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      <title>Bases Sociológicas da Pedagogia - trabalho 2º semestre by victor</title>
      <link>https://padlet.com/victor_hubert/1zths8ndsyx0</link>
      <description>AVISO: Postem pelo menos uma atividade referente ao trabalho até 3/11</description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2017-10-27 23:02:12 UTC</pubDate>
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         <title>Regras sobre a aula de 03/11</title>
         <author>victor_hubert</author>
         <link>https://padlet.com/victor_hubert/1zths8ndsyx0/wish/201373728</link>
         <description><![CDATA[<div>No dia 03/11 não haverá aula presencial, sendo necessário apenas a apresentação de uma postagem neste grupo a respeito do trabalho que está sendo realizado para a aula. O trabalho deverá ser uma conclusão ou pesquisa sobre o tema do trabalho relacionado ao pensador estudado, podendo ser adicionados links de vídeos ou artigos relacionados. O trabalho deverá ser postado impreterivelmente no dia 03/11 em horário de Brasília e validará a presença deste dia na aula, qualquer postagem anterior ou posterior serão invalidadas. Para critério de comprovação e posterior contestação todos devem guardar um print da tela com seu trabalho devidamente postado. Não serão aceitas conversas paralelas nesse grupo, bem como palavras de baixo calão ou brincadeiras, lembrem-se este é um grupo com objetivo acadêmico. Quaisquer dúvidas podem e devem ser tiradas comigo (victor) ou yuri pelo WhatsApp particular ou na sala até 01/11 (quarta feira). Bons estudos à todos</div>]]></description>
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         <pubDate>2017-10-28 00:39:25 UTC</pubDate>
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         <title>Profa. Rosa Virgínia_Trazendo provocações</title>
         <author>victor_hubert</author>
         <link>https://padlet.com/victor_hubert/1zths8ndsyx0/wish/201433581</link>
         <description><![CDATA[<div>Prezados Alunos-Pesquisadores, informação e conhecimento são os caminhos para que desenvolvam trabalhos de qualidade e significativos para a formação de vocês como sujeitos.<br>Nesse sentido estou compartilhando um interessante documentário que os ajudará a desenvolver mais senso crítico: <a href="https://vimeo.com/67325868">https://vimeo.com/67325868</a><br>A partir daí lanço o seguinte desafio: <br>Ao assistir esse documentário como conseguem relacionar as proposições dos seus autores de pesquisa com o contexto descrito pelo vídeo? (Sejam ousados, se permitam errar, mas debatam, opinem!)<br>Bjs e bons estudos!<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2017-10-28 18:37:50 UTC</pubDate>
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         <title>&quot;A invenção da infância. A invenção da Infância é um documentário realizado no Rio Grande do Sul no ano de 2000 e dirigido por Liliana Sulzbach. Uma frase emblemática do filme é: Ser criança não significa ter infância. O filme ajuda na reflexão sobre a fragilidade dos primeiros anos de vida de um ser humano colocando a vivencia da infância como uma possibilidade que surge quando a criança tem a oportunidade de se envolver com o brincar. A brincadeira está relacionada à liberdade que é oferecida à criança, estando ela predisposta a te-la; A criança cria sua própria infância quando diante da possibilidade da liberdade de criação. Veja o vídeo, ele fala por si:&quot;</title>
         <author>yuri0jaspion</author>
         <link>https://padlet.com/victor_hubert/1zths8ndsyx0/wish/201856625</link>
         <description><![CDATA[<div><br><a href="https://vimeo.com/64661145">https://vimeo.com/64661145</a>&nbsp;<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2017-10-30 17:52:28 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Aline Pachelli- Max Weber </title>
         <author>allinefrez</author>
         <link>https://padlet.com/victor_hubert/1zths8ndsyx0/wish/203283027</link>
         <description><![CDATA[<div>"O ano de 2017 começou com o novo capítulo de uma antiga história. A morte de mais de 100 detentos chamou atenção para a guerra de facções criminosas dentro de presídios brasileiros e expôs a fragilidade do sistema penitenciário nacional." <br>Para entender um pouco mais sobre esse assunto, busquei um site muito bom e que explica com muito qualidade. Espero que esclareça um pouco mais sobre o Sistema carcerário brasileiro.<br>Segue o link: <a href="http://www.ebc.com.br/especiais/entenda-crise-no-sistema-prisional-brasileiro">http://www.ebc.com.br/especiais/entenda-crise-no-sistema-prisional-brasileiro</a><br><br><br></div><div>&nbsp;<br><mark>Presença anotada, Aline Pachelli, recomendo que você e seu grupo assistam ao documentário 'Sem Pena' de Eugênio Puppo, está disponível em: </mark><a href="https://www.youtube.com/watch?v=2pctKmjMigQ"><mark>https://www.youtube.com/watch?v=2pctKmjMigQ</mark></a></div>]]></description>
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         <pubDate>2017-11-03 13:45:10 UTC</pubDate>
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         <title>Mirtes Guimarães - Durkheim</title>
         <author>Mirtes</author>
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         <description><![CDATA[<div>Segundo a síntese concisa de Durkheim, "a religião nada mais é que um sonho, sistematizado e vivido, mas sem qualquer fundamento na realidade".<br>CHINOY, Ely. Sociedade: Uma introdução á sociologia. 5 ed. São Paulo:&nbsp; Cultrix, 1976.<br><br><mark>Presença anotada, Mirtes, e a pergunta é como a intolerância religiosa beberia nesta utopia</mark></div>]]></description>
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         <pubDate>2017-11-03 13:48:58 UTC</pubDate>
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         <title>Janaína Siegle - Karl Marx </title>
         <author>janasiegle</author>
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         <description><![CDATA[<div>Uma forma simples de entender a influência do capitalismo na depressão no meio da sociedade contemporânea.<br><br>"Na sociedade do capital, em que impera a lógica do lucro, [...] Situações de violência, sejam elas físicas ou psíquicas [...] certamente contribuem para que as pessoas em geral busquem a morte como uma forma de escapar ao presente e futuro que se lhes apresentam." <br><br>Referência<br>&lt;file:///C:/Users/pc/OneDrive/Documentos/Faculdade/Matérias/Sociologia/Trabalho%20Karl%20Marx/Adolescência,%20educação%20e%20suicídio%20.pdf&gt;<br><br><mark>Presença registrada, Janaína, como será que Marx interpretaria essa reação individual dentro do capitalismo global?</mark></div>]]></description>
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         <pubDate>2017-11-03 14:10:00 UTC</pubDate>
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         <title>Camila de Souza Gonçalves - Max Weber </title>
         <author>camilasouza_s2</author>
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         <description><![CDATA[<div>Apesar de ser um vídeo voltado para o Enem achei que tem um conteúdo direto e bem interessante. <br><br><mark>Presença anotada Camila! Quanto à Weber se o modo de observação social é inerente ao cientista, quais são os aspectos de suas observações as tornam cientistas únicos?</mark></div>]]></description>
         <enclosure url="https://youtu.be/FwbxmgoYQQ4" />
         <pubDate>2017-11-03 14:18:26 UTC</pubDate>
