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      <title>Meu padlet extraordinário by FAGNER D&#39;AMBROSO FERNANDES</title>
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      <language>en-us</language>
      <pubDate>2024-11-05 22:39:59 UTC</pubDate>
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         <title>Ordem X</title>
         <author>fagnerfernandes</author>
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         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2024-11-05 22:42:28 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/fagnerfernandes/1v9aiyawf1lvkq3b/wish/3203288258</link>
         <description><![CDATA[<p>Gênero <em>Toxascaris leonina</em> </p><p>Aspectos: tamanho médio de 2 a 10 cm fem de 2 a 7 cm masc</p><p>Ciclo: os ovos contendo as L3 ou hospedeiros paratênicos infectados com as larvas nos tecidos são ingeridos. Há liberação das larvas que vão ao intestino delgado, onde penetram na mucosa e permanecem por duas semanas (não há migração das larvas pelos tecidos). Depois, saem para a luz do intestino e completam o seu desenvolvimento até adultos. Os machos e as fêmeas copulam e é feita a postura de ovos, que saem com as fezes para o meio ambiente.</p><p>Espécies afetadas : felinos e caninos domésticos e silvestres </p><p>Período pré- patente: 7 a 10 semanas  após a infecção </p><p>Método de diagnóstico: presença de ovos nas vezes de caninos e felinos </p><p>Profilaxia:  o mesmo utilizado para espécies de toxocara</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-11-05 23:48:31 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/fagnerfernandes/1v9aiyawf1lvkq3b/wish/3203288881</link>
         <description><![CDATA[<p>Gênero <em>Toxocara canis</em> </p><p>Aspectos: tamanho médio de 9 a 18 cm fem de 4 a 10 cm masc</p><p> Ciclo:1	Ingestão de ovos infectados: A forma mais comum de infecção ocorre quando o animal ingere ovos que estão contaminados com larvas de Toxocara canis. Esses ovos podem estar presentes no solo, água, alimentos ou objetos contaminados com fezes de cães infectados. Após a ingestão, os ovos eclodem no intestino, liberando as larvas que se desenvolvem no intestino do animal.</p><p>	1.	Ingestão de hospedeiros intermediários infectados: Toxocara canis pode também infectar cães por meio da ingestão de pequenos mamíferos (como roedores) que atuam como hospedeiros intermediários. Esses hospedeiros podem conter larvas de Toxascaris canis em seus tecidos, e, ao serem predados, o cão se infecta.</p><p>	2.	Transmissão transplacentária: Em fêmeas grávidas, as larvas de Toxocara canis podem ser reativadas e migram para a placenta, infectando os filhotes ainda no útero. Essa forma de transmissão resulta em filhotes já infectados ao nascer, que podem começar a excretar ovos após algumas semanas de vida.</p><p>	3.	Transmissão via leite (lactação): Embora menos comum, também pode ocorrer transmissão durante a amamentação, quando as larvas presentes nos tecidos da mãe passam para os filhotes por meio do leite infectado.</p><p>Espécies afetadas : cães </p><p>Período pré- patente: aproximadamente 4 a 5 semanas  </p><p>Método de diagnóstico: Exame de fezes (Flotação fecal):</p><p>	•	Método mais comum: A técnica de flotação fecal é a mais utilizada para detectar ovos de Toxocara canis nas fezes dos animais.</p><p>	•	Como funciona: Uma amostra de fezes do cão é misturada com uma solução saturada de sal ou açúcar, criando uma densidade que permite que os ovos flutuem para a superfície. Após um período de centrifugação ou repouso, a camada superficial é examinada ao microscópio, onde os ovos de Toxascaris canis podem ser visualizados.</p><p>	•	Identificação: Os ovos de Toxocara canis são esféricos, com uma casca espessa e clara, de cor amarelada, e medem cerca de 75 a 85 micrômetros de diâmetro.</p><p>2. Exame clínico:</p><p>	•	Sintomas sugestivos: Embora o exame de fezes seja o principal método diagnóstico, a suspeita de infecção por Toxascaris canis pode ser levantada com base nos sinais clínicos. Filhotes infectados frequentemente apresentam sintomas como diarreia, vômitos, distensão abdominal (abdômen inchado), perda de peso e tosse (em casos de migração larval através dos pulmões).</p><p>	•	Histórico do animal: Filhotes, cães com acesso ao solo ou que tenham contato com roedores, ou animais com histórico de ingestão de ovos de parasitas também são mais suscetíveis à infecção.</p><p>3. Exames sorológicos (menos comuns):</p><p>	•	Embora exames sorológicos possam ser usados para detectar anticorpos contra Toxocara canis, eles não são amplamente utilizados para diagnóstico de infecções ativas, pois podem não refletir a presença de ovos no ambiente ou do parasita no intestino.</p><p>4. Exame de necropsia (em casos graves):</p><p>	•	Em infecções graves ou fatais, a necropsia pode revelar a presença de larvas de Toxocara canis migrando para órgãos internos, como fígado, pulmões e intestino.</p><p>O exame fecal, especialmente a flotação fecal, é o método diagnóstico mais utilizado e eficaz para detectar a presença de ovos de Toxascaris canis e confirmar a infecção.</p><p>Profilaxia: 1. Vermifugação regular</p><p>	•	Desparatização periódica: A vermifugação regular é uma das principais formas de prevenir a infecção por Toxocara canis. Filhotes devem começar a ser vermifugados a partir de 2 a 3 semanas de idade, e a vermifugação deve ser repetida a cada 2 semanas até os 3 meses de idade. Em cães adultos, a desparatização deve ser feita a cada 3 a 6 meses, dependendo do risco de exposição ao parasita.