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      <title>#ConstruindoaCulturaqueQueremos by Rede Ensina</title>
      <link>https://padlet.com/Ensina_Brasil/ConstruindoaCulturaqueQueremos</link>
      <description>Compartilhe aqui as histórias de impacto que você tem escrito com seus estudantes! :)</description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2025-02-27 20:34:19 UTC</pubDate>
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         <title>Bem vindo/a ao nosso painel de histórias! 📖</title>
         <author>redeensina</author>
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         <description><![CDATA[<p>Aqui você pode compartilhar os <strong>projetos </strong>que tem realizado em sala de aula,<strong> boas práticas</strong>, e <strong>conquistas de impacto </strong>com seus estudantes! 🌟</p><p><br></p><p><strong>Para compartilhar é simples!</strong></p><ul><li><p>Crie uma publicação na seção com o nome do seu polo, clicando no + ao lado do título;</p></li><li><p>Adicione fotos que representem esse momento especial 📸</p></li><li><p><strong>Siga a estrutura de história ao lado</strong> para facilitar a leitura e visualização! 👉</p></li><li><p>Uma boa história pode virar um livro, mas vamos focar no essencial aqui para que todos/as consigam ler!</p></li></ul><p><br></p>]]></description>
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         <pubDate>2025-02-27 20:58:14 UTC</pubDate>
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         <title>Nome do projeto</title>
         <author>redeensina</author>
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         <description><![CDATA[<p><strong>Nome do ensina, ano, escola</strong></p><p>(prêmio, projeto, evento?)</p><p><br></p><p>Conte sua história descrevendo qual o</p><p>1-<strong>Contexto e Personagens</strong> - quem faz parte da sua história;</p><p>2. <strong>Desafio</strong> – O Problema a ser superado pelo seu projeto;</p><p>3. <strong>Solução</strong> – Como o projeto funciona;</p><p>4. <strong>Impacto</strong> – A transformação gerada;</p><p>5. <strong>Futuro</strong> – A continuidade e o potencial de expansão (caso haja)</p><p><br></p>]]></description>
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         <pubDate>2025-02-27 21:04:51 UTC</pubDate>
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         <title>Fortaleça nossa rede! 💪</title>
         <author>redeensina</author>
         <link>https://padlet.com/Ensina_Brasil/ConstruindoaCulturaqueQueremos/wish/3345799955</link>
         <description><![CDATA[<p>Compartilhe sua história e sinta-se à vontade para <strong>curtir e comentar</strong> as histórias dos colegas <strong>do seu polo e dos outros</strong>!</p><p><br></p><p><em>Esse é um espaço para você se aproximar da rede, apoiar outros projetos e também se inspirar! Afinal, #tamojunto! 💛</em></p><p><br></p><p><mark>Sua história será vista pela rede e pelo time e pode ser </mark><strong><mark>selecionada para aparecer no nosso e-mail semanal, em relatórios para parceiros e muito mais</mark></strong><mark>! 😍</mark></p><p><br></p>]]></description>
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         <pubDate>2025-02-27 21:08:47 UTC</pubDate>
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         <title>Projeto: Reconhecendo fontes históricas brasileiras </title>
         <author>marianamariaalcantaragomes</author>
         <link>https://padlet.com/Ensina_Brasil/ConstruindoaCulturaqueQueremos/wish/3380471707</link>
         <description><![CDATA[<p><strong>Mariana Gomes. ensina 2024, ETI Prefeito João Lyra Filho, Caruaru.</strong></p><p><br></p><p><sup>Link de acesso ao vídeo do projeto: </sup><a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://www.instagram.com/reel/DHM_cY8sRSW/?igsh=MW1uMml5ejkzZ2p3YQ=="><sup>https://www.instagram.com/reel/DHM_cY8sRSW/?igsh=MW1uMml5ejkzZ2p3YQ==</sup></a> </p><p><br></p><p><strong>Contexto</strong></p><p>Ao realizar as avaliações diagnósticas durante a primeira unidade do ano de 2025, foi observado a necessidade de fortalecer o reconhecimento das categorias de fontes históricas, instrumento de trabalho de historiadores e arqueólogos para a produção do conhecimento histórico. Nesse sentido, os estudantes estiveram analisando fontes históricas visuais, orais, materiais e escritas com narrativas que marcaram a história do Brasil. Após análise, eles realizaram a divulgação de suas descobertas ao desenvolver uma notícia de jornal que comunicava os fatos observados através do painel exposto nos corredores da escola, nomeado pelos próprios estudantes de HistoryBook.</p><p><br></p><p><strong>Personagens/ Público alvo</strong></p><p>Estudantes dos 7° anos da Escola em Tempo Integral Prefeito João Lyra Filho, localizada no bairro do Salgado na cidade de Caruaru - Pernambuco.</p><p><br></p><p><strong>Desafio</strong></p><p>O maior dos desafios encontrados foi o tempo de execução da atividade, a sequência didática tomou um tempo mais longo que o esperado para ser finalizada pelos estudantes.</p><p><br></p><p><strong>Como o projeto funcionou</strong></p><p>Em sala de aula estávamos estudando os conceitos iniciais de História e qual a importância das fontes históricas para as pesquisas realizadas por historiadores e arqueólogos. </p><p>Em um primeiro momento, os estudantes tiveram contato com uma história fictícia narrada pela professora que apresentava a personagem "Juliana", uma estudante do curso de História que pertencia ao futuro (vivendo no ano de 2125). Juliana teria encontrado um caderno antigo em escavações realizadas embaixo de sua moradia e teria percorrido todas as instituições da cidade para desvendar quem seria a verdadeira dona daquele caderno, ao realizar uma série de pesquisas e unir trechos de informações coletadas do próprio documento, Juliana conseguiu resgatar fatos históricos acerca da vida da dona da fonte histórica escrita. Em uma segunda aula, os estudantes tiveram uma aula expositiva sobre os conceitos primários da história e identificaram cada um deles na história da personagem Juliana. </p><p>Com a intenção de aprofundar o conteúdo para atingir as habilidades previstas para o 7° ano, cada turma foi dividida em quatro grupos, cada grupo recebeu uma fonte histórica para analisar (considerando que cada fonte pertencia a uma categoria diferente, de forma predominante: material, visual, oral ou escrita. </p><p><em>1- O fóssil de Luzia, o mais antigo encontrado na América. </em></p><p><em>2- O primeiro beijo em pintura rupestre encontrado no Parque Nacional Serra da Capivara. </em></p><p><em>3- O retrato falado de Maria Felipa, mulher negra baiana que liderou um exército de mulheres na luta da Independência. </em></p><p><em>4- Trechos encontrados em jornais do Rio de Janeiro, relatando a prisão/ opressão vivida por homens negros escravizados que estavam praticando capoeira. </em></p><p><br></p><p>Os grupos analisaram as fontes e responderam a uma atividade com três perguntas: </p><p><em>1- Quais informações podem ser retiradas da fonte histórica analisada? </em></p><p><em>2- A fonte histórica analisada corresponde a qual tipo de fonte? Justifique. </em></p><p><em>3- Qual a importância da descoberta dessa fonte histórica para a nossa sociedade? </em></p><p><br></p><p>Em seguida, cada grupo tinha a missão de criar um jornal antigo para compartilhar as descobertas que fizeram a partir da observação das fontes. Os grupos receberam fotografias impressas das fontes históricas e folhas em branco para produção do seu jornal. Com o auxílio da professora, foi possível queimar as bordas do papel para simular o efeito do tempo e parecer um jornal desgastado. </p><p><br></p><p><strong>Impacto e Futuro</strong></p><p>Construímos um painel que recebeu o nome dado pelos estudantes de HistoryBook, onde serão publicados todos os trabalhos realizados em sala de aula ao longo do ano.  Por último, as turmas realizaram uma visita ao HistoryBook para apreciar os trabalhos realizados pelos colegas e compartilhar com eles um pouco do que aprenderam durante as análises e confecções dos seus próprios jornais. Uma das finalidades é que seus trabalhos também sejam vistos como uma exposição, que possam visitar uma nova galeria da história, só que dessa vez a parte física do museu está contida nas próprias paredes da escola e os grandes artistas e autores das obras são os próprios estudantes.</p><p><br></p>]]></description>
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         <pubDate>2025-03-25 01:45:21 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>SER DIFERENTE É NORMAL!</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/Ensina_Brasil/ConstruindoaCulturaqueQueremos/wish/3386613587</link>
         <description><![CDATA[<p>MATHEUS MACIEL CALDAS - 2024 - PETROLINA-PE - ESCOLA MUNICIPAL PAULO FREIRE (PROJETO)</p><p><br/></p><p>A ação com o tema “Ser diferente é normal!”, foi baseada no desenvolvimento do projeto da Prefeitura de Petrolina-PE, autointitulada “Eu, você, o mundo”, onde busca abordar os conceitos sobre as diferenças existentes dentro de nossa sociedade e seus indivíduos. Os filmes trabalhados foram “uma história americana” no 6º ano D, “o menino do pijama listrado” no 7º ano C e o “o lar das crianças peculiares” no 6º ano E. Após a apreciação dos filmes, foi solicitado uma ilustração que retratasse a maior diferença que eles observaram no filme, seja ela social, econômica, de raça, dentre outras, evidenciando se houve algum preconceito ou não, bem como uma outra ilustração com uma solução para resolver as situações que surgiram. Após isso, cada aluno apresentou e justificou sua ilustração, em equipe, e discutimos sobre o conceito de “preconceito” e suas impertinências dentro da humanidade. Toda a discussão foi baseada na pergunta “Quem é o seu super-herói” preferido? Porque ele pode ser diferente e você e/ou o colega não?”, as respostas foram inúmeras e as reflexões realizadas plausíveis. Alguns dos educandos trouxeram ilustrações próprias, de preconceitos que já sofreram no decorrer de sua vida e compartilharam com a turma o quão tristes ficavam com tais ações e o quanto feriam os seus sentimentos.</p><p><br/></p>]]></description>
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         <pubDate>2025-03-28 11:43:08 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Carnavais do Brasil</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/Ensina_Brasil/ConstruindoaCulturaqueQueremos/wish/3387006521</link>
         <description><![CDATA[<p><strong>Júlio Maciel - 2025 - EMEF Neusa Nunes Gonçalves (EVENTO)</strong></p><p><br></p><p>A ação foi pensada em conjunto com a pedagoga Alba Bernardino, responsável pelo Ensino Fundamental II, e teve como objetivo apresentar algumas das principais culturas carnavalescas do Brasil (focando nos seguintes estados: Bahia, Espírito Santo, Pernambuco e Rio de Janeiro), promovendo o reconhecimento da diversidade cultural do país. Esta ação fez parte do evento de comemoração do carnaval da escola, que envolveu estudantes e professores de todas as turmas.</p><p><br></p><p>Cada turma do Ensino Fundamental II ficou responsável por pesquisar e representar as manifestações carnavalescas de um estado brasileiro. Fui responsável por assumir a turma do 6º ano em parceria com a então Ensina Natália Alcântara, trabalhamos com os alunos o estado de Pernambuco, explorando seus símbolos e tradições. Durante as atividades, os estudantes participaram da confecção da bandeira do estado, analisando seus significados, cores e elementos representativos e desenvolvemos máscaras de papangus, personagens típicos do carnaval pernambucano, estimulando a criatividade e o respeito à identidade cultural do estado.</p><p><br></p><p>Do ponto de vista pedagógico, o projeto proporcionou uma experiência interdisciplinar, integrando Geografia, História e Arte, permitindo aos alunos um aprendizado significativo por meio da experimentação e expressão artística. A atividade incentivou a pesquisa, a reflexão sobre as tradições brasileiras e o fortalecimento da identidade cultural, além de promover o trabalho em equipe e a valorização das diferentes manifestações do carnaval no Brasil. Como resultado, observamos grande engajamento dos alunos, que demonstraram entusiasmo na realização das atividades e ampliaram seu repertório cultural de forma dinâmica e participativa.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-03-28 17:19:46 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>VER, LER, MEMORIZAR E COMPETIR!</title>
         <author>chisstisuelen</author>
         <link>https://padlet.com/Ensina_Brasil/ConstruindoaCulturaqueQueremos/wish/3388106357</link>
         <description><![CDATA[<p>A gamificação é uma abordagem que utiliza elementos de jogos em contextos não relacionados a jogos, como educação, para engajar e motivar as pessoas. Diante disso, para estimular a memorização dos conteúdos abordados durante a UNIDADE I, o, apliquei com meus alunos de 8º ano e 6º ano do Ensino Fundamental, um quiz sobre artigo de opinião [ para os 8º anos] e sobre crônica [ para o 6º ano]. </p><p><br/></p><p>O objetivo principal era analisar o nível de absolvição do conteúdo pelos alunos a fim de mapear pontos de maior dificuldade e revisa-los. </p><p><br/></p><p>Mas a atividade também auxiliou na memorização bem como resultou no desenvolvimento de pertencimento [ uma vez que os alunos foram divididos em  equipes] e na percepção de competição saudável entre os alunos. </p><p><br/></p><p>A divisão de equipes foi pensada na diversidade, para que alunos com mais facilidade pudessem ajudar outros com mais dificuldades, além de promover a participação das crianças portadoras do aspecto autista para fortalecimento do espirito coletivo e empatia. </p><p><br/></p>]]></description>
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         <pubDate>2025-03-30 16:49:59 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>AULA PRÁTICA - VULCÃO EM ERUPÇÃO</title>
         <author>felipefavacho90</author>
         <link>https://padlet.com/Ensina_Brasil/ConstruindoaCulturaqueQueremos/wish/3389980086</link>
         <description><![CDATA[<p><strong>Felipe Favacho - Ensina 2025 - EMEF Orlandina D' Almeida Lucas (Aula prática)</strong></p><p><strong>&nbsp;</strong></p><p>No mês de março, as turmas do 6º ano A e 6º ano B da EMEF Orlandina D' Almeida Lucas, no polo de Vitória–ES, participaram de uma aula prática de construção de vulcão e simulação de erupção. Seu objetivo foi proporcionar a colaboração entre os estudantes e a observação desse fenômeno causado pelo movimento das placas tectônicas e o acúmulo de pressão. As turmas construíram modelos de vulcões utilizando argila, papelão e jornal. Para simular as erupções, o professor desenvolveu reações químicas com vinagre, bicarbonato de sódio, detergente e corante alimentício. A atividade despertou entusiasmo e participação ativa dos estudantes, facilitando a compreensão dos conceitos científicos e ressaltando a importância de metodologias práticas no ensino de Ciências.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-04-01 00:10:53 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>HACKERS DA CAATINGA: MELHOR PROJETO DE TECNOLOGIA NO PRÊMIO PROFESSOR PORVIR</title>
         <author>willmaramarques1</author>
         <link>https://padlet.com/Ensina_Brasil/ConstruindoaCulturaqueQueremos/wish/3391659498</link>
         <description><![CDATA[<p>WILLMARA MARQUES MONTEIRO - ENSINA 2024 - PETROLINA-PE - ESCOLA MUNICIPAL PAULO FREIRE</p><p><br></p><p><strong>Hackers da Caatinga: Tecnologia, Matemática e Pertencimento</strong></p><p>O <strong>Hackers da Caatinga</strong> é um projeto educacional que nasceu da necessidade de desenvolver o pensamento matemático e computacional dos estudantes da Escola Municipal Paulo Freire, em Petrolina-PE. Criado para conectar a matemática com outras disciplinas e para despertar o senso de pertencimento dos alunos em relação à Caatinga, o projeto busca transformar a educação através da inovação e da ludicidade.</p><p>O projeto surgiu em um contexto de desafios: a falta de acesso a tecnologias, a desmotivação dos estudantes com o aprendizado e a necessidade de resgatar o vínculo deles com o lugar onde vivem. Inicialmente, as aulas aconteciam com materiais simples, como cartolinas e marcadores coloridos, até que a mobilização da comunidade e parcerias possibilitaram a doação de computadores usados, permitindo que os alunos tivessem o primeiro contato com a tecnologia de forma significativa. Atualmente, o Hackers da Caatinga atende estudantes dos turnos da manhã e tarde, expandindo seu impacto para toda a escola.</p><p>A metodologia do projeto é baseada em atividades gamificadas, missões e desafios interdisciplinares, unindo matemática, história, geografia, ciências e língua portuguesa. Os alunos desenvolvem protótipos de jogos digitais que representam aspectos da Caatinga, fortalecendo a identidade local e promovendo a conscientização ambiental. Além disso, o projeto assegura a inclusão de estudantes de diferentes gêneros, raças e deficiências, tornando-se um espaço de aprendizado para todos.</p><p>O Reconhecimento pelo Prêmio Professor Porvir</p><p>O <strong>Hackers da Caatinga</strong> foi vencedor do <strong>Prêmio Professor Porvir</strong>, um reconhecimento nacional para iniciativas inovadoras na educação. Esse prêmio representa muito mais do que uma conquista: é a validação de um trabalho coletivo que tem transformado a forma como os alunos enxergam a educação, a tecnologia e o próprio futuro.</p><p>A vitória no prêmio trouxe visibilidade ao projeto, ampliando suas possibilidades de crescimento e mostrando que é possível inovar na educação mesmo diante de adversidades. O reconhecimento também reforça a importância de metodologias ativas no ensino da matemática e da tecnologia, especialmente em regiões onde o acesso a esses conhecimentos ainda é limitado.</p><p>Mais do que um prêmio, essa conquista é um impulso para seguir transformando vidas através da educação. O Hackers da Caatinga segue crescendo, inspirando novos alunos e provando que a matemática, a tecnologia e a identidade regional podem caminhar juntas na construção de um futuro mais justo e inovador para todos.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-04-01 22:24:58 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>HACKERS DA CAATINGA NA MÍDIA</title>
         <author>willmaramarques1</author>
         <link>https://padlet.com/Ensina_Brasil/ConstruindoaCulturaqueQueremos/wish/3391664964</link>
         <description><![CDATA[<p>WILLMARA MARQUES MONTEIRO - ENSINA 2024 - PETROLINA-PE - ESCOLA MUNICIPAL PAULO FREIRE [PROJETO]</p><p><br></p><p>Com a conquista do Prêmio Professor Porvir, o Hackers da Caatinga ganhou destaque em diversos veículos de comunicação. O projeto foi pauta em entrevistas na afiliada da Rede Globo, <strong>TV Grande Rio</strong>, em programas de rádio e blogs da cidade de Petrolina, alcançando uma audiência ainda maior e gerando grande engajamento da comunidade escolar e da sociedade em geral.</p><p>Além da televisão e do rádio, a história do projeto também repercutiu em dois dos jornais mais renomados do estado de Pernambuco: <strong>Folha de Pernambuco</strong> e <strong>Jornal do Commercio</strong>. Essa visibilidade fortaleceu o reconhecimento do Hackers da Caatinga como uma iniciativa de impacto, destacando a importância da educação inovadora e da valorização da cultura local.</p><p>A ampla divulgação do projeto não apenas reforça sua relevância, mas também inspira outras escolas e professores a buscarem soluções criativas para os desafios educacionais. O Hackers da Caatinga segue crescendo, inspirando novos alunos e provando que a matemática, a tecnologia e a identidade regional podem caminhar juntas na construção de um futuro mais justo e inovador para todos.</p><p>Links de reportagens no Folha PE e Commercio: </p><p><br></p><p>Folha PE:</p><p><a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://www.folhape.com.br/noticias/professora-de-petrolina-e-destaque-com-projeto-que-une-tecnologia-e/397368/">https://www.folhape.com.br/noticias/professora-de-petrolina-e-destaque-com-projeto-que-une-tecnologia-e/397368/</a></p><p><br></p><p>Commercio:</p><p><a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://jc.uol.com.br/colunas/enem-e-educacao/2025/03/25/educacao-digital-professores-utilizam-tecnologia-para-transformar-a-educacao-nas-escolas-municipais.html">https://jc.uol.com.br/colunas/enem-e-educacao/2025/03/25/educacao-digital-professores-utilizam-tecnologia-para-transformar-a-educacao-nas-escolas-municipais.html</a></p>]]></description>
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         <pubDate>2025-04-01 22:35:08 UTC</pubDate>
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         <title>AVISO IMPORTANTE! 📢</title>
         <author>redeensina</author>
         <link>https://padlet.com/Ensina_Brasil/ConstruindoaCulturaqueQueremos/wish/3395096391</link>
         <description><![CDATA[<p><strong>Tente ser breve nas descrições! Se a sua história passar de 30 linhas</strong>, insira um aviso de <em>"continua na thread</em>" e termine de desenvolvê-la nos comentários do seu post! 😉 </p><p><mark>Vamos juntos e juntas tornar mais acessível a leitura e visualização das histórias e dar visibilidade a todas! 💛</mark></p>]]></description>
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         <pubDate>2025-04-03 22:35:30 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/Ensina_Brasil/ConstruindoaCulturaqueQueremos/wish/3395096391</guid>
      </item>
      <item>
         <title>TIME DE ESCRITORES </title>
         <author>kelvinsilva9809</author>
         <link>https://padlet.com/Ensina_Brasil/ConstruindoaCulturaqueQueremos/wish/3396192469</link>
         <description><![CDATA[<p>Durante a correção das atividades de avaliação diagnóstica do 1° bimestre percebi que 5 dos meus alunos de 6° ano escreviam super bem, após essa verificação pensei: como utilizar isso a favor de toda a turma?! Em seguida veio a ideia de montar uma monitoria para as atividades de produção textual, pelo nível de carência de atividades extracurriculares em toda a escola e unindo a isso o interesse dos alunos em atividades esportivas decidi criar a atividade: Time de escritores. A atividade consistiu em eleger como capitães do time os alunos com melhor rendimento em produção textual, realizamos um sorteio de forma aleatória e formamos 5 equipes, decidi um tema e sobre a minha supervisão (treinador) e a dos capitães (monitores) todos os alunos participaram e produziram um texto sobre o filme: O touro Ferdinando, assistido algumas aulas antes. Dessa forma consegui engajar os estudantes de forma dinâmica através de uma competição saudável entre as equipes. Além de trabalhar produção textual, escrita e trabalho em conjunto, trabalhamos de forma transversal a autorregulação, a formação de novas equipes em sala, a convivência harmoniosa entre pares e o respeito as regras de jogos. Foi incrível! </p>]]></description>
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         <pubDate>2025-04-04 14:52:35 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>ACERVO DO SERROTE </title>
         <author>kelvinsilva9809</author>
         <link>https://padlet.com/Ensina_Brasil/ConstruindoaCulturaqueQueremos/wish/3396218847</link>
         <description><![CDATA[<p>Na ausência de um espaço físico apropriado para ser utilizado como biblioteca, nós do projeto águias do serrote, pensamos em uma possibilidade alternativa para a exposição e apreciação dos livros. Dessa forma decidimos criar a biblioteca ao ar livre: Acervo do Serrote. Como espaço disponível, tínhamos apenas o pátio da escola, duas estantes pequenas e muita vontade de fazer acontecer. Fizemos a organização e inventário de todos os livros disponíveis na escola, escolha dos títulos a serem expostos e a confecção de um quadro para intitular a iniciativa, um mural de regras para uso e empréstimos das obras e confeccionamos um livro de registro de empréstimo dos livros. A ação levou o tempo médio de 2 semanas do mês de março, já na primeira semana de inauguração do espaço tivemos mais de 80 livros registrados como emprestados. Esperamos com essa ação fomentar o hábito da leitura em todos os atores do contexto escolar, inclusive nos pais e demais integrantes da comunidade local.  </p>]]></description>
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         <pubDate>2025-04-04 15:14:14 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Racismo Estrutural em Debate: Quando a Aula Transforma</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/Ensina_Brasil/ConstruindoaCulturaqueQueremos/wish/3399600836</link>
         <description><![CDATA[<p><strong>Pedro Lucas - Ensina 2025 - EMEFTI Moacyr Avidos, Vitória.</strong></p><p><br/></p><p>No dia 20 de março, com as turmas do 8º e 9º ano, desenvolvi uma aula sobre o tema do racismo. Estávamos em sala, professores e alunos, refletindo juntos sobre uma das estruturas mais antigas e presentes da nossa sociedade.</p><p>O desafio era ir além da definição do racismo como conceito e expor sua construção histórica, além de evidenciar como ele ainda molda de forma desigual as oportunidades e vivências no Brasil. Precisávamos provocar incômodo e consciência sobre as injustiças raciais ainda tão presentes.</p><p>A aula teve como base a discussão de casos reais e notícias recentes que escancararam a desigualdade racial. Um exemplo foi o caso da mãe que furtou dois miojos e um refrigerante aqui em Vitória, contrastado com a impunidade de políticos e policiais. Para finalizar, criamos juntos um mural com personalidades negras que marcaram a história do Brasil, mostrando aos alunos referências potentes de resistência e superação.</p><p>A atividade gerou reflexões profundas e desconfortos importantes. Ao reconhecerem essas referências negras, os alunos puderam se ver como protagonistas de suas próprias histórias. A aula não apenas ensinou, mas fortaleceu, inspirou e apontou caminhos. Mostrar que, apesar dos obstáculos impostos pelo racismo estrutural, é possível ocupar espaços e transformar realidades foi o verdadeiro aprendizado. 📚✊🏽</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-04-08 00:05:50 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Quando o Aprendizado Dá as Mãos</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/Ensina_Brasil/ConstruindoaCulturaqueQueremos/wish/3399608863</link>
         <description><![CDATA[<p><strong>Pedro Lucas - Ensina 2025 - EMEFTI Moacyr Avidos, Vitória.</strong></p><p><br/></p><p>Durante uma aula com a turma, propus uma atividade prática voltada ao desenvolvimento de habilidades socioemocionais. Os alunos estavam unidos por um desafio coletivo que exigia mais do que força física: pedia paciência, escuta e cooperação.</p><p>Vivemos em uma rotina acelerada, em que a paciência muitas vezes é deixada de lado. O desafio da aula foi fazer com que os alunos compreendessem, de forma concreta, o valor de agir com calma, confiar nos colegas e trabalhar juntos, mesmo diante de dificuldades.</p><p>A atividade começou com os alunos formando um grande círculo. De mãos dadas, entrelaçaram-se propositalmente para criar um nó humano. A missão? Desfazer o nó sem soltar as mãos. Com essa proposta simples, porém desafiadora, experienciaram na prática a importância do trabalho em equipe, da resiliência e da escuta ativa. A atividade, inspirada na aprendizagem experiencial, transformou a aula em um momento lúdico e profundo.</p><p>Entre tentativas, gargalhadas e estratégias, a turma se conectou de maneira verdadeira. O feedback veio de forma espontânea, com Nicolas, um dos alunos, destacando como as dinâmicas tornam as aulas mais instigantes e despertam maior envolvimento. A aula se mostrou um exemplo claro de como metodologias ativas fortalecem vínculos, promovem o protagonismo estudantil e tornam o aprendizado mais significativo e prazeroso.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-04-08 00:12:07 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>O Tempo que mora em nós</title>
         <author>iagoohmenezes</author>
         <link>https://padlet.com/Ensina_Brasil/ConstruindoaCulturaqueQueremos/wish/3400551729</link>
         <description><![CDATA[<p>No 6º ano, trabalhamos com fontes históricas usando o Aprende Zap da <a rel="noopener noreferrer nofollow" class="iDnVmHHNAJlvEVnDtbeuHZogHkrorPrZNxnz " href="https://www.linkedin.com/company/fundacao1bi/"><strong>Fundação 1Bi</strong></a>, uma ferramenta que estou fazendo questão de ensinar meus alunos a utilizar. Na aula anterior, pedi que entrevistassem familiares, vizinhos e conhecidos mais velhos para resgatar histórias da sua região, explorando a história oral como fonte histórica.<br><br>Aproveitei também para mostrar, por meio das linhas do tempo que eles produziram em aulas anteriores, que eles próprios são sujeitos históricos e que o tempo não é só uma sequência de datas, mas também psicológico, social e cultural. O que pode ser um evento marcante para mim, talvez não seja para outra pessoa — e vice-versa. E olha... eles criaram linhas do tempo incríveis! Mas vamos voltar aos relatos.<br><br>Entre as muitas contribuições, uma aluna trouxe um relato potente do avô, que é sobrevivente do deslizamento no Morro dos Macacos, na Serra, Espírito Santo. Esse desastre completa 40 anos este ano. A tragédia, que aconteceu em 1985, resultou em 40 mortes, 150 feridos, vários desaparecidos e mais de 600 famílias desabrigadas.<br><br>Outro aluno trouxe uma história superinteressante sobre o passado da região de Santo Antônio, onde a escola está localizada. Ele contou que antigamente a área era tomada por rios e manguezais, e os moradores precisavam atravessar pontes de madeira para se deslocar. As casas eram barracos simples, e seu tio — que era bem magrinho (rs) — acabou sendo derrubado de uma dessas pontes pelo vento forte!<br><br>Sempre faço questão de trazer os contextos e vivências dos alunos para a sala de aula, ainda mais em um tema como esse, em que trabalhamos com fontes orais. Isso é essencial, porque nem tudo está registrado em vídeos, fotos ou documentos escritos — algumas histórias sobrevivem apenas na memória do povo, que muitas vezes é apagada ou tem sua importância diminuída.<br><br>A meta é explorar a memória da escola, que já tem 97 anos e faz parte da história do bairro, da cidade e do estado. <br><br>Bora nessa!</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-04-08 10:42:29 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Mapa do território vivo</title>
         <author>iagoohmenezes</author>
         <link>https://padlet.com/Ensina_Brasil/ConstruindoaCulturaqueQueremos/wish/3400561824</link>
         <description><![CDATA[<p>Iniciamos a construção de um mapa do território vivo, um exercício para explorar coletivamente o significado de território e suas múltiplas dimensões—culturais, sociais e afetivas. <br><br>Muitos alunos nunca haviam questionado o espaço que ocupam, nunca tinham se visto como sujeitos históricos, protagonistas de uma narrativa que se desenrola em cada rua, praça ou esquina que atravessam. <br><br>No debate inicial, discutimos como os lugares mais comuns do dia a dia não surgiram do acaso: são fruto de histórias, disputas, deslocamentos e resistências.<br><br>A partir dessa reflexão, propus um exercício prático: cada aluno deveria desenhar um mapa do território a partir de sua própria perspectiva, destacando seus lugares preferidos e atribuindo significado a esses espaços. <br><br>Mais do que um simples desenho, esse exercício foi um convite à descoberta—uma forma de enxergar que suas vivências fazem parte de algo maior e que suas memórias constroem a identidade desse território.<br><br>O resultado foi um conjunto de mapas diversos e ricos em narrativas, revelando a pluralidade de olhares sobre um mesmo espaço. <br><br>Essa é apenas a primeira etapa de uma prática experimental mais ampla, que busca despertar a consciência sobre a importância de conhecer e valorizar sua própria história. <br><br>Afinal, seus territórios não são menores nem inferiores aos espaços turísticos ou centrais—todos carregam a beleza de ter gente e histórias. E reconhecer isso é um passo essencial para que esses alunos se percebam como agentes da transformação de seus próprios lugares.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-04-08 10:51:37 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Julgamento de Luís XVI </title>
         <author>iagoohmenezes</author>
         <link>https://padlet.com/Ensina_Brasil/ConstruindoaCulturaqueQueremos/wish/3400563982</link>
         <description><![CDATA[<p>Rolou o julgamento de Luís XVI com a galera do 8º ano, e foi um verdadeiro espetáculo histórico! Desde a preparação até a execução do tribunal, os alunos se entregaram de corpo e alma para defender seus argumentos.</p><p><br></p><p>A turma se dividiu em duas duplas principais: os jacobinos, que queriam a cabeça do rei na guilhotina, e os girondinos, que defendiam que ele deveria ser exilado. E o mais legal foi que ninguém ficou jogando conversa fora, não! Cada argumento foi construído com base no que discutimos nas últimas aulas sobre Iluminismo, desigualdade social e os desdobramentos da Revolução Francesa. </p><p><br></p><p>O julgamento começou com os girondinos tentando convencer o tribunal de que matar o rei só aumentaria a instabilidade e que a França precisava de um caminho mais equilibrado. Mas os jacobinos não deixaram barato e contra-argumentaram com o exemplo do "Terror", dizendo que sem eliminar a monarquia, o povo nunca teria liberdade de verdade. 👀</p><p><br></p><p>O "Rei Luís XVI" (interpretado por mim kkk) até tentou se justificar, dizendo que nunca quis o mal do povo e que a crise econômica não era culpa dele, mas os jacobinos estavam afiados! Relembraram a tentativa frustrada do rei de fugir para a Áustria em 1791 e usaram isso como prova de que ele não era confiável. Do outro lado, os girondinos pediram moderação e argumentavam que, se ele fosse exilado, o país poderia evitar mais derramamento de sangue e ainda manter relações políticas internacionais.</p><p><br></p><p>E, claro, o tribunal revolucionário formado pelos demais alunos não deixou ninguém escapar de perguntas afiadas! </p><p><br></p><p> "Por que devemos confiar no rei agora, se ele já tentou fugir?", "Se matarmos o rei, não estaremos fazendo o mesmo que ele fez com o povo?", "O que seria mais revolucionário: eliminar o rei ou construir um novo sistema com ele exilado?".</p><p><br></p><p>A turma entrou tanto na dinâmica que teve gente se empolgando nos discursos, fizemos uma encenação do julgamento e da execução do Rei. Siiim, no final, o veredito foi dado e... bom, o rei foi para guilhotina kkk</p><p><br></p><p>Gravamos tudo, e vocês podem ver acima o resultado dessa verdadeira aula viva de história!</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-04-08 10:53:51 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Napoleão foi um herói ou um tirano?</title>
         <author>iagoohmenezes</author>
         <link>https://padlet.com/Ensina_Brasil/ConstruindoaCulturaqueQueremos/wish/3400570298</link>
         <description><![CDATA[<p>Nos últimos dias, trabalhamos intensamente no estudo da Era Napoleônica com minha turma do 8º ano. <br><br>Passamos pelo laboratório de informática, assistimos a filmes, fiz um resumo do período e reforçamos o aprendizado com o livro didático. Mas faltava algo essencial: exercitar a imaginação histórica dos estudantes e estimular o debate!<br><br>Foi aí que realizamos uma dinâmica de argumentação para responder a uma questão polêmica: Napoleão foi um herói ou um tirano? </p><p><br/></p><p>Divididos em grupos, os alunos construíram argumentos, defenderam suas posições e refletiram sobre como a história pode ser interpretada de diferentes formas. Além disso, trouxemos o debate para o presente: existem líderes hoje que podem ser comparados a Napoleão?<br><br>Essa experiência reforçou a importância do pensamento crítico, da escuta ativa e da capacidade de argumentação como elementos fundamentais na aprendizagem da História. Mais do que decorar datas e eventos, buscamos formar estudantes que questionem, analisem e estabeleçam conexões entre o passado e o presente.<br><br>Ensinar História em uma escola da periferia de Vitória tem sido um desafio e um aprendizado diário. Mas é gratificante ver os alunos se engajando, debatendo e se apropriando do conhecimento!</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-04-08 11:00:27 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>O passado começa a fazer sentido no agora</title>
         <author>iagoohmenezes</author>
         <link>https://padlet.com/Ensina_Brasil/ConstruindoaCulturaqueQueremos/wish/3400577700</link>
         <description><![CDATA[<p>Eu sempre digo que ensinar História é muito mais do que decorar datas—é sobre compreender contextos, imaginar outros mundos e se conectar com diferentes formas de viver. <br><br>Ao estudar os Tupinambás, minha turma do 7 ano foi além da teoria: cada aluno desenhou um mapa de uma aldeia, pensando na organização do espaço, nas ocas, nas roças e no rio que garantia a sobrevivência. Depois, apresentaram suas aldeias para a turma, explicando suas escolhas e refletindo sobre o modo de vida indígena.<br><br>Esse tipo de atividade lúdica faz toda a diferença. Quando os alunos desenham, criam e explicam, eles não só aprendem, mas vivenciam a história. Isso estimula a criatividade, o pensamento crítico e o protagonismo, tornando o aprendizado algo concreto e significativo. Mais do que entender os Tupinambás como um povo do passado, eles percebem sua cultura, sua organização social e sua resistência.<br><br>A História deixa de ser algo distante e passa a fazer sentido no presente. E é assim que o aprendizado se torna uma experiência real e transformadora.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-04-08 11:08:16 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Um Encontro com a História: Aprendendo com os Pés na Cidade</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/Ensina_Brasil/ConstruindoaCulturaqueQueremos/wish/3400963971</link>
         <description><![CDATA[<p>Ensino Fundamental – 8º ano, EMEF Maria José Costa Moraes (2023)<br>(Saída pedagógica- Evento)</p><p><strong>1. Contexto e Personagens – quem faz parte da minha história</strong><br>Sou professora de História na EMEF Maria José Costa Moraes, em Vitória (ES), e em 2023, desenvolvi uma aula para os alunos do 8º ano que tinha como objetivo levar a história para além dos livros. A turma estava estudando o Brasil colonial, e eu sentia que, apesar do interesse, havia uma certa distância entre os estudantes e o conteúdo. Faltavam referências concretas, vivências que tornassem o passado mais próximo e palpável.</p><p><strong>2. Desafio – O problema a ser superado pelo projeto</strong><br>Percebi que os alunos tinham dificuldade em se conectar com o período colonial, pois tudo parecia muito abstrato. Muitos nunca tinham ido a museus ou a lugares históricos, e isso tornava a compreensão da matéria limitada. Eu precisava encontrar uma forma de despertar o olhar histórico para além da sala de aula.</p><p><strong>3. Solução – Como o projeto aconteceu</strong><br>Foi aí que surgiu a ideia de organizar uma visita ao Palácio Anchieta, um prédio histórico da nossa própria cidade. Embora ficasse tão perto da escola, nenhum dos estudantes tinha estado lá antes. Para todos, foi a primeira vez em um museu. A proposta era fazer com que a história deixasse de ser apenas conteúdo e passasse a ser experiência. Quis que eles vissem, sentissem e se reconhecessem naquele espaço.</p><p><strong>4. Impacto – A transformação gerada</strong><br>A visita teve um impacto enorme. Os alunos se engajaram de forma muito mais profunda nos estudos, fizeram conexões espontâneas entre o que viram no Palácio e o conteúdo aprendido em sala. Foi bonito ver como se encantaram com a arquitetura, os objetos, os símbolos. Muitos comentaram que queriam levar suas famílias para conhecer o espaço também. Percebi ali como é urgente e transformador democratizar o acesso a museus, bibliotecas e outros lugares de memória — principalmente para estudantes da escola pública. A educação ganha potência quando se conecta com o mundo real, quando rompe barreiras simbólicas e territoriais.</p><p><strong>5. Futuro:</strong></p><p>Quero continuar promovendo ações como essa, usando o patrimônio histórico como ponte entre o conteúdo e a vida. E deixo aqui um convite: que mais educadores levem suas turmas para a cidade, porque aprender também acontece quando a escola caminha.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-04-08 15:27:47 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>REORGANIZAÇÃO DA BIBLIOTECA MUNICIPAL PAULO FREIRE</title>
         <author>matheusmacielmat</author>
         <link>https://padlet.com/Ensina_Brasil/ConstruindoaCulturaqueQueremos/wish/3402561492</link>
         <description><![CDATA[<p>WILLMARA MARQUES, SUELEN CRISTINA, VANDERLEIA PINHEIRO E MATHEUS MACIEL - ENSINAS 2024/2025 - PETROLINA - PE - ESCOLA MUNICIPAL PAULO FREIRE [AÇÃO CONJUNTA]</p><p>&nbsp;</p><p>A presente ação, teve como objetivo a reorganização dos livros literários presentes na biblioteca da Escola Municipal Paulo Freire. O que motivou a reorganização, foi a chegada de novas estruturas no ambiente e modificações físicas necessárias para o melhor desenvolvimento dos projetos que serão desenvolvidos no ambiente. Os livros foram organizados em ordem alfabética, bem como, estruturados por quantidade, deixando em um lugar reservado, os livros com maiores quantitativos facilitando a busca por eles no ambiente. Ensinas de 2024 e 2025, se reuniram nos dias de projetos para poderem efetuar essas ações em tempo hábil, tendo em vista, uma melhor gestão de tempo para ações posteriores.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-04-09 12:30:16 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>MATEMÁTICA E LITERATURA: UMA ABORDAGEM METODOLÓGICA PARA DESENVOLVER O RACIOCÍNIO LOGICO MATEMÁTICO POR INTERMÉDIO DA LEITURA LITERÁRIA </title>
         <author>matheusmacielmat</author>
         <link>https://padlet.com/Ensina_Brasil/ConstruindoaCulturaqueQueremos/wish/3402630714</link>
         <description><![CDATA[<p>MATHEUS MACIEL CALDAS - 2024 - PETROLINA-PE - ESCOLA MUNICIPAL PAULO FREIRE (AÇÃO)</p><p><br/></p><p>Neste momento, foi desenvolvida uma atividade que envolvia matemática e literatura. A atividade foi aplicada nos 6º anos D e E da Escola Municipal Paulo Freire, na cidade de Petrolina-PE. Para melhor entendimento, irei explanar a metodologia abordada por etapas. Veja abaixo:</p><p>1ª etapa: separação da turma em duplas e leitura silenciosa do livro destinado para eles;</p><p>2ª etapa: realização das atividades propostas pelo livro, de acordo com a leitura efetuada por cada dupla;</p><p>3ª etapa: reunião das duplas que ficaram com os mesmos livros e discussão sobre os resultados objetivos;</p><p>4ª etapa: discursão coletiva e compartilhamento com os demais da turma sobre o que os livros abordavam, quais conceitos/conteúdos matemáticos que abordados por meio da literatura e a finalidade deles com a leitura proposta.</p><p>&nbsp;</p><p>Foram 4 livros utilizados, com histórias e narrativas diferentes, onde cada um trabalhava um conceito matemático dentro de uma situação problema. Os livros são denominados como “o segredo dos números”, “o código secreto”, “o que fazer primeiro” e o “código polinômio”. Os livros abordavam conteúdos como números primos, expressões numéricas, sequências numéricas, polinômios (valores para x dentro de situações diretas e hipotéticas), dentre outros. Dentro do desenvolvimento metodológico escolhido, pudemos observar que os alunos efetuaram muitas trocas sobre os resultados encontrados em suas atividades, gerando a dúvida e a construção do melhor caminho para determinar a resposta mais adequada.</p><p><br/></p><p>Por intermédio desta ação, pudemos agrupar leitura e a construção do raciocínio lógico matemático com uma linguagem próxima dos alunos, auxiliando na leitura, escrita e a oralidade também.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-04-09 13:19:05 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>GAMIFICANDO A AVALIAÇÃO </title>
         <author>willmaramarques1</author>
         <link>https://padlet.com/Ensina_Brasil/ConstruindoaCulturaqueQueremos/wish/3407812410</link>
         <description><![CDATA[<p>WILLMARA MARQUES MONTEIRO - ENSINA 2024 - PETROLINA/PE - ESCOLA PAULO FREIRE (AÇÃO)</p><p><br/></p><p>Nas turmas do 9º ano, a ação “Gamificando a Avaliação” transformou a prova tradicional em uma jornada lúdica e desafiadora. Por meio de storytelling e gamificação, os alunos embarcaram em uma missão para salvar a cidade do Rei Triangulus, ameaçada por um feitiço que só poderia ser quebrado com o poder da matemática.</p><p>Para cumprir a missão, os estudantes resolveram enigmas envolvendo área e perímetro, raiz quadrada e circunferência. Cada acerto desbloqueava pistas e avançava a equipe na trilha da salvação. Além disso, a prova contava com desenhos que os alunos poderiam colorir enquanto resolviam a prova. </p><p>A proposta deixou o processo avaliativo mais leve, significativo e divertido, promovendo engajamento, trabalho em equipe e sentido real para os conteúdos aprendidos.</p><p><br/></p>]]></description>
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         <pubDate>2025-04-13 16:49:20 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Pequenos Cientístas</title>
         <author>mariasilva380</author>
         <link>https://padlet.com/Ensina_Brasil/ConstruindoaCulturaqueQueremos/wish/3411084364</link>
         <description><![CDATA[<p><strong>Contexto</strong><br>O projeto <em>"Pequenos Cientistas"</em> foi desenvolvido dentro da disciplina de Ciências e Práticas Experimentais de Ciências, com turmas de 6º e 7º ano no CEPI Presidente Artur da Costa e Silva, em Aparecida de Goiânia - GO. A escola apresenta turmas numerosas, todas com mais de 40 alunos, o que gerava dificuldades de colaboração entre os estudantes. Apesar de serem participativos, os alunos demonstravam um comportamento desorganizado durante as aulas, dificultando o andamento das atividades e o alcance de todos.</p><p><strong>Desafio</strong><br>O principal desafio era desenvolver o senso de responsabilidade dos estudantes que atuariam como monitores, além de estimular a colaboração entre os colegas em turmas tão grandes.</p><p><strong>Solução</strong><br>A estratégia adotada foi convidar os alunos que mais se destacavam durante as aulas para integrar a equipe de monitores da turma. Foram escolhidos dois monitores por turma, com revezamento a cada bimestre, permitindo a participação de mais estudantes ao longo do ano. A iniciativa resultou em diversos impactos positivos: aumento do respeito entre os colegas, maior colaboração durante as atividades, melhora no desempenho acadêmico e na disciplina, além da elevação da autoestima dos estudantes que passaram a desejar integrar a equipe de monitoria.</p><p><strong>Futuro</strong><br>Diante dos resultados positivos, outros professores da escola passaram a adotar a mesma metodologia, criando equipes de monitores em disciplinas como Artes, Geografia e Matemática. A expectativa é que a escola continue fortalecendo o protagonismo dos alunos por meio da monitoria, reconhecendo seu potencial de liderança e incentivando o trabalho colaborativo entre os estudantes.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-04-15 16:40:26 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>&quot;Qual o objetivo?&quot;</title>
         <author>thayanegabriele</author>
         <link>https://padlet.com/Ensina_Brasil/ConstruindoaCulturaqueQueremos/wish/3411432271</link>
         <description><![CDATA[<p>Durante a minha trajetória enquanto professora, tenho investido meu tempo em pensar estratégias para que o aprendizado fique cada vez mais nítido para meus alunos. Numa dessas buscas, contanto principalmente com a rede que criamos nesse processo, pude ver que existem algumas formas de elucidar para os alunos o que eles estavam aprendendo de fato. </p><p><br></p><p>Essa ideia surge, por perceber que meus alunos, na maioria dos seus dias, entravam em um modo "automático" na escola, chegar, copiar e não saber o que está acontecendo. </p><p><br></p><p>A ação seria: escrever em toda aula o "objetivo da aula", a meta que deveríamos alcançar aquele dia duante os nossos 50' em sala. Para além de simplesmente entregar o conteúdo, é importante que os alunos saibam exatamente o que esperamos deles naquele momento, isso fortalece o vínculo, mostra o que esperamos e reduz as frustrações ao longo do processo de aprendizagem, já que através de acordos conseguimos construir uma relação cada vez mais forte e real.<br><br>A devolutiva deles tem sido direta. Quando por ventura esqueço de colocar no quadro o objetivo eles logo me cobram "Professora, qual o objetivo de hoje". Isso tem me mostrado como cada vez mais enxergar meus alunos como seres capazes de aprender, interessados, e que no final das contas, só precisam de uma motivação e de alguém que acredite.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-04-15 23:59:47 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>&quot;O que você espera aprender, e o que aprendeu?&quot;</title>
         <author>laurafm1701</author>
         <link>https://padlet.com/Ensina_Brasil/ConstruindoaCulturaqueQueremos/wish/3412955491</link>
         <description><![CDATA[<p>Na minha primeira aula com as turmas do 6º ano, propus que os alunos fizessem um desenho que representasse suas expectativas para as aulas de Ciências. Como era a primeira vez que teriam uma professora exclusivamente para essa disciplina, eu queria compreender quais eram suas principais curiosidades e interesses.</p><p>A atividade foi muito interessante, pois funcionou como uma ponte para me aproximar dos alunos e perceber afinidades entre nós. Além disso, muitos dos desenhos traziam temas que iremos abordar ao longo do ano, o que me permitiu compartilhar isso com eles, gerando empolgação e expectativa.</p><p>No final do bimestre, resgatamos essa atividade inicial. Pedi que, novamente por meio de desenhos, representassem o que haviam aprendido até então. Dessa vez, os trabalhos foram mais específicos e detalhados, mas ainda preservavam a singularidade de cada aluno, refletindo o que mais marcou seu aprendizado.</p><p>Os estudantes seguem curiosos para descobrir qual desenho será destacado a cada bimestre. Essa proposta lúdica se mostrou uma excelente forma de expressar expectativas, fortalecer vínculos e, ao mesmo tempo, retomar o conhecimento construído coletivamente.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-04-16 22:01:54 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Jogo das 3 pistas na Matemática! Uma revisão altamente cognitiva dos conceitos estudados.</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/Ensina_Brasil/ConstruindoaCulturaqueQueremos/wish/3412970701</link>
         <description><![CDATA[<p><strong>Contexto</strong></p><p>Após um intenso estudo de Matemática no bimestre, foi identificado que várias turmas não consolidaram muito bem alguns conceitos. Para retomar e fidelizar o aprendizado, os estudantes acessaram seus cadernos e jogaram o jogo das 3 pistas, inspirado no Programa Sílvio Santos onde, ordenadamente, recebiam dicas da resposta para acertar e liderar o placar da turma.</p><p><br/></p><p><strong>Personagens / Público-alvo</strong></p><p>Estudantes dos 1º e 2º anos do Ensino Médio no Centro Estadual de Educação Profissional ou Comissão de Ética e Exercício Profissional (CEEP) Maria de Lourdes Widal Roma, localizada no bairro das Moreninhas III de Campo Grande - Mato Grosso do Sul.</p><p><br/></p><p><strong>Desafio</strong></p><p>Foi identificado, durante as aulas, muita dificuldade dos estudantes em conceitos teóricos da Matemática e eles não sabiam demonstrar verbalmente como que se referir as certas características de figuras na geometria. Por exemplo: em um triângulo retângulo, como se chama "essa linha" e para que ela serve?. São essas dúvidas frequentes que eles apresentavam na fala, pois não sabiam identificar uma hipotenusa, um cateto ou qualquer termo técnico.</p><p><br/></p><p><strong>Como o projeto funcionou?</strong></p><p>O professor preparou um slide com dicas e o sistema de pontuação e comprou pirulitos para o grupo vencedor. Em sala de aula, os grupos se dividiram e nomearam líderes, foi explicado a dinâmica da aula que seria uma competição, que cada grupo teria até um minuto para definir uma resposta e que o uso dos cadernos seriam permitidos. A sequência de perguntas não seguiam uma ordem de complexidade, podendo cair perguntas mais desafiadoras em momentos diversos. A cada pista, 3 grupos jogam e disputam pela maior pontuação. O primeiro recebe a dica valendo 10 pontos, caso erre, uma segunda dica de 9 pontos e fornecida ao segundo grupo até que o terceiro (podendo ganhar 8 pontos) responda. Se nenhum dos 3 grupos acertarem, os demais que não jogam na rodada recebem a oportunidade porém recebendo somente 5 pontos e sem nenhuma dica adicional.</p><p><br/></p><p><strong>Impacto e Futuro</strong></p><p>O alto engajamento pelas evidências da aula trouxeram profundas reflexões de boas práticas, os alunos ficaram muito concentrados em vencer a dinâmica e se esforçaram ativamente para acertar as pistas. Tornando uma excelente ideia para aulas de revisão e consolidação de aprendizagem.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-04-16 22:36:33 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Turmas de Nivelamento 3ª Série – Eletiva de Matemática</title>
         <author>rodrigohgama</author>
         <link>https://padlet.com/Ensina_Brasil/ConstruindoaCulturaqueQueremos/wish/3414330719</link>
         <description><![CDATA[<p>Em parceria coma coordenação do Colégio Estadual Hélio Roriz e todos os professores de Matemática, foi proposto uma eletiva para que, usando as notas obtivas no SAEGO (Prova estadual de avaliação de desempenho) conseguíssemos ranquear os alunos entre níveis abaixo do básico, básico, intermediário e avançados. Assim, poderíamos trabalhar pontos de recomposição mais direcionados com cada grupo de estudantes.</p><p>Essa ação deu início no começo do ano e fui um dos professores responsáveis por uma turma abaixo do básico. Nesse período tratamos assuntos muito recorrentes na prova do SAEB e discutimos estratégias de resolução de exercícios de matemática, disciplina de estudos em casa e como ser mais eficiente em provas, como por exemplo, ler primeiro o comando das questões para então fazer a leitura dos textos de apoio e interpretação de gráficos e figuras.</p><p><br/></p><p>Depois, as turmas fizeram mais uma prova para avaliar o nível de aprendizagem e conseguimos que todas subissem de ao menos um nível. Minha turma encontra-se no nível básico e já é possível perceber resultados no comportamento dos alunos. Muito mais disciplina, foco e confiança diante de provas interna e externas. Dessa forma, entendo que o projeto surtiu efeitos não só para matemática, mas sim para o desenvolvimento, maturidade e esperança dos alunos quanto a importância dos estudos e da possibilidade de realizar seus sonhos.</p><p><br/></p><p>Por fim, é muito interessante e necessária a troca entre professores e também de professores com a coordenação, pois pensar em estratégias mensuráveis para que projetos assim ocorram, faz com que escolas consigam atingir números cada vez melhores em avaliações, como também, aproxima o sentimento de pertencimento dos alunos, os quais conseguem ter esperança em seus futuros e desenvolver sua confiança para tomar suas próprias decisões.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-04-17 21:04:03 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Apostilas-Resumo: Alunos não são máquinas</title>
         <author>rodrigohgama</author>
         <link>https://padlet.com/Ensina_Brasil/ConstruindoaCulturaqueQueremos/wish/3414332831</link>
         <description><![CDATA[<p>Os alunos do estado de Goiás já não recebem material impresso há anos. Assim, devido ao grande número de faltas durante o bimestre, muitos alunos relatam que se sentiam desmotivados a estudar ou estabelecer rotinas de estudo, precisando ir atrás de anotações já feitas e com muitas dificuldades de se organizar, cada um com seus motivos.</p><p><br/></p><p>Por isso, tomei a liberdade de fazer uma experiência: Criar uma apostila-resumo por bimestre, a qual, feita à mão nesse primeiro momento, será atualizada com conteúdo da Matriz de Habilidade Essenciais do Estado de Goiás e enviada em PDF nos grupos de cada sala, abarcando todo o conteúdo transmitido em sala, para que muitos dos alunos consigam, através de combinados estabelecidos em sala, motivarem-se com muita atenção e foco nas aulas.</p><p><br/></p><p>Cito também a estratégia de deixar espaços na apostila, para que os alunos que desejam imprimir o material, consigam fazer anotações complementares à sala de aula, criando mais senso de organização e preparo (com recursos), desenvolvendo a mentalidade de confiança em ser capaz de performar como um aluno de excelência, aproveitando mais as aulas, intencionais e agregadoras. Esse resultado surtiu muitos efeitos positivos, como o resultado de que 80% dos 280 alunos da primeira série tiraram notas acima da média.</p><p><br/></p><p>Entre outros efeitos, possuo alunos mais engajados por terem lido o conteúdo antes das aulas, como também alunos que “trocaram o foco” de apenas serem copistas para uma atenção mais plena e com a intencionalidade de ouvir o que o professor tem a dizer, fazendo ótimas perguntas e sentindo-se presente no momento, muitas vezes fazendo anotações extras. </p>]]></description>
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         <pubDate>2025-04-17 21:09:48 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Perguntas inteligentes e premiação por desempenho na disciplina de Biologia:</title>
         <author>rodrigohgama</author>
         <link>https://padlet.com/Ensina_Brasil/ConstruindoaCulturaqueQueremos/wish/3414333180</link>
         <description><![CDATA[<p>Sou professor de sete turmas de primeira série do ensino médio e, por se tratarem de alunos recém-chegados a nova escola, decidi engajá-los através de aulas com participação ativa e momentos de “perguntas inteligentes que eu poderia fazer sobre o assunto”. Além disso, foi estabelecido um combinado sobre a premiação para os melhores alunos na prova de biologia ao final do bimestre: Prova essa que não seria elaborada pelo professor, mas sim pela Secretaria da Educação da cidade, com a intenção de medir o aprendizado da escola, após promover novas diretrizes e rever a Matriz de Habilidades Essenciais desse ano.</p><p><br/></p><p>Ao final do bimestre, obtivemos 8 notas máximas na primeira avaliação de Biologia, premiando-os com caixas de chocolate, foto com o professor (sim, eles pediram!! rs) e muuuito reconhecimento por parte da Coordenação e Diretoria da escola. Por fim, esses alunos não só ganharam o conhecimento, mas a possibilidade de participar ainda mais das aulas e ajudar os colegas, permitindo que cada vez mais nossas aulas caminhem para uma aprendizagem de excelência e que possamos promover sempre a união da turma e executar trabalhos em grupo.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-04-17 21:10:39 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Interdisciplinaridade e saberes atuais</title>
         <author>tuliolribeiro</author>
         <link>https://padlet.com/Ensina_Brasil/ConstruindoaCulturaqueQueremos/wish/3414559358</link>
         <description><![CDATA[<p>Durante as aulas, sempre houveram muitas curiosidades sobre os temas propostos em biologia, porém, ao trabalharmos a acidificação dos mares e a presença de microplásticos, os alunos perceberam como a Química se relaciona diretamente com a Biologia e o Meio Ambiente. Devido ao alto engajamento e interesse dos estudantes sobre o tema, pois seria assunto de prova e eles nao conseguiriam teriam aula de Química naquela semana. Sendo assim, eram os horários finais e aplicação de prova quando o sinal tocou ainda faltando 15min pro encerramento como de costume. Então falei: já que todos terminaram a prova, quem quiser, está liberado. Quem quiser relembrar e tirar dúvidas sobre acidificação dos mares e microplásticos é só ficar na sala de aula.  Fiquei admirado porque a maioria ficou. E foi uma aula maravilhosa, eles prestaram a atenção, ficaram em silêncio, retiraram dúvidas e, na minha aula seguinte às provas, quando entrei na sala foi aquela festa, pois a explicação surtiu efeito positivo no desempenho deles. Se éramos unidos, ficamos ainda mais, fortalecemos laços, construímos sentimentos.</p><p>Essa abordagem sobre atualidades não só facilitou a compreensão dos conceitos, mas também mostrou a relevância do conteúdo para o mundo real, tornando o aprendizado mais significativo. Em minha experiência, o mais interessante foi ver o envolvimento da turma. O tema, por ser atual e urgente, despertou debates, perguntas instigantes e uma participação ativa de todos. </p><p>Esse interesse espontâneo é a prova de que, quando o ensino é significativo e conectado com a realidade, os estudantes não veem a hora para deixar a escola – pelo contrário, querem mais.</p><p>Para nós, professores, momentos como esse renovam nossa paixão por ensinar. E para a escola, são exemplos de como uma educação transformadora se faz com engajamento, diálogo e espaço para o protagonismo dos estudantes.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-04-18 02:01:30 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Implementação pedagógica através de momentos de descompressão: Criação de vídeos divertidos</title>
         <author>tuliolribeiro</author>
         <link>https://padlet.com/Ensina_Brasil/ConstruindoaCulturaqueQueremos/wish/3414992062</link>
         <description><![CDATA[<p> Essa prática tem gerado impactos significativos no engajamento, na interação entre os próprios alunos e no bem-estar de todos os outros alunos da escola, criando um clima muito positivo e agradável na escola.</p><p>Ao propor atividades lúdicas, como a produção de vídeos curtos e descontraídos, percebe-se um aumento notável no interesse e na participação dos alunos dentro de sala. Esses momentos permitem que os adolescentes expressem sua criatividade, trabalhem em equipe e se sintam mais conectadas entre si e com os momentos de atenção ao conteúdo durante a aula. </p><p>Com isso, as aulas se tornaram momentos de muita atenção dos alunos, pois o ambiente entre todos era respeitoso e divertido, tornando a escola um ambiente interessante, na qual os alunos sentem-se parte e aprendem coisas novas. A alegria e o entusiasmo demonstrados durante as gravações se refletem diretamente nas aulas, tornando o aprendizado mais dinâmico, respeitoso e significativo, para eles e para mim.</p><p>Por fim, a rotina escolar, por vezes, pode ser cansativa e estressante. Então, inserir pausas divertidas no dia a dia ajuda a aliviar essa pressão, renovando as energias e mantendo o ambiente leve e acolhedor. Os vídeos criados pelos alunos não só trazem sorrisos para a turma, mas também contagiam outros colegas e professores, fortalecendo o espírito de comunidade dentro do colégio.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-04-18 08:51:36 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Pertencimento, diversão e concentração (:</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/Ensina_Brasil/ConstruindoaCulturaqueQueremos/wish/3415126997</link>
         <description><![CDATA[<p>A ideia de levar música para a sala de aula, surgiu depois dos alunos realizarem uma atividade onde eles precisavam escrever uma música que gostavam e uma música que aprenderam com alguém mais velho. O debate que essa atividade gerou, fez com que eu criasse uma playlist da turma para que as sextas feiras, em momentos de cópia do quadro eles pudessem também se divertir.  </p><p>Uma ação que a princípio eu tinha pensado para ser um momento leve da aula, acabou se tornando uma parte desejada e esperada da semana! </p><p><br/></p><p>Como funciona? </p><p>As músicas que eles escolhem tocam em ordem aleatória e todos podem colocar a sua preferida e todos precisamos ouvir (e respeitar) até o final a música do colega. Essa atitude gerou bastante integração entre a turma, principalmente quando o gosto pela música é comum! Percebi no comportamento deles, mais empatia com colegas que antes não tinham muito contato. Maior concentração para a "cópia do quadro", e especialmente mais organização durante a aula. </p><p>Mesmo cantando e em alguns momentos deixando o corpo soltar um pouco a mais (na cadeira mesmo!) os alunos passaram a apresentar uma postura mais tranquila e calma durante o curso da aula. </p><p><br/></p><p>Um dos resultados mais especiais é ver que conseguimos juntos através do respeito um pelo outro, (que é incentivado a cada música!) criar um microcosmo onde estamos conectados! O fato de estarmos falando a mesma língua incentivou a curiosidade e interesse pela disciplina que leciono e mais senso de pertencimento no espaço escolar. Uma vez que construímos memórias afetivas com o hábito de estudar e com o espaço de estudo as chances dessa rotina se tornar mais frequente e leve aumenta. </p>]]></description>
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         <pubDate>2025-04-18 13:39:28 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/Ensina_Brasil/ConstruindoaCulturaqueQueremos/wish/3415126997</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Mapa de Identidade </title>
         <author>iagoohmenezes</author>
         <link>https://padlet.com/Ensina_Brasil/ConstruindoaCulturaqueQueremos/wish/3417639320</link>
         <description><![CDATA[<p>Substituí um professor de inglês numa turma do 8º ano do horário vespertino que carrega um rótulo conhecido: a mais bagunceira da tarde.<br><br>Levei uma atividade sobre identidade. Cada estudante respondeu, numa folha A4, perguntas simples: quem é você, o que te representa, o que ninguém sabe sobre você. Depois, montamos um cartaz coletivo com tudo isso, e eles personalizaram com desenhos, palavras, cores.<br><br>Entre uma brincadeira e outra, veio o silêncio. Vieram histórias, afinidades inesperadas, e a percepção de que, no fundo, eles não são tão diferentes assim.<br><br>Enquanto eles escreviam, me vi neles. Eu também já estive naquela cadeira, me sentindo deslocado. Na maioria das vezes, a escola não parecia um lugar pra mim. Era como se eu estivesse ali, mas sem fazer parte de verdade.<br><br>Hoje, como professor, tento fazer diferente. Criar espaço pra que se vejam, se reconheçam e percebam que têm potência, voz e caminhos possíveis.<br><br>Eles entregaram tudo. Fizeram da folha branca um espelho. Só precisavam ser convidados a existir de verdade naquela sala. E foram.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-04-21 13:03:05 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Cartas Imaginárias </title>
         <author>iagoohmenezes</author>
         <link>https://padlet.com/Ensina_Brasil/ConstruindoaCulturaqueQueremos/wish/3417661463</link>
         <description><![CDATA[<p>Com a turma do 9º ano, desenvolvemos uma atividade de cartas imaginárias que teve como objetivo principal explorar a Revolução Russa a partir de múltiplos pontos de vista. </p><p><br/></p><p>Os estudantes foram convidados a assumir o papel de diferentes personagens históricos envolvidos naquele contexto: um camponês, um operário urbano, um nobre da aristocracia czarista e um soldado que participou da Primeira Guerra Mundial.</p><p><br/></p><p>Cada aluno escolheu (ou foi sorteado para representar) uma dessas figuras e, a partir disso, escreveu uma carta como se fosse esse personagem, expressando seus sentimentos, dificuldades, desejos e opiniões sobre os acontecimentos em curso. Essa proposta buscou promover uma experiência de aprendizado mais imersiva, estimulando os alunos a "entrar na pele" dessas pessoas e compreender a complexidade do momento histórico vivido por elas.</p><p><br/></p><p>Mais do que apenas relatar fatos, a atividade incentivou os estudantes a refletirem sobre os impactos sociais e subjetivos da Revolução Russa, exercitando a empatia e a capacidade de olhar para a História não apenas como uma sucessão de eventos, mas como o resultado de experiências humanas diversas e muitas vezes conflitantes.</p><p><br/></p><p>Além disso, foi uma oportunidade de trabalhar com a escrita criativa e o desenvolvimento da narrativa em primeira pessoa, habilidades importantes para o letramento e para o pensamento crítico. </p><p><br/></p><p>O exercício também permitiu identificar como os diferentes grupos sociais viam o regime czarista, o impacto da guerra, e as esperanças ou temores em relação às transformações que estavam por vir.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-04-21 13:20:32 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Debate entre Capitalismo e Socialismo</title>
         <author>iagoohmenezes</author>
         <link>https://padlet.com/Ensina_Brasil/ConstruindoaCulturaqueQueremos/wish/3417774968</link>
         <description><![CDATA[<p>Organizei com a turma do 9º ano um debate entre Capitalismo e Socialismo. A proposta era simples: cada grupo defenderia um dos sistemas, enquanto outros atuariam como mediadores e observadores. Mas o que parecia ser uma atividade pontual virou um daqueles momentos que ficam.</p><p><br></p><p>No começo, os argumentos ainda vinham tímidos, mais decorados do que vividos. Mas bastou a primeira rodada passar pra que a dinâmica mudasse completamente. </p><p><br></p><p>A sala foi se aquecendo, as ideias começaram a ganhar densidade, as falas se tornaram mais ousadas e as réplicas, mais afiadas. Quando percebi, já não era mais só uma atividade — era um espaço vivo de escuta, confronto de ideias e construção coletiva de pensamento.</p><p><br></p><p>O que me impressionou de verdade foi o nível de reflexão. Não se tratava apenas de repetir o que estava no caderno. </p><p><br></p><p>Eles buscaram entender, problematizar, colocar os sistemas em diálogo com a realidade que conhecem. </p><p><br></p><p>O Socialismo venceu em três das rodadas, mas em uma delas houve empate técnico — os observadores destacaram a força dos argumentos de ambos os lados e o respeito no embate.</p><p><br></p><p>Foi bonito ver os olhares atentos, os cadernos cheios de anotações, os sorrisos quando conseguiam defender bem uma ideia, o silêncio respeitoso enquanto o outro falava.</p><p><br></p><p>Mais do que um exercício sobre ideologias, foi um momento de formação política, no melhor sentido da palavra: um espaço em que a escuta, a argumentação e a vontade de pensar junto tomaram conta da sala. E é por isso que sigo acreditando na potência da educação.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-04-21 14:49:47 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Eletiva (In)Forma Cidadão - combatendo a desinformação</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/Ensina_Brasil/ConstruindoaCulturaqueQueremos/wish/3419921716</link>
         <description><![CDATA[<p><strong>1 - Contexto e Personagens - quem faz parte da minha história </strong></p><p><br></p><p>Sou a Bárbara Liz (Babi), professora de inglês no CEPI Juscelino Kubistchek em Águas Lindas de Goiás. Atuo com as três séries do ensino médio. Fui convidada a integrar e planejar um projeto de eletiva  e escolhi a temática de Tecnologia e Comunicação. A eletiva <strong>(In)Forma Cidadão</strong> nasceu da vontade de unir minha formação em jornalismo ao papel transformador da escola na formação de estudantes críticos e conscientes. Em um mundo digital saturado por desinformação, decidi criar um espaço em que os alunos do ensino médio pudessem desenvolver habilidades de leitura crítica, identificar fake news, fazer curadoria de conteúdo e conhecer o funcionamento de uma produção jornalística.</p><p><br></p><p><strong>2 - Desafio</strong></p><p>A ideia surgiu da observação de como os estudantes consomem informações em redes sociais, muitas vezes sem checar a veracidade. Assim, propus atividades que os colocassem no centro da apuração, da escrita e da análise de notícias. Estudamos conceitos como “lide”, estrutura da notícia, reportagem, tipos de fontes e confiabilidade da informação.</p><p><br></p><p><strong>3 - Como o projeto funciona?</strong></p><p>Entre as ações realizadas, tivemos o estudo de caso da “Grávida de Taubaté”, uma fake news famosa no Brasil, que serviu como base para discussão sobre credibilidade e apuração. Também promovemos uma <strong>simulação realista de apuração jornalística</strong>, em que os alunos atuaram como repórteres e ligaram para “fontes oficiais” interpretadas por voluntários, extraindo informações com base em um caso fictício (como acidente de trânsito ou fenômeno climático).</p><p>A atividade mobilizou técnicas de entrevista, postura profissional, construção de perguntas e análise crítica das respostas recebidas. Os alunos se envolveram ativamente, e foi possível ver o quanto compreender o processo de apuração fortalece o papel de cidadãos informados.</p><p><br></p><p>4 - Impacto e futuro</p><p>Agora, nos organizamos em editorias e funções para a criação de um <strong>jornal digital estudantil</strong>, feito 100% por eles — da escolha da pauta até a diagramação final.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-04-22 15:54:06 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Cultura de feedback</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/Ensina_Brasil/ConstruindoaCulturaqueQueremos/wish/3420345881</link>
         <description><![CDATA[<p>Feedback tem sido uma prática simples, mas tem gerado um grande impacto na relação entre estudantes e professor. Quando estamos em sala de aula, acabamos por passar despercebido o impacto que estamos gerando. Os momentos de feedback refletem muito mais do que a didática abordada, mas também retrata a o nível de confiança que existe entre os estudantes e professor.</p><p>&nbsp;</p><p>O funcionamento da prática é simples. Ao final de cada bimestre letivo, lanço um Google forms nas turmas onde leciono. A ideia é coletar todas as impressões dos estudantes sobre o bimestre. O documento é anônimo, mas há um campo de identificação onde os estudantes podem se identificar, caso sintam-se à vontade. Após a coleta dos feedbacks, é feito uma análise sobre como está a disciplina, sobre as sugestões dos estudantes e também, como este acima demonstrado quando a estudante pede ajuda com conteúdos sobre o Enem.</p><p>&nbsp;</p><p>A prática tem gerado muitos frutos, uma vez que por meio dela consigo avaliar a didática abordada mas aulas, o engajamento nas avaliações que propus durante o bimestre e também consigo avaliar o nível de confiança dos estudantes comigo, que sou professor. Além disso, a prática desenvolve o senso crítico dos estudantes, uma vez que precisam responder tanto às perguntas relacionadas à disciplina, quanto às perguntas relacionadas ao seu desenvolvimento&nbsp;no&nbsp;bimestre.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-04-22 22:58:40 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Do quadro ao mundo: Matemática que faz sentido</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/Ensina_Brasil/ConstruindoaCulturaqueQueremos/wish/3420457904</link>
         <description><![CDATA[<p><strong>João Fonseca – Ensina 2025 – Águas Lindas/GO – Colégio Estadual Maria do Carmo Lima</strong></p><p>Nas turmas do 1º ano do ensino médio, a aula de matemática ganhou cara nova: os alunos deixaram de ser estudantes por 50 minutos e se tornaram arquitetos em um escritório criativo. A missão era clara — atender às demandas dos “clientes”, criando projetos que respeitassem a área e o perímetro disponíveis. A ideia? Transformar teoria em prática, e mostrar que geometria tem tudo a ver com o mundo lá fora.</p><p>Entrei em sala como chefe do escritório, lançando o desafio e explicando os critérios. De início, houve confusão e insegurança, mas bastou um incentivo para a criatividade fluir. Em grupos, os estudantes pensaram soluções, desenharam, calcularam e apresentaram seus projetos com entusiasmo — algo raro em uma turma onde o engajamento costuma ser mais baixo.</p><p>A atividade foi caótica, sim — mas no melhor sentido. Ver a energia circular, os olhos brilhando, e os estudantes conectando o conteúdo com possíveis sonhos profissionais foi transformador. Trabalhamos área, perímetro e, principalmente, a confiança dos alunos em si mesmos.</p><p>Essa foi apenas uma das aulas que fazem parte do nosso ciclo quinzenal de projetos, no qual, a cada duas semanas, os conteúdos matemáticos trabalhados em sala são adaptados para desafios práticos e contextualizados. Em cada edição, os estudantes recebem um novo cenário, com diferentes temas e propostas, e são convidados a elaborar soluções criativas com base no conhecimento adquirido. Como educador, saí da aula com a certeza de que a interdisciplinaridade e o protagonismo estudantil são caminhos potentes para tornar o aprendizado mais significativo, conectado à realidade e cheio de possibilidades para o futuro.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-04-23 00:36:34 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Sustentabilidade*</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/Ensina_Brasil/ConstruindoaCulturaqueQueremos/wish/3422257952</link>
         <description><![CDATA[<p>Contexto:</p><p>Após uma avaliação sobre a qualidade lanche ofertado aos estudantes, foi identificada uma oportunidade para promover melhorias na qualidade do mesmo. Pensando nisso, foi elaborado um projeto para a construção de uma horta escolar utilizando métodos de agricultura sintropica<em> </em>a qual conta com a participação de educandos em diversas fases escolares. A proposta é que além da melhoria na alimentação, seja criado um laboratório vivo para o ensino de conceitos cientificos abordados em sala. </p><p><br></p><p>Personagens/Público alvo.</p><p><br></p><p>Estudantes dos 7° e 9° anos do Ensino Fundamental do Colégio Estadual Mansões Odisseia.</p><p>Estudantes dos 1° e 2° anos do Ensino Médio do colégio supracitado;</p><p>Professoras: Jane e Mara Rubia, Matemática e Ciências respectivamente;</p><p>Diretora Ada Rubia.</p><p><br></p><p> Desafios:</p><p><br></p><p>Foram identificadas inconformidades no lanche escolar tanto em questão ao fornecimento quanto em relação à qualidade. Quando questionados os estudantes apresentaram queixas que foram levadas ao corpo gestor no intento de desenvolver uma solução que atendesse as demandas apresentadas, a partir disso, a diretora sugeriu uma parceria para o desenvolvimento do projeto e foi proposto que ele servisse como um laboratório para práticas de ciências de maneira livre, auxiliando no desenvolvimento educacional dos estudantes por meio de metodologias ativas. A proposta é demonstrar na prática conteúdos relacionados à: genética, Lei da conservação das massas, lei das proporções fixas, biodiversidade e afins, de maneira prática evidenciando o impacto que as ciências possuem no desenvolvimento da sociedade; além deste objetivo, a horta produzirá alimentos para uso na própria escola e utilizará de técnicas que demandam menor uso de recursos naturais, mantendo uma alta taxa de produção ao longo do ano.</p><p><br></p><p>Impacto e Futuro:</p><p><br></p><p>Devido o potencial do projeto e alto engajamento da comunidade escolar, a escola foi convidada à participar de um edital pelo SENAR onde concorre com diferentes escolas distribuídas em todo o território de Goiás. Isso traz oportunidade de arrecadação de fundos, gera maior visibilidade para a escola que enfrenta dificuldades diversas, além de proporcionar melhorias significativas na qualidade do ensino, na alimentação e consequentemente na saúde de diversos jovens que enfrentam contexto de vulnerabilidade. </p><p><br></p><p><br></p><p><br></p>]]></description>
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         <pubDate>2025-04-24 00:10:45 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Quote of the day - frase do dia (ampliando vocabulário)</title>
         <author>barbaraliz2001</author>
         <link>https://padlet.com/Ensina_Brasil/ConstruindoaCulturaqueQueremos/wish/3422431539</link>
         <description><![CDATA[<p><strong>Bárbara Liz – Ensina Brasil 2025 | CEPI Juscelino Kubistchek de Oliveira – Águas Lindas/GO</strong><br><strong>(Prática pedagógica de rotina: Quote of the Day – A frase do dia)</strong></p><p><br/></p><p><strong>1. Contexto e Personagens</strong><br>Durante minhas aulas de inglês com as turmas do ensino médio do CEPI Juscelino Kubistchek de Oliveira, criei uma prática que se tornou parte da rotina: a <strong>“Quote of the Day”</strong>, ou “Frase do Dia”. A atividade envolve todos os alunos presentes nas turmas daquele dia, e sempre abre as aulas de forma leve e participativa.</p><p><br/></p><p><strong>2. Desafio</strong><br>Percebi, ao longo das primeiras semanas, uma grande defasagem no vocabulário básico dos alunos, dificuldade que muitos carregam desde os anos finais do ensino fundamental. Essa limitação impactava diretamente o entendimento das aulas e a construção da confiança com a língua inglesa.</p><p><br/></p><p><strong>3. Solução</strong><br>A frase do dia é escolhida previamente com base em três critérios: relevância para o momento (motivação, humor, reflexão), vocabulário interessante e relação com os temas abordados na matriz curricular do bimestre. A mesma frase é apresentada em todas as turmas daquele dia. Trabalhamos a leitura em voz alta, a escuta com pronúncia guiada e a repetição (listening and repeat), além da explicação dos termos desconhecidos. O momento também serve como acolhimento e preparação para o conteúdo formal.</p><p><br/></p><p><strong>4. Impacto</strong><br>A prática tem tornado o início das aulas mais receptivo, divertido e ao mesmo tempo produtivo. Os alunos passaram a esperar pela frase do dia e demonstram mais confiança em repetir em voz alta, mesmo os mais tímidos. O vocabulário básico está sendo retomado de forma gradual e leve, o que vem contribuindo para o entendimento dos conteúdos mais complexos. Além disso, o momento virou espaço de reflexão e conexão afetiva entre minhas turmas e eu.</p><p><br/></p><p><strong>5. Futuro</strong><br>A “Quote of the Day” será mantida como prática até o fim do ano letivo e já inspira outras possibilidades, como criar um mural com as frases trabalhadas, sugerir que os próprios alunos tragam frases e expandir o vocabulário relacionado a elas em atividades futuras. É uma prática simples, de nenhum custo, mas que vem gerando um alto impacto – e pode ser aplicada em qualquer escola.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-04-24 01:48:38 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Revisão de conteúdo: o brincar também é pedagógico</title>
         <author>judyamorim11</author>
         <link>https://padlet.com/Ensina_Brasil/ConstruindoaCulturaqueQueremos/wish/3422595292</link>
         <description><![CDATA[<p>Sou Judy Amorim, professora de História no Colégio Estadual Princesa Daiana, localizado em Águas Lindas de Goiás. No primeiro bimestre, realizei uma atividade de verificação de aprendizagem com os alunos dos 8º anos do Ensino Fundamental, utilizando uma proposta lúdica inspirada em uma brincadeira popular do cotidiano dos próprios estudantes.</p><p>A atividade surgiu após uma conversa inicial com os alunos sobre suas percepções da disciplina e combinados para o decorrer do ano, muitos mencionaram o gosto por brincadeiras, então pedi sugestões de dinâmicas, desde que respeitassem os combinados da sala. Um estudante sugeriu a "brincadeira da garrafa". Diante disso, adaptei para revisar o conteúdo da Revolução Inglesa.</p><p>Na aula anterior, havíamos feito uma revisão coletiva. Na seguinte, realizei a dinâmica, os alunos foram divididos em cinco grupos. A cada rodada, um representante tentava colocar uma garrafa PET em pé sobre a mesa. O primeiro a conseguir, teria um minuto para responder com o seu grupo, uma pergunta sobre o conteúdo. Se acertasse, ganhava um ponto; se errasse, passava a vez.</p><p>Foram 10 perguntas no total. O grupo com mais pontos ganhou bombons, e todos os participantes receberam ponto extra. Apesar do desafio com o controle do tempo, a experiência foi positiva. Os alunos mostraram grande engajamento, participaram com entusiasmo e, nas aulas seguintes, passaram a sugerir novas brincadeiras para integrar os conteúdos. Além de perceberem como pode ser divertido unir a brincadeira com conteúdos que são relativamente "chatos" para eles.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-04-24 03:10:52 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Projeto Desabafa e Fala </title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/Ensina_Brasil/ConstruindoaCulturaqueQueremos/wish/3422831219</link>
         <description><![CDATA[<p>O Projeto Desabafa e Fala foi idealizado a partir de uma análise criteriosa conduzida com apoio de outros professores e pela equipe gestora da escola, frente ao aumento dos casos de indisciplina, desmotivação e dificuldades de foco em algumas turmas. </p><p><br></p><p>A constatação da necessidade de ações voltadas ao aspecto socioemocional dos alunos impulsionou a criação de um espaço estruturado de escuta, acolhimento e diálogo.</p><p><br></p><p>O projeto tem como objetivo promover rodas de conversa quinzenais que incentivem o autoconhecimento, a reflexão sobre o propósito de vida e a valorização dos estudos como caminho para a realização de sonhos.</p><p><br></p><p>Espera-se estudantes mais conscientes de seu papel e de seus objetivos pessoais e acadêmicos.</p><p><br></p>]]></description>
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         <pubDate>2025-04-24 05:41:45 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Aulão de Língua Portuguesa </title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/Ensina_Brasil/ConstruindoaCulturaqueQueremos/wish/3422846316</link>
         <description><![CDATA[<p>Ação realizada em parceria com professores de Matemática e Língua Portuguesa que tem como objetivo apoiar os alunos do 9º ano, que estão em fase de preparação para avaliações externas como o IDEB, promovendo o fortalecimento das habilidades de leitura, escrita e interpretação textual.</p><p><br/></p><p>São organizados aulões focados em conteúdos essenciais de Língua Portuguesa, com base nas habilidades cobradas nas avaliações padronizadas. O projeto também atua como reforço escolar, oferecendo um espaço para tirar dúvidas e aprender técnicas de estudo, organização e resolução de provas. </p>]]></description>
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         <pubDate>2025-04-24 05:50:48 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>DIÁRIO MEDIEVAL E MAPA DO FEUDO
</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/Ensina_Brasil/ConstruindoaCulturaqueQueremos/wish/3423223065</link>
         <description><![CDATA[<p>Sou Juliana Felix, professora de história das turmas de ensino médio em um colégio integral chamado CEPI - Osvaldo da Costa Meireles em Luziânia. Durante as aulas com os segundos anos comecei a observar que eles não estavam se conectando tanto com o conteúdo proposto, havendo sempre uma tentativa de copiar algum conteúdo pronto ou decorar as informações levadas para sala de aula.&nbsp;</p><p><br></p><p>Nesse sentido, como atividade para fixação do conteúdo, resolvi propor para as turmas a construção de um diário medieval, somado a um mapa do feudo, que seriam as representações escritas e em desenho da temática que estava sendo trabalhada, a idade média. A atividade foi passada de forma individual e o comando para execução foi que cada um/uma deveria escolher um personagem presente na idade média, podendo ser rei, nobreza, clero ou camponeses/servos. Após a escolha do personagem precisaria descrever no diário o que estava acontecendo no seu dia a dia, tendo em vista os principais eventos e características presentes nessa fase histórica, além de desenhar como era o seu feudo, base econômica da idade média.</p><p><br></p><p>Essa atividade tinha por objetivo fazer com que cada estudante se conectasse mais a história, ao passo que para construir precisariam também revisar o conteúdo, entendendo seus eventos e características. Além disso, exercitaram a criatividade e escrita, que também se apresentam como dificuldades para boa parte deles. Com a elaboração dos trabalhos e os feedbacks de construção, pude constatar o quanto eles aprenderam de uma forma mais fluída, assimilando mais facilmente a temática.&nbsp;</p><p><br></p>]]></description>
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         <pubDate>2025-04-24 10:57:47 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>MANCHETE DE JORNAL</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/Ensina_Brasil/ConstruindoaCulturaqueQueremos/wish/3423264625</link>
         <description><![CDATA[<p>Estou responsável por uma disciplina eletiva de direitos humanos, e nela tenho como foco a abordagem de questões sociais e grupos minoritários da sociedade. Dentre as temáticas, em uma das semanas trabalhei com os alunos sobre o que seria machismo e feminismo, visando desmistificar alguns conceitos preconceituosos, compreender o contexto histórico de cada movimento e suas consequências.&nbsp;</p><p><br></p><p>Após uma roda de conversa sobre as temáticas, solicitei que os alunos construíssem uma manchete de jornal que retratasse consequências do machismo, podendo se basear em casos reais encontrados na internet. Eles utilizaram o chromebook que é disponibilizado pela escola para pesquisa, e em seguida construíram em duplas as manchetes de forma criativa.&nbsp;</p><p><br></p><p>A atividade teve como objetivo promover a reflexão crítica dos alunos sobre os impactos sociais do machismo por meio da análise e ressignificação de casos reais, incentivando a desconstrução de estereótipos de gênero e a valorização do feminismo como movimento de equidade. Foi interessante observar que nenhum dos grupos repetiu algum caso existente, e então pudemos refletir sobre a quantidade de casos graves que existem na sociedade, e a importância de lutarmos contra isso. Os alunos se empenharam bastante para a construção, e se mostraram participativos ao tirarem suas dúvidas.</p><p><br></p>]]></description>
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         <pubDate>2025-04-24 11:38:38 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Boa Prática: Show do Milhão Matemático como Revisão para a Prova da Unidade</title>
         <author>aliceDantas</author>
         <link>https://padlet.com/Ensina_Brasil/ConstruindoaCulturaqueQueremos/wish/3423779584</link>
         <description><![CDATA[<p>Escola Nossa Senhora Rainha dos Anjos (CAIC) </p><p>Prof: Maria Alice Dantas - Ensina 2025</p><p>Turma: 8º B</p><p><br/></p><p>Para revisar os conteúdos de forma dinâmica e engajadora, desenvolvi uma aula gamificada no formato do Show do Milhão Matemático. O objetivo principal foi revisar os temas já trabalhados (operações básicas, expressões algébricas e congruência de triângulos) de maneira divertida, antes da avaliação da unidade. A resposta dos alunos foi extremamente positiva: todos participaram ativamente, os grupos interagiram e houve muito entusiasmo em sala.</p><p>A turma foi dividida em grupos. O jogo teve rodadas de perguntas divididas por nível de dificuldade: fácil (10 pontos), médio (20 pontos) e difícil (30 pontos). Cada grupo escolhia o nível e, se acertasse, somava a pontuação correspondente. Caso errasse, não perdia pontos, mas passava a vez.</p><p>Além disso, incluí rodadas especiais como a Rodada Relâmpago (3 perguntas em 1 minuto) e o Desafio Duplo (pergunta difícil valendo 6 pontos com risco de perda). Também usei cartões de poderes, como “Pular”, “Dobrar”, “Trocar”, “Ajuda dos universitários” e “Coringa matemático”, que tornaram o jogo ainda mais estratégico e envolvente.</p><p>Essa metodologia trouxe leveza à revisão, aumentou o engajamento e permitiu observar o domínio dos conteúdos de forma espontânea. Recomendo fortemente como prática pedagógica antes de avaliações.</p><p><br/></p>]]></description>
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         <pubDate>2025-04-24 18:24:14 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Abordagem &quot;pouco calculista&quot; de retas</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/Ensina_Brasil/ConstruindoaCulturaqueQueremos/wish/3423785248</link>
         <description><![CDATA[<p><strong>Contexto e personagens</strong></p><p>Sou professor de matemática do 9º ano no Colégio Estadual Paulo Freire. Meus alunos têm níveis variados de aprendizado e pouca familiaridade com metodologias ativas. As aulas de matemática a que estavam acostumados seguiam o modelo tradicional: explicação do professor, resolução de exercícios e correção. Segundo a prova diagnóstica, a maioria está no nível “muito baixo” e apresenta dificuldade até mesmo em operações básicas.</p><p><strong>Desafio</strong></p><p>Muitos alunos se limitam a copiar as resoluções do professor ou dos colegas, sem realmente pensar no que estão fazendo. O grande desafio é romper com essa cultura e incentivar a busca por soluções próprias, algo essencial para desenvolver o raciocínio lógico. A falta de domínio das operações básicas dificulta ainda mais o acompanhamento dos conteúdos do 9º ano, que, apesar disso, não podem ser deixados de lado. Por isso, as aulas precisam ser adaptadas.</p><p><strong>Solução</strong></p><p>Planejei uma sequência de aulas usando dobraduras de papel, para trabalhar conceitos sem exigir cálculos. O tema foi a relação entre retas paralelas e transversais. Ao longo de 4 aulas, os alunos seguiram instruções simples de dobradura, mas com liberdade para chegar ao mesmo resultado de formas diferentes. Isso os forçou a pensar e visualizar os conceitos de forma prática&nbsp;e&nbsp;concreta.</p><p><strong>Impacto</strong></p><p>O engajamento foi o maior que já vi em sala. Todos participaram ativamente e se esforçaram para resolver a atividade. Em uma verificação posterior, a maioria demonstrou ter aprendido os conceitos. Agora, eles se sentem mais confiantes e dispostos a encarar desafios em geometria, o que facilitará o aprendizado de conteúdos&nbsp;mais&nbsp;complexos.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-04-24 18:29:40 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Trunfo do Cerrado: aprendendo sobre os animais ameaçados de forma lúdica</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/Ensina_Brasil/ConstruindoaCulturaqueQueremos/wish/3423980007</link>
         <description><![CDATA[<p>Me chamo Rebeca Rocha, sou professora de Biologia e Ciências da Natureza no Colégio Estadual Emília Ferreira Branco, em Águas Lindas de Goiás. </p><p><br/></p><p>A prática foi aplicada com os alunos do 2º e do 3º ano do Ensino Médio, com o objetivo de apresentar a diversidade de animais do Cerrado — muito pouco conhecidos, já que os mais lembrados costumam ser só a onça-pintada e o tuiuiú.</p><p><br/></p><p>A ideia inicial era aplicar apenas para o 2º ano, que estava estudando biodiversidade. Usamos o “Trunfo do Cerrado”, um jogo de cartas com animais e informações como peso, número de filhotes, tempo de vida, popularidade e risco de extinção. Após jogar, os alunos escolheram um dos animais com maior risco de extinção, anotaram o nome do animal e, a partir de uma pesquisa, trouxeram seu nome científico, seu habitat, as principais ameaças à sua espécie e uma curiosidade. Os alunos que haviam escolhido o mesmo animal, formaram grupos e apresentaram na aula seguinte.</p><p><br/></p><p>O engajamento foi tão grande que decidi aplicar também com o 3º ano, que não teve Biologia no ano anterior. Como eles estavam estudando metodologia científica, fizemos diferente: também escolheram um animal ameaçado, mas precisaram formular uma hipótese sobre o que estava colocando aquela espécie em risco. Em casa, fizeram a pesquisa e trouxeram a conclusão: se a hipótese foi confirmada ou refutada.</p><p><br/></p><p>A prática gerou muito interesse e vários alunos vieram me dizer que gostaram bastante. Para o futuro, quero continuar usando metodologias gamificadas e, se possível, contar com apoio da escola para imprimir e plastificar o jogo, tornando-o acessível para mais turmas.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-04-24 23:00:55 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Autoavaliação e feedback bimestral</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/Ensina_Brasil/ConstruindoaCulturaqueQueremos/wish/3424001015</link>
         <description><![CDATA[<p>No final do primeiro bimestre, apliquei uma autoavaliação e feedback com todas as minhas turmas (6º A, B, C, D, E, 7º A, 1º B e C, 2º A e B, 3º A e B).</p><p><br/></p><p>A autoavaliação foi simples, com quatro perguntas: <em>quais foram seus pontos fortes?</em> <em>quais pontos você pode melhorar?</em> e, sobre as aulas: <em>o que você gostou nas minhas aulas?</em> e <em>o que poderia ser diferente?</em> </p><p><br/></p><p>O objetivo foi fazer com que meus alunos refletissem sobre suas ações, se elas estavam sendo benéficas ou se estavam atrapalhando seu aprendizado. Além disso, o feedback me ajudou a entender o que estava funcionando e o que eu poderia melhorar nas minhas aulas.</p><p><br/></p><p>Com base nas respostas, vou continuar aplicando a autoavaliação e o feedback a cada bimestre, para acompanhar o desenvolvimento dos meus alunos e ajustar minhas práticas conforme o necessário.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-04-24 23:32:35 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>A matemática nos jogos</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/Ensina_Brasil/ConstruindoaCulturaqueQueremos/wish/3424034242</link>
         <description><![CDATA[<p>A aplicação da metodologia ativa rotação por estações, intitulada "Jogos e Matemática: Totó, Dominó e Dama", proporcionou uma abordagem inovadora e participativa no aprendizado de conceitos matemáticos, especificamente ângulos e frações. Os alunos foram distribuídos em grupos e passaram por diferentes estações, cada uma dedicada a um dos jogos mencionados. Em cada estação, os estudantes tiveram a tarefa de analisar o jogo em questão, identificando elementos matemáticos presentes, como ângulos nas peças de dominó, na configuração do tabuleiro de dama ou nas jogadas do totó. Essa análise incentivou a observação e reflexão sobre conceitos teóricos na prática, promovendo uma compreensão mais sólida e contextualizada. Após a exploração de cada jogo, os grupos deveriam criar uma situação problema que relacionasse os conteúdos estudados com as características específicas do jogo analisado. Essa atividade estimulou o pensamento crítico, a criatividade e a aplicação do conhecimento em situações reais ou simuladas, tornando o aprendizado mais significativo. A dinâmica também favoreceu a cooperação entre os estudantes, que discutiram e construíram juntos as situações problema, promovendo o trabalho em equipe. A troca de experiências entre as diferentes estações enriqueceu o entendimento de todos, evidenciando a importância da interdisciplinaridade. Ao final, foi perceptível a motivação e o envolvimento dos alunos, que demonstraram entusiasmo e interesse durante toda a atividade. A avaliação geral revelou que essa metodologia ativa foi extremamente bem aceita pelos estudantes e se mostrou altamente eficaz para o desenvolvimento de habilidades matemáticas e de resolução de problemas. Assim, a atividade contribuiu para consolidar conceitos de forma lúdica e prática, favorecendo o aprendizado de maneira mais dinâmica e participativa.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-04-25 00:07:50 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Pesquisas e projetos: desenvolvendo múltiplas habilidades</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/Ensina_Brasil/ConstruindoaCulturaqueQueremos/wish/3424061649</link>
         <description><![CDATA[<p>No primeiro bimestre, decidi usar elementos da aprendizagem baseada em projetos como uma das formas de avaliação com todas as minhas turmas. Essa escolha veio justamente em contraponto às provas da rede estadual de Goiás, que são padronizadas e não permitem personalização. Além disso, percebi que muitos dos meus alunos têm dificuldade em se expressar, falar em público e trabalhar em equipe, o que me motivou ainda mais a apostar nessa abordagem.</p><p><br/></p><p>Para cada turma, pensei em projetos diferentes, conforme o conteúdo que estávamos vendo. No 6º ano, construímos um modelo representando as camadas da Terra. No 7º, fizemos catapultas e depois os alunos apresentaram cartazes sobre tecnologias atuais e seus possíveis usos. Já no Ensino Médio, as apresentações seguiram o formato de seminário. Os alunos pesquisaram temas como biotecnologia, biodiversidade e os fatores essenciais à vida, buscando notícias atuais e estruturando o conteúdo com introdução, desenvolvimento e conclusão. A parte visual foi muito valorizada, e muitos deles me surpreenderam com o uso do Canva e com a oratória.</p><p><br/></p><p>Foi muito legal ver como alguns se destacaram, mesmo sendo tímidos ou sem tanta experiência. É claro que ainda tem muito a ser desenvolvido, principalmente no que diz respeito à aprendizagem do conteúdo em si, mas estou animada. Dei todos os feedbacks e vou continuar apostando nesse tipo de prática ao longo do ano, porque acredito que, aos poucos, todos os meus alunos podem ganhar mais autonomia, aprender a pesquisar, apresentar e trabalhar em grupo com mais segurança.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-04-25 00:26:37 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Luta pelos direitos humanos </title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/Ensina_Brasil/ConstruindoaCulturaqueQueremos/wish/3425279526</link>
         <description><![CDATA[<p>Nesse primeiro momento do ano, tive a oportunidade de criar um projeto com meus alunos na disciplina de eletiva. O trabalho é feito com alunos do 6º ao 9º ano e tem a seguinte temática: <strong>QUEBRADA VIVA - DIREITOS HUMANOS E PROTAGONISMO PERIFÉRICO. </strong>Onde os alunos têm acesso a informações básicas sobre os direitos humanos e como isso pode se relacionar com o dia a dia da periferia e a produção cultural que lá ocorre - rap, hip-hop, graffiti, roda de rima e etc.&nbsp;</p><p><br></p><p>Apesar de os alunos estarem inseridos nesse contexto, a desconstrução das ideias tem sido um verdadeiro desafio, principalmente em relação ao racismo e a igualdade de gênero.</p><p><br></p><p>Decidi então separar os alunos por ano e dividimos a turma em 5 grupos, cada um ficou responsável por discutir um estudo de caso nas seguintes situações: Direito à Educação, Igualdade de Género, Combate ao Racismo, Liberdade de Expressão e&nbsp; Direito à Moradia e Alimentação. Cada grupo teve a missão de discutir entre si o que poderia ser feito em cada uma das situações e também confeccionaram cartazes para realizar a apresentação.&nbsp;</p><p><br></p><p>No final das apresentações, todos foram convidados a falar um pouco do que entenderam de cada um dos casos, independente do seu grupo de origem. Houveram debates com pouco engajamento mas também houveram debates bem calorosos no quais os alunos sentiram muito a vontade de exporem as suas opiniões. A atividade foi muito interessante para desenvolvermos habilidade de trabalho em grupo e para que eles possam exercer a exposição das suas ideias e convicções mesmo que em grupo.&nbsp;</p><p><br></p><p>Acho muito interessante como os alunos têm uma ideologia enraizada que às vezes se colocada de uma outra forma em sala de aula eu já consigo fazer um trabalho de derrubar várias barreiras e desmistificar alguns muitos estereótipos. Além disso, os alunos da escola que trabalho são culturalmente violentos uns com os outros, seja agressão verbal, física ou psicológica. Esse trabalho da eletiva foi uma boa prática para que eles saibam parar para ouvir, interpretar antes de agir e, consequentemente, agirem de forma mais consciente.</p><p><br></p><p><br></p>]]></description>
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         <pubDate>2025-04-25 17:00:22 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Semelhança de Triângulos com o Sol: Uma aula de campo para estimar alturas inatingíveis</title>
         <author>jn423956</author>
         <link>https://padlet.com/Ensina_Brasil/ConstruindoaCulturaqueQueremos/wish/3425479500</link>
         <description><![CDATA[<p><strong>Contexto</strong></p><p>A atividade foi desenvolvida com alunos do Ensino Médio, dentro da disciplina de Geometria, e articulada de forma interdisciplinar com a área de Ciências. A proposta surgiu da necessidade de tornar mais tangíveis os conteúdos de semelhança de triângulos e trigonometria, muitas vezes abordados apenas de forma teórica. A ideia era levar os estudantes a aplicar esses conceitos em uma situação prática e real do cotidiano escolar, reforçando o entendimento matemático e ampliando a percepção sobre o uso da matemática no mundo fora da sala de aula.</p><p><br/></p><p><strong>Personagens / Público-Alvo</strong></p><p>Os protagonistas dessa experiência foram os alunos do 2º ano do Ensino Médio. Curiosos e participativos, eles tiveram a oportunidade de vivenciar o papel de pequenos pesquisadores. Atuando em equipes, os estudantes foram desafiados a sair da sala de aula, observar o espaço ao redor da escola e aplicar os conhecimentos matemáticos adquiridos. O professor atuou como mediador, guiando as investigações, incentivando as reflexões e conduzindo as discussões ao longo da prática.</p><p><br/></p><p><strong>Desafio</strong></p><p>O grande desafio foi estimar a <strong>altura de estruturas altas</strong> (como postes, árvores ou prédios próximos) sem utilizá-las diretamente como referência, e sim, aplicando os conceitos de <strong>semelhança de triângulos</strong> e <strong>razões trigonométricas</strong>. Os alunos precisavam observar, medir sombras, fazer registros em malhas quadriculadas e estabelecer relações proporcionais para resolver o problema. A proposta exigia atenção, raciocínio lógico, trabalho em equipe e a habilidade de lidar com erros e aproximações — elementos essenciais em qualquer processo investigativo.</p><p><br/></p><p><strong>Como a aula funcionou?</strong></p><p>A atividade foi conduzida em formato de aula prática e interdisciplinar. Os alunos foram organizados em grupos e receberam kits com réguas e malhas quadriculadas para registrar dados.</p><p>Com as réguas em mãos, saíram da sala para observar sombras projetadas por estruturas altas no entorno da escola. Cada grupo escolheu uma estrutura e mediu sua sombra no solo. Como referência, utilizaram a altura e a sombra de um dos próprios colegas do grupo.</p><p>Com essas informações, retornaram à sala de aula para representar as medidas na malha quadriculada. A partir daí, aplicaram os conhecimentos sobre semelhança de triângulos para estimar a altura da estrutura. Alguns grupos, por iniciativa própria e com orientação do professor, também utilizaram razões trigonométricas (seno, cosseno, tangente) para comparar os resultados obtidos, enriquecendo ainda mais a experiência.</p><p><br/></p><p><strong>Impacto e Futuro</strong></p><p>O projeto teve um impacto muito positivo na aprendizagem dos alunos. Além de fixar o conteúdo de forma prática e contextualizada, a atividade desenvolveu o pensamento crítico, a capacidade de trabalhar em equipe e a percepção de que erros fazem parte do processo de descoberta.</p><p>Os alunos perceberam que nem sempre os triângulos formados são perfeitamente semelhantes, e que isso influencia diretamente nos resultados — uma lição importante sobre margem de erro em medições e investigações científicas.</p><p>Grupos que exploraram também a trigonometria conseguiram resultados próximos aos obtidos por semelhança, o que demonstrou a validade de diferentes métodos matemáticos para resolver o mesmo problema. Essa vivência reforçou a ideia de que a Matemática não se limita a fórmulas, mas é uma poderosa ferramenta de raciocínio e interpretação do mundo real.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-04-25 21:33:13 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Construção de Maquetes de Papel com Edificações Espaciais</title>
         <author>jn423956</author>
         <link>https://padlet.com/Ensina_Brasil/ConstruindoaCulturaqueQueremos/wish/3425484612</link>
         <description><![CDATA[<p><strong>Contexto</strong></p><p>Essa atividade surgiu como resposta à necessidade de revisar e aprofundar os conhecimentos sobre <strong>geometria espacial</strong> e <strong>figuras planas</strong>, temas que muitas vezes são trabalhados de maneira abstrata e pouco envolvente. Aproveitando a estrutura física da escola, o refeitório foi transformado em um ambiente de construção e aprendizado, onde os alunos puderam explorar de forma prática conceitos essenciais da Matemática.</p><p><br/></p><p><strong>Personagens / Público-Alvo</strong></p><p>A proposta foi direcionada aos alunos do Ensino Médio, que atuaram como verdadeiros “arquitetos matemáticos”. Divididos em grupos, cada equipe assumiu o desafio de construir uma edificação geométrica utilizando figuras planas como base. O professor, nesse processo, foi um facilitador e mediador, guiando os alunos na aplicação correta dos conceitos matemáticos.</p><p><br/></p><p><strong>Desafio</strong></p><p>O desafio lançado aos estudantes foi construir uma estrutura tridimensional original — uma edificação geométrica — utilizando figuras planas como base. Eles precisavam pensar em como essas formas 2D poderiam compor sólidos 3D, projetar suas construções, recortá-las e montá-las. Em seguida, precisavam calcular a área das figuras utilizadas e o volume das construções montadas, aplicando corretamente fórmulas matemáticas. Além da precisão nos cálculos, a atividade envolvia organização, cooperação e criatividade.</p><p><br/></p><p><strong>Como a aula funcionou?</strong></p><p>A aula foi realizada no refeitório da escola, de forma prática, colaborativa e lúdica. Os alunos foram divididos em grupos e receberam moldes de figuras planas (como triângulos, quadrados, retângulos e círculos), papel, tesoura e régua.</p><p>Cada grupo planejou uma construção geométrica e iniciou o recorte e a montagem das formas. A construção das maquetes permitiu aos alunos visualizar, tocar e manipular diretamente os elementos geométricos. Após a montagem, os grupos utilizaram réguas para realizar medições reais de comprimento e área, e aplicaram as fórmulas de área (2D) e volume (3D) para obter os resultados de suas construções.</p><p>Durante toda a atividade, os alunos foram incentivados a discutir ideias, dividir tarefas, corrigir erros e tomar decisões em conjunto — promovendo, assim, um ambiente de aprendizagem colaborativa.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-04-25 21:45:55 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Explorando Monômios: Construção Coletiva</title>
         <author>juniorscosta03</author>
         <link>https://padlet.com/Ensina_Brasil/ConstruindoaCulturaqueQueremos/wish/3425510333</link>
         <description><![CDATA[<p>Júnior Costa, 2024, CEPMG Águas Lindas de Goiás</p><p>Ao iniciar o estudo algébrico no 8ºano, para irmos para o conteúdo de sistemas de equações, foi observada uma grande dificuldade no reconhecimento de monômios e de operar com eles, o que é um conhecimento necessário para resolução de equações. A partir disso, foram realizadas algumas aulas para recomposição de aprendizagem e a elaboração de uma metodologia ativa para verificação da aprendizagem desse conteúdo. </p><p>Surgiu então, a aula de exploração dos monômios, onde em grupos, os estudantes iriam identificar monômios semelhantes, assim como os coeficientes e parte literal, e também realizar operações com monômios. </p><p>A aula foi pensada como uma metodologia ativa, para que houvesse uma troca de ideias entres os estudantes e que, em grupo, eles pudessem fazer explicações e retirar dúvidas. </p><p>Com a intensão de separar grupos heterogêneos e com separação dos alunos que demonstram ter habilidade de se comunicar e explicar o conteúdo, cada estudante recebeu um monômio e precisava achar seus monômios semelhantes, formando assim um grupo de 4 alunos. Nessa etapa já é possível verificar uma parte da aprendizagem. Após a divisão de grupos, eles receberam mais três desafios: 1- montar uma tabela separando o coeficiente e a parte literal de cada monômio do grupo, bem como de outro grupo indicado pelo professor; 2- efetuar operações com uma sequência de monômios entregues pelo professor; 3- elabora duas operações com monômios pensados pelo grupo para outro grupo responder, sendo necessário corrigir a resolução.</p><p>Foi observado um maior engajamento dos estudantes, assim como um maior nível de concentração e compartilhamento de conhecimento. Além disso, estudantes que são mais tímidos ficaram mais a vontade para retirar dúvidas e participar da atividade. </p><p>Espera-se com essa atividade, melhor desempenho no conteúdo. E diante dos pontos positivos, serão utilizadas mais metodologias como essa, explorando sempre o potencial de cada estudante. </p><p><br></p>]]></description>
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         <pubDate>2025-04-25 23:00:13 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Dinâmica de Revisão com Competição Saudável</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/Ensina_Brasil/ConstruindoaCulturaqueQueremos/wish/3425513132</link>
         <description><![CDATA[<p>Me chamo Susane Araujo, sou professora de Português e Inglês no Colégio Estadual Princesa Daiana, em Águas Lindas de Goiás, e busco formas criativas e significativas de fortalecer o aprendizado dos meus alunos.</p><p><br/></p><p>A atividade foi aplicada com os alunos dos 1º e 3º anos do Ensino Médio, com o objetivo de revisar os conteúdos do bimestre de forma leve, interativa e eficiente. Desenvolvi uma dinâmica em formato de quiz em grupo, utilizando os temas das aulas como base para montar as perguntas. Dividi a turma em grupos e, a cada rodada, um grupo respondia. A cada resposta — correta ou não — eu retomava o conceito correspondente, reforçando o aprendizado e ajudando a fixar os conteúdos na memória dos alunos. Ao final, o grupo com mais acertos recebeu um prêmio simbólico como incentivo.</p><p><strong>O que os alunos desenvolveram:</strong></p><ul><li><p>Trabalho em equipe e cooperação</p></li><li><p>Raciocínio rápido e aplicação do conhecimento aprendido</p></li><li><p>Comunicação e escuta ativa entre colegas</p></li><li><p>Autoconfiança ao expor respostas em grupo</p></li></ul><p><strong>O que os alunos aprenderam com a prática:</strong></p><ul><li><p>Relembraram de forma prática e contextualizada os principais conceitos vistos durante o bimestre</p></li><li><p>Entenderam que o erro também é parte do processo de aprendizagem</p></li><li><p>Perceberam a importância de revisar o conteúdo antes das avaliações</p></li><li><p>Valorizaram o aprendizado colaborativo, onde um ajuda o outro a crescer</p></li></ul><p>Essa dinâmica uniu revisão, engajamento e diversão, tornando o momento de aprendizagem mais leve e eficaz!</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-04-25 23:08:42 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Wall of Dreams: resgatando sonhos e protagonismo no ensino de inglês</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/Ensina_Brasil/ConstruindoaCulturaqueQueremos/wish/3426871582</link>
         <description><![CDATA[<p><strong>Contexto</strong><br>O projeto "Wall of Dreams" foi desenvolvido nas aulas de Língua Inglesa com os oitavos anos do Ensino Fundamental.<br>Mais do que ensinar <em>will</em> e <em>going to</em>, o objetivo era incentivar os estudantes a sonharem em inglês, visualizando seus futuros e fortalecendo o protagonismo juvenil em um trabalho coletivo.</p><p><strong>Desafio</strong><br>O desafio era canalizar a energia das turmas para a construção de sonhos de forma organizada, promovendo a colaboração e a troca entre os alunos enquanto praticavam o idioma.</p><p><strong>Solução</strong><br>Criamos o "Wall of Dreams", um mural coletivo onde os estudantes expressaram seus sonhos em inglês através de arte, cores e símbolos como flores, raízes e marcas de mãos.<br>Guiados por músicas em inglês e muita parceria, os alunos se apoiaram na escrita e na criatividade, deixando registrado que juntos podem transformar o mundo a partir da educação e dos sonhos.</p><p><strong>Futuro</strong><br>O mural permanece como lembrete diário de que aprender é também sonhar e construir caminhos coletivos.<br>O sucesso da atividade inspira a continuidade de projetos que unam idioma, arte e propósito, fortalecendo a autoestima, a colaboração e o protagonismo estudantil.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-04-27 23:11:56 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Estatística e Gráficos</title>
         <author>rafascruz</author>
         <link>https://padlet.com/Ensina_Brasil/ConstruindoaCulturaqueQueremos/wish/3428008351</link>
         <description><![CDATA[<p>Visando potencializar o protagonismo dos estudantes aliado à necessidade de estimular o entendimento do que são gráficos e pesquisas estatísticas, os estudantes foram separados em grupos e definiram temas de pesquisa que realizaram na escola. Após a pesquisa, os estudantes foram instruídos na compilação de dados e construção de gráficos a partir das informações obtidas. Os estudantes ficaram livres para escolher o tema da pesquisa, a amostra, bem como os tipos de gráfico que iriam construir.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-04-28 12:56:25 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Construindo Poliedros</title>
         <author>rafascruz</author>
         <link>https://padlet.com/Ensina_Brasil/ConstruindoaCulturaqueQueremos/wish/3428009735</link>
         <description><![CDATA[<p>Para facilitar o entendimento do que são poliedros, bem como do cálculo da área deles, os estudantes da 2ª série foram divididos em grupo e instruídos na construção das figuras utilizando materiais como papelão palitos de picolé, papel, canudos etc.  O trabalho estimulou o protagonismo dos estudantes, bem como o trabalho coletivo, auxiliando no entendimento do conteúdo e facilitando a aplicação nas avaliações escolares e no dia a dia de cada um.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-04-28 12:57:24 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Pequenos grupos, grandes conquistas</title>
         <author>camilabarroseng</author>
         <link>https://padlet.com/Ensina_Brasil/ConstruindoaCulturaqueQueremos/wish/3428185453</link>
         <description><![CDATA[<p>Corrigir exercícios em sala pode ser um desafio. Se ficamos no quadro, apenas transmitindo respostas, os alunos que mais precisam são os primeiros a se desconectar. Foi assim que me vi e, diante disso, me perguntei: Como tornar a correção das atividades uma experiência mais ativa e intencional para meus alunos?</p><p><br></p><p>Como ideia inicial, gostaria de empoderar meus alunos, então, dividi a turma em grupos e cada um ficou responsável por resolver e apresentar uma questão no quadro, como um sala de aula invertida. Assim, acreditei que, ao explicarem suas maneiras de pensar, consolidariam o aprendizado e incentivariam os demais, despertando a atenção de todos. Contudo, percebi um problema: muitos tremiam só de pensar em falar em público.</p><p><br></p><p>Em uma turma do 1º ano, uma aluna se aproximou de mim, quase em lágrimas: ‘Professora, eu não consigo!’ Ela não estava sozinha, pois outros também compartilharam o medo de se expor entre eles e também a mim.</p><p><br></p><p>Com isso, mudei a estratégias e criei estações de aprendizagem: cada grupo dominava uma questão e, em vez de apresentar para a sala toda, explicava para pequenos grupos que rodavam, por estações, pela classe. Cronometrei o tempo para manter o ritmo e o foco. </p><p><br></p><p>O Milagre dos pequenos grupos:</p><p>A sala ficou muito engajada. Os alunos, agora especialistas em suas questões, repetiam suas explicações várias vezes, de forma que sua confiança estava cada vez mais alta e o sentimento de domínio do conteúdo tomava conta de cada um. </p><p><br></p><p>Por fim, acredito que o maior triunfo dessa prática foi ver aqueles alunos, antes tenso e com muitas incertezas, agora fazendo parte de um momento muito rico de aprendizagem coletiva.</p><p>Quem ensina, aprende.</p><p><br></p><p>Obs: A aluna, que relatou não conseguir falar em público, havia explicado a resolução de sua questão para toda sua turma, no seu tempo e do seu jeito.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-04-28 14:41:46 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Manchete de jornal </title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/Ensina_Brasil/ConstruindoaCulturaqueQueremos/wish/3430632966</link>
         <description><![CDATA[<p>Estou responsável por uma disciplina eletiva de direitos humanos, e nela tenho como foco a abordagem de questões sociais e grupos minoritários da sociedade. Dentre as temáticas, em uma das semanas trabalhei com os alunos sobre o que seria machismo e feminismo, visando desmistificar alguns conceitos preconceituosos, compreender o contexto histórico de cada movimento e suas consequências.&nbsp;</p><p><br/></p><p>Após uma roda de conversa sobre as temáticas, solicitei que os alunos construíssem uma manchete de jornal que retratasse consequências do machismo, podendo se basear em casos reais encontrados na internet. Eles utilizaram o chromebook que é disponibilizado pela escola para pesquisa, e em seguida construíram em duplas as manchetes de forma criativa.&nbsp;</p><p><br/></p><p>A atividade teve como objetivo promover a reflexão crítica dos alunos sobre os impactos sociais do machismo por meio da análise e ressignificação de casos reais, incentivando a desconstrução de estereótipos de gênero e a valorização do feminismo como movimento de equidade. Foi interessante observar que nenhum dos grupos repetiu algum caso existente, e então pudemos refletir sobre a quantidade de casos graves que existem na sociedade, e a importância de lutarmos contra isso. Os alunos se empenharam bastante para a construção, e se mostraram participativos ao tirarem suas dúvidas.</p><p><br></p>]]></description>
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         <pubDate>2025-04-30 00:11:26 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Diário medieval e mapa do feudo</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/Ensina_Brasil/ConstruindoaCulturaqueQueremos/wish/3430640357</link>
         <description><![CDATA[<p><br/></p><p>Durante as aulas com os segundos anos comecei a observar que eles não estavam se conectando tanto com o conteúdo proposto, havendo sempre uma tentativa de copiar algum conteúdo pronto ou decorar as informações levadas para sala de aula.&nbsp;</p><p><br/></p><p>Nesse sentido, como atividade para fixação do conteúdo, resolvi propor para as turmas a construção de um diário medieval, somado a um mapa do feudo, que seriam as representações escritas e em desenho da temática que estava sendo trabalhada, a idade média. A atividade foi passada de forma individual e o comando para execução foi que cada um/uma deveria escolher um personagem presente na idade média, podendo ser rei, nobreza, clero ou camponeses/servos. Após a escolha do personagem precisaria descrever no diário o que estava acontecendo no seu dia a dia, tendo em vista os principais eventos e características presentes nessa fase histórica, além de desenhar como era o seu feudo, base econômica da idade média.</p><p><br/></p><p>Essa atividade tinha por objetivo fazer com que cada estudante se conectasse mais a história, ao passo que para construir precisariam também revisar o conteúdo, entendendo seus eventos e características. Além disso, exercitaram a criatividade e escrita, que também se apresentam como dificuldades para boa parte deles. Com a elaboração dos trabalhos e os feedbacks de construção, pude constatar o quanto eles aprenderam de uma forma mais fluída, assimilando mais facilmente a temática.&nbsp;</p><p><br></p>]]></description>
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         <pubDate>2025-04-30 00:16:59 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Criando vídeos com trigonometria</title>
         <author>rafascruz</author>
         <link>https://padlet.com/Ensina_Brasil/ConstruindoaCulturaqueQueremos/wish/3431590314</link>
         <description><![CDATA[<p>Para estimular o entendimento dos conceitos trigonométricos de seno, cosseno e tangente, os estudantes precisaram criar vídeos explicando conceitos e aplicação deles na vida cotidiana, além de exemplificar a utilização através de cálculos. Alguns alunos optaram por realizar entrevistas na escola, potencializando o impacto da aplicação do trabalho. A partir do desenvolvimento dos vídeos, os estudantes potencializaram seus conhecimentos acerca do conteúdo além de conseguirem associar a matemática com sua vida cotidiana.</p><p><br/></p><p>Segue link para assistir um dos vídeos: <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://www.youtube.com/watch?v=3KjJTKTW4LA">Trabalho de Matemática (Alunos do Colégio Militar) você sabe o quê é TANGENTE?</a></p>]]></description>
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         <pubDate>2025-04-30 12:07:31 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Atividade auditiva para compreender o conceito de paisagem.</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/Ensina_Brasil/ConstruindoaCulturaqueQueremos/wish/3431932261</link>
         <description><![CDATA[<p><strong>Contexto</strong></p><p>Estou ensinando Geografia para o 7º ano e me deparei com uma defasagem muito grande em relação ao conteúdo previsto na matriz curricular. Diante dessa situação, ao tentar ensinar aos alunos os conceitos geográficos para, posteriormente, trabalhar as diferentes paisagens dos territórios brasileiros, percebi que eles não conseguiam compreender o conceito de paisagem de forma a aplicá-lo na prática. Passei uma semana discutindo o assunto e, ao final, eles ainda não conseguiam escrever nem verbalizar, de forma coerente, sobre o conceito de paisagem.</p><p>&nbsp;</p><p><strong>Público</strong></p><p>Estudantes do 7º ano do Ensino Fundamental, matriculados no Colégio Estadual Duque de Caxias, localizado em Águas Lindas-GO. Apesar de, em 2024, o município ter sido considerado um dos cinco mais seguros do Centro-Oeste, a realidade vivida rebate esses dados. Vale ressaltar que a violência enfrentada na cidade não se resume apenas à "violência policial", mas se estende à violação constante de direitos sociais, entre eles, o direito à educação de qualidade.</p><p>&nbsp;</p><p><strong>Desafio</strong></p><p>O principal desafio foi a dificuldade dos alunos em compreender o conceito de paisagem (essencial para o avanço do conteúdo). Porém, de forma menos explícita, havia também o desafio de identificar a causa dessa dificuldade.</p><p>&nbsp;</p><p><strong>Solução</strong></p><p>Após uma reflexão mais sensível, foi possível identificar como causa da dificuldade a defasagem em leitura e interpretação, além da pouca contextualização utilizada na abordagem do tema. Ao perceber essa situação, tive a ideia de levar uma caixa de som para a sala e reproduzir sons de diferentes paisagens, pedindo aos alunos que anotassem os elementos paisagísticos percebidos. Por meio das respostas dadas durante a própria aula e, posteriormente, em outras atividades, foi possível perceber o êxito da proposta, pois os alunos (90%) passaram a conceituar a paisagem como o espaço que pode ser percebido por meio dos órgãos dos sentidos. Um exemplo marcante da atividade: ao reproduzir um som que remetia a uma festa, os alunos começaram a descrever cheiros e gostos daquele espaço. Alguns, inclusive, relataram que o som lembrava um ambiente vivido por eles nos finais de semana, com “cheiro e gosto de churrasco”.</p><p>&nbsp;</p><p><strong>Presente e Futuro</strong></p><p>Com a eficácia da atividade, a aula é constantemente relembrada pelos estudantes, que pedem para que seja realizada novamente. Assim, a estratégia vem sendo utilizada para reconhecer as diversidades culturais do território brasileiro, com a reprodução, no início de algumas aulas, de músicas tradicionais que remetem a uma das cinco regiões do Brasil, segundo o IBGE. Futuramente, pretendo implementar recursos visuais para instigar ainda mais o raciocínio dos meus alunos.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-04-30 16:34:34 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/Ensina_Brasil/ConstruindoaCulturaqueQueremos/wish/3431932261</guid>
      </item>
      <item>
         <title>#Voandoalto</title>
         <author>kelvinsilva9809</author>
         <link>https://padlet.com/Ensina_Brasil/ConstruindoaCulturaqueQueremos/wish/3431944673</link>
         <description><![CDATA[<p>No dia 15 de Abril, nós do projeto Águias do Serrote, fizemos uma aula de campo no parque Zoobotânico da Caatinga, mantido e administrado pelo 72° batalhão de infantaria de Petrolina. Na oportunidade tivemos uma aula com um instrutor do batalhão, professor, biólogo e médico veterinário sobre as plantas e animais da caatinga. Além da aula expositiva e da contemplação visual, os alunos tiveram a oportunidade de manusear alguns animais. Desta forma, podemos ensinar de forma prática conceitos geográficos, preservação ambiental e respeito a natureza, além de valorização da identidade local geográfica. </p>]]></description>
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         <pubDate>2025-04-30 16:45:33 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/Ensina_Brasil/ConstruindoaCulturaqueQueremos/wish/3431944673</guid>
      </item>
      <item>
         <title>GUICHÊ CANDIDATE-SE: ação do Projeto de Liderança Estudantil</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/Ensina_Brasil/ConstruindoaCulturaqueQueremos/wish/3440642504</link>
         <description><![CDATA[<p>MATHEUS MACIEL, SUELEN CRISTINA, VANDERLEIA PINHEIRO e WILLMARA MARQUES - ENSINAS 2024/2025 - PETROLINA/PE - ESCOLA MUNICIPAL PAULO FREIRE - PROJETO LIDERANÇA FREIREANA</p><p><br/></p><p>No pátio da escola, realizamos o <strong>Guichê Candidate-se, para estudantes interessados em serem Líderes de Turma</strong>, um momento de protagonismo e cidadania ativa! 🌟</p><p><br/></p><p><strong>Público-alvo: </strong>todas as turmas da escola - diurnas e noturnas do EJA</p><p><br/></p><p>Após duas semanas de aulas sobre <strong>política, democracia e movimento estudantil</strong>, os estudantes foram convidados a montar suas chapas com <strong>líder e vice-líder</strong>. A proposta foi refletir sobre o papel da representação e do diálogo coletivo.</p><p>Durante o guichê, os estudantes formalizaram sua candidatura, preencheram uma <strong>ficha com propostas iniciais</strong>, e refletiram sobre <strong>como podem contribuir com a turma</strong> e com a escola.</p><p>Receberam também um <strong>material</strong> <strong>parabenizando a candidatura</strong> com informações sobre:<br>✔️ Direitos e deveres do cargo;<br>✔️ Critérios para deferimento ou indeferimento das candidaturas da chapa;<br>✔️ A importância da escuta, da responsabilidade e da ação.</p><p><br/></p><p>Foi um momento inspirador de responsabilidade e participação! 💬<br>Seguimos rumo às campanhas e à votação democrática! 🤝📢</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-05-07 23:41:19 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/Ensina_Brasil/ConstruindoaCulturaqueQueremos/wish/3440642504</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Fósseis - Modelando o passado</title>
         <author>talithaleite</author>
         <link>https://padlet.com/Ensina_Brasil/ConstruindoaCulturaqueQueremos/wish/3445326066</link>
         <description><![CDATA[<p>Talitha Pires Borges Leite | E.E. Padre Ernesto Camilo Barreto</p><p>Aula diferenciada</p><p>6° ano | 2025</p><p><br/></p><p><strong>Contexto </strong></p><p>Compreender o processo de fossilização por meio da construção de modelos de fósseis com argila e brinquedos, estimulando a curiosidade científica e a percepção da importância dos fósseis como registros da história da vida na Terra, além de desenvolver habilidades manuais e de observação.</p><p><br/></p><p><strong>Personagens/Público alvo</strong></p><p>Alunos do 6° ano do ensino fundamental II</p><p><br/></p><p><strong>Desafio</strong></p><p>Toda aula prática com 6° ano pode ser desafiadora, os estudantes sempre muito empolgados e interessados pelas temáticas, possuem muita energia e são agitados, e muitas vezes o entusiasmos pode virar indisciplina. Mas são questões a serem combinadas e reforçadas em todo início de aula.</p><p><br/></p><p><strong>Solução</strong></p><p>A aula prática "Fósseis: Modelando o passado" ocorreu no mês de março com quatro turmas de 6° ano da<strong> E.E. Padre Ernesto Camilo Barreto</strong>. Os alunos exploraram o processo de fossilização ao construir modelos de fósseis com argila e ossos de dinossauro de brinquedo. O objetivo foi compreender a formação de fósseis em rochas sedimentares, estimulando a curiosidade científica e habilidades práticas. </p><p><br/></p><p><strong>Impacto e Futuro</strong></p><p>Ao longo do desenvolvimento das aula os alunos demonstraram compreensão sobre o processo de fossilização ao reproduzir diferentes tipos de fósseis utilizando argila e brinquedos, relacionando-os aos registros paleontológicos reais. Além disso, a atividade despertou o interesse pela paleontologia, incentivou a experimentação científica e aprimorou habilidades motoras e de observação. E fomentou a colaboração e trabalho em grupo entre os estudantes.</p><p><br/></p><p><br/></p><p><br/></p>]]></description>
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         <pubDate>2025-05-11 22:58:47 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/Ensina_Brasil/ConstruindoaCulturaqueQueremos/wish/3445326066</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Do barro nasce memória: Oficina de Argila </title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/Ensina_Brasil/ConstruindoaCulturaqueQueremos/wish/3445327329</link>
         <description><![CDATA[<p><strong>1. Contexto e Personagens – quem faz parte da minha história</strong></p><p>No primeiro bimestre de 2025, realizei uma oficina de argila com turmas de 6º ano do ensino fundamental. Os alunos, participantes como ceramistas, recriaram e interpretaram a produção artística de povos pré-colombianos da Amazônia. A oficina enfatizou o conhecimento, as técnicas e o legado desses povos ceramistas amazônicos, integrando-os como elementos centrais da narrativa histórica. Como professora, atuei como mediadora, orientando o processo criativo e estimulando a reflexão sobre a importância da memória, do patrimônio e do conhecimento ancestral. </p><p><strong>2. Desafio – O problema a ser superado pelo projeto</strong></p><p>O principal desafio pedagógico consiste em tornar o estudo das culturas ceramistas pré-colombianas da Amazônia significativo e envolvente para alunos do 6º ano. A abordagem tradicional, baseada em textos didáticos abstratos, é limitada no despertar do interesse e na compreensão profunda da importância histórica dessas culturas. A falta de contato direto com os materiais e o processo de criação artística realizado em uma aprendizagem passiva, distanciada da realidade dos alunos e desprovida de significado prático. O objetivo, portanto, era superar essa barreira metodológica, promovendo uma aprendizagem ativa e significativa por meio de uma experiência prática e imersiva. A proposta era que os alunos não apenas aprendessem sobre as culturas ceramistas, mas que também vivenciassem, mesmo que de forma simulada, o processo de criação e o significado cultural da cerâmica na vida desses povos. Isso visava construir uma ponte entre o conhecimento teórico e a experiência sensorial. </p><p><strong>3. Solução – Como o projeto aconteceu</strong><br>Para transpor a barreira entre o abstrato e o concreto, uma oficina de argila se configura como uma ponte. A oficina, precedida por uma breve introdução visual, permitiu uma experiência imersiva e significativa, conectando a teoria com a prática e transformando a aprendizagem passiva em um processo ativo e inovador. O processo, lúdico e colaborativo, transcendeu a mera atividade manual. Foi um "encontro" com o passado, uma experiência sensorial que permitiu aos alunos se conectarem com o material cultural dos povos amazônicos da pré-história brasileira.</p><p><strong>4. Impacto – A transformação gerada</strong><br>A oficina de argila não apenas conectou os alunos do 6º ano com o material, mas também com a importância de trabalhar com história e memória. A experiência sensorial de moldar a argila, que os deixou visivelmente empolgados e concentrados, tornou-se um veículo para a compreensão da construção da identidade cultural, do legado ancestral e da preservação do patrimônio. A participação ativa e liberada dos alunos foi notável ao longo de todo o processo. Ao reproduzir técnicas ancestrais, os alunos se apropriaram de um conhecimento histórico, dando significado e concretude a conceitos abstratos, construindo uma narrativa pessoal e coletiva sobre a herança cultural amazônica. A sala de aula, transcendeu a simples atividade prática, tornando-se um espaço de construção de memória e de fortalecimento da identidade cultural, graças ao envolvimento participativo e concentrado dos alunos. </p><p><strong>5. Futuro:</strong></p><p>No futuro, pretendo expandir o aprendizado sobre culturas pré-colombianas do Brasil através da arte, buscando parcerias com museus e explorando novas técnicas artísticas (pintura e modelagem). O objetivo é continuar utilizando o patrimônio histórico como uma ferramenta essencial para que os alunos se reconheçam como parte integrante e agentes ativos na construção de sua própria história, conectando o conteúdo aprendido com suas vivências.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-05-11 23:01:22 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>SUPER MÁRIO EM UMA AVENTURA MATEMÁTICA </title>
         <author>willmaramarques1</author>
         <link>https://padlet.com/Ensina_Brasil/ConstruindoaCulturaqueQueremos/wish/3449132622</link>
         <description><![CDATA[<p>WILLMARA MARQUES MONTEIRO - ENSINA 2024 - PETROLINA/PE - ESCOLA PAULO FREIRE (AÇÃO) </p><p><br/></p><p>No Dia da Matemática, promovemos uma oficina lúdica e criativa intitulada “Super Mário: em uma Aventura Matemática”, unindo arte, tecnologia e raciocínio lógico por meio da Pixel Art. A proposta foi envolver os alunos em uma experiência prática e divertida, explorando elementos matemáticos enquanto criavam versões do clássico jogo Super Mário.</p><p><br/></p><p>A oficina teve início com uma atividade manual, em que os alunos receberam quadriculados para desenhar, em pixel art no papel, personagens, cenários e itens do universo do Mário, como cogumelos, moedas, blocos e o próprio personagem. Nesse momento, foram trabalhadas noções importantes como localização espacial, simetria, proporção e contagem de quadrículas.</p><p><br/></p><p>Após a construção dos desenhos no papel, os alunos partiram para a versão digital da atividade, utilizando ferramentas de edição gráfica para criar suas próprias telas do jogo em estilo pixelado. Nessa etapa, além de reforçar os conteúdos matemáticos, os estudantes puderam exercitar a criatividade, o planejamento e o uso de recursos tecnológicos.</p><p><br/></p><p>A oficina foi um verdadeiro sucesso! Os alunos se divertiram enquanto aprendiam, mergulhando no mundo da matemática de forma significativa e inovadora. A experiência mostrou como a matemática pode estar presente em diferentes linguagens e contextos, despertando o interesse dos estudantes e promovendo a interdisciplinaridade.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-05-13 20:05:39 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>PORCENTAGEM E DIVERSÃO: UMA MATEMÁTICA QUE FAZ RIR</title>
         <author>willmaramarques1</author>
         <link>https://padlet.com/Ensina_Brasil/ConstruindoaCulturaqueQueremos/wish/3449138241</link>
         <description><![CDATA[<p>WILLMARA MARQUES MONTEIRO - ENSINA 2024 - PETROLINA/PE - ESCOLA PAULO FREIRE (AÇÃO)</p><p><br/></p><p>Na disciplina de Matemática, os alunos do 9º ano participaram de uma atividade lúdica e envolvente com o objetivo de compreender, na prática, como a porcentagem faz parte do nosso dia a dia. A proposta era simples, mas cheia de possibilidades: criar uma empresa fictícia, definir os produtos ou serviços oferecidos e elaborar anúncios promocionais com descontos para atrair os clientes.</p><p>A atividade estimulou o raciocínio matemático e o empreendedorismo, além de desenvolver habilidades como trabalho em equipe, planejamento e comunicação. Os alunos precisaram calcular os valores com desconto, pensar em estratégias de marketing e montar apresentações criativas para divulgar suas promoções.</p><p>E teve grupo que se superou na criatividade, transformando a apresentação em um verdadeiro show de ideias, com encenações, slogans cativantes e até jingles! Foi uma aula onde o aprendizado aconteceu de forma leve e divertida, mostrando que a matemática está presente em tudo — inclusive nas decisões de compra que fazemos todos os dias.</p><p>Mais do que aprender a calcular porcentagens, os alunos vivenciaram uma experiência que conectou teoria e prática de forma significativa. Afinal, aprender matemática também pode (e deve!) ser divertido!</p><p><br/></p>]]></description>
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         <pubDate>2025-05-13 20:12:11 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Certificação por desempenho</title>
         <author>jvictornorona</author>
         <link>https://padlet.com/Ensina_Brasil/ConstruindoaCulturaqueQueremos/wish/3449277025</link>
         <description><![CDATA[<p>A importância de incentivar e reconhecer nossos alunos!🏅<br></p><p>No inicio do ano, durante as dinâmicas de conhecer os alunos do 6º ano e fazer os combinados de convivência, deixei claro o que os alunos precisavam para ter um bom desempenho escolar.</p><p><br/></p><p>Ao longo do bimestre, os alunos vão esquecendo dos combinados iniciais, sendo importante relembra-los durante o bimestre inteiro.<br></p><p>Desse modo, ao final do 1º bimestre, decidi realizar uma certificação para os alunos que mais se destacaram, com base em critérios que compartilhei com toda a turma. Mais do que premiar as notas, considerei:<br><br>• Boa comunicação com os colegas<br>• Assiduidade<br>• Participação em sala de aula<br>• Nota da prova<br>• Realização das atividades</p><p>• Respeito ao próximo<br><br><br>A ideia foi mostrar, de forma clara e justa, o que valorizo e espero para os próximos bimestres.<br></p><p>Além de premiar esses alunos, aos demais, expliquei o que faltou para que recebessem também o certificado pelo seu desempenho, gerando assim uma turma mais engajada em busca da premiação para o segundo bimestre.</p><p><br>O que eu não esperava era ser surpreendido com um gesto de carinho: ganhei um “Certificado de Melhor Professor do Mundo”!<br><br>Esse reconhecimento por parte dos alunos me deixou extremamente feliz. cCom certeza, vai virar quadro na parede, para me lembrar todos os dias de que cada esforço tem propósito.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-05-13 23:24:35 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Game de Sobrevivência e cooperação</title>
         <author>jvictornorona</author>
         <link>https://padlet.com/Ensina_Brasil/ConstruindoaCulturaqueQueremos/wish/3449290372</link>
         <description><![CDATA[<p><br>Na disciplina de História do 6º ano, os alunos precisam compreender o conceito de evolucionismo e perceber como a adaptação foi essencial para o desenvolvimento da humanidade.<br><br>Pensando em tornar esse aprendizado mais significativo, desenvolvi uma atividade gamificada em que os próprios alunos precisavam se adaptar a diferentes situações-problema.<br><br>Criei um jogo de adaptação em que cada grupo representava uma tribo, com vantagens e desvantagens específicas — como a tribo dos Nômades ou a tribo do Fogo, por exemplo. Ao longo do jogo, cada tribo enfrentava desafios como a Era do Gelo ou uma grande seca, e os alunos precisavam, em grupo, encontrar soluções para garantir sua sobrevivência.<br><br>O resultado foi uma turma engajada, envolvida na dinâmica e que apresentou soluções criativas e coerentes com as características de suas tribos, demonstrando entendimento dos conceitos trabalhados ao longo do semestre.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-05-13 23:40:09 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Produção de Jornal sobre a Independência Americana</title>
         <author>jvictornorona</author>
         <link>https://padlet.com/Ensina_Brasil/ConstruindoaCulturaqueQueremos/wish/3449301969</link>
         <description><![CDATA[<p>Nas turmas do 8º ano os alunos estão estudando sobre as causas e e as consequências da Independência americana. </p><p>Sendo necessário que os alunos entendam qual foi o estopim para a indepêndencia, compreendendo o sentimento de revolta dos americanos, fiz uma atividade onde os alunos deveriam criar em duplas, um jornal noticiando alguma das leis impostas da Metrópole à Colônia. </p><p>Orientei os alunos a criar um nome do jornal, uma manchete chamativa, noticiar ao menos uma nova lei da metrópole, criar ilustrações, e adicionar entrevistas fictícias, com pessoas americanas ou com o próprio George Washington. </p><p>Dessa forma, os alunos puderam a partir da sua criatividade, estudar o conteúdo de história e a linguagem jornalistica, juntando assim dois componentes curriculares importantes.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-05-13 23:51:01 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Olimpíada Brasileira de Geopolítica</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/Ensina_Brasil/ConstruindoaCulturaqueQueremos/wish/3451155950</link>
         <description><![CDATA[<p>Neste ano, a Escola Juarez deu um passo importante ao inscrever uma turma pela primeira vez na Olimpíada Brasileira de Geopolítica (OBGP). A novidade trouxe entusiasmo aos alunos, que se empolgaram ao saber que poderiam concorrer a medalhas e representar a escola em um evento de alcance nacional. Mais do que uma competição, a OBGP é uma oportunidade de aprendizado que vai muito além das salas de aula.</p><p>A empolgação para conquistar uma medalha é real, mas os alunos entenderam que participar da OBGP é, por si só, um grande avanço. Eles estão ampliando seus horizontes, aprendendo a trabalhar em equipe, a respeitar diferentes pontos de vista e a desenvolver o pensamento crítico. Independentemente do resultado final, o mais importante é o conhecimento adquirido e a experiência vivida, que permanecerão com eles por toda a vida.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-05-14 20:45:54 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>A Biblioteca voltou!</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/Ensina_Brasil/ConstruindoaCulturaqueQueremos/wish/3451185557</link>
         <description><![CDATA[<p>A ausência de uma biblioteca na escola era um problema que impactava diretamente o acesso dos estudantes à leitura, à pesquisa e ao desenvolvimento de projetos. Sem esse espaço, faltava um ambiente adequado para atividades de concentração e aprofundamento de conteúdos trabalhados em sala de aula. Diante dessa necessidade, reestruturamos o espaço da biblioteca, que se encontrava fechado devido à lotação de estudantes. Com a reorganização, o local está sendo transformado em um ambiente multifuncional, voltado para o desenvolvimento de projetos pedagógicos, fortalecendo o vínculo entre alunos, professores e a escola.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-05-14 21:27:37 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Dream Tree - A Árvore dos Sonhos (plano de aula com foco em transformação social)</title>
         <author>barbaraliz2001</author>
         <link>https://padlet.com/Ensina_Brasil/ConstruindoaCulturaqueQueremos/wish/3457565943</link>
         <description><![CDATA[<p>Oie, Rede Ensina! Sou a Bárbara (Babi) Liz, e atuo como professora de inglês no CEPI JK, aqui em Águas Lindas de Goiás, dando aula para todas as turmas de ensino médio.</p><p><br/></p><p>Baseada em nosso último Lab Conecta, onde lemos o material da Ashoka sobre Transformação Social e recebemos a proposta de criar uma aula com ênfase nisso, é que veio a ideia da aula.</p><p><br/></p><p>Assim que surgiu a ideia da dinâmica da Árvore dos Sonhos, nossa Dream Tree, que consistiu em: após uma conversa com a turma do 3º A onde contei a história de uma personagem inspiradora na minha carreira profissional, uma menina chamada Sophia com quem fiz uma entrevista especial para o Setembro Dourado quando trabalhava para o g1 (<a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://g1.globo.com/sp/vale-do-paraiba-regiao/noticia/2021/09/26/jovem-inspira-nas-redes-ao-falar-com-leveza-sobre-diagnostico-de-cancer-a-doenca-nao-e-escolha-mas-como-passar-por-ela-sim.ghtml">https://g1.globo.com/sp/vale-do-paraiba-regiao/noticia/2021/09/26/jovem-inspira-nas-redes-ao-falar-com-leveza-sobre-diagnostico-de-cancer-a-doenca-nao-e-escolha-mas-como-passar-por-ela-sim.ghtml</a>), convidar os os alunos a pensarem nos próprios sonhos, em receios que eles tinham a respeito daquele sonho, e formas como cada um de nós poderia apoiar os colegas de sala.</p><p><br/></p><p>A ideia da aula era estimular empatia nos alunos, além do protagonismo juvenil, a escuta ativa, e a noção de impacto social positivo a partir de suas próprias trajetórias e sonhos.</p><p><br/></p><p>O momento foi muito especial para mim e para a turma, que nos emocionamos no processo, e ainda pudemos trocar um pouco sobre nossos planos pro futuro, além de apoiar os planos dos colegas.</p><p><br/></p><p>Nossa árvore ficou linda e está exposta na sala do 3º A para podermos conferir nossos sonhos de tempos em tempos. </p>]]></description>
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         <pubDate>2025-05-19 16:06:44 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Despertando a curiosidade científica: a investigação como prática na Escola de Tempo Integral Mãe Vitória</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/Ensina_Brasil/ConstruindoaCulturaqueQueremos/wish/3459241906</link>
         <description><![CDATA[<p>A proposta da escola de tempo integral, orientada pelo modelo pedagógico do <strong>Instituto de Corresponsabilidade pela Educação (ICE)</strong>, valoriza o <strong>desenvolvimento integral dos estudantes</strong>, combinando saberes acadêmicos, habilidades socioemocionais e práticas investigativas. Nesse contexto, o <strong>pensamento científico</strong> ocupa um papel central, estimulando os estudantes a <strong>questionar o mundo, observar fenômenos, formular hipóteses, testar ideias e construir argumentos fundamentados</strong>.</p><p>A vivência científica na escola amplia a autonomia intelectual, fortalece o raciocínio lógico e a criatividade, além de desenvolver a capacidade de <strong>dialogar com diferentes pontos de vista</strong> com base em dados e evidências. Ao praticar a investigação científica, os estudantes compreendem que a ciência não é apenas um conjunto de respostas prontas, mas um <strong>processo constante de descobertas e construção coletiva do conhecimento</strong>.</p><p>Nesse espírito, os estudantes do <strong>8º ano do Ensino Fundamental</strong> participaram de uma atividade prática que despertou a curiosidade e o olhar investigativo: utilizando <strong>lupas manuais</strong>, exploraram <strong>espécimes vegetais, minerais e insetos</strong>, observando detalhes que normalmente passariam despercebidos a olho nu. Durante a atividade, cada estudante fez <strong>registros e anotações de suas observações</strong>, levantou <strong>hipóteses sobre o que estava vendo</strong> e <strong>formulou perguntas investigativas</strong>.</p><p>Na etapa seguinte, em um ambiente de troca e escuta ativa, os estudantes <strong>compartilharam suas percepções com os colegas</strong>, discutindo <strong>semelhanças, diferenças e possíveis explicações</strong> para as características observadas. A mediação docente garantiu que a discussão se mantivesse ancorada em fundamentos científicos, ao mesmo tempo em que valorizava o protagonismo juvenil.</p><p>Atividades como essa demonstram que a <strong>escola é um espaço vivo de investigação</strong>, onde aprender significa <strong>experimentar, errar, refletir, debater e descobrir</strong>. É por meio dessas experiências significativas que a educação integral forma cidadãos críticos, capazes de compreender a complexidade do mundo e de atuar de forma responsável e transformadora na sociedade.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-05-20 12:16:13 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>PROJETO MATEMÁTICOS DO AMANHÃ: Empreendendo com Essências: Matemática Financeira na Prática</title>
         <author>matheusmacielmat</author>
         <link>https://padlet.com/Ensina_Brasil/ConstruindoaCulturaqueQueremos/wish/3461241451</link>
         <description><![CDATA[<p>O projeto "Empreendendo com Essências" visa proporcionar aos alunos uma experiência prática de empreendedorismo por meio da confecção e comercialização de velas aromatizantes, águas de cheiro e óleos essenciais. Com isso, os estudantes aprenderão conceitos de matemática financeira, como custo, lucro, capital inicial e precificação, além de desenvolverem habilidades socioemocionais e de trabalho em equipe. Ainda, visando o desenvolvimento para a vida, os alunos presentes nas fotos acima, protagonizaram falas pertinentes sobre suas vivências com o tema em questão, buscando um excelente empenho na criatividade e expondo seu marketing para os colegas e suas estratégias de argumentação para o convencimento do grupo. Os alunos impactados nessa primeira ação, foram do 6º ano D, onde desenvolvemos uma fachada para nossa loja e uma propaganda para a comercialização de nossas velas. Ainda, efetuamos uma "capacitação" para que eles aprendessem a utilizar o canva como ferramenta para elaboração e organização visual das ideias tidas inicialmente como abstratas.&nbsp;</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-05-21 12:31:48 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Olimpíada Brasileira de Foguetes</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/Ensina_Brasil/ConstruindoaCulturaqueQueremos/wish/3461824955</link>
         <description><![CDATA[<p>Nos últimos meses, nossos alunos do 7º e 8º ano do turno vespertino participaram da Olimpíada Brasileira de Foguetes (OBAFOG) e viveram uma experiência transformadora. Desde março, eles exploraram conceitos científicos de forma prática e criativa: construíram seus próprios foguetes, registraram cada etapa do processo em diários de bordo e trabalharam em equipe para realizar os lançamentos.<br><br>O resultado? Oito equipes participaram da iniciativa, e o foguete de maior alcance atingiu 109 metros — tudo isso no nosso primeiro ano na Olimpíada! ✨</p><p><br></p><p>Mais detalhes podem ser acompanhados no vídeo: <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://www.youtube.com/watch?v=n6bSlY459EM">https://www.youtube.com/watch?v=n6bSlY459EM</a>.<br><br>Essa ação foi idealizada e conduzida pelas professoras Larissa Feijó (<a rel="noopener noreferrer nofollow" class="x1i10hfl xjbqb8w x1ejq31n xd10rxx x1sy0etr x17r0tee x972fbf xcfux6l x1qhh985 xm0m39n x9f619 x1ypdohk xt0psk2 xe8uvvx xdj266r x11i5rnm xat24cr x1mh8g0r xexx8yu x4uap5 x18d9i69 xkhd6sd x16tdsg8 x1hl2dhg xggy1nq x1a2a7pz notranslate _a6hd" href="https://www.instagram.com/larissamfeijo/">@larissamfeijo</a>) e Caroline Trevelin (<a rel="noopener noreferrer nofollow" class="x1i10hfl xjbqb8w x1ejq31n xd10rxx x1sy0etr x17r0tee x972fbf xcfux6l x1qhh985 xm0m39n x9f619 x1ypdohk xt0psk2 xe8uvvx xdj266r x11i5rnm xat24cr x1mh8g0r xexx8yu x4uap5 x18d9i69 xkhd6sd x16tdsg8 x1hl2dhg xggy1nq x1a2a7pz notranslate _a6hd" href="https://www.instagram.com/carol.trevelin/">@carol.trevelin</a>), e só se tornou realidade graças ao envolvimento de toda a comunidade escolar. </p><p><br>Seguimos juntos construindo uma educação pública que inspira e transforma. 💙🚀</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-05-21 20:47:35 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>QUANDO O COTIDIANO DA FAVELA VIRA ROTEIRO: ESCREVENDO NOSSAS PRÓPRIAS HISTÓRIAS</title>
         <author>iagoohmenezes</author>
         <link>https://padlet.com/Ensina_Brasil/ConstruindoaCulturaqueQueremos/wish/3463506676</link>
         <description><![CDATA[<p>Na escola, onde tantas vezes a criatividade da juventude periférica é sufocada por estruturas rígidas, encontramos na arte um <strong>respiro necessário – e revolucionário</strong>. Como professor de História, acredito que educar também é abrir caminhos para que nossos estudantes escrevam e contem suas próprias versões do mundo.</p><p><br/></p><p>Nessa oficina de roteiro, parte do meu projeto de <strong>Comunicação Multimídia Escolar</strong> (que também engloba rádio-escola e revista digital), transformamos a sala de aula num laboratório de criação, onde a realidade da quebrada, da família, das ausências, dos sonhos e das resistências virou matéria-prima pra fazer <strong>cinema com alma e identidade</strong>.</p><p><br/></p><p>Trabalhamos com produções audiovisuais que retratam a juventude preta e periférica. Mais do que assistir, <strong>os alunos se viram nas telas</strong> – e se reconheceram nas tramas, nas estéticas, nos conflitos e nas linguagens. A partir disso, construíram seus próprios roteiros, com personagens inspirados nas suas vivências e nos desafios do cotidiano.</p><p><br/></p><p>Esse exercício não é só sobre cinema. É sobre <strong>dar voz, dar vez e dar espaço</strong>. É sobre mostrar que eles importam, que suas histórias têm valor e que a escola também pode ser lugar de afeto, criação e liberdade.</p><p><br/></p><p>E o melhor: esses roteiros vão virar filmes! Estamos dando os primeiros passos para uma <strong>mostra de cinema na escola</strong>, onde tudo será pensado e produzido por eles. Porque <strong>a favela não é só cenário — é protagonista.</strong></p><p><br/></p><p>🎥 Em breve: nossas histórias na tela.<br>📻 Comunicação que vem da base, com o coração da periferia.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-05-22 16:38:33 UTC</pubDate>
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         <title>Projeto Matemática 360</title>
         <author>icarlamoura</author>
         <link>https://padlet.com/Ensina_Brasil/ConstruindoaCulturaqueQueremos/wish/3463523452</link>
         <description><![CDATA[<p>Durante nosso último encontro, vimos um pouco sobre o Jogo da Onça!</p><p><br/></p><p>Jogo idealizado pelos povos indígenas brasileiros, o tabuleiro foi primordialmente traçado na terra e com utilização de pedras como peças.</p><p><br/></p><p>Durante a atividade, aprendemos sobre sua origem e as relações entre a construção do tabuleiro e sua jogabilidade com a matemática.</p><p><br/></p>]]></description>
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         <pubDate>2025-05-22 16:53:48 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/Ensina_Brasil/ConstruindoaCulturaqueQueremos/wish/3463523452</guid>
      </item>
      <item>
         <title>A Magia da Visualização Geométrica: Origami como Ferramenta de Aprendizagem e a Perpetuação da Cultura Matemática para o Desenvolvimento Social</title>
         <author>matheusmacielmat</author>
         <link>https://padlet.com/Ensina_Brasil/ConstruindoaCulturaqueQueremos/wish/3465355110</link>
         <description><![CDATA[<p>É nesse cenário que a <strong>visualização geométrica</strong> emerge como uma ponte poderosa para tornar a matemática mais acessível e tangível. E poucas ferramentas são tão eficazes e encantadoras para isso quanto as <strong>dobraduras de papel, os famosos origamis</strong>. Mais do que uma simples arte, o origami é uma prática que instiga a compreensão de conceitos geométricos complexos de forma lúdica e intuitiva. Ao dobrar um pedaço de papel, estamos manipulando ângulos, linhas, planos e volumes. Criamos polígonos, exploramos simetrias e até mesmo visualizamos transformações espaciais em três dimensões.</p><p>Através do origami, crianças e adultos podem experienciar a beleza da geometria, saindo do abstrato para o concreto. Eles não apenas memorizam fórmulas, mas <strong>compreendem a essência</strong> por trás delas. A criação de um cisne, um avião ou uma estrela de papel se torna um exercício prático de pensamento crítico, paciência e precisão. É uma maneira de <strong>aprender fazendo</strong>, de experimentar a matemática de forma divertida e engajadora, desmistificando a ideia de que ela é uma disciplina difícil e inatingível.</p><p>A perpetuação da cultura matemática não é apenas um luxo educacional; é uma <strong>necessidade para o desenvolvimento de uma sociedade próspera e inovadora</strong>. Uma população com forte base matemática está mais apta a analisar criticamente informações, tomar decisões informadas e se adaptar a um mundo em constante mudança. Ela impulsiona a pesquisa científica, a criação de novas tecnologias e a busca por soluções para os desafios globais, como a sustentabilidade e a saúde.</p><p>Incentivar o aprendizado da matemática por meio de abordagens como o origami é investir no <strong>capital intelectual</strong> de uma nação. É empoderar indivíduos com as ferramentas necessárias para não apenas consumir tecnologia, mas para criá-la e aprimorá-la. É desenvolver uma mentalidade de <strong>solução de problemas</strong>, que é aplicável em todas as esferas da vida, desde o cotidiano até os grandes dilemas da humanidade. Ao abraçarmos a matemática e suas diversas formas de expressão, como a arte do origami, estamos construindo as bases para um futuro mais inteligente, criativo e equitativo.</p><p>Quantitativo de alunos impactados por esta ação: 50 educandos (Oficina dividida em duas turmas)</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-05-24 01:34:12 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/Ensina_Brasil/ConstruindoaCulturaqueQueremos/wish/3465355110</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Karaokê em Sala de Aula: Desenvolvendo Oralidade, Interpretação e Expressão</title>
         <author>venanciopin</author>
         <link>https://padlet.com/Ensina_Brasil/ConstruindoaCulturaqueQueremos/wish/3466254362</link>
         <description><![CDATA[<ol><li><p>Essa prática foi realizada com os estudantes dos 8º anos A, B, C e D na CEI 03 Dr. Mário de Castro. A turma é formada por alunos com diferentes perfis, interesses e ritmos de aprendizagem. Como professor de Língua Portuguesa, busco constantemente estratégias que tornem as aulas mais dinâmicas, atrativas e significativas. Nesse contexto, percebi a necessidade de fortalecer as habilidades de oralidade, interpretação e expressão dos estudantes, além de criar momentos que favorecessem a integração, a autoconfiança e o protagonismo dos alunos no processo de aprendizagem. Assim, nasceu a ideia de utilizar o karaokê como ferramenta pedagógica, unindo música, emoção e aprendizado.</p></li><li><p>O principal desafio identificado foi a dificuldade dos alunos em se expressarem oralmente de forma clara, segura e confiante. Muitos demonstravam timidez, insegurança e pouca participação em atividades que exigiam exposição, além de dificuldades na interpretação de textos e no desenvolvimento da expressividade. Diante disso, surgiu a necessidade de criar uma proposta que tornasse o processo de desenvolvimento da oralidade mais leve, atrativo e significativo, rompendo com a ideia de que falar em público é apenas uma obrigação acadêmica, e mostrando que pode ser também um momento de conexão, diversão e aprendizado.</p></li><li><p>A proposta iniciou-se com a escolha da música <strong>“A Noite”</strong>, da cantora Tiê, por ser uma canção que traz sentimentos, reflexões e uma melodia acessível aos alunos. Em um primeiro momento, os estudantes ouviram a música, cantaram junto no formato de karaokê e vivenciaram a letra de forma descontraída e acolhedora. Na sequência, realizamos uma análise da letra, refletindo sobre os sentimentos, os sentidos presentes e as experiências que ela desperta. Posteriormente, os alunos foram convidados a ensaiar a música, tanto individualmente quanto em grupos, trabalhando aspectos como entonação, dicção, ritmo, expressão corporal e emocional. O ápice do projeto foi a apresentação da música, onde os alunos se sentiram protagonistas, superando a timidez e desenvolvendo suas habilidades de oralidade, interpretação e expressão.</p></li><li><p>A atividade gerou impactos muito positivos na turma. Foi possível perceber uma evolução significativa na segurança dos alunos ao se expressarem oralmente, além de maior desenvoltura, participação e integração durante as aulas. A atividade contribuiu para fortalecer a autoestima, promover o protagonismo estudantil e despertar o interesse pela linguagem, pela  interpretação e pela arte. Além disso, criou-se um ambiente mais acolhedor, onde os estudantes passaram a se sentir mais confortáveis para se expressar, tanto na fala quanto na escrita, compreendendo que aprender pode ser também leve, divertido e significativo.</p></li><li><p>Pretendo ampliar o uso da música como recurso pedagógico em sala de aula, explorando outros gêneros musicais, novas letras e diferentes propostas de análise, interpretação, produção textual e expressão oral. Também desejo incorporar atividades como criação de paródias, produção de podcasts, declamação poética e projetos interdisciplinares que integrem música, literatura e outros componentes curriculares, fortalecendo ainda mais o desenvolvimento da oralidade, da criatividade e do protagonismo dos estudantes.</p></li></ol><p><br/></p>]]></description>
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         <pubDate>2025-05-25 16:25:48 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Pantamath - De Aluno para Aluno</title>
         <author>antonioafernandes99</author>
         <link>https://padlet.com/Ensina_Brasil/ConstruindoaCulturaqueQueremos/wish/3466291305</link>
         <description><![CDATA[<p><strong>Contexto</strong></p><p>Nas primeiras semanas de aula, avaliações diagnósticas aplicadas revelaram defasagens significativas em conteúdos matemáticos. Diante disso, o projeto <em>Pantamath: De Aluno para Aluno</em> foi criado para auxiliar a realização da recomposição de aprendizagem em conteúdos de matemática , estimulando o protagonismo dos estudantes por meio da colaboração entre pares e orientação dos professores.</p><p><br></p><p><strong>Personagens / Público-alvo</strong></p><p>Estudantes do 6º, 7º e 8º ano do Ensina Fundamental e estudantes do 1º, 2º e 3º ano do Ensino Médio da EE. José Barnabé de Mesquita em Cuiabá - MT.</p><p><br></p><p><strong>Desafio</strong></p><p>O principal desafio do projeto é promover a recomposição da aprendizagem em Matemática, especialmente de conteúdos que deveriam ter sido consolidados em anos anteriores. Muitos alunos chegam ao 7º e 8º ano, por exemplo, com defasagens significativas, o que compromete o avanço nos novos conteúdos.</p><p><br></p><p><strong>Solução</strong></p><p>Diante da necessidade de recompor aprendizagens de anos anteriores, o projeto propôs uma abordagem inovadora: aliar essa recomposição ao protagonismo estudantil. A ideia é envolver alunos de séries anteriores, como o 6º ano, em ações colaborativas com os alunos do 7º ano. Por exemplo, uma dupla voluntária do 6º ano que está estudando um conteúdo relevante para a recomposição do 7º ano será orientada pelos professores a aprofundar esse tema por meio de pesquisa e, posteriormente, apresentá-lo em parte de uma aula para os colegas do 7º ano. Dessa forma, os alunos do 6º ano reforçam seus próprios conhecimentos, desenvolvem habilidades de comunicação e assumem um papel ativo na aprendizagem. Ao mesmo tempo, contribuem diretamente para a recomposição dos colegas, tornando o processo mais significativo e colaborativo.<br></p><p><strong>Impacto</strong><br>O impacto do projeto tem sido positivo e visível. Os alunos dos anos anteriores, como o 6º ano, vêm se desenvolvendo, ganhando confiança, perdendo a timidez e consolidando seu aprendizado, o que aumenta o engajamento nas aulas. Já os alunos dos anos seguintes, como o 7º ano, relembram conteúdos essenciais e se sentem desafiados a também assumirem esse papel no futuro, criando um ciclo de aprendizado.</p><p><br></p><p><strong>Futuro</strong></p><p>O projeto ainda está em andamento e vem apresentando resultados promissores. Novas expansões estão sendo consideradas, como a gravação de vídeos pelos próprios alunos, permitindo que os conteúdos fiquem disponíveis para consultas futuras. Essa iniciativa não só reforça o aprendizado, como também amplia o alcance do projeto e incentiva a participação de mais estudantes voluntários.<br></p>]]></description>
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         <pubDate>2025-05-25 17:47:45 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/Ensina_Brasil/ConstruindoaCulturaqueQueremos/wish/3466291305</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Versos da noite; Vozes do coração!</title>
         <author>venanciopin</author>
         <link>https://padlet.com/Ensina_Brasil/ConstruindoaCulturaqueQueremos/wish/3466292927</link>
         <description><![CDATA[<ol><li><p>O projeto foi desenvolvido com os 8º anos A, B, C e D. A atividade surgiu como continuação de um trabalho anterior com a música <strong>“A Noite”</strong>, da cantora Tiê, que serviu de inspiração para reflexões sobre sentimentos, vivências e linguagem poética.</p><p>A partir dessa experiência, os alunos foram desafiados a produzir poesias autorais, colocando em palavras suas emoções e interpretações. Como culminância, organizamos um mural expositivo na escola para valorizar essas produções e compartilhar com toda a comunidade escolar.</p></li><li><p>O principal desafio era estimular os alunos a se sentirem capazes de se expressar por meio da escrita poética, superando a insegurança, o medo de julgamentos e a crença de que poesia é algo distante de suas realidades.</p><p>Além disso, havia a necessidade de tornar o processo de escrita mais significativo, leve e atrativo, mostrando que a poesia pode surgir de sentimentos, vivências e inspirações cotidianas, e não apenas de regras rígidas ou de textos complexos.</p></li><li><p>A solução foi partir de algo que despertasse interesse dos alunos: a música. Utilizamos a canção <strong>“A Noite”</strong>, de Tiê, para trabalhar interpretação, oralidade e expressão dos sentimentos. Após análise da letra e atividades de sensibilização, os alunos foram convidados a transformar as reflexões em produções poéticas autorais. Finalizamos o projeto com a construção de um <strong>mural na escola</strong>, onde as poesias foram expostas de forma criativa e visualmente atrativa, permitindo que toda a comunidade escolar conhecesse e valorizasse os talentos dos estudantes.</p></li><li><p>O projeto gerou um impacto muito positivo nas turmas, promovendo o desenvolvimento da autoconfiança, da criatividade e da capacidade de se expressar por meio da escrita. Muitos alunos que antes se mostravam tímidos ou inseguros se sentiram motivados a participar e compartilhar suas produções. Além disso, a exposição no mural valorizou o protagonismo dos estudantes, despertando neles o orgulho pelas próprias criações e fortalecendo o vínculo com a escola, que se tornou um espaço de expressão, escuta e reconhecimento.</p></li><li><p>Pretendo ampliar essa proposta, trabalhando outros gêneros textuais de forma interdisciplinar, sempre partindo de elementos que despertem o interesse dos alunos, como músicas, filmes e arte em geral.</p><p>Também desejo transformar essas produções em saraus, rodas de leitura e outros eventos culturais na escola, fortalecendo ainda mais a valorização da oralidade, da escrita e da expressão artística dos estudantes.</p></li></ol>]]></description>
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         <pubDate>2025-05-25 17:51:35 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Propaganda maluca: desenvolvendo criatividade, persuasão e trabalho em equipe</title>
         <author>venanciopin</author>
         <link>https://padlet.com/Ensina_Brasil/ConstruindoaCulturaqueQueremos/wish/3466300546</link>
         <description><![CDATA[<ol><li><p>A proposta foi desenvolvida com os 8º anos A, B, C e D composta por estudantes com idades variadas e níveis diferentes de habilidades em escrita e expressão oral. Os personagens principais desta história são os próprios alunos, organizados em grupos para estimular a colaboração e a troca de ideias. O professor atua como mediador e facilitador, orientando, apoiando e incentivando a criatividade durante todo o processo. O contexto é a sala de aula, ambiente que favorece o diálogo, a experimentação e a aprendizagem ativa, onde se promove o desenvolvimento de competências comunicativas por meio do gênero textual propaganda.</p></li><li><p>O principal desafio proposto aos estudantes é a produção de uma propaganda criativa e persuasiva a partir de um objeto inusitado e aparentemente sem valor comercial, como um tijolo velho ou uma bola furada. Esse desafio exige que os alunos analisem as características do objeto, identifiquem possibilidades de uso ou atributos interessantes, e criem um texto que consiga convencer um público a valorizar aquele produto. Além disso, precisam trabalhar em grupo para organizar ideias e apresentar uma mensagem coerente, desenvolvendo habilidades de comunicação, criatividade e cooperação.</p></li><li><p>Os estudantes foram organizados em grupos e receberam a tarefa de criar uma propaganda para um objeto inusitado, escolhido por meio de uma roleta digital preparada previamente pelo professor. Após o sorteio, cada grupo refletiu sobre as características do objeto e iniciou a produção escrita da propaganda em uma cartolina,  utilizando recursos persuasivos e criativos para convencer o público. O professor acompanhou o processo, orientando e estimulando o trabalho colaborativo. Ao final, se o tempo permitiu, alguns grupos apresentaram suas produções, promovendo a socialização dos resultados e uma reflexão sobre o gênero textual propaganda.</p></li><li><p>A atividade proporcionou aos estudantes o desenvolvimento de habilidades importantes, como o pensamento crítico, a criatividade e a capacidade de persuasão por meio da linguagem. Ao enfrentar o desafio de promover objetos inusitados, os alunos ampliaram sua visão sobre o poder da propaganda e a influência da comunicação em diferentes contextos. Além disso, a dinâmica em grupos fortaleceu o trabalho colaborativo e a troca de ideias, contribuindo para a construção de uma aprendizagem mais ativa e significativa. Essa experiência também despertou o interesse pela linguagem publicitária e incentivou a valorização da escrita como ferramenta de expressão e convencimento.</p></li><li><p>Pretendo aprofundar o trabalho com gêneros textuais relacionados à comunicação persuasiva, ampliando o repertório dos estudantes com atividades que envolvam análise crítica de propagandas reais, produção de vídeos e outras mídias publicitárias. Também planejo explorar mais estratégias colaborativas para estimular o protagonismo dos alunos e fortalecer habilidades de argumentação oral e escrita. Além disso, desejo promover avaliações formativas que considerem tanto o processo quanto o produto, incentivando a reflexão contínua sobre o uso da linguagem em diferentes contextos sociais.</p></li></ol>]]></description>