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         <title>A história de todas as sociedades que existiram até nossos dias tem sido a história das lutas de classes. Homem livre e escravo, patrício e plebeu, barão e servo, mestre de corporação e companheiro, numa palavra, opressores e oprimidos, em constante oposição, têm vivido numa guerra ininterrupta, ora franca, ora disfarçada; uma guerra que terminou sempre, ou por uma transformação revolucionária, da sociedade inteira, ou pela destruição das duas classes em luta. (LIVRO MANIFESTOS COMUNISTA).             </title>
         <author>lidisantos_viera</author>
         <link>https://padlet.com/victor_hubert/1zths8ndsyx0/wish/203311660</link>
         <description><![CDATA[<div><mark>Presença registrada Lidiane - e a ti o que parece? Estamos num processo de revolução ou destruição dado o contexto da contemporaneidade?<br></mark><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2017-11-03 14:36:28 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>“Os filósofos limitaram-se a interpretar o mundo de diversas maneiras; o que importa é modificá-lo.”</title>
         <author>lidisantos_viera</author>
         <link>https://padlet.com/victor_hubert/1zths8ndsyx0/wish/203312937</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2017-11-03 14:38:42 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>giovannaalopess</author>
         <link>https://padlet.com/victor_hubert/1zths8ndsyx0/wish/203338936</link>
         <description><![CDATA[<div>Para Max Weber, a ação social só era existente quando o ser humano tinha convívio e comunicação com o próximo. Estudando mais afundo Weber, teremos uma visão na qual haverá uma solução, trazendo privilégios para a sociedade.<br><br><mark>Giovanna, porque Weber lhe inspira crer numa solução social possível?<br>(Presença registrada e #nãoafundeoWeber)<br></mark><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2017-11-03 15:26:17 UTC</pubDate>
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         <title>Luana Santos - Karl Marx</title>
         <author>santosluuana0</author>
         <link>https://padlet.com/victor_hubert/1zths8ndsyx0/wish/203368978</link>
         <description><![CDATA[<div>Para melhor entendimento a depressão que o capitalismo pode causar a sociedade <br><br>"alimentam aspirações impossíveis, no exato momento em que as oportunidades reais estão cada vez mais reduzidas. [...] A automutilação é frequentemente usada como forma de tentar  aliviar sofrimento: outra indicação de que a dor física não é tão ruim quanto a dor emocional." <br><br>Referência: <br>https://www.google.com.br/amp/s/www.pragmatismopolitico.com.br/2016/10/capitalismo-ideologia-individualismo-solidao-seculo-xxi.html/amp<br><br><mark>Luana, presença anotada...e como escapar à depressão dada a condição de consumidores interplanetários</mark></div>]]></description>
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         <pubDate>2017-11-03 16:21:25 UTC</pubDate>
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         <title>Marina Dubieux - Émile Durkheim </title>
         <author>ma_dnaraujo</author>
         <link>https://padlet.com/victor_hubert/1zths8ndsyx0/wish/203395228</link>
         <description><![CDATA[<div>Por que não somos todos Somália? <br><br>Localizada no continente africano, conhecida como região pobre, Somália é a protagonista de mais um ataque terrorista, dentre os muitos outros já sofridos. O país teve uma repercussão midiática muito inferior aos ataques sofridos por grandes potencias como Estados Unidos, e a Inglaterra, os quais fizeram os internautas compartilharem milhares de vezes a famosa hashtag de solidariedade #somostodos (o nome do país atingido). Acredita-se que a falta de comoção e a empatia do Mundo a respeito desta questão, se dá pelo fato de que a Somália é um país onde ataques são constantes, as condições sub-humanas as quais a população é obrigada a enfrentar é algo que já não é novidade para o Mundo por se tratar do continente Africano. <br><br><mark>Presença anotada, Marina...dúvida, então a tragédia da Somália não se configura um fato social?</mark></div>]]></description>
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         <pubDate>2017-11-03 17:11:54 UTC</pubDate>
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         <title>Jakeline Schimdt – Karl Marx</title>
         <author>jaschimdt</author>
         <link>https://padlet.com/victor_hubert/1zths8ndsyx0/wish/203423176</link>
         <description><![CDATA[<div>&nbsp;</div><div>A CPI da previdência, instaurada para investigar as contas sociais do Brasil constatou que o déficit previdenciário não existe. Segundo o relator da CPI Hélio José (Pros-DF): “tecnicamente é possível afirmar com convicção que inexiste déficit da Previdência Social ou da Seguridade Social.” &nbsp;<br><br></div><div>O relatório final da CPI além de mostrar como ilusório um dos argumentos para a proposta da reforma, também ”alega haver inconsistência de dados e de informações anunciadas pelo Poder Executivo, que "desenham um futuro aterrorizante e totalmente inverossímil”.&nbsp;<br><br></div><div>Seria esta mais uma estratégia utilizada pelo governo afim de obter o capital necessário para manter suas despesas às custas da exploração do trabalhador?&nbsp;<br><br></div><div>Referências:&nbsp;<br><br></div><div><a href="http://www1.folha.uol.com.br/mercado/2017/10/1929445-relatorio-final-da-cpi-da-previdencia-afirma-que-deficit-nao-existe.shtml">http://www1.folha.uol.com.br/mercado/2017/10/1929445-relatorio-final-da-cpi-da-previdencia-afirma-que-deficit-nao-existe.shtml</a>&nbsp;<br><br></div><div><a href="https://www12.senado.leg.br/noticias/materias/2017/10/25/cpi-da-previdencia-aprova-relatorio-final-por-unanimidade">https://www12.senado.leg.br/noticias/materias/2017/10/25/cpi-da-previdencia-aprova-relatorio-final-por-unanimidade</a> <br><br><mark>Jake, presença registrada! Pergunta: como se explicaria tal manipulação da informação à luz da dialética marxista?</mark></div>]]></description>
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         <pubDate>2017-11-03 18:08:04 UTC</pubDate>
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         <title>Janyelli Saar - Karl Marx </title>
         <author>janyellisaar</author>
         <link>https://padlet.com/victor_hubert/1zths8ndsyx0/wish/203423950</link>
         <description><![CDATA[<div>Alienação: luta de classe, ideologia. <br>"A venda de força de trabalho e a consequente separação entre trabalhador e produto do seu trabalho constitui o processo que Marx designa com o termo alienação, anteriormente utilizado por Rousseau e Hegel. Porém, diferentemente desses dois pensadores modernos, Marx entende que a&nbsp; alienação é antes de tudo uma forma de relação historicamente determinada, isto é, uma forma tipica da relação capital-trabalho assalariado. Essa relação alienada, além de transformar o trabalho em trabalho forçado, implica também a completa separação entre o homem e a natureza".<br>REZENDE, Antonio. <strong>Curso de filosofia:</strong> para professores e alunos dos crusos de segundo grau e de graduação. 13.ed. Rio de Janeiro: Jorge Zahar, 2005, p. 192-195.<br><br><br><mark>Janyelli, apontada sua presença...será que está ideia de apartar homem e natureza justifica a relação de exploração dos recursos naturais?</mark></div>]]></description>
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         <pubDate>2017-11-03 18:09:19 UTC</pubDate>
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         <title>Roberta_ Karl Marx</title>
         <author>roberta_carvalho1909</author>
         <link>https://padlet.com/victor_hubert/1zths8ndsyx0/wish/203434538</link>
