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      <title>PORTIFÓLIO EDUCAÇÃO INFANTIL  by </title>
      <link>https://padlet.com/luanasantoro2011/1ysiiqcklv0bw67v</link>
      <description>Portifólio criado para a disciplina de Educação Infantil </description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2021-11-01 20:01:56 UTC</pubDate>
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         <title>PORTIFÓLIO- MEMÓRIAS, AFETOS E REGISTROS</title>
         <author>luanasantoro2011</author>
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         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2021-11-01 20:16:07 UTC</pubDate>
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         <title>TEXTO: PORQUE SE TRATAVA DA MINHA HISTÓRIA DE VIDA” –O PORTFÓLIO COMO METODOLOGIA DE ENSINO APRENDIZAGEM NA FORMAÇÃO DE PROFESSORES.</title>
         <author>luanasantoro2011</author>
         <link>https://padlet.com/luanasantoro2011/1ysiiqcklv0bw67v/wish/1873385589</link>
         <description><![CDATA[<div>&nbsp;<strong>DESTAQUES</strong>:&nbsp;<br><br></div><ul><li>RELAÇÃO ENSINO-APRENDIZAGEM NA ESCOLA</li></ul><div><br></div><div>O primeiro aspecto que chama atenção no texto é a forma como é tensionado a relação ensino-aprendizagem na escola. Isso nos compete a problematizar&nbsp; se&nbsp; efetivamente essa relação acontece de forma significativa na vida dos sujeitos presentes no ambiente escolar. Uma vez que, os educandos dificilmente têm liberdade para serem protagonistas nos seus processos de produção do conhecimento, apenas reproduzindo discursos alheios, de forma mecânica e sem significado.&nbsp;<br><br></div><ul><li>É PRECISO RECRIAR O SENTIDO DO TRABALHO ESCOLAR E DA VIDA NA ESCOLA</li></ul><div><br></div><div>Outro aspecto de suma relevância presente no texto é a importância de se recriar o sentido do trabalho escolar e da vida na escola. Isso nos compete a refletir sobre as nossas práticas pedagógicas. Essas práticas devem ser dotadas de intencionalidade, pois um planejamento no qual não dialoga com as necessidades dos educandos é&nbsp; vazio, sem sentido.&nbsp; É preciso também, valorizar as experiências dos sujeitos que aprendem dentro do processo de construção do conhecimento.</div><div>&nbsp;</div><ul><li>PROPOSTA DO PORTIFÓLIO- EDUCAR É AFETAR</li></ul><div><br></div><div>O terceiro ponto que me chama atenção é a proposta do portfólio como um instrumento que afeta a vida de quem se permite mergulhar nessa proposta. Assim como o próprio texto fala do movimento de rememorar, esse é um movimento no qual os estudantes passam a notar o quanto as suas experiências e vivências são relevantes e importantes e que a emoção, não precisa ser dissociada do processo de aprendizagem.</div><div><br><br></div><div><strong>QUAIS SÃO AS MINHAS EXPECTATIVAS EM RELAÇÃO AO PORTIFÓLIO?</strong></div><div><br></div><div>Como dito no texto, o portfólio é uma metodologia que permite valorizar a construção do conhecimento e da autobiografia. Por muito tempo não me deparava com uma proposta de atividade que me remetesse ao desafio de sua construção, bem como a empolgação de estar envolvida num processo que possivelmente resgatará o meu lugar, como autora da minha própria história. Espero que durante a construção desse portfólio, eu possa me superar, rememorando a minha trajetória e valorizando todas as minhas experiências como humana, educadora e estudante.</div><div><br><br><br></div><div><br><br></div><div><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-11-07 21:22:41 UTC</pubDate>
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         <title>Infância, de Carlos Drummond de Andrade</title>
         <author>luanasantoro2011</author>
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         <description><![CDATA[<div><br>Meu pai montava a cavalo, ia para o campo.<br>Minha mãe ficava sentada cosendo.<br>Meu irmão pequeno dormia<br>Eu sozinho, menino entre mangueiras<br>lia história de Robinson Crusoé,<br>comprida história que não acaba mais.<br><br></div><div><br>No meio-dia branco de luz uma voz que aprendeu<br>a ninar nos longes da senzala - e nunca se esqueceu<br>chamava para o café.<br>café preto que nem a preta velha<br>café gostoso<br>café bom<br><br></div><div><br>Minha mãe ficava sentada cosendo<br>olhando para mim:<br>- Psiu... não corde o menino.<br>Para o berço onde pousou um mosquito<br>E dava um suspiro... que fundo !<br><br></div><div><br>Lá longe meu pai campeava<br>no mato sem fim da fazenda.<br><br></div><div><br>E eu não sabia que minha história<br>era mais bonita que a de Robinson Crusoé.<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-11-07 21:52:42 UTC</pubDate>
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         <title>MEMÓRIAS DE MINHA INFÂNCIA:</title>
         <author>luanasantoro2011</author>
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         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2021-11-11 21:42:06 UTC</pubDate>
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         <title>QUEM SOU EU?</title>
         <author>luanasantoro2011</author>
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         <description><![CDATA[<div>Olá, eu sou a Luana de alguns anos atrás, nasci no dia 29 de Agosto de 1996 na casa de saúde Santa Marta, na cidade de Niterói as 21:20 da noite. Moro com os meus pais há 25 anos em São Gonçalo,  no bairro do Rio do Ouro</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-11-11 21:52:12 UTC</pubDate>