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         <pubDate>2025-05-25 18:08:57 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Biblioteca Coração Pulsante</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/Ensina_Brasil/ConstruindoaCulturaqueQueremos/wish/3467765595</link>
         <description><![CDATA[<p><strong>Nome do projeto</strong><br>Biblioteca Coração Pulsante<br>Coordenado por <strong>Katiane Machado Cezimbra,</strong> professora da Escola Estadual Prof. Rafael Rueda, localizada no bairro Pedra 90, em Cuiabá-MT.<br>Coautoria de <strong>Alison Rodrigues dos Santos</strong>.</p><p><strong>Projeto:</strong><br>Inscrito no Edital FAPEMAT Nº 002/2025 – Programa Pesquisa e Inovação na Escola (PIE).</p><p><strong>1. Contexto e Personagens</strong></p><ul><li><p>Projeto desenvolvido na ETI Prof° Rafael Rueda em Cuaibá, que enfrenta dificuldades na alfabetização, especialmente nos anos finais do Ensino Fundamental e Ensino Médio.</p></li><li><p>Principais personagens: estudantes do 9º ano e do 3º ano do Ensino Fundamental (muitos ainda não plenamente alfabetizados), equipe pedagógica e Grêmio Estudantil.</p></li><li><p>Bolsistas júnior: Hillary Thayllor (9ºB), Eduardo Victor (9ºB) e Victorugo (3ºA), acompanhados no desenvolvimento de competências leitoras e escritoras.</p></li><li><p>Bolsista voluntário: Eduardo Maximiliano (3ºA).</p></li><li><p>Coautor: Alison Rodrigues dos Santos colaborando no planejamento e execução.</p></li></ul><p><strong>2. Desafio – O Problema a ser superado pelo projeto</strong></p><ul><li><p>Biblioteca desativada, vista apenas como depósito de livros.</p></li><li><p>Ausência de profissionais especializados e falta de estímulo à leitura.</p></li><li><p>Espaço inutilizado, refletindo nos baixos índices de desempenho escolar.</p></li><li><p>Analfabetismo completo dos respectivos estudantes bolsistas.</p></li></ul><p><strong>3. Solução – Como o projeto funciona</strong></p><ul><li><p>Revitalização da biblioteca com novos livros, almofadas, puffs, estantes, computadores.</p></li><li><p>Organização e catalogação do acervo para maior acessibilidade.</p></li><li><p>Levantamento via formulário de títulos/acervo de maior interesse dos estudantes para ser adquirido.</p></li><li><p>Formação de grupos de estudo liderados pelos estudantes, com apoio do Grêmio Estudantil, promovendo protagonismo e autonomia.</p></li><li><p>Sistema de rotação de livros com acompanhamento pedagógico.</p></li><li><p>Biblioteca aberta em horários estratégicos, tornando-se espaço acolhedor para leitura, estudo e descanso.</p></li><li><p>Amostragem para monitoramento contínuo das habilidades de leitura e escrita de cinco estudantes do 9º ano e cinco do 3º ano, visando intervenções pedagógicas e melhoria no SAEB.</p></li></ul><p><strong>4. Impacto – A transformação gerada</strong></p><ul><li><p>Projeto em andamento, sem resultados definitivos ainda, mas com avanços significativos.</p></li><li><p>Biblioteca se tornou espaço vibrante, acessível e querido pelos estudantes.</p></li><li><p>Aumento do interesse pela leitura e protagonismo estudantil.</p></li></ul><p><strong>5. Futuro – A continuidade e o potencial de expansão</strong></p><ul><li><p>Objetivo central: ao final do ano, bolsistas do 9º e 3º ano consigam identificar o alfabeto, garantindo avanços concretos em alfabetização.</p></li><li><p>Expectativa de impacto positivo nos índices educacionais, especialmente no SAEB, fortalecendo a qualidade da educação na escola.</p><p>Mais do que revitalizar o espaço físico, o projeto visa revitalizar sonhos, saberes e possibilidades.</p></li></ul>]]></description>
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         <pubDate>2025-05-26 16:21:09 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Aprendendo Geografia na Prática </title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/Ensina_Brasil/ConstruindoaCulturaqueQueremos/wish/3467943899</link>
         <description><![CDATA[<p><strong>Contexto e Desafio</strong></p><ul><li><p>Vivência de aprendizagem realizada com os meus estudantes do <strong><em>1º ano do Ensino Médio</em></strong>, curiosos e cheios de energia. Até então, eles nunca tinham tido contato com uma bússola, nem experimentado, de fato, o que significa se orientar no espaço. Estávamos estudando os pontos cardeais e as diferentes maneiras de se localizar, mas senti que eles precisavam mais do que explicações teóricas: precisavam sentir, ver e praticar!<strong> </strong></p></li><li><p><strong>O desafio era claro</strong>: como transformar um conteúdo abstrato em uma experiência real, significativa, que despertasse a curiosidade e fortalecesse a autonomia dos estudantes? Como mostrar que geografia é muito mais do que mapas impressos, mas uma ferramenta poderosa para se localizar e entender o mundo?</p></li></ul><p><strong>Solução e Impacto</strong></p><ul><li><p><strong>A resposta veio através da seguinte proposta</strong>: levei os estudantes ao pátio da escola, entreguei-lhes bússolas — objeto que nunca haviam manuseado antes — e os convidei a desvendar, com suas próprias mãos, onde estava o Norte, o Sul, o Leste e o Oeste. Divididos em grupos, eles identificaram e marcaram os pontos cardeais e, a partir dessa vivência, criaram um croqui/mapa da escola, localizando-a com precisão a partir da orientação feita com a bússola. Mas fomos além: desafiei eles a localizarem a escola e o bairro dentro da cidade de Cuiabá, utilizando mapas e referências urbanas. Assim, eles perceberam que se localizar não é apenas uma habilidade escolar, mas uma competência essencial para a vida.</p></li><li><p><strong>O impacto foi muito positivo</strong> e, acima de tudo, visível no envolvimento dos estudantes. No início, muitos demonstraram certa dificuldade e insegurança ao usar a bússola, mas aos poucos foram se familiarizando com o instrumento e entendendo a lógica das direções. Foi interessante perceber como, através da prática, eles passaram a compreender melhor a importância da orientação espacial e a reconhecer que a geografia vai além dos livros: está presente no dia a dia, nos trajetos que fazemos e nas escolhas que tomamos.</p></li><li><p>Além do aprendizado técnico,<strong> a atividade estimulou a colaboração e o trabalho em grupo</strong>, aspectos fundamentais para o desenvolvimento de competências sociais. Nem todos se destacaram da mesma forma, mas a maioria se envolveu ativamente e conseguiu superar as dificuldades iniciais, mostrando que aprender fazendo é, de fato, uma das maneiras mais eficazes de consolidar conhecimentos.</p></li></ul><p><br></p>]]></description>
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         <pubDate>2025-05-26 21:23:17 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Projeto Cri-Ação</title>
         <author>davyssonmaycon876</author>
         <link>https://padlet.com/Ensina_Brasil/ConstruindoaCulturaqueQueremos/wish/3468227845</link>
         <description><![CDATA[<p><strong>Projeto Cri-Ação</strong></p><p><br/></p><p>O Projeto Cri-Ação tem como público-alvo estudantes com idades entre 12 e 13 anos, a maioria deles apresentando dificuldades de aprendizagem, mas demonstrando interesse significativo em aprender. O projeto surgiu diante da necessidade de promover a recomposição das aprendizagens, bem como o fortalecimento das habilidades socioemocionais, aspectos essenciais para o desenvolvimento integral dos alunos.</p><p><br/></p><p>Entre seus objetivos, destacam-se: o desenvolvimento de competências socioemocionais, como empatia, autocontrole, cooperação e perseverança; a promoção de relações intra e interpessoais mais saudáveis; o estímulo ao protagonismo estudantil por meio de atividades criativas e expressivas; e a oferta de experiências pedagógicas que favoreçam a retomada de conteúdos fundamentais.</p><p><br/></p><p>A metodologia do projeto é fundamentada em práticas pedagógicas ativas, que valorizam a participação dos estudantes, tais como rodas de conversa, oficinas interdisciplinares, jogos cooperativos, atividades lúdicas e avaliações formativas focadas no processo de aprendizagem.</p><p><br/></p><p>Espera-se, como resultados, a ampliação do engajamento dos alunos, a melhoria da convivência escolar, avanços significativos na aprendizagem e o fortalecimento da autonomia e da consciência crítica dos estudantes.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-05-27 01:35:02 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Brasil em 5 tons: Um giro cultural com o Cri-Ação</title>
         <author>davyssonmaycon876</author>
         <link>https://padlet.com/Ensina_Brasil/ConstruindoaCulturaqueQueremos/wish/3468243935</link>
         <description><![CDATA[<p>Como parte das ações do Projeto Cri-Ação, foi realizada uma atividade voltada ao fortalecimento das culturas e dos conhecimentos relacionados às cinco regiões do Brasil. A proposta teve como objetivo promover a valorização da diversidade cultural brasileira, desenvolver habilidades socioemocionais e estimular o conhecimento geoespacial dos alunos, por meio da interdisciplinaridade entre as áreas de Geografia, História, Língua Portuguesa e Artes.</p><p><br></p><p>Na ocasião, os estudantes organizaram estandes temáticos, representando as diferentes regiões do país. No vídeo em destaque, os alunos Kauany Vitória e Pedro Henrique, ambos com 12 anos, apresentam o estande da Região Norte, abordando elementos característicos como a culinária típica, a economia local, as danças tradicionais, lendas populares, entre outros aspectos culturais. A atividade promoveu o protagonismo estudantil, o trabalho em equipe e o respeito à diversidade, ao mesmo tempo em que favoreceu a construção de saberes de forma lúdica e significativa.</p><p><br></p><p>Essa ação reforça o compromisso do Projeto Cri-Ação com uma educação que integra conteúdos curriculares e competências socioemocionais, contribuindo para uma formação mais completa e engajada dos estudantes.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-05-27 01:42:24 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title> Matemática e Consciência Social na Prática!</title>
         <author>flaviajusto18</author>
         <link>https://padlet.com/Ensina_Brasil/ConstruindoaCulturaqueQueremos/wish/3470135092</link>
         <description><![CDATA[<p>&nbsp;Nossa turma viveu uma experiência muito especial: unimos matemática com reflexão social, falando sobre <strong>diversidade racial, respeito e antirracismo.</strong> 💛🖤🤎🤍❤️</p><p>Os alunos realizaram uma <strong>entrevista sobre autodeclaração racial</strong>, de forma anônima, respeitosa e voluntária. A partir das respostas, coletaram, organizaram e analisaram os dados, construindo tabelas e gráficos para visualizar a diversidade presente na nossa turma. </p><p>Além de trabalhar porcentagens e interpretação de dados, esse momento trouxe muita reflexão sobre empatia, respeito e a importância de valorizar cada identidade. 💡💬</p><p>Porque aprender também é reconhecer as diferenças, combater preconceitos e construir um mundo mais justo e acolhedor. ✊🏾✨</p><p><br></p>]]></description>
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         <pubDate>2025-05-28 02:21:55 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Química que Se Move: Explorando a Eletroquímica</title>
         <author>radnamaluf</author>
         <link>https://padlet.com/Ensina_Brasil/ConstruindoaCulturaqueQueremos/wish/3471037027</link>
         <description><![CDATA[<p><strong>1-Contexto e Personagens</strong></p><p>Na escola Centro Educa Mais João Francisco Lisboa, em São Luís do Maranhão, a turma do 2º ano do ensino médio vivenciou uma aula prática de Eletroquímica conduzida pela professora Radna Santos Maluf e seus alunos. 💡✨👩‍🏫</p><p><strong>2 - Desafio</strong></p><p>O objetivo da aula foi tornar o conteúdo teórico mais próximo da realidade dos estudantes, despertando o interesse e facilitando a compreensão das reações eletroquímicas. O grande desafio era justamente esse: superar a dificuldade dos alunos em visualizar e compreender conceitos abstratos como oxirredução e corrosão, que muitas vezes são apresentados apenas de forma teórica e distante do cotidiano. </p><p>A solução encontrada foi a realização de três experimentos simples, mas altamente eficazes. </p><p><strong>3 - Como a aula funcionou?</strong></p><p>O primeiro consistiu na mistura de refrigerante com água sanitária, para observar a reação e discutir a liberação de gases e alterações químicas 🥤. </p><p>O segundo, no corte de uma maçã, aplicando suco de limão em apenas uma das bandas, para demonstrar o papel dos antioxidantes 🍋🍎.</p><p>O terceiro, no contato direto entre pilhas palito e palha de aço, evidenciando a corrosão e a condução de corrente elétrica 🔋🔥. </p><p><strong>4 - Impacto e Futuro</strong></p><p>A participação ativa dos alunos, aliada às explicações claras da professora, resultou em uma compreensão mais concreta e significativa do conteúdo, despertando o interesse e a curiosidade científica da turma. </p><p>Como impacto, os estudantes demonstraram maior segurança e entusiasmo ao discutir os fenômenos eletroquímicos, percebendo a aplicação prática desses conhecimentos em seu dia a dia. 💡🔍✨🧑‍🔬</p><p>E como atividade, os alunos criaram um relatório de prática para facilitar as discussões e os resultados nas próximas aulas. Aqui aprendemos sempre de forma criativa e dinâmica.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-05-28 13:48:57 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Moléculas em Movimento: Construindo a Química em 3D</title>
         <author>radnamaluf</author>
         <link>https://padlet.com/Ensina_Brasil/ConstruindoaCulturaqueQueremos/wish/3471051368</link>
         <description><![CDATA[<p><strong>1-Contexto e Personagens</strong></p><p>Na escola Centro Educa Mais João Francisco Lisboa, em São Luís do Maranhão, a turma do 3º ano do ensino médio participou de uma aula prática de Química Orgânica, conduzida pela professora Radna Santos Maluf com o envolvimento ativo dos alunos. </p><p><strong>2 - Desafio </strong></p><p>O objetivo da aula foi facilitar a compreensão das estruturas e funções das moléculas orgânicas, aproximando o conteúdo teórico da prática e tornando o aprendizado mais visual e concreto. O principal desafio era superar a dificuldade dos estudantes em visualizar as moléculas tridimensionalmente, já que, muitas vezes, elas são apresentadas apenas em representações planas nos livros didáticos. </p><p><strong>3 - Como a aula funcionou?</strong></p><p>A solução encontrada foi o uso de kits de modelagem molecular em 3D, onde cada bolinha colorida representava um elemento químico com uma função específica, permitindo que os alunos montassem e manipulassem as estruturas das moléculas de forma interativa. </p><p><strong>4 - Impacto e Futuro</strong></p><p>Como impacto, a aula proporcionou uma aprendizagem mais significativa, estimulando a curiosidade, o raciocínio espacial e a autonomia dos alunos na construção do conhecimento. Para o futuro, a proposta é ampliar o uso de recursos didáticos interativos como esse, estendendo a prática para outras turmas e conteúdos, fortalecendo a abordagem prática e participativa no ensino de Química e outras disciplinas.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-05-28 14:00:38 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/Ensina_Brasil/ConstruindoaCulturaqueQueremos/wish/3471051368</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Projeto: Copa das Casas</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/Ensina_Brasil/ConstruindoaCulturaqueQueremos/wish/3472512904</link>
         <description><![CDATA[<p><strong>Alexandre Monteiro, Ensina 2024, ETI Irmã Ceciliana Gross, Caruaru.</strong></p><p><br><strong>Projeto: Copa das Casas</strong></p><p><br>Sou professor de Matemática dos 8º anos do ensino fundamental anos finais. Em sala de aula, percebi a necessidade de encontrar estratégias que aumentassem o engajamento e a participação dos estudantes. Assim, nasceu a <em>Copa das Casas</em>, um projeto inspirado na competição entre as casas de Hogwarts (Grifinória, Sonserina, Corvinal e Lufa-Lufa), em que os próprios alunos são os protagonistas.</p><p><br>O principal desafio era motivar os estudantes, reduzir comportamentos inadequados e aumentar o envolvimento com as atividades escolares, especialmente em uma disciplina que muitas vezes é vista com dificuldade: a Matemática.</p><p><br>A solução foi a gamificação da rotina escolar por meio da <em>Copa das Casas</em>. Os alunos foram divididos nas quatro casas e passaram a ganhar ou perder pontos conforme seu comportamento, desempenho e participação em sala de aula. O sistema, hoje, é todo automatizado em uma planilha digital, facilitando o controle e a transparência da pontuação. Cada atividade corrigida, enigma resolvido ou atitude positiva rende pontos. Já atitudes como palavrões ou desrespeito geram penalizações. Ao final da unidade, realizamos uma gincana que revisa todas as habilidades trabalhadas, com desafios em forma de circuito de perguntas.</p><p><br>O projeto teve um impacto muito maior do que o esperado. Desde o início, mesmo como piloto, os alunos demonstraram entusiasmo. Com o tempo, o comportamento melhorou, o interesse pelas aulas aumentou e o trabalho em equipe se fortaleceu. A pontuação passou a ser uma forma de visualizarem seu engajamento de forma concreta, gerando um ambiente mais colaborativo e participativo.</p><p><br>A <em>Copa das Casas</em> continua crescendo. A expectativa é expandir o projeto, além de integrar novos desafios e dinâmicas que mantenham o engajamento dos alunos ao longo de todo o ano letivo.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-05-29 12:14:41 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Eletiva de Literatura Japonesa e Arte</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/Ensina_Brasil/ConstruindoaCulturaqueQueremos/wish/3472521812</link>
         <description><![CDATA[<p><strong>Alexandre Monteiro e Maria Cely, Ensina 2024 e 2025, ETI Irmã Ceciliana Gross, Caruaru.</strong></p><p><br><strong>Projeto: Literart</strong></p><p><br>Junto com a professora Maria Cely, criamos uma eletiva voltada aos estudantes dos anos finais, unindo duas grandes paixões: literatura e arte. A proposta envolveu o estudo de contos tradicionais japoneses, com foco nos <em>yokais</em> — criaturas míticas do folclore japonês — e o desenvolvimento de ilustrações no estilo mangá, a partir das histórias lidas. Os protagonistas são nossos alunos, que mergulharam com entusiasmo nesse universo criativo e cultural.</p><p><br>Nosso desafio era oferecer uma eletiva que fosse ao mesmo tempo educativa, instigante e que despertasse o interesse genuíno dos estudantes, promovendo o contato com uma cultura diferente e ampliando seus repertórios literário e artístico.</p><p><br>A solução foi criar um espaço de integração entre leitura, interpretação e expressão artística. Os alunos conheceram diversos contos tradicionais japoneses, explorando o simbolismo e os aspectos culturais presentes nas narrativas. Em paralelo, aprenderam fundamentos do desenho no estilo mangá e produziram obras autorais baseadas nos contos estudados. O projeto permitiu uma aprendizagem multidisciplinar, criativa e significativa.</p><p><br>O impacto foi imediato e extremamente positivo. As aulas da eletiva são marcadas por alto engajamento — os estudantes participam ativamente, demonstram entusiasmo e interesse, a ponto de tornar desnecessária qualquer intervenção disciplinar. A combinação entre literatura e arte gerou um ambiente de respeito, concentração e criatividade. Os alunos não apenas ampliaram seu conhecimento sobre a cultura japonesa, como também desenvolveram habilidades de leitura crítica e expressão visual.</p><p><br>Diante do sucesso, planejamos dar continuidade à eletiva em novas edições, incluindo outros gêneros da literatura japonesa e expandindo as técnicas artísticas trabalhadas.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-05-29 12:25:41 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>PROJETO SISTEMA DE IRRIGAÇÃO ARDUÍNO-S.I.A </title>
         <author>acornelio610</author>
         <link>https://padlet.com/Ensina_Brasil/ConstruindoaCulturaqueQueremos/wish/3473030655</link>
         <description><![CDATA[<p>Ana Cornélio, 2024. Centro Educa Mais Estado do Ceará- São Luís -MA.</p><p><br></p><p><strong>Contexto</strong></p><p><br></p><p>O projeto surgiu a partir de uma vontade dos alunos em revitalizar um espaço já existente na escola e que estava ocioso. Após uma roda de conversa com os alunos, foram surgindo ideias das quais poderiam ajudar a revitalizar o espaço e promover a integração da prática com o ensino aprendizado.</p><p><br></p><p><strong>Personagens/público alvo</strong></p><p><br></p><p>Participaram deste Projeto os alunos de 2ª série, turma 201 do Ensino Médio. Houveram etapas importantes como:  As primeiras reuniões de alinhamento, a divisão dos grupos de trabalho, a limpeza do local, pintura, a busca por parcerias, pois precisávamos de técnicos agrícolas e/ou engenheiros, grafiteiros, pois o esboço do projeto teria grafites para ajudar na harmonização do espaço além de insumos e da própria mão na massa. A professora teve um papel de facilitadora e mediou várias etapas, além de incentivar os alunos a participar de eventos científicos e seminários estaduais.</p><p><br></p><p><strong>Desafios:</strong></p><p>Tivemos alguns desafios ao longo do processo como a falta de assessoria técnica, recursos e alguns imprevisto como insumos utilizados de forma inadequada. A proposta inicial, se tivesse seguido todos os passos e assessorias técnicas, o resultado teria sido dentro do prazo estipulado, que neste caso, não ocorreu. Mas o projeto seguiu e embora professora tenha saído da escola, o projeto continua firme e com alguns resultados positivos.</p><p><br></p><p><strong>Como funcionou o projeto?</strong></p><p>Tínhamos duas aulas semanais das quais, alguns horários foram utilizados para a teoria, ou seja, trabalhamos os conceitos sobre sustentabilidade e educação ambiental, além de aprender sobre a placa de Arduíno e suas funcionalidades, e o próprio projeto escrito que foi realinhado toda vez que havia necessidade.</p><p><br></p><p><strong>Impacto e futuro do Projeto:</strong></p><p>O projeto teve um impacto positivo e a adesão de toda a turma e alguns outros servidores da escola. Integrou as disciplinas de Geografia, Projeto Integrador, Biologia e vários outros projeto da área técnica da escola. Desenvolveu habilidades dos alunos, o trabalho em equipe, ao interesse de saber sobre alimentação saudável e de como isso poderia envolver desde os alunos, comunidade escolar, pais e a própria comunidade.</p><p>Como supracitado, o Projeto continua na ativa com uma outra colega e com a mesma turma, hoje 3ª série, turma 301. Participamos da Semana Nacional de Tecnologia e também da semana de meio ambiente do Estado. Seguem firmes mesmo sendo com outra professora</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-05-29 23:33:06 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Mapeando a Violência </title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/Ensina_Brasil/ConstruindoaCulturaqueQueremos/wish/3473866373</link>
         <description><![CDATA[<p>No último dia 14, com a turma do 7ºB, mergulhamos em um tema delicado e urgente: a violência.</p><p>Um assunto que atravessa as paredes da escola, os muros da comunidade e chega até nós — alunos, professores, famílias — de forma direta, muitas vezes silenciosa.</p><p>Iniciamos com uma conversa guiada, trazendo casos reais e dividindo vulnerabilidades. O espaço foi de escuta, de acolhimento e de coragem.</p><p>Depois, propus um momento de reflexão individual e coletiva. Me afastei da sala para que pudessem conversar entre si com mais liberdade. Quando voltei, pedi que escrevessem:</p><p>em vermelho, os motivos que levam à violência;</p><p>em azul, as formas de evitar ou reagir a ela.</p><p>O resultado foi potente. Em poucas palavras, os alunos traduziram dores e, mais ainda, caminhos. Caminhos de cuidado, respeito e transformação.</p><p>Sou muito grato pela confiança, entrega e escuta dessa turma. É sempre uma alegria caminhar com vocês!</p><p>A mudança começa no diálogo. A escola é, e precisa ser, esse espaço.</p><p>#EducaçãoParaAPaz #EscutaAtiva #TransformaçãoSocial #ProfessorEmSala #ViolênciaNãoÉNormal #ConstruindoPontes #EmpatiaNaEscola #JuventudePotente #EscolaQueTransforma #7AnoB</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-05-30 12:21:54 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Cantinho da Dúvida</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/Ensina_Brasil/ConstruindoaCulturaqueQueremos/wish/3473868527</link>
         <description><![CDATA[<p>Como professor de História dos 6º e 9º anos, tenho vivido na prática algo que já imaginava: a defasagem no aprendizado é algo que vai se acumulando com o tempo — e o pior, muitas vezes é tratada como algo “normal”.</p><p>Tenho alunos no 9º ano que ainda enfrentam dificuldades com as quatro operações básicas da matemática. E, assim como acontece com os números, isso também se reflete no entendimento da História. Quando olhamos com atenção, percebemos que essas lacunas são muito mais profundas do que parecem.</p><p>Ao conversar com os estudantes e observar mais de perto, percebi que nos momentos de tirar dúvidas em sala a participação era muito baixa. Fui entendendo que isso acontecia nao por falta de interesse, mas por medo. Medo de errar. Medo de rir. Medo de ser ridicularizado por ter dúvidas.</p><p>Foi aí que pensei em criar o Cantinho da Dúvida — duas caixas simples, uma para cada turma, onde os alunos podem deixar suas perguntas anonimamente. Perguntas que talvez nunca seriam feitas em voz alta, mas que agora encontram espaço para serem respondidas com respeito e cuidado.</p><p>O educador está nas escolas para criar um ambiente onde todos possam aprender com dignidade. Onde não é preciso saber tudo para ser respeitado. Onde ter dúvida não é fraqueza, mas o primeiro passo para aprender.</p><p>A escola precisa ser esse lugar: onde até o silêncio fala.</p><p>E a escuta sensível pode ser a chave para transformar não só o ensino, mas o vínculo entre nós e nossos alunos.</p><p>#EducaçãoComEmpatia #CantinhoDaDúvida #HumanizaçãoDoEnsino #ProfessorEmSala #HistóriaÉVivência #EnsinoComAfeto #TransformaçãoComeçaAqui #EscutaAtiva</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-05-30 12:25:27 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Fofoca histórica? Aqui a treta vira aprendizado!</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/Ensina_Brasil/ConstruindoaCulturaqueQueremos/wish/3473879120</link>
         <description><![CDATA[<p>Se você acha que História é só decorar datas e nomes... 💀 <strong>ERROU FEIO!</strong></p><p>Essa semana na minha sala, o conteúdo era pesado: <strong>Primeira Guerra Mundial.</strong> Mas como fazer adolescentes se interessarem por alianças militares, barris de pólvora nos Bálcãs e tratados do século passado? 🤔</p><p><strong>Transformando tudo em uma FOFOCA INTERNACIONAL.</strong><br>Isso mesmo! Se a Europa tava tretando em 1914, bora contar como se fosse aquele print vazado do grupo da família.</p><p>Começamos a aula contextualizando o rolê:</p><ul><li><p><strong>França?</strong> A ex-amiga ressentida.</p></li><li><p><strong>Reino Unido?</strong> O admin do grupo.</p></li><li><p><strong>Alemanha?</strong> O que se acha o dono do rolê.</p></li><li><p><strong>Sérvia?</strong> A menorzinha marrenta.</p></li><li><p>E o famoso <strong>Atentado de Sarajevo</strong>? foi literalmente aquele barraco que começa com <em>“Fulano deu unfollow em Beltrano e agora tá rolando exposed no grupo.”</em></p></li></ul><p>~CONTINUA NA THREAD~</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-05-30 12:41:21 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>OBGP - Olimpíada Brasileira de Geopolítica</title>
         <author>joelrcorreia</author>
         <link>https://padlet.com/Ensina_Brasil/ConstruindoaCulturaqueQueremos/wish/3474056323</link>
         <description><![CDATA[<p><strong>1. Contexto e personagens</strong></p><p>Este ano marcou um momento especial para os alunos do 6º e 7º ano da Escola Estadual Padre Firmo Pinto Duarte Filho: a primeira participação em uma olimpíada! Pela primeira vez, nossos estudantes se inscreveram e se prepararam para a Olimpíada Brasileira de Geopolítica (OBGP) — uma experiência nova, cheia de descobertas e desafios.</p><p>Para muitos, foi o primeiro contato com esse universo das olimpíadas do conhecimento. E, mais do que competir, foi uma chance de aprender de um jeito diferente, com atividades práticas, discussões em grupo, oficinas e muito trabalho em equipe.</p><p>A preparação contou com dinâmicas que aproximaram os alunos dos temas da geopolítica, tudo isso com uma proposta simples: fazer os alunos pensarem sobre o mundo em que vivem — e perceberem que eles também fazem parte dessas grandes questões.</p><p><strong>2. Desafio – O problema a ser superado pelo projeto</strong></p><p>Participar de uma olimpíada não é algo simples — e menos ainda quando se está no início do Ensino Fundamental 2. Para muitos, foi a primeira vez se envolvendo com conteúdos geopolíticos. Além disso, as atividades aconteceram no contraturno escolar, o que exigiu esforço extra: ir à escola fora do horário regular, abrir mão de parte do tempo livre, tudo isso sem a expectativa de prêmios ou medalhas.</p><p>O maior desafio foi esse: motivar e engajar os alunos apenas pelo prazer de aprender e participar — sem promessas de reconhecimento externo.</p><p><strong>3. Solução - Como o projeto aconteceu</strong></p><p>Para enfrentar o desafio de engajar os alunos no contraturno e manter o interesse mesmo sem premiação, organizamos uma verdadeira jornada de quatro dias. A ideia era transformar o conteúdo da geopolítica em algo acessível, vivo e envolvente.</p><ul><li><p>Dia 1 – Fundamentos da Geopolítica e Organização Política</p><p>Os alunos construíram, coletivamente, um mapa conceitual, relacionando Estado, Nação, Território, Governo e País a situações do cotidiano. Em seguida, participaram de uma dramatização de tipos de governo, simulando repúblicas, monarquias e ditaduras. Também exploraram bandeiras e mapas em jogos de identificação e finalizaram o dia com um “Passaporte Cultural”, percorrendo estações temáticas sobre continentes e suas características sociais, culturais e políticas.</p></li><li><p>Dia 2 – Relações entre Países e Atualidades Geopolíticas</p><p>O foco foi compreender os fatores que influenciam os relacionamentos entre países. Os alunos produziram cartazes temáticos com exemplos reais, participaram de uma roda de conversa sobre conflitos e cooperação internacional, simularam negociações entre nações fictícias com base em interesses estratégicos e, por fim, apresentaram grupos sobre organizações internacionais como a ONU, OMC e BRICS.</p></li><li><p>Dia 3 – O Brasil no Mundo + Produção Final</p><p>Os estudantes investigaram como o Brasil se organiza politicamente, montando uma pirâmide do poder público (município → estado → união) e criando uma linha do tempo da atuação brasileira em acordos e blocos internacionais. Na etapa final, cada aluno produziu seu próprio “Mapa Geopolítico da Minha Cabeça”, sistematizando tudo o que aprenderam em forma de  mapa mental. O dia terminou com uma exposição coletiva e roda de conversa.</p></li></ul><p>Dia 4 – O dia da prova</p><p>O último dia foi reservado para a aplicação da prova oficial da Olimpíada Brasileira de Geopolítica. Após dias intensos de preparação, os alunos participaram com seriedade e concentração, encarando a avaliação como uma oportunidade de aplicar os conhecimentos construídos de forma leve e participativa.</p><p><strong>4.</strong> <strong>Impacto – a transformação gerada</strong></p><p>O projeto transformou o contraturno em algo que os alunos passaram a esperar com entusiasmo. Ao longo dos quatro dias, ficou claro que algo mudou — não só no aprendizado, mas também na forma como os estudantes se relacionavam com a escola, com o conhecimento e entre si.</p><p>Novas amizades surgiram entre colegas que antes mal se conheciam. Estudantes de diferentes turmas, perfis e interesses se uniram nos grupos, criaram juntos, trocaram ideias e passaram a se enxergar como parceiros de jornada. Essa convivência aproximou, fortaleceu vínculos e fez com que muitos se sentissem pertencentes a algo maior.</p><p>Além disso, alunos que antes se mostravam mais fechados começaram a participar com mais confiança. Alguns que evitavam falar em público se arriscaram nas apresentações. Outros, que costumavam se desinteressar pelas aulas, mostraram dedicação e curiosidade ao longo dos encontros.</p><p>E o melhor reconhecimento não veio de fora, mas deles mesmos. No fim do projeto, a pergunta que mais se ouviu foi:</p><p>“Professor, quando vai ser o nosso próximo encontro?”</p><p>Isso mostra que, mesmo sem premiações ou medalhas,<strong> </strong>eles entenderam que aprender pode ser prazeroso, coletivo e transformador<strong> </strong>— e que a escola pode (e deve) ser um espaço de descoberta, pertencimento e crescimento.</p><p><br/></p>]]></description>
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         <pubDate>2025-05-30 16:16:27 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Cidadania em foco: desvendando direitos e deveres.</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/Ensina_Brasil/ConstruindoaCulturaqueQueremos/wish/3474162560</link>
         <description><![CDATA[<p> No Centro Educa Mais João Francisco Lisboa, durante os primeiros meses de 2025, os alunos do terceiro ano participam da eletiva<strong> "Cidadania em foco: desvendando direitos e deveres".</strong></p><p> A eletiva é um componente da parte diversificada, onde os professores têm flexibilidade para criar uma proposta de maneira interdisciplinar e com temas transversais, nas escolas de tempo integral. A eletiva surge da necessidade de promover o <strong>protagonismo estudantil</strong> dentro e fora da escola. Para formar cidadãos conscientes e atuantes, é essencial compreender como funcionam as estruturas sociais e políticas (país, estado, município, bairro, escola). </p><p>A disciplina tem como eixo central a <strong>cidadania</strong>, abordando seus direitos e deveres por meio de documentos como a <strong>Declaração Universal dos Direitos Humanos</strong>, a <strong>Constituição de 1988</strong> e o <strong>Estatuto da Criança e do Adolescente</strong>. Além disso, a temática é recorrente em exames como o ENEM e o PAES, reforçando sua <strong>relevância acadêmica e social.  </strong></p><p>O objetivo é discutir temas atuais que fomentassem a formação integral dos estudantes, sendo t<strong>rabalhados de formas diversas</strong> como <strong>Leitura e análise de textos variados, produção de portfólios, diários e resumos opinativos e projetos e seminários com foco em temas como democracia, direitos humanos, meio ambiente e diversidade cultural</strong>. </p><p>Ilustrado acima há a produção de um panfleto de uma equipe abordando o tema a cidadania no mundo. Todas as produções são socializadas com todos em rodas de diálogo.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-05-30 19:01:52 UTC</pubDate>
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         <title>Recompondo Habilidades: ENEM Sem Medo</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/Ensina_Brasil/ConstruindoaCulturaqueQueremos/wish/3474230288</link>
         <description><![CDATA[<p><strong>Nome do Ensino, Ano, Escola</strong><br>Alessandro Lalau Silveira, Ensina 2024, Escola Estadual José Barnabé de Mesquita</p><p>Mailson Mady, Ensina 2024, Escola Estadual José Barnabé de Mesquita</p><p><strong>(Prêmio, Projeto, Evento?)</strong><br>Projeto</p><p><strong>1. Contexto e Personagens – quem faz parte da sua história</strong><br>O projeto envolve professores interessados em colaborar com a recomposição de habilidades essenciais e alunos do 1º, 2º e 3º ano do Ensino Médio da Escola Estadual José Barnabé de Mesquita. Todos compartilham o desejo de fortalecer as competências fundamentais para que os alunos se sintam mais seguros e confiantes ao enfrentar o Exame Nacional do Ensino Médio – ENEM.</p><p><strong>2. Desafio – O problema a ser superado pelo projeto</strong><br>Os alunos enfrentam lacunas no aprendizado de habilidades que não foram totalmente assimiladas ao longo do Ensino Fundamental e Médio, o que gera insegurança, ansiedade e falta de autoconfiança diante das provas do ENEM.</p><p><strong>3. Solução – Como o projeto funciona</strong><br>As aulas são realizadas semanalmente, das 16h20 às 17h10, no espaço escolar. Cada professor interessado escolhe uma ou mais habilidades de aprendizagem a serem trabalhadas, conforme as necessidades dos alunos. O foco é:</p><ul><li><p>Apoiar os alunos na ampliação e consolidação do conhecimento;</p></li><li><p>Revisar conteúdos estudados durante a trajetória escolar;</p></li><li><p>Ensinar técnicas de resolução de questões e gerenciamento de tempo;</p></li><li><p>Desenvolver a autonomia e o pensamento crítico para resolver problemas.</p></li></ul><p><strong>4. Impacto – A transformação gerada</strong><br>Os alunos têm a oportunidade de revisar e fortalecer habilidades importantes, desenvolvendo maior autonomia e autoconfiança para enfrentar o ENEM. O projeto também contribui para a redução da ansiedade, promovendo uma preparação mais sólida e abrangente.</p><p><strong>5. Futuro – A continuidade e o potencial de expansão (caso haja)</strong><br>O projeto tem potencial para se tornar uma prática permanente, estendendo-se a outras turmas e envolvendo mais professores, de modo a fortalecer o compromisso com a educação de qualidade e a equidade de oportunidades para todos os estudantes.</p><p><br></p>]]></description>
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         <pubDate>2025-05-30 21:51:21 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Rumo ao Pódio</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/Ensina_Brasil/ConstruindoaCulturaqueQueremos/wish/3474234590</link>
         <description><![CDATA[<p><strong>Projeto: Rumo ao Pódio</strong><br><strong>Autores:</strong> Mailson Mady – Ensina 2024 | Antônio Fernandes – Ensina 2025<br><strong>Escola:</strong> Estadual José Barnabé de Mesquita<br><strong>Local:</strong> Cuiabá – MT</p><p>O projeto <em>Rumo ao Pódio</em> nasceu do desejo de mostrar aos nossos estudantes que eles podem ir além, romper barreiras e alcançar o extraordinário, mesmo em meio a tantas adversidades. Em uma escola pública situada em um contexto de vulnerabilidade social, onde a esperança muitas vezes disputa espaço com a realidade, acreditamos que o conhecimento pode ser a chave para transformar vidas.</p><p>Em 2024, nossos alunos conquistaram 26 medalhas na <strong>Olimpíada do Tesouro Direto de Educação Financeira (OLITEF)</strong> e uma medalha na <strong>Olimpíada Nacional de Eficiência Energética (ONEE)</strong>, um feito que encheu toda a comunidade escolar de orgulho e inspiração. Esse sucesso fortaleceu ainda mais nossa motivação para que, neste ano, os resultados sejam ainda melhores.</p><p>Atualmente, nossos estudantes estão engajados em cinco grandes olimpíadas do conhecimento: a <strong>Olimpíada do Tesouro Direto de Educação Financeira (OLITEF)</strong>, a <strong>Olimpíada Mandacaru de Matemática (OMM)</strong>, a <strong>Olimpíada Brasileira de Matemática das Escolas Públicas (OBMEP)</strong>, a <strong>Olimpíada Brasileira de Matemática Financeira (OBMF)</strong> e a <strong>Olimpíada Internacional de Matemática Sem Fronteiras (OIMSF)</strong>.</p><p>Os preparatórios estão em pleno andamento. A cada oficina, simulado e roda de conversa, nossos estudantes crescem em confiança e conhecimento. Eles aprendem a superar desafios e a acreditar no próprio potencial, descobrindo que a educação é o caminho para transformar sonhos em realidade.</p><p>Mais do que medalhas, buscamos construir uma mentalidade de crescimento, disciplina e pertencimento. O <em>Rumo ao Pódio</em> é um movimento de esperança, fé na educação pública e no talento de cada aluno que ousa sonhar e lutar.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-05-30 22:03:28 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Corrida da Multiplicação</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/Ensina_Brasil/ConstruindoaCulturaqueQueremos/wish/3474235842</link>
         <description><![CDATA[<p>Fernanda Peixoto, Ensina 2024, atuando como professora de Matemática no <strong>Centro Educa Mais Coelho Neto</strong>, em São Luís/MA. </p><p><br/></p><p>Contexto e personagens:</p><p>Atualmente tenho quatro turmas do <strong>primeiro ano do Ensino Médio</strong> bastante <strong>heterogêneas</strong>: alguns alunos já possuem uma boa base em matemática, enquanto outros apresentam <strong>grande defasagem em operações básicas</strong>, especialmente <strong>subtração e multiplicação</strong>.</p><p><br/></p><p>Desafio:</p><p>Logo após a <strong>primeira avaliação</strong>, ficou evidente um grande desafio: <strong>muitos alunos não conseguiam realizar operações simples</strong>, o que prejudica a aprendizagem de conteúdos mais complexos. Havia também um impacto no engajamento: os estudantes com maiores dificuldades se sentiam desmotivados, e o ambiente de aprendizado precisava de uma <strong>estratégia colaborativa</strong> para superar essa barreira.</p><p><br/></p><p>Solução:</p><p>Para transformar esse cenário, desenvolvi <strong>ações focadas na aprendizagem ativa e colaborativa</strong>. A partir da análise das avaliações, identifiquei os alunos com maior dificuldade e implementei uma <strong>recuperação estruturada</strong>.<br>Além disso, os alunos com <strong>melhor desempenho</strong> passaram a atuar como <strong>monitores</strong>, auxiliando os colegas. Promovemos <strong>correções coletivas</strong>, em que todos podiam compartilhar dúvidas e soluções, e organizamos a <strong>“Corrida da Multiplicação”</strong>: uma competição entre equipes onde os alunos praticavam as multiplicações em um ambiente lúdico e desafiador. Quem finalizasse primeiro e com maior acerto, vencia. Isso trouxe <strong>alegria, engajamento e aprendizado</strong>.</p><p><br/></p><p>Impacto:</p><p>Os resultados tem sido significativos: os estudantes estão <strong>melhorando sua fluência nas operações básicas</strong>, muitos relatam que passaram a gostar mais de matemática, e o ambiente de sala se tornou <strong>mais colaborativo</strong>. A <strong>troca entre os alunos</strong> também fortaleceu os laços da turma, desenvolvendo habilidades socioemocionais como <strong>empatia, paciência e comunicação</strong>. O clima da sala mudou: <strong>menos medo da matemática e mais confiança para aprender</strong>.</p><p><br/></p><p>Futuro:</p><p>O trabalho continua! A partir dessa experiência, planejo expandir a metodologia de <strong>alunos-monitores</strong> e atividades lúdicas para outros conteúdos, como <strong>frações e equações</strong>. Pretendo também <strong>documentar as boas práticas</strong> e compartilhar com outros professores, contribuindo para o fortalecimento de uma rede de aprendizagem colaborativa.<br>Vejo grande potencial de <strong>ampliar esse modelo para outras turmas e escolas</strong>, transformando o ensino de matemática em uma experiência mais <strong>leve, engajadora e inclusiva</strong>.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-05-30 22:07:53 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Projeto: Circuito Matemático</title>
         <author>alexandreazevedo2</author>
         <link>https://padlet.com/Ensina_Brasil/ConstruindoaCulturaqueQueremos/wish/3474526789</link>
         <description><![CDATA[<p><strong>Alexandre Monteiro, Ensina 2024, ETI Irmã Ceciliana Gross, Caruaru.</strong></p><p><br><strong>Projeto: Circuito Matemático</strong></p><p><br></p><p>Com os estudantes do 7º ano, foi criado um circuito com várias estações práticas de Matemática. A proposta era sair do formato tradicional de sala de aula e explorar o conteúdo por meio de desafios físicos e visuais. Cada estação abordava uma habilidade matemática diferente, como cálculo de áreas, simetria, plano cartesiano, construção de figuras e outras. Os materiais foram disponibilizados pelo laboratório e pela CAF da escola, sendo simples, mas eficazes para o desenvolvimento das atividades. Os protagonistas foram os próprios alunos, que passaram por cada etapa do circuito em equipes, com foco na cooperação e no raciocínio lógico.</p><p><br></p><p>O desafio era tornar a aprendizagem da Matemática mais prática, acessível e envolvente, especialmente para alunos com maior dificuldade de concentração e compreensão em aulas expositivas. Era preciso transformar os conceitos abstratos em experiências reais e lúdicas.</p><p><br></p><p>A solução foi a criação do <em>Circuito Matemático</em>, um percurso com diversas estações temáticas, cada uma dedicada a uma habilidade específica do 7º ano. As atividades foram pensadas de forma a exigir raciocínio, cooperação e aplicação direta dos conteúdos aprendidos em sala. O uso de materiais simples e acessíveis tornou possível a realização do projeto de forma econômica e eficiente.</p><p><br></p><p>O impacto foi muito positivo: os estudantes participaram com entusiasmo e conseguiram aplicar conceitos que antes pareciam distantes de sua realidade. A atividade promoveu maior compreensão e fixação dos conteúdos, além de estimular o trabalho em equipe e a autoestima acadêmica dos alunos.</p><p><br></p><p>O sucesso do projeto inspirou o surgimento de um outro projeto: Copa das Casas.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-05-31 12:43:45 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Eletiva: Bem me quer</title>
         <author>jennifercatarineofc</author>
         <link>https://padlet.com/Ensina_Brasil/ConstruindoaCulturaqueQueremos/wish/3474540776</link>
         <description><![CDATA[<p><strong>Jennifer Catarine, Ensina 2024. ETI Reunidas Duque de Caxias, Caruaru - PE.</strong></p><p><br></p><p><strong>Eletiva: Bem me quer</strong></p><p><br></p><p>Por meio de análise de dados e relatos dos estudantes, observei a necessidade de trabalhar a temática saúde mental na escola. Após esse estudo, decidi então criar a eletiva "Bem me quer" que visou trabalhar autoestima, autoconfiança e saúde mental na escola. <br><br>Durante dois bimestres, os estudantes tiveram a oportunidade de ter uma roda de conversa com uma psicóloga especialista, aprender a como desenvolver hábitos saudáveis compatíveis com sua realidade e rotina, técnicas para controle de ansiedade, além de trocas com os pares sobre medos e inseguranças.<br><br>Assim entendemos que juntos somos mais fortes, e que nem sempre o silêncio é a melhor solução. 🤗💞🌻</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-05-31 13:19:17 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Mãos de barro</title>
         <author>thiagoestevao2014</author>
         <link>https://padlet.com/Ensina_Brasil/ConstruindoaCulturaqueQueremos/wish/3474545490</link>
         <description><![CDATA[<p>Thiago Estevão, Ensina 2025. ETI Capitão João Velho, Caruaru-PE.</p><p>Projeto com o objetivo de incentivar o uso de materiais como barro e argila na criação de artefatos diversos. Em Caruaru está localizado um dos maiores polos de artes da America Latina (Alto do Moura), o barro é um dos principais materiais usados pelos artistas.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-05-31 13:30:43 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Projeto: Escrevendo o Medo</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/Ensina_Brasil/ConstruindoaCulturaqueQueremos/wish/3474545657</link>
         <description><![CDATA[<p>Maria Cely, Ensina 2025, ETI Irmã Ceciliana Gross, Caruaru - PE. </p><p><br/></p><p><strong>Projeto: Escrevendo o Medo</strong></p><p><br/></p><p>Sou a professora Maria Cely, de Língua Portuguesa, e idealizei a oficina "Escrevendo o Medo" como uma proposta pedagógica criativa e instigante para alunos dos 7º’s anos. A ideia surgiu a partir da percepção do interesse dos estudantes por histórias de terror e mistério, frequentemente comentadas em momentos de leitura livre e rodas de conversa. Decidi, então, transformar esse entusiasmo em uma experiência de aprendizagem significativa, unindo leitura, análise literária e produção textual.</p><p><br/></p><p>A oficina teve como foco principal a leitura e produção de contos de terror, com ênfase nas obras de Edgar Allan Poe, autor clássico do gênero. Poe foi escolhido por sua habilidade em explorar o medo por meio de atmosferas sombrias, personagens atormentados e recursos narrativos envolventes. A leitura de seus contos desafiou os alunos a compreender como o terror pode ser mais psicológico do que visual, despertando reflexões sobre sentimentos humanos profundos.</p><p><br/></p><p>Entre os desafios, destaco o vocabulário mais complexo de Poe, que inicialmente afastou alguns alunos. Para lidar com isso, realizamos leituras mediadas, adaptações de trechos e atividades de dramatização. Outro desafio foi orientar os estudantes a criarem contos originais, coerentes e criativos, evitando repetições e clichês do gênero.</p><p><br/></p><p>A solução envolveu um planejamento em etapas: leitura e discussão dos contos de Poe; identificação dos elementos essenciais do terror (ambiente, personagens, tempo, suspense, desfecho); produção colaborativa e individual de contos; e momentos de reescrita orientada. Utilizamos também estímulos visuais e sonoros para despertar a imaginação e aprofundar a ambientação.</p><p><br/></p><p>Os resultados<strong> </strong>foram muito positivos. Os alunos demonstraram grande envolvimento, ampliaram seu repertório de leitura e produziram contos surpreendentes, com criatividade, coesão e domínio dos elementos narrativos. Como culminância do projeto, realizamos uma exposição com um painel de cards ilustrados, nos quais os estudantes apresentaram trechos, personagens ou cenários de seus contos, criando uma galeria visual do medo produzida por eles mesmos. Essa atividade final valorizou a autoria dos alunos, fortaleceu a relação com a leitura e mostrou como o terror pode ser uma poderosa ferramenta de expressão literária e pessoal.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-05-31 13:31:03 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Projeto: Canta que eu te vejo</title>
         <author>jennifercatarineofc</author>
         <link>https://padlet.com/Ensina_Brasil/ConstruindoaCulturaqueQueremos/wish/3474547291</link>
         <description><![CDATA[<p><strong>Jennifer Catarine, Ensina 2024. ETI Reunidas Duque de Caxias, Caruaru - PE.</strong></p><p><br></p><p><strong>Projeto: Canta que eu te vejo</strong></p><p><br></p><p>A <strong>inclusão de estudantes surdos </strong>no universo musical é um desafio que exige adaptações metodológicas e uma abordagem pedagógica inovadora. O projeto "Canta que Eu te Vejo" foi desenvolvido com o propósito de possibilitar a esses estudantes uma experiência musical acessível e significativa, respeitando suas especificidades e ampliando suas formas de expressão. A proposta pedagógica baseou-se em teorias que valorizam a diversidade de inteligências, a interação social no aprendizado e a educação como prática emancipatória, garantindo que a música se tornasse um recurso inclusivo e transformador dentro do ambiente escolar.</p><p><br></p><p>A implementação do projeto envolveu uma série de adaptações metodológicas para garantir que os estudantes surdos pudessem interagir com a música de forma significativa. Foram utilizados recursos visuais, como luzes sincronizadas com o ritmo musical, vibrações sonoras transmitidas por meio do contato com superfícies ressonantes e movimentos corporais que expressavam a melodia e a emoção da música. Essas estratégias possibilitaram que a música fosse sentida e interpretada de maneira multissensorial, criando uma experiência rica e envolvente.</p><p><br></p><p>Os impactos do projeto foram observados tanto no desenvolvimento artístico e expressivo dos estudantes quanto na sua integração social dentro do ambiente escolar. Muitos participantes relataram que passaram a se sentir mais conectados com seus colegas ouvintes, pois a experiência musical compartilhada reduziu barreiras de comunicação e ampliou as possibilidades de interação. Além disso, professores e familiares perceberam uma melhoria na autoestima e na confiança dos estudantes surdos, que passaram a se expressar com mais liberdade e segurança.</p><p><br></p><p>Dessa forma, o projeto "Canta que Eu te Vejo" demonstrou que a música pode ser um instrumento poderoso de inclusão e transformação social, desde que seja adaptada às necessidades dos estudantes.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-05-31 13:34:50 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Projeto: Iniciação Científica - Investigação e Aprendizado Ativo</title>
         <author>jennifercatarineofc</author>
         <link>https://padlet.com/Ensina_Brasil/ConstruindoaCulturaqueQueremos/wish/3474551175</link>
         <description><![CDATA[<p><strong>Jennifer Catarine, Ensina 2024. ETI Reunidas Duque de Caxias, Caruaru - PE.</strong></p><p><br/></p><p><strong>Projeto: Iniciação Científica - Investigação e Aprendizado Ativo</strong></p><p><br/></p><p>A Iniciação Científica é uma abordagem que visa estimular a curiosidade intelectual dos estudantes e proporcionar um ambiente de aprendizagem ativa, no qual a pesquisa e a experimentação ocupam um papel central. Desenvolvemos então o projeto de Iniciação Científica, em colaboração com a professora de pensamento científico Ana Luiza Pinheiro, possibilitou que os estudantes se tornassem protagonistas de seu próprio processo de aprendizagem, explorando temas de interesse e aplicando métodos investigativos. Esse tipo de abordagem se alinha à concepção de aprendizagem significativa proposta por teóricos da educação, enfatizando a importância do envolvimento ativo dos estudantes na construção do conhecimento.</p><p><br/></p><p>A implementação do projeto também revelou desafios, como a falta de acesso a recursos tecnológicos e materiais de pesquisa. No entanto, tais dificuldades foram minimizadas por meio de estratégias que estimularam a criatividade e a autonomia dos estudantes. Inspirado nas ideias de Dewey, o projeto incentivou a busca por fontes alternativas de informação, como entrevistas com membros da comunidade escolar, análise de dados observacionais e experimentação prática em sala de aula. Essa abordagem demonstrou que, mesmo com limitações estruturais, é possível criar um ambiente estimulante e propício à pesquisa, desde que os estudantes sejam incentivados a explorar e questionar o mundo ao seu redor.</p><p><br/></p><p>Em suma, o projeto de Iniciação Científica representou uma experiência enriquecedora tanto para os estudantes quanto para o processo pedagógico da escola. Baseado em teorias como a aprendizagem experiencial de Dewey, a mediação social de Vygotsky e o conceito de capital cultural de Bourdieu, o projeto possibilitou que os estudantes desenvolvessem habilidades investigativas, autonomia intelectual e senso crítico. Essas competências são fundamentais não apenas para o meio acadêmico, mas também para a formação de cidadãos mais preparados para lidar com os desafios da sociedade contemporânea. Dessa forma, a experiência reforça a importância de inserir práticas investigativas no ambiente escolar, garantindo uma educação mais ativa, reflexiva e transformadora.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-05-31 13:43:14 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Raízes e Riquezas: Celebrando o Novembro Negro</title>
         <author>nathallysamara12</author>
         <link>https://padlet.com/Ensina_Brasil/ConstruindoaCulturaqueQueremos/wish/3474555505</link>
         <description><![CDATA[<p>Nathally Samara, Ensina 2024, ETI Reunidas Duque de Caxias, Caruaru - PE</p><p><br/></p><p><strong>Raízes e Riquezas: Celebrando o Novembro Negro</strong></p><p><br/></p><p>O projeto foi realizado em novembro de 2024, na ETI Reunidas Duque de Caxias, com alunos do 6° ano, em alusão ao Dia Nacional de Zumbi e da Consciência Negra. </p><p><strong> </strong></p><p>O projeto buscou enfrentar a falta de conhecimento e valorização da cultura afro-brasileira entre os estudantes, destacando sua importância na formação da identidade histórica e social do Brasil.</p><p><br/></p><p>Por meio de pesquisas e apresentações, os alunos exploraram diferentes elementos da cultura afro-brasileira, como danças, músicas, culinária e artefatos culturais (incluindo máscaras cerimoniais). Essa abordagem prática permitiu um aprendizado mais profundo e significativo sobre a riqueza dessa cultura.</p><p><br/></p><p>Os estudantes tiveram a oportunidade de ampliar seu repertório cultural, reconhecendo a influência africana na sociedade brasileira. O projeto promoveu maior consciência sobre diversidade e representatividade, fortalecendo o respeito às raízes afro-brasileiras.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-05-31 13:53:41 UTC</pubDate>
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         <title>Projeto: Teatro em ação</title>
         <author>jennifercatarineofc</author>
         <link>https://padlet.com/Ensina_Brasil/ConstruindoaCulturaqueQueremos/wish/3474557641</link>
         <description><![CDATA[<p><strong>Jennifer Catarine, Ensina 2024. ETI Reunidas Duque de Caxias, Caruaru - PE.</strong></p><p><br></p><p><strong>Projeto: Teatro em ação</strong></p><p><br></p><p><strong>Teatro em Ação</strong> foi um projeto desenvolvido por mim enquanto professora de Arte com estudantes do 9º ano, que teve como objetivo promover a expressão artística, o trabalho colaborativo e o protagonismo juvenil por meio da realização de peças teatrais. A proposta envolveu a adaptação de obras literárias e clássicos do cinema, sendo os próprios estudantes responsáveis pela escrita dos roteiros, elaboração de cenários, figurino, direção e atuação, proporcionando uma vivência completa e significativa no universo do teatro.</p><p><br></p><p>Durante o desenvolvimento do projeto, os estudantes demonstraram grande engajamento e criatividade, superando desafios e aprimorando competências como comunicação, cooperação, planejamento e gestão de tempo. A experiência favoreceu também o fortalecimento de habilidades socioemocionais, além de ampliar o interesse pela literatura e pelas artes cênicas, estabelecendo uma conexão prática e sensível com os conteúdos curriculares.</p><p><br></p><p>O sucesso do "Teatro em Ação" foi tão expressivo que os grupos teatrais formados pelos estudantes receberam convites da Secretaria de Educação (SEDUC) para realizar apresentações tanto na sede da instituição quanto em outras escolas da rede. Esses convites consolidam o reconhecimento do trabalho desenvolvido e ampliam o impacto positivo do projeto, valorizando a produção artística e cultural dos estudantes e inspirando outras iniciativas semelhantes no âmbito educacional.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-05-31 13:58:30 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/Ensina_Brasil/ConstruindoaCulturaqueQueremos/wish/3474557641</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Revisões Divertidas</title>
         <author>nathallysamara12</author>
         <link>https://padlet.com/Ensina_Brasil/ConstruindoaCulturaqueQueremos/wish/3474566131</link>
         <description><![CDATA[<p>Nathally Samara, Ensina 2024, ETI Reunidas Duque de Caxias, Caruaru - PE</p><p><br/></p><p><strong>Revisões Divertidas</strong></p><p><br/></p><p>O projeto foi desenvolvido com estudantes dos 6°s anos, sendo aplicado ao final de cada bimestre, próximo às avaliações. </p><p><br/></p><p>O principal desafio era garantir uma revisão eficaz dos conteúdos antes das avaliações, de forma a sanar dúvidas e fixar os aprendizados de maneira engajadora, evitando métodos tradicionais que muitas vezes desmotivam os alunos.</p><p><br/></p><p>Foram utilizadas dinâmicas lúdicas e interativas, como:</p><ul><li><p><strong>"Revisão do Milhão"</strong>: Os alunos, em grupos, respondiam a perguntas fixadas na lousa, num formato semelhante a um jogo de quiz.</p></li><li><p><strong>Amarelinha Africana</strong>: Uma gincana em que os estudantes percorriam um circuito desenhado no chão, respondendo a questões relacionadas ao conteúdo estudado.</p></li></ul><p>Essas atividades transformaram a revisão em um momento descontraído e participativo.</p><p><br/></p><p>Os estudantes demonstraram maior interesse e retenção dos conteúdos, além de uma redução na ansiedade pré-provas. A abordagem lúdica facilitou a identificação e correção de dúvidas, melhorando o desempenho nas avaliações.</p><p><br/></p>]]></description>
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         <pubDate>2025-05-31 14:16:50 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/Ensina_Brasil/ConstruindoaCulturaqueQueremos/wish/3474566131</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Atividade &quot;O Meio Ambiente e Eu&quot;</title>
         <author>nathallysamara12</author>
         <link>https://padlet.com/Ensina_Brasil/ConstruindoaCulturaqueQueremos/wish/3474569719</link>
         <description><![CDATA[<p>Nathally Samara, Ensina 2024, ETI Reunidas Duque de Caxias, Caruaru - PE</p><p><br/></p><p><strong>Atividade "O Meio Ambiente e Eu"</strong></p><p><br/></p><p>A atividade foi desenvolvida com estudantes dos 6° anos. O projeto buscou integrar conhecimentos científicos com expressão criativa para abordar questões ambientais.</p><p><br/></p><p>O principal desafio era conscientizar os alunos sobre os impactos humanos no meio ambiente e incentivá-los a refletir sobre soluções sustentáveis, indo além da simples transmissão de informações teóricas.</p><p><br/></p><p>Após a leitura e análise de textos científicos e informativos, os estudantes expressaram seus aprendizados por meio de:</p><ul><li><p><strong>Produções artísticas</strong>: cartazes e peças teatrais;</p></li><li><p><strong>Materiais audiovisuais</strong>: vídeos de conscientização;</p></li><li><p><strong>Textos criativos</strong>: redações e poemas.<br>Essas atividades permitiram que os alunos explorassem tanto a linguagem verbal quanto a não verbal.</p></li></ul><p><br/></p><p>Os alunos desenvolveram maior consciência ambiental, além de habilidades criativas e de comunicação. O projeto também promoveu trabalho em equipe e senso crítico sobre sustentabilidade.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-05-31 14:24:33 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/Ensina_Brasil/ConstruindoaCulturaqueQueremos/wish/3474569719</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Champions do comportamento
</title>
         <author>nathallysamara12</author>
         <link>https://padlet.com/Ensina_Brasil/ConstruindoaCulturaqueQueremos/wish/3474572215</link>
         <description><![CDATA[<p>Nathally Samara, Ensina 2024, ETI Reunidas Duque de Caxias, Caruaru - PE</p><p><br/></p><p><strong>Champions do Comportamento</strong></p><p><br/></p><p>O projeto foi desenvolvido na ETI Reunidas Duque de Caxias em parceria com um grupo de docentes. A iniciativa foi direcionada a diferentes turmas do 6° ano, com o objetivo de promover um ambiente mais harmonioso e positivo.</p><p><br/></p><p>O principal desafio era melhorar o comportamento coletivo dos alunos, reduzindo situações de indisciplina e incentivando atitudes positivas em sala de aula e nos espaços escolares.</p><p><br/></p><p>Foi implementado um sistema de avaliação baseado em cores, semelhante a um semáforo:</p><ul><li><p><strong>Vermelho</strong>: Comportamentos inadequados;</p></li><li><p><strong>Amarelo</strong>: Comportamentos mistos (positivos e negativos);</p></li><li><p><strong>Verde</strong>: Comportamentos exemplares.</p></li></ul><p>As turmas com melhor desempenho eram premiadas com um dia diferenciado, incluindo atividades recreativas, lanches especiais e momentos de descontração.</p><p><br/></p><p>O projeto incentivou os alunos a adotarem comportamentos mais positivos, melhorando o clima escolar e promovendo maior cooperação entre as turmas. A premiação serviu como um motivador eficaz, aumentando o engajamento dos estudantes.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-05-31 14:29:50 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/Ensina_Brasil/ConstruindoaCulturaqueQueremos/wish/3474572215</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Projeto Soledoces: Soletrar para aprender com afeto
</title>
         <author>nathallysamara12</author>
         <link>https://padlet.com/Ensina_Brasil/ConstruindoaCulturaqueQueremos/wish/3474574589</link>
         <description><![CDATA[<p>Nathally Samara, Ensina 2024, ETI Reunidas Duque de Caxias, Caruaru - PE</p><p><br/></p><p><strong>Projeto Soledoces: Soletrar para aprender com afeto</strong></p><p><br/></p><p>O projeto foi desenvolvido com estudantes dos 6ºs anos da ETI Reunidas Duque de Caxias. Inspirado no programa televisivo <em>Soletrando</em>, a iniciativa buscou aliar aprendizado linguístico a aspectos lúdicos e afetivos.</p><p><br/></p><p>O projeto visou enfrentar:</p><ul><li><p>Dificuldades ortográficas e de pronúncia;</p></li><li><p>Pouco contato com ferramentas analógicas de pesquisa (como dicionários impressos);</p></li><li><p>A necessidade de fortalecer a autoestima e o vínculo afetivo no processo de aprendizagem.</p></li></ul><p><br/></p><p>A dinâmica envolveu:</p><ul><li><p><strong>Uso de dicionários impressos</strong> para pesquisa ativa de palavras, explorando significados e etimologia;</p></li><li><p><strong>Dado artesanal (A a E)</strong> para sorteio das palavras, agregando aleatoriedade e diversão;</p></li><li><p><strong>Regras claras</strong> que promoveram socialização e respeito entre os participantes;</p></li><li><p><strong>Premiação afetiva</strong>: bolos de pote feitos pela professora, criando um clima de acolhimento. </p><p><br/></p><p>Os impactos puderam ser percebidos através de:</p></li><li><p><strong>Desenvolvimento linguístico</strong>: ampliação do vocabulário, melhorias na ortografia e na oralidade;</p></li><li><p><strong>Habilidades socioemocionais</strong>: fortalecimento da autoestima, cooperação e vínculo entre alunos e professora;</p></li><li><p><strong>Conexão com a BNCC</strong>: alinhamento aos campos de atuação da Base (oralidade, conhecimento lexical e diversidade linguística).</p></li></ul>]]></description>
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         <pubDate>2025-05-31 14:35:06 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/Ensina_Brasil/ConstruindoaCulturaqueQueremos/wish/3474574589</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Eletiva Quilombo: Memória, cultura e saberes ancestrais
</title>
         <author>nathallysamara12</author>
         <link>https://padlet.com/Ensina_Brasil/ConstruindoaCulturaqueQueremos/wish/3474577374</link>
         <description><![CDATA[<p>Nathally Samara, Ensina 2024, ETI Reunidas Duque de Caxias, Caruaru - PE</p><p><br/></p><p><strong>Eletiva Quilombo: Memória, Cultura e Saberes Ancestrais</strong></p><p><br/></p><p>Desenvolvida no âmbito da Educação em Tempo Integral, a eletiva foi criada em coautoria com o professor de Ciências e direcionada aos estudantes da ETI Reunidas Duque de Caxias. A proposta surgiu do diálogo com os alunos, integrando saberes multidisciplinares para valorizar a herança africana no Brasil.</p><p><br/></p><p>O projeto buscou enfrentar:</p><ul><li><p>A invisibilização histórica dos saberes e contribuições africanas;</p></li><li><p>A necessidade de cumprir a Lei 10.639/03 (ensino da cultura afro-brasileira);</p></li><li><p>O combate ao racismo estrutural e a promoção da identidade negra positiva.</p></li></ul><p><br/></p><p>A eletiva trabalhou de forma interdisciplinar, abordando:</p><ul><li><p><strong>Língua Portuguesa</strong>: influência africana no português brasileiro e poder da oralidade;</p></li><li><p><strong>Ciências</strong>: saberes tradicionais (ervas medicinais e práticas de cura);</p></li><li><p><strong>História e Cultura</strong>: resistência através da religiosidade, culinária, cantos e danças rituais.<br>As atividades incluíram discussões, pesquisas e vivências práticas para legitimar esses conhecimentos.</p></li></ul><p><br/></p><p>O impacto pode ser percebido através de:</p><ul><li><p><strong>Empoderamento identitário</strong>: os estudantes reconheceram suas raízes e valorizaram a cultura afro-brasileira;</p></li><li><p><strong>Conscientização antirracista</strong>: reflexões críticas sobre discriminação e representatividade;</p></li><li><p><strong>Interdisciplinaridade concreta</strong>: conexão entre diferentes áreas do conhecimento de forma significativa.</p></li></ul>]]></description>
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         <pubDate>2025-05-31 14:40:50 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/Ensina_Brasil/ConstruindoaCulturaqueQueremos/wish/3474577374</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Caminhos em Braille: Leitura, inclusão e autonomia</title>
         <author>nathallysamara12</author>
         <link>https://padlet.com/Ensina_Brasil/ConstruindoaCulturaqueQueremos/wish/3474582592</link>
         <description><![CDATA[<p>Nathally Samara, Ensina 2024, ETI Reunidas Duque de Caxias, Caruaru - PE</p><p><br></p><p><strong>Caminhos em Braille: Leitura, Inclusão e Autonomia</strong></p><p><br></p><p>Projeto desenvolvido para garantir a inclusão efetiva de um estudante cego nas aulas de Língua Portuguesa da ETI Reunidas Duque de Caxias. A iniciativa foi conduzida individualmente pela professora Nathally Samara, sem parcerias externas, com foco no letramento através do sistema Braille.</p><p><br></p><p>Os principais desafios notados foram:</p><ul><li><p>Garantir o direito à leitura e alfabetização de estudante cego;</p></li><li><p>Superar a falta de materiais pedagógicos acessíveis;</p></li><li><p>Adaptar o processo de ensino ao ritmo de aprendizagem específico;</p></li><li><p>Promover autonomia e participação ativa nas atividades escolares.</p></li></ul><p><br></p><p>Desenvolvido em três etapas progressivas:</p><ol><li><p><strong>Primeira etapa</strong>: Adaptação tátil do conto "O Navio Negreiro" usando madre-pérolas para letras em relevo (com posterior ajuste metodológico);</p></li><li><p><strong>Segunda etapa</strong>: Foco na alfabetização Braille com atividades de reconhecimento de sílabas e formação de palavras usando materiais manipuláveis;</p></li><li><p><strong>Terceira etapa</strong>: Integração com o projeto Raízes e Riquezas, adaptando poema angolano do livro "Rio sem Fundo" para trabalhar cultura africana e acessibilidade.</p></li></ol><p><br></p><p>Dessa forma foi possível notar um avanço com relação a:</p><ul><li><p>Progresso significativo no processo de alfabetização em Braille;</p></li><li><p>Ampliação do vocabulário e contato com diferentes gêneros textuais;</p></li><li><p>Fortalecimento da autonomia e autoestima do estudante;</p></li><li><p>Demonstração prática dos princípios de educação inclusiva na escola;</p></li><li><p>Integração entre acessibilidade e valorização da cultura africana.</p></li></ul>]]></description>
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         <pubDate>2025-05-31 14:51:39 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/Ensina_Brasil/ConstruindoaCulturaqueQueremos/wish/3474582592</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Projeto: Conjugando Aventuras</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/Ensina_Brasil/ConstruindoaCulturaqueQueremos/wish/3474583325</link>
         <description><![CDATA[<p>Maria Cely, Ensina 2025, ETI Irmã Ceciliana Gross, Caruaru - PE. </p><p><br/></p><p><strong>Projeto: Conjugando Aventuras</strong></p><p><br/></p><p>Sou professora de Língua Portuguesa e idealizei o projeto <strong>"Conjugando Aventuras"</strong> como uma proposta pedagógica criativa e envolvente para alunos dos 7º anos. A iniciativa nasceu da vontade de tornar o estudo dos verbos e das locuções verbais mais dinâmico e significativo, unindo o conteúdo de morfossintaxe com a linguagem dos quadrinhos, um formato muito apreciado pelos estudantes.</p><p><br/></p><p>A proposta do projeto é explorar a gramática de forma contextualizada, permitindo que os alunos compreendam o papel dos verbos como núcleo do predicado e elementos centrais da construção de sentido nas frases. Ao mesmo tempo, propus que essa aprendizagem acontecesse dentro de uma prática textual prazerosa: a criação de histórias em quadrinhos, nas quais os estudantes se tornassem autores de suas próprias narrativas.</p><p><br/></p><p>O foco principal foi a conjugação verbal e o uso das locuções verbais em diferentes tempos e modos, aplicados de forma prática nos roteiros e nos diálogos das HQs. A ideia era mostrar como os verbos são fundamentais para movimentar a ação, construir personagens e dar ritmo às histórias. Para isso, realizamos atividades que envolveram estudo teórico, análise de tirinhas e quadrinhos clássicos, identificação de verbos nos balões de fala e narração, além da produção textual em etapas.</p><p><br/></p><p>Um dos maiores desafios foi fazer com que os alunos enxergassem a gramática não como um conteúdo isolado, mas como uma ferramenta expressiva. Muitos, inicialmente, mostraram dificuldade em aplicar corretamente os tempos verbais nas falas dos personagens ou em distinguir uma locução verbal de uma simples sequência de palavras. Para superar isso, trabalhamos com exemplos práticos, realizamos oficinas de reescrita e promovemos correções colaborativas.</p><p>O processo foi dividido em etapas: introdução aos verbos e locuções verbais, leitura e análise de HQs, criação de roteiros, esboço dos quadrinhos e, por fim, a produção final com ilustrações. </p><p><br/></p><p>O resultado foi extremamente positivo. Os estudantes se envolveram com entusiasmo, compreenderam melhor os conteúdos gramaticais e desenvolveram a capacidade de aplicar esse conhecimento em contextos reais de uso. Como culminância do projeto, organizamos uma exposição chamada<strong> </strong>"Verbo em Ação", na qual os quadrinhos criados foram exibidos em sala de aula, promovendo a leitura e valorizando a autoria dos alunos. Essa experiência mostrou que é possível aprender gramática de forma divertida, criativa e profundamente significativa.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-05-31 14:53:03 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>A Feira de Caruaru: histórias não contadas</title>
         <author>nathallysamara12</author>
         <link>https://padlet.com/Ensina_Brasil/ConstruindoaCulturaqueQueremos/wish/3474586798</link>
         <description><![CDATA[<p>Nathally Samara, Ensina 2024, ETI Reunidas Duque de Caxias, Caruaru - PE</p><p><br></p><p><strong>A Feira de Caruaru: Histórias Não Contadas</strong></p><p><br>Projeto desenvolvido como parte de uma eletiva homônima na ETI Reunidas Duque de Caxias, envolvendo estudantes, seus familiares e trabalhadores da tradicional Feira de Caruaru - patrimônio cultural imaterial brasileiro desde 2006. A iniciativa busca valorizar as memórias e vivências dos verdadeiros protagonistas desse espaço cultural.</p><p><br>O projeto enfrenta a invisibilidade das histórias pessoais por trás da Feira de Caruaru, muitas vezes ofuscadas pela fama do evento. Busca resgatar e documentar as narrativas dos trabalhadores e frequentadores que constroem diariamente esse patrimônio vivo.</p><p><br>Por meio de:</p><ul><li><p>Entrevistas e conversas com trabalhadores da feira</p></li><li><p>Visitas in loco para vivência dos estudantes</p></li><li><p>Troca de experiências com familiares e comunidade</p></li><li><p>Registro sistemático das histórias coletadas</p></li></ul><p>O produto final será a criação de um livro que materialize essas memórias e perspectivas.</p><p><br>Os impactos puderam ser percebidos através do resgate da memória afetiva da comunidade, da valorização dos saberes populares e do novo olhar dos estudantes sobre esse patrimônio cultural, reconhecendo-o como espaço vivo de histórias pessoais e coletivas.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-05-31 15:00:31 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Encante-se: A Magia dos Livros na Telinha

</title>
         <author>nathallysamara12</author>
         <link>https://padlet.com/Ensina_Brasil/ConstruindoaCulturaqueQueremos/wish/3474588452</link>
         <description><![CDATA[<p>Nathally Samara, Ensina 2024, ETI Reunidas Duque de Caxias, Caruaru - PE</p><p><br/></p><p><strong>Encante-se: A Magia dos Livros na Telinha</strong></p><p><br>Projeto desenvolvido como eletiva no 2° semestre de 2024 na ETI Reunidas Duque de Caxias, envolvendo estudantes do 6° ano. A iniciativa foi conduzida pela professora Nathally Samara sem parcerias externas, com o objetivo principal de estimular o hábito da leitura através da comparação entre obras literárias e suas adaptações cinematográficas.</p><p><br>O projeto buscou enfrentar:</p><ul><li><p>A dificuldade de engajamento dos estudantes com a leitura</p></li><li><p>A necessidade de desenvolver análise crítica e atenção aos detalhes</p></li><li><p>O desafio de transpor a experiência literária para outras linguagens artísticas</p></li></ul><p><br>A metodologia incluiu:</p><ol><li><p>Leitura coletiva de obras como:</p></li></ol><ul><li><p>Jogos Vorazes (Livro 1)</p></li><li><p>Harry Potter e a Pedra Filosofal</p></li><li><p>Percy Jackson e o Ladrão de Raios</p></li><li><p>Coraline</p></li></ul><ol start="2"><li><p>Exibição e análise comparativa dos filmes adaptados</p></li><li><p>Debates sobre elementos narrativos (personagens, cenários, enredo)</p></li><li><p>Criação e encenação de histórias originais pelos estudantes</p></li></ol><p><br>Os impactos puderam ser percebidos através do desenvolvimento da capacidade analítica dos estudantes, do aumento do interesse pela leitura e da criatividade demonstrada na adaptação e encenação de suas próprias histórias.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-05-31 15:04:10 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Atividade “Do livro ao palco”
</title>
         <author>nathallysamara12</author>
         <link>https://padlet.com/Ensina_Brasil/ConstruindoaCulturaqueQueremos/wish/3474589560</link>
         <description><![CDATA[<p>Nathally Samara, Ensina 2024, ETI Reunidas Duque de Caxias, Caruaru - PE</p><p><br/></p><p><strong>Atividade "Do Livro ao Palco"</strong></p><p><br>Atividade em andamento desenvolvida com estudantes dos 6° anos da ETI Reunidas Duque de Caxias. O projeto visa transformar a experiência literária em vivência cênica através de adaptações teatrais criativas.</p><p><br>O projeto busca enfrentar:</p><ul><li><p>A resistência dos estudantes em relação à leitura</p></li><li><p>Dificuldades de expressão oral e trabalho em equipe</p></li><li><p>Poucas oportunidades para desenvolvimento da criatividade e habilidades socioemocionais no contexto escolar</p></li></ul><p><br>Metodologia quinzenal estruturada em três etapas:</p><ol><li><p><strong>Leitura coletiva</strong>: Exploração de obras ficcionais de diversos gêneros em grupos</p></li><li><p><strong>Processo criativo</strong>:</p><ul><li><p>Discussão de estratégias de apresentação</p></li><li><p>Elaboração de cenários e figurinos improvisados</p></li><li><p>Planejamento das adaptações cênicas</p></li></ul></li><li><p><strong>Encenação</strong>: Apresentações teatrais com ênfase na improvisação e expressão corporal</p></li></ol><p><br>Os impactos puderam ser percebidos através do desenvolvimento da segurança para falar em público, da melhoria na interpretação textual e da capacidade de colaboração em equipe, além do evidente aumento do interesse pela leitura literária.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-05-31 15:06:21 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>PROJETO: “Caderno que Ensina, Caderno que Acolhe” </title>
         <author>gabymoraes175</author>
         <link>https://padlet.com/Ensina_Brasil/ConstruindoaCulturaqueQueremos/wish/3474598928</link>
         <description><![CDATA[<p>Maria Gabriely, Ensina 2024, ETI Reunidas Duque de Caxias, Caruaru/PE. </p><p><br></p><p><strong>Alfabetização com foco na inclusão, no tempo singular e no protagonismo estudantil</strong></p><p><br></p><p>Este projeto está sendo desenvolvido atualmente de forma individual pela professora Gabriely de Moraes, com o objetivo de garantir o desenvolvimento da alfabetização e do letramento de estudantes fora da faixa etária convencional e de estudantes com deficiência (CID), matriculados na ETI Reunidas Duque de Caxias.</p><p><br></p><p>O foco, em todos os momentos, tem sido incluir os estudantes nas aulas de forma afetiva, intencional e respeitosa, considerando que a alfabetização é um direito de todos e deve contemplar:</p><ul><li><p>O ritmo individual de aprendizagem;</p></li><li><p>As condições cognitivas e emocionais;</p></li><li><p>Os contextos sociais e familiares de cada estudante.</p><p><br></p></li></ul><p>A produção manual de <strong>cadernos de atividades adaptadas</strong> tem sido uma ferramenta essencial para promover:</p><p>Acesso igualitário ao conhecimento;</p><p>Sentimento de pertencimento ao ambiente escolar;</p><p>Desenvolvimento da autonomia e da autoestima;</p><p>Apoio direto às necessidades pedagógicas reais.</p><p><br></p><p>O acompanhamento individualizado e constante é realizado respeitando o ritmo de aprendizagem, as particularidades cognitivas e emocionais e os contextos sociais dos estudantes envolvidos.</p><p><br></p><p><strong>Etapas da Metodologia:</strong></p><p><br></p><p><strong>Diagnóstico inicial:</strong><br>A professora realizou observações e atividades diagnósticas para identificar o nível atual de leitura, escrita e consciência fonológica de cada estudante.</p><p><br></p><p><strong>Elaboração dos cadernos personalizados:</strong><br>Com base nas informações coletadas, a professora Gabriely produz manualmente cadernos de atividades adaptadas, organizadas em níveis progressivos de dificuldade. As atividades são pensadas para trabalhar:</p><ul><li><p>Reconhecimento das letras e sons;</p></li><li><p>Formação de palavras e frases;</p></li><li><p>Coordenação motora fina (para o uso da letra cursiva, por exemplo);</p></li><li><p>Compreensão oral e escrita;</p></li><li><p>Escrita espontânea e criativa.</p></li></ul><p><br></p><p><strong>Aplicação e mediação das atividades:</strong></p><p><br>As atividades são aplicadas de forma individual ou em pequenos grupos, com mediação direta da professora, que oferece suporte contínuo, incentiva a autonomia e adapta a abordagem sempre que necessário.</p><p><br></p><p><strong>Registro dos avanços:</strong><br>A professora mantém registros sistemáticos dos progressos de cada estudante, por meio registro escrito no próprio caderno do estudante. Isso permite ajustar as intervenções pedagógicas com base nas necessidades reais.</p><p><br></p><p><strong>Diálogo constante com a equipe pedagógica:</strong><br>Sempre que possível, a professora compartilha os avanços com a coordenação da área de Linguagens e Pedagógica da escola. </p><p><br></p><p><strong>Impacto do Projeto na Vida dos Estudantes</strong></p><p><br></p><p>O projeto de cadernos de alfabetização personalizados, tem gerado <strong>impactos significativos</strong> na trajetória escolar e pessoal dos estudantes atendidos, especialmente daqueles que estão fora da faixa etária ideal ou possuem algum tipo de deficiência (CID).</p><p><br></p><p><strong>Resgate da autoestima e do prazer em aprender</strong></p><p>Ao receberem atividades pensadas especialmente para suas necessidades, os estudantes passam a se sentir valorizados e capazes. Isso fortalece sua confiança, melhora a autoimagem e reduz sentimentos de frustração ou exclusão.</p><p><br></p><p><strong>Avanço real na leitura e escrita</strong></p><p>Com o acompanhamento individualizado e a progressão respeitosa dos conteúdos, os estudantes demonstram evolução concreta nas habilidades de leitura, escrita, oralidade e consciência fonológica, mesmo quando antes apresentavam grandes dificuldades.</p><p><br></p><p><strong>Maior sentimento de pertencimento à escola</strong></p><p>Estudantes que antes se sentiam "fora do processo" passam a participar mais das aulas, se engajar nas atividades e perceber que fazem parte da comunidade escolar.</p><p><br></p><p><strong>Atenção às especificidades da deficiência</strong></p><p>Ao adaptar materiais e estratégias, o projeto contribui para que estudantes com deficiência tenham acesso real ao currículo, dentro das suas possibilidades, sem serem tratados com inferioridade, mas com equidade e respeito às suas singularidades.</p><p><br></p><p><strong>Desenvolvimento da autonomia e da responsabilidade</strong></p><p>Com os avanços sendo acompanhados de perto, os estudantes passam a se perceber como agentes do próprio processo de aprendizagem. Aprendem a se organizar, a concluir atividades e a se sentir responsáveis pelos próprios progressos.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-05-31 15:27:46 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Aulão Preparatório para a Olimpíada de Português</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/Ensina_Brasil/ConstruindoaCulturaqueQueremos/wish/3474608396</link>
         <description><![CDATA[<p>Maria Cely e Maiany Santos, Ensina 2025 e Alumni 2022, ETI Irmã Ceciliana Gross, Caruaru - PE. </p><p> </p><p>Aulão Preparatório para a Olímpiada de Português</p><p><br></p><p>Somos professoras de Língua Portuguesa, unidas pela Rede Ensina — eu, participante da turma Ensina 2025, e Maiany Santos, alumni da turma de 2022. Movidas pela paixão pela educação e pela força transformadora da linguagem, idealizamos juntas um aulão preparatório para a Olimpíada de Língua Portuguesa, voltado aos estudantes dos 6º e 7º anos do Ensino Fundamental II.</p><p><br></p><p>Nosso principal objetivo com essa ação foi oferecer um momento de aprofundamento prático, centrado na resolução de questões de provas anteriores da Olimpíada, com foco no desenvolvimento das habilidades de leitura, interpretação e análise textual exigidas nas etapas da prova. Acreditamos que a familiarização com o formato da prova, aliada ao trabalho com estratégias de leitura, contribui significativamente para o desempenho dos estudantes.</p><p><br></p><p>Durante o aulão, conduzimos os alunos por uma jornada prática, analisando com atenção questões aplicadas em edições anteriores da OP, discutindo alternativas, identificando elementos estruturais dos textos e refletindo sobre os critérios avaliativos. Além disso, criamos momentos de troca coletiva para que os alunos pudessem expressar dúvidas, compartilhar raciocínios e consolidar aprendizagens.</p><p><br></p><p>A experiência foi enriquecida pela união de nossas trajetórias: de um lado, o olhar de quem está em formação pelo Ensina e vive diariamente os desafios e as descobertas da sala de aula; do outro, a experiência de quem já trilhou esse percurso e hoje atua com compromisso na rede pública. A presença da Maiany, enquanto alumni, trouxe uma referência viva e inspiradora para os alunos, fortalecendo o vínculo afetivo e pedagógico com a proposta.</p><p><br></p><p>Os resultados foram muito positivos. Observamos alunos mais seguros, participativos e atentos aos detalhes que fazem a diferença na hora da prova. A atividade reforçou não apenas o conteúdo, mas também a autoconfiança e a valorização do próprio potencial.</p><p>Essa ação reafirma a importância da colaboração entre educadores e da Rede Ensina como elo formativo entre gerações que acreditam na potência da educação pública. </p>]]></description>
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         <pubDate>2025-05-31 15:50:16 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Projeto: Piquenique Literário</title>
         <author>gabymoraes175</author>
         <link>https://padlet.com/Ensina_Brasil/ConstruindoaCulturaqueQueremos/wish/3474671815</link>
         <description><![CDATA[<p>Maria Gabriely, Ensina 2024, ETI Reunidas Duque de Caxias, Caruaru/PE.</p><p><br/></p><p><strong>Piquenique Literário</strong></p><p><br/></p><p>O Piquenique Literário foi um projeto de Língua Portuguesa desenvolvido com os estudantes do 8º ano da ETI Reunidas Duque de Caxias, durante o primeiro bimestre de 2025, com o objetivo de promover o prazer pela leitura, incentivar a socialização por meio da literatura e criar um espaço afetivo e acolhedor para a troca de experiências literárias.</p><p>A proposta uniu o universo dos livros a um ambiente descontraído ao ar livre, com partilhas de leituras, rodas de conversa e lanches coletivos, aproximando os estudantes da leitura de forma leve e significativa.</p><p><br/></p><p>O principal objetivo do projeto “Piquenique Literário” é despertar o gosto pela leitura e contribuir de forma efetiva para o avanço na compreensão leitora dos estudantes. A proposta parte do entendimento de que o ato de ler vai além da decodificação de palavras, envolve interpretação, reflexão crítica, formação de opinião e diálogo com o mundo.</p><p>Nesse sentido, o projeto visa criar experiências significativas com a literatura, proporcionando momentos em que os estudantes possam ler por prazer, conversar sobre o que leem, identificar-se com personagens, vivenciar emoções, e desenvolver seu repertório linguístico e cultural.</p><p>Ao unir o ambiente escolar com um formato acolhedor e lúdico como o piquenique, o projeto rompe com a rotina tradicional da sala de aula e estimula a leitura em um espaço mais livre, leve e afetivo, favorecendo a construção de vínculos com os textos, com os colegas e com o próprio processo de aprendizagem.</p><p>Dessa forma, o avanço na compreensão leitora ocorre de forma natural, contínua e prazerosa, contribuindo para que os estudantes:</p><ul><li><p>Ampliem sua capacidade de interpretar diferentes gêneros textuais;</p></li><li><p>Desenvolvam a oralidade ao expressar opiniões sobre o que leram;</p></li><li><p>Se sintam confiantes para escrever sobre suas leituras e sentimentos;</p></li><li><p>Criem uma relação mais próxima com os livros e com o conhecimento.</p></li></ul><p><br/></p><p><strong>Metodologia e Etapas do Projeto</strong></p><p><br/></p><p>O projeto foi organizado em etapas sequenciais, com metodologias ativas e afetivas voltadas ao incentivo da leitura:</p><p><br/></p><p>Apresentação do Projeto e Sensibilização</p><ul><li><p>Apresentação da proposta para os estudantes, com destaque para o formato diferenciado do piquenique literário.</p></li><li><p>Conversa inicial sobre hábitos de leitura, preferências e experiências anteriores com livros.</p><p><br/></p></li></ul><p>Escolha e Leitura dos Textos</p><ul><li><p>Seleção de livros e textos variados, respeitando os interesses e o nível de leitura da turma.</p></li><li><p>Formação de grupos ou leituras individuais, com apoio da professora para mediação.</p></li><li><p>Momentos de leitura silenciosa, leitura em duplas ou leitura em voz alta, conforme o desejo dos estudantes. </p><p><br/></p></li></ul><p>Roda de Conversa e Partilha</p><p><br/></p><ul><li><p>Organização de rodas de conversa com lanches leves.</p></li></ul><ul><li><p>Estímulo à escuta atenta, respeito às opiniões e desenvolvimento da oralidade.</p></li><li><p>Questionamento sobre os livros.</p></li></ul><p><br/></p><p>Produção e Expressão</p><p><br/></p><ul><li><p>Propostas de atividades de escrita como resenhas/resumos. </p></li><li><p>Reflexão final com os estudantes sobre o que aprenderam e como se sentiram com o projeto.</p></li></ul><p><br/></p><p>As metodologias utilizadas envolveram escuta ativa, mediação de leitura, uso de ambientes alternativos, incentivo à expressão e valorização das experiências individuais.</p><p><br/></p><p>Impactos Observados</p><ul><li><p>Aumento do interesse dos estudantes por livros e leitura;</p></li><li><p>Melhora na oralidade, argumentação e escuta;</p></li><li><p>Avanço na compreensão e interpretação de textos;</p></li><li><p>Fortalecimento dos vínculos entre os estudantes e com o ambiente escolar;</p></li><li><p>Criação de uma memória afetiva positiva em relação à leitura e à escola.</p></li></ul><p><br/></p><p>O projeto “Piquenique Literário” reafirma que ler também é um ato de afeto. Ao despertar o gosto pelos livros de maneira lúdica e sensível, o projeto promoveu avanços concretos na aprendizagem e no vínculo com a literatura, tornando os estudantes protagonistas do próprio processo de formação leitora.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-05-31 19:02:02 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Protagonismo Estudantil - Eleição de Líderes de Turma</title>
         <author>gabymoraes175</author>
         <link>https://padlet.com/Ensina_Brasil/ConstruindoaCulturaqueQueremos/wish/3474680603</link>
         <description><![CDATA[<p><br></p><p>Maria Gabriely, Ensina 2024, ETI Reunidas Duque de Caxias, Caruaru/PE.</p><p><br></p><p>Na ETI Reunidas Duque de Caxias, a disciplina de Protagonismo, ministrada pela professora Gabriely, contempla diversas atividades que visam o desenvolvimento das habilidades sociais, cidadãs e de liderança dos estudantes. Uma das atividades realizadas no primeiro bimestre de 2025 foi a eleição democrática dos líderes e vice-líderes de turma, envolvendo 15 turmas da escola.</p><p>Essa atividade tem como principal objetivo desenvolver o protagonismo estudantil, promovendo a vivência prática da cidadania e da liderança no ambiente escolar. Através desse processo, os estudantes exercitam a responsabilidade, a comunicação, a empatia e o trabalho em equipe, habilidades que influenciam positivamente sua vida pessoal, acadêmica, profissional e cidadã.</p><p>Ao participar da eleição, os estudantes compreendem que a liderança é um papel coletivo, que exige ética, respeito e colaboração. A experiência contribui para o fortalecimento da autonomia e da autoconfiança, preparando-os para atuarem como agentes de transformação em diferentes contextos sociais.</p><p><br></p><p><strong>Apresentação da Atividade e Contextualização</strong></p><ul><li><p>A professora Gabriely inicia a disciplina de Protagonismo apresentando aos estudantes o conceito de liderança e sua importância no ambiente escolar e na vida social.</p></li><li><p>São promovidas discussões sobre as qualidades de um bom líder, destacando que todos possuem potencial para desenvolver habilidades de liderança.</p></li></ul><p><br></p><p><strong>Debate e Reflexão em Sala de Aula</strong></p><ul><li><p>Os estudantes participam de debates orientados sobre diferentes estilos de liderança e a importância do respeito, da colaboração e da ética no exercício da liderança.</p></li><li><p>É realizada a dinâmica “Papel nas Costas”, em que cada estudante escreve uma qualidade que percebe em um colega, incentivando a valorização mútua e o reconhecimento dos pontos fortes dos colegas.</p></li></ul><p><br></p><p><strong>Campanha dos Candidatos</strong></p><ul><li><p>Os estudantes que desejam candidatar-se a líderes e vice-líderes organizam pequenas campanhas para apresentar suas propostas e qualidades à turma.</p></li><li><p>As campanhas são divulgadas durante o momento de acolhida da escola, possibilitando a todos conhecer os candidatos antes da votação.</p></li></ul><p><br></p><p><strong>Votação Democrática</strong></p><ul><li><p>A eleição ocorre na quadra da escola, onde é montada uma urna improvisada para simular uma votação real com sigilo no voto.</p></li><li><p>Todos os estudantes das 15 turmas envolvidas participam, votando em seus representantes.</p></li></ul><p><br></p><p><strong>Apuração e Resultado</strong></p><ul><li><p>A apuração dos votos é feita na presença da equipe gestora junto da professora de protagonismo.</p></li></ul><p><br></p><p><strong>Posse dos Líderes e Vice-Líderes</strong></p><ul><li><p>O momento de posse acontece na quadra da escola durante a acolhida, com entrega de certificados, crachás de identificação e kits contendo agenda e materiais necessários para o exercício da liderança.</p></li><li><p>Os estudantes empossados são oficialmente apresentados como representantes de suas turmas, fortalecendo o compromisso com a função assumida.</p></li></ul><p><br></p><p><strong>Acompanhamento e Reuniões Periódicas</strong></p><ul><li><p>Os líderes participam de reuniões regulares com suas turmas e com a equipe gestora da escola para discutir demandas, sugestões e organizar atividades.</p></li><li><p>A professora Gabriely acompanha o desenvolvimento dos líderes, oferecendo orientação e apoio contínuo.</p></li></ul>]]></description>
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         <pubDate>2025-05-31 19:35:05 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Projeto: Quem Sou Eu? Como Me Vejo no Agora e Como Quero Me Ver no Futuro</title>
         <author>gabymoraes175</author>
         <link>https://padlet.com/Ensina_Brasil/ConstruindoaCulturaqueQueremos/wish/3474686978</link>
         <description><![CDATA[<p>. Maria Gabriely, Ensina 2024, ETI Reunidas Duque de Caxias, Caruaru/PE. </p><p><br/></p><p>No primeiro bimestre de 2025, a professora Gabriely desenvolveu na disciplina de Protagonismo o projeto “Quem Sou Eu? Como Me Vejo no Agora e Como Quero Me Ver no Futuro”. O objetivo principal foi promover a reflexão profunda dos estudantes sobre suas próprias vidas, sentimentos e objetivos, criando um ambiente acolhedor e de fortalecimento das relações entre amigos e colegas de classe, especialmente durante as rodas de conversa que abordaram situações pessoais e coletivas trazidas pelos próprios estudantes.</p><p>Ao longo do bimestre, as atividades orais, escritas, debates e momentos de escuta ativa foram conduzidos para que os jovens construíssem uma visão clara e motivadora sobre quem são no presente, reconhecendo suas qualidades, desafios e possibilidades de crescimento.</p><p><br/></p><p><strong>Desenvolvimento e Metodologia</strong></p><p><br/></p><ul><li><p><strong>Rodas de Conversa e Acolhimento:</strong> Espaços semanais em que os estudantes compartilharam experiências, ouviram seus pares e refletiram sobre suas vivências pessoais, escolares e familiares, fortalecendo o vínculo, o respeito e a empatia.</p><p><br/></p></li><li><p><strong>Atividades Orais e Escritas:</strong> Propostas para estimular a expressão individual, como relatos, autoavaliações e descrições pessoais, aprofundando o autoconhecimento e a comunicação das emoções e pensamentos.</p><p><br/></p></li><li><p><strong>Debates e Escuta Ativa:</strong> Momentos organizados para discutir temas de identidade, sonhos e expectativas, praticando a escuta atenta e o respeito às opiniões dos colegas.</p><p><br/></p></li><li><p><strong>Dinâmica da Carta para o Futuro:</strong> Cada estudante escreveu uma carta para si mesmo contendo:</p><ul><li><p>Como se vê no momento presente;</p></li><li><p>Os desejos e objetivos para o ano;</p></li><li><p>Como deseja se ver em dezembro de 2025, com foco em conquistas pessoais/escolar.</p><p><br/></p></li><li><p><strong>Construção da Linha do Tempo:</strong> Junto aos estudantes, foi elaborada uma linha do tempo com estratégias e caminhos viáveis para realizar seus sonhos e objetivos ao longo do ano e no futuro, colocando o estudante como protagonista de sua própria história e trajetória.</p><p><br/></p></li><li><p><strong>Dinâmica “Jogue o Seu Medo Fora”:</strong> Atividade para que os estudantes identificassem e externalizassem seus medos, ajudando-os a entender melhor seus sentimentos e a lidar com eles.</p><p><br/></p></li><li><p><strong>Dinâmica “Coloque a Mão na Cabeça”:</strong> Reflexão sobre atitudes cotidianas dos estudantes envolvendo os âmbitos escolar, pessoal e familiar, promovendo consciência sobre comportamentos e suas consequências.</p><p><br/></p></li><li><p><strong>Dinâmica de Perspectivas para o Futuro:</strong> Exercícios para construir o “Quem Eu Desejo Ser”, pensando em atitudes presentes que ajudarão a alcançar esse ideal.</p><p><br/></p></li></ul><p><strong>Ambiência e Resultados</strong></p><p><br/></p><p>Todos os momentos foram mediados com sensibilidade e atenção pela professora Gabriely, que criou um ambiente seguro e acolhedor, onde os estudantes se sentiram à vontade para expressar suas angústias, partilhar suas histórias e emoções, sentir-se ouvidos e até mesmo consolar ou serem consolados pelos colegas.</p><p>Muitos desses encontros foram marcados por fortes emoções, incluindo lágrimas, e momentos de reflexão profunda. Um resultado muito significativo foi o restabelecimento de laços entre estudantes que estavam afastados ou em conflito, que voltaram a conversar, trocar pedidos de desculpas e buscar o perdão, fortalecendo a convivência escolar e o sentimento de comunidade.</p></li></ul><p>#diversidade</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-05-31 19:58:05 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Prática antirracista nas aulas de Pensamento Científico.</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/Ensina_Brasil/ConstruindoaCulturaqueQueremos/wish/3474688250</link>
         <description><![CDATA[<p>Mariana Costa, Ensina 2024, ETI Capitão João Velho, Caruaru - PE.</p><p><br></p><p>O mural de cientistas negros e negras veio da necessidade de evidenciar a importância destes na construção de diversos avanços científicos que temos hoje. Um estudante questionou em uma das aulas de Pensamento Científico: "professora, por que não existem cientistas negros?". Surpresa com a pergunta decidi dedicar um bimestre inteiro a falar sobre cientistas negros, através de filmes, experimentos e debates sobre o porquê eles/elas não aparecem no livro de ciências. Culminamos essa discussão em um mural construído pelos próprios estudantes. Falamos da Jacqueline Goes de Jesus, da Mae Jasmine (primeira mulher negra a ir ao espaço), do Milton Santos e de tantos outros. </p>]]></description>
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         <pubDate>2025-05-31 20:02:34 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Roda de leitura de contos africanos na praça </title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/Ensina_Brasil/ConstruindoaCulturaqueQueremos/wish/3474691311</link>
         <description><![CDATA[<p>Mariana Costa, Ensina 2024, ETI Capitão João Velho, Caruaru - PE.</p><p><br/></p><p>Todas as quartas-feiras vou com um grupo de estudantes para a praça em frente à escola fazer uma roda de leitura e/ou debate sobre perspectivas africanas e indígenas. Discutimos quem foi Chimamanda Adichie e lemos trechos do livro "O perigo de uma história única". Também fizemos a leitura coletiva de contos africanos, o livro que aparece nas imagens tem como título: <strong>Kalinda, a princesa que perdeu os cabelos e outras histórias africanas.</strong></p>]]></description>
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         <pubDate>2025-05-31 20:16:16 UTC</pubDate>
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         <title>Projeto Avança SAEB</title>
         <author>gabymoraes175</author>
         <link>https://padlet.com/Ensina_Brasil/ConstruindoaCulturaqueQueremos/wish/3474691434</link>
         <description><![CDATA[<p><br></p><p>Maria Gabriely, Ensina 2024, ETI Reunidas Duque de Caxias, Caruaru/PE.</p><p><br></p><p>O Projeto SAEB de Língua Portuguesa está sendo desenvolvido pela professora Maria Gabriely com três turmas do 9º ano na ETI Reunidas Duque de Caxias. Essa iniciativa tem como propósito preparar os estudantes para o Sistema de Avaliação da Educação Básica (SAEB), uma avaliação nacional essencial para medir o aprendizado em todo o país.</p><p>O projeto busca desenvolver, com os estudantes, as competências e habilidades exigidas na prova, especialmente em leitura, interpretação e produção textual, por meio de preparação sistemática, acompanhamento e intervenções pedagógicas.</p><p>O principal objetivo é proporcionar aos estudantes as ferramentas necessárias para que possam compreender e responder às questões do SAEB com segurança, promovendo avanços significativos no domínio da Língua Portuguesa.</p><p>Além disso, o projeto estimula a autonomia dos estudantes para reconhecer seus pontos fortes e desafios, incentivando o protagonismo na própria aprendizagem. Também valoriza o trabalho coletivo, com os estudantes participando de discussões em grupo, que fortalecem a compreensão das questões e a troca de saberes entre os colegas.</p><p>A professora Maria Gabriely sempre inclui, nos conteúdos trabalhados, os descritores do SAEB, proporcionando aos estudantes a oportunidade de reconhecer e identificar essas habilidades nas atividades propostas. Dessa forma, os estudantes compreendem que os descritores não são apenas exigências para a prova, mas competências essenciais que irão desenvolver e utilizar ao longo de suas vidas pessoais, escolares e profissionais.</p><p>Além disso, a professora estimula constantemente o pensamento crítico, promovendo momentos em que os estudantes são convidados a argumentar e explicar suas ideias com suas próprias palavras. Essa prática valoriza a expressão individual e fortalece a capacidade de reflexão, tornando-os cidadãos críticos e conscientes do papel que desempenham na sociedade.</p><p>No que diz respeito aos estudantes com CID, aqueles que conseguem acompanhar as atividades apresentam avanços significativos. Para os que enfrentam dificuldades, a professora adapta as atividades e busca estratégias pedagógicas específicas para atender melhor às suas necessidades, garantindo um acompanhamento inclusivo e eficaz.</p><p>Assim, a iniciativa contribui para o desenvolvimento acadêmico, pessoal e social dos estudantes, preparando-os não só para o SAEB, mas também para futuros desafios escolares e de cidadania.</p><p><br></p><ul><li><p><strong>Etapas:</strong></p></li></ul><p><br></p><ul><li><p><strong>Diagnóstico Inicial</strong><br>Aplicação de simulados com questões de SAEB para identificar o nível de conhecimento e habilidades dos estudantes em leitura, interpretação e produção textual.</p><p><br></p></li><li><p><strong>Planejamento das Aulas e Atividades</strong><br>Organização das atividades pedagógicas a partir dos resultados do diagnóstico, com foco nos descritores do SAEB, para atender às necessidades específicas de cada turma e estudante.</p><p><br></p></li><li><p><strong>Aulas Semanais e Aulões de Reforço</strong><br>Realização de aulas regulares e aulões semanais que focam em estratégias de leitura, compreensão textual, produção escrita e interpretação crítica.</p><p><br></p></li><li><p><strong>Simulados Periódicos</strong><br>Aplicação de simulados semanais para acompanhamento do progresso dos estudantes, permitindo a identificação de avanços e dificuldades.</p><p><br></p></li><li><p><strong>Análise dos Resultados</strong><br>Registro dos resultados individuais e coletivos em tabelas, possibilitando a comparação dos desempenhos por descritor e a avaliação do avanço ao curto, médio e longo do tempo.</p><p><br></p></li><li><p><strong>Discussão em Grupo</strong><br>Momentos de estudo em grupo e resolução colaborativa de questões de SAEB de anos anteriores, promovendo o debate, troca de ideias e esclarecimento de dúvidas.</p><p><br></p></li><li><p><strong>Adaptação para Estudantes com CID</strong><br>Desenvolvimento de atividades adaptadas e uso de estratégias específicas para garantir o acompanhamento efetivo dos estudantes com CID, respeitando seus ritmos e necessidades.</p><p><br></p></li><li><p><strong>Feedback e Orientação Individual</strong><br>Acompanhamento contínuo e feedback personalizado para que cada estudante compreenda suas dificuldades e pontos fortes, estimulando o protagonismo na aprendizagem.</p><p><br></p></li><li><p><strong>Metodologias</strong></p><p><br></p><ul><li><p><strong>Ensino Personalizado:</strong><br>Adaptação das atividades conforme o nível e ritmo de aprendizagem dos estudantes, com atenção especial aos estudantes com CID.</p><p><br></p></li><li><p><strong>Uso dos Descritores do SAEB:</strong><br>Inclusão dos descritores em todas as atividades para que os estudantes reconheçam as habilidades exigidas e compreendam sua importância prática.</p><p><br></p></li><li><p><strong>Aprendizagem Ativa:</strong><br>Estímulo à participação dos estudantes por meio de debates, argumentações e produção textual, incentivando o pensamento crítico e a expressão pessoal.</p><p><br></p></li><li><p><strong>Avaliação Formativa:</strong><br>Uso de simulados e análises contínuas para ajustar as estratégias pedagógicas e promover o desenvolvimento progressivo dos estudantes.</p><p><br></p></li><li><p><strong>Trabalho Colaborativo:</strong><br>Dinâmicas de grupo e discussões em sala para promover a troca de conhecimentos e fortalecer o aprendizado coletivo.</p><p><br></p></li><li><p><strong>Mediação e Escuta Ativa:</strong><br>A professora Maria Gabriely atua como mediadora, criando um ambiente acolhedor onde os estudantes sentem-se motivados a participar, expressar suas ideias e refletir sobre o próprio aprendizado.</p></li></ul></li></ul>]]></description>
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         <pubDate>2025-05-31 20:16:46 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Projeto: Pizza Literária</title>
         <author>gabymoraes175</author>
         <link>https://padlet.com/Ensina_Brasil/ConstruindoaCulturaqueQueremos/wish/3474695245</link>
         <description><![CDATA[<p><br/></p><p>Maria Gabriely, Ensina 2024, ETI Reunidas Duque de Caxias, Caruaru/PE. </p><p><br/></p><p>(ETI Capitão João Velho 2024)</p><p><br/></p><p>O Projeto Pizza Literária foi realizado durante um bimestre na ETI Capitão João Velho, onde atuei como professora de Língua Portuguesa em 2024, com estudantes do 8º e 9º ano. Essa iniciativa teve como propósito principal incentivar o gosto pela leitura e fortalecer a compreensão textual por meio de uma abordagem lúdica e participativa.</p><p>Inspirado na ideia de “montar a pizza” com diferentes “ingredientes” literários, o projeto propôs uma experiência de leitura, discussão e produção textual em que os estudantes exploraram diversos gêneros e estilos literários, refletindo sobre suas particularidades e seus impactos na vida cotidiana.</p><p>O objetivo central foi promover o hábito da leitura e desenvolver a capacidade crítica e criativa dos estudantes, incentivando-os a expressar suas opiniões, argumentar sobre os textos lidos e criar suas próprias produções literárias, fortalecendo assim competências essenciais para a vida escolar e cidadã.</p><p><br/></p><p><strong>Etapas e Metodologias</strong></p><p><br/></p><p><strong>Seleção dos Textos Literários</strong><br>Escolha de obras e trechos de diferentes gêneros (poesia, crônica, contos, textos jornalísticos, entre outros) para compor os “ingredientes” da pizza literária.</p><p><br/></p><p><strong>Leitura Compartilhada</strong><br>Atividades de leitura oral e silenciosa, com momentos de escuta ativa e troca de impressões entre os estudantes.</p><p><br/></p><p><strong>Discussões em Grupo</strong><br>Debate sobre os temas, personagens, linguagem e mensagens dos textos, incentivando a participação e o pensamento crítico.</p><p><br/></p><p><strong>Atividades de Produção Textual</strong><br>Estímulo à criação de textos pelos estudantes, como poesias, pequenas histórias ou crônicas, inspirados nos gêneros trabalhados.</p><p><br/></p><p><strong>Dinâmicas Lúdicas</strong><br>Jogos e desafios relacionados aos textos, como “montar a pizza” escolhendo os ingredientes favoritos, para tornar o aprendizado mais prazeroso.</p><p><br/></p><p><strong>Apresentação Final</strong><br>Organização de um momento para que os estudantes compartilhassem suas produções e falassem sobre o que aprenderam durante o projeto, fortalecendo a autoestima e o protagonismo.</p><p><br/></p><p><strong>Impacto na Vida dos Estudantes</strong></p><p><br/></p><p>O Projeto Pizza Literária trouxe importantes benefícios para os estudantes do 8º e 9º ano da ETI Capitão João Velho, contribuindo para:</p><p><br/></p><ul><li><p><strong>Despertar e fortalecer o interesse pela leitura</strong>, tornando-a uma atividade prazerosa e significativa;</p><p><br/></p></li><li><p><strong>Desenvolver habilidades de interpretação e produção textual</strong>, essenciais para o sucesso escolar e para a vida;</p><p><br/></p></li><li><p><strong>Estimular o pensamento crítico e a capacidade de argumentação</strong>, preparando os estudantes para situações reais do cotidiano;</p><p><br/></p></li><li><p><strong>Promover a autoestima e o protagonismo</strong>, por meio da valorização das produções individuais e da expressão pessoal;</p><p><br/></p></li><li><p><strong>Fomentar a socialização e o trabalho em grupo</strong>, através das discussões e dinâmicas coletivas;</p><p><br/></p></li><li><p><strong>Ampliar o repertório cultural e literário</strong>, apresentando aos estudantes uma diversidade de gêneros e estilos literários.</p></li></ul>]]></description>
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         <pubDate>2025-05-31 20:33:43 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Mulheres, raça e classe nas aulas de história.</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/Ensina_Brasil/ConstruindoaCulturaqueQueremos/wish/3474701703</link>
         <description><![CDATA[<p>"Quem foi Maria Quitéria? E Maria Firmina dos Reis? Vocês sabiam que a primeira mulher negra a publicar um romance na América Latina foi uma brasileira?" Com estas perguntas dei início a uma série de aulas de história que tinham como finalidade destacar o papel de pessoas negras e no geral e principalmente de mulheres que tiveram suas vidas entrelaçadas com momentos significativos da história do Brasil. </p>]]></description>
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         <pubDate>2025-05-31 21:05:11 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Eletiva Cinetech: Arte e Inovação na Capitão  </title>
         <author>moboliveira21</author>
         <link>https://padlet.com/Ensina_Brasil/ConstruindoaCulturaqueQueremos/wish/3474721033</link>
         <description><![CDATA[<p>Mariana Bandeira, Ensina 2025, ETI Capitão João Velho, Caruaru. </p><p><br/></p><p>Projeto: Eletiva de Cinema </p><p>“Cinetech Arte e Inovação na Capitão”.</p><p><br/></p><p>Visa apresentar o universo do cinema e aumento do repertório cultural dos estudantes a partir da criação de elementos cinematográficos. </p><p><br/></p><p>Conhecer a origem, os principais movimentos cinematográficos, a análise dos principais gêneros, conhecimento dos aspetos técnicos para criação e produção de um filme (roteiro, personagens, direção fotografia e som, montagem e edição). </p><p><br/></p><p>Criação de óculos 3D, fita de movimento, storyboard, maquete, vídeo, produção e demais elementos artísticos e inovadores que fazem parte desse contexto. </p><p><br/></p><p>O desafio é oferecer conhecimento e descobertas de um espaço que por muitos ainda não foi acessado (comunidade escolar rural).  </p><p><br/></p><p>A solução é, momentaneamente, apresentar de forma lúdica para fortalecer o engajamento.  O resultado tem sido significativo para os estudantes. </p><p><br/></p><p><br/></p>]]></description>
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         <pubDate>2025-05-31 22:30:16 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Aulas de Ciências</title>
         <author>jessicabrito8</author>
         <link>https://padlet.com/Ensina_Brasil/ConstruindoaCulturaqueQueremos/wish/3474783440</link>
         <description><![CDATA[<p>Jéssica Danielle, 2025. ETI Capitão João Velho, Caruaru-PE. </p><p><br></p><p>No início das aulas de Ciências com os sextos anos, conversamos sobre a ideia que eles tinham sobre a disciplina e o que eles esperavam ver ao longo do ano. </p><p>As respostas foram organizadas e os estudantes reproduziram em seus cadernos. </p><p>Desde então, ao final de cada aula, voltamos a esse mapa mental e os estudantes destacam os termos que foram estudados.</p><p>É nítido ver que a ansiedade para marcar todas as palavras é grande e o quanto eles ficam felizes ao perceber que estudaram sobre mais um tópico desses, e que, portanto, as "Ciências" que estão sendo estudadas não estão distantes das que eles imaginavam.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-06-01 03:18:26 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Giro Olímpico </title>
         <author>jessicabrito8</author>
         <link>https://padlet.com/Ensina_Brasil/ConstruindoaCulturaqueQueremos/wish/3474785598</link>
         <description><![CDATA[<p>Jéssica Danielle, . ETI Capitão João Velho, Caruaru-PE.</p><p><br></p><p>Após uma escuta ativa com os estudantes, foi criada em Caruaru a disciplina Giro Olímpico, voltada para revisão de conteúdos das olimpíadas de conhecimento que eles participam. </p><p>Por ser uma disciplina completamente nova, os estudantes tiveram um pouco de dificuldade de compreender seu objetivo no início. </p><p>Então, uma das medidas adotadas para minimizar essa dificuldade foi propor que eles, em grupo, construíssem sua própria olimpíada, baseado no que eles gostariam de participar. Eles escolheram nome, quem pode participar, qual a premiação e as regras. Entre as sugestões estavam Olimpíada de Artes, Olimpíada de Futebol, Olimpíada de Vôlei e Olimpíada Brasileira de Música.</p><p>A partir disso, foi feita uma comparação com as Olimpíadas de conhecimento que eles participam ao longo do ano, falando das regras e premiações, e do porquê ser importante "treinar" para obter bons resultados, objetivo da disciplina de Giro Olímpico. </p>]]></description>
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         <pubDate>2025-06-01 03:28:55 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Aulas de Pensamento Científico</title>
         <author>treyceannunciatohr1</author>
         <link>https://padlet.com/Ensina_Brasil/ConstruindoaCulturaqueQueremos/wish/3474985858</link>
         <description><![CDATA[<p>ETI Irmã Ceciliana Gross, Caruaru-PE. Treyce Annunciado, Ensina 2025.</p><p><br/></p><p>Ao optar por ser professora da disciplina de Pensamento Científico nos oitavos e nonos anos, fui com o intuito de separar os campos do conhecimento e adicionar cada disciplina a seu respectivo campo (Ciências Humanas, Ciências da Natureza, Linguagens e Códigos). Optei pela divisão clássica do ENEM, que é a da BNCC vigente. No entanto, alguns estudantes estranharam este conceito de que "As Ciências Humanas e a Gramática, por exemplo, també são Ciência". É um processo de desconstrução demorado. </p><p><br/></p><p>No entanto, para melhorar o empenho e interesse dos alunos, eu parti para as teorias de origem da vida, campo que tenho muito conhecimento e curiosidade. Comecei trabalhando a Teoria da Evolução Química, com o conceito de Sopa Primordial e complementando com a Teoria da Evolução das Espécies, de Charles Darwin, os estudantes curtiram  muito e a convivência melhorou em aula. Além disso, fiz distribuição atômica e apresentação de moléculas, como a amônia (NH3), da água (H20) e do sódio (Na), que estão presentes na Sopa Primodial. Além disso, comecei a introdução ao Filo Chordata. Eu, particulamente, adorava estes temas na escola e era a mestra das ligações em química orgânica. No entanto, a paixão pela humanidade tocou mais forte, e cursei Relações Internacionais, baseada na Declaração dos Direitos do Homem e do Cidadão e depois na Declaração Universal dos Direitos Humanos. Ora, a sustentabilidade é imprescindível para o bom funcionamento do planeta Terra! Todas disciplinas são Ciência! E eu adoro ser a Professora Treyce, de Pensamento Científico! </p><p><br/></p><p>Além disso, apliquei uma roda de conversa, com ajuda da gestão para fazer uma escuta ativa com os estudantes do 8C e a dinâmica do Que bom, Que Pena e Que Tal em todos oitavos e nonos anos.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-06-01 13:36:46 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title>Eletiva O Livre Arbítrio</title>
         <author>treyceannunciatohr1</author>
         <link>https://padlet.com/Ensina_Brasil/ConstruindoaCulturaqueQueremos/wish/3474986321</link>
         <description><![CDATA[<p>ETI Irmã Ceciliana Gross, Caruaru-PE. Treyce Annunciado, Ensina 2025.</p><p><br/></p><p>Posso afirmar, com certeza, que meu dia favorito na escola, é a quarta-feira, dia de eletiva. A minha disciplina intitula-se "O Livre Arbítrio" e tem como objetivo trabalhar com os estudantes conceitos artísticos, literários e filosóficos. Já fizemos pinturas, colagens, leituras compartilhadas e tivemos aulas expositivas, falando de movimentos artísticos como a semana da Arte Moderna, de 1922, que começa em São Paulo e o Renascimento Cultural, no século XVI. </p><p><br/></p><p>Além disso, fizemos rosas de papel, ensinadas pela estudante do 9ºB, Ester Rodrigues. Esta aula foi totalmente guiada pela estudante. </p><p><br/></p><p>Ne eletiva há estudantes de todos os anos: sexto, sétimo, oitavo e nono, e é importante levar isto em consideração para o bom funcionamento da aula. Todos os dias escutamos músicas tranquilas ou infantis. </p><p><br/></p><p>O principal objetivo da disciplina é ser um ponto de paz para os estudantes durante a semana e esiná-los que são livres para fazer suas escolhas.</p><p><br/></p><p>Finalizo com Heráclito de Efésio: "Ninguém pode entrar duas vezes no mesmo rio". Isto ocorre porque nem a pessoa, nem o rio, são os mesmos, tudo está em constante transformação.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-06-01 13:37:52 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Hackers da Caatinga participa do XXIV Evento Semestral de Carreiras da Univasf </title>
         <author>willmaramarques1</author>
         <link>https://padlet.com/Ensina_Brasil/ConstruindoaCulturaqueQueremos/wish/3476449847</link>
         <description><![CDATA[<p>WILLMARA MARQUES MONTEIRO - ENSINA 2024 - PETROLINA-PE - ESCOLA MUNICIPAL PAULO FREIRE [PROJETO]</p><p><br/></p><p>No dia 21 de maio, o projeto Hackers da Caatinga teve a honra de participar do XXIV Evento Semestral de Carreiras, promovido pela Universidade Federal do Vale do São Francisco (Univasf), em Petrolina. O evento reuniu estudantes, professores e profissionais de diversas áreas, promovendo trocas de experiências e inspirações sobre trajetórias acadêmicas e profissionais.</p><p><br/></p><p>A participação do Hackers da Caatinga foi marcada por muita emoção e orgulho. Durante a apresentação, foi possível compartilhar com o público a história do projeto, suas motivações, desafios enfrentados e os impactos já alcançados no desenvolvimento do pensamento matemático, computacional e ambiental dos estudantes da Escola Municipal Paulo Freire.</p><p><br/></p><p>O momento foi uma oportunidade única para reforçar o compromisso do projeto com a educação transformadora, a valorização da Caatinga e o protagonismo estudantil. Cada vez que contamos nossa história, nos lembramos da força do nosso sonho coletivo.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-06-02 17:09:31 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Hackers da Caatinga inicia as atividades de 2025 com mais alunos e ainda mais propósito</title>
         <author>willmaramarques1</author>
         <link>https://padlet.com/Ensina_Brasil/ConstruindoaCulturaqueQueremos/wish/3476454603</link>
         <description><![CDATA[<p>WILLMARA MARQUES MONTEIRO - ENSINA 2024 - PETROLINA-PE - ESCOLA MUNICIPAL PAULO FREIRE [PROJETO]</p><p><br/></p><p>2025 começou com excelentes notícias para o projeto Hackers da Caatinga! Iniciamos nossas aulas com ainda mais força e impacto, celebrando o aumento do número de alunos fixos participantes: agora somos 30 estudantes engajados semanalmente em uma jornada de descobertas, criação e pertencimento.</p><p><br/></p><p>Mais do que números, esse crescimento representa o fortalecimento de um sonho coletivo. Criado com o propósito de desenvolver o pensamento matemático, computacional e ambiental dos estudantes, o projeto também busca valorizar a identidade cultural da região, promovendo o cuidado com o bioma da Caatinga e estimulando o orgulho de pertencer ao sertão.</p><p><br/></p><p>Cada estudante que chega ao Hackers da Caatinga carrega consigo uma nova possibilidade de transformação. Por meio de atividades interdisciplinares, oficinas criativas, desafios matemáticos e ações voltadas à preservação do meio ambiente, o projeto vem conquistando espaços de escuta, inovação e protagonismo dentro da Escola Municipal Paulo Freire e na comunidade ao redor.</p><p><br/></p><p>O aumento no número de participantes demonstra que estamos no caminho certo: mais alunos impactados, mais vozes representadas, mais sonhos cultivados. Seguimos firmes com o objetivo de alcançar ainda mais estudantes ao longo do ano, ampliando horizontes e construindo, juntos, um futuro onde a educação se conecta com a vida real e com as raízes do nosso território.</p><p><br/></p><p>O Hackers da Caatinga segue florescendo – com coragem, criatividade e muito amor pelo sertão. 🌵💻✨</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-06-02 17:15:32 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Oxente Day/Scratch Day - ETI - Capitão João velho</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/Ensina_Brasil/ConstruindoaCulturaqueQueremos/wish/3477922492</link>
         <description><![CDATA[<p>Scratch day maravilhoso com os estudantes da ETI - Capitão João Velho 2025.<br>Semana passada tive a oportunidade de organizar o Scratch Day interativo com o tema de Guardiões da Natureza da Semana do <a rel="noopener noreferrer nofollow" class="hFPDYsWTzLqVuYictScNciqpgecsfrStpXQ " href="https://www.linkedin.com/search/results/all/?keywords=%23oxenteday&amp;origin=HASH_TAG_FROM_FEED"><strong>hashtag#Oxenteday</strong></a>!! 🌵 <br>Foi um dia inteiro recheada de atividades interativas e pedagógicas, dedicadas ao Scratch, exercitando a criatividade, raciocínio lógico e consciência ambiental dos estudantes. 🌲 <br><br>O Scratch é uma ferramenta de programação básica para estudantes, que introduz toda lógica de programação e entendimento, é uma ferramenta maravilhosa para trabalhar com os estudantes principalmente do Fundamental II.<br><br>Sentimento de orgulho como primeira experiência organizando evento escolar, e motivado para os próximos! 😁<br>Dia recheado de atividades abrangendo todas as turmas da escola. Dentre as atividades foram aplicadas atividades sugestões do site do Oxente Day:<br>-Planta Mágica<br>-Compartilhando o Cuidado<br>-Batalha Naval ecológica<br>-Simetria da floresta<br>-Guardiões da Reciclagem<br>Entre outras....<br>Também foram feitas algumas atividades extras e pedagógicas, envolvendo o tema de natureza e reciclagem, onde os meninos montaram lixeiras de reciclagem, para conscientização.&nbsp;<br>Também houve caça de tesouro, envolvendo charadas, comandos e codificação em número binário!!<br><br>Foi um dia muito divertido com premiações e muito engajamento dos alunos e professores. Fiquei bastante orgulhoso e feliz com o engajamento dos alunos. Próximo evento será maior com certeza.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-06-03 23:54:56 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Concurso de Personagens - Scratch</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/Ensina_Brasil/ConstruindoaCulturaqueQueremos/wish/3477930571</link>
         <description><![CDATA[<p>Com o objetivo de estimular o engajamento de alunos com a ferramenta Scratch, criei um concurso de criação de personagens de Scratch, onde os alunos poderiam criar livremente um personagem, desenhado no próprio aplicativo, que envolvesse o tema do ano: Guardiões da Natureza!</p><p>Com isso criei um mural na ETI - Capitão João Velho, com todos os personagens que foram criados ao longo do concurso, expondo a criatividade dos alunos!</p><p>Consegui arrecadar uma contribuição de todos os professores para comprar prêmiações para os 3 primeiros lugares.</p><p>E premiamos o primeiro lugar com um fone de ouvido!</p><p><br/></p><p>Foi muito legal ver o engajamento dos alunos, criatividade e dedicação, tivemos personagens maravilhosos.</p><p>Uma pena não poder compartilhar todos aqui!</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-06-04 00:03:54 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>English for All: Aula Criativa Inglês</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/Ensina_Brasil/ConstruindoaCulturaqueQueremos/wish/3477943677</link>
         <description><![CDATA[<p>Como participante do English For All, apliquei uma das atividades criativas que foram pensadas em conjunto com meu grupo. A atividade consiste em dividir a turma em grupos e sortear países diferentes para cada grupo pesquisar dados e fatos curiosos sobre o país e apresentar para os outros grupos.</p><p>Forneci cartolinas em branco para cada grupo e laptops para realizar a pesquisa.</p><p><br></p><p>Todas as informações foram registradas em inglês nas cartolinas e obtive resultados maravilhosos!! A turma engajou bem e gostou da atividade.</p><p><br></p><p>Reforcei para os alunos tentarem apresentar para os outros em inglês, com minha ajuda traduzindo e auxiliando.</p><p><br></p><p>Foi uma aula massa!</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-06-04 00:14:26 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Projeto: A Origem e as Diversidades do São João – Maranhão, Piauí e Cuiabá</title>
         <author>patricialucilia2018</author>
         <link>https://padlet.com/Ensina_Brasil/ConstruindoaCulturaqueQueremos/wish/3478896897</link>
         <description><![CDATA[<p><br/></p><p><strong>&nbsp;</strong></p><p><strong>Contexto e Personagens:</strong></p><p>Estudantes do 8º ano do Ensino Fundamental da Escola Estadual Mário de Castro – Pedra 90, Cuiabá (MT).&nbsp;</p><p><strong>Desafio:</strong></p><p>Grande parte dos alunos apresenta dificuldades em leitura, escrita e interpretação textual, reflexo das lacunas acumuladas nos anos anteriores. Além disso, muitos desconhecem as raízes culturais do próprio estado e as conexões com outras regiões do Brasil.</p><p><strong>Solução:</strong></p><p>Um projeto de recomposição de aprendizagem que une <strong>cultura popular, pesquisa, leitura e produção textual</strong>, a partir das festas juninas do Maranhão, Piauí e Mato Grosso. Os alunos vão comparar as origens, tradições e manifestações culturais das três regiões, enquanto desenvolvem habilidades de <strong>escrita criativa, interpretação de texto, produção de gêneros orais e escritos</strong>.</p><p><strong>O que estamos fazendo?</strong></p><ul><li><p><strong>Leitura e interpretação</strong> de textos informativos, cordéis e trechos literários sobre as festas juninas das três regiões.</p></li><li><p><strong>Rodas de conversa</strong> e vídeos com apresentações culturais locais.</p></li><li><p><strong>Oficina de escrita</strong> de textos diversos: crônicas, cordéis, cartazes e convites.</p></li><li><p><strong>Produção de um mural interativo</strong> com curiosidades, receitas, músicas e danças típicas de cada região.</p></li><li><p><strong>Apresentação final junina</strong> com comidas típicas, dramatizações e exposições criativas produzidas pelos alunos.<br></p></li></ul><p><strong>&nbsp;Impactos Observados</strong></p><ul><li><p>Melhoria no desempenho em leitura e escrita.</p></li><li><p>Fortalecimento da autoestima dos alunos por meio do reconhecimento de suas origens culturais.</p></li><li><p>Criação de um espaço de escuta, criatividade e protagonismo juvenil.</p></li><li><p>Incentivo ao respeito e valorização da diversidade regional brasileira.<br></p></li></ul><p><strong>&nbsp;&nbsp;Próximos Passos</strong></p><p><br/></p><ul><li><p>Apresentação final do projeto com elementos culturais das três regiões: danças, comidas, música e exposições.</p></li><li><p>Criação de um <strong>Livro de poesias</strong> com as produções dos alunos.</p></li><li><p>Expansão da proposta para outras turmas, com novas temáticas culturais ao longo do ano letivo.</p></li></ul>]]></description>
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         <pubDate>2025-06-04 13:07:43 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Personalidades Cuiabanas: Mulheres Negras</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/Ensina_Brasil/ConstruindoaCulturaqueQueremos/wish/3479272315</link>
         <description><![CDATA[<p><strong>Escola Estadual Gustavo Kulmann</strong></p><p>Jardim Vitória, Cuiabá/MT</p><p><br></p><p><strong>Contexto e Personagens</strong><br>A ideia surgiu a partir do desejo de valorizar a trajetória de mulheres negras que fizeram história em Cuiabá e no estado de Mato Grosso.</p><p><br></p><p><strong>Desafio</strong><br>Durante uma pesquisa inicial sobre figuras cuiabanas marcantes — parte dos preparativos para um evento em comemoração ao aniversário da capital mato-grossense na escola — percebi que quase todos os nomes destacados eram de homens brancos. Logo pensei: se eu cheguei a esse resultado, provavelmente os estudantes também encontrariam as mesmas referências.</p><p><br></p><p><strong>Solução</strong><br>Diante disso, lancei uma proposta para a turma: que tal a gente mudar o foco da pesquisa para “Personalidades cuiabanas – mulheres negras”? A ideia foi muito bem recebida pelos alunos e alunas, que toparam o desafio.</p><p><br></p><p><strong>Impacto</strong><br>Mulheres negras enfrentam, há muito tempo, diversas formas de opressão, principalmente por conta do racismo e do sexismo. Isso faz com que elas tenham menos acesso a oportunidades e menos visibilidade na sociedade. Trazer esse tema para dentro da sala de aula é uma forma de combater estereótipos, questionar desigualdades e ajudar na formação de uma juventude mais consciente, empática e comprometida com a justiça social.</p><p><br></p><p><strong>Futuro</strong><br>Com atividades como essa, busco incentivar a reflexão, o respeito à diversidade, o pensamento crítico e o engajamento dos estudantes em questões sociais importantes. O objetivo é contribuir para a formação de cidadãos e cidadãs que valorizem as diferenças e atuem ativamente na construção de uma sociedade mais justa, antirracista e equânime.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-06-04 20:03:07 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Aprendizagem significativa e protagonismo estudantil</title>
         <author>thayanegabriele</author>
         <link>https://padlet.com/Ensina_Brasil/ConstruindoaCulturaqueQueremos/wish/3480333086</link>
         <description><![CDATA[<p>📚 O que é aprender significativamente?</p><p><br/></p><p>A atuação de professora voltada para o aprendizado do estudante em meio a tantos outros estímulos tem sido uma tarefa com vários desafios. Por muitas vezes somos impulsionados a adaptar nossas aulas, testar novas metodologias, porém em muitos momentos, mesmo me desdobrando em novas ideias, tive dificuldade de perceber se meus estudantes estavam de fato aprendendo.</p><p><br/></p><p>Durante minhas aulas do 8° Ano, estávamos estudando algumas revoltas, dentre elas as Conjurações Mineira e Baiana, Insurreição Pernambucana, Independência da América Espanhola e Indepêndencia do Haiti. Ministrei o conteúdo, expliquei, fizemos uma sequência de atividade de revisão: complete o texto, perguntas e respostas, cruzadinhas e caça palavras. Mas uma pergunta sempre me pegava, será que meu estudante aprendeu? Ou apenas aproveitou de estímulos e ferramentas externas, copiou do colega ou da internet?</p><p><br/></p><p>Veio ai a ideia da ultima revisão. Valorizar e validar o conhecimento deles no bruto. A orientação foi: agora eu, Thayane, não sei nada mais do conteúdo, vocês terão que me contar, o que são essas revoltas e porquê aconteceram. Com suas palavras, do jeito que você fala.</p><p><br/></p><p>O resultado? Surpreendente. Meus alunos aprenderam sim o conteúdo, o que eles tinham era medo de verbalizar de uma forma "não academica". Quando solicitei que escrevessem ou se expressassem da maneira que condizesse com sua personalidade e seu cotidiano, que eu valorizava a fala deles e não uma cópia de internet, eles brilharam! Tivemos gírias para explicar o que aconteceu, uma escrita mais simples, mas cheia de conteúdo.  Ainda ouvi alguns "Sério professora? Posso falar gíria mesmo?" Nesse processo pude diretamente evidenciar e valorizar a realidade que nossos alunos vivem cotidianamente. É a sala de aula como parte da vida deles e não um lugar a parte, onde eles têm que ser outra pessoa totalmente diferente daquilo que eles são.</p><p><br/></p><p>No final das contas, a nossa aula pode ter várias metodologias diferentes, mas se a gente não olhar diretamente para o protagonismo do nosso estudante, o sentimento de dúvida sempre vai nos acompanhar.</p><p><br/></p><p>É incrível ver eles construindo, se tonando críticos, acima de tudo. Depois a gente lapida, organiza a liguagem "acadêmica" necessária, mas fazer isso tudo com o conteúdo apreendido por eles se torna mais fácil e valioso.</p><p><br/></p><p><strong>#UmDia</strong></p>]]></description>
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         <pubDate>2025-06-05 11:32:08 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Quiz das Revoltas na América Portuguesa</title>
         <author>thayanegabriele</author>
         <link>https://padlet.com/Ensina_Brasil/ConstruindoaCulturaqueQueremos/wish/3480336734</link>
         <description><![CDATA[<p>Na escola em que atuo, lidamos com a dificuldade de falta de recursos tecnológicos, como TV por exemplo. Na tentativa de deixar as aulas de História mais prática, adotei a metodologia de gameficação para fazer uma revisão sobre o conteúdo do bimestre.</p><p><br/></p><p>Durante o bimestre estudamos as Conjurações Mineiras, Baianas e a Insurreição Pernambucana. Como forma de revisar e compreender se meus alunos haviam entendido o contepudo, fizemos um jogo de perguntas e respostas.</p><p><br/></p><p>Os alunos foram divididos de maneira aleatória em duas equipes. Eu faria a pergunta, as equipes consultariam seus cadernos e elegeriam um representante para responder a pergunta. A equipe vencedora seria premiada com ponto extra na média.</p><p><br/></p><p>O engajamento foi enorme. Os alunos agradeceram por ter um tempo fora da sala de aula e com menos cópia. Após isso, também fiz uma verificação de aprendizado individual com uma atividade de “verdadeiro ou falso” nos cadernos.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-06-05 11:36:28 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Relatório das nuvens </title>
         <author>marinakuranaga</author>
         <link>https://padlet.com/Ensina_Brasil/ConstruindoaCulturaqueQueremos/wish/3480369223</link>
         <description><![CDATA[<p><strong>Contexto</strong><br>Na Escola Estadual Professora Diva Hugueney de Siqueira Bastos, em Cuiabá, a prática pedagógica denominada <em>“Relatório das Nuvens”</em> foi desenvolvida com o objetivo de articular os conteúdos trabalhados em sala de aula sobre o ciclo hidrológico e os fenômenos climáticos com a realidade local dos estudantes. Em uma região marcada por eventos climáticos intensos, como o calor extremo e as queimadas, a atividade busca aproximar teoria e prática por meio da observação direta e contínua das paisagens e formações de nuvens ao longo do ano letivo de 2025.</p><p><br></p><p><strong>Personagens/Público-alvo</strong><br>A atividade é voltada para os estudantes da 2ª série do Ensino Médio da referida escola, incluindo alunos da modalidade PAEDE (Público Alvo da Educação Especial). </p><p><br></p><p><strong>Desafio</strong><br>Um dos principais desafios enfrentados é a falta de tempo disponível na rotina escolar, o que dificulta a realização contínua das observações e registros.</p><p><br></p><p><strong>Solução</strong><br>A proposta do <em>“Relatório das Nuvens”</em> foi estruturada de forma a utilizar materiais simples e acessíveis (como folhas, cadernos, algodão, cola, lápis de cor, lápis preto e canetas), favorecendo a viabilidade da atividade mesmo diante de restrições de recursos e tempo. A prática consiste em observações periódicas, registros descritivos e ilustrativos das nuvens e paisagens próximas, promovendo a articulação entre os conteúdos geográficos e a vivência dos estudantes.</p><p><br></p><p><strong>Impacto e Futuro</strong><br>Já se observa um impacto positivo: há maior engajamento dos alunos nos dias de observação, participação inclusiva dos estudantes PAEDE e melhora no entendimento e uso da nomenclatura das nuvens. Além disso, os estudantes começam a relacionar os fenômenos observados com memórias pessoais ligadas ao clima e às queimadas, o que fortalece o pensamento crítico sobre as mudanças ambientais da região. Espera-se que, até o final do ano, essa prática consolide-se como um instrumento eficaz de educação ambiental, despertando nos jovens a consciência sobre os impactos das ações humanas no clima local e global.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-06-05 12:14:02 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/Ensina_Brasil/ConstruindoaCulturaqueQueremos/wish/3480369223</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Inscrições para a Olimpíada Brasileira de Geografia (OBG)</title>
         <author>marinakuranaga</author>
         <link>https://padlet.com/Ensina_Brasil/ConstruindoaCulturaqueQueremos/wish/3480421656</link>
         <description><![CDATA[<p><strong>Contexto</strong><br>Com o intuito de valorizar o ensino de Geografia e estimular o interesse pelas Ciências Humanas, foi realizada a inscrição de estudantes da E.E. Profª Diva Hugueney de Siqueira Bastos na Olimpíada Brasileira de Geografia (OBG). A iniciativa busca promover o aprofundamento dos conhecimentos geográficos e proporcionar uma experiência desafiadora e enriquecedora para os participantes.</p><p><br></p><p><strong>Personagens/Público-alvo</strong><br>A ação envolve estudantes do 9º ano do Ensino Fundamental II e da 2ª série do Ensino Médio, organizados em três equipes. Como professora, atuo como orientadora, incentivando o estudo, a cooperação e o protagonismo dos estudantes durante todas as etapas da olimpíada.</p><p><br></p><p><strong>Desafio</strong><br>O principal desafio consiste em manter o interesse dos estudantes em meio às múltiplas demandas escolares, como provas, trabalhos e atividades obrigatórias, além de superar a percepção de que as olimpíadas são voltadas apenas para áreas exatas.</p><p><br></p><p><strong>Solução</strong><br>A inscrição de equipes na Olimpíada Brasileira de Geografia surge como uma estratégia para tornar o estudo mais atrativo e conectado com a realidade dos alunos. Através da preparação para a competição, os estudantes desenvolvem habilidades como raciocínio crítico, interpretação de mapas, leitura de paisagens e análise de dados geográficos, além de fortalecerem o trabalho em equipe.</p><p><br></p><p><strong>Impacto e Futuro</strong><br>Espera-se que a participação dos estudantes resulte em maior motivação para o estudo da Geografia, melhoria no desempenho escolar e, possivelmente, conquistas como medalhas e classificações em fases avançadas da OBG. A longo prazo, a iniciativa contribui para o reconhecimento do potencial dos alunos, promove o protagonismo juvenil e valoriza as Ciências Humanas no ambiente escolar.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-06-05 13:06:57 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Homenagem à E.E. Profª Diva Hugueney pelos 21 anos de fundação</title>
         <author>marinakuranaga</author>
         <link>https://padlet.com/Ensina_Brasil/ConstruindoaCulturaqueQueremos/wish/3480480683</link>
         <description><![CDATA[<p><strong>Contexto</strong><br>Em comemoração aos 21 anos de fundação da E.E. Profª Diva Hugueney de Siqueira Bastos, foi desenvolvida uma atividade especial na disciplina de História com os estudantes do 6º ano C. A proposta integrou a valorização da história local com o desenvolvimento de habilidades de pesquisa e os conteúdos trabalhados sobre fontes e registros históricos, tendo como foco a própria escola (espaço de vivência diária dos estudantes).</p><p><br></p><p><strong>Personagens/Público-alvo</strong><br>Os protagonistas da atividade foram os estudantes do 6º ano C, que, orientados pela professora de História, foram convidados a pesquisar sobre a trajetória da instituição, compreender sua importância para a comunidade e expressar esse conhecimento por meio de uma homenagem.</p><p><br></p><p><strong>Desafio</strong><br>O principal desafio foi despertar nos estudantes, ainda nos primeiros anos do Ensino Fundamental II, a percepção de que a história está presente em todos os lugares, inclusive na escola em que estudam. Além disso, era preciso desenvolver nos estudantes habilidades básicas de pesquisa e de construção coletiva de uma produção significativa.</p><p><br></p><p><strong>Solução</strong><br>A solução foi propor uma atividade prática e afetiva: a pesquisa sobre a história da escola, aliada à criação de uma homenagem pelos seus 21 anos. Os estudantes exploraram registros, conversaram com membros da comunidade escolar e construíram um material coletivo que celebrasse a trajetória da instituição. A homenagem foi publicada no Instagram da escola, ampliando a visibilidade do trabalho.</p><p><br></p><p><strong>Impacto e Futuro</strong><br>A atividade gerou grande engajamento dos alunos, que se sentiram valorizados ao verem seu trabalho reconhecido e divulgado. Além de promover o protagonismo estudantil e fortalecer o vínculo afetivo com o ambiente escolar, a proposta despertou nos estudantes a consciência de que a história também se constrói nos espaços que frequentam diariamente. A ação abre caminhos para novas práticas pedagógicas que integrem memória, identidade e participação ativa no cotidiano escolar.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-06-05 14:03:38 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Evidências da evolução: aula prática com modelos zoológicos
</title>
         <author>saviooliveira4</author>
         <link>https://padlet.com/Ensina_Brasil/ConstruindoaCulturaqueQueremos/wish/3481690056</link>
         <description><![CDATA[<p>Foi ministrada com as turmas de primeiros anos, uma aula prática com modelos zoológicos. A atividade teve como objetivo principal possibilitar aos estudantes uma compreensão dos processos evolutivos a partir da comparação anatômica entre os grupos observados.</p><p><br></p><p>O contato com os animais contribuiu para despertar o interesse dos estudantes pela biologia pois até então, só tinham tido contato com conceitos teóricos. Ao final das aulas, foi visível que trazer atividades práticas e demonstrativas contribuíram para tornar a aprendizagem mais atrativa para&nbsp;os&nbsp;estudantes.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-06-06 20:06:47 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/Ensina_Brasil/ConstruindoaCulturaqueQueremos/wish/3481690056</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Cultura africana</title>
         <author>fesilva02</author>
         <link>https://padlet.com/Ensina_Brasil/ConstruindoaCulturaqueQueremos/wish/3482065024</link>
         <description><![CDATA[<p>Durante o mês de maio, meus alunos do 6ºA da EMEF Ceciliano Abel de Almeida desenvolveram pesquisas sobre aspectos culturais africanos.</p><p>Antes de começarem as pesquisas, cada um fez um <strong>desenho</strong> representando como eles imaginavam que era o continente africano. Seus desenhos foram guardados para serem usados para <strong>avaliar a eficácia do projeto.</strong></p><p>Eles, então, foram divididos nos grupos temáticos <strong>"culinária", "religião", "idiomas", "moda", "esporte" e "música"</strong>, e tiveram duas aulas no laboratório de informática para pesquisarem seus respectivos temas, e depois juntarem suas respectivas pesquisas com os colegas de grupo.</p><p>Cada grupo desenvolveu seu ou seus cartazes e apresentaram para a turma.</p><p>Então, os cartazes foram expostos para os alunos poderem anotar novas descobertas com mais calma.</p><p>Então, eles revisitaram seus desenhos originais e fizeram um novo, representando como enxergam a África agora, com os novos conhecimentos. </p><p><br></p><p>A maioria dos alunos mudou sua percepção, sobre como a sociedade é organizada, e até incluindo desenhos criativos de roupas com base nas roupas africanas e famílias cozinhando comidas típicas. </p><p><br></p><p>Foi uma grande oportunidade para os alunos, desde cedo, começarem a adotar posturas antirracistas, já compreendendo a origem de diversos aspectos culturais que temos também no Brasil até hoje.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-06-07 15:40:30 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Mini ONU Escolar: Protagonismo Juvenil e Educação para a Cidadania</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/Ensina_Brasil/ConstruindoaCulturaqueQueremos/wish/3482073331</link>
         <description><![CDATA[<p><strong>Nome do projeto:</strong> Mini ONU Escolar<br><strong>Responsável:</strong> Larissa de Cássia Araújo Costa<br><strong>Ano:</strong> 2025<br><strong>Local:</strong> Escola Municipal João Batista dos Santos<br><strong>Tipo:</strong> Evento                                            Nesta semana, os alunos do 8º ano do Ensino Fundamental II da Escola Municipal João Batista dos Santos vivenciaram a experiência de reproduzir uma Assembleia Geral da ONU. A <strong>Mini ONU Escolar</strong> foi um evento que contou com a colaboração de toda a comunidade escolar, envolvendo professores, coordenação pedagógica, equipe gestora e auxiliares. O projeto teve caráter interdisciplinar e foi construído coletivamente pelas professoras de Geografia do 8º ano, Larissa de Cássia e Marthar Barros, pela professora de Matemática Lilian Sá e pelo professor de Inglês Davi. Juntos, os educadores planejaram e desenvolveram uma proposta em que os alunos foram protagonistas tanto na construção do conhecimento quanto na liberdade para expressar suas ideias. A Mini ONU foi pensada para o contexto da escola pública municipal, valorizando a escuta ativa, o protagonismo juvenil e a educação para a cidadania global.</p><p>O principal desafio enfrentado foi desenvolver, nos estudantes, competências como argumentação, escuta, empatia e pensamento crítico em um ambiente escolar com poucos recursos, no qual a maioria dos alunos não se vê representada em espaços de decisão e debate. Além disso, havia a dificuldade de tornar temas complexos, como geopolítica, direitos humanos, meio ambiente e conflitos internacionais, acessíveis à realidade dos adolescentes da rede pública.</p><p>A Mini ONU Escolar foi estruturada como uma simulação de uma assembleia da Organização das Nações Unidas, na qual cada estudante representou um país ou organização. As pautas foram adaptadas à linguagem e aos temas relevantes ao cotidiano dos alunos. O projeto envolveu diversas etapas: momentos formativos, pesquisas, produção de discursos e a realização da simulação final, em um grande evento com mediação e presença de plateia. Todo o processo pedagógico priorizou metodologias ativas e a interdisciplinaridade, com a realização de oficinas de oratória, rodas de conversa, estudos em grupo e acompanhamento contínuo.</p><p>O impacto da atividade foi significativo, especialmente no que diz respeito à autoestima e ao engajamento dos estudantes, que passaram a se reconhecer como sujeitos capazes de pensar criticamente o mundo e propor soluções para problemas globais. O projeto promoveu mudanças positivas no ambiente escolar, estimulando atitudes de respeito, colaboração e protagonismo. Professores relataram melhorias na participação em sala de aula e um aumento do interesse dos alunos por temas sociais e políticos.</p><p>Diante dos resultados positivos, a proposta da Mini ONU Escolar despertou o interesse de outras unidades da rede municipal. Larissa e a equipe pedagógica pretendem consolidar o evento como uma prática anual na escola e articulam sua expansão para outras instituições, com o objetivo de formar uma rede de simulações escolares comprometidas com a cultura de paz, o pensamento crítico e a educação democrática. A médio prazo, a intenção é formar multiplicadores da metodologia e ampliar sua aplicação em diferentes territórios da cidade.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-06-07 16:05:32 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Projeto - Raízes de Mariana: Saberes que Crescem. </title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/Ensina_Brasil/ConstruindoaCulturaqueQueremos/wish/3482514105</link>
         <description><![CDATA[<p>Ao chegar à Escola Municipal Professora Mariana de Lourdes Lima, identifiquei a necessidade de um projeto que respondesse às demandas da comunidade escolar e auxiliasse os professores em sua prática pedagógica. Durante o mês de fevereiro, realizei uma análise da estrutura da escola, dos materiais disponíveis, da dinâmica entre estudantes e equipe pedagógica, além de escutar a comunidade escolar sobre suas principais necessidades. A partir desse processo, nasceu o projeto “Raízes de Mariana: Saberes que Crescem”, construído com a participação de toda a comunidade escolar, respeitando a autonomia dos educadores e alinhado ao tema da rede: “Educação para a Cultura de Direitos Humanos: A Escola como Espaço de Transformação de Sujeitos para o Exercício da Cidadania” e a LDO do município. O projeto foi apresentado a professores e estudantes, com espaço para dúvidas e sugestões, e contou com a participação ativa da equipe de coordenação e gestão, que sugeriu sua inclusão no Projeto Político Pedagógico (PPP) da escola. Com metas e resultados bem definidos, foram identificados e mobilizados parceiros como a Secretaria de Educação de Caruaru/PE, a Secretaria de Desenvolvimento Social e Combate à Fome (SAS) através do projeto Adol"essência" Ativa, o Instituto Mariana Lima e a Escola do Legislativo de Pouso Alegre/MG. As ações do projeto serão realizadas entre março e novembro de 2025 com as turmas de 6ª e 9ª anos, nos turnos manhã e tarde, com a expectativa de continuidade por meio de sua institucionalização no PPP da escola, garantindo que a escola siga como espaço de transformação e cidadania.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-06-08 19:06:59 UTC</pubDate>
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         <title>Ambiente de Aprendizagem - &quot;O Monstrinho&quot; e Acolhida dos Combinados da Turma.</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/Ensina_Brasil/ConstruindoaCulturaqueQueremos/wish/3482522042</link>
         <description><![CDATA[<p>Ao assumir as turmas de 6º, 7º e 8º ano, percebi a necessidade de construir uma relação de respeito e limites entre professora e estudantes, especialmente por ser nova na escola. Com isso, nas primeiras semanas de aula desenvolvi atividades voltadas à reflexão sobre diversidade, novos desafios, convivência e regras da escola, com foco na criação de vínculos e confiança. Uma das primeiras atividades foi "O Monstrinho", que teve como objetivo mostrar aos estudantes que cada pessoa tem seu próprio processo de aprendizagem, valorizando as diferenças, a empatia e o respeito mútuo. Em seguida, realizei uma acolhida com escuta ativa, promovendo um momento coletivo para a elaboração dos combinados da turma. Os estudantes foram divididos em grupos e escreveram sugestões que, após leitura e explicação, foram organizadas no quadro e registradas nos cadernos. A ação fortaleceu o meu vínculo enquanto professora com as turmas, estimulou o senso de pertencimento e estabeleceu um ambiente mais colaborativo e respeitoso para o ano letivo.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-06-08 19:34:38 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Ambiente de Aprendizagem - Ciranda Mariana.</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/Ensina_Brasil/ConstruindoaCulturaqueQueremos/wish/3482526155</link>
         <description><![CDATA[<p>Para a festividade de carnaval na escola, desenvolvi uma atividade integrada com as turmas de 6º, 7º e 8º anos, de forma interdisciplinar entre as disciplinas de Língua Portuguesa e Artes, as quais leciono nas respectivas turmas. A proposta foi realizar uma ciranda, unindo expressão corporal, musicalidade e cultura popular. Inicialmente, expliquei o que é a ciranda, apresentei músicas do gênero e promovemos momentos de dança em sala. Em seguida, os estudantes produziram materiais para acompanhar a apresentação coletiva no pátio da escola, dando origem à "Ciranda Mariana". A ação fortaleceu o vínculo entre os estudantes, valorizou manifestações culturais locais e integrou o aprendizado com a vivência artística e coletiva.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-06-08 19:49:16 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Projeto - Escola Leitora</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/Ensina_Brasil/ConstruindoaCulturaqueQueremos/wish/3482532367</link>
         <description><![CDATA[<p>O projeto Escola Leitora tem como objetivo incentivar a leitura, a escrita e a interpretação textual por meio de obras da literatura brasileira, além de estimular os estudantes a ocuparem e utilizarem o acervo da biblioteca escolar. Seguindo o calendário da SEDUC, que propõe a leitura de um autor a cada dois meses, nos meses de março e abril trabalhou-se a obra <em>23 Histórias de um Viajante</em>, de Marina Colasanti. As atividades envolveram produção de textos, desenhos, um Tribunal do Júri simulado e uma jornada gamificada com caça ao tesouro. Durante o processo, os estudantes aprenderam sobre o valor e administração do dinheiro para aquisição de materiais na construção de um castelo, além de desenvolverem habilidades de leitura, escrita, argumentação, expressão corporal e trabalho em equipe. A proposta foi realizada de forma interdisciplinar com as disciplinas de Língua Portuguesa e Artes, e envolveu turmas do 6º ao 9º ano, nos turnos da manhã e da tarde, promovendo também a inclusão de estudantes com deficiência e fortalecendo o vínculo dos estudantes com a biblioteca e o universo literário.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-06-08 20:10:33 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Ambiente de Aprendizagem - O Semáforo das Relações Sociais.</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/Ensina_Brasil/ConstruindoaCulturaqueQueremos/wish/3482537398</link>
         <description><![CDATA[<p>Nas turmas de 6º, 7º e 8º ano, realizei a atividade "O Semáforo das Relações Sociais" com o objetivo de apresentar aos estudantes os diferentes tipos de vínculos sociais, como família, trabalho, projetos, amizades, namoro e convivência em sala de aula. A partir desse diálogo, discutimos a importância de estabelecer limites nas relações dentro do ambiente escolar, valorizando o respeito entre colegas e com todos os funcionários da escola. Na ocasião discutimos sobre situações específicas que aconteceram na escola, e outras genéricas que já aconteceram em outros contextos, os estudantes faziam a leitura das situações, expressavam suas opiniões e depois iam até o quadro para colocar a situação no semáforo vermelho, amarelo ou verde (de acordo com o julgamento deles). Eu levei algumas situações para orientar a atividade, mas, depois foi dado espaço para que os estudantes trouxessem situações que presenciaram na escola, e classificar conforme o sinal, por conta desse momento foi possível identificar situações desconfortáveis para os estudantes que estavam acontecendo durante o intervalo e mediar a situação para que não acontecesse novamente, bem como, orientar sobre como pedir ajuda. Aproveitei o momento para apresentar as atividades dos projetos que serão desenvolvidos ao longo do ano, destacando que, embora sejam propostas mais dinâmicas, também exigem comprometimento e dedicação. A ação esteve alinhada à temática transversal da primeira unidade: relações familiares, vida social e convivência escolar, fortalecendo o entendimento e a prática desses valores no cotidiano da escola.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-06-08 20:28:19 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Projeto Luz, Câmera e Sociologia</title>
         <author>joaonoronha4</author>
         <link>https://padlet.com/Ensina_Brasil/ConstruindoaCulturaqueQueremos/wish/3483639546</link>
         <description><![CDATA[<p>O projeto <strong>"luz, câmera e sociologia"</strong> é realizado com alunos do 7° e 8° ano do fundamental, tem como o objetivo principal a realização de um livro sobre filmes e temas sociológicos até o final do ano! <br>Para isso, os alunos precisam assistir ao filme, compreender e aplicar conceitos sociológicos, socioemocionais, históricos e filosóficos com o filmes e com sua própria realidade.&nbsp; <br>O maior desafio foi o conhecimento técnico dos alunos com plataformas digitais, em especial o Canva, sendo necessário ensinar o básico para os alunos, ao mesmo tempo deixando-os livres para exercer sua criatividade. <br>Como resultado, os alunos já têm um capítulo completo do livro sobre o filme Jojo Rabbit (2019) falando sobre temas como totalitarismo e nazismo, e já estão a todo vapor no segundo capítulo com um novo filme!<br>Até o final do ano, esperamos ter um livro com pelo menos 5 filmes e temas diferentes abordados, além de ampliar o projeto focando ainda mais no cinema, onde produziremos vídeos com temas sociológicos!<br></p>]]></description>
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         <pubDate>2025-06-09 15:32:05 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Iniciaram as gravações do podcast &quot;Fake Cast&quot;</title>
         <author>iagoohmenezes</author>
         <link>https://padlet.com/Ensina_Brasil/ConstruindoaCulturaqueQueremos/wish/3483781919</link>
         <description><![CDATA[<p>&nbsp;Hoje tivemos um momento especial na <strong>EMEF Alberto de Almeida</strong>! Os alunos do 9º ano B, do turno da tarde, iniciaram as gravações do podcast <strong>"Fake Cast"</strong> um projeto que estimula o pensamento crítico e o protagonismo estudantil ao discutir as desinformações que circulam no mundo.</p><p><br></p><p>O podcast é coordenado pela professora de Português Joseane e faz parte das produções da nossa <strong>Rádio Escola</strong>, um espaço de criação e voz ativa dos alunos, que tenho a alegria de coordenar.</p><p><br></p><p>O primeiro episódio contou com a participação do professor de História da tarde, <strong>Janderson</strong>, que trouxe uma valiosa perspectiva histórica sobre as fake news, mostrando aos estudantes que a desinformação não é uma novidade da era digital, mas um recurso que atravessa diferentes momentos da história.</p><p><br></p><p>Ver nossos estudantes produzindo, pesquisando e se apropriando de ferramentas de comunicação para combater a desinformação é inspirador! Projetos como este fortalecem a escola como um espaço de construção coletiva, autonomia e transformação social.&nbsp;</p><p><br><br></p>]]></description>
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         <pubDate>2025-06-09 18:46:05 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Nunca Mais é Agora</title>
         <author>iagoohmenezes</author>
         <link>https://padlet.com/Ensina_Brasil/ConstruindoaCulturaqueQueremos/wish/3483783444</link>
         <description><![CDATA[<p>Outro dia, recebi um chamado diferente na escola. Alguns alunos estavam desenhando suásticas, fazendo piadas com o nazismo, imitando sotaques, reproduzindo falas absurdas. Era grave. E mais do que grave, era sintoma de algo maior: jovens consumindo conteúdos violentos, negacionistas e normalizando o discurso de ódio.<br><br>A gestão me chamou pra conversar com todas as turmas do Fundamental 2. E eu topei. Mas não era só pra dar uma aula de História. Era pra puxar uma conversa séria sobre o perigo do esquecimento, sobre como o nazismo matou mais de 6 milhões de judeus, perseguiu negros, ciganos, LGBTQIA+, pessoas com deficiência e qualquer um que fugisse do tal "padrão ariano".<br><br>Com a palestra "Nunca Mais é Agora", a ideia foi dizer o óbvio que muita gente esquece:<br><br> 👉 O nazismo não começa com campo de extermínio. Começa com piada.<br> 👉 Não é passado distante. Ele reaparece hoje, online, nas falas, nos símbolos, nos gestos.<br> 👉 E no meio disso tudo… a gente é o alvo.<br><br>Nós, pretos, periféricos, misturados, com nome de favela e corpo de resistência.<br><br>Nós, que mostramos todo dia que o nazismo perdeu — e vai continuar perdendo, enquanto tiver escola, professor e memória viva.<br><br>Falar de nazismo na escola é puxar pro presente uma luta que não acabou.<br> É ensinar que resistir não é só sobreviver. É transformar.<br><br>📚 E que a escola seja sempre esse lugar: de escuta, de firmeza e de enfrentamento ao ódio.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-06-09 18:48:23 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Projeto - Podcast Mariana.</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/Ensina_Brasil/ConstruindoaCulturaqueQueremos/wish/3484369600</link>
         <description><![CDATA[<p>Na turma do 7º G, ao iniciar o trabalho com o gênero textual entrevista, percebi que os estudantes apresentavam dificuldades de compreensão do conteúdo. Diante disso, foi necessário tornar a atividade mais prática e dinâmica. Dividi a turma em grupos e propus que criassem seus próprios meios de comunicação, realizando entrevistas entre os colegas, iniciando o processo desde a elaboração do roteiro até o formato do meio de comunicação (podcast, jornal, etc). Como resultado, surgiram produções criativas como o Jornal RFG, o Podcast Mariana, o Jornal das Monas e o Breaking News Mariana. O episódio piloto do Podcast Mariana foi apresentado à gestão escolar, que instituiu a iniciativa como o canal de comunicação da escola feito pelos estudantes. Atualmente, o projeto segue em expansão e já está no quarto episódio, fortalecendo as habilidades de expressão, escuta, capacidade de síntese e argumentação dos estudantes, além de promover o protagonismo juvenil e a integração com a comunidade escolar.</p><p><br/></p><p><a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://drive.google.com/drive/folders/1LQfOgZ99a1RXd9beOkl-5C3_20hKLaN6?usp=sharing">https://drive.google.com/drive/folders/1LQfOgZ99a1RXd9beOkl-5C3_20hKLaN6?usp=sharing</a> </p>]]></description>
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         <pubDate>2025-06-10 03:24:51 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Ambiente de Aprendizagem - Mapa Musical. </title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/Ensina_Brasil/ConstruindoaCulturaqueQueremos/wish/3484440764</link>
         <description><![CDATA[<p>Durante uma aula de Artes na turma do 8ºB, trabalhei o tema da história da música no Brasil, destacando sua importância como expressão da identidade cultural, das manifestações populares e das reivindicações de direitos. Ao perceber a necessidade de tornar o conteúdo mais prático, dividi a turma em seis grupos, cada um responsável por um gênero musical e um artista: RAP, Sertanejo, Brega, Brega Funk, POP e Reggae. O grupo que estudou o RAP destacou a música <em>A Vida é Desafio</em>, do grupo Racionais, promovendo reflexões sobre marginalização, criminalidade e a vida nas favelas. Pela qualidade e envolvimento demonstrados, esses estudantes foram convidados a apresentar o trabalho para a turma do 9ºA, do professor Lenaldo, que também estava estudando o mesmo tema na primeira unidade. A atividade fortaleceu a compreensão dos conteúdos, valorizou o protagonismo estudantil e promoveu a troca de saberes entre turmas, tornando o processo de aprendizagem mais significativo e colaborativo.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-06-10 04:01:42 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Projeto - Educação Inclusiva: Eu sou porque nós somos!</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/Ensina_Brasil/ConstruindoaCulturaqueQueremos/wish/3484471313</link>
         <description><![CDATA[<p>A ação <em>Educação Inclusiva: Eu sou porque nós somos!</em> foi realizada nos dias 14, 15 e 16 de abril com todas as turmas da Escola Mariana Lima, do 6º ao 9º ano, nos turnos da manhã e tarde. A proposta surgiu da necessidade de promover uma maior compreensão sobre inclusão e respeito à diversidade no ambiente escolar. Foram abordados temas como: o que é o Atendimento Educacional Especializado (AEE), o conceito de Educação Inclusiva e a diferença entre equidade e igualdade. Através dessa atividade foi possível apresentar a equipe pedagógica do AEE e os profissionais de apoio escolar para os estudantes. Como resultado, os estudantes produziram um cartaz coletivo que reafirma o compromisso da escola com a diversidade, utilizando como referência a identidade visual do projeto institucional <em>Raízes de Mariana: Saberes que Crescem, </em>e participaram de atividades práticas e lúdicas que possibilitaram a participação efetiva de estudantes com deficiência, promovendo o envolvimento de todos. A ação fortaleceu os valores de empatia, respeito e pertencimento entre os estudantes e foi incorporada às práticas formativas contínuas da escola.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-06-10 04:19:03 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Ambiente de Aprendizagem - Qual o tamanho dos nossos sonhos? </title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/Ensina_Brasil/ConstruindoaCulturaqueQueremos/wish/3484504713</link>
         <description><![CDATA[<p>Na turma do 6ºB, durante a aula de Língua Portuguesa, foi exibido o filme <em>Moana 2</em> como ponto de partida para discutir a importância da família e a busca pelos sonhos, em consonância com o tema transversal da primeira unidade: relações familiares, vida social e convivência escolar. A partir do filme, realizamos a atividade “Qual o tamanho dos nossos sonhos?”, iniciando com uma roda de conversa e, em seguida, os estudantes escreveram seus sonhos em um papel que foi entregue para mim enquanto professora. Após a leitura das respostas, elaborei uma apresentação com orientações sobre como cada estudante poderia alcançar seus objetivos, aproveitando o momento para reforçar o papel da escola na construção desses caminhos e o valor da permanência nos estudos. A atividade proporcionou reflexões sobre autoestima, futuro e pertencimento, fortalecendo os laços entre escola e projeto de vida dos estudantes.</p><p><br/></p><p><a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://www.canva.com/design/DAGlambhddE/IkvxnOH3O9lJ2OYFFbEunA/edit?utm_content=DAGlambhddE&amp;utm_campaign=designshare&amp;utm_medium=link2&amp;utm_source=sharebutton">https://www.canva.com/design/DAGlambhddE/IkvxnOH3O9lJ2OYFFbEunA/edit?utm_content=DAGlambhddE&amp;utm_campaign=designshare&amp;utm_medium=link2&amp;utm_source=sharebutton</a> </p>]]></description>
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         <pubDate>2025-06-10 04:35:48 UTC</pubDate>
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         <title>Ambiente de Aprendizagem - Olímpiada de Literatura.</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/Ensina_Brasil/ConstruindoaCulturaqueQueremos/wish/3485264992</link>
         <description><![CDATA[<p>Os estudantes das turmas 7ºG e 8ºB, nas quais leciono Língua Portuguesa e Artes, participaram da 10ª edição da Olimpíada de Literatura na Categoria Júnior (até 16 anos), com foco no livro <em>As Crônicas de Nárnia: O Leão, A Feiticeira e o Guarda-Roupa</em>. O desafio consistia em se preparar para uma prova nacional sobre a obra, enfrentando 4.128 participantes. Para isso, ao longo de abril, desenvolvemos um processo formativo que incluiu leitura e interpretação coletiva em sala, registros no diário de leitura, fichas de personagens, linha do tempo dos acontecimentos, bingo literário e exibição do filme adaptado do livro. A prova foi realizada online no dia 6 de maio, com pontuação máxima de 1000 pontos. Como resultado, quatro estudantes se destacaram na competição, recebendo medalhas na modalidade interna (premiação da escola) e também obtiveram excelentes colocações no ranking nacional: Lucas Kauã Silva (765 pontos, 2.181º lugar), Emily Maria Oliveira de Moura (708 pontos, 2.454º), Carina Ferreira do Vale (693 pontos, 2.517º) e Letícia Vitória dos Santos (670 pontos, 2.603º). As medalhas da premiação interna estão previstas para chegar no final de julho. A experiência proporcionou uma rica vivência literária, fortaleceu o hábito de leitura e estimulou o protagonismo estudantil, com perspectivas de continuidade devido ao interesse dos estudantes na 11ª edição da Olimpíada de Literatura.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-06-10 13:40:02 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Ambiente de Aprendizagem - Sarau Poético.</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/Ensina_Brasil/ConstruindoaCulturaqueQueremos/wish/3485300543</link>
         <description><![CDATA[<p>Na turma do 6ºB, seguindo o cronograma da SEDUC, foi desenvolvido o conteúdo sobre o gênero poema durante as aulas de Língua Portuguesa. Diante da proposta, foram realizadas leituras e interpretações de textos produzidos por estudantes do 6º ano de uma escola municipal de Petrolina/PE (onde lecionei em 2024), além da leitura do poema “Muitos Fugiam ao Me Ver”, de Carolina Maria de Jesus. O objetivo era estimular a sensibilidade literária e a produção autoral. Como culminância, realizamos um Sarau Poético, no qual os estudantes leram seus próprios poemas em voz alta e, em seguida, os expuseram junto a uma foto ou desenho representativo da obra. Os textos ficaram disponíveis para apreciação dos colegas, que puderam colar adesivos de incentivo como forma de valorização e reconhecimento. A atividade incentivou a expressão criativa, fortaleceu o vínculo com a família e os colegas de turma, trabalhou as habilidades de leitura e escrita, e promoveu um ambiente de respeito e escuta entre os estudantes.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-06-10 14:04:22 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Viveiro – Frutíferas do Cerrado 🌿🌳</title>
         <author>flaviajusto18</author>
         <link>https://padlet.com/Ensina_Brasil/ConstruindoaCulturaqueQueremos/wish/3487135911</link>
         <description><![CDATA[<p>Está em desenvolvimento um projeto prático de sustentabilidade com a construção de um viveiro de mudas de frutíferas <strong>nativas do Cerrado sul-mato-grossense</strong>, utilizando <strong>pallets recicláveis</strong> como estrutura principal. A atividade tem como foco a <strong>educação ambiental</strong>, aliada ao reaproveitamento de materiais e à valorização do bioma onde vivemos.</p><p>Localizado no <strong>Cerrado de Mato Grosso do Sul</strong>, o projeto destaca a importância de preservar e conhecer as espécies nativas da nossa região. Desde o início, os alunos participam ativamente do processo — pesquisando sobre as frutíferas do Cerrado, preparando o espaço e construindo o viveiro. As mudas estão sendo cultivadas em <strong>caixas de leite reutilizadas</strong>, que funcionam como recipientes sustentáveis e acessíveis para o plantio. Já a <strong>terra utilizada vem da composteira criada durante o próprio projeto</strong>, reforçando o ciclo completo de aproveitamento de resíduos orgânicos.</p><p>Um dos grandes destaques da proposta é a aplicação <strong>intensa e prática da Matemática</strong> em diversas etapas do projeto. Os estudantes usam conceitos matemáticos para medir, calcular e planejar:<br>- <strong>Medições precisas</strong> dos pallets e da área do viveiro;<br>- <strong>Cálculo de volume</strong> de solo e de água para cada muda;<br>- <strong>Planejamento geométrico</strong> do espaçamento ideal entre as plantas;<br>- <strong>Registro e acompanhamento</strong> do crescimento das mudas por meio de <strong>gráficos, tabelas e análises comparativas</strong>.</p><p>Dessa forma, a Matemática deixa de ser abstrata e passa a fazer sentido no cotidiano dos alunos, contribuindo diretamente para o sucesso do viveiro e desenvolvendo o raciocínio lógico e a resolução de problemas de forma concreta.</p><p>O trabalho é também <strong>interdisciplinar</strong>, envolvendo conhecimentos da ciência, geografia, matemática, artes e língua portuguesa. A iniciativa estimula o trabalho em equipe, o cuidado com o meio ambiente e a percepção de que pequenas atitudes geram grandes transformações.</p><p>Mais do que plantar mudas, este projeto cultiva <strong>consciência, responsabilidade</strong> e <strong>ações concretas por um futuro mais sustentável</strong>. 🌎💧🍓</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-06-11 23:17:01 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Ambiente de Aprendizagem - Móbile do sistema solar</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/Ensina_Brasil/ConstruindoaCulturaqueQueremos/wish/3490357589</link>