         <description><![CDATA[<div>O Suicídio na Sociedade Contemporânea <br><br></div><div>No tempo de hoje, podemos observar um aumentos sobre a taxa de suicídios na sociedade, relacionados a um desgosto tão enraizado e leva as pessoas tirarem as suas próprias vidas; trabalho exaustivo sem expectativa de melhoria, moradia precárias, falta de alimento, entre outros, mas além das condições de vida consequência pelo capitalismo, existe o individualismo, que seria um fato social que aumenta entre as pessoas.<br><br></div><div>Presença_ Roberta _____ #sociologia ____ Porque o individualista, o preconceito e a ostentação aumenta o índice de suicídio e qual a relação do Capitalismo tais itens? <br><br></div><div><mark>Roberta, presença registrada; e devolvo a pergunta: O isolamento - individualismo ou suicídio - seriam gerados pelos padrões de capitalismo ou gerariam tais padrões? <br></mark><br></div><div>http://sociologiadodireitounesp.blogspot.com.br/2015/05/o-suicidio-na-sociedade-contemporanea.html<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2017-11-03 18:27:36 UTC</pubDate>
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         <title>Suze Nocete - Max Weber</title>
         <author>suze_nocete</author>
         <link>https://padlet.com/victor_hubert/1zths8ndsyx0/wish/203442835</link>
         <description><![CDATA[<div>Entendendo melhor a "comunidade" x "sociedade" para Max Weber.<br><br> </div><div><strong>O indivíduo e as instituições sociais</strong></div><div>Para Weber, o indivíduo, no momento do agir, leva em consideração o comportamento dos outros: é isso que faz da ação, uma ação social. Além disso, as normas sociais influenciam o agir do indivíduo na mesma medida em que são resultados do agir dos próprios indivíduos ao longo do tempo.<br><br><mark>Suzi, como o individualismo pode ser interpretado como ação social?<br>(presença registrada!<br></mark>Referências: <br><a href="https://pedagogiaaopedaletra.com/sociedade-educacao-desencantamento-max-weber-2/">https://pedagogiaaopedaletra.com/sociedade-educacao-desencantamento-max-weber-2/</a><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2017-11-03 18:47:20 UTC</pubDate>
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         <title>Karl Marx</title>
         <author>karolinesmirelli</author>
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         <description><![CDATA[<div>Seria o capitalismo provedor da desigualdade e desemprego, e grande causador da depressão? Tive este auto questionamento após a leitura de um artigo na Scielo.<br><br><mark>E ai, Karol? Quais as suas conclusões a respeito! (presença anotada)<br></mark><br><br><a href="http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&amp;pid=S0103-40142011000200020">http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&amp;pid=S0103-40142011000200020</a></div>]]></description>
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         <pubDate>2017-11-03 18:50:17 UTC</pubDate>
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         <title>Jacqueline_Weber</title>
         <author>silvajacque18</author>
         <link>https://padlet.com/victor_hubert/1zths8ndsyx0/wish/203451071</link>
         <description><![CDATA[<div>A partir do pensamento do sociólogo Max Weber, podemos associar a corrupção ao fenômeno do Patrimonialismo. No qual o termo de forma geral favorece transações ilícitas, pois o nível de dependência dos indivíduos é extremamente elevado, onde o líder engrandece o seu patrimônio sobre estes sujeitos subordinados aos seus negócios escusos, os que por sua vez são empobrecidos não só economicamente mais também como cidadãos políticos. Desta forma cria-se um ciclo vicioso quase que impossível de se escapar, tornando um ambiente propício para a corrupção se disseminar. Ai entra outro conceito Weberiano que diverge do Patrimonialismo, que é o de Burocracia. O seu sentido é inclusive positivo, sendo um importante elemento do processo modernizador do Estado e da Sociedade. A ideia é nomear os funcionários por concurso, com carreira definida, salários fixos pré-estabelecidos onde sua elevação se dá por critérios objetivos de mérito, perfazendo assim, normas institucionais que eliminam o famoso “discurso” e relações afetivas e/ou partidárias do dirigente governamental, não deixando margem a manobras de corrupção dos seus funcionários.<br><br><mark>Jaque, a partir disso, na sua percepção como a burocracia se contamina pela corrupção? (presença registrada!)</mark></div>]]></description>
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         <pubDate>2017-11-03 19:11:46 UTC</pubDate>
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         <title>Leila Rodrigues - Karl Marx</title>
         <author>leila_rodrigues64</author>
         <link>https://padlet.com/victor_hubert/1zths8ndsyx0/wish/203452404</link>
         <description><![CDATA[<div>"Se o projeto do governo for aprovado, as mudanças obrigarão muitos brasileiros a trabalhar mais tempo para se aposentar e poderão reduzir o valor dos benefícios assegurados à sua velhice."<br><br>"O Brasil está envelhecendo. Homens e mulheres vivem mais tempo do que na época em que nossos pais chegaram ao mercado de trabalho, e as famílias são menos numerosas. [...] As projeções indicam que, em 2060, o número de brasileiros com 65 anos ou mais será três vezes o atual."<br><br>"Com o envelhecimento da população, a tendência é haver menos gente no mercado de trabalho para sustentar o sistema, obrigando o governo a buscar novos meios para financiá-lo."<br><br>http://arte.folha.uol.com.br/mercado/2017/previdencia/como-chegamos-aqui/<br><mark>E aí, Leila, como Marx analisaria esse fenômeno à luz do materialismo histórico? (presença registrada)</mark></div>]]></description>
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         <pubDate>2017-11-03 19:16:10 UTC</pubDate>
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         <title>Leila Pereira - Weber</title>
         <author>leillasant</author>
         <link>https://padlet.com/victor_hubert/1zths8ndsyx0/wish/203459936</link>
         <description><![CDATA[<div>Max Weber alinhava-se a visão do tratamento do desenvolvimento do capitalismo no mundo moderno e às investigações em torno dos sistemas anteriores de produção e das lógicas de reações sociais assim como seus predecessores, entender as mudanças sociais, advindas da Revolução Industrial que ainda se desenvolvam em seu tempo. Weber acreditava que as motivações das ações dos indivíduos em seu convívio diário eram os principais fatores que determinariam os rumos dos processos de mudança social, portanto elaborou o conceito de ‘’ação social ‘’<br><br><mark>E, a partir daí...como você tem interpretado seu tema de pesquisa? (presença anotada)</mark></div>]]></description>
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         <pubDate>2017-11-03 19:42:00 UTC</pubDate>
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         <title>Giuliana Chignolli - Weber</title>
         <author>giu_chignolli</author>
         <link>https://padlet.com/victor_hubert/1zths8ndsyx0/wish/203461144</link>
