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      <title>Análise de estratégias argumentativas by Zilca Versania da Silva Nascimento</title>
      <link>https://padlet.com/zilcanascimento/1xbuiih4hkz4b1hu</link>
      <description>Atividade  - Poste um texto dissertativo argumentativo e comente sobre as estrategias utilizadas pelo autor para defesa do ponto de vista.</description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2023-03-18 13:22:31 UTC</pubDate>
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         <title>Reynan:                                                   o texto é sobre o assédio no carnaval. Titulo: Carnaval: o &quot;homem de bem&quot;, a &quot;mulher de bem&quot; e a &quot;vadia&quot;</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/zilcanascimento/1xbuiih4hkz4b1hu/wish/2521701259</link>
         <description><![CDATA[<div>- Veja mais em https://blogdosakamoto.blogosfera.uol.com.br/2016/02/09/carnaval-o-homem-de-bem-a-mulher-de-bem-e-a-vadia/<br><br><br>Paragrafo que usa a estratégia: <br><br>Pesquisa realizada pelo Instituto Data Popular, encomendada pelo Catraca Livre para a campanha "Carnaval sem assédio", apontou que 61% dos homens abordados afirmaram que uma mulher solteira que vai pular carnaval não pode reclamar de ser cantada e, para 49% dos mancebos, bloco de carnaval não é lugar para mulher "direita". Além disso, 70% acreditam que as mulheres se sentem felizes quando ouvem um assobio e 59% acham que elas ficam felizes quando ouvem uma cantada na rua.<br><br><em>Nessa hora, não tem como não sonhar com o meteoro vindo e dando reset nas coisas.”</em><br><br>Estratégia utilizada: <br><strong>Dados estatísticos.<br>Opinião <br><br></strong>eu acho essas as melhores estratégias por que é algo mais exato não tem como refutar, é um fato e dele você consegue tirar uma opinião própria. e desenrolar o texto <strong><br><br></strong><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2023-03-18 14:18:34 UTC</pubDate>
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         <title>Antonio Roque: o texto fala sobre a importunação sexual </title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/zilcanascimento/1xbuiih4hkz4b1hu/wish/2521705933</link>
         <description><![CDATA[<div><strong>Por Flavio Jackson Ferreira Santiago&nbsp;</strong></div><div><br></div><div><em>O mundo nos apresentou e continua apresentando episódios onde mulheres são objetificadas e levadas a constrangimentos desconexos com a realidade que queremos.</em></div><div><br></div><div><em>Talvez, você pense “Ihh! Lá vem mais um querendo lacrar com a questão do tal do assédio ou da importunação sexual”. Pois é… infelizmente, muita gente boa acreditando que esse discurso deve ser colocado na gaveta dos lacradores, mas não… precisamos debater e fazer com que a nossa humanidade não seja desumana como afirmara Renato Russo em uma de suas composições.</em></div><div><br></div><div><em>Precisamos nos apropriar de uma evolução que não torna insossa as relações do flerte, da paquera, da pegação, e outros predicados do tempo presente. Todavia, precisa ser consensual, precisa da chancela, precisa do respeito e da boa-fé nas relações. Não é não! E precisa ser composto no discurso de todas as pessoas, independente de gênero.</em></div><div><br></div><div><em>Importunação sexual é aquela que acontece em qualquer lugar, onde, para satisfazer desejos e intenções sexuais, o agressor “rouba” um beijo, força um abraço, se esfrega sutilmente ou deixa a mão boba fazer o serviço. Crime! Não há o que se discutir. Não dá para abrandar e contemporizar.</em></div><div><em>O assédio já acontece onde há presença de relação hierárquica ou similar, como de um professor para uma aluna, e denota o constrangimento que a vítima pode sofrer caso não atenda a algo de cunho sexual, do tipo “Sabe como é…você pode ser demitida se não fizer isso ou aquilo (cunho sexual).</em></div><div><br></div><div><em>Ambos os exemplos precisam do apoio social para que a sociedade cresça e tenha mais igualdade e respeito nas relações. Ninguém, independente do cargo ou função, da expressividade social ou não, pode chancelar e permitir que tais comportamentos se sucedam.&nbsp;</em></div><div><br></div><div><em>Precisamos sepultar tal conduta antes que ela continue nos enterrando no abismo da incoerência e do machismo. A propósito, se ela quiser, tudo bem. Mas, caso contrário, não sempre será não.</em></div><div><br></div><div><mark>Estratégia utilizada: Exemplos e citações&nbsp;</mark></div><div><br></div><div><mark>São estratégias que se bem utilizadas tornam o texto mais rico e informacional.</mark></div>]]></description>