</p><p>	•	Medicamentos eficazes: O uso de antiparasitários eficazes contra Toxocara canis, como fenbendazol, albendazol e outros vermífugos de amplo espectro, é recomendado para garantir que o ciclo de vida do parasita seja interrompido.</p><p>2. Controle do ambiente</p><p>	•	Limpeza de fezes: A coleta regular de fezes de cães é fundamental para evitar a contaminação do ambiente com ovos de Toxocara canis. Os ovos podem sobreviver no ambiente por semanas, e a limpeza frequente ajuda a reduzir a disseminação.</p><p>	•	Desinfecção: A desinfecção de áreas onde os cães transitam ou defecam pode ajudar a diminuir a carga de ovos no ambiente.</p><p>3. Controle de roedores</p><p>	•	Como os roedores podem ser hospedeiros intermediários, o controle da população de roedores nas áreas onde os cães vivem pode reduzir o risco de infecção, uma vez que os cães podem ser infectados ao ingerir roedores infectados com larvas de Toxocara canis.</p><p>4. Evitar o contato com solo contaminado</p><p>	•	Evitar que cães, especialmente filhotes, tenham acesso a áreas que possam estar contaminadas com fezes de cães infectados (como parques, áreas de recreação e terrenos baldios) ajuda a reduzir a exposição ao parasita.</p><p>5. Transmissão transplacentária e via leite</p><p>	•	Vermifugação de fêmeas grávidas: A desparatização de fêmeas grávidas antes da gestação ou no início da mesma pode reduzir a transmissão transplacentária das larvas para os filhotes. Isso deve ser feito com cuidado, utilizando medicamentos seguros para a gestação.</p><p>6. Educação dos tutores</p><p>	•	Higiene e cuidados: Ensinar os donos de cães sobre a importância da higiene e da limpeza ambiental, como lavar as mãos após manusear os cães ou limpar as fezes, é uma medida importante para prevenir a infecção e a disseminação de ovos.</p><p>Combinando essas estratégias, é possível controlar a infecção por Toxocara canis, reduzir o risco de infecção nos cães e prevenir a disseminação do parasita.</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-11-05 23:49:07 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/fagnerfernandes/1v9aiyawf1lvkq3b/wish/3203289153</link>
         <description><![CDATA[<p>Gênero toxocara cati </p><p>Aspectos: tamanho médio de 4 a 12 cm fem de 3 a 7 cm masc</p><p> Ciclo: semelhante ao de T. canis, porém não ocorre infecção pré-natal. Os animais infectam-se por ingestão do ovo larvado, de hospedeiros paratênicos infectados e através do leite da mãe.</p><p>Espécies afetadas : felinos </p><p>Período pré- patente: 3 a 4 semanas </p><p>Método de diagnóstico: ﻿﻿exame de fezes dos animais para pesquisa de ovos.</p><p>Profilaxia:  o mesmo recomendado para T. canis.</p><p>	•	﻿﻿Importância em Medicina Veterinária e Saúde Pública: há poucos relatos dessa espécie parasitando o homem. Em felinos, a infecção restringe-se ao intestino, com aumento de volume abdominal e diarreia.</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-11-05 23:49:27 UTC</pubDate>
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         <title>GENÊRO HETERAKIS</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/fagnerfernandes/1v9aiyawf1lvkq3b/wish/3203289382</link>
         <description><![CDATA[<p>Aspecto macroscópico: Tamanho: 0,4 a 1,5 cm</p><p>Possui a boca trilaniada. Os ovos são ovais e com membrana dupla e não segmentados quando eliminados nas fezes. Os ovos de Heterakis são pequenos, esféricos e de cor marrom, com uma cápsula que os envolve.</p><p><br/></p><p>Forma de Infecção: A infecção começa quando as aves ingerem ovos de Heterakis presentes em alimentos, água ou no ambiente contaminado com fezes de aves infectadas. O desenvolvimento da L1, L2 e L3 dentro do ovo ocorre entre 14-17 dias em temperatura de 25ºC e o hospedeiro definitivo infecta-se ingerindo os ovos com a forma infectante (ovo contendo a L3) ou ingerindo minhocas parasitadas por L3.</p><p>No tubo digestivo da ave, a L3 é liberada e vai ao ceco. Uma parte das larvas penetra profundamente na mucosa cecal e outra fica nas criptas do epitélio cecal fazendo as mudas para L4 e depois passando a adultos. O período pré-patente é de quatro semanas.</p><p><br/></p><p>Espécies afetadas: Afeta principalmente aves, sendo particularmente comum em aves de criação, mas também pode infectar outras espécies de aves selvagens.</p><p><br/></p><p>Período Pré-Patente: 4 a 6 semanas</p><p><br/></p><p>Método de diagnóstico: pode ser feito pela presença de ovos no exame de fezes por técnicas de flutua-ção, porém, apesar dos ovos de H. gallinarum terem a casca mais fina, podem ser confundidos com os de Ascaridia. Na necropsia, se visualiza pequenos vermes brancos nos cecos.</p><p><br/></p><p>Profilaxia: O controle é feito com higiene das instalações e tratamento das aves parasitadas com anti-helmínticos na água ou na ração. Os ovos podem permanecer viáveis no ambiente por meses e por isso os bebedouros e comedouros devem ficar protegidos de fezes e as camas das aves devem ser incineradas</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-11-05 23:49:41 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/fagnerfernandes/1v9aiyawf1lvkq3b/wish/3203289470</link>
