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      <title>📚 Portfólio acadêmico 📚 by ANDRESA CARDOZO CORREIA</title>
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      <description>✨Atividades realizadas no decorrer do período letivo de 2019.2 da turma do VII semestre do curso de pedagogia da Universidade Estadual do Sudoeste da Bahia- UESB, campus Jequié-Ba.  === By: Andresa Correia ===</description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2020-11-09 22:31:36 UTC</pubDate>
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         <title> </title>
         <author>201620155</author>
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         <description><![CDATA[<pre><strong><em>Me movo como educador, porque, primeiro, me movo como gente                  </em></strong><a href="https://www.pensador.com/autor/paulo_freire/"><strong><em>Paulo Freire </em></strong></a></pre><div><br></div><div><strong><em>Apresento-lhes aqui, um pouco das minhas experiências e memórias vivenciadas no decorrer da loucura que foi o semestre letivo 2019.2 do curso de pedagogia. Aqui eu conto um resumão das minhas aprendizagens (que não foram poucas) e dos desafios (que foram enfrentados com toda certeza e sofrimento). Mas enfim... O importante é que emoções eu vivi, não é mesmo?! Conto aqui um pouco sobre a minha relação com a pesquisa; falo sobre a importância da relação da teoria e prática para formação docente; tem relatos de uma noite mágica de representatividade da categoria de professores; tem indicação de um filme tocante e importante para qualquer professor(a); relato de um roda de conversa com  a alfabetizadora Onaide Mendonça, que simplesmente nos encheu de esperança quando demonstrou sua experiência e domínio com o método sociolinguístico de alfabetização, consta ainda, intervenções que foram produzidas no sentido trabalhar aspectos da alfabetização e letramento para crianças dos anos iniciais do ensino fundamental, tudo isso e muito mais.</em></strong><a href="https://www.pensador.com/autor/paulo_freire/"><strong><em>  </em></strong></a></div><div><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2020-11-12 23:08:15 UTC</pubDate>
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         <title>♥ Formação de professores: uma relação entre teoria e prática ♥   </title>
         <author>201620155</author>
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         <description><![CDATA[<div><em>O presente artigo vem abordando as questões em torno da formação de professores e da relação teoria e prática exercidas no processo estágio, visto que o mesmo é abordado apenas como uma parte prática dos cursos de formação. Diante disso, as autoras nos apresentam argumentos para a superação da dissociação da teoria e prática e enfrentamento do estágio como pesquisa explicitado no decorrer do artigo. Um outro ponto que vale ressaltar é a preocupação que as autoras destacam com relação as práticas que reproduzem os modelos escolares tradicionais sem uma adaptação de acordo com o contexto ao qual estão inseridos e a preocupação de apenas usos técnicos para os mesmos. A principal premissa do processo de estágio é a sua finalidade de formar profissionais críticos e reflexivos de sua prática.</em></div><div><em>As autoras abrem os nossos olhos para uma desmistificação  do que é o estágio supervisionado, considerando que precisamos relacionar o mesmo com a teoria para que se possa aprofundar na cultura local, social e histórico e ter uma análise crítica e reflexiva a respeito de uma prática condizente com o contexto ao qual está situado.  O presente artigo é de fundamental importância para os professores orientadores e alunos estagiários entenderem esse conceito de estágio, pois muitos ainda enxergam o como uma parte prática do curso, assim como abordado inicialmente. E diante do que foi apresentado no texto, é possível concluir que esta confusão acontece também por parte dos profissionais da escola, sendo, que os mesmos desconhecem sobre tal reflexão a respeito do assunto.</em></div>]]></description>
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         <pubDate>2020-11-12 23:11:41 UTC</pubDate>
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         <title>♥A importância da pesquisa para a formação de professores♥</title>
         <author>201620155</author>
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         <description><![CDATA[<div><em>No texto de Martucci, "Estudo de caso etnográfico"  apresenta de forma bastante esclarecedora as etapas para a elaboração de um estudo de caso etnográfico, o mesmo trás abordagens de outros autores, o que sustenta teoricamente uma certa complexidade da temática. A partir deste trabalho foi possível conhecer um pouco sobre a pesquisa interpretativa e mais sobre a microcultura, que até o presente momento desconhecia tais termos, o que é possível observar, é  que a presente temática  não é muito apresentadas/discutidas na academia principalmente nas de formação de professores que são profissionais que estarão em constante processo de pesquisa. Esse texto é de extrema importância para os estudantes entenderem melhor o que é a pesquisa etnográfica, e como esse procedimento irá auxiliar satisfatoriamente no processo de pesquisa na na sua formação. E serve também de base para muitos professores abordarem em sala de aula.<br> </em>No que se refere a minha inserção na escola se deu de forma bastante citada no presente texto, para que fosse desenvolvido um trabalho conciso e que todos os alunos fossem inseridos de maneira satisfatória. Foi preciso conhecer o contexto e cultura que os mesmos estavam inseridos, foi feito um trabalho de pesquisa, no qual procurei analisar todos os momentos em que os alunos estavam inseridos, desde a chegada na escola (com quem e como chegavam), momento de recreação (do que e com quem brincavam), alimentação, as trocas de diálogo com os colegas (a forma com que conversavam) e saída (quem ia busca-los) e entre outros aspectos. Portanto para fazer um trabalho “aula” contextualizada é preciso saber a realidade do educando para que todos participem e interagem como forma de expandir seus conhecimentos a cerca da sua realidade. Por isso a importância de uma pesquisa.    <br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2020-11-12 23:27:29 UTC</pubDate>
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         <title>♥ A Jornada Pedagógica: palco de mobilizações e reivindicações ♥</title>
         <author>201620155</author>