         <enclosure url="https://www.hojeemdia.com.br/opiniao/opiniao/mas-ela-bem-que-queria-sera-1.952967" />
         <pubDate>2023-03-18 14:26:42 UTC</pubDate>
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         <title>os impactos da pandemia na educação </title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/zilcanascimento/1xbuiih4hkz4b1hu/wish/2521710961</link>
         <description><![CDATA[<div>Em primeira análise, a educação é a arma mais poderosa que você pode usar para mudar o mundo, segundo Nelson Mandela. Porém, com o fachamento das escolas no país, crianças e jovens foram prejudicados, pois com as aulas sendo EAD, muitos indivíduos desse grupo não conseguem ter acesso a elas, pela falta de estruturas físicas que proporcionem esse acesso. Nesse cenário, Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) divulgou uma pesquisa que aponta que 25% dos brasileiros não têm acesso à internet. Diante disso, é notório que essa falta de políticas públicas fazem com que esse dilema persista.<br><a href="https://www.projetoredacao.com.br/blog/debate-sobre-os-impactos-da-pandemia-na-educacao/">https://www.projetoredacao.com.br/blog/debate-sobre-os-impactos-da-pandemia-na-educacao/</a><br><br>Tipo da estratégia argumentativa:&nbsp;<br>Argumento por dados estatísticos&nbsp;<br><br>Isabella Beatriz <br><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2023-03-18 14:35:31 UTC</pubDate>
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         <title>João Victor: Aumento da obesidade na sociedade brasileira.</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/zilcanascimento/1xbuiih4hkz4b1hu/wish/2521730548</link>
         <description><![CDATA[<div>https://coredacao.com/temas-de-redacao/o-problema-da-obesidade-entre-os-brasileiros/<br><br>texto 1:<br><br>Dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística mostram que 50,1% dos homens brasileiros com mais de 20 anos estão acima do peso;<br><br>- A Estratégia Argumentativa presente neste paragrafo é dados estatísticos, pois trás diversas porcentagens a respeito do tema<br><br>Outra consequência das mudanças na sociedade é o avanço da obesidade entre os mais novos – um terço das crianças com entre cinco e nove anos está acima do peso, ainda segundo o IBGE.<br><br>- A Estratégia Argumentativa presente nesse texto é de causa e consequência, onde a causa está presente no 2° paragrafo do texto original e esta é uma das consequências. </div>]]></description>
         <enclosure url="https://coredacao.com/temas-de-redacao/o-problema-da-obesidade-entre-os-brasileiros/" />
         <pubDate>2023-03-18 15:12:39 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Beatriz Vitória :                    Depressão pós-parto no Brasil</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/zilcanascimento/1xbuiih4hkz4b1hu/wish/2521780664</link>
         <description><![CDATA[<div><strong><em>Por:Eduarda Sperandio – estagiária de jornalismo<br></em></strong><br>https://www.medicina.ufmg.br/depressao-pos-parto-25-das-maes-de-recem-nascidos-no-brasil-sao-diagnosticadas-com-o-transtorno-segundo-fiocruz/<br><br>Texto 1:<br>Com isso, a falta de atenção e cuidados com a recém-mãe podem gerar drásticas consequências, como a transição de um breve momento de tristeza, conhecido como “baby blues” para a depressão pós-parto. De acordo com a Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), a doença é identificada em 1 a cada 4 mães de recém-nascidos no país.