         <description><![CDATA[<p>Gênero <em>Toxocara vitulorum</em> </p><p>Aspectos: tamanho médio de 22 a 30 cm fem de 15 a 26 cm masc</p><p> Ciclo: os animais infectam-se ao ingerirem os ovos larvados com a L3 ou ao tomarem leite das mães contendo larvas. Estas vão ao intestino delgado, onde passam a LA e, depois, a adultos machos e fêmeas, que copulam e eliminam ovos para o ambiente. No ambiente ocorre o desenvolvimento de L1, L2 e L3 dentro do ovo.</p><p>Espécies afetadas : bovídeos </p><p>Período pré- patente: 3 a 4 semanas </p><p>Método de diagnóstico: ﻿pesquisa de ovos nos exames de fezes realizados com técnicas de flutuação. Na necropsia, podem ser vistos no intestino delgado vermes grandes de até 30cm, de cor leitosa.</p><p>Profilaxia: Controle: a maior fonte de infecção para o filhote é o leite, por isso deve ser feito o controle principalmente com o uso de anti-helmíntico nas fêmeas antes do parto e nos filhotes com 14 dias de idade, repetindo o tratamento após 14 dias.</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-11-05 23:49:49 UTC</pubDate>
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         <title>GENÊRO ASCARIDIA </title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/fagnerfernandes/1v9aiyawf1lvkq3b/wish/3203290882</link>
         <description><![CDATA[<p>Aspecto macroscópico: Tamanho médio femêa 6 a 12 cm, e macho de 1 a 2. Boca trilabiada. Machos apresentam dois espículos de mesmo tamanho e uma ventosa pré-cloacal na extremidade posterior. Ovos ovais com dupla membrana</p><p><br/></p><p>Forma de Infecção: o ciclo evolutivo é direto (sem migração). A ave ingere o ovo contendo a L3 (estádio infectante). A L3 eclode no intestino delgado, onde passa a LA e adultos (machos e fêmeas). Há cópula e a fêmea faz a postura dos ovos que são levados ao meio ambiente com as fezes. No interior do ovo em condições de temperatura (28°C) e umidade adequadas há a formação de L1, L2 e L3 em cerca de nove dias.</p><p><br/></p><p>Espécies afetadas: Afeta principalmente aves, sendo particularmente comum em aves de criação, mas também pode infectar outras espécies de aves selvagens.</p><p><br/></p><p>Período Pré-Patente: 3 a 4 semanas</p><p><br/></p><p>Método de Diagnóstico: presença de ovos no exame de fezes por técnicas de flutuação</p><p><br/></p><p>Profilaxia: higiene das instalações e tratamento das aves parasitadas com anti-helmínticos na água ou na ração. Os ovos podem permanecer viáveis no ambiente por meses e por isso os bebedouros e comedouros devem ficar protegidos de fezes das aves e as camas das aves devem ser incineradas.</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-11-05 23:51:17 UTC</pubDate>
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         <title>GENÊRO ÁSCARIS</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/fagnerfernandes/1v9aiyawf1lvkq3b/wish/3203291357</link>
         <description><![CDATA[<p>Aspecto macroscópico: São vermes grandes com tamanho em femêas de 20 a 40 cm e machos 15 a 25 cm). Os ovos têm casca muito espessa, com três camadas, e a mais externa, albuminosa, confere uma aparência irregular ao ovo.</p><p>Forma de infecção: os suínos ou o homem se infectam ao ingerirem o ovo contendo a L3 ou ao ingerirem os hospedeiros paratênicos (minhocas ou besouros) contendo a L3 que é liberada no tubo digestivo (intestino delgado).<br>AL3 penetra na mucosa por via linfática vai aos linfonodos e pela veia porta vai ao fígado, coração e pulmão. A muda para LA ocorre nos alvéolos, as larvas (L4) vão à glote (9), são deglutidas e no intestino delgado se alojam passando a adultos.</p><p>Espécies afetadas: Afetam diferentes mamíferos, principalmente humanos e suínos. Ascaris lumbricoides é a espécie de ascarídeo que causa a ascariose em seres humanos. Ascaris suum é a espécie que afeta principalmente os suínos. Ascaris ovis é uma espécie que afeta ovinos e caprinos.</p><p>Período pré-patente: 2 a 3 meses</p><p>Método de diagnóstico: O dianóstico de infecção por Ascaris pode ser feito através de diferentes métodos, dependendo do tipo de hospedeiro. Entre eles: exames de fezes, métodos de concentração de ovos, teste sorológico, exame clínico e imagens radiográficas.</p><p>Profilaxia: Limpeza e esterilização do ambiente com produtos químicos ou água fervente. A maioria dos desinfetantes não atinge os ovos e como estes são pegajosos e ficam aderidos ao ambiente, é importante esfregar o solo com uma vassoura para desgrudá-los. Tratamento dos animais parasitados com anti-helmínticos. Evitar o contato dos animais com as fezes. E bebedouros e comedouros devem ficar fora do alcance das fezes.</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-11-05 23:51:51 UTC</pubDate>
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         <title>GENÊRO PARASCARIS</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/fagnerfernandes/1v9aiyawf1lvkq3b/wish/3203291681</link>