         <description><![CDATA[<div>Para Weber há quem viva “<em>para</em>” a política, bem como há quem viva <em>“da” </em>política. Os que vivem “<em>da</em>” política teriam na atividade parlamentar uma permanente fonte de rendas. Quem vive uma causa, segundo Max Weber, também viveria dela. Quem <em>“para”</em> a política vive tem o poder de transformar sua ação em seu fim de vida. Confunde-se entre o que se é para o quê se vive. E isso não seria mero jogo de palavras.</div><div>Assentado que no Estado tem-se a dominação do indivíduo sobre o indivíduo, necessário que se averigue sobre quais condições se desenvolveria esse domínio. Para Weber, há sobre nós uma autoridade recorrente do passado, que denominou de <em>“poder tradicional”.</em> Haveria uma segunda forma, marcada por dons pessoais e extraordinários de alguns líderes, que se denominou de <em>“poder carismático”.</em> Por fim, uma forma de dominação que explicita uma competência positiva, de base racional, que Weber teria chamado de <em>“dominação pela legalidade”.<br><br></em><strong>Refêrencias<br></strong><a href="https://www.conjur.com.br/2012-set-16/embargos-culturais-politica-vocacao-acordo-max-weber"><em>https://www.conjur.com.br/2012-set-16/embargos-culturais-politica-vocacao-acordo-max-weber</em></a><em>&nbsp;<br></em><br></div><div><mark>Giuliana, consegue então a partir de Weber ressignificar a classe política? Quem vive da política, por exemplo? (Anotada presença)</mark></div>]]></description>
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         <pubDate>2017-11-03 19:46:09 UTC</pubDate>
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         <title>Émile Durkheim- Tiffany Oliveira</title>
         <author>TiffanyOliveira</author>
         <link>https://padlet.com/victor_hubert/1zths8ndsyx0/wish/203465571</link>
         <description><![CDATA[<div>O atentado na Somália. <br>&nbsp;O sociólogo Émile Durkheim escreveu em sua teoria <strong>fato social</strong>, que os homens na natureza são todos iguais, o que os diferem é a capacidade de inserir hábitos e costumes em suas realidades, disse ainda que alguns comportamentos são de natureza coercitiva, ou seja, alguém ou alguma coisa os influencia a agir de tal maneira. Logo, acredita-se que a forma como a população tem se colocado diante desses problemas sociais (o atentado na Somália e outros com maior repercussão como o de Las Vegas) nada mais é que uma ação coercitiva de um coletivo, onde as grandes potências possuem um domínio em escala global, possibilitando assim uma empatia muito superior a proporcionada por um país pobre, com um extenso histórico de atentados, onde a população vive em condições desumanas, como a Somália.</div><div>&nbsp; <mark>&nbsp;Tiffany, apuradíssima percepção...ainda mais justificada quando as ações sociais tem padrões em ampla escala...Presença registrada</mark></div>]]></description>
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         <pubDate>2017-11-03 20:05:09 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>marianaabeizzi</author>
         <link>https://padlet.com/victor_hubert/1zths8ndsyx0/wish/203469986</link>
         <description><![CDATA[<div>Relação do homem com o trabalho, na visão dos sociólogos que estão sendo estudados:</div><div><em>&nbsp;“O mais importante é que o trabalho constitui, antes de mais nada, a própria finalidade da vida”</em> Max Weber</div><div><em>“O trabalho não é a satisfação de uma necessidade, mas apenas um meio para satisfazer outras necessidades” </em>Karl Marx</div><div><em>“Se a divisão do trabalho produz a solidariedade, não é apenas porque ela faz de cada indivíduo um ‘trocador’, como dizem os economistas; é porque ela cria, entre os homens, todo um sistema de direitos e deveres que os aliam uns aos outros de maneira duradoura. Do mesmo modo que as similitudes sociais dão origem a um direito e a uma moral que as protegem, a divisão do trabalho dá origem a regras que asseguram o concurso pacífico e regular das funções divididas”</em> Émile Durkheim<br>Para compreender mais: <a href="http://pre.univesp.br/o-trabalho-e-o-homem#.WfzMF2hSzIU">http://pre.univesp.br/o-trabalho-e-o-homem#.WfzMF2hSzIU</a><br><br><mark>Mariana, presença registrada, consegue perceber que apenas a partir deste tema já seria possível problematizar a visão dos três teóricos?</mark></div>]]></description>
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         <pubDate>2017-11-03 20:24:02 UTC</pubDate>
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         <title> Amanda Muniz/Émile Durkheim</title>
         <author>Amandamuz</author>
         <link>https://padlet.com/victor_hubert/1zths8ndsyx0/wish/203477556</link>
         <description><![CDATA[<div>&nbsp;Iremos estudar o ataque a Somália levando em consideração os fatores sociais que contribuem para o ocorrido, identificar os possíveis problemas que levaram a uma possível exclusão de o porque desde ataque não ter tanta repercussão na mídia quanto outros, tendo como olhar critico do&nbsp; sociólogo Émile Durkheim referente ao chamado fato social.<br><br>"É fato social toda maneira de agir, fixa ou não, suscetível de exercer sobre o indivíduo uma coerção exterior; ou então ainda, que é geral na extensão de uma sociedade dada, apresentando existência própria, independente das manifestações individuais que possa ter.“ (Émile Durkheim)<br><br><mark>Amanda, você considera que a irrelevância social da Somália dentro da comunidade internacional seria fator de menor coerção social quanto à solidariedade global? Presença registrada!</mark></div>]]></description>
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         <pubDate>2017-11-03 21:06:22 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Thais Cortez - Émile Durkheim </title>
         <author>thaiscortezoli</author>
         <link>https://padlet.com/victor_hubert/1zths8ndsyx0/wish/203484366</link>
         <description><![CDATA[<div>Por que não somos todos Somália? Teoria Fato Social.&nbsp;<br><br>Acredita-se que a forma como a população tem se colocado diante desses problemas sociais nada mais é que uma ação coercitiva de um coletivo, onde grandes potências têm o maior domínio de comover potências menores, contudo, quando países em baixo desenvolvimento ou em desenvolvimento encontram-se diante de situações como esta a empatia é inferior, logo pode se estabelecer que a menor das comoções não seja coercitiva e não dá importância ao fato de um país ser rico ou não, mas sim, acredita que todos são seres humanos que sofrem por causas diferentes, mas que o sofrimento de nenhum deve ser menosprezado.</div><div>Considerando a teoria fato social de Durkheim, e aplicando-a nesse contexto, é evidente que a teoria mostra-se verídica, pois por não ser membro de um mesmo grupo social, os indivíduos possuem certa resistência à causa de outros. <br><br>Obs: professora exclui e postei de novo, pois o outro estava faltando uma parte do texto. <br><mark>OK, Thaís!</mark></div>]]></description>
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         <pubDate>2017-11-03 21:54:27 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Max Weber e o Sistema Carcerário Brasileiro.</title>
         <author>vanapxis_net</author>
         <link>https://padlet.com/victor_hubert/1zths8ndsyx0/wish/203484455</link>