         <description><![CDATA[<p>Na aula de Práticas Experimentais com o 6º ano do Ensino Fundamental, os estudantes aprofundaram os estudos sobre o Sistema Solar por meio de uma atividade interdisciplinar com Ciências. Para tornar o conteúdo mais acessível e significativo, realizamos a construção de móbiles com os planetas, organizados em um cabide conforme a ordem a partir do Sol. Os alunos pintaram, recortaram e montaram os elementos com minha orientação, o que permitiu uma aprendizagem prática, lúdica e colaborativa.</p><p>A atividade contribuiu para a fixação dos conceitos científicos e estimulou o desenvolvimento de habilidades como, criatividade e trabalho em grupo. Como forma de valorizar a produção dos estudantes, será realizada uma exposição dos móbiles, com apresentações sobre as principais características dos planetas. A proposta fortaleceu o protagonismo estudantil e abriu espaço para futuras ações interdisciplinares que integrem teoria e prática de maneira envolvente.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-06-14 21:58:48 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Evento: Scratch/Oxente Day</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/Ensina_Brasil/ConstruindoaCulturaqueQueremos/wish/3490371096</link>
         <description><![CDATA[<p>No dia 23 de maio de 2025, a ETI Prefeito João Lyra Filho realizou o <em>Oxente Day</em>, uma ação promovida pelo Scratch, plataforma de programação visual voltada para crianças e jovens. O evento fez parte da aula de Tecnologia e Cidadania Digital e teve como objetivo aproximar os estudantes do 6º ano do universo da programação de forma lúdica e significativa. Na ocasião, os alunos experimentaram dois jogos digitais desenvolvidos por colegas do 9º ano, com a temática "Guardiões da Natureza", abordando a importância da preservação ambiental.</p><p>Sob minha orientação, como professora da disciplina, e com o apoio da professora Rosângela na organização do evento, os estudantes do 9º ano criaram os jogos utilizando a linguagem do Scratch, exercitando o pensamento computacional, a criatividade e a colaboração. A atividade marcou o primeiro contato dos sextos anos com a plataforma, despertando curiosidade e interesse pelo tema. A ação também incentivou o protagonismo juvenil, a troca entre turmas e a integração entre conteúdos digitais e temáticas socioambientais.</p><p>Abaixo, segue o link do vídeo produzido no dia do evento</p><p><a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://youtu.be/s4YF2ZAwOKs">https://youtu.be/s4YF2ZAwOKs</a></p>]]></description>
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         <pubDate>2025-06-14 23:13:02 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Dinâmica Interpretativa em Literatura e Produção Textual📚📝</title>
         <author>profmarianalima22</author>
         <link>https://padlet.com/Ensina_Brasil/ConstruindoaCulturaqueQueremos/wish/3490800128</link>
         <description><![CDATA[<p>As turmas do 2º ano do ensino médio viveram uma experiência de atividade avaliativa muito legal: jogo da interpretação! Os estudantes foram levados para a sala de lousa digital e, divididos em grupos, eles precisaram se organizar para identificar as respostas corretas de cada pergunta que aparecia na tela. Em uma dinâmica de quiz e de muito trabalho coletivo, o objetivo era que eles identificassem a alternativa correta dentre as que estavam aparecendo na lousa. As questões eram de interpretação textual de poesias do romantismo brasileiro, portanto eles precisavam ler um pequeno texto e responder perguntas relacionadas a ele. O grupo que acertasse mais questões ganhava! Nesta atividade, eles puderam colocar em prática de forma divertida, mas sem perder o rigor do aprendizado, os conteúdos que foram trabalhados ao longo do bimestre, além de trabalhar habilidades de escuta ativa, coletividade e reflexão para se chegar em um consenso. Ressalto a dinamicidade dessa atividade, pois eles puderam desfrutar de uma aprendizagem literária lúdica e divertida, ao mesmo tempo com reflexões e verificações de entendimento! 💡💭📖 </p>]]></description>
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         <pubDate>2025-06-15 20:29:03 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Lendo e Refletindo: aula de leitura e reflexão social 📚💡🤓 </title>
         <author>profmarianalima22</author>
         <link>https://padlet.com/Ensina_Brasil/ConstruindoaCulturaqueQueremos/wish/3490815703</link>
         <description><![CDATA[<p>Na última semana as turmas dos 3º anos participaram de uma atividade de leitura, reflexão e produção textual. O texto que lemos foi o conto "Baleia", retirado do livro Vidas Secas, de Graciliano Ramos. Além do estímulo a leitura coletiva e analítica, o objetivo também foi o de sensibilizar os estudantes para as problemáticas sociais que assolam o nosso país e perceber como a literatura não é algo distante da sociedade, mas que reflete diretamente as nossas vivências. Nessa dinâmica, levei os estudantes para a biblioteca, entreguei os textos e fomos fazendo uma leitura coletiva e guiada, visto que eu auxiliava eles durante a interpretação fazendo contextualizações para uma leitura mais fluída e conectada com os objetivos da aula. Após a leitura, fizemos uma roda de discussão sobre o que foi abordado no conto e quais sentimentos eles nos traziam, considerando também o nosso contexto social atual no Brasil. Finalizadas as dicussões, a atividade era que eles descrevessem suas percepções acerca da leitura em um texto argumentativo, para que também trabalhássemos a nossa produção textual. Esse tipo de dinâmica fortalece o desejo pela leitura e a curiosidade. Aprender também está nos detalhes! Uma simples leitura nos leva a viajar para um multiverso de contextos! :)</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-06-15 21:23:53 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>1ª Feira Empreendedora - Padre Firmo</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/Ensina_Brasil/ConstruindoaCulturaqueQueremos/wish/3490910349</link>
         <description><![CDATA[<p><strong>Nome do projeto:  </strong>1ª Feira Empreendedora - Padre Firmo<br><strong>Nome do ensina, ano, escola:</strong> Professor Felipe Leonardo, 2025, Escola Estadual Padre Firmo</p><p><strong>Evento escolar de protagonismo juvenil</strong></p><p><strong>1. Contexto e Personagens</strong><br>A Feira de Empreendedora da Escola Padre Firmo surgiu a partir do desejo de estimular o protagonismo estudantil e o pensamento criativo dos alunos da 1ª e 2ª série do Ensino Médio. Participam professores de diferentes áreas, a equipe gestora e toda a comunidade escolar.</p><p><strong>2. Desafio</strong><br>Muitos estudantes demonstram pouca motivação para atividades convencionais, carreira universitária e pouca conhecimento sobre temas como economia, trabalho e criatividade. Além disso, alguns estudantes praticavam a venda, ou tentavam de forma não autorizada, realizar atividades, buscando um tipo de renda, na escola. O desafio era mostrar aos alunos os beneficios e as dificuldades de ter um proprio negocio, trazer uma perspectiva diferente sobre o futuro e principalmente, dar o espaço que eles precisavam.</p><p><strong>3. Solução</strong><br>O projeto promoveu, em parceria com a  professora de matematica, trazendo orientações nas aulas para que os alunos criassem suas próprias ideias de negócio, desenvolvessem marcas, slogans, produtos e apresentações (junto com a professora de artes). Alinhado com um projeto do governo do estado, que buscava trabalhar matematica financeira, foi elaborado um plano de negocios, para que eles pudessem entender sobre o custo e o lucro dos seus produtos e negocios. A culminância foi a Feira de Empreendedorismo no dia 06/06, onde os grupos montaram estandes, venderam produtos e apresentaram seus projetos para professores, alunos e comunidade escolar.</p><p><strong>4. Impacto</strong><br>A feira gerou entusiasmo, engajamento e senso de responsabilidade nos alunos. Eles aprenderam a trabalhar em equipe, lidar com finanças básicas, comunicar suas ideias e resolver problemas reais. A autoestima e o sentimento de pertencimento também cresceram entre os participantes.</p><p><strong>5. Futuro</strong><br>A expectativa é transformar a feira em um evento recorrente, ampliando a participação de outras turmas e incluindo a comunidade como um todo.</p><p>Essa experiência mostrou que, com incentivo e oportunidade, nossos estudantes são capazes de criar coisas fantásticas. </p>]]></description>
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         <pubDate>2025-06-16 00:28:59 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Evento - A História de Caruaru sob o olhar da Professora Mariana Lima.</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/Ensina_Brasil/ConstruindoaCulturaqueQueremos/wish/3491215465</link>
         <description><![CDATA[<p>No mês de maio, foi realizada uma ação integrada entre o projeto institucional da escola, “Raízes de Mariana: Saberes que Crescem”, e o projeto Escola Leitora, com atividades desenvolvidas na biblioteca escolar. A proposta homenageou o aniversário da cidade de Caruaru, valorizando a trajetória da professora Mariana de Lourdes Lima e seu legado para a educação local. O desafio era promover o vínculo dos estudantes com a história e a cultura da cidade, reforçando a identidade e o sentimento de pertencimento. Como solução, foram organizadas atividades interdisciplinares com produções baseadas nos escritos da professora Mariana Lima, envolvendo os componentes de Língua Portuguesa, Artes e Dança, com participação direta de 13 professores e indireta de toda a equipe docente. A exposição ocorreu em 21 de maio, com mostra aberta à visitação nos dias 22 e 23. Envolveu todas as turmas, nos turnos manhã e tarde. Na abertura da exposição cultural, o poeta Sebastião José da Silva declamou seus versos sobre Caruaru, sob título “Minha Terra”, o mesmo é servidor público na Escola Mariana Lima, ocupando o cargo de porteiro. Para esse momento também teve a presença do Instituto Professora Mariana Lima representado por seus familiares. Entre os trabalhos apresentados estavam apresentação de dança, cartazes, pinturas de pontos turísticos, maquetes, fotografias, declamações de cordel, entrevistas, três episódios do Podcast Mariana e outras criações inspiradas na trajetória da Professora Mariana de Lourdes Lima. A ação impactou a escola ao fortalecer o reconhecimento do patrimônio imaterial de Caruaru e estimular o protagonismo estudantil por meio da valorização da cultura local.</p><p><br/></p><p><a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://drive.google.com/drive/folders/1RcIfghV6b44lS7Wz_7YGjZPPSxrXrkS-?usp=sharing">https://drive.google.com/drive/folders/1RcIfghV6b44lS7Wz_7YGjZPPSxrXrkS-?usp=sharing</a> </p>]]></description>
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         <pubDate>2025-06-16 03:44:20 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Projeto - Atuação Intersetorial - SAS</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/Ensina_Brasil/ConstruindoaCulturaqueQueremos/wish/3493695454</link>
         <description><![CDATA[<p>O projeto <em>Raízes de Mariana: Saberes que Crescem</em> está sendo desenvolvido de forma intersetorial com as secretarias do município de Caruaru, entre elas a Secretaria de Assistência Social e Combate à Fome (SAS), representada por Tassiana Lima. A partir dessa parceria e da percepção da necessidade de abordar temas sensíveis com os estudantes, a secretária disponibilizou o psicólogo Junior Cesar dos Santos Veloso, que conduziu, no dia 05/05, uma mediação com as turmas do 8ºB, 7ºB e 6ºD sobre Prevenção ao Suicídio, Automutilação e Bullying. A atividade foi fundamental para abrir espaço de escuta e orientação, promovendo o acolhimento necessário dentro do ambiente escolar. Como encaminhamento, o psicólogo nos direcionou à equipe do Projeto Adol"essência" Ativa (PAA), com o objetivo de dar continuidade às intervenções ao longo do ano letivo. A proposta prevê o atendimento a todas as turmas da escola (conforme cronograma do PAA), nos turnos manhã e tarde, por meio de atividades diversificadas, fortalecendo o cuidado com a saúde mental dos estudantes, o desenvolvimento de habilidades de liderança, realização de práticas educativas lúdicas, aulas de campo e cursos profissionalizantes.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-06-17 23:58:25 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Ambiente de Aprendizagem - Jornal Caruaru Opiniões</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/Ensina_Brasil/ConstruindoaCulturaqueQueremos/wish/3493839148</link>
         <description><![CDATA[<p>No mês de maio, como parte da exposição <em>A História de Caruaru sob o Olhar da Professora Mariana Lima</em>, a turma do 6ºB participou ativamente com a produção de um jornal escolar intitulado “Caruaru Opiniões”. A atividade foi desenvolvida em grupos e organizada por etapas, proporcionando aos estudantes uma vivência prática e significativa de produção textual, pesquisa e expressão artística. Um dos grupos ficou responsável por realizar pesquisas sobre pontos turísticos da cidade de Caruaru, com foco no Alto do Moura, no Museu do Barro e no Morro Bom Jesus. Cada ponto turístico foi representado em uma folha do jornal, com informações, descrições e imagens. Outra estudante escreveu um texto opinativo sobre a poluição do Rio Ipojuca, expressando suas reflexões e preocupações ambientais, enquanto um colega produziu um desenho do rio para acompanhar essa publicação. A produção textual também envolveu a criação de um conto sobre o Morro Bom Jesus, feito por uma estudante, acompanhado de uma ilustração autoral feita por outro colega. A turma ainda realizou uma pesquisa de opinião com estudantes e funcionários da escola, colhendo respostas sobre o que pensam da cidade de Caruaru. As falas dos estudantes foram organizadas na capa do jornal, e as opiniões dos funcionários foram registradas em áudio, sendo transformadas em um episódio do <em>Podcast Mariana</em>, intitulado “A Princesa do Agreste”. Além disso, um dos grupos finalizou a produção com dois desenhos de xilogravura, valorizando a estética popular típica da cultura nordestina e caruaruense. Essa atividade proporcionou aos estudantes o desenvolvimento de habilidades de leitura, escrita, oralidade e expressão visual, além de promover o sentimento de pertencimento à história e cultura local.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-06-18 01:25:23 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Cores do São João - Celebrando nossa cultura.</title>
         <author>lucassnto97</author>
         <link>https://padlet.com/Ensina_Brasil/ConstruindoaCulturaqueQueremos/wish/3495176736</link>
         <description><![CDATA[<p>Em clima de alegria e tradição, os alunos do 6º ano participaram de uma aula especial em homenagem ao São João, um dos festejos mais importantes para o povo nordestino. Com lápis de cor e muito entusiasmo, eles coloriram desenhos que retratam cenas típicas das festas juninas, como fogueiras, quadrilhas e comidas típicas. Os trabalhos foram reunidos em um mural coletivo, trazendo vida e identidade ao espaço escolar.</p><p>Junto a isso, os alunos do 6º e 7º ano colocaram a mão na massa para criar bandeirolas e balões coloridos, que agora enfeitam nossa sala e os corredores da escola. Entre recortes e colagens, a atividade reforçou o espírito de comunidade, cooperação e orgulho de fazer parte de uma cultura tão rica e vibrante como a nordestina.</p><p>E para fechar com chave de ouro... tivemos até um túnel na roça com a turma do 6º ano A! Entre risadas, braços levantados e muita animação, nossa sala se transformou em um verdadeiro arraiá. Foi uma aula cheia de cor, cultura e coração! 🔥🎇🧨💃🏽🕺🏽</p><p>#cultura #nordeste #historia #criatividade #umdia</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-06-19 00:54:59 UTC</pubDate>
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         <title>Fórmulas em versos: Uma Jornada pelas Relações Métricas</title>
         <author>rafascruz</author>
         <link>https://padlet.com/Ensina_Brasil/ConstruindoaCulturaqueQueremos/wish/3498269128</link>
         <description><![CDATA[<p>Durante as aulas com as turmas da 2ª série do Ensino Médio, foi possível identificar uma dificuldade significativa por parte dos estudantes: a memorização e aplicação das relações métricas no triângulo retângulo, especialmente as relacionadas ao descritor D2 da Matriz de Referência de Matemática. A baixa participação dos alunos nas atividades propostas em sala de aula e nas resoluções de questões indicava um desinteresse que precisava ser enfrentado com uma abordagem inovadora e envolvente. A partir disso, comecei a refletir sobre como tornar os conteúdos de matemática mais próximos da realidade dos estudantes, conectando o aprendizado com elementos do cotidiano que realmente despertassem o interesse deles.</p><p>A primeira etapa foi compreender o que os alunos consomem com mais frequência e o que os motiva em seu dia a dia. Conversas informais revelaram que a música faz parte constante da vida dos estudantes. Foi a partir dessa escuta atenta que surgiu a ideia de transformar as fórmulas matemáticas em versos musicais, criando um ambiente mais leve, descontraído e, ao mesmo tempo, focado no aprendizado.</p><p>O desafio proposto foi claro: criar versos ou músicas que contivessem as principais relações métricas no triângulo retângulo, cada grupo de estudantes ficou responsável por transformar as fórmulas em letras de música ou versos criativos. O foco não era apenas a criatividade, mas a clareza conceitual. Ao transformar as fórmulas em versos, os alunos precisaram compreender profundamente cada elemento das relações métricas, o que favoreceu o processo de aprendizagem significativa.</p><p>A aplicação dessa prática trouxe resultados muito positivos e evidentes em curto prazo como o aumento expressivo na memorização das fórmulas, onde vários alunos demonstraram facilidade para lembrar e aplicar as relações métricas ao resolver problemas matemáticos. Além disso houve maior participação durante as aulas, desenvolvimento da criatividade com grupos criando pequenas paródias, tornando a aula ainda mais interativa.</p><p>Essa experiência reforçou a importância de aproximar os conteúdos escolares do universo dos alunos, utilizando estratégias pedagógicas que considerem suas realidades culturais e seus interesses. A matemática, muitas vezes vista como abstrata e distante, tornou-se mais acessível quando foi apresentada de forma lúdica, criativa e alinhada com as preferências dos estudantes</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-06-22 20:05:00 UTC</pubDate>
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         <title>Estamos no Projeto Estudantes no Controle 🥳</title>
         <author>jn423956</author>
         <link>https://padlet.com/Ensina_Brasil/ConstruindoaCulturaqueQueremos/wish/3498557356</link>
         <description><![CDATA[<p>Os Ensinas José Neto, Sávio Oliveira, Beatriz de Paula e a professora Natali Faganello do CEEP Maria de Lourdes Widal Roma embarcaram no Projeto "Estudantes no Controle" e estão protagonizando, junto com 20 estudantes de turnos diferentes, encontros semanais para identificar pontos de desenvolvimento da escola e propor um plano de ação para implementação ainda esse ano.</p><p>Foram levantados diversas ideais que beneficiam diversos espaços, o que gerou interesse dos setores da escola e apoio da Gestão e Coordenação Escolar.</p><p>O projeto já foi anunciado para todas as turmas e as próximas etapas se referem as transformações que serão realizadas, dentre elas são: palestras, ativação da rádio escolar, construção de uma horta sustentável, higienização dos laboratório (até então abandonados) de física, química e biologia, construção de cestas para coleta seletiva e dentre outras ações previstas.</p><p>Estamos, atualmente, na 14º posição geral dentre todas as escolas do Estado e almejamos ir mais longe. </p><p><br/></p><p>Nos ajudem a divulgar a hashtag #ceepwidal nas redes sociais e faça parte da nossa história.</p><p><br/></p><p>[PRÓXIMOS CAPÍTULOS EM BREVE]</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-06-23 02:15:48 UTC</pubDate>
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         <title>O Auto da Literatura sem Fronteiras</title>
         <author>marrocos</author>
         <link>https://padlet.com/Ensina_Brasil/ConstruindoaCulturaqueQueremos/wish/3504356598</link>
         <description><![CDATA[<p>O Ensina Felipe Marrocos, durante os meses de abril e maio plantou a semente da ideia de reformular o Projeto de Leitura da  Escola Estadual Padre José Scampini, com muito foco e dedicação (contraturnos e horas extras), desenvolveu uma parceria com professores de Linguagens e Ciências Humanas e Sociais Aplicadas, para concretizar essa ideia.</p><p><br></p><p>Assim no dia 23 de maio, foi realizada a abertura oficial do Projeto de Leitura 2025 – Literatura sem Fronteiras: Lendo Mais e Sabendo Mais.</p><p><br></p><p>A ação inaugural contou com uma apresentação especial: uma adaptação teatral da clássica obra “O Auto da Compadecida”, de Ariano Suassuna, encenada pelos professores das áreas de Linguagens e Ciências Humanas e Sociais Aplicadas. O Ensina Joabe, de Matemática, apesar de não fazer parte da área (LGG+CHS) do projeto, entrou na onda e também participou da encenação, mostrando a importância de construir laços quando falamos de educação.<br></p><p>O momento foi marcado por muita criatividade, interação e entusiasmo, envolvendo toda a comunidade escolar e proporcionando uma experiência lúdica e enriquecedora para os estudantes.</p><p><br></p><p>O Projeto de Leitura 2025 busca estimular o interesse dos alunos pela leitura e integrar a literatura a diferentes áreas do conhecimento, promovendo o desenvolvimento de competências artísticas, culturais e socioemocionais.<br></p><p>A abertura foi apenas o primeiro passo de uma programação extensa que será desenvolvida ao longo do 2º e 3º bimestres, com culminância prevista para o mês de agosto.</p><p><br></p><p>Link para vídeo de apresentação disponível no Instagram da escola: <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://www.instagram.com/reel/DKAb4BjPcwz/?igsh=MWdzNGUyM3B5cm1meA==">https://www.instagram.com/reel/DKAb4BjPcwz/?igsh=MWdzNGUyM3B5cm1meA==</a></p>]]></description>
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         <pubDate>2025-06-27 17:53:24 UTC</pubDate>
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         <title>Para a melhor estudante especial do mundo! 💖 | Matemática Inclusiva</title>
         <author>jn423956</author>
         <link>https://padlet.com/Ensina_Brasil/ConstruindoaCulturaqueQueremos/wish/3504438803</link>
         <description><![CDATA[<p>Olá, pessoal! Hoje eu quero compartilhar com vocês uma conquista muito especial que estamos construindo ao longo deste ano letivo.</p><p><br></p><p>Tenho o privilégio de acompanhar uma estudante incrível, que está no 1º ano do Ensino Médio e vive com cegueira total desde o nascimento. Uma jovem doce, simpática e querida por todos que a conhecem. Sua trajetória é marcada por muitos desafios, mas também por superações. Ela domina o Braille com fluência e tem um controle sensorial admirável.</p><p><br></p><p>A cada dia, aprendemos mais com ela. Estamos avançando, pouco a pouco, na sua inclusão nas aulas de Matemática — o que, como vocês podem imaginar, é um campo que traz muitas barreiras quando o assunto é acessibilidade.</p><p>Na foto que compartilho, estão alguns dos materiais que produzimos recentemente para o estudo de funções e progressões aritméticas. Criar recursos táteis, adaptar conteúdos e pensar em formas de tornar a Matemática mais acessível tem sido um trabalho constante… e desafiador.</p><p>Embora a prática nos ajude, confesso que a produção manual de materiais de inclusão, principalmente em uma disciplina tão abstrata como a Matemática, exige muito tempo, criatividade e, muitas vezes, recursos que não temos de imediato.</p><p>Por isso, venho pedir o apoio da Rede. Minha ideia é negociar, com um contato direto, a produção de uma mini-apostila adaptada em braile — com cerca de 15 páginas — contendo o conteúdo de cada bimestre. Assim, teríamos sempre um material de qualidade, acessível e pronto para ser usado, reduzindo a necessidade de criar recursos emergenciais a cada aula.</p><p>Tenho certeza de que essa iniciativa traria um impacto muito positivo para a aprendizagem dela e seria um passo importante na construção de uma escola mais inclusiva.</p><p><br></p><p><em>obs.: sei que posso pedir auxílio às organizações estaduais para produção, contudo, demoram meses para confeccionar. Então reforço, se você conhecer alguém que possa nos ajudar a produzir algo mais específico e rapidamente, envie mensagem para o e-mail: </em><a rel="noopener noreferrer nofollow" href="mailto:jose.azevedo@aluno.ifsertao-pe.edu.br"><em>jose.azevedo@aluno.ifsertao-pe.edu.br</em></a><em>.</em></p><p><br></p><p>Agradeço imensamente a atenção de todos e, desde já, conto com o apoio e as sugestões da Rede!</p><p><br></p>]]></description>
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         <pubDate>2025-06-27 21:58:03 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Matemática Visual | Maximizando o aprendizado no Ensino Médio</title>
         <author>jn423956</author>
         <link>https://padlet.com/Ensina_Brasil/ConstruindoaCulturaqueQueremos/wish/3504444132</link>
         <description><![CDATA[<p>É assim que trabalho com minhas turmas, ficamos concentrados analisando a construção de raciocínio em aulas expositivas.</p><p><br></p><p>Durante a resolução, os estudantes acompanham esquemas de cores para indicar as operações dos cálculos e a narrativa sempre se baseia em uma situação real.</p><p><br></p><p>Notei que esse método é mais produtivo comparando com o uso de quadro e que a atenção dos alunos é muito maior.</p><p><br></p><p>Confira na próxima publicação como faço para montar esses materiais.</p><p><br></p><p> José Neto - Ensina 2024 em Campo Grande (MS).</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-06-27 22:23:13 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Enciclopédia Matemática? A melhor ideia que já tive!</title>
         <author>jn423956</author>
         <link>https://padlet.com/Ensina_Brasil/ConstruindoaCulturaqueQueremos/wish/3504449813</link>
         <description><![CDATA[<p>O planejamento ficou tranquilo quando comecei a fazer isso.</p><p><br></p><p>Agora posso conciliar um Mestrado, escrita de artigos científicos, projetos na escola e pensar em intervenções pontuais.</p><p><br></p><p><br></p>]]></description>
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         <pubDate>2025-06-27 22:48:10 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Uma excelente maneira de fazer o controle de atividades dos estudantes</title>
         <author>jn423956</author>
         <link>https://padlet.com/Ensina_Brasil/ConstruindoaCulturaqueQueremos/wish/3504453854</link>
         <description><![CDATA[<p>Acompanhe uma estratégia de como fazer o controle das atividades do seus estudantes. Isso tem funcionado bastante para mim.</p><p><br></p><p>#EnsinaBrasil</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-06-27 23:08:33 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>(Aula) Concordância Nominal - Tripulação do Submarino. ⚓🔤📚🔱</title>
         <author>geovanapradobs</author>
         <link>https://padlet.com/Ensina_Brasil/ConstruindoaCulturaqueQueremos/wish/3504707497</link>
         <description><![CDATA[<p>Para consolidar o conteúdo de <strong>concordância nominal</strong>, realizei com as turmas do 6º e 7º ano uma atividade no Kahoot chamada <em>“Tripulação do Submarino”</em>. Cada turma participou separadamente, em formato de competição, e precisava acertar as perguntas para escapar de um monstro do mar.</p><p>No jogo, todos os alunos faziam parte da tripulação de um submarino, o que exigia que <strong>trabalhassem em equipe para avançar juntos</strong>. Em algumas fases, apenas um computador exibia o ícone correto, o que estimulou a <strong>escuta ativa</strong> e a colaboração entre os colegas.</p><p>A proposta teve como objetivo <strong>consolidar o aprendizado de forma mais dinâmica</strong>, incentivando a participação e o envolvimento dos alunos. </p>]]></description>
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         <pubDate>2025-06-28 13:13:49 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>(Projeto) Leitucard – Incentivo à Leitura 📚📖 ✨</title>
         <author>geovanapradobs</author>
         <link>https://padlet.com/Ensina_Brasil/ConstruindoaCulturaqueQueremos/wish/3504712821</link>
         <description><![CDATA[<p>Os alunos receberam cartões de fidelidade personalizados com seus nomes, chamados <em>Leitucard</em>, para estimular a leitura. A ideia é que cada aluno escolha livros na biblioteca, leia no seu ritmo e, depois, preencha uma fichinha para ganhar um selo no cartão.</p><p>O projeto está em andamento e tem previsão de encerramento antes das férias de julho, quando será realizada uma gincana para celebrar a participação dos alunos e o progresso na leitura. Como parte das atividades, a turma do 6º ano está produzindo um teatro de fantoches baseado em um livro que eles mesmos escolheram, o que ajuda a integrar leitura, criatividade e trabalho coletivo.</p><p>Com essa ação, o objetivo é promover o hábito da leitura de maneira prazerosa, valorizando o interesse dos alunos e fortalecendo a conexão com os livros. 📚✨🥳 🎊 🎖️</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-06-28 13:30:17 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/Ensina_Brasil/ConstruindoaCulturaqueQueremos/wish/3504712821</guid>
      </item>
      <item>
         <title>(Projeto) PCS: Construindo Relações 💞🤝</title>
         <author>geovanapradobs</author>
         <link>https://padlet.com/Ensina_Brasil/ConstruindoaCulturaqueQueremos/wish/3504723346</link>
         <description><![CDATA[<p>Criamos um cronograma semanal de atividades para o momento PCS, que atende as duas turmas do integral. Esse cronograma foi construído junto com os alunos, firmando o compromisso de que todos deveriam participar de todas as atividades. Os professores vinham enfrentando dificuldades com indisciplina nesse momento, e o projeto tem ajudado muito a organizar esse tempo, trazendo mais participação e envolvimento dos alunos com a rotina estabelecida.</p><p>Entre as atividades, destacamos as brincadeiras tradicionais — amarelinha, pular corda, peteca, reloginho — que têm ajudado a promover o respeito, a colaboração e o trabalho em equipe.</p><p>Com o apoio da gestão, organizamos o espaço e os materiais necessários. O professor Neiton, de Artes, está ajudando as turmas a construir as amarelinhas no pátio — o projeto ainda está em andamento. O objetivo é mostrar que brincar é importante para o desenvolvimento dos alunos, fortalecendo os vínculos e promovendo um ambiente mais agradável durante PCS.</p><p>Como coordenadora de área, criei o cronograma com os alunos, acompanho e garanto a execução e o sucesso do mesmo. 🗓️🤝🎲🤸‍♂️🎨🖌️</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-06-28 14:01:59 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Construção de uma Tabela Periódica Gigante</title>
         <author>laurafm1701</author>
         <link>https://padlet.com/Ensina_Brasil/ConstruindoaCulturaqueQueremos/wish/3504808606</link>
         <description><![CDATA[<p>No início do bimestre, observei nas turmas do 9º ano um baixo engajamento, atrasos frequentes nas entregas e dificuldades com conteúdos mais abstratos, como a Tabela Periódica. Para tornar o conteúdo mais acessível e estimular a participação, propus um projeto em duas etapas, unindo teoria e prática.</p><p>Na primeira fase, os alunos foram divididos em grupos e receberam elementos químicos diferentes para pesquisar. Seguindo um roteiro, levantaram dados como número atômico, massa, aplicações e curiosidades. A atividade incentivou a responsabilidade e o comprometimento, resultando em entregas pontuais e bem elaboradas.</p><p>Na segunda fase, mais prática e colaborativa, os alunos construíram uma maquete da Tabela Periódica com caixas de papelão padronizadas. Pintaram as caixas e representaram os elementos pesquisados, agora trabalhando como turma, não apenas em grupos. Todos tinham uma função, e a colaboração foi constante, com destaque para a participação ativa de alunos com diferentes perfis, incluindo estudantes mais agitados, não alfabetizados e dentro do espectro autista.</p><p>O projeto resultou em uma maquete com mais de 3 metros, exposta na escola. Durante a exposição, os alunos demonstraram apropriação do conteúdo, reconhecendo e explicando elementos para os colegas. Mais do que o produto final, o processo foi o ponto alto da experiência: promoveu autonomia, engajamento e um ambiente de aprendizagem mais inclusivo e colaborativo.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-06-28 19:32:52 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Transformando Ciências em quadrinhos: uma abordagem inclusiva</title>
         <author>laurafm1701</author>
         <link>https://padlet.com/Ensina_Brasil/ConstruindoaCulturaqueQueremos/wish/3504813560</link>
         <description><![CDATA[<p>Um dos grandes desafios enfrentados na escola é o de encontrar estratégias eficazes para incluir estudantes com diferentes perfis de aprendizagem nas aulas de Ciências, especialmente no 6º ano, durante o trabalho com o tema "métodos de separação de misturas". Um aluno, em particular, apresentava muita dificuldade de permanência e foco em sala. Ele raramente acompanhava as atividades propostas, e era difícil envolvê-lo com o conteúdo de forma tradicional.</p><p>Ao observá-lo mais atentamente, percebi que ele passava boa parte do tempo desenhando e demonstrava grande criatividade, além de estar profundamente interessado em histórias em quadrinhos. Foi a partir dessa observação que propus uma adaptação: em vez de copiar o conteúdo, ele receberia o material impresso e teria a missão de criar uma história em quadrinhos que aplicasse os métodos de separação de misturas no cotidiano.</p><p>A proposta exigiu um acompanhamento próximo e um diálogo constante com a família, o que foi fundamental para que o trabalho avançasse. Embora o aluno não tenha conseguido abordar todos os métodos de separação, sua produção demonstrou compreensão parcial do conteúdo e, sobretudo, um envolvimento muito maior com a disciplina. A história foi apresentada para mim (professora de Ciências) e para a professora de Português, e foi um momento marcante: o aluno mostrou-se motivado, orgulhoso do próprio trabalho e, mesmo com limitações no foco, demonstrou progresso em relação à participação nas aulas.</p><p>Mais do que a conclusão da atividade em si, essa experiência reforçou a importância de valorizar as habilidades individuais e adaptar as práticas pedagógicas para incluir, de forma real e contínua, todos os estudantes no processo de aprendizagem. Trata-se de um trabalho constante, mas que já apresenta avanços significativos.</p><p><br/></p>]]></description>
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         <pubDate>2025-06-28 19:58:53 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/Ensina_Brasil/ConstruindoaCulturaqueQueremos/wish/3504813560</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Entre Linhas e Tempos: aprendizados sobre a indústria e o meio ambiente</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/Ensina_Brasil/ConstruindoaCulturaqueQueremos/wish/3504846499</link>
         <description><![CDATA[<p>Durante as aulas do 2° bimestre da matéria de Geografia, com minha turma do 2º ano do Ensino Médio, na Escola Estadual Maria Constança Barros Machado, desenvolvemos juntos um projeto marcante. A proposta era simples, mas com grande potencial: construir uma linha do tempo sobre os impactos da indústria no meio ambiente. Nosso objetivo era percorrer momentos históricos que envolvessem tanto os efeitos negativos da industrialização quanto os avanços em busca de soluções sustentáveis.</p><p>Começamos com uma conversa sobre a Revolução Industrial e, aos poucos, fomos traçando os caminhos que ligam aquele período aos dias atuais. Surgiram temas como os desastres industriais de grandes proporções, a poluição crescente, mas também os esforços internacionais como as COPs e a criação dos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável. Os alunos se dividiram em grupos e cada um ficou responsável por um período ou evento específico.</p><p>A parte mais interessante foi perceber como os estudantes se envolveram na construção dos painéis. Além das informações, trouxeram reflexões e conexões com o presente. Alguns destacaram como determinadas tragédias poderiam ter sido evitadas; outros focaram nos acordos e políticas ambientais que vêm sendo implementadas. Houve momentos de surpresa, questionamentos sinceros e troca de ideias.</p><p>No fim, montamos a linha do tempo na sala, com os cartazes lado a lado, formando um panorama visual do percurso entre a ação industrial e suas consequências ambientais. Ver o resultado final foi gratificante e também uma oportunidade de repensar a forma como tratamos o conteúdo em sala: menos como algo a ser repassado e mais como algo a ser construído em conjunto.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-06-28 23:19:18 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Cine Cultura – Conhecendo e valorizando a cultura local</title>
         <author>rodrigohagmeyer</author>
         <link>https://padlet.com/Ensina_Brasil/ConstruindoaCulturaqueQueremos/wish/3505213944</link>
         <description><![CDATA[<p>Eletiva com foco na criação de mini documentários e reportagens sobre pontos turísticos da comunidade e região. O método de apresentação foi por sessões e, ainda, criou-se um cenário semelhante a um cinema, com cartazes informativos, tickets de entrada e muita pipoca.</p><p><br/></p><p>Dentre as localidades selecionadas, tem-se a feira semanal do Jardim Ingá (Distrito de Luziânia), a Praça das 3 Bicas e a Igreja do Rosário (ambos no centro de Luziânia). Ainda, fizemos uma apresentação no dia da culminância das eletivas e foi um sucesso.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-06-29 21:12:53 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Maio Laranja</title>
         <author>rodrigohagmeyer</author>
         <link>https://padlet.com/Ensina_Brasil/ConstruindoaCulturaqueQueremos/wish/3505215785</link>
         <description><![CDATA[<p>Palestra com estudantes da primeira séria sobre combate ao abuso e à exploração sexual de crianças e adolescentes. Esse tema é muito sensível para alguns alunos, contudo, não pode deixar de ser comentado dentro da escola e, dada sua importância, usamos o dia 18 de maio para realizarmos trocas com os alunos, de forma leve e informativa, criando um espaço seguro para que seja praticada a conscientização e exemplos para identificação desses tipos de abusos no cotidiano.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-06-29 21:20:04 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Kahoot offline – Teorias da Evolução</title>
         <author>rodrigohagmeyer</author>
         <link>https://padlet.com/Ensina_Brasil/ConstruindoaCulturaqueQueremos/wish/3505215970</link>
         <description><![CDATA[<p>Como nossa escola proibiu o celular até para atividades didáticas, criou-se uma estrutura similar ao Kahoot, porém de maneira offline. Nessa atividade, a turma foi dividida em trios para responder à 23 frases, classificando-as como uma das três teorias da evolução estudadas no bimestre (Lamarckismo, Darwinismo e Neodariwnismo), sendo lidas em voz alta pelo professor e, após isso, alguns segundos para responder, levantando uma “placa” com a teoria que designasse a origem do texto. Em suma, a atividade trouxe competividade saudável para toda a turma, valorizando a participação dos grupos e acirrando as primeiras colocações.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-06-29 21:21:06 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Dia das Mães na escola</title>
         <author>rodrigohagmeyer</author>
         <link>https://padlet.com/Ensina_Brasil/ConstruindoaCulturaqueQueremos/wish/3505216621</link>
         <description><![CDATA[<p>Dia de comemoração das mães na escola. Sou padrinho das turmas 1ª séria A e 2ª série D e, em nossa escola, tivemos a autonomia para criar um momento com as mães e seus filhos. Nesse dia, convidamos as mães de todos os alunos para um coffe e realização de algumas atividades divertidas. Em adição, colocamos caixa de som e decoramos toda a sala.</p><p>Dentre as atividades realizadas, todas foram intermediadas pelos alunos, protagonizando momentos emocionantes de leitura de poemas, reconhecimento das vozes de seus filhos por suas mães e compartilhamento de histórias de superação vivenciadas pelas mães, fortalecendo os laços entre escola, alunos e familiares.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-06-29 21:22:44 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Painel: Dia mundial da conscientização do Autismo</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/Ensina_Brasil/ConstruindoaCulturaqueQueremos/wish/3505277997</link>
         <description><![CDATA[<p>Na semana do Dia Mundial da Conscientização do Autismo, recebi da Coordenadora da Educação Especial o desafio de promover uma mobilização que realmente envolvesse toda a escola. Até então, todas as ações contavam basicamente com o engajamento dos professores, enquanto os alunos pouco se envolviam. Passei dias refletindo até que tive um insight: e se cada pessoa contribuísse com uma peça de um quebra-cabeça?</p><p>Assim nasceu a ideia de montar um painel coletivo com 500 peças, formando um grande coração acompanhado da frase: "Quando a conscientização acontece, as peças se encaixam!" Cada peça foi construída a muitas mãos: idealizei a arte, a PCPI Taty cuidou da finalização e todas as professoras de apoio pedagógico participaram do recorte.</p><p>Ao longo do dia, ver cada peça sendo encaixada não só completava a imagem, mas revelava olhares curiosos, mãos colaborando e rostos cheios de orgulho. Foi mágico. Pela primeira vez, alunos e professores se uniram de verdade, mostrando que quando cada um encontra seu lugar, a conscientização se torna realidade.</p><p>E o resultado? Além de toda essa mobilização e sentimento de união, nossa Escola Estadual Padre José Scampini foi destaque no site da Secretaria de Educação do Mato&nbsp;Grosso&nbsp;do&nbsp;Sul.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-06-30 00:07:26 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Formação Docente: Menos Burocracia, Mais Criatividade na Sala de Aula</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/Ensina_Brasil/ConstruindoaCulturaqueQueremos/wish/3505301288</link>
         <description><![CDATA[<p>Durante a Jornada Formativa dos professores, tive a oportunidade — a convite da coordenação pedagógica — de compartilhar uma formação com todos os turnos da escola. O foco foi algo essencial no nosso dia a dia: a formatação de provas com gabarito pela plataforma <strong>GradePen</strong> e o uso de ferramentas didáticas digitais como <strong>PhET, Kahoot e Genially</strong>.</p><p>Foi um momento muito rico de troca e prática. A proposta era mostrar como a tecnologia pode facilitar a nossa vida e, ao mesmo tempo, tornar o processo de ensino-aprendizagem mais atrativo para os alunos. A plataforma GradePen, por exemplo, ajuda a organizar e padronizar as avaliações, economizando tempo e trazendo mais clareza nos critérios avaliativos.</p><p>Já o PhET, Kahoot e Genially entram como aliados na criação de aulas mais interativas e envolventes. Com eles, é possível transformar aquele conteúdo mais teórico em algo visual, participativo e até divertido. E o melhor: sem precisar de muito conhecimento técnico!</p><p>Essa formação veio para mostrar que inovar na educação não é sobre fazer coisas mirabolantes, mas sim sobre usar bem as ferramentas que temos à disposição. E que, quando nos apoiamos uns nos outros como equipe, conseguimos transformar a rotina pedagógica em algo mais leve, criativo e eficaz.</p><p>Mais do que aprender a usar plataformas, o objetivo foi fortalecer a ideia de que educar é um processo coletivo e em constante construção. Seguimos juntos, aprendendo, compartilhando e reinventando nossas práticas!</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-06-30 00:26:31 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Feira de Matemática Sustentável</title>
         <author>flaviajusto18</author>
         <link>https://padlet.com/Ensina_Brasil/ConstruindoaCulturaqueQueremos/wish/3505311050</link>
         <description><![CDATA[<p>Os alunos dos 1º anos estão se preparando para a <strong>Feira de Matemática Sustentável</strong>, um projeto interdisciplinar que integra Matemática, Ciências Naturais e Ciências Sociais. A proposta tem como foco despertar o interesse pela matemática de forma prática, contextualizada e significativa, evidenciando seu papel na construção de soluções sustentáveis para os desafios do mundo atual.</p><p>Ao longo do projeto, os estudantes estão realizando pesquisas científicas, investigando problemáticas ambientais e propondo soluções criativas com base em dados e conceitos matemáticos — como medidas, proporções, cálculos e representações gráficas. Esse processo estimula o desenvolvimento de competências como o pensamento crítico, a capacidade de resolução de problemas, a comunicação, a colaboração e a criatividade.</p><p>A culminância do trabalho será um momento especial de compartilhamento, onde os alunos irão socializar suas descobertas e criações, apresentando à comunidade escolar o resultado de suas investigações e mostrando como a matemática pode contribuir para transformar realidades e promover um futuro mais sustentável.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-06-30 00:32:30 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Atividade de rotação por rotação</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/Ensina_Brasil/ConstruindoaCulturaqueQueremos/wish/3506072921</link>
         <description><![CDATA[<p>A atividade foi realizada com a turma do 1º ano do Ensino Médio e teve como foco o trabalho com o gênero textual artigo de divulgação científica. A proposta se deu por meio da metodologia de rotação por estações, o que permitiu aos estudantes uma participação ativa, colaborativa e significativa ao longo do processo de aprendizagem.</p><p>Os alunos foram divididos em grupos e organizados em quatro estações temáticas. Cada grupo ficou responsável por desenvolver uma parte específica do artigo: introdução, desenvolvimento, apresentação de dados e exemplos, respeitando as características estruturais e linguísticas desse gênero. Ao final da rotação, cada grupo compartilhou sua produção com os colegas, compondo coletivamente um artigo completo.</p><p>Essa prática pedagógica demonstrou-se eficaz tanto no engajamento dos alunos quanto na consolidação dos conteúdos trabalhados. Ao assumir diferentes etapas do texto, os estudantes puderam compreender de forma mais aprofundada a lógica da estrutura textual, além de exercitarem habilidades de escrita, leitura crítica e trabalho em equipe. A atividade se destacou como uma boa prática, por promover o protagonismo discente, o desenvolvimento da autonomia e o uso de metodologias ativas alinhadas à BNCC.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-06-30 12:11:42 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Projeto de Alfabetização - Tecendo Palavras </title>
         <author>valmatos12</author>
         <link>https://padlet.com/Ensina_Brasil/ConstruindoaCulturaqueQueremos/wish/3506180613</link>
         <description><![CDATA[<p>Ao iniciar as aulas, identifiquei que muitos alunos apresentavam defasagens sérias de alfabetização, especialmente por conta da pandemia. Junto à coordenação, criamos o projeto Tecendo Palavras, utilizando minhas horas-atividade e recursos pedagógicos acessíveis para atender esses estudantes de forma mais direcionada, focando em alfabetiza-los.</p><p>Dois meses depois, já vemos resultados: avanços claros em leitura, escrita, cópia e até socialização. É um trabalho que une estratégia, parceria e escuta.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-06-30 14:31:57 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Comemoração aniversariantes do semestre. </title>
         <author>valmatos12</author>
         <link>https://padlet.com/Ensina_Brasil/ConstruindoaCulturaqueQueremos/wish/3506201188</link>
         <description><![CDATA[<p>No penúltimo dia de aula, organizei com a turma em que sou madrinha uma confraternização em que os alunos trouxeram as comidas e bebidas que podiam e eu comprei um bolo de aniversário para cantarmos parabéns para os alunos que fizeram aniversário entre janeiro e junho de 2025. Deixei eles montarem uma playlist com músicas que eles gostam e posicionei as mesas e cadeiras em um formato parecido com o de um restaurante.</p><p>Os alunos ficaram muito felizes e se sentiram reconhecidos. Decidimos aplicar também para o próximo semestre.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-06-30 14:58:16 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Direitos Humanos e Comunicação </title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/Ensina_Brasil/ConstruindoaCulturaqueQueremos/wish/3506347568</link>
         <description><![CDATA[<p>Durante o primeiro semestre letivo, construí com os alunos um podcast chamado Direitos e Comunicação. A ideia da eletiva é estimular os alunos a argumentarem e expor as suas opiniões com embasamento teórico. Os alunos foram convidados a olhar o ambiente escolar e identificar as dificuldades de integração e sociabilização que acontecem na escola. A turma foi dividida em equipes para que todos pudessem trabalhar nas áreas que mais demonstram interesse, as equipes eram: Comunicação, Edição, Conteúdo, Produção e Gravação. Dessa maneira, cada aluno pode se especializar em uma área específica. Ao longo dos meses fomos nos aprofundando nos conceitos de direitos humanos e cidadania, os alunos viram palestras no TEDx, se aprofundaram em pesquisas de temas específicos, como bullying, racismo e violência policial. E assim, começaram a construir o podcast, soltar a voz e falar com propriedade sobre as questões que estavam sendo levantadas ao longo das aulas. Os alunos criaram um Instagram e um TikTok para poder expor os seus trabalhos e eles ficaram bastante motivados conforme iam fazendo as entrevistas com os professores e com os outros alunos da escola. O resultado foram os alunos confiantes e orgulhosos com os produtos que criaram na eletiva.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-06-30 19:56:18 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>O Brasil é Indígena: Cultura, Saberes e Coexistência</title>
         <author>judyamorim11</author>
         <link>https://padlet.com/Ensina_Brasil/ConstruindoaCulturaqueQueremos/wish/3506396384</link>
         <description><![CDATA[<p>O projeto teve como objetivo valorizar a cultura e a resistência dos povos indígenas, promovendo a reflexão sobre sua importância histórica no Brasil atual. Desenvolvido com os 7º anos, contou com a participação de professores de diferentes áreas. As professoras de História abordaram a chegada dos portugueses e os impactos gerados nos cotidianos dos povos originários. Geografia aprofundou temas como resistência, PECs e demarcação de terras. Artes, em parceria com Geografia, trabalhou a produção e a instrumentalização de cabaças com os alunos, resgatando seus significados culturais.</p><p>Na minha atuação, fiz uma sequência didática. Inicialmente, utilizei o documentário <em>Guerras do Brasil</em>, com a fala de Ailton Krenak, e o livro <em>O tupi que você fala</em>, para discutir em uma roda de conversa, as heranças indígenas em nosso cotidiano. Em seguida, após as reflexões, os alunos fizeram desenhos em cartolina representando seus aprendizados. E por último, o projeto foi finalizado com uma exposição dos trabalhos e um concurso das cabaças, com participação ativa da comunidade escolar na escolha da cabaça mais expressiva.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-06-30 22:35:59 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Pertencer é Transformar!</title>
         <author>judyamorim11</author>
         <link>https://padlet.com/Ensina_Brasil/ConstruindoaCulturaqueQueremos/wish/3506398899</link>
         <description><![CDATA[<p>No primeiro semestre, fui alocada para a eletiva de Empreendedorismo com os alunos dos 7º anos, e, optei por seguir uma abordagem voltada para o empreendedorismo social. A ideia surgiu ao perceber que os alunos não se sentem pertencentes a Águas Lindas de Goiás, por falta de espaços de lazer e convivência. Propus, então, a criação de um projeto de área de lazer. Estudamos o papel da Secretaria da Cultura, do prefeito, do vereador, de empresas de infraestrutura e de licitação. Dividi a turma em três grupos: o primeiro representava os órgãos públicos e criou leis e critérios para realizar o projeto; o segundo simulou a empresa de licitação, mediando decisões e gastos; o terceiro grupo atuou como empresa de infraestrutura, desenhando a proposta da praça. Em seguida, discutimos os conceitos de pertencimento e identidade social em uma roda de conversa. A turma então construiu uma maquete de praça, destacando acessibilidade, segurança e iluminação, pontos levantados pelos próprios alunos. Finalizamos com uma culminância onde apresentaram o processo completo e refletiram sobre como pequenas ações podem transformar o lugar onde vivem.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-06-30 22:43:54 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Fotocomposição: imagens que contam histórias.</title>
         <author>tuliolribeiro</author>
         <link>https://padlet.com/Ensina_Brasil/ConstruindoaCulturaqueQueremos/wish/3506429686</link>
         <description><![CDATA[<p>Esta boa prática, cresceu juntamente com o projeto  desenvolvido ao longo de um semestre dentro de uma disciplina eletiva, com o objetivo de estimular nos alunos a valorização das próprias vivências e memórias, percebendo que muitos não reconheciam a importância de sua história pessoal e tinham dificuldade em refletir sobre o presente e o passado. Além disso, surgiram relatos de situações delicadas na vida de alguns estudantes, evidenciando a necessidade de criar um espaço acolhedor para escuta e diálogo (em algumas aulas).</p><p><br></p><p>Durante a apresentação do cronograma, foi votado em sala e, consequentemente, os alunos participantes ficaram cientes de que iriam três fotografias com grande significado em suas vidas, que pudessem representar lembranças especiais — momentos em família, viagens, conquistas, amizades ou eventos marcantes. Durante as aulas, os alunos aproveitavam para desabafar, tirar dúvidas e perguntar se a foto escolhida estava de acordo com a temática, possibilitando momentos de conversa, troca e reflexão coletiva. O professor acompanhou de perto esses relatos, acolhendo falas mais sensíveis e mediando situações que surgiram de forma particular. Como culminância, organizou-se uma exposição fotográfica aberta à comunidade escolar, na qual cada aluno apresentou suas três imagens ( e explicações quando questionados).</p><p><br></p><p>A prática fortaleceu o sentimento de pertencimento e de valorização da própria história, além de estimular o respeito, a empatia e o interesse dos alunos pelos relatos uns dos outros. Era uma turma separada, sem união, sendo assim, observou-se um maior envolvimento entre colegas em classe, entre os estudantes e seus familiares, além de resultar numa melhor relação com a escola. Os alunos passaram a refletir mais sobre a importância de viver plenamente cada momento. </p>]]></description>
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         <pubDate>2025-06-30 23:45:39 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/Ensina_Brasil/ConstruindoaCulturaqueQueremos/wish/3506429686</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Do Silêncio ao Grito de Gol: João Vitor e a sala de aula que se transformou em um Maracanã de fanáticos pela educação</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/Ensina_Brasil/ConstruindoaCulturaqueQueremos/wish/3507469895</link>
         <description><![CDATA[<p>Ao longo do primeiro semestre, atuei com todas as turmas práticas de Leitura e Interpretação de Texto. Mais do que desenvolver habilidades acadêmicas, foi necessário cultivar, dia após dia, o respeito mútuo, a colaboração e a valorização entre os próprios estudantes. Em salas antes marcadas por piadas com conotações racistas, capacitistas e situações de bullying, hoje vemos novos combinados, gestos de gentileza e um ambiente onde é possível confiar, apoiar e comemorar o aprendizado do outro.</p><p>Nesse cenário, semanalmente trabalhamos com textos que dialogam com realidades sociais próximas dos estudantes, tornando cada leitura um momento significativo. O resultado é uma sala com nova atmosfera: os alunos se ajudam, se aplaudem e torcem, genuinamente, pelo sucesso dos colegas — reconhecendo verbal e publicamente os avanços individuais.</p><p>É justamente nesse contexto que o João Vitor Dantas se destaca. Estudante autista não verbal e apaixonado por leitura, João Vitor foi convidado a participar das práticas de leitura em voz alta. E não apenas aceitou o convite, como tem protagonizado momentos únicos. Ao ler com desenvoltura, transforma a sala em um verdadeiro Maracanã de fanáticos pela educação: todos vibram, torcem e comemoram cada palavra que ele pronuncia. Sua participação tem sido um símbolo do que significa, na prática, uma educação inclusiva e colaborativa.</p><p>A turma de João Vitor, a 2ª série B do Ensino Médio — da qual sou conselheira — foi, inclusive, reconhecida em conselho de classe pela evolução comportamental e pelo apoio ativo aos colegas incluídos. O que vemos hoje é uma comunidade escolar que aprende, ensina e celebra junta.</p><p><br/></p>]]></description>
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         <pubDate>2025-07-01 15:58:26 UTC</pubDate>
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         <title>Realidades em cena: educação, direitos humanos e juventude em foco</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/Ensina_Brasil/ConstruindoaCulturaqueQueremos/wish/3507488415</link>
         <description><![CDATA[<p><strong>Contexto:</strong> Sou professora de história no polo de Luziânia/GO, para o público de ensino médio, e junto a essa disciplina ministro uma eletiva de direitos humanos na qual são abordadas temáticas que normalmente são invisibilizadas no meio social, como a pauta LGBTQIAPN+, racismo, intolerância religiosa, desigualdade de gênero, entre outros.</p><p><br><strong>Problema identificado:</strong> Tendo em vista que as temáticas abordadas, embora importantes, não são tão chamativas à alguns jovens, sempre tentei abordar os assuntos com rodas de conversas, jogos de perguntas e respostas, premiações e mais ludicidade. Em um dos momentos de conversas percebi que haviam temas que eles queriam que fossem abordados, como a utilização do POD, que são inaladores muito comuns entre eles. Aproveitando-se dessa urgência, e percebendo também em alguns diálogos que muitos alunos possuíam familiares dependentes químicos ou que se autonomeavam enquanto dependentes, considerei pertinente retratar sobre isso.&nbsp;</p><p><br><strong>Como funcionou:</strong> Aproximando-se da linguagem dos meus estudantes, e sabendo que a maioria escuta músicas de RAP, resolvi trabalhar a temática da dependência química utilizando de uma música chamada Recaída de Carlos Eduardo Taddeo (ex-integrante do grupo de rap Facção Central) que aborda temáticas profundas e sociais, como é característico do artista. A letra fala sobre os desafios enfrentados por pessoas que tentam se libertar do crime, das drogas e da marginalidade.</p><p><br>No primeiro momento ouvimos a música em conjunto, e em seguida a letra foi distribuída para que em duplas e trios fosse feita a análise sobre os trechos. Após a análise fizemos o compartilhamento em sala, e com isso, espontaneamente surgiu uma roda de conversa, onde foram compartilhadas experiências pessoais, conhecimentos sobre o papel do Estado e da população, os perigos e consequências da dependência, e outros aspectos. Como produto final, os grupos desenvolveram vídeos educativos sobre a dependência química, reforçando ainda mais a importância de falar sobre isso, sobretudo na juventude.</p><p><br><strong>Resultados obtidos:</strong> O resultado disso foi muito positivo, uma vez que muitos relataram que não é comum que professores e escolas falem abertamente sobre pautas como essas, e o quão importante é para eles ter esse conhecimento pautado não apenas no “achismo”, mas embasando-se em leis, conceitos, relatos reais e possíveis soluções. Foi muito importante e gratificante para mim ouvir que eles se sentiram acolhidos e confortavéis naquele ambiente de sala de aula, embora com um tema não tão confortável, e perceber o quanto aprenderam, com suas falas e construções nos vídeos. Por fim, algumas outras temáticas consecutivas e relevantes também foram sugeridas em conjunto por eles, e devido a maior flexibilidade da disciplina, foi possível abordá-las, incluindo cada vez mais a participação deles, pois valorizar o protagonismo dos jovens e escutá-los sem julgamento é o ponto de partida para o aprendizado.</p><p><br></p>]]></description>
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         <pubDate>2025-07-01 16:31:35 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Na trilha da pesquisa: escrita e autonomia no ensino médio
</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/Ensina_Brasil/ConstruindoaCulturaqueQueremos/wish/3507534361</link>
         <description><![CDATA[<p><strong>Contexto: </strong>Na escola na qual atuo em Luziânia/GO, todo ano acontece uma feira de ciências em que os alunos precisam construir projetos científicos nos formatos escrito e em banner. Os próprios estudantes escolhem os professores orientadores de acordo com as áreas desejadas para desenvolvimento da pesquisa e em conjunto optam pelo tema desejado para construção, no dia da apresentação avaliadores externos são convidados para analisar as construções e pontuar.</p><p><br/></p><p><strong>Problema identificado: </strong>Os alunos não conheciam tanto sobre as regras da ABNT que precisavam ser utilizadas, e estavam recorrendo a fontes não confiáveis da internet para as devidas construções. Porém, compreendi também que era uma dificuldade comum para um público que se encontra no ensino médio e que não possui uma disciplina específica de iniciação científica. Com isso, pensei em métodos mais didáticos de ensiná-los sobre as regras que precisavam utilizar em seus projetos.</p><p><br/></p><p><strong>Como funcionou:</strong> Orientei três grupos formados por alunos do terceiro ano com temáticas diferentes dentro da área das ciências humanas, e para iniciar as orientações montei questionários iniciais para levá-los a refletir sobre qual temática desejariam abordar, os objetivos e justificativas para isso. Após a escolha do tema ensinei como identificar fontes de pesquisa confiáveis e separei um documento informativo e simples para ajudá-los com as regras ABNT, por exemplo, como utilizar citações diretas e indiretas, espaçamentos de texto, formatações e outros. À cada semana eu estabelecia uma parte do trabalho que precisava ser entregue para que fosse feito gradativamente e em tempo hábil, e nas últimas semanas montamos o banner e simulados algumas apresentações para que se sentissem mais confiantes.</p><p><br/></p><p>As temáticas escolhidas foram:&nbsp;</p><p>1 - apagamento e existência: trajetórias de grupos marginalizados na construção da história cultural de goiás<br>2 - a ordem mundial pós-1945: os impactos ocasionados pela segunda guerra mundial<br>3 - cuidado em saúde mental no brasil: avanços e resistências entre a lógica manicomial e a reforma psiquiátrica<strong><br><br>Resultados obtidos: </strong>Os trabalhos desenvolvidos ganharam muito destaque, e um dos três grupos foi convidado a se apresentar em uma universidade, ganhando certificações e muita visibilidade. Foi notório o quanto os alunos puderam se desenvolver na escrita e oralidade, e foi gratificante os momentos em que me agradeceram e falaram que iriam levar esse aprendizado para o futuro acadêmico deles. Acredito que projetos como esses são imprescindíveis, sobretudo para eles que estão prestes a ingressar em universidades, uma vez que os prepara melhor para o mundo acadêmico, fazendo com que notem seus potenciais e se sintam mais confiantes para essa trajetória.&nbsp;</p><p><br></p>]]></description>
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         <pubDate>2025-07-01 18:10:48 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Rotação por Estação - Recuperação de habilidades/conhecimentos</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/Ensina_Brasil/ConstruindoaCulturaqueQueremos/wish/3507583494</link>
         <description><![CDATA[<p><strong>1. Contexto e Personagens</strong></p><p>A prática foi realizada com a turma do <strong>9º ano A do Colégio Estadual Paulo Freire</strong>, durante a <strong>semana de recuperação</strong>, logo após as provas de bloco. Os envolvidos na ação foram o <strong>professor</strong> (autor da prática) e os <strong>alunos</strong> da turma.</p><p>O cenário era desafiador: havia apenas dois dias letivos disponíveis para realizar as atividades de recuperação. A diversidade de perfis e níveis de aprendizagem entre os alunos exigia uma abordagem que atendesse às diferentes necessidades de forma eficaz e dinâmica.</p><p><strong>2. Desafio</strong></p><p>O principal desafio foi <strong>garantir o direito dos alunos de recuperarem as habilidades trabalhadas ao longo do bimestre</strong>, mesmo com o tempo reduzido. Além disso, era necessário atender <strong>diferentes níveis de aprendizagem</strong> em uma única sala, respeitando o ritmo e as dificuldades individuais de cada estudante.</p><p>Esse desafio é relevante porque a <strong>recuperação de aprendizagem é um direito</strong> dos alunos e uma etapa fundamental para que possam avançar com segurança para os próximos conteúdos e etapas da escolarização.</p><p><strong>3. Solução</strong></p><p>Para enfrentar esse desafio, foi utilizada a <strong>metodologia de Rotação por Estação</strong>, de forma adaptada para o contexto de recuperação. Primeiramente, foi feita uma <strong>análise dos descritores deficitários</strong> de cada aluno. Em seguida, os estudantes foram organizados em <strong>grupos com dificuldades em comum</strong>.</p><p>Cada estação trabalhava questões relacionadas a um descritor específico, e os alunos eram responsáveis por resolver e compreender essas questões com base em materiais como o <strong>Revisa Goiás</strong> e suas anotações pessoais. Após dominarem o conteúdo, <strong>um ou dois alunos por estação assumiam o papel de expositores</strong>, enquanto os demais circulavam livremente entre as estações para aprender os conteúdos das demais.</p><p>O professor atuou como <strong>organizador e avaliador</strong>, verificando a qualidade das explicações e a compreensão dos colegas. O modelo favoreceu a <strong>autonomia, o protagonismo e o aprendizado colaborativo</strong>.</p><p><strong>4. Impacto</strong></p><p>A estratégia permitiu que a <strong>recuperação acontecesse de forma efetiva em apenas duas aulas de 50 minutos</strong>. Os alunos se mostraram engajados e participaram ativamente, demonstrando <strong>proficiência ao discutir e explicar as questões</strong>. Apesar de alguma resistência inicial por parte de poucos alunos, a maioria se sentiu motivada com o formato dinâmico da aula.</p><p>O resultado mais significativo foi a <strong>capacidade dos estudantes de compreender, questionar e ensinar os conteúdos</strong>, promovendo uma aprendizagem mais significativa.</p><p><strong>5. Futuro</strong></p><p>A prática será <strong>mantida e ampliada</strong>, inclusive como estratégia preventiva, com a chamada “pré-recuperação” ao longo do bimestre. Há grande potencial de <strong>replicação em outras turmas e escolas</strong>, especialmente com o apoio de ferramentas que auxiliem na <strong>análise e agrupamento dos descritores deficitários</strong>.</p><p>No futuro, pretende-se ampliar a proposta promovendo a <strong>interação entre alunos de diferentes turmas</strong> com dificuldades semelhantes, enriquecendo ainda mais o processo de recuperação e o protagonismo discente.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-07-01 20:23:57 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Física em Movimento: Leis de Newton na Prática</title>
         <author>camilabarroseng</author>
         <link>https://padlet.com/Ensina_Brasil/ConstruindoaCulturaqueQueremos/wish/3507584180</link>
         <description><![CDATA[<p>Se tem algo que escuto com frequência é: <em>"Professora, vamos pra quadra?"</em> E, desta vez, eu disse sim — mas com intenção. Em vez de apenas atender a um pedido recorrente, quis aproveitar esse desejo dos alunos para transformar a aula de Física em algo vivo, concreto e envolvente. Assim nasceu a ideia de uma aula prática sobre as Leis de Newton… na quadra.</p><p>A proposta era clara: usar o espaço amplo, cordas, bolas e muita curiosidade para explorar as três leis que fundamentam toda a mecânica clássica. Mas não fui sozinha: os alunos estavam em grupos, não só para otimizar os poucos recursos disponíveis, mas também para potencializar as trocas e reflexões entre eles.</p><p>Cada grupo recebeu um roteiro bem detalhado, com instruções claras dos experimentos e, ao mesmo tempo, com questões direcionadoras que retomavam a teoria e instigavam a análise crítica. A ideia era que a aula acontecesse com o mínimo de intervenção minha, colocando os alunos no centro do processo — lendo, executando, discutindo e registrando.</p><p>E o resultado foi melhor do que eu imaginava.</p><p>Vi alunos que raramente se envolvem mergulhados na proposta — correndo, puxando cordas, cronometrando quedas, anotando dados. Mais do que isso: vi discussões acaloradas sobre forças, inércia, ação e reação. Um deles chegou a dizer, animado: <em>"Nunca pensei tanto numa aula!"</em> E era verdade — os corpos estavam em movimento, mas as mentes também.</p><p>Ao final, pedi um feedback no próprio roteiro. E as respostas reforçaram o valor dessa escolha: <em>“Foi mais fácil aprender.”</em> <em>“Foi divertido.”</em> <em>“Ajudou a entender melhor.”</em> <em>“Vai ser mais fácil lembrar na hora da prova.”</em> <em>“As leis estão no nosso dia a dia.”</em></p><p>Foi um lembrete poderoso do quanto aulas práticas são mais do que um “alívio” na rotina teórica — elas têm o potencial de conectar a ciência ao cotidiano dos alunos e, com isso, tornar o aprendizado mais significativo e duradouro.</p><p>Quem ensina, aprende. E, nesse dia, aprendemos todos.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-07-01 20:25:48 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Geometria na Prática</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/Ensina_Brasil/ConstruindoaCulturaqueQueremos/wish/3507642193</link>
         <description><![CDATA[<p>🧩 <strong>Projeto “Geometria na Prática”</strong><br>Escola: Maria do Carmo Lima<br>Professor: Thomas Alves<br>Turma: 2º ano do Ensino Médio (vespertino)<br><strong>Alunos do 2º Ano da Escola Maria do Carmo Lima Superam Dificuldades em Geometria com Aulas Práticas</strong></p><p>Na Escola Estadual Maria do Carmo Lima, os alunos do 2º ano do Ensino Médio – período vespertino – enfrentavam dificuldades para assimilar, de forma abstrata, o Teorema de Pitágoras e as razões trigonométricas. Para solucionar essa lacuna, propus uma abordagem prática e inovadora, tornando as aulas mais dinâmicas, motivadoras e contextualizadas.</p><p>O objetivo principal foi facilitar a compreensão teórica por meio da experimentação prática, além de estimular o raciocínio lógico, o trabalho em equipe e o uso de instrumentos de medição.</p><p><strong>Atividades realizadas:</strong></p><ul><li><p><strong>Medindo a quadra (Pitágoras):</strong> os alunos, organizados em grupos de 4 a 5, marcaram um triângulo retângulo no piso da quadra, usando barbante e fita métrica. Mediram os catetos, calcularam a hipotenusa via Teorema de Pitágoras e compararam os resultados obtidos.</p></li><li><p><strong>Determinando a altura da cobertura (Trigonometria):</strong> com tripé e transferidor, mediram o ângulo até o topo da cobertura da quadra, registraram a distância horizontal e aplicaram seno ou cosseno para estimar a altura. Repetiram a medição em diferentes pontos para aprimorar a precisão.</p></li></ul><p><strong>Registro e evidências:</strong></p><ul><li><p>Anotações em pranchetas com medições, ângulos e cálculos;</p></li><li><p>Fotos dos alunos em ação (fita métrica, barbante, transferidor);</p></li><li><p>Relatórios em grupo detalhando cálculos, análise de variações e autoavaliação.</p></li></ul><p>Os resultados foram expressivos: houve aumento significativo nas notas de geometria após as atividades, evidenciando a eficácia do método. O engajamento da turma cresceu, com maior participação, motivação e colaboração. Também se observou um aprimoramento no domínio de instrumentos, precisão das medições e senso crítico.</p><p>A avaliação da iniciativa foi feita comparando o desempenho antes e depois das atividades, analisando os relatórios e observando diretamente a participação dos alunos, que demonstraram grande interesse.</p><p>Para o futuro, vamos <strong>produzir novas atividades envolvendo geometria</strong>, como fazer a planta baixa da escola, introduzir novos tipos de <strong>medições </strong>para diversificar a aplicação da trigonometria e <strong>utilizar ferramentas digitais</strong> (aplicativos de medição, câmeras e planilhas colaborativas) para complementar a prática e integrar a cultura digital ao ensino.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-07-01 23:00:54 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Inclusão Neurodiversa por Rotação Metodológica em Sprints</title>
         <author>luisdomingos98</author>
         <link>https://padlet.com/Ensina_Brasil/ConstruindoaCulturaqueQueremos/wish/3507654065</link>
         <description><![CDATA[<p>Durante a disciplina eletiva de Robótica, foram identificadas dificuldades significativas em manter o foco, a atenção e o aprendizado da turma, composta por alunos de todos os anos do ensino médio. Muitos estudantes chegavam a dormir ou se ausentar das aulas, especialmente por ocorrerem no oitavo e nono horários do dia. Essa dificuldade foi ainda mais acentuada entre os alunos da inclusão, como Lavínia (TDAH), Álvaro (autismo) e Marcelo (autismo), que apresentavam maior dificuldade em sustentar a atenção por longos períodos — desafio intensificado pelo formato semanal das aulas, com 100 minutos de duração e considerável carga teórica.</p><p><br></p><p>Para enfrentar essa situação, foi construído um vínculo de confiança com esses alunos, o que permitiu identificar um interesse em comum: atividades manuais com caráter artístico, como recorte, colagem e montagem. A partir disso, foi proposta uma alternância metodológica ao longo das aulas, intercalando momentos de abordagem convencional com atividades de PaperCraft. Essas dinâmicas foram organizadas em formato de sprints, nos quais os alunos tinham um tempo definido para se dedicar às atividades manuais, ainda que parcialmente, antes de retomar o conteúdo teórico. Essa alternância se repetia ao longo dos 100 minutos de aula.</p><p><br></p><p>O impacto dessa estratégia foi extremamente positivo. Observou-se uma maior adesão, melhora na atenção e uma dinâmica de descanso cognitivo, o que incentivou os alunos a participarem de forma ativa e engajada. Além disso, as produções artísticas foram utilizadas como produtos finais para a culminância das eletivas. Em especial, Marcelo apresentou um engajamento tão expressivo que decidiu assumir o protagonismo como integrante da equipe responsável por apresentar todo o conteúdo desenvolvido no dia da culminância, fortalecendo, assim, suas habilidades socioemocionais.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-07-01 23:24:53 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Evento sobre dia do meio ambiente </title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/Ensina_Brasil/ConstruindoaCulturaqueQueremos/wish/3507680838</link>
         <description><![CDATA[<p>Nos dias 26 e 27 de junho, a EMEF Maria Stella de Novaes promoveu um evento especial em comemoração ao <strong>Dia Mundial do Meio Ambiente</strong> e ao <strong>Dia Mundial dos Oceanos</strong>. A iniciativa teve como foco sensibilizar a comunidade escolar sobre a importância de práticas sustentáveis e do cuidado com o planeta.</p><p>O primeiro dia foi marcado pelo <em>Dia Cultural</em>, que reuniu diversas apresentações realizadas pelos próprios alunos. O evento inciou com <strong>Slam Literário</strong>, com recitação de poesias faladas e a criação de um varal literário com textos autorais. Houve também a exibição de uma <strong>animação produzida no projeto Scratch</strong>, abordando o tema do tráfico de animais, e a apresentação da peça teatral <strong>“A Revolução da Dona Neusa”</strong>, que convidou o público a refletir sobre hábitos e atitudes sustentáveis no cotidiano.</p><p>No segundo dia, as atividades incluíram <strong>oficinas de pintura</strong> e de <strong>criação de brinquedos com garrafas PET</strong>, além de um momento em que os estudantes puderam interagir com brinquedos confeccionados com materiais recicláveis. Os brinquedos foram produzidos pelos alunos do projeto <strong>Empreendedorismo Sustentável</strong>, que intitularam a iniciativa de "Recriar", e do <strong>Clube de Ciências</strong>, que aplicaram os conhecimentos adquiridos sobre tipos de resíduos e reutilização de materiais para separação de materiais para criação dos brinquedos.</p><p>O encerramento contou com a presença de <strong>Luana Portella</strong>, Alumini e embaixadora do coletivo <strong>Lixo Zero</strong>, que apresentou a proposta <strong>Escola Lixo Zero</strong> e conduziu uma dinâmica com os alunos para estimular ideias de como aplicar o conceito no ambiente escolar.</p><p>A ação foi organizada pelas professoras <strong>Stéfany Almeida</strong>, <strong>Marieli Barbosa</strong> e <strong>Estephâne Pires</strong>, com o apoio dos professores <strong>Jordan</strong> e <strong>Natália</strong> nas apresentações. </p><p>A programação teve papel fundamental na conscientização e educação ambiental dos alunos, incentivando atitudes responsáveis e o compromisso com a preservação do meio ambiente.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-07-02 00:02:23 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Teoria e prática: produção de tabletes da escrita cuneiforme</title>
         <author>thayanegabriele</author>
         <link>https://padlet.com/Ensina_Brasil/ConstruindoaCulturaqueQueremos/wish/3507693041</link>
         <description><![CDATA[<p>Durante as aulas ministradas para o 6° Ano, sempre pensei em formas de tornar a aula um espaço de movimento contínuo, não só de teorias, mas também de prática.&nbsp;</p><p>Dessa forma foi montada uma sequência didática para o segundo bimestre, na intenção de estudar os diversos tipos de registros. Começamos trabalhando a cultura oral, sua importância, passamos pelos artefatos arqueológicos, hieróglifos e por fim a escrita cuneiforme.</p><p>Após a aula teorica e explicação sobre a escrita cuneiforme, os alunos foram convidados a produzirem seu próprio tablete de argila de escrita cuneiforme. Eles deveriam escolher um número favorito e o escrever. Os números foram disponibilizados para eles na aula anterior.</p><p>A aula foi dinâmica, movimentada e com muita interação. Os alunos trouxeram feedbacks diretos de como foi legal experienciar como os povos sumérios da mesopotâmia vivenciavam a escrita cuneiforme.&nbsp;</p><p>Esse tipo de atividade proporciona a inclusão dos alunos, ligação com o tema e pertencimento, tanto do espaço quanto da aula.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-07-02 00:13:46 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Misturas e Separações: Soluções para um Mundo Sustentável (Feira de Ciências)</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/Ensina_Brasil/ConstruindoaCulturaqueQueremos/wish/3507776999</link>
         <description><![CDATA[<p><br/></p><p>Oi pessoal, fico feliz em compartilhar sobre essa experiência envolvente e dinâmica que foi fazer a feira de ciências com o 6º ano E, uma turminha conhecida por sua agitação e pouca disciplina. E Esse foi, sem dúvida, o maior desafio para mim: organizar um grupo de crianças entre 11 e 12 anos que adoram fazer bagunça, mas que têm muito potencial.</p><p><br/></p><p>Devo dizer que no começo não foi nada fácil. A feira acontece no segundo bimestre do ano, então precisei conciliar as aulas do currículo com o conteúdo da feira. A saída foi escolher um tema que conversasse com a habilidade que já estávamos estudando (EF06CI03-B/C). Foi aí que surgiu “Misturas e separações: soluções para um mundo sustentável”.</p><p><br/></p><p>Com esse tema, começamos a trabalhar. Ainda parecia tudo meio abstrato, mas com a ajuda da prof. Francisca, que nos deu uma ótima base para montar uma das maquetes, conseguimos avançar. Mesmo assim, nos últimos três dias antes da feira, acabei ficando doente e precisei me afastar. Minha solução foi preparar um roteiro bem detalhado e deixar os alunos afiados com suas falas e tarefas.</p><p><br/></p><p>A trilha da feira foi dividida estações:</p><ul><li><p><strong>Início da trilha</strong> – Apresentação do tema com a pergunta “Você sabe a importância da separação de misturas?”</p></li><li><p><strong>Captação da água</strong> – Maquete de uma barragem.</p></li><li><p><strong>Estação de tratamento de água</strong> – Maquete feita com garrafas PET, com explicações sobre floculação, decantação, filtração e desinfecção.</p></li><li><p><strong>Distribuição da água na cidade</strong> – Representação do trajeto até casas e prédios.</p></li><li><p><strong>Coleta e triagem do lixo</strong> – Explicação sobre o papel dos catadores e a importância da separação.</p></li><li><p><strong>Estação interativa: separação de lixo</strong> – Atividade prática com caixas coloridos e brindes.</p></li><li><p><strong>Mural interativo</strong> – Os visitantes escreveram em post-its o que aprenderam.</p></li><li><p><strong>Estação: O que tem nessa água?</strong> – Observação e discussão sobre a composição da água potável.</p></li><li><p><strong>Encerramento</strong> – Agradecimento com a frase “Separar é transformar”.</p><p><br/></p></li></ul><p>No fim foi um sucesso! A parte que mais chamou atenção foi justamente o centro de tratamento de água feito com garrafas PET que montei com os alunos. Ficamos em 3º lugar entre todas as turmas da escola e isso já é uma grande vitória, ainda mais se pensarmos que se trata do 6º ano.</p><p><br/></p><p>Essa conquista fez muito bem para a autoestima da turma. Vários dos meus alunos que não se achavam capazes deram um show! Descobri talentos escondidos, alunos que se destacaram na fala, na organização, na criatividade... A apresentação deles foi realmente admirável. Já estamos planejando a próxima e, com certeza, vamos estar mais organizados, preparados e confiantes para fazer ainda melhor!</p><p><br></p>]]></description>
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         <pubDate>2025-07-02 01:13:19 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Atividade Exploratória na PUC de Brasília - Roteiro de Geografia
</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/Ensina_Brasil/ConstruindoaCulturaqueQueremos/wish/3507777623</link>
         <description><![CDATA[<p>Os alunos do 2º ano do Ensino realizaram uma visita à Universidade PUC de Brasília, com foco na exploração do campus e aprendizado prático relacionado à matéria de Geografia. Durante o roteiro, os estudantes tiveram a oportunidade de conhecer um modelo de “GPS” antigo (artefato utilizado para localização), discutir a evolução das tecnologias de localização e explorar diferentes áreas acadêmicas, como a Faculdade de Biologia, a Faculdade de Odontologia, entre outros campos. A atividade proporcionou uma imersão nas extensões e possibilidades do campus, além de ampliar o conhecimento geográfico dos alunos, conectando teoria e prática.</p>]]></description>
         <enclosure url="https://padlet-uploads-usc1.storage.googleapis.com/4071946397/6b2189baede790cc694c3850b1163c7f/WhatsApp_Image_2025_07_01_at_21_09_56.jpeg" />
         <pubDate>2025-07-02 01:13:42 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Metodologia por Rotação a partir das Crônica &#39;A Foto&#39; Fernando Veríssimo </title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/Ensina_Brasil/ConstruindoaCulturaqueQueremos/wish/3507777727</link>
         <description><![CDATA[<p>Os(as) alunos(as) do 9º Ano A, sob orientação do professor Ermeson Nathan, participaram ativamente da metodologia Rotação por Estação, por meio da crônica "A Foto", de Luis Fernando Veríssimo. Em um primeiro momento, o professor ministrou uma aula explicando o que é a metodologia, detalhando o funcionamento, o tempo destinado a cada grupo e o momento de troca entre as estações. Na aula seguinte, a atividade foi aplicada com a turma, permitindo uma vivência prática do método.</p><p><br/></p><p>A Rotação por Estação tem como objetivo propor um conjunto pedagógico dinâmico, voltado à análise da multimodalidade — tanto do discurso escrito quanto do oral —, além de fomentar diferentes formas de representação do conhecimento. Trata-se de uma metodologia inovadora, que enriquece a aprendizagem por meio da prática, estimulando a colaboração, a autonomia e a reflexão crítica dos(as) estudantes.</p><p><br/></p><p>O vídeo produzido é de autoria dos(as) estudantes do 9º A: Ana Clara, Emily, Daniele, Maria Eduarda, Isabella e Matheus Gomes, com funções divididas entre filmagem, edição, corte, escrita, apresentação e entrevistas. A reportagem inclui entrevistas com o professor aplicador da metodologia, Ermeson Nathan, e com as alunas Anna Júlia e Isabella Camargo. </p>]]></description>
         <enclosure url="https://youtu.be/abhCwEyDe_8?si=DHkjq1a-Gt9gxGHj" />
         <pubDate>2025-07-02 01:13:47 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Campanha : Consumo Consciente e Seus Impactos
</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/Ensina_Brasil/ConstruindoaCulturaqueQueremos/wish/3507781877</link>
         <description><![CDATA[<p>Como atividade da&nbsp; matéria de Geografia, alunos dos primeiros e segundos anos do Ensino Médio criaram uma campanha de conscientização sobre o impacto do consumo e consumismo na sociedade, no meio ambiente e na saúde mental. A atividade explorou como as escolhas individuais afetam o mundo ao nosso redor.</p><p>Os estudantes, em grupos, desenvolveram ações para promover o descarte correto de lixo e recicláveis, uma alimentação saudável, e o reaproveitamento de restos de comida orgânica para adubo na horta escolar, além de incentivar a economia circular. Além disso, ressaltaram a importância do consumo consciente, evitando o consumismo excessivo e seus efeitos na saúde <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="http://mental.cA">mental. A</a> atividade incentivou uma reflexão sobre como práticas responsáveis podem melhorar a qualidade de vida e contribuir para um futuro mais sustentável.</p><p><br></p>]]></description>
         <enclosure url="https://padlet-uploads-usc1.storage.googleapis.com/4071946397/5297adbbd8abe4d8c560b5b9407711ee/WhatsApp_Image_2025_07_01_at_21_09_42.jpeg" />
         <pubDate>2025-07-02 01:16:12 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Site Escrita de Bolso (Crônicas) </title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/Ensina_Brasil/ConstruindoaCulturaqueQueremos/wish/3507785617</link>
         <description><![CDATA[<p>Bem-vindos/as ao "Escrita de Bolso",</p><p>um projeto de Produção Textual desenvolvido pelos alunos do 8º e 9º ano do Colégio Estadual Alceu de Araújo Roriz, em Luziânia – GO, com a orientação e coordenação do professor Ermeson Nathan. </p><p><br/></p><p>Aqui (no site), a escrita é liberdade, é experimentação e também sensibilidade.</p><p><br/></p><p>A cada mês, os estudantes exploram temas cotidianos e culturais para criar crônicas que expressam sua visão de mundo — sempre com imaginação, crítica e poesia. </p><p><br/></p><p>***Caso possam/queiram, quem puder só deixa o comentário no site lá ao final, já incentiva demais os alunos. :) :) :) </p>]]></description>
         <enclosure url="https://www.escritadebolso.com.br" />
         <pubDate>2025-07-02 01:18:40 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/Ensina_Brasil/ConstruindoaCulturaqueQueremos/wish/3507785617</guid>
      </item>
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         <title>Júri Simulado sobre Conferências Ambientais
</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/Ensina_Brasil/ConstruindoaCulturaqueQueremos/wish/3507786092</link>
         <description><![CDATA[<p><strong><br></strong>Como parte da avaliação da matéria de Geografia, os alunos do terceiro ano do Ensino Médio participaram de um júri simulado com o tema "Conferências Ambientais". Cada grupo ficou responsável por apresentar uma conferência ambiental, destacando seu marco histórico, importância, objetivos e impactos nas mudanças climáticas e no meio ambiente.</p><p>Durante a atividade, os estudantes discutiram as principais conferências, como a Rio-92 e a COP21, enfatizando como essas reuniões internacionais influenciam políticas globais e ações de preservação ambiental. A participação do coordenador da área foi essencial, acompanhando as apresentações e promovendo uma reflexão mais aprofundada sobre a importância dessas conferências para o futuro do planeta. A atividade estimulou o pensamento crítico e o engajamento dos alunos com temas globais urgentes.<br></p>]]></description>
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         <pubDate>2025-07-02 01:18:59 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Atividade de Geografia: II Semana Acadêmico-Científica da UEG
</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/Ensina_Brasil/ConstruindoaCulturaqueQueremos/wish/3507791962</link>
         <description><![CDATA[<p>Os alunos da Escola CEPI participaram da II Semana Acadêmico-Científica da Universidade Estadual de Goiás (UEG) em Luziânia, onde tiveram a oportunidade de apresentar seus trabalhos de iniciação científica na universidade. A atividade teve como foco estimular o interesse e a curiosidade dos estudantes pela pesquisa científica, além de prepará-los para futuras apresentações acadêmicas.</p><p>Orientados e incentivados a desenvolver seus projetos, os alunos puderam compartilhar suas descobertas e aprender sobre a importância da pesquisa para o avanço do conhecimento. A participação na apresentação com trocas de alunos do sétimo semestre da universidade foi uma experiência valiosa para os estudantes, que se aproximaram do universo acadêmico e puderam vivenciar o processo de exposição e defesa de suas pesquisas em um ambiente universitário.</p><p><br></p>]]></description>
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         <pubDate>2025-07-02 01:22:27 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>FEICITEC Feira -pesquisa e trabalho científico </title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/Ensina_Brasil/ConstruindoaCulturaqueQueremos/wish/3507804833</link>
         <description><![CDATA[<p>Com objetivo de estimular o protagonismo estudantil, a pesquisa e o desenvolvimento de projetos voltados para soluções inovadoras e sustentáveis. Teve apresentações de projetos interdisciplinares, experimentos científicos, mostras de tecnologia, além de atividades lúdicas e interativas,&nbsp; trabalhos que envolvem conceitos matemáticos, físicos, ambientais e tecnológicos, reforçando o compromisso da escola com a formação integral dos estudantes.</p><p>Os estudantes participaram da feira com muito entusiasmo e grandes expectativas em relação à oportunidade de construir e apresentar seus próprios projetos científicos. O grupo do 1º ano, que conquistou o segundo lugar, ficou surpreso com o resultado. Eles demonstraram grande dedicação na elaboração do texto e realizaram com sucesso um experimento prático na escola para simular o efeito estufa.</p><p>Já os alunos do 3º ano desenvolveram um aplicativo de gestão voltado para a captação de empresas e cooperativas de reciclagem e sustentabilidade. O projeto tem como objetivo conectar pessoas, empresas e órgãos públicos, promovendo programas de educação ambiental e incentivo à reciclagem.<br>A&nbsp; 2ª Feira de Ciências e Tecnologia (FEICITEC), evento que trouxe como tema central “Inovação, Tecnologia e Sustentabilidade em Foco”,&nbsp; movimentou a comunidade escolar e focou em despertar o interesse de alunos, professores e visitantes pelas áreas científicas.</p><p>Trabalharam a escrita científica, criaram banners acadêmicos e puderam explorar experimentos científicos de maneira estimulante. Os grupos venceram em 1º e 2º lugar respectivamente na categoria de Meio ambiente e sustentabilidade,</p><p><br><br><br></p><p><br></p>]]></description>
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         <pubDate>2025-07-02 01:29:04 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Metodologias Ativas e Aprendizado Protagonista</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/Ensina_Brasil/ConstruindoaCulturaqueQueremos/wish/3507812487</link>
         <description><![CDATA[<p>Na disciplina de Geografia, os alunos vivenciaram metodologias ativas, onde puderam ser protagonistas de seu próprio aprendizado. Um dos momentos foi a criação de um <strong>Kahoot</strong> sobre conhecimentos gerais da Geografia e Geopolítica, permitindo que os estudantes se envolvessem de forma lúdica e dinâmica na revisão do conteúdo.</p><p>Além disso, os alunos foram desafiados a criar <strong>mapas conceituais</strong> que sintetizassem os principais conceitos estudados no segundo semestre. A atividade teve como objetivo avaliar o entendimento dos alunos, estimulando a aprendizagem a partir dos erros, reflexões e trocas realizadas durante a construção dos mapas em sala. Essa abordagem promoveu um aprendizado mais autônomo e colaborativo, reforçando a importância da reflexão crítica no processo de ensino.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-07-02 01:32:45 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Modelo Reportagem </title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/Ensina_Brasil/ConstruindoaCulturaqueQueremos/wish/3507820556</link>
         <description><![CDATA[<p><strong>Contexto: </strong>aulas sobre reportagem para a prova de produção textual, alunos com certas dificuldade na estrutura desse tipo de gênero textual, então resolvi fazer um modelo de estrutura textual de Reportagem, tal qual fiz no bimestre passado para o gênero de Resenha. </p><p><br/></p><p><strong>Resultado: </strong>funcionou super bem, alunos com notas altas nesse bimestre, mais confiantes com o processo de escrita a partir de um modelo que os conduzem ao ato da escrita. </p><p><br/></p><p>Já é a segunda vez que crio um modelo de produção textual e, ao meu ver, além de eu ter gostado tanto de estruturar como dos alunos, tenho visto que tem gerado resultados muito ótimos. </p>]]></description>
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         <pubDate>2025-07-02 01:38:22 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Reportagem sobre Uso do Celular nas Escolas </title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/Ensina_Brasil/ConstruindoaCulturaqueQueremos/wish/3507821375</link>
         <description><![CDATA[<p>Neste 2º bimestre, trabalhei com os alunos o gênero textual reportagem. Após a finalização e entrega de um modelo de escrita, partimos para atividades mais práticas, com a proposta do "mão na massa" 📝💡.</p><p><br/></p><p>Como parte desse processo, os estudantes foram desafiados a produzir uma reportagem autoral. E o resultado foi incrível! 🤩</p><p><br/></p><p>A turma do 9ºA se destacou com uma reportagem maravilhosa sobre o uso do celular em sala de aula 📱📖, produzida sob minha orientação e acompanhamento.</p>]]></description>
         <enclosure url="https://youtu.be/UpwehV4aKyU?si=Zva03_3EOjUP_gaL" />
         <pubDate>2025-07-02 01:38:55 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Utilização do Khan Academy </title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/Ensina_Brasil/ConstruindoaCulturaqueQueremos/wish/3507843028</link>
         <description><![CDATA[<p>👨‍🏫 Professor: Ermeson Nathan</p><p>🗂️ Componente curricular: Língua Portuguesa</p><p>📝 Tema trabalhado: Gênero textual – Reportagem</p><p>💻 Ferramenta utilizada: Khan Academy</p><p><br/></p><p>🎯 Contexto e objetivo da prática:</p><p>Durante o 2º bimestre, percebi que os alunos estavam desmotivados com atividades repetitivas e pouco interativas. Para trabalhar o gênero textual reportagem de forma mais envolvente e significativa, propus uma abordagem diferenciada utilizando a plataforma Khan Academy.</p><p><br/></p><p>🔍 Como foi realizada a prática:</p><p>Inicialmente, apresentei o modelo de escrita e os elementos essenciais do gênero reportagem. Em seguida, utilizei a Khan Academy como ferramenta principal para reforçar o conteúdo e proporcionar uma experiência mais dinâmica e personalizada.</p><p><br/></p><p>A plataforma permitiu que eu selecionasse conteúdos específicos, direcionando o foco da aprendizagem de acordo com as necessidades da turma. </p><p><br/></p><p>🚀 Resultados observados:</p><p>A receptividade foi extremamente positiva: os alunos demonstraram mais interesse, participação e autonomia durante as atividades. O uso da tecnologia ajudou a romper com a rotina tradicional, estimulando a criatividade e o protagonismo dos estudantes na produção de suas reportagens.</p><p><br/></p><p>💡 Destaques da prática:</p><p><br/></p><p>Uso intencional de tecnologia educativa;</p><p><br/></p><p>Personalização do ensino com base nas necessidades da turma;</p><p><br/></p><p>Maior engajamento e envolvimento dos alunos;</p><p><br/></p><p>Desenvolvimento da escrita autoral em um gênero jornalístico relevante.</p>]]></description>
         <enclosure url="https://youtu.be/tMJMAP-3veE?si=NTol5a4TKXWcgDRF" />
         <pubDate>2025-07-02 01:54:43 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>SAEB 2025 – CEMO</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/Ensina_Brasil/ConstruindoaCulturaqueQueremos/wish/3508463749</link>
         <description><![CDATA[<p>O projeto SAEB 2025 - CEMO tem como foco estimular os alunos do 9º ano a se prepararem para uma das provas externas que realizarão neste ano por meio de uma gincana envolvente, que inclui a resolução de exercícios, problemas e muita prática. Para isso, conversei com alguns professores e conseguimos criar a união necessária para trabalhar a interdisciplinaridade entre Língua Portuguesa e Matemática, ligando esses conhecimentos a outras disciplinas, como Ciências, Geografia e Educação Física.</p><p>O resultado foi esplêndido, pois conseguimos alcançar o objetivo de engajar os alunos e incentivá-los a participar ativamente do processo de aprendizagem. Essa evolução já pôde ser observada na prova SAEGO do segundo bimestre, na qual a melhoria no desempenho em Matemática passou de aproximadamente 33% para cerca de 55%. Além disso, o projeto contou com premiações para a turma que ficou em primeiro lugar e para os líderes destaque, o que ajudou a motivar ainda mais os estudantes a se dedicarem às atividades e a participarem com entusiasmo.</p><p>Isso demonstra que, dentro da escola, a união e o trabalho colaborativo têm surtido efeito, contribuindo para que as metas e resultados sejam alcançados de forma mais efetiva.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-07-02 12:47:23 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Jogar para aprender: gamificando a matemática no 1º ano</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/Ensina_Brasil/ConstruindoaCulturaqueQueremos/wish/3508584613</link>
         <description><![CDATA[<p><strong>João Fonseca – Ensina 2024 – Águas Lindas/GO – Colégio Estadual Maria do Carmo Lima</strong></p><p>Com o desafio de tornar os conteúdos de monômios, polinômios e equações de 1º e 2º grau mais atrativos, decidi transformar a sala de aula em um verdadeiro tabuleiro de jogo. As turmas do 1º ano, geralmente passivas e desmotivadas, foram divididas em grupos e convidadas a jogar — literalmente.</p><p>No quadro, desenhei um tabuleiro. Cada grupo lançava os dados e avançava pelas casas, mas só se resolvesse corretamente o cálculo ou a pergunta proposta. A cada acerto, a disputa esquentava, e a participação aumentava. No final, o grupo vencedor ainda foi premiado com um pacote de chocolates — um detalhe simples, mas que gerou um nível de engajamento raramente visto nessas turmas.</p><p>Mais do que fixar conteúdos, a aula mostrou como o clima leve, competitivo e divertido pode ser um motor poderoso para a aprendizagem. A gamificação, mesmo com poucos recursos, provocou sorrisos, concentração e cooperação.</p><p>Como educador, saí da experiência convicto de que momentos lúdicos e de descompressão também ensinam — e muito. Pretendo repetir essa prática e adaptá-la para outros temas, porque aprender jogando pode, sim, ser coisa séria.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-07-02 15:26:03 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Corrigindo os erros mais comuns na escrita</title>
         <author>carolinarreiss</author>
         <link>https://padlet.com/Ensina_Brasil/ConstruindoaCulturaqueQueremos/wish/3508602158</link>
         <description><![CDATA[<p><br/></p><p><strong>Contexto </strong></p><p>Durante o semestre, percebi que os alunos dos 7º anos estavam cometendo muitos erros parecidos na produção de texto, principalmente na escrita das palavras e na concordância verbal. Pensando em ajudá-los a melhorar, organizei três atividades bem práticas.</p><p><br/></p><p><strong>Na primeira</strong>, analisei os textos que eles tinham escrito e fiz uma lista com as palavras que mais apareceram com erro. Com essa lista, fizemos um ditado em sala. Depois, corrigimos juntos, palavra por palavra. Cada aluno pôde ver onde errou e entender a forma certa de escrever.</p><p><br/></p><p><strong>Na segunda atividade</strong>, trabalhamos com frases que tinham erros de concordância verbal. Usei exemplos parecidos com os que eles costumam escrever. As turma participaram bastante e muitos perceberam que erravam nas mesmas coisas. Fizemos as correções juntos, explicando as regras de forma simples e com exemplos do dia a dia.</p><p><br/></p><p>Dando continuidade ao trabalho com a escrita, desenvolvemos a <strong>tereceira etapa. </strong>Depois de corrigirem os erros mais comuns e trabalharem a concordância verbal, senti a necessidade de reforçar conteúdos que ajudam na pronúncia, na leitura e na escrita correta das palavras: <em>separação silábica, encontros consonantais e dígrafos.</em></p><p><br/></p><p>Começamos com uma explicação simples sobre o que é cada um desses temas, com exemplos no quadro. Depois, fizemos atividades práticas com as mesmas palavras que os alunos erraram no ditado anterior. Assim, eles conseguiam visualizar melhor por que algumas palavras são mais difíceis e como podem ser divididas.</p><p><br/></p><p>Essas atividades ajudaram muito. Depois disso, os alunos começaram a prestar mais atenção na hora de escrever e revisar seus textos. Também passaram a se ajudar mais e a tirar dúvidas entre si. Foi uma prática simples, mas que trouxe bons resultados na escrita deles.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-07-02 15:54:32 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>EDUCAÇÃO HORIZONTAL</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/Ensina_Brasil/ConstruindoaCulturaqueQueremos/wish/3508648746</link>
         <description><![CDATA[<p>No Colégio Estadual Olavo Bilac foram desenvolvidas aulas sobre sustentabilidade para os estudantes de oitavos e nonos anos. Nessas aulas, procurei elencar as principais dúvidas dos discentes para desenvolver aulas onde eles pudessem trabalhar de maneira horizontal os conteúdos que tivessem mais dificuldades. Entre as matérias apontadas, matemática foi a campeã e por isso, desenvolvi aulas as quais os estudantes pudessem treinar os cálculos, aprender sobre sustentabilidade e obter um resultado final palpável, o resultado foi a criação de uma eletiva a qual ele puderam aprender a produzir cosméticos naturais, nessa eletiva eles puderam colocar em prática: operações matemáticas, proporção, unidades de medida e notação científica, alinhados aos conceitos que são baseados nos pilares do E.S.G.</p><p>Alinhados a isso, eles receberam aulas sobre as possibilidades de renda que a produção de produtos sustentáveis podem trazer. </p>]]></description>
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         <pubDate>2025-07-02 17:30:12 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Atividade de Recomposição de Aprendizagem – Classificação de Expressões Algébricas</title>
         <author>juniorscosta03</author>
         <link>https://padlet.com/Ensina_Brasil/ConstruindoaCulturaqueQueremos/wish/3508734301</link>
         <description><![CDATA[<p><strong>Atividade de Recomposição de Aprendizagem – Classificação de Expressões Algébricas</strong></p><p><strong>Contexto:</strong><br>A atividade foi realizada com uma turma do Ensino Fundamental II, no componente curricular de Matemática, com foco na recomposição de aprendizagens relativas ao conteúdo de <strong>Classificação de Expressões Algébricas</strong>. Este conteúdo havia sido previamente trabalhado em sala, mas após avaliação diagnóstica, foi identificado que parte dos alunos ainda apresentava dificuldades em distinguir monômios, binômios e trinômios, além de interpretar corretamente os termos de uma expressão.</p><p><strong>Desafios:</strong><br>Entre os principais desafios estavam a fixação dos conceitos e a aplicação prática da classificação algébrica. Muitos alunos conseguiam identificar os termos, mas apresentavam dúvidas quanto à quantidade de monômios e como nomear corretamente expressões mais extensas. Além disso, havia a necessidade de promover maior participação e engajamento dos estudantes, já que muitos demonstravam insegurança ao expor suas respostas oralmente.</p><p><strong>Solução (Estratégia Metodológica):</strong><br>Para tornar o conteúdo mais acessível e dinâmico, foi realizada uma atividade interativa de fixação. Cada aluno recebeu uma <strong>expressão algébrica individualizada</strong> escrita em papel. Ao serem chamados, deveriam se dirigir ao quadro e colar sua expressão na <strong>coluna correspondente</strong>: <em>monômios</em>, <em>binômios</em> ou <em>trinômios</em>. O quadro foi previamente dividido em três partes, permitindo a visualização coletiva e a comparação entre os tipos de expressões.</p><p>A proposta promoveu o movimento, o raciocínio individual e coletivo e a correção imediata, já que os colegas e o professor acompanhavam e validavam as classificações à medida que eram realizadas.</p><p><strong>Impacto:</strong><br>A atividade teve forte impacto no engajamento e na compreensão dos alunos. A dinâmica permitiu a participação ativa de todos, respeitando o tempo de aprendizagem individual. Os erros foram tratados como oportunidades de aprendizado, permitindo retomar conceitos em tempo real. Além disso, o ambiente se tornou mais colaborativo, favorecendo a troca de saberes e a construção coletiva do conhecimento.</p><p><strong>Futuro (Encaminhamentos):</strong></p><p><br>A partir do bom resultado da atividade, pretende-se incorporar mais estratégias lúdicas e interativas nas aulas de Matemática, especialmente durante o processo de recomposição de aprendizagem. Também será elaborada uma sondagem final sobre o tema para avaliar a consolidação do conteúdo e orientar possíveis retomadas. Como desdobramento, os alunos serão convidados a criar suas próprias expressões e propor classificações para os colegas, fortalecendo a autonomia e o protagonismo estudantil.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-07-02 21:27:33 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Do bairro à sala: a potência da saída de campo no Pedra 90 como experiência viva de geologia.</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/Ensina_Brasil/ConstruindoaCulturaqueQueremos/wish/3509863175</link>
         <description><![CDATA[<p>A turma do 1º ano do Ensino Médio da ETI Prof. Rafael Rueda, localizada no bairro Pedra 90 – um território cheio de potência, mas também atravessado por desafios sociais – vivenciou uma experiência de aprendizagem marcante: uma saída de campo para coleta de rochas nas redondezas da escola. A proposta nasceu do desejo de tornar concreto o conteúdo do livro didático sobre a formação da Terra e os processos geológicos, trazendo o olhar científico para a realidade vivida pelos estudantes, a partir do espaço geográfico que habitam.</p><p>O desafio era fazer com que um conteúdo teórico e muitas vezes abstrato ganhasse sentido e despertasse interesse. Como falar sobre geologia de forma viva, próxima, significativa? A resposta foi simples: sair da sala e olhar para o bairro como território de aprendizagem. Caminhamos pelas ruas, terrenos e espaços do entorno, coletando rochas, observando o solo, registrando detalhes e despertando a curiosidade para o que está ao nosso redor.</p><p>De volta à escola, cada estudante participou da análise e da organização de uma pequena exposição em sala. As rochas foram dispostas sobre as mesas com cadernos abertos, pesquisas em andamento e muitas trocas entre eles. Descreveram cores, texturas, brilho e tentaram classificá-las com base no que estudaram. Muitos ampliaram o olhar trazendo folhas, sementes e outros elementos do ambiente.</p><p>O impacto foi imediato: estudantes que antes se mostravam desinteressados passaram a se engajar, questionar, investigar. A Geografia ganhou vida e afeto. A prática pedagógica de saída de campo mostrou como é importante valorizar o território e reconhecer os estudantes como protagonistas do aprendizado. Quando isso acontece, o conteúdo fica ligado à realidade deles, e a educação se torna forte, significativa e cheia de propósito.</p><p><strong><em>Escola: ETI Prof. Rafael Rueda – Pedra 90, Cuiabá/MT - 2025</em></strong></p>]]></description>
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         <pubDate>2025-07-03 18:55:15 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Encenação histórica</title>
         <author>matheusabreu099</author>
         <link>https://padlet.com/Ensina_Brasil/ConstruindoaCulturaqueQueremos/wish/3509872311</link>
         <description><![CDATA[<p>Contexto</p><p>Durante o ensino de História para turmas do 8º ano do Ensino Fundamental, no Colégio Estadual Duque de Caxias (Águas Lindas-GO), percebi uma significativa dificuldade dos estudantes em compreender os conteúdos relacionados às revoluções coloniais, especialmente em identificar seus contextos, motivações e personagens históricos. Muitos alunos demonstravam desinteresse e não conseguiam estabelecer conexões com a realidade atual, o que dificultava ainda mais a assimilação do conteúdo.</p><p><br/></p><p>Público </p><p>Estudantes do 8º ano matriculados em uma escola pública da periferia, enfrentando sérias limitações no acesso a recursos culturais e tecnológicos. Muitos possuem defasagens acumuladas de aprendizagem e dificuldades na leitura crítica e interpretação de textos históricos. Apesar disso, são criativos, engajados quando provocados e respondem bem a propostas mais práticas e contextualizadas.</p><p><br/></p><p>Desafio</p><p>O principal desafio foi fazer com que os alunos compreendessem a Conjuração Baiana, também conhecida como Revolta dos Alfaiates, dentro do conjunto das revoluções coloniais. O conteúdo, muitas vezes apresentado de forma excessivamente teórica e distante da linguagem cotidiana, dificultava a apropriação dos conceitos e o entendimento dos ideais envolvidos.</p><p><br/></p><p>Solução</p><p>Para tornar o conteúdo mais próximo da realidade dos alunos e promover o protagonismo estudantil, propus a criação de uma encenação gravada da Conjuração Baiana, utilizando meu próprio celular. O roteiro foi elaborado em conjunto com os estudantes, incorporando uma linguagem mais acessível, atual e até humorada, para facilitar a identificação com os personagens e os contextos históricos.</p><p>Após as filmagens, os próprios alunos participaram do processo de edição do vídeo, usando aplicativos simples disponíveis em seus celulares. A atividade mobilizou diferentes habilidades: leitura e interpretação, oralidade, expressão corporal, trabalho em grupo, criatividade e, sobretudo, a compreensão crítica da história.</p><p><br/></p><p>Resultados</p><p>A prática teve impacto imediato na compreensão do conteúdo. Os estudantes passaram a relatar com mais clareza os objetivos da revolta, os ideais de liberdade e igualdade presentes no movimento, além da atuação de figuras como João de Deus e Lucas Dantas. Além disso, questionamentos relevantes surgiram espontaneamente, como:</p><p>"Por que essa revolta foi menos valorizada do que a Inconfidência Mineira?"</p><p>"Por que não aprendemos sobre esses personagens negros em outras séries?"</p><p><br/></p><p>Presente e Futuro</p><p>A atividade foi tão bem recebida que os próprios alunos passaram a sugerir novos temas para encenações históricas. A proposta abriu espaço para abordagens mais interativas nas aulas e aumentou significativamente o interesse dos estudantes pela disciplina. Futuramente, pretendo transformar essas práticas em miniprojetos interdisciplinares, envolvendo Língua Portuguesa, Artes e até Geografia, para potencializar ainda mais a aprendizagem e o protagonismo juvenil.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-07-03 19:12:56 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Geografia em Movimento – Teorias Demográficas em Estações</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/Ensina_Brasil/ConstruindoaCulturaqueQueremos/wish/3509898439</link>
         <description><![CDATA[<p>Durante o trabalho com o conteúdo de <strong>teorias demográficas</strong> em Geografia, com a turma do 3º ano do Ensino Médio da ETI Prof. Rafael Rueda, no bairro Pedra 90, senti a necessidade de buscar uma abordagem mais significativa, colaborativa e engajadora. Foi nesse contexto que coloquei em prática a metodologia ativa de <strong>rotação por estações</strong>, com o objetivo de desenvolver o protagonismo dos estudantes e criar um ambiente de aprendizagem centrado no trabalho coletivo. A atividade foi realizada no refeitório da escola, onde organizei os alunos em três grupos. Cada estação trazia uma ou duas teorias, e os grupos, com cartolinas, canetas e cola, produziram esquemas visuais, mapas conceituais e interpretações próprias.</p><p>O desafio era claro: como tornar acessível um conteúdo denso e, muitas vezes, distante da realidade dos estudantes, promovendo o envolvimento de todos e incentivando a aprendizagem entre pares? Apostei na diversidade de estratégias e na ampliação do tempo de interação com o conteúdo, para favorecer o desenvolvimento de competências como a escuta ativa, o pensamento crítico e a cooperação. Para muitos deles, foi a primeira experiência com essa metodologia, o que gerou tanto curiosidade quanto estranhamentos. Alguns relataram dificuldade com o tempo limitado em cada estação e com o desafio de continuar a produção de outro grupo, o que exigiu escuta, adaptação e empatia.</p><p>Após a rotação, cada grupo apresentou suas produções em sala e promovemos uma roda de conversa avaliativa. Foi um momento potente de troca, em que refletimos sobre os aprendizados, os desafios e a construção coletiva do conhecimento. Percebi um impacto real: os estudantes se envolveram mais, se ouviram mais e passaram a se ver como agentes do próprio processo de aprendizagem.</p><p><strong><em>Escola: ETI Prof. Rafael Rueda – Pedra 90, Cuiabá/MT - 2025</em></strong></p>]]></description>
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         <pubDate>2025-07-03 20:37:47 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Ambiente Escolar Seguro: Todos Somos Responsáveis
</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/Ensina_Brasil/ConstruindoaCulturaqueQueremos/wish/3510685135</link>
         <description><![CDATA[<p>Ao iniciar minha atuação como professor na ETI Prof. Rafael Rueda, localizada no bairro Pedra 90, em Cuiabá-MT, identifiquei uma preocupação recorrente no ambiente escolar: o desrespeito entre os alunos e a prática constante de bullying. Os principais personagens dessa história são os estudantes das turmas 7º B, 8º A, 9º B e 2º A, que apresentavam índices elevados de conflitos interpessoais e atitudes discriminatórias. A equipe pedagógica e os professores também participaram como apoiadores e observadores do processo. O principal desafio enfrentado foi a presença contínua de comportamentos agressivos, ofensas verbais, exclusão social e ausência de empatia entre os alunos. A falta de respeito mútuo e de disciplina comprometia não só o ambiente de aprendizagem, mas também a saúde emocional dos estudantes envolvidos. Foi necessário intervir de forma educativa e preventiva. Como resposta a essa realidade, organizei uma série de palestras de intervenção focadas no combate ao bullying, com base na Comunicação Não Violenta (CNV).  O trabalho foi direcionado especificamente às quatro turmas com maior incidência de conflitos. A metodologia foi participativa, incentivando o diálogo, a escuta ativa e a reflexão sobre atitudes no cotidiano escolar. Após as intervenções, foi possível perceber mudanças iniciais no comportamento de parte dos alunos, como mais respeito nas interações e maior consciência sobre os efeitos negativos do bullying. A ação também fomentou o engajamento dos professores na promoção de um ambiente escolar mais seguro. A intenção é transformar essas intervenções em um programa contínuo de educação para o respeito e a convivência ética envolvendo toda comunidade escolar.</p><p><strong>Escola: ETI Prof. Rafael Rueda - Pedra 90, Cuiabá/MT - 2025</strong></p>]]></description>
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         <pubDate>2025-07-04 12:05:40 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Desbravando o mundo da Robótica
</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/Ensina_Brasil/ConstruindoaCulturaqueQueremos/wish/3510714786</link>
         <description><![CDATA[<p>Ao iniciar minha atuação na E.E. Prof. Rafael Rueda, fui atribuído à disciplina de Robótica, ofertada como eletiva aos alunos do 8º ano A e B e 9º ano B. Os principais personagens deste projeto são os próprios estudantes, organizados em equipes fixas de 4 a 5 integrantes, cada um com uma função definida (líder, programador, montador). O trabalho foi conduzido com base na colaboração, sob minha orientação como professor da disciplina. O projeto surgiu da necessidade de aproximar os alunos do universo da tecnologia e da programação, utilizando os kits Lego Spike Prime, ao mesmo tempo em que se buscava desenvolver habilidades socioemocionais como empatia, cooperação, liderança e comunicação não violenta. A dificuldade inicial residia no trabalho em equipe, na divisão de responsabilidades e na resolução pacífica de conflitos. Durante o semestre, os estudantes participaram de atividades práticas de montagem e programação de robôs, e também de rodas de conversa e debates baseados em filmes com temáticas sociais e comportamentais. As equipes, mantidas fixas durante todo o período, promoveram um ambiente contínuo de convivência e superação conjunta de desafios.  A culminância das eletivas, realizada em 02 de julho de 2025, foi um marco importante para o projeto. Nesse momento, alunos de outras turmas puderam visitar as salas e conhecer os resultados dos diferentes componentes eletivos. A Robótica se destacou entre as apresentações e despertou grande interesse entre os demais alunos da escola, gerando muitos pedidos de participação para o próximo semestre. O evento foi um sucesso e refletiu claramente o progresso técnico e comportamental dos estudantes envolvidos. Foi gratificante acompanhar o desenvolvimento das equipes, tanto na parte técnica quanto nas relações interpessoais. Com o sucesso da primeira edição, o projeto será ampliado no segundo semestre com a reabertura das inscrições para novos alunos. Estou animado para iniciar com essa nova turma, aprofundando os desafios da robótica e fortalecendo as competências socioemocionais. </p><p><br/></p><p><strong>Escola: ETI Prof. Rafael Rueda - Pedra 90, Cuiabá/MT - 2025</strong></p>]]></description>
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         <pubDate>2025-07-04 13:07:32 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Festival FMDE - Prática Esportiva</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/Ensina_Brasil/ConstruindoaCulturaqueQueremos/wish/3510740690</link>
         <description><![CDATA[<p>A Escola Estadual de Tempo Integral Prof. Rafael Rueda, vocacionada ao esporte, integra a Federação Matogrossense de Desporto Escolar (FMDE) e oferece em seu currículo esportivo modalidades como badminton, xadrez, basquetebol, voleibol, handebol e futsal. Essas práticas se somam à base comum e à base diversificada da escola, que inclui Projeto de Vida, Iniciação Científica, Tutoria e Protagonismo Juvenil.</p><p>Em junho de 2025, a escola recebeu a visita oficial da FMDE, o que motivou a realização de um campeonato interno com todas as modalidades esportivas. Os professores de prática esportiva se uniram para organizar o evento, e participei diretamente da coordenação dos jogos de voleibol, em parceria com o <strong>prof. Herick Assunção</strong>, da base comum de Educação Física.</p><p>O desafio foi envolver as diferentes turmas na dinâmica do campeonato, garantindo organização, espírito esportivo e integração entre os alunos. Para isso, cada modalidade teve suas equipes formadas, com horários definidos e mediação ativa dos professores.</p><p>O evento foi um grande sucesso, as competições movimentaram a escola e despertaram o entusiasmo dos estudantes. Ao final, realizamos a premiação simbólica com medalhas para as equipes vencedoras de cada modalidade.</p><p>A ação reforçou o sentimento de pertencimento dos alunos, valorizando seus talentos e o espírito de equipe. A escola planeja novos festivais esportivos no segundo semestre, ampliando a participação e promovendo o esporte como instrumento de educação e cidadania.</p><p><br/></p><p><strong>Escola: Prof. Rafael Rueda  - Pedra 90, Cuiabá/MT - 2025</strong></p>]]></description>
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         <pubDate>2025-07-04 13:55:49 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Estudantes da ETI Prof R. R no Pró-Enem UFMT 2025</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/Ensina_Brasil/ConstruindoaCulturaqueQueremos/wish/3510763927</link>
         <description><![CDATA[<p>Com protagonismo e muita dedicação, quatro estudantes do 3º ano da ETI Prof. Rafael Rueda se inscreveram no edital 2025 do <strong>Pró-Enem UFMT | Cuiabá</strong>, cursinho popular gratuito voltado a jovens de escolas públicas que prestarão o ENEM. As estudantes <strong>Maria Rita Batista da Silva</strong> e <strong>Rhiraly Stefhani Nunes Vendramini</strong> foram aprovadas na <strong>1ª chamada</strong>, e <strong>Bruno Guslinski Bueno</strong> ficou na <strong>lista de espera (CR)</strong>.</p><p>O edital ofertou 120 vagas, sendo 40 com bolsas de auxílio permanência, priorizando estudantes em situação de vulnerabilidade socioeconômica. O Pró-Enem é um projeto de extensão da UFMT que já impactou mais de 5 mil jovens e é gerido por estudantes universitários voluntários desde 2016.</p><p>Tenho acompanhado de perto o protagonismo dos meus alunos e alunas, incentivando-os com oportunidades como essa do cursinho. Em sala, nas aulas de Geografia, promovi momentos coletivos para solicitar a isenção do ENEM, apoiar nas inscrições e incentivar o envolvimento em iniciativas que abrem portas para o ensino superior.</p><p>Celebrar essas conquistas é também afirmar o poder da educação pública e do sonho como prática coletiva!</p><p>📌 Mais informações:<br> <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="http://linktr.ee/proenemufmt">linktr.ee/proenemufmt</a></p><p><br/></p><p><strong><em>Escola: ETI Prof. Rafael Rueda – Pedra 90 – Cuiabá/MT – 2025</em></strong></p><p><br/></p>]]></description>
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         <pubDate>2025-07-04 14:40:09 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/Ensina_Brasil/ConstruindoaCulturaqueQueremos/wish/3510763927</guid>
      </item>
      <item>
         <title> Futuras Cientistas – Aprovação no Programa CETENE</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/Ensina_Brasil/ConstruindoaCulturaqueQueremos/wish/3510772029</link>
         <description><![CDATA[<p>Duas alunas do 3º ano A do ensino médio da E.E. Prof. Rafael Rueda, <strong>Rhiraly Stefhani Nunes Vendramini</strong> e <strong>Karoline Vitória dos Santos Barbosa</strong>, foram aprovadas no Edital CETENE nº 02/2025 – Programa Futuras Cientistas. O programa é destinado a estudantes do gênero feminino ou que se identifiquem como tal, regularmente matriculadas no 3º ano do ensino médio em escolas públicas das 26 unidades federativas e do Distrito Federal.</p><p>O desafio do edital consistia na seleção de alunas com bom rendimento escolar, especialmente nas disciplinas da área de Ciências da Natureza (Biologia, Física e Química), além do comprometimento com os estudos. O processo seletivo foi concorrido e exigente, com critérios técnicos voltados ao desempenho escolar e ao perfil acadêmico das candidatas. Os professores: Alison Rodrigues e Juliana Siqueira colaboraram ativamente na orientação e acompanhamento das estudantes, contribuindo para a preparação e fortalecimento do projeto.</p><p>A proposta do programa contempla aulas síncronas aos sábados, das 8h às 12h, com foco em preparação para o ENEM e aprofundamento em conteúdos científicos. As participantes também recebem uma bolsa auxílio no valor total de R$600,00, dividida entre os meses de setembro e outubro.</p><p>A aprovação das alunas representa um importante reconhecimento do esforço, do desempenho acadêmico e do incentivo ao protagonismo feminino na ciência. É um marco que fortalece o papel da escola pública na formação de jovens talentos.</p><p>A proposta é ampliar o acesso à iniciação científica e às oportunidades externas. Isso fortalecerá o protagonismo estudantil e acadêmico.</p><p><br/></p><p><strong>Escola: ETI Prof. Rafael Rueda -  Pedra 90 -  Cuiabá/MT - 2025</strong></p>]]></description>
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         <pubDate>2025-07-04 14:53:50 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Unidos Pelo Vôlei: Protagonismo Estudantil em Jogo </title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/Ensina_Brasil/ConstruindoaCulturaqueQueremos/wish/3510799168</link>
         <description><![CDATA[<p>Na escola onde leciono, vocacionada ao esporte, o vôlei é praticado apenas pelos alunos do ensino fundamental. Percebendo essa lacuna, um grupo de estudantes do ensino médio, liderado por <strong>Hotavio Amaral de Souza</strong>, tomou a iniciativa de criar um time próprio, mesmo fora do horário regular de aulas. Como tutor do clube de vôlei no horário de almoço, fui procurado por eles para acompanhar os treinos no contraturno.</p><p>O desafio era grande: montar um time sem apoio oficial, estrutura ou autorização formal. Porém, a iniciativa partiu totalmente dos alunos, o que revelou senso de protagonismo, responsabilidade e paixão pela modalidade. Comovido pelo empenho deles, levei a proposta ao diretor interino <strong>Emilson Freitas</strong>, destacando a importância de acolher e incentivar ideias que nascem dos próprios estudantes.</p><p>A proposta foi aceita, e os treinos passaram a acontecer às terças, quartas e sextas, das 16h15 às 17h15. Desde então, os alunos têm demonstrado progresso técnico e mais integração. O projeto também conta com a colaboração da <strong>Prof. Katiane Cezimbra</strong>, fortalecendo ainda mais o trabalho pedagógico e esportivo. O clube se consolidou como espaço de crescimento pessoal e coletivo, aliviando o estresse escolar e fortalecendo o espírito de equipe. Já vislumbramos participar de competições e seguir desenvolvendo esses talentos. Quando os alunos lideram, a escola se transforma.</p><p><strong>Escola: ETI Prof. Rafael Rueda - Pedra 90 - Cuiabá/MT</strong></p><p><br/></p>]]></description>
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         <pubDate>2025-07-04 15:53:49 UTC</pubDate>
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         <title>Toda planta tem uma história. E toda história tem raiz.</title>
         <author>profscarolmelo</author>
         <link>https://padlet.com/Ensina_Brasil/ConstruindoaCulturaqueQueremos/wish/3512741038</link>
         <description><![CDATA[<p>Na aula do dia 24/06, do projeto <em>Quintal do Saber</em>, convidei meus alunos a trazerem à tona memórias, afetos e vivências marcadas por uma planta especial em suas vidas. Cada um compartilhou uma história carregada de ancestralidade: uma avó que curava com chá, um quintal de infância,  uma planta que atravessou gerações.</p><p>Entre relatos emocionados, percebemos como as plantas não são apenas parte da natureza — são parte da nossa história. Carregam saberes passados de forma oral, invisíveis aos olhos, mas presentes na memória do corpo, da casa e da comunidade.</p><p>Essa atividade simples, mas potente, reafirmou o papel do nosso projeto como espaço de escuta, pertencimento e valorização das raízes culturais que cada aluno carrega.</p><p><em>“Quem planta afeto, colhe identidade.”</em></p>]]></description>
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         <pubDate>2025-07-07 20:14:56 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Quando a comunidade entra na escola, o saber floresce.</title>
         <author>profscarolmelo</author>
         <link>https://padlet.com/Ensina_Brasil/ConstruindoaCulturaqueQueremos/wish/3512749978</link>
         <description><![CDATA[<p>Na aula passada do <em>Quintal do Saber</em>, vivemos um dos momentos mais emocionantes do nosso projeto. Após visitar a casa de Dona Fátima — uma moradora da rua da escola conhecida por sua relação encantadora com as plantas — convidei-a para conversar com os alunos.</p><p>E ela veio. Trouxe suas histórias, seus saberes e o amor que cultiva em cada vaso. Falou sobre o nome de cada planta, sobre como elas fazem parte do seu cuidado pessoal e da sua saúde emocional. Mais do que isso: falou sobre o cuidado com o outro, com a rua, com o coletivo.</p><p>Foi uma aula viva. Cheia de escuta, encantamento e pertencimento. Nossos alunos saíram dali com os olhos brilhando e a certeza de que aprender também é reconhecer o saber que mora ao lado.</p><p>Dona Fátima nos ensinou com palavras simples o que muitos livros esquecem de dizer: <strong>cuidar da comunidade também é educar.</strong></p><p>🌿 <em>“Plantar afeto é fazer com que a escola crie raízes no território.”</em></p>]]></description>
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         <pubDate>2025-07-07 20:42:43 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>O Manguezal Vive… e nós também! 🌿🌊✨</title>
         <author>iagoohmenezes</author>
         <link>https://padlet.com/Ensina_Brasil/ConstruindoaCulturaqueQueremos/wish/3513742708</link>
         <description><![CDATA[<p>Organizar o projeto <strong>Manguezal Vivo</strong> ao lado da professora Daiana Rosário foi, sem dúvida, uma das experiências mais intensas e gratificantes que já vivenciei como educador. Foram dias puxados, exaustivos mesmo — mas cada segundo valeu a pena. O engajamento dos nossos alunos, a potência das ideias, o cuidado na execução de cada atividade… foi simplesmente emocionante.</p><p><br/></p><p>Durante <strong>uma semana inteira</strong>, nossa escola virou um verdadeiro ecossistema de saberes. Tivemos oficinas, dinâmicas, rodas de conversa, teatro de fantoches, criação de animais com material reciclável, maquetes, apresentações, palestras com convidados incríveis e até barquinhos desenhados à mão em homenagem à Festa de São Pedro. Tudo isso pensado com e para os alunos.</p><p><br/></p><p>Mais do que um evento, o <strong>Manguezal Vivo</strong> foi uma travessia coletiva, um movimento de protagonismo estudantil que nos ensinou tanto quanto ensinamos. Alunos mais velhos se tornaram professores dos mais novos, e a escola inteira vibrou com a troca de conhecimentos e afetos. Tivemos o privilégio de receber o biólogo Lucas Bezerra, o Garoto.Mangue, e dois guardiões do mangue – um pescador e um marinheiro mercante – que nos emocionaram com suas histórias de vida, suas lutas e a importância do cuidado com o meio ambiente.</p><p>"Continua na Thread"</p><p><br/></p>]]></description>
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         <pubDate>2025-07-08 13:24:32 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Dinâmica do Aquário (Fishbowl)</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/Ensina_Brasil/ConstruindoaCulturaqueQueremos/wish/3513773556</link>
         <description><![CDATA[<p>Com o objetivo de estimular a escuta ativa, o pensamento crítico e a argumentação, foi realizada em sala de aula a dinâmica do aquário, na qual os alunos se dividiram em dois círculos: um externo, que observava o debate, e um interno, com quatro cadeiras rotativas, ocupado por representantes de diferentes posições sociais envolvidas em uma problemática ambiental.</p><p>No círculo menor, os participantes assumiram os papéis de ambientalistas, representantes do agronegócio e políticos, sendo convidados a discutir e buscar soluções para uma situação-problema simulada: a proposta de um projeto de lei que flexibiliza o uso da terra em áreas de floresta rica em biodiversidade. O projeto permitiria a expansão agrícola em áreas de entorno ,e até dentro da floresta, gerando conflito entre interesses econômicos e a preservação ambiental.</p><p>A atividade proporcionou um espaço de diálogo onde os alunos puderam refletir sobre os diferentes pontos de vista em torno de temas como desenvolvimento sustentável, preservação ambiental e políticas públicas.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-07-08 13:48:48 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Olimpíada Brasileira de Física</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/Ensina_Brasil/ConstruindoaCulturaqueQueremos/wish/3513775492</link>
         <description><![CDATA[<p>Ao observar o bom desempenho de alguns estudantes nas aulas de Física, selecionei quatro alunas e quatro alunos do Ensino Médio para participarem da Olimpíada Brasileira de Física (OBF).</p><p>Através da olimpíada, os estudantes tiveram a oportunidade de testar seus conhecimentos e viver uma experiência enriquecedora, com seu primeiro contato com a Sociedade Brasileira de Física (SBF), responsável pela organização da prova.</p><p>Entre os participantes, destacou-se uma aluna do 3º ano, que já demonstra interesse em seguir carreira na área de licenciatura em Física. Ela obteve o melhor desempenho da escola na avaliação, mostrando o potencial dos talentos que existem na rede pública de ensino.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-07-08 13:51:29 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Quando aprender é também se proteger</title>
         <author>iagoohmenezes</author>
         <link>https://padlet.com/Ensina_Brasil/ConstruindoaCulturaqueQueremos/wish/3513800739</link>
         <description><![CDATA[<p>Como coordenador do projeto <em>Resgate à Infância</em> – uma iniciativa do Ministério Público do Trabalho – tenho acompanhado de perto o envolvimento dos alunos com temas que impactam diretamente suas vidas. Trabalhamos sobre a diferença diferença entre <strong>trabalho infantil</strong> e <strong>aprendizagem profissional</strong>.</p><p><br/></p><p>📖 Durante as aulas:</p><p><br>– Lemos uma HQ sobre o tema;<br>– Refletimos sobre os direitos dos adolescentes;<br>– Discutimos o que pode e o que não pode;<br>– E aprofundamos o debate sobre o que significa aprender e trabalhar com dignidade.</p><p><br/></p><p>🎨 Ao final, os alunos foram convidados a criar produções artísticas com o tema:<br><strong>“Aprendizagem profissional é direito, não privilégio!”</strong></p><p><br/></p><p> As melhores produções poderão ser inscritas no <strong>Prêmio MPT na Escola 2025</strong>! 🏅</p><p><br/></p><p>Ver a turma se apropriando do tema, criando com propósito e consciência crítica, é a prova viva de que <strong>educação é caminho de resistência – e infância protegida é base de futuro justo.</strong></p>]]></description>
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         <pubDate>2025-07-08 14:22:03 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>🎙️ Estreia do “Diário do Alberto” – protagonismo estudantil com formação em comunicação!</title>
         <author>iagoohmenezes</author>
         <link>https://padlet.com/Ensina_Brasil/ConstruindoaCulturaqueQueremos/wish/3513810117</link>
         <description><![CDATA[<p>Está no ar o <strong>primeiro episódio do podcast “Diário do Alberto”</strong>, uma produção da <strong>Rádio Escola Voz do Alberto</strong>, projeto que coordeno com foco em <strong>formação prática em comunicação, linguagem audiovisual e educomunicação</strong>.</p><p><br/></p><p>Neste episódio, os estudantes cobrem a <strong>Feira de Ciências</strong>, realizada com as turmas do 5º ano do turno da tarde. A reportagem — da pauta ao produto final — foi realizada pela <strong>Ágatha e pela Esther</strong>, alunas que integram a equipe da rádio. </p><p><br/></p><p>Elas entrevistaram as professoras Sônia e Roberta, responsáveis pela feira, que fizeram questão de destacar o protagonismo dos alunos na criação dos experimentos e da decoração do evento.</p><p><br/></p><p>📚 Todo o processo foi <strong>supervisionado e orientado por mim</strong>, a partir de oficinas que ministro semanalmente com foco em:</p><p><br>– Elaboração de roteiros<br>– Técnicas de entrevista<br>– Captação e edição de áudio e vídeo<br>– Produção de reels, matérias, podcasts e pequenos documentários</p><p><br/></p><p>Mais do que ensinar ferramentas, o objetivo é formar alunos e alunas com <strong>olhar crítico, domínio técnico e capacidade de expressão criativa</strong>, valorizando suas vozes e vivências no ambiente escolar.</p><p><br/></p><p>A <strong>Rádio Escola Voz do Alberto</strong> também atua cobrindo eventos da escola e criando conteúdo original em diferentes formatos. É um espaço onde <strong>ensinar e aprender caminham juntos</strong>, e onde os estudantes desenvolvem habilidades de comunicação, pesquisa, colaboração e autoria.</p><p><br/></p><p>✨ Quando o aluno se torna criador e narrador da própria escola, a educação ganha potência.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-07-08 14:34:33 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>🎧 Tá no ar o podcast “Tá na Roda” – Episódio 1: Bullying na Escola!</title>
         <author>iagoohmenezes</author>
         <link>https://padlet.com/Ensina_Brasil/ConstruindoaCulturaqueQueremos/wish/3513818424</link>
         <description><![CDATA[<p>Produzido pelos alunos do 6º ano como parte do projeto <strong>Rádio Escola Voz do Alberto</strong>, que tenho o prazer de coordenar.</p><p><br/></p><p>Esse episódio é resultado de oficinas formativas que ministro semanalmente, nas quais os estudantes aprendem na prática a <strong>roteirizar, entrevistar, gravar, editar e publicar</strong> conteúdos em diversos formatos: <strong>podcasts, reels, matérias, documentários e coberturas escolares</strong>.</p><p><br/></p><p>A produção foi toda realizada com minha <strong>supervisão e orientação pedagógica</strong>, garantindo que cada etapa do processo fosse uma oportunidade de <strong>aprendizagem crítica e criativa</strong>.</p><p><br/></p><p>No episódio, os alunos debatem o bullying com seriedade e sensibilidade, trazendo vivências reais e propostas de mudança. Um exemplo claro de como a escola pode ser um espaço de fala, escuta e transformação.</p><p><br/></p><p>Mais do que um podcast, essa experiência é uma aula de cidadania, comunicação e empatia.</p><p><br/></p><p>📲 Dá o play, comenta, compartilha e acompanha o que a <strong>Rádio Escola Voz do Alberto</strong> vem construindo com muito protagonismo estudantil e formação de verdade!</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-07-08 14:46:25 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Poesia e música: quando o som encontra a palavra.</title>
         <author>profscarolmelo</author>
         <link>https://padlet.com/Ensina_Brasil/ConstruindoaCulturaqueQueremos/wish/3516172643</link>
         <description><![CDATA[<p><strong>Caroline Melo – 7º ano, EMEF Prof. João Bandeira</strong></p><p><br>Durante o início deste segundo trimestre, os alunos do 7º ano foram convidados a explorar a poesia de forma dinâmica e próxima de sua realidade. A atividade envolveu toda a turma e como protagonistas da experiência, artistas da música brasileira contemporânea como BK, Djavan, Jorge Vercillo, MC Cabelinho e Emicida.<br>Apesar de já terem tido contato com poemas escritos, muitos alunos ainda viam a poesia como algo distante, formal e desconectado de sua vivência. O desafio foi aproximar o conteúdo poético da linguagem cotidiana e despertar o interesse pela leitura crítica e sensível dos textos.<br>A proposta da aula foi apresentar letras de músicas que funcionam como poemas, com versos, rimas, ritmo e figuras de linguagem. Após a escuta atenta de trechos selecionados, os alunos analisaram os textos identificando tipos de rimas, figuras de linguagem e efeitos poéticos. Em seguida, discutimos como a música transforma o poema em uma experiência sonora e expressiva.<br>A atividade despertou engajamento imediato. Os alunos participaram com entusiasmo, reconheceram aspectos poéticos em músicas que já conheciam e passaram a perceber a poesia no seu cotidiano. A prática também favoreceu a ampliação do repertório cultural e a valorização da diversidade linguística e estética presente na música brasileira.<br>A partir dessa vivência, pretendemos ampliar o projeto com rodas de leitura com músicas e poesias escolhidas pelos próprios alunos. O objetivo é seguir desenvolvendo a sensibilidade literária e a competência leitora, integrando arte, cultura e linguagem.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-07-10 16:40:01 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Projeto AlfabetizAÇÃO: uma jornada de resgate e aprendizado</title>
         <author>jennifercatarineofc</author>
         <link>https://padlet.com/Ensina_Brasil/ConstruindoaCulturaqueQueremos/wish/3516296359</link>
         <description><![CDATA[<p><strong>Jennifer e Michael, Ensinas 2024; Eric, Jéssica Danielle, Thiago Estevão, Mariana Bandeira, Ensinas 2025. ETI Capitão João Velho, Caruaru - PE.</strong></p><p><br/></p><p><strong>Projeto AlfabetizAÇÃO: uma jornada de resgate e aprendizado</strong></p><p><br/></p><p>O projeto <strong>AlfabetizAÇÃO</strong> surge como uma resposta direta ao preocupante déficit de aprendizagem em leitura e escrita observado em estudantes do Ensino Fundamental II, da escola da área rural ETI Capitão João Velho. Diante dos dados levantados pelos Ensinas 2024 e 2025, percebemos a urgência de uma intervenção focada. A iniciativa, desenvolvida em parceria com os outros professores da rede, tem como objetivo principal a <strong>busca ativa</strong> desses estudantes que necessitam de acompanhamento individualizado. Nosso propósito é oferecer um suporte pedagógico personalizado, garantindo que nenhum aluno seja deixado para trás em seu processo de alfabetização.</p><p><br/></p><p>A metodologia do AlfabetizAÇÃO se baseia na formação de <strong>pequenos grupos</strong>, permitindo uma atenção mais próxima e a criação de atividades de alfabetização específicas para cada nível de aprendizagem. Compreendemos que o processo de alfabetização é multifacetado e progressivo. As fases abordadas no projeto incluem desde a <strong>fase pré-silábica</strong>, onde o estudante ainda não associa letras e sons, até a <strong>fase alfabética</strong>, na qual já compreende a relação entre fonemas e grafemas e consegue ler e escrever de forma autônoma. Entre essas, atuaremos nas fases <strong>silábica</strong> (o estudante tenta representar sílabas com uma ou mais letras) e <strong>silábico-alfabética</strong> (começa a combinar o conhecimento silábico com o alfabético), adaptando o ensino às necessidades individuais.</p><p><br/></p><p>Com o AlfabetizAÇÃO, buscamos não apenas superar as dificuldades de leitura e escrita, mas também fomentar a autoconfiança e o prazer pela aprendizagem em nossos alunos. Acreditamos que, ao investir em uma alfabetização sólida, estamos construindo a base para o sucesso acadêmico e pessoal desses estudantes, transformando realidades e garantindo um futuro mais promissor para a comunidade rural.</p><p><br/></p><p><br/></p>]]></description>
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         <pubDate>2025-07-10 22:16:29 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Versos da Juventude: mantendo viva a tradição da literatura de cordel</title>
         <author>nathallysamara12</author>
         <link>https://padlet.com/Ensina_Brasil/ConstruindoaCulturaqueQueremos/wish/3516313352</link>
         <description><![CDATA[<p><strong>Nathally Samara, Ensina 2024, ETI Reunidas Duque de Caxias, Caruaru - PE.</strong></p><p><br></p><p>Nas últimas semanas do mês de junho e início de julho, foi desenvolvido o projeto <strong>Versos da Juventude</strong> com estudantes do 6° ano na disciplina de Língua Portuguesa. O projeto foi desenvolvido como forma de abranger o conteúdo, presente no currículo pedagógico do município, e deriva de uma ação maior de resgate cultural, que soma o trabalho com artesanato em barro, isogravura e visita à Feira de Caruaru. O projeto sobre o cordel permite com que os estudantes tenham contato com essa literatura, que faz parte diretamente da cultura pernambucana e contou com a participação do cordelista Jefferson Declamador, membro da Academia Caruarense de Cordel, que abordou os tipos de estrutura que compõe essas obras e sua importância de se manter viva a tradição cordelista entre os jovens. Os estudantes puderam produzir suas próprias histórias no cordel, nos mais variados temas, que envolveu desde o São João da cidade até gostos pessoais. A ideia é que os estudantes possam continuar a produção dos cordéis, compartilhar sua experiência com os demais membros da comunidade e, dessa forma, agir de modo a valorizar e manter viva a cultura cordelista!</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-07-10 23:05:44 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Fontes Históricas Brasileiras - Estudantes apresentam trabalho na Universidade Federal de Pernambuco durante a IX Mostra SELIQUI</title>
         <author>marianamariaalcantaragomes</author>
         <link>https://padlet.com/Ensina_Brasil/ConstruindoaCulturaqueQueremos/wish/3516314793</link>
         <description><![CDATA[<p>Durante a IX MOSTRA SELIQUI, evento de extensão promovido pelo Curso de Química-Licenciatura do Centro<br>Acadêmico do Agreste da UFPE, os estudantes da ETI Prefeito João Lyra Filho submeteram e apresentaram o trabalho Fontes Históricas Brasileiras.</p><p>O projeto é fruto da análise das avaliações diagnósticas realizadas pela professora Mariana Gomes durante a primeira unidade do ano de 2025, em que foi observada a necessidade de fortalecer o reconhecimento das categorias de fontes históricas, instrumentos de trabalho de historiadores e arqueólogos para a produção do conhecimento histórico. Nesse sentido, os estudantes dos 7° anos da Escola estiveram analisando informações acerca de fontes históricas visuais (o primeiro beijo em pintura rupestre encontrado no Parque Nacional Serra da Capivara), orais (o retrato falado de Maria Felipa, mulher negra baiana que liderou um exército de mulheres na luta pela Independência), materiais (o fóssil de Luzia, o mais antigo encontrado na América) e escritas (trechos encontrados em jornais do Rio de Janeiro, relatando a prisão/opressão vivida por homens negros escravizados que estavam praticando capoeira), com narrativas que marcaram a história do Brasil.</p><p>Em grupos, categorizaram o tipo de fonte histórica analisada, as informações que podem ser retiradas da fonte observada e a importância da descoberta dessa fonte histórica para a nossa sociedade. Após a análise, eles realizaram a divulgação de suas observações históricas ao desenvolver uma notícia de jornal antigo, com uso de fotografias impressas, folhas em branco e, com o auxílio da professora, foi possível queimar as bordas do papel para simular o efeito do tempo e parecer um jornal desgastado. Esse material comunicava os fatos observados por meio do painel exposto nos corredores da escola, nomeado pelos próprios estudantes de HistoryBook.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-07-10 23:08:34 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Rap  e Provérbios Africanos: saberes ancestrais no ensino de História -estudantes escrevem música, gravam videoclipe para fortalecer os ensinamentos do Continente Africano e apresentam na IX Mostra SELIQUI (UFPE)</title>
         <author>marianamariaalcantaragomes</author>
         <link>https://padlet.com/Ensina_Brasil/ConstruindoaCulturaqueQueremos/wish/3516326171</link>
         <description><![CDATA[<p>Estudantes tem trabalho submetido, aprovado e apresentado na IX Mostra SELIQUI, evento promovido pelo Curso de Licentura em Química do Centro Acadêmico do Agreste da UFPE. </p><p>Com o objetivo de fortalecer o Ensino da História e da Cultura Afro-brasileira prevista na lei nº 10.639, sancionada em 9 de janeiro de 2003, os estudantes dos 7° anos da Escola em Tempo Integral Prefeito João Lyra Filho, deram início ao desenvolvimento de um Projeto intitulado “Mostra Cultural do Continente Africano”. O projeto teve culminância realizada no dia 08 de Julho  na escola e alcançou, entre seus produtos, uma produção artística durante os estudos sobre a importância e valorização cultural dos Provérbios Africanos na preservação da memória e compartilhamento de saberes ancestrais. Como ponto de partida, os provérbios africanos são expressões populares carregadas de valores, ensinamentos e compartilhamento de saberes passados de geração em geração por meio da tradição oral. Em seu lugar histórico e social refletem a capacidade de organização social para a promoção da convivência, da capacidade de resolver conflitos, de tomar decisões sobre a vida social e resgatar a história de comunidades tradicionais. Após a leitura e análise da temática do estudo, os estudantes realizaram a produção de um Clipe musical de rap que contempla a importância dos provérbios africanos em seu cotidiano. Ao unir as duas expressões populares, os provérbios e o rap, os estudantes criam um espaço de diálogo que&nbsp; coloca a arte em seu papel de transformação social com o incentivo de realizar reflexões críticas acerca do sentimento de pertencimento e valorização da cultura afro-brasileira. Acompanhe a letra da composição: Eu vou lançando a rima, na improvisação/ Provérbios são um bagulho bem complexo, meu irmão/ Mas fica suave, que eu vou te explicar/ São frases curtas de origem popular/ Pra manter a esperança na cultura africana precisou de uma aldeia inteira pra educar uma criança/ E para continuar/ eu vou te falar/ Transmitem ensinamentos e conselhos pra pensar/ E da nossa história, você não se lembrou?/ A viagem nos negreiros, a vida nos custou/ E a sabedoria dos mais velhos, nós herdou/ Nosso conhecimento sempre, sempre nos salvou/ Agradeço eternamente o saber do meu avô/ Se quer andar ligeiro, você pode ir sozinho/ Mas se quiser ir longe, tenha gente no caminho.&nbsp;</p><p><br/></p>]]></description>
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         <pubDate>2025-07-10 23:32:31 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Pinturas Rupestres </title>
         <author>luanarodriguesdelucenaa</author>
         <link>https://padlet.com/Ensina_Brasil/ConstruindoaCulturaqueQueremos/wish/3516372022</link>
         <description><![CDATA[<p>Os estudantes dos sextos anos da ETI Reunidas Duque de Caxias realizaram uma prática sobre pinturas rupestres, um dos primeiros registros artísticos da humanidade. Os estudantes aprenderam que esse tipo de arte era feito pelos povos pré-históricos, diretamente de cavernas, usando tintas naturais feitas com terra, carvão e gordura de animais. </p><p>Os alunos saíram da aula compreendendo que essas pinturas não eram apenas desenhos bonitos, mas uma forma de comunicação. Claro, que os alunos colocaram a mão na massa e fizeram suas próprias pinturas rupestres, utilizando tinta a base de terra. O resultado foi uma aula de História e Arte que permitiu que eles saíssem da teoria e aprofundassem ainda mais seus conhecimentos sobre esse período da História da humanidade.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-07-11 00:19:37 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Projeto Arte nordestina em foco: Vivências no Alto do Moura</title>
         <author>luanarodriguesdelucenaa</author>
         <link>https://padlet.com/Ensina_Brasil/ConstruindoaCulturaqueQueremos/wish/3516409644</link>
         <description><![CDATA[<p>A arte é uma das principais formas de expressão cultural e o nordeste brasileiro é um dos maiores celeiros dessa riqueza artística. Caruaru, em especial, abriga o bairro do Alto do Moura, reconhecido internacionalmente como um dos maiores centros de arte figurativa das Américas. Pensando nisso, a eletiva Arte por toda parte teve esse projeto sendo desenvolvido como uma forma de fortalecer o aprendizado e a valorização da cultura nordestina e da cultura do barro. </p><p>O projeto teve algumas aulas teóricas com exibição de documentários sobre os mestres do barro e rodas de conversa, o que permitiu que os estudantes pudessem aprender e conhecer um pouco dessa arte que é milenar. Mas é claro que eles precisavam colocar a mão na massa e explorar o lado artístico deles. Para isso, contamos com a parceria da Secretaria da Mulher e da Associação de Mulheres artesãs Flor do Barro e da ONG Moradia e Cidadania (CAIXA). E através dessa parceria os alunos colocaram a mão na barro, aprenderam técnicas de modelagem com as artesãs e puderam criar artesanatos incríveis. O resultado foi uma tarde divertida e de muito aprendizado e valorização artística e cultural.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-07-11 00:41:36 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Trabalho de campo no Alto do Moura</title>
         <author>luanarodriguesdelucenaa</author>
         <link>https://padlet.com/Ensina_Brasil/ConstruindoaCulturaqueQueremos/wish/3516424541</link>
         <description><![CDATA[<p>Os estudantes da ETI Reunidas Duque tiveram a oportunidade de aprofundar seus conhecimentos sobre a cultura do barro em uma aula de campo no Alto do Moura, Caruaru/PE. Nós vistamos a casa/museu Mestre Vitalino, o Memorial do Mestre Galdino e alguns ateliês de mestres do barro. </p><p><br></p><p>Quem quiser assistir o vídeo com som, clique no link: <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://www.instagram.com/reel/DL05FDxNJAl/?igsh=czcxa2tla2drd2Jo">https://www.instagram.com/reel/DL05FDxNJAl/?igsh=czcxa2tla2drd2Jo</a></p>]]></description>
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         <pubDate>2025-07-11 00:51:22 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Pinturas africanas</title>
         <author>luanarodriguesdelucenaa</author>
         <link>https://padlet.com/Ensina_Brasil/ConstruindoaCulturaqueQueremos/wish/3516447497</link>
         <description><![CDATA[<p>Os estudantes tiveram a oportunidade de aprender sobre as pinturas africanas, uma expressão artística rica em símbolos, formas geométricas e cores vibrantes que contam histórias, tradições e espiritualidades de diversos povos do continente africano. </p><p>Durante a aula, os estudantes conheceram obras tradicionais, como máscaras cerimoniais, os tecidos estampados (como kente) e as pinturas corporais usadas em rituais. Discutimos também a importância da arte como forma de identidade e resistência cultural. Ao final, cada estudante criou sua própria obra inspirada na estética africana, usando formas, linhas e cores que representam sentimentos, natureza e ancestralidade.  </p><p><br/></p>]]></description>
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         <pubDate>2025-07-11 01:07:04 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Arte africana</title>
         <author>luanarodriguesdelucenaa</author>
         <link>https://padlet.com/Ensina_Brasil/ConstruindoaCulturaqueQueremos/wish/3516458356</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2025-07-11 01:13:18 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Bullying não é brincadeira: promovendo o diálogo na escola

</title>
         <author>iagoohmenezes</author>
         <link>https://padlet.com/Ensina_Brasil/ConstruindoaCulturaqueQueremos/wish/3517125321</link>
         <description><![CDATA[<p>Hoje, no turno da tarde, realizamos uma importante roda de conversa com as turmas do 8º e 9º ano sobre um tema urgente: o <strong>bullying e a violência no ambiente escolar</strong>.</p><p><br/></p><p>A pedido da pedagoga do turno da tarde, <strong>Edenise Paixão</strong>, e diante dos recorrentes casos de bullying, ofensas e conflitos entre os alunos, facilitei uma roda de conversa com as turmas, mediada pelo documentário <em>“Reprovados: A brincadeira continua sem graça”</em>. </p><p><br/></p><p>A obra foi um poderoso ponto de partida para sensibilizar os estudantes sobre os impactos emocionais e sociais do bullying, trazendo o tema para mais perto de suas vivências cotidianas.</p><p><br/></p><p>Após a exibição, propus uma dinâmica de falas positivas e negativas, que gerou um diálogo sincero e produtivo. Os alunos puderam expressar sentimentos, refletir sobre atitudes e repensar formas de convivência mais respeitosas e empáticas.</p><p><br/></p><p>Mais do que uma atividade pontual, esse momento representa um passo importante na construção de uma escola mais <strong>acolhedora, segura e consciente</strong> — onde o aprendizado vai além do conteúdo e alcança também o desenvolvimento emocional e social de cada estudante.</p><p><br/></p><p>📚✨ Seguimos firmes na missão de educar com escuta, diálogo e transformação.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-07-11 12:50:42 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>CONQUISTAS ACADÊMICAS  (Olímpiada Brasileira de Geografia e Olímpiada de Geopolítica). 2024/2025.</title>
         <author>neiamusic</author>
         <link>https://padlet.com/Ensina_Brasil/ConstruindoaCulturaqueQueremos/wish/3517133379</link>
         <description><![CDATA[<p>Conquistas Acadêmicas nas Olimpíadas de Geografia e Geopolítica – 2024 e 2025</p><p>Nos anos de 2024 e 2025, os estudantes das turmas do 9º ano da nossa escola protagonizaram uma verdadeira jornada de superação e excelência acadêmica ao conquistarem medalhas nas Olimpíadas de Geografia e Geopolítica.</p><p>O <em>objetivo</em> da participação nas olimpíadas foi fomentar o interesse pela Geografia e pelas questões geopolíticas globais, promovendo o pensamento crítico, a interpretação de dados, a leitura de mapas, gráficos e imagens, além de incentivar o protagonismo estudantil na análise dos problemas socioambientais, econômicos e políticos do mundo contemporâneo.</p><p><em>Os desafios foram muitos.</em> Em uma realidade marcada por limitações de acesso à internet, falta de recursos tecnológicos e uma rotina escolar exigente, nossos estudantes precisaram conciliar os estudos regulares com a preparação específica para as provas. Além disso, o conteúdo das olimpíadas exigia habilidades complexas como raciocínio lógico, interdisciplinaridade, leitura crítica de mundo e capacidade de análise espacial.</p><p>Para enfrentar esses desafios, organizamos <em>“aulões de preparação”</em> e debates sobre atualidades. Nessas atividades, os estudantes não apenas ampliaram seus conhecimentos, mas também fortaleceram os laços  e o espírito de equipe.</p><p>Como resultado, em <em>2024, nossas turmas conquistaram </em>14 Medalhas de bronze na Olimpíada Brasileira de Geografia e 5 Honra ao Mérito<em> na Olimpíada Mundial Model United Nations Debate</em>, um reconhecimento internacional que destacou a capacidade argumentativa e o engajamento dos nossos alunos com os temas da Agenda 2030 da ONU.</p><p>Em <em>2025, mais uma nossos estudantes alcançaram uma </em>medalha de bronze e uma medalha de ouro na Olimpíada Nacional de Geopolítica, demonstrando não apenas domínio teórico, mas também maturidade para compreender os conflitos, os interesses e as dinâmicas do cenário internacional atual.</p><p>Essas conquistas provam que, quando a escola acredita nos seus estudantes e oferece oportunidades de desenvolvimento, mesmo diante das dificuldades, é possível alcançar resultados extraordinários. Mais do que medalhas, esses momentos representam esperança, transformação e o poder da educação em abrir caminhos para o futuro.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-07-11 13:06:00 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Ambiente de Aprendizagem - Um São João de Tradições</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/Ensina_Brasil/ConstruindoaCulturaqueQueremos/wish/3519189895</link>
         <description><![CDATA[<p>No segundo bimestre, o conteúdo de Dança foi desenvolvido nas aulas de Artes com base nas habilidades da BNCC e do currículo pedagógico de Caruaru, que propõem a reflexão crítica sobre diferentes formas de dança, com foco nos elementos característicos como tempo, identidade cultural, fluência e espaço, valorizando o forró como patrimônio imaterial de Caruaru. Também foi promovida a análise das experiências pessoais e coletivas com danças regionais, relacionando-as às identidades nordestinas e em diálogo com outras culturas. Como desdobramento, apresentei aos estudantes o edital do Festival Plural+ da ONU, voltado à produção de curtas-metragens sobre diversidade e xenofobia. Quatro estudantes demonstraram interesse, e após reunião, escolheram como tema as tradições do São João, abordando como eram no passado, como ocorrem atualmente e as diferentes formas de celebração no Nordeste. Durante o processo de produção, que ocorreram nas aulas de Artes, entre maio e junho, os estudantes destacaram as Drilhas como expressão cultural de tradição, mencionaram elementos marcantes da cultura caruaruense, como o Alto do Moura, Luiz Gonzaga e Mestre Sebá, e utilizaram fotos de suas famílias nas Drilhas para enriquecer o conteúdo visual. A produção envolveu toda a turma e contou com a participação da mãe de uma estudante. O resultado foi o curta <em>Um São João de Tradições</em>, com 3 minutos e 57 segundos de duração, que também serviu de base para a criação do episódio cinco do <em>Podcast Mariana</em>, ampliando o alcance e os desdobramentos pedagógicos da proposta, unindo arte, cultura e identidade nordestina em uma produção colaborativa e significativa.</p><p><br><a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://drive.google.com/file/d/1fhRoNAa-aZrJqUx2aBCvTFIz8g1Cnk_U/view?usp=sharing">https://drive.google.com/file/d/1fhRoNAa-aZrJqUx2aBCvTFIz8g1Cnk_U/view?usp=sharing</a> </p>]]></description>
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         <pubDate>2025-07-14 22:01:26 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Projeto - Atuação Intersetorial - SAS/PAA - Grêmio Estudantil</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/Ensina_Brasil/ConstruindoaCulturaqueQueremos/wish/3519208548</link>
         <description><![CDATA[<p>Estabelecida a parceria com a Secretaria de Desenvolvimento Social e Combate à Fome (SAS) através do Projeto Adolescência Ativa (PAA), iniciamos os desdobramentos necessários para implementar o Grêmio Estudantil na escola. Como primeira etapa, foi realizada a apresentação da equipe multidisciplinar do PAA aos estudantes, líderes de turma do 6ª ao 9ª anos, dos turnos manhã e tarde. Logo em seguida, a equipe do PAA conduziu entrevistas e realizou o cadastramento e apresentação do projeto para os estudantes, durante os meses de maio e junho. Como culminância da fase introdutória, no dia 04/07, no auditório da SAS, aconteceu o primeiro encontro formativo com os líderes de turma (do 6ª ao 9ª anos) do turno da tarde, conduzido por Rafael Moreira e Patrícia Cristovam. O encontro versou sobre participação sociopolítica e valorização do protagonismo estudantil: foi explicado sobre a SAS e suas competências, Estatuto da Juventude, movimento estudantil, ID Jovem e seus benefícios, a importância da participação política, o que é Grêmio Estudantil e suas normativas. Ao final do encontro os líderes participaram de uma atividade, foram divididos em dois grupos de 4 pessoas, e cada equipe deveria dar uma sugestão de nome para o Grêmio da escola. Após a elaboração os mesmos escolheram qual representava mais a equipe: “Juntos Somos Mais!” ou “Unidos por um Futuro Melhor”, o vencedor do turno da tarde foi a última opção. As atividades realizadas na SAS através do PAA irão ocorrer a cada 15 dias, e terão continuidade na escola com eventos e culminâncias organizados pelos estudantes com apoio dos professores.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-07-14 23:03:01 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Ambiente de Aprendizagem - Ballroom Junino</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/Ensina_Brasil/ConstruindoaCulturaqueQueremos/wish/3519236365</link>
         <description><![CDATA[<p>No segundo bimestre, o conteúdo de Dança foi trabalhado nas aulas de Artes com base em habilidades da BNCC e do currículo pedagógico de Caruaru, que propõem uma reflexão crítica sobre os elementos característicos das danças (tempo, peso, fluência e espaço), com ênfase nas danças regionais e valorização do forró como patrimônio imaterial de Caruaru. Também foram abordados procedimentos de improvisação e criação de movimentos, resgate de referências culturais e análise das experiências pessoais e coletivas com danças regionais em diálogo com outras culturas. Para consolidar esses aprendizados, foi realizado o <em>Ballroom Junino</em>, um momento de celebração e expressão artística no qual os estudantes apresentaram performances de capoeira, forró e exibiram o curta <em>Um São João de Tradições</em>, produzido por colegas da turma. A atividade incluiu ainda um quiz para descobrir “qual tipo de forrozeiro” cada estudante era, dois jogos pedagógicos sobre danças nordestinas e, ao final, uma votação simbólica entre os próprios estudantes para eleger o rei e a rainha do milho. Os registros fotográficos e vídeos da atividade foram feitos pelos próprios estudantes, promovendo ainda mais o protagonismo juvenil. A mediação foi feita por mim, enquanto professora da disciplina, com um discurso de abertura explicando a dinâmica do evento e destacando a importância das manifestações culturais nordestinas como forma de valorização da identidade e expressão artística.</p><p><br/></p><p><a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://drive.google.com/drive/folders/1sdECMbAohuGrzZjl82E1d8WD0Xrken3E?usp=sharing">https://drive.google.com/drive/folders/1sdECMbAohuGrzZjl82E1d8WD0Xrken3E?usp=sharing</a> </p>]]></description>
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         <pubDate>2025-07-14 23:52:14 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Ambiente de Aprendizagem - Carta de Reclamação</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/Ensina_Brasil/ConstruindoaCulturaqueQueremos/wish/3519281108</link>
         <description><![CDATA[<p>Nas aulas de Língua Portuguesa, ao abordar o gênero textual <em>Carta de Reclamação</em>, o trabalho iniciou-se com uma sondagem dos saberes prévios dos estudantes, seguida de explicação teórica e uma atividade prática de análise textual. Para essa introdução, foi utilizada uma reportagem sobre uma escola de Petrolina/PE, na qual estudantes protestavam por melhorias na estrutura escolar. A partir dessa contextualização, os estudantes foram convidados a escrever suas próprias cartas de reclamação com base nas necessidades da escola onde estudam. Organizados em grupos, os estudantes ficaram responsáveis por elaborar sugestões e reivindicações voltadas a diferentes espaços da escola: estrutura do prédio, banheiros, pátio, sala de aula, salas da equipe pedagógica e de limpeza, biblioteca e laboratórios. Após a produção inicial, foi realizada uma socialização dos textos, permitindo que todos expressem suas opiniões, avaliem os argumentos dos colegas e contribuam com sugestões. Na sequência, os estudantes votarão nos espaços considerados mais urgentes, organizando-os por ordem de prioridade. Também foi discutido a qual categoria de direito pertence a reivindicação, qual a categoria educacional a que pertencem enquanto estudantes e para quem a carta será direcionada. Por fim, os grupos irão redigir coletivamente uma versão final da <em>Carta de Reclamação</em>, com base nas produções, reflexões e decisões do coletivo, promovendo o exercício da escrita com propósito social e o desenvolvimento da cidadania ativa. Para entendimento normativo da solicitação, foi trabalhado a Constituição Federal da Coleção em Miúdos, de autoria de Madu Macedo.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-07-15 00:29:00 UTC</pubDate>
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         <title>Jogo da Concordância </title>
         <author>ilayneviana14</author>
         <link>https://padlet.com/Ensina_Brasil/ConstruindoaCulturaqueQueremos/wish/3519331548</link>
         <description><![CDATA[<p>Em uma dinâmica interativa para reforçar o domínio da concordância verbal e nominal, a turma foi organizada em equipes competitivas. Foram dispostos no quadro 20 cartões contendo frases com erros gramaticais intencionais. Cada equipe, em seu turno, enviou um representante ao quadro para selecionar um cartão, identificar e corrigir o erro, além de explicar a regra gramatical aplicada na correção.</p><p>Essa metodologia ativa transformou o aprendizado de gramática em uma experiência concreta e colaborativa. Ao justificar suas correções, os alunos desenvolveram não apenas o domínio das regras de concordância, mas também habilidades de argumentação e trabalho em equipe. </p>]]></description>
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         <pubDate>2025-07-15 00:59:07 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Projeto - Atuação Intersetorial - Ensina Brasil - Roda Literária</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/Ensina_Brasil/ConstruindoaCulturaqueQueremos/wish/3520336666</link>
         <description><![CDATA[<p>Conforme orientações do encontro formativo JEFFI, as turmas do 7º ano participaram de um concurso literário promovido pelo Instituto Mariana Lima, com foco na produção de cordéis e poemas, visando estimular a criatividade e o desenvolvimento da escrita dos estudantes. O processo de preparação está sendo conduzido nas aulas de Língua Portuguesa, alinhado ao conteúdo programático da SEDUC, e contará também com rodas literárias proporcionadas por parcerias intersetoriais, fortalecendo o diálogo entre teoria e prática. As atividades envolvem leitura, análise e produção dos gêneros propostos, além de momentos de revisão com mediação da professora da turma regente, garantindo um acompanhamento contínuo para o aprimoramento das habilidades literárias. A primeira roda literária ocorreu no dia 03/07, fruto da parceria com o programa Ensina Brasil, por meio da consultora de desenvolvimento de liderança Marília Rodrigues. O encontro, realizado no turno da tarde com todas as turmas do 6º ao 9º ano, teve como foco o gênero cordel, sua estrutura, características e a construção de rimas, oferecendo aos estudantes uma base sólida para suas produções autorais.</p><p><br/></p><p><a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://drive.google.com/drive/folders/1roM29HR3x5O3e0xd0P-wK0GC_zBZ5WmF?usp=sharing">https://drive.google.com/drive/folders/1roM29HR3x5O3e0xd0P-wK0GC_zBZ5WmF?usp=sharing</a> </p>]]></description>
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         <pubDate>2025-07-15 18:47:05 UTC</pubDate>
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         <title>Ambiente de Aprendizagem - Conto Popular</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/Ensina_Brasil/ConstruindoaCulturaqueQueremos/wish/3520368230</link>
         <description><![CDATA[<p>Na primeira aula da sequência didática sobre conto popular, na turma do 7ªG, a proposta foi introduzir os estudantes ao gênero de forma interativa, a partir da escuta e da oralidade. A aula teve início com as perguntas “Vocês sabem o que é conto popular?” e “Vocês conhecem algum conto popular de Caruaru?”, para ativar os conhecimentos prévios da turma. Em seguida, foram apresentados três contos populares: <em>Serpente da Ilha do Fogo</em> e <em>Nego D’água</em>, ambos de Petrolina/PE, e <em>Jacaré do Açude Velho</em>, de Campina Grande/PB. Os contos foram contados oralmente na minha versão e, no caso da Serpente, também foi reproduzido o áudio da versão utilizada pela escola de samba Grande Rio em 2017. Após a escuta, os estudantes foram incentivados a se expressar sobre os contos, a fim de identificar coletivamente as características do conto popular, como a multiplicidade de versões, a contextualização ao território, a oralidade, o autor desconhecido, a presença de poucos personagens e locais, e o ensinamento de valores e lições morais. Como os estudantes mencionaram contos locais na primeira pergunta, foram então apresentados dois contos populares de Caruaru/PE: <em>O Morro do Bom Jesus</em>, com a versão contada por uma estudante do 6ºB a partir do relato de sua mãe, e <em>O Boi Estrelado</em>, narrado em minha própria versão. Com base nesse repertório, os estudantes participaram de uma atividade de pintura de desenhos representando os contos populares de Petrolina, reconstruindo suas histórias de forma visual no quadro. Posteriormente, a turma foi dividida em grupos para representar os demais contos apresentados, deixando margem para a criação de novos grupos caso surgissem histórias espontâneas durante a atividade. Ao final, cada grupo apresentou sua versão para a turma. A organização visual no quadro também foi utilizada como introdução prática ao funcionamento do Scratch, ajudando os estudantes a compreender como narrativas podem ser recriadas de maneira visual e sequencial. A atividade será continuada no segundo semestre.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-07-15 20:11:06 UTC</pubDate>
