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      <title>Estágio supervisionado I by Pry Souza</title>
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      <language>en-us</language>
      <pubDate>2020-03-25 23:43:52 UTC</pubDate>
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         <title>Estágio supervisionado na Educação infantil: implicação na formação inicial. </title>
         <author>prysoouza_ps</author>
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         <pubDate>2020-03-25 23:53:57 UTC</pubDate>
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         <title>Fichamento do artigo: Estágio supervisionado na Educação infantil: implicação na formação inicial.         AUTORA- Monteiro adriana lim</title>
         <author>prysoouza_ps</author>
         <link>https://padlet.com/prysoouza_ps/1xfpqat3brk9/wish/475590406</link>
         <description><![CDATA[<div>Esse artigo inicia dando uma breve noção sobre a criança de antigamente, onde eram vistas como adulto em miniatura, logo em seguida, não levando em consideração todos os fatores importantes e mudanças que ocorreram na percepção do ser criança durante toda a história para chegar até os dias atuais, a lei que assegura os seus direitos “(...)por lei a partir da Constituição Federal de 1988, onde prevalece segundo a LDB, nº 9394/ 96 como a primeira etapa da Educação Básica. A LDB nº 9394/96 busca assegurar esse direito as crianças de 0 a 6 seis anos de idade, preocupando-se em fornecer um ensino gratuito. (MONTEIRO, p. 23349, 2013)”. Lei essa que fez surgir mudanças nas considerações e nas necessidades que devem ser levadas em conta da criança como seus cuidados na alimentação, higiene e pensando principalmente no seu desenvolvimento educacional. Logo em seguida autora fala sobre a formação do acadêmico, o que o docente necessita ter em sua formação para que seja sólida e qualificada obtendo assim várias competências específicas que seria a teoria, para que quando chegue na prática, ou seja, no âmbito escolar, ele tenha uma boa fundamentação teórica com atividades contextualizadas e com objetivos definidos, garantido aí uma forma formação emancipadora, segundo Tancredi (2009) citado por MONTEIRO (p. 23350, 2013) “(...)Para que o professor seja considerado um bom profissional é indiscutível relacionar alguns aspectos a sua prática. Como envolver valores, atitudes e conhecimentos, como ele ensina, as expectativas sociais sobre a importância da escolarização, o que ensinar, o que devem fazer e saber.”<br><br></div><div>A necessidade do educando entender todo o contexto educativo vai fazer com que o mesmo tenha a noção do real papel do professor que vai muito além da sala de aula e é a partir daí que outros conhecimento serão complementados como do professor também ser um pesquisador “(...) real sentido do papel do professor, (...), consiste em ser ator do contexto micro da sala de aula, como também orientador do contexto que está inserido, pesquisador da sua formação e prática. (MONTEIRO p. 23350, 2013)”<br><br></div><div>Depois da caracterização da estrutura física, administrativa e pedagógica da creche, ela começou a descrição de experiência que teve no seu estágio da educação infantil. A autora enfatiza a importância do estágio para o decente “(...)consideramos o estágio como possibilidade do discente conhecer a prática do docente, as particularidades dos alunos, saber olhar as diferentes situações inerentes o lócus como um processo de construção continua e emancipatória. (MONTEIRO p. 23352, 2013, grifo do autor)”, e que o mesmo precisa fazer planejamentos já no início da observação que é onde ele deve conhecer toda a sala desde a rotina aos tipos de alunos existentes, para que quando aconteça coisas inesperadas eles já estejam familiarizado com os alunos e conheçam suas especificidades. Sabendo assim lidar com o problema, pois já sabe do que o aluno precisa e quer para ser torna um ser crítico-reflexivo e na busca do conhecimento o professor precisara ser criativo para que a aula não se torne monótona ou desinteressante, pois de acordo com Monteiro (p. 23355, 2013) “(...)o professor é o responsável também em contribuir na formação social dos alunos.”<br><br></div><div>De fato a autora deixou óbvio a importância do estágio para o docente em sua busca de conhecimento, como é fundamental a conciliação da prática e teoria.<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2020-03-26 00:10:27 UTC</pubDate>
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         <title>Relatos de uma experiência: Mitos e verdades do estágio supervisionado na formação do docente do curso de pedagogia .</title>
         <author>prysoouza_ps</author>
         <link>https://padlet.com/prysoouza_ps/1xfpqat3brk9/wish/475592418</link>
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         <pubDate>2020-03-26 00:13:30 UTC</pubDate>
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         <title>Fichamento do artigo: Relatos de uma experiência: Mitos e verdades do estágio supervisionado na formação do docente do curso de pedagogia.                   AUTORAS- Ilnara de Jesus Santos e Marcela Santos de Almeida</title>
         <author>prysoouza_ps</author>
         <link>https://padlet.com/prysoouza_ps/1xfpqat3brk9/wish/475593453</link>
         <description><![CDATA[<div>As autoras propõem no artigo a desmistificação do estágio e a tentativa de acabar os medos e receios da maioria dos discentes, que foram observadas a partir de suas próprias experiências como professoras das disciplinas do estágio I, II, e III. Toda essa indignação surgiu entre uma aula e outra onde perguntas foram feitas a qual acabavam recebendo respostas não agradáveis. No início as autoras falam das especificidades e importância do estágio que é um momento marcante na formação do graduando, pois é a base fundamental para a construção de seu conhecimento, é onde vai acontecer finalmente a junção da teria com a pratica. “(...)O estágio supervisionado em ensino deve ser compreendido como um campo de conhecimento e de produção de saberes, e não unicamente como uma atividade prática instrumental. (SANTOS; ALMEIDA p.2).” No início principalmente, o estágio pode ser visto como algo desafiador para o docente, por se tratar de uma coisa nova e não muito comentada em sala de aula, Por isso “(...) É de fundamental importância a apresentação dos relatos sobre os desafios no campo de estágio supervisionado de pedagogia. Poderá ampliar mais saberes sobre essa componente curricular tanto para os estagiários, como para educadores e pesquisadores. (SANTOS; ALMEIDA p.3)” assim os alunos irão para salas de aula menos preocupados e mais preparados.<br><br></div><div>Após isso elas descrevem um pouco sobre o que a LDB (Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional) fala sobre a pedagogia e as competências dos estágios, por exemplos: quantos estágios são, em que locais devem atuar, suas cargas horarias e que não é obrigatório, porém necessária para obtenção tanto da conclusão da carga horário quanto do diploma. A partir disso ela vai direto ao assunto, inicialmente afirma que não é necessário tal medo por já estarem preparados somente por terem visto disciplinas que dariam um bom auxílio teórico para o que estar por vim, logo em seguida justifica esse medo por falta de preparo e compromisso de muitos “(...)a teoria e a prática são indissociáveis, visto que uma depende da outra dando subsidio para a formação desses profissionais, mas em muitos casos não é isso que acontece, por diversos motivos, porem o maior de todos é a falta de compromisso e  preparo. (SANTOS; ALMEIDA p.9)” e por fim, a insatisfação com o curso escolhido, não por ser ruim mais por não ser a primeira opção de curso, tornando um aluno totalmente desestimulado. “(...)Com isso a ida para o campo de estágio muitas vezes é dolorosa para muitos, com incertezas, preocupações, dúvidas, essas sensações dar-se muitas vezes por nervosismo ou falta de amadurecimento. (SANTOS; ALMEIDA p.10)”<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2020-03-26 00:15:17 UTC</pubDate>
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