         <description><![CDATA[<div>&nbsp;</div><div>Dentre os pensamentos de Max Weber, a valorização do trabalho é sem dúvidas mais enfático dos seus discursos. Para ele, o indivíduo tem um valor peculiar e isso faz com que a sociedade se organize de forma mais ampla atendendo com justiça o anseio desses grupos. Na visão de Weber, o indivíduo que entende a importância do trabalho, vive em paz a satisfeito com o que tem. Por isso ele enfatiza que cada ser e responsável pelo meio em que vive e perfeitamente capaz de responder por si só. Dentro dessa perspectiva, o Brasil tem falhado quando se trata de direitos individuais, reduzindo sua população ao analfabetismo funcional, nossas escolas cada vez mais vazias, nossos professores cada vez mais despreparos, as forças de segurança cada vez mais atadas pelo sistema. O estado não cumpre o seu papel, ele não consegue gerir políticas públicas para os mais carentes, a discriminação, a miséria, o descaso com as necessidades básicas dos indivíduos, entre outras coisas contribuem para o aumento da criminalidade, a com isso refletem nos presídios brasileiros. Um ciclo vicioso que está cada inflado, fadado a constância do erro, o sistema carcerário no Brasil não consegue nem de longe socializar seus internos. Na visão de Weber, o trabalho pode modificar a sociedade, no Brasil além de faltar educação, falta trabalho, falta dinheiro, falta força de vontade dos gestores políticos, falta tudo. É cruel, mas é verdade. Não podemos vislumbrar mudanças sem levantar a hipótese de que nossos políticos não tem a mínima intenção de mudar isso, o estado precisa do caos, para poder fazer propaganda das soluções. Sem trabalho não há educação, sem educação não a futuro, sem futuro, só vai haver um caminho, prisão.<br><br>Texto de minha autoria. Um comentário sobre o livro Ética Protestante e o "espírito" do Capitalismo. Segue PDF do livro. <br><a href="http://www.ldaceliaoliveira.seed.pr.gov.br/redeescola/escolas/18/1380/184/arquivos/File/materiais/2014/sociologia/A_Etica_Protestante_e_o_Espirito_do_Capitalismo_Max_Weber_-_Flavio_Pierucci.pdf">http://www.ldaceliaoliveira.seed.pr.gov.br/redeescola/escolas/18/1380/184/arquivos/File/materiais/2014/sociologia/A_Etica_Protestante_e_o_Espirito_do_Capitalismo_Max_Weber_-_Flavio_Pierucci.pdf</a><br><br><mark>Vanderson, você considera que a partir de Weber o prisioneiro como sujeito relegado do trabalho, no sentido weberiano de realização, estaria duplamente condenado? Presença registrada!&nbsp;</mark></div>]]></description>
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         <pubDate>2017-11-03 21:55:23 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>KARINA WALLNER- ÉMILE DURKHEIN(1858-1917)</title>
         <author>karinawallner78</author>
         <link>https://padlet.com/victor_hubert/1zths8ndsyx0/wish/203484940</link>
         <description><![CDATA[<div>ESTOU ESTUDANDO DURKHEIM PARA CONHECER MELHOR SUA TEORIA, ACHEI LEGAL E SIMPLES ESSES VIDEOS.<br><br><a href="https://youtu.be/Qhg3GMHue-s">https://youtu.be/Qhg3GMHue-s</a><br> <a href="https://goo.gl/rRZBi7">https://goo.gl/rRZBi7 </a><br><br><mark>COMENTÁRIOS EM SUA PRÓXIMA POSTAGEM...</mark></div>]]></description>
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         <pubDate>2017-11-03 22:00:55 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Gabriela Alves - Émile Durkheim</title>
         <author>gabriela_alves</author>
         <link>https://padlet.com/victor_hubert/1zths8ndsyx0/wish/203486399</link>
         <description><![CDATA[<div>Tendo em vista o recente ataque sofrido por Mogadíscio, capital da Somália, e o seu longo histórico de problemas sociais, ligados a muitos ataques terroristas, fome, pobreza, negligência, e a pouca recursão desse último incidente e de outros vários que duram anos, surge então o questionamento: Por que não somos todos Somália?<br>A análise dessa problemática utiliza como teórico fundamental Émile Durkheim, ao qual é o autor da teoria que será embasada neste trabalho, chamada então de fato social, onde a mesma evidencia e o comportamento do homem na sociedade, relacionando nações de coletividade e sociedade.<br><br>Gabriela, quais as relações conseguiu estabelecer a partir da&nbsp;ideia de fato social durkheimiano? Presença apontada</div>]]></description>
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         <pubDate>2017-11-03 22:21:00 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Tamiris Lopes - Karl Marx</title>
         <author>tawanilopes</author>
         <link>https://padlet.com/victor_hubert/1zths8ndsyx0/wish/203486449</link>
         <description><![CDATA[<div>Um vídeo super interessante, sobre a teoria de Karl Marx, e como seria a sua visão nos dias de hoje, feita pelo Professor de ciências sociais da UNESP&nbsp; Antônio Carlos Mazzeo. Espero que gostem ! <a href="https://www.youtube.com/watch?v=lIvN9fLDtsY">https://www.youtube.com/watch?v=lIvN9fLDtsY</a><br>Indico o canal do youtube, que estou mandando o vídeo, tem muitas matérias importantes, que ajudam a esclarecer as nossas dúvidas.<br><br>Obrigada pela dica, Tamiris - o que já conseguiu </div>]]></description>
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         <pubDate>2017-11-03 22:22:00 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Franciely - Karl Marx</title>
         <author>francielybraga</author>
         <link>https://padlet.com/victor_hubert/1zths8ndsyx0/wish/203487625</link>
         <description><![CDATA[<div>A DIVISÃO SOCIAL DO TRABALHO<br>Para Karl Marx conforme os humanos buscam atender as suas necessidades, estabelecem relações de trabalho e maneiras de dividir, onde essa divisão é entre o trabalhador direto e o indireto ou entre o que produzia e o que cuidava do excedente. Com o desenvolvimento da produção e dos núcleos urbano, estabeleceu-se ainda a divisão mais ampla entre o trabalhador rural e o urbano. Quem vivia nas cidades passou a ser considerado superior ou melhor, porque não trabalhava na terra. As cidades passaram a ser o lugar do poder politico.<br>Para assegurar o aumento da produtividade, as tarefas foram subdivididas e intensificados, promovendo-se assim a fragmentação do ser humano no ambiente de trabalho. A divisão do trabalho criou uma oposição entre duas classes sociais: a detentora dos meios de produção e a possuidora da força do trabalho. Para Marx essa divisão do trabalho na sociedade reporta-se as formas de propriedade, a distribuição da renda entre os indivíduos e a formação de classe sociais.<br>Com isso houve conflitos, quando os trabalhadores da força perceberam que trabalhava muito e estavam cada dia mais miseráveis.&nbsp; &nbsp; <br>Livro Sociologia para o ensino medio - Cap.5 - p.58-Karl Marx. <br><br><mark>Franciely, como essa divisão marxista conversa com sua pauta de pesquisa? (presença registrada!)</mark></div>]]></description>
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         <pubDate>2017-11-03 22:39:37 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Julia - Karl Marx</title>
         <author>juliaevelyn13</author>
         <link>https://padlet.com/victor_hubert/1zths8ndsyx0/wish/203487674</link>
         <description><![CDATA[<h1>MATERIALISMO HISTÓRICO</h1><div><br></div><div>O termo materialismo histórico é usado para denominar a abordagem metodológica do estudo da sociedade, economia e história desenvolvido por Karl Marx e Friedrich Engels. No entanto, a expressão nunca foi usada pelos dois, apenas posteriormente por outros para referir-se ao método.</div><div><br></div><div><figure class="attachment attachment--preview" data-trix-attachment="{&quot;contentType&quot;:&quot;image&quot;,&quot;height&quot;:522,&quot;url&quot;:&quot;http://www.estudofacil.com.br/wp-content/uploads/2014/11/materialismo-historico-o-que-e-objetivos-e-contexto.jpg&quot;,&quot;width&quot;:800}" data-trix-content-type="image"><img src="http://www.estudofacil.com.br/wp-content/uploads/2014/11/materialismo-historico-o-que-e-objetivos-e-contexto.jpg" width="800" height="522"><figcaption class="attachment__caption"></figcaption></figure></div><div><br></div><div><br></div><div><em><br></em><br></div><div>&nbsp;<br><br></div><div><strong><br>Objetivos<br></strong><br></div><div>O materialismo histórico tem como objetivo encontrar as causas de desenvolvimento e de mudanças na sociedade humana nos meios em que produzem coletivamente as necessidades da vida. Tendo a teoria marxista como base, o principal objetivo do materialismo histórico é explicar a história da sociedade humana em todas as épocas usando como base os fatos materiais, econômicos e técnicos.