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         <title>MINHA FAMÍLIA!</title>
         <author>luanasantoro2011</author>
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         <description><![CDATA[<div>Essa é a minha família!<br>Meu pai, José Carlos<br>Minha mãe, Rosângela<br>Minha irmã Esther.<br>Amava dançar na escola, nesta foto tinha acabado de me apresentar, dancei a música de cowboy.<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-11-11 22:10:02 UTC</pubDate>
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         <title>UM LUGAR...</title>
         <author>luanasantoro2011</author>
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         <description><![CDATA[<div>Fecho os meus olhos e lembro de minha infância.<br>Assim, por alguns minutos posso me conectar com a minha criança interior e relembrar momentos tão marcantes em minha vida.<br>Se eu pudesse sintetizar a minha infância num lugar, seria na casa de minha avó. Esse quintal da foto era o meu lugar favorito, nele eu passava horas. Corria, pulava, brincava de fazer comidinha e na sombra da mangueira me deliciava com as  mangas!</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-11-11 22:20:43 UTC</pubDate>
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         <title>UM CHEIRO...</title>
         <author>luanasantoro2011</author>
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         <description><![CDATA[<div>A minha infância tinha cheiro de rosas, pois amava cheirar as rosas do quintal de minha avó</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-11-11 22:23:51 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>luanasantoro2011</author>
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         <pubDate>2021-11-11 22:27:03 UTC</pubDate>
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         <title>UM DESENHO...</title>
         <author>luanasantoro2011</author>
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         <pubDate>2021-11-11 22:34:23 UTC</pubDate>
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         <title>&quot;História do menino que lia o mundo&quot; - Carlos Rodrigues Brandão, contada pela Prof.ª Eliane de Mello</title>
         <author>luanasantoro2011</author>
         <link>https://padlet.com/luanasantoro2011/1ysiiqcklv0bw67v/wish/1885232497</link>
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         <pubDate>2021-11-11 22:44:03 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>luanasantoro2011</author>
         <link>https://padlet.com/luanasantoro2011/1ysiiqcklv0bw67v/wish/1926145762</link>
         <description><![CDATA[<div>A partir da leitura dos textos "As crianças e a infância: definindo conceitos, delimitando o campo" (MANUEL JACINTO<br>SARMENTO e MANUEL PINTO), "Infância e Educação: delimitações de um campo de pesquisa", do filme A Invenção da Infância, destaque e das nossas discussões, reflita e registre:<br><br>* Que concepção de infância(s) e de criança(s) são definidas pelos autores?<br><br>* De que modo infância(s) e criança(s) se estruturam como categoria social?<br><br>* A partir do olhar para sua própria infância, elenque pelo menos três características que distinguem a infância que você<br>viveu das infância(s) que observamos e conhecemos no tempo presente.</div><div><br></div><div>   Para iniciar a&nbsp; discussão a respeito da infância e do “ser criança” destaco que a partir da leitura&nbsp; dos textos: "As crianças e a infância: definindo conceitos, delimitando o campo"&nbsp; "Infância e Educação: delimitações de um campo de pesquisa", e do filme “ A invenção da infância” que <strong>ser criança não significa ter infância</strong>. Não obstante, muitos paradoxos são implicados na temática sobre infâncias&nbsp; e isso ficará mais claro nos argumentos a seguir.&nbsp;</div><div>Os autores Manuel Jacinto Sarmento e Manuel Pinto&nbsp; discorrem sobre as questões sociais relacionadas às problemáticas da infância, tais como: a pobreza e a exploração infantil,&nbsp; o turismo infantil , o abuso sexual e&nbsp; a opressão. E,&nbsp; apontam que tais temas ganham visibilidade após a década de 90, ao mesmo passo que são um tanto quanto paradoxais.</div><div>A convenção dos direitos das crianças, aprovada em 1989 pelas Nações Unidas foi um marco histórico, no entanto nos cabe refletir sobre esses direitos e a sua concretização na sua mais íntima particularidade. Nesse sentido, é possível que reflitamos que mesmo após essa convenção, a desigualdade e discriminação continuam a se intensificar.</div><div>Nesse sentido, para os autores a infância é uma <strong>categoria social.</strong> A variação das condições sociais em que vivem as crianças depende de como elas são distribuídas na estrutura social, segundo a classe social e cultura que elas pertencem.&nbsp; A realidade social das crianças não se transforma por simples publicação de normas jurídicas. É importante que se pense nas <strong>condições sociais</strong> em que elas vivem, bem como as suas classes e posições sociais, pois as infâncias são vivenciadas pelas crianças de formas distintas, justamente pelo fato da <strong>categoria social.</strong></div><div><br><br></div><div>Para que essas afirmações sejam ainda mais concretas&nbsp; não é preciso ir muito longe.