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      <title>Relações étnico-raciais, educação e descolonização dos currículos by Mileny Tonhon</title>
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      <language>en-us</language>
      <pubDate>2022-11-12 01:33:41 UTC</pubDate>
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         <title>Currículo + descolonização </title>
         <author>milenyyyt</author>
         <link>https://padlet.com/milenyyyt/1ywjx38ie1pzgg4f/wish/2380752505</link>
         <description><![CDATA[<ul><li>O currículo colonizado das escolas urge pela emancipação, por meio do processo de descolonização e o cumprimento efetivo da lei 10.639/03, que prevê a obrigatoriedade do ensino da histórica da África e da cultura afro brasileira nas escolas;</li><li>A descolonização do currículo implica em: mudança de práticas em relação a história da África e cultura afro-brasileira, representatividade aos grupos invisibilizados, questão de poder, privilégios e afins;</li><li>Desconstruir e resgatar valores excluídos pela própria teoria educacional. O lado da nossa história preta e afrodescendente precisa ser mostrado e valorizado como algo que pertence ao nosso povo e país, de maneira orgulhosa;</li><li>O processo de descolonização: relação estreita entre conhecimento, cultura e ação política. Além disso, considera-se que não há hierarquia de saberes, culturas e povos, e sim, relação de domínio, poder, colonização em detrimento de outras;</li><li>Para a mudança de currículo educacional: diálogo entre escola, currículo e realidade social, na forma teórica e prática;</li><li>A LDB (9394/96), por meio da Lei nº 10.639/03, instiga e dá início a uma ruptura epistemológica e cultural, pois a mesma obriga a aplicação dos conteúdos de história africana e afro brasileira nas escolas;</li><li>É essencial que a educação nas salas de aula se livre das visões estereotipadas sobre a África</li><li>O silêncio do docente diante de toda discriminação racial é problemático;</li><li>Pesquisa acadêmicas, material didático e literário, formação de professores, devem conter em suas construções elementos raciais, que combatam o racismo e tragam representatividade ao currículo descolonizado;</li><li>A descolonização do currículo implica conflito, confronto, negociações e produz algo novo;</li></ul>]]></description>
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         <pubDate>2022-11-12 01:43:17 UTC</pubDate>
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         <title>Origem, aplicação e importância da Lei 10.639/03 </title>
         <author>milenyyyt</author>
         <link>https://padlet.com/milenyyyt/1ywjx38ie1pzgg4f/wish/2380756086</link>
         <description><![CDATA[<ul><li>A lei torna obrigatório o ensino da história e cultura afro-brasileira e africana nas escolas primárias e secundárias;</li><li>A Lei 10.639/03 também acrescentou o dia 20/11 ao calendário escolar como o Dia Nacional da Consciência Negra;</li><li>Nas escolas, o panorama desfavorável da população negra é reforçado por uma visão eurocêntrica. Nesse caso, a Lei 10.639/03 foi fruto da luta dos movimentos sociais;</li><li>O estudo e a compreensão das lutas dos negros na formação da sociedade nacional é de extrema importância no combate ao racismo e na preservação das contribuições dos negros nas esferas social, econômica e política relevantes para a história do nosso país;</li></ul>]]></description>
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         <pubDate>2022-11-12 01:51:36 UTC</pubDate>
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         <title>Peça besouro cordão-de-ouro</title>
         <author>milenyyyt</author>
         <link>https://padlet.com/milenyyyt/1ywjx38ie1pzgg4f/wish/2380756999</link>
         <description><![CDATA[<div>&nbsp;O musical Besouro Cordão-de-Ouro foi dirigido por João das Neves e apresentado no 4º Festival Internacional da Arte Negra no dia 25 de novembro de 2007 em BH. A peça narra a trajetória, história e lutas do Besouro de Mangangá - considerado um dos mais importantes nomes da capoeira no Brasil. Adentrando no espaço cênico, um cômodo pequeno, abafado, pouco iluminado, com vozes sussurrando ao fundo, chão de areia e no centro da sala, um caixão. No caixão é possível ver seu próprio reflexo, com a intenção de deixar uma mensagem: a finitude da vida iguala a todos e para a morte não existe poder, credo, raça, etnia, classe social, geração e nem gênero. Somos todos humanos, ao mesmo tempo, cheios de potencial de vida, repletos de finitude. Os atores e atrizes contam a história do besouro por meio de música, dança, de gestos e golpes da capoeira. Pode-se perceber que aquilo é uma experiência para além da arte, mas a relação com a história de luta da população negra no Brasil, uma verdadeira “aula” na qual se enfatizou a relação entre conhecimento, cultura e ação política. O espetáculo dialoga com um paradigma que compreende que não há hierarquias entre conhecimentos, saberes e culturas, mas, sim uma história de dominação, exploração, e colonização que deu origem a um processo de hierarquização de conhecimentos, culturas e povos. Tal processo instaurou um imaginário que vê de forma hierarquizada e inferior as culturas, povos, e grupos étnico-raciais que estão fora do paradigma considerado civilizado e culto.&nbsp;</div><div>&nbsp;Só compreendendo a radicalidade dessas questões e desse contexto é que poderemos mudar o registro e o paradigma de conhecimento com os quais trabalhamos na educação. Esse é um dos passos para uma inovação curricular na escola e para uma ruptura epistemológica e cultural</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-11-12 01:53:44 UTC</pubDate>
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         <title>Currículo + epistemologia </title>
         <author>milenyyyt</author>
         <link>https://padlet.com/milenyyyt/1ywjx38ie1pzgg4f/wish/2380761516</link>
         <description><![CDATA[<ul><li>A epistemologia, enquanto teoria do conhecimento, tem caráter crítico e reflexivo na teoria educacional; ao relacioná-la com a diversidade e como deve ser atendida;&nbsp;</li><li>A diversidade epistemológica propõe novas indagações, propostas e limites, trazendo ao currículo um dilema sobre as avaliações: a) "teste padrão" e de larga escala ou b) uma proposta que dialogue com a realidade brasileira;&nbsp;</li><li>&nbsp;Vivemos um momento ímpar no campo do conhecimento;</li><li>&nbsp;Teoria educacional do autor Santos: vertentes interna e externa</li></ul><div>a)&nbsp; Interna: questiona o caráter monolítico do cânone epistemológico e se interroga sobre a relevância epistemológica, sociológica e política da diversidade interna de práticas científicas dos diferentes modos de fazer ciência.<br><br>b)&nbsp; Externa: interroga-se sobre a exclusividade epistemológica da ciência e se concentra nas relações entre a ciência e outros conhecimentos&nbsp;<br><br>E ambas procuram, a partir de diferentes perspectivas, responder as premissas culturais da diversidade e da globalização;&nbsp;</div><div><br></div><ul><li>São produzidos por um movimento dinâmico: reflexões internas a ciência e as questões colocadas pelos sujeitos sociais organizados em movimentos sociais e ações coletivas ao campo educacional;&nbsp;</li></ul>]]></description>
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         <pubDate>2022-11-12 02:04:56 UTC</pubDate>
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