<br><br></div><div><strong><br>Compreendendo o contexto<br></strong><br></div><div>Pode-se comparar a sociedade, para melhor entendimento, com um edifício em que as fundações e a infraestrutura seriam as forças econômicas e a superestrutura, o prédio em si, seria formado das ideias, costumes, instituições políticas, religiosas e jurídicas.<br><br></div><div>Marx, em sua obra de 1847 chamada A Miséria da Filosofia estabeleceu uma polêmica com Proudhon no trecho a seguir: “As relações sociais são inteiramente interligadas às forças produtivas. Adquirindo novas forças produtivas, os homens modificam o seu modo de produção, a maneira de ganhar a vida, modificam todas as relações sociais. O moinho a braço vos dará a sociedade com suserano; o moinho a vapor, a sociedade com o capitalismo industrial.”<br><br></div><div><strong><br>Forças produtivas, relações de produção e materialismo histórico<br></strong><br></div><div>A teoria socialista foi desenvolvida por Karl Marx (1818-1883) a partir da análise crítica e científica do capitalismo. Sua maior preocupação não era a respeito de uma sociedade ideal, mas da compreensão da dinâmica do capitalismo.<br><br></div><div>O socialismo marxista foi fundamentado em princípios básicos:<br><br></div><div>– Teoria da mais-valia: nela era demonstrada a maneira como o trabalhador é explorado na produção capitalista.<br><br></div><div>– Teoria da luta das classes: nessa teoria, afirma-se que a história da sociedade humana é baseada em uma história de luta das classes, ou ainda do conflito permanente que existe entre os exploradores e os explorados.<br><br></div><div>E por fim a teoria do materialismo histórico, sobre o que se trata este artigo.<br><br></div><div><strong><br>O que é?<br></strong><br></div><div>A teoria, como já explicamos acima, é uma forma de esboçar a história dos modos de produção prevendo o colapso do capitalismo, que é o modo de produção vigente. A teoria envolve toda e qualquer forma produtiva desenvolvida e criada pelo homem em seu ambiente no decorrer do tempo evidenciando que os acontecimentos históricos acabam determinados por condições materiais, ou seja, econômicas, da sociedade.<br><br></div><div><strong><br>Forças produtivas e relações de produção<br></strong><br></div><div>A estrutura da sociedade, segundo os pensamentos de Marx, depende de como a produção social de bens é organizada pelos homens. Segundo ele, a produção social abrange dois fatores básicos que são as forças produtivas e as relações de produção.<br><br></div><div>O termo forças produtivas foi usado por ele para denominar as condições materiais de toda a produção, ou seja, tudo que é usado para a produção, como por exemplo os instrumentos, técnicas de trabalho, matéria prima e os homens usados na produção. Com isso e com a forma de divisão de trabalho, pode-se reconhecer o nível de desenvolvimento dessas forças produtivas.<br><br></div><div>Já as relações de produção se referem mais à maneira como os homens se organizam para conseguir executar de forma eficaz a atividade produtiva. Isso envolve às maneiras como são apropriados e distribuídos os elementos envolvidos no processo de trabalho. Esse tipo de relação pode ser cooperativista, quando trata-se de um mutirão, escravista, servis – como era na Europa feudal – e capitalista, como é na indústria atual.<br><br></div><div>As duas coisas são condições naturais e históricas em quaisquer atividades produtivas que acontecem na sociedade, e a forma como são reproduzidas em uma sociedade é o que Marx chamou de modo de produção.<br><br></div><div><a href="http://www.estudofacil.com.br/materialismo-historico-o-que-e-objetivos-e-contexto/">http://www.estudofacil.com.br/materialismo-historico-o-que-e-objetivos-e-contexto/</a><br><br><br>Obs: acho que é uma maneira fácil de entender o materialismo histórico, que é importante para os grupos de Karl Marx.<br><br><mark>E assim, Julinha, como o materialismo histórico conversa com seu tema de pesquisa? Presença registrada!</mark></div>]]></description>
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         <pubDate>2017-11-03 22:40:25 UTC</pubDate>
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         <title>POLÍTICA EM KARL MARX</title>
         <author>yuri0jaspion</author>
         <link>https://padlet.com/victor_hubert/1zths8ndsyx0/wish/203488165</link>
         <description><![CDATA[<h1><br></h1><div>O estudo que Marx faz sobre o desenvolvimento dialético das formas do valor n’O capital, que vai da forma simples à forma dinheiro, é muito mais amplo e mais satisfatório que o da <em>Contribuição</em>. No entanto, no que se refere às categorias relativas ao trabalho (trabalho abstrato, útil, privado e social) e à sua relação com o valor, com o valor de uso e com a riqueza, o da <em>Contribuição</em> é mais aprofundado. É a teoria do valor (a teoria do capital e da mais-valia, da exploração e do fetichismo, da desmaterialização da riqueza capitalista da teoria da tendência decrescente da taxa de lucro) que nos permite entender a economia capitalista em suas determinações mais gerais: que a contradição principal da atual fase capitalista é a que existe entre a produção e a apropriação da maisvalia, do excedente econômico em valor; que a atual expansão do capital especulativo e parasitário é a manifestação e o agravamento dessa contradição; que essa fase capitalista sobrevive sobre a base da intensificação da exploração do trabalho. A teoria do valor de Marx permite entender que essa fase capitalista não é eterna e que não poderá sobreviver por muito tempo mais.<br><br><mark>Yuri, quanto seria "não muito mais tempo"...e como considerar esta expectativa de descafelamento face à desesperança provocada pelos valores capitalistas? Presença registrada!<br></mark><br><br><br><br><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2017-11-03 22:48:23 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Émile Durkheim- karyn Silva</title>
         <author>ks008339</author>
         <link>https://padlet.com/victor_hubert/1zths8ndsyx0/wish/203488291</link>
         <description><![CDATA[<div>para Durkheim a religião e um sistema de "crenças e praticas'' onde os indivíduos que tem uma mesma crença acabam criando afinidades, sentimentais e rituais, onde acabam&nbsp; se tornando uma coesão social <br><br><mark>Karyn, já encontrou o caminho para a partir desse conceito interpretar o&nbsp; seu contexto social de análise? Presença registrada!</mark></div>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2017-11-03 22:49:12 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>KARINA WALLNER-</title>
         <author>karinawallner78</author>
         <link>https://padlet.com/victor_hubert/1zths8ndsyx0/wish/203488474</link>
         <description><![CDATA[<div>INTOLERÂNCIA RELIGIOSA NO BRASIL.<br>Para Émile a religião tem grande importância, ela faz ter o convívio em coletividade, com efeito de criar afinidades, afetividade entre os indivíduos.<br>&nbsp; Todos temos o direito de pensar, pensamos e agimos de forma diferente, por isso devemos respeitar as diferenças de cada indivíduo, a escolha religiosa de cada um, para que como seres humanos racionais possamos viver em mais harmonia e com menos conflito religioso que ainda existe ,infelizmente.<br><br><mark>KARINA, comparando suas postagens você parece estar começando a dominar a ideia! Presença registrada e um CURTI para você!</mark><figure class="attachment attachment--preview" data-trix-attachment="{&quot;contentType&quot;:&quot;image&quot;,&quot;height&quot;:271,&quot;url&quot;:&quot;null&quot;,&quot;width&quot;:186}" data-trix-content-type="image"><img src="null" width="186" height="271"><figcaption class="attachment__caption"></figcaption></figure>&nbsp; <figure class="attachment attachment--preview" data-trix-attachment="{&quot;contentType&quot;:&quot;image&quot;,&quot;height&quot;:271,&quot;url&quot;:&quot;null&quot;,&quot;width&quot;:186}" data-trix-content-type="image"><img src="null" width="186" height="271"><figcaption class="attachment__caption"></figcaption></figure></div>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2017-11-03 22:50:42 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title></title>