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         <title>Projeto - Atuação Intersetorial - Instituto Mariana Lima - Concurso Literário</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/Ensina_Brasil/ConstruindoaCulturaqueQueremos/wish/3520378407</link>
         <description><![CDATA[<p>Conforme orientado no encontro formativo JEFFI, as turmas do 7º ano irão participar de um concurso literário promovido pelo Instituto Mariana Lima. Para alinhar os detalhes da ação, foi realizada uma reunião no dia 03/07, à noite, com duas representantes do Instituto, na qual foram propostos alguns ajustes: inclusão de troféu para a escola, medalhas para os estudantes, ampliação do gênero para poesia (poema e cordel), período de inscrição em agosto, produção das obras em setembro, divulgação do resultado e cerimônia de premiação em outubro, com possibilidade de realização na escola ou no auditório da SEDUC. Também foram solicitadas uma placa e voucher de reconhecimento para os professores, além da instalação de materiais fixos na escola, como data show e caixa de som. Fiquei responsável por digitalizar as produções dos estudantes e inseri-las na plataforma, enquanto o Instituto Mariana Lima levou dois quadros da professora Mariana Lima para a restauração. A equipe do Instituto ficou de dar retorno sobre os pedidos e encaminhar o edital do concurso atualizado para a gestão escolar. A preparação para o concurso será feita por meio de rodas literárias ao longo dos meses de julho e setembro, com culminância prevista para outubro.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-07-15 20:42:56 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Projeto - Semana da Cidadania</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/Ensina_Brasil/ConstruindoaCulturaqueQueremos/wish/3520391378</link>
         <description><![CDATA[<p>A Semana da Cidadania foi realizada de forma interdisciplinar na Escola Mariana Lima, articulando a disciplina de Língua Portuguesa com o campo da cidadania e os trabalhos intersetoriais já desenvolvidos junto à Secretaria de Assistência Social e Combate à Fome (SAS), por meio do Projeto Adol“essência” Ativa (PAA). A ação foi coordenada por mim, e ocorreu entre os dias 07 e 11 de julho, nos turnos manhã e tarde, com a participação de todas as turmas do 6º ao 9º ano. O objetivo da semana foi desenvolver habilidades como empatia, responsabilidade coletiva, identidade juvenil, respeito e liderança, além de reforçar os papéis dos líderes de turma e do Grêmio Estudantil. Nos dias 07 e 08/07, foram realizadas rodas de conversa com os temas “O que é ser cidadão?”, “O que é participação política?” e “Modos de participação política na escola”, utilizando como materiais de apoio o livro didático do município, a <em>Constituição Federal em Miúdos</em> e o livro <em>Eu também quero participar!</em>. Também foram aplicadas dinâmicas para estimular a reflexão. No dia 09/07, a conversa foi direcionada à participação política da juventude, com uso do Mapa da Empatia para identificar os problemas vivenciados pelos estudantes em seus trajetos e rotinas escolares, seguidos de uma plenária com apresentação de soluções. Foram apresentados caminhos de engajamento por meio de editais externos, como Câmara Mirim, Jovem Senador, Festival Plural+ da ONU, entre outros. No dia 10/07, os estudantes participaram da construção do mural “Vozes Cidadãs”, com os temas “A Escola que Queremos”, “A Cidade que Sonhamos” e “Participação Política”, registrando frases, reflexões, sugestões e novas ideias. Também foi retomado o lema do projeto da escola: <em>“Eu sou porque nós somos”</em>, e produzido o episódio 06 do Podcast Mariana, com o tema <em>Ser cidadão na escola</em>. Encerrando as atividades da semana, no dia 11/07, foi realizado o momento <em>Cinema na Escola</em>, com a exibição do filme <em>Divertidamente 1</em>, promovendo a reflexão sobre o autoconhecimento. A culminância da Semana da Cidadania será realizada no segundo semestre, após o recesso escolar, consolidando os aprendizados e avanços promovidos pela ação.</p><p><br/></p><p><a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://drive.google.com/drive/folders/1riNq-uxZ8DtECqr3caU8rXToqhJO-mFu?usp=sharing">https://drive.google.com/drive/folders/1riNq-uxZ8DtECqr3caU8rXToqhJO-mFu?usp=sharing</a> </p>]]></description>
         <enclosure url="https://drive.google.com/drive/folders/1riNq-uxZ8DtECqr3caU8rXToqhJO-mFu?usp=sharing" />
         <pubDate>2025-07-15 21:20:04 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Projeto Plantando Matemática, Colhendo Saberes na 32ª SBPC JOVEM</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/Ensina_Brasil/ConstruindoaCulturaqueQueremos/wish/3524609950</link>
         <description><![CDATA[<p>O estudante José Ytalo apresentou o Projeto Plantando Matemática, Colhendo Saberes na SBPC, em Recife, entre os dias 14 e 18 de julho, representando não somente a sua Instituição Escolar, mas sim toda a Rede Municipal de Educação de Petrolina.</p><p>O trabalho foi avaliado por 4 jurados e recebeu visitas de pessoas e profissionais de diversos estados e cidades do país, sendo elogiado, principalmente, por ser executado em uma escola localizada na Zona Rural.</p><p>Ytalo teve a oportunidade de vivenciar palestras, minicurso sobre compostagem doméstica, experimentos, lançamento de foguetes, além de conhecer e experimentar instrumentos como o telescópio e óculos de realidade virtual.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-07-21 02:46:21 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Quem somos nós? Construindo identidades individuais e coletivas com a família na escola</title>
         <author>caroltrevelin14</author>
         <link>https://padlet.com/Ensina_Brasil/ConstruindoaCulturaqueQueremos/wish/3525047907</link>
         <description><![CDATA[<p>Projeto: Oficina do Dia da Família</p><p>Responsáveis: Caroline Trevelin, Larissa Feijó e Marina Mendes Moreira.</p><p><br></p><p>No Dia da Família da EMEF Rita de Cássia Oliveira (RCO), realizamos a oficina “Minha imagem, minha história: descobrindo identidades” com as turmas do 6º ao 9º ano. Queríamos propor uma vivência que trabalhasse o autoconhecimento e os aspectos socioemocionais, além de aproximar ainda mais as famílias da escola. A inspiração veio de uma ferramenta apresentada no intensivão de 2025 pela VIVEN, que adaptamos para a nossa realidade. </p><p><br></p><p>Iniciamos com uma conversa sobre o que é identidade e como ela é formada por histórias, tradições e memórias, muitas vezes ligadas ao lugar onde crescemos. Para exemplificar, mostramos nossos próprios mapas de identidade e compartilhamos nossas origens — Rio de Janeiro, Petrópolis e Serra Gaúcha — destacando como o individual e o coletivo se entrelaçam.</p><p><br></p><p>Em seguida, no laboratório de informática, cada aluno, junto com seus familiares, criou um mapa de identidade. O resultado foram produções digitais cheias de significado, que agora também farão parte da nossa Mostra Cultural, revelando trajetórias, raízes e sonhos dos nossos alunos.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-07-21 12:37:10 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Oficina de Redação</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/Ensina_Brasil/ConstruindoaCulturaqueQueremos/wish/3527872168</link>
         <description><![CDATA[<p>Giovanna Vidal, Ensina 2024, EE Leovegildo de Melo</p><p>Após minha experiência como professora do Ensino Médio, percebi a necessidade que os alunos tinham de um acompanhamento no que diz respeito à escrita, principalmente para os alunos que irão prestar ENEM. Com isso em mente, decidi tornar a Oficina de Redação como algo fixo e semanal, para dar oportunidade aos alunos que desejam aprender e praticar o gênero exigido pelo ENEM. Em parceria com os professores de Português, trabalhamos temas em conjunto e, ao realizar a oficina, o aluno tem a oportunidade de acompanhar a correção para saber o que pode melhorar e como fazê-lo.</p><p>A iniciativa tem gerado interesse dos alunos que querem prestar vestibular, e permitiu constância no aprendizado para alunos que apresentavam dificuldade com o gênero dissertativo-argumentativo.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-07-24 12:11:22 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>SCIENCE SQUAD: ENTREVISTAS E MUITOS JOGOS EM UM PODCAST DE DIVULGAÇÃO CIENTÍFICA </title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/Ensina_Brasil/ConstruindoaCulturaqueQueremos/wish/3528867517</link>
         <description><![CDATA[<p>Science Squad foi o nome escolhido pelos estudantes do 8º ano da Escola Profa Eliete Araújo de Souza para um projeto de comunicação que busca articular as vivências digitais adolescentes e a necessidade de chamar a atenção para curiosidades e temas importantes ligados ao mundo científico. O podcast foi pensado e vem sendo desenvolvido para plataformas de audio e video, projetando episódios com proposta variada, incluindo desafios de conhecimento para estudantes convidados e entrevistas com professores e outros profissionais. A consolidação da ideia veio, meses atrás, a partir da necessidade de intervir sobre o problema do uso de cigarros eletrônicos por estudantes da escola. A equipe do podcast foi formada no desenrolar das primeiras ações de conscientização sobre o tema, que acabou se tornando nossa primeira pauta. A experiência de produção tem sido enriquecedora. Os estudantes foram divididos em equipes, para gerenciar questões de roteiro, filmagem, edição e divulgação, sendo constantemente desafiados para melhor organização, foco e repertório sobre cada assunto do qual vão tratar. Logo no começo, descobrimos potenciais inesperados, como a estudante que assumiu o design e encomenda de uniformes personalizados para a equipe de produção, além da desenvoltura da dupla escolhida para apresentar os episódios. Além de material audiovisual, o grupo concentra esforços em divulgar episódios e informações por meios físicos, como pôsteres e banners. Logo logo todes poderâo conferir nosso primeiro episódio, mas já podem ficar ligados no nosso Instagram  @science_squad8c !!!</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-07-25 17:45:22 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Projeto AutorIA</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/Ensina_Brasil/ConstruindoaCulturaqueQueremos/wish/3531172126</link>
         <description><![CDATA[<p>O dia 25 de julho ficará para sempre marcado em minha memória. Na sala de informática da EMEF Maria José Costa Moraes, enquanto aguardava meus alunos do 8° ano se acomodarem, sentia minhas mãos úmidas - não pelo calor da cidade, mas pela ansiedade do momento que estávamos prestes a viver. Ali, iríamos testar pela primeira vez a AutorIA, ferramenta que desenvolvi inspirada pelas aulas do curso DocentIA.</p><p><br/></p><p>Diante de mim, via os rostos familiares: alguns demonstravam curiosidade genuína, outros mantinham aquela expressão de desinteresse que tantas vezes frustrara minhas tentativas de despertar neles o gosto pela escrita. O desafio era complexo: como transformar o ato de escrever - que para muitos era associado a regras rígidas e ao fantasma da avaliação - em uma experiência prazerosa e libertadora?</p><p><br/></p><p>Ao apresentar a AutorIA, optei por chamá-la de "assistente pessoal de escrita", enfatizando que seu papel era ajudar, nunca julgar e nem escrever por eles. O momento em que começaram a interagir com a ferramenta foi mágico. Vi alunos que antes passavam aulas inteiras encarando a folha em branco receberem estímulos inteligentes: "Vamos expandir essa ideia juntos? Aqui estão algumas perguntas para te ajudar a desenvolver sua história:"</p><p><br/></p><p>Foi emocionante observar como aquelas perguntas-guia acendiam faíscas criativas. Em poucos minutos, estudantes que normalmente produziam no máximo algumas linhas mal articuladas estavam completando parágrafos inteiros, com um brilho nos olhos que eu nunca havia visto em aulas convencionais de redação.</p><p><br/></p><p>A cena mais marcante foi quando uma aluna normalmente reservada exclamou, surpresa: "Professor, a IA entendeu minha história!" Seu entusiasmo ao receber sugestões que realmente dialogavam com sua narrativa foi contagiante. Pela primeira vez em todo o ano letivo, ela pediu voluntariamente para compartilhar seu texto.</p><p><br/></p><p>Quando o sinal anunciou o fim da aula, fui cercada por pedidos unânimes: "Libera a AutorIA pra gente usar em casa!" Naquele momento, compreendi que algo fundamental havia mudado - meus alunos haviam descoberto que escrever podia ser um diálogo criativo, não um monólogo solitário e angustiante.</p><p><br/></p><p>Esta experiência me mostrou que a inteligência artificial, quando utilizada com propósito pedagógico claro, não ameaça o papel do professor - pelo contrário, potencializa nossa capacidade de oferecer atenção personalizada em escala. Meu sonho agora é ampliar este projeto, levando a AutorIA para mais turmas e escolas, especialmente da rede pública.</p><p><br/></p><p>Tudo começou com uma simples indagação: "E se a tecnologia pudesse ajudar meus alunos a encontrarem sua voz?" A resposta veio não apenas nos textos produzidos, mas na pergunta que ouvi ao final da aula, carregada de um entusiasmo raro: "Professor, a gente vai continuar escrevendo na próxima aula?"</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-07-29 13:06:03 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Julgar para Refletir: A Violência Escolar sob o Olhar do 9º Ano </title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/Ensina_Brasil/ConstruindoaCulturaqueQueremos/wish/3531376677</link>
         <description><![CDATA[<p><strong>Escola Estadual Gustavo Kulmann</strong></p><p><br/></p><p><strong>Contextos e personagens </strong></p><p>Ao longo do primeiro semestre de 2025, desenvolvi, juntamente com minhas turmas do 9º ano, um projeto com o objetivo de promover a reflexão crítica sobre a violência no ambiente escolar. </p><p><br/></p><p><strong>Desafio</strong> </p><p>Abordar um tema tão presente na realidade dos(as) estudantes é, sem dúvida, um grande desafio, tanto pelos possíveis gatilhos emocionais que podem emergir durante as discussões, quanto pela dificuldade que muitos(as) demonstram em exercitar a empatia em relação aos próprios colegas. </p><p><br/></p><p><strong>Solução</strong></p><p>Diante desse contexto, o trabalho foi estruturado em diferentes etapas, em consonância com o planejamento pedagógico das aulas de Língua Portuguesa para o 9º ano do Ensino Fundamental. A última etapa do projeto esteve vinculada à exibição da primeira temporada da série, <em>AlRawabi School for Girls</em> (2021, Netflix), que aborda temas relevantes como <em>bullying</em>, <em>cyberbullying</em>, omissão e feminicídio. Após a exibição em sala de aula, os(as) estudantes, organizados em grupos, elaboraram resenhas críticas sobre a obra. Em seguida, participaram de simulações de julgamentos envolvendo os crimes abordados na série, desempenhando os papéis de advogados(as) de defesa, defensores(as) públicos(as), promotores(as), testemunhas e júri. </p><p><br/></p><p><strong>Futuro </strong></p><p>A violência escolar é um fenômeno complexo que compromete o processo de ensino-aprendizagem e o bem-estar dos estudantes. A proposta de realizar um julgamento simulado como parte das atividades pedagógicas visa, além de ampliar o conhecimento sobre direitos, deveres e justiça, engajar os alunos em uma aprendizagem ativa, colaborativa e contextualizada. Ao mesmo tempo em que desenvolve habilidades de argumentação e oratória, promove o trabalho em equipe, estimula o pensamento crítico e a análise de diferentes pontos de vista. Promover o diálogo e a reflexão é um passo fundamental para desnaturalizar comportamentos violentos e incentivar a cultura do respeito mútuo.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-07-29 20:54:06 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Memory game: Classroom Language: Aprendendo Inglês de forma divertida!</title>
         <author>ricardospenido</author>
         <link>https://padlet.com/Ensina_Brasil/ConstruindoaCulturaqueQueremos/wish/3533121367</link>
         <description><![CDATA[<p>“Posso ir ao banheiro?”</p><p>“Abram seus cadernos, por favor.”</p><p>“Professor, tenho uma dúvida.”</p><p>São frases que falamos e ouvimos diariamente em sala de aula. Pensando nisso, junto com 4 estudantes incríveis, fiz um jogo da memória em que cada rodada os jogadores precisavam virar 3 cartas: a frase em inglês, sua tradução pro português e uma imagem que as representasse. </p><p>Na IX Mostra de Trabalhos organizada pela UFPE, apresentamos esse jogo para diversas escolas e educadores como uma das nossas estratégias para aprender sobre Classroom Language (Linguagem de Sala de aula), conteúdo da Língua Inglesa muito utilizado durante toda a Educação Básica. </p><p>Construir o jogo com minhas estudantes e vê-las arrasando na apresentação, renovaram meu fôlego para investir em metodologias ativas e aprendizagem significativa. Saí de lá ainda mais convencido que é possível e necessário seguir lutando para que #Umdia todas as crianças tenham uma educação de qualidade, como acreditamos no Ensina Brasil.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-07-31 13:48:58 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/Ensina_Brasil/ConstruindoaCulturaqueQueremos/wish/3533121367</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Projeto: &quot;Se quer paz, quero em dobro!&quot;</title>
         <author>ricardospenido</author>
         <link>https://padlet.com/Ensina_Brasil/ConstruindoaCulturaqueQueremos/wish/3533150449</link>
         <description><![CDATA[<p>A ideia para este projeto surgiu a partir de uma conversa com a minha consultora, Beatriz Cavalcanti, com o objetivo de construirmos uma escola mais segura, acolhedora e livre de violências.</p><p><br/></p><p>Em parceria com a Alumni Bárbara Sartori (também professora de Projeto de Vida), desenvolvemos uma sequência de atividades nas aulas da disciplina, com base em premissas da Educação Integral. Trabalhamos com a centralidade dos estudantes na construção das soluções e com metodologias que contemplassem as dimensões cognitiva, cultural, social e emocional.</p><p><br/></p><p>Nossas metodologias incluíram o início de cada processo com uma roda de conversa liderada pelos representantes de turma, seguida de estudos de caso sobre diferentes formas de violência, com base no problema "Escola Livre de Ódio", do Porvir. Após a identificação e análise das violências, promovemos uma chuva de ideias com a turma para pensar soluções concretas aplicáveis à realidade da escola.</p><p>Embora o processo tenha sido longo, ele gerou resultados significativos em diferentes frentes. Para potencializar o impacto e ampliar o engajamento da comunidade escolar, realizaremos um "Dia D" (27/08), voltado à mobilização coletiva em torno dos desafios identificados.</p><p><br/></p><p>Como parte das ações voltadas ao enfrentamento do bullying e do ciberbullying, realizamos reflexões e atividades a partir de trechos da série <em>Adolescência</em>. Ao final, cada estudante escreveu uma carta para um dos personagens da série, sugerindo atitudes que poderiam ter evitado as situações de violência vivenciadas.</p><p><br/></p><p>Como principais aprendizados, destacamos a importância de escutar ativamente os estudantes, de envolver a comunidade escolar nas soluções e de promover espaços de fala e escuta qualificada. Os resultados mais expressivos foram o fortalecimento do vínculo entre pares, o aumento da empatia nas relações e o despertar de uma consciência coletiva sobre o papel de cada um na construção de um ambiente escolar mais humano e seguro.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-07-31 14:39:53 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/Ensina_Brasil/ConstruindoaCulturaqueQueremos/wish/3533150449</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Jogo do autoconhecimento: Nosso jeito de ser e as nossas características</title>
         <author>ricardospenido</author>
         <link>https://padlet.com/Ensina_Brasil/ConstruindoaCulturaqueQueremos/wish/3533168743</link>
         <description><![CDATA[<p>Com o objetivo de promover o autoconhecimento e ampliar o repertório dos estudantes sobre suas características, qualidades e aspectos a desenvolver, criei um jogo inspirado na dinâmica “Quem eu sou?”. A atividade foi realizada em duas etapas: na primeira, os estudantes sorteavam uma característica e desafiavam a turma a adivinhar qual era, apenas por meio de perguntas. Em seguida, realizamos o jogo em grupos, incentivando a colaboração e o diálogo.</p><p>Para concluir a sequência, os estudantes registraram as características discutidas em seus cadernos e fizeram o contorno de suas mãos. Em cada dedo da mão esquerda, escreveram qualidades que reconhecem em si mesmos; na mão direita, apontaram aspectos que gostariam de melhorar. A atividade proporcionou momentos potentes de reflexão, escuta e troca entre os colegas — fortalecendo a construção da identidade e o olhar cuidadoso sobre si e sobre os outros.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-07-31 15:14:30 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/Ensina_Brasil/ConstruindoaCulturaqueQueremos/wish/3533168743</guid>
      </item>
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         <title>Apreciação &amp; Sugestão</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/Ensina_Brasil/ConstruindoaCulturaqueQueremos/wish/3533216186</link>
         <description><![CDATA[<ul><li><p><strong>Escola: </strong>Escola Municipal Nossa Senhora Rainha dos Anjos - CAIC</p></li></ul><ul><li><p><strong>Profª responsável: </strong>Manuela Rangel - Ensina 2024</p></li></ul><ul><li><p>Ação em sala de aula na disciplina de Matemática.</p></li></ul><p>Na volta às aulas, os estudantes foram recebidos com a iniciativa <strong>Apreciação &amp; Sugestão</strong>, que consistiu em um recado escrito à mão com um elogio (eu aprecio que você…) e uma ideia de melhoria (eu sugiro que você…) para estimular o desenvolvimento estudantil e pessoal dos alunos.</p><p><br/></p><p>A iniciativa fortaleceu o <strong>relacionamento de confiança</strong> com os estudantes, que se sentiram vistos e valorizados.</p><p> </p><p>Os elogios feitos variaram de percepcões de sala de aula, como<em> “seu caderno é muito bem organizado”</em>, <em>“você é muito dedicado(a)”</em> até características pessoais, como <em>“você é leal aos seu amigos”</em>, <em>“você se expressa muito bem”</em>, <em>“seu sorriso é muito genuíno”</em>, etc.</p><p><br/></p><p>Os recados foram recebidos com carinho e surpresa pelos estudantes, muitos dos quais não estão acostumados a receberem palavras gentis e a enxergarem suas características positivas.</p><p><br/></p><p>Além disso, a boa prática foi reconhecida pela gestão da escola e enviada aos outros professores como uma boa maneira de incentivar os estudantes a se dedicarem&nbsp;cada&nbsp;vez&nbsp;mais.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-07-31 17:07:44 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Pizzas do Conhecimento</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/Ensina_Brasil/ConstruindoaCulturaqueQueremos/wish/3533828185</link>
         <description><![CDATA[<p>&nbsp;Este projeto foi idealizado e desenvolvido por Valessa Rosa na EMEFTI Paulo Reglus Neves Freire.</p><p>O projeto "Pizzas do Conhecimento" foi desenvolvido para ensinar frações aos estudantes do 6° ano de forma prática e envolvente, utilizando a confecção de pizzas como atividade central. O objetivo foi proporcionar uma compreensão lúdica das frações, permitindo que os estudantes experimentem a divisão e comparação dessas representações numéricas. A metodologia incluiu uma introdução teórica sobre frações, seguida de atividades práticas em que os estudantes dividem pizzas em partes iguais e identificam as frações correspondentes. A abordagem colaborativa estimulou discussões sobre a comparação de frações e a reflexão sobre sua aplicação no cotidiano. Ao final da experiência, os estudantes degustam as pizzas, reforçando a conexão entre teoria e prática. O referencial teórico destacou a importância das frações na vida diária e sua aplicabilidade em diversas situações. Os resultados mostram que os estudantes não só compreendem melhor o conceito de frações, mas também desenvolvem habilidades de colaboração e criatividade. Conclui-se que a combinação de teoria e prática torna o aprendizado mais significativo, facilitando a assimilação de conceitos matemáticos essenciais e preparando os estudantes para o uso cotidiano das frações. Essa abordagem inovadora transforma o ensino de matemática em uma experiência divertida e educativa, contribuindo para a formação de estudantes mais engajados e críticos.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-08-01 15:45:31 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Desenho Criativo</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/Ensina_Brasil/ConstruindoaCulturaqueQueremos/wish/3533953758</link>
         <description><![CDATA[<p>Projeto realizado na EMEFTI Paulo Reglus Neves Freire com o 6º Ano.</p><p>O principal objetivo deste projeto é proporcionar aos estudantes uma compreensão aprofundada sobre formas geométricas e sólidos, utilizando atividades práticas de desenho e construção. Ao longo do processo, os estudantes não apenas aprenderam a identificar diferentes sólidos geométricos, mas também exploraram maneiras criativas de utilizá-los para criar imagens e representações artísticas.</p><p>Para facilitar a interação e o aprendizado colaborativo, a turma foi dividida em grupos. Cada grupo recebeu um conjunto variado de sólidos geométricos, que lhes permitiram manipular e experimentar com diferentes formas. O desafio lançado a cada grupo consistia em criar uma estrutura original, que poderia ser uma casa, um animal, uma pipa ou qualquer outra construção que eles imaginassem, utilizando os sólidos disponíveis. Essa atividade incentiva a colaboração e a troca de ideias entre os estudantes, enquanto eles trabalham juntos na construção de suas criações.</p><p>Na etapa seguinte, denominada "Desenho Criativo", cada aluno teve a oportunidade de escolher uma estrutura ou figura que haviam criado na aula anterior. Com base nessa escolha, eles desenharam uma imagem que incorporasse as formas geométricas que compunham a estrutura selecionada. Essa atividade não apenas desenvolve habilidades artísticas, mas também reforça a compreensão dos conceitos geométricos por meio da prática.</p><p>Além disso, realizamos uma reflexão em grupo, onde discutimos as aprendizagens adquiridas sobre as formas e suas aplicações em diferentes contextos do cotidiano. Essa discussão permite que os alunos reconheçam a relevância das formas geométricas em suas vidas diárias e em diversas disciplinas.</p><p>Em conclusão, este projeto visa não apenas ensinar sobre formas geométricas, mas também estimular a criatividade individual e o trabalho em equipe. Ao promover uma abordagem prática e lúdica, buscamos criar um ambiente de aprendizagem significativo e divertido, onde os estudantes possam se sentir motivados a explorar e descobrir o fascinante mundo da geometria.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-08-01 23:37:39 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Jornal Vozes Negras: Letramento Racial na Prática Escolar</title>
         <author>andersonjulyao</author>
         <link>https://padlet.com/Ensina_Brasil/ConstruindoaCulturaqueQueremos/wish/3534233815</link>
         <description><![CDATA[<p><strong>Profº Responsável: Anderson Julião -  Ensina  2025 </strong></p><p><strong>Escola Municipal Nossa Senhora Rainha dos Anjos - CAIC </strong></p><p><br/></p><p>Na escola pública, onde tantas histórias são caladas, nasce um projeto que transforma palavras em libertação.</p><p><strong>“Vozes Negras”</strong> é mais que um trabalho pedagógico. É um ato político. Um mergulho profundo na potência da linguagem como ferramenta de reconstrução da autoestima, da memória e da dignidade do povo preto.</p><p>A partir de gêneros como <strong>notícia, reportagem, entrevista e divulgação científica</strong>, nossos estudantes do Ensino Fundamental escrevem, leem, discutem e apresentam temas urgentes:<br>→ <strong>Letramento racial</strong><br>→ <strong>Preconceito linguístico</strong><br>→ <strong>Heróis e heroínas negras invisibilizadas pela história</strong><br>→ <strong>Ciência e desigualdade racial</strong></p><p>Mais do que formar autores, formamos vozes.<br>Mais do que ensinar Língua Portuguesa, ensinamos a <strong>reconhecer a beleza do próprio nome, da própria fala, da própria história</strong>.</p><p>Este projeto é sobre escrever para não se apagar.<br>Falar para não se calar.<br><strong>Educar para resistir.</strong></p>]]></description>
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         <pubDate>2025-08-02 20:12:41 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Projeto de Robótica Educacional – Despertando Talentos e Criatividade</title>
         <author>antonioafernandes99</author>
         <link>https://padlet.com/Ensina_Brasil/ConstruindoaCulturaqueQueremos/wish/3535208824</link>
         <description><![CDATA[<p><strong>1. Contexto e Personagens</strong></p><p><br/></p><p>Na Escola Estadual José Barnabé de Mesquita, em Cuiabá-MT, o professor Antônio Fernandes desenvolve um projeto de Robótica Educacional com turmas do 7º e 8º ano. A escola contava com 8 kits de robótica e 8 tablets que estavam sem uso. Com a abertura de uma formação voltada a professores, ele se inscreveu e, após concluir o curso, propôs a realização das aulas com os alunos, que acolheram a ideia com entusiasmo.</p><p><br/></p><p><strong>2. Desafio</strong></p><p><br/></p><p>O principal desafio foi dar novo propósito aos equipamentos ociosos e, ao mesmo tempo, engajar os alunos em um projeto extracurricular no contraturno, superando dificuldades como o desinteresse de parte da turma por conteúdos de exatas.</p><p><br/></p><p><strong>3. Solução</strong></p><p><br/></p><p>As aulas foram estruturadas para ocorrer no contraturno, utilizando os kits e tablets da escola. Com foco em atividades práticas, os alunos exploram conceitos de programação, montagem e automação. As aulas promovem o trabalho em equipe, a criatividade e a resolução de problemas, com ampla participação dos estudantes.</p><p><br/></p><p><strong>4. Impacto</strong></p><p><br/></p><p>Desde o início do projeto, houve um aumento notável no envolvimento dos alunos, inclusive daqueles com menor participação nas aulas regulares. O ambiente se tornou mais dinâmico, e os estudantes passaram a se mostrar mais confiantes e interessados em aprender, especialmente nas áreas relacionadas à matemática e tecnologia.</p><p><br/></p><p><strong>5. Futuro</strong></p><p><br/></p><p>As atividades já se mostram como base para futuras participações em torneios de robótica. A ideia é ampliar o projeto, envolver mais alunos e consolidar uma equipe representativa da escola. Com apoio da gestão e da comunidade, o projeto tem potencial de crescimento e continuidade nos próximos anos.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-08-04 16:45:32 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/Ensina_Brasil/ConstruindoaCulturaqueQueremos/wish/3535208824</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Mato Grosso: por uma educação antirracista</title>
         <author>joaonoronha4</author>
         <link>https://padlet.com/Ensina_Brasil/ConstruindoaCulturaqueQueremos/wish/3535377213</link>
         <description><![CDATA[<p><strong>Contexto e Personagens:</strong> O projeto foi iniciado após um incidente de cunho racial durante os jogos internos da escola. Os alunos do sétimo ano do ensino fundamental foram o público-alvo, pois o ocorrido evidenciou a necessidade de uma intervenção educativa direta. O material de apoio foi o "Mato Grosso: por uma educação antirracista", disponibilizado pela SEDUC-MT.</p><p><strong>Desafios:</strong> O principal desafio foi fazer os alunos entenderem a complexidade do Brasil como um país miscigenado. A abordagem buscou desconstruir preconceitos ao longo da história, e fazer com que os estudantes compreendessem o papel da autodeclaração racial como uma ferramenta de valorização e reconhecimento da identidade. O objetivo era que os alunos refletissem sobre suas próprias falas e pensamentos, reconhecendo-se como agentes ativos na luta antirracista.</p><p><strong>Soluções:</strong> Utilizamos o material da SEDUC-MT para guiar as discussões. A metodologia incentivou a pesquisa e o diálogo, explorando temas como o histórico de miscigenação, a importância das cotas raciais e o impacto das leis que exigem o ensino da cultura afro-brasileira e indígena. Para a conclusão, os alunos criaram uma campanha antirracista com cartolinas, que incluíam frases de impacto e pinturas feitas por eles mesmos.</p><p><strong>Impacto:</strong> Os resultados foram extremamente positivos. Os alunos se mostraram engajados, participando ativamente e compartilhando histórias de suas famílias e ancestrais. Essa conexão pessoal com o tema fortaleceu a compreensão sobre suas próprias origens. A campanha criada pelos alunos amplificou a mensagem antirracista, transformando o espaço escolar em um ambiente de reflexão e conscientização.</p><p><strong>Futuro:</strong> Este projeto demonstra o potencial da educação para enfrentar o racismo estrutural na escola. A iniciativa não apenas cumpriu o objetivo de sensibilizar os alunos do sétimo ano, mas também criou um modelo replicável para outras turmas e escolas. </p>]]></description>
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         <pubDate>2025-08-05 00:04:32 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>OLIMPIADAS NACIONAL DE CIÊNCIAS 🧫🦠🧪🔬</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/Ensina_Brasil/ConstruindoaCulturaqueQueremos/wish/3538069554</link>
         <description><![CDATA[<p><strong>ONC - Olimpíada Nacional de Ciências</strong></p><p>Sou o único professor de Ciências do Ensino Fundamental II da escola, atuando com as seguintes turmas:</p><ul><li><p>6º ano A e B</p></li><li><p>7º ano A, B e C</p></li><li><p>8º ano A e B</p></li><li><p>9º ano B<br>Além disso, leciono Física no 1º ano A do Ensino Médio e tanto Física quanto Biologia no 2º ano A. A única turma com a qual não tenho contato direto é o 3º ano A.</p></li></ul><p>Por estar envolvido com praticamente toda a escola, decidi inscrevê-la na Olimpíada Nacional de Ciências (ONC) e incentivar os estudantes a participarem. No início, houve certa resistência por parte dos alunos, mas, com reforço positivo e estratégias motivacionais, consegui estimular as primeiras inscrições.</p><p>Com o objetivo de ampliar o engajamento, busquei apoio do maior medalhista da nossa rede/polo, <strong>Mailson Mady </strong>(Turma 2024), que compartilhou dicas valiosas. Entre elas:</p><ul><li><p>Conversar com a gestão e confeccionar um banner para divulgação;</p></li><li><p>Conquistar premiações simbólicas para incentivo (como fones de ouvido Bluetooth);</p></li><li><p>Engajar outros professores para colaborarem com a pontuação da escola;</p></li><li><p>Realizar aulões no auditório como forma de preparação;</p></li><li><p>Destacar a importância dos certificados e os diversos benefícios da participação.</p></li></ul><p>Graças a esse trabalho coletivo e estratégico, alcançamos o excelente número de <strong>132 estudantes inscritos</strong>!</p><p>Esse resultado só foi possível com a colaboração de pessoas incríveis. Agradeço especialmente:</p><ul><li><p>À diretora <strong>Cibele Márcia Pompeo de Campos</strong>, que apoiou com entusiasmo, ajudando na confecção do banner e na aquisição das premiações;</p></li><li><p>À minha dupla de ensino, <strong>Katiane Machado Cezimbra</strong>, pelo apoio constante no processo;</p></li><li><p>Aos professores da área de Ciências da Natureza:</p><ul><li><p><strong>Juliana Siqueira Duarte</strong> (Química, Física, Biologia, Pensamento Científico e Iniciação Científica)</p></li><li><p><strong>Guilherme André Siqueira Nonato</strong> (Biologia e Prática Experimental)</p></li></ul></li></ul><p>A mobilização de toda essa equipe foi essencial para motivar nossos alunos e transformar a participação na ONC em uma experiência rica e inspiradora.</p><p>Estou muito feliz com o engajamento e confiante com as provas que ocorrerão nos dias <strong>14, 15 e 16 de agosto</strong>.</p><p>E vale ressaltar: <strong>só o fato de tentarem já os torna vencedores</strong>. A tentativa é parte do processo de aprendizagem, e cada passo nessa jornada já é uma conquista!</p><p><br/></p><p><strong>Escola: ETI Prof. Rafael Rueda - Pedra 90, Cuiabá/MT - 2025</strong></p>]]></description>
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         <pubDate>2025-08-07 21:50:26 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/Ensina_Brasil/ConstruindoaCulturaqueQueremos/wish/3538069554</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Participação dos alunos na Academia Digital Ismart</title>
         <author>alisonsantos008</author>
         <link>https://padlet.com/Ensina_Brasil/ConstruindoaCulturaqueQueremos/wish/3538072183</link>
         <description><![CDATA[<p><br/></p><p>Com o compromisso de ampliar as oportunidades de aprendizagem e acesso a projetos educacionais de alto impacto, inscrevi quatro alunos da nossa escola na <strong>Academia Digital Ismart</strong> — uma iniciativa reconhecida nacionalmente por promover o desenvolvimento acadêmico e socioemocional de estudantes com alto potencial.</p><p>Um dos alunos inscritos é autista: <strong>JOAO GABRIEL NOGUEIRA AMARAL</strong>, o que reforça ainda mais nosso compromisso com a <strong>inclusão</strong>, a <strong>equidade</strong> e o reconhecimento da <strong>diversidade de talentos</strong>. Acredito que oferecer acesso a experiências enriquecedoras como esta é essencial para valorizar as múltiplas inteligências e proporcionar a todos os estudantes a chance de se destacarem em seus próprios ritmos e formas.</p><p>A inscrição na plataforma Ismart não apenas conecta os alunos a conteúdos de excelência, mas também:</p><ul><li><p>Estimula a autonomia e o pensamento crítico;</p></li><li><p>Abre portas para futuros processos seletivos e bolsas de estudos;</p></li><li><p>Incentiva a construção de projetos de vida com mais perspectiva e autoestima.</p></li></ul><p>Fico extremamente feliz em ver nossos alunos participando de oportunidades como essa, que fortalecem uma educação pública mais justa, acessível e inspiradora.</p><p><br/></p><p><strong>Escola: ETI Prof. Rafael Rueda - Pedra 90, Cuiabá/MT - 2025</strong></p><p><br/></p>]]></description>
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         <pubDate>2025-08-07 21:59:36 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/Ensina_Brasil/ConstruindoaCulturaqueQueremos/wish/3538072183</guid>
      </item>
      <item>
         <title>OLIMPIADAS NACIONAL DE CIÊNCIAS 🧫🦠🧪🔬</title>
         <author>alisonsantos008</author>
         <link>https://padlet.com/Ensina_Brasil/ConstruindoaCulturaqueQueremos/wish/3538800047</link>
         <description><![CDATA[<p>Sou o único professor de Ciências do Ensino Fundamental II da escola, atuando com as seguintes turmas:</p><ul><li><p>6º ano A e B</p></li><li><p>7º ano A, B e C</p></li><li><p>8º ano A e B</p></li><li><p>9º ano B<br>Além disso, leciono Física no 1º ano A do Ensino Médio e tanto Física quanto Biologia no 2º ano A. A única turma com a qual não tenho contato direto é o 3º ano A.</p></li></ul><p>Por estar envolvido com praticamente toda a escola, decidi inscrevê-la na Olimpíada Nacional de Ciências (ONC) e incentivar os estudantes a participarem. No início, houve certa resistência por parte dos alunos, mas, com reforço positivo e estratégias motivacionais, consegui estimular as primeiras inscrições.</p><p>Com o objetivo de ampliar o engajamento, busquei apoio do maior medalhista da nossa rede/polo, <strong>Mailson Mady </strong>(Turma 2024), que compartilhou dicas valiosas. Entre elas:</p><ul><li><p>Conversar com a gestão e confeccionar um banner para divulgação;</p></li><li><p>Conquistar premiações simbólicas para incentivo (como fones de ouvido Bluetooth);</p></li><li><p>Engajar outros professores para colaborarem com a pontuação da escola;</p></li><li><p>Realizar aulões no auditório como forma de preparação;</p></li><li><p>Destacar a importância dos certificados e os diversos benefícios da participação.</p></li></ul><p>Graças a esse trabalho coletivo e estratégico, alcançamos o excelente número de <strong>132 estudantes inscritos</strong>!</p><p>Esse resultado só foi possível com a colaboração de pessoas incríveis. Agradeço especialmente:</p><ul><li><p>À diretora <strong>Cibele Márcia Pompeo de Campos</strong>, que apoiou com entusiasmo, ajudando na confecção do banner e na aquisição das premiações;</p></li><li><p>À minha dupla ensina, <strong>Katiane Machado Cezimbra</strong>, pelo apoio constante no processo;</p></li><li><p>Aos professores da área de Ciências da Natureza:</p><ul><li><p><strong>Juliana Siqueira Duarte</strong> (Química, Física, Biologia, Pensamento Científico e Iniciação Científica)</p></li><li><p><strong>Guilherme André Siqueira Nonato</strong> (Biologia e Prática Experimental)</p></li></ul></li></ul><p>A mobilização de toda essa equipe foi essencial para motivar nossos alunos e transformar a participação na ONC em uma experiência rica e inspiradora.</p><p>Estou muito feliz com o engajamento e confiante com as provas que ocorrerão nos dias <strong>14, 15 e 16 de agosto</strong>.</p><p>E vale ressaltar: <strong>só o fato de tentarem já os torna vencedores</strong>. A tentativa é parte do processo de aprendizagem, e cada passo nessa jornada já é uma conquista!</p><p><br></p><p><strong>Escola: ETI Prof. Rafael Rueda - Pedra 90, Cuiabá/MT - 2025</strong></p>]]></description>
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         <pubDate>2025-08-08 19:49:10 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Em busca da vida microscópica</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/Ensina_Brasil/ConstruindoaCulturaqueQueremos/wish/3539101480</link>
         <description><![CDATA[<p>Como parte do conteúdo programático de biologia para o primeiro ano do ensino médio, os alunos estão começando a ser introduzidos à vida microscópica, incluindo a investigação de onde ela ocorre e como encontrá-la. Por isso, fizemos uma aventura através do mundo microscópico para mostrar que é possível encontrar vida nos mais diversos lugares. Os alunos trouxeram materiais coletados de suas comunidades, como amostra de água de chuva, agua de rios e até de regiões de esgoto à céu aberto. Com isso, observamos a manifestação da vida em sua maior diversidade através de uma prática integrada, simples e bastante participativa, com total protagonismo investigativo dos alunos.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-08-09 15:37:38 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Dogma Central da Biologia com Lego</title>
         <author>biordias</author>
         <link>https://padlet.com/Ensina_Brasil/ConstruindoaCulturaqueQueremos/wish/3539104276</link>
         <description><![CDATA[<p>Entender conceitos de biologia molecular sempre soam um pouco abstrato. DNA, proteínas, RNA e demais conteúdos que sequer são visíveis geram uma demanda grande por abstração que muitas vezes os alunos apresentam dificuldade para acompanhar. Por isso, resolvi trazer uma dinâmica diferenciada para o entendimento do processo de transcrição e tradução genética: a utilização de peças de Lego. Na atividade, os alunos precisavam criar objetos Lego que apresentavam alguma utilidade de acordo com o seu formato (simulando uma proteína, que depende integralmente do formato exato para pleno funcionamento). A partir dessa construção, os alunos codificaram suas criações através de códons, criando uma sequência de três bases nitrogenadas para cada tipo de peça utilizada (simulando um aminoácido) e montando a sequência inteira necessária para construção do objeto (simulando o gene). Assim, os alunos não só usaram a criatividade para montar objetos diversificados, como também observaram o fluxo de transformação de uma sequência de DNA em uma proteína funcional.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-08-09 15:48:49 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/Ensina_Brasil/ConstruindoaCulturaqueQueremos/wish/3539104276</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Curso introdutório - Fundamentos de Robótica com Lego</title>
         <author>biordias</author>
         <link>https://padlet.com/Ensina_Brasil/ConstruindoaCulturaqueQueremos/wish/3539120455</link>
         <description><![CDATA[<p>Raphael Dias - 2025 - E.E. Malik Didier Namer Zahafi</p><p><br/></p><p>Com o objetivo de desenvolver uma equipe interna de robótica, oferecemos um curso introdutório para todos os alunos interessados. Foram 6 encontros em cada turno (manhã e tarde), com um total de 70 alunos sendo formados. Os alunos aprenderam sobre lógica de programação, montagem e mecânica de peças, dinâmicas de movimento e desenvolveram a criatividade em uma série de atividades práticas e imersivas.</p><p><br/></p><p>Com o curso encerrado, selecionamos 30 alunos para compor a equipe de robótica do colégio. Agora, esses alunos serão divididos em equipes para competição, desenvolvimento de práticas pedagógicas para recomposição de aprendizagem e projetos de robótica e sustentabilidade. Com isso, esperamos fortalecer a cultura de inovação, protagonismo e liderança nos estudantes.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-08-09 17:02:27 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Nossa turma foi selecionada para participar do Câmara Mirim 2025</title>
         <author>iagoohmenezes</author>
         <link>https://padlet.com/Ensina_Brasil/ConstruindoaCulturaqueQueremos/wish/3539412926</link>
         <description><![CDATA[<p>Nossa turma foi selecionada para participar do <strong>Câmara Mirim 2025</strong>, um programa da Câmara dos Deputados que coloca crianças e adolescentes como protagonistas na criação de ideias e projetos de lei para melhorar o Brasil.</p><p><br></p><p>A seleção veio a partir de uma redação que escrevi sobre <strong>como tornar a educação para a democracia mais plural e inclusiva</strong> – escolhida entre dezenas de propostas enviadas por profissionais de todo o país.</p><p><br></p><p>Agora, teremos a oportunidade de aprender como as leis são feitas, discutir soluções para problemas reais e transformar essas ideias em projetos concretos.</p><p><br></p><p> O momento mais esperado será em outubro, quando iremos a <strong>Brasília</strong> para apresentar e defender nossas propostas no plenário da Câmara, debatendo com estudantes de várias regiões do Brasil.</p><p><br></p><p>Mais que uma viagem, será uma experiência de cidadania na prática – onde cada estudante vai perceber que sua voz pode fazer diferença e que democracia se constrói juntos.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-08-10 16:26:52 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Nau dos Mestres</title>
         <author>iagoohmenezes</author>
         <link>https://padlet.com/Ensina_Brasil/ConstruindoaCulturaqueQueremos/wish/3539415122</link>
         <description><![CDATA[<p>Tenho a satisfação de compartilhar o início da participação dos nossos alunos no projeto <em>Nau dos Mestres</em> - uma iniciativa inovadora que integra ciência e arte por meio de uma abordagem lúdica e interdisciplinar.</p><p><br/></p><p>Alinhado às dez competências gerais da BNCC, o projeto promove o desenvolvimento transversal dessas habilidades, valorizando o caráter integrador e o aprendizado ativo.</p><p><br/></p><p>Sob a coordenação dos professores Daiana Rosário e Iago Menezes, as turmas de 6º e 7º ano exploraram narrativas inspiradoras de Gaia, Leonardo da Vinci, Merlin e Apolo, despertando o interesse e a curiosidade dos estudantes de maneira criativa e envolvente.</p><p><br/></p><p>Seguimos empenhados em proporcionar experiências educativas que conectem conhecimento e imaginação, preparando nossas crianças para os desafios do século XXI</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-08-10 16:40:06 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Física e Arte</title>
         <author>maateussiiilva23</author>
         <link>https://padlet.com/Ensina_Brasil/ConstruindoaCulturaqueQueremos/wish/3539601967</link>
         <description><![CDATA[<p>Para abrir essa nova etapa do ano letivo, propusemos um desafio diferente: transformar os conteúdos de Física estudados até agora em uma história em quadrinhos. A atividade foi realizada em grupo e uniu arte com Física, além de contribuir para o desenvolvimento da escrita dos alunos.</p><p><br/></p><p>Cada grupo mostrou muita criatividade ao unir conceitos como energia cinética, corrente elétrica e efeito Doppler com humor, aventura e até drama. As produções ficaram excelentes!</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-08-11 02:51:54 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Atividade sobre o dia 25 de julho: Dia Internacional da mulher Negra Latina-Caribenha</title>
         <author>annacarlos1</author>
         <link>https://padlet.com/Ensina_Brasil/ConstruindoaCulturaqueQueremos/wish/3540235347</link>
         <description><![CDATA[<p>No dia <strong>25 de julho</strong>, Dia Internacional da Mulher Negra Latino-Americana e Caribenha, a professora conversou com os estudantes do 7º ano do Ensino Fundamental sobre a importância da data e incentivou o debate sobre o racismo. Posteriormente, organizou a turma para que cada estudante pudesse expressar, de forma artística, sua homenagem às mulheres negras. As produções foram reunidas e expostas em um cartaz coletivo, celebrando a força, a história e a contribuição dessas mulheres para a sociedade.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-08-11 11:48:17 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Calcule e Responda</title>
         <author>icarlamoura</author>
         <link>https://padlet.com/Ensina_Brasil/ConstruindoaCulturaqueQueremos/wish/3540655093</link>
         <description><![CDATA[<p><strong>Para encerrar o conteúdo de expressões numéricas com as turmas de 7º ano</strong>.</p><p><br/></p><p>Organizei uma aula diferente e interativa.<br>Os alunos foram divididos em duplas e cada equipe recebeu um quadro branco e um pincel.</p><p><br>O desafio era resolver as questões juntos e registrar a resposta no quadro.</p><p><br>A atividade proporcionou um momento de descontração, colaboração e muito aprendizado, reforçando os conceitos de forma prática e divertida.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-08-11 18:28:20 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>17ª Olimpíada Nacional em História do Brasil</title>
         <author>thayanegabriele</author>
         <link>https://padlet.com/Ensina_Brasil/ConstruindoaCulturaqueQueremos/wish/3540667064</link>
         <description><![CDATA[<p><strong>Orgulho define!</strong> ✨</p><p>A <strong>Olimpíada Nacional em História do Brasil (ONHB)</strong>, projeto de extensão da Universidade Estadual de Campinas, é um desafio que vai muito além das provas — ela estimula o pensamento crítico, a pesquisa e a cooperação.</p><p>Este ano, tive a honra de tutorar <strong>15 alunos do 8º ano</strong> na <strong>17ª edição</strong> da ONHB. Com dedicação e entusiasmo, eles participaram de reuniões em contraturno, videochamadas, pesquisas e debates, sempre comprometidos com o próprio aprendizado.</p><p>O resultado? Avançamos até a <strong>quarta fase</strong>! 🎯 Uma conquista que celebra não apenas conhecimento, mas também resiliência, trabalho em equipe e amor pela História.</p><p>Mais importante do que ganhar é <strong>aceitar o desafio, viver o processo e se comprometer com ele</strong>. A ONHB nos lembra que cada fase é uma oportunidade de crescer, aprender e se superar.</p><p>Entregar os certificados de participação foi mais do que um ato formal: foi reconhecer o esforço, a disciplina e o brilho de cada estudante que acreditou na própria capacidade.</p><p>📚 Que essa experiência sirva de inspiração para que continuem acreditando no poder da educação como caminho para transformar realidades.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-08-11 18:49:10 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/Ensina_Brasil/ConstruindoaCulturaqueQueremos/wish/3540667064</guid>
      </item>
      <item>
         <title>&quot;Que país eu sou?&quot; Identificando países através das coordenadas geográficas. - </title>
         <author>mariavivianebezerra</author>
         <link>https://padlet.com/Ensina_Brasil/ConstruindoaCulturaqueQueremos/wish/3540766912</link>
         <description><![CDATA[<p><br/></p><p>Na Escola Estadual Governador José Fragelli, foi desenvolvida uma aula diferenciada de Geografia para o 1º ano do EM com foco na habilidade da BNCC EM13CHS206, que propõe o uso de linguagens cartográficas e geotecnologias para a compreensão do espaço geográfico. A proposta da atividade “Que país eu sou?” visava consolidar o conteúdo de coordenadas geográficas por meio de uma prática interativa, utilizando recursos digitais.</p><p><strong>Personagens/Público-alvo</strong></p><p>Os protagonistas da atividade foram os estudantes do 1º ano do Ensino Médio, que, organizados em duplas, participaram ativamente da proposta, sob a orientação da professora de Geografia. O foco era estimular a autonomia e a aplicação prática dos conhecimentos sobre latitude e longitude em um desafio colaborativo.</p><p><strong>Desafio</strong></p><p>O principal desafio foi a ausência de mapas físicos disponíveis para todos os grupos. Embora o uso dos Chromebooks tenha possibilitado a realização da atividade, navegar por mapas digitais exigiu maior atenção e adaptação por parte dos estudantes. Ainda assim, a maioria das duplas conseguiu contornar as dificuldades técnicas e concluir a proposta com êxito.</p><p><strong>Solução</strong></p><p>A solução encontrada foi utilizar os Chromebooks da escola e uma televisão para apresentar orientações gerais. Cada dupla recebeu pares de coordenadas geográficas (latitude e longitude) e deveria, por meio da análise dos mapas digitais, descobrir a qual país os dados se referiam. A dinâmica exigiu pesquisa, interpretação e raciocínio geográfico, incentivando a cooperação e a troca de ideias entre os alunos.</p><p><strong>Impacto e Futuro</strong></p><p>A atividade teve grande aceitação entre os estudantes, que se mostraram motivados e engajados em resolver os desafios propostos. A maioria das duplas conseguiu identificar corretamente os países, demonstrando uma boa assimilação dos conceitos. A proposta reforça a importância do uso de metodologias ativas e recursos digitais no ensino de Geografia, e pode ser adaptada para aprofundar o trabalho com escalas, fusos horários ou temas geopolíticos, fortalecendo o vínculo entre teoria e prática no processo de aprendizagem.</p><p><br/></p>]]></description>
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         <pubDate>2025-08-11 22:37:52 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/Ensina_Brasil/ConstruindoaCulturaqueQueremos/wish/3540766912</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Rumo ao Pódio - Conquista de Medalhas em Olimpíadas de Matemática</title>
         <author>antonioafernandes99</author>
         <link>https://padlet.com/Ensina_Brasil/ConstruindoaCulturaqueQueremos/wish/3541739636</link>
         <description><![CDATA[<p><br/></p><p><strong>1. Contexto e Personagens</strong><br>O <em>Rumo ao Pódio</em> é um projeto liderado pelos professores de Matemática Antônio Fernandes e Mailson Mady, com a missão de transformar o potencial dos estudantes em conquistas reais. Com aulas especiais, simulados e desafios semanais, o projeto cria um ambiente de superação, foco e crescimento, preparando os alunos para participar de importantes olimpíadas de Matemática no Brasil.                                              </p><p><strong>2. Desafio</strong><br>O objetivo não era apenas encarar duas competições, mas sim participar de diversas olimpíadas ao longo do ano, fortalecendo e superando o excelente trabalho iniciado no ano anterior com a conquista de 26 medalhas na OLITEF. Mais que buscar premiações, tratava-se de incentivar a participação e despertar nos estudantes a confiança de que são capazes de competir com milhares de outros jovens pelo país.                                          </p><p><strong>3. Solução</strong><br>Com muito empenho e participação ativa dos estudantes, os professores organizaram um ciclo de preparação que uniu teoria, prática e motivação. Foram realizados encontros regulares, resolução de provas anteriores, atividades em grupo e desafios individuais, sem priorizar apenas uma competição, mas construindo um preparo sólido e diversificado para todas as oportunidades.                                        </p><p><strong>4. Impacto</strong><br>Na <strong>Olimpíada Brasileira de Matemática Financeira (OBMF)</strong>, entre mais de 22.200 participantes no país, nossos alunos conquistaram uma medalha de prata, três de bronze e cinco honras ao mérito — somando nove conquistas nacionais.<br>Já na <strong>Olimpíada Mandacaru de Matemática</strong>, que contou com mais de 301 mil inscritos no Brasil e 412 alunos da nossa escola, os resultados foram ainda mais expressivos: seis medalhas de ouro, vinte e oito de prata, trinta de bronze e doze menções honrosas, totalizando setenta e seis medalhistas.<br>Mais do que números e prêmios, a maior conquista foi ver a felicidade e o orgulho estampados no rosto dos alunos, provando que participar já é uma vitória.                                                                                                  <strong>5. Futuro</strong><br>O <em>Rumo ao Pódio</em> continuará incentivando e preparando os alunos para participar de diversas olimpíadas de Matemática, buscando ampliar o número de competições, aumentar a participação e manter o alto nível conquistado. Mais do que colecionar medalhas, o objetivo é criar uma cultura de desafio intelectual e perseverança, inspirando cada estudante a seguir se superando a cada edição.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-08-12 21:20:06 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/Ensina_Brasil/ConstruindoaCulturaqueQueremos/wish/3541739636</guid>
      </item>
      <item>
         <title>RUMO AO PÓDIO - CONQUISTA INTERNACIONAL - OLIMPÍADAS INTERNACIONAL DE MATEMÁTICA SEM FRONTEIRAS - OIMSF</title>
         <author>mailsonmadyguimaraes8</author>
         <link>https://padlet.com/Ensina_Brasil/ConstruindoaCulturaqueQueremos/wish/3541742867</link>
         <description><![CDATA[<p>1. <strong>Contexto e Personagens</strong></p><p>Em 2025, sob a orientação dos <strong>Ensinas </strong>-  <strong>Mailson Mady (2024) e Antônio Fernandes (2025)</strong>, mais de 30 equipes se prepararam para participar da Olimpíada Internacional de Matemática Sem Fronteiras <strong><em>(OIMSF)</em></strong>, unidas pelo sonho de mostrar que a escola pública pode brilhar no cenário INTERNACIONAL.</p><p>2. <strong>Desafio</strong></p><p>Entre os dias 20 e 27 de maio de 2025, os alunos encararam uma competição internacional de alto nível, com provas totalmente discursivas que exigiam raciocínio lógico, estratégia, trabalho em equipe e até a resolução de questões em outro idioma — incluindo uma questão em <strong><em>inglês</em></strong>, que exigiu interpretação e aplicação de conceitos matemáticos em língua estrangeira.</p><p>3. <strong>Solução</strong></p><p>Foi elaborado um plano de preparação intenso, com aulas específicas de resolução de problemas, simulados, estudos colaborativos e treinos de interpretação de enunciados em diferentes idiomas. Cada equipe, formada por cinco integrantes, se organizou para explorar seus pontos fortes e trabalhar de forma coordenada.</p><p>4. <strong>Impacto</strong></p><p>O esforço coletivo trouxe um resultado histórico:<br>🥇 <strong>2 equipes medalhistas de ouro</strong> – 2º Ano A (Ensino Médio) e 6º Ano B (Ensino Fundamental).<br>🏅 <strong>No total, 10 medalhas de ouro conquistadas</strong> – sendo a <strong>única escola pública de Cuiabá</strong> a atingir esse feito na OIMSF 2025.<br>Os alunos saíram mais confiantes, motivados e cientes de que podem vencer desafios internacionais.</p><p>5. <strong>Futuro</strong></p><p>O projeto “Rumo ao Pódio” seguirá como atividade permanente, com o objetivo de aumentar o número de equipes participantes, ampliar a preparação para diferentes olimpíadas acadêmicas e consolidar a escola como referência estadual e nacional em desempenho competitivo.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-08-12 21:28:03 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Gincana do comportamento </title>
         <author>aliceDantas</author>
         <link>https://padlet.com/Ensina_Brasil/ConstruindoaCulturaqueQueremos/wish/3543367417</link>
         <description><![CDATA[<p><strong>Ensina: Alice Dantas (T25)</strong></p><p><strong>Escola Nossa Senhora Rainha dos Anjos (CAIC)</strong></p><p><br></p><p><br></p><p><strong>Gincana do Comportamento – 8ºA e 8ºB</strong></p><p>Nas turmas do 8ºA e 8ºB, implementei a Gincana do Comportamento, uma dinâmica de pontuação que promove engajamento, disciplina e trabalho em equipe.</p><p>A iniciativa surgiu porque a indisciplina e a falta de responsabilidade com as atividades eram questões frequentemente mencionadas por outros professores. A proposta busca transformar esses desafios em motivação para que os alunos adotem atitudes mais positivas dentro e fora da sala de aula.</p><p>O projeto foi desenvolvido utilizando recursos simples apenas papel e caneta mostrando que ideias criativas podem ser aplicadas sem altos custos. Cada turma possui uma tabela afixada no mural. Sempre que têm aula de Matemática, podem ganhar pontos por comportamentos e atitudes positivas, bem como perder pontos em casos de condutas negativas. As pontuações são atribuídas proporcionalmente ao desempenho coletivo da turma (considerando o total de 40 alunos de cada turma).</p><p>Pontuações Positivas:</p><p>	•	Tarefas feitas em sala: até +20 pontos</p><p>	•	Tarefas feitas em casa: até +20 pontos</p><p>	•	Sala limpa e organizada: até +15 pontos</p><p>	•	Pontualidade: até +15 pontos</p><p>	•	Sem ocorrências formais: até +15 pontos</p><p>	•	Comportamento respeitoso com colegas e professores: até +15 pontos</p><p>Pontuações Negativas:</p><p>	•	Atrapalhar a aula: até -20 pontos</p><p>	•	Atrasos não justificados: até -15 pontos</p><p>	•	Tarefas não entregues: até -25 pontos</p><p>	•	Ocorrências formais: até -25 pontos</p><p>	•	Desrespeito no geral: até -15 pontos</p><p>Ao final de cada semana, registro o total de pontos obtidos por cada turma. No encerramento da gincana, a turma com maior pontuação acumulada é a vencedora.</p><p>Essa prática tem contribuído significativamente para:</p><p>	•	Incentivar a participação ativa nas atividades;</p><p>	•	Desenvolver responsabilidade individual e coletiva;</p><p>	•	Fortalecer o espírito de equipe;</p><p>	•	Melhorar o comportamento e o comprometimento acadêmico.</p><p><br></p>]]></description>
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         <pubDate>2025-08-14 12:50:34 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Modelando a Vida: Células Animal, Vegetal e Bacteriana 🧫🔬</title>
         <author>alisonsantos008</author>
         <link>https://padlet.com/Ensina_Brasil/ConstruindoaCulturaqueQueremos/wish/3543706031</link>
         <description><![CDATA[<p>No 6º ano, estávamos explorando o fascinante mundo das células, e para tornar o aprendizado mais dinâmico, transformei a sala em um verdadeiro laboratório criativo. Cada grupo de alunos recebeu o desafio de confeccionar, com massinha de modelar, uma célula animal, vegetal ou bacteriana.</p><p><br/></p><p>O objetivo era ir além da simples memorização: queria que eles compreendessem a função de cada estrutura celular de forma prática e significativa. Durante a confecção, percorri as mesas, observando, fazendo perguntas sobre as funções das organelas e incentivando que explicassem com suas próprias palavras. Assim, envolvemos diferentes áreas do cérebro, tato, fala, escrita e raciocínio enquanto o trabalho em equipe fortalecia a colaboração entre eles.</p><p><br/></p><p>Ao final, cada grupo apresentou sua célula finalizada em uma cartolina, identificando cada parte. Os colegas puderam circular pela sala, observar os trabalhos uns dos outros e trocar comentários. O resultado foi uma aula cheia de cores, interação e descobertas, que reforçou o conteúdo de maneira muito mais viva e memorável.</p><p><br/></p><p>Essa experiência não ficou restrita a um único dia. As células confeccionadas pelos próprios alunos permanecerão na sala durante todo o bimestre, servindo como recurso visual sempre que o tema for retomado. Assim, cada vez que falarmos sobre células, eles terão diante de si um exemplo concreto, criado por suas próprias mãos, reforçando o aprendizado e o sentimento de autoria sobre o conhecimento.</p><p><br/></p><p><strong>Escola: ETI Prof. Rafael Rueda - Pedra 90, Cuiabá/MT - 2025</strong></p>]]></description>
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         <pubDate>2025-08-14 19:49:48 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Saboreando a Ciência: Criando DNA com Jujubas 🧬🧬🧬</title>
         <author>alisonsantos008</author>
         <link>https://padlet.com/Ensina_Brasil/ConstruindoaCulturaqueQueremos/wish/3543709975</link>
         <description><![CDATA[<p>No 9º ano, mergulhamos no estudo do DNA de uma forma diferente, criativa e saborosa. Para transformar o conteúdo em algo mais próximo e envolvente, propus que cada grupo confeccionasse um modelo tridimensional da molécula usando palitos de dente e jujubas, representando as bases nitrogenadas, a dupla hélice e suas ligações.</p><p><br/></p><p>O desafio era compreender não apenas a forma, mas também a função do DNA e de suas partes. Enquanto montavam seus modelos, circulei pela sala observando, fazendo perguntas e incentivando que explicassem com suas próprias palavras o papel de cada elemento. Assim, estimulamos habilidades variadas: como coordenação motora, fala, escrita, raciocínio lógico e trabalho em equipe tornando o estudo mais ativo e significativo.</p><p><br/></p><p>Ao final, os modelos foram exibidos para toda a turma, permitindo que os grupos observassem e comparassem as criações uns dos outros. E, para coroar a atividade, cada aluno pôde degustar seu próprio DNA de jujuba, encerrando a aula com sorrisos e um sabor especial.</p><p><br/></p><p>Essa experiência não ficará restrita a um único dia. O modelo construído ficará registrado na memória dos alunos e será lembrado durante todo o bimestre, servindo como um recurso prático sempre que falarmos sobre genética. Assim, o conteúdo ganha uma ligação concreta com algo que eles mesmos criaram e vivenciaram, tornando a aprendizagem mais marcante e significativa.</p><p><br/></p><p><strong>Escola: ETI Prof. Rafael Rueda - Pedra 90, Cuiabá/MT - 2025</strong></p>]]></description>
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         <pubDate>2025-08-14 19:58:27 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>PROTAGONISMO INFANTIL | Alunos escritores</title>
         <author>gersyanneop</author>
         <link>https://padlet.com/Ensina_Brasil/ConstruindoaCulturaqueQueremos/wish/3543737086</link>
         <description><![CDATA[<p><sup>Do Silêncio à Palavra: crianças que escrevem o mundo. </sup></p><p><sup>Gersyanne Paiva, 2024, Escola Estadual Cívico-militar Dr Hélio Palma de Arruda </sup></p><p><br></p><p><strong>Contexto e Personagens:</strong></p><p>O projeto está sendo desenvolvido com as turmas de 8° e 6° ano em que leciono.  É perceptível a dificuldade dos alunos para ler e escrever, além de um profundo desinteresse por literatura. </p><p><br></p><p><strong>Desafio:</strong></p><p>Incentivar os alunos a produzir<strong> </strong>textos<strong> </strong>autorais e contar as suas histórias usando a criatividade para criar personagens.</p><p><br></p><p><strong>Solução:</strong></p><p>Ao longo<strong> </strong>dos<strong> </strong>dois<strong> </strong>primeiros bimestres os alunos foram conduzidos em produções textuais menores e apresentados a diferentes gêneros textuais, gerando interesse e autoconfiança nos estudantes. Ao longo desse período, os alunos também puderam apreciar a leitura por meio de aulas de leitura guiada, ampliando o repertório linguístico deles.</p><p><br></p><p><strong>Impacto:</strong></p><p>O primeiro impacto, devo confessar, foi perceber a alegria e a empolgação dos meus alunos em escrever os seus livros.</p><p>Os alunos demonstraram, durante a experiência da escrita, maior participação e atenção nas aulas, espírito de cooperação, além de demonstrar maior interesse pela leitura de livros físicos.</p><p><br></p><p><strong>Futuro:</strong></p><p>Estamos no segundo ano consecutivo de execução do projeto. Eu espero que o Projeto se torne uma política pública de incentivo à escrita e democratização da literatura, promovendo o nascimento de escritores em cada geração. </p><p><br></p>]]></description>
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         <pubDate>2025-08-14 20:51:23 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>ONC + TRABALHO EM EQUIPE E CONSTRUÇÃO DE REDE DE APOIO NA ESCOLA</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/Ensina_Brasil/ConstruindoaCulturaqueQueremos/wish/3544742891</link>
         <description><![CDATA[<p>ONC na Padre Firmo – Ciência em Movimento<br>Ensino Fundamental II - Escola Estadual Padre Firmo </p><p><br/></p><p><strong>1 – Contexto e Personagens</strong><br>Na Escola Estadual Padre Firmo, o professor Felipe Leonardo e o professor Joel Correia tiveram a iniciativa e dedicação em ampliar as oportunidades educacionais para os estudantes. Ao lado de uma equipe comprometida de professores, gestores, coordenadores e funcionários, eles formam uma verdadeira rede de apoio escolar. Essa rede não é apenas institucional, mas humana, construída diariamente no contato com os alunos, ouvindo, incentivando e criando espaços para que todos possam desenvolver seu potencial.</p><p><strong>2 – Desafio</strong><br>O grande desafio enfrentado era ampliar o acesso dos alunos a experiências acadêmicas de alto nível, que muitas vezes pareciam distantes da realidade da escola pública. Participar de competições como a Olimpíada Nacional de Ciências (ONC) exigia não apenas preparação de conteúdo, mas também motivação, confiança e logística, para que todos se sentissem capazes de competir em igualdade com estudantes de outras regiões do país.</p><p><strong>3 – Solução</strong><br>A resposta veio com um trabalho em conjunto. Professores Felipe e Joel, apoiados pela direção e equipe pedagógica, organizaram o processo de inscrição, aplicação e acompanhamento da ONC. Foram selecionados e orientados 70 alunos do Ensino Fundamental II da sede e da anexa, que participaram das provas dentro da própria escola, recebendo todo o suporte necessário. Esse projeto se integrou a outras iniciativas pedagógicas já desenvolvidas, reforçando a importância de oportunidades extracurriculares e do protagonismo estudantil.</p><p><strong>4 – Impacto</strong><br>O impacto é imediato: alunos que antes não se viam em competições nacionais podem começar a acreditar em suas próprias capacidades. O sentimento de pertencimento cresce e a participação traz não só aprendizado acadêmico, mas também fortalecimento da autoestima e da motivação. Cada oportunidade pode ser um divisor de águas na trajetória de um estudante.</p><p><strong>5 – Futuro</strong><br>O objetivo é, além de transformar a participação na ONC e em outras olimpíadas acadêmicas em uma tradição da escola, envolvendo cada vez mais estudantes e ampliando a rede de apoio, também integrar o projeto a ações interdisciplinares, fortalecendo habilidades científicas, históricas e sociais. A rede que se constrói no dia a dia, feita de pequenas interações e grandes colaborações se mostra tão importante quanto qualquer outra.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-08-15 19:47:42 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Primeira Feira de Matemática Sustentável – MCBM</title>
         <author>flaviajusto18</author>
         <link>https://padlet.com/Ensina_Brasil/ConstruindoaCulturaqueQueremos/wish/3544852007</link>
         <description><![CDATA[<p>No MCBM, realizamos com orgulho a <strong>1ª Feira de Matemática Sustentável</strong>, um evento que uniu conhecimento, criatividade e responsabilidade socioambiental.</p><p>Os alunos dos 1º anos desenvolveram projetos científicos que conectaram a Matemática com a Sustentabilidade, explorando soluções criativas para desafios do nosso dia a dia. Os trabalhos foram interdisciplinares, integrando diferentes áreas do conhecimento e mostrando como a matemática pode ser aplicada na construção de um futuro mais consciente e equilibrado.</p><p>A feira foi um momento de aprendizado, inovação e troca de experiências, valorizando o protagonismo estudantil e incentivando o pensamento crítico. Mais do que números e fórmulas, vimos a Matemática ganhando vida em ideias capazes de transformar realidades. Orgulho define: nossos estudantes mostraram que são capazes de ir além, transformando conhecimento em ação e inspiração.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-08-16 01:43:49 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/Ensina_Brasil/ConstruindoaCulturaqueQueremos/wish/3544852007</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Projeto Sustentaic  na VI Conferência infantojuvenil pelo Meio Ambiente</title>
         <author>thamirislimac</author>
         <link>https://padlet.com/Ensina_Brasil/ConstruindoaCulturaqueQueremos/wish/3545116408</link>
         <description><![CDATA[<p>O Projeto Resignando Óleos e Gorduras residuais conhecido como SUSTENTAIC foi escolhido para representar o município de Petrolina-PE na VI Conferência infantojuvenil pelo Meio Ambiente que tem como tema " Justiça Climática".</p><p>A conferência foi realizada no auditório do IFSertão durante todo o dia e teve como presença e composição da mesa a secretária de educação Rosane da Costa, o Secretário Executivo de Ensino Fundamental Alan Delon da Costa, a professora da UNEB Viviane Brás dos Santos, Diretor da Defesa Civil Vinícius Cavalcanti, o Secretário Executivo de Gestão de Rede da SEDUCE  João Paulo Campos, a Gestora da escola Rosana Rabelo e a atual responsável pela orientação do projeto Thamiris Carvalho. </p><p>Durante a manhã foram realizadas palestras sobre o tema e a tarde foi feita uma apresentação do projeto que fez com que os presentes entendessem um pouco mais sobre os malefícios do descarte incorreto do óleo e repensassem sobre suas atitudes em prol do meio ambiente. A palestra sobre o projeto foi realizada pelas professoras Thamiris Carvalho e Camila Carvalho. </p><p><strong>• Impactos Alcançados </strong></p><p>O Projeto tem gerado impactos muito significativos em várias dimensões. Primeiro, do ponto de vista ambiental, o projeto conseguiu evitar que centenas de litros de óleo usado fossem descartados incorretamente nos esgotos ou no solo, o que poderia contaminar nossos recursos hídricos - algo especialmente importante aqui no semiárido, onde a água é preciosa.  Na comunidade escolar, o projeto despertou uma consciência ambiental nos estudantes, que agora entendem na prática como pequenas ações pode gerar grandes transformações. </p><p>• <strong>Desafios cotidianos</strong></p><p>O maior desafio foi conscientizar a comunidade sobre a importância de não descartar o óleo no ralo da pia. O outro desafio é garantir a continuidade do projeto, mantendo o engajamento dos estudantes e da comunidade a longo prazo, além de conseguir os recursos necessários para os materiais de produção de sabão. </p><p>O próximo passo está nas mãos da comissão avaliadora. Cruzamos os dedos para que nosso projeto seja selecionado para a fase estadual!</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-08-16 18:29:35 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Quiz Era de JK</title>
         <author>luanarodriguesdelucenaa</author>
         <link>https://padlet.com/Ensina_Brasil/ConstruindoaCulturaqueQueremos/wish/3545485881</link>
         <description><![CDATA[<p>As turmas de 9º ano participaram de um Quiz sobre a Era de JK, onde o desafio era responder rápido e com atenção. Divididos em dois grupos, cada um tinha 30 segundos para pensar e quem acertasse primeiro garantia os pontos da rodada.</p><p>O clima foi de aprendizado, cooperação e muita diversão. No final, o grupo vencedor recebeu chocolate como recompensa. </p><p><br></p><p>O Quiz é uma ótima forma de  revisar os conteúdos de forma lúdica e trabalhando a cooperação e o protagonismo estudantil.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-08-17 18:20:54 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Projeto: Mulheres na Ciência</title>
         <author>luanarodriguesdelucenaa</author>
         <link>https://padlet.com/Ensina_Brasil/ConstruindoaCulturaqueQueremos/wish/3545492691</link>
         <description><![CDATA[<p>O projeto Mulheres na Ciência destaca a trajetória e as conquistas de mulheres cientistas que transformaram a história com suas descobertas. A iniciativa busca inspirar meninas e meninos a valorizarem a diversidade na ciência e reconhecerem o papel fundamental das mulheres na produção de conhecimento.</p><p><br/></p><p><br/></p><p>No vídeo é possível acompanhar um pouco do desenvolvimento desse projeto, com os alunos pesquisando sobre mulheres cientistas e fazendo cartazes que se transformarão em um mural na escola. </p>]]></description>
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         <pubDate>2025-08-17 18:52:47 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Monitoria de História</title>
         <author>luanarodriguesdelucenaa</author>
         <link>https://padlet.com/Ensina_Brasil/ConstruindoaCulturaqueQueremos/wish/3545496192</link>
         <description><![CDATA[<p>A Monitoria de História foi pensada como uma forma de incentivar o protagonismo, a troca e a cooperação entre os estudantes. Nela, os alunos monitores apoiam seus colegas com revisões, esclarecimento de dúvidas e atividades de reforço. A iniciativa fortalece o aprendizado, incentiva o protagonismo estudantil e cria um ambiente de estudo mais colaborativo.</p><p><br></p><p>As inscrições para monitores já começaram e no dia 26 de agosto teremos uma seleção com os candidatos.  </p>]]></description>
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         <pubDate>2025-08-17 19:09:13 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Agosto lilás - matemática e cidadania </title>
         <author>aliceDantas</author>
         <link>https://padlet.com/Ensina_Brasil/ConstruindoaCulturaqueQueremos/wish/3549097105</link>
         <description><![CDATA[<p><strong>Ensina: Alice Dantas (T25)</strong></p><p><strong>Escola nossa senhora rainha dos anjos (CAIC)</strong></p><p><br></p><p><br></p><p>Nesta aula trabalhamos o conteúdo de porcentagem em conjunto com o tema do Agosto Lilás, mês de conscientização pelo fim da violência contra a mulher. A proposta foi integrar a matemática ao debate social, mostrando que o conhecimento vai além dos números e pode contribuir para reflexões importantes sobre cidadania. 💜</p><p>👉 Os alunos foram divididos em grupos e ficaram responsáveis por preparar um trabalho envolvendo porcentagem dentro da temática do Agosto Lilás. Cada grupo teve 5 minutos para apresentar suas produções e, além disso, deveriam propor:</p><p>	•<strong>	2 formas de como a escola pode prevenir a violência;</strong></p><p><strong>	•	2 formas de como a escola pode ajudar quem está sofrendo violência.</strong></p><p>Após as apresentações, realizamos uma roda de conversa para compartilhar impressões, discutir as ideias apresentadas e reforçar a importância do respeito, da empatia e do combate à violência.</p><p> Foi um momento de muito aprendizado, reflexão e engajamento dos alunos, que demonstraram grande maturidade ao tratar de um assunto tão necessário em nossa sociedade.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-08-20 14:55:18 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Adolescência e Saúde Mental</title>
         <author>ricardospenido</author>
         <link>https://padlet.com/Ensina_Brasil/ConstruindoaCulturaqueQueremos/wish/3550632542</link>
         <description><![CDATA[<p>Com o objetivo de ajudar os estudantes da escola a compreenderem mais a fase (tão turbulenta e desafiadora) que estão vivendo, realizei junto a outra professora de Projeto de vida uma sequência de aulas para trabalhar, a partir do filme Divertidamente 2, a chegada e as transformações da Adolescência.</p><p>Fizemos duas principais atividades:</p><p>1 - Post das emoções: Pedimos que os esutdantes escolhessem uma emoção com a qual gostariam de melhorar a sua relação e fizessem um "rascunho" de post do instagram para ela, incluindo momentos que mais a sentem, como ela os atrapalha, o que gostariam de dizer para ela, etc. </p><p>2 - Fizemos conversas e explicação de um guia sobre o que pode ser feito para ajudar, de forma pontual, colegas que estejam com crise de ansiedade. Ao fim, foi feita uma simulação para que os estudantes pudessem agir numa "situação real" de crise de ansiedade de algum colega da sala. </p><p>Sabemos que trabalhar com as questões de Saúde mental é muito complexo, nesse sentido, frisamos que não poderíamos aprofundar muito o assunto, mas sentimos que esse momento contribuiu para deixá-los mais relaxados e tranquilas diante das crises que podem acontecer com eles e com seus colegas.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-08-21 17:25:16 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Projeto de Eletiva: O Auto da Compadecida</title>
         <author>gabymoraes175</author>
         <link>https://padlet.com/Ensina_Brasil/ConstruindoaCulturaqueQueremos/wish/3550924702</link>
         <description><![CDATA[<p>Maria Gabriely, Ensina 2024, ETI Reunidas Duque de Caxias, Caruaru/PE. </p><p><br/></p><p>O projeto da eletiva O Auto da Compadecida começou em fevereiro e teve como objetivo aproximar os estudantes da obra de Ariano Suassuna, explorando a literatura, a cultura nordestina e a expressão artística de forma criativa.</p><p>Iniciamos com a apresentação da vida e obra de Ariano Suassuna. Em seguida, assistimos aos dois filmes do <em>Auto da Compadecida</em> e realizamos rodas de conversa para discutir os personagens, as histórias e o que elas representavam do sertão e da cultura nordestina.</p><p>Depois, fizemos a leitura de trechos da obra, analisando as falas, as situações engraçadas e as críticas sociais presentes na peça. Os debates ajudaram os estudantes a refletirem sobre temas como amizade, esperteza, religiosidade e desigualdade.</p><p>Ao longo dos meses, aconteceram as oficinas criativas, nas quais os estudantes produziram cordéis, preencheram fichas de personagens, criaram cartazes e até inventaram “fofocas do sertão” para trabalhar interpretação de forma divertida.</p><p>Um dos momentos mais marcantes foi a confecção de bonecos de barro, representando cenas e personagens do filme. Essa atividade aproximou os estudantes da arte popular nordestina e trouxe muito envolvimento e entusiasmo.</p><p>Também realizamos ensaios teatrais,<strong> </strong>com exercícios de improviso, expressão corporal e organização de figurinos e cenários, preparando-os para a culminância.</p><p>O projeto foi encerrado em julho, com a apresentação final na quadra da escola, onde os estudantes declamaram cordéis sobre <em>O Auto da Compadecida</em> e também expuseram seus trabalhos: cartazes, cordéis, fichas de personagens, ilustrações e os bonecos de barro.</p><p>A culminância foi um momento especial, de grande participação e reconhecimento, mostrando como os estudantes se envolveram e se reconheceram na obra e na cultura nordestina.</p><p><br/></p><p>#diversidade</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-08-22 00:28:35 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Do Quintal à Escola: Conhecendo nossas plantas.</title>
         <author>profscarolmelo</author>
         <link>https://padlet.com/Ensina_Brasil/ConstruindoaCulturaqueQueremos/wish/3551821908</link>
         <description><![CDATA[<p>Nesta semana, os alunos da EMEF Prof. João Bandeira começaram o processo de catalogação das plantas do quintal da Dona Fátima, vizinha da escola e referência em cuidado com o verde. Usando o Canva, cada criança criou fichas ilustradas, pesquisando nomes, características e curiosidades das espécies.</p><p>A atividade transformou o olhar dos estudantes, que passaram a compreender as plantas não apenas como enfeites, mas como parte da história e da memória da comunidade. Foi um passo importante para fortalecer o nosso “Quintal do Saber”. 🌱✨</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-08-22 16:17:32 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Pensamento Científico: a diferença entre o remédio e o veneno é a dose</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/Ensina_Brasil/ConstruindoaCulturaqueQueremos/wish/3551883111</link>
         <description><![CDATA[<p>A aula iniciou-se com uma reflexão sobre a função da ciência na vida humana. A professora apresentou um ditado popular muito conhecido: <em>“a diferença entre o remédio e o veneno é a dose”</em>. A partir dessa frase, foi aberta uma discussão sobre os benefícios e os riscos que os avanços científicos podem trazer para a sociedade. Foram destacados exemplos concretos, como o aumento da expectativa de vida dos brasileiros nas últimas décadas em virtude de tratamentos médicos e descobertas científicas, e também os desafios enfrentados, como as mutações de vírus e os efeitos colaterais de medicamentos.</p><p>Em seguida, os estudantes foram convidados a participar de uma atividade em duplas: um deles deveria citar uma invenção científica considerada positiva, enquanto o colega deveria apontar os aspectos negativos ou riscos dessa mesma criação. Essa dinâmica provocou debates interessantes, pois levou os alunos a perceberem que a ciência está constantemente atravessada por dilemas éticos e pela necessidade de ponderação em seus usos.</p><p>Na segunda parte da aula, a turma assistiu a um vídeo de aproximadamente 30 minutos que detalhava o acidente nuclear ocorrido em Chernobyl, em 1986. O material audiovisual trouxe informações técnicas e humanas, permitindo que os estudantes visualizassem os impactos da radioatividade tanto no meio ambiente quanto na vida das pessoas.</p><p>Após o vídeo, a professora distribuiu cópias da introdução e dos dois primeiros capítulos do livro <em>Vozes de Chernobyl</em>, de Svetlana Aleksiévitch. As cadeiras foram organizadas em círculo, de modo a favorecer uma leitura compartilhada e dialogada. Durante a leitura, surgiram comentários e perguntas que ampliaram a compreensão sobre o tema, além de despertar a sensibilidade dos estudantes diante dos relatos reais das vítimas.</p><p>O círculo de leitura e discussão mostrou-se um momento significativo, pois além de promover o desenvolvimento intelectual — pela análise crítica da ciência e de seus limites — também mobilizou aspectos emocionais, como empatia, solidariedade e senso de responsabilidade social.</p><p>Ao final da aula, os estudantes demonstraram compreender melhor a ambivalência da ciência: capaz de gerar avanços fundamentais para a humanidade, mas também suscetível de causar danos graves quando mal utilizada ou quando acidentes ocorrem. A experiência mostrou-se extremamente enriquecedora, unindo conteúdo conceitual, reflexão ética e formação humana.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-08-22 17:32:17 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>XXXIII Semana de Iniciação à Pesquisa em Química (SEMIPEQ)</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/Ensina_Brasil/ConstruindoaCulturaqueQueremos/wish/3552055471</link>
         <description><![CDATA[<p><strong>1. Contexto e Personagens</strong></p><p>Na EE Padre Firmo Pinto Duarte Filho, a atuação dos ensinas Felipe Leonardo e Joel Correia tem demonstrado que muitas vezes a simples presença deles já inspira mudanças de mentalidade entre professores e alunos. Nesse episódio, a professora Karoliny, de Química, procurou os ensinas para <strong><mark>colaborar </mark></strong>na organização de uma visita à XXXIII Semana de Iniciação à Pesquisa em Química (SEMIPEQ), realizada na UFMT. Eles assumiram a missão de transformar essa oportunidade em realidade para os estudantes do 3º ano do Ensino Médio.</p><p><strong>2. Desafio</strong></p><p>A visita representava uma chance única de contato com a pesquisa científica e o ambiente universitário, em um momento decisivo: o vestibular. Porém, o maior obstáculo era a logística: não havia transporte disponível para levar os alunos até a universidade.</p><p><strong>3. Solução</strong></p><p>Recorremos à coordenação, mas sem sucesso. Diante disso, usamos a estratégia de mobilização e fomos diretamente ao diretor em busca de apoio. Conseguimos o primeiro ônibus e, em seguida, articulamos a chegada de mais dois, totalizando três ônibus. Dessa forma, garantimos o transporte de<strong> </strong>3 turmas. Além disso, mobilizamos 2 coordenadores, a assistente social e 5 professores para acompanhar a iniciativa.</p><p><strong>4. Impacto</strong></p><p>O evento foi um sucesso. Os alunos tiveram a oportunidade de conhecer de perto a universidade pública, seus laboratórios, projetos e possibilidades de pesquisa. Muitos passaram a expressar o desejo de conquistar uma vaga na UFMT, enxergando o ensino superior público e a pesquisa como caminhos concretos. Para além do impacto nos estudantes, a ação fortaleceu a rede dentro da escola: professores e equipe pedagógica atuaram em conjunto, demonstrando que mudanças estruturais e duradouras são possíveis.</p><p><strong>5. Futuro</strong></p><p>A experiência mostrou que, quando estamos em <strong><mark>rede</mark></strong>, conseguimos transformar obstáculos em oportunidades. Nossa presença enquanto ensinas catalisa mudanças de mentalidade entre professores, que permanecem mesmo após o fim do projeto. O futuro aponta para a continuidade e expansão desse movimento: cada vez mais professores envolvidos, mais alunos sonhando com a universidade e uma escola que acredita no poder da transformação coletiva.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-08-22 22:59:38 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Juri Simulado: o garimpo na Terra Indígena Yanomami</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/Ensina_Brasil/ConstruindoaCulturaqueQueremos/wish/3552089119</link>
         <description><![CDATA[<p>Para trabalhar o tema de mineração com os alunos do 1º ano do Ensino Médio, foi proposta uma atividade de debate, tendo por tema central o problema do garimpo em Terras Indígenas, a partir do caso da Terra Indígena Yanomami.</p><p>O desafio principal era engajar os alunos em uma discussão aprofundada sobre um tema de grande relevância social, sendo algo presente na realidade matogrossense e muitas vezes naturalizado. O objetivo era que eles não apenas coletassem informações, mas também as organizassem de forma lógica, construíssem argumentos sólidos e defendessem um ponto de vista com base em fatos e raciocínio.</p><p>Para alcançar esse objetivo, foi proposto o debate no formato de júri simulado. A sala foi dividida em três grupos: defesa, acusação e júri. Os grupos de defesa e acusação tiveram a tarefa de preparar uma fala inicial, podendo se dividir internamente em papéis como advogados e testemunhas. O debate se desdobrou em duas aulas: na primeira, os argumentos foram apresentados; na segunda, o júri avaliou as evidências e deliberou sobre o veredito.</p><p>A atividade gerou um impacto significativo. Os demonstraram uma boa habilidade argumentativa, e também conseguiram trazer à tona pontos socialmente relevantes. O engajamento no dia do juri foi notável, inclusive de alunos mais retraídos, que vieram me procurar para dar sua opinião ao final do debate e fazer novos questionamentos que não tinham sido esgotados em sala de aula. Além disso, eles perceberam a importância da pesquisa aprofundada para a qualidade da argumentação: diversos alunos disseram que "na próxima" eles pretendem se engajar mais na pesquisa, pois julgaram que seus argumentos seriam melhores se o tivesse feito. O sucesso foi tanto que eles já pediram uma nova atividade de debate, algo que já estamos em vias de organizar.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-08-23 00:53:27 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Tribunal dos Refugiados</title>
         <author>joelcorreia5</author>
         <link>https://padlet.com/Ensina_Brasil/ConstruindoaCulturaqueQueremos/wish/3552127092</link>
         <description><![CDATA[<p><strong>1. Contexto e Personagens</strong></p><p>Nas salas anexas da Escola Padre Firmo (EMEB Darcy Ribeiro), o cenário em que trabalho é de muita vulnerabilidade. A escola tem uma estrutura bastante precária: as salas são escuras, não há recursos como projetor, televisão ou acesso à internet, e os alunos vivem uma realidade periférica, muitas vezes marcada pela marginalização. Nesse contexto, percebo que eles quase nunca têm a oportunidade de vivenciar aulas diferenciadas.</p><p><strong>2. Desafio</strong></p><p>Essas turmas são desafiadoras e é difícil conquistar o engajamento dos estudantes. Além disso, a cultura escolar faz com que muitos cheguem atrasados, o que dificulta ainda mais iniciar atividades mais estruturadas. O desafio, portanto, era conseguir a participação de todos em uma proposta inovadora, já no primeiro horário, na aula de Geografia.</p><p><strong>3. Solução</strong></p><p>Foi nesse cenário que propus o Tribunal Simulado dos Refugiados, dentro do conteúdo de Geografia. Nos preparamos previamente e, no dia do tribunal, fiz um combinado: para que a atividade desse certo, todos precisariam chegar no horário, e a turma cumpriu o acordo. Organizamos os papéis: acusação, defesa, juízes e demais envolvidos. Para assumir esses papéis, os alunos tiveram que estudar casos reais de refugiados, construir argumentos contra e a favor e sustentar suas falas diante dos colegas.</p><p><strong>4. Impacto</strong></p><p>O resultado foi incrível. Alunos que raramente participavam se envolveram de forma ativa e colaborativa. O tribunal se tornou um espaço de debate, reflexão e aprendizado real. Eles se divertiram, desenvolveram senso crítico, aprenderam a argumentar e demonstraram empatia.</p><p><strong>5. Futuro</strong></p><p>Essa experiência mostrou que, mesmo em condições precárias, é possível criar aulas transformadoras. O Tribunal dos Refugiados não foi apenas uma atividade de Geografia, mas um exercício de cidadania e protagonismo. Essa prática me confirmou que, quando confiamos nos alunos e damos espaço para que participem ativamente, eles não só aprendem, mas se transformam, e transformam o ambiente escolar junto com eles.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-08-23 02:29:45 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Dia Internacional da Juventude</title>
         <author>fesilva02</author>
         <link>https://padlet.com/Ensina_Brasil/ConstruindoaCulturaqueQueremos/wish/3552480125</link>
         <description><![CDATA[<p>No dia 12/08 foi comemorado o Dia Internacional da Juventude, e para trazer a importância dessa data, as alunas do 9°A, participantes da rádio escola, desenvolveram dois vídeos sobre o tema.</p><p><br/></p><p>No primeiro vídeo, explicaram a necessidade da data para dar visibilidade às necessidades jovens. No segundo, entrevistaram dois colegas do 9°B, para trazer a público as dificuldades enfrentadas pelos jovens atualmente.</p><p><br/></p><p>Ambos os vídeos estão no instagram da Radio Escola CAA: <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://www.instagram.com/radioescola.caa?igsh=emU1dmxoZnF4Njhk">https://www.instagram.com/radioescola.caa?igsh=emU1dmxoZnF4Njhk</a></p>]]></description>
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         <pubDate>2025-08-23 20:34:46 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>I Mostra Cultural do Continente Africano da ETI Prefeito João Lyra Filho</title>
         <author>marianamariaalcantaragomes</author>
         <link>https://padlet.com/Ensina_Brasil/ConstruindoaCulturaqueQueremos/wish/3552486300</link>
         <description><![CDATA[<p><br></p><p>No dia 8 de julho, os estudantes dos 7º anos da Escola de Tempo Integral Prefeito João Lyra Filho realizaram a I Mostra Cultural do Continente Africano, um evento marcado por criatividade, protagonismo estudantil e valorização da diversidade cultural.</p><p>A iniciativa está vinculada à prática da Lei 10.639/2003, que tornou obrigatório o ensino da História da África e das Culturas Afro-Brasileira e Africana nas escolas, reforçando a importância da construção de uma educação plural, inclusiva e antirracista.</p><p>O ponto de partida do projeto surgiu a partir da curiosidade do estudante Marcos Eduardo (7º A), que, em uma aula de História, recitou uma poesia da multiartista Mileny Leme. Cria do SLAM e inspiração para a juventude, a artista questiona, em seus versos, as narrativas eurocêntricas sobre a história do Brasil. Essa experiência despertou reflexões que deram origem ao projeto coletivo.</p><p>Ao longo do processo, os estudantes participaram de aulas teóricas e práticas, que resultaram em diversas produções artísticas e culturais. Entre os destaques da Mostra, estiveram:</p><p>Apresentação de raps autorais e a gravação de um videoclipe, exibido no evento Mostra SELIQUI, da Universidade Federal de Pernambuco;</p><p>Teatro de fantoches recontando a história do Reino de Gana;</p><p>Espaço de valorização da beleza dos cabelos crespos, cacheados e ondulados;</p><p>Exposição de lapbooks sobre diferentes países do Continente Africano;</p><p>Construção de uma maquete representando as rotas transaarianas;</p><p>Roda de capoeira, celebrando ancestralidade e resistência;</p><p>Exposição artística que problematiza a apropriação de artefatos históricos roubados do Reino do Benin;</p><p>Criação de jogos educativos para recontar a história da cultura afro-brasileira e das raízes africanas.</p><p>A I Mostra Cultural do Continente Africano se consolidou como um espaço de aprendizado, expressão e valorização das identidades. Através da arte, da música, da oralidade e da pesquisa, os estudantes reafirmaram o compromisso da escola com uma educação que reconhece a importância da África e de suas contribuições históricas e culturais para o Brasil.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-08-23 21:07:28 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Eletiva Pernambuco, Meu País: visita à exposição “Gold – Mina de Ouro Serra Pelada”, na Caixa Cultural Recife</title>
         <author>marianamariaalcantaragomes</author>
         <link>https://padlet.com/Ensina_Brasil/ConstruindoaCulturaqueQueremos/wish/3552494543</link>
         <description><![CDATA[<p>Estudantes da ETI Prefeito João Lyra Filho participaram, no dia 26 de abril, de uma aula de campo promovida pela Eletiva <strong>“Pernambuco, Meu País”</strong>, com tour pelo bairro do Recife, a primeira parada foi uma visita à exposição <strong>"Gold – Mina de Ouro Serra Pelada"</strong>, em cartaz na <strong>Caixa Cultural Recife</strong>. </p><p><br></p><p>A experiência dialogou diretamente com conteúdos de história e geografia, reforçando o papel dos museus como espaços de educação crítica e reflexiva.</p><p>A exposição, composta por 54 fotografias de <strong>Sebastião Salgado</strong> nunca antes exibidas no Nordeste, retrata, em preto e branco, o cotidiano dos garimpeiros que, na década de 1980, migraram à Serra Pelada, Pará. O local ficou conhecido como o maior garimpo a céu aberto do mundo, um verdadeiro "formigueiro humano", marcado por condições precárias de trabalho, cansaço extremo e esperanças frustadas.</p><p>Para muitos estudantes, foi uma oportunidade rara de confrontar as tensões entre exploração, sonho e desigualdade reveladas nas imagens — o que leva à reflexão e à empatia, fundamentais na formação cidadã.</p><p><br></p><p>A visitação cultural estimula a ampliação do repertório sociocultural dos estudantes e o protagonismo dos alunos, acolhendo narrativas que atravessam aspectos sociais, econômicos, ambientais e humanos.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-08-23 21:51:19 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Eletiva Pernambuco, Meu País: aula à campo no Museu Paço do Frevo</title>
         <author>marianamariaalcantaragomes</author>
         <link>https://padlet.com/Ensina_Brasil/ConstruindoaCulturaqueQueremos/wish/3552517883</link>
         <description><![CDATA[<p>Em conjunto com a professora Josimara (Ensina 25) durante a <strong>visita ao Paço do Frevo</strong>, os estudantes da ETI Prefeito João Lyra Filho, exploraram conhecimentos de história, cultura e arte ao observarem a exposição <strong>“Frevo Vivo”</strong>, que apresenta a história do ritmo por meio de uma linha do tempo interativa, mostrando como ele se reinventa sem perder suas raízes. Eles também aprenderam sobre as diferentes vertentes musicais do frevo — o acelerado <strong>frevo-de-rua</strong>, o popular <strong>frevo-canção</strong> e o poético <strong>frevo-de-bloco</strong>.</p><p><br></p><p>A proposta da eletiva <strong>"Pernambuco, meu país"</strong> é reconhecer as raízes de elementos da cultura pernambucana para o fortalecimento da identidade e do pertencimento dos estudantes com o estado em que vivem. Em conjunto com os estudantes da eletiva <strong>"Pare, pegue no compasso"</strong> visitamos o bairro do Recife para conhecer alguns de seus patrimônios históricos, seguimos pela <strong>Rua do Bom Jesus </strong>passando na <strong>primeira Sinagoga (Kahal Zur Irsael) construída nas Américas</strong> e na <strong>Embaixada dos Bonecos Gigantes</strong><a rel="noopener noreferrer nofollow" class="DTlJ6d" href="https://www.google.com/search?cs=0&amp;sca_esv=831661049e449a6f&amp;sxsrf=AE3TifPMLK2tN3aqgj7KhHSXpWn12yxQvw%3A1755992202450&amp;q=Embaixada+dos+Bonecos+Gigantes&amp;sa=X&amp;ved=2ahUKEwilhb3bjKKPAxXHCbkGHbP-LxkQxccNegQIAhAC&amp;mstk=AUtExfBmoDZua8OFFBCh8vCUcuy1GgrZZsyhr8j4YB3UP_5UIYHh2rko9if0uAi-Ou9Km9ys_QemMdjT_BEden2aFIqModRT3wkqfDE6798MNevSLuOo4HxFMTpAjWov70u1P1tF0l8AXb6GW_oJU5zGDybtNLULCqdEGMNNhdNFQuDEGDrlcOQEQyk9j9Qv5BV4_qXTbAqZm2JHu38EvCe7uiSm7irUiSsm31B7NIAXmKldHEE7S-W0RJQvdz2J2xKFmMmDYaktgKZOlW9kUc63bg4z&amp;csui=3"><strong>. </strong></a></p><p>As vivências dos estudantes em espaços de memória como esse tem proporcionado aos alunos da eletiva o estímulo em preservar e valorizar manifestações culturais fortalecendo a identidade e a autoestima coletiva.</p><p><br></p><p>É preciso conhecer o própio espaço para poder seguir sonhando, então essa aula à campo também explora os sentimentos dos estudantes com relação aos seus sonhos. Conhecer outra cidade gera um impacto muito transformador nas experiências socioemocinais dos estudantes!</p><p><br></p>]]></description>
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         <pubDate>2025-08-23 23:58:02 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Jogo da Memória da Mesopotâmia: aula de História com gamificação</title>
         <author>marianamariaalcantaragomes</author>
         <link>https://padlet.com/Ensina_Brasil/ConstruindoaCulturaqueQueremos/wish/3552525230</link>
         <description><![CDATA[<p>O <strong>Jogo da Memória da Mesopotâmia</strong> consiste em cartaz nas quais os alunos aprendem por meio da associação entre cartas temáticas e suas respostas corretas. A proposta curricular foi realizada com os estudantes dos 6° anos da ETI Prefeito João Lyra Filho, desenvolvi o jogo incluindo cartaz com temas do tipo:</p><p><strong>região atual da Mesopotâmia, povos que viveram na região da Mesopotâmia, produtos comercializados na Mesopotâmia, sistema de escrita, o Princípio de Talião, o Código de Hamurabi.</strong></p><p>Essa prática dialoga com a <strong>habilidade EF06HI06 da BNCC</strong>, que orienta o reconhecimento e a análise de aspectos das primeiras civilizações em seus contextos sociais, políticos, econômicos e culturais. </p><p>O objetivo foi de estimular a interpretação e a associação do conhecimento histórico, incentivando os estudantes a reconhecerem conceitos fundamentais da Mesopotâmia de forma lúdica. Além disso, a atividade favoreceu o desenvolvimento da leitura e da autonomia, uma vez que um grupo de alunas demonstrou tanto interesse que pediu para continuar jogando até mesmo durante o intervalo.</p><p><br></p><p>Foi muito gratificante vivenciar momentos de autonômia e verificação de aprendizagem. </p><p><br></p><p><em>Sobre o material do jogo: foi impresso em papel cartão, recortado e plastificado com fita adesiva! Posso compartilhar o arquivo e estou aberta a conversar sobre possíveis alterações</em>.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-08-24 00:37:39 UTC</pubDate>
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         <title>História e Matemática: Jogo da memória sobre Mitologia Grega e quiz matemático.</title>
         <author>marianamariaalcantaragomes</author>
         <link>https://padlet.com/Ensina_Brasil/ConstruindoaCulturaqueQueremos/wish/3552528754</link>
         <description><![CDATA[<p>A gestão e coordenação pedagógica da Escola ETI Prefeito João Lyra Filho porpôs uma semana de recomposição de aprendizagem para habilidades de Português e Matemática. Nessa semana vivenciei uma experiência muito especial com as turmas de 6º anos em uma aula <strong>interdisciplinar de História e Matemática</strong>. </p><p><br></p><p>A proposta era unir conteúdos de áreas diferentes em uma mesma atividade, explorando tanto o raciocínio lógico quanto a interpretação histórica.</p><p>Seguindo o conteúdo curricular previsto para o componente de História elaborei um <strong>Jogo da Memória sobre Mitologia Grega</strong>, no qual os estudantes precisavam associar deuses, deusas e suas representações. Foi um momento de descontração e, ao mesmo tempo, de aprendizagem significativa, pois muitos estudantes conseguiram recordar mitos já estudados e explicar as relações entre as figuras da cultura grega.</p><p>Na sequência, aquele que não maracava pontos nas cartas tinha uma segunda oportunidade através da matemática: na resolução de cálculos de <strong>quatro operações</strong>. Em cada rodada, a equipe que acertava as questões de adição, subtração, multiplicação ou divisão ganhava a chance de avançar no jogo da memória, unindo os dois componentes curriculares.</p><p>Além de revisar conteúdos de forma divertida, a aula favoreceu o trabalho em equipe, a autonomia e o entusiasmo dos estudantes. </p><p><br></p>]]></description>
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         <pubDate>2025-08-24 00:56:08 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Projeto Monitoria de História</title>
         <author>marianamariaalcantaragomes</author>
         <link>https://padlet.com/Ensina_Brasil/ConstruindoaCulturaqueQueremos/wish/3552554737</link>
         <description><![CDATA[<p>Durante a II Unidade do ano Letivo, os estudantes de 6° e 7° anos da ETI Prefeito João Lyra Filho participaram do <strong>Processo seletivo para a Monitoria de História</strong>. Ao todo, 16 estudantes foram aprovados.</p><p>O projeto tem como objetivo fortalecer o desenvolvimento da autonomia e liderança dos monitores junto ao ensino e aprendizagem coletiva, afim também de mobilizar os estudantes estudo sobre a história da África e dos Povos Originários.</p><p><br/></p><p>Com o <strong>início do segundo semestre</strong>, <strong>os monitores receberam Kits de estudo.</strong></p><p>No primeiro encontro, foram estabelecidos os combinados e definidas as responsabilidades e oprtunidades que os monitores terão, tanto dentro quanto fora da sala de aula. Entre algumas das atividades que estão sendo realizadas são Encontros de aulas, o <strong>Termômetro da leitura</strong>, o/a monitor/a que mais realizar empréstimos, leituras e produções de resumos dos livros lidos ganhará uma bonificação ao final do ano letivo. O <strong>Grupo de monitoramento</strong>, no qual aprofundamos estudos realizados durantes as aulas, resolução de questões e fichas de estudo. </p><p><br/></p><p>A monitoria também atua com a metodologia da aprendizagem coletiva, todos os monitores ensinam e aprendem em sala de aula, possibilitando a troca de aprendizagens entre monitores e colegas de classe. </p><p>Destaco que desde o primeiro dia de atuação<strong> já houve uma primeira verificação de ensino e aprendizagem</strong> sobre as diferentes rotinas de vida entre as mulheres da Grécia Antiga: uma análise de classes sociais distintas entre Gregas E Atenienses,  entre um dos monitores e seu colega de classe. </p><p>No momento os/as monitores também estão sendo preparados para uma Olimpíada e irão atuar na escola promovendo uma rede de Aulões comigo para compartilhar conhecimentos e oportunidades com os demais estudantes da escola.  </p>]]></description>
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         <pubDate>2025-08-24 02:36:30 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Memorial da Cidade de Caruaru: uma aula sobre identidade e pertencimento na eletiva Pernambuco, Meu País</title>
         <author>marianamariaalcantaragomes</author>
         <link>https://padlet.com/Ensina_Brasil/ConstruindoaCulturaqueQueremos/wish/3552562414</link>
         <description><![CDATA[<p>No domingo, <strong>18 de maio</strong>, foi comemorado o aniversário da “princesa do agreste pernambucano”, a cidade de Caruaru. Na quarta-feira, <strong>21 de maio</strong>, partimos para mais um momento de aprendizagem coletiva a partir dos acervos históricos do município.</p><p>Os estudantes da "<strong>Eletiva Pernambuco, Meu País"</strong> tomaram as ruas da região central do município em uma visita e aula de campo ao <strong>Memorial da Cidade</strong>. E, como não andamos sozinhos, contamos com a presença dos estudantes da eletiva <strong>“Eu vou, tu vai?”</strong>.</p><p>O Memorial dispôs, no mezanino, uma <strong>exposição colaborativa</strong>, em que os estudantes deixaram seus olhares e impressões sobre a própria cidade em forma de desenhos, que agora passam a integrar o acervo da exposição.</p><p>O Memorial ocupa um prédio que já abrigou a antiga <strong>Casa da Farinha de Caruaru</strong> e que, atualmente, tem o papel de compartilhar um pedaço da memória da cidade. Contando a transição de Caruaru enquanto fazenda, vila e município, concentra um acervo importante sobre a comunicação local, com maquinário de produção de jornal, retroprojetor e equipamentos de televisão.</p><p>Também é possível observar as transformações do desenvolvimento da <strong>Feira de Caruaru</strong> e de outros ambientes da cidade por meio de maquetes e elementos culturais expostos no Memorial.</p><p>O objetivo da aula é desenvolver as habilidades previstas no <strong>Currículo de Caruaru</strong>, que orientam os estudantes a  <strong>valorizar a história, reconhecer os espaços de memória e patrimônio histórico</strong> como instrumentos de preservação da identidade local. </p><p>Além de desenvolver nos estudantes a capacidade de compreender mudanças sociais, políticas e culturais ao longo do tempo.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-08-24 02:55:41 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Mãos que moldam memórias: uma aula de campo sobre cultura na Casa-Museu Mestre Vitalino</title>
         <author>marianamariaalcantaragomes</author>
         <link>https://padlet.com/Ensina_Brasil/ConstruindoaCulturaqueQueremos/wish/3552568965</link>
         <description><![CDATA[<p>Durante aula de campo realizada no dia<strong> 12 de junho,</strong> os estudantes da ETI Prefeito João Lyra Filho, em Caruaru – PE puderam desenvolver diversas habilidades previstas no Currículo do Município de Caruaru ao ampliar o olhar sobre a arte e a cultura nordestina na <strong>Casa-Museu Mestre Vitalino</strong>, reconhecendo-as como parte essencial da identidade regional. </p><p><br></p><p>A atividade foi fruto de uma parceria entre os componentes curriculares eletivos <strong>“Pernambuco, meu país”</strong>, idealizado pela professora Mariana Gomes, e <strong>“Eu vou, tu vai?”</strong>, lecionado pela professora Cláudia Rejane.</p><p>O objetivo central da aula foi <strong>reconhecer a importância da cultura do barro</strong> por meio da vida e da obra de Mestre Vitalino, artista que transformou o barro em <strong>símbolo de identidade do povo nordestino.</strong></p><p>Na visita, os estudantes puderam conhecer o espaço que relembra a rotina do artesão e ceramista pernambucano. A casa, construída pelo próprio Mestre em 1959 com tijolos de barro e coberta por telhas cerâmicas, mantém até hoje seu aspecto original, com chão batido, fornalha a lenha, objetos pessoais e ferramentas de trabalho.</p><p>As mãos de Vitalino conheceram o barro desde a infância. Foi das margens do rio Ipojuca que ele retirava a matéria-prima para sua arte, no mesmo local onde brincava quando criança. Sua produção artística deixou registrada no barro um verdadeiro retrato da cultura nordestina, representando violeiros, bois, vacas, cangaceiros, ciranda, zabumba, cavalo-marinho, noivos, cavalos, Lampião e Maria Bonita, além da vaquejada.</p><p><br></p><p>Anteriormente a visita, os estudantes tiveram uma aula para <strong>discutir a desvalorização dos artesãos que produzem experssões artísticas com o barro</strong> no Município.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-08-24 03:18:35 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Encontro com o Chavoso da USP</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/Ensina_Brasil/ConstruindoaCulturaqueQueremos/wish/3553957069</link>
         <description><![CDATA[<p>No dia 22 de agosto, nossos alunos do Ensino Médio receberam Thiago Torres, o Chavoso da USP, em um bate-papo sobre educação, universidade e oportunidades para jovens da periferia. O encontro foi preparado para estimular a escuta, o diálogo e o pensamento crítico: os alunos participaram ativamente, fizeram perguntas e refletiram sobre suas trajetórias e possibilidades. A presença de Thiago trouxe inspiração, mostrando que é possível ocupar espaços acadêmicos sem perder a própria identidade.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-08-25 14:15:56 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Geometria Além dos Olhos: Uma Experiência de Inclusão</title>
         <author>jn423956</author>
         <link>https://padlet.com/Ensina_Brasil/ConstruindoaCulturaqueQueremos/wish/3554024478</link>
         <description><![CDATA[<p>Conforme compartilhei no último post "Para a melhor estudante especial do mundo!" nessa mesma seção, tenho uma aluna em condição de cegueira, o que traz diversas limitações para a plena compreensão de alguns conceitos.</p><p><br/></p><p>Na Geometria, por exemplo, como imaginar uma sombra, um ângulo, uma distância ou até mesmo outros elementos abstratos, sem nunca tê-los visualizado?</p><p><br/></p><p>Essa realidade e seus desafios me motivaram a inseri-la cada vez mais nas aulas, buscando aproximá-la do conteúdo da forma mais inclusiva possível. Em homenagem a essa estudante, planejei uma aula especial em que todos os colegas experimentaram, por um momento, a mesma condição dela.</p><p><br/></p><p>Durante a atividade, um texto sobre a história da Geometria foi narrado por um leitor automático, enquanto a turma, conduzida por provocações do professor, partilhava reflexões, interpretações e percepções. Foi uma experiência riquíssima, marcada por discussões, falas organizadas e contribuições muito interessantes dos alunos.</p><p><br/></p><p>Ao final da aula, apresentei um conjunto de recursos que estão auxiliando a estudante a acompanhar melhor as disciplinas de exatas: um <strong>soroban</strong> (ferramenta tradicional e extremamente eficiente para cálculos), uma <strong>calculadora falante</strong> (para consultas rápidas e aulas em que o foco não é o cálculo em si) e uma <strong>fita métrica em braille</strong> (para mensuração de objetos e desenvolvimento espacial).</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-08-25 15:15:39 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Câmara Mirim </title>
         <author>iagoohmenezes</author>
         <link>https://padlet.com/Ensina_Brasil/ConstruindoaCulturaqueQueremos/wish/3554148530</link>
         <description><![CDATA[<p>Nossa escola foi a única do Espírito Santo selecionada para o Câmara Mirim 2025, programa da Câmara dos Deputados que envolve estudantes do 5º ao 9º ano na criação e defesa de ideias para melhorar o Brasil. </p><p><br/></p><p>O projeto será desenvolvido nas aulas de História do 6º ao 9º ano, com debates, oficinas de escrita legislativa, simulações de plenária e análise de leis, envolvendo diretamente mais de 80 alunos e fortalecendo o protagonismo juvenil, a cidadania e a democracia no cotidiano escolar.</p><p><br/></p><p> A etapa nacional acontece nos dias 30 e 31 de outubro, em Brasília, quando os estudantes terão a oportunidade de apresentar seus projetos no plenário da Câmara dos Deputados.</p><p><br/></p><p> Todo o percurso será registrado e compartilhado por meio da Rádio Escola, podcasts, vídeos e documentários, ampliando o impacto para a comunidade. </p><p><br/></p><p>Estamos em diálogo com a SEME para viabilizar a participação dos alunos nesta experiência transformadora.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-08-25 16:51:46 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>🎓 Semana do Estudante no Alberto de Almeida 🎤📚</title>
         <author>iagoohmenezes</author>
         <link>https://padlet.com/Ensina_Brasil/ConstruindoaCulturaqueQueremos/wish/3554159437</link>
         <description><![CDATA[<p>Neste ano, o Dia do Estudante passou em branco em nossa escola por falta de uma organização prévia. Foi então que, a partir do pedido da pedagoga da tarde Ednise Paixão, decidi me mobilizar para que nossos alunos não ficassem sem uma celebração à altura da importância deles.</p><p><br/></p><p>Assim nasceu a Semana dos Estudantes, construída em poucos dias, mas com muito compromisso e afeto. Convidei pessoas incríveis – em sua maioria estudantes da UFES – para compartilhar suas trajetórias e saberes em oficinas, rodas de conversa e apresentações culturais.</p><p><br/></p><p>Tivemos momentos potentes com:</p><p><br/></p><p>Meuri e Pereira, que realizaram a Mostra de Cinema e Fotografia Escolar;</p><p><br/></p><p>Da Rua e Alex Emissário, que levaram a energia da cultura do rap e da batalha de rima;</p><p><br/></p><p>Oficinas, debates e trocas que inspiraram nossos jovens a se enxergarem como protagonistas de suas próprias histórias.</p><p><br/></p><p>E, de fato, o protagonismo foi deles. Os alunos do projeto A Voz do Alberto estiveram presentes em todas as etapas: ajudando na organização, apresentando as atividades, registrando cada detalhe e divulgando os momentos vividos.</p><p><br/></p><p>Mais do que um evento, esta semana foi uma forma de reconhecimento. Reconhecimento de que os estudantes são a base da escola e que suas vozes, talentos e sonhos merecem ser celebrados e incentivados.</p><p><br/></p><p>✨ Que este movimento se fortaleça e que possamos, cada vez mais, valorizar quem é a razão de existir da escola: os nossos alunos.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-08-25 17:02:38 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Voz do Alberto</title>
         <author>iagoohmenezes</author>
         <link>https://padlet.com/Ensina_Brasil/ConstruindoaCulturaqueQueremos/wish/3554170868</link>
         <description><![CDATA[<p>Organizar uma semana inteira de atividades na EMEF Alberto de Almeida foi intenso, mas acima de tudo transformador. Em cada dia, nossos estudantes mostraram que a escola pública é também um espaço de criação, expressão e pertencimento.</p><p><br/></p><p>No <strong>Show de Talentos</strong>, as vozes, danças e performances revelaram potenciais incríveis – escolhidos por um júri especial.</p><p><br>Na <strong>Mostra de Cinema e Fotografia Escolar</strong>, vimos a sensibilidade do olhar dos alunos sobre o cotidiano e suas vivências.</p><p><br>E no <strong>Rap no Alberto</strong>, o freestyle tomou conta, provando que nossos jovens não apenas consomem cultura, mas também a produzem e reinventam.</p><p><br/></p><p>Tudo isso só foi possível pelo protagonismo dos alunos da Voz do Alberto, que se engajaram na organização, apresentação e registros de cada momento.</p><p><br/></p><p>Quem quiser acompanhar os registros pode acessar o Instagram da escola: <strong>@emef_alberto</strong>.</p><p><br/></p><p>Mais do que uma semana de atividades, foi a prova de que quando damos espaço e voz aos estudantes, a escola se torna palco de potência criativa e coletiva.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-08-25 17:06:58 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/Ensina_Brasil/ConstruindoaCulturaqueQueremos/wish/3554170868</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Documentário Manguezal Vivo</title>
         <author>iagoohmenezes</author>
         <link>https://padlet.com/Ensina_Brasil/ConstruindoaCulturaqueQueremos/wish/3554178889</link>
         <description><![CDATA[<p>O documentário <em>Manguezal Vivo</em> nasceu a partir do projeto <strong>Manguezal Vivo: Educação Ambiental e Sustentabilidade</strong>, idealizado e coordenado pelos professores <strong>Iago Menezes</strong> (História) e <strong>Daiana Rosário</strong> (Ciências), na Escola Municipal Alberto de Almeida, em Santo Antônio – Vitória/ES. </p><p><br/></p><p>O projeto envolveu todas as turmas da escola em oficinas de educação ambiental, memória, biodiversidade e comunicação, resultando em um processo coletivo de reflexão e criação.</p><p><br/></p><p>As filmagens, entrevistas e edição foram realizadas pelos estudantes do projeto multimídia <strong>A Voz do Alberto</strong>, sob orientação do professor Iago Menezes. </p><p><br/></p><p>O filme reúne depoimentos de moradores, registros de campo e propostas dos próprios alunos, compondo um retrato da importância do manguezal e dos desafios enfrentados para sua preservação.</p><p><br/></p><p>O documentário foi <strong>inscrito no Vídeo Fórum 2025 do Programa Geração do Festival Internacional de Cinema do Rio</strong> (aguardando resultado) e também será apresentado na <strong>13ª Olimpíada de Saúde e Meio Ambiente da Fiocruz</strong>. </p><p><br/></p><p>Mais do que um registro, <em>Manguezal Vivo</em> é um chamado à ação: <strong>“O manguezal vive se a gente cuida. E se vive o mangue, vive o povo.”</strong></p>]]></description>
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         <pubDate>2025-08-25 17:12:31 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Olimpíada de Ciências na E.E. Prof.ª Diva Hugueney de Siqueira Bastos</title>
         <author>raquelamorimoliveira</author>
         <link>https://padlet.com/Ensina_Brasil/ConstruindoaCulturaqueQueremos/wish/3554287405</link>
         <description><![CDATA[<p>No dia <strong>14/08</strong>, realizei com meus alunos a <strong>1ª fase da Olimpíada de Ciências</strong>, para a qual mobilizei estudantes do <strong>9º ano do Ensino Fundamental até a 3ª série do Ensino Médio</strong>, totalizando <strong>304 inscrições</strong>. </p><p><br/></p><p>Esse propósito de engajar e motivar os alunos foi essencial para que todos pudessem participar de forma ativa.</p><p><br/></p><p>Ver tantos jovens envolvidos em uma iniciativa como essa é muito gratificante, pois sei que a experiência vai além de uma prova. Ela desperta a curiosidade científica, desafia limites pessoais e fortalece a autoconfiança dos estudantes. </p><p><br/></p><p>Momentos como esse são fundamentais para impulsionar nossos jovens a sonharem mais alto e se reconhecerem como protagonistas de seus próprios caminhos de aprendizagem.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-08-25 19:05:46 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Respeito e Negritude ✊🏾</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/Ensina_Brasil/ConstruindoaCulturaqueQueremos/wish/3554378757</link>
         <description><![CDATA[<p>Com o objetivo de promover o respeito às diferenças e a valorização da identidade racial, os alunos do 6º ano participaram de uma atividade baseada no curta-metragem “Dudu e o Lápis Cor de Pele”. O filme foi o ponto de partida para reflexões sobre como todas as cores representam pessoas reais e merecedoras de reconhecimento.</p><p><br/></p><p>Após a exibição, os estudantes foram divididos em grupos e convidados a produzir trechos de texto a partir de temas como o respeito entre colegas, o orgulho da cor da pele, a valorização da identidade, a amizade e a igualdade. Cada grupo desenvolveu suas ideias com criatividade e sensibilidade, e, ao final, os textos foram unidos em uma única produção coletiva. O resultado foi uma mensagem coesa e potente sobre a importância de reconhecer o valor de cada pessoa e sua história.</p><p><br/></p><p>Para enriquecer ainda mais a experiência, os alunos realizaram uma colagem artística com recortes, cores e imagens que representavam a diversidade racial e cultural. A obra final foi exposta nos corredores da escola, como forma de compartilhar com toda a comunidade escolar a mensagem de respeito, orgulho e representatividade.</p><p><br/></p><p>Essa boa prática tem grande potencial de ser ampliada para outras turmas, fortalecendo um trabalho contínuo de valorização da negritude e promoção do respeito às diferenças dentro da escola. Discutir temas como identidade, pertencimento e igualdade é essencial para a formação de cidadãos conscientes, e iniciativas como essa contribuem diretamente para a construção de um ambiente escolar mais acolhedor, diverso&nbsp;e&nbsp;justo.</p><p><br/></p><p><br/></p><p><strong>Escola: E. E. Dr. Mário De Castro - Pedra 90, Cuiabá/MT - 2025</strong></p>]]></description>
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         <pubDate>2025-08-25 20:50:47 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>🎙️ Já tá no ar o Episódio 2 do podcast “Tá na Roda” – feito pelos alunos do 6º ano!</title>
         <author>iagoohmenezes</author>
         <link>https://padlet.com/Ensina_Brasil/ConstruindoaCulturaqueQueremos/wish/3554384037</link>
         <description><![CDATA[<p>Neste episódio, eles falam sobre <strong>trabalho infantil</strong>, explicam por que isso é um problema sério, qual a diferença pra a aprendizagem profissional e o que fazer quando vê uma situação assim. Informação reta, do jeito que tem que ser.</p><p><br></p><p>Uma realização do projeto <strong>Voz do Alberto</strong>, com coordenação do Prof. <strong>Iago Menezes</strong>.<br>Ouça, reflita e compartilhe!</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-08-25 20:59:44 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Hoje tivemos a estreia de uma nova iniciativa no projeto Voz do Alberto, protagonizada pelas alunas do 7º ano: o Top 5 do Alberto.</title>
         <author>iagoohmenezes</author>
         <link>https://padlet.com/Ensina_Brasil/ConstruindoaCulturaqueQueremos/wish/3554389378</link>
         <description><![CDATA[<p>No primeiro episódio, elas apresentaram - a partir de suas próprias vozes e olhares - os principais motivos para estudar em nossa escola, mostrando também a infraestrutura e os espaços que fazem parte do cotidiano escolar.</p><p><br/></p><p>Mais do que uma atividade de comunicação, o projeto fortalece o protagonismo estudantil, incentiva a expressão oral, a criatividade e o trabalho em equipe.</p><p><br/></p><p>É inspirador ver como a educação ganha ainda mais sentido quando os estudantes assumem o papel de narrar e compartilhar suas experiências.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-08-25 21:06:14 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/Ensina_Brasil/ConstruindoaCulturaqueQueremos/wish/3554389378</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Dia Internacional da Mulher Negra Latino-Americana e Caribenha e o Dia Nacional de Tereza de Benguela (25 de julho) 🌻✊🏾</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/Ensina_Brasil/ConstruindoaCulturaqueQueremos/wish/3554396789</link>
         <description><![CDATA[<p>Os alunos do 8º ano participaram de uma atividade especial voltada à valorização da identidade negra e ao reconhecimento do protagonismo da mulher negra na história, na cultura e na sociedade. A proposta teve como foco despertar nos estudantes a admiração por figuras femininas negras que, com coragem e sabedoria, rompem barreiras e inspiram transformações.</p><p><br/></p><p>Durante a atividade, os estudantes produziram cartazes sobre mulheres negras que os inspiram — figuras históricas, artistas, líderes comunitárias e até mesmo familiares. Cada cartaz trazia elementos visuais e informações que destacavam as contribuições dessas mulheres, promovendo um espaço de reconhecimento e representatividade.</p><p><br/></p><p>Em seguida, foi realizada a oficina das bonecas Abayomi, símbolo de afeto, resistência e ancestralidade na cultura afro-brasileira. Ao confeccionar as bonecas manualmente, os alunos vivenciaram um momento de escuta, troca e reflexão sobre a importância das raízes africanas e do fortalecimento da autoestima da população negra.</p><p><br/></p><p>Foi um dia marcado pela sensibilidade, criação e conexão com a história e a cultura negra. A atividade estimulou o respeito às diferenças e reforçou o valor da identidade como ferramenta de transformação e resistência.</p><p><br/></p><p>Essa boa prática pode ser facilmente ampliada para outras turmas, fortalecendo o compromisso da escola com a educação antirracista e com o reconhecimento do papel das mulheres negras em todos os espaços. Atividades como essa são fundamentais para formar estudantes mais conscientes, empáticos e preparados para construir uma sociedade mais justa&nbsp;e&nbsp;igualitária.</p><p><br/></p><p><strong>Escola: E. E. Dr. Mário De Castro - Pedra 90, Cuiabá/MT - 2025</strong></p>]]></description>
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         <pubDate>2025-08-25 21:19:56 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Oficina de artes com Matheus Santana</title>
         <author>iagoohmenezes</author>
         <link>https://padlet.com/Ensina_Brasil/ConstruindoaCulturaqueQueremos/wish/3554397001</link>
         <description><![CDATA[<p>O artista Matheus Santana esteve na escola para conduzir uma oficina de artes com os alunos da prof. Ivanah. A palestra foi conduzida por mim junto com a professora, e eu também tive a oportunidade de indicar o artista aos estudantes.</p><p><br/></p><p>Recebido com muita curiosidade, Matheus respondeu perguntas, autografou trabalhos e permitiu que os alunos apreciassem suas obras de perto. </p><p><br/></p><p>Inspirados por ele, os estudantes reproduziram suas pinturas nas aulas, usando o artista como referência para explorar cores, gestos e formas.</p><p><br/></p><p>Nascido em 1999, em Vila Velha (ES), e atualmente residente em Cariacica, Matheus é um artista visual cujo trabalho propõe uma leitura sensível e visceral do cotidiano. </p><p><br/></p><p>Suas pinturas transfiguram experiências íntimas e coletivas em camadas densas de cor e gesto. Cada tela se apresenta como um território em ebulição, onde o tempo se dilui em composições que evocam afetos, atmosferas e fragmentos de memória. </p><p><br/></p><p>A linguagem visual de Matheus se constrói entre a urgência do gesto e a contemplação da matéria, revelando um percurso poético em constante tensão e descoberta.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-08-25 21:20:20 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Identidades Ilustradas
</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/Ensina_Brasil/ConstruindoaCulturaqueQueremos/wish/3554405873</link>
         <description><![CDATA[<p>Partindo da pergunta provocadora “<strong>Alguma vez você já se perguntou: o que passa na cabeça dela?</strong>”, os alunos do 8º ano mergulharam em reflexões sobre identidade, subjetividade e expressão individual. A atividade foi construída a partir da leitura e análise de biografias e autobiografias, criando um espaço de escuta e reconhecimento das múltiplas histórias que habitam cada pessoa.</p><p><br/></p><p>Após essas reflexões, cada estudante produziu um autorretrato, mas com um toque especial: o desenho, ao ser aberto, revelava o que havia “dentro da cabeça” de cada um. Sonhos, memórias, pensamentos, gostos e jeitinhos únicos foram ilustrados com muita criatividade, revelando a riqueza das individualidades presentes na turma.</p><p><br/></p><p>O resultado foi o mural coletivo “<strong>Identidades Ilustradas</strong>”, uma verdadeira galeria de pensamentos e sentimentos, que ocupou a escola com cores, mensagens e representações diversas, valorizando cada estudante como sujeito único e cheio de potências.</p><p><br/></p><p>A atividade despertou o interesse dos alunos por si mesmos e pelos colegas, reforçando o respeito à diversidade e o reconhecimento das múltiplas formas de ser. Por seu caráter sensível e integrador, essa boa prática pode ser facilmente adaptada para outras turmas e faixas etárias, enriquecendo o trabalho com identidade, autoestima e pertencimento dentro da escola.</p><p><br/></p><p><strong>Escola: E. E. Dr. Mário De Castro - Pedra 90, Cuiabá/MT&nbsp;-&nbsp;2025</strong></p>]]></description>
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         <pubDate>2025-08-25 21:38:10 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Fato ou Fake? – Povos Indígenas</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/Ensina_Brasil/ConstruindoaCulturaqueQueremos/wish/3554410253</link>
         <description><![CDATA[<p>Para encerrar a programação do mês de abril, em que se comemora o Dia dos Povos Indígenas (19/04), os alunos participaram de uma atividade especial com o objetivo de desconstruir estereótipos e ampliar o conhecimento sobre os povos originários do Brasil.</p><p><br/></p><p>A proposta surgiu a partir de uma pergunta essencial: o que é fato e o que é distorção quando falamos sobre os povos indígenas? Com base nisso, a turma foi desafiada a participar do game “Fato ou Fake?”, uma dinâmica interativa que trouxe afirmações sobre cultura, história, direitos e identidade indígena. A missão dos estudantes era identificar o que era verdadeiro e o que representava ideias equivocadas ou preconceituosas.</p><p><br/></p><p>Ao longo da atividade, os alunos perceberam que muitas das informações reproduzidas socialmente não correspondem à realidade dos povos originários, e que conhecer é também uma forma de respeitar. Foi um momento potente de aprendizagem e conscientização, que reforçou o compromisso da escola com uma educação antirracista, crítica e descolonizadora.</p><p><br/></p><p>Com grande engajamento da turma, a atividade destacou o valor do conhecimento como ferramenta de reparação histórica. A proposta pode ser ampliada para outras turmas, estimulando uma abordagem mais justa e respeitosa sobre os povos indígenas em diferentes espaços do currículo escolar.</p><p><br/></p><p><strong>Escola: E. E. Dr. Mário De Castro - Pedra 90, Cuiabá/MT&nbsp;-&nbsp;2025</strong></p>]]></description>
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         <pubDate>2025-08-25 21:46:22 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Narrativas de Suspense (Contação de história) 📚</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/Ensina_Brasil/ConstruindoaCulturaqueQueremos/wish/3554420964</link>
         <description><![CDATA[<p>No universo das narrativas, o suspense ocupa um lugar especial por sua capacidade de prender a atenção, provocar emoções e estimular a imaginação. Explorando esse gênero literário, os alunos do 8º ano G viveram uma experiência assustadoramente divertida ao colocarem em prática os conhecimentos estudados no conteúdo de sistema estruturado de narrativa.</p><p><br/></p><p>Divididos em grupos, os estudantes criaram suas próprias histórias de suspense, trabalhando com os elementos essenciais da narrativa: enredo, personagens, tempo, espaço, clímax e desfecho. Mas não parou por aí, para tornar as apresentações ainda mais imersivas, os grupos utilizaram recursos visuais e sensoriais, como sons, luzes, figurinos e expressões dramáticas, criando uma atmosfera sombria e envolvente.</p><p><br/></p><p>As histórias, carregadas de mistério e criatividade, conseguiram prender a atenção da turma do início ao fim. Cada grupo trouxe sua própria marca, explorando o medo, o desconhecido e o inesperado com muita originalidade. Foi uma verdadeira celebração da oralidade, da expressão artística e da capacidade de contar boas histórias.</p><p><br/></p><p>A atividade possibilitou a aplicação prática do conteúdo trabalhado em sala de aula, ao mesmo tempo em que desenvolveu habilidades de escrita, expressão oral, trabalho em equipe e criatividade. Pela riqueza da experiência, essa proposta pode ser reaplicada em outras turmas e adaptada para diferentes gêneros textuais, fortalecendo o protagonismo dos estudantes e tornando o aprendizado mais significativo&nbsp;e&nbsp;envolvente.</p><p><br/></p><p><strong>Escola: E. E. Dr. Mário De Castro - Pedra 90, Cuiabá/MT&nbsp;-&nbsp;2025</strong></p>]]></description>
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         <pubDate>2025-08-25 22:07:52 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Reconhecer é Valorizar: A Jornada da Robótica 🤖</title>
         <author>alisonsantos008</author>
         <link>https://padlet.com/Ensina_Brasil/ConstruindoaCulturaqueQueremos/wish/3554441143</link>
         <description><![CDATA[<p>No início do semestre, a eletiva de Robótica apresentou um desafio considerável: a baixa adesão dos alunos e a dificuldade de integração entre as turmas envolvidas (8ºA, 8ºB e 9ºB). A convivência entre estudantes de diferentes classes nem sempre era harmoniosa, e a falta de entrosamento refletia diretamente no engajamento com a disciplina.</p><p><br/></p><p>No entanto, foi justamente aí que a Robótica revelou seu verdadeiro potencial. Mais do que montar estruturas ou programar sistemas, a proposta possibilitou o desenvolvimento de habilidades essenciais como cooperação, empatia, comunicação e trabalho em equipe. Com o tempo, os alunos passaram a compreender que competir exige respeito mútuo, ética e espírito colaborativo, valores constantemente reforçados nas aulas, inclusive por meio dos princípios do <em>fair play</em>.</p><p><br/></p><p>À medida que os projetos avançavam, a dinâmica do grupo foi se transformando. A construção coletiva, os desafios compartilhados e a superação de obstáculos aproximaram os alunos, criando um ambiente mais respeitoso e colaborativo. O ponto alto dessa trajetória foi a culminância do primeiro semestre: uma apresentação dos trabalhos desenvolvidos, que surpreendeu positivamente toda a comunidade escolar pela criatividade, organização e envolvimento dos estudantes.</p><p><br/></p><p>Reconhecendo o esforço e a evolução da turma, e em parceria com o diretor interino Emilson Pereira Freitas, decidimos confeccionar certificados de 32 horas para os participantes da eletiva, como forma de valorizar o comprometimento e a dedicação demonstrados ao longo do semestre.</p><p><br/></p><p>Essa prática evidencia como a Robótica pode ser uma poderosa aliada na formação integral dos estudantes, unindo tecnologia, criatividade e desenvolvimento socioemocional. </p><p><br/></p><p>Diante do sucesso da iniciativa no primeiro semestre, a eletiva de Robótica seguirá com uma nova turma no segundo semestre. A maioria dos alunos escolheu continuar, demonstrando o impacto positivo da experiência, e novos integrantes também se juntaram ao grupo, ampliando ainda mais as possibilidades de aprendizado, colaboração e inovação.</p><p><br/></p><p><strong>Escola: ETI Prof. Rafael Rueda - Pedra 90, Cuiabá/MT - 2025</strong></p>]]></description>
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         <pubDate>2025-08-25 22:44:00 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/Ensina_Brasil/ConstruindoaCulturaqueQueremos/wish/3554441143</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Simples, mas eficaz! Responsabilidade compartilhada </title>
         <author>alisonsantos008</author>
         <link>https://padlet.com/Ensina_Brasil/ConstruindoaCulturaqueQueremos/wish/3555388235</link>
         <description><![CDATA[<p>Durante o conselho de classe, a professora de Química <strong>Juliana Siqueira </strong>compartilhou uma proposta simples e transformadora: um formulário em que o aluno registra sua recusa em realizar a recomposição de nota, com ciência da família, professor e coordenação. A prática abriu um canal direto de comunicação, garantindo que os responsáveis estejam cientes das oportunidades de aprendizagem oferecidas.</p><p><br/></p><p>A iniciativa foi fortalecida pelos professores <strong>Alison Rodrigues</strong> e <strong>Katiane Cezimbra</strong>, que passaram a aplicá-la ao longo de todo o bimestre. O resultado vem sendo positivo: mais entregas de atividades, maior compromisso dos alunos e uma relação mais próxima entre escola&nbsp;e&nbsp;família.</p><p><br/></p><p><strong>Escola: E. E. Dr. Mário De Castro - Pedra 90, Cuiabá/MT&nbsp;-&nbsp;2025</strong></p>]]></description>
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         <pubDate>2025-08-26 11:54:57 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/Ensina_Brasil/ConstruindoaCulturaqueQueremos/wish/3555388235</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Quando a Revisão Vira Desafio! </title>
         <author>laiseoliveirawhite</author>
         <link>https://padlet.com/Ensina_Brasil/ConstruindoaCulturaqueQueremos/wish/3557528631</link>
         <description><![CDATA[<p>Durante as aulas de revisão com as turmas do 6º ano, desenvolvi uma proposta chamada <strong>Rotação por Estações Virtual</strong>, no formato de um <strong>escape game histórico</strong>, para tornar a aprendizagem dinâmica e colaborativa. A atividade aconteceu na plataforma Plural, com os alunos organizados em grupos, passando por diferentes desafios para alcançar o objetivo final.</p><p>O <strong>desafio inicial</strong> era um quiz no Kahoot com perguntas sobre os conteúdos do 1º e 2º bimestres. Ao finalizar, cada grupo recebia um enigma que os levava para a <strong>segunda estação</strong>, onde precisavam traduzir um texto em hieróglifos. A tradução revelava uma nova pista relacionada à <strong>civilização egípcia</strong>, que os direcionava para a última fase.</p><p>Na <strong>estação final</strong>, os alunos enfrentavam um conjunto de 10 questões sobre a <strong>civilização hebraica</strong>, com apenas duas alternativas. Cada resposta correta fornecia um número que, ao ser combinado, formava um <strong>código secreto</strong> para abrir um baú digital com o enigma final.</p><p>O resultado foi surpreendente! Os estudantes ficaram altamente engajados, colaboraram entre si e revisaram os conteúdos com entusiasmo. Comentários como “foi a revisão mais divertida do ano” mostraram o impacto positivo da proposta. Além de consolidar conhecimentos, a atividade desenvolveu habilidades de lógica, trabalho em equipe e interpretação.</p><p>Para o futuro, pretendo ampliar a experiência, adicionando desafios multimídia e QR Codes para maior imersão, transformando a revisão em um projeto que pode ser aplicado em outras turmas e conteúdos.+</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-08-27 20:00:41 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Reflexão em Jogo: Verdadeiro ou Falso sobre a Cidadania! 🏛️</title>
         <author>laiseoliveirawhite</author>
         <link>https://padlet.com/Ensina_Brasil/ConstruindoaCulturaqueQueremos/wish/3557544648</link>
         <description><![CDATA[<p>Da Grécia Antiga ao Brasil atual: o que significa ser cidadão?</p><p><br/></p><p>Durante as aulas sobre Grécia Antiga, desenvolvi uma atividade para promover <strong>reflexão crítica e debate</strong> com os alunos do 6º ano. A dinâmica foi organizada em grupos de 4 estudantes, que receberam uma folha com <strong>10 afirmações sobre a cidadania na Grécia Antiga e no Brasil atual</strong>.</p><p>O desafio não era apenas marcar se as frases eram <strong>verdadeiras ou falsas</strong>, mas também <strong>justificar cada escolha</strong>. Ao final, os grupos compartilharam suas respostas e argumentações, promovendo um diálogo coletivo sobre como o conceito de cidadania se transformou ao longo da história e sua importância para a vida dos brasileiros hoje.</p><p>🎯 <strong>Impacto:</strong> A atividade estimulou participação ativa, pensamento crítico e capacidade de argumentação. Os alunos perceberam como a cidadania é um direito conquistado historicamente e como ela afeta seu cotidiano.</p><p>📌 <strong>Próximos passos:</strong> Ampliar a proposta para incluir comparações com outras civilizações e trazer casos reais do Brasil para discussão.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-08-27 20:24:52 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Releitura de “Romeu e Julieta” no 6º Ano: Explorando o Gênero Textual Dramático. </title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/Ensina_Brasil/ConstruindoaCulturaqueQueremos/wish/3558698491</link>
         <description><![CDATA[<p>Durante as aulas de Língua Portuguesa, os alunos do 6º ano do Ensino Fundamental foram introduzidos ao gênero textual dramático, com foco na estrutura de peças teatrais e suas características principais, como falas de personagens, rubricas, tempo, espaço e encenação. Como forma de consolidar os conhecimentos adquiridos, foi proposta uma atividade prática: recriar ou adaptar uma peça teatral e apresentá-la em sala de aula.</p><p><br/></p><p>A turma escolheu a clássica obra “Romeu e Julieta”, de William Shakespeare, para realizar uma releitura moderna e criativa. A atividade envolveu não apenas a leitura e interpretação do texto original, mas também a adaptação do enredo, criação de cenário e a atuação diante da professora e dos colegas.</p><p><br/></p><p>O resultado foi um trabalho belíssimo, marcado pelo entusiasmo, criatividade e dedicação dos alunos. A atividade proporcionou uma vivência concreta do gênero dramático, estimulando a expressão oral, a cooperação em grupo e a apreciação da arte teatral.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-08-28 12:57:02 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Carnaval e Cultura Local: um desfile de criatividade com os alunos do 7º ano</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/Ensina_Brasil/ConstruindoaCulturaqueQueremos/wish/3558720455</link>
         <description><![CDATA[<p>O Carnaval é uma das festas populares mais conhecidas e celebradas no Brasil. Marcado por desfiles, música, dança e fantasias, ele expressa a diversidade cultural do povo brasileiro. Cada região do país celebra o Carnaval à sua maneira, com elementos que refletem suas próprias tradições e histórias. Em Cuiabá, por exemplo, o Carnaval possui fortes raízes nas manifestações culturais regionais, como os ritmos locais, as festas de rua e a valorização da identidade cuiabana.</p><p><br></p><p>Pensando nisso, foi proposta aos alunos do 7º ano do Ensino Fundamental uma atividade pedagógica com o objetivo de aproximá-los da cultura do Carnaval, promovendo também o reconhecimento e a valorização das raízes cuiabanas. A proposta consistiu na criação de escolas de samba fictícias, que deveriam unir elementos do Carnaval com aspectos culturais de Cuiabá.</p><p><br></p><p>Divididos em grupos, os estudantes criaram suas próprias escolas de samba, escolhendo um nome criativo, desenvolvendo um samba-enredo autoral, um grito de guerra marcante e uma melodia que representasse a identidade de sua escola. Os enredos deveriam, sempre que possível, fazer referência à história, aos costumes ou às belezas naturais e culturais da região cuiabana.</p><p><br></p><p>Ao final do projeto, foi realizado um concurso interno, no qual os grupos apresentaram suas escolas para os colegas. A atividade estimulou a criatividade, o trabalho em grupo, a oralidade e a expressão artística, ao mesmo tempo em que fortaleceu o conhecimento dos alunos sobre o Carnaval e sobre a cultura local.</p><p><br></p><p>Essa proposta demonstrou como é possível celebrar datas festivas de forma educativa, promovendo a integração entre conteúdos escolares, cultura nacional e identidade regional.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-08-28 13:13:49 UTC</pubDate>
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         <title>Explorando Senso Comum e Ciência por meio do Mural de Fake News</title>
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         <link>https://padlet.com/Ensina_Brasil/ConstruindoaCulturaqueQueremos/wish/3558742665</link>
         <description><![CDATA[<p>Nas aulas de Língua Portuguesa dos 7° os alunos estudaram os conceitos de Senso Comum e Ciência, compreendendo seus significados e as principais diferenças entre eles. Para tornar o conteúdo mais significativo, foi proposta uma atividade prática: a criação de um "Mural de Fake News".</p><p>Os estudantes elaboraram notícias falsas de forma criativa, com o objetivo de confundir os colegas e levá-los a refletir sobre a veracidade das informações. A tarefa consistia em identificar quais notícias eram baseadas apenas em crenças populares (senso comum) e quais poderiam ser confirmadas por meio de dados e comprovação científica.</p><p>Essa atividade incentivou a leitura crítica, o trabalho em grupo e a capacidade de argumentar com base em fatos. Além disso, contribuiu para a formação de leitores mais atentos e conscientes, capazes de diferenciar opinião de conhecimento científico.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-08-28 13:31:18 UTC</pubDate>
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         <title>Diálogos socioemocionais</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/Ensina_Brasil/ConstruindoaCulturaqueQueremos/wish/3559028114</link>
         <description><![CDATA[<p>Contexto</p><p>Na turma do 7º ano da E. E. Malik Didier Namer Zahifi, durante um momento dedicado ao desenvolvimento socioemocional, foi realizada uma atividade voltada para a reflexão sobre sustentabilidade e cuidado com o meio ambiente. A proposta buscou criar um espaço de diálogo aberto e respeitoso, onde os estudantes pudessem expressar opiniões, compartilhar experiências e pensar coletivamente em soluções para problemas ambientais que afetam seu dia a dia e o futuro do planeta.</p><p><br/></p><p>Personagens/Público-alvo</p><p>Os protagonistas da atividade foram os estudantes do 7º ano, que participaram ativamente das rodas de conversa e momentos de criação, sob a mediação da professora. A proposta foi planejada para estimular o pensamento crítico, a empatia e a cooperação, unindo o desenvolvimento socioemocional à temática ambiental.</p><p><br/></p><p>Desafio</p><p>O principal desafio foi engajar todos os alunos de maneira equilibrada, garantindo que cada voz fosse ouvida e que as trocas de ideias ocorressem de forma respeitosa. Outro ponto foi estimular o interesse pela temática da sustentabilidade, conectando o assunto à realidade dos estudantes, para que a discussão não se tornasse algo distante ou puramente teórico.</p><p><br/></p><p>Solução</p><p>A solução adotada foi promover rodas de conversa interativas, nas quais os alunos puderam expor suas percepções e propor ações sustentáveis. Em seguida, realizaram produções artísticas, como desenhos e cartazes, representando soluções criativas para a promoção da saúde, a melhoria da qualidade de vida e a preservação do meio ambiente. Essa abordagem multimodal favoreceu a expressão de diferentes talentos e formas de comunicação.</p><p><br/></p><p>Impacto e Futuro</p><p>A atividade gerou alto engajamento e fortaleceu o vínculo entre os alunos, incentivando a escuta ativa e a valorização das ideias do grupo. Além de aprofundar o entendimento sobre sustentabilidade, os estudantes desenvolveram competências socioemocionais como empatia, colaboração e responsabilidade. A experiência demonstra que, mesmo em contextos desafiadores, é possível integrar conteúdos socioemocionais e temáticas relevantes, criando aprendizagens mais significativas. A partir desse resultado, a proposta poderá ser ampliada para envolver outras turmas e temas sociais urgentes, sempre aliando reflexão, diálogo e ação.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-08-28 17:25:03 UTC</pubDate>
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         <title>10ª Olimpíada Brasileira de Geografia </title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/Ensina_Brasil/ConstruindoaCulturaqueQueremos/wish/3559182809</link>
         <description><![CDATA[<p><strong>Contexto e Personagens</strong></p><p>Na 10ª Olimpíada Brasileira de Geografia vivemos uma experiência única em nossa escola! Tudo começou com um convite e um grande desafio: levar nossos estudantes para uma competição acadêmica nacional. O professor Elias, de Geografia do período matutino, foi peça-chave nesse processo, acreditando no potencial dos alunos e incentivando-os a dar o primeiro passo.</p><p><br></p><p>Formamos duas equipes:</p><p>✔ Uma com 3 alunos do 9° Ano</p><p>✔ Outra com 3 alunos do 2° Ano do Ensino Médio</p><p><br></p><p>Para todos eles, era a primeira participação em uma olimpíada.</p><p><br></p><p><strong>Desafio</strong></p><p>O maior obstáculo foi cativar os alunos. Muitos nunca tinham participado de competições acadêmicas e sentiam insegurança diante do novo. Além disso, havia a dificuldade de estudar conteúdos avançados, organizar horários e manter a motivação até a fase final.</p><p><br></p><p><strong>Solução</strong></p><p>Com orientação próxima do professor Elias e muito esforço coletivo, os estudantes mergulharam nos conteúdos: analisaram mapas, estudaram gráficos, exploraram temas sobre meio ambiente e geopolítica. Os encontros se transformaram em momentos de descoberta e troca, mostrando que aprender pode ser algo prazeroso e colaborativo.</p><p><br></p><p><strong>Impacto</strong></p><p>O resultado foi transformador:</p><p>• Os alunos superaram o medo do novo, ganharam confiança e descobriram o gosto por aprender de maneira diferente.</p><p>• Representar a escola trouxe orgulho e senso de pertencimento.</p><p>• A experiência despertou neles o interesse em participar de novos desafios acadêmicos.</p><p><br></p><p>Mais do que uma olimpíada, vivemos um movimento de protagonismo estudantil e aprendizagem significativa!</p><p><br></p><p><strong>Futuro</strong></p><p>Essa foi apenas a primeira de muitas. A escola já planeja incentivar novas turmas para competições científicas e consolidar um clube olímpico, criando um legado de engajamento e excelência. Nosso sonho é que essa chama do conhecimento continue acesa e inspire mais alunos a acreditarem no próprio potencial.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-08-28 20:20:51 UTC</pubDate>
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         <title>Projeto Quebrada Verde: Conexão e Transformação</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/Ensina_Brasil/ConstruindoaCulturaqueQueremos/wish/3560689320</link>
         <description><![CDATA[<p>O projeto nasceu da vontade dos estudantes do 8º ano de olhar para sua realidade e agir de forma criativa diante dos desafios da comunidade. Localizada em uma periferia próxima a um presídio, a região enfrenta problemas como acúmulo de lixo, violência e falta de áreas verdes. Em vez de apenas reclamar, os jovens decidiram empreender uma solução com os recursos que tinham em mãos: um celular e a força da coletividade.</p><p><br></p><p>A ideia foi criar e administrar uma página no Instagram, transformando a rede social em espaço de protagonismo, pertencimento e impacto. A cada postagem, os estudantes exercitam espírito empreendedor, aprendendo a planejar conteúdos, organizar cronogramas, pensar estratégias de engajamento e dialogar com diferentes públicos.</p><p><br></p><p>Mais do que ferramentas digitais, eles desenvolvem habilidades socioemocionais fundamentais:</p><p>✨ Trabalho em equipe, ao dividir tarefas como redação, fotografia, gravação de vídeos e edição.</p><p>✨ Empatia, ao ouvir histórias de moradores e valorizar saberes da comunidade.</p><p>✨ Autoconfiança, ao aparecer em vídeos e lives como porta-vozes de sua quebrada.</p><p>✨ Resiliência e criatividade, ao transformar problemas em oportunidades de ação e mudança.</p><p><br></p><p>As ações vão desde dicas de reciclagem até mutirões de plantio e grafite, sempre registradas e compartilhadas como inspiração para outras pessoas. No fim, tudo se conecta em um mini-documentário produzido pelos próprios estudantes — prova de que eles não apenas aprenderam, mas se tornaram protagonistas da transformação que desejam ver.</p><p>O <strong>Quebrada Verde</strong> é mais que um projeto escolar: é uma experiência de empreendedorismo social que fortalece jovens como líderes conscientes, capazes de unir tecnologia, cultura e meio ambiente para transformar sua comunidade.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-08-29 11:35:53 UTC</pubDate>
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         <title>Memória Digital dos Números</title>
         <author>antonioafernandes99</author>
         <link>https://padlet.com/Ensina_Brasil/ConstruindoaCulturaqueQueremos/wish/3561042963</link>
         <description><![CDATA[<p><strong>1. Contexto e Personagens</strong></p><p>Na Escola Estadual José Barnabé de Mesquita, em Cuiabá, o professor Antônio Fernandes acompanha o aluno João Pedro, do 7º ano da Educação Especial. João Pedro reconhece os números, mas apresenta dificuldade em memorizar sua escrita, o que exige práticas diferenciadas que respeitem seu ritmo de aprendizagem.</p><p><strong>2. Desafio</strong></p><p>O desafio foi auxiliar João Pedro a memorizar a forma dos números. Apesar de já reconhecê-los visualmente, escrever de forma consistente ainda era um obstáculo, pedindo estratégias mais envolventes e acessíveis.</p><p><strong>3. Solução</strong></p><p>A prática utilizou a tecnologia como apoio pedagógico. A plataforma <strong>Matific</strong> foi incorporada às aulas, trazendo jogos interativos que trabalham diretamente com números e sua escrita. Essa abordagem gamificada promoveu maior engajamento, tornando o processo mais prazeroso e contribuindo para a equidade no ensino, ao oferecer recursos que atendem às necessidades específicas do aluno.</p><p><strong>4. Impacto</strong></p><p>O uso dos jogos aumentou o envolvimento de João Pedro, que gosta de tecnologia e encontrou nela uma motivação extra para estudar matemática. Com isso, a memorização da escrita dos números passou a acontecer de forma mais espontânea e significativa.</p><p><strong>5. Futuro</strong></p><p>O próximo passo é ampliar o aprendizado para operações básicas, como a adição. A prática também tem potencial para alcançar outros estudantes da Educação Especial, fortalecendo a ideia de que a tecnologia pode promover equidade, inclusão e novas possibilidades de aprendizagem para todos.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-08-29 18:05:08 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Aplicação das 3 primeiras fases da OBGeo!</title>
         <author>marinakuranaga</author>
         <link>https://padlet.com/Ensina_Brasil/ConstruindoaCulturaqueQueremos/wish/3561188677</link>
         <description><![CDATA[<p><strong>Contexto</strong></p><p>Na E.E.Professora Diva Hugueney de Siqueira Bastos, foi realizada a aplicação das 3 primeiras fases da Olimpíada Brasileira de Geografia (OBG) com estudantes do 2º ano do Ensino Médio e do 9º ano do Ensino Fundamental. A participação teve como objetivo estimular o interesse pela Geografia, ampliar os conhecimentos curriculares e promover o espírito de cooperação e desafio acadêmico.</p><p><br></p><p><strong>Personagens/Público-alvo</strong></p><p>Participaram dois trios de alunos do 2º ano do Ensino Médio e um trio do 9º ano do Ensino Fundamental de turmas variadas.</p><p><br></p><p><strong>Desafio</strong></p><p>Os principais desafios encontrados foram a dificuldade de organizar os horários para aplicação das provas, conciliando a rotina escolar dos diferentes anos, e os problemas de conexão à internet, que por vezes atrapalharam o andamento das etapas.</p><p><br></p><p><strong>Solução</strong></p><p>Apesar das dificuldades, os estudantes demonstraram grande empenho. Para superar os obstáculos e se preparar melhor, organizamos juntos um grupo de estudos no WhatsApp, onde pudemos trocar informações, revisar conteúdos e&nbsp; buscar motivação mutuamente para as fases da competição.&nbsp;</p><p><br></p><p><strong>Impacto e Futuro</strong></p><p>A participação na OBG trouxe impactos positivos, como o fortalecimento do interesse dos alunos pela disciplina, a experiência de trabalho em equipe e o desenvolvimento de estratégias de estudo. Os estudantes se mostraram animados e confiantes durante as três fases iniciais e já manifestaram expectativas para as próximas olimpíadas, além da esperança de avançar para fases futuras. A experiência abriu portas para a consolidação de uma cultura de participação em olimpíadas escolares, estimulando o protagonismo estudantil e a valorização da Geografia no currículo.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-08-29 22:34:43 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Maquetes da Chapada dos Guimarães-MT</title>
         <author>marinakuranaga</author>
         <link>https://padlet.com/Ensina_Brasil/ConstruindoaCulturaqueQueremos/wish/3561193454</link>
         <description><![CDATA[<p><strong>Contexto</strong></p><p>Os estudantes do 1º ano do Ensino Médio da E.E. Professora Diva Hugueney de Siqueira Bastos realizaram uma aula diferenciada de Geografia sobre o relevo, com destaque para a produção de maquetes da Chapada dos Guimarães. A proposta buscou aproximar o conteúdo da realidade local, inspirando-se na ideia freireana de “buscar o conteúdo a partir do chão que eu piso”, conectando teoria e vivência.</p><p><br/></p><p><strong>Personagens</strong></p><p>Os protagonistas foram os estudantes do 1º ano do Ensino Médio, que participaram ativamente da confecção das maquetes, organizados em grupos. Os estudantes do PAEDE (Público-alvo da Educação Especial)<strong> </strong>também participaram ativamente da atividade, auxiliando e liderando os colegas durante o processo de construção, o que fortaleceu a cooperação e a aprendizagem colaborativa.</p><p><br/></p><p><strong>Desafio</strong></p><p>O desafio esteve em transformar um conteúdo geográfico muitas vezes abstrato em uma experiência concreta e significativa. Além disso, foi necessário estimular os estudantes a trabalharem em equipe, conciliando a execução manual da atividade com a interpretação correta das formas de relevo.</p><p><br/></p><p><strong>Solução</strong></p><p>A estratégia foi propor a confecção de maquetes do relevo da Chapada dos Guimarães, utilizando materiais acessíveis e incentivando a criatividade dos alunos. Durante a atividade, além de revisarem os conceitos sobre relevo, os estudantes desenvolveram habilidades motoras finas e senso de colaboração.</p><p><br/></p><p><strong>Impacto e Futuro</strong></p><p>A atividade despertou interesse e engajamento, aproximando o estudo do relevo da realidade local dos alunos. Ao construir as maquetes, os estudantes conseguiram compreender melhor as formas da Chapada dos Guimarães, ao mesmo tempo em que exercitaram a criatividade, a coordenação motora e o trabalho em equipe. A experiência mostrou o potencial das práticas pedagógicas que unem teoria, prática e contexto cultural, podendo ser ampliada em futuras aulas para explorar outros elementos da paisagem regional e nacional.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-08-29 22:46:35 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Explicando o mundo: mitos e lendas com o 6° ano</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/Ensina_Brasil/ConstruindoaCulturaqueQueremos/wish/3561262484</link>
         <description><![CDATA[<p>O estudo de mitos e lendas no 6º ano do Ensino Fundamental representa uma oportunidade valiosa para desenvolver a leitura crítica, a interpretação de textos e o entendimento das tradições culturais. Ao explorar essas narrativas, os alunos conseguem identificar elementos fantásticos, simbólicos e históricos que refletem os valores e crenças de diferentes sociedades.</p><p>Na atividade proposta, após a diferenciação conceitual entre mitos (relatos simbólicos ligados à explicação de fenômenos naturais e origens do mundo) e lendas (narrativas com base em fatos ou lugares reais, acrescidas de elementos imaginários), os estudantes foram desafiados a trabalhar em grupos para criar suas próprias lendas urbanas. Essa prática estimulou a criatividade, o trabalho colaborativo e o exercício da oralidade e da escrita, além de aproximar o conteúdo das experiências cotidianas dos alunos.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-08-30 01:57:48 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>6° ano e o gênero entrevista.</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/Ensina_Brasil/ConstruindoaCulturaqueQueremos/wish/3561275038</link>
         <description><![CDATA[<p>Como forma de assimilar a compreensão acerca do <em>Gênero Entrevista</em> o 6° ano embarcou numa missão: entrevistar diferentes personalidades, desde modelo famosa a um personagem conhecido de filmes de terror.</p><p>A turma entendeu o conceito e as etapas em que se divide uma entrevista. Usando a criatividade, criaram um canal de tv voltado apenas para entrevistas, com convidados surpreendentes, na atividade em questão, as ilustres personalidades do dia foram: Palhaço Pennywise e a modelo Gisele Bündchen.</p><p>Com a modelo a conversa foi sobre moda sustentável, diferentes estilos de roupa, customização de uniforme escolar. Pennywise foi questionado sobre como é ser um palhaço assustador e não fazer mais filmes no momento.</p><p>Um momento descontraído, cheio de empolgação e comprometimento dos grupos rendeu resultados incríveis.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-08-30 02:25:51 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Aprendendo pronomes e criando propagandas.</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/Ensina_Brasil/ConstruindoaCulturaqueQueremos/wish/3561287111</link>
         <description><![CDATA[<p>Os 6° anos do ensino fundamental tiveram a oportunidade de explorar o uso dos pronomes de forma prática e contextualizada. </p><p>A atividade teve como objetivo identificar diferentes tipos de pronomes presentes nos anúncios e propagandas, compreender a função e construção da mensagem. </p><p>Os estudantes perceberam como o uso dos pronomes é importante e está diretamente ligado ao dia-a-dia.</p><p>A atividade proposta estimulou a leitura crítica e o reconhecimento dos pronomes em contextos reais, encerrando com lindos trabalhos autorais, com os estudantes criando suas próprias propagandas e usando o maior número de pronomes possíveis.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-08-30 02:51:11 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Projeto Protagonistas do Cerrado (1° semestre)</title>
         <author>fekellysantos</author>
         <link>https://padlet.com/Ensina_Brasil/ConstruindoaCulturaqueQueremos/wish/3561662456</link>
         <description><![CDATA[<p>🎨 Na Feira Cultural do projeto “Protagonistas do Cerrado”, celebramos a autonomia e a produção dos nossos estudantes. Arte, cores e histórias do Maranhão, Piauí e Mato Grosso ganham vida nas mãos deles, transformando conhecimento em cordéis, xilogravuras, grafismos indígenas, bandeirinhas do Bumba Meu Boi e muito mais! 📚🌿</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-08-30 20:22:33 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Arraiá das Emoções: Correio Elegante.</title>
         <author>henrocha959</author>
         <link>https://padlet.com/Ensina_Brasil/ConstruindoaCulturaqueQueremos/wish/3562248320</link>
         <description><![CDATA[<p>No 6º ano desenvolvemos em Junho uma atividade muito especial inspirada no tradicional “Correio Elegante” do Nordeste. Porém, ao invés de bilhetes de interesse, ressignificamos a prática para fortalecer os laços dentro da comunidade escolar. Assim, as “cartinhas” foram destinadas a professores, funcionários da cozinha, da limpeza, da gestão e também aos colegas de classe, trazendo mensagens de gratidão, carinho e reconhecimento.</p><p><br></p><p>O grande diferencial foi colocar os estudantes como protagonistas em todo o processo. Eles participaram ativamente desde a produção textual no gênero carta, exercitando a escrita criativa e afetiva, até a parte artística da atividade. Foram responsáveis pela confecção dos corações em cartolina, dos bonecos de EVA, além da decoração do espaço que acolheu os bilhetes.</p><p><br></p><p>Esse trabalho não apenas proporcionou um exercício prático de produção de texto, mas também se transformou em uma experiência de valorização mútua, de fortalecimento das relações e de reconhecimento da importância de cada pessoa que faz parte da escola. A iniciativa mostrou que, ao escrever e receber palavras de gratidão, todos se sentem mais próximos e importantes.</p><p><br></p><p>Mais do que uma atividade pedagógica, foi um momento de humanização, afeto e pertencimento, que certamente ficará marcado na memória dos estudantes.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-08-31 22:29:50 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Fábulas em Cena: Leitura e Aprendizado.</title>
         <author>henrocha959</author>
         <link>https://padlet.com/Ensina_Brasil/ConstruindoaCulturaqueQueremos/wish/3562254096</link>
         <description><![CDATA[<p><br></p><p>Com o 6º ano, desenvolvi uma atividade de leitura e interpretação a partir do gênero fábula. O objetivo foi levar os alunos a identificar os personagens principais, o conflito, a moral da história, o espaço onde se passa o enredo, além de refletirem sobre o aprendizado pessoal que cada texto poderia proporcionar e o público a quem indicariam a leitura.</p><p><br></p><p>Os grupos trabalharam com diferentes narrativas: A Galinha dos Ovos de Ouro, O Menino que Gritava o Lobo, O Asno e a Carga de Sal e O Lobo e a Cabra. Após a leitura e discussão em equipe, cada grupo apresentou sua fábula para a turma, compartilhando as respostas às questões que propus previamente.</p><p><br></p><p>A atividade proporcionou um momento de protagonismo estudantil, estimulou a compreensão leitora, a oralidade e a capacidade de extrair ensinamentos das histórias. Além disso, reforçou a ideia de que as fábulas, mesmo sendo narrativas curtas e protagonizadas por animais com características humanas, carregam lições valiosas para a vida.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-08-31 22:48:05 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>TV Castrinho: Protagonismo em Entrevista.</title>
         <author>henrocha959</author>
         <link>https://padlet.com/Ensina_Brasil/ConstruindoaCulturaqueQueremos/wish/3562271222</link>
         <description><![CDATA[<p><br></p><p>Na aula de Língua Portuguesa com o 6º ano, trabalhei o gênero entrevista de uma forma criativa e dinâmica. Dividi a turma em grupos e cada equipe ficou responsável por escolher um tema de interesse, transformando-o em uma peça teatral no formato de entrevista. Assim, a sala de aula se tornou um verdadeiro estúdio, que batizamos de TV Castrinho — uma referência carinhosa ao nome da escola, E.E. Mário de Castro.</p><p><br></p><p>Os assuntos escolhidos foram variados e mostraram o protagonismo dos alunos: falaram sobre séries e filmes, como Wandinha, discutiram a adultização infantil, a partir do vídeo do youtuber Felca sobre a exposição de crianças na internet, tema que nos levou a trabalhar juntos alguns pontos importantes do ECA (Estatuto da Criança e do Adolescente). É claro que o futebol, paixão da turma, também esteve presente entre as entrevistas.</p><p><br></p><p>Para enriquecer ainda mais a atividade, contamos com a presença ilustre do nosso coordenador de projetos, que acompanhou toda a aula e, no final, foi entrevistado por dois alunos. Eles elaboraram perguntas sobre sua função, conselhos para quem está no 6º ano, progressão de carreira, sonhos e a importância da escola como espaço de realização de projetos de vida.</p><p><br></p><p>Foi um momento de muito aprendizado, troca de experiências e valorização da oralidade, em que os estudantes assumiram o papel de protagonistas, vivenciando na prática o gênero entrevista e percebendo o quanto a escola pode ser um espaço de construção de sonhos e oportunidades.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-08-31 23:26:00 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>📚 Ganhamos o Edital Professor Autor da Editora Frutificando</title>
         <author>ermesonathan</author>
         <link>https://padlet.com/Ensina_Brasil/ConstruindoaCulturaqueQueremos/wish/3562288430</link>
         <description><![CDATA[<p>Eu, enquanto professor de Língua Portuguesa, submeti as crônicas dos meus alunos, alunas e alunes para concorrer ao edital de Professor Autor. <strong><mark>Fomos contemplados pelo edital, que transformará as crônicas (disponíveis no site: </mark></strong><a rel="noopener noreferrer nofollow" href="http://www.esvrotadebolso.com.br"><strong><mark>www.esvrotadebolso.com.br</mark></strong></a><strong><mark>) em formato de livro. </mark></strong>Foi uma das grandes conquistas, pois era um edital que trazia os alunos como autores e o professor como autor e mediador do processo de escrita e leitura.</p><p><br/></p><p>O <strong><mark>objetivo </mark></strong>foi incentivar a escrita e leitura, promovendo o protagonismo estudantil, com os(as/es) alunos(as/es) se identificando enquanto escritores(as/es). Essa ação valoriza a autoria e fortalece o papel do professor como orientador de trajetórias literárias.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-08-31 23:51:20 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>♿ Revisa Goiás da Inclusão</title>
         <author>ermesonathan</author>
         <link>https://padlet.com/Ensina_Brasil/ConstruindoaCulturaqueQueremos/wish/3562295399</link>
         <description><![CDATA[<p><strong><mark>Revisa Goiás da Inclusão</mark></strong></p><p><br/></p><p>Eu refiz todo o Revisa Goiás do 1º e 2º bimestres para os alunos da inclusão e neuro divergentes. O intuito foi adaptar a linguagem para torná-la mais acessível, com frases curtas e diretas, sem perder o conteúdo dos bimestres anteriores. O trabalho envolveu também a criação das capas e diagramação. Foi um processo exigente, realizado durante as férias, mas extremamente necessário.</p><p><br/></p><p>O <strong><mark>resultado foram 7 apostilas inclusivas, </mark></strong>permitindo que esses estudantes recompusessem os conteúdos de forma significativa. Eles se sentiram mais acolhidos e incluídos no processo de aprendizagem, com materiais pensados especialmente para suas necessidades educacionais.</p><p><br/></p><p><strong><mark>TODOS os alunos da sala simplesmente disseram: Professor, eu quero assim, prefiro esse revisa do senhor hahaha, inclusão né mores!</mark></strong></p>]]></description>
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         <pubDate>2025-08-31 23:59:46 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/Ensina_Brasil/ConstruindoaCulturaqueQueremos/wish/3562295399</guid>
      </item>
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         <title>🥋 Volta às Aulas 3º Bimestre — Desafio de Wakanda</title>
         <author>ermesonathan</author>