<br><br>Texto 2:<br>Segundo a médica ginecologista, obstetra e mestranda em Perinatologia pelo Programa de Pós Graduação de Saúde da Mulher da Faculdade de Medicina da UFMG, Juliana Pinheiro, as cobranças sociais já são instauradas no papel feminino desde o nascimento, mas com o surgimento do papel materno, isso aumenta, gerando cada vez maior pesar na ocupação. Além disso, enuncia Juliana, as redes sociais vêm ampliando esse processo, já que, a todo momento, é exposta uma compulsiva felicidade materna.<br><br><br><strong><em><mark>Estratégias argumentativas: Respectivamente,dados estatísticos e citação de profissional&nbsp; para justificar a opinião e servir de base para os argumentos.</mark></em></strong></div>]]></description>
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         <pubDate>2023-03-18 16:50:55 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Vitória Camilly: Uso excessivo das redes sociais pode levar a uma realidade ficcional</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/zilcanascimento/1xbuiih4hkz4b1hu/wish/2545414802</link>
         <description><![CDATA[<div>O Instagram é uma das maiores plataformas de mídias sociais do mundo. Os jovens são os que mais utilizam. Segundo dados da Pew Research Center, 64% das pessoas entre 18 e 29 anos possuem um perfil na rede. São mais de 1 bilhão de usuários ativos por mês. Apesar da popularidade, o Instagram foi eleito a rede social mais tóxica para a saúde mental de seus usuários. É o que diz o estudo realizado pela entidade de saúde pública do Reino Unido. Entre os principais problemas relatados no estudo pelos usuários estão ansiedade, depressão, solidão, baixa qualidade de sono, autoestima e dificuldade de relacionamento fora das redes.</div><div>A professora Henriette Tognetti Penha Morato, do Departamento de Psicologia da Aprendizagem, do Desenvolvimento e da Personalidade do Instituto de Psicologia da USP, informa que o uso intenso das redes sociais suga os usuários e leva a uma elaboração ficcional da realidade. Nas redes, as pessoas buscam alterar virtualmente o que não consideram satisfatório na vida real: “Cada um tenta dizer as coisas da maneira como vê e às vezes provoca para ver como é que vão reagir. É uma distorção criada para modificar a própria realidade com a qual não se está satisfeito ou criada para provocar alguma coisa”. Conforme Henriette, para manter a saúde mental, é importante não se restringir ao mundo <em>on-line</em> e observar as possibilidades que existem na vida real. “Há outras possibilidades para se explorar e estamos nos restringindo ao virtual, ao ficcional, às redes, às séries. Estamos quase nos tornando robôs de nós mesmos, estamos perdendo a possibilidade de descobrir o mundo à nossa volta com olhares mais contemplativos e não tão pretensiosos de se dar a ver, de desempenho, de produtividade, de ser chamado ou visto”, finaliza.<br><br><br><br>https://www.educabras.com/redacao/pormenor/professor/redacao_sobre_redes_sociais<br><br><br>Estratégia argumentativa: Apresentação de dados estatísticos <br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2023-04-05 20:03:44 UTC</pubDate>
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         <title>Texto dissertativo argumentativa: sobre violência contra a mulher</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/zilcanascimento/1xbuiih4hkz4b1hu/wish/2545467392</link>
         <description><![CDATA[<div>A violência contra a mulher é uma das manifestações mais cruéis e evidentes da desigualdade de gênero no Brasil. Fundada em uma cultura patriarcal impregnada de valores sexistas, nossa sociedade vem sofrendo com um problema que, mais do que persistente, tem se mostrado crescente em meio a um cotidiano perverso e sustentado por relações sociais profundamente tóxicas e agressivas. A violência não se limita às ruas, ao transporte público ou a espaços de lazer: a ameaça, na grande maioria das vezes, está dentro de casa e longe do olhar vigilante de estranhos, o que representa um agente facilitador para o cometimento desse tipo de crime.