         <description><![CDATA[<p>Aspecto macroscópico: Tamanho grande femêas de 20 a 50 cm e machos de 15 a 28 cm). Ovos possuem casca espessa e diferem dos de Toxocara sp. por serem bem mais claros e arredondados.</p><p>Forma de infecção: Os ovos contendo as L3 ou hospedeiros paratênicos infectados com as larvas nos tecidos são ingeridos. Há liberação das larvas que vão ao intestino delgado, onde penetram na mucosa e permanecem por duas semanas (não há migração das larvas pelos tecidos). De-pois, saem para a luz do intestino e completam o seu desenvolvimento até adultos. Os machos e as fêmeas copulam e é feita a postura de ovos, que saem com as fezes para o meio ambiente.</p><p>Espécies afetadas: Afetam principalmente mamíferos, especialmente cães e gatos, mas também podem infectar seres humanos</p><p>Período pré-patente: 3 a 4 semanas</p><p>Método de diagnóstico: presença de ovos nas fezes de caninos e felinos.</p><p>Profilaxia: Evitar que os hospedeiros tenham contato com os ovos larvados, removendo e queimando ou fazendo compostagem das fezes para-sitadas (o calor da fermentação mata os ovos). Tratamento dos animais parasitados com benzimidazóis ou piperazina. Cadelas que receberam fembendazol três semanas antes do parto e dois dias após o parto eliminaram a infecção pré-natal e transmamária. Filhotes devem ser tratados com duas semanas de idade, repetindo-se o tratamento após 14 dias.</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-11-05 23:52:15 UTC</pubDate>
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         <title>Gênero Oxiyus</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/fagnerfernandes/1v9aiyawf1lvkq3b/wish/3203301868</link>
         <description><![CDATA[<p><strong>Espécie<em> Oxyuris</em> <em>equi</em></strong> é um nematoide parasitário que afeta os equinos, especialmente no intestino grosso. Esse parasita apresenta diferenças notáveis entre os sexos em termos de tamanho e morfologia. As fêmeas, maiores, medem entre 4 a 15 cm de comprimento e possuem uma cauda longa e fina, que pode chegar a até três vezes o comprimento do corpo. Elas são geralmente de cor branca ou acinzentada e possuem uma grande quantidade de ovos espalhados ao longo de seu corpo. Os machos, por outro lado, são menores, com tamanho médio de 0,9 a 1,2 cm, e apresentam uma cauda com espículo e duas grandes papilas caudais, além de várias papilas menores. O esôfago do parasita é característico, com um “istmo” longo, configurando-se como um traço distintivo do gênero Oxyuris. Este parasita pode causar desconforto nos equinos, levando a sintomas como prurido anal e lesões na região perineal devido à deposição dos ovos, geralmente em áreas ao redor do ânus.</p><p><br/></p><p><strong>Ciclo de vida do <em>Oxyuris</em> <em>equi</em></strong>:</p><p><br/></p><p>O ciclo do <em>Oxyuris equi</em> começa quando o ovo contendo a larva L3 é ingerido pelo hospedeiro. No intestino delgado, a larva L3 é liberada, em seguida, ela migra para o intestino grosso, onde passa por estágios de desenvolvimento L4 e L5, tornando-se um adulto. Durante sua fase adulta, os vermes se alimentam da mucosa intestinal, o que pode causar inflamação local. A fêmea adulta então migra até a região perianal, onde deposita seus ovos na pele ao redor do ânus. Esses ovos são liberados com uma substância cimentante acizentada, que os fixa no local. No ambiente, os ovos embrião se tornam infectantes (L3) após três a cinco dias de incubação.</p><p><br/></p><p>O período pré-patente do ciclo, ou seja, o tempo entre a ingestão do ovo até a primeira deposição de ovos pelas fêmeas, é de aproximadamente quatro a cinco meses.</p><p><br/></p><p><strong>Diagnóstico</strong>:</p><p><br/></p><p>O diagnóstico da infestação por <em>Oxyuris equi</em> pode ser feito por meio da coleta de material da região perianal, pois as fêmeas depositam seus ovos diretamente nesse local. O exame de fezes é pouco eficaz, já que apenas 5% das amostras apresentam ovos. A técnica mais indicada é o uso de fita adesiva, que deve ser pressionada na região anal do animal e depois colocada sobre uma lâmina de microscopia, permitindo a visualização dos ovos ao microscópio.</p><p><br/></p><p><em>Oxyuris equi</em> é importante na medicina veterinária devido aos danos que causa aos equinos. As formas jovens do parasita, ao se fixarem na mucosa intestinal, provocam inflamação (enterite) e diarreia. A migração das fêmeas para a região perianal, juntamente com a substância cimentante dos ovos, causa prurido intenso, levando o animal a se coçar. Isso pode resultar em lesões, queda de pelos e cauda rala e arrepiada. A parasitose compromete o bem-estar do animal e exige tratamento adequado.</p><p><br/></p><p><strong>Controle</strong>:</p><p><br/></p><p>O controle do parasita envolve medidas de higiene rigorosas, como a limpeza constante dos estábulos e a troca frequente de camas. Além disso, é fundamental manter água e alimentos longe das fezes dos animais, evitando a contaminação. A região anal dos equinos pode ser limpa com toalhas descartáveis de papel para remover os ovos, que devem ser queimadas imediatamente para evitar a reinfecção e a contaminação do ambiente.</p><p><br/></p><p><strong>Tratamento</strong>:</p><p><br/></p><p>Os equinos infetados devem ser tratados com antiparasitários como benzimidazóis (por exemplo, fenbendazol) e ivermectinas, que são eficazes no controle do <em>Oxyuris equi</em> e na eliminação do parasita. O tratamento deve ser acompanhado de medidas preventivas para evitar a reinfecção e a disseminação do parasita para outros animais.</p><p><br/></p><p>Luana Rodrigues Linck</p><p><br/></p><p>Gênero <em>Enterobios</em></p><p><br/></p><p>Aspecto macroscópico:</p><p>Ovos larvados possuem um dos lados mais plano</p><p>Fêmeas pequenas tem de 0,8 a 1,5 cm de comprimento e machos de 0,2 a 0,5 cm</p><p><br/></p><p>Forma de infecção:</p><p>Porta de entrada - hospedeiro ingere o ovo</p><p>Estágio - ovo contém a larva L3</p><p><br/></p><p>Ciclo: hospedeiro ingere o ovo larval L3, eclodem no duodeno e vira L4, após evolui para L5 e adultos, migram até o intestino grosso e se fixam na mucosa, copulam e depois as fêmeas grávidas migram pro o anus para ter os ovos</p><p><br/></p><p>Espécies afetadas:</p><p>Humanos e macacos</p><p><br/></p><p>Período pré-patente:</p><p>35 a 60 dias</p><p><br/></p><p>Método diagnóstico:</p><p>Colher material da região perional</p><p><br/></p><p>Profilaxia:</p><p>Fazer o tratamento com anti-helmínticos e limpeza do ambiente lO </p><p>Andrielly Mazuco </p>]]></description>