         <link>https://padlet.com/Ensina_Brasil/ConstruindoaCulturaqueQueremos/wish/3562297896</link>
         <description><![CDATA[<p><strong><mark>Volta às Aulas 3º Bimestre — Desafio de Wakanda</mark></strong></p><p><br/></p><p><strong><mark>No primeiro dia de volta às aulas, criei uma aula temática e interativa chamada Desafio de Wakanda.</mark></strong> Utilizei slides criativos com trilha sonora para apresentar uma dinâmica em forma de jogo, com base no Jô Ken Pô. Quem vencia, além de ganhar, tinha que responder corretamente questões sobre figuras de linguagem e conjunções coordenativas. Quem perdia virava torcida do vencedor, mantendo todos engajados na atividade.</p><p><br/></p><p>O <strong><mark>objetivo </mark></strong>foi quebrar o gelo no retorno às aulas, revisar conteúdos do bimestre anterior e, ao mesmo tempo, trabalhar ludicidade, cognição e memória de forma divertida e estratégica.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-09-01 00:02:37 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Projeto MultiPer</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/Ensina_Brasil/ConstruindoaCulturaqueQueremos/wish/3562532278</link>
         <description><![CDATA[<p>A escola enfrenta desafios significativos relacionados ao capacitismo voltado aos estudantes Público-Alvo da Educação Especial (PAED). Esse cenário é agravado pelo estigma atribuído à Sala Multifuncional, muitas vezes rotulada com termos pejorativos que reforçam sua marginalização. Tais designações aprofundam a exclusão e afastam estudantes atípicos ainda não laudados, os quais passam a evitar o referido espaço por receio de sofrerem bullying.</p><p><br></p><p>Uma pesquisa diagnóstica realizada com 143 estudantes revelou que 54,6% consideram possível ou certa a ocorrência de comentários maldosos ou atitudes discriminatórias caso frequentem a sala multifuncional.</p><p>Além disso, a escola enfrenta defasagens graves em Língua Portuguesa e Matemática, comprometendo o desempenho acadêmico e a autoestima de muitos estudantes.</p><p><br></p><p>Diante desse cenário, o Projeto MultiPer propõe a ressignificação da Sala Multifuncional, transformando-a em um espaço pedagógico ampliado, voltado ao atendimento de estudantes com defasagens em Língua Portuguesa e Matemática.</p><p><br></p><p>Ao estender sua utilização para os estudantes típicos, a iniciativa visa não apenas oferecer reforço nas áreas de leitura, escrita e raciocínio lógico, mas também romper com o estigma historicamente associado ao referido espaço.</p><p><br></p><p>O projeto contempla, ainda, atividades interativas e dinâmicas inclusivas, nas quais todos os estudantes têm a oportunidade de compartilhar experiências, conviver com a diversidade e desenvolver competências socioemocionais.</p><p><br></p><p>Almeja-se, com isso, a construção de um ambiente escolar genuinamente acolhedor, onde todos se sintam pertencentes desde o início, ao passo que se enfrentam as defasagens educacionais e se consolida uma cultura escolar anticapacitista.</p><p><br></p>]]></description>
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         <pubDate>2025-09-01 02:26:20 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Palavras que Reconectam: O Poder da Autoria Literária no Combate à Evasão</title>
         <author>gersyanneop</author>
         <link>https://padlet.com/Ensina_Brasil/ConstruindoaCulturaqueQueremos/wish/3563674850</link>
         <description><![CDATA[<p><strong>Contexto e Personagens</strong></p><p>Em nossa escola, identificamos um número significativo de estudantes em situação de abandono e evasão escolar, muitos deles desmotivados, sem vínculo afetivo com a aprendizagem e com a comunidade escolar. Entre esses estudantes, havia adolescentes com grande potencial criativo, mas que não encontravam sentido na rotina escolar tradicional.</p><p><br/></p><p><strong>Desafio</strong></p><p>Como reconectar esses alunos à escola e devolver o prazer pelo aprendizado, superando a barreira da evasão? Como criar um espaço onde se sentissem pertencentes e valorizados, evitando novas desistências?</p><p><br/></p><p><strong>Solução</strong></p><p>Desenvolvemos um projeto de autoria literária, no qual os estudantes participaram de atividades interativas, rodas de conversa e oficinas de produção textual, com um objetivo concreto e inspirador: escrever e publicar um livro coletivo com suas próprias histórias. Essa proposta despertou o protagonismo, a autoestima e a colaboração entre eles, transformando a escrita em uma ferramenta de reconexão com a escola.</p><p><br/></p><p><strong>Impacto</strong></p><ul><li><p>Retorno de estudantes que estavam fora da escola, reestabelecendo vínculos com a comunidade escolar.</p></li><li><p>Aumento do engajamento e participação ativa nas aulas, com melhora no comportamento e na autoestima.</p></li><li><p>Produção de um livro autoral, resultado do esforço coletivo, que se tornou símbolo da superação e do pertencimento.</p></li></ul><p><br/></p><p><br/></p><p><strong>Futuro</strong></p><p>Nosso próximo passo é ampliar o projeto para mais turmas, integrar outras linguagens artísticas (como ilustração e audiovisual) e garantir a publicação digital e impressa do livro para alcançar toda a comunidade, inspirando outras escolas a adotarem a mesma prática.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-09-01 20:36:54 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Ciência e Ética em Debate: Reflexões a partir do Filme Gattaca</title>
         <author>raquelamorimoliveira</author>
         <link>https://padlet.com/Ensina_Brasil/ConstruindoaCulturaqueQueremos/wish/3565402600</link>
         <description><![CDATA[<p><strong>1. Contexto e Personagens</strong><br>Após assistir ao filme <em>Gattaca</em>, os alunos do 9º ano participaram de um debate em Ciências, no qual foram convidados a refletir sobre os avanços da biotecnologia e seus dilemas éticos.</p><p><strong>2. Desafio</strong><br>O desafio foi estimular os estudantes a construírem argumentos consistentes, unindo ciência, ética e sociedade, reconhecendo como o repertório cultural é fundamental para sustentar opiniões críticas e fundamentadas.</p><p><strong>3. Solução</strong><br>A proposta foi organizar um debate estruturado: análise do filme, levantamento de reflexões e confronto de ideias. Durante a discussão, os alunos trouxeram contribuições ricas, relacionando a <strong>discriminação genética retratada em <em>Gattaca</em></strong> com a <strong>discriminação racial ainda presente em nossa sociedade</strong>, ampliando a relevância da atividade para além do campo científico.</p><p><strong>4. Impacto</strong><br>A atividade desenvolveu a capacidade de argumentação, a escuta ativa e a autonomia intelectual. Os alunos compreenderam que as questões científicas estão diretamente ligadas a dilemas sociais e éticos, e reconheceram paralelos entre a ficção e problemas atuais, como o racismo.</p><p><strong>5. Futuro</strong><br>Esse debate abre portas para novas discussões interdisciplinares, conectando ciência e cidadania. Temas como inteligência artificial, bioética, sustentabilidade e desigualdade social podem ser trabalhados futuramente, fortalecendo a formação crítica dos estudantes.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-09-02 17:46:05 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Aula de História – 6º ano | Construindo Conhecimento com as Mãos 🏛✂️</title>
         <author>ingridkemile</author>
         <link>https://padlet.com/Ensina_Brasil/ConstruindoaCulturaqueQueremos/wish/3566051786</link>
         <description><![CDATA[<p>Na Escola Estadual José Mamede de Aquino, após mergulharmos no estudo da Mesopotâmia, os alunos do 6º ano participaram de uma atividade prática e criativa: a construção de um zigurate de papel, usando recorte e colagem. A proposta foi muito bem recebida pela turma, que se envolveu com entusiasmo na tarefa.<br></p><p>Mais do que uma simples atividade artística, essa construção permitiu que os estudantes visualizassem e compreendessem melhor a importância dos zigurates na cultura mesopotâmica. Transformar o conteúdo em algo palpável ajuda a fixar o conhecimento e torna o aprendizado mais significativo. Quando o aluno interage, cria e experimenta, ele realmente aprende e se diverte no processo!</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-09-03 02:38:57 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>O Resgate da Participação Feminina na História do Brasil - Escola Municipal Paulo Freire</title>
         <author>matheusmacielmat</author>
         <link>https://padlet.com/Ensina_Brasil/ConstruindoaCulturaqueQueremos/wish/3567011645</link>
         <description><![CDATA[<p>Os eixos transversais na educação desempenham um papel fundamental na formação integral dos estudantes, pois promovem a reflexão crítica sobre temas sociais, culturais e éticos que atravessam todas as disciplinas. Entre esses eixos, destaca-se a valorização da diversidade e da equidade de gênero, sendo essencial abordar a importância da figura feminina na construção da história brasileira.</p><p>Por muito tempo, a participação das mulheres foi invisibilizada nos relatos históricos, apesar de sua atuação decisiva em diversos campos, como política, educação, cultura, ciência e movimentos sociais. Ao trazer essas contribuições para o ambiente escolar, rompe-se com uma visão limitada e excludente da história, promovendo representatividade e empoderamento.</p><p>Incluir a trajetória de mulheres como Dandara dos Palmares, Maria Quitéria, Nise da Silveira e tantas outras, permite que estudantes compreendam o papel ativo das mulheres na luta por direitos, justiça e transformação social. Além disso, contribui para combater estereótipos de gênero e construir uma sociedade mais igualitária.</p><p>Portanto, trabalhar os eixos transversais, especialmente a valorização da figura feminina na história do Brasil, é um compromisso ético e pedagógico que amplia horizontes e fortalece uma educação democrática e inclusiva.</p><p><br/></p><p>ALUNOS IMPACTADOS: 115</p><p>PARTICIPANTES: PROFESSOR MATHEUS MACIEL CALDAS E ALUNOS DO PROJETO "MATEMÁTICOS DO AMANHÃ"</p><p>LOCAL DE IMPACTO: ESCOLA MUNICIPAL PAULO FREIRE </p><p>LOCALIZAÇÃO: PETROLINA-PE</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-09-03 13:54:53 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>RACISMO EM PAUTA: CONSTRUINDO NOVAS NARRATIVAS</title>
         <author>matheusmacielmat</author>
         <link>https://padlet.com/Ensina_Brasil/ConstruindoaCulturaqueQueremos/wish/3567058738</link>
         <description><![CDATA[<p>Falar sobre o racismo com alunos do 6º e 7º ano do Ensino Fundamental é fundamental para a construção de uma sociedade mais justa e respeitosa. Nessa faixa etária, os estudantes já possuem capacidade de compreender questões sociais mais amplas e estão formando valores e opiniões que levarão para a vida toda. Abordar o racismo na escola permite que eles reconheçam a diversidade étnico-racial do Brasil, compreendam o impacto do preconceito e da discriminação na vida das pessoas negras e reflitam sobre atitudes que promovem respeito e igualdade.</p><p>A escola tem papel essencial na desconstrução de estereótipos e no combate à intolerância. Ao criar espaços de diálogo, os alunos aprendem a identificar situações racistas, desenvolvem empatia e senso de justiça. Trabalhar o tema também contribui para valorizar a cultura afro-brasileira e indígena, reforçando a identidade e autoestima de estudantes negros.</p><p>Além disso, discutir o racismo desde cedo é uma forma de cumprir a Lei 10.639/03, que torna obrigatório o ensino da história e cultura afro-brasileira nas escolas. Assim, a educação se torna um instrumento poderoso de transformação social, formando cidadãos conscientes, críticos e comprometidos com a igualdade racial.</p><p><br/></p><p>ALUNOS IMPACTADOS: 115</p><p>PARTICIPANTES: PROFESSOR MATHEUS MACIEL CALDAS E ALUNOS DO PROJETO "MATEMÁTICOS DO AMANHÃ"</p><p>LOCAL DE IMPACTO: ESCOLA MUNICIPAL PAULO FREIRE </p><p>LOCALIZAÇÃO: PETROLINA-PE</p><p><br/></p>]]></description>
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         <pubDate>2025-09-03 14:18:40 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>DOMINÓ DA ADIÇÃO - CONSTRUÇÃO E ESTRUTURAÇÃO </title>
         <author>matheusmacielmat</author>
         <link>https://padlet.com/Ensina_Brasil/ConstruindoaCulturaqueQueremos/wish/3567116289</link>
         <description><![CDATA[<p>O domínio da adição é fundamental para os alunos do 6º ano do Ensino Fundamental, especialmente no processo de superação das defasagens nas quatro operações matemáticas. A adição é a base para o desenvolvimento do raciocínio lógico e para a compreensão de conteúdos mais complexos, como a multiplicação, subtração e divisão. Quando o estudante apresenta dificuldades em adições simples, tende a enfrentar obstáculos em outras operações, o que compromete seu desempenho em toda a disciplina de Matemática.</p><p>Trabalhar o fortalecimento da adição nesse ano escolar é essencial para garantir que os alunos avancem com segurança, compreensão e autonomia. Atividades lúdicas, jogos, situações-problema do cotidiano e o uso de recursos concretos são estratégias eficazes para revisar e consolidar esse conhecimento. Além disso, reforçar o raciocínio mental e a habilidade de estimar resultados contribui para tornar os estudantes mais ágeis e confiantes.</p><p>Ao sanar a defasagem na adição, cria-se uma base sólida para o domínio das demais operações, facilitando o aprendizado de conteúdos futuros, como frações, porcentagens e equações. Assim, investir no domínio da adição é um passo estratégico e necessário para garantir a aprendizagem efetiva e o sucesso dos alunos na Matemática.</p><p><br/></p><p>ALUNOS IMPACTADOS: 80</p><p>LOCAL DE IMPACTO: ESCOLA MUNICIPAL PAULO FREIRE</p><p>PARTICIPANTES: PROFESSOR MATHEUS MACIEL CALDAS E ALUNOS PARTICIPANTES DO PROJETO MATEMÁTICOS DO AMANHÃ</p><p>LOCALIZAÇÃO: PETROLINA-PE</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-09-03 14:48:19 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Vida na biblioteca</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/Ensina_Brasil/ConstruindoaCulturaqueQueremos/wish/3567313001</link>
         <description><![CDATA[<p>Realizei uma pesquisa realizada com nossos alunos sobre quais livros eles gostariam de</p><p>ver na biblioteca da escola. Trabalhei em conjunto com outros ensinas para a aplicação da</p><p>pesquisa: eu e outros docentes da escola aplicamos com os alunos das escolas EECM</p><p>Leovegildo de Melo, e ela também foi aplicada na EE Gustavo Kuhlmann, por Andressa do</p><p>Carmo, e na EE Diva Hugueney de Siqueira Bastos, por Marina Kuranaga. Através dela,</p><p>pudemos mapear os principais interesses dos alunos para colaborar com um projeto da</p><p>SEDUC de expansão do acervo das bibliotecas estaduais. Apresentei a pesquisa na EE</p><p>Leovegildo de Melo à representantes da Coordenadoria de Educação Integrada e Inovação</p><p>que estão trabalhando no Projeto Integrado: Bibliotecas das escolas estaduais, para</p><p>contribuir no processo de investigação sobre quais livros comprar e como mudar a dinâmica</p><p>da biblioteca para que os estudantes passem a frequentá-la no cotidiano escolar.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-09-03 16:51:38 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Aula externa: Vozes da Periferia</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/Ensina_Brasil/ConstruindoaCulturaqueQueremos/wish/3568970645</link>
         <description><![CDATA[<p>Com a intenção de expandir os horizontes artísticos e sociais dos estudantes, a aula da eletiva <strong>Vozes da Periferia</strong> começou com uma imersão na exposição de fotografia <strong>"Um mergulho nos angaris"</strong> na UNIVASF. O professor, habilmente, utilizou as imagens de embarcações de pesca como ponto de partida. Cada fotografia se desdobrou em uma discussão rica e multifacetada sobre as <strong>narrativas visuais, a dignidade humana e a beleza</strong> que muitas vezes passam despercebidas. Exemplos concretos, como a textura de redes de pesca e as cores do pôr do sol, foram utilizados para ilustrar a vida pulsante e a força de um povo.</p><p>Em seguida, a aula se tornou mais interativa. Os estudantes, individualmente, participaram de uma atividade de escrita criativa onde deveriam transformar as emoções e os pensamentos despertados pelas fotografias em palavras. Essa atividade não apenas <strong>provocou reflexões profundas</strong>, mas também incitou nos alunos a percepção de que a arte está intrinsecamente ligada à nossa capacidade de expressão, exigindo constante sensibilidade e observação.</p><p>A segunda parte da aula aprofundou-se em uma experiência compartilhada. A turma se organizou em um grande círculo de diálogo. O material poético e pessoal de cada estudante, que mesclava impressões visuais e sentimentos, permitiu que todos <strong>compartilhassem suas percepções e emoções</strong>.</p><p>Para finalizar, a turma se reuniu em um círculo de conversa. As vozes, antes silenciosas, ecoaram pelo espaço. O momento se mostrou de grande valia, pois a leitura dos textos e o debate sobre as obras ampliaram a compreensão do tema, despertando nos jovens a capacidade de se expressar, a coragem e o senso de <strong>protagonismo</strong>.</p><p>Ao final da aula, os estudantes demonstraram uma compreensão mais profunda sobre a ambivalência de sua própria identidade e da arte: elas são capazes de gerar beleza e reflexão, mas também de <strong>dar voz a histórias que precisam ser ouvidas</strong>. Essa experiência foi enriquecedora, unindo conteúdo conceitual, reflexão ética e uma formação humana essencial para os desafios do mundo contemporâneo.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-09-04 13:37:30 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Educação antirracista em ação: da representatividade à transformação escolar</title>
         <author>julianafelixsilva18</author>
         <link>https://padlet.com/Ensina_Brasil/ConstruindoaCulturaqueQueremos/wish/3569216045</link>
         <description><![CDATA[<p><strong>Contexto e personagens: </strong>No contexto do plano de ação da área de Humanas da escola, que é pensado durante as reuniões, surgiu a necessidade de reafirmar a Lei 10.639/2003, garantindo que a educação antirracista fosse efetivamente incorporada ao cotidiano escolar. A partir dessa demanda, identificamos que, embora a pauta já estivesse contemplada nas matrizes de habilidades e nas discussões pedagógicas, era preciso dar maior ênfase à representatividade, além de aprofundar e ampliar o debate sobre racismo e equidade racial.</p><p><br/></p><p><strong>Os personagens</strong> centrais deste projeto incluem, além de mim, Juliana Felix e professora de história no CEPI Osvaldo da Costa Meireles, a professora Márcia Souza, professora de geografia e ensina que atua na mesma escola. Ademais, como convidada tivemos Gina Vieira, liderança reconhecida em questões de equidade racial. Juntas, buscamos envolver toda a comunidade escolar, docentes, gestão e estudantes, na construção de práticas que promovam uma educação mais justa e inclusiva.</p><p><br/></p><p><strong>Desafio: </strong>O desafio consistia em transformar uma iniciativa pontual em um projeto contínuo e significativo, capaz de articular teoria e prática, e sensibilizar tanto professores quanto estudantes para a importância da representatividade e da luta antirracista.<br></p><p><strong>Solução: </strong>Como solução, planejamos um projeto bimestral em que cada série do Ensino Médio trabalharia com livros específicos: Pacto da Branquitude, Racismo Estrutural e Pequeno Manual Antirracista; além de temas como feminismo negro, movimento negro no Brasil, juventude negra, violência policial e encarceramento em massa da população negra.</p><p><br/></p><p>A abordagem combina leituras teóricas, reflexões críticas e práticas culturais, culminando em um passeio ao Quilombo do Mesquita, próximo à escola, onde os estudantes devem produzir um documentário e um painel coletivo, registrando as aprendizagens e vivências adquiridas.</p><p><br/></p><p>Antes de envolver os estudantes, promovemos uma roda de conversa e formação com o corpo docente e a gestão, mediada por Gina Vieira, na qual foram debatidos os principais aspectos da equidade racial e da educação antirracista. Esse encontro gerou um alinhamento maior entre os docentes, esclarecendo dúvidas, instigando reflexões e fortalecendo o compromisso da escola com a pauta racial.</p><p><br><strong>Impacto: </strong>O impacto imediato do projeto já começou a ser percebido na promoção da representatividade e da autoestima entre estudantes negros, na desconstrução de preconceitos em alunos não negros e no fortalecimento do clima escolar e das relações respeitosas. Além disso, a iniciativa vem contribuindo para a formação de professores e gestores como multiplicadores do conhecimento, ampliando a consciência coletiva e reforçando práticas pedagógicas que promovem equidade, cidadania e inclusão tanto na escola quanto na comunidade.</p><p><br><strong>Futuro: </strong>Quanto à continuidade, o projeto permanece em andamento, com o passeio ao quilombo programado para o mês seguinte. A expectativa é que, a partir da documentação e do painel coletivo, a iniciativa se consolide como prática permanente de valorização da diversidade, representatividade e engajamento crítico dos estudantes, influenciando futuras ações pedagógicas e fortalecendo a cultura de equidade racial na escola.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-09-04 16:13:12 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>NO DIA QUE PASSAMOS NA GLOBO</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/Ensina_Brasil/ConstruindoaCulturaqueQueremos/wish/3569541681</link>
         <description><![CDATA[<p>Um momento que ficará para sempre na memória da nossa escola e na vida dos nossos ESTUDANTES. 🙌📺</p><p>Eu  Prof. Mailson Mady (ensina 2024) e o professor Antonio Fernandes ( ensina 2025) tivemos a honra de conduzir o Projeto <strong>Rumo ao Pódio</strong>, que mostrou ao mundo a força e o talento dos nossos estudantes: foram <strong>10 medalhas de ouro 🏅</strong> na Olimpíada Internacional de Matemática Sem Fronteiras!</p><p>Essa conquista vai muito além das medalhas: é sobre <strong>sonhos que se realizam, portas que se abrem e vidas transformadas pela educação</strong>. 💡✨ Cada estudante que subiu ao pódio não só celebrou sua própria vitória, mas também inspirou <strong>familiares, amigos e toda a comunidade escolar</strong>, mostrando que dedicação, esforço e perseverança realmente fazem a diferença.</p><p>O sorriso dos pais, o brilho nos olhos dos colegas e o orgulho que tomou conta da escola nos lembram de que <strong>a educação tem o poder de transformar vidas inteiras e fortalecer vínculos</strong>. Cada vitória é uma mensagem clara: <strong>juntos, podemos superar qualquer desafio e alcançar o impossível</strong>. 🚀🔥</p><p>Parabéns, campeões! Vocês são a verdadeira inspiração e motivo de orgulho de todos nós. ❤️</p><p><br/></p><p>#NoDiaQuePassamosNaGlobo #RumoAoPódio #EducaçãoQueTransforma #OlimpíadasDeMatemática #OrgulhoDaEscola #ImpactoNaComunidade #UMDIA</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-09-04 21:07:34 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Cerimônia de Premiação - Rumo ao Pódio</title>
         <author>antonioafernandes99</author>
         <link>https://padlet.com/Ensina_Brasil/ConstruindoaCulturaqueQueremos/wish/3569557082</link>
         <description><![CDATA[<p><strong>1. Contexto e Personagens</strong><br>No dia 19 de agosto, a Escola Estadual José Barnabe de Mesquita, em Cuiabá, viveu um momento histórico marcado pela entrega de <strong>premiações e medalhas conquistadas pelos alunos em olimpíadas de Matemática.</strong> O encontro contou com a presença de <strong>pais, responsáveis, do secretário de Educação do Estado e da comunidade escolar, reforçando a força da educação pública</strong>. À frente do projeto <strong>Rumo ao Pódio</strong> estão os professores de Matemática Antônio Fernandes<strong> </strong>e<strong> </strong>Mailson Mady.</p><p><strong>2. Desafio</strong><br>O objetivo era mostrar que estudantes da escola pública, <strong>vindos de diferentes realidades, podiam não apenas participar, mas conquistar destaque em competições nacionais e internacionais</strong>. O maior desafio foi despertar a confiança e a coragem de que todos podem alcançar grandes feitos.</p><p><strong>3. Solução</strong><br>Com <strong>aulas preparatórias, simulados e desafios práticos</strong>, o projeto ofereceu uma preparação sólida e acessível a diferentes perfis de estudantes. Essa diversidade de estratégias possibilitou que cada aluno encontrasse seu caminho, fortalecendo a união entre teoria, prática e motivação.</p><p><strong>4. Impacto</strong><br>Os resultados superaram expectativas: <strong>95</strong> medalhas ao total somando as participações na Olimpíada Brasileira de Matemática Financeira, Olimpíada Mandacaru, e na <strong>Olimpíada Internacional Matemática Sem Fronteiras</strong>.</p><p>Estudantes de <strong>várias séries e trajetórias únicas</strong> subiram ao palco com brilho nos olhos para receber suas premiações e medalhas, em um momento marcado pela <strong>emoção e pelo orgulho coletivo</strong>.    </p><p><strong>5. Futuro</strong><br>O projeto <strong>Rumo ao Pódio</strong> seguirá inspirando e preparando estudantes, ampliando a participação em novas olimpíadas. Mais do que colecionar medalhas, a missão é criar uma cultura de perseverança e <strong>valorização da escola pública</strong>.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-09-04 21:31:10 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Torre de Densidade</title>
         <author>maateussiiilva23</author>
         <link>https://padlet.com/Ensina_Brasil/ConstruindoaCulturaqueQueremos/wish/3570903079</link>
         <description><![CDATA[<p>Durante o estudo das propriedades físicas da matéria, nossos alunos foram desafiados a colocar a mão na massa e criar suas próprias torres de densidade usando materiais do cotidiano!<br>Cada grupo calculou as densidades, organizou os líquidos corretamente e testou, na prática, o comportamento dos fluidos. Além disso, registraram tudo em um relatórios, conectando teoria e prática de forma divertida e colaborativa!<br></p>]]></description>
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         <pubDate>2025-09-05 15:26:54 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Unidade Móvel - Energisa</title>
         <author>maateussiiilva23</author>
         <link>https://padlet.com/Ensina_Brasil/ConstruindoaCulturaqueQueremos/wish/3570911289</link>
         <description><![CDATA[<p>Os alunos puderam conhecer de perto:</p><p>Protótipos de diferentes usinas geradoras de energia;</p><p>Atividades de conscientização sobre o consumo responsável;</p><p>Experimentos interativos, como o famoso Gerador de Van de Graaff, que fez todo mundo se arrepiar (literalmente!). </p><p><br/></p><p>A ação foi uma oportunidade de aprofundar os conteúdos vistos durante as aulas de Física,  de forma dinâmica e divertida.</p><p>Ao unir teoria e prática, os estudantes vivenciaram a ciência de maneira visual, participativa e envolvente, ampliando sua compreensão sobre como a energia chega até nossas casas e sobre a importância do uso consciente dos recursos.</p><p>Experiências como essa mostram o quanto a educação pode ser transformadora quando conectada com a realidade dos alunos!</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-09-05 15:33:35 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Educação que floresce </title>
         <author>henrocha959</author>
         <link>https://padlet.com/Ensina_Brasil/ConstruindoaCulturaqueQueremos/wish/3571339709</link>
         <description><![CDATA[<p>Implantar projetos educacionais é como plantar uma árvore: exige cuidado, paciência e dedicação. No Dia da Amazônia, 5 de setembro, os alunos do Colégio Mário de Castro simbolizaram essa ideia ao plantar um Ipê, ato que reflete o nascimento de algo que crescerá e florescerá com o tempo.</p><p><br/></p><p>Assim é o projeto Protagonista do Cerrado, criado pelos professores Enderson Henrique, Fernanda Santos, Patrícia Lucília, Renata Maranhão e Venâncio Pinheiro. Tal como o Ipê, ele lança raízes firmes no presente, fortalece-se com a participação dos alunos e promete florescer em conquistas futuras.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-09-06 01:54:11 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Linha do tempo coletiva e feedbacks personalizados</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/Ensina_Brasil/ConstruindoaCulturaqueQueremos/wish/3571971365</link>
         <description><![CDATA[<p><strong>Contexto e Personagens: </strong>Durante o bimestre, os estudantes da 2ª série do CEPI Osvaldo da Costa Meireles – Luziânia/GO mergulharam no estudo do Brasil Colonial, explorando desde a chegada dos portugueses até os ciclos econômicos, os conflitos sociais e a resistência dos povos originários e escravizados. Após aulas teóricas, debates e discussões em grupo, surgiu a necessidade de uma atividade que unisse fixação do conteúdo com criatividade e cooperação. Os protagonistas desse projeto foram os próprios alunos, que tiveram a oportunidade de transformar o pátio da escola em um grande espaço de construção coletiva.</p><p><br></p><p><strong>Desafio: </strong>O desafio enfrentado foi lidar com um conteúdo extenso e repleto de informações e detalhes sobre o Brasil Colonial, que muitas vezes pode se tornar difícil de organizar na memória dos alunos. Havia o risco de a revisão se transformar em uma repetição cansativa de conceitos e datas, sem despertar o interesse ou possibilitar conexões significativas. O problema, portanto, era como superar o modelo tradicional de revisão em sala de aula e criar uma estratégia que estimulasse a compreensão crítica, a criatividade e a capacidade dos estudantes de relacionar os fatos históricos em uma linha de continuidade.</p><p><br></p><p><strong>Solução: </strong>A solução encontrada foi realizar a atividade de forma colaborativa e ao ar livre, no pátio da escola, proporcionando aos alunos liberdade para criar. Cada grupo organizou recortes históricos, desenhou personagens, elaborou cartazes e conectou acontecimentos marcantes da colonização, dando vida à linha do tempo. Ao final, as turmas apresentaram seus trabalhos, e fiz as considerações gerais no grande grupo, destacando acertos, aprofundando pontos e valorizando as produções. Como encerramento, na aula seguinte cada grupo recebeu cartas impressas com devolutivas personalizadas e notas, reforçando a importância daquela construção coletiva, o que acaba gerando um maior entusiasmo da parte deles em querer saber o que vem escrito nos seus bilhetes.</p><p><br></p><p><strong>Impacto: </strong>A atividade foi descrita pelos próprios estudantes como um momento muito importante de revisão e liberdade criativa. O ambiente fora da sala de aula estimulou entusiasmo e participação, favorecendo a troca de ideias e a cooperação entre colegas. A linha do tempo deixou de ser apenas um recurso didático e se tornou uma experiência viva de aprendizagem, em que os alunos se sentiram autores e corresponsáveis pelo próprio conhecimento.</p><p><br></p><p><strong>Futuro: </strong>A experiência fortaleceu a percepção de que metodologias ativas contribuem significativamente para o engajamento estudantil. A construção coletiva da linha do tempo não apenas consolidou o conteúdo sobre o Brasil Colonial, mas também abriu caminhos para que, em projetos futuros, outras temáticas históricas possam ser trabalhadas com criatividade e protagonismo juvenil. Assim, o projeto inspira novas práticas que unem conteúdo, expressão criativa e interação social, ampliando horizontes para um aprendizado significativo.</p><p><br></p>]]></description>
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         <pubDate>2025-09-07 02:40:39 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Jogo de tabuleiro: caminhos históricos</title>
         <author>julianafelixsilva18</author>
         <link>https://padlet.com/Ensina_Brasil/ConstruindoaCulturaqueQueremos/wish/3573924593</link>
         <description><![CDATA[<p><strong>Contexto e Personagens:</strong> No mês de junho, durante a Feira de Ciências (FEICITEC), realizada no Cepi Osvaldo da Costa Meireles em luziânia/GO, os alunos da 3ª série produziram trabalhos científicos sobre os impactos sociais, políticos e econômicos da Segunda Guerra Mundial, orientados por mim. Além da entrega escrita, os grupos apresentaram seus projetos a uma banca, recebendo grande reconhecimento. Diante do sucesso, o trabalho foi aprimorado no bimestre seguinte para participar do Desafio Liga Jovem, programa nacional que incentiva estudantes a desenvolverem soluções criativas e inovadoras para questões sociais.</p><p><br/></p><p><strong>2. Desafio: </strong>O desafio central foi transformar um conteúdo complexo e detalhado, com muitos fatos históricos e impactos sociais da Segunda Guerra Mundial, em uma experiência prática e envolvente para os alunos, superando a dificuldade de prender a atenção em métodos tradicionais de ensino, como leituras e exposições. Era necessário criar uma proposta que permitisse compreender o contexto histórico, refletir sobre desigualdade, racismo e impactos sociais, e ainda estimular pensamento crítico, colaboração e criatividade.</p><p><br/></p><p><strong>Solução: </strong>A solução encontrada para superar o desafio foi a criação de um jogo interativo e lúdico, que transformasse o conteúdo complexo da Segunda Guerra Mundial em uma experiência prática e envolvente. No jogo, cada participante assume o papel de um personagem histórico ou fictício, com trajetórias e desafios sociais distintos, permitindo experimentar diferentes perspectivas sobre a guerra. Durante a partida, os jogadores enfrentam cartas de desafio que apresentam dilemas relacionados à desigualdade, racismo e impactos sociais do conflito, e suas decisões influenciam o avanço no tabuleiro e o desfecho do jogo. Essa dinâmica promove o aprendizado ativo, permitindo que os alunos não apenas revisem os fatos históricos, mas também reflitam sobre as consequências sociais e políticas da guerra de forma prática. O protótipo foi desenvolvido com materiais simples, como papel, cartolina, cartas e peões improvisados com tampas de garrafa, tornando-o financeiramente viável e facilmente reproduzível em outras turmas ou eventos.<br></p><p><strong>Impacto: </strong>O projeto gerou aprendizado significativo e engajamento. Os alunos refletiram sobre racismo, desigualdade e os impactos sociais da guerra, criando diálogos sobre empatia, tolerância e diversidade. A atividade também pode ser replicada em outras turmas ou eventos comunitários, ampliando seu alcance e promovendo transformação no comportamento e percepção dos participantes.</p><p><br/></p><p><strong>Futuro: </strong>O protótipo será aprimorado para futuras apresentações possíveis no Desafio Liga Jovem e em outros projetos escolares, mantendo a sustentabilidade financeira e pedagógica. A atividade tem potencial de se tornar uma ferramenta contínua de ensino lúdico, permitindo que mais alunos aprendam história de maneira interativa, criativa e socialmente consciente.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-09-08 13:37:33 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Voando alto… 🦅</title>
         <author>kelvinsilva9809</author>
         <link>https://padlet.com/Ensina_Brasil/ConstruindoaCulturaqueQueremos/wish/3576201930</link>
         <description><![CDATA[<pre><code>Voando alto… 🦅</code></pre><p><br/></p><p>Na aula de campo de hoje, os alunos do projeto águias do serrote conheceram o interior e os processos produtivos do Vale das uvas, localizado a cerca de 100 metros de nossa escola, no distrito do Serrote do Urubu. </p><p>O Vale das uvas é um compilado de várias empresas que se dedicam a produção de uvas de mesa, tendo forte atuação na exportação de uvas para diversos países. </p><p>Nossos alunos dos 9º anos tiveram acesso a todo maquinário e processos de produção, desde a poda até a expedição final do produto para exportação. </p><p>Tal ação, tem a finalidade de fomentar nos alunos uma nova perspectiva sobre a sua própria comunidade e as oportunidades de trabalho dentro do território que residem. Atualmente o Vale das uvas emprega cerca de 2.000 funcionários e é a principal empregadora da região, fomentando a economia local e sendo uma das principais portas de oportunidade para o mercado formal de trabalho da comunidade do Serrote do Urubu. Boa parte dos nossos alunos tem familiares ou amigos que atuam na referida empresa, no entanto a maior parte deles atuam no processo manual (colheita), então muitos deles só conheciam esse processo mais simples da produção. Hoje, despertamos neles a visão para outros campos de atuação do segmento, como segurança do trabalho, engenharia agrícola, setores administrativos e de logística e qualidade.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-09-09 14:20:44 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/Ensina_Brasil/ConstruindoaCulturaqueQueremos/wish/3576201930</guid>
      </item>
      <item>
         <title>&quot;Alfabetizando Histórias&quot;</title>
         <author>gabrielpinheirodosantos2002</author>
         <link>https://padlet.com/Ensina_Brasil/ConstruindoaCulturaqueQueremos/wish/3578039161</link>
         <description><![CDATA[<p>O <strong>Alfabetizando Histórias</strong> não é apenas um simples projeto de alfabetização, mas sim uma etapa essencial na vida dos estudantes participantes. Aqui, os alunos são protagonistas da própria trajetória, escrevendo suas histórias com novas possibilidades e conquistas.</p><p>A grande diferença deste projeto em relação a um processo comum de alfabetização está no foco em <strong>afirmar a confiança de que os alunos são capazes</strong>. Muitas vezes, dentro de seus contextos, essa confiança lhes foi negada ou negligenciada, o que os levou a desacreditar de si mesmos. No <strong>Alfabetizando Histórias</strong>, a alfabetização surge de forma mais simples e natural justamente porque é sustentada pelo resgate da autoestima e pela valorização de cada conquista.</p><p>Muitos dos estudantes, antes de ingressarem no projeto, se viam desacreditados dentro da escola, rotulados por alguns professores e fora do ritmo escolar, sentindo-se à margem das atividades propostas. Porém, através de um <strong>estudo guiado, individualizado e humanizado</strong>, passaram a desenvolver suas habilidades de leitura e escrita de maneira significativa.</p><p>Essa evolução não apenas melhorou o desempenho acadêmico, como também tem impulsionado a <strong>autoestima</strong> e a confiança dos alunos em relação ao processo de aprendizagem. O projeto, portanto, reafirma a escola como um espaço de acolhimento, transformação e valorização de cada estudante, reconhecendo que aprender a ler e escrever é também aprender a acreditar em si mesmo.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-09-10 11:50:36 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Manguezal Vivo no Festival do Rio: o protagonismo dos alunos em tela grande</title>
         <author>iagoohmenezes</author>
         <link>https://padlet.com/Ensina_Brasil/ConstruindoaCulturaqueQueremos/wish/3578966767</link>
         <description><![CDATA[<p>Hoje, como professor, pude ajudar a construir o <strong>Manguezal Vivo</strong>, um projeto que nasceu no chão da escola, unindo pesquisa, oficinas, saberes do território e a <strong>própria Voz do Alberto</strong> – nosso núcleo multimídia de rádio, cinema e revista digital.</p><p><br/></p><p>Esse processo coletivo virou um documentário feito por estudantes que nunca tinham pegado numa câmera, mas que tinham muito a dizer sobre o mangue, o bairro e o futuro.</p><p><br/></p><p>Agora, o filme foi <strong>selecionado para o Vídeo Fórum do Festival do Rio 2025</strong>, dentro do Programa Geração – que este ano reúne <strong>61 curtas produzidos em oito estados do Brasil e também em países como Itália, Argentina, Portugal, Espanha e Eslováquia</strong>.</p><p><br/></p><p>Mais do que uma conquista, é a prova de que <strong>quando a escola abre espaço para o protagonismo dos alunos, os sonhos ganham tela grande</strong>.</p>]]></description>
         <enclosure url="https://www.festivaldorio.com.br/br/noticias/programa-geracao-conheca-os-selecionados-para-o-video-forum-iniciativa-do-festival-do-rio-dedicada-curtas-produzidos-por-criancas-e-adolescentes" />
         <pubDate>2025-09-11 00:13:23 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Projeto de Alfabetização e Letramento</title>
         <author>gersyanneop</author>
         <link>https://padlet.com/Ensina_Brasil/ConstruindoaCulturaqueQueremos/wish/3580439736</link>
         <description><![CDATA[<p>Contexto e Personagens:</p><p>Atuando como professora no Ensino Fundamental, percebi a necessidade de tornar o processo de alfabetização mais engajador e conectado às realidades dos estudantes.</p><p><br/></p><p>Desafio:</p><p>Como despertar o interesse e, ao mesmo tempo, acompanhar de forma eficaz o avanço dos alunos em leitura e escrita?</p><p><br/></p><p>Solução:</p><p>Iniciamos um projeto que une atividades lúdicas e pedagógicas com o uso do aplicativo Edu Edu. A tecnologia, aqui, funciona como aliada para promover interação, estimular a prática diária da leitura e favorecer o acompanhamento individualizado.</p><p><br/></p><p>Impacto:</p><p>Os alunos demonstram maior motivação e progresso visível nas habilidades de leitura e escrita. O ambiente de sala de aula se tornou mais dinâmico e participativo.</p><p><br/></p><p>Futuro:</p><p>Pretendemos expandir o projeto, integrando mais recursos digitais e compartilhando essa experiência como uma boa prática de alfabetização e letramento.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-09-11 15:02:12 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Cartazes de Sustentabilidade: O uso do Vocabulário Ambiental e o Modo Imperativo em inglês</title>
         <author>barbaraliz2001</author>
         <link>https://padlet.com/Ensina_Brasil/ConstruindoaCulturaqueQueremos/wish/3580576010</link>
         <description><![CDATA[<p><strong>Contexto e personagens:</strong></p><p>O projeto foi desenvolvido com as turmas de 2ª série do Ensino Médio. Dentro do currículo de Língua Inglesa, havia a necessidade de revisar e aplicar o modo imperativo, além de ampliar o vocabulário. Ao mesmo tempo, buscava-se trabalhar uma temática de impacto social, aproximando o aprendizado da realidade dos alunos: a sustentabilidade e os cuidados com o meio ambiente. Os personagens principais foram os próprios estudantes, protagonistas do processo criativo.</p><p><br/></p><p><strong>Desafio</strong>:</p><p>Tornar o estudo do inglês mais atrativo, prático e conectado com a vida dos alunos, superando a percepção de que o idioma é algo distante ou apenas gramatical. Além disso, incentivar a consciência ambiental por meio de um exercício coletivo de produção e reflexão.</p><p><br/></p><p><strong>Solução</strong>:</p><p>A proposta foi articular o ensino do inglês ao tema da sustentabilidade, incentivando os alunos a criarem cartazes em grupo. Cada cartaz deveria trazer frases no modo imperativo e vocabulário ambiental (ex.: <em>Recycle more! Save water!</em>), relacionados a subtemas escolhidos, como reciclagem, economia de água, energia renovável e economia de energia na escola.<br>As produções foram expostas nas cinco salas das turmas de 2ª série, permitindo que o trabalho circulasse entre todos os estudantes.</p><p><br/></p><p><strong>Impacto</strong>:</p><p>Os alunos vivenciaram o inglês em uma prática concreta e significativa. A atividade promoveu engajamento, criatividade e trabalho em grupo, além de despertar a consciência ambiental. A circulação dos cartazes gerou também uma troca entre as turmas, fortalecendo o senso de comunidade escolar.</p><p><br/></p><p><strong>Futuro</strong>:</p><p>A prática pode ser replicada e expandida para outros temas de relevância social (como saúde, diversidade, cultura e cidadania), sempre integrando o inglês a um contexto real. O objetivo é consolidar o aprendizado de forma significativa, transformando os alunos em protagonistas e agentes de mudança dentro e fora da escola.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-09-11 16:38:43 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/Ensina_Brasil/ConstruindoaCulturaqueQueremos/wish/3580576010</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Seminário Intercâmbio Cultural: aprendendo sobre países cujo o inglês é um idioma oficial
</title>
         <author>barbaraliz2001</author>
         <link>https://padlet.com/Ensina_Brasil/ConstruindoaCulturaqueQueremos/wish/3580609478</link>
         <description><![CDATA[<p><strong>Contexto e personagens:</strong></p><p>Nas turmas de 3ª série do Ensino Médio, os alunos estavam em um momento de aprofundar seu repertório cultural e linguístico em inglês. Até então, a maioria das experiências com o idioma estava voltada principalmente para contextos norte-americanos e britânicos. O projeto envolveu todos os estudantes da turma, organizados em grupos responsáveis por pesquisar países onde o inglês é idioma oficial.</p><p><br/></p><p><strong>Desafio: </strong></p><p>Como mostrar aos alunos que o inglês é uma língua global, presente em diferentes culturas, histórias e realidades, e não restrita a poucos países? O desafio foi promover esse entendimento de forma prática e engajadora, sem cair em atividades muito teóricas ou distantes da realidade da sala de aula.</p><p><br/></p><p><strong>Solução:</strong></p><p>A proposta foi a realização de <strong>seminários em grupo</strong>. Cada equipe escolheu ou recebeu um país anglófono (como Índia, África do Sul, Nigéria, Austrália, Canadá, entre outros) e pesquisou aspectos culturais, históricos e sociais relevantes. Durante a apresentação, além de contextualizar o país, os alunos também destacaram novos vocabulários em inglês ligados ao tema. As apresentações utilizaram recursos como slides, imagens, músicas e vídeos, garantindo dinamismo e interação. Para alunos que não puderam apresentar, foi oferecida a alternativa de elaborar um relatório escrito com base em pesquisa sobre o mesmo tema.</p><p><br/></p><p><strong>Impacto:</strong></p><p>Os seminários ampliaram a visão dos estudantes sobre a pluralidade da língua inglesa, mostrando que ela conecta culturas e continentes de formas diversas. Houve desenvolvimento das habilidades de pesquisa, organização, comunicação oral e escrita. Além disso, o trabalho em grupo favoreceu a colaboração e o engajamento, tornando a experiência significativa.</p><p><br/></p><p><strong>Futuro:</strong></p><p>A prática pode ser aprimorada em próximos anos com a integração de outros formatos de apresentação (como podcasts ou vídeos), além da possibilidade de expor os trabalhos em murais ou plataformas digitais, ampliando o alcance do conhecimento produzido pelos alunos. O seminário também abre caminho para novas práticas sobre interculturalidade e globalização no ensino de inglês.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-09-11 17:05:58 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/Ensina_Brasil/ConstruindoaCulturaqueQueremos/wish/3580609478</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Projeto: Recomposição das Aprendizagens</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/Ensina_Brasil/ConstruindoaCulturaqueQueremos/wish/3580968626</link>
         <description><![CDATA[<p>O projeto que tem como título Recomposição das Aprendizagens: Aprimorando as</p><p>habilidades básicas em Língua Portuguesa e Matemática, foi criado para atender às</p><p>necessidades dos alunos de 9o ano do Colégio Estadual Manssões Odisséia, com o objetivo de</p><p>aprimorar as habilidades de leitura e interpretação de textos em Língua Portuguesa, bem como</p><p>desenvolver o entendimento e o domínio das quatro operações básicas da Matemática (soma,</p><p>subtração, multiplicação e divisão). A iniciativa busca preparar os estudantes para os desafios</p><p>futuros e para a prova do Sistema de Avaliação da Educação Básica (SAEB).</p><p>A origem do projeto partiu da observação atenta das dificuldades enfrentadas por</p><p>alguns alunos em disciplinas fundamentais. Notou-se que muitos apresentavam dificuldades</p><p>básicas e pertinentes que comprometiam seu desempenho geral, especialmente na</p><p>compreensão de textos e na resolução de questões matemáticas. Diante dessa realidade,</p><p>tornou-se evidente a necessidade de uma intervenção específica que abordasse essas</p><p>dificuldades de forma integrada.</p><p>Após a aprovação do projeto pela coordenação pedagógica, realizamos um</p><p>mapeamento detalhado dos alunos que apresentavam maior vulnerabilidade, identificando</p><p>seus nomes e suas principais dificuldades em Língua Portuguesa e Matemática. Com esses dados</p><p>em mãos, planejamos ações específicas e estratégias pedagógicas voltadas para fortalecer essas</p><p>habilidades essenciais.</p><p>A implementação do projeto deu-se início no segundo semestre, com atividades</p><p>direcionadas tanto às disciplinas de Língua Portuguesa quanto de Matemática. Tem sido</p><p>realizado dinâmica de leitura, interpretação de textos, além de exercícios práticos e dinâmicas</p><p>que reforçaram o entendimento das operações matemáticas. O acompanhamento contínuo e a</p><p>participação dos professores e familiares também contribuíram para o sucesso das ações.</p><p>Os resultados têm sido bastante gratificantes para ambas as disciplinas. Observa-se uma</p><p>melhora significativa nas notas dos alunos, que passaram a demonstrar maior interesse e</p><p>confiança em suas habilidades. Os pais, por sua vez, tornaram-se mais presentes no</p><p>acompanhamento do desempenho escolar dos filhos, o que criou um ambiente de maior apoio</p><p>e incentivo à aprendizagem. Muitos estudantes passaram a compreender conceitos que antes</p><p>pareciam impossíveis, despertando uma nova motivação para estudar e conquistar seus</p><p>objetivos.</p><p>Em síntese, o projeto "Recomposição das Aprendizagens" revelou-se uma iniciativa</p><p>eficaz, promovendo avanços concretos no desempenho escolar dos alunos de 9o ano.</p><p>Acreditamos que essa experiência reforça a importância de ações pedagógicas focadas nas</p><p>dificuldades específicas, contribuindo para uma formação mais sólida e preparada para os</p><p>desafios do SAEB e do futuro acadêmico.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-09-11 23:59:02 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/Ensina_Brasil/ConstruindoaCulturaqueQueremos/wish/3580968626</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Simula CEMO – Foco na Composição e Recomposição das Aprendizagens para a Prova SAEB 2025</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/Ensina_Brasil/ConstruindoaCulturaqueQueremos/wish/3580971656</link>
         <description><![CDATA[<p>O projeto "Simula CEMO" tem como objetivo intensificar o foco na aprendizagem dos estudantes do 9º ano do Colégio Estadual Manssões Odisséia, preparando-os de forma eficaz para a prova do SAEB 2025. Iniciado no segundo semestre do presente ano, o projeto busca promover uma rotina de estudos consistente e direcionada, por meio de simulados semanais que avaliam o desempenho dos alunos. Para viabilizar essa iniciativa, as professoras de Língua Portuguesa e Matemática contam com a colaboração dos docentes das disciplinas de Ciências, Geografia, Inglês e Artes. Essa colaboração interdisciplinar permite trabalhar conteúdos específicos de acordo com os conteúdos das disciplinas de Língua Portuguesa e Matemática, promovendo uma abordagem contextualizada e integrada, o que enriquece a compreensão dos alunos e favorece uma aprendizagem mais significativa. Após a realização de cada simulado, é feita uma análise detalhada dos dados, possibilitando aos estudantes acesso aos resultados semanais. Essa prática tem sido fundamental para que os alunos compreendam suas dificuldades reais, possibilitando uma reflexão sobre seus avanços e pontos a melhorar. Assim, a composição ou a recomposição das estratégias de estudo é orientada de maneira mais eficaz, ajustando o foco às necessidades individuais de cada estudante. Os resultados até o momento têm sido bastante positivos. Observa-se uma mudança significativa na rotina de estudos dos alunos, que demonstram maior engajamento e motivação para melhorar suas notas. Além disso, a escola consegue, por meio dessa metodologia, oferecer uma forma simples e objetiva para que os pais acompanhem o desenvolvimento de seus filhos, fortalecendo a parceria entre escola e família. Em síntese, o projeto "Simula CEMO" tem contribuído de forma significativa para a preparação dos estudantes para o SAEB 2025, promovendo uma cultura de avaliação contínua, reflexão e aprimoramento das aprendizagens, com resultados que indicam um avanço na aprendizagem e no envolvimento dos alunos.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-09-12 00:01:48 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Convite especial para os alunos - OLITEF</title>
         <author>icarlamoura</author>
         <link>https://padlet.com/Ensina_Brasil/ConstruindoaCulturaqueQueremos/wish/3582495907</link>
         <description><![CDATA[<p>Para incentivar os estudantes a participarem e se prepararem para a OLITF - Olimpíada do Tesouro Direto de Educação Financeira, preparamos um convite muito especial para entregar a todos os estudantes que se interessaram em participar desta olimpíada.</p><p><br/></p><p>O movimento foi tão inspirador que mais alunos ficaram interessados, fazendo com que toda a escola, do 6º ao 9º ano do matutino se dedicasse à aplicação da prova no dia 12/09/25.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-09-12 18:28:12 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Gameficação - Transformação de Unidades de medida, áreas e volumes.</title>
         <author>rodrigohgama</author>
         <link>https://padlet.com/Ensina_Brasil/ConstruindoaCulturaqueQueremos/wish/3583337533</link>
         <description><![CDATA[<p>Gameficação através do uso de flashcards (Teachy) e quizzes dinâmicos (Mentimeter) para fixação de conteúdo. </p><p>O uso dessas ferramentas fomenta a competição amigável e promove discussões mais dinâmicas, despertando atenção e interesse dos alunos sobre a possibilidade de aprender através de jogos e iniciativas menos engessadas que o quadro. </p><p>Por fim, os alunos que melhor pontuaram nas atividades foram premiados e reconhecidos pelo professor e os próprios alunos, fazendo-os se tornarem referências dentro de sala e, consequentemente, poderem ajudar os demais sobre como melhor absorver o conteúdo, auxiliando o professor no processo de aprendizagem da turma.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-09-13 19:53:17 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Apostila de Matemática e Biologia - Promovendo eficiência nos estudos.</title>
         <author>rodrigohgama</author>
         <link>https://padlet.com/Ensina_Brasil/ConstruindoaCulturaqueQueremos/wish/3583338220</link>
         <description><![CDATA[<p>Uso da apostila criada bimestralmente para promover engajamento dos alunos para matemática (2ª série) e biologia (1ª série), diminuindo a necessidade de copiar quadros e diversificando as possibilidades de aprendizagem. Esse ponto é chave, pois os alunos já realizam muito esse processo de cópia, pois não têm materiais didáticos oferecidos pela secretaria da educação. Com isso, é possível usar o tempo com maior qualidade e, próximo às provas bimestrais, usar a apostila para orientar os alunos e criar uma ferramenta de estudos e revisão.</p><p>Essa ideia ocorre desde o começo do ano e no último bimestre será feita a última edição desse ano. Por fim, sempre há atualizações baseado na opinião dos alunos e estudo para adicionar informações relevantes, inclusive atualidades e exemplos do cotidiano.</p><p><br/></p>]]></description>
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         <pubDate>2025-09-13 19:55:04 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>🌱 Raízes que Transformam: esperança, trabalho e futuro 🌱</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/Ensina_Brasil/ConstruindoaCulturaqueQueremos/wish/3584186927</link>
         <description><![CDATA[<p><br/></p><p>Setembro chegou como um sopro de renovação para a <em><mark>Escola Municipal de Tempo Integral Mãe Vitória</mark></em>. Em meio a tantas lutas diárias, recebemos uma notícia que ilumina o caminho: o projeto <strong>“Raízes que Transformam: Educação, Ambiente e Resistência”</strong> foi aprovado no <strong>edital Audemars Piguet</strong>.</p><p>Mais do que um recurso, essa conquista representa reconhecimento e força para um território historicamente marcado por racismo ambiental, falta de saneamento, insegurança alimentar e exclusão social. A <mark>Mãe Vitória</mark>, que já é trincheira de cuidado e esperança, agora ganha ainda mais potência para unir escola, comunidade e vontade de mudança em torno de um mesmo sonho: transformar vidas.</p><p>O projeto oferece oficinas que unem ciência e saberes ancestrais, promovendo agroecologia, etnobotânica, grafite, escrita coletiva e educação climática. Mas vai além: cria oportunidades reais de geração de trabalho e renda para as famílias da comunidade. A produção de <strong>sabão e sabonetes artesanais</strong> com reaproveitamento de óleo de cozinha, além de ser uma ação ambiental, abre caminhos para o <mark>empreendedorismo comunitário</mark>, fortalecendo a <mark>autonomia das mulheres</mark> e contribuindo para a economia do bairro.</p><p>Assim, enquanto os estudantes cultivam hortas e aprendem a cuidar do território, suas famílias também encontram novas formas de sustento e dignidade. A transformação, portanto, não é apenas educativa e ambiental: é social e econômica.</p><p>Quando escola e comunidade caminham juntas, mesmo em meio ao concreto e às ausências, a mudança floresce. Cada horta plantada, cada sabão produzido, cada oficina realizada é uma raiz de pertencimento, autoestima e futuro sendo firmada.</p><p><mark>O que nasce agora na Mãe Vitória não é só um projeto: é a prova viva de que </mark><strong><mark>educação e comunidade, unidas, podem gerar esperança, renda e resistência</mark></strong><mark>.</mark></p>]]></description>
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         <pubDate>2025-09-14 23:09:30 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Science Squad # 1 (julho-agosto) - Estreia do programa teve batalha de conhecimentos sobre o problema dos vapes entre adolescentes</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/Ensina_Brasil/ConstruindoaCulturaqueQueremos/wish/3584215442</link>
         <description><![CDATA[<p>A <mark>Escola Municipal Professora Eliete Araújo de Souza</mark> está vibrando com o lançamento do seu mais novo projeto de divulgação científica: o videocast <strong>Science Squad</strong>. O programa, que tem como objetivo explorar a ciência e sua conexão com as comunidades de Petrolina, estreou com o pé direito, capturando a atenção de toda a escola.</p><p>O primeiro episódio foi uma verdadeira batalha de mentes! Com um formato de jogo de conhecimentos, o programa colocou frente a frente estudantes convidados em uma competição acirrada, testando seus saberes sobre a problemática do uso dos cigarros eletrônicos entre adolescentes. O clima de diversão e aprendizado contagiou a todos, desde os participantes até a equipe de produção.</p><p>A repercussão foi imediata e impressionante! A energia do videocast se espalhou pelos corredores, salas de aula e até nas redes sociais da escola. O sucesso foi tão grande que uma onda de novos estudantes se mobilizou, querendo fazer parte da equipe e dos próximos episódios.</p><p>Animados com a empolgação da comunidade escolar, os produtores do <strong>Science Squad</strong> já estão trabalhando em novos conteúdos. Para garantir que o programa continue abordando temas relevantes e de interesse dos alunos, foi aberto um <strong>edital</strong> na escola. O chamado é para duplas interessadas em divulgar nossa cidade e ciência, podendo apresentar suas propostas de temas para os próximos episódios.</p><p>A iniciativa é uma excelente oportunidade para que mais alunos se tornem protagonistas na divulgação científica e no projeto, fazendo do <strong>Science Squad</strong> não apenas um videocast, mas uma plataforma para que a juventude de Petrolina compartilhe conhecimentos e paixões.</p><p><br/></p><p>Vai lá nos nossos canais conferir!</p><p><br/></p><p><a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://youtube.com/@sciencesquad-u9y?si=TBhefbUCn3wF7MDQ">https://youtube.com/@sciencesquad-u9y?si=TBhefbUCn3wF7MDQ</a></p><p><br/></p><p><a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://www.instagram.com/science_squad8c?igsh=MXhya3A2b25yaGM5Mw==">https://www.instagram.com/science_squad8c?igsh=MXhya3A2b25yaGM5Mw==</a></p><p><br/></p><p><br/></p>]]></description>
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         <pubDate>2025-09-14 23:50:40 UTC</pubDate>
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         <title>Science Squad # 2 (agosto-setembro) -  Ciência e trânsito: o segundo episódio do videocast da Eliete Araújo aborda tema crucial para Petrolina</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/Ensina_Brasil/ConstruindoaCulturaqueQueremos/wish/3584263799</link>
         <description><![CDATA[<p>A <mark>Escola Municipal Professora Eliete Araújo de Souza </mark>continua a sua jornada de sucesso com o videocast <strong>Science Squad</strong>, e o segundo episódio já está dando o que falar! Desta vez, o programa mergulhou de cabeça em uma questão urgente e de grande impacto para a comunidade de Petrolina: os alarmantes índices de trânsito.</p><p>O episódio trouxe um formato diferente, com um bate-papo aprofundado com duas estudantes convidadas. As meninas, que procuraram o <strong>Science Squad</strong> por conta do <strong>edital de propostas</strong> aberto na escola, vieram com uma pesquisa completa sobre o tema. Seus levantamentos, realizados no âmbito da agenda de projetos da Secretaria de Educação, ganharam uma nova voz e um novo palco no videocast.</p><p>Durante a conversa, as estudantes trouxeram à tona dados surpreendentes, discutindo como o estresse do dia a dia e o impacto de substâncias químicas podem afetar o cérebro e o comportamento dos motoristas. A discussão foi além, abordando outros elementos problemáticos que contribuem para acidentes e mortes nas ruas da cidade, como a falta de educação e conscientização no trânsito.</p><p>A iniciativa das alunas é um exemplo poderoso de como o <strong>Science Squad</strong> se tornou uma plataforma para que os estudantes se apropriem de temas científicos e sociais, transformando suas pesquisas em debates relevantes e acessíveis para toda a comunidade.</p><p>O sucesso do segundo episódio reforça a importância do videocast como ferramenta de conscientização e educação, mostrando que a ciência pode — e deve — ser usada para entender e solucionar os desafios reais que a nossa cidade enfrenta.</p><p><br/></p><p>O episódio sai nessa semana! Sigam-nos pra acompanhar e não esqueçam dos likes :)</p><p><br/></p><p><a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://youtube.com/@sciencesquad-u9y?si=TBhefbUCn3wF7MDQ">https://youtube.com/@sciencesquad-u9y?si=TBhefbUCn3wF7MDQ</a></p><p><br/></p><p><a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://www.instagram.com/science_squad8c?igsh=MXhya3A2b25yaGM5Mw==">https://www.instagram.com/science_squad8c?igsh=MXhya3A2b25yaGM5Mw==</a></p>]]></description>
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         <pubDate>2025-09-15 00:32:27 UTC</pubDate>
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         <title>Criação de Empresa Fictícia com Aplicação de Juros Simples</title>
         <author>juniorscosta03</author>
         <link>https://padlet.com/Ensina_Brasil/ConstruindoaCulturaqueQueremos/wish/3590668407</link>
         <description><![CDATA[<p>Em turmas do 8º ano do Ensino Fundamental, do CEPMG Águas Lindas, na aula de matemática, os estudantes participaram de uma atividade prática cujo objetivo foi compreender e aplicar o conceito de juros simples no contexto de serviços financeiros.</p><p>A atividade envolveu diretamente os estudantes do 8º ano, organizados em grupos, que assumiram o papel de empreendedores. O professor atuou como facilitador, mediando os conceitos matemáticos e incentivando a criatividade dos grupos na elaboração de suas propostas de serviços.</p><p>O desafio lançado foi criar uma empresa fictícia que oferecesse algum serviço financeiro como empréstimos, financiamentos ou cartões próprios das empresas em que a cobrança fosse baseada no modelo de juros simples. Para isso, os estudantes precisaram definir: o tipo de serviço a ser vendido, o valor inicial (capital), a taxa de juros, o prazo de pagamento, e exemplos de simulações financeiras.<br>Cada grupo apresentou sua proposta de empresa, criando uma identidade (nome, logotipo e slogan), explicando como funcionaria o serviço oferecido e demonstrando, por meio de cálculos, como os juros simples incidiriam sobre os valores. Assim, teoria e prática se conectaram em uma experiência interdisciplinar que envolveu Matemática, criatividade e habilidades de comunicação.</p><p>A atividade possibilitou que os estudantes desenvolvessem não apenas o raciocínio matemático, mas também competências de trabalho em equipe, resolução de problemas e pensamento crítico sobre como os juros atuam no cotidiano. Eles perceberam que a Matemática vai além da sala de aula, estando presente nas decisões financeiras que impactam a vida das pessoas e das empresas. Demonstraram seu entendimento do conteúdo opinando sobre os serviços apresentados pelos grupos, decidindo se era vantajoso, se comprariam e demonstraram criticidade quando os juros eram muito altos..</p><p>Como desdobramento, os estudantes poderão ampliar a atividade explorando juros compostos, comparando com os juros simples já aplicados, ou até mesmo simulando cenários reais, como compras parceladas e investimentos. A experiência também abre espaço para discussões sobre educação financeira, preparando-os para escolhas mais conscientes no futuro, mas já possibilitando que eles analisem situações de decisão financeira em casa.</p><p><br></p>]]></description>
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         <pubDate>2025-09-17 23:40:13 UTC</pubDate>
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         <title>Um passeio com Manoel de Barros</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/Ensina_Brasil/ConstruindoaCulturaqueQueremos/wish/3590854597</link>
         <description><![CDATA[<p>Ensinas Heitor Darros e Mariana Leite</p><p>Os alunos do 3° ano do CEEP Widal Roma participaram 9° concurso de redação Manoel de Barros, com o tópico "<strong>O impacto das redes sociais na saúde mental dos jovens</strong>". Os alunos são incentivados a produzir textos dissertativo-argumentativos com base em textos motivadores e na linguagem poética de Manoel de Barros.</p><p>Além da participação e do desenvolvimento, os alunos premiados serão contemplados com bolsas de até 100% para cursos na UNIDERP.</p><p>A atividade incentiva os estudantes a refletirem sobre saúde mental no mundo moderno das conexões digitais.</p>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2025-09-18 01:24:03 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Cartas que aproximam e ensinam.</title>
         <author>profscarolmelo</author>
         <link>https://padlet.com/Ensina_Brasil/ConstruindoaCulturaqueQueremos/wish/3592593604</link>
         <description><![CDATA[<p>Na aula de ontem, trabalhamos o gênero <strong>carta pessoal</strong>, relembrando suas características, elementos essenciais e a forma adequada de organização. Para tornar a atividade mais significativa, os alunos participaram de um sorteio em formato de “amigo secreto”, no qual deveriam escrever uma carta para um colega expressando suas expectativas para o próximo trimestre.</p><p>A experiência foi extremamente positiva: os alunos interagiram com entusiasmo, organizaram-se de maneira responsável e demonstraram compreender o gênero estudado. As cartas produzidas revelaram não apenas carinho e afeto entre eles, mas também a aplicação prática do conteúdo, com presença clara dos elementos que compõem uma carta pessoal.</p><p>O ponto alto da aula foi receber, de surpresa, uma carta escrita por uma aluna especialmente para mim. Além da emoção, fiquei feliz em constatar que o texto trazia todos os elementos aprendidos, sendo uma demonstração concreta de que o objetivo foi alcançado.</p><p>Essa vivência mostrou que o aprendizado pode ser afetuoso, criativo e, ao mesmo tempo, eficaz, proporcionando aos alunos um momento de reflexão sobre o futuro e fortalecendo os laços na turma.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-09-18 19:33:31 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Projeto Literatura Sem Fronteiras: Lendo Mais e Sabendo Mais</title>
         <author>marrocos</author>
         <link>https://padlet.com/Ensina_Brasil/ConstruindoaCulturaqueQueremos/wish/3595304548</link>
         <description><![CDATA[<p><strong>Ensina Felipe Marrocos</strong></p><p><br/></p><p>No mês de agosto, mais uma ação do <strong>Projeto Literatura Sem Fronteiras “Lendo Mais, Sabendo Mais”</strong>, envolvendo estudantes do Padre José Scampini, do Ensino Fundamental e Médio em atividades literárias e culturais.</p><p><br/></p><p>Nesta etapa, as turmas apresentaram adaptações teatrais de obras consagradas que integram a lista de leituras exigidas nos principais vestibulares de 2025. O momento foi marcado por performances criativas, nas quais os estudantes deram vida a personagens e enredos da literatura brasileira, explorando elementos artísticos, históricos e sociais. A atividade buscou aproximar os alunos das obras de forma dinâmica e significativa, estimulando a leitura crítica, a expressão oral e o trabalho em equipe.</p><p><br/></p><p>Para subsidiar o estudo e aprofundar a compreensão das obras, os alunos contaram com o suporte da Biblioteca Digital PJS, ferramenta que integra o acervo físico e digital da escola e oferece acesso facilitado a textos, resumos e materiais complementares. A plataforma, originada do projeto da biblioteca escolar, foi incorporada às ações do Lendo Mais, Sabendo Mais como recurso de apoio teórico e literário, potencializando o aprendizado e ampliando as possibilidades de pesquisa.</p><p>“A ação demonstrou que a combinação entre literatura, teatro e recursos digitais pode tornar o processo de aprendizagem mais envolvente e prazeroso, fortalecendo o vínculo dos estudantes com o conhecimento e a cultura”, finaliza diretor Ivan Benito de Vasconcelos.</p>]]></description>
         <enclosure url="https://www.sed.ms.gov.br/ee-padre-jose-scampini-realiza-encenacoes-teatrais-no-projeto-lendo-mais-sabendo-mais/" />
         <pubDate>2025-09-20 19:58:59 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Kit&#39;s de Literatura &quot;PARA PASSAR NO VESTIBULAR&quot;</title>
         <author>marrocos</author>
         <link>https://padlet.com/Ensina_Brasil/ConstruindoaCulturaqueQueremos/wish/3595315576</link>
         <description><![CDATA[<p>Em uma <strong>ação solidária</strong> o <strong>ensina Felipe Marrocos</strong> se reuniu com a gestão escolar e solicitou <strong>a oferta de uma simbólica doação em dinheiro para realizar a aquisição de kit's de livros de grandes clássicos da Literatura Brasileira e Portuguesa. </strong>Dessa forma, foi possível realizar a compra de um kit para cada turma de terceiro ano do ensino médio. No kit "Para passar no vestibular" você encontrará os títulos: <em>Quincas Borba (Machado de Assis), Bons dias (Machado de Assis), Sonetos (Luís de Camões), Poemas escolhidos (Gregório de Matos), O marinheiro e outros textos dramáticos (Fernando Pessoa), Mensagem (Fernando Pessoa), Tarde (Olavo Bilac), A falência (Júlia Lopes de Almeida) e O Ateneu (Raul Pompeia). </em></p><p>Os livros agora fazem parte da biblioteca da escola, assim, cada kit foi entregue para o líder e vice-líder respectivos de cada turma dos terceiros anos do ensino médio, para que possam compartilhar a leitura com os colegas de sua sala, tendo assim o compromisso e a responsabilidade de devolverem apenas no final do ano letivo.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-09-20 20:15:45 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Bienal do Livro de Matogrosso do Sul #BienalPantanal</title>
         <author>marrocos</author>
         <link>https://padlet.com/Ensina_Brasil/ConstruindoaCulturaqueQueremos/wish/3595320868</link>
         <description><![CDATA[<p><strong>Ensina Felipe Marrocos</strong></p><p>Em uma ação de força-tarefa convidei os professores de Linguagens da Pe. José Scampini para compartilhar a oportunidade para que os(as) estudantes possam participar do concurso literário e promovam seu protagonismo.</p><p>Visitei todas as turmas de ensino médio, até mesmo aquelas que não ministro aulas, colando cartazes de divulgação, explicando do que se trata e convidando todos(as) os(as) estudantes para participarem da 1ª Bienal do Livro do Matogrosso do Sul.</p><p>E o <strong>resultado foi magnífico</strong>, me coloquei a disposição para auxiliar a todos(as) os(as) estudantes no processo de inscrição, alcançando um total de <strong>28 obras inscritas nas categorias: conto, crônica, poesia e historia em quadrinhos (HQ). Ressalto a inclusão e o protagonismo: </strong>uma das obras inscritas é de um estudante com deficiência visual.</p><p><br/></p><p>#protagonismo #inclusão #diversidade <pdlt-mention type="user" mentioner-id="user_pjAE1g9ax8vQD6Wn" mentionee-id="user_Omdp1MqWm8PN1ang" mentionee-username="redeensina">Rede Ensina</pdlt-mention></p>]]></description>
         <enclosure url="https://www.bienalpantanal.com.br/" />
         <pubDate>2025-09-20 20:26:46 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Peça Teatral - Você é a Luz do Mundo - Valorização da Vida e a Saúde Mental</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/Ensina_Brasil/ConstruindoaCulturaqueQueremos/wish/3595949497</link>
         <description><![CDATA[<p>Na  Escola Municipal Nossa Sraª Rainha dos Anjos - CAIC, os alunos dos anos finais foram os responsáveis por emocionar e provocar reflexões valiosas sobre a Valorização da Vida e Saúde Mental.</p><p><br/></p><p>O protagonismo estudantil em ação discutindo, refletindo e encenando temas urgentes e de grande impacto no processo de desenvolvimento - Saúde Mental.</p><p><br>Através da arte, criamos um ambiente seguro, acolhedor e de muitas vozes. O teatro trouxe coragem, magia e encantamento para esse espetáculo da vida real.<br><br>"Vamos aprender que sentir é parte de ser humano, e que tudo isso também se aprende na escola." <br>- Anderson Julião | Prof. @ensinabrasil</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-09-21 16:15:04 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Transformando o SAEB em Jogo</title>
         <author>ermesonathan</author>
         <link>https://padlet.com/Ensina_Brasil/ConstruindoaCulturaqueQueremos/wish/3598327070</link>
         <description><![CDATA[<p><strong>Objetivo:</strong> O objetivo principal da aula foi engajar os alunos na preparação para o <strong>SAEB 2025</strong> utilizando uma abordagem de <strong>metodologia ativa</strong>. A estratégia incluiu a apresentação de questões da prova e a utilização da plataforma <strong>Kahoot</strong> para criar um ambiente de aprendizado interativo e competitivo, motivando a participação e o foco.</p><p><strong>Metodologia:</strong> A atividade foi estruturada em duas partes principais:</p><ol><li><p><strong>Aplicação do Jogo:</strong> As questões do SAEB foram inseridas no <strong>Kahoot</strong>, transformando a resolução em um jogo. Os alunos, organizados em grupos ou individualmente, competiram para responder corretamente no menor tempo, o que incentivou o engajamento e a atenção.</p></li><li><p><strong>Análise e Feedback:</strong> Após a conclusão de cada rodada do jogo, foi realizada uma explicação detalhada de cada questão. Esta etapa foi crucial para consolidar o aprendizado, clarificar conceitos e corrigir possíveis erros de forma estruturada.</p></li></ol><p><strong>Resultados e Boas Práticas:</strong></p><ul><li><p><strong>Aumento do Engajamento:</strong> A gamificação através do <strong>Kahoot</strong> aumentou significativamente a participação dos alunos, que se mostraram mais animados e motivados a aprender.</p></li><li><p><strong>Aprendizagem Ativa:</strong> Em vez de apenas escutar a explicação, os alunos foram desafiados a resolver os problemas ativamente, o que fortaleceu a retenção do conteúdo.</p></li><li><p><strong>Foco e Retenção:</strong> O formato de jogo ajudou a manter o foco durante toda a atividade, e a explicação posterior de cada questão garantiu que o conhecimento fosse fixado de maneira eficaz.</p></li><li><p><strong>Avaliação Formativa:</strong> O Kahoot permitiu ao professor identificar rapidamente quais conceitos precisavam de mais atenção, ajustando a aula em tempo real.</p></li></ul>]]></description>
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         <pubDate>2025-09-22 22:01:41 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Projeto: &quot;Expedição África: Uma Viagem pelas Raízes do Brasil&quot;</title>
         <author>nathallysamara12</author>
         <link>https://padlet.com/Ensina_Brasil/ConstruindoaCulturaqueQueremos/wish/3598405621</link>
         <description><![CDATA[<p>Nathally Samara, Ensina 2024, ETI Reunidas Duque de Caxias, Caruaru - PE</p><p><br></p><p><strong>Projeto: "Expedição África: Uma Viagem pelas Raízes do Brasil"</strong></p><p><br></p><p>A eletiva "Expedição África: Uma Viagem pelas Raízes do Brasil" tem como objetivo promover um estudo vivencial e aprofundado sobre a influência africana na formação cultural brasileira. A proposta pedagógica está organizada em torno da análise de cinco países africanos de forte impacto em nossos costumes: Angola, Costa do Marfim, Etiópia, Moçambique e Nigéria.</p><p>Cada país é abordado como um módulo independente, no qual os estudantes "visitam" culturalmente a nação por meio de elementos como história, música, culinária, vestuário e tradições. Como diferencial metodológico, ao final de cada bloco, um estudante negro da escola – não necessariamente matriculado na eletiva – é convidado a ministrar uma oficina baseada em seus conhecimentos e vivências, tais como capoeira, candomblé, contação de histórias ou confecção de adereços. Essa estratégia visa valorizar o protagonismo discente e a transmissão horizontal do saber.</p><p>Além disso, a eletiva prevê o contato direto com objetos e experiências sensoriais, como a degustação de pratos típicos, a manipulação de tecidos e instrumentos musicais originais, e a realização de atividades artísticas vinculadas às culturas abordadas. Dessa forma, busca-se não apenas informar, mas também emocionar e conectar os estudantes com as matrizes africanas, fomentando o respeito à diversidade e o combate ao racismo estrutural.</p><p>O projeto surge como desdobramento de duas iniciativas anteriores – "Quilombo" e "Raízes e Riquezas" – e consolida um trabalho contínuo de valorização da história e da cultura afro-brasileira na escola, em conformidade com a Lei 10.639/2003.</p><p><br></p><p><a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://youtu.be/4Dyn9iuo8FI">https://youtu.be/4Dyn9iuo8FI</a></p>]]></description>
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         <pubDate>2025-09-22 23:55:18 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>A Sabedoria Escondida nos Provérbios: Uma Aula para Decifrar o Folclore</title>
         <author>nathallysamara12</author>
         <link>https://padlet.com/Ensina_Brasil/ConstruindoaCulturaqueQueremos/wish/3598410859</link>
         <description><![CDATA[<p>Nathally Samara, Ensina 2024, ETI Reunidas Duque de Caxias, Caruaru - PE</p><p><br/></p><p>E se a chave para entender a cultura do nosso povo estiver escondida em frases curtas que ouvimos desde crianças? Esta aula propôs uma investigação lúdica pelo universo dos provérbios e ditados populares.</p><p>A aventura começou com a famosa música "Xuxalelê", uma verdadeira caça aos tesouros da sabedoria popular. Em seguida, os alunos foram desafiados a participar da dinâmica <strong>"Desvendando os Provérbios"</strong>.</p><p>Imagine um mural repleto de envelopes misteriosos. Dentro de cada um, um provérbio e três possíveis significados. Por sorteio, cada estudante virou um detetive da linguagem, lendo o provérbio em voz alta e argumentando qual é a interpretação correta. É uma missão de leitura, interpretação e muito trabalho em equipe para descobrir o real significado de pérolas como "Águas passadas não movem moinho".</p><p>Mais do que uma aula de português, é uma imersão no folclore brasileiro, mostrando que a maior sabedoria muitas vezes mora nas palavras mais simples.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-09-23 00:01:06 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Desafio da Fala: Uma Aula Travada na Diversão!</title>
         <author>nathallysamara12</author>
         <link>https://padlet.com/Ensina_Brasil/ConstruindoaCulturaqueQueremos/wish/3598413497</link>
         <description><![CDATA[<p>Nathally Samara, Ensina 2024, ETI Reunidas Duque de Caxias, Caruaru - PE</p><p><br/></p><p>Na roda do folclore brasileiro, os trava-línguas são os reis da confusão e da gargalhada! Nesta aula, os alunos embarcaram numa missão sonora cheia de ritmo e desafio.</p><p>A aventura começou ao som de <strong>"Trava-Línguas"</strong>, do Patati Patatá, onde a turma teve a difícil missão de cantar e virar detetive de palavras para caçar todos os trava-línguas escondidos na letra. Depois, veio o grande momento: cada aluno sorteado encarou a missão heroica de pegar um trava-línguas, ler em silêncio, e depois declamar para toda a sala com coragem – mesmo que a língua quase travasse no caminho!</p><p>E o desafio não parou por aí: a sala inteira repetiu junto, virando um coral de risadas e tentativas de dominar as frases mais emboladas. Foi uma verdadeira maratona de leitura, pronúncia e superação – onde errar feio era parte da diversão!</p><p>Uma experiência para mostrar que, no folclore, aprender brincando é a melhor maneira de nunca mais esquecer.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-09-23 00:03:12 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Histórias Sussurradas no Escuro: Uma Imersão nas Lendas Assustadoras do Folclore</title>
         <author>nathallysamara12</author>
         <link>https://padlet.com/Ensina_Brasil/ConstruindoaCulturaqueQueremos/wish/3598414654</link>
         <description><![CDATA[<p>Nathally Samara, Ensina 2024, ETI Reunidas Duque de Caxias, Caruaru - PE</p><p><br/></p><p>A luz se apaga. Um som de suspense envolve a sala. Não é um filme de terror: é a hora da leitura!</p><p>Nesta aula, os alunos foram convidados a uma experiência única e imersiva nas profundezas do folclore brasileiro. Em uma atmosfera propositalmente criada com luzes baixas e trilha sonora arrepiante, o professor conduziu a turma por um caminho de arrepiar, com a leitura dramática de lendas como <strong>“A Dança dos Ossos”</strong> e <strong>“Uma Surpresa no Jantar”</strong>.</p><p>Cada palavra ganhou vida no silêncio expectante da sala, transformando a leitura em uma verdadeira performance. Mais do que ouvir histórias, os alunos <em>sentiram</em> o folclore – o calafrio na espinha, a curiosidade, o suspense que só as narrativas bem contadas são capazes de provocar.</p><p>Foi uma prova de que, às vezes, a maneira mais poderosa de se conectar com um texto é fechar os olhos e se deixar levar pelo poder da narrativa. Uma experiência inesquecível que mostrou como a tradição oral pode ser viva, assustadora e absolutamente cativante.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-09-23 00:04:22 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Lendas Brasileiras Ganham Vida no Teatro de Sombras</title>
         <author>nathallysamara12</author>
         <link>https://padlet.com/Ensina_Brasil/ConstruindoaCulturaqueQueremos/wish/3598459403</link>
         <description><![CDATA[<p>Nathally Samara, Ensina 2024, ETI Reunidas Duque de Caxias, Caruaru - PE</p><p><br/></p><p>Das páginas dos livros para o fundo de um palho iluminado: as lendas mais fascinantes do Brasil tomaram conta da sala em uma experiência mágica de teatro de sombras!</p><p>Nesta aula, os alunos mergulharam na riqueza do nosso folclore, escolhendo lendas de diferentes cantos do país. Após uma leitura imersiva das histórias, veio a mão na massa: cada grupo transformou papel, cartolina e criatividade em personagens e cenários para dar vida à sua lenda.</p><p>O ponto alto foi a apresentação. Com uma simples fonte de luz e uma tela, curupiras, iaras, sacis e outras figuras lendárias projetaram suas sombras e encantaram a todos. Foi um verdadeiro espetáculo de narrativa, trabalho em equipe e reinterpretação do nosso patrimônio cultural, mostrando que a tradição não só pode como deve ser recriada pelas mãos das novas gerações.</p><p>Uma celebração prática de como a leitura se transforma em arte e a cultura ganha novos contornos na sala de aula.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-09-23 00:32:52 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>CAMÂRA MIRIM - Projeto de lei sobre exposição de crianças e adolescentes nas redes sociais.</title>
         <author>chisstisuelen</author>
         <link>https://padlet.com/Ensina_Brasil/ConstruindoaCulturaqueQueremos/wish/3599759059</link>
         <description><![CDATA[<p>A estudante Estela, do 8 ano do fundamental e aluna na  escola Municipal Paulo Freire, teve o projeto de lei selecionado para ser apreciado em Brasília! Esse foi o único projeto escolhido nordeste. O projeto de lei da Estela tem tudo a ver com que se está sendo discutido nas redes sociais e entre os jovens. Venha conferir nesse link a entrevista completa: <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://plenarinho.leg.br/index.php/2025/09/camara-mirim-2025-estela-quer-proteger-criancas-e-adolescentes-dos-riscos-das-redes-sociais/#comment-333050">https://plenarinho.leg.br/index.php/2025/09/camara-mirim-2025-estela-quer-proteger-criancas-e-adolescentes-dos-riscos-das-redes-sociais/#comment-333050</a></p>]]></description>
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         <pubDate>2025-09-23 13:53:28 UTC</pubDate>
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         <title>Projeto identidades do Brasil </title>
         <author>luanarodriguesdelucenaa</author>
         <link>https://padlet.com/Ensina_Brasil/ConstruindoaCulturaqueQueremos/wish/3600468384</link>
         <description><![CDATA[<p>Nas turmas do 8º ano, eu, a professora Ilayne (Ensina 2025) e a professora Adeilda (professora do município) estamos desenvolvendo um projeto interdisciplinar que une as áreas de História e Língua Portuguesa. Como professora de História das turmas, tenho trabalhado em parceria com as professoras de Português, articulando saberes e experiências para ampliar a compreensão dos estudantes sobre a identidade e a diversidade cultural do Brasil.</p><p>A proposta tem como foco a produção de um documentário, no qual os estudantes participaram ativamente da elaboração de roteiros, pesquisas e reflexões. Esse processo possibilitou não apenas o aprofundamento dos conteúdos, mas também o exercício da autoria, da criatividade e da cooperação em grupo.</p><p>O tema central do documentário é a diversidade que compõe a identidade brasileira, marcada pelos encontros entre povos indígenas, africanos, europeus e tantos outros que, ao longo da história, formaram a pluralidade cultural que nos caracteriza. Ao valorizar essa diversidade, os estudantes puderam compreender como o Brasil é resultado de múltiplas vozes, tradições e memórias.</p><p>Após um caminho de muita dedicação, o projeto encontra-se agora em sua fase final, consolidando aprendizagens e dando forma a um produto coletivo de grande significado.</p><p><br/></p>]]></description>
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         <pubDate>2025-09-23 23:10:30 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Arte através da colagem </title>
         <author>luanarodriguesdelucenaa</author>
         <link>https://padlet.com/Ensina_Brasil/ConstruindoaCulturaqueQueremos/wish/3600479903</link>
         <description><![CDATA[<p>Na eletiva Raízes da imaginação, realizamos uma atividade criativa e reflexiva a partir da colagem com revistas velhas. O objetivo foi estimular a expressão artística dos estudantes, ao mesmo tempo em que discutimos práticas de sustentabilidade no cotidiano escolar.</p><p><br></p><p>Ao reutilizar materiais que seriam descartados, como revistas antigas, os alunos compreenderam na prática a importância de dar novos significados aos resíduos, transformando o que parecia não ter mais valor em produções cheias de sentido. Cada colagem se tornou uma forma única de representação, permitindo que os estudantes explorassem ideias, emoções e perspectivas por meio das imagens e palavras selecionadas.</p><p><br></p><p>Essa atividade também favoreceu a reflexão sobre o consumo consciente, mostrando que pequenas atitudes, como reaproveitar materiais, podem contribuir para a preservação do meio ambiente. Afinal, quando transformamos o descartável em arte, aprendemos que a sustentabilidade começa com escolhas simples e criativas.</p><p><br></p><p>Assim, a aula de colagem se revelou mais do que um exercício artístico: foi uma oportunidade de aprender sobre a relação entre arte, educação e sustentabilidade, despertando nos alunos o desejo de cuidar mais do mundo em que vivem.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-09-23 23:25:49 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Oficina com elementos naturais</title>
         <author>luanarodriguesdelucenaa</author>
         <link>https://padlet.com/Ensina_Brasil/ConstruindoaCulturaqueQueremos/wish/3600482905</link>
         <description><![CDATA[<p>Durante a oficina de modelagem com barro e pintura com elementos naturais, os estudantes foram convidados a experimentar diferentes materiais e técnicas, dando forma às suas próprias ideias de maneira livre e pessoal. Cada obra resultou em uma expressão única, evidenciando como nossas experiências, vivências e percepções se manifestam de formas diversas. A atividade não apenas estimulou a criatividade, mas também promoveu a valorização da diversidade, mostrando que diferentes perspectivas e modos de sentir o mundo podem coexistir, dialogar e enriquecer a construção coletiva de significado dentro da escola. Ao trabalhar com materiais da natureza, os estudantes também perceberam a relação entre criatividade e sustentabilidade, reconhecendo a importância de respeitar e se inspirar no ambiente ao seu redor.</p><p><br/></p>]]></description>
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         <pubDate>2025-09-23 23:29:58 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Aula de revisão com o Wordwall </title>
         <author>luanarodriguesdelucenaa</author>
         <link>https://padlet.com/Ensina_Brasil/ConstruindoaCulturaqueQueremos/wish/3600489429</link>
         <description><![CDATA[<p>No 8º ano, promovemos uma atividade lúdica para revisar os conteúdos de História sobre o Primeiro e o Segundo Reinado. Utilizando o Wordwall, os estudantes participaram de um jogo interativo que estimulou a memória, a atenção e a colaboração entre colegas. Plataformas como essa se mostram extremamente úteis, pois permitem criar jogos de revisão de forma simples, incentivando a competição saudável e o engajamento de toda a turma. Ao final da aula, a empolgação foi tanta que os alunos quiseram continuar a brincadeira em um Quiz falado, servindo para desempatar e reforçar ainda mais os conhecimentos. O grupo vencedor foi premiado com chocolates, transformando a revisão em uma experiência divertida, motivadora e participativa.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-09-23 23:37:53 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Adivinha na testa sobre Identidades do Brasil </title>
         <author>luanarodriguesdelucenaa</author>
         <link>https://padlet.com/Ensina_Brasil/ConstruindoaCulturaqueQueremos/wish/3600494062</link>
         <description><![CDATA[<p>No 8º ano, realizamos uma atividade lúdica para trabalhar as identidades brasileiras. Inicialmente, os estudantes criaram cards contendo elementos que representam diferentes identidades, como a afro-brasileira, indígena, nordestina, entre outras. Cada card trazia imagens, palavras ou símbolos relacionados a essas culturas e tradições, estimulando pesquisa, reflexão e criatividade.</p><p><br></p><p>Em seguida, jogamos o “Adivinha na Testa”. Nesse jogo, cada estudante recebia um card colado na testa, sem poder ver o que estava escrito ou desenhado. Os colegas então davam dicas e explicações sobre o conteúdo do card, de forma que o jogador pudesse adivinhar qual identidade ou elemento cultural ele tinha na testa. O jogo combinou diversão e aprendizado, promovendo atenção, raciocínio rápido e cooperação entre os estudantes.</p><p><br></p><p>A atividade permitiu que todos reconhecessem e valorizassem a diversidade cultural do Brasil, entendendo como diferentes identidades contribuem para a formação do país e estimulando o respeito e a curiosidade sobre culturas variadas.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-09-23 23:43:13 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Propagandas na aula de Inglês </title>
         <author>luanarodriguesdelucenaa</author>
         <link>https://padlet.com/Ensina_Brasil/ConstruindoaCulturaqueQueremos/wish/3600499235</link>
         <description><![CDATA[<p>No 9º ano nas aulas de Inglês, em parceria com a professora Joana, realizamos uma atividade em que os estudantes foram desafiados a criar propagandas em inglês. Trabalhando em grupos, eles exploraram tanto a parte escrita, desenvolvendo textos persuasivos, quanto a produção artística, confeccionando cartazes criativos e visualmente atrativos.</p><p><br></p><p>Os trabalhos foram expostos no corredor da escola, permitindo que toda a comunidade escolar pudesse apreciar a criatividade e o esforço de cada grupo. A atividade estimulou o trabalho colaborativo, o uso prático da língua inglesa e a expressão artística, tornando o aprendizado mais significativo e envolvente.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-09-23 23:48:42 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Horta inteligente</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/Ensina_Brasil/ConstruindoaCulturaqueQueremos/wish/3600558397</link>
         <description><![CDATA[<p>O projeto de irrigação automática da Escola Estadual Cora Coralina, desenvolvido com alunos do 1º ano do Ensino Médio, uniu tecnologia, sustentabilidade e meio ambiente.</p><p>A iniciativa surgiu da preocupação com o uso eficiente da água. Com Arduino, sensores e válvulas, foi criado um sistema que monitora a umidade do solo e aciona a irrigação apenas quando necessário, evitando desperdício.</p><p>A horta de 330 m², dividida em setores para hortaliças, vegetais e plantas aromáticas, segue práticas agroecológicas como adubação orgânica e cobertura do solo. Os alunos participaram de todas as etapas: planejamento, montagem, programação e monitoramento.</p><p>O Arduino UNO recebe dados dos sensores, exibe informações em um display LCD e, quando a umidade está baixa, aciona válvulas que liberam água pelas mangueiras. Quando o solo está úmido, o fluxo é interrompido.</p><p>O sistema trouxe economia de água, aprendizagem interdisciplinar, maior interesse por robótica e sustentabilidade, além da produção de alimentos para a merenda escolar. O projeto mostrou como a tecnologia pode oferecer soluções acessíveis e criativas para desafios reais da comunidade.<br></p>]]></description>
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         <pubDate>2025-09-24 00:27:52 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Cidade à beira do abismo</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/Ensina_Brasil/ConstruindoaCulturaqueQueremos/wish/3600624906</link>
         <description><![CDATA[<p><strong>Fernanda Peixoto, Ensina 2024, Centro Educa Mais Coelho Neto</strong></p><p><strong>Eletiva de Base Multisseriada e exposição em eventos.</strong></p><p><strong>Contexto e personagens</strong></p><p>O projeto foi desenvolvido a partir de uma Eletiva de Base e integra as áreas de Matemática, Geografia, Ciência, Engenharia e Tecnologia, adotando a abordagem <strong>STEAM</strong>. Os protagonistas dessa experiência foram os estudantes da Ilha de São Luís, que, em ambiente escolar, tiveram a oportunidade de assumir um papel de protagonismo no enfrentamento de desafios locais.</p><p><strong>Desafio</strong></p><p>A Ilha de São Luís enfrenta os impactos das mudanças climáticas, em especial a <strong>elevação do nível do mar</strong>, que ameaça a vida urbana e ambiental nas próximas décadas. O desafio proposto aos estudantes foi investigar os efeitos desse fenômeno e refletir sobre o que pode ser feito para fortalecer a <strong>resiliência socioambiental</strong> da cidade.</p><p><strong>Solução</strong></p><p>O projeto promoveu a resolução de problemas de forma <strong>interdisciplinar e prática</strong>, utilizando ferramentas tecnológicas como mapas digitais, simulações climáticas, modelagem e impressão 3D, além de inteligência artificial. A partir da análise de dados científicos e estatísticos, os estudantes interpretaram cenários e desenvolveram <strong>maquetes e protótipos</strong> de soluções, como barreiras costeiras, habitações flutuantes e dispositivos de contenção, sempre acompanhados de debates sobre políticas públicas e planejamento urbano resiliente.</p><p><strong>Impacto</strong></p><p>A experiência permitiu que os estudantes compreendessem as <strong>causas e consequências das mudanças climáticas</strong> em escalas global e local. O projeto estimulou pensamento crítico, criatividade, colaboração e ação juvenil. Além disso, gerou produtos concretos — como protótipos e propostas — que foram apresentados na <strong>Mostra EducaSTEAM Maranhão</strong> e no stand da SEDUC/MA durante a <strong>65ª Exposição Agropecuária do Maranhão (Expoema 2025)</strong>, ampliando a visibilidade e relevância da iniciativa.</p><p><strong>Futuro</strong></p><p>O projeto aponta para a continuidade da integração entre ciência, tecnologia e educação na busca de soluções para os desafios climáticos. Os aprendizados adquiridos servirão como base para novas práticas pedagógicas e para o fortalecimento da formação cidadã, permitindo que os jovens sigam atuando como <strong>agentes de transformação socioambiental</strong> na Ilha de São Luís e além dela.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-09-24 01:01:10 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Fazendo a minha parte</title>
         <author>talithaleite</author>
         <link>https://padlet.com/Ensina_Brasil/ConstruindoaCulturaqueQueremos/wish/3600773942</link>
         <description><![CDATA[<p><strong>1. Contexto e Personagens</strong><br>Trabalho com uma turma de 7º ano bastante desafiadora, o 7º D. São alunos que apresentam comportamentos indisciplinados, desinteresse, falta de respeito entre si e muita agitação em sala. A situação tem sido um desafio constante para todos os professores.</p><p><br/></p><p><strong>2. Desafio</strong><br>O grande problema a ser superado é a dificuldade de manter um ambiente de aprendizagem adequado, diante da indisciplina, da falta de engajamento e da convivência conflituosa dos alunos.</p><p><br/></p><p><strong>3. Solução</strong><br>Ao longo do ano tenho explorado diversas estratégias para melhorar a nossa rotina, uma delas foi a construção do painel <em>“Fazendo a minha parte”.</em></p><p>Para sua construção, tínhamos perguntas norteadoras:</p><ul><li><p>O que faço de bom para a sala?</p></li><li><p>O que faço que pode atrapalhar?</p></li><li><p>Como posso ajudar a melhorar a sala?</p></li></ul><p>Cada aluno respondeu individualmente em papéis, podendo ou não compartilhar suas respostas coletivamente. Montamos um cartaz com as respostas da turma inteira e discutimos sobre as respostas que apareceram.&nbsp;</p><p><br/></p><p><strong>4. Impacto</strong><br>A atividade possibilitou que os alunos se sentissem ouvidos, refletissem sobre seus comportamentos e percebessem seu papel na melhoria da convivência, além de perceberem sua contribuição para o sucesso ou não da sala de aula. Houve uma melhora no ambiente, ainda que parcial, mas significativa para o início de mudanças.</p><p><br/></p><p><strong>5. Futuro</strong><br>O trabalho segue em construção. Ainda há muito a ser feito, mas a experiência mostra que estratégias participativas podem abrir caminho para um ambiente mais respeitoso e colaborativo. Há potencial de expansão para outras turmas e para novos formatos de atividades de escuta e autorreflexão.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-09-24 02:12:13 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/Ensina_Brasil/ConstruindoaCulturaqueQueremos/wish/3600773942</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Olha a célula!</title>
         <author>talithaleite</author>
         <link>https://padlet.com/Ensina_Brasil/ConstruindoaCulturaqueQueremos/wish/3600816811</link>
         <description><![CDATA[<p>Neste bimestre, trabalhei, com as minhas quatro turmas de 6º ano, o tema <strong>células</strong>, abordando a composição básica, as diferenças entre células animais e vegetais, organismos unicelulares e pluricelulares, além da distinção entre seres procariontes e eucariontes.</p><p><br/></p><p>Apesar de utilizar imagens e vídeos, percebi que o conteúdo ainda poderia soar abstrato para muitos alunos. Para tornar a aprendizagem mais concreta, organizei uma <strong>aula prática de observação ao microscópio</strong>. Preparei lâminas com cortes de folhas e um esfregaço de sangue (com uma gota do meu próprio sangue), permitindo aos estudantes visualizar diretamente estruturas celulares.</p><p>Além disso, os alunos puderam manipular uma <strong>reprodução em 3D de uma célula vegetal</strong>, confeccionada nas impressoras 3D da escola. </p><p><br/></p><p>A experiência despertou grande interesse, promoveu maior compreensão do conteúdo e trouxe a ciência para mais perto da realidade dos estudantes.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-09-24 02:28:55 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Aula: Vamos conhecer a África?</title>
         <author>vieiraleticia29</author>
         <link>https://padlet.com/Ensina_Brasil/ConstruindoaCulturaqueQueremos/wish/3601797784</link>
         <description><![CDATA[<p>A proposta da aula de <strong>Geografia para o 7º ano do Ensino Fundamental</strong> surgiu diante do desafio de mudar a visão limitada que muitos alunos possuem sobre o continente africano, marcada por estereótipos, preconceitos e pouco conhecimento sobre sua história, cultura e contribuições para o Brasil. A atividade iniciou com um <strong>brainstorm coletivo</strong>, no qual os alunos puderam expressar livremente o que sabiam sobre a África. Nesse momento, foi possível identificar ideias equivocadas e reducionistas, muitas vezes baseadas no senso comum. Esse diagnóstico serviu como ponto de partida para ressignificar a visão dos estudantes. Em seguida, cada aluno escolheu de forma autônoma um <strong>país africano</strong> para pesquisar. Os aspectos sugeridos para a investigação foram: cultura, idioma, extensão territorial, curiosidades e outras informações relevantes. Esse exercício permitiu que os estudantes percebessem a diversidade existente dentro do continente e reconhecessem suas potencialidades e singularidades. Durante a aula, utilizei o <strong>Google Earth</strong> para explorar visualmente alguns países, mostrando paisagens, cidades e belezas naturais da África. Esse recurso despertou curiosidade e ampliou a percepção dos alunos sobre o continente. Também discutimos os motivos históricos e sociais que explicam a realidade de pobreza em alguns países africanos atualmente, reforçando a importância de compreender os processos de colonização e exploração. Ao final, os alunos demonstraram maior compreensão sobre a África, reconhecendo sua riqueza cultural, diversidade e relevância para a formação da sociedade brasileira.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-09-24 12:57:01 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Atividade: Cartinha para mim – Setembro Amarelo</title>
         <author>vieiraleticia29</author>
         <link>https://padlet.com/Ensina_Brasil/ConstruindoaCulturaqueQueremos/wish/3601832403</link>
         <description><![CDATA[<p>Atendendo a uma demanda da escola, foi planejada uma atividade para o <strong>Setembro Amarelo</strong>, voltada para o 7º ano do Ensino Fundamental, com o objetivo de trabalhar a valorização da vida e a importância de cultivar sonhos e esperanças. Percebi a necessidade de conversar com os alunos sobre o <strong>futuro, sonhos e metas pessoais</strong>, de forma leve e reflexiva. Para isso, propus a produção de uma <strong>carta para o “eu do futuro”</strong>, na qual cada estudante pôde escrever de maneira livre sobre seus desejos, lembranças e expectativas. Os alunos foram orientados a registrar conselhos, como estava o dia presente, seus sonhos, metas, momentos felizes já vividos e orientações que poderiam ajudar seu “eu” daqui a alguns meses. Foi reforçado que a carta seria <strong>pessoal e sigilosa</strong>, o que garantiu mais liberdade e engajamento na escrita.  Ao final, todas as cartas foram recolhidas e guardadas, com a proposta de serem abertas apenas no <strong>final do 4º bimestre</strong>, permitindo que os estudantes reflitam sobre suas mudanças, conquistas e aprendizados ao longo do ano. Essa prática buscou não apenas dialogar com a temática do Setembro Amarelo, mas também proporcionar um momento de autoconhecimento, valorização da vida e fortalecimento emocional dos alunos.</p><p><br/></p>]]></description>
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         <pubDate>2025-09-24 13:14:17 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Nau dos Mestres</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<p>Projeto que alia ciência e arte para estimular a aprendizagem de forma lúdica e ativa, por meio de projetos, experimentos e oficinas interdisciplinares. Frente ao ensino centrado na transmissão, propusemos práticas que colocam estudantes como protagonistas e promovem colaboração, autonomia e empatia. O projeto favoreceu o desenvolvimento integrado das competências gerais da BNCC, especialmente as socioemocionais, e aumentou o engajamento em sala</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-09-24 14:05:44 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Do Epic ao Épico: RPG educacional - Parceria com a Fundação 1Bi</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/Ensina_Brasil/ConstruindoaCulturaqueQueremos/wish/3601945016</link>
         <description><![CDATA[<p>Para ajudar os nonos a escolher cursos no IFES, desenvolvemos uma dinâmica em formato de RPG com estações rotativas que simulavam cursos, desafios práticos e conversas com mentores. Confrontando a indecisão e a falta de vivência das rotas formativas, a experiência gamificada gerou maior engajamento, decisões mais informadas e fortaleceu a parceria com a Fundação 1Bi; o próximo passo é sistematizar o roteiro em um manual para replicação em outras turmas e escolas.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-09-24 14:09:21 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Futebol além do campo</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/Ensina_Brasil/ConstruindoaCulturaqueQueremos/wish/3601953350</link>
         <description><![CDATA[<p>A partir do interesse dos estudantes - e do professor - pelo futebol, estruturamos treinos e encontros que combinam prática esportiva com rodas de conversa, oficinas de saúde mental e educação para a convivência. O desafio era criar um espaço escolar que trabalhasse corpo, emoções e cidadania ao mesmo tempo; a proposta ampliou a presença dos alunos, melhorou o clima escolar e gerou vínculos — agora queremos documentar rotinas e indicadores</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-09-24 14:13:14 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Atividade: Hora de conhecer os continentes!</title>
         <author>vieiraleticia29</author>
         <link>https://padlet.com/Ensina_Brasil/ConstruindoaCulturaqueQueremos/wish/3602209667</link>
         <description><![CDATA[<p>Durante as aulas de <strong>Geografia para o 7º ano do Ensino Fundamental</strong>, foi proposta uma atividade com o objetivo de ampliar o conhecimento dos alunos sobre os continentes do mundo de forma participativa e dinâmica. A turma foi dividida em <strong>grupos</strong>, e cada grupo pôde escolher de forma autônoma um dos continentes para pesquisar. Os aspectos orientados foram: <strong>características gerais, localização, países que o compõem, cultura, curiosidades e outras informações relevantes</strong>. Além da pesquisa, os alunos receberam a proposta de elaborar uma <strong>representação visual</strong>, podendo desenhar o mapa ou a bandeira do continente escolhido. Para complementar a atividade, os estudantes tiveram também a oportunidade de <strong>manusear o globo terrestre livremente</strong>, explorando diferentes regiões e conhecendo novos países de forma prática e curiosa. Ao final, foi possível perceber a dedicação e o entusiasmo dos estudantes. Muitos se envolveram de verdade, trocaram ideias, se ajudaram e mostraram interesse em aprender mais sobre o mundo em que vivem. A atividade se transformou em um momento leve e colaborativo. </p>]]></description>
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         <pubDate>2025-09-24 16:39:20 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Aula: Introdução à Roma Antiga – O mito de Rômulo e Remo
</title>
         <author>vieiraleticia29</author>
         <link>https://padlet.com/Ensina_Brasil/ConstruindoaCulturaqueQueremos/wish/3602367458</link>
         <description><![CDATA[<p>Na turma de <strong>História do 6º ano do Ensino Fundamental</strong>, realizei uma aula introdutória sobre a <strong>Roma Antiga</strong>, buscando despertar o interesse dos alunos para esse novo conteúdo.</p><p>O foco principal foi a leitura do <strong>mito de Rômulo e Remo</strong>. Juntos, percorremos a narrativa desde o abandono dos irmãos, o cuidado recebido pela loba, até a fundação da cidade e as consequências dessa história para Roma. Durante a leitura, fui destacando os personagens e incentivando os alunos a observarem os pontos mais marcantes. Depois, pedi que eles me <strong>recontassem os momentos mais importantes</strong>, para garantir que todos tinham compreendido. Em seguida, propus uma atividade criativa: cada aluno deveria fazer um <strong>desenho representando a parte do mito que mais lhe chamou a atenção</strong>.</p><p>A turma participou com muito interesse, se mostrando curiosa e envolvida tanto na leitura quanto na produção dos desenhos. Essa proposta ajudou a fixar melhor o mito fundador e deu espaço para que cada um expressasse sua própria forma de entender a história.</p><p>No fim, foi muito positivo perceber a empolgação dos alunos em conhecer as origens lendárias de Roma. A aula se transformou em um momento leve, participativo e cheio de descobertas.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-09-24 18:11:13 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>MathCraft- Matemática Criativa em Blocos </title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/Ensina_Brasil/ConstruindoaCulturaqueQueremos/wish/3602622238</link>
         <description><![CDATA[<p><br/></p><p>Descrição:</p><p>Um convite para olhar a matemática de um jeito que encanta e liberta. Inspirado no universo Minecraft, o MathCraft transformou cálculos, frações, sólidos geométricos, estatística e proporções em desafios práticos e construções criativas. Cada bloco representou mais do que números: foi a prova de que a matemática pode ser divertida, visual e cheia de significado. Os estudantes não só resolveram problemas, como criaram mundos, descobriram estratégias e perceberam que o raciocínio lógico também é arte.</p><p><br/></p><p>Importância para o estudante:</p><p>Quebra barreiras com a matemática, desenvolve raciocínio lógico, autonomia e trabalho em equipe, ao mesmo tempo em que reforça a confiança de que todos podem aprender – cada um no seu ritmo e estilo.</p><p><br/></p><p>Metodologias ativas:</p><p>Gamificação, aprendizagem baseada em projetos, monitoria entre pares e construção colaborativa.</p><p><br/></p><p><br/></p>]]></description>
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         <pubDate>2025-09-24 22:41:49 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Palavra-Viva: Caixa de Pandora do BEM</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/Ensina_Brasil/ConstruindoaCulturaqueQueremos/wish/3602624016</link>
         <description><![CDATA[<p>Inspirado no mito da Caixa de Pandora, este projeto ressignifica a lenda para espalhar amor, empatia e coragem. Em vez de liberar males, a Caixa de Pandora do Bem guarda missões secretas que, ao serem reveladas, mobilizam os estudantes a transformar o mundo com pequenos grandes gestos. A cada abertura, saem desafios que fortalecem, enaltecem e agregam – como a missão de escrever cartas para mulheres em tratamento no Centro de Oncologia de Caruaru, levando esperança e carinho a quem enfrenta o câncer de mama. Aqui, cada palavra é uma semente de cura, e cada missão, um convite para viver a solidariedade de forma concreta.</p><p><br></p><p>Importância para o estudante:</p><p>Desperta a consciência social, fortalece valores como empatia e coragem, amplia a sensibilidade para o outro e mostra que a palavra tem poder de curar e transformar realidades.</p><p><br></p><p>Metodologias ativas:</p><p>Aprendizagem baseada em projetos, storytelling, dinâmicas de empatia, escrita criativa e ações solidárias em </p><p>campo.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-09-24 22:45:24 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>De Estudante a Professor</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/Ensina_Brasil/ConstruindoaCulturaqueQueremos/wish/3602626066</link>
         <description><![CDATA[<p><br/></p><p>Um projeto que dá aos estudantes a chance de ocupar o lugar do educador. Depois de aprenderem determinado conteúdo, eles se preparam para dar aulas, planejar explicações, criar atividades e conduzir discussões com os colegas. Cada estudante descobre que ensinar é mais do que transmitir informação: é acolher, escutar, criar estratégias e transformar conhecimento em algo vivo.</p><p><br/></p><p>Importância para o estudante:</p><p>Eles ganham voz, desenvolvem autonomia e percebem o valor do trabalho docente, fortalecendo empatia, comunicação, liderança e a coragem de se colocar no centro do aprendizado.</p><p><br/></p><p>Metodologias ativas:</p><p>Aprendizagem por pares, aula reversa, monitoria e protagonismo estudantil.</p><p><br/></p><p>Tag:</p><p><br/></p><p>#Diversidade</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-09-24 22:49:17 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Beleza que Cuida – O Espelho da Essência</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/Ensina_Brasil/ConstruindoaCulturaqueQueremos/wish/3602627766</link>
         <description><![CDATA[<p>Um projeto que vai além do batom, da base ou do brilho. “Beleza que Cuida” é um convite para que os estudantes olhem para si com afeto e verdade, entendendo que maquiagem e autocuidado podem ser expressões de arte, identidade e amor-próprio – e não imposições de padrões. Em oficinas de maquiagem, rodas de conversa e dinâmicas de reflexão, cada participante explora formas de realçar a própria beleza enquanto discute autoestima, saúde emocional e o valor de se aceitar como é. Aqui, o espelho não julga: ele revela força, história e singularidade.</p><p><br/></p><p>Importância para o estudante:</p><p>Fortalece a autoestima, promove o respeito às diferenças, combate estereótipos de beleza e incentiva o autocuidado como gesto de amor, não de obrigação. Ensina que cuidar de si é também cuidar da mente, do corpo e da alma.</p><p><br/></p><p>Metodologias ativas:</p><p>Oficinas práticas de maquiagem consciente, rodas de diálogo sobre identidade e padrões de beleza, dinâmicas de autopercepção e produção de mensagens positivas coletivas.</p><p><br/></p><p>Tag:</p><p>#Diversidade #Autocuidado #A</p><p>utoestima</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-09-24 22:52:16 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>matemática para todos </title>
         <author>joanagomes15</author>
         <link>https://padlet.com/Ensina_Brasil/ConstruindoaCulturaqueQueremos/wish/3602629974</link>
         <description><![CDATA[<p>Nossos alunos do 9º ano chegaram com grandes dificuldades em conceitos básicos da matemática, como operações fundamentais e frações.</p><p>O maior desafio foi a defasagem acumulada ao longo dos anos. Mais do que ensinar conteúdos, era preciso garantir que todos os estudantes tivessem condições de aprender, respeitando os diferentes ritmos. O risco era claro: sem ações concretas, a desigualdade de aprendizagem dentro da sala se ampliaria ainda mais. </p><p>Criamos os aulões de matemática, em formato colaborativo, nos quais cada semana um professor trabalhava um tema essencial: frações, proporcionalidade, operações básicas, entre outros. A sala foi organizada em grupos, monitores foram formados e todos participaram ativamente. O ensino tradicional — atividades, correções coletivas, quadro e livro didático — se transformou em uma estratégia potente para promover a equidade.</p><p>Os resultados foram marcantes: alunos que antes não dominavam operações básicas passaram a dizer com orgulho: “Finalmente aprendi fração!”. A média da turma evoluiu de 44,57 para 83, mas, mais do que números, vimos a superação de barreiras que limitavam o aprendizado e a autoconfiança dos estudantes.</p><p>Nosso compromisso é continuar ampliando os aulões e fortalecendo o trabalho colaborativo entre professores e alunos. A equidade seguirá sendo nossa prioridade, para que todos tenham acesso ao conhecimento e avancem com segurança para os próximos desafios.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-09-24 22:56:28 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Protagonismo juvenil e equidade. </title>
         <author>thiagoestevao2014</author>
         <link>https://padlet.com/Ensina_Brasil/ConstruindoaCulturaqueQueremos/wish/3602633099</link>
         <description><![CDATA[<p>Thiago Estevão, Ensina 2025, ETI Capitão João Velho.</p><p><br/></p><p>Nas aulas de protagonismo dos 6º e 7º ano, os temas trabalhados são escolhidos com base na necessidade observada na rotina da escola. Entre uma das aulas específicas o tema trabalhado foi a ideia de equidade com a pergunta "Todos possuem a mesma oportunidade?". De início, a maioria respondeu que sim, após isso, foram apresentados algumas reportagens focadas na desigualdade entre jovens se descolando para a escola, enquanto alguns demoravam horas, outros tinham fácil acesso, depois do exposto eles foram questionados novamente e grande parte respondeu que nem todos possuem as mesmas oportunidades. Foi apresentado a ideia de equidade, termo que eles nunca tinham ouvido antes. Expliquei a importância e os benefícios de inserir um ambiente diverso para todos, adaptando a necessidade de cada um. ao final, uma roda de discussão para que eles sintetizem o que foi aprendido. </p>]]></description>
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         <pubDate>2025-09-24 23:01:42 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Quem sou eu no futuro?</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/Ensina_Brasil/ConstruindoaCulturaqueQueremos/wish/3602634010</link>
         <description><![CDATA[<p>Com ajuda da IA,  gravei um vídeo de cada estudante em que se viam no futuro, mais velhos, já atuando na profissão dos seus sonhos. Um encontro emocionante entre presente e futuro.</p><p>Importância para o estudante: Eles se reconheceram como protagonistas da própria história, fortalecendo sonhos e metas.</p><p>Metodologias ativas: Produção audiovisual, uso criativo da tecnologia, aprendizagem baseada em projetos de vida.</p><p>Tag: Diversidade.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-09-24 23:03:15 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Projeto: Tecendo Versos em Cordel</title>
         <author>limamariacely</author>
         <link>https://padlet.com/Ensina_Brasil/ConstruindoaCulturaqueQueremos/wish/3602635782</link>
         <description><![CDATA[<p><strong>Maria Cely, Ensina 2025, ETI Irmã Ceciliana Gross, Caruaru - PE. </strong></p><p><br></p><p><strong>Projeto: Tecendo Versos em Cordel</strong></p><p><br></p><p>Sou a professora Maria Cely, de Língua Portuguesa, e idealizei a oficina <em>“Tecendo Versos em Cordel”</em> como uma proposta pedagógica criativa e cultural para os alunos do 7º ano. A iniciativa nasceu da percepção do quanto os estudantes se interessam por rimas, desafios de improviso e narrativas poéticas, elementos presentes em rodas de conversa, músicas e produções que circulam no universo juvenil. Assim, vi no cordel uma oportunidade de aproximar a tradição popular da sala de aula, unindo leitura, oralidade, escrita e cultura.</p><p>A oficina teve como foco principal a leitura e a produção de folhetos de cordel, com ênfase na valorização da literatura popular nordestina. O cordel foi escolhido por sua força narrativa, seu ritmo envolvente e pela capacidade de transmitir saberes e críticas sociais em versos simples e acessíveis. A leitura de cordéis clássicos desafiou os alunos a perceberem como a poesia pode dialogar com o cotidiano, misturando humor, denúncia e encantamento.</p><p>Entre os desafios, destaco a dificuldade inicial dos alunos em dominar a métrica e a rima, essenciais para a construção de um cordel autêntico. Outro ponto foi estimular a criatividade para que não se limitassem a reproduzir temas prontos, mas ousassem inventar histórias, personagens e críticas próprias.</p><p>A solução envolveu um planejamento em etapas: leitura e análise de cordéis de autores consagrados; identificação das características estruturais do gênero (versos, sextilhas, rimas, narrador, oralidade); exercícios de rima e ritmo; produção colaborativa e individual de folhetos; e momentos de reescrita com apoio e orientação. Utilizamos também recursos visuais, como xilogravuras, e momentos de declamação em voz alta, para reforçar o aspecto performático e coletivo do cordel.</p><p>Os resultados foram muito positivos. Os alunos demonstraram entusiasmo em criar seus versos, ampliaram o repertório cultural e desenvolveram habilidades de escrita poética com sensibilidade e crítica. Como culminância do projeto, realizamos uma apresentação em sala, em que os estudantes declamaram seus cordéis para os colegas, seguida de uma exposição em mural com os folhetos produzidos por eles. Essa atividade final valorizou a cultura popular brasileira, fortaleceu a autoria dos alunos e mostrou como o cordel pode ser um instrumento vivo de expressão literária e identidade cultural.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-09-24 23:06:20 UTC</pubDate>
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         <title>Gross moda SUSTENTÁVEL </title>
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         <description><![CDATA[<p>Desfile de roupas criadas a partir de materiais recicláveis, unindo coleta seletiva , beleza, consciência ambiental e criatividade.</p><p>Importância para o estudante: Eles perceberam que moda também é responsabilidade social e inovação.</p><p>Metodologias ativas: Aprendizagem maker, oficinas de design sustentável, protagonismo criativo.</p><p>Tag: Diversidade.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-09-24 23:06:37 UTC</pubDate>
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         <title>Beco Diagrossnal</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<p>Descrição: Uma eletiva inspirada em Harry Potter que transformou corredores em becos mágicos, oficinas em poções e a culminância em um baile encantado.</p><p>Importância para o estudante: Eles viveram a literatura como experiência, reforçando laços afetivos e a imaginação.</p><p>Metodologias ativas: Ambientação temática, role play, gamificação.</p><p>Tag: Diversidade.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-09-24 23:07:50 UTC</pubDate>
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         <title>Aprender ensinando</title>
         <author>joanagomes15</author>
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         <description><![CDATA[<p>Em meio às dificuldades de aprendizagem identificadas nas turmas do 9º ano, percebemos que os próprios alunos poderiam ser aliados fundamentais nesse processo. A monitoria surgiu como uma forma de valorizar o protagonismo dos estudantes e fortalecer a aprendizagem coletiva.</p><p>Havia uma grande desigualdade no ritmo de aprendizagem: enquanto alguns avançavam mais rápido, outros ainda lutavam com conteúdos básicos. O desafio era encontrar uma forma de fazer com que todos avançassem sem deixar ninguém para trás.</p><p>Criamos o projeto de monitoria em sala de aula. Alunos com maior domínio de determinados conteúdos foram convidados a se tornarem monitores, ajudando os colegas durante as atividades. Essa prática não só reforçou o aprendizado dos monitores, como também trouxe mais confiança aos estudantes que recebiam apoio, criando um ambiente de colaboração e solidariedade.</p><p>A sala de aula se transformou em uma grande força-tarefa. A cada correção e a cada dúvida esclarecida, a equidade se tornava mais visível: todos passaram a ter condições de aprender no seu tempo. Além disso, os monitores ganharam senso de responsabilidade e liderança, fortalecendo laços de respeito e cooperação entre os colegas.</p><p>O projeto seguirá sendo ampliado, buscando envolver ainda mais alunos e integrando-o a outras disciplinas. A monitoria se mostrou uma estratégia simples, mas muito poderosa, para transformar dificuldades em conquistas coletivas</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-09-24 23:09:24 UTC</pubDate>
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         <title>Guardiões da Natureza – Pequenas Ações, Grandes Mudanças</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/Ensina_Brasil/ConstruindoaCulturaqueQueremos/wish/3602638888</link>
         <description><![CDATA[<p>Descrição: Mutirões, hortas e campanhas ambientais para cuidar dos espaços da escola, um espaço de cada vez.</p><p>Importância para o estudante: Eles se sentiram agentes reais de mudança, cultivando consciência ecológica.</p><p>Metodologias ativas: Projeto ecológico, aprendizagem-serviço, atividades ao ar livre.</p><p>Tag: Diversidade.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-09-24 23:10:57 UTC</pubDate>
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         <title>Diversidade no clube de humanidades</title>
         <author>marianacosta49</author>
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         <description><![CDATA[<p>O mural foi construído de forma colaborativa pelos estudantes do 9º ano como parte de um projeto interdisciplinar que buscou refletir sobre a importância da justiça social, da preservação ambiental e da valorização cultural. A obra reúne três grandes personalidades que, em diferentes contextos, lutaram por mudanças significativas no mundo: Wangari Maathai, Chico Mendes e Chimamanda Ngozi Adichie.</p><p><br/></p><p>#diversidade #muralcolaborativo</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-09-24 23:11:07 UTC</pubDate>
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         <title>Projeto de Vida em Ação – Diversidade, Empatia e Antibullying</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/Ensina_Brasil/ConstruindoaCulturaqueQueremos/wish/3602641376</link>
         <description><![CDATA[<p><br/></p><p>Descrição: Sequências de aulas, dinâmicas e rodas de conversa sobre preconceito, racismo, empatia e autorregulação emocional, poder do carinho, escuta ativa e cuidado com o outro.</p><p>Importância para o estudante: Eles aprenderam a respeitar diferenças e a agir contra qualquer forma de violência.</p><p>Metodologias ativas: Dinâmicas de grupo, roda de conversa, aprendizagem socioemocional.</p><p>Tag: Diversidade.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-09-24 23:14:46 UTC</pubDate>
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         <title>Música e diversidade.</title>
         <author>thiagoestevao2014</author>
         <link>https://padlet.com/Ensina_Brasil/ConstruindoaCulturaqueQueremos/wish/3602643428</link>
         <description><![CDATA[<p>Nas aulas de arte da primeira unidade (cujo o tema foi música) eles conheceram artistas novos para acompanhar. A curadoria foi realizada com base na diversidade, gênero e raça, bem como artistas nordestinos, indígenas, LGBTS e nortistas. Falei brevemente sobre alguns artistas, o estilo de som que eles produziam e ouvimos uma música de cada. Um destaque foi a artista Líniker, que despertou o interesse de grande parte da turma.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-09-24 23:17:29 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Scratch Day na GROSS</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/Ensina_Brasil/ConstruindoaCulturaqueQueremos/wish/3602643998</link>
         <description><![CDATA[<p>Um mergulho no pensamento computacional sem conectividade em que os estudantes criaram jogos, histórias e animações, celebrando a programação como ferramenta de expressão e inclusão digital.</p><p>Importância para o estudante: Eles perderam o medo da tecnologia, ganharam lógica e coragem para criar jogos de raciocínio sem telas.</p><p>Metodologias ativas: Programação criativa, aprendizagem por desafios, oficinas mão na massa.</p><p>Tag: Diversidade.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-09-24 23:18:24 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Mural colaborativo, reflexão coletiva e o perigo de uma história única</title>
         <author>marianacosta49</author>
         <link>https://padlet.com/Ensina_Brasil/ConstruindoaCulturaqueQueremos/wish/3602645725</link>
         <description><![CDATA[<p>A aula sobre Chimamanda Ngozi Adichie foi planejada para promover uma reflexão crítica com os estudantes do 9º ano sobre identidade, equidade de gênero, representatividade e narrativas culturais, tendo como eixo central o conceito do “perigo de uma história única”.</p><p>O encontro teve início com a exibição de um vídeo de Chimamanda, no qual a autora discute como ouvir apenas uma versão da história pode reforçar preconceitos, estereótipos e visões distorcidas sobre povos, culturas e indivíduos. A partir desse momento, os estudantes foram incentivados a refletir sobre como narrativas limitadas podem afetar especialmente grupos historicamente marginalizados, como as mulheres.</p><p>Após o vídeo, a turma se reuniu em roda para debater as ideias apresentadas, relacionando-as com experiências pessoais e situações do cotidiano. Durante a conversa, surgiram temas como a importância da equidade de gênero, o combate a preconceitos e a valorização da diversidade cultural. Os estudantes destacaram como a falta de múltiplas narrativas pode perpetuar desigualdades e silenciar vozes importantes, sobretudo de mulheres e comunidades invisibilizadas.</p><p>Na etapa final, os estudantes se organizaram em grupos para produzir materiais visuais e textuais que expressassem suas reflexões. Com cartazes, frases e ilustrações, eles representaram a relevância de dar espaço a diferentes vozes, defendendo a equidade de gênero e a necessidade de enxergar além de uma única narrativa. Essas produções foram incorporadas ao mural coletivo da escola, que também homenageia Wangari Maathai e Chico Mendes.</p><p>A aula foi marcada pelo protagonismo estudantil, pela troca de ideias e pelo engajamento na construção de um espaço de aprendizado significativo. Ao final, os estudantes compreenderam que contar e ouvir histórias diversas é fundamental para combater preconceitos, promover a equidade e construir uma sociedade mais justa e plural.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-09-24 23:20:52 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Orgulho de Vestir o que nos UNE</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/Ensina_Brasil/ConstruindoaCulturaqueQueremos/wish/3602646237</link>
         <description><![CDATA[<p>Campanha que transformou o uniforme em símbolo de identidade, respeito e pertencimento.</p><p>Importância para o estudante: Eles passaram a enxergar a farda como um elo que fortalece a comunidade escolar.</p><p>Metodologias ativas: Campanha colaborativa, design de mensagens, protagonismo estudantil.</p><p>Tag: Diversidade.</p><p><br/></p>]]></description>
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         <pubDate>2025-09-24 23:21:27 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Reflexões no Dia do Estudante</title>
         <author>limamariacely</author>
         <link>https://padlet.com/Ensina_Brasil/ConstruindoaCulturaqueQueremos/wish/3602646286</link>
         <description><![CDATA[<p>Maria Cely, Ensina 2025, ETI Irmã Ceciliana Gross, Caruaru - PE.</p><p><br></p><p><strong>Reflexões no Dia do Estudante</strong></p><p><br></p><p>A atividade <em>“Reflexões no Dia do Estudante”</em> foi realizada com alunos do 7º ano como uma proposta pedagógica reflexiva e criativa. O objetivo foi valorizar a trajetória escolar, reconhecendo a importância do estudante em seu processo de aprendizagem e estimulando a produção de textos e expressões artísticas relacionadas às suas próprias vivências.</p><p>A atividade teve como foco principal a leitura e análise de textos que traziam reflexões sobre o papel do estudante, destacando momentos importantes da vida escolar, conquistas, desafios e sonhos. Essa leitura serviu como ponto de partida para que os alunos pensassem sobre sua própria trajetória e percebessem o quanto cada experiência, por menor que pareça, contribui para sua formação pessoal e acadêmica.</p><p>Entre os desafios, esteve a dificuldade de alguns em transformar suas experiências em textos reflexivos, já que tendiam a resumir suas vivências de forma breve. Outro ponto foi incentivar todos a participarem da parte artística, já que nem todos se sentem à vontade com o desenho.</p><p>A solução envolveu a organização da aula em etapas: leitura e discussão coletiva dos textos reflexivos; levantamento, em roda de conversa, dos momentos que marcaram a vida escolar dos estudantes; produção de textos individuais sobre essas experiências; e, por fim, criação de desenhos inspirados no estilo <em>Boobie Goods</em>, trazendo uma representação visual alegre e criativa do <em>Dia do Estudante</em>. Esse recurso artístico ajudou a aproximar a atividade do universo juvenil e despertou maior engajamento.</p><p>Os resultados foram muito positivos. Os alunos produziram textos que revelaram maturidade, emoção e consciência sobre sua caminhada escolar, além de desenhos cheios de originalidade e identidade. Como culminância da proposta, montamos um mural coletivo com os textos e ilustrações, celebrando a importância do estudante no ambiente escolar e mostrando como o <em>Dia do Estudante</em> pode ser um momento de reflexão e expressão criativa.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-09-24 23:21:31 UTC</pubDate>
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         <title>Identidades Brasileiras em documentários </title>
         <author>ilayneviana14</author>
         <link>https://padlet.com/Ensina_Brasil/ConstruindoaCulturaqueQueremos/wish/3602647377</link>
         <description><![CDATA[<p> O projeto tem como objetivo explorar e valorizar a riqueza cultural que compõe a identidade brasileira, evidenciando a contribuição de diferentes matrizes culturais — indígenas, europeias, afro-brasileiras e nordestinas.</p><p><br/></p><p>Realizado com os estudantes do 8º ano, sob a orientação das professoras Ilayne, Luana e Adeilda das disciplinas de Língua Portuguesa e História, o trabalho busca proporcionar momentos de reflexão, estudo e reconhecimento das raízes que formam quem somos como povo.</p><p><br/></p><p>A proposta central é a criação de um documentário, elaborado pelos próprios alunos, no qual serão apresentadas pesquisas que expressem a pluralidade do Brasil. Dessa forma, os estudantes poderão compreender que a identidade nacional é resultado de múltiplas vozes, histórias e tradições que se entrelaçam.</p><p>Além de promover o conhecimento histórico e o desenvolvimento da linguagem oral e escrita, o projeto pretende incentivar o respeito à diversidade, a valorização das culturas de origem e o sentimento de pertencimento às nossas raízes.</p><p>Assim, o documentário se configura como um espaço de apropriação, identificação e celebração da diversidade cultural brasileira, fortalecendo o olhar crítico e criativo dos estudantes sobre a importância de preservar e reconhecer as diferentes identidades que compõem o Brasil.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-09-24 23:22:48 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Gross.. Câmera.. e AÇÃO!!</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/Ensina_Brasil/ConstruindoaCulturaqueQueremos/wish/3602648661</link>
         <description><![CDATA[<p>Curtas-metragens criados e dirigidos pelos alunos mostraram que cada história tem poder de mudar o olhar sobre o mundo.</p><p>Importância para o estudante: Eles se descobriram roteiristas, atores e diretores, aprendendo a comunicar emoções e causas.</p><p>Metodologias ativas: Produção audiovisual, aprendizagem baseada em projetos.</p><p><br/></p><p><br/></p>]]></description>
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         <pubDate>2025-09-24 23:24:48 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Juri Simulado </title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/Ensina_Brasil/ConstruindoaCulturaqueQueremos/wish/3602653938</link>
         <description><![CDATA[<p>escola virou um tribunal onde estudantes defenderam e acusaram em casos fictícios criados por eles em sala, exercitando argumentação, empatia e senso de justiça.</p><p>Importância para o estudante: Eles aprenderam a se colocar no lugar do outro, a ouvir e a defender ideias com ética.</p><p>Metodologias ativas: Aprendizagem baseada em problemas, debate orientado, simulação real.</p><p>Tag: Diversidade.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-09-24 23:31:31 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Show da GROSS: Brilha Estudante!!</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/Ensina_Brasil/ConstruindoaCulturaqueQueremos/wish/3602655490</link>
         <description><![CDATA[<p>Um festival de talentos em que cada estudante trouxe à tona sua voz, seu ritmo e sua poesia. Dança, música, teatro e poesia ganharam palco e aplausos.</p><p>Importância para o estudante: Eles se descobriram artistas, ganharam confiança e aprenderam a aplaudir o talento do outro.</p><p>Metodologias ativas: Protagonismo artístico, aprendizagem por projetos.</p><p>Tag: Diversida</p><p>de.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-09-24 23:33:37 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Educação, Inovação e Transformação: Reflexões a partir do filme O Menino que Descobriu o Vento</title>
         <author>marianacosta49</author>
         <link>https://padlet.com/Ensina_Brasil/ConstruindoaCulturaqueQueremos/wish/3602655729</link>
         <description><![CDATA[<p>O encontro com os estudantes do 9º ano o foi planejado a partir da exibição do filme “O Menino que Descobriu o Vento”, com o objetivo de promover reflexões sobre resiliência, inovação, sustentabilidade e o poder transformador da educação, aproximando o conteúdo da realidade vivida pelos alunos em suas comunidades rurais. Durante a exibição, os estudantes se identificaram com várias situações retratadas na narrativa, percebendo semelhanças com os desafios enfrentados no dia a dia de uma escola do campo, como a necessidade de valorização da educação, o impacto das mudanças climáticas na produção agrícola e a importância da união comunitária.</p><p>Após o filme, realizamos uma roda de conversa, em que os alunos puderam expressar suas emoções, opiniões e reflexões. Nesse momento, surgiram discussões sobre:</p><ul><li><p>A educação como ferramenta de transformação social no campo;</p></li><li><p>A importância de aliar o conhecimento científico aos saberes tradicionais da comunidade rural;</p></li><li><p>Os efeitos da escassez de recursos naturais e das mudanças climáticas na agricultura e na vida das famílias;</p></li><li><p>A relevância da solidariedade e da organização comunitária para superar crises.</p></li></ul>]]></description>
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         <pubDate>2025-09-24 23:33:54 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Clube de Leitura</title>
         <author>limamariacely</author>
         <link>https://padlet.com/Ensina_Brasil/ConstruindoaCulturaqueQueremos/wish/3602656034</link>
         <description><![CDATA[<p>Maria Cely, Ensina 2025, ETI Irmã Ceciliana Gross, Caruaru - PE.</p><p><br/></p><p><strong>Projeto: Clube de Leitura</strong></p><p><br/></p><p>O <em>Clube de Leitura</em> está sendo desenvolvido com alunos do 7º ano como uma proposta pedagógica voltada para o incentivo à leitura, à troca de ideias e à formação de leitores mais críticos e autônomos. O objetivo principal é criar um espaço de encontro em que os estudantes possam compartilhar experiências literárias, discutir diferentes gêneros e autores, além de fortalecer o hábito da leitura de forma prazerosa e colaborativa.</p><p>O projeto ainda está em processo de construção e vem se estruturando por meio de encontros nos quais são lidos e debatidos trechos de livros escolhidos pelos próprios alunos ou sugeridos pela professora. As rodas de conversa têm possibilitado reflexões sobre personagens, enredos e mensagens presentes nas obras, aproximando a literatura do cotidiano dos estudantes.</p><p>Um diferencial do projeto é o mural fixado na sala, onde os alunos contabilizam coletivamente as obras já lidas. Além disso, cada estudante possui uma ficha individual em que registra suas leituras, o que possibilita acompanhar o próprio percurso como leitor. Esse recurso tem se mostrado motivador, já que torna visível o avanço e a participação de todos no clube.</p><p>Entre os desafios enfrentados estão a variação no ritmo de leitura entre os alunos e a necessidade de manter o engajamento ao longo das atividades. Para superar essas questões, têm sido propostas leituras de diferentes extensões, dinâmicas de interpretação e atividades de registro criativo, como resenhas em diferentes formatos.</p><p>Embora em andamento, o projeto já demonstra resultados positivos. Os estudantes estão se mostrando mais engajados, ampliaram o repertório de leituras e desenvolveram maior autonomia para falar sobre as obras lidas. A expectativa é que, ao longo do tempo, o <em>Clube de Leitura</em> se consolide como um espaço permanente de valorização da literatura na escola.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-09-24 23:34:24 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Eletiva “SHOW DA GROSS” – Música, Teatro e Diversidade</title>
         <author>neiamusic08</author>
         <link>https://padlet.com/Ensina_Brasil/ConstruindoaCulturaqueQueremos/wish/3602656712</link>
         <description><![CDATA[<p>A eletiva SHOW DA GROSS  orientada pelas professoras Mônica e Néia, foi criada para dar voz aos estudantes e transformar a arte em uma poderosa ferramenta de expressão. Ao longo do semestre, os/as estudantes exploraram o universo da música e do teatro como forma de falar sobre diversidade, respeito e empatia. Um dos momentos interessantes foi análise e reflexação da musica de Ana Vitória  <strong>“Amarelo, Azul e Branco” </strong>que traz uma mensagem que incentiva um sentimento de pertecimento, percepção e valorização das diferentes cores que compõem a nossa sociedade. Eles/elas conseguiram identificar elementos que remetem à <strong>cultura e à ancestralidade</strong>, pois a letra convida a olhar para o passado, para nossas raízes e histórias, reconhecimento que somos resultado de diferentes povos, tradições e lutas. Inclusive foi uma das  músicas da nossa culminância.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-09-24 23:35:27 UTC</pubDate>
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         <title>Políticas Públicas e Protagonismo juvenil </title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/Ensina_Brasil/ConstruindoaCulturaqueQueremos/wish/3602656845</link>
         <description><![CDATA[<p>Estudantes organizados em “secretarias” assumiram papéis de gestores públicos, escreveram ofícios, debateram políticas e criaram propostas para uma escola e uma cidade mais inclusivas.</p><p>Importância para o estudante: Eles sentiram na pele a força da democracia e perceberam que suas vozes podem transformar realidades.</p><p>Metodologias ativas: Simulação, debate socrático, aprendizagem baseada em projetos.</p><p>Tag: Diversidade.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-09-24 23:35:38 UTC</pubDate>
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         <title>Feira da GROSSLANCA solidária </title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<p>Uma feira vibrante inspirada na Feira da Sulanca de Caruaru, com economia fictícia, moeda própria e um objetivo maior: despertar consciência financeira e empatia, que culminaram em arrecadação de roupas e calçados para estudantes vulneráveis de forma gentil e com muito pertencimento. Os estudantes criaram produtos, gerenciaram vendas e doaram parte do lucro para ações solidárias, provando que empreender também é cuidar.</p><p>Importância para o estudante: Eles compreenderam na prática a força do trabalho em equipe, do planejamento e da solidariedade, conectando educação financeira à construção de um mundo mais justo.</p><p>Metodologias ativas: Aprendizagem baseada em problemas, simulação econômica, protagonismo estudantil.</p><p>Tag: Diversidade.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-09-24 23:38:33 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title>&quot;O que nos une: Teatro e Música pela Diversidade&quot;</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/Ensina_Brasil/ConstruindoaCulturaqueQueremos/wish/3602659540</link>
         <description><![CDATA[<p>Nossa história nasceu no espaço da disciplina eletiva, onde estudantes de diferentes turmas e vivências se reuniram para criar uma apresentação musical em conjunto. Cada um(a) trouxe consigo sua identidade, suas referências e sua forma singular de se expressar. Nós, professoras, assumimos o papel de mediadoras desse processo e pensamos na música "Amarelo, azul e branco", de Anavitória, como inspiração para construir a encenação teatral que desse corpo e voz aos sentimentos de identidade, ancestralidade e força coletiva.</p><p>A canção tornou-se um fio condutor para que os estudantes traduzissem, em gestos, movimentos e interpretações, a beleza de sermos múltiplos e, ao mesmo tempo, parte de um mesmo tecido social.</p><p>O resultado foi lindo e emocionante! No palco, as estudantes mostraram que a diversidade é fonte de união, liberdade e pertencimento, emocionando a comunidade escolar &lt;3</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-09-24 23:38:56 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>ExploRação: Práticas Day 💚💙</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<p>Um dia inteiro em que a escola inteira virou laboratório de descobertas. Ciências, matemática, artes e história se misturaram em experimentos, oficinas e encantamentos, mostrando que aprender é uma aventura coletiva.</p><p>Importância para o estudante: Eles viveram a beleza de aprender em movimento, enxergando cada disciplina como parte de um mesmo mundo.</p><p>Metodologias ativas: Rotação por estações, experimentação prática, oficinas colaborativas.</p><p>Tag: Diversidade.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-09-24 23:40:46 UTC</pubDate>
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         <title>Estudante que ensina, aprende MAIS</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<p>Objetivo: Promover a aprendizagem colaborativa e reforço entre pares.</p><p>Descrição: Alunos com melhor desempenho ajudando colegas por meio de monitoria.</p><p>Público-alvo: 6º ao 9º ano</p><p>Resultados esperados: Apoio mútuo, protagonismo e fixação dos conteúdos.</p><p>Resultados obtidos: Melhora geral nas turmas e estudantes com autoestima elevada.</p><p>Indicadores:</p><p><br/></p><p>Monitoria presente em 100% das turmas</p><p><br/></p><p>Aumento de desempenho dos monitorados</p><p><br/></p><p>Relatos positivos sobre a experiência de ensinar</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-09-24 23:50:21 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Práticas Day </title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/Ensina_Brasil/ConstruindoaCulturaqueQueremos/wish/3602675728</link>
         <description><![CDATA[<p>Estudantes do 6 ° ano viraram cientistas e criaram experimentos incríveis. Tivemos efeito joule, vulcões, lançamentos de foguetes, células. Foi um dia inesquecível para nossos estudantes </p>]]></description>
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         <pubDate>2025-09-24 23:55:30 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Eletiva Pernambuco Meu País no Rolê Rec&#39;n Play</title>
         <author>marianamariaalcantaragomes</author>
         <link>https://padlet.com/Ensina_Brasil/ConstruindoaCulturaqueQueremos/wish/3602688753</link>
         <description><![CDATA[<p>Estudantes das eletivas "'Pernambuco, Meu País" e "Transformers" participaram de uma experiência de aprendizagem prática e criativa durante a programação do festival Rolê Rec’n Play em Caruaru.</p><p>O projeto consistiu em uma aula de campo no festival Rec’n Play, realizado em Caruaru no dia 29/08/2025, que integra tecnologia, cultura, inovação, diversidade e economia criativa. Os estudantes tiveram a oportunidade de participar de atividades diversificadas, como oficinas, palestras, apresentações culturais, experiências imersivas e atividades ao ar livre. A proposta buscou ampliar horizontes, aproximar os jovens das discussões sobre inovação e cultura digital. Além de promover um momento de brincadeiras e jogos ao ar livre, essa prática é de extrema importância para os estudantes da ETI Prefeito João Lyra Filho, devido às condições estruturais e vulneráveis do espaço físico da instituição de ensino.</p><p>Foi um dia significativo e marcante para esses estudantes e fundamental para compreender que tecnologia não é apenas o que é digital, mas sim tudo que é construído em comunidade.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-09-25 00:06:44 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Música Identidade de Jorge Aragão_ aula de Língua Portuguesa </title>
         <author>moboliveira21</author>
         <link>https://padlet.com/Ensina_Brasil/ConstruindoaCulturaqueQueremos/wish/3602691586</link>
         <description><![CDATA[<p>Música Identidade _ Jorge Aragão </p><p>Através do gênero música debater de forma contextualizada, na aula de português do 9 ano, quais as mensagens mais fortes da música que aborda uma temática de valorização da identidade negra e luta contra o preconceito racial. </p><p>Ao analisar os trechos, os estudantes levantaram questões sobre afirmação cultural e social, exigência de respeito, orgulho da identidade negra e percepção da necessidade de denúncia em casos de racismo. </p><p>Através da música a aula pode deixar a mensagem da importância da construção da identidade, dignidade e cidadania. </p>]]></description>
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         <pubDate>2025-09-25 00:08:42 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Jogos que atravessam culturas: Tsoro Yematatu na escola</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/Ensina_Brasil/ConstruindoaCulturaqueQueremos/wish/3602714129</link>
         <description><![CDATA[<p>Na disciplina de Prática Experimental, os(as) estudantes do 7º ano experienciaram uma aula que uniu <em>cultura</em> e <em>matemática</em>: a construção e prática do jogo africano <strong><em>Tsoro Yematatu</em></strong><em>, </em>originário do<em> Zimbábue, </em>país localizado no Sul da África.</p><p>O objetivo da atividade foi compreender e aplicar conceitos matemáticos por meio de um recurso lúdico e cultural. Durante a elaboração do tabuleiro e das peças, os(as) estudantes conheceram a história desse povo, exploraram noções de geometria plana, como triângulos, pontos e retas, além de exercitarem raciocínio lógico, percepção espacial e tomada de decisão estratégica.</p><p>Mais do que um simples jogo, o <strong><em>Tsoro Yematatu</em></strong> é um patrimônio ancestral que carrega consigo aspectos culturais importantes de um povo africano. Ao trazê-lo para a sala de aula, foi possível valorizar a diversidade e mostrar que práticas tradicionais são fontes de aprendizado. O brincar, nesse contexto, tornou-se um ato de memória e de respeito às diferentes culturas, revelando aos estudantes que a matemática pode ser aprendida de forma significativa e prazerosa.</p><p>Essa experiência deixou como marca a percepção de que a <strong>escola é também um espaço de encontro entre culturas</strong>! </p><p><br/></p>]]></description>
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         <pubDate>2025-09-25 00:22:54 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Projeto de vida: “Meus objetivos estão definidos. E agora ?”</title>
         <author>moboliveira21</author>
         <link>https://padlet.com/Ensina_Brasil/ConstruindoaCulturaqueQueremos/wish/3602762133</link>
         <description><![CDATA[<p>Meus objetivos estão definidos. E agora ? </p><p><br/></p><p>Na aula de Projeto de Vida, com os estudantes do  9 ano, da ETI Capitão João Velho - Caruaru/PE, foi possível desenvolver um debate coletivo a partir de textos motivacionais distribuídos para os estudantes. Dentre os materiais, o destaque foi a letra da música Passarinho de Emicida em parceria com Vanessa da Mata, pois nesta terceira unidade os estudantes criaram seus planos de ação para saber como irão colocar em prática os seus objetivos traçados para, finalmente, conseguirem realizar seus sonhos. </p><p>A partir de perguntas realizadas para os grupos, os estudantes precisavam argumentar e fundamentar seus posicionamentos. Os principais pontos trabalhados foram o senso de convivência e coletividade mesmo diante das diferenças; a esperança em meio às dificuldades</p><p> ( já que a letra aborda problemas sociais como violência, desigualdade); a metáfora da liberdade representada pelos passarinhos (pois todos podem sonhar apesar do mundo apresentar diversas limitações); amor, solidariedade e fé. </p><p>Em resumo, os estudantes puderam desenvolver mecanismos de resistência e cultivo de esperança mesmo diante das desigualdades sociais. </p><p>Com essa abordagem foi possível elucidar a importância de acreditar e persistir sempre. </p>]]></description>
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         <pubDate>2025-09-25 00:46:16 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Empreende GROSS</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/Ensina_Brasil/ConstruindoaCulturaqueQueremos/wish/3602774878</link>
         <description><![CDATA[<p>Objetivo: Estimular o planejamento e o espírito empreendedor.</p><p>Descrição: Simulação de pequenos negócios com marca, produto, slogan e orçamento.</p><p>Público-alvo: 6º ao 9º ano</p><p>Resultados esperados: Desenvolver responsabilidade e criatividade empresarial.</p><p>Resultados obtidos: Projetos autorais potentes, simulações envolventes e aprendizagem real.</p><p>Indicadores:</p><p><br/></p><p>+30 planos de negócios entregues</p><p><br/></p><p>Apresentações com identidade visual própria</p><p><br/></p><p>Envolvimento em grupos e melhoria da</p><p> cooperação</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-09-25 00:53:49 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>GROSSLANCA MATCH </title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/Ensina_Brasil/ConstruindoaCulturaqueQueremos/wish/3602779342</link>
         <description><![CDATA[<p>O GROSSLANCA MATCH nasceu como uma solução sem fins lucrativos, feita por mim e estudantes que acreditam na força da solidariedade como ferramenta de transformação. Mas para que ele não seja apenas uma ideia inspiradora — e sim uma solução duradoura, replicável e escalável — precisamos garantir sua sustentabilidade financeira, sendo uma extensão digital da Feira da GROSSLANCA de trocas Solidárias e com sentido via aplicativo.</p><p><br/></p><p><br/></p>]]></description>
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         <pubDate>2025-09-25 00:56:20 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Projeto de Vida: “ O que você está disposto a sacrificar para realizar seus sonhos?” </title>
         <author>moboliveira21</author>
         <link>https://padlet.com/Ensina_Brasil/ConstruindoaCulturaqueQueremos/wish/3602824753</link>
         <description><![CDATA[<p>Ensina Mariana Bandeira- 2025- Caruaru/PE.</p><p><br></p><p>A aula foi planejada para os estudantes dos 8 anos da ETI Capitão João Velho, Caruaru/PE com a perspectiva de despertar as diferentes situações que podem vir a surgir na jornada pela realização de seus sonhos. </p><p>O texto trazido para trabalhar a temática foi uma reportagem com a jovem astronauta, Alyssa Carson, que se prepara com diferentes tipos de treinamentos para ser uma das primeiras pessoas a pisar em Marte na missão prevista para 2033. </p><p>O principal objetivo do texto é inspirar os estudantes de que não existe sonho impossível, mas sim sonhos que exigem um maior esforço, tempo, dedicação, criação de metas para que eles se concretizem e, principalmente, a quebra de esteriótipos já que foi apresentando um sonho de uma jovem que se interessa por exploração espacial (espaço ocupado predominantemente por homens). </p><p>Em resumo, o principal objetivo foi alcançado através de debate que possibilitou a conclusão de que não existe sonho impossível e nem muito menos limitações em razão do gênero. Foco para desconstrução de esteriótipos e reforço pela luta de igualdade de direitos entre homens e mulheres.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-09-25 01:18:57 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Maratona Tech</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<p>Em torno de cento e cinquenta estudantes participaram de uma competição nacional denominada Maratona Tech. Eles apresentaram trabalhos em grupo com o intuito de propor ideias, geradas com o apoio de Inteligência Artificial, para ajudar na solução de problemas existentes na escola, no bairro ou no estado.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-09-25 01:40:10 UTC</pubDate>
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         <title>JEFI sobre setembro amarelo</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<p>Formação sobre Saúde Mental para os professores da ETI Reunidas Duque de Caxias.</p><p>Com teor pedagógico, a atividade contou com dinâmicas, rodas de conversa e debates para reforçar a importância do cuidado consigo mesmo. Conversamos sobre propósito, sentimentos e necessidades, além de compartilhar técnicas simples de autocuidado e práticas para fortalecer a mente.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-09-25 01:48:03 UTC</pubDate>
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         <title>Liga Jovem</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<p>Três grupos da ETI Reunidas Duque de Caxias participam da Liga Jovem, competição do SEBRAE que envolve tecnologia e empreendedorismo. Os estudantes foram desafiados a desenvolver projetos criativos voltados a propor soluções para problemas da sociedade, exercitando protagonismo juvenil, inovação, trabalho em equipe e conexão entre escola e mundo real.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-09-25 01:53:57 UTC</pubDate>
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         <title>Excursão para o Rolê Rec&#39;n&#39;play</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<p>Como parte do trabalho com a disciplina de Tecnologia e Cidadania Digital, levei um grupo de estudantes da ETI Reunidas Duque de Caxias para participar do Rolê REC’n’Play Caruaru, um festival de inovação, tecnologia e cultura realizado no Armazém da Criatividade (Fábrica Caroá).</p><p>O objetivo principal foi proporcionar uma experiência formativa que conectasse os conteúdos da disciplina à realidade prática, permitindo que os estudantes interagissem com tecnologias emergentes, debates sobre redes sociais, segurança digital, inteligência artificial, educação midiática e sustentabilidade.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-09-25 02:03:21 UTC</pubDate>
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         <title>Para pertencer</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<p>Com o intuito de fortalecer o sentimento de pertencimento dos estudantes à escola, realizo trabalhos constantes que destacam sua importância na vida de cada um. Nesta foto, os alunos produzem uma propaganda para incentivar outros jovens a se matricularem na instituição.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-09-25 02:11:06 UTC</pubDate>
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         <title>Tutor em Ação</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<p>O Tutoria em Ação é um momento mensal de encontro entre tutor e estudantes, criado para fortalecer vínculos, promover diálogo e estimular o protagonismo juvenil. Nessas rodas, abrimos espaço para que os alunos compartilhem suas conquistas, desafios e expectativas, além de refletirem sobre projeto de vida, relações interpessoais e cuidados socioemocionais. A iniciativa busca criar um ambiente de confiança e pertencimento, no qual cada estudante se sinta ouvido, valorizado e parte essencial da comunidade escolar.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-09-25 02:15:43 UTC</pubDate>
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         <title>Reunidas na Leitura</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/Ensina_Brasil/ConstruindoaCulturaqueQueremos/wish/3602965209</link>
         <description><![CDATA[<p>Na ETI Reunidas Duque de Caxias está acontecendo uma competição de leitura entre as turmas do 7º ano, com o objetivo de descobrir qual delas conseguirá ler mais livros ao longo do período proposto. Mais do que um desafio entre classes, a iniciativa busca despertar nos estudantes o prazer pela leitura, fortalecer o hábito de ler no cotidiano e desenvolver competências fundamentais, como interpretação, criticidade e imaginação.</p><p><br/></p><p>Além disso, a atividade promove momentos de troca e diálogo sobre os livros lidos, valorizando a diversidade de gêneros e autores escolhidos. Assim, o projeto não apenas motiva os estudantes a lerem mais, mas também cria um espaço de valorização do conhecimento, do protagonismo juvenil e da cultura literária na escola.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-09-25 02:28:09 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Filosofia em Cena: Gênero, Trabalho e Pensamento Crítico</title>
         <author>ingridkemile</author>
         <link>https://padlet.com/Ensina_Brasil/ConstruindoaCulturaqueQueremos/wish/3605996004</link>
         <description><![CDATA[<p>Na Escola Estadual José Mamede de Aquino, os alunos do 3º ano, na disciplina de Filosofia, protagonizaram uma reflexão profunda e atual: <strong>o mundo do trabalho</strong>. Os estudantes abordaram os conceitos clássicos do trabalho, alinhando-os às transformações trazidas pelo novo cenário contemporâneo, com todas as suas implicações sociais, tecnológicas e culturais.</p><p><br/></p><p>Um destaque especial foi a análise crítica realizada pelas alunas sobre a <strong>desigualdade de gênero no ambiente profissional</strong>, trazendo à tona desafios ainda enfrentados por mulheres no mercado de trabalho. Para enriquecer a discussão, elas estabeleceram um diálogo com a obra <strong>"Profissões para Mulheres e Outros Artigos Feministas"</strong>, de <strong>Virginia Woolf</strong>, conectando a filosofia com a literatura e mostrando como temas antigos ainda ecoam fortemente nos dias de hoje.</p><p><br/></p><p>A atividade promoveu não apenas o desenvolvimento do pensamento crítico e a articulação de ideias, mas também incentivou a sensibilidade para questões sociais urgentes. Quando os estudantes pensam, pesquisam e expressam suas ideias com autonomia e profundidade, o aprendizado se torna real, transformador e cheio de sentido!</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-09-26 14:41:24 UTC</pubDate>
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         <title>QUIZ DE MATEMÁTICA.</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/Ensina_Brasil/ConstruindoaCulturaqueQueremos/wish/3606344993</link>
         <description><![CDATA[<p>Na Escola Municipal Profº Nicolau Boscardina turma 8º ano C participou de um quiz de Matemática geral, abordando conteúdos como proporcionalidade, potências, equações e outros temas importantes já trabalhados em sala. A atividade, além de revisar os conteúdos, estimulou o raciocínio lógico, a participação ativa e o trabalho em equipe, tornando a aprendizagem mais dinâmica e divertida.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-09-26 20:17:17 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Protagonistas do Saber: Do Descritor à Prática </title>
         <author>rafascruz</author>
         <link>https://padlet.com/Ensina_Brasil/ConstruindoaCulturaqueQueremos/wish/3606388206</link>
         <description><![CDATA[<p>Com as turmas da 3ª série do Ensino Médio desenvolvi uma atividade voltada para o fortalecimento das habilidades cobradas no SAEB/IDEB. O trabalho foi realizado em duplas: cada par de estudantes recebeu, por sorteio, um descritor. A partir dele, precisaram elaborar 5 questões autorais de cada tema, aplicá-la aos colegas e também resolver o desafio proposto.</p><p><br/></p><p>Essa dinâmica possibilitou que os estudantes ficassem no papel de criadores de questões, compreendendo de forma aprofundada os descritores e as competências avaliadas no exame. Além disso, ao apresentarem suas produções, os colegas ficaram atentos e engajados, além de refletirem sobre os conceitos trabalhados.</p><p><br/></p><p>A experiência mostrou que aprender ensinando é uma estratégia poderosa, visto que os estudantes se sentiram protagonistas e perceberam que dominar o conteúdo é essencial tanto para resolver problemas como para criá-los. O resultado foi um ambiente participativo, colaborativo e focado no desenvolvimento real das habilidades exigidas nas avaliações externas.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-09-26 21:37:34 UTC</pubDate>
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         <title>América Central: aprendizagem e diversão.</title>
         <author>mariavivianebezerra</author>
         <link>https://padlet.com/Ensina_Brasil/ConstruindoaCulturaqueQueremos/wish/3606472786</link>
         <description><![CDATA[<p>Há algumas semanas, realizei uma aula gamificada com os estudantes do 8º ano com o objetivo de revisar pontos importantes sobre a geografia da América Central. Para isso, utilizei a televisão para projetar as perguntas e, com papel e canetão, preparei as alternativas em formato de plaquinhas.</p><p>Os estudantes foram divididos em grupos e, a cada questão, levantavam a plaquinha com a letra correspondente à resposta correta. A proposta buscava tornar a revisão mais divertida e interativa, criando um ambiente de participação ativa.</p><p>O que mais me chamou a atenção foi o engajamento e o respeito entre eles durante a atividade. Trata-se de uma turma bastante agitada, que costuma apresentar conflitos verbais frequentes, mas que, nesse momento, trabalhou de forma colaborativa.</p><p>O resultado foi muito positivo: boa parte dos estudantes que participaram da dinâmica obteve ótimo desempenho na prova, demonstrando que não apenas se divertiram, mas também assimilaram o conteúdo. Ao final, muitos disseram: <em>“Prof, traz mais aulas assim!”</em> — um retorno que reforça a importância de metodologias criativas no processo de aprendizagem.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-09-27 01:10:58 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Comunidades relacionadas ao manguezal de Vitória: as desfiadeiras de siri da Ilha das Caieiras</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/Ensina_Brasil/ConstruindoaCulturaqueQueremos/wish/3609691692</link>
         <description><![CDATA[<p>Como parte do Projeto do Prêmio Liga STEAM 2025, com o tema "Manguezal: biodiversidade, saberes e sustentabilidade", os alunos do 7º ano participaram de uma saída pedagógica à Ilha das Caieiras, onde puderam conhecer de perto o ofício das desfiadeiras de siri.</p><p>Durante a visita, os estudantes observaram as características do manguezal, sua fauna e flora, compreendendo melhor a importância desse ecossistema para o equilíbrio ambiental e para a vida das comunidades locais. Fomos recebidos com carinho por Simone, uma desfiadeira reconhecida em sua comunidade, que compartilhou sua trajetória, os desafios enfrentados em sua profissão e os reconhecimentos conquistados ao longo dos anos.</p><p>Os alunos tiveram a oportunidade de aprender sobre a anatomia dos siris, diferenciando machos e fêmeas, além de conhecerem as técnicas utilizadas no processo de desfio. Para além da teoria, vivenciaram a prática: desfiaram siris e, ao final, puderam saborear a tradicional casquinha de siri, preparada pelas mãos habilidosas de Simone.</p><p>Foi um momento memorável, no qual não apenas adquiriram conhecimentos científicos e culturais, mas também compreenderam a riqueza da história da Ilha das Caieiras e a relevância das desfiadeiras para a cultura e a gastronomia capixaba. Conhecer e valorizar essas comunidades é um passo fundamental para preservar saberes, tradições e modos de vida que se entrelaçam com o manguezal.</p><p>Nesse dia, aprendemos que o manguezal não é apenas um espaço natural, mas também um lugar de saberes, resistências e memórias vivas!</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-09-29 16:50:16 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>A Caixinha Curiosa </title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/Ensina_Brasil/ConstruindoaCulturaqueQueremos/wish/3609750474</link>
         <description><![CDATA[<p>Durante as aulas de Ciências, percebi que meus alunos tinham muitas curiosidades sobre diferentes assuntos, muitas vezes além do tema planejado para o dia. Essas dúvidas eram tão frequentes que acabavam desviando o foco da aula, mas eu não queria cortar essa vontade de aprender deles.</p><p>Foi então que surgiu a ideia da <strong>Caixinha Curiosa</strong>. A dinâmica funcionava assim: cada aluno escrevia sua dúvida em um papel, de forma anônima, e colocava dentro da caixinha. No final da aula, eu sorteava 1 ou 2 papeizinhos e respondia às questões escolhidas. Dessa forma, consegui organizar melhor o tempo da aula e, ao mesmo tempo, valorizar a curiosidade deles.</p><p>A estratégia teve resultados muito positivos: até os alunos mais tímidos participaram, já que podiam registrar suas dúvidas sem se expor. Além disso, usei a caixinha como um recurso de motivação: quando a turma estava bem comportada, sorteávamos um papel extra; quando não, não havia sorteio naquele dia. Essa “moeda de troca” ajudou bastante na disciplina.</p><p>No fim, a atividade não só manteve o interesse dos alunos, como também reduziu as interrupções ao longo da aula, tornando os momentos de curiosidade algo esperado e especial.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-09-29 17:25:36 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Estamos em festa! O projeto Manguezal Vivo alcançou duas grandes conquistas:</title>
         <author>iagoohmenezes</author>
         <link>https://padlet.com/Ensina_Brasil/ConstruindoaCulturaqueQueremos/wish/3609854766</link>
         <description><![CDATA[<p>🎬 A <strong>primeira aprovação</strong> veio com o documentário que terá sua <strong>estreia no Festival de Cinema do Rio</strong>, dentro da mostra infantojuvenil do programa Geração, no <strong>Vídeo Fórum</strong>, dia <strong>9 de outubro</strong>, no Centro Cultural da Justiça Federal.</p><p><br/></p><p>🌿 A <strong>segunda aprovação</strong> foi para a apresentação do projeto <strong>Manguezal Vivo: Educação Ambiental e Sustentabilidade na Estação Ecológica Municipal Ilha do Lameirão</strong>, desenvolvido em parceria com a <strong>Professora Daiana Rosário (Ciências)</strong>, na <strong>Mostra Interativa do 1º Festival de Invenção e Criatividade - ES</strong>, que acontecerá no dia <strong>28 de novembro de 2025</strong>, na Ufes – Vitória/ES.</p><p><br/></p><p>Essas conquistas mostram a força da união entre professores e estudantes, levando ciência, história, arte e sustentabilidade para além dos muros da escola. 💡📚</p><p><br/></p><p>Seguimos firmes na missão de transformar a educação e valorizar o meio ambiente! 🌎💚</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-09-29 18:30:57 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Cultivando espaços antirracistas 🌱</title>
         <author>beatrizdepaula0</author>
         <link>https://padlet.com/Ensina_Brasil/ConstruindoaCulturaqueQueremos/wish/3611326403</link>
         <description><![CDATA[<p>Como parte do projeto Estudantes do Controle, no dia 19/09/25 promovemos uma palestra em parceria com a acadêmica de Ciências Sociais Lohana Messias, pesquisadora do Laboratório de Estudos Afro-Brasileiros da UEL. A iniciativa surgiu da necessidade de ampliar o debate sobre identidade, desigualdades e relações raciais dentro da escola, reconhecendo que muitos estudantes ainda têm pouco acesso a esse tipo de reflexão crítica.</p><p>O encontro, que percorreu turmas do Ensino Médio em todos os turnos, teve como tema “Relações raciais no Brasil: a raça enquanto aspecto sociológico e suas implicações até a contemporaneidade”. Foi um espaço de escuta e diálogo em que os estudantes puderam aprender, questionar, se reconhecer e discutir questões como racismo, identidade, história afro-brasileira e desigualdades no mercado de trabalho.</p><p>A atividade gerou impacto imediato: os alunos participaram ativamente e trouxeram exemplos do seu cotidiano, o que fortaleceu a construção de uma consciência crítica e de práticas antirracistas no ambiente escolar. Nossa intenção, além de cultivar uma cultura de igualdade e equidade racial, foi também evidenciar a importância de conectar a escola à universidade e de trazer diferentes vozes para enriquecer a formação dos estudantes.</p><p>Como desdobramento, a proposta é dar continuidade a essas ações, promovendo outros encontros e consolidando uma cultura escolar cada vez mais inclusiva e plural.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-09-30 12:50:41 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Atividade:  Histórias em Quadrinhos: a imaginação que ganha vida no 7º ano!