<br><br></div><div>Nas últimas décadas a questão foi sendo paulatinamente colocada no centro do debate público, até ser finalmente considerada como prática que não deve ser tolerada. Isso se deu com a edição de diversas leis, como a Maria da Penha, em 2006, a do feminicídio, em 2015, e, por fim, com a de importunação sexual, de 2018, dentre outros exemplos. Todavia, é nítido o descompasso entre o notável reforço no arcabouço legal e a implementação de frágeis políticas públicas voltadas ao combate a esse tipo de violência. Ao contrário do que se imagina, a rede de proteção estatal, idealmente desenhada pela lei, frequentemente tem demonstrado incapacidade de dar guarida às vítimas, que geralmente preferem o silêncio a efetivar a denúncia, seja por medo, vergonha ou culpa.<br><br></div><div>Aliado a isso, a ineficácia de tais ações pode ser apontada como a responsável pelo sentimento de impunidade por parte do agressor que, não raro, permanece em liberdade e dando continuidade às suas ameaças. Isso aumenta não só a sensação de insegurança da ofendida, como também o descrédito relativamente ao amparo do poder público. Como se não bastasse, o próprio preconceito, já cristalizado na mente da população, contribui para o julgamento equivocado do contexto em que ocorre a agressão, sendo comuns as situações de inversão da atribuição de culpa, em que esta recai sobre a mulher que sofreu o ataque. Sob esse aspecto, a questão revela-se ainda mais complexa, uma vez que extrapola a esfera criminal e passa a assumir contornos culturais e psicossociais.<br><br></div><div>Isto posto, mostra-se imprescindível a adoção de medidas que efetivamente neutralizem o poder de ação do autor da violência, tanto no âmbito da segurança pública, quanto em relação a políticas de prevenção. Para isso, é preciso inibir o reforço a estereótipos que impõem a linguagem da violência como referência em nossa sociedade, investindo em projetos socioeducativos direcionados à valorização e à proteção da figura da mulher. Além disso, no que concerne ao recrudescimento da repressão aos atos de violência, deve-se intensificar a fiscalização do cumprimento de medidas cautelares protetivas, bem como dotar de maior agilidade os procedimentos administrativos e judicias de urgência, visando conter a investida e a continuidade dessa espécie de crime.<br><br>Estratégias argumentativas: apresentação de dados em relação ao tema<br>&nbsp; &nbsp; &nbsp;<br>Giovanna Monteiro&nbsp;<br><br><br>https://www.estrategiaconcursos.com.br/blog/redacao-do-enem-2015-a-violencia-contra-a-mulher-na-sociedade-brasileira/<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2023-04-05 21:25:11 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title>Desigualdade e pobreza infantil-Kallyne Altenir</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/zilcanascimento/1xbuiih4hkz4b1hu/wish/2548005537</link>
         <description><![CDATA[<div><br></div><div><em><br>Segundo o levantamento realizado pelo Instituto Mobilidade e Desenvolvimento Social (IMDS), 47,3 milhões de brasileiros encerraram o ano de 2021 na pobreza, atingindo o maior percentual dos últimos dez anos. De acordo com Paulo Tafner, economista e presidente do instituto, a pandemia da Covid-19 foi um fator que interrompeu a sequência de crescimento e diminuição da pobreza, e que seus efeitos ainda podem ser vistos, sobretudo na vida de crianças e adolescentes.<br></em><br></div><div><em><br>No início de 2022, o Fundo das Nações Unidas para a Infância (Unicef) publicou um estudo que definiu os impactos da pandemia sobre os brasileiros de zero a 17 anos de idade. A crise sanitária fez deste grupo, que compreende crianças e adolescentes, suas vítimas ocultas, justamente por serem os mais vulneráveis à pobreza extrema. O estudo também mostra que, durante o período de vigência do Auxílio Emergencial, política pública oferecida pelo Governo Federal até o final de 2020, os números da pobreza e da desigualdade nesta faixa etária foram atenuados, no entanto, foi uma medida temporária e, após sua suspensão, os indicadores voltaram a crescer.