&nbsp;</div><div>No texto&nbsp; "Infância e Educação: delimitações de um campo de pesquisa",&nbsp; é exposto a complexidade das relações que envolvem a educação das crianças e o desafio na educação das crianças pequenas no contexto das sociedades modernas. Assim é exposto que o direito à educação dos pequenos resulta em entraves qualitativos e quantitativos. Dessa forma, basta que façamos uma análise&nbsp; da Educação no Brasil. De um modo geral é respeitada a participação das crianças ou elas são apenas instrumentos maleáveis nas mãos dos adultos?&nbsp;</div><div>&nbsp;As crianças não são ouvidas e as cobram que elas ouçam, as crianças não são respeitadas e as cobram que respeitem. As crianças não são incentivadas a serem autônomas e as cobram autonomia para fazer folhinhas de atividades . As crianças não brincam porque a sociedade ainda enxerga o brincar como irrelevante e são cobradas a terem imaginação, criatividade e coordenação motora. As controvérsias e paradoxos estão presentes o tempo todo nos documentos, nas políticas,na escola e nas concepções do que é “ser criança”.</div><div><br></div><div><strong>*A partir do olhar para sua própria infância, elenque pelo menos três características que distinguem a infância que você viveu das infância(s) que observamos e conhecemos no tempo presente*</strong></div><div><br></div><div>Na minha infância eu brincava na rua de pique-pega, queimado, futebol, pique esconde, cobra cega, dentre outras brincadeiras que faziam parte da minha tarde na rua de minha casa. Hoje percebo que essas brincadeiras não estão tão presentes. Um dos fatos que colaboram para isso é a crescente violência que vem cada vez mais se intensificando, como por exemplo no meu bairro. As crianças que brincam na rua são exposta ao risco de&nbsp; a qualquer momento ser atingida por uma bala perdida, ou serem vitimas de abuso sexual.&nbsp;</div><div>Na minha infância eu brincava de bicicleta, hoje vejo crianças que possuem celulares optarem por jogos online e cada vez menos movimentando o corpo,&nbsp; experimentando sensações e interagindo com outras crianças.&nbsp;</div><div><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-12-02 21:49:17 UTC</pubDate>
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         <title>Carta para Luana pequena</title>
         <author>luanasantoro2011</author>
         <link>https://padlet.com/luanasantoro2011/1ysiiqcklv0bw67v/wish/1926236645</link>
         <description><![CDATA[<div>Querida Luana pequena,<br>Não fique ansiosa pela prova da escola, você estudou e vai dar o seu melhor. Na vida temos momentos bons e ruins, também aprendemos com eles. Nem tudo é como a gente planeja, as vezes temos que nos reinventar em diversas situações. Outra coisa que quero lhe dizer é que você não precisa implorar pela amizade de ninguém, é melhor ter poucos amigos verdadeiros do que ter muitos e nenhum te estender a mão quando vc precisar. Gostaria de te falar também que você é linda, do jeitinho que é. A beleza é algo singular, imagina se fossemos todos iguais? Não deixe que ninguém te faça se sentir inferior, porque você não é! Você é única no mundo!<br>Eu sei que você fica triste quando os seus colegas te apelidam e zoam as suas gordurinhas, mas tenta entender que eles precisam mais de ajuda do que você! Pois quando eles abrem a boca para te fazer mal é porque eles também não estão bem e o coração deles está cheio de amarguras e infelicidade.&nbsp;<br>Posso te dar um spooler do seu futuro e dizer que você vai se orgulhar da pessoa que você já é e será daqui há alguns anos. Você vai encontrar um amor que irá te valorizar do jeito que você é e vai amar os seus mínimos detalhes. Você vai ter uma profissão que vai exigir muito de você! Vai exigir que vc lute! Que vc ame, que você cative e se deixe cativar!&nbsp;<br>Hoje as minhas palavras são essas.&nbsp;<br>Vim acalmar o seu coração!<br>Com carinho,<br>O seu "eu" do futuro.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-12-02 23:19:54 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Resenha crítica do filme:&quot; Caramba Carambola, o brincar está na escola.</title>
         <author>luanasantoro2011</author>
         <link>https://padlet.com/luanasantoro2011/1ysiiqcklv0bw67v/wish/1983960349</link>
         <description><![CDATA[<div>Qual a importância de falarmos sobre as infâncias? De que forma o brincar ocupa um papel fundamental na vida das crianças? É possível brincar e aprender? Por que se deve pensar numa formação sensível de educadores que pensam nas inúmeras possibilidades da brincadeira como experimentação da vida, da realidade, do conhecimento de si e do outro?&nbsp;</div><div>O documentário Caramba, Carambola, o brincar está na escola, permite refletir sobre essas indagações e mostra a importância da ludicidade na educação infantil; e apresenta de forma poética a potente cultura infantil, na qual ainda e infelizmente é desvalorizada em nossa sociedade.</div><div>Bem no início do documentário ,a Coordenadora Pedagógica da escola infantil em Vinhedo/SP Maria Carolina Vicentini, discorre sobre os benefícios da utilização dos materiais não estruturados, como: sucata, pneu velho, caixa de papelão, caixa de sapato, tampinhas de garrafas e menciona a preocupação inicial dos professores em relação a manipulação desses objetos; e até mesmo a desconfiança de que eles pudessem contribuir significativamente para a aprendizagem.