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         <pubDate>2024-11-06 00:02:26 UTC</pubDate>
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         <title>Ostertagia</title>
         <author>setima9</author>
         <link>https://padlet.com/fagnerfernandes/1v9aiyawf1lvkq3b/wish/3203307808</link>
         <description><![CDATA[<p>Espécie: ostertargia ostertagi</p><p><br/></p><p>Os adultos são delgados, de tamanho muito pequeno (fêmea com 8 a 9 mm e macho com 6 a 8 mm de comprimento) e coloração marrom-avermelhada</p><p><br/></p><p>Ciclo biológico</p><p>É direto. As fêmeas colocam 200 ovos/dia. Os ovos passam com as fezes, desenvolvendo-se, em condições ambientais favoráveis, na forma infectante L3 em 2 semanas. Quando há umidade, as L3 migram das fezes para a vegetação. Após a ingestão, as L3 se desencapsulam no rúmen e realizam duas ecdises na luz das glândulas gástricas. As L5 emergem para a superfície mucosa das glândulas, onde há diferenciação sexual, após 18 dias do início da infecção. Normalmente, o ciclo se completa em 3 semanas, mas, em certas circunstâncias, as L4 podem permanecer em hipobiose e têm o desenvolvimento inibido por até 6 meses, dependendo do clima.</p><p><br/></p><p>Hospedeiros: Bovinos, ovinos e, ocasionalmente, caprinos.</p><p><br/></p><p>Período pré patente</p><p>Agudo 3 semanas </p><p>Hipobiose até 6 meses </p><p><br/></p><p>Métodos de diagnósticos </p><p>Em animais jovens, é feito com base em:</p><p>* Sinais clínicos: inapetência, perda de peso e diarreia</p><p>* Estação do ano: na Europa, por exemplo, o tipo I ocorre nos meses de julho a setembro, e o tipo II de março a maio</p><p>* História do pastejo: as propriedades afetadas normalmente têm histórico de casos de ostertagiose em anos anteriores</p><p>* Contagens de OPG nas fezes: constitui um auxílio diagnóstico valioso para a doença tipo I, geralmente com mais de 1.000. Já no tipo II, a contagem é muito variável, podendo ser até negativa</p><p>* Níveis plasmáticos de pepsinogênio: nos animais acometidos de até 2 anos de idade, os níveis de pepsinogênio ultrapassam 3 UI de tirosina (os níveis normais em bezerros não parasitados são de 1 UI).</p><p>* Exame pós-morte: os vermes adultos podem ser vistos em uma inspeção minuciosa da superfície mucosa.</p><p><br/></p><p>Profilaxia: </p><p><br/></p><p>a prevenção da ostertagiose é feita com o tratamento de bovinos jovens com anti-helmínticos eficazes, inclusive contra larvas hipobióticas, para prevenir a ostertagiose do tipo II. Deve-se limitar a exposição dos animais à infecção larval, embora essa exposição seja suficiente para estimular a imunidade. A utilização de anti-helmínticos pode limitar a contaminação de ovos em pastos novos durante os períodos de clima desfavorável ao desenvolvimento larval, como outono e inverno. Para obter uma redução das L3 no pasto, é aconselhável fazer descanso do pasto ou ocupá-lo com outros hospedeiros não suscetíveis a O. ostertagi.</p><p><br/></p><p>A ostertagiose bovina ocorre em duas formas clínicas:</p><p>* Ostertagiose tipo I: é observada geralmente em bezerros em regime de pastejo contínuo, durante seu primeiro período de pastejo, como consequência da ingestão de larvas 3 a 4 semanas antes. No hemisfério norte, ocorre, em geral, a partir de meados do mês de julho. A morbidade normalmente é alta (75%), mas a mortalidade é rara quando instituído o tratamento</p><p>* Ostertagiose tipo II: é observada em animais de 1 ano de vida, normalmente no final do inverno ou durante a primavera, após o primeiro período de pastejo, em consequência da maturação de larvas ingeridas no outono anterior, tendo o desenvolvimento inibido no início do estágio L4. A hiperalbuminemia é marcante e há edema submandibular. A mortalidade pode ser alta (20%) se a doença não for tratada precocemente com anti-helmíntico com efeito larvicida nos animais afetados.</p><p><br/></p><p>____________________________________________________________</p><p><br/></p><p><br/></p><p><br/></p><p>Espécie: ostertagia circumcincta</p><p><br/></p><p>adultos são delgados, de tamanho muito pequeno (fêmeas com 8 a 10 mm e machos com 6 a 8 mm de comprimento) e coloração marrom-avermelhada</p><p><br/></p><p>A cauda termina afiladamente e tem a extremidade arredondada, que contém quatro a cinco estrias transversais</p><p>* Pequena cavidade bucal, com presença de papilas cervicais</p><p>* Presença de gubernáculo em forma de raquete</p><p>* Machos com bolsa copuladora bem desenvolvida, com espículos de comprimento variável, mas geralmente longos e delgados. Extremidade posterior bifurcada, com ramificações iguais em tamanho. Uma terceira ramificação mais curta, de difícil detecção, origina-se em frente à bifurcação</p><p>* Fêmeas com vulva, em geral, recoberta por uma expansão cuticular chamada de processo vulvar.</p><p><br/></p><p>Forma de infecção:</p><p>As fases de vida livre, assim como as parasitárias, são semelhantes às de O. ostertagi.