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         <description><![CDATA[<div><em>Professores da Rede Municipal de Ensino de Jequié participaram, em grande número, da Jornada Pedagógica 2020 nos dias 02 e 03 de março, no Centro de Cultura Antônio Carlos Magalhães. O tema da Jornada Pedagógica este ano foi “O Currículo Escolar e suas interfaces para a aprendizagem. Diálogos no contexto das Políticas Públicas Educacionais”. Na abertura do evento, a Professora Alda Pepe falou sobre o tema e destacou que o fazer curricular deve mudar e que os professores devem ser tratados de forma “equânime”. O prefeito Sérgio Suzart não compareceu ao importante evento.<br></em><br></div><div><em>Na noite de segunda-feira (2), foi marcado por protestos e reivindicações pelos   Professores da Rede Municipal de Ensino de Jequié, vestidos com camiseta preta, a categoria chamou a atenção do governo para a valorização do magistério municipal e a retirada de direitos já conquistados pelos professores.<br></em><br></div><div><em>A Diretora da APLB Sindicato, Caroline Moraes, fez a leitura do manifesto “Por uma escola acessível e por valorização, professor é movimento, é luta, é resistência”, uma análise da realidade nacional e da realidade local em relação a educação pública e de seus trabalhadores, e reafirmou a importância da resistência frente a visão mercantilista sobre os direitos do povo. Ela concluiu a sua fala com a seguinte frase de Ângela Davis: “Será uma luta infinita e as vitórias que conquistamos nos permite imaginar novas liberdades (…)”.<br></em><br></div><div><em>A APLB Sindicato também se fez presente na implantação do Fórum Municipal de Educação, na terça-feira (03), segundo dia de Jornada Pedagógica. O representante do Fórum, professor Luís Valter, falou sobre a “Educação como um Direito: A importância do papel dos Fóruns de Educação na Construção de uma Sociedade Democrática”. A Diretora da APLB Caroline Moraes, em sua fala, ressaltou a diferença de Fórum Municipal de Educação com Conselhos Escolares e os desafios para o ano de 2020. “A instalação do Fórum é um importante avanço para o município e também é o cumprimento do Plano Municipal de Educação, onde determina a implantação dos Fóruns de discussão da Educação”, destacou a diretora. <br></em><br>Se pode<em> notar o quanto a categoria dos professores esteve bem representada e organizada no presente evento. Essa mobilização tocou todas as pessoas que esteve presente. E demonstrou que a classe precisa, antes de tudo, ser valorizada e encarada com responsabilidade pelos gestores e seus representantes.    <br><br></em>Fonte: http://www.zeniltonmeira.com/2020/03/jornada-pedagogica-2020-marcada-por.html<em><br></em><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2020-11-12 23:30:44 UTC</pubDate>
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         <title>♥ Participação no planejamento pedagógico ♥</title>
         <author>201620155</author>
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         <description><![CDATA[<div><em>Como parte do processo de estagio, o no dia 04 de março, nós, estagiários, fomos convidados a participarmos da jornada pedagógica que aconteceu na respectiva escola. No local, onde se encontravam o diretor, coordenadora e professoras regentes do ensino fundamental dos anos iniciais. Nos Foram abordadas questões relacionadas a rotina da escola (horários de recreios, hora da chegada e saída, uso de aparelhos eletrônicos, etc), no que tange ao planejamento de conteúdo, muito foi dialogado sobre a Base Nacional Comum Curricular- BNCC, no qual passa a fazer parte do planejamento. As professoras regentes tiveram uma “mini aula”, ministrada pela coordenadora, de como as competências e habilidades deveriam ser incorporadas em cada planejamento.  Além dos pré-requisitos alfabetização e letramento, foi sugerido em reunião do planejamento escolar, no dia seguinte, o tema “Família” para o período de regência do nosso estágio supervisionado nos anos iniciais, visto que este ocorreria no mês em que é comemorado o dia das mães. Essa temática já vem sendo trabalhada pela escola anos anteriores, a qual visa garantir que essa data comemorativa contemple à todos os alunos, inclusive, aqueles que vivem sob os cuidados de outros familiares como, avô, avó, tias (os), irmãos, primos (as) e entre outros. Portanto, essa temática deveria estar inserida na metodologia que por nós seria utilizada, o método sociolinguístico. <br>Foi ne</em>ssa etapa de jornada pedagogia, que pude realmente observar como é o funcionamento de uma escola, por atrás de todo um trabalho de planejamento e organização, foi abordado sobre como se dá a rotina da escola no que tange a entrada, saída, recreação, merenda, No que se refere as aprendizagens dos alunos, foi falado sobre elaborações de diagnósticos sobre perfis dos alunos, acontecimento das atividade complementares do professores (AC) (onde os professores se reúnem, quinzenalmente,  para fazer o planejamento das aulas  e atividades de suas respectivas turmas), elaboração de projetos, acompanhamento das atividade em sala de aula, o acompanhamento dos alunos com dificuldade de aprendizagem, citado o reforço escolar, observações direta com anotações mais relevantes sobre os alunos, observação diária do desenvolvimento dos mesmos e falaram ainda, sobre a avaliação, que a mesma seria aplicada ao final de cada unidade.  Todos esses pontos acima citados, foi analisado e discutidos pelos professores, coordenadora e gestor. Esse momento foi importante por nos estagiários, para que fossemos inseridos nesse ambiente e se familiarizando com o ambiente para que futuramente, quando formos atuar como professores já termos essa noção do ambiente que é a escola.</div>]]></description>
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         <pubDate>2020-11-12 23:44:13 UTC</pubDate>
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         <title>♥ Investigando a Cultura Escolar♥</title>
         <author>201620155</author>