&nbsp;</div><div>Assim, no desenrolar do vídeo fica nítido os argumentos de defesa da utilização desses materiais e do quanto eles proporcionam uma vivência boa para as crianças em todos os aspectos tanto físicos, emocionais, quanto sentimentais e intelectuais.  Assim, quando as crianças se divertem manipulando esses objetos, cabe a nós, observar, assim como sublinha a Roberta Lina Picchi, coordenadora pedagógica de escola infantil em Jundiai/SP. Tal observação, parte do princípio de que para uma intervenção futura como forma de contribuição, é necessário olhar e observar como as crianças brincam, aprendem e se interessam mais por determinadas coisas.</div><div>O nosso cérebro não diferencia o que é real e imaginário, o que inconscientemente determinamos é enviado em forma de mensagem para o&nbsp; nosso corpo. Diante desse exposto, a Maria Celia M.Dias Prof.Dra.Da faculdade de educação da USP fala sobre o brincar como possibilidade de pensar e sonhar ao mesmo tempo e assim ocorre uma transformação em si mesmo. Aponta também a Sonia Padovan, neurocientista que uma criança no brincar ela está se constituindo, o seu sistema nervoso, o circuito da motricidade, da abstração e da distinção do que é real e imaginário.&nbsp;</div><div>E Há quem diga que quem brinca não aprende, que o brincar é perda de tempo. Isso é um ataque as infâncias e a cultura infantil, pois o brincar motiva o aprendizado. Nesse cenário, o documentário nos proporciona a pensar em nossa formação docente, pois até mesmo alguns educadores devido as suas experiências e formação engessada tem esse pensamento, de improdutividade no ato da brincadeira.&nbsp;</div><div>E, não somente os profissionais da educação, mas também a família, precisa de orientação quanto as potencialidades do brincar, pois falar de brincar também é falar de escola. No documentário também é reforçado que os educadores precisam de uma formação que pense na estética mais simbólica, sem ficarem presos a uma questão mais racional reduzida. Dessa forma, a Maria Alice Junqueira conta sobre o seu projeto brincar para a formação e demonstra o quanto esse projeto busca no educador o resgate e a ponte com a criança que foi um dia. Ato de sensibilização.&nbsp;</div><div>Pensar numa escola que valorize todos os profissionais, a medida que entendam que todos são educadores e  essenciais no desenvolvimento infantil, e que podem oferecer trocas de saberes e experiências com as crianças, fazem do ambiente educacional um lugar no qual a educação está sendo vivenciada efetivamente na mais sensível forma de ser.</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-01-10 14:39:38 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title>ATIVIDADE PORTIFÓLIO 5-Revisite experiências vividas no cotidiano escolar ou fora dele, como criança, estudante ou profissional e reflita de que modo as práticas rememoradas se distanciem e/ou se aproximam dos princípios e orientações previstos nas Diretrizes Nacionais para a Educação Infantil, a história desse segmento, dos direitos das crianças e das concepções de criança, infância, educação e escola.</title>
         <author>luanasantoro2011</author>
         <link>https://padlet.com/luanasantoro2011/1ysiiqcklv0bw67v/wish/1989251230</link>
         <description><![CDATA[<div>&nbsp;</div><div>No ano de 2020 iniciei o meu trabalho como mediadora escolar numa escola privada do município de Niterói/Rj.&nbsp; JF era um aluno com o Transtorno do Espectro Autista e estava na educação infantil, primeira etapa da educação básica, mais especificamente no pré II.&nbsp;</div><div>Algumas questões me chamaram atenção, logo assim que comecei a trabalhar nessa área.&nbsp; Na sua especificidade e forma como aprendia, o JF não se adaptava a forma convencional como os outros alunos entendiam e sistematizavam o conhecimento. JF recusava todas as folhinhas de atividades. Com o meu olhar atento, pude observar que aquelas atividades não faziam sentido para ele além disso, notei que ele ainda não tinha a pega no lápis consolidada, o que fazia ele se irritar e frustra-se com as inúmeras tentativas de escrever no papel.</div><div>E a professora e a equipe pedagógica, quais eram os seus posicionamentos? vocês devem estar se perguntando. Diretamente eu digo: na verdade, percebia que pouco se importavam em questionar-se sobre o fazer pedagógico, sobre intencionalidade da prática docente e sobre a responsabilidade de proporcionar um ambiente de aprendizado significativo não só para esse aluno como para os demais.&nbsp;</div><div>O parecer de 2009, que fixa as Diretrizes Curriculares Nacionais para a Educação Infantil, discorre no item 6.6 sobre a visão de criança: o sujeito do processo de educação e diz:&nbsp;</div><div>&nbsp;</div><div>"A criança, centro do planejamento curricular, é sujeito histórico e de direitos que se desenvolve nas interações, relações e práticas cotidianas a ela disponibilizadas e por ela estabelecidas com adultos e crianças de diferentes idades nos grupos e contextos culturais nos quais se insere". (BRASIL,2009, p.6)</div><div>&nbsp;</div><div>Ou seja, a escola caminhava ao encontro desse item, pois o aluno no qual mediava não era visto no centro do planejamento curricular e as suas demandas não eram atendidas. Ainda assim, os princípios fundamentais nas Diretrizes anteriormente estabelecidas (Resolução CNE/CEB no 1/99 e