&nbsp;<br><br>A desigualdade social na infância pode ser vista, também, do ponto de vista educacional. Outro estudo da Unicef, denominado “Enfrentamento da cultura do fracasso escolar”, mostra que, sobretudo as crianças negras, indígenas, com deficiência e que residem nas regiões Norte e Nordeste do país foram as mais prejudicadas pela suspensão das atividades escolares durante a crise sanitária, com ênfase nas instituições públicas de ensino básico. Somente ao longo de 2020, mais de 5,5 milhões de brasileiros em idade escolar não tiveram aulas presenciais ou virtuais.&nbsp;<br></em><br></div><div><em><br>Tanto a pobreza e a pobreza extrema afetando a vida das crianças e dos adolescentes, quanto os prejuízos educacionais gritantes para os brasileiros destas faixas de idade já apresentam consequências péssimas, como em fatores relacionados à alimentação e à saúde, e continuarão sendo cobrados no futuro no que diz respeito ao acesso à educação e empregos. Para que todo o estrago que a pandemia e a falta de assistência adequada por parte dos governos proporcionaram sejam minimizados ou consertados, em certa medida, é de extrema importância que o atual governo e os candidatos a assumir os cargos legislativos e executivos nas próximas eleições se atentem a esses grupos, que se encontram em situação de vulnerabilidade extrema, e tenham em seus planos de governo propostas sólidas para reverter essa situação. Somente assim é possível que as chamadas vítimas ocultas da pandemia tenham vida plena e um futuro digno. <br><br></em>Estratégias argumentativas:<br>argumento por dados estatísticos <br><em><br><br></em><a href="https://regrasparatcc.com.br/dicas-de-estudo/redacao-sobre-desigualdade-social/">https://regrasparatcc.com.br/dicas-de-estudo/redacao-sobre-desigualdade-social/</a></div><div><em><br></em><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2023-04-09 14:41:06 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/zilcanascimento/1xbuiih4hkz4b1hu/wish/2548005537</guid>
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      <item>
         <title>Letícia Farias Dias – TEXTO ARGUMENTATIVO DISSERTATIVO SOBRE &quot;O PROBLEMA DAS CORRENTES MIGRATÓRIAS&quot;</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/zilcanascimento/1xbuiih4hkz4b1hu/wish/2548027851</link>
         <description><![CDATA[<div>Todos sabem que, no Brasil, há muito tempo, observa-se um grande número de grupos migratórios, os quais, provenientes do campo, deslocam-se em direção às grandes cidades, procurando melhores condições de vida.<br>Ao se examinar a fundo algumas das causas desse êxodo, verifica-se que a zona rural apresenta inúmeros problemas que dificultam a permanência do homem no campo. Pode-se mencionar, por exemplo, os fatores climáticos, como a seca, a questão da má distribuição de terras e também a falta de incentivo à atividade agrária por parte do governo. Tudo isso contribui para o aumento considerável desse fluxo para as cidades industriais, capitais ou grandes centros financeiros.<br>Em consequência de tais fatores, vê-se, a todo instante, a chegada de enorme contingente de trabalhadores rurais ao meio urbano. As cidades encontram-se despreparadas para absorver esses migrantes e oferecer-lhes condições de subsistência e de trabalho dignos. Cresce, assim, o número de pessoas vivendo à margem dos benefícios oferecidos por uma metrópole. Por falta de opção, dirigem-se para as zonas periféricas e ocasionam a proliferação de favelas.<br>Por tudo isso, pode-se admitir que a existência do êxodo rural somente agrava os problemas do campo e das próprias cidades. Fazem-se, portanto, necessárias algumas medidas por parte do governo e da sociedade para tentar fixar o homem na terra. Dessa forma, os cidadãos rurais e urbanos deste país encontrariam, com certeza, melhores condições de vida.<br><br>Tática argumentativa: Causa e consequência<br><br>http://oblogderedacao.blogspot.com/2012/04/dissertacao-de-causa-consequencia_29.html?m=1</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-04-09 15:40:32 UTC</pubDate>
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