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         <description><![CDATA[<div><br><em>A Escola Dr. Joel Coelho Sá fica localizada numa região periférica no bairro do jequiezinho na cidade de Jequié/BA. Com aproximadamente 377 alunos matriculados, sendo que em sua maior parte composto por alunos de baixa renda, que residem em bairros como Jardim Tropical, Senhor do Bonfim e Cachoeirinha, entre outros. “O que cada um deles é, ao chegar à escola, é fruto de um conjunto de experiências sociais vivenciadas nos mais diferentes espaços sociais. Assim, para compreendê-lo, temos de levar em conta a dimensão da "experiência vivida". (DAYRELL, 1996, p. 12). Estes em sua maioria, utilizam o ônibus escolar como meio de transporte para conduzi-los a escola, os demais vão acompanhado pelos pais, e os que moram próximo, vão sozinhos. A coordenadora demonstra responsabilidade e compromisso com o seu papel na educação, pois considera que o professor precisa sempre ter acesso a mais conhecimentos, tendo em vista que apenas a graduação não é suficiente para se enfrentar os desafios em sala de aula. Como meio de possibilitar uma formação continuada, a coordenadora tem o objetivo de auxiliar os professores em suas práticas em sala de aula, tendo como apoio estudos sobre a Base Nacional Comum Curricular (BNCC), os quais já foram iniciados durante a jornada pedagógica, e serão realizados também, durante as atividades complementares (ACs) da escola. Além desses estudos, ela diz que é durante os ACs que os professores organizam seu trabalho em sala de aula, a fim de ensinarem as crianças a lerem e escreverem e, consequentemente, solicitam os materiais pedagógicos necessários para a execução de tais atividades.</em></div><div><em>A respeito dos maiores desafios que enfrenta no cargo da coordenação, Maria da Conceição diz: “Um dos desafios é a gente poder fazer o avanço. Porque a coordenação está para o avanço dos alunos. A preocupação é o acompanhamento, dos alunos, o avanço dos alunos”. Relata que certas estratégias adotadas no ano anterior não deram certo, portanto, buscam meios para que esse avanço, de fato aconteça. À princípio, espera-se conhecer os perfis de cada aluno, e para isso realiza-se diagnósticos, sendo que através dos resultados destes, poderão buscar medidas pedagógicas para assim, agirem em sala de aula. A escola realiza dois diagnósticos durante o ano, um no primeiro semestre, a fim de conhecer o aluno, e outro no segundo semestre para detectar os possíveis avanços.<br></em><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2020-11-13 00:04:57 UTC</pubDate>
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         <title>♥ Estudando o método sociolinguístico♥</title>
         <author>201620155</author>
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         <description><![CDATA[<div><br><em>Explicitando como ocorre o processo de apropriação dos conceitos e habilidades do sistema de escrita, que são representados nos níveis pré-silábico, silábico, alfabético. No texto de MENDONÇA e MENDONÇA, demonstra detalhado como cada nível é construído, qual sua configuração e as especificidades de cada. É tratado ainda sobre a necessidade de uma sistematização de conteúdo voltado para a aplicabilidade na alfabetização, bem como, as estratégias de alfabetizar letrando. O presente trabalho vem sendo divididos em três tópicos, sendo estes: contribuições da psicogênese da língua escrita; a interpretação da psicogênese da língua escrita e suas consequências; e implicações da interpretação da psicogênese. No qual vem discorrendo sobre caminho e papel da psicogênese da língua escrita no cenário da alfabetização brasileira.</em></div><div><em>No primeiro tópico, inicia-se apontando para a investigação das autoras Ferreiro e Teberosky que aborda sobre a concepção de que o conhecimento se dá em detrimento da interação do sujeito com o objeto de conhecimento e que o sistema de representação da escrita será através de um processo construtivo. E destaca ainda, que a criança formula hipóteses a respeito do sistema de escrita alfabética (SEA) e que percorre o caminho através dos níveis.</em></div><div><em>No tópico seguinte, demonstra que algumas informações sobre a psicogênese foram mal interpretadas, de modo que, acabaram recaindo no processo de aprendizagem, afetando principalmente no que tange a alfabetização dos educandos. Por isso no texto é abordado o termo “reinvenção da alfabetização”, no qual visa inserir o uso sistemático do conteúdo específicos para que possa se alfabetizar letrando e que os educandos aprendam com eficiência.</em></div><div><em>No terceiro e último tópico, vem apresentando as implicações da psicogênese da língua escrita. Apontando algumas importantes ações que precisam ser evitadas, como o abandono do uso sistemático do conteúdo e somente a incorporação de atividades que visa os seus usos sociais da leitura e escrita; a memorização de textos e reprodução de modelos.  Sendo assim, os autores demonstram ao longo de todo texto um trabalho bastante claro e explicativo a respeito da alfabetização e letramento. É apontado como cada etapa da pesquisa se faz importante para todo o processo, desde o caminho percorrido pelos níveis pré-silábico, silábico e alfabético; quando nos conscientiza para uma metodologia sistematizada do conteúdo (propondo a reinvenção da alfabetização). <br></em><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2020-11-13 00:09:08 UTC</pubDate>
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         <title>♥ Roda de conversa Com Onaide S. Mendonça: Explanando sobre o método sociolinguístico ♥</title>
         <author>201620155</author>
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         <description><![CDATA[<div><em>No dia 05 de novembro do presente ano, aconteceu uma roda de conversa entre a alfabetizadora Onaide Schwartz Mendonça e os discentes e docente do curso de pedagogia da Universidade Estadual do Sudoeste da Bahia. No qual teve como tema central a eficiência do método sociolinguístico frente ao desafio de alfabetização das crianças de classes populares. Mendonça, ficou conhecida entre nós, discentes, devido ao seu trabalho com o método sociolinguístico, método esse, que nos foi apresentado como eficaz e significativo para uma alfabetização de qualidade.<br>Realizado de forma virtual, devido ao contexto de pandemia, a roda de conversa tomou grandes proporções e interesse por parte dos docentes, estudantes e professores da rede municipal. A alfabetizadora, explanou sobre a sua relação com o método, sua experiências em sala de aula na utilização do método; e os impactos e avanços na turma de alfabetização, a mesma demonstrou em sua fala a necessidade e urgência de mais professores alfabetizadores conhecer o presente método, e foi através da criação dos livros “Alfabetização: método sociolinguístico” e “Alfabetizar as crianças na idade certa com Paulo Freire e Emília Ferreiro: práticas”, elaborado junto com Olympio Correa Mendonça, que eles encontraram uma forma de levar para outros educadores a eficiência do método sociolinguístico. No decorrer da roda de conversa, ela foi descrevendo como ocorre o processo da codificação, descodificação, análise e síntese e fixação da leitura e escrita, bem como também a importância da palavra geradora. <br>Ter a contribuição da professora Onaide, foi de grande contribuição para nós que viemos trabalhando e nos aprofundando no decorrer da nossa formação de educador. Ela demonstrou esperança pela educação brasileira e isso, me instiga a lutar também é como disse Paulo Freire “Me movo como educador, porque, primeiro, me movo como gente”. <br></em><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2020-11-13 00:16:34 UTC</pubDate>