Parecer CNE/CEB no 22/98) cita os princípios éticos essenciais para uma educação significativa, que respeite a singularidade do educando e o seu modo de ser e estar no mundo. Nesse sentido, cabe a nós educadores, praticar o exercício de um olhar sensível, direcionado a cada aluno, não generalizando todos em uma única e exclusiva forma de aprender e de vivenciar experiências. Logo, a diretriz comenta que:&nbsp;</div><div>&nbsp;</div><div>“O direito dessas crianças à liberdade e à participação, tal como para as demais crianças, deve ser acolhido no planejamento das situações de vivência e aprendizagem na Educação Infantil. Para garanti-lo, são necessárias medidas que otimizem suas vivências na creche e pré-escola, garantindo que esses espaços sejam estruturados de modo a permitir sua condição de sujeitos ativos e a ampliar suas possibilidades de ação nas brincadeiras e nas interações com as outras crianças, momentos em que exercitam sua capacidade de intervir na realidade e participam das atividades curriculares com os colegas. Isso inclui garantir no cotidiano da instituição a acessibilidade de espaços, materiais, objetos e brinquedos, procedimentos e formas de comunicação e orientação vividas, especificidades e singularidades das crianças com deficiências, transtornos globais de desenvolvimento e altas habilidades/superdotação.</div><div>(BRASIL, 2009, p.11)</div><div>&nbsp;</div><div>Outrossim que percebia nessa experiencia era que o tempo para brincar na escola era quase inexistente ou colocado em último plano, falas como: “se der tempo a gente brinca” eram comuns. Diante disso, me indago a pensar que não só esses profissionais da escola na qual trabalhei, mas também como tantos outros ainda observam a brincadeira como algo improdutivo e desconsideram a sua importância. As diretrizes curriculares nacionais afirmam que:&nbsp;</div><div>&nbsp;</div><div>“Atividades realizadas pela professora ou professor de brincar com a criança, contar-lhe histórias, ou conversar com ela sobre uma infinidade de temas, tanto promovem o desenvolvimento da capacidade infantil de conhecer o mundo e a si mesmo, de sua autoconfiança e a formação de motivos e interesses pessoais, quanto ampliam as possibilidades da professora ou professor de compreender e responder às iniciativas infantis” (BRASIL,2009, p.7).&nbsp;</div><div>&nbsp;</div><div>Na lógica de uma educação bancária é favorável que o educando permaneça numa posição que não o permite opinar e praticar o exercício da criticidade, sendo submetido a ideias alheias sem entrelaçamento com o seu posicionamento. Nesse viés, em minha experiencia enquanto mediadora e estagiária nos anos posteriores ao ano de 2020 permitiu-me observar professores que não estabeleciam uma troca dialógica com os alunos, sendo esses colocados numa posição “inferior”, sem espaço de fala, assim afastando-se dos princípios estabelecidos nessa diretriz. Sobre isso, na diretriz comentada o aspecto político faz referência a esse exposto quando sublinha a importância de se criar condições para que a criança aprenda a opinar e a considerar os sentimentos e opiniões dos outros sobre um acontecimento.</div><div>Portanto, é necessário o respeito, compromisso e responsabilidade não somente das instituições escolares, mas também dos profissionais que trabalham na área da educação com todos os princípios estabelecidos nas Diretrizes Nacionais Curriculares para a educação infantil. De forma que contemplem TODOS os alunos independentemente de suas especificidades. É necessário também se pensar na importância de uma formação continuada, incapaz de se encerrar em qualquer ciclo, pois o ato de educar e de respeitar as culturas infantis e a singularidade de cada educando exige pesquisa, conhecimento, responsabilidade afetiva, olhar atento e principalmente, o considerar da criança como um ser ativo e participativo na sociedade.<br>REFERÊNCIA:<br>FEITOSA, R. M. M. Revisão das Diretrizes Curriculares Nacionais para a Educação Infantil. <strong>Diretrizes Curriculares nacionais para a educação básica</strong>, p. 80-100, 2009.</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-01-12 23:06:04 UTC</pubDate>
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         <title>ATIVIDADE DE PORTFÓLIO 6-  O que é brincar?Revisite o baú de memórias e registre seu inventário de brinquedos e brincadeiras de sua infância!</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/luanasantoro2011/1ysiiqcklv0bw67v/wish/2013363744</link>
         <description><![CDATA[<div><br></div><div>   Lembrar da minha infância me faz sentir saudade! Saudade de quando na brincadeira eu&nbsp; podia ser quem eu quisesse. Não tinha limites para explorar a minha imaginação e exercitar a minha criatividade. Lembro que amava brincar de pique-pega, polícia e ladrão, esconde esconde, amarelinha, pula elástico, comidinha. Já fui diversas profissões quando criança: professora, dentista, cabeleireira, médica, cantora e atriz.&nbsp; A varanda de casa era o meu palco, lembro que todo final de tarde eu, minha irmã e minha prima fazíamos o nosso show no nosso palco imaginário. &nbsp;</div><div>Brincar é um jeito de existir!&nbsp;</div><div>É no brincar que a criança descobre o seu mundo e explora múltiplas sensações. Nas brincadeiras as crianças incorporam papeis sociais, recriam e criam experiencias do seu cotidiano.&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp;</div>]]></description>