</p><p><br/></p><p>Espécies afetadas:</p><p>Ovinos e caprinos.</p><p><br/></p><p>Período pré patente:</p><p>As fases de vida livre, assim como as parasitárias, são semelhantes às de O. ostertagi.</p><p><br/></p><p>Método do diagnóstico:</p><p>É baseado nos sinais clínicos, na sazonalidade da infecção, nas contagens de ovos nas fezes e no exame pós-morte, quando possível, pela observação das lesões características no abomaso. Os níveis plasmáticos de pepsinogênio são encontrados acima de 0,8 UI de tirosina e normalmente ultrapassam 2 UI em ovinos com infecção maciça.</p><p><br/></p><p>Profilaxia:</p><p>É realizado por meio do tratamento da gastrenterite parasitária que é feito em bovinos.</p><p><br/></p><p><br/></p><p>_______________________________________________________________________</p><p><br/></p><p><br/></p><p><br/></p><p>Gênero: nematodirus </p><p><br/></p><p>Aspectos:</p><p>Vermes delgados com aproximadamente 2 cm. O entrelaçamento dos vermes dá uma aparência semelhante à de algodão em rama</p><p>* Vesícula cefálica pequena e diferenciada</p><p>* Espículos longos e finos, de extremidades fundidas (Figura 25.30)</p><p>* Os machos, com exceção do N. battus, têm dois conjuntos de raios paralelos em cada lobo bursal principal</p><p>* As fêmeas têm cauda truncada, com pequeno espinho</p><p>* Ovos grandes, ovoides e incolores</p><p><br/></p><p>Forma de infecção:</p><p>A fase pré-parasitária é praticamente única nos tricostrongilídeos, em razão do desenvolvimento em L3 no interior do ovo. O desenvolvimento em L3, em geral, é muito lento; leva, no mínimo, 2 meses.</p><p><br/></p><p>Especies:</p><p>Ruminantes</p><p><br/></p><p>Período pré patente:</p><p>2 meses </p><p><br/></p><p>Diagnósticos:</p><p>Como os sinais clínicos ocorrem no período pré-patente, a contagem de ovos nas fezes não é tão expressiva para o diagnóstico, que deve se basear na história de pastejo, nos sinais clínicos e no exame pós-morte. O exame das fezes pode apresentar a coloração diferenciada dos ovos de N. spathiger. Na necropsia, a extremidade dos espículos presentes nos machos possibilita determinar o diagnóstico nas demais espécies de Nematodirus.</p><p><br/></p><p>Profilaxia:</p><p>É semelhante ao realizado para outros estrongilídeos, com exceção do N. battus. Infecções monoespecíficas por Nematodirus são raras.</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-11-06 00:07:50 UTC</pubDate>
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         <title>Ordem Enoplida</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<p><strong>Ordem Enoplida</strong></p><p><strong>&nbsp;</strong></p><p><strong>Gênero <em>Trichuris</em>:</strong></p><p><em>T. vulpis</em>: cães e raposas</p><p><em>T. trichiura</em>: humanos e primatas<br><em>T. suis</em>: suínos</p><p><em>T. campanula</em>: gatos</p><p><em>T. discolor</em>: bovinos e bubalinos</p><p><em>T. ovis</em>: ovinos</p><p><em>T. skrjabini:</em> camelos, ovinos, cabras, bovinos, cervos e gazelas</p><p><em>T. muris</em>: ratos, camundongos e outros roedores</p><p>&nbsp;</p><p>Os tópicos abordados referem-se às espécies <strong><em>T. vulpis</em> e <em>T. trichiura.</em></strong></p><p><em>&nbsp;</em></p><p>- Forma do parasito: verme chicote, 3 a 7cm a fêmea e 2 a 4 cm o macho.</p><p>- Forma de infecção: Ingestão do ovo contendo a L1.</p><p>- Espécies afetadas: principalmente em Cão, Gato, Raposa, Homem e Primata.</p><p>- Período pré-patente: em torno de 2 a 3 meses.<br>-Método de diagnóstico: pela presença bioperculados nos exames de fezes.</p><p>- Profilaxia: Importante manter as áreas sempre arejadas e secas, as ivermectinas e os benzimidazóis eliminam os parasitas do hospedeiro.</p><p><strong>&nbsp;</strong></p><p><strong>Gênero <em>Capilliaria</em></strong></p><p><em>C. plica</em></p><p><em>C. feliscati</em></p><p><em>C. bovis</em></p><p><em>C. hepática</em></p><p><em>C. annulata</em></p><p><em>C. caudinflata</em></p><p><em>C. obsignata</em></p><p><em>C. aerophila</em></p><p>Os tópicos abordados referem-se às espécies <strong><em>C. plica, C. hepatica e C. aerophila</em></strong></p><p>- Forma do parasito: Tamanho pequeno de 1 a 5 cm, muito finos.</p><p>- Forma de infecção: Ingestão do ovo contendo a L1.</p><p>- Espécies afetadas: Cães, humanos e raposas.</p><p>- Período pré-patente: Depende da espécie, varia de três a seis semanas.<br>-Método de diagnóstico: Para espécies do sistema digestório pode-se usar técnicas de exames de fezes sedimentação ou flutuação para identificação dos ovos bioperculados. Para o diagnóstico de C. plica, examinar a urina após sedimentação, os ovos de <em>C. hepatica</em> podem ser identificados na forma não embrionada em cortes histológicos corados por hematoxilina e eosina. <em>C. aerophila</em> pode ser diagnosticada pela presença de ovos em lavado nasal ou traqueal.</p><p>- Profilaxia: Para eliminação dos parasitos presentes nos hospedeiros, o uso de benzimidazóis e ivermectinas é eficiente.</p><p><strong><em>&nbsp;</em></strong></p><p><strong>Gênero <em>Trichinella<br><br></em></strong></p><p>O tópico abordado refere-se à espécie <strong><em>T. spiralis.</em></strong></p><p>&nbsp;</p><p>- Forma do parasito: Parasitos muito pequenos com 1 a 3 mm de comprimento e corpo com diâmetro ligeiramente espaçado posteriormente.</p><p>- Forma de infecção: Hospedeiro come carne com cistos contendo larvas infectadas de <em>Trichinella</em> e o musculo é dissolvido pelo ácido do estômago.