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         <title>♥ Comentário sobre o filme &quot;Uma lição de Vida&quot; ♥</title>
         <author>201620155</author>
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         <description><![CDATA[<div><br><em>O filme “uma lição de vida” ou “o aluno” é baseado em fatos reais, que se passa no Quênia, pais da África e conta a história do senhor Kimani Maruge de 84 anos, sobrevivente de guerra que foi torturado, preso, teve sua família assassinada e foi privado de estudar por fazer parte de uma tribo que era contra o poder dos ingleses. A obra começa anunciando sobre a campanha do governo de oferecer “educação para todos”, mas no desenrolar do filme, vemos que na prática é diferente. Quando Sr. Maruge tenta frequentar a escola ele é diversas vezes desestimulado pelas as pessoas acompanhados de argumentos de que a escola é pra crianças, que ele é velho demais para estudar, que ele não tinha condições de comprar um uniforme, lápis, caderno e entre outros. <br>Essas circunstâncias são colocadas de forma que me faz refletir muito a respeito da nossa educação, que apesar da educação ser direito garantido de todos (crianças, jovens e adultos) muitos não tem as mesmas oportunidades de permanecer e concluir seus estudos. O fato de a população estar dividida em tribos, herança da colonização britânica, o lugar ainda sofre com as consequências. Pois, o grupo considerado radical (os mau mau) durante a guerra não são bem visto pelos moradores, então eles usam a idade avançada de Sr. Maruge e o seu passado como justificativa para afastá-lo da escola. Mas, apesar do preconceito das pessoas em relação as ações de Sr. Maruge, ele teve a ajuda da professora Jane Obinchu, que ao seu lado enfrentou membros da comunidade e políticos. <br>Portanto, resumindo... o que mais me afetou no filme foi persistência e superação do senhor de 84 anos que apesar de tantos fatores que podia leva-lo a desistir de aprender a ler e escrever, demonstrou força e perseverança, quebrou diversos preconceitos e paradigmas e o que para muitos podia parecer o fim, por causa da idade sua idade, para ele era um recomeço. </em></div><div><em>O filme nos faz olhar de forma mais crítica para o modo como através da educação, são disseminados a forma de dominação, através da força física e ideológica. É possível notar, quando a comunidade considera a ideia do senhor Sr. Maruge em frequentar uma escola, um absurdo. Na cabeça delas a escola é somente lugar para crianças e os adultos tinham que trabalhar. Essa é uma ideia que vem das grandes camadas políticas e capitalistas que disseminam entre as populações, essas ideias manipulativas para que a sua forma de dominação no poder não seja ameaçada. A educação é uma arma poderosa, através dela o cidadão se torna uma pessoa mais crítica e reflexiva, tem mais oportunidades e qualidade de vida.  <br></em><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2020-11-13 00:24:51 UTC</pubDate>
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         <title>♥ Projeto de Estágio: Justificativa♥</title>
         <author>201620155</author>
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         <description><![CDATA[<div><br><em>A criança é um sujeito que “sabe”, e que desde o seu nascimento começa a adquirir conhecimento, pois é sujeito histórico e que também produz cultura. Visto isso, e sabendo que ela vive em uma sociedade grafocêntrica, é preciso que tenha acesso a práticas de leitura e linguagem, as quais possibilita a inserção e participação nas práticas sociais. Dessa forma, deve-se levar para a sala de aula, textos que fazem parte do cotidiano das crianças como embalagens, bula de remédio, receita culinária, placas, enfim, além de contar estórias ( histórias), mostrar personagens, e recontar as histórias para que os alunos tenham intimidade com elas e ampliem seus conhecimentos, a fim de obterem  um bom repertório de leituras, as quais devem ser significantes para eles, valorizando assim, a cultura local, para que possam ser alunos participativos e protagonistas de todo esse processo de aprendizagem, deixando de serem vistos, assim, como “tábulas rasas” que recebem inúmeros conteúdos descontextualizados advindos de práticas tradicionais de ensino.</em></div><div><em>Entende-se que no processo de alfabetização, deva existir um trabalho sistematizado, o qual apoiará o professor (a) alfabetizador (a) na jornada de trabalho em sala de aula. Na primeira etapa do ensino fundamental, em sua boa parte é centrada na alfabetização do educando, “[...] a fim de garantir amplas oportunidades para que os alunos se apropriem do sistema de escrita alfabética de modo articulado ao desenvolvimento de outras habilidades de leitura e de escrita e ao seu envolvimento em práticas de letramentos.”(BRASIL,2017) visando garantir que o mesmo consiga ler e escrever, mas que também desenvolva o domínio da competência da leitura e escrita.<br>A educação deve ser garantida por meio de parceria entre Família e Escola, visando o bem comum, o qual se trata do desenvolvimento pleno do educando.  A relação família e escola existe desde sempre, ou seja, desde o surgimento da instituição escolar e da família, ainda que menos intensa e diferente da atual em que, segundo Nogueira (2006) é cada vez mais comum o envolvimento e participação da família na escola, indo além da simples presença em reuniões de pais e mestres. “A presença dos pais no recinto escolar e sua maior participação em determinadas atividades tornam-se mais comuns. Os contatos formais e informais se multiplicam e se diversificam. [...] os canais de comunicação parecem se ampliar para além da tradicional participação nas associações de pais e mestres[...].” (Nogueira, 2006, p.164). A relevância de um trabalho conjunto se dá pelo fato de, os pais poderem participar nas questões pedagógicas que são promovidas pela escola, podendo  assim, a instituição conhecer seus alunos, bem como as especificidades, conflitos, entre outros, para assim, ajustar as suas ações pedagógicas, tendo em vista que a função da escola vai além de promover o desenvolvimento cognitivo. Deve garantir o desenvolvimento pleno do educando e, portanto, responsabilizar-se também pelo seu desenvolvimento emocional, primando, assim, para o bem estar psicológico dos alunos.  “[...] hoje, mais do que nunca, o discurso da escola afirma a necessidade de se observar a família para bem se compreender a criança, assim como para obter uma continuidade entre as ações desses dois agentes educacionais.” (Nogueira, 2006, p.161). A família e a escola, portanto, devem estar em constante diálogo, a fim de promover de fato uma educação significativa, a qual considera o contexto do aluno, conhecendo assim, as suas principais demandas e necessidades, visto que ele não é uma ‘folha em branco’, mas sujeito histórico.</em></div>]]></description>