         <enclosure url="https://youtu.be/8FfnH4aOXHU" />
         <pubDate>2022-01-26 12:12:31 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/luanasantoro2011/1ysiiqcklv0bw67v/wish/2013380871</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
         <enclosure url="https://www.youtube.com/watch?v=jBsRvI3nX_M" />
         <pubDate>2022-01-26 12:23:50 UTC</pubDate>
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         <title>ATIVIDADE 7- Currículo e proposta pedagógica na/para a Educação Infantil.</title>
         <author>luanasantoro2011</author>
         <link>https://padlet.com/luanasantoro2011/1ysiiqcklv0bw67v/wish/2041379044</link>
         <description><![CDATA[<div><strong>Subsídios para avaliar propostas pedagógicas</strong></div><div>&nbsp;</div><div>Para fundamentar a avaliação da proposta pedagógica da escola UMEI Pituchinha, foi utilizado o texto: “Propostas pedagógicas ou curriculares: Subsídios para uma leitura crítica” da Professora do Departamento de Educação da PUC-Rio Sonia Kramer e o parecer de 2009, que tem como assunto a Revisão das Diretrizes</div><div>Curriculares Nacionais para a Educação Infantil. Foi considerado os seguintes aspectos para análise da proposta: os autores da proposta e o que eles revelam, o corpo do texto e suas concepções de infância, crianças, trabalho pedagógico, relação escola-família-comunidade e como o texto da proposta se comunica com os leitores a quem se destina.</div><div><strong>&nbsp;</strong></div><div><strong>Autores da proposta</strong></div><div>A proposta pedagógica da escola Umei Pituchinha não esclarece sobre os participantes envolvidos na elaboração da proposta. Assim, também não deixa claro para quem o texto se destina. No entanto, é descrito que toda comunidade escolar (pais, alunos, professores, funcionários, coordenação pedagógica e direção) são levados em conta como coautores da proposta. Como mecanismo de interação, é previsto na proposta o diálogo dos docentes nas atividades de formação e qualificação profissional proporcionadas pelas instâncias da Prefeitura Municipal de Belo Horizonte.</div><div><strong>Sobre o texto da proposta: concepções de infância, crianças, trabalho pedagógico, relação escola-família-comunidade</strong></div><div><strong>&nbsp;</strong></div><div><strong>Concepção de criança e infância&nbsp;</strong></div><div>&nbsp;</div><div>Em relação a concepção de criança, o parecer de 2009 &nbsp; sublinha a criança como um sujeito histórico de direitos, assim essa proposta pedagógica fala sobre o respeito à dignidade e aos direitos das crianças em suas diferenças individuais, sociais, econômicas e culturais que acontecem de maneira ampla e sem discriminação. Outrossim exposto no parecer é a concepção de uma criança que brinca: &nbsp;</div><div>“Uma atividade muito importante para a criança pequena é a brincadeira. Brincar dá à criança oportunidade para imitar o conhecido e para construir o novo, conforme ela reconstrói o cenário necessário para que sua fantasia se aproxime ou se distancie da realidade vivida, assumindo personagens e transformando objetos pelo uso que deles faz.” (BRASIL,2009, p.7)</div><div>&nbsp;</div><div>&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp;Dessa forma, a escola Umei Pituchinha reconhece o brincar como parte essencial do processo de aprendizagem das crianças.&nbsp;</div><div>Existem diversas possibilidades de viver a infância. Isso compreende entender que cada infância é única e carrega consigo diferentes culturas, experiências, saberes e visões de mundo. O parecer de 2009, assumi que cumprir a função sociopolítica e pedagógica das creches e pré-escolas, implica ter a responsabilidade de possibilitar um espaço de convivência que respeite a construção de identidades coletivas, a ampliação de saberes diversos e a disponibilidade de recursos que permitem as oportunidades educacionais entre crianças de diferentes classes sociais. Nesse viés a UMEI assinala que os processos educativos que envolvem a criatividade, ludicidade, diversidade de manifestações artísticas devem ser levados em consideração independentes de diferenças sociais, econômicas, étnicas e religiosas da família.&nbsp;</div><div><strong>Concepção de trabalho pedagógico&nbsp;</strong></div><div>Em relação concepção de trabalho pedagógico, a Diretriz orienta que as instituições de educação infantil possam valorizar um trabalho que incentive a autonomia das crianças, desde as escolhas de brincadeiras até a realização dos cuidados pessoais diário, assim um dos tópicos da proposta dessa escola é fazer com que as crianças se tomem progressivamente independentes, organizando os materiais coletivos e pessoais postura durante as refeições, higiene correta etc.).</div><div>No parecer diz que a: “Educação Infantil deve trilhar o caminho de educar para a cidadania, analisando as suas práticas educativas de fato promovem a formação participativa e crítica das crianças e criam contextos que lhes permitem a expressão de sentimentos, ideias, questionamentos, comprometidos com a busca do bem-estar coletivo e individual, com a preocupação com o outro e com a coletividade. Assim, um dos caminhos da proposta da escola é buscar desenvolver as emoções, sentimentos e ideias pessoais das crianças por meio do diálogo, atitudes de argumentação, liderança, em situações de roda, brincadeiras, em atividades diversificadas e em situações de conflito.