis ambientais e obter resultados detalhados da migração. Conhecer esses padrões é crucial para o desenvolvimento de medidas de conservação eficientes para essas espécies que utilizam diferentes habitats dentro de uma bacia hidrográfica.&nbsp;</div><div><br>Meu nome é Marina Moreira e no meu doutorado vou avaliar os aspectos migratórios de três espécies de peixes na bacia do Rio Paraopeba e investigar se o rompimento de uma barragem de rejeitos de mineração nessa bacia está impactando a migração das espécies.&nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-09-01 18:02:15 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title>MORCEGOS DO CARSTE DE PAINS: ECOLOGIA DE PAISAGEM E PADRÕES DE MOVIMENTAÇÃO.</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>Oi! Eu sou o Arthur. Sou biólogo, mestre pelo PPG em Ecologia Aplicada e atualmente sou doutorando do programa. Desde a graduação estudo morcegos, com ênfase na ecologia deste grupo tão fascinante. Sabia que morcegos são os únicos mamíferos voadores? Que não são cegos? Que nem todos são “vampiros”(hematófagos)? Há muitos mitos sobre esses animais. Morcegos são responsáveis por processos ecológicos, como: polinização, dispersão de frutos, controle populacional de “pragas”, entre outros. São mais de 1100 espécies no mundo, e 181 no Brasil. Dentre as nossas espécies há algumas que se adaptam bem a ambientes antropizados, como áreas urbanas, mas várias delas dependem de ambientes menos alterados. Assim sendo, a fim de compreender como diferentes ambientes modificados pela ação humana, em diferentes categorias de uso de solo, afetam a comunidade de morcegos locais, estou trabalhando na região cárstica de Arcos/Pains-MG. Sob a orientação do Prof. Renato Gregorin minha tese aborda ecologia de paisagem, radiotelemetria e bioacústica da fauna de morcegos da região de Pains. Outros trabalhos desenvolvidos pelos colegas de laboratório (LADISMA) neste projeto: redes ecológicas, ectoparasitas, fluxo gênico.<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2022-09-01 18:49:22 UTC</pubDate>
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         <title>Mergulhando de rios a reservatórios em cascata</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>Você acha que tem diferença das espécies que encontramos em rios para as de reservatório? E de um reservatório para outro?<br>Meu nome é Andressa e durante o meu mestrado mergulhamos nessas perguntas e descobrimos que as espécies de peixes dos rios Aiuruoca e Grande diferem das espécies que encontramos no reservatório de Camargos e também dos que estão no reservatório de Itutinga. Ao longo desse sistema existe uma tendência maior de presença de espécies não nativas nos reservatórios e uma maior riqueza de espécies nas áreas de transição entre rios e reservatórios. A transparência da água, temperatura, nível de água e a localização de cada ponto foram as variáveis que mais explicaram a variação das espécies nesse sistema.<br>Esses resultados reforçam a importância que rios livres têm na conservação da fauna de peixes e que devem ser considerados como ferramentas de manejo para impactos do tipo barramentos.</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-09-01 19:30:41 UTC</pubDate>
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         <title>Ferramentas inovadoras para estudos de peixes</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>Como obter informações mais precisas e complexas sem necessariamente capturar os peixes em seu ambiente natural? Em um estudo desenvolvido pelo Laboratório de Ecologia de Peixes da UFLA em parceria com o Laboratório de Genética da Conservação da PUC Minas avaliamos a distribuição espacial e temporal dos peixes do reservatório mais profundo do Brasil utilizando a ecossondagem e o DNA ambiental. As ferramentas se mostraram muito eficientes e se utilizadas de forma complementar podem produzir informações de extrema relevância em estudos de impacto ambiental, monitoramentos e demais avaliações da ictiofauna e diferentes ambientes.</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-09-02 12:14:37 UTC</pubDate>
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         <title>A pesquisa científica exige muito método, mas se torna insossa sem paixão.</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>Olá! Meu nome é Ariel Reis. Sou estudante do curso de doutorado em Ecologia Aplicada da UFLA, prestes a finalizar minha formação. Sempre fui muito inquieto em relação às perguntas que gostaria de responder com a ciência. Com isso, nunca parei por muito tempo em uma linha de pesquisa. Trabalhei durante a maior parte da minha trajetória acadêmica com Formigas, mas sempre mudando um pouco a grande área dentro da ecologia: ecologia de comunidades, interações e ecologia comportamental. Mas foi no momento em que decidi entrar para o doutorado que minha linha de pesquisa mudou mais bruscamente. Quando iniciei meu doutoramento em 2018, estava envolvido com as atividades da Associação de Camponesas e Camponeses Agroecológicos de Lavras (ACCAL). Isso aguçou meu interesse por querer saber quais contribuições a ecologia poderia dar para um cultivo de alimentos que abre mão do uso de insumos agrícolas industriais e busca uma produção ambiental, social e economicamente saudável. Me deparei com um universo muito mais complexo do que imaginava, que me fez navegar por áreas do conhecimento que eu nunca imaginei explorar, como o das ciências humanas. Em um grande resumo, as principais perguntas que respondi na minha tese foram: 1) Qual o efeito dos cultivos orgânicos sobre a riqueza e a abundância de espécies quando comparados aos cultivos convencionais? 