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         <pubDate>2020-11-13 00:29:53 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>♥ Projeto de Estágio: Objetivos ♥  </title>
         <author>201620155</author>
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         <description><![CDATA[<div><strong><em><br>OBJETIVO GERAL<br></em></strong><br></div><div><em>Este projeto tem como objetivo central de promover aos alunos o reconhecimento de pertença dentro de um contexto familiar, partindo da premissa de que ‘família é quem cuida’. Portanto, dessa forma, será abordado a questão da identidade, sendo estes, cidadãos pertencentes à uma base da sociedade (família) a qual conjuntamente com a escola tem a função de promover a educação.</em></div><div><em>Ao tratar-se de uma turma do 2° segundo dos anos iniciais, consideramos a importância da alfabetização na idade certa, por isso, visamos ainda, ampliar a aprendizagem dos alunos à respeito do trio: oralidade, leitura e escrita. Serão abordados assunto que fazem parte do contexto familiar desses alunos, a fim de promover, uma aprendizagem significativa, em que possam de fato, serem participativos e interagirem em sala de aula, visto que são os verdadeiros protagonistas do processo de ensino e aprendizagem.   <br></em><br></div><div><strong><br></strong><strong><em>OBJETIVOS ESPECÍFICOS<br></em></strong><br></div><ul><li><em>Discutir sobre a importância da família, através de roda de conversa;</em></li></ul><div><br></div><ul><li><em>Ler conjuntamente textos, cujos assuntos, abordam questões cotidianas das famílias;</em></li></ul><div><br></div><ul><li><em>Aplicar o método sociolinguístico, a fim de contribuir de forma acentuada nos quesitos de oralidade, leitura e escrita;</em></li></ul><div><br></div><ul><li><em>Propiciar atividades práticas em sala de aula, visando uma melhor fixação do conteúdo trabalhado, bem como promover uma aprendizagem significativa.</em></li></ul><div><br></div><ul><li><em>Estabelecer relações entre grafemas e fonemas, de modo que leiam e escrevam palavras, frase e textos.</em></li></ul>]]></description>
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         <pubDate>2020-11-13 00:38:59 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>♥ Intervenção com o Método Sociolinguístico ♥ </title>
         <author>201620155</author>
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         <description><![CDATA[<div><strong><br></strong><strong><em>TEMA DA INTERVENÇÃO: </em></strong><em>REPRESENTAÇÕES DE FAMÍLIAS</em><strong><em> </em></strong></div><div><strong><em>PALAVRA GERADORA: </em></strong><em>FAMÍLIA<br></em><br></div><div><strong><em>OBJETIVOS:</em></strong></div><ul><li><em>Aprender que há vários tipos de famílias; </em></li><li><em>Refletir sobre a importância de família;</em></li><li><em>Explorar o gênero textual </em><strong><em>poema</em></strong><em>;</em></li><li><em>Relacionar o conteúdo apresentado com seu uso social;</em></li><li><em>Reconhecer seu pertencimento na estrutura familiar; </em></li><li><em>Identificar as sílabas das palavras;</em></li><li><em>Estabelecer relações entre grafemas e fonemas;</em></li><li><em>Fazer análise linguística da palavra</em><strong><em> família</em></strong><em>.<br></em><br></li></ul><div><br></div><div><strong><em>PRIMEIRO MOMENTO – CODIFICAÇÃO<br></em></strong><br></div><ul><li><em>Leitura acompanhada da história </em><strong><em>“O livro da família”</em></strong><em> do autor Todd Parr, por meio das imagens impressas.</em></li><li><em>Exposição do cartaz com a história, que será fixado na parede.</em></li><li><em>Após leitura da história, indagar aos alunos a respeito do que conhecimento que eles têm sobre família:</em></li><li><em>Sobre o que aborda a história que lemos?</em></li><li><em>Pra vocês o que é família?</em></li><li><em>Vocês acham que tem um modelo certo de família?</em></li><li><em>Vocês têm uma família?</em></li><li><em>Quem mora com vocês?</em></li><li><em>Que tipo de família você acha que é a sua? Descreva.</em></li><li><em>Pra vocês é importante ter uma família? Porque?</em></li></ul><div><br></div><div><strong><em><br>SEGUNDO MOMENTO – DESCODIFICAÇÃO<br></em></strong><br></div><ul><li><em>Será entregue para cada aluno uma cópia do poema “diferentes tipos de família” Do autor Noélio Duarte, para que haja uma leitura acompanhada.</em></li><li><em>Após leitura do poema, indagar aos alunos:</em></li><li><em>O poema fala sobre o que?</em></li><li><em>Quais são os tipos de famílias que aparece no poema?</em></li><li><em>Vocês acham que os tipos de famílias que foram descritas no poema existem?</em></li><li><em>Das famílias que foram descritas no poema, alguma se parece com a sua?</em></li><li><em>Diálogo sobre os tipos de família e sua importância.</em></li><li><em>Promover momento da “árvore da representação”.</em></li><li><em>Será distribuído para os alunos, cartões em formato de frutos para que eles escrevam suas impressões, significados ou importância sobre a palavra família;  </em></li><li><em>Em uma roda de conversa, eles irão falar sobre o que escreveram;</em></li><li><em>Haverá um diálogo, onde todos participarão;</em></li><li><em>Na árvore confeccionada de papelão, os alunos terão que preenchê-la com os frutos que foram distribuídos e por eles preenchidos.</em></li></ul><div><strong><em><br>                       Jogo alfabético<br></em></strong><br></div><div><strong><em>Nome: </em></strong><em>Jogo das palavras<br></em><br></div><div><strong><em>Objetivo geral<br></em></strong><br></div><ul><li><em>Desenvolver habilidade de separação de sílabas<br></em><br></li></ul><div><strong><em>Objetivo específicos<br></em></strong><br></div><ul><li><em>Reconhecer e distinguir as palavras monossílabas, dissílabas, trissílabas e polissílabas;</em></li><li><em> Identificar as sílabas canônicas e não canônicas;</em></li><li><em> Possibilitar a interação entre os alunos;</em></li><li><em> Estabelecer relação das palavras utilizadas com o cotidiano dos alunos;</em></li><li><em> Relacionar palavras com as imagens.<br></em><br></li></ul><div><strong><em>Materiais</em></strong><em>    <br></em><br></div><ul><li><em>Folhas de ofício;</em></li><li><em>Pasta escolar de papel;        </em></li><li><em>Tesoura;      </em></li><li><em>Velcro adesivo;     </em></li><li><em>Polaseal (folha de plastificar).