</div><div><strong>Relação escola-família e comunidade&nbsp;</strong></div><div>A Lei no 9.394/96 em seu artigo 29 estabelece que o desenvolvimento integral da criança deve ser compartilhado com a família. Dessa maneira, a proposta analisada incentiva a participação da família tanto na construção do Projeto Político Pedagógico quanto no desenvolvimento dos valores éticos e de cidadania das crianças. Cumprir essa função significa como ilumina a diretriz que o Estado necessita assumir juntamente com as famílias a responsabilidade de educar coletivamente. Haja vista, que todos estão envolvidos no processo de cuidar e educar.&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp;&nbsp;</div><div><strong>Leitores da proposta</strong></div><div>Kramer (1997) diz que todo leitor usa critérios na sua leitura. Dessa forma, é importante que o texto da proposta se comunique com os leitores a quem se destina. Havendo a possibilidade de imaginar criticamente o contexto da escola e o seu cotidiano. Nesse sentido, a proposta detalha os caminhos a serem percorridos e atividades a serem desenvolvidas e destaca a importância da participação da família nessa construção.&nbsp;</div><div>&nbsp;Com base nas leituras, discussões e análise da (s) proposta (s) pedagógica<br>&nbsp;(s), crie um anúncio sobre proposta pedagógica para a Educação Infantil: se<br>&nbsp;você abrir uma escola hoje, o que você diria sobre a proposta pedagógica? Quais<br>&nbsp;seriam as referências para a construção do documento? Como você convidaria os<br>&nbsp;sujeitos para a construção desse projeto?</div><div><br></div><div>Este documento foi elaborado com o intuito de expressar os fundamentos que norteiam o nosso trabalho educativo e a nossa proposta pedagógica. Acreditamos que tal proposta é um caminho a ser construído juntamente com toda a comunidade escolar e familiar, podendo ser alterada conforme surjam sugestões pertinentes que colaborem para uma educação significativa dos nossos estudantes.</div><div>No dia 29 de agosto de 1996 na cidade de São Gonçalo a Escola aconchego abriu as portas para a realização de um projeto que nasceu através da inquietação pela busca de uma educação que contemple a todos os estudantes, independente das suas particularidades e singularidades. &nbsp;</div><div>Tomamos como fundamentos os Direitos da criança, a Declaração Universal dos direitos humanos, as diretrizes curriculares nacionais para a educação infantil e as políticas para a educação especial na perspectiva da educação inclusiva.&nbsp;</div><div>O nosso ensino é iluminado por estudiosos que contribuíram de forma significativa para a educação, tais como: Paulo Freire, Henri Paul Hyacinthe Wallon, Lev Semionovitch Vigotsk e Jean William Fritz Piaget. Assim, a nossa proposta é baseada na teoria construtivista sociointeracionista que permite conceber o conhecimento como algo que não é dado e sim construído e constituído pelo sujeito através de sua ação e da interação com o meio.</div><div>&nbsp;</div><div><strong>Objetivo geral&nbsp;</strong></div><div>Reconhecer a criança como um sujeito histórico-cultural e com direitos que precisam ser respeitados, bem como as suas diferenças individuais, sociais, econômicas e culturais que acontecem de maneira ampla e sem discriminação.</div><div><strong>Equipe profissional</strong></div><div>Entendemos a importância de um ensino colaborativo, no qual todos que trabalham na escola são essenciais para o processo de aprendizagem dos nossos alunos. Assim temos: uma equipe de professores, mediadores, auxiliares de turma, auxiliares de turno, diretora, auxiliar administrativo, cozinheiras, porteiros, auxiliares de limpeza, coordenadoras e vice-diretora.</div><div><strong>Horário de funcionamento</strong></div><div>Funcionamos em horário integral das 7:30 às 16:30. Atendemos em horário parcial e integral. o horário parcial os alunos ficam na escola por 3 horas e 50 minutos, nos turnos manhã e tarde. No período integral os alunos têm o momento do banho, do sono e da alimentação.</div><div><strong>Alimentação</strong></div><div>Oferecemos no horário integral o café da manhã, almoço e lanche da tarde.&nbsp; Temos uma equipe de nutrição que planeja a alimentação de forma que não falte nenhum nutriente para as crianças e para que os alimentos sejam bem conservados. Temos cuidado em relação a possível seletividade alimentar dos nossos alunos. Incentivamos que os próprios alunos se sirvam, para que possa ser estimulado a autonomia.</div><div><strong>Equipamentos e mobiliários&nbsp;</strong></div><div>Todos os nossos mobiliários são adaptados para as estaturas das crianças. Incentivamos o uso da tecnologia como ferramenta de pesquisa e ampliação do conhecimento. Também contamos com o uso da Tecnologia Assistiva.</div><div><strong>Caminhos a serem percorridos…</strong></div><div>&nbsp;</div><div>●&nbsp; &nbsp; &nbsp;Incentivar a participação ativa do aluno, de modo a fazer com que eles desenvolvam a autonomia tanto em cuidados básicos como nas atividades propostas, pois compreendemos que o cuidar e o educar não estão dissociados.&nbsp;</div><div>●&nbsp; &nbsp; &nbsp;Oferecer ambientes significativos de aprendizagens, não somente a sala de aula para que possa ser estimulado o desenvolvimento intelectual, criativo e social do estudante e a interação entre eles.