         <author>gabriely_rocha</author>
         <link>https://padlet.com/victor_hubert/1zths8ndsyx0/wish/203489060</link>
         <description><![CDATA[<div>Gabriely Rocha </div>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2017-11-03 22:56:15 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Geisa - Karl Marx.</title>
         <author>geisacarvalho32</author>
         <link>https://padlet.com/victor_hubert/1zths8ndsyx0/wish/203489518</link>
         <description><![CDATA[<div>Estou encaminhando  um link sobre uma analise e as ideias essências de Marx sobre o Materialismo Histórico  x dias atuais das lutas das classes. Lutas essas históricas, mas ainda presente nos dias atuais, refletindo posteriormente na vida de todos os trabalhadores ( futuros aposentados).<br> <a href="http://www.anpad.org.br/admin/pdf/enapg272.pdf">http://www.anpad.org.br/admin/pdf/enapg272.pdf</a><br><br><mark>Geisa, a partir de sua pesquisa você consegue visualizar a contemporaneidade a partir da interpretação marxista? Presença registrada</mark></div>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2017-11-03 23:04:41 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Kenia</title>
         <author>keninha_1614</author>
         <link>https://padlet.com/victor_hubert/1zths8ndsyx0/wish/203489760</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2017-11-03 23:08:35 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Kenia_karl Marx</title>
         <author>keninha_1614</author>
         <link>https://padlet.com/victor_hubert/1zths8ndsyx0/wish/203489762</link>
         <description><![CDATA[<div>Para Marx tudo se encontra em constante processo de mudança , elas são resultantes das contradições&nbsp; de uma mesma realidade.<br>Estamos estudando sobre a mudança da reforma previdenciária abordando a nova aposentadoria. Sendo apresentada pelo governo federal uma regra de transição para homens e mulheres, o governo defende que a nova previdência é necessária para garantir as contas públicas e o próprio desenvolvimento do sistema previdenciário a longo prazo. <br>Referencia: novaescola.org.br<br><br><mark>Kenia, você sua a dialética marxista como referência, nesse sentido a tese seria a necessidade da reforma defendida pelo governo, a antítese seria a negativa da reforma defendida por analistas previdenciários, qual seria a síntese? Presença registrada!</mark></div>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2017-11-03 23:08:37 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Ana Paula Mendes - Interpretação marxista sobre a Reforma do Ensino Médio</title>
         <author>ana_mendes_123a</author>
         <link>https://padlet.com/victor_hubert/1zths8ndsyx0/wish/203490337</link>
         <description><![CDATA[<div>“Segmentos da sociedade acadêmica e educacional propõem [...] uma educação republicana que promova o ser humano acima de qualquer interesse mercantil.” (p. 1). Entretanto, o Brasil “permanece submisso ao jogo do capital financeiro e, portanto, pratica a mais tradicional das políticas de exclusão da população majoritária na conquista dos direitos sociais.” (p. 2)</div><div>Karl Marx, de acordo com Antônio Carlos Mazzeo, defende a ideia de que não se pode transformar um produto social em mercadoria e, o propósito da reforma é simplesmente preparar os alunos (que seria o produto social) para o mercado de trabalho, o que provavelmente Marx seria contra.</div><div>(Foi o que entendi)</div><div>&nbsp;</div><div><strong>Referências:</strong></div><div><a href="http://www.scielo.br/scielo.php?pid=S0101-73302017000200287&amp;script=sci_arttext">http://www.scielo.br/scielo.php?pid=S0101-73302017000200287&amp;script=sci_arttext</a></div><div>&nbsp;</div><div><a href="https://www.youtube.com/watch?v=lIvN9fLDtsY&amp;t=1266s&amp;list=WL&amp;index=13">https://www.youtube.com/watch?v=lIvN9fLDtsY&amp;t=1266s&amp;list=WL&amp;index=13</a> <br><br><mark>A pergunta Ana é até que ponto a escola não tem realizado exatamente esse papel de doutrinadora da mão de obra, reproduzindo os modelos produtivos do capital? presença registrada!</mark></div>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2017-11-03 23:17:31 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Alex - Émile Durkheim </title>
         <author>alex_belini</author>
         <link>https://padlet.com/victor_hubert/1zths8ndsyx0/wish/203491520</link>
         <description><![CDATA[<div>Para o autor a religião ordena-se em duas categorias: as crenças e os ritos. Onde para grande maioria são regras de comportamento como se deve comportar com as coisas sagradas. O fato da intolerância religiosa cabe mais a tendência humana a hostilidade entre grupos.<br><br><mark>Alex, já consegui relacionar tal concepção ao seu contexto de pesquisa? Presença registrada!</mark></div>]]></description>
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         <pubDate>2017-11-03 23:38:08 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Émile Durkheim e seu conceito de religião</title>
         <author>juliana_pinheiro30</author>
         <link>https://padlet.com/victor_hubert/1zths8ndsyx0/wish/203491615</link>
         <description><![CDATA[<div>O sentido etimológico vem do latim re-ligare , para Durkheim a religião, não seria originada de cultos a divindades e sim a cultos de forças anônimas e poderes indefinidos, para ele é uma busca por um conforto , uma segurança que a vida continuaria ou medo do fim.por outro lado Durkheim&nbsp; vê o simbolismo religioso com uma função de reproduzir hierarquias sociais, tendo uma visão do quanto a religião ensina as pessoas a viverem melhor dando-lhe o chão, (estabilidade)<br>&nbsp;nas relações sociais isso para sociedades não modernas, uma relação de valores e culturas. Na atualidade os valores estão pouco cultivados na cultura religiosa o causa uma perda desta estabilidade que por fim gera os conflitos na sociedade.<br>&nbsp;Referências:<br>https://bertonesousa.wordpress.com...&gt;<br>https://antropologiadareligiãoufpe.wordpress...&gt;<br><br><mark>Juliana, portanto religião para Durkheim é um espaço de pertencimento social desapegado do mítico...quais os impactos disso? (presença registrada!)</mark></div>]]></description>
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         <pubDate>2017-11-03 23:39:55 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title></title>
         <author>fatima_eleodoro</author>
         <link>https://padlet.com/victor_hubert/1zths8ndsyx0/wish/203493164</link>
         <description><![CDATA[<div><mark>Fátima, como Durkheim conversa com seu contexto de pesquisa? (Presença registrada!)</mark></div>]]></description>
         <enclosure url="https://padletuploads.blob.core.windows.net/prod/233945803/67e1495a735f4f9aadf0f71525a167f0/_mile_Durkheim.docx" />
         <pubDate>2017-11-04 00:14:55 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title></title>
         <author>josefa_aoferreira</author>
         <link>https://padlet.com/victor_hubert/1zths8ndsyx0/wish/203496206</link>