</title>
         <author>patricialucilia2018</author>
         <link>https://padlet.com/Ensina_Brasil/ConstruindoaCulturaqueQueremos/wish/3611482669</link>
         <description><![CDATA[<p>Na última semana, os alunos do 7º ano embarcaram em uma aventura criativa através do universo das histórias em quadrinhos. Cada estudante se tornou autor, ilustrador e narrador de sua própria trama, construindo enredos originais cheios de personagens, desafios e soluções.</p><p>&nbsp;- Contexto e Personagens<br> Nossos protagonistas foram os próprios alunos, que criaram heróis, vilões, famílias, animais falantes e até mundos inteiros para viverem dentro dos quadrinhos. Cada personagem foi pensado com carinho, trazendo personalidade e voz próprias.</p><p>- Desafio<br> O grande desafio era transformar ideias em narrativas visuais: como contar uma história clara, envolvente e divertida apenas com imagens e balões de diálogo? Essa foi a missão que moveu os estudantes durante o processo.</p><p>- Solução<br> A solução encontrada foi simples: o projeto de HQs. Primeiro, os alunos aprenderam sobre a estrutura dos quadrinhos — linguagem visual, onomatopeias, expressões e ritmo da narrativa. Depois, criaram suas próprias produções e, por fim, apresentaram suas histórias para a turma, dando voz às suas criações.</p><p>-&nbsp;Impacto<br> O resultado foi encantador! Os alunos desenvolveram não só a criatividade, mas também habilidades de escrita, leitura, expressão artística e oralidade. As apresentações trouxeram riso, emoção e reflexão, mostrando que cada jovem tem um universo de histórias dentro de si.</p><p>- Futuro<br> Esse é apenas o começo! A oficina de HQs pode se tornar um projeto contínuo, com a produção de coletâneas ilustradas pelos estudantes, feirinhas de quadrinhos na escola e até exposições para a comunidade escolar. </p>]]></description>
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         <pubDate>2025-09-30 14:08:18 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Nau dos Mestres a todo Vapor</title>
         <author>wesleyfmsr</author>
         <link>https://padlet.com/Ensina_Brasil/ConstruindoaCulturaqueQueremos/wish/3611796249</link>
         <description><![CDATA[<p>Desde o começo de setembro, uma embarcação científica aportou no Heloísa Abreu e tem realizado viagens científicas com estudantes, envolvendo RPG, Aprendizagem Baseada em Projetos (ABP) e muita, muita imaginação.</p><p>Os professores Jerônimo Severo e Wesley Mendonça mediam os experimentos e garantem um ambiente leve e imersivo em parceria com o novo móvel adquirido pela PMV. Uma verdadeira viagem!</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-09-30 16:54:40 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Programa Embaixada de Portas Abertas - Ida à Embaixada de Portugal</title>
         <author>barbaraliz2001</author>
         <link>https://padlet.com/Ensina_Brasil/ConstruindoaCulturaqueQueremos/wish/3614228662</link>
         <description><![CDATA[<p>Desde minha entrada no CEPI JK como professora de língua estrangeira, a possibilidade de poder impactar meus alunos com vivências de diferentes locais do mundo, me parecia uma das estratégias mais óbvias para engajá-los e ainda trabalhar a interdisciplinaridade em sala ao tratar sobre outro idioma. </p><p><br></p><p>Ainda mais quando notei que havia uma defasagem sobre seus conhecimentos em relação a outras nações, suas relações políticas, seus idiomas, a que continentes e organizações estavam associados, e acreditei que poderíamos expandir os horizontes deles quanto a isso.</p><p><br></p><p>Sendo assim, após os primeiros projetos de estudos interculturais e de nações estrangeiras, com seminários e apresentações propostas estruturadas e feitas, também descobri o PEPA - o Programa Embaixada de Portas Abertas. </p><p><br></p><p>Contatei o Ministério das Relações Exteriores, que nos fez a ponte para que recebêssemos o convite da Secretaria de Estado do Entorno do DF para visitarmos a Embaixada de Portugal, que desejava nos receber.</p><p><br></p><p>No dia 25 de setembro, pude levar um grupo de 30 alunos, escolhidos conforme seus resultado no programa GO English - uma iniciativa do estado do Goiás que implementou uma plataforma com um curso de inglês para os estudantes de 9º ano e ensino médio - para irmos à Embaixada de Portugal, onde fomos recebidos pela Ministra Cristina Matos, a vice-embaixadora.</p><p><br></p><p>Os alunos puderam conhecer de pertinho todo o funcionamento de uma Embaixada, a história do prédio que visitamos, saber mais sobre Portugal, desde sua concepção como nação até o começo de suas relações com o Brasil, ainda no período colonial e até hoje, como nações irmãs. </p><p><br></p><p>Fizeram um tour pelo local, assistiram vídeos sobre Portugal, tiveram uma sessão de perguntas com a ministra, e ao final, ganharam os passaportes do programa para se recordarem dessa experiência.</p><p><br></p><p>Como resultado, os alunos realizaram uma redação comentando de maneira bastante pessoal como o passeio e a vista os impactaram, e tivemos diversos relatos de estudantes interessados na carreira de diplomata e outras possibilidades de representar e gerir seu país.</p><p><br></p><p>Uma experiência muito gratificante, que me deixou honrada e muito contente pelas reações e novas perspectivas que meus alunos passaram a ter com nossa saída a campo.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-10-01 23:52:13 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Marcando presença no Festival de Linguagens Integradas</title>
         <author>cienciasmarieli</author>
         <link>https://padlet.com/Ensina_Brasil/ConstruindoaCulturaqueQueremos/wish/3615814836</link>
         <description><![CDATA[<p>🎭✨No dia <strong>23 de setembro</strong>, nossa escola marcou presença no <strong>11º Festival de Linguagens Integradas</strong>, com a apresentação especial do <strong>Grupo de Teatro MSN</strong>. Os nossos mini artistas brilharam no palco com a peça <strong>“A Revolução da Dona Neusa – Uma Consciência Ambiental”</strong>, trazendo reflexões importantes sobre o cuidado com o meio ambiente. 🌱💧🌍</p><p>Participar de momentos como esse fortalece o protagonismo estudantil, amplia experiências culturais e reforça a importância de integrar práticas artísticas no ambiente escolar. Além de desenvolver talentos, nossos alunos aprendem, de forma criativa e sensível, a importância das práticas ambientais para um futuro mais consciente e sustentável.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-10-02 18:11:05 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>O poder da rede: PodCássia e DocentIA no relato de experiência da Formação de Língua Portuguesa</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/Ensina_Brasil/ConstruindoaCulturaqueQueremos/wish/3617109520</link>
         <description><![CDATA[<p>✨ <strong>Na última Formação de Língua Portuguesa do ano planejada pela Secretaria de Educação de Vitória (02/10), o PodCássia e o DocentIA marcaram presença.</strong></p><p><br/></p><p>Foi compartilhado um pouco do que vem sendo desenvolvido com o <strong>PodCássia</strong>, destacando o papel essencial de uma formação recente nesse processo:</p><p><br/></p><p>👉🏼 O <strong>DocentIA </strong>– Inteligência Artificial para Educadores possibilitou a criação de um chatbot personalizado para apoiar estudantes participantes do projeto.</p><p><br/></p><p>No contexto de uma turma com grande defasagem, a produção de roteiros e episódios de podcast poderia ser muito mais lenta. O chatbot <strong>Rita</strong> potencializou esse processo ao auxiliar estudantes na sistematização de ideias, organização de roteiros e estruturação das produções — para além de suas atividades de leitura, oralidade, elaboração de transcrições e prompts.</p><p><br/></p><p>Tudo isso mostra a força da nossa rede! 🤩</p><p><br/></p><p>O curso ministrado por Josimar Rodrigues Junior e Felipe Herszenhaut viabilizou a criação do chatbot Rita, desenvolvido pela professora Marina, ampliando o alcance e os resultados do projeto conduzido em parceria com a professora Caroline Trevelin.</p><p><br/></p><p><br/></p>]]></description>
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         <pubDate>2025-10-03 16:08:20 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Gameficação!</title>
         <author>brendahist13</author>
         <link>https://padlet.com/Ensina_Brasil/ConstruindoaCulturaqueQueremos/wish/3617255917</link>
         <description><![CDATA[<p>Durante as aulas cotidianas do Pré-IFES, senti falta de algo que envolvesse ainda mais os alunos na busca pela aprendizagem. Dessa falta, surgiu a nossa aula "gameficada", onde misturamos conhecimentos prévios e novos desafios!<br><br>Foi uma noite de muito comprometimento e diversão, onde os alunos assumiram o papel central de aprendizagem. Entre perguntas e respostas rápidas, eles mostraram que o conhecimento caminha lado a lado com o lazer.<br><br>Aprender brincando transformou a sala em um espaço diferente rumo a novas conquistas. No fim, ficou claro que quando a educação ganha novas formas, os resultados vão além dos conteúdos: fortalecem a autoconfiança e a certeza de que o aprendizado também pode ser leve e prazeroso.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-10-03 18:25:30 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Cadeia e Teia Alimentar – Explorando as Conexões entre os Seres Vivos</title>
         <author>felipefavacho90</author>
         <link>https://padlet.com/Ensina_Brasil/ConstruindoaCulturaqueQueremos/wish/3617538282</link>
         <description><![CDATA[<p>Na EMEF Orlandina D’Almeida Lucas, os estudantes do 6º ano do Ensino Fundamental participaram de uma aula prática de Ciências chamada “Cadeia e Teia Alimentar – Explorando as Conexões entre os Seres Vivos”. A atividade teve como objetivo possibilitar a compreensão das relações alimentares entre os seres vivos, destacando a importância dos produtores, consumidores e decompositores na manutenção do equilíbrio dos ecossistemas. Para vivenciar o conteúdo de forma dinâmica, cada aluno recebeu uma imagem representando um ser vivo e, à medida que identificavam as relações alimentares, foram se conectando uns aos outros com um barbante, construindo coletivamente uma grande teia alimentar.</p><p>O engajamento da turma foi bastante positivo, pois os estudantes participaram ativamente da dinâmica, demonstrando curiosidade e interesse em compreender como os seres vivos se interligam nos ecossistemas. Durante a atividade, houve intensa interação entre os alunos, que discutiram as possíveis conexões e refletiram sobre o papel de cada organismo representado. Ao final, conseguiram identificar a diferença entre cadeia e teia alimentar.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-10-04 03:48:11 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Projeto de Combate à violência – “Violência todo mundo perde”</title>
         <author>joelrcorreia</author>
         <link>https://padlet.com/Ensina_Brasil/ConstruindoaCulturaqueQueremos/wish/3620055794</link>
         <description><![CDATA[<p>Na Escola Estadual Padre Firmo Pinto Duarte Filho, foi realizada uma intervenção nas turmas do 6º ano após um episódio de agressão entre alunos, que ganhou grande repercussão nas redes sociais e em sites de notícia locais. O caso não surgiu de forma isolada: as relações violentas faziam parte da rotina das turmas e estavam presentes na maneira como muitos estudantes se relacionavam entre si. Essa dinâmica me causava incômodo constante, pois contrariava o ambiente de respeito e escuta que eu buscava construir em sala de aula.</p><p>A partir desse episódio e do desconforto com a repetição dessas situações, busquei o apoio da equipe psicosocial da escola para pensar uma ação conjunta entre o corpo docente, os estudantes e o núcleo de apoio pedagógico. O objetivo foi compreender as causas dos conflitos e criar oportunidades para o desenvolvimento de habilidades socioemocionais, como empatia, autorregulação e respeito mútuo.</p><p>A intervenção incluiu rodas de conversa, dinâmicas reflexivas e atividades de expressão emocional. Nessas ações, trabalhamos o controle emocional, a empatia e o manejo da frustração, estimulando a escuta ativa e o diálogo entre os alunos. Aos poucos, o grupo começou a reconhecer a importância de pensar antes de agir, de se colocar no lugar do outro e de refletir sobre as próprias atitudes.</p><p>Essa experiência reforçou a necessidade de integrar o trabalho pedagógico ao apoio psicosocial, entendendo que o enfrentamento da violência escolar não se limita a medidas pontuais, mas exige processos educativos contínuos. Promover a convivência saudável passa, sobretudo, por cultivar o respeito, a empatia e a responsabilidade emocional como valores cotidianos dentro da escola.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-10-06 14:08:33 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Decifrando o Enigma: Renascimento e Humanismo, a partir do filme o Código da Vinci</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/Ensina_Brasil/ConstruindoaCulturaqueQueremos/wish/3620066320</link>
         <description><![CDATA[<p><em>A escolha do filme (</em>O Código da Vinci (2006))<em> visa conectar o conteúdo histórico (renascimentos e humanismo) com a cultura pop juvenil, estimulando a curiosidade e o pensamento investigativo.</em></p><p><br/></p><p><em>Metodologia (Passos da Prática):</em></p><p><br/></p><p><em>Introdução (15 min):</em> </p><p>Apresentação do contexto histórico do Renascimento, destacando a transição do pensamento medieval para o humanista.</p><p><em>Exibição e Análise de Cenas (45 min):</em> </p><p>Exibição de três trechos-chave do filme, com pausas estratégicas para debate:</p><p><br/></p><p><em>Cena 1 (Mona Lisa):</em> Foco na técnica do sfumato e no realismo da arte renascentista (Min. 00:23:00 - 00:26:00).</p><p><em>Cena 2 (A Última Ceia):</em> Análise da perspectiva e da emoção humana na obra, contrastando com a arte medieval (Min. 00:54:00 - 00:57:00).</p><p><em>Cena 3 (O Criptex):</em> Discussão sobre como a busca pelo conhecimento e a razão são usadas para solucionar o enigma, exemplificando o pensamento humanista (Min. 00:41:30 - 00:45:00).</p><p><br/></p><p>Debate e Conclusão (30 min): Debate em grupo sobre a importância da razão humana (Humanismo) para "decifrar" os mistérios do mundo, comparando a busca dos personagens do filme com o trabalho dos pensadores renascentistas.</p><p><br/></p><p><em>Recursos Utilizados:</em></p><p>TV e computador.</p><p>Filme O Código da Vinci (seleção de cenas).</p><p>Material de apoio com imagens das obras (Mona Lisa, A Última Ceia).</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-10-06 14:13:39 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Divulgando histórias, cultivando leitores</title>
         <author>profscarolmelo</author>
         <link>https://padlet.com/Ensina_Brasil/ConstruindoaCulturaqueQueremos/wish/3620067354</link>
         <description><![CDATA[<p>Nesta semana, vivemos um momento muito especial com os alunos do <strong>Projeto Quintal do Saber</strong>. Iniciamos uma nova proposta de divulgação dos livros da biblioteca da escola, em que os próprios estudantes se tornam mediadores da leitura, apresentando as obras escolhidas para os colegas e incentivando o interesse pelos livros.</p><p>As alunas <strong>Pyetra</strong> e <strong>Sammilly</strong> foram as sorteadas da semana. Pyetra apresentou o livro <em>“Os Caras Malvados”</em>, de Aaron Blabey — uma história divertida e cheia de reviravoltas que prendeu a atenção de todos. Já Sammilly trouxe <em>“Com qual penteado eu vou?”</em>, de Kiusam de Oliveira, uma obra linda sobre identidade, ancestralidade e autoestima.</p><p>Com a colaboração dos demais colegas do grupo, elas elaboraram cartazes de divulgação dos livros para a escola, transformando a leitura em uma experiência coletiva e criativa.</p><p>A atividade foi uma experiência riquíssima: além de fortalecer o vínculo dos alunos com a leitura, despertou o protagonismo, a oralidade e a curiosidade literária da turma. Foi inspirador ver o brilho nos olhos de quem compartilhou e de quem ouviu.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-10-06 14:14:13 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Aprender brincando: a transitividade em movimento</title>
         <author>profscarolmelo</author>
         <link>https://padlet.com/Ensina_Brasil/ConstruindoaCulturaqueQueremos/wish/3620075624</link>
         <description><![CDATA[<p>Nesta semana, realizamos uma aula especial com os alunos do <strong>7º ano</strong>, revisando o conteúdo de <strong>transitividade verbal</strong> de um jeito leve e participativo. Em vez de uma explicação tradicional, transformamos o aprendizado em jogos interativos no Wordwall, divididos em rodadas de desafios projetadas na TV.</p><p>A turma foi organizada em dois grandes grupos, e cada rodada exigia atenção, raciocínio e cooperação para decidir qual era o tipo de verbo apresentado em cada frase. Entre risadas, dúvidas e comemorações, os alunos revisaram conceitos importantes como verbos transitivos diretos, indiretos e intransitivos de forma dinâmica e divertida.</p><p>A atividade promoveu engajamento, trabalho em equipe e consolidou o conteúdo de maneira significativa. Foi lindo ver como o aprendizado se torna mais leve quando o conhecimento vem acompanhado de movimento, interação e alegria. 💛✨</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-10-06 14:18:23 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>As Muitas Faces de Nós: Máscaras e Identidade</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/Ensina_Brasil/ConstruindoaCulturaqueQueremos/wish/3622683853</link>
         <description><![CDATA[<p>No mês de Setembro realizamos a oficina no JB que teve como proposta explorar os conceitos de <strong>bizarro</strong> e <strong>sublime</strong> na arte, temas que convidam à reflexão sobre o que é considerado belo, estranho, inquietante ou autêntico. A atividade integrou o <strong>Projeto Murart</strong>, unindo prática artística e investigação estética, por meio da <strong>criação de máscaras com ataduras de gesso, tintas e texturas diversas</strong>.</p><p>A escolha da <strong>máscara</strong> como suporte foi essencial, pois ela representa o <strong>entre-lugar</strong> entre o que mostramos e o que escondemos, entre o eu e o outro. Na contemporaneidade, em que crianças e jovens convivem com múltiplas identidades e estímulos visuais, a máscara se torna um símbolo potente: permite <strong>experimentar novas formas de ser, expressar sentimentos, medos e desejos</strong>, e refletir sobre a própria imagem.</p><p>Durante o processo, os estudantes puderam <strong>modelar, pintar e texturizar</strong> suas criações, exercitando a sensibilidade, a imaginação e a liberdade estética. O “bizarro”, longe de ser algo negativo, foi apresentado como <strong>expressão do inusitado e do singular</strong>, uma maneira de valorizar o que foge aos padrões e revela a <strong>autenticidade de cada um</strong>. Já o “sublime” emergiu na capacidade de se encantar com o resultado — nas imperfeições, nas formas inesperadas, nos contrastes e nas cores que traduzem emoções e pensamentos.</p><p><br/></p>]]></description>
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         <pubDate>2025-10-08 00:03:15 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Juventude do Bonfim representando o Espírito Santo na VI CNIJMA!</title>
         <author>lorrainegarcisds</author>
         <link>https://padlet.com/Ensina_Brasil/ConstruindoaCulturaqueQueremos/wish/3630264472</link>
         <description><![CDATA[<p>Tudo começou com o projeto <strong>CRIA BONFIM</strong>, desenvolvido na <em>EMEF Prezideu Amorim</em>, em Vitória (ES). A iniciativa nasceu do desejo de <strong>reconectar corpo, raízes, identidade e meio ambiente</strong>, envolvendo estudantes, professores e a comunidade do bairro Bonfim, um território de encosta, periférico e cheio de histórias de resistência. Durante uma caminhada de reconhecimento do bairro, o grupo percebeu que um dos maiores desafios do território era o <strong>acúmulo de lixo nas ruas</strong>, a falta de lixeiras e o descarte incorreto de resíduos, que em épocas de chuva entopem bueiros e transformam as escadarias em verdadeiras cachoeiras. Esse problema afeta diretamente a saúde e o bem-estar da comunidade. </p><p>Inspirados pelo tema da <strong>VI Conferência Nacional Infantojuvenil pelo Meio Ambiente, </strong>Justiça Climática, os estudantes decidiram agir. Assim nasceu a <strong>COM-VIDA (Comissão de Meio Ambiente e Qualidade de Vida na Escola)</strong> e, junto dela, o <strong>Projeto Ecobonfim</strong>, com o objetivo de <strong>conscientizar a comunidade escolar sobre o problema do lixo</strong> e transformar a escola em um <strong>Ponto de Entrega Voluntária (PEV)</strong>.  O projeto foi construído coletivamente durante a COM-VIDA e, na 1ª etapa da Conferência, realizada na própria escola,  foram eleitas os representantes do Bonfim: <strong>Carolina Cordeiro (7º ano)</strong>, como delegada, e <strong>Maria Eduarda (7º ano)</strong>, como suplente. </p><p>O Ecobonfim foi um sucesso. Entre mais de <strong>100 projetos apresentados no Espírito Santo</strong>, foi <strong>selecionado entre os 30 melhores</strong> e seguiu para a <strong>etapa estadual</strong>, em Guarapari. Lá, os jovens participaram de oficinas e rodas de diálogo sobre justiça climática, apresentando o projeto com orgulho e consciência do impacto que que poderiam gerar. Durante a etapa estadual, o Ecobonfim conquistou uma vaga entre os <strong>10 projetos mais votados para representar o estado na etapa nacional</strong>, realizada em <strong>Luziânia (GO)</strong>. Foi assim que <strong>Carolina</strong>, nossa delegada de apenas 12 anos, embarcou <strong>pela primeira vez em um avião</strong> para representar o Espírito Santo na <strong>VI CNIJMA</strong>, evento que contou com a presença do <strong>presidente Lula</strong>, da <strong>ministra Marina Silva</strong> e de jovens de todo o país. Uma experiência única, que marcou a história da escola e mostrou o poder transformador da juventude quando ela é ouvida.</p><p>A jornada do <em>EcoBonfim</em> apenas começou. Agora, queremos <strong>tirar o projeto do papel e concretizar nossas ações</strong>, envolvendo ainda mais a comunidade do Bonfim. Carol voltou da conferência cheia de ideias, motivada a continuar e a inspirar outros estudantes a se engajarem também. Seguimos acreditando que <strong>a educação ambiental é o caminho para transformar territórios e construir um futuro mais justo e sustentável.</strong>  🌱💚</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-10-13 19:14:18 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Compartilhe os resultados de impacto das oportunidades que você inscreveu seus estudantes ou projeto!!</title>
         <author>redeensina</author>
         <link>https://padlet.com/Ensina_Brasil/ConstruindoaCulturaqueQueremos/wish/3634420916</link>
         <description><![CDATA[<p><br></p><p>Ao longo do ano, vocês abriram caminhos incríveis para que seus estudantes participassem de olimpíadas, concursos, programas, bolsas e prêmios. 🌍✨ Essas experiências são parte fundamental do impacto que vocês geram — e queremos <strong>dar visibilidade a cada conquista e oportunidade que nasceu do trabalho de vocês!</strong></p><p><br></p><p><mark>Como utilizar: </mark></p><p>1. <strong>duplique o modelo ao lado</strong> e preencha o <strong>título com o nome da oportunidade</strong>, e também suas infos de ensina ⭐</p><p>2. insira um breve relato sobre a oportunidade ou projeto (<strong>máx 10 linhas)</strong> 📝</p><p>3. preencha os dados de impacto 📊</p><p>4. registros são super importantes! 📸Suba as fotos/vídeos no drive e compartilhe um link aqui!</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-10-15 20:22:13 UTC</pubDate>
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         <title>Caixinha de Perguntas sobre o Sistema Reprodutor</title>
         <author>laurafm1701</author>
         <link>https://padlet.com/Ensina_Brasil/ConstruindoaCulturaqueQueremos/wish/3635819003</link>
         <description><![CDATA[<p>Durante o terceiro bimestre, trabalhamos o tema sistema reprodutor com as turmas do 8º ano. Esse é um conteúdo que costuma despertar curiosidade, mas também gera constrangimento e insegurança para fazer perguntas em sala de aula — especialmente nessa faixa etária, em que surgem muitas dúvidas sobre o próprio corpo e a sexualidade.</p><p>Para enfrentar esse desafio, criei uma “caixinha de perguntas”, onde os alunos podiam deixar anonimamente suas dúvidas, sem medo de julgamentos. Combinamos que as perguntas não seriam lidas em voz alta, garantindo o anonimato e o respeito de todos. O objetivo era construir um ambiente seguro e acolhedor, em que cada estudante se sentisse à vontade para aprender.</p><p>A iniciativa teve grande impacto na participação e no engajamento das turmas: os alunos ficaram mais abertos para dialogar, demonstraram interesse genuíno pelo tema e, com o tempo, alguns passaram a se sentir confiantes o suficiente para fazer perguntas em voz alta. Era comum eu chegar à sala e já encontrar estudantes me esperando com papeizinhos na mão.</p><p>No final do bimestre, muitos comentaram que sentirão falta da caixinha, reconhecendo o quanto ela contribuiu para tornar as aulas mais leves, informativas e acolhedoras.</p><p><br></p>]]></description>
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         <pubDate>2025-10-16 12:57:25 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Olimpíada Nacional do Ensina Brasil (ONEB)</title>
         <author>redeensina</author>
         <link>https://padlet.com/Ensina_Brasil/ConstruindoaCulturaqueQueremos/wish/3635856572</link>
         <description><![CDATA[<p>Ensina de Oliveira da Silva, Turma XX, Polo xxxxx</p><p><br></p><p>No início do ano, percebi que minha turma estava com <strong>desafios de</strong> autoestima e engajamento, então decidi incentivá-los a se inscreverem na <strong>ONEB</strong>. Fizemos grupos de estudo e, aos poucos, a escola toda começou a se envolver. No dia do resultado, foi pura alegria — a melhor parte foi ver os estudantes celebrando o esforço e acreditando mais em si mesmos. Os resultados foram tão incríveis que o jornal local fez uma entrevista sobre e agora todos os estudantes querem participar no próximo ano!</p><p><br></p><p><strong><mark>Dados de Impacto</mark></strong><br><strong>Escola:</strong> EE Prof. Fulano da Costa<br><strong>Oportunidade:</strong> ONEB<br><strong>Tipo:</strong> Olimpíada<br><strong>Nível:</strong> Nacional<br><strong>Reconhecimento: </strong>1 medalha de ouro, 2 medalhas de prata e 7 menções honrosas<br><strong>Estudantes impactados:</strong> 10<br><strong>Estudantes inscritos:</strong> 27<br><strong>Registros:</strong> [link da pasta no Drive]</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-10-16 13:19:41 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Vozes que Transformam</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/Ensina_Brasil/ConstruindoaCulturaqueQueremos/wish/3637874352</link>
         <description><![CDATA[<p>Ação realizada no mês de setembro na EMEFTI Paulo Reglus Neves Freire, <strong>"Vozes que Transformam"</strong> que teve como objetivo promover a conscientização sobre o bullying e saúde mental utilizando a campanha do Setembro Amarelo para incentivar a empatia e o respeito entre os estudantes.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-10-17 16:00:00 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>PROJETO VOO MATEMÁTICO: A Arte de Fazer Pipas</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/Ensina_Brasil/ConstruindoaCulturaqueQueremos/wish/3637910824</link>
         <description><![CDATA[<p>Este projeto foi idealizado e desenvolvido pela professora Valessa Rosa, com o objetivo de ensinar/utilizar conceitos de geometria, medidas e proporções durante o processo de construção das pipas. O projeto "Voo Matemático: A Arte de Fazer Pipas" apresentou uma abordagem inovadora para o ensino da matemática no <strong>6º ano na EMEFTI Paulo Reglus Neves Freire,</strong> combinando teoria e prática de maneira divertida e cativante. Ao confeccionar pipas, os estudantes terão a chance de explorar conceitos matemáticos essenciais, como geometria, medidas e proporções, enquanto desenvolvem suas habilidades manuais e criativas.</p><p>Os estudantes foram divididos em grupos e desenharam um esboço de sua pipa, definindo as formas e dimensões que pretendem usar. Incentive a criatividade e a troca de ideias. Calcularam as medidas necessárias para a construção da pipa, utilizando réguas e lápis para fazer marcações no papel. </p><p>Após as medições, os estudantes cortaram o papel e as varetas, seguindo seu projeto. Em seguida, eles montaram a pipa, utilizando cola para fixar as partes.</p><p>No dia 16/10, os estudantes fizeram a soltura das pipas. Feito em um espaço aberto (campo ao lado da escola), onde eles puderam soltar as pipas e observaram como elas se comportam no vento.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-10-17 16:31:08 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Respiração 4x4 </title>
         <author>tuliodlribei</author>
         <link>https://padlet.com/Ensina_Brasil/ConstruindoaCulturaqueQueremos/wish/3638042790</link>
         <description><![CDATA[<p>Esta boa prática surgiu com o objetivo de acalmar a mente dos estudantes antes das aulas. Muitos chegavam agitados, elétricos e dispersos, dificultando o início das atividades. Ao introduzir a respiração 4x4, percebi que era uma oportunidade não apenas de trazer calma naquele momento, mas também de ajudá-los a lidar com ansiedade e estresse, especialmente em períodos de avaliações importantes, como SAEGO, SAEB e ENEM, já que muitos relataram sentir-se nervosos antes das provas, comprometendo a concentração e o desempenho.</p><p><br></p><p>Durante as aulas, os estudantes foram apresentados à técnica de respiração 4x4: inspirar por 4 segundos, segurar por 4, expirar por 4 e segurar por 4, repetindo o ciclo algumas vezes. A prática foi realizada coletivamente no início das aulas da Eletiva Mentes em Jogo e foi estendida, também, nos Corujões da escola, antes de simulados e do SAEGO, criando um momento de pausa, relaxamento e foco. Paralelamente, foram compartilhadas dicas simples de estudo e preparação, como organizar o material, revisar resumos, planejar horários de sono, manter boa alimentação e fazer pausas estratégicas.</p><p><br></p><p>O acompanhamento foi contínuo, incentivando os estudantes a refletirem sobre os efeitos da respiração e a incorporá-la em sua rotina. Logo se percebeu uma diminuição significativa da ansiedade, maior concentração e postura mais tranquila diante dos desafios acadêmicos, com relatos de estudantes dizendo que a técnica realmente funcionou. </p><p><br></p><p>Essa prática contribuiu para o desenvolvimento de autocontrole, disciplina e autoconhecimento, preparando os estudantes para enfrentar avaliações de forma mais confiante e equilibrada, incluindo o próximo SAEB.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-10-17 18:46:23 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Frases motivadoras e impacto positivo</title>
         <author>tuliodlribei</author>
         <link>https://padlet.com/Ensina_Brasil/ConstruindoaCulturaqueQueremos/wish/3638059280</link>
         <description><![CDATA[<p>Esta prática “nasceu” após a implementação, e boa aceitação, da respiração 4x4. Teve como propósito: criar um ambiente escolar mais acolhedor e inspirador, promovendo motivação, autoestima e reflexão entre os estudantes. </p><p>Uma vez que, muitos estudantes chegavam às aulas desanimados e/ou com baixa confiança em suas próprias capacidades, o que prejudicava o engajamento e a participação.</p><p><br/></p><p>Para o desenvolvimento da prática, foram selecionadas frases motivadoras de diversos autores, pensadores e mensagens curtas de incentivo, algumas inclusive criadas por mim. As frases foram impressas, cortadas em tiras, dobradas e colocadas embaixo do assento das cadeiras antes da chegada dos estudantes. </p><p><br/></p><p>Durante a aula, começamos com as boas-vindas e a respiração 4x4. Em seguida, conversamos sobre confiança, autoestima e a importância de acreditar em si mesmo, mesmo diante das dificuldades da vida.</p><p>Depois, propus que todos os estudantes fossem para a frente da sala de aula, perto da lousa. Após isso, pedi que cada estudante escolhesse uma cadeira aleatória e se sentasse nela (gerando mais confiança para o momento seguinte). Anuncio que a partir desta fase, teríamos o momento de descoberta: pedi que cada estudante pegasse o papel embaixo da cadeira e fizesse uma leitura silenciosa, ou seja, apenas para si. OBS: Alguns minutos de leitura, reflexão e emoção foram suficientes para gerar silêncio e atenção. Pedi que levantassem a mão aqueles que se sentiram impactados pela mensagem; todos levantaram. Alguns voluntários compartilharam suas frases com a turma, e ali surgiram relatos emocionados e reflexões profundas.</p><p><br/></p><p>A prática fortaleceu o senso de pertencimento, a empatia e a autoconfiança, criando um ambiente mais positivo e colaborativo. Os estudantes passaram a refletir sobre seus objetivos, escolhas e atitudes, fortalecendo vínculos dentro da sala e com a escola, além de perceberem a importância de valorizar a própria história e a dos colegas. </p><p><br/></p><p>No final da aula, fiquei na porta para me despedir e muitos agradeceram o momento, falaram que amaram a aula e alguns falaram com abraços e dizendo: "obrigado professor, precisava muito disso".</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-10-17 19:07:35 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Explorando Culturas Pré-Colombianas na &quot;Ação 300&quot;</title>
         <author>camisoouza</author>
         <link>https://padlet.com/Ensina_Brasil/ConstruindoaCulturaqueQueremos/wish/3638094804</link>
         <description><![CDATA[<p>No mês de setembro, para as atividades avaliativas do bimestre na disciplina de História, propus para os estudantes do 7º ano do Colégio Estadual Mansões Odisseia um desafio de mão na massa: a construção de maquetes que representassem a cultura e o legado dos Povos Pré-Colombianos.</p><p>O Contexto Pedagógico:</p><p>Essa proposta de trabalho se alinhou perfeitamente com a iniciativa escolar "Ação 300", cujo principal objetivo didático é fomentar a interdisciplinaridade. Ao integrarmos a História com o projeto da escola, incentivamos a transversalidade dos conteúdos, principalmente com Matemática e Língua Portuguesa.</p><p>O Impacto no Processo de Ensino-Aprendizagem:</p><p>Com a criação das maquetes, os estudantes foram além da abordagem conteudista tradicional. O projeto promoveu a aprendizagem ativa, permitindo a eles desenvolverem suas habilidades: explorando sua expressão artística e aprimorando sua coordenação motora fina durante a confecção dos modelos. Em Relação Teoria-Prática: os estudantes tiveram contato prático com conceitos de Geometria e proporção e puderam observar os ângulos das pirâmides e a simetria das construções que eles mesmos planejaram. Transformando tudo em Matemática e oferecendo um viés concreto e contextualizado para o cálculo e a medição.</p><p>O Impacto: A avaliação formativa por meio de um projeto criativo aumentou significativamente o engajamento discente. Ao se tornarem agentes construtores do próprio conhecimento, os alunos demonstraram maior retenção do conteúdo histórico e desenvolveram um senso de pertencimento e colaboração ao trabalharem em equipe. Foi notável a satisfação em ver o resultado</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-10-17 19:57:15 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Extensão do Ambiente Educacional: Aula e Leitura no &quot;Cenário de Destaque&quot;</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/Ensina_Brasil/ConstruindoaCulturaqueQueremos/wish/3638098660</link>
         <description><![CDATA[<p>Em um movimento de valorização da autonomia e do engajamento estudantil, levei os alunos para realizar uma sessão de aprendizado em ambiente externo.</p><p>A atividade ocorreu no 'Cenário de Destaque', um espaço cuidadosamente concebido e executado pelos próprios alunos para o projeto Estudante de Atitude, evidenciando a materialização do projeto de protagonismo.</p><p>O ponto central da aula foi uma leitura coletiva, que potencializou a troca de conhecimentos e a reflexão crítica em um ambiente não-convencional. Esta iniciativa sublinha a nossa metodologia de ensino, que busca expandir as fronteiras da sala de aula e fomentar o desenvolvimento integral dos estudantes.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-10-17 20:03:44 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Protagonismo Jovem e o Desafio do Pitch</title>
         <author>camisoouza</author>
         <link>https://padlet.com/Ensina_Brasil/ConstruindoaCulturaqueQueremos/wish/3638116849</link>
         <description><![CDATA[<p>E aí, galera! Saca só o que estamos aprontando com a turma da 3ª Série do Ensino Médio Noturno no Colégio Estadual Mansões Odisseia.</p><p>A nossa eletiva de vendas, um Componente Curricular Flexível, está a todo vapor e focada no desenvolvimento do Protagonismo Juvenil e de Competências Socioemocionais essenciais.</p><p>A Proposta Pedagógica:</p><p>O objetivo central desta eletiva é o desenvolvimento de uma Avaliação por Competências por meio de um trabalho prático que culmina no formato de apresentação de pitch — a famosa estrutura <em>Shark Tank</em>.</p><p>Funciona assim: os estudantes são desafiados a aplicar Metodologias Ativas para idealizar um produto (ou serviço) e, no dia da Culminância do projeto, realizarão o discurso de vendas (picth) para a equipe de gestão da escola, simulando a captação de investimento.</p><p>Desenvolvimento de Habilidades:</p><p>Para garantir a qualidade da performance comunicativa, durante as sessões da eletiva, trabalhamos intensamente com o Treinamento de Pitch. A Mediação Pedagógica incluiu:</p><p>Análise Crítica: Visualização e discussão de exemplos de alta performance (vídeos do <em>TEDx</em> sobre <em>storytelling</em> em vendas e episódios do <em>Shark Tank</em>). Isso estimula a reflexão e análise de modelos de sucesso.</p><p>Instrumentalização Técnica: Apresentação de técnicas de construção de discurso (problema-solução-valor) e estratégias de comunicação persuasiva, preparando-os para o desafio de empreender e de apresentar ideias de forma concisa e impactante.</p><p>Essa é uma forma prática de trabalhar a aplicabilidade do conhecimento e desenvolver a fluência verbal dos nossos estudantes! Sucesso garantido!</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-10-17 20:34:42 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Identidade racial na sala de aula</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/Ensina_Brasil/ConstruindoaCulturaqueQueremos/wish/3638194581</link>
         <description><![CDATA[<p><strong>Contexto e Personagens</strong></p><p>O projeto surgiu a partir de situações de ofensas de teor racial entre alunos pardos da turma. Diante disso, buscou-se promover um espaço de reflexão e diálogo sobre identidade racial e herança histórica. O projeto envolveu os próprios alunos da turma, que participaram ativamente das discussões e atividades propostas, motivados pelo interesse em compreender melhor suas origens e valorizar suas identidades.</p><p><strong>Desafio</strong></p><p>O principal desafio identificado foi a dificuldade dos alunos em se reconhecerem como parte de uma comunidade parda e preta. Essa questão se mostrou relevante, pois a compreensão da própria herança histórica é essencial para que os estudantes entendam o contexto social em que estão inseridos e possam desenvolver reflexões críticas sobre suas trajetórias e desafios.</p><p><strong>Solução</strong></p><p>Para enfrentar o problema, foi proposto um momento de reflexão e discussão sobre as origens dos alunos. As atividades incluíram uma aula sobre os dados da composição racial do Brasil, a criação de cartazes nos quais os alunos puderam afirmar sua raça/cor e se expressar por meio de desenhos que representassem sua individualidade. Além disso, foram produzidos gráficos mostrando a composição racial das salas. Os principais materiais utilizados foram cartolinas, lápis de cor e canetas.</p><p><strong>Impacto</strong></p><p>O projeto contribuiu para o desenvolvimento da empatia e do respeito entre os colegas, além de fortalecer o sentimento de pertencimento e identidade racial. Os alunos também aprimoraram habilidades de organização visual ao elaborar gráficos e tabelas, tornando a experiência significativa tanto no aspecto social quanto pedagógico.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-10-17 23:43:15 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Uma medida de saúde física</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/Ensina_Brasil/ConstruindoaCulturaqueQueremos/wish/3638200650</link>
         <description><![CDATA[<p><strong>Contexto e Personagens</strong></p><p>O projeto envolveu os alunos do 9º ano e teve como objetivo promover uma reflexão sobre hábitos saudáveis e a importância de identificar necessidades de mudança para melhorar a saúde física. A iniciativa surgiu do interesse em integrar conteúdos de diferentes áreas do conhecimento, unindo matemática e educação física em uma proposta interdisciplinar e prática.</p><p><strong>Desafio</strong></p><p>O principal desafio foi abordar descritores de matemática durante as aulas de educação física, contribuindo para a recomposição da aprendizagem dos alunos. Essa integração foi essencial, pois a recomposição da aprendizagem é um processo necessário para que os estudantes desenvolvam as habilidades esperadas para sua etapa escolar, de forma contextualizada e significativa.</p><p><strong>Solução</strong></p><p>O projeto foi realizado por meio de aulas interdisciplinares conduzidas pelos professores de matemática e educação física. Durante as atividades, os alunos mediram as alturas e pesos uns dos outros, registraram os dados em formulários e calcularam seus Índices de Massa Corporal (IMC).<br>Além da parte prática, foi promovida uma discussão crítica sobre a <strong>confiabilidade do IMC como medida de saúde</strong>. Os alunos refletiram sobre casos como o de atletas de fisiculturismo, que, apesar de possuírem corpos saudáveis e fortes, apresentam IMC elevado, sendo classificados erroneamente como obesos. Essa análise levou à conclusão de que o IMC, embora útil, <strong>não é uma medida suficiente para avaliar a saúde de uma pessoa de forma completa</strong>.<br>Os materiais utilizados incluíram fita métrica, balança e notebook para o registro e análise dos dados.</p><p><strong>Impacto</strong></p><p>Os participantes desenvolveram habilidades práticas de medição e registro de dados, aplicaram conceitos matemáticos como proporção e conversão de unidades e aprimoraram a interpretação de informações numéricas. Além disso, ampliaram sua compreensão sobre o IMC e suas limitações, exercitando o pensamento crítico ao discutir indicadores de saúde. O projeto promoveu aprendizado interdisciplinar e contribuiu para o engajamento e a autonomia dos alunos.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-10-17 23:58:51 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>AULÕES INTERDICIPLINARES</title>
         <author>marcia29souzams</author>
         <link>https://padlet.com/Ensina_Brasil/ConstruindoaCulturaqueQueremos/wish/3638258361</link>
         <description><![CDATA[<p>Com o intuito de apoiar ações voltadas para a melhoria dos resultados do <strong>IDEB</strong> e do <strong>SAEB</strong>, foram desenvolvidas atividades inovadoras, como <strong>aulões interdisciplinares</strong> direcionados aos <strong>descritores sensíveis e desafiadores</strong> para os estudantes.</p><p>Buscando tornar o aprendizado mais dinâmico e significativo, as aulas foram realizadas em diferentes ambientes, como a <strong>quadra de esportes</strong>, estruturada no formato de <strong>“Estações do Conhecimento”</strong>, o que favoreceu a participação ativa e o protagonismo dos alunos no processo de aprendizagem.</p><p>A proposta pedagógica tem como objetivo <strong>estimular a corresponsabilização dos estudantes pelos resultados de aprendizagem</strong>, oferecendo <strong>apoio diante dos desafios do contexto escolar</strong>. Essa metodologia permitiu o <strong>trabalho interdisciplinar entre diferentes componentes curriculares</strong>, como <strong>Geografia e Química</strong>, além da <strong>integração de temas transversais</strong>, fortalecendo o pensamento crítico, a colaboração e a contextualização do conhecimento.</p><p><strong>Impactos e Resultados:</strong><br>A iniciativa contribuiu para o <strong>aumento do engajamento dos alunos nas atividades escolares</strong>, favorecendo uma <strong>melhor compreensão dos conteúdos avaliados nas provas externas</strong>. Observou-se também <strong>melhoria no desempenho em simulados</strong>, <strong>redução da evasão durante os períodos de revisão</strong> e <strong>fortalecimento do vínculo entre professores e estudantes</strong>. Além disso, a ação proporcionou <strong>maior integração entre as áreas do conhecimento</strong> e <strong>valorização do trabalho coletivo</strong>, refletindo positivamente no clima escolar e no comprometimento com as metas institucionais.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-10-18 02:01:51 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Do meu jeito eu aprendo</title>
         <author>marcia29souzams</author>
         <link>https://padlet.com/Ensina_Brasil/ConstruindoaCulturaqueQueremos/wish/3638262678</link>
         <description><![CDATA[<p>Com o objetivo de promover o engajamento de estudantes com baixo rendimento e comportamento indisciplinado, foram desenvolvidas ações pedagógicas que valorizam o protagonismo estudantil e a aprendizagem significativa. A proposta partiu do reconhecimento de que esses alunos possuem potenciais e saberes diversos, que podem ser mobilizados quando são acolhidos, escutados e convidados a participar ativamente da construção do conhecimento.</p><p><br/></p><p>As atividades foram organizadas em formato participativo, no qual os estudantes puderam expressar-se “do seu jeito”, contribuindo com ideias, linguagens e vivências próprias. Para isso, utilizaram-se materiais visuais e estratégias interdisciplinares, favorecendo diferentes formas de aprender e ensinar.</p><p><br/></p><p>A temática do Cerrado e da educação climática foi escolhida como eixo norteador, possibilitando reflexões sobre o território, o meio ambiente e as relações humanas. A partir de situações-problema reais — como a degradação ambiental, as queimadas e o uso sustentável dos recursos naturais —, os alunos desenvolveram projetos, cartazes, maquetes e apresentações, articulando conhecimentos de Geografia, Ciências e Linguagens de forma transversal e contextualizada.</p><p><br/></p><p>Impactos e Resultados:</p><p>A experiência gerou mudanças significativas no comportamento e na participação dos alunos, que passaram a demonstrar maior interesse, senso de pertencimento e responsabilidade com o próprio processo de aprendizagem. O espaço de escuta e criação colaborativa contribuiu para reduzir episódios de indisciplina, fortalecer o vínculo entre professores e estudantes e ampliar o desenvolvimento de competências socioemocionais, como cooperação e empatia.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-10-18 02:10:37 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>ESCUTA E APRENDIZAGEM</title>
         <author>marcia29souzams</author>
         <link>https://padlet.com/Ensina_Brasil/ConstruindoaCulturaqueQueremos/wish/3638268627</link>
         <description><![CDATA[<p>Com o objetivo de fortalecer as competências socioemocionais e estimular o protagonismo dos estudantes, foi desenvolvida a ação “Escuta e aprendizagem", um espaço de diálogo e acolhimento que une escuta ativa, empatia e desenvolvimento pessoal.</p><p><br/></p><p>As atividades foram realizadas fora da sala de aula, em espaços abertos da escola, proporcionando um ambiente mais leve, acolhedor e propício à reflexão. Nesses encontros, organizados no formato de roda de conversa, os alunos puderam expressar seus sentimentos, compartilhar dificuldades e refletir sobre seus desafios de aprendizagem nas diferentes áreas do conhecimento.</p><p><br/></p><p>A proposta foi conduzida dentro do espaço da tutoria, integrando o apoio pedagógico às dimensões emocionais e sociais do processo educativo. O foco principal foi estimular a autoconfiança e o sentimento de capacidade dos estudantes, valorizando suas trajetórias e potencialidades. Além disso, o diálogo com os tutores e colegas permitiu o desenvolvimento de habilidades de comunicação, empatia, cooperação e empreendedorismo — competências essenciais para a vida e para o mundo do trabalho.  <strong>Impactos e Resultados:</strong><br>A ação gerou <strong>melhoras significativas no comportamento e na motivação dos alunos</strong>, que passaram a se sentir <strong>mais acolhidos, confiantes e comprometidos com seus estudos</strong>. Observou-se <strong>redução de conflitos e indisciplina</strong>, <strong>aumento da participação em sala de aula</strong> e <strong>maior interação entre alunos e professores</strong>. As rodas de conversa também fortaleceram o <strong>vínculo afetivo com a escola</strong> e criaram um espaço contínuo de <strong>escuta, diálogo e corresponsabilidade</strong>, essencial para a construção de uma cultura escolar mais humana, solidária e participativa.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-10-18 02:19:29 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Mutirão: Inscrição do PAS</title>
         <author>judyamorim11</author>
         <link>https://padlet.com/Ensina_Brasil/ConstruindoaCulturaqueQueremos/wish/3638276306</link>
         <description><![CDATA[<p>Durante o período de inscrições do <strong>PAS (Programa de Avaliação Seriada)</strong>, percebemos que muitos estudantes da escola desconheciam o programa e sua importância como uma das principais portas de entrada para universidades públicas, como a <strong>UnB</strong>. </p><p>A ausência de informações e de incentivo dentro da escola fazia com que vários alunos deixassem de participar do processo seletivo.</p><p><br/></p><p>Diante disso, eu e outra professora planejamos uma ação simples, mas transformadora.<br>Na primeira aula, conversamos com os alunos do 1º ano sobre o <strong>PAS</strong>, explicando como o processo funciona e por que ele é uma oportunidade de ingresso no ensino superior.<br>Na segunda aula, realizamos um <strong>mutirão de inscrições</strong>, auxiliando aqueles que precisavam de apoio.</p><p><br/></p><p>O resultado foi imediato: os estudantes se sentiram <strong>acolhidos, motivados e confiantes</strong>. Muitos que não conheciam o processo passaram a enxergar o <strong>PAS </strong>como uma oportunidade real de mudança e um passo rumo à universidade.</p><p><br/></p><p>Após essa experiência, percebemos a importância dessa ser uma ação anual da escola, garantindo que todos os novos alunos do Ensino Médio tenham acesso à informação, orientação e suporte para participar do <strong>PAS</strong> — fortalecendo, assim, o papel da escola na construção dos projetos de vida dos estudantes.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-10-18 02:34:20 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Entre Planilhas e Post-its: Aprendendo a se Enxergar como Turma</title>
         <author>camilabarroseng</author>
         <link>https://padlet.com/Ensina_Brasil/ConstruindoaCulturaqueQueremos/wish/3638938798</link>
         <description><![CDATA[<p>Logo depois do primeiro conselho de classe do ano, tive uma ideia simples: conversar com o 1º C, a turma que acompanho como conselheira, sobre o que tínhamos visto ali — as notas, as faltas, os elogios, as preocupações. Sem rodeios, sem broncas. Só conversar.</p><p>Queria que eles se vissem de fora, com o mesmo olhar que nós, professores, temos. E, desde então, esse momento virou tradição.</p><p>No começo era só isso: mostrar dados, comparar notas, falar sobre frequência. Mas a cada bimestre, eu ajustava um pouco — e eles se envolviam mais. Hoje, são eles que me cobram: “Professora, quando vai ter aquela conversa de novo?” E eu amo ver como esperam por isso.</p><p>Neste último encontro, decidi fazer diferente. Entreguei post-its de duas cores: uma para escrever um ponto positivo da turma, outra para um ponto negativo. Fiz uma distribuição “estrategicamente aleatória” — quem sempre reclama ficou com o papel dos elogios, quem costuma se calar recebeu o das críticas.</p><p>E foi aí que algo lindo (e um pouco dolorido) aconteceu: eles tiveram muito mais dificuldade em dizer o que havia de bom.</p><p>Quando li em voz alta o que escreveram, os pontos negativos se repetiam — falta de respeito, fofocas, brincadeiras bobas. E eu concordo, claro. Mas também aproveitei para mostrar o outro lado: o quanto nós, professores, gostamos deles.</p><p>Foi bonito ver a surpresa no rosto de alguns. Eles realmente não imaginavam.</p><p>Percebi ali o quanto, às vezes, os alunos são cruéis consigo mesmos — e o quanto é importante mostrar que a gente não quer perfeição, quer envolvimento, quer vontade.</p><p>Depois disso, abrimos as planilhas na TV: notas, frequências, comparativos entre bimestres. Fomos analisando juntos.</p><p>Dessa vez, quase ninguém com nota vermelha, frequência linda (nenhum com menos de 80%!) e um avanço visível nas provas. No início do ano eu brigava tanto pra que levassem a sério... e agora vejo o esforço florescendo.</p><p>Preparei certificados, bilhetinhos, presentinhos. Fiz questão de reconhecer o destaque, o progresso e a constância — o aluno que teve 100% de frequência, a aluna que quase foi destaque, quem melhorou nota a nota. Porque crescer também é isso: reconhecer cada passo.</p><p>Esses momentos com eles me lembram por que escolhi estar ali.</p><p>Ver uma turma se enxergando de verdade — com suas falhas, sim, mas também com suas potências — é uma das coisas mais bonitas que já vivi como professora.</p><p>Saí daquela aula com o coração cheio. E com a certeza de que quando os alunos se sentem vistos, ouvidos e valorizados, eles não mudam só o comportamento.</p><p>Eles mudam o jeito de olhar pra si mesmos.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-10-18 21:43:26 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Eletiva Pernambuco, Meu País: cultura local e artes cênicas através de trechos do livro &quot;O Almanaque Pernambucano, dos Causos, Mal-assombros e Lorotas&quot;</title>
         <author>marianamariaalcantaragomes</author>
         <link>https://padlet.com/Ensina_Brasil/ConstruindoaCulturaqueQueremos/wish/3638945726</link>
         <description><![CDATA[<p>Mariana Gomes, 2024.</p><p><br/></p><p>A atividade foi desenvolvida na Escola de Tempo Integral Prefeito João Lyra Filho, em Caruaru, Pernambuco, com estudantes do componente eletivo <em>Pernambuco, Meu País</em>. O principal desafio era despertar nos estudantes o interesse pela cultura popular pernambucana e fazê-los reconhecer a importância das narrativas orais e lendárias para a formação da identidade cultural do povo. Muitos desconheciam figuras marcantes do imaginário popular, como a <em>Perna Cabeluda</em>, <em>Cumadre Florzinha</em> e <em>O Pai do Mangue</em>, o que reforçava a necessidade de trabalhar o tema de forma dinâmica e significativa.  </p><p>A proposta pedagógica consistiu na leitura e encenação de trechos do livro <em>O Almanaque Pernambucano dos Causos, Mal-assombros e Lorotas</em>, de Roberto Beltrão e Rúbia Lóssio (Editora Massangana). Divididos em grupos, os estudantes escolheram histórias que fazem parte do imaginário popular pernambucano e, a partir delas, criaram pequenas apresentações teatrais. Cada grupo ficou responsável pela construção dos personagens, elaboração das cenas, improvisação de figurinos e criação de cenários simples. Assim, o aprendizado aconteceu de forma lúdica, colaborativa e autoral.</p><p>A prática gerou grande engajamento e entusiasmo entre os alunos, que passaram a reconhecer lorotas como parte viva da cultura pernambucana. As apresentações despertaram a criatividade, o senso de pertencimento e a valorização das tradições locais. O destaque ficou por conta da personagem <em>Perna Cabeluda</em>, que “assombrou” com bom humor as aulas e tornou o aprendizado inesquecível. A experiência também fortaleceu vínculos entre os estudantes e estimulou o protagonismo juvenil.  </p><p>Uma curiosidade interessante é que no último Domingo, 12 de outubro, houve uma intervenção artística de uma perna cabeluda gigante no Marco Zero da capital pernambucana. A intervensão é parte da campanha de divulgação do filme Recife Assombrado 2: A Maldição de Branca Dias que estará nos cinemas no mês de dezembro, a história da Perna Cabeluda é uma das representações culturais marcantes do estado. Trabalhar memórias culturais em sala de aula é manter viva a continuidade de tradições locais incentivando pertencimento e identidade. </p>]]></description>
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         <pubDate>2025-10-18 22:04:37 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Caça ao tesouro: Colonização e Ciclos de exploração na América Portuguesa</title>
         <author>marianamariaalcantaragomes</author>
         <link>https://padlet.com/Ensina_Brasil/ConstruindoaCulturaqueQueremos/wish/3638951430</link>
         <description><![CDATA[<p>Mariana Gomes, 2024.</p><p><br/></p><p>A atividade foi desenvolvida com as turmas do <strong>7º ano do Ensino Fundamental</strong> da Escola de Tempo Integral Prefeito João Lyra Filho, localizada no município de Caruaru–PE. A proposta surgiu nas aulas de História, com o objetivo de fortalecer a as habilidades desenvolvidas sobre o <strong>processo de colonização do Brasil</strong> de forma participativa e significativa. Os principais personagens dessa experiência foram os próprios estudantes, que se envolveram ativamente nas etapas da atividade, demonstrando entusiasmo e espírito colaborativo.</p><p>O principal desafio identificado foi <strong>estimular o interesse e a participação dos alunos</strong> nos conteúdos históricos sobre as <strong>Grandes Navegações, a invasão portuguesa no Brasil e a exploração colonial</strong>, temas que, muitas vezes, são vistos como distantes da realidade dos estudantes. Além disso, buscava-se promover uma <strong>compreensão crítica das narrativas coloniais</strong>, superando visões eurocêntricas e reconhecendo a importância dos povos indígenas nesse processo histórico.</p><p>Como estratégia pedagógica, foi organizada uma <strong>Caça ao Tesouro Histórica</strong>, que transformou os espaços da escola em um grande tabuleiro de descobertas. Os estudantes, divididos em grupos, seguiram <strong>pistas, charadas e desafios</strong> distribuídos em diferentes locais. Cada pista exigia a resolução de questões relacionadas aos conteúdos estudados, conduzindo os participantes por ambientes do espaço escolar em uma jornada simbólica que representava o percurso da colonização portuguesa.<br>A atividade incentivou o <strong>trabalho em equipe, o raciocínio lógico e a cooperação</strong>, unindo o aprendizado histórico a uma experiência lúdica e investigativa.</p><p>A prática promoveu uma <strong>grande motivação entre os estudantes</strong>, que se mostraram curiosos e engajados em cada etapa da caça. Houve uma melhora perceptível na <strong>compreensão dos conteúdos</strong>, especialmente em relação à cronologia dos fatos e às consequências sociais da colonização. Além disso, os alunos desenvolveram habilidades socioemocionais, como <strong>colaboração, respeito às ideias dos colegas e senso de pertencimento ao grupo</strong>.<br>O projeto também possibilitou reflexões críticas sobre o papel dos povos indígenas e a exploração colonial, favorecendo uma leitura mais consciente e descolonizada da história do Brasil.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-10-18 22:21:53 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Estudantes se preparam para Olimpíada Brasileira de Africanidades e Povos Originários (OBAPO)</title>
         <author>marianamariaalcantaragomes</author>
         <link>https://padlet.com/Ensina_Brasil/ConstruindoaCulturaqueQueremos/wish/3638966330</link>
         <description><![CDATA[<p>Mariana Gomes, 2024.</p><p><br/></p><p>Na Escola de Tempo Integral Prefeito João Lyra Filho, localizada em Caruaru–PE, os estudantes têm se reunido todas as <strong>quintas-feiras</strong>, no <strong>período pós-aula (das 16h30 às 17h20)</strong>, para se prepararem para a <strong>Olimpíada Brasileira de Africanidades e Povos Originários (OBAPO)</strong>. A iniciativa envolve alunos de 6° e 7° anos, sob a orientação da professora Mariana Gomes, que tem buscado promover o aprofundamento dos estudos sobre as <strong>culturas africanas e indígenas</strong> e suas contribuições para a formação da sociedade brasileira.</p><p>A inscrição na Olimpíada exigiu pagamento de uma taxa e só foi possível em diálogo com a gestão da escola, tendo em vista que os estudantes realizaram no mês de Julho a primeira Mostra Cultural do Continente Africano, argumentei que seria uma grande possibilidade para o desenvolvimento dos estudantes a participação na OBAPO, à então a gestão escolar solicitou o pedido Secretaria de Educação de Caruru e o resultado foi positivo. </p><p>A olimpíada acontecerá nos dias 13 e 14 de novembro, a preparação para a Olimpíada transformou-se em um <strong>espaço formativo e colaborativo</strong>, no qual os estudantes têm acesso a um aulão semanal com textos, vídeos, resolução de questões e debates sobre temas como <strong>ancestralidade, oralidade, religiosidade, arte e resistência cultural</strong>.<br>As atividades dialogam diretamente com a <strong>Lei 10.639/2003</strong>, que tornou obrigatório o ensino da História e Cultura Afro-Brasileira, e com a <strong>Lei 11.645/2008</strong>, que ampliou essa obrigatoriedade para incluir a <strong>História e Cultura dos Povos Indígenas</strong>. Essas legislações reforçam o compromisso da escola com uma educação antirracista e multicultural, conforme as <strong>Diretrizes Curriculares Nacionais para a Educação das Relações Étnico-Raciais</strong>.</p><p>Para tornar esse momento um espaço de saberes compartilhado os estudantes que atuam como monitores de história da escola participam ativamente do aulão auxiliando a professora e ensinando seus colegas. </p><p>Os encontros têm se tornado também um <strong>espaço de escuta e diálogo</strong>, onde os alunos reconhecem a presença viva das heranças culturais africanas e indígenas em suas próprias comunidades e no cotidiano escolar. Inclusive ao estudar sobre os Símbolos Adinkras de origem africana do povo Ashanti, os estudantes identificaram a presença dos símbolos em portões e grades presentes no bairro da escola e realizaram o registro fotográfico. Ao publicar nas redes sociais, marcaram o canal de comunicação da Olimpíada que enviou uma mensagem parabenizando o trabalho dos estudantes.</p><p>O projeto busca não somente preparar os estudantes para a realização da prova, mas também incentivar a aprendizagem coletiva com a participação dos/as monitores/as de História e relembrar o significado das raízes culturais e raciais que construíram grande parte do nosso país. </p><p>Nesse sentido, caminhamos com a frase do rapper Emicida que nos lembra que "Viver é partir, voltar e repartir", junto ao significado do Adinkra Sankofa que lembra a tradição do povo Ashanti "volte e pegue aquilo que é seu", simbolizando a importância de resgatar a história e a ancestralidade para construir memória acerca das suas identidades.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-10-18 23:15:14 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Personalidades Históricas</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/Ensina_Brasil/ConstruindoaCulturaqueQueremos/wish/3639603048</link>
         <description><![CDATA[<p>Durante as aulas de Inglês, os alunos do 7º ano desenvolveram atividades sobre personalidades históricas, como escritores, cientistas, atletas e artistas que marcaram o passado e a atualidade.<br>O objetivo foi aprender a identificar e descrever pessoas importantes, reconhecendo suas habilidades e feitos, além de praticar o uso dos verbos no passado em inglês.</p><p>Essa atividade permitiu que os estudantes conectassem o aprendizado da língua com o conhecimento histórico, desenvolvendo leitura, escrita e expressão oral de forma significativa e criativa!</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-10-19 17:43:24 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Geometria em 3D: aprendendo com as próprias mãos</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/Ensina_Brasil/ConstruindoaCulturaqueQueremos/wish/3640837017</link>
         <description><![CDATA[<p>Para tornar o estudo da geometria mais concreto e envolvente, foi realizada uma atividade prática com <strong>bolinhas de isopor e palitos</strong>.<br>Os alunos construíram <strong>sólidos geométricos</strong> e, a partir dessas criações, investigaram <strong>arestas, faces e vértices</strong>, relacionando o modelo físico às <strong>fórmulas de área e volume</strong>.</p><p>A experiência trouxe mais clareza aos conceitos e despertou o interesse dos estudantes, mostrando que <strong>aprender com as próprias mãos pode ser um caminho eficaz e prazeroso para compreender a matemática.</strong></p>]]></description>
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         <pubDate>2025-10-20 11:18:38 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Medindo com o Corpo: Matemática na Prática</title>
         <author>antonioafernandes99</author>
         <link>https://padlet.com/Ensina_Brasil/ConstruindoaCulturaqueQueremos/wish/3640896456</link>
         <description><![CDATA[<p><strong>1. Contexto e Personagens</strong></p><p>A atividade foi realizada com os alunos das turmas B e D do 8º ano da Escola Estadual José Barnabé de Mesquita. Os estudantes foram organizados em grupos e cada um teve um papel bem definido para tornar a experiência mais dinâmica e colaborativa: <strong>medidores</strong>, responsáveis pelas medições; <strong>registradores</strong>, que anotavam os dados coletados; e a equipe de <strong>mídia</strong>, que identificava as figuras geométricas na quadra e registrava tudo com fotos.</p><p><br></p><p><strong>2. Desafio</strong></p><p>O ponto de partida foi um desafio bem real: <strong>a escola não tinha fitas métricas disponíveis</strong>. Além disso, havia a intenção de tornar o estudo de <strong>área, perímetro e comprimento</strong> mais próximo do cotidiano dos alunos, saindo do quadro e da lousa e levando a matemática para um ambiente mais concreto e divertido.</p><p><br></p><p><strong>3. Solução</strong></p><p>A solução foi transformar a própria quadra esportiva em sala de aula. Cada grupo escolheu polígonos e circunferências marcados no chão para medir e calcular. Como não havia instrumentos tradicionais, os medidores usaram <strong>partes do próprio corpo</strong> (pés, palmas, dedos ou altura) como unidades de medida.<br>Enquanto isso, os registradores preenchiam uma tabela com as informações: qual figura estava sendo medida, qual parte foi medida (raio, diâmetro ou lado), o valor encontrado e a unidade usada. A equipe de mídia documentava as figuras e o processo com fotos.<br>Na segunda parte da aula, os alunos mediram com réguas as unidades corporais utilizadas, convertendo as medidas em centímetros e metros para chegar aos valores reais de área, perímetro ou comprimento.</p><p><br></p><p><strong>4. Impacto</strong></p><p>A experiência foi muito positiva. Os alunos participaram com entusiasmo, colaboraram entre si e mostraram autonomia para realizar as medições. A atividade trouxe a matemática para perto da realidade deles, de forma lúdica e significativa. No encerramento, cada grupo apresentou seus resultados, comparando medidas e levantando hipóteses para as diferenças, como imprecisões nas medições corporais ou formas diferentes de contar passos.<br>Foi um momento leve, prático e cheio de aprendizado, em que a matemática deixou de ser apenas número no caderno e virou uma experiência vivida na quadra.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-10-20 12:05:44 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Interdisciplinaridade</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/Ensina_Brasil/ConstruindoaCulturaqueQueremos/wish/3640961967</link>
         <description><![CDATA[<p>Trabalhamos de maneira transversal as matérias de matemática, português e ciências criando uma avaliação interna semanal que permitiu a coleta, limpeza e tratamento de dados sobre o rendimento dos estudantes; a partir disso, consegui alinhar o conteúdo de ciências de maneira a mitigar dúvidas na minha matéria, trazendo maior aplicabilidade da matéria de matemática, além de desenvolver habilidades de leitura e interpretação essenciais para execução de provas e aprendizado por meio de pesquisa. Isso aumentou o engajamento dos estudantes de 9°ano e aumentou a participação em sala de aula.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-10-20 12:50:49 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Senso Escolar em Ação</title>
         <author>antonioafernandes99</author>
         <link>https://padlet.com/Ensina_Brasil/ConstruindoaCulturaqueQueremos/wish/3641131100</link>
         <description><![CDATA[<p><strong>1. Contexto e Personagens</strong></p><p>A atividade foi realizada com as turmas C e E do 7º ano da Escola Estadual José Barnabé de Mesquita. Os alunos foram divididos em <strong>duplas</strong>, que tiveram a tarefa de circular por todas as salas da escola para realizar um <strong>senso escolar do dia</strong>, contando o número de meninos, meninas e o total de estudantes em cada turma.</p><p><br/></p><p><strong>2. Desafio</strong></p><p>O objetivo era ir além dos números prontos dos livros e <strong>trabalhar estatística de forma viva e concreta</strong>. A proposta buscou envolver os estudantes na coleta dos dados, mostrando que estatística está presente no cotidiano escolar e pode ser construída a partir da realidade deles.</p><p><br/></p><p><strong>3. Solução</strong></p><p>As duplas visitaram as turmas, anotando cuidadosamente as informações em suas tabelas: número de meninos, de meninas, total de alunos e se a turma era <strong>regular</strong> ou <strong>integral</strong>. De volta à sala, os dados foram organizados e tabulados coletivamente.<br>Com as informações em mãos, os alunos utilizaram conceitos estatísticos como <strong>amplitude</strong>, <strong>média</strong> e <strong>interpretação de dados</strong> para responder a três módulos de perguntas, que iam além da matemática:</p><ul><li><p>Por que há diferença entre o número de meninos e meninas em algumas turmas?</p></li><li><p>O que explica a variação no total de estudantes entre turmas integrais e regulares?</p></li><li><p>Que fatores podem influenciar esses números no dia a dia escolar?</p></li></ul><p>A discussão foi rica e estimulou tanto o raciocínio lógico quanto o olhar crítico sobre a própria escola.</p><p><br/></p><p><strong>4. Impacto</strong></p><p>Os alunos participaram ativamente e se envolveram na coleta e análise dos dados, desenvolvendo não apenas habilidades matemáticas, mas também de <strong>observação, interpretação e argumentação</strong>. Ao trabalhar com informações reais, a estatística ganhou significado, não era apenas uma conta no caderno, mas uma leitura do ambiente em que vivem.</p><p><br/></p><p><strong>5. Futuro</strong></p><p>Os mesmos dados coletados nessa atividade serão reutilizados na próxima unidade didática para <strong>introduzir o conceito de porcentagem</strong>, permitindo que os alunos façam novas análises a partir de informações já conhecidas. Isso reforçará a conexão entre as unidades de conteúdo e dará continuidade ao processo de aprendizagem de forma integrada e prática.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-10-20 14:22:42 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>O Cerrado Cantado</title>
         <author>rebecarochassd</author>
         <link>https://padlet.com/Ensina_Brasil/ConstruindoaCulturaqueQueremos/wish/3641322029</link>
         <description><![CDATA[<p>O <strong>Cerrado Cantado</strong> foi uma prática em sala de aula com a turma do 7º ano, enquanto estávamos estudando biomas. A ideia era reforçar as características do Cerrado, tanto de lentes positivas, valorizando nosso bioma que nos fornece tanta biodiversidade de animais, plantas medicinais e frutas, quanto provocando reflexão com outra música sobre as ameaças ao Cerrado e o que nós, como alunos e pessoas ativas na sociedade, podemos fazer para protegê-lo.</p><p><br/></p><p>A atividade envolveu duas músicas. A primeira foi <strong>Aquarela do Cerrado</strong>, que animou a turma inteira; muitos se identificaram e até se viram nos lugares mostrados no clipe do vídeo. A segunda foi <strong>Cerrado Ameaçado</strong>, música recente em parceria com a WWF e Marina Sena, que trouxe uma reflexão sobre os impactos no bioma e a responsabilidade de todos nós na sua preservação.</p><p><br/></p><p>Fizemos uma análise das letras, buscando entender a mensagem principal de cada música, quais características do bioma eram citadas, quais ameaças apareciam e o que podemos fazer para ajudar. A aula teve muito engajamento, e a música ainda é cantada por alguns alunos.</p><p><br/></p><p>Foi uma experiência muito rica. A música ajudou os alunos a se enxergarem dentro do conteúdo e a perceberem que o Cerrado não é só um tema do livro, mas o nosso lar, que precisa ser cuidado e valorizado.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-10-20 16:12:21 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Jornal dos Biomas</title>
         <author>rebecarochassd</author>
         <link>https://padlet.com/Ensina_Brasil/ConstruindoaCulturaqueQueremos/wish/3641341514</link>
         <description><![CDATA[<p>Em uma aula dupla com os 7º anos, os alunos tiveram que criar um mini jornal do zero. A ideia era que cada grupo produzisse, com folhas do caderno, um jornal com uma matéria sobre o bioma sorteado para eles. A matéria principal precisava mostrar as principais características do bioma escolhido, enquanto o restante do jornal podia incluir entrevistas, curiosidades e ilustrações.</p><p><br/></p><p>Cada grupo tinha um editor, que ficava responsável pela matéria completa; uma repórter, que criava uma entrevista fictícia exclusiva; e ilustradores, que cuidavam de toda a parte visual e estética do trabalho.</p><p>O resultado foi incrível. Muitos alunos se destacaram no trabalho em equipe e surgiram pequenos líderes que nem imaginávamos. </p><p><br/></p><p>Todos os grupos entregaram seus jornais, alguns mais completos, outros mais simples. Ser jornalista por um dia foi uma experiência e tanto, mas todos saíram orgulhosos do que produziram.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-10-20 16:24:34 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>AjudaAí - Desafio Liga Jovem - Sebrae</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/Ensina_Brasil/ConstruindoaCulturaqueQueremos/wish/3641385968</link>
         <description><![CDATA[<p>Estou muito orgulhosa de dividir com vocês essa conquista que já é muito significativa para nós. Minha equipe de estudantes do projeto Empreendedorismo de Cria: Não queremos “presente”, queremos futuro! foi selecionada com a proposta do nosso (APP - AjudaAí) para a etapa estadual da 3ª edição do Desafio Liga Jovem, a maior competição nacional de empreendedorismo de impacto promovida pelo <a rel="noopener noreferrer nofollow" class="pwHwmXBqmofSClxsctVkNQQzvNIASaSVkFYLg " href="https://www.linkedin.com/company/sebrae/">Sebrae</a>.<br>Em um desafio que mobilizou mais de 62 mil estudantes em todo o país e recebeu mais de 5 mil projetos de inovação social, estar entre os aprovados para mais uma etapa é a prova do potencial transformador que existe dentro das escolas públicas e das comunidades periféricas quando os jovens têm voz, oportunidade e acreditam no seu poder de criar soluções para o mundo.<br>A ideia do AjudaAí é um aplicativo criado pelos próprios estudantes como resposta a desafios reais encontrados por eles. Ele conecta pessoas que precisam de ajuda com quem pode oferecer apoio/solução. A plataforma promove autonomia, engajamento cívico e uso da tecnologia como meio de impacto social direto, mostrando na prática que a juventude da escola pública não está apenas consumindo tecnologia, mas criando soluções inovadoras para transformar realidades.<br>Mais do que uma competição, essa conquista simboliza:<br>- Juventudes periféricas ocupando espaços de inovação;<br>- Educação pública como produtora de soluções reais;<br>- Liderança estudantil em ação.<br>Seguimos para a próxima etapa com a certeza de que estamos construindo não apenas projetos, mas futuros.<br><br>E se vocês gostarem depois posso contar um pouco mais sobre a nossa ideia por aqui. Hehe</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-10-20 16:52:48 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Trabalhando identidade na eletiva de Produção Visual</title>
         <author>rebecarochassd</author>
         <link>https://padlet.com/Ensina_Brasil/ConstruindoaCulturaqueQueremos/wish/3641392499</link>
         <description><![CDATA[<p>A eletiva de Produção Visual oferece um espaço para explorar a expressão artística e refletir sobre quem somos. Notei que muitos alunos ainda estavam descobrindo sua identidade, tanto cultural quanto individual, e decidi que esse seria um dos focos da eletiva: ajudá-los a se expressar artisticamente, sem medo de se mostrar, e a valorizar seus sonhos e sua própria realidade.</p><p><br/></p><p>Para isso, propus uma atividade de colagem. Cada aluno se representou no centro com algo que o definisse e, ao redor, colocou imagens, cores e elementos que refletissem gostos, interesses e sonhos. Algumas falas, como “eu não tenho sonho” ou “se eu falar meu sonho, vou me decepcionar”, mostraram que ainda há dificuldade em se projetar e compartilhar desejos.</p><p><br/></p><p>Os resultados foram positivos: foi possível perceber diferentes formas de expressão mesmo com materiais simples. Hoje, ainda estamos trabalhando na culminância da eletiva, em que eles vão criar imagens que reflitam quem são, a cidade em que vivem e seus sonhos, reforçando a importância da produção visual para a expressão pessoal e a valorização da própria identidade.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-10-20 16:57:23 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Autoavaliação </title>
         <author>matheusabreu099</author>
         <link>https://padlet.com/Ensina_Brasil/ConstruindoaCulturaqueQueremos/wish/3641451610</link>
         <description><![CDATA[<p>A atividade consiste em um momento individualizado entre professor e estudante, no qual cada aluno realiza uma autoavaliação do seu comportamento durante o período letivo. O aluno atribui a si uma nota, justificando seu desempenho a partir de critérios previamente discutidos em sala, como respeito às regras, participação, compromisso com as atividades e convivência coletiva.</p><p>Após a atribuição da nota, o professor dialoga com o estudante, refletindo sobre a coerência entre a autoavaliação e sua postura observada em sala. Caso a autoavaliação esteja condizente com a realidade, a nota é validada. Se houver discrepância, o professor conduz o aluno à autorreflexão, estimulando ajustes na percepção de si e no senso de responsabilidade.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-10-20 17:34:20 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Manguezal Vivo: da sala de aula ao Festival do Rio</title>
         <author>iagoohmenezes</author>
         <link>https://padlet.com/Ensina_Brasil/ConstruindoaCulturaqueQueremos/wish/3642967425</link>
         <description><![CDATA[<p>O <strong>Manguezal Vivo</strong> nasceu dentro do projeto <strong>A Voz do Alberto</strong>, na EMEF Alberto de Almeida, em Santo Antônio (Vitória – ES). </p><p><br></p><p>Uma escola pública, viva, que acredita na potência dos seus alunos e no poder da educação como prática de transformação.</p><p>Tudo começou com o desejo de aproximar os estudantes do manguezal da Estação Ecológica Ilha do Lameirão. Vieram as <strong>palestras, as rodas de conversa, as oficinas com pescadores, pesquisadores e moradores</strong>, e depois a ideia: transformar tudo isso em cinema.</p><p><br></p><p>A gente foi aprendendo junto. </p><p><br></p><p>Os alunos pensaram o <strong>roteiro</strong>, gravaram as <strong>entrevistas</strong>, operaram <strong>câmeras e microfones</strong>, e discutiram cada escolha com o olhar curioso de quem entende que o território também é sala de aula. Eu e a professora <strong>Daiana Rosário</strong> fomos só o apoio — porque o protagonismo era deles.</p><p><br></p><p>O resultado virou o documentário <strong>Manguezal Vivo</strong>, que foi <strong>selecionado para o Programa Geração do Festival do Rio 2025</strong>, ao lado de produções de escolas e coletivos de vários países. Fomos <strong>a única escola pública do Espírito Santo</strong> entre os selecionados.</p><p><br></p><p>Daí começou outra correria: organizar viagem, documentação, hospedagem, autorização… tudo isso enquanto a escola inteira vibrava junto. E valeu cada esforço.</p><p>Na semana passada, embarcamos com <strong>cinco estudantes</strong> — <strong>Antonio, Matheus, Isadora, Esther e Ágatha</strong> — para o <strong>Rio de Janeiro</strong>. Pra muitos, foi <strong>a primeira viagem de avião e a primeira vez fora do estado</strong>. </p><p><br></p><p>Lá, participaram do <strong>Vídeo Fórum</strong>, apresentaram o documentário, debateram com <strong>centenas de alunos do Brasil e do mundo</strong>, e ainda visitaram lugares como o <strong>Museu do Amanhã, CCBB, Theatro Municipal, Câmara dos Vereadores, Arcos da Lapa e Escadaria Selarón</strong>.</p><p><br></p><p>A repercussão foi linda: o projeto saiu na <strong>TV Gazeta</strong>, no <strong>site da Prefeitura de Vitória</strong> e no <strong>boletim da Secretaria de Educação</strong>. E quando voltamos, eles apresentaram o trabalho para <strong>lideranças da SEME</strong>, <strong>parceiros do Ensina Brasil</strong> e toda a comunidade escolar.</p><p><br></p><p>O impacto foi tão grande que decidimos realizar uma <strong>Semana de Cinema</strong> na escola, exibindo os curtas do <strong>Programa Geração</strong> e o nosso, pra que todos os alunos percebam a potência que existe dentro das paredes da EMEF Alberto de Almeida.</p><p><br></p><p>Hoje, o <em>Manguezal Vivo</em> é mais do que um filme: é uma lembrança viva do que acontece quando a escola pública acredita nos sonhos dos seus alunos — e dá a eles as ferramentas pra contar suas próprias histórias.</p><p><br></p>]]></description>
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         <pubDate>2025-10-21 11:38:16 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>RPG: Narrativa e Ciências</title>
         <author>sabrinakspereira</author>
         <link>https://padlet.com/Ensina_Brasil/ConstruindoaCulturaqueQueremos/wish/3645494234</link>
         <description><![CDATA[<p>Ambientada em um mundo mágico, os alunos da Eletiva de RPG foram levados a completar as "missões" dadas pelo mago Merlin. Em cada missão, os aventureiros teriam que resolver desafios e criar suas "poções" que trariam as soluções necessárias para avançar em sua jornada. A Mestre do jogo (professora Sabrina) também utilizava do livro da Nau dos Mestres para trazer curiosidades e as explicações científicas por detrás de cada "poção". </p>]]></description>
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         <pubDate>2025-10-22 15:06:40 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/Ensina_Brasil/ConstruindoaCulturaqueQueremos/wish/3645494234</guid>
      </item>
      <item>
         <title>GK GINCA SAEB 2025</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/Ensina_Brasil/ConstruindoaCulturaqueQueremos/wish/3649038442</link>
         <description><![CDATA[<p><strong>1. Contextos e Personagens</strong></p><p>A gincana “GK GINCA SAEB 2025” foi voltada para todas as 7 turmas do 9º ano do ensino fundamental da Escola Estadual Gustavo Kulmann, como parte da preparação para as provas do Sistema de Avaliação da Educação Básica (SAEB).</p><p>A mediação da atividade ficou a cargo dos professores e da equipe gestora, que assumiram o papel de facilitadores e juízes das provas da gincana. As turmas com melhor desempenho foram premiadas, celebrando o esforço e o espírito de equipe.</p><p><strong>2. Desafio</strong></p><p>Transformar a revisão dos conteúdos de Língua Portuguesa e Matemática em um momento leve, divertido e cheio de aprendizado — esse foi o desafio proposto.<br>Mais do que revisar conteúdos, o objetivo era despertar o raciocínio lógico, a memória, a tomada de decisão e o trabalho em equipe, por meio de provas interativas que uniam conhecimento e prática.</p><p><strong>3. Solução</strong></p><p>A gincana pedagógica foi planejada com base em atividades cooperativas e dinâmicas que valorizaram a comunicação, a estratégia e a colaboração entre os(as) estudantes. Entre as provas, destacaram-se o “quiz relâmpago”, a “estafeta acadêmica”, o “soletrando”, a animada “dança das cadeiras”, o “torneio de balões de água” e, claro, a divertida “torta na cara”!<br>Assim, o momento de preparação para o SAEB transformou-se em uma jornada envolvente, onde aprender tornou-se sinônimo de se divertir. A metodologia da gamificação garantiu engajamento, leveza e significado, promovendo o protagonismo dos(as) estudantes e a consolidação da aprendizagem.</p><p><strong>4. Impacto</strong></p><p>A gincana gerou resultados muito além da sala de aula: fortaleceu os laços entre colegas e professores, aumentou a motivação para os estudos e desenvolveu competências como liderança compartilhada, empatia e cooperação. O clima de entusiasmo e colaboração refletiu diretamente no desempenho e na confiança dos(as) alunos(as) para enfrentar novos desafios.</p><p><strong>5. Futuro</strong></p><p>Diante dos resultados positivos, a experiência passa a servir como referência para novos projetos interdisciplinares. Os(as) estudantes reconheceram o valor da liderança compartilhada e compreenderam que o sucesso nasce da escuta, da parceria e da valorização do trabalho coletivo — lições que certamente levarão para além dos muros da escola.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-10-24 10:55:29 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>🥈📚Olimpíada Municipal de História de Caruaru (OMHC)</title>
         <author>marianamariaalcantaragomes</author>
         <link>https://padlet.com/Ensina_Brasil/ConstruindoaCulturaqueQueremos/wish/3649425096</link>
         <description><![CDATA[<p>Tive a alegria de acompanhar <strong>13 estudantes da Escola em Tempo Integral Prefeito João Lyra Filho</strong> na <strong>I Olimpíada Municipal de História de Caruaru</strong>. Para se prepararem, organizamos um <strong>aulão especial</strong>, voltado ao estudo dos temas históricos. </p><p>Foi desafiador se preparar para a realização de uma olimpíada que aconteceu pela primeira vez no município de Caruaru, mas o empenho dos alunos foi inspirador. </p><p>Como resultado desse esforço coletivo, <strong>5 estudantes receberam Honra ao Mérito</strong> e <strong>1 conquistou a Medalha de Prata</strong>, demonstrando o comprometimento e o amor pela História presentes em nossa escola.</p><p>Mais do que prêmios, essa experiência representou o reconhecimento do trabalho dos estudantes que para realização da avaliação puderam vivenciar um pouco mais o trabalho de um historiador, analisando até mesmo a documentação histórica de um inventário do século XIX,  registrando a presença de pessoas escravizadas na região.                                A experiência é fruto da dedicação dos estudantes e da força da educação pública em incentivar o pensamento crítico e o aprendizado significativo.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-10-24 16:11:54 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Landbot Adinkra: tecnologia e ancestralidade na sala de aula - projeto em iniciação</title>
         <author>marianamariaalcantaragomes</author>
         <link>https://padlet.com/Ensina_Brasil/ConstruindoaCulturaqueQueremos/wish/3649452245</link>
         <description><![CDATA[<p><br/></p><p>A proposta une inovação digital e valorização da cultura africana, envolvendo 6 estudantes divididos em duas equipes, que irão construir chatbots educativos na plataforma Landbot inspirados nos símbolos Adinkra — pertencentes ao povo Ashanti que expressam valores, saberes e filosofias da ancestralidade africana inicialmente estampados em vestimentas, os símbolos foram trazidos para o Brasil na Diáspora Africana através dos povos Bantos. Trazendo consigo o conhecimento metalúrgico e da funilaria, hoje encontramos símbolos Adinkras principalmente em portões, grades e janelas.</p><p><br/></p><p>O projeto é uma iniciativa em parceria com o Programa CLIC (Computação, Letramentos, Interdisciplinaridade e Currículo) e o Transformative Learning Technologies Lab (TLTL) da Columbia University, promovendo a integração entre História, Cultura Afro-Brasileira e Tecnologia.</p><p>Durante seis encontros, os estudantes irão:</p><p> - Estudar o significado histórico e cultural dos símbolos Adinkra;</p><p> - Realizar pesquisas e registros fotográficos em seu território;</p><p> - Aprender a programar chatbots funcionais no Landbot;</p><p> - Desenvolver autonomia, protagonismo e letramento digital e científico.</p><p> - Compartilhar o Chat desenvolvido com os demais colegas da escola que estão se preparando para a Olimpíada Nacional de Africanidades e Povos Originários (OBAPO).</p><p><br/></p><p>Mais do que um projeto de tecnologia, o Landbot Adinkra propõe reconhecer a ancestralidade africana como fonte de conhecimento e resistência, conectando passado, presente e futuro em uma experiência educativa interdisciplinar.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-10-24 16:36:26 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Oficina de Robótica – 6º ano </title>
         <author>antonioafernandes99</author>
         <link>https://padlet.com/Ensina_Brasil/ConstruindoaCulturaqueQueremos/wish/3649522591</link>
         <description><![CDATA[<p><strong>1. Contexto e Personagens</strong></p><p>A oficina de robótica foi realizada com as turmas do <strong>6º ano</strong> da Escola Estadual <strong>José Barnabé de Mesquita</strong>, conduzida pelo professor <strong>Antônio Fernandes</strong>, de Matemática, a convite da professora <strong>Luti</strong>, de Língua Portuguesa.<br>Os alunos dessas turmas sempre demonstraram grande <strong>interesse pela robótica</strong>, acompanhando com entusiasmo as atividades realizadas pelos estudantes das turmas regulares. No entanto, por serem <strong>turmas integrais</strong>, não conseguiam participar diretamente do projeto, já que o horário das aulas do professor não coincidia com o período dessas turmas.         </p><p><strong>2. Desafio</strong></p><p>O desafio era proporcionar uma <strong>vivência prática com robótica</strong> para os alunos do período integral, que até então apenas observavam as atividades do projeto à distância. A proposta buscava aproximá-los desse universo tecnológico, conectando o conteúdo estudado em sala ,o tema <strong>“Arte e Tecnologias”</strong>, com uma experiência concreta e interdisciplinar.            </p><p><strong>3. Solução</strong></p><p>Com o convite da professora Luti, o professor Antônio organizou uma <strong>oficina de robótica educacional</strong>, apresentando aos alunos os kits LEGO e os princípios básicos de montagem e programação.<br>Durante a atividade, os estudantes puderam <strong>explorar peças, montar pequenos robôs e compreender seu funcionamento</strong>, aprendendo sobre sensores, motores e lógica de programação de forma simples e divertida.<br>A aula se tornou um momento de <strong>curiosidade, descoberta e cooperação</strong>, unindo os conhecimentos de Matemática, Português e Tecnologia em uma experiência única e integrada.                              </p><p><strong>4. Impacto</strong></p><p>A oficina foi um <strong>sucesso entre os alunos</strong>, que demonstraram entusiasmo e participação ativa em todas as etapas. O contato direto com os robôs despertou o interesse pela ciência e pela inovação, além de promover o trabalho em equipe e o pensamento lógico.<br>A parceria entre os professores mostrou como a <strong>interdisciplinaridade pode ampliar o aprendizado</strong>, tornando o conhecimento mais significativo e conectado à realidade dos estudantes.                                                  </p><p><strong>5. Futuro</strong></p><p>Diante do resultado positivo, a proposta é <strong>ampliar a parceria entre as disciplinas</strong> e realizar novas oficinas, incorporando a robótica em diferentes contextos pedagógicos. A experiência mostrou que, mesmo fora do projeto regular, é possível oferecer aos alunos do período integral <strong>momentos ricos de aprendizagem prática e criativa</strong>.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-10-24 17:42:49 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Educação Midiática - Projeto &quot;Clube de Mídias&quot; na FETEC-MS</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/Ensina_Brasil/ConstruindoaCulturaqueQueremos/wish/3663662020</link>
         <description><![CDATA[<p>Nos dias 20, 21 e 22 de outubro, os alunos do Projeto "Clube de Mídias", desenvolvido na Escola Estadual Teotônio Vilela, tiveram a honra de participar da 15ª edição da Feira de Engenharias, Ciências e Tecnologias de Mato Grosso do Sul (FECTEC-MS), considerada a maior feira científica do estado. A participação foi possível após o projeto ser selecionado como finalista, reconhecimento que destaca o alinhamento da iniciativa às práticas de educação midiática, à formação crítica dos estudantes e ao compromisso com a reflexão sobre o comportamento digital na atualidade.</p><p>Durante o evento, realizado na Universidade Federal de Mato Grosso do Sul (UFMS), os alunos apresentaram seu trabalho para professores, pesquisadores e visitantes de diferentes instituições, compartilhando suas experiências e aprendizados sobre o uso responsável e consciente das mídias digitais. Além da vivência científica, a participação na feira proporcionou momentos de grande inspiração: os estudantes puderam conhecer o campus da UFMS, descobrir as diversas formas de ingresso no ensino superior e ampliar seus horizontes, sonhando com a possibilidade de um dia ingressar em uma universidade pública.</p><p>A experiência foi enriquecedora e marcante, fortalecendo o compromisso da escola em promover a educação para a cidadania digital e estimular o protagonismo juvenil por meio de projetos que unem ciência, tecnologia e responsabilidade social.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-11-03 14:36:10 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Construindo Prismas </title>
         <author>antonioafernandes99</author>
         <link>https://padlet.com/Ensina_Brasil/ConstruindoaCulturaqueQueremos/wish/3666509252</link>
         <description><![CDATA[<p><strong>1. Contexto e Personagens</strong></p><p>A atividade foi realizada com as turmas do 8º ano da Escola Estadual José de Mesquita, com o professor Antônio Fernandes, em uma aula prática de Matemática. A proposta era ajudar os alunos a entender melhor prismas triangulares, paralelepípedos e cubos, já que muitos tinham dificuldade em imaginar e desenhar essas figuras apenas no caderno.                                                            </p><p><strong>2. Desafio</strong></p><p>O desafio era transformar o conteúdo teórico em algo mais visual e concreto, construindo os sólidos e calculando área total e volume. Assim, os alunos poderiam perceber, na prática, como cada medida se relaciona com as fórmulas.                              </p><p><strong>3. Solução</strong></p><p>Os estudantes inicialmente determinaram as medidas de cada prisma para calcularem área total e volume dos modelos. Eles utilizaram papelão, régua, tesoura e fita para montar os sólidos a partir de planificações. Depois, realizaram a pintura dos sólidos. A aula foi bem prática, com todos trabalhando em grupo e discutindo suas estratégias.                         </p><p><strong>4. Impacto</strong></p><p>A turma participou com entusiasmo! Os alunos comentaram que ficou muito mais fácil entender o conteúdo construindo os prismas. O trabalho em equipe deixou a aula mais dinâmica e colaborativa, e muitos conseguiram visualizar o conteúdo com mais clareza.                                                 </p><p><strong>5. Futuro</strong></p><p>Com o sucesso da atividade, a ideia é continuar trazendo práticas assim e, futuramente, explorar ferramentas digitais, como modelagem 3D, para deixar o estudo da geometria ainda mais interessante e conectado ao mundo real dos alunos.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-11-04 20:53:52 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Amarelinha Matemática</title>
         <author>antonioafernandes99</author>
         <link>https://padlet.com/Ensina_Brasil/ConstruindoaCulturaqueQueremos/wish/3666526799</link>
         <description><![CDATA[<p><strong>1. Contexto e Personagens</strong></p><p>Na Escola Estadual José de Mesquita, a professora <strong>Luti</strong>, de Língua Portuguesa, convidou os professores do ensina <strong>Alessandro</strong>, <strong>Maílson</strong> e <strong>Antônio</strong>, junto com os professores <strong>Rodrigo</strong> e <strong>Mayla</strong>, para pintar uma amarelinha matemática no pátio da escola. A ideia era deixar o espaço mais divertido, colorido e convidativo para os alunos.                                                                </p><p><strong>2. Desafio</strong></p><p>O desafio era transformar um espaço simples do pátio em um ambiente mais lúdico, que incentivasse o movimento e o aprendizado ao mesmo tempo, trazendo mais vida e alegria para a escola.                   </p><p><strong>3. Solução</strong></p><p>Os professores se reuniram, pegaram tinta, pincéis e criatividade, e colocaram a mão na massa ! Planejaram o desenho, pintaram os números e criaram uma amarelinha matemática que mistura brincadeira e raciocínio lógico.                        </p><p><strong>4. Impacto</strong></p><p>Os alunos ficaram super animados e curiosos com a novidade! A amarelinha trouxe mais cor e energia ao pátio, estimulando os estudantes a brincar e aprender ao mesmo tempo. O clima escolar ficou ainda mais leve e acolhedor.    </p><p><strong>5. Futuro</strong></p><p>Com o sucesso da pintura, o grupo já planeja continuar o projeto, criando <strong>novas amarelinhas temáticas</strong>, incluindo uma de <strong>inglês</strong> e outras ligadas a diferentes disciplinas, deixando o espaço escolar cada vez mais criativo, educativo e cheio de possibilidades.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-11-04 21:10:58 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/Ensina_Brasil/ConstruindoaCulturaqueQueremos/wish/3666526799</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Guia “Para Quem Quer Fazer Acontecer”</title>
         <author>iagoohmenezes</author>
         <link>https://padlet.com/Ensina_Brasil/ConstruindoaCulturaqueQueremos/wish/3677339693</link>
         <description><![CDATA[<p>Como parte do projeto <strong>A Voz do Alberto</strong>, criamos o <strong>Guia “Para Quem Quer Fazer Acontecer”</strong>, uma apostila prática que reúne orientações passo a passo sobre como organizar, produzir e manter projetos de comunicação e audiovisual dentro da escola.</p><p><br/></p><p>Esse material foi pensado para circular <strong>não só na nossa escola</strong>, mas <strong>em toda a rede</strong>, para que outras escolas possam se inspirar e criar suas próprias versões de <em>A Voz do Alberto</em>.</p><p><br/></p><p>O guia apresenta os processos de:</p><ul><li><p>montagem de equipe,</p></li><li><p>construção de roteiro,</p></li><li><p>entrevistas e história oral,</p></li><li><p>filmagem e áudio,</p></li><li><p>edição e exibição pública.</p><p><br/></p></li></ul><p>Seu objetivo é <strong>fortalecer o protagonismo estudantil</strong> e apoiar outras comunidades escolares a contarem <strong>suas próprias histórias</strong>, valorizando memórias, territórios e vozes que muitas vezes não aparecem nos livros.</p><p><br/></p><p><strong>Se outras escolas quiserem fazer acontecer → agora existe um caminho.</strong></p>]]></description>
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         <pubDate>2025-11-11 12:53:56 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/Ensina_Brasil/ConstruindoaCulturaqueQueremos/wish/3677339693</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Manguezal Vivo no 1º Festival de Cinema Estudantil de Niterói </title>
         <author>iagoohmenezes</author>
         <link>https://padlet.com/Ensina_Brasil/ConstruindoaCulturaqueQueremos/wish/3677355367</link>
         <description><![CDATA[<p>No dia <strong>5 de novembro</strong>, o documentário <strong>“Manguezal Vivo”</strong>, produzido pelos estudantes da EMEF Alberto de Almeida, foi exibido no <strong>1º Festival de Cinema Estudantil de Niterói – Cine Alastra</strong>, no Centro de Artes da Universidade Federal Fluminense (UFF).</p><p><br>Apesar de não podermos estar presentes por questões de deslocamento, tivemos um representante que leu um <strong>discurso escrito pelos próprios alunos</strong>, garantindo que nossas vozes estivessem lá.</p><p><br>Essa exibição mostra que <strong>o que é produzido dentro da escola pública tem potência, valor cultural e alcance</strong>, e que nossos estudantes podem ocupar espaços universitários e artísticos com legitimidade.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-11-11 13:05:11 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/Ensina_Brasil/ConstruindoaCulturaqueQueremos/wish/3677355367</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Geladeira Literária: espaço de conexão e amor pela leitura</title>
         <author>caahcalacio</author>
         <link>https://padlet.com/Ensina_Brasil/ConstruindoaCulturaqueQueremos/wish/3681628350</link>
         <description><![CDATA[<p><strong>Ensina: Camila Calácio l Escola Estadual Padre José Scampini</strong></p><p>A ideia do projeto “Geladeira Literária” surgiu no início do ano, após a proibição do uso de celulares nas escolas. Diante dessa mudança, nasceu o questionamento: <em>“o que fazer para entreter os estudantes durante o intervalo?”</em> A partir de uma geladeira antiga que estava parada em casa, veio a inspiração para transformá-la em um espaço de incentivo à leitura.</p><p><strong> “A rede além da rede”</strong>: O projeto contou com o apoio da acadêmica Elisa Kandratavicius, grande amiga da professora responsável e <strong>esposa de um alumni da rede</strong>, e também com a parceria da Professora Coordenadora de Práticas Inovadoras (PCPI) Tatyane Galvão. Para deixar a geladeira ainda mais especial, o grafiteiro <strong>@rabiscoeasy</strong> e uma Home Center local (<strong>Sertão</strong>) se uniram para colorir o equipamento com uma arte idealizada pelas alunas Ana Beatriz Duarte dos Santos e Isabella Rodrigues de Souza, inspirada no <strong>Pantanal</strong> e na <strong>Literatura sul-mato-grossense</strong>. O sucesso foi tão grande que o vídeo da pintura, publicado na página do artista <strong>@rabiscoeasy</strong>, já conta com <strong>mais de 50 mil visualizações</strong>, ampliando o alcance e a visibilidade do projeto.</p><p>O grande desafio era criar uma alternativa significativa e educativa para os momentos de intervalo, oferecendo aos estudantes um espaço que estimulasse o aprendizado, a convivência e o gosto pela leitura, substituindo o tempo que antes era ocupado pelo uso do celular. A resposta veio com a criação da Geladeira Literária, um projeto que propõe acesso livre e desburocratizado aos livros. Qualquer estudante pode pegar, ler e devolver uma obra, sem registros ou formulários, tudo baseado na confiança e na valorização da leitura como prazer.</p><p>A inauguração, realizada em 3 de novembro, contou com a presença da <strong>poetisa e membro da Academia Sul-Mato-Grossense de Letras, Sylvia Cesco</strong>, além de um momento de confraternização com <strong>sorvetes e pipocas</strong> oferecidos em parceria com o <strong>Supermercado Athenas</strong> e a <strong>Dale Sorvetes</strong>. Os livros foram doados pela comunidade escolar e pela <strong>Gibiteca</strong>, uma biblioteca especializada em histórias em quadrinhos de Campo Grande.</p><p>O projeto desperta o interesse pela leitura e fortalece os laços comunitários, criando um ambiente acolhedor e colaborativo. A confiança como princípio de funcionamento promove responsabilidade e pertencimento entre os estudantes. A iniciativa também gerou grande reconhecimento: a poetisa Sylvia Cesco “amadrinhou” o projeto, comprometendo-se a doar mais livros, e a ação foi <strong>destacada</strong> no site oficial da<strong> SED-MS, </strong>demonstrando o impacto positivo da proposta na formação de novos leitores.</p><p>A Geladeira Literária tem potencial de expansão, podendo inspirar outras escolas da rede a adotarem a iniciativa como prática de incentivo à leitura e convivência. A intenção é manter o projeto ativo, com o envolvimento constante dos alunos na organização e reposição do acervo, garantindo que a geladeira continue viva, repleta de histórias, cores e conexões que fazem da leitura uma ponte entre pessoas e saberes.</p>]]></description>
         <enclosure url="https://www.sed.ms.gov.br/geladeira-literaria-desperta-novos-leitores-na-escola-padre-jose-scampini/" />
         <pubDate>2025-11-13 18:02:57 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Eletiva Pernambuco, Meu País participa de oficina na Associação de Mulheres Artesãs Flor do Barro no Alto do Moura.</title>
         <author>marianamariaalcantaragomes</author>
         <link>https://padlet.com/Ensina_Brasil/ConstruindoaCulturaqueQueremos/wish/3681977215</link>
         <description><![CDATA[<p>A aprendizagem baseada em projetos tem se mostrado uma abordagem capaz de fortalecer a identidade de uma juventude que aprende por meio do tato, da curiosidade e da interação com o mundo. Inspirada por essa perspectiva, a comunidade escolar iniciou o ano letivo de 2025 com a primeira versão do componente curricular eletivo <em>Pernambuco, Meu País!</em>, voltado ao reconhecimento das concepções socio-históricas da cultura pernambucana, com ênfase nos brinquedos populares, nos saberes tradicionais e na economia criativa que compõem a identidade do povo pernambucano.</p><p>Com a proposta do Governo de Pernambuco de incluir a disciplina de História de Pernambuco na grade curricular, o debate educacional fortaleceu a criação de uma segunda versão da eletiva, desta vez dedicada aos saberes e tradições do município de Caruaru.</p><p>A ação ganhou forma no dia 5 de novembro, em parceria com a Associação Flor do Barro, no Alto do Moura. Estudantes dos 6º e 7º anos participaram de uma oficina conduzida por mestras e artesãs do barro, vivenciando um encontro que ampliou significativamente suas aprendizagens.</p><p>Ao moldarem o barro com as próprias mãos, os estudantes conheceram os processos que envolvem a produção artesanal do Alto do Moura e compreenderam sua relevância cultural, histórica e econômica. Aprenderam que a arte não está vinculada à perfeição, mas à expressão da identidade, da ancestralidade e da memória coletiva. A oficina evidenciou que criar é também um exercício de paciência, observação e cuidado — dimensões importantes tanto no fazer artístico quanto no desenvolvimento pessoal.</p><p>Os estudantes também reconheceram o papel central das mulheres artesãs na construção e manutenção desse patrimônio cultural, percebendo a força feminina que molda o barro, sustenta a comunidade e preserva saberes transmitidos entre gerações.</p><p>A experiência possibilitou aprendizagens que vão além da produção artística: ampliou a compreensão sobre economia criativa, patrimônio cultural, pertencimento, ancestralidade e o valor do trabalho manual. Assim, a vivência no Alto do Moura contribuiu para fortalecer os vínculos dos estudantes com as raízes do povo pernambucano e com a história viva que continua sendo construída pelas mãos da comunidade.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-11-14 00:21:29 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Aulas de Ciências na Sala Interativa</title>
         <author>rodrigohgama</author>
         <link>https://padlet.com/Ensina_Brasil/ConstruindoaCulturaqueQueremos/wish/3684215491</link>
         <description><![CDATA[<p>Aula lúdica realizada na sala sensorial da escola para os alunos da inclusão. A aula intitulava-se “Sistema Solar – Um olhar para o Sol, Terra e Lua”.</p><p><br/></p><p>Como temáticas principais, tratamos uma visão introdutória acerca de “Onde estamos”, desenvolvendo ideias e a compreensão do vivenciar cotidiano, como dia e noite, a Terra como orbitante de uma estrela chamada Sol, Rotação, Translação, entre outros aspetos sobre “Nossa Casa”.</p><p><br/></p><p>Ao final, cada aluno desenhou uma representação do Sistema Solar, até adicionando outras estrelas, além do sol, pois durante nossa aula muitos alunos participaram fazendo perguntas ou mesmo adicionando conhecimento, como o próprio reconhecimento de outras estrelas no céu, porém mais distantes.</p><p><br/></p><p>A ideia é que esse encontro, ocorrido devido a uma parceria com a professora Ane Silva, pedagoga e responsável pela sala sensorial, é sua periodização (semanal ou quinzenal), a fim de trazermos a ciência para a realidade desses alunos, bem como desenvolver suas visões de mundo sobre eventos naturais e biológicos do nosso dia-dia.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-11-15 19:07:41 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/Ensina_Brasil/ConstruindoaCulturaqueQueremos/wish/3684215491</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Eletiva – Projeto Reversa </title>
         <author>rodrigohgama</author>
         <link>https://padlet.com/Ensina_Brasil/ConstruindoaCulturaqueQueremos/wish/3684222581</link>
         <description><![CDATA[<p>O Projeto Reversa visa a mudança da cultura escolar quanto a Sustentabilidade. Para isso, promoveu-se a idealização de um projeto que considerasse uma análise detalhada da logística reversa dos descartes secos e orgânicos da escola.</p><p><br/></p><p>Dentro dessa análise, foram considerados ambientes diversos, como cantina, sala dos professores e salas de aula, de forma que pudéssemos contribuir para a diminuição de ações prejudiciais ao fluxo de descartes, bem como reforçar a disciplina e coletividade entre todos, para que não haja, principalmente, sobrecarga de trabalho para as mulheres da cantina.</p><p><br/></p><p>Ainda, iremos apresentar os resultados finais na culminância no final de novembro, mas já foi possível implementar algumas ações, como a separação dos descartes orgânico e seco dentro dos ambientes da escola, como também o estabelecimento de parcerias com a comunidade do Jardim Ingá e Luziânia para a coleta desses dois tipos de descarte.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-11-15 19:21:11 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Descomplica IFG – Preparatório para o IFG 2025 (Campus Luziânia)</title>
         <author>ermesonathan</author>
         <link>https://padlet.com/Ensina_Brasil/ConstruindoaCulturaqueQueremos/wish/3685085296</link>
         <description><![CDATA[<p>Descomplica IFG – Preparatório para o IFG 2025 (Campus Luziânia)</p><p><br/></p><p>O que é:</p><p>O Descomplica IFG é uma prática pedagógica voltada aos estudantes do 9º ano do Ensino Fundamental, criada com base nos conteúdos presentes no edital do IFG 2025 – Campus Luziânia. A prática utiliza uma apostila estruturada totalmente em tabelas, contendo conceitos, exemplos, modelos e explicações objetivas para facilitar a compreensão.</p><p><br/></p><p>Objetivo:</p><p>Ajudar os estudantes na preparação para a prova do IFG, oferecendo um material claro, organizado e alinhado ao edital, ampliando o estudo para além da matriz de habilidades do Estado de Goiás.</p><p><br/></p><p>Resultado esperado:</p><p>Espera-se que os estudantes desenvolvam maior domínio dos conteúdos cobrados, resolvam questões com mais autonomia e se sintam seguros e confiantes tanto para o processo seletivo do IFG quanto para desafios futuros, como a prova da UFG.</p><p><br/></p><p>Link do vídeo: <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://youtube.com/shorts/iSFgX1S3EKM?si=ARqQUIDLKmmzE_5v">https://youtube.com/shorts/iSFgX1S3EKM?si=ARqQUIDLKmmzE_5v</a></p>]]></description>
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         <pubDate>2025-11-16 22:36:45 UTC</pubDate>
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         <title>Muito além do podcast: o processo formativo do PodCássia</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/Ensina_Brasil/ConstruindoaCulturaqueQueremos/wish/3686855384</link>
         <description><![CDATA[<p>O lançamento do primeiro episódio da nova fase do PodCássia é resultado de um longo processo, idealizado pelas ensinas Marina Mendes Moreira e Caroline Trevelin no âmbito do PIBIC Jr. A prática envolveu estudantes do 8º ano selecionados por apresentarem necessidades específicas de fortalecimento das aprendizagens em Língua Portuguesa, garantindo que tivessem acesso a experiências de desenvolvimento e autoria.</p><p><br/></p><p>Ao longo do projeto, a turma passou por diversas etapas: leitura e discussão de textos sobre educação midiática, gravação de reflexões orais, transcrição, criação de comandos para IA e, por fim, roteirização, gravação e edição na rádio escolar. Tudo pensado para fortalecer competências de oralidade, escrita e leitura dos alunos. </p><p><br/></p><p>O primeiro episódio “Como me informo?”, disponível no Spotify, sintetiza esse percurso e evidencia avanços na autonomia, na organização das ideias e na compreensão crítica das mídias de nossos alunos.</p><p><br/></p><p>Confira o episódio no link:</p><p><a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://open.spotify.com/episode/26O966TpAbESPqqLiyz0WP?si=Vp76qEJvRHaa9KmsSzYXwg">https://open.spotify.com/episode/26O966TpAbESPqqLiyz0WP?si=Vp76qEJvRHaa9KmsSzYXwg</a></p>]]></description>
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         <pubDate>2025-11-17 18:42:10 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/Ensina_Brasil/ConstruindoaCulturaqueQueremos/wish/3686855384</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Nossa raízes têm voz: histórias negras da nossa comunidade</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/Ensina_Brasil/ConstruindoaCulturaqueQueremos/wish/3693665044</link>
         <description><![CDATA[<p><strong>1. Contexto</strong></p><p>Desenvolvi com os alunos do 8º ano uma prática pedagógica voltada para a <strong>Consciência Negra</strong>, fundamentada em uma perspectiva <strong>decolonial</strong>.<br>O trabalho teve como personagens centrais:</p><ul><li><p>os <strong>estudantes</strong>, protagonistas do processo investigativo;</p></li><li><p>as <strong>pessoas negras da comunidade</strong> (familiares, vizinhos, líderes religiosos, trabalhadores, idosos, professores), cujas histórias constituem o patrimônio vivo do território;</p></li><li><p>e a escola, que se torna espaço de memória, valorização e escuta ativa.</p></li></ul><p><strong>2. O desafio a ser superado</strong></p><p>A prática surgiu diante do desafio de romper com abordagens superficiais da Consciência Negra.<br>Havia a necessidade de construir um projeto que:</p><ul><li><p>valorizasse <strong>pessoas negras reais</strong>, próximas aos alunos;</p></li><li><p>fortalecesse a <strong>identidade</strong> e o sentimento de pertencimento;</p></li><li><p>e desenvolvesse a capacidade de escuta, pesquisa e produção multimídia.<br>Outro desafio central era <strong>superar a invisibilização das histórias negras locais</strong>, trazendo à luz trajetórias que raramente são contadas ou reconhecidas.</p></li></ul><p><strong>3. A solução encontrada</strong></p><p>Como resposta, eu propôs o projeto <strong>“Nossas raízes têm voz”</strong>, composto por duas etapas principais:</p><ol><li><p><strong>Entrevista e produção de cartazes biográficos</strong></p><ul><li><p>Cada estudante entrevistou uma pessoa negra significativa em sua vida.</p></li><li><p>A partir das entrevistas, produziram textos biográficos e cartazes artísticos com foto, narrativa e uma frase de destaque do entrevistado.</p></li><li><p>A escola organizou uma exposição aberta à comunidade, transformando os corredores em uma galeria de memórias e ancestralidade.</p></li></ul></li><li><p><strong>Produção e exibição de podcasts</strong></p><ul><li><p>Os alunos elaboraram podcasts com trechos da entrevista e uma apresentação oral explicando quem era a pessoa entrevistada e por que a escolheram.</p></li><li><p>Os podcasts foram exibidos na TV da escola, ampliando a visibilidade das vozes negras e reforçando o letramento digital.</p></li></ul></li></ol><p>Essa metodologia integrou oralidade, escrita, tecnologia e identidade — elementos alinhados a uma abordagem decolonial.</p><p><strong>4. O impacto da prática</strong></p><p>O impacto foi profundo e multifacetado:</p><ul><li><p><strong>Os alunos desenvolveram empatia, respeito e consciência racial</strong>, compreendendo a importância das histórias negras em suas próprias famílias e comunidade e demonstraram reconhecer a importância da representação nos espaços que ocupam, pois entre os entrevistados eles escolheram os professores e Ensinas <pdlt-mention type="user" mentioner-id="user_wMAdD2RBwLRnDL7V" mentionee-id="user_8wBWbeaOYxndbRzk" mentionee-username="henrocha959">Henrique Rocha</pdlt-mention> <pdlt-mention type="user" mentioner-id="user_wMAdD2RBwLRnDL7V" mentionee-id="user_p0mLJreKPqQ01ONG" mentionee-username="fekellysantos">Fernanda Santos</pdlt-mention><pdlt-mention type="user" mentioner-id="user_wMAdD2RBwLRnDL7V" mentionee-id="user_wMAdD2mQXP3YJL7V" mentionee-username="patricialucilia2018">Patrícia Lucília</pdlt-mention> para as entrevistas.</p></li><li><p>A escola vivenciou um movimento de <strong>valorização da memória local</strong>, com orgulho e envolvimento das famílias entrevistadas.</p></li><li><p>Houve <strong>melhora perceptível na escrita, na argumentação oral e no uso crítico da tecnologia</strong> pelos estudantes.</p></li><li><p>A exposição provocou <strong>reflexões coletivas sobre racismo estrutural, pertencimento e resistência</strong>, alcançando alunos de outras turmas e professores.</p></li><li><p>A comunidade escolar estabeleceu novas formas de reconhecer seus integrantes, fortalecendo vínculos e identidade territorial.</p></li></ul><p><strong>5. Continuidade ou potencial de expansão</strong></p><p>A prática demonstrou grande potencial de continuidade e ampliação.<br>Ela pode evoluir para:</p><ul><li><p>um <strong>arquivo permanente</strong> de memórias negras da comunidade, renovado anualmente;</p></li><li><p>a criação de um <strong>livro digital ou físico</strong> com todas as biografias;</p></li><li><p>a produção de uma <strong>série de podcasts</strong> ao longo do ano;</p></li><li><p>ou até mesmo a construção de um <strong>projeto interséries</strong>, envolvendo diferentes níveis de ensino.</p></li></ul><p>A metodologia pode ser replicada em outras datas comemorativas ou temáticas, mantendo o protagonismo estudantil e a centralidade das vozes negras locais.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-11-21 13:44:04 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/Ensina_Brasil/ConstruindoaCulturaqueQueremos/wish/3693665044</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Prática: Arte Urbana Antirracista</title>
         <author>maranhaocaldasrenata</author>
         <link>https://padlet.com/Ensina_Brasil/ConstruindoaCulturaqueQueremos/wish/3693696995</link>
         <description><![CDATA[<p><strong>1. Contexto e personagens da prática</strong></p><p>A atividade foi realizada no contexto das ações da escola para o Dia da Consciência Negra. Conduzi o trabalho com os estudantes do 8º ano da E.E. Dr. Mário de Castro, que já vinham discutindo temas relacionados a identidade, racismo e resistência em sala de aula, pautando o ensino da Língua portuguesa aliada à uma educação antirracista. Esses estudantes foram os protagonistas da proposta, responsáveis por transformar reflexões em arte urbana com mensagens antirracistas.</p><p><strong>2. Desafio a ser superado</strong></p><p>O principal desafio foi incentivar os alunos a expressarem suas ideias de forma pública, por meio de murais e frases. Muitos sentiam insegurança em expor opiniões e receio de participar de atividades artísticas coletivas, especialmente em espaços visíveis da escola.</p><p><strong>3. Solução encontrada</strong></p><p>Para superar a resistência inicial, busquei criar um ambiente de diálogo seguro, promovendo rodas de conversa da cultura hip-hop, análises de vídeos e debates sobre experiências raciais e movimentos de resistência. A partir dessa preparação, os alunos se sentiram mais confiantes e produziram intervenções de arte urbana com frases antirracistas, ocupando os murais da escola com mensagens de valorização e orgulho.</p><p><strong>4. Impacto da prática</strong></p><p>A prática teve um efeito transformador: os alunos desenvolveram autoestima, consciência crítica e sentiram-se autores de seus discursos. Os murais chamaram a atenção da comunidade escolar, estimularam conversas sobre racismo estrutural e reforçaram a importância da representatividade no ambiente educativo.</p><p><strong>5. Continuidade e potencial de expansão</strong></p><p>A ação tem grande potencial de se consolidar como projeto anual, envolvendo mais turmas e ampliando os espaços da escola destinados à arte urbana. Também pode se integrar a outras linguagens, como cordel, fotografia ou audiovisual, fortalecendo o compromisso institucional com práticas antirracistas e com o protagonismo estudantil.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-11-21 14:10:29 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/Ensina_Brasil/ConstruindoaCulturaqueQueremos/wish/3693696995</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Decisões globais: qual bloco escolher?</title>
         <author>marinakuranaga</author>
         <link>https://padlet.com/Ensina_Brasil/ConstruindoaCulturaqueQueremos/wish/3693698352</link>
         <description><![CDATA[<p><strong>Contexto</strong></p><p>Na E.E. Profª Diva Hugueney de Siqueira Bastos, foi desenvolvida uma atividade especial na disciplina de Geografia com os estudantes do 2º ano do Ensino Médio. A proposta integrou conteúdos sobre globalização, comércio internacional e blocos econômicos (Mercosul e União Europeia), articulando-os ao desenvolvimento de habilidades de análise, comparação e produção argumentativa, conforme a BNCC.</p><p><br></p><p><strong>Público-alvo</strong></p><p>Os protagonistas foram os estudantes do 2º ano do Ensino Médio. Eles foram convidados a compreender as dinâmicas da globalização e dos blocos econômicos, analisar comparativamente Mercosul e União Europeia e construir, em grupos, uma proposta argumentativa recomendando em qual bloco um país deveria se integrar. Nesses grupos, eles foram convidados a atuar como ministros, consultores econômicos e comerciais e, como economistas.</p><p><br></p><p><strong>Desafio</strong></p><p>O principal desafio foi levar os estudantes a compreender conceitos complexos do comércio internacional e da economia global (como exportações, importações, integração regional e relações de dependência entre países). Além disso, havia a necessidade de desenvolver capacidades de análise comparativa e argumentação, estimulando protagonismo e autonomia intelectual para resolver um desafio prático em grupo.</p><p><br></p><p><strong>Solução</strong></p><p>A solução foi organizar uma sequência didática composta por:</p><p><strong>1. Aulas expositivas-dialogadas</strong></p><p>Para introduzir globalização, comércio internacional e blocos econômicos, utilizando:</p><ul><li><p>texto de apoio;</p></li><li><p>livro didático;</p></li><li><p>anotações e debates.</p></li></ul><p><strong>2. Atividade Desafio (em duas etapas)</strong></p><p>Os grupos assumiram o papel de <em>consultores internacionais</em>. Cada grupo recebeu a ficha de um país (Turquia, Colômbia, Reino Unido ou Angola) e deveria recomendar possíveis parcerias com o Mercosul ou a União Europeia, justificando a decisão com base nos conteúdos estudados.</p><p>A tarefa envolveu:</p><ul><li><p>leitura e interpretação das fichas;</p></li><li><p>uso de argumentos amparados em evidências;</p></li><li><p>elaboração de relatório ou apresentação;</p></li><li><p>apresentação oral com justificativa.</p></li></ul><p><br></p><p><strong>Impacto e Futuro</strong></p><p>A atividade gerou alto engajamento, especialmente durante a simulação do trabalho de consultores. Os estudantes demonstraram autonomia, aprofundaram a compreensão sobre integração econômica e desenvolveram habilidades de argumentação e cooperação.</p><p>O projeto contribuiu para:</p><ul><li><p>fortalecer a compreensão crítica da globalização;</p></li><li><p>desenvolver competências de pesquisa, análise e síntese;</p></li><li><p>promover protagonismo e trabalho colaborativo;</p></li><li><p>aproximar os conteúdos de Geografia da realidade contemporânea.</p></li></ul><p>A experiência abre a possibilidade de realizar, futuramente, novas atividades práticas envolvendo tomada de decisão, análises geopolíticas e comparações entre blocos e países, ampliando a participação ativa dos estudantes no processo de aprendizagem.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-11-21 14:11:42 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/Ensina_Brasil/ConstruindoaCulturaqueQueremos/wish/3693698352</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Infográficos: Letramento racial dos tipos de racismo com uso do Canva</title>
         <author>maranhaocaldasrenata</author>
         <link>https://padlet.com/Ensina_Brasil/ConstruindoaCulturaqueQueremos/wish/3693719006</link>
         <description><![CDATA[<p><strong>1. Contexto e Personagens da Prática</strong></p><p>A atividade foi desenvolvida com estudantes do 8º ano da E.E. Dr. Mário de Castro, no componente curricular de Língua Portuguesa. A turma havia estudado o gênero <strong>infográfico</strong>, e buscava compreender como elementos verbais e visuais se articulam para comunicar informações de forma objetiva e crítica.<br>Considerando o compromisso institucional com a educação antirracista e a perspectiva decolonial presente no trabalho docente, a aula integrou o estudo de gênero textual ao debate sobre diferentes <strong>tipos de racismo</strong> que atravessam a sociedade brasileira: estrutural, recreativo, religioso, ambiental, científico e o colorismo.</p><p><strong>2. Desafio a Ser Superado</strong></p><p>O desafio central consistia em transformar o estudo de um gênero textual multimodal em uma prática significativa, conectada às experiências reais dos estudantes.<br>Era necessário:</p><ul><li><p>ampliar a compreensão dos alunos sobre o racismo em suas múltiplas dimensões;</p></li><li><p>desenvolver a capacidade crítica para reconhecer situações de discriminação naturalizadas;</p></li><li><p>utilizar ferramentas digitais de forma autônoma e responsável;</p></li><li><p>fortalecer a interdisciplinaridade, articulando língua, história e sociedade de maneira viva.</p></li></ul><p><strong>3. Solução Desenvolvida</strong></p><p>A solução foi propor que os estudantes, divididos em grupos, produzissem <strong>infográficos digitais no Canva</strong> sobre um dos seis tipos de racismo.<br>O processo envolveu:</p><ul><li><p>revisão coletiva das características do gênero;</p></li><li><p>organização de equipes temáticas;</p></li><li><p>pesquisa orientada no Chromebook;</p></li><li><p>seleção de dados, imagens e informações confiáveis;</p></li><li><p>criação do infográfico utilizando recursos digitais;</p></li><li><p>apresentação oral dos materiais produzidos à turma.</p></li></ul><p>Essa metodologia permitiu unir tecnologia, linguagem e consciência social em uma única experiência formativa.</p><p><strong>4. Impacto da Prática</strong></p><p>A atividade produziu impactos significativos:</p><ul><li><p>os estudantes demonstraram maior compreensão sobre as diversas expressões do racismo e sua presença no cotidiano;</p></li><li><p>houve fortalecimento da leitura crítica de textos multimodais;</p></li><li><p>os alunos desenvolveram competências digitais com propósito social;</p></li><li><p>a discussão favoreceu a valorização das identidades negras na turma;</p></li><li><p>o trabalho colaborativo estimulou responsabilidade, escuta e protagonismo;</p></li><li><p>o clima escolar se beneficiou de um espaço seguro para reflexão e diálogo antirracista.</p></li></ul><p>A prática evidenciou que a Educação Linguística é também uma ferramenta de <strong>letramento racial</strong>.</p><p><strong>5. Continuidade ou Potencial de Expansão</strong></p><p>A proposta pode ser ampliada e incorporada ao currículo de forma contínua, por meio de:</p><ul><li><p>exposições dos infográficos nos murais da escola;</p></li><li><p>produção de novos infográficos sobre outros temas sociais relevantes;</p></li><li><p>integração com projetos da Consciência Negra, Feira Cultural ou Semana da Diversidade;</p></li><li><p>articulação com o futuro <strong>Manual Antirracista da Escola</strong>, incluindo os infográficos como parte das ações pedagógicas permanentes;</p></li><li><p>formação de professores para uso do Canva e letramentos digitais antirracistas.</p></li></ul><p>O potencial de expansão é amplo, pois a prática oferece um modelo replicável em outras turmas e escolas, fortalecendo uma cultura escolar crítica, tecnológica e comprometida com a equidade racial.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-11-21 14:27:54 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Exposição Pluralidades Vivas: Viva a Diversidade</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/Ensina_Brasil/ConstruindoaCulturaqueQueremos/wish/3693721506</link>
         <description><![CDATA[<p><strong>Contexto e personagens</strong></p><p>No dia 19 de novembro de 2025, realizamos na escola a exposição do projeto “Pluralidades Vivas: Viva a Diversidade”. Foi um momento muito especial, fruto do trabalho coletivo dos(as) estudantes das minhas quatro turmas do 9º ano do Ensino Fundamental. Cada turma mergulhou em um recorte da temática de Diversidade, Equidade e Inclusão (DE&amp;I): feminismo negro, comunidade LGBTQIA+, pessoas com deficiência e racismo/cultura afro-brasileira.<br>A exposição ganhou vida a partir dos olhares e das pesquisas dos(as) próprios(as) estudantes, que transformaram a sala em um espaço de reflexão, aprendizagem e acolhimento.&nbsp;</p><p><strong>Desafios</strong></p><p>O maior desafio foi engajar os(as) estudantes e fazê-los(as) perceber que eles(as) eram os verdadeiros protagonistas de todo o processo. Desde os caminhos que escolheriam seguir na pesquisa até as decisões sobre os cartazes e a própria decoração da sala — a exposição foi construída a partir das ideias deles(as).<br> Aos poucos, esse entendimento foi se fortalecendo, e o que antes parecia distante começou a virar projeto, construção e liderança compartilhada.</p><p><strong>Solução</strong></p><p>A solução foi apresentar aos estudantes a proposta de forma clara e direta, mostrando que a exposição não seria apenas uma atividade avaliativa, mas uma oportunidade real de expressar suas vozes, histórias e perspectivas. Esse convite abriu espaço para que cada grupo se sentisse parte fundamental do processo.</p><p><strong>Impacto</strong></p><p>Inicialmente, a exposição seria realizada apenas para os(as) estudantes do turno matutino (9º anos, 1º e 2º anos do Ensino Médio). Contudo, a recepção da comunidade escolar foi tão positiva que o evento se estendeu para o período vespertino, alcançando também turmas do 7º e 8º anos do Ensino Fundamental.<br>A exposição ultrapassou as expectativas e se tornou um ponto de encontro de diálogos e curiosidades ao longo do dia. No encerramento, realizamos um desfile de “Belezas Negras”, que celebrou a estética, a identidade e o orgulho dos(as) estudantes, encerrando a exposição com força, presença e representatividade.</p><p><strong>Futuro</strong></p><p>A realização desse projeto abriu portas para que a temática de DE&amp;I seja trabalhada de forma interdisciplinar com outros(as) professores(as) da escola.<br>Entre os(as) estudantes, a parte da exposição dedicada à comunidade LGBTQIA+ despertou incômodo em alguns jovens do Ensino Médio — um incômodo que, em vez de ser encarado como um obstáculo, transformou-se em um ponto de partida para diálogos que precisavam acontecer, sobretudo levando em conta que vivemos em um estado conservador como o Mato Grosso, que ocupa índices alarmantes: é o estado que mais mata mulheres (feminicídio) e está entre os dez que mais matam pessoas trans no país. Nesse sentido, a exposição não apenas apresentou conteúdos; ela abriu espaços reais para reflexão, escuta e confrontação de preconceitos, fortalecendo a construção de uma consciência crítica entre os(as) estudantes.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-11-21 14:29:49 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/Ensina_Brasil/ConstruindoaCulturaqueQueremos/wish/3693721506</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Olimpíada Brasileira de Geopolítica 2025.2</title>
         <author>marinakuranaga</author>
         <link>https://padlet.com/Ensina_Brasil/ConstruindoaCulturaqueQueremos/wish/3693726204</link>
         <description><![CDATA[<p><strong>Contexto</strong></p><p>Na E.E. Professora Diva Hugueney de Siqueira Bastos, foi realizada a aplicação da Olimpíada Brasileira de Geopolítica (OBGP) 2025.2 com estudantes dos 2º anos do Ensino Médio. A iniciativa buscou estimular o interesse pela Geopolítica, ampliar os conhecimentos curriculares e incentivar a reflexão crítica sobre temas globais atuais.</p><p><br></p><p><strong>Personagens/Público-alvo</strong></p><p>Participaram estudantes dos 2º anos do Ensino Médio, realizando a prova de forma <strong>individual</strong> e <strong>online</strong>. A aplicação contou com o apoio de professoras de outras áreas, como a Professora Luldnéia e a Professora Amanda (não são Ensinas), além da Professora Raquel (Ensina 2025).</p><p><br></p><p><strong>Desafio</strong></p><p>Entre os principais desafios enfrentados foram a organização dos horários de aplicação, garantindo que todos os estudantes pudessem realizar a prova dentro da rotina escolar, e a necessidade de assegurar uma boa conexão à internet para evitar problemas durante o exame. A logística de uso dos espaços e computadores da escola também demandou atenção especial.</p><p><br></p><p><strong>Solução</strong></p><p>Com o apoio das professoras envolvidas, foi possível organizar a aplicação da prova de maneira coordenada, assegurando que cada estudante tivesse condições adequadas de participação. A equipe docente auxiliou tanto na preparação quanto no acompanhamento durante o processo, garantindo um ambiente tranquilo e acessível para todos.</p><p><br></p><p><strong>Impacto e Resultados</strong></p><p>A participação dos estudantes na OBGP 2025.2 trouxe conquistas significativas para a escola, com um total de <strong>9 medalhas</strong>:</p><ul><li><p>🥈 <strong>1 medalha de prata;</strong></p></li><li><p>🥉 <strong>6 medalhas de bronze;</strong></p></li><li><p>🎖️ <strong>2 medalhas de honra ao mérito.<br></strong></p></li></ul><p>Esses resultados evidenciam o empenho dos alunos e reforçam a importância da geopolítica como área de conhecimento para o desenvolvimento crítico e intelectual.</p><p><br></p><p><strong>Futuro</strong></p><p>O excelente desempenho animou os estudantes e fortaleceu o interesse pelas próximas edições da olimpíada. A experiência contribuiu para consolidar uma cultura escolar de valorização das competições acadêmicas e para incentivar o protagonismo estudantil no estudo das questões globais.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-11-21 14:33:40 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Griôs do cotidiano: narrativas, memórias e ancestralidade</title>
         <author>maranhaocaldasrenata</author>
         <link>https://padlet.com/Ensina_Brasil/ConstruindoaCulturaqueQueremos/wish/3693733985</link>
         <description><![CDATA[<p><strong>1. Contexto e Personagens da Prática</strong></p><p>A prática foi realizada com estudantes do 8º ano na E.E. Dr. Mário de Castro, integrando Língua Portuguesa, oralidade, memória, identidade e pedagogias decoloniais.<br>A aula partiu da reflexão de Nego Bispo “somos povos de trajetórias, não somos povos de teoria”, como porta de entrada para discutir a força das narrativas orais na constituição dos saberes afro-brasileiros.<br>Os estudantes foram convidados a pensar como as histórias circulavam antes da internet, do rádio e da TV. Suas respostas evocaram memórias afetivas ligadas aos mais velhos, às conversas na porta de casa, às contações espontâneas da família e da comunidade.<br>Nesse movimento, a turma reconheceu a ancestralidade dos <strong>Griôs</strong>, guardiões da memória e da palavra que sustentam histórias, identidades e trajetórias. Além disso, assistimos a um vídeo que conta a origem da tradição dos griôs em África.</p><p><strong>2. Desafio a Ser Superado</strong></p><p>Dois desafios orientaram a prática:</p><ul><li><p>a timidez dos estudantes diante da oralidade, especialmente em uma atividade que exige escuta, exposição e sensibilidade;</p></li><li><p>a necessidade de desconstruir a ideia de que narrativa é apenas um gênero escolar, aproximando os alunos da oralidade como memória viva e fundamento cultural das comunidades negras.</p></li></ul><p>Para romper o primeiro desafio, a aula iniciou com a partilha de uma história minha de vida pessoal marcante, o que abriu espaço de confiança e acolhimento, legitimando as emoções e autorizando os estudantes a falarem também a partir de si.</p><p><strong>3. Solução Desenvolvida</strong></p><p>A solução pedagógica adotada foi a construção de um projeto centrado na ancestralidade griô, em que cada estudante terá a oportunidade de conhecer, registrar e valorizar a trajetória de uma pessoa negra significativa de sua vida família, comunidade, escola, igreja ou vizinhança.<br>A aula introdutória foi organizada em três eixos:</p><ol><li><p><strong>Ativação da memória coletiva:</strong> diálogo sobre como as histórias circulavam antes da tecnologia.</p></li><li><p><strong>Reconhecimento da tradição griô:</strong> compreensão de que são as pessoas e não os aparelhos que mantêm a memória viva.</p></li><li><p><strong>Contação de histórias:</strong> convite para mergulhar nas narrativas reais que constroem identidade, pertencimento e resistência.</p></li></ol><p>A abertura com uma narrativa pessoal foi essencial para criar ambiente seguro, reduzir a timidez e mostrar, na prática, a potência da oralidade.</p><p><strong>4. Impacto da Prática</strong></p><p>A aula gerou efeitos imediatos e profundos:</p><ul><li><p>os estudantes se sentiram mais confiantes para falar e compartilhar;</p></li><li><p>compreenderam a importância da oralidade nas culturas negras, especialmente na tradição griô;</p></li><li><p>houve fortalecimento do vínculo entre identidade e memória;</p></li><li><p>ampliou-se a sensibilidade para escutar, registrar e valorizar narrativas da comunidade;</p></li><li><p>a prática contribuiu para o letramento racial e para o reconhecimento de saberes ancestrais que não cabem nos modelos eurocentrados de ensino.</p></li></ul><p><strong>5. Continuidade ou Potencial de Expansão</strong></p><p>A prática apresenta grande potencial de continuidade, como:</p><ul><li><p>registro das entrevistas em textos, vídeos, podcasts ou relatos escritos;</p></li><li><p>montagem da “<strong>Mostra Griô</strong>” da turma, reunindo narrativas coletadas pelos estudantes;</p></li><li><p>criação de um <strong>Arquivo Oral da Escola</strong>, preservando histórias negras da comunidade;</p></li><li><p>incorporação do projeto em eventos como o Dia da Consciência Negra e a Semana da Cultura Afro-Brasileira.</p></li></ul><p>A prática demonstra que quando os estudantes se reconhecem como parte de uma linhagem de narradores e ouvintes, a escola se torna um território de pertencimento, ancestralidade e existência plena.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-11-21 14:39:52 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/Ensina_Brasil/ConstruindoaCulturaqueQueremos/wish/3693733985</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Nosso futuro no Pedra 90: arte, identidade e esperança na quebrada</title>
         <author>maranhaocaldasrenata</author>
         <link>https://padlet.com/Ensina_Brasil/ConstruindoaCulturaqueQueremos/wish/3693781841</link>
         <description><![CDATA[<p><strong>1. Contexto</strong></p><p>A atividade foi desenvolvida com adolescentes moradores do bairro Pedra 90, estudantes do 8º ano na EE Dr. Mário de Castro, uma comunidade marcada por vulnerabilidades sociais, presença de facções, famílias afetadas pela criminalidade e desafios estruturais que atravessam a juventude negra e periférica.</p><p>Como parte do trabalho pedagógico sobre cinema, identidade e relações étnico-raciais, a turma assistiu ao filme <strong>“Na Quebrada” (2014)</strong>, que retrata a vida de jovens periféricos e as possibilidades de transformação por meio da arte e das escolhas. A exibição serviu como ponto de partida para uma reflexão sobre realidade, racismo, futuro e pertencimento.</p><p>Os personagens principais da prática são os próprios estudantes, sujeitos historicamente silenciados, mas que, neste espaço, tornaram-se narradores de suas experiências e arquitetos de seus sonhos.</p><p><strong>2. Desafio</strong></p><p>O desafio central era <strong>romper com a naturalização da violência</strong>, do racismo estrutural e do sentimento de impossibilidade que permeia muitas juventudes da periferia.</p><p>Muitos estudantes chegam à escola com vivências de perdas, encarceramento de familiares, discriminação racial e uma visão limitada sobre seu futuro, frequentemente marcada por medo, desânimo ou baixa autoestima.</p><p>A proposta precisava:</p><ul><li><p>criar um ambiente seguro de escuta;</p></li><li><p>estimular a expressão a partir de suas realidades;</p></li><li><p>promover autoestima e visão de futuro;</p></li><li><p>fortalecer o vínculo entre escola, território e identidade.</p></li></ul><p><strong>3. Solução (Ação Pedagógica)</strong></p><p>Após a exibição do filme, realizamos uma <strong>roda de diálogo</strong> mediada por perguntas abertas sobre:</p><ul><li><p>experiências raciais vividas na comunidade;</p></li><li><p>como o racismo afeta sonhos e trajetórias;</p></li><li><p>o que significa viver e resistir na quebrada;</p></li><li><p>o papel da esperança na construção de novos caminhos.</p></li></ul><p>A partir desse diálogo, os estudantes criaram um <strong>mural coletivo</strong> intitulado <strong>“Nosso futuro no Pedra 90”</strong>, inspirado na estética do grafite.<br>O mural representava um muro de tijolos, símbolo de resistência, construção e permanência.</p><p>Em cada tijolo, cada estudante escreveu um sonho pessoal ou um desejo de melhoria para a comunidade, como:</p><ul><li><p>“Uma sociedade sem racismo.”</p></li><li><p>“Ter mais oportunidades no bairro.”</p></li><li><p>“Acabar com a violência.”</p></li><li><p>“Ter uma profissão que ajude minha família.”</p></li><li><p>“Ver o Pedra 90 valorizado.”</p></li></ul><p>A atividade uniu arte, identidade e projeção de futuro, articulando cinema, relações étnico-raciais e protagonismo juvenil.</p><p><strong>4. Impacto</strong></p><p>A prática gerou resultados significativos:</p><ul><li><p><strong>Fortaleceu a autoestima</strong> dos alunos ao reconhecerem que seus sonhos têm valor.</p></li><li><p><strong>Estimulo à fala e escuta</strong>, especialmente de estudantes que normalmente não participam.</p></li><li><p><strong>Reduziu tensões</strong> ao permitir que emoções profundas viessem à tona de modo acolhido.</p></li><li><p><strong>Aumentou o sentimento de pertencimento</strong> à escola e ao território.</p></li><li><p>Promoveu <strong>reflexões críticas sobre racismo</strong>, território e escolha de caminhos possíveis.</p></li><li><p>Transformou o ambiente escolar em espaço de <strong>expressão, cuidado e futuro</strong>, não apenas de disciplina e conteúdo.</p></li></ul><p>O mural ficou exposto em cada sala como inspiração da criatividade, da força e dos sonhos dos jovens do Pedra 90.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-11-21 15:17:28 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/Ensina_Brasil/ConstruindoaCulturaqueQueremos/wish/3693781841</guid>
      </item>
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         <title>Visita à Assembleia Legislativa de Mato Grosso (ALMT)</title>
         <author>marinakuranaga</author>
         <link>https://padlet.com/Ensina_Brasil/ConstruindoaCulturaqueQueremos/wish/3693788192</link>
         <description><![CDATA[<p><strong>Contexto e Personagens</strong></p><p>A visita reuniu estudantes do 9º ano do Ensino Fundamental e das três séries do Ensino Médio integrantes do Projeto ECOar: Juventude Contra a Violência de Gênero, acompanhados pelas professoras Marina Kuranaga e Raquel Amorim. O grupo esteve na Assembleia Legislativa do Estado de Mato Grosso (ALMT) e na Procuradoria Especial da Mulher.</p><p><br></p><p><strong>Desafio</strong></p><p>Fortalecer o protagonismo juvenil ao aproximar os estudantes das instituições públicas e ampliar sua compreensão prática sobre cidadania, políticas públicas e desigualdades de gênero.</p><p><br></p><p><strong>Solução</strong></p><p>Os estudantes realizaram entrevistas com representantes da ALMT, servidores e membros da Procuradoria da Mulher, alternando funções como entrevistadores, cinegrafistas e organizadores. A atividade também envolveu gravações específicas para o mini documentário que está sendo produzido dentro do Projeto ECOar.</p><p><br></p><p><strong>Impacto</strong></p><p>A visita contribuiu diretamente para todos os aprendizados previstos no projeto: empatia, liderança colaborativa, comunicação clara, trabalho em equipe e protagonismo social.</p><p>O Projeto ECOar, que utiliza mídias digitais e ações educativas para conscientizar sobre violência de gênero, ganhou material essencial para sua produção audiovisual. A experiência ampliou a visão dos estudantes sobre participação política e reforçou sua confiança ao dialogar com figuras que atuam na política mato-grossense.</p><p><br></p><p><strong>Futuro</strong></p><p>As entrevistas e imagens coletadas serão integradas ao mini documentário, aos podcasts e aos materiais digitais do Projeto ECOar, fortalecendo sua campanha de prevenção à violência de gênero.</p><p>A vivência abre espaço para ampliar o alcance do projeto entre as turmas do 9º ano e do Ensino Médio, estimulando novas ações de cidadania e engajamento comunitário.</p><p><br></p>]]></description>
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         <pubDate>2025-11-21 15:23:00 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Projeto Mangues de Esperança</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/Ensina_Brasil/ConstruindoaCulturaqueQueremos/wish/3694655676</link>
         <description><![CDATA[<p>O projeto Mangues de Esperança envolve estudantes do primeiro e segundo ano do ensino médio e foi construído para participação na OBERERI (Olimpíada Brasileira de Relações Étnico-Raciais, Afro-Brasileiras, Africanas e Indígenas). O projeto tem como objetivo central promover a proteção e recuperação dos manguezais brasileiros e valorizar o trabalho das marisqueiras, mulheres que sustentam suas famílias por meio da coleta artesanal de mariscos e mantêm viva uma relação ancestral com o território e com a natureza.&nbsp;</p><p><br/></p><p>A iniciativa nasceu diante dos impactos da contaminação por petróleo e outros poluentes, que ameaçam tanto a biodiversidade quanto o modo de vida das comunidades costeiras. Nesse contexto, o projeto reconhece que os desastres ambientais não são apenas problemas ecológicos, mas também expressões de injustiça social e de racismo ambiental, uma vez que atingem com maior intensidade populações negras, indígenas e tradicionais, historicamente marginalizadas e excluídas das decisões sobre seus territórios.&nbsp;</p><p><br/></p><p>As ações desenvolvidas articulam educação ambiental, empoderamento feminino, justiça social e sustentabilidade, propondo soluções integradas e participativas. Entre os principais programas do Mangues de Esperança, destacam-se: o PIEPM – Programa de Incentivo Educacional para a Preservação dos Manguezais, que envolve estudantes em pesquisas e práticas de recuperação ambiental, aproximando o saber científico do conhecimento tradicional das marisqueiras; o Maré Firme, um seguro-defeso especial que garante renda durante períodos de contaminação ambiental, assegurando proteção social e financeira às trabalhadoras; e o Projeto Sereias, voltado à alfabetização, formação técnica, empreendedorismo e geração de renda alternativa para mulheres marisqueiras, fortalecendo sua autonomia e reconhecimento social. Outras ações complementares incluem a produção de artesanato sustentável com conchas e fibras naturais, que alia cultura, meio ambiente e geração de renda, e o Fundo de Reparação Ambiental com Participação das Comunidades, que financia iniciativas de recuperação ecológica e fortalecimento comunitário. O fundo é gerido de forma democrática, com a presença de representantes das comunidades tradicionais, do poder público, de universidades e de organizações civis, reafirmando o princípio da gestão compartilhada dos bens comuns.&nbsp;</p><p><br/></p><p>O projeto também incorpora ações de inovação ecológica, como a bioprospecção da planta Typha domingensis (taboa) para biorremediação de manguezais contaminados, aliando ciência e tecnologias naturais ao conhecimento local. Todas essas iniciativas reforçam a importância de se combater o racismo ambiental, termo que descreve a desigualdade no acesso à proteção ambiental e na distribuição dos danos ecológicos. As marisqueiras, em sua maioria mulheres negras e periféricas, são protagonistas dessa luta, e o projeto reconhece nelas o símbolo da resistência feminina, da sabedoria popular e do protagonismo socioambiental. Os resultados esperados incluem a recuperação de áreas degradadas, o fortalecimento das comunidades tradicionais, o aumento de pesquisas e monitoramentos sobre os manguezais, a geração de renda sustentável e a formação de uma nova geração de jovens conscientes e comprometidos com a preservação ambiental.&nbsp;</p><p><br/></p><p>Assim, o Mangues de Esperança demonstra que a proteção dos mangues é também a proteção da vida, da cultura e da dignidade humana, reafirmando que combater o racismo ambiental é garantir justiça climática, equidade de gênero e sustentabilidade para todos. Mesmo sem aplicação prática, a fase teórica já tem grande relevância formativa. Ela contribui para o desenvolvimento do pensamento crítico, da empatia e da consciência socioambiental dos alunos, que passam a compreender que os problemas ambientais estão profundamente conectados a questões sociais e étnico-raciais. Esse processo educativo estimula o protagonismo estudantil e a responsabilidade coletiva, fortalecendo o compromisso com a transformação social e com a preservação dos bens naturais.</p><p><br></p>]]></description>
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         <pubDate>2025-11-22 21:28:48 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Eletiva - trilha sonora (vozes negras em som e história)</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/Ensina_Brasil/ConstruindoaCulturaqueQueremos/wish/3694656077</link>
         <description><![CDATA[<p><br></p><p>A ação “Vozes negras em som e história” foi desenvolvida como parte da disciplina eletiva do bimestre atual chamada “Juventude em foco: arte e trilha sonora como expressão”, com o objetivo de promover a reflexão crítica sobre as questões étnico-raciais no Brasil e sua profunda relação com a produção musical e os movimentos de resistência negra. A atividade iniciou-se com uma roda de conversa, espaço de escuta e diálogo, onde os alunos puderam discutir e compreender conceitos fundamentais como raça, etnia, identidade, racismo estrutural, racismo ambiental, preconceito e discriminação. A conversa também abordou contextos históricos, como o período da escravidão, as lutas por liberdade, os movimentos negros e as expressões culturais afro-brasileiras, destacando como a música se tornou uma poderosa forma de denúncia, memória e afirmação identitária. Num segundo momento, os estudantes foram divididos em grupos, cada um responsável por pesquisar e representar um gênero musical ligado à história e à resistência negra — samba, hip hop, funk, gospel e reggae.&nbsp;</p><p><br></p><p>Cada grupo estudou a origem, o contexto social e os artistas representativos do gênero, analisando como cada estilo musical expressa vivências, dores, esperanças e conquistas da população negra ao longo do tempo. Com base nas pesquisas, os grupos criaram cartazes ilustrativos e apresentações musicais ou expositivas, conectando o conteúdo histórico e social às letras, ritmos e mensagens das músicas escolhidas. Essa etapa uniu arte, conhecimento e consciência social, permitindo que os alunos se expressassem criativamente e reconhecessem a importância da cultura afro-brasileira e afro-diaspórica na formação da identidade nacional.&nbsp;</p><p><br></p><p>A ação possibilitou o desenvolvimento de competências críticas e empáticas, estimulando o respeito à diversidade, o combate ao racismo e a valorização da música como linguagem de resistência e transformação. Além disso, os alunos compreenderam que a trilha sonora não é apenas parte de uma obra artística, mas também um símbolo de memória e pertencimento, capaz de conectar passado e presente, história e emoção, cultura e cidadania. Dessa forma, a atividade contribuiu para fortalecer a educação antirracista, promovendo um aprendizado significativo que vai além da sala de aula, pois convida cada estudante a ouvir, sentir e pensar o mundo de forma mais consciente e solidária.</p><p><br></p>]]></description>
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         <pubDate>2025-11-22 21:30:34 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Enem - interpretação e análise criativa</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/Ensina_Brasil/ConstruindoaCulturaqueQueremos/wish/3694656430</link>
         <description><![CDATA[<p>Para enfrentar a dificuldade dos estudantes em interpretar enunciados e compreender o raciocínio por trás das alternativas do ENEM, desenvolvemos uma prática dinâmica e colaborativa baseada na criação de cartazes explicativos. O problema inicial era evidente: muitos alunos acertavam ou erravam questões sem entender plenamente <em>por quê</em>. Para mudar isso, cada grupo recebeu uma questão do ENEM e ficou responsável por desmontá-la passo a passo: interpretar o enunciado, analisar cada alternativa, justificar as corretas e explicar os erros conceituais das demais, relacionando tudo ao conteúdo teórico da disciplina.</p><p><br></p><p>A atividade foi conduzida de forma criativa: os grupos montaram cartazes coloridos e didáticos, apresentando para a turma toda a “anatomia” da questão — desde o tema teórico até a justificativa de cada letra. Durante as apresentações, os colegas podiam fazer perguntas, comentar, acrescentar informações e comparar com outras questões similares.</p><p><br></p><p>Os resultados foram muito positivos. A turma revisou conteúdos importantes de maneira leve, ativa e participativa, desenvolveu segurança para explicar conceitos, aprimorou a leitura atenta dos enunciados e passou a entender o ENEM como um processo de análise, não apenas de resposta. A ação transformou a resolução de questões em um momento de diálogo, protagonismo e construção coletiva do conhecimento.</p><p><br></p>]]></description>
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         <pubDate>2025-11-22 21:32:14 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Escola antirracista: conhecimento, identidade e transformação </title>
         <author>julianafelixsilva18</author>
         <link>https://padlet.com/Ensina_Brasil/ConstruindoaCulturaqueQueremos/wish/3694664676</link>
         <description><![CDATA[<p>No contexto do plano de ação da área de Ciências Humanas, elaborado coletivamente nas reuniões pedagógicas, surgiu a necessidade de reafirmar a importância da Lei 10.639/2003 e de fortalecer a educação antirracista na escola. Os principais personagens desse movimento foi a equipe docente de humanas, estando à frente do processo eu enquanto professora de história, junto a Márcia Pereira enquanto professora de geografia, também ensina 2025. Embora o tema já estivesse presente nas matrizes de habilidades, a equipe identificou que ainda era preciso aprofundar a discussão sobre racismo, ampliar a representatividade e integrar práticas mais significativas ao cotidiano escolar.</p><p><br/></p><p>O desafio central consistia em transformar ações pontuais em um processo contínuo, coerente e formativo, capaz de envolver toda a comunidade escolar e de articular teoria e prática. Era necessário que professores e estudantes partilhassem referenciais sólidos, que as discussões sobre equidade racial deixassem de ser episódicas e que houvesse participação efetiva de todas as séries do Ensino Médio.</p><p><br/></p><p>Como solução, estruturou-se um projeto integrado que começou pela formação docente, mediada por Gina Vieira, parceira do ensina, garantindo alinhamento conceitual e segurança teórica. A partir disso, ao longo do ano foram estudadas três obras centrais: <em>Racismo Estrutural</em>, <em>Pacto da Branquitude</em> e <em>Pequeno Manual Antirracista</em>, cada uma trabalhada de acordo com a etapa escolar. A proposta incluiu temas transversais, como feminismo negro, movimento negro brasileiro, encarceramento em massa e violência policial.&nbsp;</p><p><br/></p><p>Além do estudo teórico, o projeto incorporou experiências práticas, como o passeio pedagógico da 2ª série ao Quilombo do Mesquita, que permitiu vivências diretas sobre identidade, território e resistência quilombola. Na semana que antecedeu o Dia da Consciência Negra, em especial no dia 19 de novembro, todas as turmas realizaram uma grande troca de saberes: as 1ª séries pesquisaram diferentes quilombos do Brasil e produziram cartazes; as 2ª séries apresentaram relatos e reflexões sobre a visita ao Quilombo do Mesquita; e as 3ª séries mediaram rodas de conversa previamente planejadas, compartilhando depois, no grande grupo, as principais percepções debatidas.</p><p><br/></p><p>Os impactos tornaram-se visíveis ao longo do processo: houve fortalecimento da autoestima de estudantes negros, ampliação das reflexões críticas entre estudantes não negros, melhora do clima escolar e maior engajamento com temas de justiça social. A formação docente também se consolidou como um eixo transformador, permitindo que professores e gestores atuassem como multiplicadores de práticas pedagógicas comprometidas com equidade e direitos humanos.&nbsp;</p><p><br/></p><p>Com esses avanços, o projeto deixou de ser apenas uma resposta inicial à necessidade identificada e passou a integrar o futuro da escola. A proposta se mantém como uma ação contínua, que seguirá sendo aprimorada, fortalecida e ampliada nos próximos anos, garantindo que a educação antirracista permaneça viva, presente e central na formação dos estudantes e na cultura escolar como um todo.</p><p><br/></p>]]></description>
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         <pubDate>2025-11-22 22:08:20 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Cultura antiracista</title>
         <author>marcia29souzams</author>
         <link>https://padlet.com/Ensina_Brasil/ConstruindoaCulturaqueQueremos/wish/3695116029</link>