</em></li></ul><div><strong><em><br>Metodologia<br></em></strong><br></div><div><em>A sala será separada em grupos (fica a critério do professor de quantos grupos serão formados) serão distribuídos para cada grupo, uma pasta. Com a mediação da professora que, distribuirá as figuras para os grupos, que terão então, um tempo determinado pela professora para identificar a palavra da figura e fazer a decomposição da mesma. É importante que a professora identifique as especificidades da turma com relação a necessidade das sílabas canônicas e não canônicas.</em></div><div><strong><em><br>Avaliação<br></em></strong><br></div><div><em>Será processual, observando a interação e motivação em grupo, bem como a aprendizagem individual dos alunos com relação ao desenvolvimento da leitura. Analisando ainda, se todos os objetivos foram alcançados.</em></div><div><strong><em><br>TERCEIRO MOMENTO – ANÁLISE LINGUÍSTICA<br></em></strong><br></div><ul><li><em>Leitura do alfabeto de forma salteada (letra bastonada/ maiúsculas e minúsculas);</em></li><li><em> Apresentação da palavra geradora FAMÍLIA;</em></li><li><em>Quantas vezes abrimos a boca para falar a palavra FAMÍLIA;</em></li><li><em> Fazer o reconhecimento das letras que formam a palavra FAMÍLIA;</em></li><li><em>Fazer coletivamente a separação das sílabas, mostrando quantas vezes abrimos a boca para falar FAMÍLIA;</em></li><li><em>Apresentação das famílias silábicas:</em></li></ul><div><em><br>                         FA – MÍ - LIA</em></div><div><em>                 FE – FA - FI – FU – FO - FÃO</em></div><div><em>                 MU – MI – MA – MO – ME - MÃO</em></div><div><em>                 LA – LI – LU – LE - LO – LÃO</em></div><div><em>                    A - I - U - E - O – ÃO<br></em><br></div><ul><li><em>Leitura e formação de novas palavras com as famílias silábicas da palavra geradora;</em></li><li><em>Socialização das palavras formadas pelas crianças;<br></em><br></li></ul><div><strong><em>QUARTO MOMENTO – ATIVIDADE POR NÍVEL DE ESCRITA<br></em></strong><br></div><ul><li><em>Realização da atividade por nível de escrita.</em></li></ul>]]></description>
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         <pubDate>2020-11-13 00:40:10 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>♥ Características e atividade de Nível Pré-silábico♥</title>
         <author>201620155</author>
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         <description><![CDATA[<div><em>O aprendiz pensa que pode escrever com desenhos, rabiscos, letras ou outros sinais gráficos, imaginando que a palavra assim inscrita representa a coisa a que se refere, ainda neste nível, mesmo após tomar consciência de que se escreve com letras, o aprendiz tenderá a grafar um número de letras, indiscriminado, sem antecipar quantos e quais caracteres precisará usar para registrar palavras. (MENDONÇA;MENDONÇA, 2011, p.4-5) </em></div>]]></description>
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         <pubDate>2020-11-13 00:45:26 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>♥ Características e atividade de Nível Silábico ♥ </title>
         <author>201620155</author>
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         <description><![CDATA[<div><em>É feita com atividades de vinculação do discurso oral com o texto escrito, da palavra escrita com a palavra falada. O aprendiz descobre que a palavra escrita representa a palavra falada, acredita que basta grafar uma letra para se poder pronunciar uma sílaba oral, mas só entrará para o nível silábico propriamente dito, com correspondência sonora, à medida em que seus registros apresentarem esta relação. (MENDONÇA;MENDONÇA, 2011, p.5)  </em></div>]]></description>
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         <pubDate>2020-11-13 00:46:12 UTC</pubDate>
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         <title>♥ Características e atividade de Nível Alfabético ♥ </title>
         <author>201620155</author>
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         <description><![CDATA[<div><em>O aprendiz analisa na palavra suas vogais e consoantes. Acredita que as palavras escritas devem representar as palavras faladas, com correspondência absoluta de letras e sons. Já estão alfabetizados, porém terão conflitos sérios, ao comparar sua escrita alfabética e espontânea com a escrita ortográfica, em que se fala de um jeito e se escreve de outro. (MENDONÇA;MENDONÇA, 2011, p.6)</em></div>]]></description>
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         <pubDate>2020-11-13 00:47:26 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>♥ Etapas da produção do material Didático &quot; jogo das palavras&quot;♥ </title>
         <author>201620155</author>
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         <description><![CDATA[<div>O material didático tem como objetivo d<em>esenvolver habilidade de separação de sílabas; reconhecer e distinguir as palavras monossílabas, dissílabas, trissílabas e polissílabas; identificar as sílabas canônicas e não canônicas; possibilitar a interação entre os alunos; estabelecer relação das palavras utilizadas com o cotidiano dos alunos e relacionar palavras com as imagens.<br></em><br></div><div>Os m<strong><em>ateriais utilizados para confecção foram:</em></strong><em>  </em></div><ul><li><em>Folhas de ofício;</em></li><li><em>Pasta escolar de papel;        </em></li><li><em>Tesoura;</em></li><li>Fita adesiva;<em>      </em></li><li><em>Velcro adesivo;     </em></li><li><em>Polaseal (folha de plastificar).</em></li></ul><div><br></div><div>O passo a passo, assim como demonstrado abaixo, foi feito da seguinte forma: Foi feita a impressão dos moldes (dos desenhos, palavras, sílabas, e números) que irá compor a pasta, o segundo passo foi feito o recorte dos mesmos para a plastificação, após a plastificação, foi feito recorte novamente. O terceiro composta pela confecção das pastas, no qual foi forrado com papel oficio seguido de fita adesiva, logo após, foi colocado o velcro, e por fim foi adicionado os pelos moldes recortado. </div>]]></description>
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         <pubDate>2020-11-13 00:51:37 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>♥ Minhas Reflexões sobre o Estagio Remoto ♥ </title>
         <author>201620155</author>
         <link>https://padlet.com/201620155/1vx7b1gxqa59xrex/wish/918962892</link>