         <description><![CDATA[<div>: Atualmente a sociedade contributiva e/ou beneficiária da Previdência Social tem sentido diversas mudanças na forma de obtenção de benefícios e pensões, isso pelo fato da criação/alteração legal. Tal fato se dá principalmente com as constantes transformações nas regras de transição, bem como em formas para se instituir e cobrar pedágio pelo tempo restante para aquisição do benefício, ou pela limitação de alguns benefícios.&nbsp; Tanto é assim que, recentemente foi estabelecida a regra 90/100, MP 767/2017, e a própria PEC 287/2016 que aumenta a idade mínima e as formas de concessão de benefícios. Essas modificações não se restringem apenas na forma de obtenção de benefícios, mas as pensões serão alteradas também e, consequentemente, haverá uma relativização do direito, isto porque aqueles que o tem quase adquirido entraram em uma regra de transição específica, válida tanto para o regime geral quanto para os servidores públicos. Em outros casos, para que seja possível a obtenção do benefício com 100% do valor, será necessário o pagamento do pedágio e o cumprimento de outros requisitos previamente estabelecidos. Com a promulgação da PEC o trabalhador rural também terá novos requisitos a serem preenchidos, bem como novas regras para se aposentar.<br><br><mark>Angélica...como será a interpretação marxista desse panorama? Presença registrada!</mark></div>]]></description>
         <enclosure url="http://www.ambito-juridico.com.br/site/index.php?n_link=revista_artigos_leitura&amp;artigo_id=18790&amp;revista_caderno=20" />
         <pubDate>2017-11-04 01:38:12 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Jhennifer_Max Weber</title>
         <author>Jhennifer</author>
         <link>https://padlet.com/victor_hubert/1zths8ndsyx0/wish/203496346</link>
         <description><![CDATA[<div>Max weber acreditava que a mudança social ocorria através das ações dos indivíduos em seu convívio diário. Assim gerou um conceito de ação social, que seria a comunicação que&nbsp; o indivíduo estabelece com o outro.<br><br></div><div>Esse conceito de Ação social se dividia em quatros partes:<br><br></div><div><strong>Ação social racional com relação a fins,</strong> <strong>ação social racional com relação a valores</strong>, <strong>ação social afetiva e a </strong>&nbsp;<strong>ação social tradicional.<br></strong><br></div><div><strong>Acredito que, ao olharmos para o contexto de corrupção do nosso pais, encontramos uma relação&nbsp; a ação social com relação a fins, pois segundo o conceito de Weber, ela seria uma ação estritamente racional, que buscaria meios racionais para alcançar seus fins; sendo assim, acredito que não importaria as leis, o que importaria seria alcançar o fim buscado.<br></strong><br></div><div><strong>E o que a corrupção nos mostra, é que não importa os meios, o que importa é alcançar e conseguir sempre mais dinheiro, mais poder.<br></strong><strong><mark>Jhennifer, como educadores como poderíamos pensar uma ação social cujos fins seriam combater a corrupção? Presença registrada!</mark></strong></div>]]></description>
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         <pubDate>2017-11-04 01:41:28 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Reforma do ensino médio pelo olhar da teoria Marxista</title>
         <author>alineadsgomes</author>
         <link>https://padlet.com/victor_hubert/1zths8ndsyx0/wish/203496385</link>
         <description><![CDATA[<div><br></div><div><br></div><div>O seminário será realizado com base em qual seria a visão de Karl <br>Marx referente a reforma do ensino médio que será inserido nas escolas nos próximos anos, se ele defenderia ou não essa proposta. No leque de opções discutimos em grupo que talvez ele tenha dois ponto de vista, o positivo e o negativo e estudaremos mais profundamente no decorrer do trabalho.<br><br><mark>Aline, usem a dialética marxista para interpretar esses pontos divergentes! Presença registrada</mark></div>]]></description>
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         <pubDate>2017-11-04 01:42:20 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Victor - visão da política por Weber</title>
         <author>victor_hubert</author>
         <link>https://padlet.com/victor_hubert/1zths8ndsyx0/wish/203496451</link>
         <description><![CDATA[<div>Para Weber, há 3 formas de dominação, a Tradicional, a Carismática e a Legal, sendo a forma de dominação legal a mais próxima à do nosso cotidiano onde não se obedece uma única pessoa, mas sim um conjunto de regras, as quais também determinam quem terá poder de alterá-las e elas limitam o poder dos que o tem, dizendo o que pode ou não ser feito. A partir deste ponto temos a necessidade de que estas regras sejam seguidas para que haja uma organização desta sociedade, porém o que vemos hoje nos traz dois contrapontos nesta teoria, pois de um lado temos os governantes se sobrepujando à regra e de outro temos os cidadãos agindo de forma equivocada, exigindo de pessoas erradas ações as quais não os cabem, pela falta de conhecimento destas mesmas regras. <br><br><mark>Victor, perfeitas considerações, nesse sentido qual o lugar da ética? Presença registrada!</mark></div>]]></description>
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         <pubDate>2017-11-04 01:43:54 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>DEVOLUTIVA GERAL...</title>
         <author>victor_hubert</author>
         <link>https://padlet.com/victor_hubert/1zths8ndsyx0/wish/203560750</link>
         <description><![CDATA[<div>PARABÉNS, SENHORES PESQUISADORES, VOCÊS DEMONSTRARAM ENGAJAMENTO E COMPROMISSO INTELECTUAL COM A ATIVIDADE!! 85% DOS ESTUDANTES APRESENTARAM SUAS IDEIAS E ESTIVERAM PRESENTES AO DESAFIO!</div>]]></description>
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         <pubDate>2017-11-04 18:33:45 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>A Somália país localizado no nordeste do continente africano, está em uma posição geograficamente privilegiada tendo seu leste e norte banhado por mar que foi de grande valia para que o país tivesse grande destaque no fornecimento de produtos a outros países, dentre eles o Egito. Devido a sua grande fronteira marítima, a população islâmica foi crescendo no país e esta influência fez com que vários comerciantes dominassem porto e a costa da Somália. Assim ocorreu de forma gradativa o processo de islamização da Somália, isso ocorreu entre 400 e 1100 d.C.O grupo acusado pelo último ataque que deixou mais de 300 mortos é o Al-Shabab, esse grupo já existe a cerca de 10 anos e o ataque provocado é o pior de todos desde 2007 quando se instalou o caos na Somália. O Al- Shabab que possui ligação com a Al-Qaeda vem realizando ataques violentos em outros países como o Quênia.Boa parte dos Somalis segue o sufismo, enquanto o grupo Al-Shabab defende a versão wahabista do islã que é inspirada pela Arábia Saudita, esse grupo que significa “A juventude” em árabe, destruíram vários santuários sufistas e enquanto estiveram no domínio de algumas áreas da Somália, foi imposto uma versão muito rígida da lei islâmica onde incluía mortes por apedrejamento em caso de adultério e amputação para acusados de roubo.O ataque gerou grande comoção e fez com que os somalis saíssem as ruas para pedirem doações de sangue, o hospital lotou de feridos, dentre eles mais de 25 casos muito graves, um avião que iria levar suprimentos voltou ao seu país com mais de 40 feridos. Há grandes chances de que o número de mortos aumente.</title>
         <author>kelly_isab3114</author>
         <link>https://padlet.com/victor_hubert/1zths8ndsyx0/wish/204624052</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2017-11-07 23:11:07 UTC</pubDate>
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      </item>
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