         <description><![CDATA[<p>A dificuldade inicial dos alunos em reconhecer e se conectar com a cultura afrodescendente evidenciou como esse legado ainda é invisibilizado ou pouco valorizado nos espaços escolares e sociais. Muitos não percebiam que elementos da linguagem, culinária, música, religiosidade e até formas de convivência presentes no cotidiano goianiense e luzinense têm origem direta da presença e resistência negra ao longo da história. Essa distância inicial reforçou a importância de uma prática pedagógica intencional voltada ao letramento antirracista.</p><p>Como parte da ação, os estudantes foram ao laboratório de informática para realizar pesquisas aprofundadas, acessando mapas culturais, registros históricos, vídeos, artigos, relatos e produções acadêmicas que tratam da presença afrodescendente na região e no Brasil. Esse momento foi fundamental para ampliar repertórios, desconstruir estereótipos e proporcionar autonomia investigativa.</p><p>A partir dos dados coletados, os alunos refletiram sobre os principais legados deixados pela população negra na cultura local, identificando contribuições em áreas como culinária, religiosidade, arte, música, dança, lutas, medicina tradicional e expressões linguísticas. Para consolidar o aprendizado e compartilhar o conhecimento com a comunidade escolar, foi organizada a criação de uma exposição com materiais visuais produzidos pelos próprios estudantes. Cartazes, maquetes, fotografias, linhas do tempo, mapas culturais e registros artísticos passaram a compor um espaço de memória e valorização da cultura afro-brasileira.</p><p>A aproximação com essa diversidade cultural tornou-se uma experiência singular, promovendo diálogo, respeito e reconhecimento da pluralidade identitária do Brasil. Essa ação integra um plano contínuo de letramento antirracista que busca não apenas informar, mas transformar percepções, combater o racismo estrutural e fortalecer a construção de uma sociedade mais consciente, democrática e inclusiva.</p><p>Assim, o projeto ultrapassou o campo da pesquisa e se transformou em um gesto de aproximação simbólica e afirmação cultural, reafirmando a importância da ancestralidade afro descendente como parte viva e indispensável da história regional e nacional. Atividade esta que foi mais passo em nosso plano de ação com a área de humanas envolvida.</p><p><br></p>]]></description>
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         <pubDate>2025-11-23 17:11:29 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Da Pesquisa à Consciência: A Escola como Espaço Antirracista</title>
         <author>marcia29souzams</author>
         <link>https://padlet.com/Ensina_Brasil/ConstruindoaCulturaqueQueremos/wish/3695137073</link>
         <description><![CDATA[<p>O Dia da Consciência Negra, celebrado em nossa escola, foi marcado por reflexão, diálogo e valorização da história e cultura afro-brasileira. A programação foi planejada de acordo com a Lei nº 10.639/2003, que estabelece o ensino obrigatório da história e cultura africana e afro-brasileira nas instituições de ensino, reafirmando nosso compromisso com uma educação antirracista e transformadora.</p><p>Ao longo do processo, os alunos realizaram pesquisas orientadas pelas áreas de Geografia , História (professoras Ensina), Sociologia e Filosofia, aprofundando-se nos temas: ancestralidade, resistência, racismo estrutural, formação das identidades e contribuições históricas do povo negro para o Brasil. A partir desses estudos, as turmas se dedicaram à investigação de importantes territórios quilombolas brasileiros, entre eles: Quilombo Mesquita, Kalunga, Pedra do Sal e Palmares. Cada grupo explorou a história, organização social, religiosidade, cultura e desafios atuais dessas comunidades, dando visibilidade às suas lutas e conquistas.</p><p>Para compartilhar os conhecimentos construídos, organizamos uma exposição visual com mapas culturais, fotografias, linhas do tempo, infográficos, maquetes e painéis artísticos produzidos pelos estudantes. Em formato de ilhas temáticas, os visitantes puderam circular pelos espaços e conhecer as especificidades de cada quilombo estudado, promovendo uma experiência educativa dinâmica e sensível.</p><p>O evento contou também com rodas de conversa entre os alunos, professores e convidados, nas quais foram debatidos os impactos do racismo estrutural na sociedade, o apagamento histórico da cultura afrodescendente e a necessidade de reconhecimento e preservação da memória africana como parte fundamental da identidade brasileira. Esse momento proporcionou escuta, troca de vivências, construção coletiva de conhecimento e fortalecimento de práticas de respeito e empatia.</p><p>A celebração do Dia da Consciência Negra não se encerrou como um evento isolado, mas como parte de um processo contínuo de construção de uma escola mais inclusiva, crítica e comprometida com a diversidade. Assim, reafirmamos que reconhecer a cultura afro-brasileira é reconhecer a própria história do Brasil — uma história de resistência</p><p><br></p>]]></description>
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         <pubDate>2025-11-23 17:50:08 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Vidas Negras Importam: ações pedagógicas em Geografia para desconstrução de imaginários racistas</title>
         <author>marcia29souzams</author>
         <link>https://padlet.com/Ensina_Brasil/ConstruindoaCulturaqueQueremos/wish/3695141912</link>
         <description><![CDATA[<p><strong>Desconstrução de imaginários racistas</strong></p><p>No ensino de Geografia, trabalhar o tema <strong>Vidas Negras Importam</strong> vai além de discutir fatos históricos: é promover reflexões sobre território, identidade, mobilidade social, políticas públicas e relações de poder. Ao incluir esse movimento como prática pedagógica, buscamos desconstruir imaginários que reduzem a população negra ao passado da escravidão e reforçam a falsa ideia de que pessoas negras não pertencem ao campo acadêmico ou a espaços de decisão.</p><p><strong>Ações desenvolvidas em sala de aula</strong></p><p><strong>Mapeamento do território e da diáspora africana<br></strong>Os alunos analisaram mapas históricos e contemporâneos para compreender a complexidade dos povos africanos antes da colonização.</p><p>Essa atividade permitiu perceber que as populações negras não foram originariamente escravizadas, mas pertenciam a sociedades avançadas, com sistemas políticos, científicos, econômicos e culturais diversos.</p><ol><li><p><strong>Estudo de personalidades negras no espaço acadêmico e científico<br></strong>Foram apresentados pesquisadores, intelectuais, educadores, geógrafos, médicos, engenheiros, filósofos e cientistas negros brasileiros e internacionais.<br>A atividade visou desconstruir o mito de que a população negra não produz conhecimento científico ou acadêmico, mostrando trajetórias de protagonismo.<br><strong>Análise crítica do racismo estrutural e sua relação com o território<br></strong>Discutimos como o racismo se manifesta nas cidades, nos indicadores socioeconômicos, nas desigualdades de acesso e na segregação espacial.<br>Os estudantes refletiram sobre como o espaço geográfico pode reproduzir desigualdades ou fortalecer processos de resistência e pertencimento.<br><br><strong>Rodas de conversa e debates<br></strong>Foram criados espaços de fala e escuta para que os alunos pudessem compartilhar percepções, questionamentos e experiências relacionadas ao tema.<br>A troca entre diferentes vivências contribuiu para ampliar a consciência coletiva e fortalecer uma postura antirracista.<br><br></p></li></ol><p><strong>Importância pedagógica da ação</strong></p><p>Ao inserir o movimento <strong>Vidas Negras Importam</strong> no currículo de Geografia:</p><ul><li><p>Transformamos a narrativa escolar, tirando a população negra do lugar de objeto histórico e reconhecendo-a como <strong>sujeito produtor de conhecimento</strong>.<br>Fortalecemos a compreensão de que pessoas negras <strong>não nasceram escravas</strong>, mas foram <strong>escravizadas</strong> por um sistema colonial violento.<br>Rompemos estereótipos que associam pessoas negras à falta de escolaridade ou incapacidade intelectual.<br>Contribuímos para que os estudantes reconheçam a pluralidade de identidades e se posicionem de forma crítica frente às injustiças sociais.<br><br></p></li></ul>]]></description>
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         <pubDate>2025-11-23 17:59:21 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Da Escola ao Mundo: Caminhos da Educação Ambiental</title>
         <author>marcia29souzams</author>
         <link>https://padlet.com/Ensina_Brasil/ConstruindoaCulturaqueQueremos/wish/3695149306</link>
         <description><![CDATA[<p>A participação dos alunos na feira científica realizada na Universidade Federal de Goiás – Polo Luziânia foi um marco importante para o projeto e para o desenvolvimento acadêmico e pessoal de cada estudante envolvido. Estar nesse espaço de pesquisa, inovação e conhecimento permitiu que eles apresentassem suas ideias, experimentos e propostas em diálogo direto com professores universitários, pesquisadores, representantes do poder público e outros estudantes, ampliando sua visão de futuro e de possibilidades.</p><p>Mais do que expor resultados, os alunos puderam compreender que ciência e educação ambiental não se limitam ao espaço da escola ou às paredes da sala de aula. Eles perceberam que suas pesquisas têm potencial para contribuir com políticas públicas, ações comunitárias e projetos de preservação, envolvendo órgãos como a Secretaria do Meio Ambiente e a Prefeitura Municipal.</p><p>Essa experiência tem sido um incentivo para que continuem explorando novos temas, ampliem seus acessos ao conhecimento científico e busquem respostas para questões ambientais que impactam o território onde vivem. A participação na feira os motivou a fortalecer o protagonismo juvenil, construir pontes entre escola, universidade e sociedade e entender que cada ação ambiental — por menor que pareça — é uma semente de transformação.</p><p><br></p>]]></description>
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         <pubDate>2025-11-23 18:15:16 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>#VoandoAlto IFSertãoPE</title>
         <author>kelvinsilva9809</author>
         <link>https://padlet.com/Ensina_Brasil/ConstruindoaCulturaqueQueremos/wish/3695158759</link>
         <description><![CDATA[<p>Na última terça-feira, dia 18, a nossa edição do #voandoalto foi mais que especial, os alunos do projeto "Águias do Serrote" foram conhecer o campus do IF Sertão PE, instituição onde 6 deles iram cursar o ensino médio. </p><p><br/></p><p>Na oportunidade, além de conhecer as dependências da unidade de ensino, nossos protagonistas conversaram com gestores da instituição e puderam ter uma prévia de tudo que está por vir. Além disso, vivenciaram alguns momentos de aulas práticas e experimentos em laboratórios. </p><p><br/></p><p>Estamos imensamente orgulhosos e ansiosos com o resultado final das inscrições dos alunos de nosso projeto, na certeza de que será uma jornada incrível e de muito crescimento e sucesso. 🦅👏🏼📚📖</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-11-23 18:33:07 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Projeto: Eu quero empreender+2025</title>
         <author>kelvinsilva9809</author>
         <link>https://padlet.com/Ensina_Brasil/ConstruindoaCulturaqueQueremos/wish/3695173738</link>
         <description><![CDATA[<p>A Secretaria de Educação, Cultura e Esportes de Petrolina vem a alguns anos incentivando o empreendedorismo entre os jovens e adultos da modalidade de ensino EJA, através do projeto: Quero empreender+. Na edição de 2025, vimos a oportunidade de trazer a interação entre os jovens do Ensino Fundamental II e os alunos da EJA. </p><p>Na oportunidade, o ensina Kelvin Almeida juntamente da gestão escolar promoveram algumas oficinas para a produção dos produtos que seriam vendidos na feira do projeto quero empreender+, dentre as oficinas contamos com a colaboração das ensinas: Camila Kelly e Thamiris Carvalho, pertencentes a escola CAIC e ao respectivo projeto Sustentaic.</p><p> Foi uma semana inteira de muita mão na massa, trocas culturais e colaboração entre nossos alunos. Os alunos aprenderam uma nova fonte de renda, aproveitamento de resíduos (óleo vegetal de cozinha) e puderam trocar experiências e vivências com os alunos dos ciclos de EJA&gt; </p>]]></description>
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         <pubDate>2025-11-23 19:07:11 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Feira de ciências e tecnologia </title>
         <author>julianafelixsilva18</author>
         <link>https://padlet.com/Ensina_Brasil/ConstruindoaCulturaqueQueremos/wish/3695257668</link>
         <description><![CDATA[<p>Os estudantes da 3ª série do Ensino Médio desenvolveram um trabalho científico dedicado a compreender os impactos da Segunda Guerra Mundial na política, na economia e na vida das populações. Esse grupo de jovens pesquisadores assumiu o papel de protagonistas na produção de conhecimento histórico, integrando teoria, análise crítica e investigação. O projeto foi apresentado na Feira de Ciências e Tecnologia do IFG (Instituto Federal de Goiás), onde os alunos puderam dialogar com a comunidade acadêmica e expor suas descobertas.</p><p><br/></p><p>O principal desafio consistiu em transformar um evento histórico complexo e de grande escala, como a Segunda Guerra Mundial, em um objeto de pesquisa científica capaz de gerar reflexão atual. Era necessário compreender não apenas os fatos, mas suas consequências duradouras, como mudanças geopolíticas, traumas sociais, violações de direitos humanos e avanços tecnológicos. Além disso, os alunos precisaram aprender a estruturar um trabalho científico: selecionar fontes confiáveis, construir argumentos, evitar repetições e organizar os dados de forma coerente.</p><p><br/></p><p>Para superar esses desafios, o grupo desenvolveu um percurso metodológico que envolveu pesquisa bibliográfica, análise de documentos históricos, revisão de autores como Beevor, Hobsbawm e outros estudiosos do período, além da construção de painéis explicativos e sínteses visuais. Os estudantes aprenderam a transformar conhecimentos de sala de aula em um trabalho científico real, articulando conceitos históricos com atualizações contemporâneas. A participação na Feira do IFG permitiu que eles explicassem sua pesquisa ao público, respondendo perguntas e exercitando a comunicação acadêmica.</p><p><br/></p><p>O projeto proporcionou uma profunda ampliação do repertório histórico e crítico dos estudantes. Eles compreenderam que estudar a Segunda Guerra Mundial não significa apenas olhar para o passado, mas refletir sobre temas atuais como autoritarismo, intolerância, direitos humanos e relações internacionais. A experiência da Feira fortaleceu a autonomia intelectual, a confiança e o protagonismo juvenil, evidenciando que os alunos são capazes de produzir ciência, interpretar o mundo e participar de debates relevantes.</p><p><br/></p><p>A pesquisa abre caminho para novas investigações, como estudos comparativos entre guerras, análise da reconstrução do pós-guerra ou debates sobre memória e justiça histórica. A participação na Feira do IFG também incentiva a continuidade do projeto em outras edições e inspira novos estudantes a se engajarem na produção científica e no estudo crítico dos grandes eventos históricos.</p><p><br></p>]]></description>
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         <pubDate>2025-11-23 22:33:30 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Eletiva - Literatura Inglesa na Dramaturgia</title>
         <author>barbaraliz2001</author>
         <link>https://padlet.com/Ensina_Brasil/ConstruindoaCulturaqueQueremos/wish/3697901378</link>
         <description><![CDATA[<p><strong>Contexto e Personagens:</strong></p><p><br/></p><p>Ao iniciar o terceiro bimestre, identifiquei que as turmas do Ensino Médio demonstravam pouco engajamento com conteúdos literários, especialmente quando relacionados à literatura inglesa — frequentemente percebida como distante, difícil e “inútil” para a vida prática. Muitos estudantes verbalizavam que tinham dificuldade em compreender a relevância histórica e cultural dos movimentos literários, e que preferiam aulas mais dinâmicas, visuais e participativas.</p><p><br/></p><p>Percebendo esse desafio, concebi uma <strong>eletiva interdisciplinar de Literatura Inglesa na Dramaturgia</strong>, unindo língua inglesa a tópicos como história literária, análise textual, artes cênicas e produção criativa. A intenção era aproximar os estudantes da literatura através da prática, permitindo que se tornassem protagonistas na construção de sentidos, interpretações e performances.</p><p><br/></p><p>A eletiva conta com <strong>35 estudantes</strong>, variados em níveis de leitura, expressão oral e engajamento. Esse grupo heterogêneo passou a atuar coletivamente como um “elenco” e uma “companhia teatral”, onde cada estudante tinha espaço para explorar sua criatividade, suas interpretações e sua relação com a obra literária.</p><p><br/></p><p><strong>Solução</strong>:</p><p>A solução criada para a eletiva reuniu, desde o início, um planejamento integrado entre teoria, prática e criação artística.</p><p><br/></p><p>Primeiro, foi feito um diagnóstico inicial para compreender os conhecimentos prévios dos 35 estudantes e apresentar os seis movimentos literários ingleses que seriam estudados. </p><p><br/></p><p>Em seguida, organizei aulas que sempre mesclavam contexto histórico, leitura guiada de trechos e atividades práticas de dramaturgia, exibição de filmes, permitindo que os alunos experimentassem na própria expressão corporal e criativa as características de cada período literário.</p><p><br/></p><p>Com o avanço da eletiva, construímos de forma coletiva uma narrativa original: a história de um protagonista que viaja por diferentes épocas após abrir uma porta mágica em um museu. </p><p><br/></p><p>Cada aula alimentava o roteiro, com os estudantes sugerindo falas, personagens, adaptações e elementos das obras estudadas. Minha mediação consistia em estruturar essas ideias, garantindo coesão estética e fidelidade ao conteúdo literário.</p><p>A culminância escolhida foi um sarau cênico em formato teatral. Os próprios alunos definiram personagens, organizaram figurinos, adaptaram falas, ensaiaram cenas e compreenderam, na prática, como a literatura se transforma em expressão artística. Todo o processo buscou envolver os estudantes como protagonistas, aprendendo literatura por meio de uma experiência criativa, colaborativa e significativa.</p><p><br/></p><p><strong>Impacto:</strong></p><p><br/></p><p>O projeto gerou impacto direto no engajamento, na autonomia e no repertório cultural dos 35 estudantes da eletiva. Alunos que inicialmente afirmavam não gostar de literatura passaram a participar ativamente das discussões, sugerir ideias e defender interpretações próprias sobre as obras estudadas. O trabalho com dramaturgia também desenvolveu habilidades socioemocionais importantes, como colaboração, comunicação, protagonismo e responsabilidade coletiva — especialmente nos momentos de ensaio, nas disputas criativas saudáveis e na preparação para a culminância. Além disso, a eletiva ampliou o repertório artístico e crítico dos estudantes ao conectar literatura, história, teatro e linguagem audiovisual. </p><p><br/></p><p>O impacto também se refletiu no ambiente escolar: outros professores demonstraram interesse no projeto, os alunos compartilharam suas experiências e a culminância passou a ser esperada como um momento de celebração do conhecimento de forma viva e significativa.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-11-25 12:34:43 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Hora do Quiz: Descritores SAEB/SAEGO

Contexto</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/Ensina_Brasil/ConstruindoaCulturaqueQueremos/wish/3697966872</link>
         <description><![CDATA[<p><strong>Hora do Quiz: Descritores SAEB/SAEGO</strong></p><p><strong>Contexto</strong><br>Com a proximidade das avaliações externas SAEB e SAEGO, a turma do 9º ano precisava revisar conteúdos matemáticos essenciais. Para tornar esse momento mais atrativo e significativo, foi planejada uma atividade interativa utilizando Chromebooks e a plataforma Kahoot, em que as questões foram elaboradas com base nos descritores cobrados nas avaliações.</p><p><strong>Desafio</strong><br>Os estudantes apresentavam dificuldades em conteúdos como porcentagem, operações com números racionais, interpretação de gráficos e geometria plana. Além disso, nas aulas anteriores observou-se baixa participação e engajamento, especialmente em atividades de revisão mais tradicionais.</p><p><strong>Solução</strong><br>Para superar essas barreiras, foi implementado o <em>“Hora do Quiz: Descritores SAEB/SAEGO”</em>, um jogo no Kahoot projetado para revisar os descritores de forma lúdica e competitiva.<br>Antes de iniciar, o funcionamento da plataforma e as regras foram explicados. Em seguida, cada aluno acessou o código da atividade pelo Chromebook, acompanhando as questões exibidas na TV e respondendo em tempo real. A dinâmica envolveu competição saudável, placar atualizado e premiação com chocolates para os três primeiros colocados. Ao final, houve correção coletiva das questões com maior índice de erro e retomada dos conceitos correspondentes.</p><p><strong>Impacto</strong><br>A atividade gerou forte engajamento: estudantes que geralmente se mostravam desmotivados participaram ativamente, vibraram com o jogo e demonstraram maior esforço para acertar as questões.<br>Os resultados também foram positivos: a taxa de acertos no Kahoot foi superior à de atividades anteriores, evidenciando maior assimilação dos conteúdos. O momento de discussão pós-jogo permitiu identificar dificuldades específicas e fortaleceu a compreensão dos descritores cobrados nas avaliações externas. O clima leve, competitivo e participativo contribuiu para melhorar a confiança da turma na Matemática.</p><p><strong>Futuro</strong><br>Diante dos bons resultados, o uso de recursos digitais como o Kahoot será incorporado ao planejamento pedagógico para novas revisões e diagnósticos formativos. A intenção é ampliar o uso de metodologias ativas que promovam engajamento, participação e aprendizagem significativa, consolidando estratégias que apoiem o desenvolvimento contínuo das competências matemáticas dos estudantes.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-11-25 13:23:41 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Mini-bolsa de valores!</title>
         <author>marinakuranaga</author>
         <link>https://padlet.com/Ensina_Brasil/ConstruindoaCulturaqueQueremos/wish/3698080803</link>
         <description><![CDATA[<p><strong>Contexto</strong></p><p>A atividade foi realizada com estudantes do 9º ano do EF para fixar conceitos sobre o Capitalismo Financeiro durante as aulas de Geografia. A proposta envolveu todas as turma em uma simulação prática de mercado financeiro, na qual cada grupo atuou como investidor, negociando ações fictícias de três empresas: TechnoCorp, AgroMundo e MoveCity. A atividade contou com materiais simples, como cartões coloridos, dinheiro fictício e tabelas de registro.<br>Ao final, os grupos vencedores foram premiados com o “Prêmio 9ºX de Investimentos”.</p><p><br/></p><p><strong>Desafio</strong></p><p>O principal desafio era tornar o conteúdo de mercado financeiro, especulação e variação de preços acessível, dinâmico e significativo para alunos que, muitas vezes, têm pouca familiaridade com investimentos. Além disso, buscou-se desenvolver habilidades como negociação, pensamento crítico e tomada rápida de decisões em um ambiente controlado.</p><p>Para superar esse desafio, foi criada a Mini-Bolsa de Valores, uma simulação com 5 rodadas de negociações.<br>Cada grupo iniciou com R$100 fictícios e pôde comprar e vender ações entre si conforme as “notícias do mercado”, que alteravam os preços das empresas. As negociações eram registradas em tabelas individuais, permitindo aos estudantes acompanhar seus ganhos, perdas e estratégias ao longo do jogo.</p><p><br/></p><p><strong>Impacto</strong></p><p>A atividade tornou o aprendizado mais vivencial e engajador, transformando conceitos abstratos em experiências concretas. Os estudantes demonstraram grande entusiasmo, criaram estratégias, debateram preços, negociaram ativamente e compreenderam na prática como funcionam especulação, risco, oferta e demanda.<br>Ao final, compararam seus patrimônios e refletiram sobre quais decisões geraram lucro ou prejuízo (desenvolvendo autonomia, colaboração e análise crítica).</p><p><br/></p><p><strong>Futuro</strong></p><p>A Mini-Bolsa de Valores tem potencial para se tornar uma prática permanente no currículo, podendo ser ampliada para outras séries, integrada a Matemática (porcentagem e gráficos), História (crises financeiras) e Projeto de Vida (finanças pessoais). Há possibilidades de evoluir o projeto com relatórios digitais, planilhas ou aplicativos de simulação.<br>O formato simples e adaptável permite que a experiência continue crescendo e se torne uma referência de aprendizagem ativa na escola.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-11-25 14:41:25 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Guia de Autodeclaração Racial no Brasil</title>
         <author>jvictornorona</author>
         <link>https://padlet.com/Ensina_Brasil/ConstruindoaCulturaqueQueremos/wish/3698168847</link>
         <description><![CDATA[<p>Por conta do Dia Nacional da Consciência Negra (20 de Novembro), desenvolvi o documento intitulado "Dia da Consciência Negra: Guia de Autodeclaração Racial no Brasil". O objetivo primordial desta iniciativa foi criar um mecanismo pedagógico que oferecesse aos estudantes as ferramentas necessárias para se autodeclararem de forma assertiva, reconhecendo e respeitando as complexas nuances da formação histórica e racial do povo brasileiro.<br><br>Dessa forma, o guia possui uma estrutura abrangente, com foco no letramento racial e no fornecimento de uma base sólida de conhecimento. Nele, discorro sobre a relevância do 20 de Novembro como um marco para o movimento negro brasileiro e apresento:<br> 1. As categorias de raça adotadas pelo IBGE (Branco, Preto, Amarelo, Pardo e Indígena).<br> 2. O conceito e a finalidade da autodeclaração no contexto censitário e social.<br>Mapas e dados estatísticos atualizados sobre a autodeclaração no Brasil, com base no Censo IBGE 2022.<br> 3. Uma linha do tempo histórica essencial, que abrange desde a inserção da população africana escravizada no Brasil até a Lei nº 11.645/2008, que torna obrigatório o ensino da "História e Cultura Afro-Brasileira e Indígena" no currículo escolar.<br><br>A culminação do documento é uma atividade prática e pronta para impressão, projetada para ser preenchida pelos alunos. Essa atividade incentiva a reflexão em três eixos cruciais para a identidade: histórico/genealógico, a percepção social, e pessoal, permitindo que os alunos se identifiquem plenamente com sua raça e promovendo uma reflexão crítica e aprofundada.<br><br>É importante destacar o sucesso pedagógico desta iniciativa: a atividade proposta foi desenvolvida com excelência, profundidade e sensibilidade pelos alunos, demonstrando não apenas a absorção do conteúdo e o engajamento crítico com o tema, mas também a eficácia do guia como ferramenta de promoção de identidade e cidadania.<br><br>Você pode acessar o Guia através deste link <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://lnkd.in/eH4NyqWN"><strong>https://lnkd.in/eH4NyqWN</strong></a> ou do Qr Code abaixo.</p>]]></description>
         <enclosure url="https://padlet-uploads-usc1.storage.googleapis.com/802288712/43b409e6c74b180bed67e00949ff3c2b/Guia_de_Autodeclara__o_Racial_no_Brasil___Jo_o_Noronha.jpg" />
         <pubDate>2025-11-25 15:44:43 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Cartografia e Império Romano</title>
         <author>jvictornorona</author>
         <link>https://padlet.com/Ensina_Brasil/ConstruindoaCulturaqueQueremos/wish/3698178658</link>
         <description><![CDATA[<p>Recentemente, ao abordar a divisão do Império Romano do Ocidente e do Oriente — um tema fundamental, especialmente para entender o papel da Igreja na História — identifiquei uma grande barreira com meus alunos do 6º ano. A dificuldade não estava no conceito da divisão em si, mas na visualização espacial: eles não conseguiam internalizar a geografia da Europa do Século V, ou seja, os domínios, as fronteiras e as cidades-chave. Essa dificuldade geográfica estava impossibilitando o avanço no estudo da influência da Igreja.<br>Percebi que precisávamos de uma mudança de rota urgente. Em vez de continuar com a didática tradicional, criei uma Oficina de Cartografia Histórica. O desafio era simples e direto: eles precisariam criar seus próprios mapas da Europa do Século V, pesquisando e escrevendo todas as informações necessárias para dar sentido ao conteúdo.<br>O impacto foi imediato. Pude perceber claramente como o engajamento e o aprendizado melhoraram consideravelmente logo após a atividade. Os alunos não só superaram a dificuldade geográfica, como demonstraram um domínio conceitual sólido sobre o funcionamento dos dois impérios, suas localidades e, finalmente, a complexa influência da Igreja Católica no Ocidente e Oriente.<br>Para celebrar e consolidar esse sucesso, os melhores trabalhos foram transformados em material didático de referência permanente e estão grudados na parede da sala. Agora, quando precisamos retomar o conteúdo, vamos diretamente ao cartaz que eles mesmos criaram! Isso não só valoriza o esforço deles, mas garante que o aprendizado continue ativo e relevante. Uma grande vitória da aprendizagem ativa!</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-11-25 15:51:42 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Olimpiada de Língua Inglesa 2025.2 (OBLI 2025.2) e OBLI 2025.1</title>
         <author>ericmakiyama1</author>
         <link>https://padlet.com/Ensina_Brasil/ConstruindoaCulturaqueQueremos/wish/3698533001</link>
         <description><![CDATA[<p>Este ano vivi uma das experiências mais marcantes da minha trajetória como professor de Inglês. Mesmo trabalhando com alunos de contexto rural, muitos ainda iniciando no idioma, consegui levar <strong>56 estudantes</strong> para participar das edições 2025.1 e 2025.2 da OBLI.</p><p>O mais incrível é que, mesmo com todas as dificuldades, eles acreditaram no processo e isso trouxe resultados reais: <strong>duas medalhas de Honra ao Mérito</strong>, uma em cada edição. Para nós, essas medalhas representam muito mais do que uma conquista acadêmica; representam superação, coragem e a certeza de que nossos alunos podem chegar muito mais longe do que imaginam.</p><p>Foi um trabalho intenso, cheio de desafios, mas também cheio de orgulho. Nada supera ver os olhos deles brilhando ao perceberem que são capazes.</p><p><strong>Seguimos abrindo caminhos e celebrando cada passo dessa jornada.</strong></p><p><strong><mark>Dados de Impacto</mark></strong><br><strong>Escola:</strong> ETI-Capitão João Velho<br><strong>Oportunidade:</strong> OBLI<br><strong>Tipo:</strong> Olimpíada<br><strong>Nível:</strong> Nacional<br><strong>Reconhecimento: </strong>2 Menções Honrosas<br><strong>Estudantes impactados:</strong> 2<br><strong>Estudantes inscritos:</strong> 56</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-11-25 22:55:24 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>1º Halloween ETI - Capitão João Velho🎃🎃🎃</title>
         <author>ericmakiyama1</author>
         <link>https://padlet.com/Ensina_Brasil/ConstruindoaCulturaqueQueremos/wish/3698540259</link>
         <description><![CDATA[<p>🎃 Este ano vivemos algo realmente especial na ETI – Capitão João Velho: realizamos o <strong>primeiro Halloween da história da escola</strong>. Para muitos alunos, foi a primeira vez que puderam vestir uma fantasia, participar de um concurso, brincar, se divertir e, claro, ganhar muitos doces.</p><p>Esse evento teve um peso ainda maior porque, durante muito tempo, a data foi vista com preconceito por alunos, pais e até funcionários. Muitos acreditavam que o Halloween tinha ligação religiosa negativa, o que sempre impediu qualquer celebração. Como professor de Língua Inglesa, senti que era hora de abrir espaço para o conhecimento vencer o medo.</p><p>Preparei aulas explicando a verdadeira origem do Halloween, suas tradições e o porquê das fantasias, das abóboras, dos “monstros” e dos doces. Aos poucos, fomos desmontando mitos, esclarecendo dúvidas e mostrando que se trata apenas de uma celebração cultural, divertida e sem nenhum cunho religioso.</p><p>O resultado foi melhor do que eu imaginava: a escola inteira abraçou o evento, os alunos se envolveram de verdade e o clima foi de alegria do começo ao fim. Ver cada criança e adolescente sorrindo, experimentando algo novo e participando sem medo ou preconceito foi, sem dúvida, uma das maiores recompensas deste ano.</p><p>Foi muito mais do que um evento: foi uma quebra de barreiras, um passo importante para ampliar horizontes e mostrar que conhecimento transforma.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-11-25 23:11:16 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Apresentação Musical - Wellerman Sea Shanty. (Aprendendo inglês de forma divertida) 🏴‍☠️</title>
         <author>ericmakiyama1</author>
         <link>https://padlet.com/Ensina_Brasil/ConstruindoaCulturaqueQueremos/wish/3698559014</link>
         <description><![CDATA[<p>Com o 7º Ano A, resolvi arriscar algo diferente. É uma turma cheia de energia e muito participativa, então pensei: por que não ensinar inglês através da música? Escolhi <em>“Wellerman – Sea Shanty”</em>, do Nathan Evans, e começamos a explorar a letra, o vocabulário e a história por trás dessa canção tão marcante.</p><p>Os alunos abraçaram a ideia de imediato. Ensaiaram comigo, cantaram, se divertiram e foram descobrindo que aprender inglês pode ser muito mais leve quando a gente vive a experiência. E como temos um aluno surdo na turma, decidimos aprender também a versão em Libras. Mesmo ele não participando da apresentação, ficou claro que se sentiu incluído e isso fez toda a diferença. Muitos alunos se interessaram pela língua, entenderam sua importância e passaram a olhar para o colega com ainda mais respeito e empatia.</p><p>Para fechar com chave de ouro, apresentamos a música no dia do Halloween, todos caracterizados como piratas. Foi uma mistura perfeita: música, cultura, inclusão e diversão. O resultado? Um momento inesquecível para toda a turma — e um daqueles projetos que reforçam por que vale tanto a pena ser professor.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-11-25 23:34:52 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>📰 Projeto Revistas Digitais – Criatividade em Alta! (Feat. Michael Brito)</title>
         <author>ericmakiyama1</author>
         <link>https://padlet.com/Ensina_Brasil/ConstruindoaCulturaqueQueremos/wish/3698566325</link>
         <description><![CDATA[<p>Durante um mês inteiro, meus alunos mergulharam em um desafio diferente: criar suas próprias <strong>revistas digitais</strong>. Preparei um modelo no Word para servir de base, e a partir daí cada grupo teve liberdade para explorar seus gostos e transformar tudo em conteúdo desde esportes e entretenimento até inspirações pessoais e uma seção especial de inglês.</p><p>A proposta era simples, mas poderosa: pesquisar, selecionar informações, escrever de forma organizada e, acima de tudo, deixar a criatividade falar mais alto. E eles levaram isso a sério! O resultado foi um conjunto de revistas cheias de personalidade, identidade e carinho. Cada página mostra o quanto eles evoluíram no uso das ferramentas do computador, no trabalho em equipe e na própria expressão criativa.</p><p>Ver cada grupo discutindo ideias, escolhendo imagens, montando textos e aprendendo juntos foi uma das partes mais gratificantes deste projeto. Agora, vou compartilhar as fotos e o link com todas as revistas para quem quiser conhecer o trabalho incrível que eles produziram.</p><p>Mais do que um exercício escolar, foi uma experiência que uniu colaboração, tecnologia, criatividade e autonomia e o resultado ficou simplesmente sensacional.</p><p>A idéia surgiu de uma atividade já feita por Michael Brito na ETI - Capitão João Velho, mas foi bem reaproveitado a atividade e deu muito certo!!</p><p><br></p><p><strong>Link para revistas: </strong><a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://drive.google.com/drive/folders/1YEai-SKh7wWW1RISgL2fwsBd9--08b1H?usp=sharing"><strong>https://drive.google.com/drive/folders/1YEai-SKh7wWW1RISgL2fwsBd9--08b1H?usp=sharing</strong></a></p>]]></description>
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         <pubDate>2025-11-25 23:44:34 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Combatendo o Racismo Recreativo na escola.</title>
         <author>mariavivianebezerra</author>
         <link>https://padlet.com/Ensina_Brasil/ConstruindoaCulturaqueQueremos/wish/3698618852</link>
         <description><![CDATA[<p>Na semana anterior ao dia da Consciência Negra, decidi trabalhar com minhas turmas de 8º e 9º ano um tema que, ainda que os alunos não entendam sua nomenclatura, o praticam muito: Racismo Recreativo. É recorrente o uso de termos de cunho racista proferidos para colegas em tom de brincadeira e em meio a risadas. Preparei um conteúdo bem direto e didático para ser trabalhado em uma roda de conversa onde os estudantes pudessem refletir sobre essa temática e os malefícios que ela causa à população negra mesmo quando eles não têm a intenção de diminuir e menosprezar esse grupo racial. Eles engajaram muito na proposta, demonstrando interesse ao fazerem muitas perguntas e ao contarem relatos do que viram e viveram. Passadas duas semanas, depois de um dia de trabalho, me dei conta que eu pouco escutei, nos últimos dias, alguns termos racistas que eles tão costumeiramente falavam. Foi incrível perceber o poder de uma roda de conversa, de escutá-los, e de levá-los a entender, que, mesmo uma expressão que parece ser inocente traz consigo uma carga de traumas históricos que estão tão vivos em nosso presente e que precisamos combatê-los cotidianamente.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-11-26 00:28:36 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Baile da Primavera: Identidade, pertencimento e Comunidade em Movimento</title>
         <author>tuliodlribei</author>
         <link>https://padlet.com/Ensina_Brasil/ConstruindoaCulturaqueQueremos/wish/3699548563</link>
         <description><![CDATA[<p>O <strong>II Baile da Primavera – Raízes Culturais</strong> mostrou como ações culturais bem planejadas podem fortalecer vínculos, promover identidade e mobilizar toda a comunidade escolar. A iniciativa nasceu do desejo de transformar a escola em um espaço vivo de expressão, reconhecimento e participação. Após o sucesso da primeira edição, o baile tornou-se uma tradição anual, e neste ano, ao ocorrer próximo ao Dia da Consciência Negra, ganhou ainda mais significado ao adotar o tema <em>Raízes Culturais</em>, ampliando o debate sobre diversidade e ancestralidade.</p><p>O evento trouxe a proposta de valorizar diferentes matrizes culturais, das civilizações antigas aos grupos regionais brasileiros e, ao mesmo tempo, criar oportunidades de protagonismo. Os estudantes participaram da criação dos figurinos, da caracterização e da organização, em um movimento colaborativo que envolveu jovens empreendedores, famílias e comerciantes do bairro.</p><p>Os dois desfiles, um dedicado ao cabelo afro e outro às diversas representações culturais, possibilitaram que os estudantes expressassem suas identidades com autonomia, fortalecendo o sentimento de pertencimento e a valorização da própria história.</p><p>Mais do que uma festa, o Baile da Primavera consolidou-se como uma prática que fortalece a cultura escolar e demonstra que a valorização da diversidade pode transformar relações, ampliar olhares e gerar impacto positivo na formação dos estudantes.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-11-26 12:39:46 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Parceria Escola - Família na Educação em Saúde</title>
         <author>tuliodlribei</author>
         <link>https://padlet.com/Ensina_Brasil/ConstruindoaCulturaqueQueremos/wish/3699551383</link>
         <description><![CDATA[<p>O trabalho desenvolvido com as turmas da <strong>2ª série</strong> sobre <strong>Infecções Sexualmente Transmissíveis (IST’s)</strong> revelou o quanto a aproximação entre escola, família e comunidade pode potencializar a aprendizagem e ampliar o impacto da educação em saúde. Durante a construção das atividades, uma mãe (profissional de enfermagem atuante na própria comunidade) tomou conhecimento do tema enquanto acompanhava a filha em casa e imediatamente demonstrou interesse em contribuir.</p><p>A participação de Patrícia, mãe da estudante Sofia, transformou o momento de apresentação dos trabalhos em uma experiência de aprendizagem viva e significativa. Após as exposições dos grupos, ela ofereceu contribuições técnicas fundamentais, explicando processos como a replicação viral no organismo e trazendo dados atualizados sobre as IST's com maior incidência na região.</p><p>Além das orientações, Patrícia apresentou preservativos masculinos e femininos, explicando o uso correto de cada um deles, o que despertou curiosidade e esclareceu dúvidas que muitos estudantes nunca haviam tido a oportunidade de discutir abertamente. A interação foi marcada por seriedade, respeito e engajamento.</p><p>A iniciativa evidenciou o valor das <strong>parcerias entre escola e comunidade</strong>, mostrando que quando o conhecimento escolar encontra a experiência profissional das famílias, os estudantes se sentem mais acolhidos, informados e preparados para tomar decisões responsáveis. A presença de uma profissional da área ampliou o alcance pedagógico do conteúdo e reforçou a importância da educação sexual como instrumento de cuidado, prevenção e cidadania.</p><p>Esse episódio demonstrou que práticas colaborativas, mesmo simples, têm o poder de transformar a aprendizagem em algo concreto e significativo para a vida dos estudantes, fortalecendo vínculos e construindo uma cultura escolar que valoriza o diálogo, a prevenção e o protagonismo dos estudantes.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-11-26 12:42:16 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Projeto de Aulas de Música</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/Ensina_Brasil/ConstruindoaCulturaqueQueremos/wish/3699782429</link>
         <description><![CDATA[<p>1. Contexto e Personagens</p><p><br/></p><p>As aulas de música são realizadas no Colégio Estadual Paulo Freire, com a participação de adolescentes do 8º e 9º ano. O projeto é conduzido pelos professores Vinícius Gama de Melo Torres e João Fonseca, que atuam no ensino de teoria musical e na orientação prática. A escola não possui sala de música, mas os espaços disponíveis são utilizados para as atividades, com apoio de alguns instrumentos como violões, teclado e ukulele.</p><p><br/></p><p>2. Desafio</p><p><br/></p><p>O projeto surgiu da necessidade de oferecer acesso ao ensino musical para jovens em situação de vulnerabilidade, que demonstravam interesse pela área, mas não tinham condições financeiras de adquirir instrumentos ou pagar aulas. Entre os desafios estruturais, destaca-se a quantidade limitada de instrumentos e a falta de instrutores especializados em determinados instrumentos, como bateria e metais. As habilidades musicais básicas — como ritmo, compasso e leitura musical — também precisavam ser desenvolvidas. Dada a importância da música para o desenvolvimento cognitivo, emocional e cultural, o enfrentamento dessas dificuldades tornou-se essencial.</p><p><br/></p><p>3. Solução</p><p><br/></p><p>O projeto tem como objetivo ensinar teoria musical e iniciação instrumental. As aulas ocorrem aos sábados, com divisão dos alunos por instrumentos ou conteúdos. Os temas abordados incluem compasso, ritmo, leitura de partituras e tablaturas, além de figuras rítmicas básicas. As práticas incluem transposição de partituras, reinterpretação musical e ensaios de melodias simples, utilizando violões, teclado, flauta e materiais pedagógicos variados. A avaliação é realizada por meio da observação contínua das atividades desenvolvidas pelos estudantes.</p><p><br/></p><p>4. Impacto</p><p><br/></p><p>Os alunos demonstraram evolução significativa, adquirindo familiaridade com os instrumentos, maior compreensão de compasso e ritmo, e capacidade de realizar leituras musicais com apoio. Alguns já conseguem tocar melodias no violão e teclado e acompanhar o tempo em grupo. O engajamento permaneceu constante e houve redução da timidez inicial, embora ainda não haja mudanças socioemocionais profundas observadas.</p><p><br/></p><p>5. Futuro</p><p><br/></p><p>O projeto continuará no próximo ano, com previsão de ampliação do grupo de estudantes e busca por instrutores voluntários para novos instrumentos. Há potencial para expansão dentro da escola, especialmente para outras turmas. Entre as melhorias planejadas, estão apresentações mensais abertas à comunidade e futuras parcerias com artistas locais, instituições culturais e microempreendedores, fortalecendo o vínculo entre escola e comunidade.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-11-26 15:56:08 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title> Aula: Dia Nacional de Zumbi e da Consciência Negra - 20 de novembro</title>
         <author>vieiraleticia29</author>
         <link>https://padlet.com/Ensina_Brasil/ConstruindoaCulturaqueQueremos/wish/3699905681</link>
         <description><![CDATA[<p>Durante a Semana da Consciência Negra, desenvolvi com as turmas de Artes e História do 6º ano da <strong>Escola Estadual Juarez Rodrigues dos Anjos</strong> uma atividade voltada à valorização da cultura e da história afro-brasileira. Logo no início da aula, ao introduzir a temática da Consciência Negra e a trajetória de Zumbi dos Palmares, percebi que muitos alunos tinham pouco conhecimento sobre o assunto. Essa constatação evidenciou uma defasagem significativa e reforçou a necessidade de abordar o tema de maneira ampla e sensível, para que os estudantes compreendessem sua importância histórica e social.</p><p><br/></p><p>Diante desse desafio, organizei uma sequência de ações que possibilitasse o aprofundamento do tema de forma clara e acessível. Iniciei com uma conversa para identificar os conhecimentos prévios da turma e, em seguida, apresentei materiais audiovisuais lúdicos que contextualizavam a luta, a resistência e o legado da população negra no Brasil. Busquei criar um ambiente de reflexão e acolhimento, valorizando as contribuições culturais e históricas desse grupo.</p><p><br/></p><p>Para reforçar a aprendizagem, propus uma atividade de Contendo <strong>20 termos relacionados à temática</strong>,  como <em>antirracismo, empoderamento, identidade</em> e <em>herança</em>, a fim de ampliar o vocabulário dos estudantes e aproximá-los de conceitos essenciais para a formação cidadã. Além disso, desenvolvi uma atividade artística na qual os alunos realizaram <strong>pinturas de figuras negras representativas</strong>, apresentadas como símbolos de força, ancestralidade, beleza e identidade. Essa produção teve como objetivo incentivar o empoderamento e promover um reconhecimento positivo da cultura negra no ambiente escolar.</p><p><br/></p><p>Os resultados foram significativos. Observei maior interesse, engajamento e compreensão por parte dos alunos, que demonstraram uma postura mais sensível e respeitosa diante do tema. A atividade contribuiu para ampliar o repertório cultural da turma, fortalecer atitudes de respeito e estimular reflexões importantes sobre identidade, diversidade e combate ao racismo.</p><p><br/></p><p>Quanto à continuidade, reconheço que o projeto possui capacidade de aprofundamento e pode ser ampliado em novas oportunidades pedagógicas, conforme a necessidade e o interesse da comunidade escolar.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-11-26 18:15:37 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/Ensina_Brasil/ConstruindoaCulturaqueQueremos/wish/3699905681</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Arte Urbana e Movimento Negro </title>
         <author>fekellysantos</author>
         <link>https://padlet.com/Ensina_Brasil/ConstruindoaCulturaqueQueremos/wish/3700055413</link>
         <description><![CDATA[<p>Durante minha intervenção em sala de aula com as turmas do 6º e 7º ano, desenvolvemos uma atividade interdisciplinar que integrou Arte, Língua Portuguesa e conhecimentos sobre o Movimento Negro no Brasil. O ponto de partida foi o estudo da arte urbana, especialmente o grafite, compreendido não apenas como expressão estética, mas também como forma de comunicação social e afirmação cultural.</p><p>Foi apresentado aos alunos referências visuais e textuais de artistas e explicado como o grafite tem sido um instrumento de denúncia, resistência e valorização da identidade negra. Através desse aprendizado as turmas compreenderam o papel da arte no enfrentamento ao racismo e o fortalecimento das vozes historicamente silenciadas.</p><p>Foi proposto para os alunos que criassem seus próprios cartazes inspirados num mural de grafite. Surgiram desenhos e frases curtas que revelaram engajamento, reflexão e um olhar crítico sobre as questões sociais. Ao final, a intervenção proporcionou aos alunos uma aprendizagem significativa, em que teoria e prática se conectaram, ampliando sua consciência social e seu repertório artístico, além de fortalecer a leitura crítica e a produção de textos em diferentes linguagens.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-11-26 22:35:58 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>O Dia em que Meus Alunos Fizeram os Juízes Chorarem
</title>
         <author>camilabarroseng</author>
         <link>https://padlet.com/Ensina_Brasil/ConstruindoaCulturaqueQueremos/wish/3700065146</link>
         <description><![CDATA[<p>Quando entrei na escola e descobri a robótica, me juntei ao projeto na hora. Este ano formei uma equipe jovem, do 6º e 7º ano, acompanhada por uma aluna do 1º ano como mentora. No meio do caminho, o professor responsável saiu e toda a parte burocrática ficou comigo, e só segui porque a empolgação deles era maior que qualquer cansaço. Como havia uma equipe no outro turno e eu não conseguia atender nos meus horários, Rebeca (Ensina Brasil) assumiu a responsabilidade por aquele grupo e manteve tudo de pé.</p><p>Participamos da FIRST LEGO League (FLL), um torneio de robótica educacional que trabalha seis valores essenciais: Descoberta, Inovação, Impacto, Inclusão, Trabalho em Equipe e Diversão. Meus alunos viveram cada um deles com uma intensidade linda.</p><p>Para o projeto de inovação, escolheram falar sobre a repatriação de artefatos aos povos originários e entrevistaram a Drª Rosângela Corrêa por mais de uma hora, totalmente sozinhos. Uma aluna me disse: “Mesmo sem prêmio, já valeu.”</p><p>No torneio, mesmo tão jovens e com recursos tão limitados, eles conquistaram A Escolha dos Juízes, um prêmio entregue a equipes que inspiram, emocionam e tocam os avaliadores. Na sala de avaliação, começaram a elogiar uns aos outros, se emocionaram e emocionaram os juízes também. Quando anunciaram o prêmio, minhas mãos tremiam tanto de orgulho que mal consegui tirar a foto.</p><p>Um dos momentos mais fortes foi ver um aluno considerado “difícil” na escola ser o mais concentrado, criativo e gentil dentro do clube. Foi ele quem iniciou a roda de elogios. A robótica foi o espaço onde ele conseguiu existir inteiro e ser visto por isso.</p><p>E, no fim, foram eles que disseram tudo:<br>• “Mudou meu jeito de pensar sobre a vida.” — Calebe<br>• “Eu viveria essa experiência um milhão de vezes.” — Alessandra<br>• “Mantivemos o legado da robótica.” — Jhuly<br>• “Muito obrigado robótica por tudo.” — Davi<br>• “No começo ninguém se conhecia, mas no final deu tudo certo. O que vale não é vencer, e sim competir.” — Airton</p><p>A robótica não transformou só o dia deles, transformou o jeito como acreditamos no que essas crianças são capazes de fazer, quando lhes damos espaço, confiança e motivos para brilhar.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-11-26 22:58:33 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Mais que Ver, Fazer: A Força das Aulas Práticas
</title>
         <author>camilabarroseng</author>
         <link>https://padlet.com/Ensina_Brasil/ConstruindoaCulturaqueQueremos/wish/3700065587</link>
         <description><![CDATA[<p>Uma coisa ficou clara para mim neste ano: em Física, ver não basta. Os alunos precisam fazer. Por isso, as aulas práticas e as simulações têm se tornado parte essencial das minhas turmas, e o impacto é visível.</p><p>Tudo começa pelos roteiros guiados. Cada grupo ou dupla recebe instruções claras e perguntas reflexivas que os fazem pensar antes, durante e depois da atividade. Isso diminui o tempo de explicação no quadro e aumenta o tempo de investigação real. Eu fico circulando, ouvindo ideias, tirando dúvidas e provocando novas perguntas. A aula deixa de ser minha e passa a ser deles.</p><p>Foi assim na prática sobre transferência de calor, quando descobriram, chocados, que o balão com água não estoura na chama. Ou na aula de ímãs e bússolas, em que a sala virou um grande mapa vivo, cheio de apontamentos, risadas e descobertas sobre polaridade e materiais magnéticos.</p><p>No laboratório de informática, o envolvimento é o mesmo. Nas simulações do PhET, seja explorando gases ou montando circuitos elétricos, eles testam hipóteses, comparam resultados, discutem entre si e fazem previsões. Mesmo diante da tela, a aprendizagem continua concreta, porque cada ação gera um resultado imediato que eles precisam interpretar.</p><p>Em todas essas experiências, há algo que se repete: eles se engajam, conversam, discordam, acertam, erram e aprendem. Sempre em movimento. E, ao final, os feedbacks dizem tudo: “Aprendi mais assim.” “Foi divertido.” “Quando vai ter outra?”</p><p>Hoje, tenho a certeza de que quando os alunos vivenciam a Física, ela deixa de ser distante. Ela se aproxima, ganha forma e faz sentido.</p><p><br></p>]]></description>
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         <pubDate>2025-11-26 22:59:51 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Aulão interdisciplinar (Física, Química e História) - encerramento do projeto</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/Ensina_Brasil/ConstruindoaCulturaqueQueremos/wish/3700078259</link>
         <description><![CDATA[<p>O projeto “Rumo à Universidade” surgiu quando me deparei, no cotidiano da escola pública, com um cenário preocupante: muitos estudantes não se reconheciam como sujeitos possíveis dentro da universidade. Diante disso, eu e minha dupla do EB, Ana Laura, estruturamos um cronograma anual com ações contínuas para motivar os alunos e mostrar que o ensino superior é um espaço que também lhes pertence.<br>Ao longo do ano, realizamos palestras sobre o funcionamento da TRI no Enem, vestibulares do estado, sistema de cotas, auxílios permanência e oportunidades de monitorias. Promovemos ainda testes vocacionais, simulados, aulões voltados para o Enem e vestibulares, além de um mutirão no laboratório da escola para auxiliar nas inscrições do exame nacional.<br>Como resultado, alcançamos mais de 90% de estudantes inscritos no Enem, um número expressivamente superior ao do ano anterior. Além disso, observamos um aumento significativo no engajamento dos alunos e no desejo de ingressar na universidade, agora visualizada como um objetivo real e possível.<br></p>]]></description>
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         <pubDate>2025-11-26 23:23:59 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Educação para o respeito: Conversa, informação e inclusão</title>
         <author>laurafm1701</author>
         <link>https://padlet.com/Ensina_Brasil/ConstruindoaCulturaqueQueremos/wish/3700089104</link>
         <description><![CDATA[<p>Após uma série de denúncias de bullying e crimes de ódio na escola, fui convidada a conversar com os alunos do Ensino Fundamental sobre temas delicados: racismo, LGBTfobia, gordofobia, intolerância religiosa, capacitismo e bullying, além das leis e penalidades relacionadas. Era uma missão importante e um grande desafio. Eu conduziria nove tempos de aula, sempre com duas turmas por vez, incluindo grupos grandes do 6º ano. Confesso que a ideia de encarar tudo isso sozinha me inquietava.</p><p>Preparei a palestra com muito cuidado, buscando criar um espaço de diálogo real, trazendo exemplos próximos da realidade deles e mostrando como atitudes aparentemente simples podem ferir ou transformar. Entrei em cada sala esperando resistência, mas fui surpreendida: os alunos participaram, perguntaram e se envolveram de verdade. Ao final, muitos vieram me agradecer por falar abertamente sobre situações que acontecem com frequência na sala e que os afetam diretamente, e que muitas vezes ficam silenciadas.</p><p>Alguns professores acompanharam parte da palestra e pediram o material para estudar e levar para suas próprias práticas. Terminei o dia exausta, mas profundamente tocada, com a sensação de que, naquela escola, naquele momento, pude contribuir para abrir caminhos de respeito, consciência e inclusão. E saí com a certeza de que quero continuar ampliando esse trabalho, transformando ações pontuais em projetos permanentes que façam diferença no cotidiano dos alunos.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-11-26 23:40:39 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Verdelume: quando acreditar nos alunos transforma tudo</title>
         <author>laurafm1701</author>
         <link>https://padlet.com/Ensina_Brasil/ConstruindoaCulturaqueQueremos/wish/3700105048</link>
         <description><![CDATA[<p>Junto com a professora e ensina Marcela, inscrevi o projeto Verdelume no edital <em>Agentes de Transformação</em>. Esse edital nos deu a oportunidade de colocar em prática uma ideia criada pelos próprios alunos da escola: um jogo de computador voltado para a educação climática, desenvolvido inicialmente por uma turma do Ensino Médio.</p><p>Quando começamos a execução do projeto, senti vontade de incluir alguns alunos do 6º ano, com quem tenho mais contato e que demonstram grande interesse pelo tema. A expectativa era que eles participassem de forma pontual, apenas apoiando algumas etapas. Mas o que aconteceu foi justamente o contrário: eles assumiram o protagonismo do projeto.</p><p>João Pedro mergulhou nos estudos de programação, desenvolveu habilidades em tempo recorde e se tornou referência para os alunos do Ensino Médio, ajudando, ensinando e liderando momentos de estudo. Airton, por sua vez, se destacou na parte artística: criou a capa do jogo, ilustrações e até histórias em quadrinhos que ampliaram o universo do Verdelume.</p><p>O mais bonito foi acompanhar a emoção dos dois ao ver o projeto ganhando forma. Cada etapa concluída era celebrada com brilho nos olhos, como quem percebe que está realizando algo maior do que imaginava.</p><p>Essa experiência me fez refletir profundamente sobre o poder de acreditar no potencial dos alunos. Com apoio e incentivo, João Pedro e Airton não apenas desenvolveram habilidades incríveis, mas mostraram a si mesmos e aos colegas que podem ir tão longe quanto seus sonhos permitirem.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-11-27 00:00:30 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Interpretar para Cuidar: Dados e Diálogo na Construção de Escolas Sem Bullying</title>
         <author>quantumarcela</author>
         <link>https://padlet.com/Ensina_Brasil/ConstruindoaCulturaqueQueremos/wish/3700175332</link>
         <description><![CDATA[<p>Como parte do meu compromisso em promover uma escola verdadeiramente segura, acolhedora e consciente, desenvolvi com as turmas do 2º ano do Ensino Médio uma Ação Antibullying que uniu diálogo, reflexão crítica e leitura sensível de dados reais.</p><p>A atividade aconteceu em rodas de conversa — um espaço aberto e protegido, onde cada estudante pôde falar, escutar e se reconhecer nas experiências compartilhadas. Para aproximar o tema da vivência concreta, iniciei trazendo exemplos reais de situações de violência simbólica e bullying. Esse primeiro movimento ajudou a nomear sentimentos e a perceber o quanto aquilo que muitas vezes é tratado como “brincadeira” pode ferir, afastar e silenciar.</p><p>Em seguida, mergulhamos na interpretação de dados sobre bullying, evasão escolar e saúde emocional, com recortes de diversidade — incluindo raça, gênero, orientação sexual, identidade de gênero e outras dimensões que compõem a pluralidade dos estudantes.<br>Essa leitura crítica nos levou a uma pergunta essencial: <strong>o que existe por trás dessas porcentagens?</strong></p><p>E então o evidente — e doloroso — apareceu: cada dado representa uma história. Histórias de estudantes que se sentem excluídos por serem quem são; de jovens que internalizam violências e deixam de confiar em si mesmos; de adolescentes que se afastam da escola por medo de serem ridicularizados ou não acolhidos em suas identidades.</p><p>Ao conectar números e narrativas, os estudantes perceberam que as estatísticas não são frias: elas têm rosto, nome, voz e sentimento. Cada dado evidencia a urgência de construir ambientes onde todos possam existir plenamente.</p><p>Finalizamos a atividade criando, juntos, estratégias para fortalecer o cuidado coletivo, o respeito e a responsabilidade emocional dentro da escola.<br>Porque uma escola verdadeiramente educativa não se sustenta apenas no conteúdo — ela se sustenta no vínculo, no pertencimento e na humanidade que construímos diariamente.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-11-27 00:50:48 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Senhor José e o Fortalecimento da  Comunidade Escolar. </title>
         <author>quantumarcela</author>
         <link>https://padlet.com/Ensina_Brasil/ConstruindoaCulturaqueQueremos/wish/3700192344</link>
         <description><![CDATA[<p>No dia a dia corrido da escola, muitas histórias passam diante de nós sem realmente serem vistas. Foi assim até conhecermos melhor a história do Senhor José, trabalhador da nossa comunidade escolar, homem idoso, negro, que já enfrentou inúmeras dificuldades ao longo da vida.</p><p>Ele acreditava que seu papel na escola tinha pouco valor por não ser pedagógico. Mas, ao conversarmos com calma, descobri algo que mudou a forma como eu o enxergava: o Senhor José convive com o Alzheimer, mesmo assim segue cumprindo seu trabalho com dedicação e carinho.</p><p>Percebi que sua história precisava ser compartilhada com os estudantes, não para provocar pena, mas para despertar empatia e mostrar o valor de todas as pessoas que fazem a escola funcionar. Levei esse relato para todas as minhas turmas e propus uma reflexão: quem são as pessoas que mantêm nossa escola de pé todos os dias, mesmo sem aparecer?</p><p>A partir disso, iniciamos um movimento simples, mas transformador. Os estudantes passaram a aprender o nome de cada trabalhador: cantina, limpeza, secretaria, manutenção. E, mais importante, começaram a olhar para essas pessoas com respeito e reconhecimento. Hoje, quando qualquer funcionário entra em uma sala, é recebido com palmas, cumprimentos, agradecimentos e sorrisos sinceros.</p><p>Esse gesto, inspirado pelo Senhor José, mudou o clima da escola. Criou laços, pertencimento e um senso de humanidade que passou a fazer parte da rotina.</p><p>A história dele tocou tanto os estudantes que ganhou espaço até no jogo desenvolvido por eles, projeto que agora recebe investimento do edital do Ensina Brasil. O jogo terá um personagem inspirado no Senhor José, que será homenageado no evento de lançamento no dia 08/12.</p><p>O que começou como uma conversa se tornou cultura. A escola aprendeu a enxergar quem sempre esteve ali. A trajetória do Senhor José nos lembrou de que cada pessoa importa e de que reconhecer o outro pode transformar uma comunidade inteira.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-11-27 01:02:43 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Boa Prática Pedagógica: Inglês, Cinema e Criatividade no 7º Ano</title>
         <author>susanearaujo</author>
         <link>https://padlet.com/Ensina_Brasil/ConstruindoaCulturaqueQueremos/wish/3700282665</link>
         <description><![CDATA[<p>Compartilho com vocês a experiência e os resultados de uma prática pedagógica desenvolvida no trabalho bimestral nas turmas do 7º ano, buscando integrar o currículo de Inglês de forma mais significativa e engajadora. Percebendo a necessidade de que os alunos transcendessem a teoria para utilizar a língua como ferramenta de comunicação real, propus o Trabalho Bimestral focado na paixão deles por filmes, séries e desenhos.</p><p>O projeto desafiou os estudantes a escolherem uma obra e, em equipes, prepararem uma releitura de cena, uma entrevista com personagens ou uma explicação sobre o universo escolhido. O grande diferencial dessa iniciativa, e seu ponto de sucesso, foi a exigência de aplicação dos conteúdos  trabalhados ao longo do ano. Isso garantiu que o projeto fosse uma poderosa avaliação formativa e contextualizada.</p><p>Para criar um ambiente de imersão total, toda a apresentação foi realizada obrigatoriamente em inglês, e permiti que os alunos se caracterizassem, vestindo a pele de seus personagens favoritos. Essa liberdade criativa não só elevou o nível de engajamento e diversão, mas, principalmente, impulsionou a confiança e a fluência comunicativa dos estudantes ao exigir que eles se expressassem em público de maneira descontraída e contextualizada. Esta prática comprovou que, ao aliar a criatividade à demanda curricular, transformamos o aprendizado em uma experiência real, memorável e altamente eficaz.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-11-27 01:54:55 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Oficina Nota Mil – A Caminho da Redação Perfeita</title>
         <author>susanearaujo</author>
         <link>https://padlet.com/Ensina_Brasil/ConstruindoaCulturaqueQueremos/wish/3700308627</link>
         <description><![CDATA[<p>Com o objetivo de elevar a proficiência dos alunos do Ensino Médio na escrita e prepará-los de maneira estratégica para o Exame Nacional do Ensino Médio (ENEM), desenvolvi e implementei a Oficina Nota Mil. Esta prática pedagógica concentra-se na produção do texto dissertativo-argumentativo, seguindo uma metodologia que visa a excelência.</p><p>O projeto desafiou os estudantes a exercitarem sua autonomia intelectual ao escolherem um tema socialmente relevante de sua preferência (respeitando os limites do politicamente correto). O foco principal, contudo, esteve na aplicação rigorosa dos cinco critérios de avaliação da matriz do ENEM.</p><p>Cada aluno produziu um texto dissertativo completo, que foi submetido a um processo detalhado de leitura e correção individualizada, o texto foi corrigido 3 vezes e a cada correção o aluno tinha a oportunidade de refazer o texto  seguindo as orientações da correção. A devolutiva não se limitou a apontar erros, mas a guiar o estudante em um ciclo de revisão e aprimoramento contínuo, destacando o que faltava para atingir o nível máximo de cada competência. O rigor metodológico da oficina garante que a prática da escrita não seja apenas quantitativa, mas qualitativa, estimulando o desenvolvimento de argumentação consistente, domínio da norma padrão e, crucialmente, a proposta de intervenção completa.</p><p>A Oficina Nota Mil se consolida, assim, como uma boa prática, demonstrando que, com direcionamento específico e feedback de excelência, é possível guiar nossos alunos rumo à ambicionada nota 1000 na redação do ENEM.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-11-27 02:08:29 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Projeto Afro na Escola: Celebrando a História e a Cultura em Ação</title>
         <author>susanearaujo</author>
         <link>https://padlet.com/Ensina_Brasil/ConstruindoaCulturaqueQueremos/wish/3700341339</link>
         <description><![CDATA[<p>Com a escola inteira mobilizada, o Projeto Afro deste ano consolidou-se como uma iniciativa de grande impacto, promovendo o cumprimento da lei e a valorização profunda da história e da cultura africana e afro-brasileira. Minha contribuição se deu através da coordenação de atividades multidisciplinares que exploraram o tema em diferentes níveis de ensino, unindo arte, pesquisa histórica e geografia criativa.</p><p>Com os estudantes do Ensino Médio, meu foco foi na expressão artística como forma de afirmação cultural. Conduzimos uma pesquisa inicial e uma breve descrição dos povos Bantos e Sudaneses, fundamentais para a formação da nossa identidade, e transformamos esse conhecimento em apresentações vibrantes. Os alunos desenvolveram roteiros e coreografias para danças, canto e um desfile temático, utilizando a performance como um poderoso veículo de comunicação e celebração da herança africana.</p><p>Já com as turmas do 7º ano, o trabalho se concentrou na geografia e cultura de um país específico: Guiné-Bissau. Para tornar o aprendizado visual, interativo e memorável, desenvolvemos um mapa em 3D inovador. Partimos de uma representação mural da África, na qual Guiné-Bissau foi pintado e destacado, para, em seguida, ampliarmos o mapa do país em um formato tridimensional. Esse mapa maior destacou as regiões com maior concentração de tradições culturais, culinária típica e manifestações locais, permitindo que os alunos explorassem as nuances geográficas e culturais de uma nação africana de maneira prática e aprofundada.</p><p>O Projeto Afro demonstrou, em todas as frentes, que a educação para o respeito e a diversidade é mais potente quando une a reflexão histórica à criação prática.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-11-27 02:25:09 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Projeto Recenseador Mirm</title>
         <author>annabia96ab</author>
         <link>https://padlet.com/Ensina_Brasil/ConstruindoaCulturaqueQueremos/wish/3700994623</link>
         <description><![CDATA[<p>O projeto <strong>Recenseador Mirim</strong> é uma atividade interdisciplinar desenvolvida pelas professoras <strong>(Geografia)</strong> e <strong> (Matemática)</strong> com os estudantes do <strong>7º B </strong>da Escola Estadual Governador José Fragelli. Inspirado no trabalho realizado pelo IBGE, o projeto tem como objetivo ensinar os alunos a realizar um processo de <strong>recenseamento escolar</strong>, utilizando critérios oficiais de <strong>cor/raça</strong> (7º B).</p><p>Durante as aulas de Matemática e tutoria, os estudantes aprendem sobre o papel do IBGE, a importância da autodeclaração e os conceitos de fenótipo e identidade racial. Em seguida, atuam como “recenseadores mirins”, coletando dados entre os colegas e organizando as informações em tabelas e porcentagens, aplicando conhecimentos matemáticos e geográficos.</p><p>Os resultados do recenseamento foram apresentados na <strong>culminância do Dia da Consciência Negra, em 18 de novembro</strong>, com reflexões sobre diversidade e identidade. </p><p>O projeto promove protagonismo, valorização da diversidade e compreensão crítica sobre a realidade social e racial da comunidade escolar.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-11-27 11:25:37 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>II Ciclo de Oficinas – “Raízes de Luta e Resistência: Celebrando a Consciência Negra”</title>
         <author>annabia96ab</author>
         <link>https://padlet.com/Ensina_Brasil/ConstruindoaCulturaqueQueremos/wish/3701016353</link>
         <description><![CDATA[<p>Organizei na escola o evento <strong>II Ciclo de Oficinas – “Raízes de Luta e Resistência: Celebrando a Consciência Negra”</strong>, um momento dedicado à valorização da cultura afro-brasileira e ao enfrentamento do racismo.</p><p>Professores, estudantes e gestão participaram de <strong>oficinas, atividades culturais e rodas de conversa</strong>, reforçando a importância da <strong>Lei 10.639/2003</strong> e da construção de uma prática pedagógica verdadeiramente antirracista.</p><p>O envolvimento de toda a comunidade escolar tornou o evento significativo e marcou mais um passo na promoção da <strong>equidade</strong>, do <strong>respeito à diversidade</strong> e do compromisso coletivo com uma educação mais justa e plural.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-11-27 11:47:29 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Aulão: Pré-ENEM - Aula de Espanhol</title>
         <author>judyamorim11</author>
         <link>https://padlet.com/Ensina_Brasil/ConstruindoaCulturaqueQueremos/wish/3701203515</link>
         <description><![CDATA[<p>Percebendo que os alunos do 3º ano, que iriam realizar a prova do ENEM, demonstravam insegurança em relação aos conteúdos e à dinâmica do exame. Eu e mais duas professoras da escola organizamos um aulão de pré-ENEM, acompanhado de uma apostila com os conteúdos básicos e questões de edições anteriores do exame. </p><p><br/></p><p>O foco do encontro foi a área de Linguagens, e eu fiquei responsável pelos conteúdos e pelas dicas de espanhol.</p><p><br/></p><p>O aulão foi realizado em um dia sem aulas regulares, o que permitiu a participação de mais estudantes. Foi preparado um ambiente acolhedor, com bastante troca entre alunos e professores. Além das explicações teóricas, trabalhamos estratégias de interpretação, resolução de questões e orientações para reduzir a ansiedade do momento da prova e momento de lanche.</p><p><br/></p><p>O encontro foi extremamente produtivo e gerou grande engajamento tanto dos professores quanto dos alunos. E o sucesso do aulão também inspirou outros docentes: os professores de Ciências da Natureza decidiram organizar um aulão semelhante para sua área. A experiência, no geral, fortaleceu o vínculo da comunidade escolar e reforçou a importância de práticas colaborativas e acolhedoras no processo educativo.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-11-27 14:36:54 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Atividade do Dia da Consciência Negra – Explorando os 5 Tipos de Racismo.</title>
         <author>henrocha959</author>
         <link>https://padlet.com/Ensina_Brasil/ConstruindoaCulturaqueQueremos/wish/3701204420</link>
         <description><![CDATA[<p><br/></p><p>Nesta aula, desenvolvi com os alunos um trabalho de reflexão e consciência crítica sobre o racismo no Brasil, utilizando cartolinas para estudar e discutir cinco de suas principais manifestações: racismo recreativo, ambiental, estrutural, institucional e religioso.</p><p>A partir desses conceitos, os estudantes foram convidados a analisar:</p><p>Como cada tipo de racismo afeta a periferia, impactando oportunidades, autoestima, acesso a direitos e qualidade de vida.</p><p>A responsabilidade do governo e das políticas públicas na reprodução ou no combate a essas desigualdades.</p><p>Onde esses episódios acontecem no cotidiano, desde a escola e o trabalho até espaços de lazer, instituições e territórios urbanos.</p><p>Casos conhecidos na mídia que exemplificam cada tipo de racismo, ajudando a conectar teoria e realidade.</p><p>A atividade buscou fortalecer o olhar crítico, promover empatia e ampliar a compreensão dos alunos sobre como o racismo opera de forma complexa e estruturada em nossa sociedade — e, principalmente, como ele incide de forma mais intensa sobre as populações periféricas.</p><p>Mais do que um exercício escolar, foi um momento de aprendizado coletivo, reconhecimento histórico e construção de consciência para que possamos agir, questionar e transformar.</p><p>Consciência Negra é todo dia. 🖤✊🏿</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-11-27 14:37:44 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Projeto Afro: &quot;Ventre Preto: nossa história não começou na escravidão.&quot;</title>
         <author>judyamorim11</author>
         <link>https://padlet.com/Ensina_Brasil/ConstruindoaCulturaqueQueremos/wish/3701208690</link>
         <description><![CDATA[<p>A escola em que atuo promove anualmente um grande projeto em comemoração ao Dia da Consciência Negra. Neste ano, o Ensino Fundamental ficou responsável por trabalhar os povos bantos e sudaneses, enquanto o Ensino Médio ficou com a temática do afrofuturismo.</p><p><br/></p><p>Como professora de História dos 7º, 8º e 1º anos, assumi a responsabilidade de trabalhar toda a parte teórica com as minhas turmas. Diante das dificuldades observadas em outras salas, tomei a iniciativa de acompanhar e orientar grupos que estavam sem direção nas produções artísticas, além das turmas em que sou conselheira, colaborando com sugestões, organização de ideias e apoio criativo para que as apresentações acontecessem da melhor forma possível.</p><p><br/></p><p>O projeto resultou em um momento extremamente rico e significativo. Os alunos se engajaram profundamente, participando por meio de danças, comidas típicas, criação e recitação de poema, produção de murais e apresentações culturais.</p><p><br/></p><p>O evento reforçou a importância de trabalhar a temática da Consciência Negra ao longo de todo o ano, valorizando nossos ancestrais, compreendendo suas culturas e reconhecendo suas contribuições históricas. Além disso, o projeto evidenciou a importância do trabalho coletivo na escola, já que, segundo a coordenação de turno, os dias de preparação foram justamente aqueles com menos ocorrências disciplinares entre os alunos.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-11-27 14:41:32 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Projeto - Debate Regrado</title>
         <author>valmatos12</author>
         <link>https://padlet.com/Ensina_Brasil/ConstruindoaCulturaqueQueremos/wish/3701210467</link>
         <description><![CDATA[<p>Neste projeto realizado em sala de aula, propus aos estudantes um debate regrado sobre o tema “Pena de Morte”, com o objetivo de desenvolver habilidades de argumentação, pensamento crítico e respeito ao diálogo.</p><p>Antes do debate, os alunos receberam um roteiro de estudos, contendo pontos essenciais sobre o assunto, perspectivas históricas, argumentos favoráveis e contrários, além de orientações para a construção das falas. Cada participante teve tempo para estudar, organizar ideias e preparar suas defesas.</p><p>Durante a aula, apenas alguns alunos participaram diretamente do debate, seguindo regras claras de turno de fala, escuta ativa e direito de réplica. O restante da turma atuou como plateia julgadora, avaliando os argumentos apresentados, a coerência, a criatividade e a capacidade de persuasão dos debatedores.</p><p>Ao final, os estudantes do público votaram no participante que apresentou o melhor desempenho geral. O vencedor recebeu como prêmio uma caixa de chocolates, incentivando a participação e tornando a experiência mais dinâmica e motivadora.</p><p>O projeto proporcionou um momento significativo de aprendizagem, onde os alunos puderam exercitar a reflexão, o respeito às opiniões divergentes e a habilidade de defender ideias com responsabilidade.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-11-27 14:43:16 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Mulheres Negras que Inspiram – Mapa Mental de Representatividade e Luta.</title>
         <author>henrocha959</author>
         <link>https://padlet.com/Ensina_Brasil/ConstruindoaCulturaqueQueremos/wish/3701220848</link>
         <description><![CDATA[<p><br/></p><p>Como parte das atividades do Dia da Consciência Negra, realizamos com os alunos um mapa mental dedicado a mulheres negras que marcaram a história do Brasil e abriram caminhos para a luta antirracista. No centro da atividade estavam as fotos de Dandara dos Palmares, Conceição Evaristo, Lélia Gonzalez, Tereza de Benguela, Sueli Carneiro, Maria Firmina dos Reis e Enedina Alves Marques, figuras fundamentais na construção da resistência e da identidade negra.</p><p>A partir dessas imagens, os estudantes criaram setas com informações sobre cada uma delas, explorando:</p><p>As batalhas que enfrentaram contra a escravidão, o racismo e o apagamento histórico.</p><p>Suas contribuições para a literatura, a política, a educação, a engenharia e os movimentos sociais.</p><p>Como cada uma representou força, liberdade, intelectualidade e resistência.</p><p>O impacto do legado dessas mulheres na luta atual por igualdade e justiça.</p><p>O objetivo da atividade foi valorizar o empoderamento feminino negro, reconhecendo que muitas das conquistas do movimento negro têm raízes em mulheres que desafiaram seu tempo, romperam barreiras e se tornaram símbolos de coragem e representatividade.</p><p>O mapa mental possibilitou aos alunos não só aprender sobre essas trajetórias, mas também se inspirar e compreender a importância da presença feminina negra na história do Brasil — uma presença que, muitas vezes, foi silenciada, mas que segue viva e transformadora.</p><p>Memória, resistência e protagonismo: é assim que se constrói consciência. </p>]]></description>
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         <pubDate>2025-11-27 14:52:59 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Aula de Artes: Conhecendo o Brasil por meio das danças típicas nacionais.</title>
         <author>vieiraleticia29</author>
         <link>https://padlet.com/Ensina_Brasil/ConstruindoaCulturaqueQueremos/wish/3701227044</link>
         <description><![CDATA[<p>Durante uma aula de Artes com as turmas do 6º ano da <strong>Escola Estadual Juarez Rodrigues dos Anjos</strong>, desenvolvi uma proposta voltada ao reconhecimento e à valorização das danças típicas brasileiras. Ao iniciar a aula, apresentei a diversidade cultural do Brasil por meio de manifestações tradicionais, com destaque para o <strong>cururu</strong>, o <strong>siriri</strong> e o <strong>samba</strong>. Percebi que muitos alunos conheciam apenas ritmos mais populares e demonstravam pouco contato com expressões culturais regionais, especialmente aquelas presentes no estado de Mato Grosso. Essa observação evidenciou a necessidade de ampliar o repertório cultural da turma e de fortalecer a valorização das diferentes tradições brasileiras.</p><p><br/></p><p>Com o objetivo de despertar o interesse dos estudantes e promover um aprendizado significativo, organizei uma sequência de atividades baseada na pesquisa, na experimentação e na expressão artística. Cada aluno escolheu uma dança típica que desejava conhecer melhor e realizou uma pesquisa sobre sua origem, características, instrumentos musicais, vestimentas e importância cultural. Após o período de estudo, orientei os grupos a preparar uma apresentação na qual deveriam compartilhar com a turma <strong>os principais resultados da pesquisa</strong>, incluindo <strong>curiosidades sobre a dança escolhida</strong>. Além disso, cada grupo ficou responsável por demonstrar uma <strong>breve coreografia inspirada na dança estudada</strong>, permitindo a vivência prática e criativa da manifestação cultural pesquisada.</p><p><br/></p><p>Os resultados foram bastante positivos. Notei maior envolvimento, entusiasmo e valorização das diferentes culturas que compõem o Brasil e, em especial, o estado de Mato Grosso. A atividade favoreceu o desenvolvimento da sensibilidade artística, do respeito à diversidade cultural e da compreensão da riqueza presente nas tradições regionais, fortalecendo a identidade cultural dos alunos.</p><p><br/></p><p>Considero que essa proposta possui grande capacidade de aprofundamento e pode ser expandida em futuras oportunidades pedagógicas, possibilitando a exploração de outras manifestações culturais e experiências práticas mais amplas no campo das Artes.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-11-27 14:59:06 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Quando a Arte Transforma Vidas.</title>
         <author>henrocha959</author>
         <link>https://padlet.com/Ensina_Brasil/ConstruindoaCulturaqueQueremos/wish/3701308578</link>
         <description><![CDATA[<p><br/></p><p>Às vezes, tudo o que precisamos para enxergar nossa própria força é um toque de cor, um traço de pincel, um gesto de cuidado. A arte tem esse poder: revelar o que já existe dentro de nós, mas que, por tantos motivos, muitas vezes fica escondido.</p><p>Como professor, acredito profundamente que a autoestima negra deve ser fortalecida desde a infância. É nessa fase que construímos nosso olhar sobre quem somos e sobre o mundo — e é também nesse momento que podemos quebrar barreiras, ressignificar histórias e plantar sementes de orgulho e pertencimento.</p><p>Por isso, entendo que meu papel vai além de ensinar conteúdos. Sou também agente de transformação e empoderamento. Através da maquiagem e das pinturas corporais, busco valorizar a beleza, a identidade e a cultura das crianças negras que passam por mim.</p><p>Recentemente, maquiei as meninas para o Desfile de Beleza Negra e pintei os meninos para a Dança do Maculelê, ambos eventos da nossa escola. Ao todo, foram mais de 15 alunos em um curto período de tempo preparados com muito carinho para viverem seu momento de protagonismo. Ver cada um deles se reconhecendo no espelho mais seguros, mais bonitos, mais confiantes, foi testemunhar a autoestima florescendo diante dos meus olhos.</p><p>Porque quando uma criança se vê potente, ela passa a acreditar no próprio brilho.</p><p>E quando isso acontece, nenhuma tinta do mundo é capaz de apagar.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-11-27 16:30:19 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Da Sala para o Mundo Real: Letramento Financeiro com Narrativas</title>
         <author>rafascruz</author>
         <link>https://padlet.com/Ensina_Brasil/ConstruindoaCulturaqueQueremos/wish/3701369126</link>
         <description><![CDATA[<p>O conteúdo principal do 4º bimestre de Matemática com os estudantes da 3ª série do Ensino Médio foi a Matemática Financeira. Considerando que são jovens a partir de 17 anos, que no próximo ano lidarão diariamente com demandas da vida adulta e com responsabilidades financeiras, foi desenvolvida uma atividade baseada em estudos de caso narrativos.</p><p>Nessa abordagem, os estudantes foram organizados em grupos, e cada grupo recebeu um estudo de caso que simulava cenários reais: decisões de compra, comparação de investimentos, escolhas de crédito, planejamento financeiro e análise de alternativas econômicas. A partir dessa contextualização, os estudantes precisavam compreender conceitos da Matemática Financeira, interpretar informações, resolver problemas e justificar escolhas, competências essenciais para a construção da autonomia financeira.</p><p>A prática foi estruturada com base em dois pilares principais:</p><p>·&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; A primeira questão de cada cenário introduzia e reforçava os conceitos fundamentais, garantindo que todos tivessem clareza teórica antes de avançar.</p><p>·&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; As demais questões exigiam raciocínio analítico, cálculos detalhados e reflexão crítica, aproximando o estudante de situações que encontrará em sua vida adulta, como gerenciar o próprio orçamento, avaliar propostas financeiras, reconhecer vantagens e armadilhas de consumo e planejar decisões de médio e longo prazo.</p><p>Ao trabalhar com textos narrativos e problemas contextualizados, a Matemática deixa de ser percebida como algo distante ou meramente escolar e se transforma em uma ferramenta de leitura do mundo, favorecendo o protagonismo juvenil e o letramento financeiro.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-11-27 18:01:15 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Da Escola para a Comunidade: Ciência e Ação no Combate à Dengue</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/Ensina_Brasil/ConstruindoaCulturaqueQueremos/wish/3701546951</link>
         <description><![CDATA[<p><strong>Da Escola para a Comunidade: Ciência e Ação no Combate à Dengue</strong></p><p>O projeto <strong>“Da Escola para a Comunidade: Ciência e Ação no Combate à Dengue”</strong>, desenvolvido na <strong>Escola Estadual Maria do Carmo Lima</strong>, nasceu com o propósito de transformar conhecimento científico em atitudes concretas de cuidado com a saúde pública. A iniciativa envolveu estudantes do Ensino Fundamental e Médio, sob orientação dos professores <strong>Thomas Alves</strong> e <strong>João Pedro</strong>, que, por meio de aulas práticas, investigação científica e ações de cidadania, tornaram-se protagonistas no enfrentamento ao mosquito <em>Aedes aegypti</em>.</p><p>Durante as oficinas do projeto, os alunos estudaram o ciclo de vida do mosquito, os principais focos de proliferação e as medidas de prevenção. A partir dessas aprendizagens, passaram à etapa de <strong>construção de armadilhas sustentáveis</strong>, utilizando <strong>materiais recicláveis</strong> como garrafas PET, plástico, potes reutilizáveis e filtros naturais. Além de estimular a criatividade e o cuidado com o meio ambiente, a atividade reforçou a importância da economia circular e da redução de resíduos.</p><p>Com as armadilhas prontas, a ação avançou <strong>para fora dos muros da escola</strong>. Em parceria com a <strong>Secretaria Municipal de Saúde</strong>, os estudantes participaram de uma grande mobilização comunitária, visitando ruas, comércios e residências da região. Durante as visitas, além de distribuírem as armadilhas produzidas, os alunos orientaram moradores sobre limpeza de quintais, eliminação de focos e cuidados essenciais para evitar a proliferação do mosquito.</p><p>O diálogo com a população foi um dos pontos mais enriquecedores do projeto. Os estudantes puderam vivenciar, na prática, o papel social da ciência, percebendo que o conhecimento adquirido na escola tem impacto real na vida das pessoas. A comunidade, por sua vez, recebeu informações de forma simples, acolhedora e acessível, fortalecendo a consciência coletiva sobre a importância de prevenir a dengue.</p><p>O projeto mostrou que quando escola e comunidade caminham juntas, o aprendizado se transforma em ação, e a ação se transforma em proteção e cidadania. Mais do que construir armadilhas, os estudantes construíram <strong>responsabilidade</strong>, <strong>protagonismo juvenil</strong> e <strong>compromisso com a saúde pública</strong>, demonstrando que pequenas atitudes podem gerar grandes mudanças.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-11-27 23:52:11 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Brincadeiras Tradicionais Africanas </title>
         <author>camisoouza</author>
         <link>https://padlet.com/Ensina_Brasil/ConstruindoaCulturaqueQueremos/wish/3702498565</link>
         <description><![CDATA[<p>Durante as atividades do Dia da Consciência Negra, desenvolvi uma proposta com os alunos do 7º ano do Colégio Estadual Mansões Odisseia que uniu ludicidade, cultura e interação social. Meu objetivo era que eles conhecessem mais profundamente as brincadeiras africanas, entendendo sua riqueza cultural e vivenciando o prazer do brincar em grupo.</p><p>Organizei a turma em grupos e solicitei que cada um pesquisasse uma brincadeira africana, reunisse suas regras, instruções e contexto histórico, e apresentasse tudo em formato de cartaz. Quis que eles assumissem o protagonismo da atividade. <br>Estudando, selecionando informações e ensinando uns aos outros. Mas, desde o início, deixei claro que o mais importante seria vivenciar essas brincadeiras, e não apenas falar sobre elas.</p><p>O resultado foi muito além do que eu esperava. Após as apresentações, os próprios alunos conduziram as práticas, explicando as regras, mediando as interações e convidando os colegas a participar. A amarelinha africana se tornou a grande sensação do dia. A empolgação foi tão grande que saímos da sala de aula e fomos para o pátio da escola, onde outros estudantes também se juntaram espontaneamente à brincadeira. O clima era de alegria, movimento e colaboração.</p><p>Os impactos desse Projeto para o Dia da Consciência Negra foram bastante significativos. Vi meus alunos valorizarem a diversidade cultural e fortalecerem sua identidade ao entrar em contato com práticas da ancestralidade africana. Teve uma maior integração entre os estudantes, inclusive entre turmas, graças à expansão espontânea da atividade para o pátio. Notei um alto nível de engajamento: todos participaram, riram, brincaram e aprenderam juntos. E por isso, o resultado foi incrível! A aprendizagem se tornou significativa, unindo cultura, corporeidade, movimento e experiência direta.</p><p>Essa prática evidenciou como iniciativas simples, quando pensadas com intencionalidade pedagógica, podem gerar transformações reais no ambiente escolar. Ao incorporar brincadeiras africanas, consegui promover uma vivência antirracista, fortalecer vínculos e criar um espaço onde os estudantes aprenderam com o corpo, com o outro e com a cultura.</p><p>&nbsp;</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-11-28 14:28:08 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Olimpíada de Literatura </title>
         <author>fekellysantos</author>
         <link>https://padlet.com/Ensina_Brasil/ConstruindoaCulturaqueQueremos/wish/3702610959</link>
         <description><![CDATA[<p>O acesso a livros e o hábito da leitura entre alunos de zonas periféricas é algo por vezes, longe de suas realidades.  Pensando no impacto positivo que a leitura pode trazer à vida destes alunos,  incentivá-los a participar de uma olimpíada de leitura foi apenas o primeiro passo de um grande feito conquistado por eles mesmos. Foram 10 alunos dos 6° e 7° anos concorrendo com mais de 10 mil inscritos a nível nacional. Ao fim dessa incrível aventura de leituras, testes e eliminatórias, nossos queridos alunos, mesmo temerosos, mas com muito empenho e força de vontade, alçaram a vitória, conquistando uma medalha de bronze e três medalhas de honra ao mérito. Feitos como esse reforçam e nos relembram Conceição Evaristo " o importante não é ser o primeiro, o importante é abrir caminhos."</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-11-28 16:46:22 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>JOSÉ BRITO - Bingo Matemático</title>
         <author>rodrigohgama</author>
         <link>https://padlet.com/Ensina_Brasil/ConstruindoaCulturaqueQueremos/wish/3702673515</link>
         <description><![CDATA[<p>No bingo matemático, o destaque foi o engajamento e o entusiasmo dos estudantes, e também dos professores, citando também&nbsp; a colaboração da professora de matemática <strong>Aline Batista</strong> que foi fundamental na elaboração e execução da prática. A atividade proporcionou uma revisão leve e divertida, contribuindo para fixar conteúdos que antes eram vistos como difíceis. Também foi perceptível um fortalecimento das habilidades de cálculo mental e raciocínio lógico. Além disso, os estudantes premiados, que foram 12, posteriormente foram apadrinhados por outros professores no intuito de ficassem responsável em premiar cada estudante do bingo, mostrando que a união entre os docentes fez e faz total diferença no ambiente de trabalho.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-11-28 18:50:46 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>JOSÉ BRITO - KAHOOT EM AÇÃO</title>
         <author>rodrigohgama</author>
         <link>https://padlet.com/Ensina_Brasil/ConstruindoaCulturaqueQueremos/wish/3702674561</link>
         <description><![CDATA[<p>iniciamos um quiz no Kahoot com cerca de 10 questões. Elas abordavam:</p><p>&nbsp;</p><p>l&nbsp;&nbsp; identificação de gráficos exponenciais e logarítmicos;</p><p>l&nbsp;&nbsp; interpretação de crescimento e decaimento;</p><p>l&nbsp;&nbsp; transformação de funções;</p><p>l&nbsp;&nbsp; propriedades dos logaritmos;</p><p>l&nbsp;&nbsp; resolução rápida de problemas.</p><p>&nbsp;</p><p>(Os estudantes foram divididos em grupos)</p><p>&nbsp;</p><p>Como esperado, o uso do Kahoot trouxe um clima de competição saudável, mantendo os estudantes atentos e engajados. Questões que geravam maior índice de erro eram discutidas imediatamente, permitindo ajustes e esclarecimentos instantâneos, isso permitiu que os estudantes tivessem insights importantes. No geral, o uso do Kahoot permitiu identificar quais grupos de estudantes tinham mais dificuldades com funções e isso possibilitou uma discussão guiada com base nos erros apresentados.</p><p>&nbsp;</p><p>Principais Resultados</p><p>A atividade com o Kahoot trouxe resultados muito positivos, como: aprendizagem e engajamento; diagnóstico imediato; participação e colaboração; impacto no desempenho. Após a atividade, apliquei pequenos exercícios individuais, em outra aula, e percebi melhora significativa no desempenho geral da turma.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-11-28 18:53:22 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>JOSÉ BRITO - PA e PG Ludicidade e prática com alto engajamento</title>
         <author>rodrigohgama</author>
         <link>https://padlet.com/Ensina_Brasil/ConstruindoaCulturaqueQueremos/wish/3702675497</link>
         <description><![CDATA[<p>Com intuito de abordar os conteúdos de P.A e P.G resolvi abordar o conteúdo de forma lúdica, de modo que os estudantes tivessem incentivos na resolução das atividades. A ideia foi simples: sortear uma pergunta aleatória e um estudante, através da lista da chamada, utilizando sorteador online. O estudante sorteado resolveria uma questão, também sorteado de modo aleatório, e caso concluísse com êxito, no tempo de 3 minutos, ele/ela ganharia um bombom, um biscoito recheado ou caixa de bombom, de acordo com a complexidade das questões que possuíam vários níveis.</p><p><br>Principais Resultados</p><p>&nbsp;</p><p>Observei que não somente os estudantes sorteados se mantiveram ocupados na resolução dos exercícios, mas todos os demais colegas também, pois caso o estudante não obtivesse êxito, haveria um novo sorteio para aquela determinada questão. Desse modo, os estudantes se mantiveram engajados e atentos à resolução, uma vez que tinham possibilidade de serem escolhidos. No final, eu explicava a resolução para que todos entendessem</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-11-28 18:55:55 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Construção de Cultura: Ambiente Respeitoso</title>
         <author>luisdomingos98</author>
         <link>https://padlet.com/Ensina_Brasil/ConstruindoaCulturaqueQueremos/wish/3702678716</link>
         <description><![CDATA[<p><strong>Problema:</strong><br>Algumas turmas apresentavam uma linguagem agressiva e hostil, prejudicando o clima emocional da sala, a convivência entre os alunos e o próprio processo de aprendizagem.</p><p><strong>Como a prática foi conduzida:</strong><br>Foi criado o <em>Quadrado da Tolerância</em>: a cada início de aula, o professor desenhava um quadrado no quadro. A cada ato de desrespeito, apagava-se uma das quatro linhas. Quando o quadrado era totalmente apagado (após quatro infrações), a turma recebia uma penalidade coletiva na pontuação da disciplina. A proposta era apresentada como um compromisso cultural coletivo, destacando que responsabilidade e autocontrole são habilidades que impactam também a vida futura dos estudantes, inclusive em entrevistas de emprego.</p><p><strong>Resultados:</strong> ✨<br>A estratégia gerou forte adesão dos alunos. O que antes era um esforço apenas do professor transformou-se em corresponsabilidade da turma: os próprios estudantes passaram a se policiar e a corrigir comportamentos inadequados entre si. O ambiente tornou-se mais respeitoso e propício ao aprendizado.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-11-28 19:03:59 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/Ensina_Brasil/ConstruindoaCulturaqueQueremos/wish/3702678716</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Atividade de Língua Portuguesa - Amarelo: Voz, arte e linguagem </title>
         <author>patricialucilia2018</author>
         <link>https://padlet.com/Ensina_Brasil/ConstruindoaCulturaqueQueremos/wish/3702685110</link>
         <description><![CDATA[<p>1. Contexto e Personagens</p><p>Sou professora de Língua Portuguesa do 7º ano na Escola Estadual Mário de Castro, pelo programa Ensina Brasil. As turmas são compostas por adolescentes que têm forte conexão com a música, especialmente o Rap nacional. Diante desse perfil, busquei criar uma atividade que dialogasse com seus interesses e fortalecesse a aprendizagem de forma significativa.</p><p>2. Desafio</p><p>Notei que muitos alunos tinham dificuldade em identificar substantivos e verbos e demonstravam pouco interesse por atividades tradicionais de gramática. Outro desafio era ampliar sua reflexão sobre identidade, pertencimento e cultura negra, promovendo uma aprendizagem mais crítica e próxima de suas realidades.</p><p>3. Solução</p><p>Criei uma atividade que uniu Língua Portuguesa e Rap nacional.</p><p>Usamos letras de músicas para localizar substantivos e verbos, entendendo como esses elementos aparecem na produção artística negra. Depois, cada aluno registrou o que sentiu ao ouvir as músicas, fazendo conexões com suas experiências pessoais.</p><p>Em um segundo momento, assistimos ao documentário “Amarelo”, do Emicida. Após a exibição, os estudantes produziram mapas mentais destacando os temas que compreenderam, como ancestralidade, resistência, autoestima, cultura negra e a arte como ferramenta de transformação.</p><p>4. Impacto</p><p>A atividade aumentou o engajamento, facilitou a compreensão dos conteúdos gramaticais e ampliou o repertório cultural dos alunos. Eles passaram a reconhecer a linguagem como forma de expressão e identidade. O exercício também fortaleceu a leitura crítica e estimulou reflexões importantes sobre negritude e autoestima.</p><p>5. Futuro</p><p>A atividade abre espaço para futuras propostas que relacionem música, linguagem e identidade. Pode se desdobrar em produções de textos, criação de raps, rodas de conversa e estudos aprofundados sobre cultura negra, sempre mantendo o foco em uma aprendizagem viva, relevante e antirracista.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-11-28 19:20:01 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>João Fonseca – Ensina 2025 – Águas Lindas/GO – Colégio Estadual Maria do Carmo Lima    </title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/Ensina_Brasil/ConstruindoaCulturaqueQueremos/wish/3702689486</link>
         <description><![CDATA[<p>Ao longo de uma sequência iniciada no final de maio, trabalhei com os estudantes temas essenciais de educação financeira: juros simples e compostos, formas de poupar, planejamento de metas e fundamentos da economia. </p><p><br></p><p>    A preparação teve foco na própria OLITEF, com resolução de questões comentadas e análises detalhadas de cada tópico. Sempre que surgia um grande tema a aula se tornava investigativa. Os alunos buscavam respostas por conta própria e conectavam os conceitos ao cotidiano, o que deu significado real ao estudo.        </p><p>   Mesmo sem apoio institucional e usando o espaço das aulas de estudo orientado de matemática, a turma mostrou constância, curiosidade e respeito pelo processo. Os desafios de sala continuaram existindo, mas a participação e o interesse se mantiveram firmes.   </p><p><br></p><p>   O resultado foi expressivo: 39 medalhas na OLITEF, sendo 10 de ouro, 8 de prata e 21 de bronze. Mais do que o desempenho, o mais marcante foi o envolvimento dos alunos e a expectativa coletiva para conhecer os resultados, mostrando que compreender finanças também pode ser motivo de orgulho e protagonismo.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-11-28 19:32:13 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Protagonismo na prática.</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/Ensina_Brasil/ConstruindoaCulturaqueQueremos/wish/3702695372</link>
         <description><![CDATA[<p>Visando combater a evasão escolar no final do ano e fazer uma averiguação de aprendizado de forma precisa, desenvolvi uma feira de ciências em parceria com a gestão escolar. </p><p>Nessa feira os estudantes de 9° ano sortearam temas para pesquisar e desenvolver seus projetos, os temas foram baseados no currículo desenvolvido em sala ao longo do ano.</p><p>Cada turma recebeu um breve roteiro o qual deverá ser trabalhado coletivamente; os professores conselheiros têm por papel a coordenação dos projetos, enquanto eu faço a supervisão da montagem das maquetes e experimentos de cada uma das cinco turmas.</p><p>O projeto tem caráter multidisciplinar, exigindo que o estudante, pesquise, interprete, use habilidades motoras finas para a construção de materiais que servirão para as turmas vindouras, além de ter a exigência da construção e análise de dados correspondentes ao tema de sua turma. </p><p>Espera-se que este projeto auxilie no processo de transição educacional do discente, reforçando e desenvolvendo habilidades relevantes para a etapa do ensino médio.</p>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2025-11-28 19:47:14 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Projeto: Protagonista do Cerrado apresenta - I Feira de crenças e saberes</title>
         <author>maranhaocaldasrenata</author>
         <link>https://padlet.com/Ensina_Brasil/ConstruindoaCulturaqueQueremos/wish/3702754398</link>
         <description><![CDATA[<p><strong>Contexto</strong>: No dia 05 de novembro, Dia Nacional da Cultura, realizamos a <strong>I Feira de Saberes e Crenças</strong>, uma ação que nasceu de um gesto simples durante um encontro do Projeto Protagonistas do Cerrado. Um estudante do 6º ano perguntou se poderia levar seu atabaque para tocar na escola  um instrumento profundamente ligado à sua prática de fé. Esse pedido revelou o desejo de ser visto por inteiro, inclusive em sua espiritualidade.<br>A escola, sendo um espaço laico, exigia cuidado. Mas foi justamente essa reflexão que abriu a oportunidade de transformar uma vontade individual em uma proposta coletiva de respeito à diversidade religiosa. Assim, organizamos eu e <pdlt-mention type="user" mentioner-id="user_mOKwbmOoxAgNJgqr" mentionee-id="user_pjAE1gWykRq416Wn" mentionee-username="venanciopin">Venâncio Pinheiro</pdlt-mention> uma feira construída ao longo de semanas, envolvendo cerca de 150 estudantes, com rodas de conversa, produção de cartazes e a exibição do curta-metragem <em>Do Meu Lado</em>, que aborda convivência e empatia entre pessoas de crenças diferentes.</p><p><strong>Personagens</strong></p><ul><li><p><strong>Estudante do 6º ano</strong> que inspirou a proposta ao desejar tocar seu atabaque na escola.</p></li><li><p><strong>Presbítero Geraldo</strong>, apresentando preceitos do Protestantismo no Brasil.</p></li><li><p><strong>Irmã Alphonsa</strong> (Projeto Sonha Brasil), compartilhando princípios do Catolicismo e conduzindo uma apresentação de dança com integrantes do projeto.</p></li><li><p><strong>Mameto Synavanju</strong>, trazendo saberes e tradições da Umbanda e do Candomblé.</p></li><li><p><strong>Cerca de 150 estudantes</strong> envolvidos na construção da feira.</p></li></ul><p><strong>Desafio</strong></p><p>Como promover liberdade de expressão religiosa dentro de um ambiente laico sem privilegiar uma crença específica?<br>O desafio era equilibrar acolhimento, respeito e representatividade, combatendo preconceitos e garantindo que todos os estudantes se sentissem igualmente valorizados, independentemente de suas práticas espirituais ou filosóficas.</p><p><strong>Solução</strong></p><p>A solução foi transformar a demanda individual em uma ação pedagógica de valorização da diversidade.<br>Organizamos a <strong>1ª Feira de Saberes e Crenças</strong>, que contou com:</p><ul><li><p>exibição do filme <em>Do Meu Lado</em>;</p></li><li><p>rodas de conversa sobre tolerância religiosa;</p></li><li><p>produção de cartazes sobre crenças e filosofias de vida;</p></li><li><p>apresentações de representantes do Protestantismo, Catolicismo, Umbanda e Candomblé.<br>O momento mais simbólico ocorreu no encerramento, quando o estudante que inspirou a feira tocou seu atabaque ao lado da representante da Umbanda, celebrando o respeito e a pluralidade religiosa como valores essenciais da comunidade escolar.</p></li></ul><p><strong>Impacto</strong></p><p>A feira promoveu diálogo, empatia e reconhecimento da diversidade religiosa existente entre os estudantes.<br>Houve redução perceptível de comentários preconceituosos, aumento da curiosidade respeitosa e fortalecimento das relações entre os alunos.<br>A atividade reforçou o senso de identidade e pertencimento, permitindo que os estudantes se vissem representados e respeitados em suas pluralidades.</p><p><strong>Continuidade / Potencial de Expansão</strong></p><p>A prática tem potencial para se tornar um projeto anual, integrando outras áreas do conhecimento, comunidades religiosas da região e novas formas de expressão espiritual.<br>Também pode originar ações permanentes sobre diversidade e tolerância no currículo, fortalecendo uma cultura escolar que valoriza a liberdade de crença e o respeito às diferenças. </p>]]></description>
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         <pubDate>2025-11-28 21:54:21 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Arquivo Secreto: o enigma por trás das pistas</title>
         <author>venanciopin</author>
         <link>https://padlet.com/Ensina_Brasil/ConstruindoaCulturaqueQueremos/wish/3702760998</link>
         <description><![CDATA[<p>Ensino Fundamental – 8º ano, CEI 03 Dr. Mário de Castro</p><p><br></p><p><strong>1. Contexto e Personagens – quem faz parte da minha história: </strong>A dinâmica foi realizada com turmas dos oitavos anos que se envolveram ativamente na resolução de casos investigativos fictícios. Cada grupo de estudantes recebeu um caso com narrativa, suspeitos e pistas, assumindo o papel de detetives responsáveis por formular hipóteses e solucionar o mistério. O professor atuou como mediador, organizando o material e acompanhando as discussões;</p><p><strong>2. Desafio – O problema a ser superado pelo projeto: </strong>O principal desafio era estimular a leitura atenta e a interpretação profunda de textos narrativos, já que muitos estudantes demonstravam dificuldade em analisar informações, conectar pistas e construir raciocínios coerentes. A proposta buscou enfrentar esse problema por meio de uma atividade prática e instigante que colocasse os alunos no centro da investigação, incentivando a colaboração, o debate e a capacidade de justificar conclusões com base nas evidências apresentadas nos casos;</p><p><strong>3. Solução – Como o projeto aconteceu: </strong>O projeto foi desenvolvido a partir de uma dinâmica investigativa dividida entre grupos. Cada grupo recebeu um caso criminal fictício com narrativa, suspeitos e pistas que exigiam leitura cuidadosa e análise detalhada. Os estudantes discutiram em equipe, compararam informações e formularam hipóteses até chegar à solução do mistério. O professor preparou os casos, orientou o processo e garantiu que todos tivessem acesso ao material necessário, criando um ambiente colaborativo onde a troca de ideias guiou o avanço da investigação;</p><p><strong>4. Impacto – A transformação gerada: </strong>A dinâmica gerou maior engajamento dos estudantes na leitura e ampliou a capacidade de interpretar informações de maneira crítica. Os grupos passaram a organizar melhor suas ideias, justificar conclusões e dialogar com mais segurança. A atividade também fortaleceu a cooperação entre os alunos, que precisaram ouvir diferentes pontos de vista para resolver os casos. O projeto contribuiu para desenvolver autonomia, participação ativa e interesse renovado por narrativas e desafios intelectuais;</p><p><strong>5. Futuro: </strong>A intenção é ampliar a proposta com novos casos, incorporando diferentes gêneros narrativos e níveis de complexidade. A atividade também pode ganhar uma etapa digital, em que os estudantes criem seus próprios mistérios para trocar entre as turmas. A dinâmica tem potencial para se tornar um projeto recorrente, fortalecendo a leitura crítica e o trabalho colaborativo ao longo do ano.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-11-28 22:19:31 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Projeto Autoria Literária </title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/Ensina_Brasil/ConstruindoaCulturaqueQueremos/wish/3703327939</link>
         <description><![CDATA[<p>1. Contexto e Personagens</p><p>No coração da escola, entre corredores que já viram partidas silenciosas e retornos cheios de esperança, reunimos mais de 40 estudantes criadores, sonhadores, inquietos, cada um carregando sua própria escrevivência. Eram estudantes antes vistos como “desmotivados”, mas que na verdade carregavam um universo inteiro dentro de si, à espera de um espaço para florescer.</p><p><br/></p><p>2. Desafio</p><p>O desafio era profundo: como romper o ciclo de evasão, desânimo e falta de pertencimento? Como transformar a escola em lugar de vida, e não de mera obrigação? Precisávamos devolver a esses estudantes o brilho do aprendizado, a coragem de pertencer e a convicção de que suas histórias importam — porque importam, e muito.</p><p><br/></p><p>3. Solução</p><p>Assim nasceu o projeto de autoria literária: rodas de conversa para abrir caminhos, oficinas para afiar a escrita, escuta sensível para reacender o vínculo e, no centro de tudo, o objetivo coletivo de publicar um livro. Cada estudante escreveu sua história, sua dor, sua rima, seu sonho. </p><p><br/></p><p>4. Impacto</p><p>A culminância foi grandiosa: uma noite de autógrafos que transformou a escola em palco de orgulho. Mais de 40 estudantes autores, cada um assinando seu nome como quem afirma sua existência no mundo. Famílias emocionadas, professores encantados, estudantes fortalecidos. A autoestima reerguida, o pertencimento renovado, a comunidade inteira celebrando o renascimento de vínculos que antes pareciam perdidos.</p><p><br/></p><p>5. Futuro</p><p>E isso é só o começo. O projeto segue firme para alcançar novas turmas, integrar outras linguagens e manter viva essa chama que reacende a escola. O livro seguirá circulando em versões impressas e digitais, inspirando outras escolas e ampliando o horizonte dos nossos estudantes autores, que agora sabem: escrever também é um ato de resistência, futuro e liberdade.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-11-30 00:23:22 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Olimpíada Nacional de Eficiência Energética </title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/Ensina_Brasil/ConstruindoaCulturaqueQueremos/wish/3703331206</link>
         <description><![CDATA[<p>No início do ano, percebi que minha turma carregava desafios de autoestima e um certo desânimo que rondava o aprender. Para reacender a confiança, apresentei a ONEE como uma oportunidade de estudar de forma diferente e acreditar um pouco mais na própria potência. Criamos pequenos grupos de estudo, seguimos firmes na rotina e, aos poucos, cada estudante foi encontrando seu ritmo; sem alarde, sem plateia, só a coragem silenciosa de quem insiste.</p><p><br/></p><p>Quando o resultado chegou, a alegria tomou conta da sala e pude presenciar o orgulho genuíno de quem sabe que conquista também é caminho. E ali, naquele instante simples, vi meus estudantes acreditarem mais em si mesmos. Isso, para mim, já era vitória.</p><p><br/></p><p>Dados de Impacto</p><p>Escola: E. E. Dr Hélio Palma de Arruda </p><p>Oportunidade: ONEE</p><p>Tipo: Olimpíada</p><p>Nível: Nacional</p><p>Reconhecimento: 1 medalha de ouro, 1 medalha de prata, 2 medalhas de bronze e 1 menção honrosa</p><p>Estudantes impactados: 200</p><p>Estudantes inscritos: 240</p><p><br/></p>]]></description>
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         <pubDate>2025-11-30 00:40:49 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Do Cultivo ao Conhecimento: A Transformação do Quintal do Saber</title>
         <author>profscarolmelo</author>
         <link>https://padlet.com/Ensina_Brasil/ConstruindoaCulturaqueQueremos/wish/3705140169</link>
         <description><![CDATA[<p>O <em>Quintal do Saber</em> passou por uma transformação significativa, guiada pelo olhar e pelo desejo dos próprios alunos. Ao observarem a necessidade de fortalecer o uso da biblioteca e tornar seus livros mais acessíveis, eles propuseram uma mudança no foco do projeto, agora voltado para a organização do acervo, catalogação e divulgação literária.</p><p>Com apoio da bibliotecária Fabiana, iniciamos o processo de catalogar os livros, identificar materiais desatualizados e compreender melhor o funcionamento da biblioteca como espaço de aprendizagem. Em seguida, os estudantes começaram a produzir anúncios criativos utilizando cartazes e ferramentas digitais, assumindo o papel de mediadores de leitura.</p><p>A mudança reforçou o protagonismo do grupo e ampliou seu senso de pertencimento, transformando o projeto em uma ação coletiva de cuidado, leitura e colaboração.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-12-01 14:22:21 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Quando os Corredores Viram Convites</title>
         <author>profscarolmelo</author>
         <link>https://padlet.com/Ensina_Brasil/ConstruindoaCulturaqueQueremos/wish/3705153999</link>
         <description><![CDATA[<p>Após catalogarem parte do acervo e conhecerem melhor a biblioteca, os alunos do Projeto <em>Quintal do Saber</em> avançaram para uma etapa de criação e compartilhamento. Cada estudante ficou responsável por escolher dois livros e produzir<strong> </strong>dois anúncios de divulgação, apresentando suas escolhas à comunidade escolar.</p><p>Os cartazes foram espalhados pelos corredores, salas e outros espaços da escola, transformando o ambiente em um grande convite à leitura. As produções revelaram criatividade, autonomia e sensibilidade na forma de comunicar as histórias escolhidas.</p><p>Ao ver seus anúncios circulando pela escola, os alunos se reconheceram como protagonistas na promoção da leitura, percebendo o impacto real de suas ações no cotidiano coletivo e no fortalecimento da cultura leitora da escola.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-12-01 14:30:28 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Projeto: IA com Intencionalidade – Da Pesquisa ao Livro Digital</title>
         <author>laiseoliveirawhite</author>
         <link>https://padlet.com/Ensina_Brasil/ConstruindoaCulturaqueQueremos/wish/3705331520</link>
         <description><![CDATA[<p>Em outubro, desenvolvi uma sequência de aulas que uniu tecnologia, identidade e autoria estudantil. Meu objetivo era ajudar os alunos do 6º ano a compreenderem o uso da Inteligência Artificial com intencionalidade, evitando o uso automático e trazendo consciência sobre os impactos dessa tecnologia na aprendizagem. Tudo começou quando propus que cada estudante escolhesse uma personalidade negra pouco conhecida para pesquisar. Eles mergulharam em histórias invisibilizadas e produziram um livro físico, construíndo página a página.</p><p>Na aula seguinte, iniciamos uma conversa profunda sobre IA: o que ela é, como funciona e, principalmente, como nós humanos somos responsáveis por conduzir suas respostas. Ensinei aos alunos a escrever prompts de qualidade, trabalhando elementos como tamanho, objetivo, público-alvo, estilo e foco. Para praticar, fizemos uma atividade <em>desplugada</em>, simples e divertida: criar prompts sobre ações cotidianas como escovar os dentes, pegar ônibus ou montar um sanduíche. A sala inteira se envolveu, discutindo lógica, clareza e intenção na hora de escrever.</p><p>Quando compreendemos que o prompt não é um truque, mas uma forma de pensamento estruturado, estávamos prontos para dar o próximo passo. Na terceira aula, os estudantes reuniram tudo o que haviam aprendido : a pesquisa sobre personalidades negras, a escrita de qualidade e o pensamento por trás de cada prompt. Finalmente puderam criar seus <strong>livros digitais com IA</strong>, utilizando ferramentas como o Storybook. A reação deles foi de puro fascínio: ver suas histórias ganhando vida no formato digital despertou brilho nos olhos, curiosidade e pertencimento. Eles se leram e se elogiaram.</p><p>A transformação foi nítida. Os alunos desenvolveram uma relação mais crítica e consciente com a IA, perceberam-se como autores e criadores, fortaleceram suas habilidades de escrita e ampliaram o conhecimento sobre importantes figuras negras. Foi uma experiência que mostrou, na prática, que quando usamos a tecnologia com propósito, ela deixa de ser apenas uma ferramenta e se torna um caminho para ampliar vozes, afirmar identidades e inspirar futuros.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-12-01 16:17:02 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Relações de Troca: O Feudo Explicado Através da Performance</title>
         <author>laiseoliveirawhite</author>
         <link>https://padlet.com/Ensina_Brasil/ConstruindoaCulturaqueQueremos/wish/3705365750</link>
         <description><![CDATA[<p>O meu desafio era fazer os alunos compreenderem o conceito de feudalismo de um jeito vivo, significativo e que não se limitasse à memorização de termos. Foi então que decidi transformar a sala num grande palco. Criei uma peça teatral com falas contextualizadas e claras, representando cada figura essencial de um feudo: o nobre, o camponês, o padre, o cavaleiro, o servo, a dama, o artesão… Cada personagem ganhou voz, papel e propósito dentro daquela sociedade profundamente marcada pelas relações de dependência.</p><p>Os estudantes do 6 ano que assumiram os papéis mergulharam na experiência com entusiasmo; vestiram a postura, a linguagem e até o humor de seus personagens. Já aqueles que não participaram diretamente da encenação tiveram uma missão igualmente importante: observar tudo com atenção e responder a um questionário elaborado especialmente para guiá-los na reflexão. As perguntas exigiam que eles interpretassem gestos, falas e interações para compreender, de forma autônoma, como funcionavam as trocas, obrigações e vínculos dentro do feudo.</p><p>A sala inteira ficou em silêncio atento, não porque eu pedi, mas porque a peça despertou curiosidade . A cada cena, era possível perceber olhares se conectando, sorrisos surgindo, dúvidas aparecendo. Quando terminamos, os alunos rapidamente começaram a relacionar as cenas com os conteúdos estudados, identificando a lógica de cada função e entendendo que o feudalismo não é apenas um tema do livro, mas um sistema complexo de relações humanas.</p><p>O impacto foi profundo. Os alunos compreenderam o conteúdo com clareza, propriedade e autonomia. Muitos disseram que, pela primeira vez, conseguiram visualizar como funcionava um feudo, não como um esquema abstrato, mas como uma sociedade viva, com pessoas reais, conflitos, acordos, trocas e dependências.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-12-01 16:39:02 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Da percepção ao pertencimento no CRIA Bonfim.</title>
         <author>lorrainegarcisds</author>
         <link>https://padlet.com/Ensina_Brasil/ConstruindoaCulturaqueQueremos/wish/3705564694</link>
         <description><![CDATA[<p>No Projeto CRIA Bonfim, desenvolvemos uma sequência didática voltada ao reconhecimento de si e do outro, buscando fortalecer a autoestima, a percepção das diferenças e a valorização da identidade. Iniciamos organizando os alunos em duplas, para que cada um desenhasse o colega observando com atenção detalhes como formato do nariz, olhos, boca, tipo e textura de cabelo, além dos diferentes tons de pele. Além do que era visível, pedimos também que registrassem características que não se percebem apenas olhando, como “bem-humorado”, “sorriso bonito”, “criativo” ou “engraçado”. A partilha desses desenhos e impressões gerou conversas importantes sobre como observamos o outro, o cuidado ao descrever alguém e a potência que existe na diversidade.</p><p>Em seguida, propusemos que os estudantes fizessem seus próprios autorretratos. Apostamos nessa ordem, primeiro desenhar o outro, depois a si mesmo, porque percebemos que muitos alunos têm dificuldade de enxergar beleza em si. Ao observar e valorizar o colega, criamos uma abertura para que pudessem também olhar para si com mais acolhimento. No entanto, ao analisarmos os autorretratos, percebemos um padrão preocupante: alguns alunos não se representavam de acordo com suas características reais. Estudantes negros se desenharam com pele clara; alunos pardos se pintaram mais claros; outros alteraram traços ou mudaram a cor do cabelo. Essa constatação trouxe à tona questões profundas sobre identidade, autoestima e reconhecimento racial.</p><p>A partir disso, construímos juntos uma terceira etapa, que chamamos de “Reconhecendo o meu tom”. Fotografamos os alunos e fizeemos ilustrações feitas com inteligência artificial para que eles pudessem colorir seu tom de pele. Disponibilizamos espelhos e uma paleta ampla de lápis de cor com diferentes tons de pele. O objetivo foi promover um momento de observação cuidadosa, permitindo que cada estudante pudesse se enxergar com mais precisão e se representar com fidelidade, reconhecendo e valorizando seus próprios traços.</p><p>O resultado foi extremamente significativo. Os autorretratos tornaram-se mais próximos da realidade, e os alunos demonstraram não apenas maior atenção aos detalhes, mas também uma relação mais positiva com a própria imagem. A atividade abriu espaço para conversas importantes sobre identidade, pertencimento e representatividade, fortalecendo o olhar crítico e afetivo sobre si e sobre o outro.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-12-01 19:02:49 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>liderança</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/Ensina_Brasil/ConstruindoaCulturaqueQueremos/wish/3705778761</link>
         <description><![CDATA[<p><strong>1. As novas Suely's</strong></p><p><br/></p><p>O <strong>Depois do Céu de Suely</strong> nasce dentro da Escola Estadual Padre Firmo, em Cuiabá, onde meninas da escola foram escolhidas por conviverem diariamente com <strong>violência simbólica, apagamento, desmotivação escolar e vínculos frágeis</strong>. São adolescentes jovens, periféricas, marcadas por histórias de abandono na educação, conflitos familiares, violência de gênero e um constante sentimento de que suas vozes não importam.</p><p><br/></p><p><strong>Por que o nome?</strong></p><p><br/></p><p>Inspirado no filme de Karim Aïnouz, <em>O Céu de Suely</em>.<br>Suely vê o <strong>céu como espaço de liberdade</strong>, de possibilidade e de ruptura com o ciclo de violência e abandono.</p><p>Para as meninas do projeto:</p><p>·&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; <strong>o céu é o primeiro passo</strong>, o momento de respirar, existir e ser ouvida.</p><p>·&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; <strong>o depois é o que realmente importa</strong>: ação, mudança, responsabilidade, coragem e construção do próprio futuro.</p><p><br/></p><p>Fica a pergunta:<br><strong>“E depois que você toca o céu, o que você faz com essa liberdade?”</strong></p><p><br>E as trilhas sugerem o caminho dessa resposta.</p><p><br/></p><p>O projeto conta com a ajuda da psicóloga da escola, <strong>Gabrielly Cardoso</strong>, que faz um excelente trabalho de escuta e auxilio, trabalhando diretamente com <strong>14 meninas</strong>, as protagonistas do Laboratório de Experiências Femininas:</p><ul><li><p>Antonella, Kyarah, Mailla, Nataly, Ana Gabrieli, Yasmin, Anna Karla, Thais, Maria Clara Botelho, Micarely, Carla, Maria Clara Godinho, Jiuliany, Luana.</p><p><br/></p></li></ul><p><strong>2. O que rolou?</strong></p><p><br/></p><p>As meninas enfrentam problemas que atravessam a realidade feminina periférica brasileira:</p><p>·&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; <strong>Objetificação dentro da escola</strong> (comentários, fofocas, manipulação emocional por parte de meninos).</p><p>·&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; <strong>Insegurança emocional</strong> e dificuldade de reconhecer limites.</p><p>·&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; <strong>Conflitos entre meninas</strong>, rompimentos de vínculos, rivalidade e falta de espaço seguro.</p><p>·&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; <strong>Baixa frequência escolar</strong> ou falta de motivação para participar da rotina da escola.</p><p>·&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; <strong>Silenciamento</strong>: meninas que não falam, têm vergonha, medo ou receio de se expor.</p><p>·&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; <strong>Falta de liderança e autonomia</strong>: poucas oportunidades para se posicionarem como protagonistas.</p><p>O desafio era criar <strong>um espaço de verdade</strong>, onde elas pudessem se desenvolver <strong>em prática</strong>, construir identidade, trabalhar emoções e ocupar a escola com presença e propósito.</p><p><br/></p><p><strong>3. Como Funciona nosso Lab.</strong></p><p><br/></p><p>O projeto funciona como um <strong>laboratório vivo</strong>, semanal, combinando:</p><p><br/></p><p>·&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; <strong>Trilhas personalizadas para cada menina</strong> (com foco em comportamento, comunicação, autocontrole, estudo, liderança, investigação de si e do mundo).</p><p>·&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; <strong>Tarefas práticas</strong>, que precisam ser realizadas de verdade (painéis, falas, textos, intervenções, meditações guiadas, ações anônimas, elaboração de materiais, exercícios de comunicação assertiva).</p><p>·&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; <strong>Rodas de conversa com mulheres reais da comunidade</strong>.</p><p>·&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; <strong>Ações na escola</strong>, como cartazes, mensagens silenciosas, campanhas e reflexões espalhadas estrategicamente.</p><p>·&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; <strong>Atividades de escuta, autocuidado, autorregulação emocional e fortalecimento dos vínculos entre meninas</strong>.</p><p>·&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; <strong>Enfrentamento de problemáticas reais</strong>, como fofocas, manipulação emocional, exposição do corpo, pressão de meninos, rivalidades e violências simbólicas.</p><p><br/></p><p><strong>As Trilhas</strong></p><p>Cada menina tem uma trilha com:</p><p>·&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; <strong>um objetivo central</strong>,</p><p>·&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; <strong>tarefas semanais obrigatórias</strong>,</p><p>·&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; <strong>mudanças comportamentais sugeridas</strong>,</p><p>·&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; <strong>um produto final</strong>,</p><p>·&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; <strong>um desafio de comunicação</strong>,</p><p><br/></p><p><strong>4. Tá funcionando?</strong></p><p><br/></p><p>O projeto tem transformado comportamentos e relações:</p><p><br/></p><ul><li><p>Meninas antes silenciosas passaram a falar, argumentar e conduzir falas.</p></li><li><p>Conflitos diminuíram e vínculos de cuidado surgiram.</p></li><li><p>Há reflexão sobre autocontrole, consciência emocional e capacidade de estabelecer limites.</p></li><li><p>A presença das meninas na escola aumentou e elas passaram a ocupar mais espaços.</p><p><br/></p></li></ul><p>Na escola, o tema da <strong>proteção feminina</strong> ganhou força, e outras estudantes começaram a pedir para participar.</p><p><br/></p><p><strong>5. As Suely's e o Futuro</strong></p><p><br/></p><p>O projeto caminha para se tornar um <strong>coletivo feminino permanente</strong> na escola. As próximas etapas incluem:</p><ul><li><p>Formalizar um grupo de meninas líderes;</p></li><li><p>Criar um manual para replicação em outras turmas;</p></li><li><p>Integrar o laboratório a ações artísticas, culturais e socioemocionais;</p></li><li><p>Realizar um momento culminante conduzido pelas próprias meninas.</p><p><br/></p></li></ul><p>O <em>Depois do Céu de Suely</em> quer formar gerações de meninas que olham o céu — e constroem caminhos depois dele.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-12-01 23:03:21 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Quando o Anime Vira Aula!</title>
         <author>raquelamorimoliveira</author>
         <link>https://padlet.com/Ensina_Brasil/ConstruindoaCulturaqueQueremos/wish/3705846537</link>
         <description><![CDATA[<p>A proposta nasceu a partir do universo dos animes, algo muito presente no dia a dia dos adolescentes e que imediatamente desperta interesse e identificação. Para aproximar o conteúdo de Biologia da realidade deles, escolhi utilizar um episódio do anime <em>Cells at Work</em>, que retrata de forma visual e intensa os danos causados pelo fumo dentro do organismo. Essa abordagem conectou o conteúdo ao repertório cultural da turma da segunda série do ensino médio, tornando a aprendizagem mais envolvente e significativa.</p><p>Com esse ponto de partida, introduzi uma problemática que tem aparecido de forma recorrente na escola: o uso de vape entre os estudantes. A turma, formada por jovens curiosos e participativos, rapidamente se reconheceu na temática e contribuiu para que a discussão se tornasse rica e verdadeira.</p><p>O desafio era desconstruir a visão equivocada de que o vape é inofensivo ou “menos prejudicial” do que o cigarro tradicional. Ao assistir ao episódio do anime e compreender o funcionamento do sistema respiratório, os alunos visualizaram de forma concreta os efeitos das substâncias inaladas, o que ajudou a transformar percepções e fortalecer o senso crítico.</p><p>Depois desse momento de reflexão, convidei a turma a ser protagonista da mudança: propus que criassem ideias, campanhas e ações criativas para combater o uso de vape na escola. A resposta foi surpreendente. Eles se engajaram, elaboraram propostas, discutiram soluções e demonstraram maturidade ao pensar em estratégias que falam diretamente com seus próprios colegas.</p><p>O impacto foi evidente. Muitos estudantes relataram que mudaram sua visão sobre o vape e que o uso da linguagem dos animes facilitou a compreensão. Houve mais diálogo, mais questionamentos e um olhar mais cuidadoso sobre saúde e escolhas.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-12-02 00:21:54 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>O Racismo Invisível: Revelando o que Não se Quer Ver</title>
         <author>raquelamorimoliveira</author>
         <link>https://padlet.com/Ensina_Brasil/ConstruindoaCulturaqueQueremos/wish/3705894415</link>
         <description><![CDATA[<p>Durante a Feira da Consciência Negra, busquei criar um espaço em que os estudantes pudessem enxergar, com profundidade e sensibilidade, como algumas formas de racismo se escondem no cotidiano. Para isso, propus a dinâmica O Racismo Invisível, que uniu ciência e reflexão crítica de maneira acessível e impactante.</p><p>A atividade começou com a análise de expressões comuns como “denegrir” ou “cabelo ruim”, frases que muitos já ouviram, repetiram ou presenciaram sem perceber sua carga discriminatória. O objetivo era mostrar que o racismo nem sempre aparece de forma explícita, mas, ainda assim, machuca, marca e reforça desigualdades.</p><p>Os estudantes escreveram essas expressões utilizando uma tinta invisível feita de bicarbonato de sódio e água. À primeira vista, o papel parecia em branco — assim como muitas situações de racismo passam despercebidas. Em seguida, revelamos o conteúdo usando açafrão misturado ao álcool. O açafrão, que funciona como indicador de pH, mudou de cor ao reagir com o bicarbonato, trazendo à tona tudo o que antes estava escondido.</p><p>Essa mudança visual trouxe uma metáfora poderosa: assim como na experiência, o racismo se torna mais evidente quando criamos espaços para revelá-lo, discuti-lo e compreendê-lo. A turma se envolveu, debatendo sentimentos, experiências e caminhos possíveis para enfrentar atitudes e expressões que reforçam preconceitos.</p><p>Muitos estudantes relataram que nunca tinham parado para pensar no peso dessas palavras e perceberam como pequenas falas podem reproduzir violências históricas. A dinâmica abriu portas para conversas honestas e necessárias, fortalecendo a consciência coletiva e o compromisso com uma escola mais justa.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-12-02 00:54:12 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Explorando os Sentidos: uma aula prática sobre gustação e olfato
</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/Ensina_Brasil/ConstruindoaCulturaqueQueremos/wish/3705922120</link>
         <description><![CDATA[<p>Durante a aula de Ciências, a turma do 6º ano participou de uma experiência sensorial que tornou o estudo dos sentidos muito mais concreto e significativo. A atividade foi conduzida pelo professor, que organizou um momento prático focado na compreensão da gustação e do olfato, dois sistemas essenciais para reconhecer sabores e aromas.</p><p>Para envolver os estudantes, o professor preparou uma dinâmica em que diferentes frutas e perfumes foram apresentados aos alunos vendados. Eles tinham o desafio de identificar os cheiros e sabores sem utilizar a visão, apoiando-se apenas nos sentidos explorados na aula. A cada tentativa, surgiam hipóteses, comparações e descobertas espontâneas, criando um ambiente de curiosidade e investigação.</p><p>O objetivo era que os estudantes percebessem, na prática, como os sentidos funcionam e como a gustação e o olfato atuam de forma integrada. O desafio foi superado com sucesso: os alunos demonstraram grande engajamento, colaboraram entre si e ampliaram sua percepção sensorial. A vivência contribuiu para que compreendessem que o corpo humano é um sistema complexo e interligado.</p><p>O impacto da atividade foi evidente. A turma participou ativamente, mostrou entusiasmo e conseguiu relacionar a teoria estudada em sala com a experiência prática.&nbsp;</p><p>Essa prática demonstra como atividades simples e bem planejadas podem gerar grandes transformações no processo de aprendizagem.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-12-02 01:12:44 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Vivenciando o Maracatu: cultura, identidade e protagonismo estudantil
</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/Ensina_Brasil/ConstruindoaCulturaqueQueremos/wish/3705925290</link>
         <description><![CDATA[<p>Em celebração ao Dia da Consciência Negra, as estudantes da E.E. Rafael Rueda participaram de uma atividade especial conduzida pelo professor, que apresentou aos estudantes a dança tradicional do maracatu, expressão cultural de matriz africana e muito presente em Pernambuco.</p><p>A proposta surgiu como forma de valorizar a cultura afro-brasileira e fortalecer discussões sobre identidade, história e respeito à diversidade. Para isso, o professor explicou a origem do maracatu, seus elementos rítmicos e simbólicos, e como essa manifestação representa resistência, memória e celebração nas comunidades de matriz africana.</p><p>Após a contextualização, os estudantes foram convidados a vivenciar a dança na prática. Em momentos de ensaio e experimentação, aprenderam passos básicos, movimentos corporais característicos e a importância da conexão com o ritmo. Entre risos, desafios e descobertas, a turma desenvolveu não apenas habilidades motoras, mas também uma relação mais profunda com a cultura afro-brasileira.</p><p>O ponto alto da atividade foi a apresentação para toda a escola, na qual os estudantes mostraram o resultado dos ensaios. A performance trouxe alegria, energia e orgulho tanto para quem dançou quanto para quem assistiu. A comunidade escolar pôde reconhecer a força simbólica do maracatu e a dedicação dos alunos em honrar essa tradição.</p><p>O impacto da prática foi significativo: os estudantes ampliaram seu repertório cultural, fortaleceram o respeito à diversidade e assumiram papel ativo na celebração do Dia da Consciência Negra. A experiência contribuiu para formar uma escola mais consciente, plural e conectada às raízes da cultura brasileira.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-12-02 01:14:40 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Desconstruindo Estereótipos Sobre a África: Vivências do 8º Ano no Mês da Consciência Negra</title>
         <author>gabrielpinheirodosantos2002</author>
         <link>https://padlet.com/Ensina_Brasil/ConstruindoaCulturaqueQueremos/wish/3706713992</link>
         <description><![CDATA[<p>Realizei com as turmas de 8º ano uma atividade em Geografia voltada para quebrar preconceitos e estereótipos sobre o continente africano, em comemoração ao Mês da Consciência Negra. A sala foi organizada em quatro estações, cada uma com um cartaz trazendo uma pergunta relacionada à cultura, história, diversidade e representações sobre a África. Em cada parada, os estudantes liam a questão, refletiam e registravam suas respostas em post-its, colando nos cartazes. Ao rotacionarem entre as estações, tinham a oportunidade de conhecer as ideias dos outros grupos, ampliando sua compreensão e comparando percepções. A dinâmica incentivou diálogo, respeito e reflexão crítica, ajudando a desconstruir visões estereotipadas. Ao final, construímos coletivamente uma visão mais ampla, real e diversa sobre o continente africano.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-12-02 11:22:33 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/Ensina_Brasil/ConstruindoaCulturaqueQueremos/wish/3706713992</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Explorando os Sólidos Geométricos</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/Ensina_Brasil/ConstruindoaCulturaqueQueremos/wish/3706917946</link>
         <description><![CDATA[<p>Desenvolvi com o 6º Ano B uma aula diferenciada sobre sólidos geométricos, explorando suas características e o cálculo de volume de forma prática. Os alunos manipularam e construíram materiais concretos, como modelos de prismas, pirâmides e cilindros, permitindo compreender visualmente faces, vértices e arestas. A atividade proporcionou maior engajamento, despertou a curiosidade e facilitou a aprendizagem por meio da experimentação. A turma trabalhou em grupos, discutindo estratégias e aplicando conceitos matemáticos em situações reais. Foi uma oportunidade de aproximar a teoria da prática, tornando o estudo da Geometria mais significativo e envolvente.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-12-02 14:03:05 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>RUMO AO PÓDIO - OLITEF</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/Ensina_Brasil/ConstruindoaCulturaqueQueremos/wish/3706940676</link>
         <description><![CDATA[<p>A participação dos alunos da Escola Estadual José de Mesquita na <strong>Olimpíada do Tesouro Direto de Educação Financeira (OLITEF) – Edição 2025</strong> foi um marco histórico para nossa comunidade escolar. Após semanas de preparação e estudo, os estudantes conquistaram <strong>92 medalhas</strong>, sendo <strong>29 de ouro</strong>, <strong>34 de prata</strong> e <strong>29 de bronze</strong>, demonstrando dedicação, disciplina e superação. Além disso, <strong>16 alunos foram premiados com R$ 400,00 em títulos públicos do Tesouro Direto</strong>, reconhecimento que reforça o impacto do esforço e do compromisso com a educação financeira. O resultado expressivo evidencia o potencial dos nossos alunos e o poder transformador de projetos que incentivam autonomia, responsabilidade e protagonismo estudantil. Uma conquista que enche nossa escola de orgulho e inspira novas trajetórias de sucesso.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-12-02 14:18:09 UTC</pubDate>
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         <title>A Voz da Escola: Assembleia Estudantil da João Brienne</title>
         <author>sofiapricarte</author>
         <link>https://padlet.com/Ensina_Brasil/ConstruindoaCulturaqueQueremos/wish/3707282658</link>
         <description><![CDATA[<p>No dia 28 de novembro de 2025, a escola João Brienne viu seu auditório se tornar palco de sua primeira Assembleia Estudantil. Os protagonistas eram os alunos-representantes: dois estudantes, democraticamente eleitos por voto direto, de cada uma das turmas do turno matutino (incluindo o 9º ano do Ensino Fundamental e todas as séries do Ensino Médio). A assemblei contou também com a participação de alguns professores, como facilitadores do processo, e de membros da Gestão Escolar, presentes para ouvir atentamente, sinalizando o compromisso institucional com as demandas que viriam.</p><p>Essa iniciativa se formou a partir de uma demanda dos estudantes. O principal motor desta iniciativa foi a crescente sensação entre os alunos de que "não tinham voz e não eram ouvidos". Era crucial criar um canal legítimo, formal e estruturado para que as sugestões dos estudantes pudessem ser integradas ao planejamento escolar. A resposta para esse desafio foi a Assembleia Estudantil. Os professores mediadores, em parceria com a gestão, propuseram este encontro como o meio de formalizar as demandas e permitir um debate horizontal entre as diferentes séries. Além disso, enquanto educadores, vimos o potencial de tornar a Assembleia um espaço de formação para a vivência democrática e fortalecimento do protagonismo estudantil.</p><p>Antes da Assembleia, cada turma se reuniu para realizar uma eleição para escolher seus dois delegados e elencar as demandas a serem levadas para discussão. A assembleia em si teve duas partes. Ela começou com a exposição das demandas de cada turma, e foi seguida pela fase de debate aberto, na qual os alunos discutiram as demandas, e votaram para definir as melhorias prioritárias para o ano seguinte, já sugerindo ações que podem ser implementadas para tais melhorias.</p><p>O evento foi muito bem recebido pelos estudantes: sua reação inicial foi marcada por um senso palpável de empoderamento. Eles viram suas demandas sendo debatidas, defendidas e, finalmente, votadas por um corpo estudantil unificado. A participação dos representantes foi excelente, demonstrando maturidade, respeito pelo tempo de fala e uma notável capacidade de argumentação, desmistificando a ideia de que o estudante não está apto a participar da gestão. A coroação desse processo foi o compromisso dos professoresa de considerar as decisões da Assembleia nas discussões da Semana Pedagógica e na elaboração do planejamento e projetos para o próximo ano.</p><p>A João Brienne não apenas deu voz aos seus alunos; ela oficializou o canal. </p>]]></description>
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         <pubDate>2025-12-02 18:16:02 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>1° feira de profissões jurídicas</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<p>Ensina Heitor Darros, 2024, CEEP Widal Roma</p><p><br/></p><p>O CEEP Widal Roma enfrenta o desafio de integrar a Base Comum com a Base Técnica nas atividades escolares. Pensando nisso, o professor do itinerário de Serviços Jurídicos e eu, professor de Língua Portuguesa, desenvolvemos um projeto conjunto voltado aos estudantes do turno noturno, com o objetivo de aproximá-los da realidade do mercado de trabalho.</p><p>Como muitos alunos não podem participar de atividades no contraturno e grande parte das instituições externas não funciona no período noturno, decidimos trazer os profissionais para dentro da escola. Assim nasceu a <strong>1ª Feira de Profissões do Itinerário Jurídico do Widal Roma</strong>.</p><p>Foram convidados advogados, representantes do Tribunal de Justiça, Polícia Militar e Polícia Civil. Ao todo, <strong>11 profissionais</strong> organizaram-se em estações para dialogar com os alunos do 1º e 2º ano. Aproximadamente <strong>50 estudantes</strong> participaram e puderam conhecer de perto carreiras que almejam seguir no futuro.</p><p>O sucesso do evento abre caminho para que cada vez mais profissionais ocupem a escola, inspirando nossos jovens a continuarem perseguindo seus objetivos.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-12-02 19:15:39 UTC</pubDate>
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         <title>Roda de conversa ENEM</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/Ensina_Brasil/ConstruindoaCulturaqueQueremos/wish/3707359165</link>
         <description><![CDATA[<p>Ensina Heitor Darros e Sávio Oliveira, 2024, CEEP Widal Roma</p><p><br/></p><p>Após um ENEM especialmente desafiador para os alunos do 3º ano do turno vespertino, realizamos uma roda de conversa sobre futuro e planejamento. Muitos estudantes estavam desanimados com o desempenho no primeiro dia de provas, e por isso iniciamos o encontro com palavras de encorajamento e uma troca de percepções sobre a experiência vivida.</p><p>Em seguida, discutimos quais estratégias poderiam ser ajustadas para o próximo dia de prova e quais boas práticas eles gostariam de compartilhar com outros colegas. Finalizamos reforçando a importância do ENEM, mas também lembrando que <strong>existem inúmeras oportunidades além dessa avaliação</strong>.</p><p>O encontro permitiu que os alunos vivessem um momento de descompressão, refletissem sobre seus esforços ao longo do ano e renovassem suas motivações para alcançar seus objetivos.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-12-02 19:17:15 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Projeto Rumo ao ENEM</title>
         <author>sofiapricarte</author>
         <link>https://padlet.com/Ensina_Brasil/ConstruindoaCulturaqueQueremos/wish/3707376311</link>
         <description><![CDATA[<p>O Projeto "Rumo ao ENEM" foi desenvolvido com foco nos estudantes da 2ª e 3ª série do Ensino Médio do turno matutino, que constituem o público-alvo direto do Exame Nacional do Ensino Médio. Este projeto nasceu da necessidade de reverter o baixo engajamento dos alunos com a prova em anos anteriores, tendo por objetivo principal combater essa perceptível falta de interesse. Sua execução ao longo do ano contou com a colaboração do corpo docente da escola, da gestão e dos próprios estudantes.</p><p>A primeira fase do projeto consistiu na compreensão do problema. Para tal, foram realizadas diversas rodas de conversa com os estudantes do 3º ano. Essas discussões buscaram entender suas perspectivas futuras e, sobretudo, suas principais dificuldades em relação ao ENEM. Deste diagnóstico, pude depreender que um dos principais fatores desmotivadores era a sensação de falta de preparo para a prova. Assim, a etapa seguinte se concentrou na implementação de ações estratégicas para mitigar essa sensação.</p><p>Inicialmente, implementamos um mutirão de inscrição para o ENEM. Este mutirão foi realizado durante o horário escolar, com o apoio de professores voluntários, e seu objetivo era eliminar a barreira logística da inscrição. Graças a essa ação, conseguimos garantir que 75% dos estudantes concluintes do Ensino Médio fossem orientados e tivessem suas inscrições efetuadas.</p><p>Além disso, ao longo do ano letivo, foram realizadas diversas atividades visando familiarizar os estudantes com o formato da prova do ENEM. Neste sentido, destacam-se as oficinas de redação conduzidas em parceria com o professor de inglês, que se mostraram essenciais, visto que a redação é percebida como um dos maiores obstáculos na realização do exame. Posteriormente, aplicamos um simulado completo para 75 alunos da 2ª e 3ª série. O simulado espelhou o formato, a duração e a divisão de áreas do ENEM, o que, por sua vez, forneceu um diagnóstico das áreas de maior deficiência da turma, ao mesmo tempo em que promoveu a adaptação dos alunos à logística e ao cansaço da prova longa.</p><p>Por fim, como preparação final, estruturamos os aulões de véspera. Estes ocorreram nas semanas imediatamente anteriores à prova e contaram com o engajamento de todo o corpo docente. As sessões foram dinâmicas, focando em resolução de questões de alto impacto e revisão de conceitos-chave de todas as áreas.</p><p>O resultado mais imediato do projeto foi, evidentemente, o aumento significativo na taxa de conclusão de inscrição. No entanto, o mais notável foi a mudança de postura tanto de professores quanto dos estudantes. Na sala dos professores, por exemplo, já estão em curso discussões sobre como dar continuidade e aprimorar as ações de preparo para o ENEM no ano seguinte. Entre os estudantes, o incentivo inicial transformou-se em motivação concreta, notada especialmente entre os alunos do 2º ano, que já estão proativamente buscando professores para solicitar dicas de estudo e mais simulados para o próximo ciclo letivo.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-12-02 19:31:08 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Geopolítica em Ação: Assembleia Geral da ONU</title>
         <author>sofiapricarte</author>
         <link>https://padlet.com/Ensina_Brasil/ConstruindoaCulturaqueQueremos/wish/3707446073</link>
         <description><![CDATA[<p>"Geopolítica em Ação" foi um plano didático elaborado para trabalhar o tema de geopolítica nas aulas de Geografia no Ensino Médio. Sua concepção surgiu da necessidade de dinamizar a abordagem de temas geopolíticos diante da fluidez e complexidade do cenário global atual. Desenhado em etapas progressivas, esse trabalho culminou na Simulação da Assembleia Geral da ONU.</p><p>O objetivo pedagógico desta etapa era duplo: aplicar o conhecimento de geopolítica a um evento contemporâneo complexo (o conflito Israel-Palestina) e desenvolver a capacidade de argumentação respeitosa.</p><p>Para realizar o debate, os estudantes se organizaram em duplas ou trios para representar um país com interesses geopolíticos específicos no conflito Israel-Palestina. Para embasar sua atuação, cada grupo realizou pesquisas aprofundadas sobre a posição histórica e política do país. Em seguida, eles fizeram a leitura prévia da proposta de resolução a ser debatida, estabelecendo os posicionamentos de seu país em relação à resolução, elaborando argumentos consistentes com essa perspectiva e redigindo um discurso de abertura formal.&nbsp;</p><p>A realização da Assembleia em si foi o ponto alto do projeto. O formato impôs desafios, iniciando com a apresentação dos discursos de abertura para estabelecer o tom do debate. O debate subsequente exigiu que os alunos exercessem um pensamento rápido e uma adaptação constante às falas dos "países" oponentes e aliados, buscando a cooperação e uma "conclusão coletiva" sobre o conflito. Este momento final foi crucial, pois forçou os alunos a defenderem posições complexas e, muitas vezes, não-próprias, exercitando a argumentação de forma construtiva e respeitosa.</p><p>O engajamento na Simulação da ONU foi notável, gerando a apropriação do debate pelos estudantes, além de estimular o desenvolvimento de suas habilidades analíticas, argumentativas e de resolução de problemas. O sucesso desta etapa, somado ao esforço de pesquisa e debate que a precedeu, consolidou o objetivo do projeto: capacitar os alunos a se inteirarem das discussões globais de forma autônoma e crítica.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-12-02 20:34:39 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Produção Textual com Inteligência Artificial no 9º Ano</title>
         <author>ermesonathan</author>
         <link>https://padlet.com/Ensina_Brasil/ConstruindoaCulturaqueQueremos/wish/3708730970</link>
         <description><![CDATA[<p>Nome do Projeto:</p><p>Produção Textual com Inteligência Artificial no 9º Ano</p><p><br/></p><p>Breve Síntese:</p><p>O projeto nasceu da necessidade de desenvolver nos estudantes do 9º ano maior autonomia na escrita, organização de ideias e compreensão das tecnologias que já fazem parte do cotidiano escolar. A prática foi conduzida por meio da apresentação do conceito de prompt, seguido de atividades em que os alunos criavam estruturas lógicas para gerar textos e imagens com apoio da IA. As aulas integraram leitura, escrita e multimodalidade, permitindo que os estudantes experimentassem diferentes formas de expressão. Como resultado, surgiram produções autorais criativas, maior engajamento nas aulas e o fortalecimento das habilidades de comunicação, interpretação e pensamento crítico.</p><p><br/></p><p>Produção: Prof. Ermeson Nathan | Coprodução: Estudantes do 9º ano | Escola: Alceu de Araújo Roriz</p><p><br/></p><p>Link: https://youtube.com/shorts/I0t3QdYbAsY?si=M7PsjQAtAPU4dw5_</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-12-03 15:01:46 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Português com Matemática: Desvendando o Enigma</title>
         <author>ermesonathan</author>
         <link>https://padlet.com/Ensina_Brasil/ConstruindoaCulturaqueQueremos/wish/3708742828</link>
         <description><![CDATA[<p>Nome do Projeto:</p><p>Português com Matemática: Desvendando o Enigma</p><p><br/></p><p>Breve Síntese:</p><p>O projeto foi criado para unir Português e Matemática de forma prática e envolvente. O professor Ermeson Nathan elaborou um texto enigmático no qual os estudantes dos 6º anos precisavam resolver cálculos para descobrir quais letras correspondiam a cada número e, ao final, reconstruir o texto solicitado — uma narrativa do Batman em Gotham. A atividade integrou leitura, verbos e lógica linguística com operações matemáticas, estimulando raciocínio, interpretação e cooperação entre as áreas.</p><p><br/></p><p>Resultados:</p><p>Os alunos demonstraram alto engajamento, resolveram cálculos com autonomia crescente e conseguiram montar o texto final, compreendendo melhor o uso dos verbos e fortalecendo habilidades matemáticas. A prática mostrou que a interdisciplinaridade amplia o interesse e potencializa a aprendizagem nas duas áreas. </p>]]></description>
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         <pubDate>2025-12-03 15:09:02 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>20 de Novembro em Cena: Maria Firmina dos Reis e Cultura Maranhense</title>
         <author>ingridkemile</author>
         <link>https://padlet.com/Ensina_Brasil/ConstruindoaCulturaqueQueremos/wish/3709190127</link>
         <description><![CDATA[<p>Na Escola Estadual José Mamede de Aquino, os estudantes do 1º ano do Ensino Médio realizaram uma Feira da Consciência Negra como resultado de um projeto conjunto entre Filosofia e Literatura. O foco foi a vida e a obra de Maria Firmina dos Reis, pioneira da literatura afro-brasileira. Ao estudar Úrsula e conhecer sua trajetória como professora e escritora maranhense, os alunos compreenderam sua importância para o movimento negro e para a valorização da identidade negra no Brasil.</p><p><br></p><p>A feira também celebrou a cultura do Maranhão, estado com uma das maiores populações negras do país. Os estudantes apresentaram pesquisas sobre o Bumba Meu Boi, o Reggae, o Tambor de Crioula, comidas típicas e ações de preservação da cultura afro-brasileira — com direito até a degustação de Guaraná Jesus.</p><p><br></p><p>Alguns alunos ainda se caracterizaram como personagens de Úrsula e encenaram partes da obra, trazendo expressão artística e criatividade para o evento.</p><p><br></p><p>O projeto teve como objetivo, além de valorizar a obra de Maria Firmina, fortalecer a autoestima dos estudantes, mostrando a relevância de figuras negras na história. As atividades também possibilitaram diálogos sobre racismo recreativo, estereótipos e formas sutis de discriminação. Uma experiência que uniu cultura, literatura, consciência social e identidade — mostrando que aprender também é um ato de reconhecimento e transformação.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-12-03 21:10:19 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Gincana Pedagógica – “Eu, Você, o Mundo”.</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/Ensina_Brasil/ConstruindoaCulturaqueQueremos/wish/3709300213</link>