2) O que cientistas tem estudado sobre efeitos de cultivos orgânicos sobre a diversidade de espécies? 3) Qual o entendimento que as pessoas na cidade de Lavras tem sobre o termo agroecologia?&nbsp;<br>Trabalhar com algo muito diferente do que eu estava acostumado foi sem dúvida um grande desafio. Mas me abriu possibilidades incríveis de estudar novos assuntos, aprender novas metodologias de pesquisa e a esperança de que a Ecologia possa contribuir para superarmos os desafios que tem se colocado para as sociedades humanas. Espero que esse breve e confuso relato te inspire a tentar responder também as perguntas que mais te motivem! A pós-graduação é momento de aprendizagem e formação de cientistas. Nada mais monótono do que cientistas que abandonaram a curiosidade.     <br>&nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-09-02 15:53:49 UTC</pubDate>
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         <title>DE ONDE SOU? PARA ONDE VOU? MAMÍFEROS E SUAS ROTAS EM PAISAGENS ANTRÓPICAS</title>
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         <description><![CDATA[<div>Hoje vivemos uma nova era (Antropoceno) e nela, os agrossistemas são os ecossistemas mais comuns de serem observados a nossa volta. Ou seja, a maioria das vegetações nativas foram transformadas em áreas de cultivo de diversas monoculturas e pastagens.&nbsp;<br><br></div><div>E aí, o que acontece agora com nossos bichos? Pra onde eles vão? Como irão viver?<br><br></div><div>Pois bem, tais áreas de cultivo,&nbsp; denominadas de matrizes,&nbsp; funcionam como um filtro que pode impedir ou facilitar a movimentação das espécies nos fragmentos de mata, e interferindo na área de vida das espécies.&nbsp;<br><br></div><div>Meu nome é Raissa, sou bióloga e mestranda do programa de Pós-graduação em Ecologia Aplicada da UFLA, onde trabalho com mamíferos de médio e grande porte. Meu trabalho aqui é tentar entender como este grupo responde a fragmentação e como se comporta dentro de paisagens dominadas por matrizes antrópicas para propor estratégias de manejo e conservação. Isso é feito usando armadilhas fotográficas automáticas que capturam as imagens das espécies que passam na frente da câmera, ou por meio de pegadas.&nbsp; Bora ver as fotos dos bichos!<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2022-09-02 21:55:25 UTC</pubDate>
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         <title>Distribuição de Callimico goeldii</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>&nbsp;Meu nome é Jaleesa e durante meu mestrado estou estudando uma espécie de macaco chamado Callimico goeldii. Esta espécie é nativa do oeste da Amazônia, encontrada nas florestas do Brasil, Peru, Bolívia e Colômbia. Porém, devido à natureza inconspícua desta espécie, ela ter uma fonte fugaz de alimento, fungos, e ter&nbsp; relativamente poucos estudos em amplas áreas do oeste amazônico, a distribuição completa desta espécie não é bem compreendida. A área de ocorrência também tem sido de preocupação quanto à exploração humana. Assim, estou investigando a distribuição potencial de C. goeldii mediante modelagens espaciais da espécie e inferir sobre seu status de conservação.&nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-09-03 01:17:48 UTC</pubDate>
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         <title>Conhecendo Corredores Ecológicos</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>Sabe quando você está viajando e vê uma fileira de árvores nas cercas de pastagens? Sabia que elas funcionam como corredores ecológicos?&nbsp;<br>Ainda não sabemos quais características são compatíveis para a ocupação de cercas ou de corredores de valos. Estudos como esse podem subsidiar a proteção de corredores ecológicos e auxiliar na restauração e criação de novos corredores.&nbsp;<br>Sou Luana Torres, formada em Biologia na UFSJ e agora Mestranda em Ecologia Aplicada aqui na UFLA!</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-09-04 10:58:01 UTC</pubDate>
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         <title>Florestas secundárias: avaliando a recuperação das áreas através dos traços funcionais das plantas</title>
         <author>rafaelzenni</author>
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         <description><![CDATA[<div>Olá, meu nome é Luane Botelho, estou iniciando o doutorado no PPG em Ecologia Aplicada. No meu projeto vamos trabalhar com características funcionais de plantas e dinâmica da comunidade vegetal, focando em florestas secundárias na Amazônia (terras anteriormente desmatadas, principalmente após abandono de cultivos agrícolas). Devido às mudanças climáticas, a escassez de água afeta de forma significativa essas florestas, e pode interferir na sua recuperação. Nosso estudo investigará como as características das plantas variam em florestas secundárias com diferentes idades de recuperação e em regiões com diferentes padrões de precipitação na Amazônia. Esperamos compreender melhor a dinâmica das comunidades vegetais nessas áreas e fornecer dados relevantes para apoiar políticas de conservação na região.</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-09-13 18:10:41 UTC</pubDate>
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