         <description><![CDATA[<div><em>A minha experiência no estágio dos anos iniciais realizou-se de forma diferenciada do que estava planejado, devido a pandemia do novo corona vírus, tivemos que nos adaptar e nos reinventar todas as nossa práticas, não só a prática educativas, mas também todas as nossas práticas do cotidiano. Pensar na realização do estágio sem pisar no chão da escola e manter o contato com os alunos, era uma ideia surreal na minha concepção e quando foi nos foi sugerido a possibilidade do retorno das atividades via ensino remoto, inclusive da disciplina de estágio supervisionado, como tudo que é desconhecido causa estranheza, essa era a sensação que me cercava naquele momento.</em></div><div><em>Porém, quando nos foi apresentado o quadro de profissionais que estavam por trás da organização e planejamento dessas atividades remotas, e foi possível observar a preocupação dos mesmos com a nossa formação, consegui me sentir mais confiante para lidar com esse espaço desconhecido. Me relacionar com o meio tecnológico me proporcionou conhecer plataformas e interfaces nunca vistas por mim antes, e que facilitará no meu percurso de formação. A escola é um dos eixos principais para nossa formação e como toda certeza a falta dela faz toda diferença na nossa formação com educadores. Portanto, mesmo que o ensino remoto tenha nos proporcionado o contato direto com conhecimentos e estudos relacionados a área de alfabetização, método, planejamentos, elaboração de atividades, metodologias, avaliação, organização, e entre outros, o relacionamento direto com o aluno e a realização da prática, ainda assim, se torna essencial para nossa formação.<br></em><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2020-11-13 00:54:26 UTC</pubDate>
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         <title>♥ Conceito de Ideologia ♥</title>
         <author>201620155</author>
         <link>https://padlet.com/201620155/1vx7b1gxqa59xrex/wish/990614702</link>
         <description><![CDATA[<div><em>A ideologia é um fenômeno histórico e social, utilizado como um instrumento silencioso para disseminar a reprodução e alienação social através de discursos ideológicos. Discursos esses, propagado pela classe dominante como forma de se manter no poder. Essa ideologia age tão sutilmente que ela não precisa ser imposta “diretamente”, pelo contrário, ele se dá de forma espontânea, através das relações sociais, econômica e políticas.  Sendo assim, a ideologia seria uma legitimadora de desigualdades e da dominação, “É por causa da ideologia subjacente ao discurso liberal que a violência intrínseca ao sistema capitalista pode ser ocultada e percebida como paz – sendo a própria ideologia um modo de violência” (</em><strong><em>LORENZATTO, 2014)</em></strong><em>como é apontado pelo filósofo Slavoj Zizek em sua obra “Violência” que vê a ideologia como uma arma do capitalismo.<br></em><br></div><div>Fonte: <a href="https://outraspalavras.net/sem-categoria/zizek-ve-ideologia-como-arma-crucial-do-capitalismo/">https://outraspalavras.net/sem-categoria/zizek-ve-ideologia-como-arma-crucial-do-capitalismo/<br></a><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2020-12-05 20:55:14 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>♥ Cultura na concepção de Thompson e Wolf ♥</title>
         <author>201620155</author>
         <link>https://padlet.com/201620155/1vx7b1gxqa59xrex/wish/990615022</link>
         <description><![CDATA[<div><em>A cultura na perspectiva de Thompson e Wolf deve ser compreendido como um conjunto de ações da realidade de um grupo ou povo, sendo estas, a língua, o agir, as crenças, os hábitos e entre outros. Partindo da premissa que essas práticas são produtos das relações/ interação, estas, ao longo dos anos vão sofrendo modificações devido a inserção e em função das exigências capitalistas. Sendo assim, a cultura passa a ter interferências desse campo econômico tendo, portanto, que readaptar tais ações. O que nos remete ao que (WOLF, 2005:25 apud SANTANA, 2015, p. 3 ) destaca “A cultura permite estabelecer relações entre os diferentes universos, sendo constantemente organizada, transformada, por vezes, reiterada em certos aspectos; em outros, extinta[...]” é importante destacar ainda, que essas novas relações do campo capitalista vão sendo construídas em situações conflituosas, a cultura das classes dominantes e a das classes subalternas estão em fluxo contínuo de trocas. “[...]Mas uma cultura é também um conjunto de diferentes recursos, em que há sempre uma troca entre o escrito e o oral, o dominante e o subordinado, a aldeia e a metrópole; é uma arena de elementos conflitivos, que somente sob uma pressão imperiosa, ‒ por exemplo, o nacionalismo, a consciência de classe ou a ortodoxia religiosa predominante ‒ assume a força de um “sistema”.[...]” (THOMPSON, 1998:17 apud SANTANA, 2015, p. 2) Salientando que a cultura da classe dominante, tendo sempre o privilégio e melhores oportunidade de trabalhos, posições e mantém o controle na camada social (o que se pode configurar como hegemonia de classe).  <br></em><br></div><div><em>Referência: SANTANA, S. O Papel das Mulheres na Definição e Demarcação das Terras Indígenas dos Tupinambá de Olivença-Ba. 2015. 415 f. Tese (Doutorado em Ciências Socais) Pontifícia Universidade Católica de São Paulo - PUC/SP, São Paulo, 2015. p. 129-158.<br></em><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2020-12-05 20:55:33 UTC</pubDate>
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         <title>♥ Etnicidade na perspectiva de Weber ♥</title>
         <author>201620155</author>
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         <description><![CDATA[<div><em>Na perspectiva de Weber a etnicidade deve ser entendida através de contextos históricos e dinâmica cultural como um significado especificamente político, que que se insere como movimentos de reafirmação e recuperação étnica, no qual estão ligados à reivindicação dos direitos. No que tange aos povos indígenas: “A questão da identidade é, sem dúvida, um elemento central da temática indígena, tornando-se cada vez mais clara a inadequação das abordagens essencialistas, que insistem na busca de uma suposta substância da etnicidade Cunha (1994) o que nos conduz de volta a Weber e ao caráter político dos grupos étnicos.” Essa concepção de etnicidade enquanto ato político torna-se particularmente relevante quando é possível observar essas mobilizações em busca do restabelecimento étnico.<br></em><br></div><div><em>Referência: ALEGRE, Maria Silvya Porto. </em><strong><em>Etnicidade mudança cultural. Revista de Ciências Sociais v.27 n.1/2 1996</em></strong></div>]]></description>
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         <pubDate>2020-12-05 20:57:44 UTC</pubDate>
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         <title>♥ Territorialidade ♥</title>
         <author>201620155</author>