</div><div>●&nbsp; &nbsp; &nbsp;Avaliar o aluno cotidianamente, de diversas maneiras, pois entendemos a importância de uma avaliação contínua. Esta também engloba a avaliação do professor e de sua metodologia, pois precisa ir ao encontro das reais necessidades das crianças.</div><div>●&nbsp; &nbsp; &nbsp;Promover a formação continuada dos professores, pois acreditamos que o conhecimento sempre se renova e os nossos alunos contribuem para isso, com suas experiências e conhecimentos de mundo.</div><div>●&nbsp; &nbsp; &nbsp;Incentivar os alunos a aprenderem novos conceitos, novas maneiras de conhecer e compreender o mundo ao seu redor</div><div>●&nbsp; &nbsp; &nbsp;Desenvolver o senso crítico dos alunos para que eles possam opinar e se colocar no mundo.</div><div>●&nbsp; &nbsp; &nbsp;Entender que a avaliação deve ser coerente com a forma de ensinar</div><div>●&nbsp; &nbsp; &nbsp;Apresentar situações problemas para que os alunos se sintam desafiados e estimulados a tomarem decisões de forma crítica e pensante, pois acreditamos na importância de educar para a cidadania.</div><div>●&nbsp; &nbsp; &nbsp;Levar as crianças a conhecerem a diversidade da produção artística: (cinema, teatro, música, colagem, recorte, pinturas etc.)</div><div>●&nbsp; &nbsp; &nbsp;Reconhecer o brincar como um Direito da criança e os seus benefícios. Fazer com que os familiares entendam a importância da brincadeira através de reuniões pautadas nessa temática.&nbsp;</div><div>&nbsp;</div><div>&nbsp;</div><div>&nbsp;</div><div>&nbsp;</div><div>&nbsp;</div><div>&nbsp;</div><div>&nbsp;</div><div>&nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-02-11 00:08:26 UTC</pubDate>
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         <title>ENREDO DO MEU PORTIFÓLIO </title>
         <author>luanasantoro2011</author>
         <link>https://padlet.com/luanasantoro2011/1ysiiqcklv0bw67v/wish/2041388131</link>
         <description><![CDATA[<div>Essa música aquece o nosso coração, pois nos possibilita relembrar de nossas infâncias. Quando pequenos, não víamos a hora de sermos adultos, e agora adultos queremos voltar a ser criança.&nbsp;<br>Convido vocês a fecharem os olhos para se conectar mais com a música &lt;3<br><br></div>]]></description>
         <enclosure url="https://www.youtube.com/watch?v=xJNKT9HAXRc" />
         <pubDate>2022-02-11 00:16:10 UTC</pubDate>
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         <title>Avaliação da disciplina: Educação Infantil</title>
         <author>luanasantoro2011</author>
         <link>https://padlet.com/luanasantoro2011/1ysiiqcklv0bw67v/wish/2041406391</link>
         <description><![CDATA[<div>Querida Nazaré;<br>Gostaria de expressar através desta carta tudo aquilo que me afetou no decorrer da disciplina de educação infantil.<br>Primeiramente, gostaria de falar sobre os nossos encontros. Quem diria que eu iria amar ter aula numa sexta-feira a noite. E sabe porque amei? Pq as nossos diálogos foram significativos. De modo em que todes puderam compartilhar as suas experiências, visões de mundo e entendimentos sobre os textos propostos. Nesse movimento de troca, me senti acolhida e sem medo (pois venho vencendo esse medo de falar em público) consegui contribuir com a minha fala durante as aulas.&nbsp;<br>Os textos e documentos sugeridos para a nossa leitura foram extremamente ricos para o meu aprendizado como ser humano e professora sensível. Conhecer mais sobre os Direitos das crianças, sobre a concepção de infância e de criança e o estudo&nbsp; sobre a importância do brincar com toda certeza iluminará ainda mais o meu fazer pedagógico.&nbsp;<br>Outra coisa que me encantei, foi com os nossos momentos de leitura literária, pois conheci ótimos livros e já fiz uma listinha para comprá-los. Ampliei o meu olhar sobre a literatura infantil e puder observar ainda mais o quanto ela é necessária, não somente na vida das crianças, mas também nas nossas vidas.&nbsp;<br>A proposta do portfólio foi sem dúvidas uma experiência maravilhosa, pois pude expressar durante o meu processo na disciplina todos os meus afetamentos e críticas. Essa metodologia vou levar comigo e o entendimento do quanto é importante uma avaliação processual. Não só do olhar do professor para nós alunos, mas do olhar do aluno para ele mesmo e para a sua construção do saber.&nbsp;<br>Em cada proposta eu me empolgava, achei bem criativo e dinâmico. No entanto, não consegui entregar todas as propostas no prazo estabelecido, entreguei com atraso, mas não desisti de fazer e estou feliz por isso.&nbsp;<br>O que eu mais gostei foi justamente da proposta do portfólio&nbsp; e do encontro a professora Sonia Travassos.&nbsp; Recomendarei aos meus colegas para que eles façam a disciplina de Educação Infantil com a senhora e com toda certeza compartilharei o meu portfolio com eles.&nbsp;<br>Obrigada por compartilhar tanto conhecimento comigo, obrigada pela troca, parceria e por todas as devolutivas. Obrigada por ser uma educadora tão sensível e pela sua dedicação.&nbsp;<br>Com carinho,&nbsp;<br>Luana Santoro.&nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-02-11 00:30:07 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>luanasantoro2011</author>
         <link>https://padlet.com/luanasantoro2011/1ysiiqcklv0bw67v/wish/2041416890</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2022-02-11 00:37:34 UTC</pubDate>
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