</p><p>- Espécies afetadas: Ocorrem em mamíferos, principalmente em homens, suínos e ratos.</p><p>- Período pré-patente: Vários anos.</p><p>-Método de diagnóstico: No homem, a confirmação é feita por anamnese e sorologia. Em grandes infecções podem-se encontrar as larvas no sangue através do exame direto.</p><p>- Profilaxia: Tratamento do hospedeiro com benzimidazóis.</p><p><strong>&nbsp;</strong></p><p><strong>Gênero <em>Dioctophyma</em></strong></p><p>&nbsp;</p><p>O tópico abordado refere-se à espécie <strong><em>D. renale.</em></strong></p><p><strong><em>&nbsp;</em></strong></p><p>- Forma do parasito: Machos medem em torno de 40 cm de comprimento e as fêmeas podem atingir até 1 m de comprimento por 1 cm de diâmetro.</p><p>- Forma de infecção: Hospedeiro definitivo ingere com a forma larval L3.</p><p>- Espécies afetadas: Hospedeiros definitivos são Homens, carnívoros (preferencialmente cães) e excepcionalmente herbívoros. Hospedeiros intermediários são analídeos, rãs, peixes dulcícolas.</p><p>- Período pré-patente: Não é observado.</p><p>-Método de diagnóstico: Ultrassonografia pode visualizar os parasitos no rim e na cavidade abdominal. A maioria dos casos registrados é de achados de necropsia.</p><p>- Profilaxia: Não existe tratamento; deve-se remover cirurgicamente os parasitos.</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-11-06 00:08:08 UTC</pubDate>
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         <title>Ordem Strongylida</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/fagnerfernandes/1v9aiyawf1lvkq3b/wish/3203308723</link>
         <description><![CDATA[<p>Gênero Strongylus</p><p><strong>Espécie Strongylus Vulgaris</strong></p><ul><li><p>Aspecto macroscópico: fêmea (20 a 24mm) macho (14 a 16mm), coloração vermelho-escuro, comumente encontrados na mucosa intestinal.</p></li><li><p>Forma de infecção (estágio e porta de entrada): hospedeiro definitivo ingere L3, pastagens e água contaminadas.</p></li><li><p>Ciclo: Ovo (eliminado nas fezes) - L1, L2 e L3 (no solo) - L3 (ingerida, penetram na mucosa do intestino delgado ou grosso) - L4 (penetram em pequenas artérias e migra pra artéria mesentéria anterior) - L5 (parede intestinal, forma nódulos e há liberação de adultos).</p></li><li><p>Espécies afetadas: Equinos e asininos. Espécie mais patogênica para equinos, podendo causar lesões e obstruções da artéria mesentérica. </p></li><li><p>Período pré-patente: 6 a 7 meses.</p></li><li><p>Método de diagnóstico: Perda de condições físicas, febre, inapetência, apatia, cólica, anemia. A contagem de ovos pode auxiliar no diagnóstico.</p></li><li><p>Profilaxia: Anti-helmínticos (benzimidazóis ou lactonas macrocíclicas).</p></li></ul><p><br/></p><p><br/></p>]]></description>
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         <pubDate>2024-11-06 00:08:38 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title>Ordem strongylida </title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/fagnerfernandes/1v9aiyawf1lvkq3b/wish/3203310541</link>
         <description><![CDATA[<p>família <em>Strongylidae</em></p><p>Gênero <em>Triodontophorus</em></p><p>espécie <em>triodontophorus spp. </em></p><p><strong>Aspecto micro: 9 a 25mm, adulto hematófagos</strong></p><p><strong>Infecção: ingestão de alimentos contaminados</strong></p><p><strong>Espécie afetadas: equinos (intestino grosso - mucosa do cólon) </strong></p><p><strong>Ciclo: semelhante ao gênero <em>cyathostomun</em></strong></p><p><strong>Diagnóstico: semelhante ao <em>strongylus</em> <em>vulgaris</em> - anemia, fraqueza e diarreia</strong></p><p><strong>Profilaxia: fármacos antiparasitários</strong></p><p><br/></p>]]></description>
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         <pubDate>2024-11-06 00:10:11 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Ordem Spirurida </title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/fagnerfernandes/1v9aiyawf1lvkq3b/wish/3203332974</link>
         <description><![CDATA[<p>*<strong>Ordem Spirurida*</strong></p><p><br/></p><p><strong>*Gênero* Spirocerca</strong></p><p><br/></p><p>*<strong>Aspectos morfológicos</strong>:* Grandes, corpo enrolado, cor vermelha. Machos medem em torno de 5,5cm e fêmeas 8cm de comprimento. Abertura oral hexagonal e rodeada de papilas. Cauda do macho em forma espiral típica e um par de asas caudais. Fêmeas com cauda obtusa e vulva na região esofágica. Ovos muito pequenos e larvados.</p><p><br/></p><p>*<strong>Forma de infecção</strong>:* </p><p>Ocorre quando o animal ingere besouros coprófagos nas fases L1, L2 e L3 ou pequenos vertebrados (como roedores) fase L3 que contêm larvas do parasita. Essas larvas se deslocam pelo sistema digestivo do hospedeiro, atingem a parede do esôfago e formam nódulos, podendo causar lesões e complicações sérias.</p><p><br/></p><p>*<strong>Espécies afetadas</strong>:* cão, as vezes gatos e acidentalmente caprinos, cavalos e bovinos.</p><p><br/></p><p><strong>*Período pré patente</strong>:* Cerca de cinco meses.</p><p><br/></p><p>*<strong>Método de diagnóstico</strong>:*</p><p>Pela presença de ovos nas fezes ou no vômito. Pode ser utilizado exames de imagem para visualização dos nódulos.</p><p><br/></p><p>*<strong>Profilaxia</strong>:*</p><p>Controle difícil de realizar em virtude de vários hospedeiros paratenicos. </p><p>Evitar o contato do cão a esses hospedeiros e manter um controle regular de vermífugação.