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         <description><![CDATA[<div><em>Territorialidade é remetida a ideia de contato e construção de vivencia entre uma sociedade especifica e a base territorial. Se tratando de uma compreensão antropológica de território, que procura evidenciar as diferentes logicas espaciais, que a depender de cada grupo especifico, promovem articulações. A compreensão de territorialidade indígena é baseada nos “Usos, costumes e tradições” dos indígenas, essa abordagem permite recuperar e valorizar a história da ocupação de uma terra por um grupo indígena bem como propiciar uma melhor compreensão dos elementos culturais. E “a ideia de território fechado só surge com as restrições impostas através dos processos fundiários[...] na transformação de um território em terra, passa-se das relações de apropriação (que prescindem de dimensão material) à nova concepção, de posse ou propriedade.” (GALLOIS, p.40-41) Sendo assim, a noção de territorialidade passa a induzir a criação de conhecimentos acerca das medidas políticas de controle territorial.<br></em><br></div><div><em>Referências: GALLOIS, Dominique Tilkin.  Terras ocupadas? Territórios? Territorialidades? Terras indígenas e unidades de conservação da natureza: o desafio das sobreposições. São Paulo: Instituto Socioambiental, 2004. p 37-41. </em></div>]]></description>
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         <pubDate>2020-12-05 20:58:31 UTC</pubDate>
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         <title>♥ Educação Indígena ♥</title>
         <author>201620155</author>
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         <description><![CDATA[<div>A escola indígena ao longo dos anos vem se estabelecendo no cenário educacional brasileiro e vem tomando consciência de que esse espaço é uma estratégia de afirmação étnica dos grupos indígenas. Os povos indígenas se mostram no movimento de reafirmação das identidades, no qual passam a dialogar com a sociedade nacional, dominando sua língua como forma de manutenção e permanência desse espaço. Em seus aspectos históricos, a educação escolar indígena era inserida nos grupos indígenas como formas de civilizar e colonizar, diante disso, houve a criação de órgãos como o Serviço de Proteção ao Índio (SPI) e posteriormente a Fundação Nacional do Índio (FUNAI), para integrar os indígenas na sociedade nacional, e também como forma mais incisiva de territorializar. Só em anos posteriores, mais especificamente em 1988 com a constituição federal, que se pode observar avanços no que tange os direitos indígenas sobre os territórios que ocupam, sua organização social e seus costumes, línguas, crenças e tradições. Em 1996 a Lei de Diretrizes e Bases da Educação (LDB) passa a assegurar o direito a educação multicultural, especifica para cada grupo indígena, autodeterminada, intercultural e bilíngue (língua nativa e o português). Apesar dos direitos assegurados aos povos indígenas, é notório o a precariedade e desleixos no que se refere a não observância da legislação vigente, muitas escolas indígenas não possui um espaço físico construído pelo poder público para funcionar, há falta de material didático especifico para a cultura indígena, indisponibilidade dos documentos referenciais falta de recursos para a formação docente, falta de concursos públicos destinados aos professores indígenas.              É necessário que haja incentivo a formação iniciada e continuada de professores indígenas, bem como, a elaboração de materiais e conteúdos com características indígenas, baseado em costumes, línguas, crenças, tradições e organização de cada grupo e há também uma necessidade de processo avaliativo mais específico destinado as escolas indígenas. </div>]]></description>
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         <pubDate>2020-12-05 20:59:47 UTC</pubDate>
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         <title>♥ Educação para as relações étnicos raciais ♥ </title>
         <author>201620155</author>
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         <description><![CDATA[<div><br></div><div><em>A Educação para as Relações Étnico-Raciais tem despertado muitas discussões e pesquisas no que tange a obrigatoriedade da temática nas escolas brasileira. Com a aprovação da lei 10.639/03, muito se tem analisado sobre como as escolas tem se organizado no que se refere aos conteúdos curriculares. Até então, o sistema educacional se estruturava como um perfil conservador, colonizador e hegemônico, que pouco se discutia sobre a relações raciais na escola. Já na Lei nº 11.645/08,possibilita a amplitude dessa temática, inserindo a história da cultura indígena no currículo escolar, traz a possibilidade de falar sobre relações raciais e indígenas nas escolas, como forma de romper o silenciamento sobre a questão, desvelando rituais pedagógicos discriminatórios. Abre caminhos para a construção de uma educação antiracista excludente, tornando público e legítimo falar sobre a questão afro-brasileira, africana e indígena. Essa temática precisa estar inserida nos currículos escolares, na formação de professores, no material didático e entre outros.  Por um longo período o currículo escolar tem se pautado na representação da cultura do colonizador como a única legitimada, portanto, se faz essencial o resgate da contribuição de todos os povos e, entre eles, os povos negros e indígenas. O conhecimento do professor sobre essa temática é importante para que a inserção do conteúdo nos currículos escolares aconteça de forma adequada e gradual. “No universo de expectativas, a formação docente, de fato, é um item primordial para a mudança da estrutura escolar, pois os conhecimentos do professor são o alicerce sobre o qual ele planeja e seleciona os conteúdos curriculares considerados necessários para os educandos.” (PEREIRA, 2016, p.314) a formação inicial e continuada são fundamentais nesse processo. Um outro ponto importante destacar é com relação ao material de apoio pedagógicos que são utilizados nas escolas, inclusive o livro didático  “Foi constatado que os brancos eram a maioria absoluta nas ilustrações dos livros didáticos e os negros, quando apareciam, eram sem características fenotípicas e em situações de desprestígio social.” (PEREIRA, 2016, p. 315) Visto isso, é necessário a reelaboração e observância dos materiais e linguagens utilizadas em sala de aula, dos conteúdos, imagens ou até mesmo falas preconceituosa e discriminatórias. <br></em><br></div><div><em>Referência: PEREIRA. Paula de Abreu</em><strong><em>. Educação das relações étnico-raciais na escola.</em></strong><em> disponível em: https://bell.unochapeco.edu.br/revistas/index.php/rcc/article/view/681&gt;.acesso em: 06 de dez. 2020.  <br></em><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2020-12-05 21:00:08 UTC</pubDate>
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