</p><p><br/></p><p>*<strong>Ordem Spirurida*</strong></p><p><br/></p><p><strong>*Gênero:* Thelazia</strong></p><p><br/></p><p><strong>*Aspectos morfológicos</strong>:* helmintos pequenos e delgados, machos medem cerca de 1,2cm e fêmeas cerca de 2cm.</p><p><br/></p><p>*<strong>Forma de infecção</strong>:* ocorre através da transmissão por moscas do gênero Musca e Fannia que se alimentam de secreções lacrimais oculares. Essas moscas atuam como hospedeiros intermediários e carregam larvas de Thelazia. Ao pousarem nos olhos de animais (como cães, gatos, bovinos e até humanos), as larvas migram para a superfície ocular, onde se desenvolvem e podem causar inflamação, conjuntivite e desconforto nos olhos do hospedeiro.</p><p><br/></p><p>*<strong>Espécies afetadas</strong>:* Bovinos, equinos, cães, gatos, aves e até humanos.</p><p><br/></p><p>*<strong>Período pré patente</strong>:* Cerca de dois a três meses.</p><p><br/></p><p>*<strong>Método de diagnóstico</strong>:* O diagnóstico de Thelazia é feito principalmente por meio de exame clínico direto. Os vermes podem ser visualizados a olho nu na superfície do olho, especialmente na conjuntiva e sob as pálpebras, durante o exame oftalmológico. Em alguns casos, o veterinário pode usar um exame de lâmpada de fenda para melhor visualização ou, se necessário, coletar secreções oculares para exame microscópico, confirmando a presença de larvas ou vermes adultos.</p><p><br/></p><p>*<strong>Profilaxia:</strong>* Controle de moscas, uso de colírio e pomadas repelentes e manter higiene ocular.</p><p><br/></p><p><strong>*Ordem Spirurida*</strong></p><p><br/></p><p><strong>*Gênero Habronema</strong>:*</p><p><br/></p><p>*<strong>Aspectos morfológicos</strong>:*   Espécie Muscae, pequenos helmintos brancos, boca com dois lábios laterais e cada lábio trilobulado. Cápsula bucal cilíndrica com um espesso revestimento cutícular e paredes retas. Machos medem entre 0,8cm e 1,4cm com cauda espiralada, asa caudal, papilas pedunculadas, ospiculos desiguais em forma e tamanho. Um dos espículos é cinco vezes maior.</p><p>Espécie Majus, muito semelhante ao Muscae, na cápsula bucal apresenta um dente dorsal e outro ventral promovendo um afunilamento. Machos tem cauda espiralada, asa caudal, papilas pedunculadas, espículos desiguais, sendo um espículo duas vezes maior.</p><p><br/></p><p><strong>*Forma de infecção</strong>:* Vermes adultos residem no estômago dos cavalos, onde liberam ovos que se transformam em larvas. Essas larvas são excretadas nas fezes do hospedeiro. As moscas, principalmente as do gênero Musca e Stomoxys, alimentam-se das fezes contaminadas, ingerindo as larvas. Dentro da mosca, as larvas evoluem até o estágio infectante (L3). Quando as moscas pousam em áreas úmidas do corpo dos cavalos, como feridas, lábios ou olhos, as larvas L3 são liberadas e entram no tecido do hospedeiro, causando lesões conhecidas como "habronemose cutânea". Se as larvas L3 são ingeridas, elas migram para o estômago do cavalo, onde se tornam vermes adultos e reiniciam o ciclo.</p><p><br/></p><p>*<strong>Espécies afetadas</strong>:* Equinos.</p><p><br/></p><p>*<strong>Período pré patente</strong>:* Cerca de dois meses.</p><p><br/></p><p>*<strong>Método de diagnóstico</strong>:* </p><p>Ovos com cascas muito fina, pode ser encontrada larvas no trato gástrico com sonda.</p><p><br/></p><p>*<strong>Profilaxia</strong>:* Usar esterqueira para diminuir a população de moscas. Tratar feridas e controlar vermífugação.</p><p><br/></p><p><strong><em>Ordem Spirurida</em></strong></p><p><strong><em>Espécie Dirofilaria minutos</em></strong></p><p><strong><em>Aspectos morfológicos</em></strong><em>:</em> Grandes e finos, machos medem 12cm a 16cm e fêmeas de 25cm a 30cm. Extremidade anterior simples. Machos com extremidade posterior espiralada, espículos difere em tamanho e estrutura. Fêmeas larviparas.</p><p><strong><em>Forma de infecção</em></strong><em>:</em>  É transmitida principalmente pela picada de mosquitos, especialmente das espécies Culex, Aedes e Anopheles. O ciclo de infecção funciona da seguinte forma: Mosquitos se infectam ao picar um animal hospedeiro infectado (geralmente cães) e ingerir microfilárias (formas larvais da Dirofilaria) presentes no sangue. No mosquito, essas larvas se desenvolvem e amadurecem, passando por estágios larvais. Quando atingem o estágio infeccioso (larva L3), migram para a boca do mosquito. Quando o mosquito infectado pica um animal saudável, ele injeta as larvas L3, que migram para o tecido subcutâneo do animal e começam seu desenvolvimento. As larvas migram através dos tecidos do animal, amadurecendo e chegando ao sistema circulatório, até se fixarem nas artérias pulmonares e coração. No coração, elas se desenvolvem em vermes adultos e começam a se reproduzir, liberando microfilárias no sangue, reiniciando o ciclo </p><p><strong><em>Espécies afetadas</em></strong><em>:</em> Cães e ocasionalmente Gatos.</p><p><em>Período pré patente:</em> De seis a oito meses.</p><p><em>Método de diagnóstico:</em> Pesquisa microfilarias, através do esfregaço sanguíneo e exames de imunodiagnostico.</p><p><strong><em>Profilaxia</em></strong><em>:</em> Controlar vetores, remédios estão em desenvolvimento.</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-11-06 00:24:31 UTC</pubDate>
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