         <description><![CDATA[<p>A Gincana Pedagógica da 3ª Unidade foi um projeto escolar realizado na Escola Municipal Professor Nicolau Boscardin, planejado e conduzido pelos professores <strong>Jobson</strong> e <strong>Lucas</strong>, com o propósito de promover integração, participação ativa e fortalecimento dos valores de convivência. Inspirada no tema “Eu, Você, o Mundo”, a gincana mobilizou todas as turmas do 6º ao 9º ano, cada uma com cor, nome e logo próprios, orientadas por professores padrinhos e madrinhas.</p><p>O evento ocorreu ao longo de 11 semanas e contou com uma programação diversificada. Os alunos participaram de provas pedagógicas, como Tangram, Dominó, Quebra-Cabeça e quizzes das disciplinas; de desafios recreativos, como Tabuleiro Humano, Labirinto, Dança das Cadeiras, Corrida de Saco, Boliche, Damas, Caça ao Tesouro e Argolas; e de provas surpresas que estimularam criatividade, estratégia e colaboração.</p><p>Além das atividades, a gincana avaliou diariamente aspectos como disciplina, organização das salas, responsabilidade com materiais, cumprimento das tarefas e postura coletiva, reforçando o cuidado com o ambiente escolar e a importância da convivência ética.</p><p>Durante todo o processo, os alunos assumiram protagonismo na preparação e execução das tarefas, enquanto os professores atuaram como mediadores, incentivando, orientando e garantindo o bom andamento das atividades. Esse formato favoreceu autonomia, liderança e tomada de decisões entre os estudantes.</p><p>A culminância, realizada em 11 de outubro, reuniu apresentações artísticas, julgamento dos nomes e logos criados pelas turmas e contagem final da arrecadação de óleo, encerrando o projeto de forma festiva, colaborativa e significativa.</p><p>Como resultados, a gincana aumentou o engajamento escolar, fortaleceu vínculos, promoveu espírito de equipe, ampliou competências socioemocionais e tornou a rotina da escola mais motivadora, organizada e participativa. O projeto consolidou-se como uma experiência pedagógica marcante, capaz de integrar alunos, professores e toda a comunidade escolar.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-12-03 23:54:41 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Explorando Probabilidades por Meio de Experimentos e Situações do Cotidiano </title>
         <author>flaviajusto18</author>
         <link>https://padlet.com/Ensina_Brasil/ConstruindoaCulturaqueQueremos/wish/3709342633</link>
         <description><![CDATA[<p>Durante as aulas de Matemática do 8º ano, os alunos desenvolveram uma prática voltada ao estudo de probabilidades, iniciando com experimentações utilizando dados para observar, registrar e comparar resultados aleatórios. Em seguida, ampliaram a compreensão do tema ao produzir cartazes relacionados a situações do cotidiano, como o tempo gasto no ônibus, a quantidade de frutas consumidas na semana, preferências de lazer e outros contextos próximos à realidade deles. A atividade permitiu que relacionassem a teoria da probabilidade com dados reais, favorecendo a interpretação crítica de informações e o entendimento da matemática aplicada ao dia a dia.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-12-04 00:29:30 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Comportamento no mercado de trabalho</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/Ensina_Brasil/ConstruindoaCulturaqueQueremos/wish/3709429685</link>
         <description><![CDATA[<p>Ensina Heitor Darros, 2024, CEEP Widal Roma</p><p><br/></p><p>Um dos objetivos do CEEP Widal Roma é fortalecer o vínculo entre escola e empresas por meio do <strong>Programa de Aprendizagem Profissional (PAP)</strong>, que prepara os estudantes para ingressarem no mercado de trabalho aplicando as habilidades aprendidas em sala.</p><p>Entre os esforços do programa está o apoio aos alunos para que compreendam a importância do comportamento e da comunicação durante entrevistas. Nesse contexto, fui convidado a ministrar uma aula sobre <strong>comunicação verbal e não verbal</strong>, orientando-os a se expressarem com segurança nos processos seletivos.</p><p>Durante a atividade, exploramos na prática como a linguagem corporal influencia a percepção dos avaliadores e discutimos estratégias para aprimorar a escolha das palavras. Essa aula foi apenas uma das <strong>10 formações</strong> que os estudantes recebem antes de serem encaminhados ao mercado de trabalho — um passo importante para a transformação de suas vidas e de suas famílias.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-12-04 01:25:02 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title>Culminância do Projeto Aprender é uma Aventura.</title>
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         <description><![CDATA[<p><strong>Ensina Brasil – 2025</strong><br><strong>Escola João Batista dos Santos – Petrolina (PE)</strong><br><strong>Proponente: Ensina Larissa de Cássia Araújo Costa</strong></p><p>A Escola João Batista dos Santos está situada em uma área periférica de Petrolina (PE), marcada pela violência, pelo tráfico de drogas e por múltiplas vulnerabilidades estruturais. Muitos estudantes convivem diariamente com situações que fragilizam seu bem-estar físico e emocional, e isso se reflete diretamente na relação que estabelecem com os estudos.<br>Não é incomum encontrar alunos que já foram cooptados pelo tráfico ou que, por desacreditarem no valor da escola, abandonaram o processo de aprendizagem.</p><p>Nesse cenário, surge o projeto <strong>Aprender é uma Aventura</strong>, idealizado pela professora Ensina <strong>Larissa de Cássia Araújo Costa</strong>, com o apoio da gestão escolar e das professoras e professores do 6º ano. Juntos, formamos um time comprometido em reencantar esses estudantes com o conhecimento e com a escola.</p><p><br/></p><p>O principal desafio do projeto era <strong>abrir horizontes para os estudantes</strong>, mostrando que aprender pode ser interessante, prazeroso, dinâmico e transformador.<br>Mas para concretizar essa proposta, enfrentamos obstáculos significativos, especialmente a <strong>burocracia relacionada ao transporte escolar</strong>, que depende da Secretaria de Educação. O passeio — etapa central do projeto — foi cancelado duas vezes porque o transporte não foi disponibilizado.</p><p>Ainda assim, persistimos. Entre ofícios, ligações, reuniões e muita insistência, continuamos lutando para garantir que as crianças tivessem acesso a essa experiência.</p><p><br/></p><p>O coração do projeto consistia em levar os estudantes das duas turmas de 6º ano para uma visita ao <strong>Museu de Arte, Ciência e Cultura da UNIVASF – EACC</strong>, proporcionando a eles uma vivência concreta, sensorial e significativa da ciência, da cultura e da aprendizagem.</p><p>Depois de meses de tentativas, finalmente, <strong>no dia 28 de novembro de 2025</strong>, conseguimos o transporte. E assim, a aventura aconteceu.</p><p>Além da visita ao museu, o trajeto pela cidade também fez parte da experiência. Muitos alunos estiveram pela primeira vez na orla de Petrolina — região mais elitizada da cidade — e alguns viram o Rio São Francisco pela primeira vez, mesmo morando na cidade onde ele passa.</p><p>Após o passeio, os estudantes produziram <strong>diários de bordo</strong>, relatando como a experiência impactou sua relação com os estudos. Essa etapa foi essencial para consolidar o processo de reflexão e pertencimento ao conhecimento.</p><p><br/></p><p>A transformação foi visível e emocionante.</p><p>No museu, alunos que normalmente apresentam grande dispersão e dificuldade de concentração ficaram atentos, curiosos, participativos e completamente envolvidos na experiência.<br>Voltaram empolgados, cheios de descobertas, falando sobre o que aprenderam e sobre a vontade de conhecer mais.</p><p>Nos diários de bordo, expressaram que o passeio lhes mostrou que <strong>aprender pode ser divertido</strong>, prazeroso e estimulante.<br>Foi possível notar uma mudança real nos 70 estudantes das turmas do 6º ano — uma mudança de postura, de olhar e de percepção sobre o próprio potencial.</p><p>Esses alunos deram o <strong>primeiro passo rumo à construção de uma cultura de aprendizagem na escola</strong>, que é justamente o objetivo maior do projeto.</p><p><br/></p><p>O projeto <em>Aprender é uma Aventura</em> nasce como uma semente, mas tem potencial para se tornar uma floresta.</p><p>Nos próximos ano, desejo expandi-lo para <strong>toda a escola</strong>, envolvendo outras turmas, ampliando as experiências de campo e fortalecendo o vínculo dos estudantes com o conhecimento.</p><p>O objetivo é consolidar uma <strong>mudança duradoura na cultura escolar</strong>, mostrando que, mesmo em meio às vulnerabilidades, a educação pode abrir caminhos, criar possibilidades e transformar vidas.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-12-04 18:31:39 UTC</pubDate>
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         <title>Desvendando o Sistema Solar por Meio da Modelização.</title>
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         <link>https://padlet.com/Ensina_Brasil/ConstruindoaCulturaqueQueremos/wish/3711105722</link>
         <description><![CDATA[<p><br></p><p>Na Escola Malik Didier, a curiosidade e a criatividade ganharam vida em uma prática que uniu pesquisa, construção e muito protagonismo estudantil. Sob a orientação da professora Juliana Bezerra, os alunos embarcaram em uma jornada investigativa para desvendar o Sistema Solar por meio da modelização 3D, transformando conhecimento científico em arte, sustentabilidade e expressão.</p><p>A proposta incentivou os estudantes a pesquisar, interpretar e reconstruir, com as próprias mãos, os conceitos aprendidos sobre planetas, órbitas e características astronômicas. A partir de materiais recicláveis, cada grupo deu forma ao seu entendimento, criando maquetes únicas, ricas em detalhes e carregadas de significado. Essa escolha não apenas estimulou a criatividade, mas também reforçou a importância da responsabilidade ambiental — mostrando que aprender ciência também pode ser um ato de cuidado com o planeta.</p><p>O processo revelou habilidades essenciais: investigação, organização coletiva, comunicação e resolução de problemas. De maneira autônoma, os alunos decidiram formatos, testaram possibilidades e refletiram sobre as melhores formas de representar seus aprendizados. No momento das apresentações, elevaram ainda mais o trabalho, explicando com segurança e entusiasmo as escolhas feitas e os conceitos representados.</p><p>O resultado foi um projeto que ultrapassou o espaço da sala de aula. Gerou frutos formativos, fortaleceu a autoestima dos estudantes e promoveu uma experiência real de protagonismo, onde cada aluno pôde se reconhecer como sujeito ativo da própria aprendizagem.</p><p>Para mim, enquanto professora e líder em formação, acompanhar esse processo foi testemunhar o poder transformador da educação quando ela envolve, escuta e desafia. Ver os estudantes crescerem, se posicionarem e brilharem reafirma, todos os dias, a importância de práticas pedagógicas que unem ciência, criatividade e sentido.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-12-05 01:23:16 UTC</pubDate>
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         <title>Projeto Horta E.E. Mariana Luiza Moreira</title>
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         <link>https://padlet.com/Ensina_Brasil/ConstruindoaCulturaqueQueremos/wish/3711297418</link>
         <description><![CDATA[<p>Nos últimos meses tive a oportunidade de coordenar o Projeto Horta da E.E. Mariana Luiza Moreira, uma experiência que ultrapassou qualquer expectativa inicial e que reforçou, mais uma vez, o poder transformador que a escola tem quando cria espaços reais de participação.</p><p><br/></p><p>O que mais me marcou foi o engajamento espontâneo dos estudantes. Durante as atividades, os alunos do período matutino não só se envolveram com a proposta, como foram além: se organizaram por iniciativa própria e formaram grupos de voluntários para continuar cuidando, aprimorando e expandindo a horta.</p><p><br/></p><p>Ver essa mobilização nascer de forma tão natural — sem imposição, sem cobrança, apenas pela vontade genuína de contribuir — foi inspirador. A cada encontro, ficava claro que a horta se tornou mais que um projeto: virou um espaço de pertencimento, aprendizado prático e colaboração.</p><p>Agradeço a cada aluno que dedicou seu tempo, sua energia e suas ideias. É motivador testemunhar o protagonismo juvenil acontecendo de verdade, no cotidiano, nas pequenas ações que constroem algo muito maior.</p><p><br/></p><p>Seguimos cultivando — plantas, iniciativas e pessoas.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-12-05 03:24:59 UTC</pubDate>
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         <title>Apresentação de protótipos dos gráficos de funções matemáticas em alto relevo para estudante deficiente visual.</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/Ensina_Brasil/ConstruindoaCulturaqueQueremos/wish/3711967305</link>
         <description><![CDATA[<p>Ensina Joabe Nascimento, 2024, E. E. Padre José Scampini.</p><p><br></p><p>No início de 2025 tive a alegria de conhecer um dos alunos mais marcantes da minha trajetória como professor até o momento: o José.</p><p><br></p><p>José nasceu com cegueira total e, por isso, enfrenta desafios para acompanhar os conteúdos e acompanhar o ritmo dos colegas, sobretudo em disciplinas que dependem fortemente de recursos visuais, como a matemática.</p><p><br></p><p>Refletindo sobre como tornar o ensino mais acessível e inclusivo, busquei alternativas que permitissem ao José “enxergar” a matemática à sua maneira, por meio do tato. Assim, desenvolvi protótipos de funções utilizando barbante e macarrão, possibilitando que ele explorasse os conceitos de forma concreta.</p><p><br></p><p>Durante as aulas, trabalhamos juntos o comportamento das funções de 1º e 2º grau. Para aproximar ainda mais o conteúdo da realidade de José, que é apaixonado por futebol e é um exímio jogador, utilizei o contexto do jogo: expliquei que o gráfico da função quadrática representa a trajetória da bola ao ser chutada. Dessa forma, ele pôde imaginar, de maneira palpável e significativa, como a bola descreve uma parábola no campo.</p><p><br></p><p>Essa experiência permitiu que José tivesse uma compreensão mais profunda e concreta da matemática, mostrando que o aprendizado pode ser construído de forma inclusiva e cheia de sentido.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-12-05 14:50:22 UTC</pubDate>
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         <title>Protagonismo e aprendizado</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/Ensina_Brasil/ConstruindoaCulturaqueQueremos/wish/3711990730</link>
         <description><![CDATA[<p>Ensina Joabe Nascimento, 2024, E. E. Padre José Scampini.</p><p><br/></p><p>No ensino médio, é comum que as aulas de matemática desafiem os estudantes com exercícios que estimulam o raciocínio lógico e matemático.</p><p><br/></p><p>Com o objetivo de tornar essa prática mais dinâmica e significativa, passei a propor, ao final de cada bimestre, desafios extras de matemática. Nessa atividade, os alunos eram convidados a resolver os problemas diretamente na lousa e, em seguida, explicar o raciocínio utilizado — quase como em uma aula invertida. Aqueles que se sentiam à vontade para compartilhar suas estratégias recebiam uma bonificação em suas notas, como forma de reconhecimento pelo esforço e pela iniciativa.</p><p><br/></p><p>Essa proposta ampliou a participação dos estudantes, fortaleceu o protagonismo em sala de aula e contribuiu para o desenvolvimento de habilidades essenciais, como a oratória e a autoconfiança.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-12-05 15:10:08 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Show do Conhecimento em Matemática para o SAEB 2025</title>
         <author>jn423956</author>
         <link>https://padlet.com/Ensina_Brasil/ConstruindoaCulturaqueQueremos/wish/3712286267</link>
         <description><![CDATA[<p>Ensina José Neto, 2024, CEEP Widal Roma</p><p><br/></p><p>Visando maior engajamento da comunidade escolar no SAEB no CEEP Widal Roma (onde a unidade escolar não atingia 80% de presença), foi desenvolvido, durante o recesso escolar, o jogo chamado "Show do Conhecimento" inspirado no Show do Milhão.</p><p><br/></p><p>Os estudantes foram convidados a simular o reality show para testar seus conhecimentos de Matemática e ganhar prêmios reais.</p><p><br/></p><p>Além da diversão e aceitação da comunidade escolar, o jogo coletou os dados de desempenho de todos os jogadores para intervenções posteriores e também contou com o envolvimento das própria turma para integrar funções do próprio jogo (cartas, ajudantes com placas e universitários).</p><p><br/></p><p>O jogo promoveu também múltiplas estratégias de resolução e discussões para validação ou não da resposta escolhida.</p><p><br/></p><p><br/></p>]]></description>
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         <pubDate>2025-12-05 20:51:34 UTC</pubDate>
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         <title>Feira de Foguetes - Química com MUITA DIVERSÃO🚀🚀🚀</title>
         <author>jn423956</author>
         <link>https://padlet.com/Ensina_Brasil/ConstruindoaCulturaqueQueremos/wish/3712306021</link>
         <description><![CDATA[<p>A Escola CEEP Widal Roma promoveu um projeto incrível de lançamento de foguetes, desafiando os estudantes a colocarem em prática diversas habilidades em uma competição empolgante realizada na quadra em frente à escola.</p><p>No grande dia, as turmas disputaram em várias categorias: o foguete mais bonito, o disparo que alcançasse a maior distância — tanto horizontal quanto vertical — e, claro, a melhor torcida para animar o evento.</p><p>Foram apenas dois dias de execução, mas a parceria entre a escola e os Ensinas do CEEP Widal Roma tornou tudo memorável. O resultado? Um dos momentos mais marcantes de todo o ano escolar. 🚀✨</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-12-05 21:32:20 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Gamificação estratégica: revisão e aplicação de conteúdos matemáticos</title>
         <author>joabekavaci</author>
         <link>https://padlet.com/Ensina_Brasil/ConstruindoaCulturaqueQueremos/wish/3712329950</link>
         <description><![CDATA[<p>Ensina Joabe Nascimento, 2024, E. E. Padre José Scampini.</p><p><br/></p><p>Os jogos sempre foram uma forma divertida de passar o tempo e prender a atenção. Justamente por isso, podem se tornar ferramentas valiosas no processo de ensino-aprendizagem, funcionando como uma metodologia eficaz para estimular a participação ativa dos estudantes.</p><p><br/></p><p>Com esse propósito, ao longo de 2025, os alunos tiveram a oportunidade de revisar e aplicar conceitos matemáticos de maneira dinâmica e prazerosa, sempre acompanhados de recompensas que tornavam a experiência ainda mais motivadora. Um exemplo foi o <strong>“baú do tesouro da PA”</strong>, em que os estudantes precisaram resolver um enigma matemático utilizando <strong>Progressão Aritmética</strong> para descobrir o código que abria o baú e revelava o tesouro escondido.</p><p><br/></p><p>Além disso, os estudantes foram convidados a relembrar figuras geométricas e calcular suas áreas com o uso de ferramentas simples, como régua e fita crepe. Também exploraram cálculos de probabilidade por meio de competições interativas utilizando a plataforma digital <strong>Kahoot!</strong>, que trouxe dinamismo e engajamento às aulas.</p><p><br/></p><p>Essas estratégias mostraram-se fundamentais para aproximar os alunos da matemática, ajudando a desconstruir a ideia de que a disciplina é “difícil” ou “chata” e revelando que aprender pode ser, sim, uma experiência divertida e significativa.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-12-05 22:25:05 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>PONTES: Mais do que uma travessia</title>
         <author>joabekavaci</author>
         <link>https://padlet.com/Ensina_Brasil/ConstruindoaCulturaqueQueremos/wish/3712339004</link>
         <description><![CDATA[<p>Ensina Joabe Nascimento, 2024, E. E. Padre José Scampini.</p><p><br/></p><p>Ao redor do mundo existem pontes de diferentes dimensões, desde pequenas estruturas até construções colossais. Pensando em aprofundar os conhecimentos matemáticos relacionados à estrutura, geometria e forças, além de integrar os aspectos sociais que envolvem a construção dessas obras, foi desenvolvido um projeto em parceria com a disciplina de Sociologia na Escola Padre José Scampini.</p><p><br/></p><p>Nesse projeto, os estudantes puderam compreender não apenas os fundamentos matemáticos e econômicos envolvidos na construção de uma ponte, mas também refletir sobre os impactos sociais que ela gera. Além disso, foram apresentados a possíveis futuras profissões, como a engenharia, ampliando sua visão sobre o mundo do trabalho.</p><p><br/></p><p>A atividade de construir o protótipo de uma ponte possibilitou aos alunos vivenciar ambientes de investigação e resolução de problemas, refletir sobre o papel social da arquitetura e desenvolver competências como raciocínio crítico, diálogo, colaboração e criatividade.</p><p><br/></p><p>O projeto teve como objetivo mostrar como a matemática pode ser aplicada para solucionar problemas sociais, como os relacionados à mobilidade urbana. Para isso, foi utilizado o exemplo real ocorrido entre as cidades de <strong>Estreito (MA)</strong> e <strong>Aguiarnópolis (TO)</strong>, onde a queda de uma ponte — principal meio de ligação entre os municípios — deixou vítimas e comprometeu o transporte, afetando diversos setores fundamentais para o funcionamento das cidades.</p><p><br/></p><p>Se desejar conferir as demais fotos do projeto, só acessar este link: <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://drive.google.com/drive/folders/1wUy9Rh8B2RP29FnwvfwRN9mymlBFVVqL?usp=sharing">https://drive.google.com/drive/folders/1wUy9Rh8B2RP29FnwvfwRN9mymlBFVVqL?usp=sharing</a></p>]]></description>
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         <pubDate>2025-12-05 22:52:06 UTC</pubDate>
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         <title>Olimpíada Brasileira de Matemática (OBMEP) 2025</title>
         <author>joabekavaci</author>
         <link>https://padlet.com/Ensina_Brasil/ConstruindoaCulturaqueQueremos/wish/3712346915</link>
         <description><![CDATA[<p>Ensina Joabe Nascimento, 2024, E. E. Padre José Scampini.</p><p><br/></p><p>A Olimpíada Brasileira de Matemática das Escolas Públicas (OBMEP) é muito mais do que uma competição: é uma porta de entrada para revelar talentos, despertar sonhos e valorizar o protagonismo dos estudantes da rede pública.</p><p><br/></p><p>Ao perceber que a 20ª edição não estava inicialmente prevista para acontecer em nossa escola, decidi agir. Acreditando no potencial dos nossos jovens, inscrevi a instituição e passei a incentivar cada aluno a participar, mostrando que a matemática pode ser também um caminho de oportunidades.</p><p><br/></p><p>O resultado foi motivo de orgulho coletivo: <strong>45 estudantes conquistaram a aprovação para a 2ª fase da olimpíada</strong>. Em conversas com alguns deles, ouvi relatos cheios de entusiasmo e confiança, reforçando que a experiência já havia sido transformadora. Mais do que números, vi nascer em cada estudante a certeza de que são capazes de ir além.</p><p><br/></p><p>Agora, aguardamos com esperança e confiança as próximas conquistas — sejam medalhas ou menções honrosas — mas, acima de tudo, celebramos o aprendizado, a dedicação e o brilho que cada aluno demonstrou ao aceitar esse desafio.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-12-05 23:17:20 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Ação Formativa sobre Diversidade e Convivência Escolar</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/Ensina_Brasil/ConstruindoaCulturaqueQueremos/wish/3713366547</link>
         <description><![CDATA[<p>No primeiro semestre de 2025, episódios de desrespeito ligados à identidade de gênero acenderam um alerta no Ensino Médio. Percebi que, para além de intervir pontualmente, seria necessário criar um espaço de diálogo que ajudasse os estudantes a compreender o tema com responsabilidade e respeito.</p><p><br/></p><p>Em junho, com apoio da equipe pedagógica, realizamos uma roda de conversa mediada pela professora Alice Alexandre Pagan (UFMT), construída a partir de perguntas enviadas anonimamente pelos próprios alunos. A proposta foi oferecer um ambiente seguro para esclarecimentos, escuta e letramento em diversidade.</p><p><br/></p><p>Em pesquisa realizada após a sessão, com 47 estudantes, os resultados confirmaram a relevância da ação: a maioria relatou ter ampliado sua compreensão, sentir-se segura para perguntar e reconhecer a importância do tema para a vida escolar. A iniciativa fortaleceu uma cultura mais acolhedora e comprometida com o respeito às diferenças.</p><p><br/></p><p><br/></p><p>Alessandro Lalau Silveira, Ensina 2024, Escola Estadual José Barnabé de Mesquita</p><p><br/></p>]]></description>
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         <pubDate>2025-12-07 16:55:15 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Copa Interescolar de Robótica Sustentável - Copinha - Abertura</title>
         <author>antonioafernandes99</author>
         <link>https://padlet.com/Ensina_Brasil/ConstruindoaCulturaqueQueremos/wish/3713418482</link>
         <description><![CDATA[<ol><li><p><strong>Contexto e Personagens</strong><br>A “Copinha” nasceu da união de três professores do Ensina Brasil, Antônio Fernandes, Raphael Dias e Alison Santos, que já desenvolviam, de forma independente, projetos de robótica em suas escolas. . Quando o edital <em>Agentes da Transformação</em> foi lançado, os três professores enxergaram a oportunidade perfeita para transformar suas iniciativas isoladas em um grande evento colaborativo entre escolas, agregando a temática de sustentabilidade à robótica educacional. </p></li><li><p><strong>Desafio</strong><br>O principal desafio era criar um projeto que não apenas incentivasse o aprendizado de robótica, mas que também conectasse esse conhecimento à realidade socioambiental do território. Os professores buscaram temáticas que fizesse sentido da realidade local do território,  como queimadas,  gestão de resíduos e eficiência energética. Outro desafio era organizar um evento itinerante que envolvesse três escolas diferentes, garantindo participação, estrutura, materiais e logística para todos.</p></li><li><p><strong>Solução </strong><br>A solução foi a criação da <strong>Copa Interescolar de Robótica Sustentável</strong>, carinhosamente apelidada de <em>Copinha</em>. O evento foi realizado ao longo de <strong>três dias</strong>, com cada dia sediado por uma das escolas dos professores. Cada escola recebeu um tema de sustentabilidade, e a abertura ocorreu na Escola José de Mesquita, onde o professor Antônio Fernandes trabalha, tendo como foco a problemática das <strong>queimadas</strong>. A competição ocorreu em três salas simultâneas: </p></li></ol><ul><li><p><strong>Desafios de tapete</strong>: equipes tinham tempo limitado para planejar, construir anexos e programar seus robôs para cumprir desafios relacionadas à temática ambiental, criados a partir de peças lego e materiais reciclados;</p></li><li><p><strong>Sala de Inovação</strong>: os alunos recebiam perguntas motivadoras e desenvolviam apresentações com soluções criativas e tecnológicas para combater queimadas;</p></li><li><p><strong>Sala de Entrevistas</strong>: espaço de conversa, reflexão e registro, onde os estudantes compartilhavam suas experiências, aprendizados e expectativas dentro da competição.       Cada escola levou <strong>duas equipes de cinco estudantes</strong>, além de outros <strong>cinco alunos por escola</strong> que compunham a equipe técnica, responsáveis por apoiar a montagem, organização e funcionamento geral do evento.  </p></li></ul><ol start="4"><li><p><strong>Impacto </strong><br>A Copinha transformou o clima escolar, aproximando os estudantes de temas ambientais de maneira prática, divertida e significativa. Muitos vivenciaram pela primeira vez uma competição colaborativa, aprenderam a resolver problemas em equipe, aprimoraram suas habilidades em robótica e desenvolveram consciência sobre questões ambientais que afetam diretamente suas comunidades. Além disso, a troca entre escolas gerou pertencimento, motivação e orgulho, tanto nos participantes quanto nos professores organizadores. A Copinha mostrou que tecnologia e sustentabilidade podem caminhar juntas e que estudantes da rede pública são capazes de criar soluções reais e inovadoras.</p></li><li><p><strong>Futuro </strong><br>A intenção dos professores é consolidar o projeto como uma competição anual, fortalecendo ainda mais as parcerias entre escolas e ampliando a participação estudantil. Há potencial para incluir novas unidades, envolver mais professores e trazer novas temáticas ambientais. </p></li></ol>]]></description>
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         <pubDate>2025-12-07 18:22:21 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Da escola para UFMT: apresentação de projeto no SemiEdu </title>
         <author>talithaleite</author>
         <link>https://padlet.com/Ensina_Brasil/ConstruindoaCulturaqueQueremos/wish/3713492614</link>
         <description><![CDATA[<p>Entre os dias 26 a 28 de novembro ocorreu a 33ª edição do SemiEdu,  Seminário de Educação da UFMT. Nele, pude apresentar meu projeto <strong>“Chuva de Cinzas”</strong>, uma iniciativa que venho desenvolvendo desde o ano passado e que busca investigar, de maneira prática e científica, os impactos da poluição atmosférica causada pelas queimadas nos biomas Pantanal e Cerrado, especialmente na região de Cuiabá. </p><p><br/></p><p>No evento, compartilhei com a comunidade acadêmica e com outros educadores a trajetória do projeto, que envolve estudantes do ensino fundamental e médio na coleta, análise e interpretação de partículas atmosféricas, promovendo o protagonismo estudantil, a educação ambiental e a alfabetização científica. Destaquei as metodologias utilizadas, a integração com a BNCC e os resultados já alcançados, evidenciando como o trabalho contribui para fortalecer a percepção dos alunos sobre seus territórios e para aproximá-los da pesquisa científica. </p><p><br/></p><p>Também apresentei com orgulho a aprovação do projeto no edital da FAPEMAT, que concedeu incentivo financeiro para ampliar as ações em 2025, possibilitando a aquisição de materiais, a expansão das atividades investigativas e a formação de novos grupos de estudo. A participação no seminário reforçou a relevância da pesquisa na educação básica e abriu espaço para diálogos enriquecedores sobre inovação, sustentabilidade e o papel das escolas na compreensão das questões socioambientais contemporâneas.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-12-07 20:42:51 UTC</pubDate>
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         <title>Universo Sustentável: Energia, Movimento e Saberes do Céu</title>
         <author>talithaleite</author>
         <link>https://padlet.com/Ensina_Brasil/ConstruindoaCulturaqueQueremos/wish/3713498220</link>
         <description><![CDATA[<p>No dia 19 de novembro de 2025 foi realizada a Feira do Conhecimento na E.E. Padre Ernesto Camilo Barreto. Foi uma junção da celebração do Dia da Consciência Negra e Feira de Ciências. </p><p><br/></p><p>A sala temática <strong>“Universo Sustentável: Energia, Movimento e Saberes do Céu”</strong> apresenta um conjunto de atividades desenvolvidas pelos estudantes dos 7º e 8º anos, articulando Astronomia, Física e Engenharia por meio de práticas sustentáveis e de valorização cultural. O projeto reúne maquetes, modelos e experimentos que exploram os movimentos da Terra e da Lua, o Sistema Solar, a tecnologia espacial e o funcionamento de máquinas simples, todos elaborados com materiais recicláveis como garrafas PET, papelão e sucata eletrônica. </p><p><br/></p><p>Além de promover o protagonismo estudantil e a consciência ambiental, a proposta integra os saberes científicos às contribuições africanas para a Astronomia, destacando personalidades negras que marcaram a história da ciência e reconhecendo a diversidade na construção do conhecimento científico. </p><p><br/></p><p>No eixo de Astronomia, desenvolvido pelos estudantes do 8º ano, a sala apresenta diferentes maquetes e modelos tridimensionais, como representações dos <strong>movimentos de rotação e translação da Terra</strong>, das <strong>fases da Lua</strong> e dos eclipses, além de móbiles e estruturas do Sistema Solar que ajudam a compreender as características dos planetas e de outros corpos celestes. Também são expostos trabalhos sobre <strong>tecnologia espacial</strong>, incluindo mini-foguetes, satélites e sondas confeccionados com materiais reutilizados, evidenciando a criatividade dos alunos e o uso consciente de recursos. Os visitantes encontram ainda produções textuais e cartazes que integram <strong>saberes científicos e culturais sobre a observação do céu em diversas civilizações, especialmente as de origem african</strong>a, abordando temas como o alinhamento astronômico de monumentos, constelações e mitos africanos, relações entre astronomia e agricultura e as múltiplas formas de representar o céu nas artes e nos rituais tradicionais. Além disso, a sala conta com uma experiência de navegação digital em Chromebooks, permitindo aos visitantes acessar simuladores e visualizações em 4D de fenômenos astronômicos, e com um painel dedicado às personalidades negras que contribuíram para o avanço da ciência, da astronomia e da engenharia, destacando suas descobertas, histórias e legados.</p><p><br/></p><p>Já as atividades conduzidas pelo 7º ano apresentam o estudo de máquinas simples e térmicas por meio de maquetes e protótipos funcionais produzidos com materiais recicláveis. Entre os trabalhos, destacam-se modelos de alavancas, roldanas, catapultas, planos inclinados e sistemas de engrenagens, que demonstram, na prática, como essas tecnologias auxiliam no desempenho de tarefas mecânicas cotidianas. Esses protótipos dialogam com as produções do 8º ano, criando conexões entre movimento, energia e Astronomia, e fortalecendo a proposta integradora da sala temática.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-12-07 20:56:15 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Semana Nacional de Ciência  e Tecnologia</title>
         <author>talithaleite</author>
         <link>https://padlet.com/Ensina_Brasil/ConstruindoaCulturaqueQueremos/wish/3713502885</link>
         <description><![CDATA[<p>No dia 23 de outubro de 2025 duas turmas de estudantes da E.E. Padre Ernesto Camilo Barreto participaram da visitação à Semana Nacional de Ciência e Tecnologia. </p><p><br/></p><p>A 22ª Semana Nacional de Ciência e Tecnologia (SNCT) em Mato Grosso aconteceu entre os dias 22 e 24 de outubro de 2025, sob o tema “Planeta Água: cultura oceânica para enfrentar as mudanças climáticas no meu território”. O evento, promovido pela Secretaria de Estado de Ciência, Tecnologia e Inovação do Mato Grosso (SECITECI) em parceria com a Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de Mato Grosso (FAPEMAT), reuniu estudantes, pesquisadores, professores, gestores, empresas e a sociedade em geral com o objetivo de estimular o interesse por ciência, tecnologia, inovação e educação ambiental, aproximando essas áreas do cotidiano e fomentando discussões sobre água, clima, sustentabilidade e territórios.&nbsp;</p><p><br/></p><p>Durante os três dias houve uma programação diversificada com oficinas <em>maker</em>, exposições, apresentações de trabalhos de pesquisa, mesas-redondas, palestras, mostras de ciência e tecnologia, e espaços de interação entre público e ciência.&nbsp;O evento pretendia não apenas divulgar resultados científicos, mas promover engajamento da comunidade com a temática da água e das mudanças climáticas, contribuindo para a formação de uma cultura científica mais vinculada à realidade do território de Mato Grosso e ao papel da ciência na resolução de desafios ambientais e sociais.</p><p><br>Os alunos puderam ter experiências para além dos muros da sala de aula, conhecendo diversas iniciativas cientificas e tecnológicas que ocorrem no estado, conversar e interagir com cientistas de diversas instituições e perceber o quanto a ciência está presente no nosso dia a dia, e como eles podem fazer parte dessa comunidade. </p>]]></description>
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         <pubDate>2025-12-07 21:08:00 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Olimpíada Nacional de Eficiência Energética</title>
         <author>talithaleite</author>
         <link>https://padlet.com/Ensina_Brasil/ConstruindoaCulturaqueQueremos/wish/3713520667</link>
         <description><![CDATA[<p>A participação do Polo Cuiabá na Olimpíada Nacional de Eficiência Energética (ONEE) deste ano foi marcada por um resultado expressivo e inspirador. Ao todo, <strong>quatro ensinas</strong>, cada um representando uma escola da capital, mobilizaram seus estudantes e conseguiram engajar quase <strong>400 participantes</strong>, demonstrando o comprometimento da rede com a educação científica e com temas contemporâneos, como sustentabilidade, consumo consciente e uso responsável da energia. O esforço coletivo desses docentes resultou em um desempenho maravilhoso: juntos, eles conquistaram<strong> 21 medalhas.</strong></p><p><br/></p><p>E.E. Prof. Rafael Rueda - Alisson Rodrigues:</p><p><strong>6 menções honrosas</strong></p><p><br/></p><p>E.E.C.M. Dr. Hélio de Palma Arruda - Gersyanne Paiva:</p><p><strong>1 ouro | 1 prata | 2 bronze | 1 menção honrosa</strong></p><p><br/></p><p>E.E.C.M. Malik Didier Namer Zahafi - Juliana Bezerra:</p><p><strong>4 menções honrosas</strong></p><p><br/></p><p>E.E. Padre Ernesto Camilo Barreto - Talitha Pires:</p><p><strong>1 prata | 1 bronze | 4 menções honrosas</strong></p><p><br/></p><p><strong>#medalhistas </strong></p>]]></description>
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         <pubDate>2025-12-07 21:54:13 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Revitalização do Laboratório de Ciências da Natureza</title>
         <author>saviooliveira4</author>
         <link>https://padlet.com/Ensina_Brasil/ConstruindoaCulturaqueQueremos/wish/3714675163</link>
         <description><![CDATA[<p>Ensinas Sávio Oliveira, Beatriz de Paula e José Neto, 2024, CEEP Profª Maria de Lourdes Widal Roma</p><p><br></p><p>O Laboratório de Ciências do CEEP Widal Roma, que antes era depósito e comprometia o ensino prático, foi totalmente revitalizado como uma ação promovida pelo projeto Estudantes no Controle, com foco em três pilares: <strong>pedagogia/segurança</strong>, <strong>protagonismo estudantil</strong> e <strong>sustentabilidade/baixo custo</strong>.</p><p>A ação resgatou o espaço, garantindo infraestrutura e segurança para experimentos. O projeto envolveu ativamente os alunos em todas as etapas, da limpeza à construção de mobiliário feito com paletes reutilizados, promovendo senso de pertencimento e sustentabilidade.</p><p>O resultado foi a completa transformação em um ambiente funcional e seguro, com organização, catalogação de materiais e melhor ventilação.</p><p>A revitalização, impulsionada pela colaboração de baixo custo e planejamento, valorizou a educação científica e criou um espaço de aprendizado prático de alta qualidade, gerando maior engajamento dos estudantes.</p><p><br></p>]]></description>
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         <pubDate>2025-12-08 15:33:15 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Criação da Rádio Widal</title>
         <author>saviooliveira4</author>
         <link>https://padlet.com/Ensina_Brasil/ConstruindoaCulturaqueQueremos/wish/3714691665</link>
         <description><![CDATA[<p>Ensinas Sávio Oliveira, Beatriz de Paula e José Neto, 2024, CEEP Profª Maria de Lourdes Widal Roma</p><p><br/></p><p>Em ação do projeto "Estudantes no Controle", instalamos a primeira rádio escolar do CEEP Widal Roma a partir da compra de equipamentos de som com recursos próprios. Os estudantes estiveram envolvidos em todos os processos da instalação, desde a criação de um logo até a manutenção da rádio. </p><p>A rádio vêm servindo como veículo de informações e eventos escolares, promovendo uma educação dinâmica, onde a liderança e a criatividade dos alunos são essenciais para priorizar o bem-estar e a qualidade de vida da comunidade escolar.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-12-08 15:45:09 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>INTERCLASSE </title>
         <author>saviooliveira4</author>
         <link>https://padlet.com/Ensina_Brasil/ConstruindoaCulturaqueQueremos/wish/3714738400</link>
         <description><![CDATA[<p>Ensina Sávio Oliveira, 2024, CEEP Profª Maria de Lourdes Widal Roma</p><p><br></p><p>O interclasse é um evento anual do CEEP Widal Roma que envolve os estudantes e professores em atividades esportivas. Esse ano, enquanto coordenador pedagógico, fui organizador da competição no turno vespertino, com objetivo de promover atividade física e tornar o ambiente mais unido e dinâmico.</p><p>No torneio, priorizamos o trabalho em equipe, o respeito as regras e o fomento à saúde e bem-estar e resultaram num alto engajamento dos estudantes em times e torcidas organizadas e no desenvolvimento de habilidades sociais e emocionais. </p>]]></description>
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         <pubDate>2025-12-08 16:15:02 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>A Escola Pulsa no Pedra 90</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/Ensina_Brasil/ConstruindoaCulturaqueQueremos/wish/3714826742</link>
         <description><![CDATA[<p>"A função da arte é contestar o sistema sempre (…) Pra nós da periferia, negros, pobres, índigenas, mulheres, gays, todas pessoas que sofrem, já estamos resistindo.” Sérgio Vaz, 2019.</p><p> Ao longo desse ano, nossa escola no Pedra 90 tem pulsado diferente. A Biblioteca Coração Pulsante ganhou movimento: a leitura virou encontro, curiosidade e respiro. Os estudantes circulam pelo espaço, escolhem gibis, mangás e romances que conversam com suas vivências e retornam para trocar livros e impressões. Os empréstimos cresceram, a presença aumentou e as manhãs agora têm o som das páginas virando. Como lembra Sérgio Vaz, “para além de criar novos escritores, a nossa função é criar novos leitores também. Pra mim, sagrado não é quem escreve, é quem lê”. E isso tem acontecido diante dos nossos olhos.</p><p>O Cine Pulsante se firmou como um momento de pausa e acolhimento. Um espaço para descansar juntos, respirar arte e fortalecer vínculos. A curadoria dos filmes e o calendário de exibição ficaram inteiramente sob responsabilidade dos bolsistas da Biblioteca Coração Pulsante, que conduzem tudo com autonomia e cuidado.Na quadra, o projeto Identidade em Cores: Artes que Transformam espalhou vida. As seis obras vencedoras, criadas pelos estudantes, agora ocupam as paredes como afirmação de identidade, coragem e futuro. As oficinas, o contato com as artistas e o processo coletivo de pintura tornaram a arte uma experiência de pertencimento e força.</p><p>Os projetos caminham juntos, leitura, cinema e arte, fortalecem autoestima, expressão e autonomia. No grupo focal de alfabetização, já observamos avanços: menos faltas, mais confiança e pequenas conquistas que se somam diariamente.</p><p>Ainda enfrentamos desafios de tempo, infraestrutura e equipe. Mas cada livro retirado, cada sessão do Cine Pulsante e cada mural pintado mostram que estamos construindo uma escola viva, sensível e necessária.</p><p>No Pedra 90, a escola pulsa. A arte resiste. A leitura acende fogo.</p><p><br/></p><p>EE Prof. Rafael Rueda</p><p>Equipe colaborativa dos projetos </p><p>Prof° Katiane Cezimbra</p><p>Prof° Alison Rodrigues </p><p>Estudante Thayllor Will</p><p>Estudante Eduardo dos Santos</p><p>Estudante Eliane da Paixão </p><p>Estudante Hotávio Amaral. </p><p><br/></p><p>Referências:</p><p>VAZ, Sérgio. A função da arte é contestar o sistema sempre. Entrevista ao Sul21, 2019.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-12-08 17:22:27 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Imersão SP – Ensina Brasil</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/Ensina_Brasil/ConstruindoaCulturaqueQueremos/wish/3715120279</link>
         <description><![CDATA[<p>Ensina Heitor Darros, 2024, CEEP Widal Roma</p><p><br/></p><p>Como representante do polo de Campo Grande na imersão em São Paulo, vivi uma das experiências mais ricas da minha trajetória no Ensina Brasil. A visita à SEDUC-SP nos permitiu compreender, de perto, como políticas públicas ganham forma, escala e sustentação. Conversar com Priscila Rodrigues Gomes e com o Secretário Executivo ampliou minha visão sobre gestão estratégica, financiamento e os desafios da implementação em rede. A apresentação sobre o Alfabetiza Juntos SP também foi fundamental para entender como Estado e municípios podem colaborar para garantir alfabetização na idade certa.</p><p>Na Fundação Lemann, mergulhamos em discussões sobre liderança transformadora, advocacy e impacto sistêmico. Conhecemos diferentes áreas, entendemos como o terceiro setor influencia políticas e refletimos sobre o papel individual de cada liderança nessa transformação. Saí de lá com a sensação de que nossas ações na ponta se conectam diretamente a agendas nacionais.</p><p>Finalizamos a imersão com a apresentação do meu pitch sobre a transformação do ensino noturno no Widal Roma — um lembrete de que impacto real nasce do acolhimento, da escuta e da crença no potencial dos nossos estudantes.</p><p>Essa experiência reforçou meu senso de possibilidade e mostrou que o trabalho que fazemos nas escolas dialoga, sim, com decisões que movem o país. E que nós, Ensinas, fazemos parte dessa construção.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-12-08 22:31:00 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Horta Widal Roma</title>
         <author>saviooliveira4</author>
         <link>https://padlet.com/Ensina_Brasil/ConstruindoaCulturaqueQueremos/wish/3716803325</link>
         <description><![CDATA[<p>Ensinas Sávio Oliveira, Beatriz de Paula e José Neto, 2024, CEEP Profª Maria de Lourdes Widal Roma</p><p><br></p><p>Em ação do projeto "Estudantes no Controle", construímos a primeira horta escolar do CEEP Widal Roma com a compra e aquisição de materiais de baixo custo. Os estudantes estiveram envolvidos em todos os processos de construção, aplicando na prática conceitos de geometria, biologia, química, sociologia e outros componentes.</p><p>A construção da horta reforça o compromisso de bem-estar e sustentabilidade com nossos estudantes ao promover consciência socioambiental, trabalho em equipe e hábitos alimentares mais saudáveis.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-12-09 23:35:32 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Estudantes no Controle</title>
         <author>saviooliveira4</author>
         <link>https://padlet.com/Ensina_Brasil/ConstruindoaCulturaqueQueremos/wish/3716863103</link>
         <description><![CDATA[<p>Ensinas Sávio Oliveira, Beatriz de Paula e José Neto, 2024, CEEP Profª Maria de Lourdes Widal Roma</p><p><br></p><p>O projeto “Estudantes no Controle”, competição promovida pela SED/MS e CGE/MS visa desenvolver consciência cidadã nos estudantes para que sejam transformadores sociais. Nesse ano, eu e meus colegas de EB Beatriz de Paula e José Neto, junto com a professora Natali Faganello, fomos orientadores de uma equipe de 20 estudantes dentro do projeto.</p><p><br></p><p>Juntos, os estudantes levantaram os principais problemas, solucões e potências do CEEP Widal Roma e foram propositores e executores de diversas ações para tornar oambiente escolar mais agradável a todos.</p><p><br></p><p>E tivemos um resultado surpreendente: figuramos entre as 10 melhores escolas do estado no eixo bem-estar e sustentabilidade, posição nunca antes alcançada pelo unidade escolar e conseguimos transformar nosso espaço em um ambiente melhor.</p><p><br></p>]]></description>
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         <pubDate>2025-12-10 00:34:41 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Ciclo de palestras</title>
         <author>saviooliveira4</author>
         <link>https://padlet.com/Ensina_Brasil/ConstruindoaCulturaqueQueremos/wish/3716865220</link>
         <description><![CDATA[<p>Ensinas Sávio Oliveira, Beatriz de Paula e José Neto, 2024, CEEP Profª Maria de Lourdes Widal Roma</p><p><br></p><p>O Ciclo de Palestras foi uma iniciativa fundamentalmente concebida pelos alunos integrantes do Estudantes no Controle, visando a solução de demandas do cotidiano escolar para promover o bem-estar, a participação cidadã e a sustentabilidade. As palestras abordaram três temas críticos identificados pelos próprios alunos: Higiene Pessoal (em parceria com Enfermagem), Relações Raciais no Brasil (para combater o racismo estrutural) e Conservação do Patrimônio Escolar. A ação sobre o patrimônio incluiu a participação de funcionários da limpeza e do diretor, que apresentou os custos do vandalismo. O projeto culminou em um Pacto Coletivo de Cuidado e um Mutirão de Limpeza, transformando a conscientização em responsabilidade prática e tangível entre os estudantes.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-12-10 00:36:02 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Plano de ação - SAEB 2025</title>
         <author>saviooliveira4</author>
         <link>https://padlet.com/Ensina_Brasil/ConstruindoaCulturaqueQueremos/wish/3716870117</link>
         <description><![CDATA[<p>Ensina Sávio Oliveira, 2024, CEEP Profª Maria de Lourdes Widal Roma</p><p><br></p><p>CONSEGUIMOS 100% DE PRESENÇA NO SAEB 2025 <br><br>Por mais de uma década, nossa instituição enfrentou um desafio estrutural: a ausência de resultados no Índice de Desenvolvimento da Educação Básica (IDEB). Para 2025, a meta era audaciosa: garantir a frequência mínima no SAEB para, finalmente, acessar o diagnóstico de qualidade que a escola precisava.<br><br>A relevância desses exames é inquestionável; o SAEB e o IDEB funcionam como termômetros cruciais que fornecem dados objetivos e comparáveis. Eles permitem à gestão identificar lacunas, traçar metas realistas, embasar o PPPP e implementar políticas educacionais focadas na excelência da aprendizagem.<br><br>Nossa gestão implementou um Plano de Ação Anual abrangente para engajar e conscientizar toda a comunidade. As estratégias transcenderam a sala de aula:<br><br>• Engajamento Lúdico: Criamos o mascote Widuca (eleito em votação nas redes sociais). Alunos criaram conteúdos (dancinhas e memes) para desmistificar o exame e gerar engajamento.<br><br>• Preparação Pedagógica: Alinhamento curricular transversal, com simulados bimestrais de Português e Matemática ancorados nos descritores da BNCC/SAEB. Priorizamos o uso dos Cadernos MS+Aprendizagem.<br><br>• Monitoramento Ativo: O "Frequenciômetro" foi usado para identificar rapidamente turmas e alunos com mais faltas, subsidiando reuniões com responsáveis e o envio de lembretes semanais.<br><br>• Reconhecimento: Incentivamos a presença com premiações por frequência (café da manhã especial, churrasco) e atribuição de nota simbólica aos participantes.<br><br>O dia do SAEB 2025 chegou e o resultado foi a nossa maior recompensa: 96% de presença geral, com destaque notável para 100% DE FREQUÊNCIA no turno em que atuo como coordenador pedagógico.<br><br>Esta marca é a superação de anos de invisibilidade e o reflexo do trabalho dedicado de nossa gestão, transformando um desafio estrutural em causa coletiva. Garantimos o direito da escola de ter seu desempenho mensurado e do estudante de ter uma educação com metas claras de melhoria. </p>]]></description>
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         <pubDate>2025-12-10 00:39:25 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Orientação pedagógica com docentes </title>
         <author>saviooliveira4</author>
         <link>https://padlet.com/Ensina_Brasil/ConstruindoaCulturaqueQueremos/wish/3716873401</link>
         <description><![CDATA[<p>Ensina Sávio Oliveira, 2024, CEEP Profª Maria de Lourdes Widal Roma</p><p><br></p><p>Pensando nas atribuições da coordenação pedagógica previstas no regimento escolar e na legislação estadual, estabeleci durante o bimestre o acompanhamento e orientação pedagógica em um modelo que priorizou o diálogo reflexivo e o feedback construtivo baseado em rubricas e na taxonomia de Bloom, visando garantir o alinhamento contínuo das metodologias docentes aos objetivos institucionais. Paralelamente, incentivei a realização de boas práticas e implementação de ferramentas e soluções, criando mecanismos eficazes para identificar, documentar e socializar os sucessos alcançados pelos próprios professores e assim estimular o protagonismo docente.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-12-10 00:41:39 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>1º Lugar de melhor game e melhor projeto no Scratch OSCAR 2025! - Projeto Guardião dos Riachos.</title>
         <author>ericmakiyama1</author>
         <link>https://padlet.com/Ensina_Brasil/ConstruindoaCulturaqueQueremos/wish/3721860773</link>
         <description><![CDATA[<p>🎮 <strong>Guardião dos Riachos</strong></p><p>Tenho muito orgulho de compartilhar esse projeto incrível desenvolvido por estudantes do <strong>8º e 9º ano</strong> da <em>ETI- Capitão João Velho</em> para o Scratch Oscar 2025.</p><p>O jogo <strong>Guardião dos Riachos</strong> foi criado por <strong>cinco alunos do 9º ano</strong>, com o apoio de <strong>um aluno do 8º ano</strong>, e conquistou o <strong>1º lugar no Scratch Oscar 2025</strong>, vencendo nas categorias de <strong>Melhor Game</strong> e <strong>Melhor Projeto</strong>.</p><p>Tudo começou como uma proposta de trabalhar programação de forma acessível, usando o <strong>Scratch</strong>, uma plataforma simples, mas extremamente potente para desenvolver lógica, criatividade e trabalho em equipe. O desafio era criar algo autoral, com começo, meio e fim — e os alunos foram muito além do esperado.</p><p>O jogo se passa em Pernambuco e traz como protagonista uma <strong>tartaruga cangaceira</strong>, que precisa defender os riachos e a vida aquática das ameaças do lixo e de robôs que querem destruir o seu lar. O game conta com várias fases, desafios progressivos e um boss final.<br>Um detalhe que faz toda a diferença: <strong>todos os cenários e personagens foram desenhados pelos próprios alunos</strong>.</p><p>Mais do que um prêmio, esse projeto mostrou o quanto os estudantes são capazes quando têm espaço para criar, errar, testar e tentar de novo. Eles aprenderam programação, mas também planejamento, colaboração e responsabilidade ambiental.</p><p>O <em>Guardião dos Riachos</em> reforça algo em que acredito muito: tecnologia na escola não é só sobre código, é sobre dar voz, sentido e protagonismo aos alunos.</p><p>Que venham os próximos projetos 🚀🌱                                   O link para conhecer o game: <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://scratch.mit.edu/projects/1230225351/fullscreen/">https://scratch.mit.edu/projects/1230225351/fullscreen/</a></p>]]></description>
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         <pubDate>2025-12-14 13:37:01 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/Ensina_Brasil/ConstruindoaCulturaqueQueremos/wish/3721860773</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Eletiva - Pesos &amp; Pratos (Feat. Michael Brito)🍪🍪🍪</title>
         <author>ericmakiyama1</author>
         <link>https://padlet.com/Ensina_Brasil/ConstruindoaCulturaqueQueremos/wish/3721872168</link>
         <description><![CDATA[<p>No primeiro semestre de 2025 eu e <strong>Professor Michael Brito</strong>, resolvemos criar uma eletiva muito divertida e criativa para nossos estudantes. Chegamos a ideia de fazer uma eletiva que reunisse a culinária, o qual era um gosto em comum entre nós, e algumas disciplinas como matemática, história ciências e a língua inglesa.</p><p>Então foi criado a eletiva <strong>Pesos &amp; Pratos! </strong>Onde trabalhamos aulas extremamente divertidas, trazendo vários pratos típicos e culturais de países, junto com o conhecimento geográfico e histórico do povo e do local. Algumas aulas eram teóricas, trabalhando a história, conhecimento e curiosidades sobre pratos. Outras aulas agregavam conhecimentos matemáticos de medidas de receita, medições de grandezas e massas. E outras eram práticas, onde fizemos pizza, biscoitos, tortas e até bolinhos de arroz com os alunos. Foi uma eletiva extremamente divertida e muito saudável para nossos estudantes. Conseguimos até trazer confeiteiros profissionais para dar uma aula para os estudantes.</p><p>Falo com orgulho que conseguimos agregar diversos conhecimentos fundamentais para aos alunos de forma muito divertida e saudável, ao mesmo tempo despertando o interesse dos estudantes na culinária. Além de ter gerado muitos pratos e comidas gostosas 😜</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-12-14 13:53:48 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/Ensina_Brasil/ConstruindoaCulturaqueQueremos/wish/3721872168</guid>
      </item>
      <item>
         <title>História, Ciência e Protagonismo Negro em Sala de Aula
</title>
         <author>marianamariaalcantaragomes</author>
         <link>https://padlet.com/Ensina_Brasil/ConstruindoaCulturaqueQueremos/wish/3723617926</link>
         <description><![CDATA[<p><br>Sobre algumas das atividades desenvolvidas no mês de novembro, realizamos a leitura a leitura do livro História Preta das Coisas, de Bárbara Carine, em seguida a atividade dos estudantes dos 7° anos uniu pesquisa, trabalho colaborativo e reflexão crítica sobre a história da ciência. A proposta consistiu na organização da turma em trios, sendo que cada grupo recebeu uma invenção apresentada na obra para estudo e aprofundamento.<br><br>Com o livro disponível em sala, os estudantes puderam pesquisar a origem da invenção, compreender sua importância para a sociedade e reconhecer a contribuição de pessoas pretas para o desenvolvimento científico e tecnológico ao longo da história. Esse processo permitiu ampliar o olhar dos estudantes sobre a ciência, rompendo com narrativas únicas e eurocentradas. <br><br>Como culminância da atividade, cada trio produziu um livreto informativo, no qual apresentaram, de forma criativa e acessível, os principais aspectos da invenção estudada, destacando seu contexto histórico, funcionalidade e relevância social. Os informativos foram expostos no Painel History Book, construído pelos estudantes dos sétimos anos desde o&nbsp;início do ano letivo com o objetivo de ser um museu vivo das suas produções durante todo o ano escolar, promovendo a socialização dos conhecimentos construídos e incentivando o diálogo entre as turmas.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-12-16 00:08:28 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/Ensina_Brasil/ConstruindoaCulturaqueQueremos/wish/3723617926</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Controle de Saída Estratégico</title>
         <author>alisonsantos008</author>
         <link>https://padlet.com/Ensina_Brasil/ConstruindoaCulturaqueQueremos/wish/3811263812</link>
         <description><![CDATA[<p>A Escola em Tempo Integral (ETI) Prof. Rafael Rueda, localizada no bairro Pedra 90 em Cuiabá, atende alunos do ensino fundamental e ensino médio em regime de tempo integral. A ação foi desenvolvida pelos Ensinas Alison Rodrigues dos Santos T25, Katiane Machado Cezimbra T25 e Alex Rodrigues T26, com o objetivo de apoiar o corpo docente e a coordenação pedagógica na rotina escolar.</p><p><br/></p><p>No ano anterior, a escola havia implementado cartões de saída para o banheiro, mas eles eram genéricos, sem identificação da disciplina. Essa ausência de especificidade gerava brechas: alguns alunos conseguiam burlar o sistema e os professores encontravam dificuldades para manter um controle individualizado.</p><p><br/></p><p>Como consequência, a coordenação pedagógica enfrentava obstáculos para rastrear rapidamente a qual turma ou componente curricular um aluno ausente pertencia, o que comprometia a eficiência da supervisão escolar.</p><p><br/></p><p>Diante desse desafio, decidimos aperfeiçoar a ferramenta que implementamos no ano anterior. Os cartões foram confeccionados novamente, desta vez personalizados por disciplina, permitindo identificar instantaneamente a qual matéria o aluno estava vinculado no momento da saída. O processo contemplou todos os professores da unidade, garantindo uniformidade e adesão coletiva à nova sistemática.</p><p><br/></p><p>A personalização dos cartões trouxe mais agilidade e precisão ao monitoramento. Os professores passaram a ter controle visual imediato sobre os deslocamentos, enquanto a coordenação ganhou eficiência para localizar alunos e verificar a origem das saídas. </p><p><br/></p><p>A medida reduziu significativamente as tentativas de burlar o sistema e fortaleceu a organização dos fluxos internos durante o período integral.</p><p><br/></p><p>O modelo personalizado pode ser estendido a outros segmentos da escola e servir como referência para unidades que enfrentam desafios similares de controle e supervisão. </p><p><br/></p><p>A experiência também abre caminho para discussões sobre outras formas de otimizar a rotina escolar com soluções simples, de baixo custo e fácil replicabilidade.</p><p><br/></p><p><strong>Escola: ETI Prof. Rafael Rueda - Pedra 90, Cuiabá/MT - 2025 <br></strong></p>]]></description>
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         <pubDate>2026-03-04 08:40:03 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/Ensina_Brasil/ConstruindoaCulturaqueQueremos/wish/3811263812</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Biblioteca Coração Pulsante: Implementação, Desafios e o Impacto do Atendimento Diário na ETI Prof. Rafael Rueda</title>
         <author>alisonsantos008</author>
         <link>https://padlet.com/Ensina_Brasil/ConstruindoaCulturaqueQueremos/wish/3811907590</link>
         <description><![CDATA[<p>Na ETI Prof. Rafael Rueda, a Biblioteca Coração Pulsante iniciou suas atividades em 2026 sob a responsabilidade do Ensinas Alison Rodrigues dos Santos (T25) e Katiane Machado Cezimbra (T25) que coordenaram o projeto, com a parceria incial do Alex Rodrigues (T26). Desde 2 de março, o espaço funciona diariamente, representando um marco no acesso da comunidade escolar à leitura e ao conhecimento.</p><p><br/></p><p>O grande desafio para a abertura diária é a disponibilidade de horários. Para garantir o funcionamento, o responsável troca diariamente o horário de almoço, almoçando sozinho e mantendo a biblioteca aberta e acolhedora durante todo o período letivo. Além disso, no início do ano, os Ensinas Katiane e Alex foram relocados para outras unidades devido à chegada de professores efetivos. Mesmo com essa mudança, a biblioteca segue funcionando, mantendo o compromisso com a comunidade escolar.</p><p><br/></p><p>A solução encontrada foi o compromisso pessoal aliado à reorganização do espaço. A biblioteca está em processo de catalogação e já aberta para uso, com livre acesso para professores levarem turmas e utilizarem o acervo de forma orientada. Foram mantidas atividades consolidadas, como o auxílio à alfabetização, leitura e escrita em parceria com bolsistas. O Cine Pulsante passou a ocorrer às terças-feiras, e, como novidade para 2026, foram implementados dois clubes regulares: o Clube de Estudos e o Clube de Leitura, que acontecem às segundas, quartas e sextas-feiras, promovendo troca, aprendizado e pensamento crítico.</p><p><br/></p><p>A transformação é percebida no cotidiano escolar. A biblioteca tornou-se um coração pulsante da escola, oferecendo suporte à alfabetização, estímulo à leitura e aprofundamento por meio dos clubes. Professores contam com ambiente estruturado para atividades diversificadas, e os alunos ganharam um espaço permanente de contato com os livros.</p><p><br/></p><p> O modelo adotado abre caminho para a expansão das atividades, consolidando a Biblioteca Coração Pulsante como equipamento essencial para a formação integral dos estudantes e exemplo de compromisso docente que vai além da sala de aula.</p><p><br/></p><p><br/></p><p><strong>Escola: ETI Prof. Rafael Rueda - Pedra 90, Cuiabá/MT - 2025 </strong></p>]]></description>
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         <pubDate>2026-03-04 17:09:09 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/Ensina_Brasil/ConstruindoaCulturaqueQueremos/wish/3811907590</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Caderno de Ciências - Adaptação Curricular para Alunos PAEEs do 6° ano</title>
         <author>alisonsantos008</author>
         <link>https://padlet.com/Ensina_Brasil/ConstruindoaCulturaqueQueremos/wish/3812428459</link>
         <description><![CDATA[<p>Na ETI Prof. Rafael Rueda, as turmas de 6º a 9º ano do Ensino Fundamental pelas quais sou responsável reúnem estudantes com diferentes ritmos e necessidades de aprendizagem. Entre eles, 4 alunos PAEEs (Público-Alvo da Educação Especial) dos 6º anos A e B enfrentavam dificuldades para acompanhar o fluxo regular das aulas de Ciências e 6 alunos copista. Cada um desses estudantes, com suas histórias e potencialidades, motivou a busca por uma estratégia que garantisse, de fato, o direito à aprendizagem.</p><p><br/></p><p>O principal obstáculo era a ausência de materiais adaptados que dialogassem com as especificidades desses alunos. O conteúdo curricular de Ciências, muitas vezes abstrato e denso, não era acessível, resultando em defasagem crescente e desengajamento. Como assegurar que esses 10 estudantes pudessem aprender de forma significativa, respeitando seus tempos e particularidades, dentro do contexto regular de sala de aula?</p><p><br/></p><p>A resposta veio com a criação do <strong>Caderno de Ciências</strong>, um material personalizado desenvolvido por mim especialmente para atender os alunos PAEEs e os que não acompanham o fluxo. O caderno que já está <strong>pronto e será entregue</strong> a cada estudante nos próximos dias e funciona como um Plano de Ensino Individualizado (PEI) traduzido em linguagem acessível, com atividades adaptadas, ilustrações explicativas, vocabulário simplificado e propostas concretas. </p><p><br/></p><p>Durante as aulas, o material é utilizado com mediação do professor, garantindo que o aprendizado ocorra de forma inclusiva e significativa.</p><p><br/></p><p>A transformação já é visível. Após uma conversa inicial com as turmas, os alunos passaram a se sentir parte ativa das aulas de Ciências mesmo antes de receberem o caderno impresso. A simples apresentação do material e a explicação sobre seu propósito geraram aumento da autoestima, da participação e do interesse. </p><p><br/></p><p>Durante as aulas, organizei a disposição da sala para que esses estudantes fiquem bem próximos a mim, garantindo um apoio mais direto e individualizado. O caderno, que será entregue em breve, já deixou de ser apenas um recurso pedagógico para se tornar um símbolo de acolhimento e pertencimento.<br></p><p>O próximo passo é expandir a proposta para <strong>todas as turmas que leciono, do 6º ao 9º ano</strong>, por meio de um mapeamento contínuo das necessidades dos alunos PAEEs. Atualmente, estou produzindo os cadernos adaptados para as demais turmas um processo que demanda tempo e dedicação, pois cada material é pensado individualmente. O objetivo é consolidar uma coletânea de recursos adaptados que acompanhe os estudantes ao longo de toda a trajetória no Ensino Fundamental, garantindo que a inclusão seja uma prática permanente e não apenas uma ação pontual.</p><p><br/></p><p><strong>Escola: ETI Prof. Rafael Rueda – Pedra 90, Cuiabá/MT - 2026</strong></p>]]></description>
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         <pubDate>2026-03-05 01:39:04 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/Ensina_Brasil/ConstruindoaCulturaqueQueremos/wish/3812428459</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Conscientização Sobre Violência Contra Mulher</title>
         <author>alisonsantos008</author>
         <link>https://padlet.com/Ensina_Brasil/ConstruindoaCulturaqueQueremos/wish/3815772612</link>
         <description><![CDATA[<p>No dia 05/03/2026, realizei com a turma do 1º ano A uma roda de conversa especial, aproveitando a proximidade e a confiança que construímos para abordar um tema de extrema relevância social: o combate à violência contra a mulher, em alinhamento com as ações do mês de março da SEDUC-MT.</p><p><br></p><p>A atividade foi conduzida de forma transversal, promovendo a reflexão não apenas sobre o tema central, mas também sobre como ele se manifesta em nosso cotidiano e nos relacionamentos interpessoais dentro e fora da escola.</p><p><br></p><p>Os principais pontos abordados foram:</p><p><em>A Importância da Denúncia:</em> Ressaltamos que o silêncio é um dos maiores aliados da violência. Conversamos sobre a necessidade de falar, pedir ajuda e apoiar quem está passando por uma situação de risco, mencionando canais de apoio como o Ligue 180.</p><p><br></p><p><em>Tipos de Violência (Além da Física):</em> Esclarecemos que a violência contra a mulher vai muito além da agressão física. Dialogamos sobre as violências psicológica, moral e verbal, exemplificando com situações do dia a dia, como xingamentos, humilhações, controle e perseguição. A ideia foi mostrar que "pequenas atitudes" e comportamentos abusivos também são formas de violência e precisam ser identificados e combatidos.</p><p><em>Violência no Ambiente Escolar e </em></p><p><br></p><p><em>Relacionamentos:</em> Aproveitamos o momento para refletir sobre a convivência entre os próprios alunos, abordando situações de conflito, como gritos, comportamentos agressivos e discussões. Foi um espaço importante para falar sobre assédio moral e a importância do respeito mútuo, mostrando como a construção de relações saudáveis desde cedo é fundamental.</p><p><br></p><p><em>Participação Especial e a Vivência Feminina:</em> A conversa foi enriquecida com as contribuições da Professora Nathalye Pereira, que trouxe falas muito pertinentes e sensíveis. Ela ajudou os alunos a compreenderem que, infelizmente, muitas mulheres sofrem violências e preconceitos simplesmente pelo fato de serem mulheres, destacando a luta diária por respeito e igualdade.</p><p><br></p><p>A roda de conversa foi um momento rico de troca, escuta e aprendizado. Os alunos participaram ativamente, trazendo questionamentos e compartilhando percepções, o que demonstra a importância de tratarmos desse tema de forma aberta e acolhedora no ambiente escolar.</p><p>Acreditamos que ações como essa contribuem para a formação de cidadãos mais conscientes, respeitosos e agentes de transformação social.</p><p><br></p><p><strong>Escola: ETI Prof. Rafael Rueda – Pedra 90, Cuiabá/MT - 2026</strong></p>]]></description>
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         <pubDate>2026-03-07 13:56:36 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Avaliar o básico para construir o avançado </title>
         <author>alisonsantos008</author>
         <link>https://padlet.com/Ensina_Brasil/ConstruindoaCulturaqueQueremos/wish/3823307035</link>
         <description><![CDATA[<p>Avaliar o básico para construir o avançado<br><br>Esta semana apliquei uma prova prática de vidraria com minhas turmas de 8° ano (A e B) na disciplina de Pensamento Científico. Parece simples, mas foi essencial.<br><br>Meus alunos já tiveram Iniciação Científica no 6° e 7° ano ou seja, trazem bagagem. Mas antes de avançarmos para projetos mais elaborados, precisei garantir que a base estava sólida. Coloquei as vidrarias sobre a bancada e pedi apenas duas coisas: nomear corretamente cada peça e explicar sua função.<br><br>O resultado? Alunos mais confiantes, uma turma nivelada e a certeza de que estamos prontos para os próximos desafios. <br><br>Revisitar o fundamento nunca é retrocesso é o que permite voos mais altos.</p><p><br/></p><p><strong>Escola: ETI Prof. Rafael Rueda – Pedra 90, Cuiabá/MT - 2026</strong></p>]]></description>
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         <pubDate>2026-03-12 17:45:36 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Química para Todos: Modelizações Inclusivas no 9º Ano</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/Ensina_Brasil/ConstruindoaCulturaqueQueremos/wish/3825472363</link>
         <description><![CDATA[<p>Ser professor vai muito além de ensinar conteúdos previstos em um currículo. É, antes de tudo, olhar para cada estudante como um ser humano único, reconhecendo que cada um possui seu próprio tempo de aprendizagem, sua maneira particular de compreender o mundo e de construir conhecimento.</p><p>Atuando na <strong>Escola Malik Didier Namer Zahafi</strong>, no polo de Cuiabá, e em constante processo de desenvolvimento enquanto liderança em educação, tive a oportunidade de vivenciar uma experiência muito significativa em sala de aula. Ao trabalhar os conteúdos de <strong>Química no 9º ano</strong>, especialmente sobre <strong>modelos atômicos</strong>, me deparei com o desafio de tornar esse conhecimento acessível para um estudante com deficiência visual.</p><p>Esse momento nos levou a refletir sobre como a aprendizagem pode — e deve — ser construída de forma inclusiva. A partir dessa reflexão, iniciamos a elaboração de <strong>modelizações adaptadas</strong>, pensadas para possibilitar que todos os estudantes tivessem acesso aos mesmos conteúdos. Entre essas produções, desenvolvemos materiais táteis e identificações em <strong>braile</strong>, representando os modelos atômicos e os cientistas que contribuíram para sua construção.</p><p>Mais do que compreender conceitos da Química, essa experiência proporcionou aos alunos uma vivência de empatia, colaboração e responsabilidade coletiva no processo de aprendizagem.</p><p>A educação, como nos inspira <strong>Paulo Freire</strong>, está profundamente ligada ao verbo <strong>esperançar</strong>: não apenas esperar, mas agir, construir e transformar a realidade por meio da prática educativa.</p><p>Assim, seguimos acreditando em uma educação que acolhe, que inclui e que possibilita a todos os estudantes aprenderem e se desenvolverem de maneira significativa.</p>]]></description>
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         <pubDate>2026-03-14 23:49:35 UTC</pubDate>
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         <title>Projeto Liderança Freiriana - Pensando em democracia, protagonismo estudantil e cidadania.                                                                                                    </title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/Ensina_Brasil/ConstruindoaCulturaqueQueremos/wish/3841242265</link>
         <description><![CDATA[<p>Iniciamos, na escola Paulo Freire,  o processo eleitora para escolha de representante de turma. É um momento muito empolgante para os alunos e uma ótima oportunidade para exercemos a cidadania, democracia e consciência política</p>]]></description>
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         <pubDate>2026-03-26 12:50:11 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Excursão - Instituto de Tecnologia Edson Mororó Moura - ITEMM</title>
         <author>ericmakiyama1</author>
         <link>https://padlet.com/Ensina_Brasil/ConstruindoaCulturaqueQueremos/wish/3841248565</link>
         <description><![CDATA[<p>Em parceria com a Moura, consegui organizar uma visita ao <strong>Instituto de Tecnologia Edson Mororó Moura - ITEMM. </strong>Experiência rica e única! Os estudantes conseguiram aprender sobre o desenvolvimento de baterias, composição e a noção de uma indústria grande como a Moura.<strong> </strong>Visando estimular o interesse em tecnologia e no estudo para o futuro, o passeio funcionou de maneira muito efetiva!! Foram só elogios e diversão. Agradeço imensamente a equipe da ITEMM pelo acolhimento e recepção bacana, que aula.</p>]]></description>
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         <pubDate>2026-03-26 12:54:50 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Literatura de Cordel: Rimas que Libertam</title>
         <author>patricialucilia2018</author>
         <link>https://padlet.com/Ensina_Brasil/ConstruindoaCulturaqueQueremos/wish/3844166470</link>
         <description><![CDATA[<p><strong>1. Contexto e Personagens:</strong></p><p>Em alinhamento com as ações do mês de março da SEDUC-MT, desenvolvi uma atividade com quatro turmas do 8º ano do ensino fundamental, no turno matutino, totalizando cerca de 120 estudantes da Escola Estadual Mário de Castro.</p><p>Os protagonistas dessa história são meus alunos — jovens cheios de criatividade, sensibilidade e histórias marcadas por afetos e referências femininas importantes em suas vidas.</p><p>Nesse processo, atuei como mediadora, incentivando a escuta, a escrita autoral e o reconhecimento das próprias vivências, aproximando os estudantes da literatura e da cultura do cordel.</p><p><strong>2. Desafio :</strong></p><p>Um dos meus principais desafios era tornar o ensino de Língua Portuguesa mais significativo e envolvente, especialmente no que se refere à produção textual.</p><p>Percebia também a necessidade de fortalecer a identidade, a autoestima e o senso de pertencimento dos meus alunos, valorizando suas histórias e referências — muitas vezes invisibilizadas no ambiente escolar.</p><p>Minha inquietação era clara: como fazer com que esses estudantes se reconhecessem na escrita e se sentissem motivados a produzir?</p><p><strong>3. Solução:</strong></p><p>Foi a partir dessa inquietação que elaborei a atividade: <strong>“Literatura de Cordel: Rimas que Libertam”</strong>.</p><p>Propus aos meus alunos a produção de cordéis autorais com um tema potente: mulheres que são referência em suas vidas. Cada estudante escolheu alguém significativo — mães, avós, irmãs e outras figuras importantes — para homenagear por meio da escrita.</p><p>Durante o processo, trabalhamos as características do gênero cordel, como rimas, métrica e linguagem popular, além de momentos de leitura, escuta e valorização da cultura nordestina.</p><p>O resultado foi profundamente emocionante. Recebi cordéis cheios de afeto, sensibilidade e verdade — e, de forma muito especial, alguns alunos me escolheram como referência e escreveram cordéis em minha homenagem, o que tornou essa experiência ainda mais significativa para mim como educadora.</p><p><strong>4. Impacto:</strong></p><p>O projeto impactou diretamente cerca de 120 estudantes, promovendo avanços na escrita, na leitura e na compreensão dos gêneros textuais.</p><p>Mas o impacto mais marcante foi humano, social e afetivo. Ao longo do processo, vi meus alunos:</p><ul><li><p>Se reconhecerem como autores;</p></li><li><p>Valorizarem suas histórias e suas referências;</p></li><li><p>Desenvolverem autoestima e orgulho de quem são;</p></li><li><p>Se aproximarem mais da escola e do processo de aprendizagem.</p></li></ul><p>Além disso, muitos estudantes passaram a refletir sobre a importância da valorização da mulher em nossa sociedade, estabelecendo conexões com a realidade em que vivem. A partir das homenagens, emergiram discussões sensíveis e necessárias sobre o alto índice de feminicídio em Cuiabá e no Brasil, ampliando o olhar crítico dos alunos para questões sociais urgentes e fortalecendo o respeito, a empatia e a consciência coletiva.</p><p>As homenagens que recebi também me mostraram que a educação vai além do conteúdo — ela se constrói no vínculo, na escuta, na reflexão e no afeto.<br><strong>5. Futuro:</strong></p><p>Acredito que essa atividade tem grande potencial de continuidade e expansão. Mais do que uma atividade pontual, quero consolidar essa prática como uma ferramenta permanente no ensino de Língua Portuguesa, mostrando aos meus alunos que a escrita pode ser um espaço de expressão, pertencimento e transformação.<br></p><p><br></p>]]></description>
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         <pubDate>2026-03-29 14:00:20 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Aprender Jogando: Desafio de Língua Portuguesa</title>
         <author>valmatos12</author>
         <link>https://padlet.com/Ensina_Brasil/ConstruindoaCulturaqueQueremos/wish/3852101812</link>
         <description><![CDATA[<p>Ao final do bimestre, realizamos uma atividade com o objetivo de revisar os conteúdos de Língua Portuguesa de forma dinâmica e colaborativa. Os alunos foram organizados em grupos e participaram de um desafio com uma lista de questões referentes aos temas estudados ao longo do período.</p><p>Cada grupo precisou trabalhar em equipe para responder corretamente às questões no menor tempo possível, estimulando o raciocínio, a cooperação e a troca de conhecimentos. A proposta tornou o momento de revisão mais participativo e envolvente.</p><p>Ao final, o grupo que obteve o maior número de acertos no menor tempo foi premiado com um brinde, valorizando o esforço e a dedicação. A atividade contribuiu para a consolidação da aprendizagem de maneira significativa.</p>]]></description>
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         <pubDate>2026-04-03 20:06:33 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Conscientização sobre Bullying e Cyberbullying</title>
         <author>valmatos12</author>
         <link>https://padlet.com/Ensina_Brasil/ConstruindoaCulturaqueQueremos/wish/3852103340</link>
         <description><![CDATA[<p>Foi realizada uma aula voltada para a conscientização sobre bullying e cyberbullying, com o objetivo de promover a reflexão sobre atitudes, consequências e a importância do respeito no ambiente escolar e nas interações online. Durante a aula, os alunos puderam compreender melhor como essas práticas afetam a vida das pessoas e como é possível agir de forma empática e responsável.</p><p>Ao final, foi realizado um momento interativo por meio de um quiz no Kahoot, com perguntas relacionadas ao tema trabalhado. A atividade tornou a aprendizagem mais dinâmica e ajudou a reforçar os conteúdos discutidos.</p><p>Como forma de incentivo, os alunos que se destacaram no jogo receberam uma premiação, valorizando a participação e o envolvimento de todos ao longo da aula.</p>]]></description>
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         <pubDate>2026-04-03 20:13:38 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Páscoa: Empatia, Amor e Recomeço</title>
         <author>valmatos12</author>
         <link>https://padlet.com/Ensina_Brasil/ConstruindoaCulturaqueQueremos/wish/3852105103</link>
         <description><![CDATA[<p>Aproveitando o período da Páscoa, foi realizada uma aula com o objetivo de refletir sobre valores essenciais como empatia, amor e recomeço. Durante o encontro, os alunos foram convidados a pensar sobre a importância de se colocar no lugar do outro, agir com respeito e reconhecer que sempre é possível recomeçar e fazer diferente.</p><p>A proposta buscou ir além do significado tradicional da data, promovendo uma reflexão sobre atitudes do dia a dia e incentivando práticas mais acolhedoras no ambiente escolar e nas relações interpessoais.</p><p>Ao final, cada aluno recebeu um chocolate acompanhado de uma mensagem especial, simbolizando o cuidado, o carinho e a importância de cultivar bons sentimentos.</p>]]></description>
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         <pubDate>2026-04-03 20:20:38 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Olimpíada Brasileira de Geopolítica 2026.1</title>
         <author>marinakuranaga</author>
         <link>https://padlet.com/Ensina_Brasil/ConstruindoaCulturaqueQueremos/wish/3866964616</link>
         <description><![CDATA[<p><strong>1. Contexto e Personagens</strong></p><p>Os protagonistas desta história são os estudantes do 8º ano A, orientados pela Ensina Marina Kuranaga Silva, professora de História e Geografia da turma. A ação também contou com o auxílio especial da Professora Luldnéia Zark, de Língua Portuguesa, que, mesmo não sendo ensina, foi uma parceira fundamental, cedendo generosamente suas aulas e se dispondo a monitorar a realização da prova.</p><p><strong>2. Desafio</strong></p><p>O caminho até a olimpíada não foi simples. A data de aplicação da prova coincidiu com a semana de avaliações internas da escola e, para tornar tudo mais desafiador, não havia aula da professora Marina com a turma na data da Olimpíada. Além disso, era a primeira vez que o 8º ano A participava de uma olimpíada acadêmica na área de Humanas, um território completamente novo para os estudantes.</p><p><strong>3. Solução</strong></p><p>A chave foi o diálogo e a parceria. A Ensina Marina articulou com a gestão escolar e com a Professora Luldnéia uma janela de tempo livre de avaliações internas para que a prova pudesse acontecer. Para preparar os estudantes para essa estreia olímpica, a professora Marina realizou atividades prévias cobrindo os temas da prova, o funcionamento da plataforma e o uso dos Chromebooks, garantindo que ninguém chegasse à prova se sentido despreparado.</p><p><strong>4. Impacto</strong></p><p>Os resultados foram além das expectativas! A turma conquistou <strong>6 medalhas: 2 de ouro, 1 de prata e 3 de honra ao mérito</strong>, com uma adesão excelente de toda a turma à atividade. Uma primeira experiência olímpica que deixou sua marca.</p><p><strong>5. Futuro</strong></p><p>O espírito olímpico já tomou conta do 8º ano A! Os estudantes aguardam animados a cerimônia de entrega dos certificados e medalhas, e a turma já se mobiliza para a próxima edição da Olimpíada de Geopolítica e para outras olimpíadas que estão por vir. 🏅</p>]]></description>
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         <pubDate>2026-04-14 15:28:50 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Mulheres que transformam o Mundo ❤️</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/Ensina_Brasil/ConstruindoaCulturaqueQueremos/wish/3867569076</link>
         <description><![CDATA[<p>No Dia Internacional da Mulher, nossa escola viveu um momento inesquecível de reconhecimento e inspiração.<br>Com um mural construído coletivamente em Cuiabá, celebramos mulheres que transformaram e transformam o mundo e, principalmente, despertamos nas nossas alunas a consciência da própria força.<br>Foram mais de 150 mensagens de alunos cheias de admiração, carinho e gratidão — um movimento que emocionou e deu voz a tantas histórias.<br>Diante desse momento, fica o que realmente importa: educar é inspirar, fortalecer e abrir caminhos para que novas mulheres também transformem o mundo e motivem futuras gerações.</p>]]></description>
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         <pubDate>2026-04-15 00:55:20 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Protagonismo e Autonomia na Aprendizagem.</title>
         <author>henrocha959</author>
         <link>https://padlet.com/Ensina_Brasil/ConstruindoaCulturaqueQueremos/wish/3867680399</link>
         <description><![CDATA[<p>Durante a atividade proposta, os alunos foram convidados a identificar e diferenciar artigo, substantivo e adjetivo, utilizando o quadro como espaço de construção coletiva do conhecimento.</p><p>Ao se colocarem à frente da turma, tiveram a oportunidade de assumir o protagonismo em seu processo de aprendizagem, demonstrando não apenas o que compreenderam, mas também desenvolvendo a confiança em suas próprias capacidades.</p><p>Esse momento foi essencial para estimular a autonomia, incentivando-os a participar ativamente, refletir sobre suas respostas e compartilhar seus conhecimentos com os colegas.</p>]]></description>
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         <pubDate>2026-04-15 01:49:22 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Alcebíades Aprova</title>
         <author>antonioafernandes99</author>
         <link>https://padlet.com/Ensina_Brasil/ConstruindoaCulturaqueQueremos/wish/3869033517</link>
         <description><![CDATA[<p><strong>1. Contexto e Personagens </strong></p><p>O projeto <em>Alcebíades Aprova</em> nasce no contexto da Escola Estadual Alcebíades Calhao, em Cuiabá, que atende estudantes até o 9º ano do Ensino Fundamental. Ao final dessa etapa, muitos alunos enfrentam o desafio de dar continuidade aos estudos em instituições de maior oportunidade acadêmica, como o Instituto Federal de Mato Grosso (IFMT). A partir disso, os professores Antônio Fernandes, Marcos Alex e Felipe Camargo criaram o projeto para auxiliá-los a ingressar neste instituto.   <strong>2. Desafio</strong></p><p>O principal desafio enfrentado foi a falta de preparação específica dos alunos para o processo seletivo do IFMT, uma vez que a escola não oferece continuidade após o 9º ano. Além disso, muitos estudantes não têm condições de arcar com cursinhos particulares.</p><p>Outro obstáculo importante foi a limitação estrutural da escola: todas as salas são ocupadas nos turnos regulares, e os alunos do 9º ano estudam no período da manhã, o que dificultava a criação de um espaço e horário para as aulas do projeto. <strong>3. Solução</strong></p><p>A solução encontrada pelos professores foi estruturar o projeto <em>Alcebíades Aprova</em> em duas frentes:</p><p>Primeiramente, os estudantes foram inscritos no cursinho preparatório do próprio IFMT, chamado <strong>Partiu IF</strong>, que oferece bolsa mensal. Ao todo, 35 alunos foram contemplados por meio de sorteio e passaram a frequentar esse curso.</p><p>Para os alunos que não foram selecionados (seja por critérios do programa ou pelo sorteio) foi criado um cursinho interno na própria escola. Esse cursinho acontece três vezes por semana:</p><ul><li><p>Segunda-feira: Língua Portuguesa, com o professor Felipe Camargo;</p></li><li><p>Terça-feira: Matemática, com o professor Antônio Fernandes;</p></li><li><p>Quinta-feira: Ciências, com o professor Marcos Alex.</p></li></ul><p>Diante da falta de espaço físico disponível, a coordenação escolar sugeriu a realização das aulas no horário de almoço, das 11h30 às 12h50. Para viabilizar a participação dos estudantes, a escola também passou a oferecer almoço, garantindo melhores condições de permanência e aprendizagem.</p><p><strong>4. Impacto</strong></p><p>O projeto já demonstra impactos significativos para os estudantes. Além de ampliar o acesso a oportunidades educacionais, ele fortalece a autoestima e a perspectiva de futuro dos alunos, que passam a enxergar o IFMT como uma possibilidade real. Além disso, o engajamento dos professores e a adesão dos estudantes evidenciam uma cultura escolar mais colaborativa e orientada para resultados.                                                        <strong>5. Futuro</strong></p><p>O <em>Alcebíades Aprova</em> possui grande potencial de continuidade e expansão. A proposta pode ser replicada em outros anos escolares e até em outras escolas com contexto semelhante. A longo prazo, a iniciativa pode se consolidar como uma política interna da escola, garantindo que todos os alunos do 9º ano tenham acesso a uma preparação estruturada para processos seletivos, transformando trajetórias e abrindo portas para o futuro.</p>]]></description>
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         <pubDate>2026-04-15 16:30:45 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/Ensina_Brasil/ConstruindoaCulturaqueQueremos/wish/3869033517</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Revisão Colaborativa com Kahoot</title>
         <author>antonioafernandes99</author>
         <link>https://padlet.com/Ensina_Brasil/ConstruindoaCulturaqueQueremos/wish/3869112809</link>
         <description><![CDATA[<p><strong>1. Contexto e Personagens</strong></p><p>A prática foi desenvolvida pelo professor Antônio Fernandes, de Matemática, com as quatro turmas de 8º ano da Escola Alcebíades Calhao. Os protagonistas são os próprios estudantes, que participam ativamente das revisões ao final de cada unidade temática do livro.</p><p><strong>2. Desafio</strong></p><p>O principal desafio era superar o modelo tradicional de revisões expositivas, que muitas vezes geravam baixo engajamento e pouca participação dos alunos.</p><p><strong>3. Solução</strong></p><p>Como estratégia, o professor passou a realizar revisões em duplas utilizando o Kahoot ao final de cada unidade. Nessa dinâmica, os alunos praticam os conteúdos de forma interativa e colaborativa.</p><p>As três melhores duplas são premiadas com bombons como incentivo. Além disso, foi criada uma competição entre as quatro turmas de 8º ano: a turma com maior média de acertos no Kahoot ganha uma aula de Matemática na quadra.</p><p>Essa estrutura incentivou os alunos a formarem duplas mais equilibradas, unindo estudantes com maior facilidade àqueles com mais dificuldade, promovendo cooperação e troca de saberes.</p><p>Outro diferencial da prática é o uso dos relatórios gerados pela plataforma, que permitem ao professor analisar o desempenho dos estudantes, identificar quais questões tiveram menor índice de acerto e, a partir disso, retomar e reforçar os conteúdos com maior dificuldade.</p><p><strong>4. Impacto</strong></p><p>A prática aumentou significativamente o engajamento dos alunos e tornou as revisões mais dinâmicas e participativas. Também contribuiu para a integração entre os estudantes e fortalecendo o aprendizado colaborativo. O uso dos dados também tornou o ensino mais direcionado e eficiente.</p><p><strong>5. Futuro</strong></p><p>Como próximo passo, o professor pretende estabelecer metas de pontuação média para as turmas, permitindo que todas possam ser premiadas ao atingir determinado desempenho, independentemente da comparação entre elas, incentivando a melhoria contínua.</p>]]></description>
         <enclosure url="https://padlet-uploads-usc1.storage.googleapis.com/3891512723/c914c3ca5299faca55c2e095feaed537/WhatsApp_Image_2026_04_15_at_13_25_52.jpeg" />
         <pubDate>2026-04-15 17:29:49 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Relato de Experiência: Cuiabá 307 Anos – Identidade e Território</title>
         <author>alexsrodrgs</author>
         <link>https://padlet.com/Ensina_Brasil/ConstruindoaCulturaqueQueremos/wish/3871003717</link>
         <description><![CDATA[<p><strong>Contextualização e Diagnóstico</strong></p><p>Ao iniciar a jornada docente na <strong>Escola Estadual Juarez Rodrigues dos Anjos</strong>, em Cuiabá, percebi, por meio de sondagens e diálogos em sala de aula, que os estudantes possuíam um distanciamento em relação à história da capital mato-grossense e à formação do próprio bairro. Como forma de integrar meu processo de territorialização na cidade com o aprendizado dos alunos, desenvolvi uma pesquisa documental e iconográfica sobre a dinâmica cultural e a expansão urbana de Cuiabá.</p><p><strong>A Proposta Pedagógica</strong></p><p>O resultado dessa investigação foi a criação de três <strong>Banners Interativos e Educativos</strong>, apresentados durante a semana comemorativa do aniversário de 307 anos da cidade. O material foi desenhado para ser uma linha do tempo visual e geográfica, utilizando recursos de <strong>Educação Midiática</strong> e <strong>Letramento Visual</strong>.</p><p><strong>Destaques do Material Visual:</strong></p><ul><li><p><strong>Fundação e Ciclo do Ouro:</strong> Abordagem desde a chegada dos bandeirantes em 1719 e a fundação por Pascoal Moreira Cabral, destacando marcos como a Igreja Matriz e a Mina de Ouro de Miguel Sutil.</p></li><li><p><strong>Patrimônio Imaterial e Gastronomia:</strong> Valorização das tradições locais, como o <strong>Siriri e o Cururu</strong>, e elementos típicos como o <strong>Pacu Assado</strong> e a <strong>Farofa de Banana</strong>.</p></li><li><p><strong>Expansão Territorial:</strong> Registro da evolução da "Cidade Verde", citando a Avenida das Torres e a transformação urbana que conectou diferentes regiões.</p></li><li><p><strong>Interatividade via QR Code:</strong> Para romper a barreira do papel, foram inseridos QR Codes que direcionam os alunos diretamente para a localização dos monumentos históricos no <em>Google Maps</em>, permitindo uma exploração digital dos marcos citados (como o Santuário Nossa Senhora do Bom Despacho).</p></li></ul><p><strong>Objetivos Alcançados</strong></p><p>A atividade permitiu que os alunos se reconhecessem como parte da história viva da cidade, transformando dados estatísticos e fatos históricos em uma experiência de pertencimento. O banner serviu como suporte para aulas expositivas e também como ponto de consulta autônoma no pátio da escola, unindo tecnologia, cartografia e memória social.</p>]]></description>
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         <pubDate>2026-04-16 16:26:52 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/Ensina_Brasil/ConstruindoaCulturaqueQueremos/wish/3871003717</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Oficina de Cartografia Histórica: Reconstruindo a Cuiabá Colonial</title>
         <author>alexsrodrgs</author>
         <link>https://padlet.com/Ensina_Brasil/ConstruindoaCulturaqueQueremos/wish/3871026186</link>
         <description><![CDATA[<p><strong>Contextualização da Atividade</strong></p><p>Após a fase de diagnóstico e apresentação do banner interativo, partimos para a <strong>prática de reprodução cartográfica</strong>. O objetivo foi permitir que os estudantes manipulassem os contornos históricos da cidade, compreendendo visualmente como a malha urbana se comportava em relação aos recursos naturais no século XVIII (período da Vila Real do Senhor Bom Jesus do Cuiabá).</p><p><strong>Metodologia: O "Mapa Vivo"</strong></p><p>Utilizamos uma técnica de <strong>decalque assistido por projeção digital</strong>, transformando a sala de aula em um laboratório de geohisória:</p><ul><li><p><strong>Recursos:</strong> Data Show, cartolinas de alta gramatura e marcadores coloridos.</p></li><li><p><strong>Foco na Hidrografia:</strong> Orientamos os alunos a identificar e traçar com precisão os cursos d'água (como o Rio Cuiabá e o Córrego da Prainha), elementos vitais que ditaram o surgimento e o crescimento da vila devido à mineração.</p></li><li><p><strong>Análise Comparativa:</strong> Durante o traçado, discutimos a densidade da ocupação da época em contraste com a expansão atual, observando como a cidade era compacta e dependente da proximidade com as margens dos rios.</p></li></ul><p><strong>Protagonismo Estudantil</strong></p><p>As imagens demonstram o trabalho colaborativo (aprendizagem por pares), onde cada grupo ficou responsável por segmentar partes do mapa. Essa atividade não apenas ensinou sobre a história local, mas também desenvolveu noções de <strong>proporção e interpretação de símbolos cartográficos antigos</strong>.</p><p><strong>Resultados Observados</strong></p><p>O exercício prático quebrou a abstração dos mapas de livros didáticos. Ao "desenhar" a história, os alunos manifestaram maior curiosidade sobre  certas ruas do centro ou o motivo de a cidade ter crescido em determinadas direções, consolidando o aprendizado sobre o <strong>território cuiabano</strong>.</p>]]></description>
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         <pubDate>2026-04-16 16:47:14 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/Ensina_Brasil/ConstruindoaCulturaqueQueremos/wish/3871026186</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Probabilidade na Prática com LEGO</title>
         <author>antonioafernandes99</author>
         <link>https://padlet.com/Ensina_Brasil/ConstruindoaCulturaqueQueremos/wish/3872300000</link>
         <description><![CDATA[<p><strong>1. Contexto e Personagens</strong></p><p>A aula foi desenvolvida pelo professor Antônio Fernandes, de Matemática, com as turmas do 8º ano B, C, D e E da Escola Alcebíades Calhao. Os protagonistas são os estudantes, que participaram ativamente das atividades práticas e investigativas sobre probabilidade.</p><p><strong>2. Desafio</strong></p><p>O principal desafio era tornar o conteúdo de probabilidade mais concreto e compreensível, já que muitos alunos apresentam dificuldade em entender conceitos abstratos quando ensinados apenas de forma teórica.</p><p><strong>3. Solução</strong></p><p>Para tornar a aprendizagem mais significativa, o professor estruturou a aula com diferentes estratégias. Inicialmente, utilizou um recurso audiovisual para introduzir o tema e despertar o interesse dos alunos.</p><p>Em seguida, propôs uma situação-problema: os alunos deveriam analisar se havia maior probabilidade de ser sorteado um voluntário ou uma voluntária, realizando o cálculo e chegando às próprias conclusões.</p><p>Na sequência, foi realizado um sorteio online para selecionar estudantes que participariam de uma atividade prática. Esses alunos iam até a frente da sala, sorteavam peças de LEGO e, a partir das cores disponíveis, calculavam a probabilidade de cada peça ser escolhida.</p><p>Essa dinâmica possibilitou que os alunos visualizassem e aplicassem o conceito de probabilidade de forma concreta, participativa e investigativa.</p><p><strong>4. Impacto</strong></p><p>A aula promoveu maior engajamento e compreensão dos estudantes, que passaram a relacionar a probabilidade com situações reais e tangíveis. O uso de diferentes estratégias (audiovisual, debate e prática) contribuiu para atender diferentes formas de aprendizagem e tornar o conteúdo mais acessível.</p><p><strong>5. Futuro</strong></p><p>A prática pode ser ampliada para outros conteúdos matemáticos, incorporando mais atividades práticas e experimentais. Além disso, pode ser replicada em outras turmas e escolas, fortalecendo metodologias ativas que colocam o aluno como protagonista do próprio aprendizado.</p>]]></description>
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         <pubDate>2026-04-17 11:14:27 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/Ensina_Brasil/ConstruindoaCulturaqueQueremos/wish/3872300000</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Literatura</title>
         <author>andersonjulyao</author>
         <link>https://padlet.com/Ensina_Brasil/ConstruindoaCulturaqueQueremos/wish/3873589218</link>
         <description><![CDATA[<p>Escola Municipal Nossa Senhora Rainha dos Anjos </p><p>Professor: Anderson Julião</p><p>Turma: 8º ano B e C </p><p><br/></p><p>Neste projeto, os estudantes dos 8º anos não foram apenas leitores. Eles foram <strong>intérpretes, artistas, autores e participante de um diálogo importante sobre educação, respeito e o lugar das mulheres na sociedade</strong>.</p><p>A proposta é transformar a leitura do livro em <strong>expressão coletiva</strong>, mostrando que aprender também é uma forma de mudar o mundo.</p><p><br/></p><p><strong>Obra norteadora:</strong> A história de <strong>Malala Yousafzai</strong>, símbolo mundial da luta pelo direito das meninas à educação.</p><p><br/></p><p>Esse projeto contemplou a leitura integral do livro "Malala - a menina que queria ir à escola. Através dessa leitura, os estudantes criaram um painel artístico representando cada um dos 10 capítulos do livro. </p><p>Ainda contemplou a escrita de uma Carta - Dando voz à Malala compartilhando uma mensagem poderosa para as mulheres do Brasil.</p><p>E no final, promovemos uma roda de conversa compartilhando experiencias, reflexões e aprendizados que marcaram o desenvolvimento desse projeto. </p>]]></description>
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         <pubDate>2026-04-18 23:56:10 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>🗺️ Explorando a escola: aprendendo cartografia na prática</title>
         <author>gabrielpinheirodosantos2002</author>
         <link>https://padlet.com/Ensina_Brasil/ConstruindoaCulturaqueQueremos/wish/3877714881</link>
         <description><![CDATA[<p>Nessa atividade, os alunos foram colocados como protagonistas do processo de aprendizagem, tendo a oportunidade de aprender cartografia por meio da prática. Inicialmente, foram trabalhados conceitos básicos como orientação, legenda e organização do espaço, preparando-os para a etapa seguinte.</p><p>Em seguida, os alunos exploraram os diferentes ambientes da escola, como salas, pátio e corredores, observando e identificando pontos de referência importantes. Durante esse momento, realizaram anotações, fizeram esboços e discutiram entre si como esses espaços poderiam ser representados.</p><p>Após a exploração, os alunos retornaram à sala de aula e, em grupo, construíram seus próprios mapas da escola, aplicando os conceitos estudados. Nesse processo, precisaram decidir o que representar, como organizar as informações e de que forma elaborar a legenda.</p><p>A atividade favoreceu a participação ativa dos alunos, promovendo um aprendizado mais significativo, uma vez que aprenderam “fazendo” e estabeleceram relações concretas com o conteúdo trabalhado.</p>]]></description>
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         <pubDate>2026-04-21 14:35:37 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>A &quot;FESTA&quot; DO CONHECIMENTO: CONSTRUINDO A HISTÓRIA DO NOSSO JEITO!</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/Ensina_Brasil/ConstruindoaCulturaqueQueremos/wish/3878265333</link>
         <description><![CDATA[<p>Quem disse que avaliação precisa ser chata? Nas minhas cinco turmas de 9º ano (9º A, C, I, J e K), a prova foi uma verdadeira festa — barulhenta, vibrante e cheia de vida!</p><p>​Entreguei 10 imagens da Primeira Guerra Mundial para cada grupo e dei o desafio: montar uma linha do tempo sem usar livro e sem eu falar nada antes. Queria enaltecer o que eles já sabiam!</p><p>​Foi emocionante ver a capacidade de diálogo e o poder de convencimento entre eles. Eles discutiram, negociaram e construíram a narrativa da guerra sozinhos. Depois, debatemos ponto a ponto o porquê de cada escolha. O engajamento foi maravilhoso e o conhecimento prévio deles brilhou! ✨</p><p>​#EnsinaBrasil #AprendizagemAtiva #HistóriaNaPrática  #Protagonismo </p><p><br/></p><p>Katiane Cezimbra - Docente de História </p><p>EE Souza Bandeira</p>]]></description>
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         <pubDate>2026-04-21 23:28:41 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>ESTRELAS DA INDÚSTRIA: SAÍMOS DA TEORIA PARA VIRAR OPERÁRIOS!</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/Ensina_Brasil/ConstruindoaCulturaqueQueremos/wish/3878272816</link>
         <description><![CDATA[<p>Para os meus alunos do 8º ano entenderem a <strong>Revolução Industrial</strong>, a gente saiu da teoria e virou operário! Fizemos uma oficina de produção de estrelas que foi pura diversão e aprendizado.</p><p>​Dividi a aula em momentos: primeiro eles trabalharam como <strong>artesãos</strong> (cada um com seu material e autonomia). Depois, eu disponibilizei os recursos e eles viraram uma <strong>manufatura</strong>, com divisão de tarefas (um cortava, outro desenhava e outro pintava). Por fim, debatemos a <strong>maquinofatura</strong> e o ritmo das fábricas.</p><p>​Eles sentiram na pele a diferença entre fazer tudo sozinho e virar "peça" de uma linha de montagem. O debate foi riquíssimo e a compreensão do conteúdo foi muito além do quadro.  Foi dinâmico, direto e divertido. </p><p><br/></p><p>​<strong>#EnsinaBrasil #História #RevoluçãoIndustrial #SouzaBandeira #MetodologiasAtivas #EducaçãoMatoGrosso #VivênciaPedagógica</strong></p><p><br/></p><p>Katiane Cezimbra - Docente de História </p><p>EE. Souza Bandeira</p>]]></description>
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         <pubDate>2026-04-21 23:37:50 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>GUARDIÕES DA MEMÓRIA: PEQUENOS GRIÔS EM AÇÃO</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/Ensina_Brasil/ConstruindoaCulturaqueQueremos/wish/3878293893</link>
         <description><![CDATA[<p>Com as turmas do 6º A e C, propus uma vivência diferente: aprender por meio da escuta, da fala e da imaginação. Em grupos, os estudantes receberam um objeto e criaram histórias inspiradas nos mitos e saberes das sociedades africanas e indígenas.</p><p>Em uma grande roda, compartilharam suas narrativas, exercitando a oralidade e o respeito pela fala do outro — elementos centrais dessas culturas.</p><p>A atividade colocou os estudantes no centro do processo: eles criaram, contaram, ouviram e deram sentido ao que estavam aprendendo. O resultado foi envolvimento, protagonismo e a compreensão de que o conhecimento também vive na memória, na fala e nas nossas vivências.</p><p><br/></p><p>#EnsinaBrasil #Oralidade #Griôs #ProtagonismoEstudantil #SaberesAncestrais</p><p><br/></p><p>Katiane Cezimbra - Docente de História </p><p>EE. Souza Bandeira</p>]]></description>
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         <pubDate>2026-04-21 23:57:39 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>🎭 O PODER DAS MÁSCARAS: APRENDER COM A DIVERSIDADE AFRICANA</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/Ensina_Brasil/ConstruindoaCulturaqueQueremos/wish/3878318150</link>
         <description><![CDATA[<p>Com as turmas do 7º I e C, desenvolvi uma atividade sobre máscaras africanas para compreender a diversidade das sociedades do continente. Na aula de História, os estudantes pesquisaram a origem, a importância e os significados dessas produções.</p><p>A partir disso, produziram representações das máscaras escolhidas, conectando pesquisa e criação e dando forma ao que aprenderam.</p><p>Ao longo do processo, perceberam que as máscaras vão muito além da estética: expressam crenças, ancestralidade e a relação entre o mundo material e espiritual.</p><p>Pesquisaram, criaram e apresentaram. Os estudantes foram protagonistas do processo, mostrando envolvimento, participação e construindo um olhar mais crítico e respeitoso sobre a riqueza das culturas africanas e sua importância na nossa formação.</p><p><br/></p><p>#EnsinaBrasil #História #SociedadesAfricanas #DiversidadeCultural #ProtagonismoEstudantil #CulturaAfro</p><p><br/></p><p>Katiane Cezimbra - Docente de História </p><p>EE. Souza Bandeira</p>]]></description>
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         <pubDate>2026-04-22 00:16:03 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>LabTerri: Robótica Aplicada e Geopolítica
</title>
         <author>thiagofurtado1</author>
         <link>https://padlet.com/Ensina_Brasil/ConstruindoaCulturaqueQueremos/wish/3879065080</link>
         <description><![CDATA[<p>O projeto nasceu de um incômodo real: como alcançar alunos com perfis tão potentes, mas que estavam se perdendo no desinteresse e no barulho da rotina escolar? Eu sabia que não era falta de capacidade, era falta de um desafio à altura. Levei dez desses estudantes para o laboratório de robótica do IFMT e, longe das paredes da sala de aula comum, o que era visto como agitação virou foco absoluto. O objetivo agora é ambicioso: estamos nos preparando para competir nas Olimpíadas Brasileiras de Robótica (OBR) e de Geopolítica (OBGP).</p><p><br/></p><p>Um dos maiores ganhos até aqui é ver como perfis diferentes se encontram na prática. Temos uma aluna com dupla excepcionalidade (PAEDE) que costumava fugir da sala de aula e hoje encontrou o equilíbrio, tornando-se uma das protagonistas do grupo. Ao lado dela, o Arthur, que já domina ferramentas como Arduino e robótica, naturalmente assumiu a liderança técnica durante as aulas no IFMT. A resposta deles foi tão imediata que o cronograma inicial ficou pequeno. Eles mesmos pediram para aumentar os encontros e agora estamos juntos terças e quartas na escola, além dos sábados no IFMT.</p><p><br/></p><p>Essa movimentação só é possível graças à articulação e ao apoio que encontrei na gestão e na coordenação pedagógica. Tenho uma troca muito positiva com a professora que intermedeia os projetos com a gestão, o que abriu portas para planejarmos a criação de um laboratório de informática próprio e a ativação do podcast da escola. O objetivo é introduzir o audiovisual e o letramento digital de forma profunda. Mais do que montar robôs, pretendemos usar a técnica para resolver problemas no território.</p><p><br/></p><p>Na última reunião, ao definirem os próximos passos, Arthur sugeriu o uso da impressão 3D para resolver problemas práticos e arrecadar recursos para o projeto. Os dez alunos passarão a atuar como monitores, levando oficinas para toda a escola durante os recreios estendidos.</p><p><br/></p><p>A iniciativa já ultrapassou os muros: em diálogo com o polo de Cuiabá do Ensina Brasil, articulamos visitas para que estudantes de outras unidades participem das oficinas conduzidas por eles, que assumiram esses compromissos com a consciência de quem é responsável pelo próprio aprendizado e se coloca como liderança na comunidade escolar. Essa mudança de postura e a criação da rede de colaboração já são nossa maior vitória.</p>]]></description>
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         <pubDate>2026-04-22 07:09:47 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/Ensina_Brasil/ConstruindoaCulturaqueQueremos/wish/3879065080</guid>
      </item>
      <item>
         <title>&quot;A Grande Viagem no Tempo&quot; - Revisando o Paleolítico e o Neolítico com o 6º ano</title>
         <author>marinakuranaga</author>
         <link>https://padlet.com/Ensina_Brasil/ConstruindoaCulturaqueQueremos/wish/3879752057</link>
         <description><![CDATA[<p><br></p><p><strong>Contexto e Personagens</strong></p><p>Esta prática aconteceu na E.E.C.M. Professora Diva Hugueney de Siqueira Bastos, em Cuiabá, com os meus alunos dos 6º anos do Ensino Fundamental. As turmas são cheias de energia, com grande potencial, mas que apresentam um perfis bastante heterogêneos. Muitos dos estudantes apresentam dificuldades de leitura e letramento, o que torna o ensino de História tradicionalmente focado em textos e conceitos abstratos um obstáculo para a aprendizagem e a autonomia deles em sala de aula.</p><p><br></p><p><strong>Desafio</strong></p><p>O grande desafio era ensinar a transição do período Paleolítico para o Neolítico (conceitos como nomadismo, sedentarização, caça e agricultura) sem depender do livro didático ou de textos extensos no quadro. Eu precisava garantir que os estudantes com dificuldade de leitura não ficassem para trás e conseguissem compreender um marco tão distante no tempo de forma concreta, mantendo a atenção e o engajamento da turma durante toda a aula de 50 minutos.</p><p><br></p><p><strong>Solução</strong></p><p>A solução foi criar a aula de revisão temática "A Grande Viagem no Tempo", focado inteiramente na centralidade do estudante e em metodologias ativas, mais especificamente na aprendizagem cinestésica (motora) e tátil. Em vez de ler sobre a pré-história, os alunos "pegaram" a pré-história nas mãos: levei pedras ásperas, pedras polidas e grãos crus.</p><p>A aula foi dividida em imersão sensorial e movimento. O ápice foi o "Jogo do Pula-Tempo", onde dividi a sala ao meio com uma linha imaginária (Paleolítico de um lado, Neolítico do outro). Ao narrar situações de sobrevivência ou mostrar os objetos, os alunos precisavam pular para o lado correto da História. Para finalizar, garantindo a criação e consolidação do aprendizado, cada aluno recebeu um copinho com algodão para plantar seu próprio feijão para relembrar a importância do domínio da agricultura para o desenvolvimento das sociedades.</p><p><br></p><p><strong>Impacto</strong></p><p>A transformação na dinâmica da sala foi imediata. A ansiedade diante de um texto longo foi substituída por curiosidade e participação ativa. O corpo se tornou o principal registro da memória: pular, tocar nas pedras e plantar seu feijão democratizou o acesso ao conteúdo. Alunos que costumam se retrair nas aulas em algumas aulas demonstraram um ótimo engajamento.</p><p><br></p><p><strong>Futuro</strong></p><p>A continuidade desse projeto envolve expandir o uso da aprendizagem cinestésica e de materiais de baixo custo para outros períodos históricos abstratos (como a Antiguidade e o Egito Antigo). Além disso, o potencial de expansão está em registrar essa dinâmica como uma boa prática de educação inclusiva e engajamento.</p>]]></description>
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         <pubDate>2026-04-22 14:15:09 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Além do Pincel: Texturas e Materialidade na Expressão Artística</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/Ensina_Brasil/ConstruindoaCulturaqueQueremos/wish/3879941062</link>
         <description><![CDATA[<p>Nesta prática desenvolvida com as turmas dos 6 anos I J K e L, exploramos a arte para além dos suportes tradicionais. O objetivo central foi despertar nos estudantes a sensibilidade para diferentes <strong>texturas e materialidades</strong>, mostrando que a criação artística pode surgir de objetos do cotidiano e elementos da natureza.</p><p><strong>Ação :</strong> Os alunos foram incentivados a buscar formas de expressão utilizando materiais não convencionais. Em vez de ficarem restritos ao uso do pincel comum, eles experimentaram:</p><ul><li><p><strong>Esponjas de cozinha:</strong> para criar camadas e profundidade;</p></li><li><p><strong>Folhas de árvores:</strong> para explorar padrões orgânicos e carimbos naturais;</p></li><li><p><strong>Objetos variados:</strong> que serviram como ferramentas de suporte para a pintura.</p></li></ul><p><strong>Impacto:</strong> A atividade permitiu que os estudantes sentissem, na prática, como diferentes superfícies e ferramentas alteram o resultado final de uma obra. O foco foi o <strong>protagonismo e a criatividade</strong>, onde cada aluno pôde descobrir sua própria "assinatura" visual através do toque e da experimentação sensorial.</p><p><br></p><p>#ArteNaEscola #EducaçãoArtística #Materialidade #ProcessosCriativos #ExperimentaçãoSensorial #BoasPráticas #ProtagonismoEstudantil #AprendizagemAtiva</p><p>&nbsp;</p>]]></description>
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         <pubDate>2026-04-22 16:29:09 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/Ensina_Brasil/ConstruindoaCulturaqueQueremos/wish/3879941062</guid>
      </item>
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         <title>Simulação de Linha de Produção</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/Ensina_Brasil/ConstruindoaCulturaqueQueremos/wish/3879985906</link>
         <description><![CDATA[<p><strong>Contexto e personagens</strong></p><p>A atividade foi realizada com as turmas do <strong>8º ano</strong>, dentro da unidade de estudo sobre a <strong>Primeira Revolução Industrial</strong>. Os protagonistas foram os próprios estudantes, tornando-se "artesãos" e "operários", simulando as transformações produtivas da Inglaterra do século XVIII.</p><p><br/></p><p><strong>Desafio</strong></p><p>O problema central era compreender, com séculos de diferença, a transição da manufatura para a maquinofatura, além da preparação para prova que seria aplicada no futuro semanas depois. Todos os alunos participaram, de forma direta ou indireta, como artesãos, operários ou espectadores, para concluir as diferenças entre os processos de produção, ao visualizarem a prática em tempo real.</p><p><br/></p><p><strong>Solução</strong></p><p>Foi criar uma dinâmica em que eles pudessem observar cada detalhe para compor juntos as diferenças e semelhanças.<br>Foi dividido em dois lados: O Lado do Artesão e o Lado da Linha de Produção.<br>O primeiro produziu um liga de Delos sozinho, do início ao fim, dominando todas as ferramentas e o tempo. Já o segundo lado, foi organizado em três estudantes, uma “esteira”, em que cada aluno realizava apenas uma função específica e repetitiva (dobrar, colar ou cortar) sob a pressão de um cronômetro, simulando a <strong>divisão do trabalho.</strong></p><p><br/></p><p><strong>Impacto</strong></p><p>A transformação foi imediata. Os alunos perceberam que, embora a produção na "linha de montagem" tenha sido muito maior, o sentimento de satisfação diminuiu. Surgiram reflexões sobre a <strong>alienação do trabalho</strong> (não reconhecer o produto final como seu) e sobre o cansaço físico e mental gerado pela repetição, gerando uma empatia real com os operários da época estudada.</p><p><br/></p><p><strong>Futuro</strong></p><p>Esta experiência ajudou os alunos a desenvolverem durante a prova as diferenças entre as maneiras de produção. Além de dar continuidade da próxima temática da matéria sobre as <strong>reações operárias</strong> (Ludismo e Cartismo) e no surgimento das ideologias políticas.</p>]]></description>
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         <pubDate>2026-04-22 17:04:58 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Prática de acolhimento: Quais os degraus para seu sonho?
</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/Ensina_Brasil/ConstruindoaCulturaqueQueremos/wish/3880014993</link>
         <description><![CDATA[<ol><li><p>Contexto e Personagens</p></li></ol><p>A atividade foi realizada com os alunos do 9° ano da Escola Estadual Cívico Militar Professor João Crisóstomo de Figueiredo durante os primeiros contatos com os estudantes no começo do bimestre, na qual eles puderam refletir sobre os seus sonhos e como é possível realizar.</p><ol start="2"><li><p>Desafio</p></li></ol><p>O maior obstáculo identificado foi a distância entre o desejar e o realizar. Com poucas conversas com meus alunos, percebi a falta de perspectiva e incentivo para a realização dos seus sonhos, e como eles mesmo julgam ser insignificante, ou até mesmo inalcançável. O desafio era transformar esse sentimento em um plano de ação concreto, superando o medo e a vergonha de não ser capaz de chegar lá.</p><ol start="3"><li><p>Solução:</p></li></ol><p>Utilizamos o poema de Fernando Pessoa como marco inicial, ao lermos junto dentro de sala de aula. Analisamos os versos de Pessoa, conectando a literatura com a vida real. Pedi para que eles virassem o pedaço de papel com o poema, desenhassem uma nuvem contendo sua palavra-chave: o seu maior sonho. Colocando em seguida, abaixo da nuvem degraus, escrevendo em cada um as ações ou etapas necessárias para alcançar o topo.</p><ol start="4"><li><p>Impacto</p></li></ol><p>A transformação foi visível na materialização das metas. Ao escreverem os degraus, os alunos deixaram de ver o sonho como algo inalcançável e passaram a percebê-lo como algo possível através das ações escritas. Houve um aumento na autoconfiança e no compartilhamento de experiências entre a turma. Alguns deles me entregaram os seus sonhos para que eu pudesse conferir se daria certo, mesmo sem ler, a conclusão foi que estaria ao lado deles para alcançarem seus sonhos.</p><ol start="5"><li><p>Futuro</p></li></ol><p>Esta foi apenas a nossa primeira interação. A continuidade do projeto prevê o acompanhamento desses "degraus" ao longo do ano letivo. Alguns pensaram em desistir e desacreditar no próprio potencial, então algumas conversas foram necessárias ou até mesmo simples perguntas: O que houve para você desacreditar em você mesmo?</p>]]></description>
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         <pubDate>2026-04-22 17:29:52 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/Ensina_Brasil/ConstruindoaCulturaqueQueremos/wish/3880014993</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Transformando preconceitos em valorização cultural</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/Ensina_Brasil/ConstruindoaCulturaqueQueremos/wish/3880211916</link>
         <description><![CDATA[<p><strong>Gabrielle Menezes</strong></p><p><em>1º ano, Escola Estadual Cívico-Militar João Brienne de Camargo</em></p><p><br></p><p>Atuo como professora de História e Geografia na Escola Estadual Cívico-Militar João Brienne de Camargo, em Cuiabá (MT), atendendo alunos do Ensino Fundamental e Médio. No dia a dia escolar, observei casos recorrentes de racismo contra povos indígenas e negros, perpetuando imagens negativas e estereotipadas sobre o continente africano e as populações indígenas brasileiras.  </p><p><br></p><p>Para combater esses preconceitos, criei um trabalho avaliativo no final do bimestre com os 7º anos, expandindo o estudo de reinos e impérios africanos além dos livros didáticos. Dividi a turma em equipes de pesquisa, que produziram materiais para apresentações em classe, destacando a diversidade cultural e material do continente.</p><p><br></p><p>Já para os povos indígenas, Ana Caroline (professora de História) e eu organizamos, em 20 de abril (próximo ao Dia dos Povos Indígenas, 19 de abril), um evento com o grêmio e os professores da escola. Incluímos apresentações das turmas, músicas indígenas, sala de artes e sessões de cinema. Como responsável pelo 6º ano, elaborei uma aula sobre grafismo indígena, revelando que cada traço carrega significados profundos, e não são meras pinturas aleatórias. Ao final, realizamos uma reprodução coletiva de grafismos de povos brasileiros em papel para expor na sala de artes. </p><p><br></p><p>Ressalto aqui a importância de criar uma rede de apoio dentro da escola para ações transformadoras. Com grande alegria, afirmo que nosso evento só foi possível graças à dedicação e criatividade de todos os professores envolvidos. Destaco especialmente as colegas Maria José, Ariadne, Maria Aparecida, Cintia, Mari e Francielle (professoras de Geografia, Português e Ciências), que nos auxiliaram durante a formação do evento. Um agradecimento especial à queridíssima parceira Ana Caroline, que idealizou o projeto. É lindo ver como estamos alinhadas pensando em uma educação de qualidade para todos!</p><p><br></p><p>Essas ações transformaram a percepção dos alunos: eles identificaram a grandiosidade cultural africana, quebrando estereótipos negativos sobre negros e o continente; valorizaram os povos indígenas como protagonistas históricos. O empenho nas atividades cresceu visivelmente e acreditamos que fomentará empatia, orgulho cultural e um ambiente escolar mais inclusivo e engajado.</p>]]></description>
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         <pubDate>2026-04-22 20:43:33 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Curso Básico de Robótica Educacional</title>
         <author>biordias</author>
         <link>https://padlet.com/Ensina_Brasil/ConstruindoaCulturaqueQueremos/wish/3880549445</link>
         <description><![CDATA[<p>Raphael Dias, 2026, EE Malik Didier Namer Zahafi (Cuiabá)</p><p>(Projeto)</p><p><br></p><p>1. Contexto e Personagens</p><p>O Curso Básico de Robótica foi desenvolvido como continuidade de uma iniciativa iniciada no ano anterior, voltada à formação de estudantes para atuação em robótica educacional e competições. O projeto envolve alunos do ensino fundamental, com destaque para o protagonismo dos estudantes da equipe avançada, que atuaram como mediadores dos encontros, compartilhando conhecimentos e auxiliando os participantes na construção coletiva do aprendizado. A proposta está alinhada às diretrizes da BNCC da Computação, promovendo o desenvolvimento do pensamento computacional, da cultura digital e do uso consciente da tecnologia no ambiente escolar.</p><p>2. Desafio</p><p>A implementação do curso enfrentou desafios relacionados à disponibilidade dos alunos, que precisavam participar das atividades no contraturno, e à limitação do espaço físico do laboratório, que não comporta grandes grupos simultaneamente. Além disso, a alta demanda (cerca de 160 inscritos) evidenciou a necessidade de estruturar o curso de forma acessível e organizada.</p><p>3. Solução</p><p>Como estratégia, o curso foi dividido em quatro turmas de até 20 alunos, distribuídas entre os períodos da manhã e da tarde, permitindo maior flexibilidade de participação e melhor aproveitamento do espaço disponível. A seleção dos participantes ocorreu por ordem de inscrição, e a condução das aulas priorizou metodologias ativas, com atividades práticas de montagem e programação utilizando o KIT LEGO, sempre com apoio dos alunos da equipe avançada.</p><p>4. Impacto</p><p>O curso proporcionou um primeiro contato significativo com a robótica educacional, desenvolvendo habilidades técnicas e socioemocionais, como colaboração, criatividade e resolução de problemas. O protagonismo dos alunos mediadores fortaleceu a cultura de cooperação e aprendizagem entre pares, enquanto os participantes ampliaram seu interesse pela tecnologia e pelo pensamento computacional. Ao todo, 80 alunos foram formados e conheceram a robótica enquanto ferramenta de resolução de problemas.</p><p>5. Futuro</p><p>Como desdobramento, o projeto prevê a seleção dos alunos com melhor desempenho para compor uma equipe de nível intermediário, dando continuidade à formação e ampliando o alcance da robótica educacional no colégio. A iniciativa demonstra potencial de expansão, consolidando-se como uma estratégia sustentável de formação tecnológica e inovação educacional.</p>]]></description>
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         <pubDate>2026-04-23 01:39:22 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Atividade: Cidadania e Respeito – Enfrentamento à Violência contra a Mulher</title>
         <author>vieiraleticia29</author>
         <link>https://padlet.com/Ensina_Brasil/ConstruindoaCulturaqueQueremos/wish/3880723795</link>
         <description><![CDATA[<p><br/></p><p>A atividade foi desenvolvida com as turmas de 8º ano, abordando a temática da violência contra a mulher a partir de uma perspectiva histórica e social. Inicialmente, foi apresentada a situação atual dessa problemática, com foco nos índices de violência no estado de Mato Grosso e na cidade de Cuiabá, promovendo a leitura e análise de dados e indicadores.</p><p><br/></p><p>Em seguida, estabeleceu-se uma correlação com conteúdos históricos, especialmente o Iluminismo e a Declaração dos Direitos do Homem e do Cidadão, discutindo suas limitações em relação à exclusão das mulheres. A partir disso, foi proposta uma reflexão sobre a ampliação dos direitos, incluindo a luta pela igualdade de gênero e os direitos das mulheres.</p><p><br/></p><p>A aula contou com momentos de debate, nos quais os alunos puderam expressar suas opiniões e reflexões, além da utilização de materiais complementares, como reportagens e vídeos jornalísticos, contribuindo para a compreensão da temática na atualidade.</p><p><br/></p><p>Como atividade final, os alunos foram organizados em grupos para elaborar propostas de intervenção voltadas ao enfrentamento da violência contra a mulher. Para isso, utilizaram argumentos históricos, fundamentados nos ideais iluministas e nos documentos de direitos, articulando passado e presente.</p><p><br/></p><p>A atividade promoveu maior conscientização dos estudantes acerca da gravidade da violência contra a mulher e da importância do respeito, da igualdade de direitos e da cidadania. Como consequência pedagógica, observou-se o desenvolvimento do pensamento crítico, da argumentação e do senso de responsabilidade social, evidenciados nas propostas elaboradas pelos grupos, que demonstraram compreensão da temática e engajamento na busca por soluções.</p>]]></description>
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         <pubDate>2026-04-23 03:05:39 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Atividade: Primeira Guerra Mundial – Pesquisa e Construção do Conhecimento</title>
         <author>vieiraleticia29</author>
         <link>https://padlet.com/Ensina_Brasil/ConstruindoaCulturaqueQueremos/wish/3880749853</link>
         <description><![CDATA[<p><br/></p><p>A atividade foi desenvolvida com as turmas de 9º ano, com o objetivo de aprofundar a compreensão dos principais aspectos relacionados à Primeira Guerra Mundial, como o nacionalismo, a corrida armamentista, o estopim do conflito e suas consequências no cenário mundial.</p><p><br/></p><p>Partindo da indagação sobre como os alunos poderiam investigar e compreender, de forma autônoma e colaborativa, os fatores e desdobramentos desse conflito, os estudantes foram organizados em grupos e orientados a realizar pesquisas a partir de diferentes fontes, favorecendo o desenvolvimento da autonomia no processo de aprendizagem.</p><p><br/></p><p>Durante a atividade, buscou-se estimular a capacidade de investigação, análise e seleção de informações relevantes, bem como a organização das ideias de forma clara e coerente. A proposta promoveu o protagonismo dos estudantes e a colaboração mútua entre os grupos, incentivando a troca de conhecimentos e o trabalho coletivo na construção do saber histórico.</p><p><br/></p><p>Como produto final, os grupos elaboraram cartazes sintetizando os conteúdos estudados, os quais foram expostos na sala de aula. Essa exposição possibilitou o acesso ao conhecimento por todos os alunos, ampliando as oportunidades de aprendizagem por meio do contato com diferentes produções e perspectivas.</p><p><br/></p><p>A atividade resultou em maior engajamento da turma e na consolidação dos conteúdos trabalhados, evidenciada na compreensão dos fatores que levaram ao conflito e de seus desdobramentos históricos, além de fortalecer habilidades como cooperação, responsabilidade e organização.</p>]]></description>
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         <pubDate>2026-04-23 03:19:45 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title> Investigação Histórica</title>
         <author>vieiraleticia29</author>
         <link>https://padlet.com/Ensina_Brasil/ConstruindoaCulturaqueQueremos/wish/3880769064</link>
         <description><![CDATA[<p><br/></p><p>A atividade foi desenvolvida com as turmas de 6º ano, com o objetivo de promover a compreensão prática do trabalho do historiador, estimulando o protagonismo dos alunos por meio da investigação e análise de diferentes fontes históricas.</p><p><br/></p><p>A proposta consistiu na realização de uma atividade de investigação histórica, na qual os estudantes foram convidados a observar, analisar e interpretar diferentes objetos e vestígios do passado. Para isso, foram disponibilizados diversos itens pessoais, como fotografias, livros, cartas de outros alunos, jogos, entre outros materiais, possibilitando o contato direto com diferentes tipos de fontes.</p><p><br/></p><p>A atividade foi orientada por perguntas norteadoras, como: o que é o objeto analisado, a quem ele pertence, quem é a pessoa investigada, o que é possível compreender a partir desse material e quais informações podem ser reunidas a partir da análise. A partir dessas indagações, os alunos registraram suas observações e construíram pequenos resumos com base nas informações identificadas.</p><p><br/></p><p>A proposta promoveu o protagonismo dos estudantes e a participação ativa no processo de aprendizagem, incentivando a curiosidade, a investigação e o pensamento crítico. Além disso, favoreceu a compreensão de que o conhecimento histórico é construído a partir da análise de fontes e da interpretação de vestígios do passado.</p><p><br/></p><p>Como resultado, foi possível perceber o engajamento e o interesse dos alunos ao longo da atividade, especialmente na participação ativa e na exposição das descobertas realizadas a partir de suas observações, evidenciando o envolvimento com a proposta e a apropriação do papel de investigador.</p>]]></description>
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         <pubDate>2026-04-23 03:31:18 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Atividade: Nós e o ciclo da água</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/Ensina_Brasil/ConstruindoaCulturaqueQueremos/wish/3881589105</link>
         <description><![CDATA[<p><strong>Ciclo da Água na prática: aprendendo a partir da percepção dos alunos</strong></p><p>Durante uma aula com a turma do 6º ano, trabalhamos o ciclo da água de forma dinâmica e participativa. A atividade iniciou com cada aluno produzindo um desenho livre, partindo do sol e, gradualmente, construindo os demais elementos do ciclo conforme discutíamos coletivamente como cada componente se relaciona no processo.</p><p>Ao longo da atividade, os estudantes foram incorporando elementos como evaporação, formação de nuvens e precipitação, baseando-se não apenas nas imagens dos livros, mas principalmente naquilo que observam em seu cotidiano.</p><p>Essa abordagem favorece uma aprendizagem mais significativa, pois amplia a compreensão do ciclo da água para além de representações prontas, conectando o conteúdo à realidade vivenciada pelos alunos. Assim, o conhecimento se torna mais concreto, crítico e próximo do contexto em que estão inseridos.</p><p>Aprender ciência também é reconhecer o mundo ao nosso redor!</p>]]></description>
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         <pubDate>2026-04-23 13:15:40 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Cuiabá em Memória: histórias negras e indígenas no aniversário da cidade</title>
         <author>joelrcorreia</author>
         <link>https://padlet.com/Ensina_Brasil/ConstruindoaCulturaqueQueremos/wish/3881873795</link>
         <description><![CDATA[<p>No aniversário de Cuiabá, a escola desenvolveu uma proposta pedagógica integrada que articulou memória, território e identidade, com foco na valorização das histórias negras e indígenas da cidade. As atividades foram planejadas de forma interdisciplinar e resultaram em produções dos estudantes que evidenciaram a presença, a resistência e as contribuições desses grupos na formação social, cultural e espacial cuiabana.</p><p>Entre as ações realizadas, destacou-se a montagem de uma casa cuiabana, construída coletivamente pelos alunos, com a incorporação de elementos e adereços típicos que remetem à história local. O espaço funcionou como um dispositivo pedagógico vivo, permitindo que os estudantes compreendessem, de forma concreta, aspectos do cotidiano, das relações sociais e das influências culturais que constituem a identidade da cidade, especialmente a partir das matrizes negras e indígenas.</p><p>Paralelamente, os estudantes elaboraram verbetes sobre diferentes locais de Cuiabá, orientados por uma perspectiva étnico-racial. Esses materiais buscaram evidenciar a presença histórica de populações negras e indígenas nos territórios estudados, problematizando processos de invisibilização e ressignificando os espaços urbanos a partir de outras narrativas. Como desdobramento desse trabalho investigativo, foram produzidas maquetes que representavam esses locais, integrando pesquisa, interpretação e representação espacial.</p><p>A iniciativa está alinhada ao projeto de educação antirracista da escola, ao promover a problematização das desigualdades históricas e a valorização de narrativas plurais. Ao inserir a história negra e indígena como eixo central das comemorações, a prática contribuiu para a construção de uma educação mais equitativa, crítica e socialmente comprometida, fortalecendo o protagonismo estudantil e a relação entre escola, território e comunidade.</p>]]></description>
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         <pubDate>2026-04-23 16:51:50 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Exposição &quot;Cuiabá 307 anos: Entre fios e memórias da nossa cidade&quot;</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/Ensina_Brasil/ConstruindoaCulturaqueQueremos/wish/3882303426</link>
         <description><![CDATA[<p><strong>1. Contexto e Personagens</strong><br>Para celebrar o aniversário da cidade de Cuiabá, a Escola Estadual Cívico Militar Gustavo Kulmann reuniu estudantes, professores e comunidade em uma construção coletiva. O projeto ganhou força com a parceria entre docentes de Educação Física, Artes, Matemática, Geografia, Biologia, Inglês e Língua Portuguesa, que integraram saberes e experiências. Atuei na organização geral, articulando os temas, a logística de materiais, apoiando as escolhas das turmas e cuidando da ambientação da exposição.</p><p><strong>2. Desafio</strong><br>O desafio foi aproximar os estudantes da história e da cultura local de forma significativa, valorizando suas vivências e tornando o aprendizado mais envolvente e participativo.</p><p><strong>3. Solução</strong><br>A proposta se materializou em um <strong>varal cultural</strong>, com cartazes sobre comidas típicas, história, fotos antigas e músicas da cidade. O espaço foi complementado por apresentações de teatro, música e dança cuiabanas, trazendo movimento, expressão e identidade ao evento.</p><p><strong>4. Impacto</strong><br>A experiência fortaleceu o sentimento de pertencimento dos estudantes e evidenciou a potência do trabalho coletivo entre os professores. A escola se tornou um espaço ainda mais vivo de troca, escuta e valorização da cultura local.</p><p><strong>5. Futuro</strong><br>A vivência despertou nos estudantes o desejo de conhecer mais sobre a própria cidade, explorando outros espaços além do bairro e ampliando seus olhares sobre a história e a cultura local. A proposta tem potencial para continuar crescendo de forma inclusiva, mantendo o protagonismo dos alunos e o trabalho colaborativo como base.</p>]]></description>
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         <pubDate>2026-04-24 01:02:06 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>AlRawabi School for Girls e Violência contra as Mulheres</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/Ensina_Brasil/ConstruindoaCulturaqueQueremos/wish/3882348619</link>
         <description><![CDATA[<p><strong>1. Contexto e Personagens</strong><br>Este projeto foi desenvolvido com estudantes do 2º e 3º anos do Ensino Médio, a partir de inquietações que atravessam o cotidiano escolar e social: as múltiplas formas de violência contra a mulher. Como mulher negra e professora, parto de uma prática pedagógica comprometida com o diálogo, a escuta e a formação crítica. A série <em>AlRawabi School for Girls</em> foi escolhida como ponto de partida por abordar, de maneira sensível e provocadora, temas como bullying, machismo e violência de gênero. Mesmo situada em outro contexto cultural, a narrativa mobilizou identificações e abriu espaço para reflexões profundas entre os(as) estudantes, especialmente ao considerar que o estado de Mato Grosso, onde a escola está localizada, tem o maior número de casos de feminicídio registrados no país — um dado que torna o debate ainda mais urgente e próximo da realidade dos(as) jovens.</p><p><strong>2. Desafio</strong><br>O desafio consistiu em ir além de uma compreensão superficial da violência contra a mulher, problematizando suas raízes estruturais e suas diferentes manifestações — físicas, psicológicas, morais e simbólicas. A discussão foi ampliada para o contexto brasileiro, incluindo o entendimento do feminicídio conforme a legislação vigente. Também se buscou evidenciar como essas violências se intensificam quando atravessadas por marcadores como raça, exigindo dos(as) estudantes um olhar mais atento e crítico sobre a realidade em que estão inseridos(as).</p><p><strong>3. Solução</strong><br>Como desdobramento das reflexões, os(as) estudantes foram convidados(as) a criar uma campanha publicitária contra a violência contra a mulher. Em grupos, produziram vídeos para redes sociais, podcasts e cartazes, utilizando linguagens próximas ao seu cotidiano. As produções foram fundamentadas em debates, pesquisas e análises críticas da série, resultando em conteúdos informativos e mobilizadores.</p><p><strong>4. Impacto</strong><br>O projeto promoveu mudanças significativas na forma como os(as) estudantes percebem e discutem a violência de gênero. Houve ampliação da consciência crítica, desenvolvimento da empatia e fortalecimento do senso de responsabilidade social. As produções revelaram não apenas criatividade, mas também compromisso com a construção de uma sociedade mais justa. O reconhecimento de que vivem em um dos estados com maiores índices de feminicídio no Brasil tornou o debate ainda mais profundo e urgente em sala de aula.</p><p><strong>5. Futuro</strong><br>A proposta aponta para a necessidade de continuidade e aprofundamento. Há potencial para expansão a outras turmas e integração com diferentes áreas do conhecimento, fortalecendo uma abordagem interdisciplinar. Pretende-se também ampliar o debate sobre interseccionalidade, especialmente no que diz respeito às vivências de mulheres negras, consolidando a escola como um espaço de formação crítica e transformação social.</p>]]></description>
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         <pubDate>2026-04-24 01:25:20 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Direito em Ação: caminhos até o voto</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/Ensina_Brasil/ConstruindoaCulturaqueQueremos/wish/3882375281</link>
         <description><![CDATA[<p><strong>1. Contexto e Personagens</strong><br>Em meio às urgências do tempo presente, discutir democracia com jovens do Ensino Médio é também criar condições para que ela seja vivida. A mobilização em torno do alistamento eleitoral partiu desse princípio: aproximar o direito ao voto da experiência concreta dos(as) estudantes, conectando cidadania a escolhas reais e cotidianas.</p><p><strong>2. Desafio</strong><br>Persisti a sensação de distância entre juventude e política, muitas vezes reduzida a descrédito ou indiferença. Tornava-se necessário tensionar essa ideia, evidenciando que o voto não é um gesto isolado, mas parte de um processo coletivo que define rumos, garante direitos e também revela ausências quando negligenciado.</p><p><strong>3. Solução</strong><br>A proposta se materializou em ações articuladas. A simulação de votação, realizada na escola, ofereceu um primeiro contato com o processo eleitoral, deslocando-o do campo abstrato. Em seguida, no dia 23 de abril, a ida ao Tribunal Regional Eleitoral de Mato Grosso possibilitou a emissão do título de eleitor e o acesso ao Museu da Justiça Eleitoral. Nesse percurso, a história do voto no Brasil deixou de ser apenas conteúdo e passou a ser percebida como conquista, marcada por disputas e permanências.</p><p><strong>4. Impacto</strong><br>A experiência produziu deslocamentos importantes: o voto passou a ser compreendido menos como obrigação formal e mais como instrumento de presença e intervenção no mundo. Entre conversas, dúvidas e descobertas, consolidou-se a percepção de que participar é também uma forma de sustentar direitos e disputar futuros.</p><p><strong>5. Futuro</strong><br>Fica o compromisso de manter aberto esse campo de reflexão e prática. Incentivar o exercício do voto é, sobretudo, reafirmar a importância de acompanhar, questionar e decidir — entendendo que a democracia não se encerra nas urnas, mas começa, de fato, a partir delas.</p>]]></description>
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         <pubDate>2026-04-24 01:38:50 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>PAUTAS ANTIRRACISTAS</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/Ensina_Brasil/ConstruindoaCulturaqueQueremos/wish/3882428537</link>
         <description><![CDATA[<p><strong>Nome do projeto:</strong><br>Educação Antirracista – Padre Firmo</p><p><strong>Nome do Ensina:</strong> Felipe Leonardo (e Joel Correia)<br><strong>Ano:</strong> 2026<br><strong>Escola:</strong> Escola Estadual Padre Firmo Pinto Duarte Filho</p><p><strong>(Projeto educacional / prática pedagógica transformadora)</strong></p><p><br/></p><p><strong>1. Contexto e Personagens </strong></p><p>Não só a Escola Estadual Padre Firmo Pinto Duarte Filho, mas em maioria, as escolas estão inseridas em um contexto social marcado por desigualdades raciais historicamente construídas. Nesse cenário, surge a necessidade de transformar a escola em um espaço mais consciente, crítico e comprometido com a equidade racial.</p><p>A iniciativa é conduzida por nós professores -&nbsp; Felipe Leonardo e Joel Correia. Soma-se a nós, a aluna Ana Gabrielli, que se destaca pelo interesse e protagonismo no letramento racial, assumindo um papel ativo na construção dessa nova perspectiva dentro da escola.</p><p>O projeto envolve toda a comunidade escolar — estudantes, professores e gestão — como participantes de um processo coletivo de mudança cultural.</p><p><br/></p><p><strong>2. Desafio </strong></p><p>O principal desafio identificado é a ausência de uma cultura antirracista estruturada no cotidiano escolar. Apesar da presença significativa de estudantes negros de diferentes origens, as discussões sobre raça, identidade e racismo ainda são superficiais ou inexistentes em muitos espaços.</p><p>Além disso, há a reprodução de práticas, falas e comportamentos que, mesmo sem intenção explícita, reforçam desigualdades e preconceitos. A falta de letramento racial dificulta o reconhecimento dessas situações e impede avanços mais consistentes na construção de um ambiente verdadeiramente inclusivo.</p><p><br/></p><p><strong>3. Solução </strong></p><p>Desde o comço do ano, nós professores, estamos lutando e trabalhando pela pauta na escola. Trazendo atividades antirracistas, eventos que envolvem a cultura negra, como forma de demonstrar força, resistência e existência. Até o momento, a ação mais recente foi desenvolvida em uma dinâmica em formato de palestra, pensada como ação inicial para sensibilização e formação da comunidade escolar.</p><p>A atividade foi ministrada por nós professores - &nbsp;Felipe Leonardo e Joel Correia, junto à aluna Ana Gabrieli, que contribuiu trazendo reflexões a partir da perspectiva estudantil. A proposta rompe com o modelo tradicional de ensino ao incluir o protagonismo discente em um tema social relevante.</p><p>Durante a palestra, foram trabalhados conceitos fundamentais como racismo estrutural, identidade racial, pertencimento e responsabilidade coletiva. A abordagem buscou não apenas informar, mas provocar reflexão, questionamento e engajamento.</p><p>A ação foi planejada como o nosso grande passo de um processo maior, com potencial para se desdobrar em rodas de conversa, projetos interdisciplinares, produções estudantis e práticas contínuas de letramento racial.</p><p><br/></p><p><strong>4. Impacto </strong></p><p>Mesmo em sua fase inicial, o projeto já promoveu mudanças significativas no ambiente escolar. Os estudantes passaram a demonstrar maior interesse e abertura para discutir questões raciais, além de maior consciência sobre suas próprias atitudes e discursos.</p><p>A presença de uma aluna como protagonista fortaleceu o sentimento de pertencimento e mostrou que os estudantes também são agentes ativos na construção da escola que desejam.</p><p><br/></p><p><strong>5. Futuro</strong></p><p>O projeto possui grande potencial de continuidade e expansão. A proposta é consolidar a cultura antirracista como parte estruturante da escola, indo além de ações pontuais.</p><p>Mais do que um projeto, trata-se da construção de uma cultura — contínua, coletiva e transformadora.</p>]]></description>
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         <pubDate>2026-04-24 02:09:55 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Escola Nossa Senhora Rainha dos Anjos (CAIC)</title>
         <author>aliceDantas</author>
         <link>https://padlet.com/Ensina_Brasil/ConstruindoaCulturaqueQueremos/wish/3910790675</link>
         <description><![CDATA[<p>Ensina: Alice Dantas T25</p><p><br></p><p><strong>🎯 Dinâmica Pedagógica: “Missão Sobrevivência”</strong></p><p><strong>📚 Componente Curricular</strong></p><p>Matemática – 8º Ano do Ensino Fundamental</p><p><br></p><p><strong>⏱ Duração</strong></p><p>2 aulas de 50 minutos</p><p><br></p><p><strong>👥 Público-alvo</strong></p><p>Turma do 8º ano composta por 40 estudantes.</p><p>Os estudantes serão organizados em 8 grupos com 5 integrantes cada.</p><p><br></p><p><strong>🧩 Descrição da Dinâmica</strong></p><p>A atividade “Missão Sobrevivência” consiste em uma dinâmica gamificada voltada para o desenvolvimento do raciocínio lógico-matemático por meio da aplicação prática dos conceitos de grandezas diretamente proporcionais e inversamente proporcionais.</p><p>A proposta coloca os estudantes diante de uma situação-problema contextualizada, em que cada grupo representa uma equipe em uma missão de sobrevivência, possuindo recursos financeiros limitados para administrar despesas relacionadas à alimentação, tempo de permanência e transporte.</p><p>Cada grupo inicia a atividade com:</p><ul><li><p>uma quantidade fixa de pessoas;</p></li><li><p>um número específico de dias;</p></li><li><p>um valor inicial em dinheiro;</p></li><li><p>um custo fixo de transporte.</p></li></ul><p>Os valores variam entre os grupos, permitindo diferentes estratégias de resolução e evitando respostas padronizadas.</p><p><br></p><p><strong>🎯 Objetivos da Atividade</strong></p><ul><li><p>Compreender e diferenciar grandezas diretamente proporcionais e inversamente proporcionais;</p></li><li><p>Desenvolver estratégias de resolução de problemas;</p></li><li><p>Relacionar conceitos matemáticos com situações do cotidiano;</p></li><li><p>Incentivar o trabalho em equipe e a tomada de decisões coletivas;</p></li><li><p>Desenvolver argumentação matemática por meio da justificativa dos cálculos realizados;</p></li><li><p>Estimular o protagonismo e a participação ativa dos estudantes durante a aula.</p></li></ul><p><br></p><p><strong>🧠 Desenvolvimento da Atividade</strong></p><p>A dinâmica será dividida em etapas sequenciais:</p><p><br></p><p><strong>📌 1. Organização Inicial</strong></p><p>Os estudantes serão divididos em 8 grupos de 5 integrantes.<br>Cada integrante assumirá uma função dentro do grupo:</p><ul><li><p>líder;</p></li><li><p>calculador;</p></li><li><p>anotador;</p></li><li><p>fiscal;</p></li><li><p>apresentador.</p></li></ul><p>Inicialmente, será apresentada a situação-problema e as regras gerais da missão.</p><p><br></p><p><strong>🥩 2. Primeira Etapa – Alimentação</strong></p><p>Os grupos deverão calcular os gastos com alimentação considerando:</p><ul><li><p>quantidade de pessoas;</p></li><li><p>quantidade de dias;</p></li><li><p>valor diário da alimentação por pessoa.</p></li></ul><p>Nessa etapa, os estudantes deverão identificar e justificar a relação de proporcionalidade direta presente na situação.</p><p><br></p><p><strong>🚐 3. Segunda Etapa – Transporte</strong></p><p>Cada grupo receberá um valor fixo referente ao transporte da equipe.</p><p>Os estudantes deverão calcular:</p><ul><li><p>quanto cada integrante pagaria;</p></li><li><p>o impacto da variação no número de pessoas sobre o valor individual.</p></li></ul><p>A proposta permite a identificação da proporcionalidade inversa, ao perceberem que o aumento do número de pessoas reduz o valor pago individualmente.</p><p><br></p><p><strong>⚡ 4. Terceira Etapa – Eventos da Missão</strong></p><p>Após os cálculos iniciais, cada grupo receberá um evento inesperado, alterando as condições da missão.</p><p>Entre os eventos utilizados, destacam-se:</p><ul><li><p>aumento ou diminuição da quantidade de pessoas;</p></li><li><p>aumento ou diminuição dos dias de permanência;</p></li><li><p>aumento do custo da alimentação;</p></li><li><p>aumento do valor do transporte.</p></li></ul><p>Os grupos deverão refazer os cálculos e analisar o impacto das mudanças nos gastos totais da missão.</p><p>Essa etapa busca estimular:</p><ul><li><p>interpretação;</p></li><li><p>adaptação às novas condições;</p></li><li><p>análise crítica das relações proporcionais.</p></li></ul><p><br></p><p><strong>💣 5. Etapa Final – Resultado da Missão</strong></p><p>Ao final da dinâmica, os grupos deverão:</p><ul><li><p>calcular o gasto total atualizado;</p></li><li><p>identificar se conseguiram “sobreviver” financeiramente;</p></li><li><p>apresentar oralmente suas estratégias e conclusões para a turma.</p></li></ul><p><br></p><p><strong>📖 Metodologia Utilizada</strong></p><p>A dinâmica utiliza:</p><ul><li><p>aprendizagem baseada em problemas;</p></li><li><p>gamificação;</p></li><li><p>resolução colaborativa;</p></li><li><p>contextualização matemática;</p></li><li><p>investigação e argumentação matemática.</p></li></ul><p>A proposta busca tornar o estudante protagonista do processo de aprendizagem, promovendo maior engajamento e participação durante as aulas.</p><p><br></p><p><strong>✅ Avaliação</strong></p><p>A avaliação ocorrerá de forma processual, considerando:</p><ul><li><p>participação dos estudantes;</p></li><li><p>envolvimento nas discussões;</p></li><li><p>organização do grupo;</p></li><li><p>resolução correta dos cálculos;</p></li><li><p>identificação adequada das relações de proporcionalidade;</p></li><li><p>justificativas apresentadas durante a dinâmica.</p></li></ul><p>Também será observada a capacidade dos estudantes de aplicar conceitos matemáticos em situações contextualizadas e interpretar os impactos das alterações propostas pelos eventos da missão.</p><p><br></p><p><strong>💡 Considerações Finais</strong></p><p>A dinâmica “Missão Sobrevivência” foi planejada com o objetivo de aproximar os conteúdos matemáticos da realidade dos estudantes, promovendo uma aprendizagem mais significativa, participativa e contextualizada.</p><p>Ao transformar conceitos abstratos em situações práticas e desafiadoras, a atividade favorece o desenvolvimento do raciocínio lógico, da autonomia e do pensamento crítico, contribuindo para uma compreensão mais efetiva da matemática no cotidiano.</p><p><br/></p><p><br/></p><p><strong>LINK DOS SLIDES PARA QUEM QUISER USAR: </strong><a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://canva.link/mtmlmr4r62jvdx0"><strong>https://canva.link/mtmlmr4r62jvdx0</strong></a></p>]]></description>
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         <pubDate>2026-05-13 13:45:00 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>O brilho das Mulheres na Ciência</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/Ensina_Brasil/ConstruindoaCulturaqueQueremos/wish/3914130540</link>
         <description><![CDATA[<p>Nas aulas de Pensamento Científico, com o objetivo de ampliar a compreensão dos estudantes sobre a diversidade na ciência e incentivar o reconhecimento do protagonismo feminino na produção científica ao longo da história os alunos dos 8ºs anos produziram um mural colaborativo sobre as mulheres que foram destaque na Ciência.</p><p>Inicialmente, foi realizada uma conversa introdutória sobre o Dia Internacional da Mulher, discutindo a importância histórica da luta por direitos e igualdade de oportunidades, inclusive no campo científico; Em seguida, os estudantes foram organizados em grupos e convidados a pesquisar sobre cientistas mulheres de destaque em diferentes áreas da ciência, como física, química, biologia, astronomia e medicina; Após a etapa de pesquisa, os grupos produziram materiais visuais que em conjunto formaram um mural temático coletivo. </p>]]></description>
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         <pubDate>2026-05-15 13:53:40 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Conexão Sustentável </title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/Ensina_Brasil/ConstruindoaCulturaqueQueremos/wish/3914134415</link>
         <description><![CDATA[<p>Buscando consolidar o conhecimento das fontes de energia renováveis, suas vantagens e desvantagens para o meio ambiente. Os alunos participaram de uma atividade lúdica e dinâmica que tinha como objetivo completar um quebra-cabeças sobre as fontes renováveis de energia. </p><p>A atividade contou com a interação e o engajamento dos estudantes que conseguiram associar o conteúdo trabalhado de forma divertida e efetiva. </p>]]></description>
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         <pubDate>2026-05-15 13:57:12 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Planetário Céu do Agreste</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/Ensina_Brasil/ConstruindoaCulturaqueQueremos/wish/3914144110</link>
         <description><![CDATA[<p>A visita do Planetário Céu do Agreste foi um momento bastante enriquecedor para os alunos dos 8ºs e 9ºs anos da ETI Ir. Ceciliana Gross. </p><p>A experiência buscou consolidar os conteúdos vivenciados em sala de aula no 1º bimestre, bem como despertar a curiosidade e o interesse dos estudantes para a participação na OBA. </p><p>O momento contribuiu de forma significativa para a aprendizagem dos estudantes que puderam participar dessa experiência ímpar. </p>]]></description>
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         <pubDate>2026-05-15 14:04:25 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Wall-E e a Missão Sustentável: Arte com Reciclagem</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/Ensina_Brasil/ConstruindoaCulturaqueQueremos/wish/3914171944</link>
         <description><![CDATA[<p>Na eletiva de Letramento Científico os alunos  desenvolveram o pensamento crítico por meio da análise do filme Wall-E e construir cartazes reutilizando de materias que iriam para o lixo da escola.</p><p>Após análise e discussão do filme, os alunos deram vida aos personagens do filme através de cartazes produzidos com materiais recicláveis. </p><p>Nessa atividade os alunos puderam alinhar o pensamento crítico com sustentabilidade de forma criativa e artística.</p>]]></description>
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         <pubDate>2026-05-15 14:10:37 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Energia Invisível: Investigando a Eletrização</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/Ensina_Brasil/ConstruindoaCulturaqueQueremos/wish/3914197164</link>
         <description><![CDATA[<p>Com o objetivo de reconhecer os tipos de eletrização e as cargas elétricas presentes, os alunos participaram de uma atividade experimental. Onde vivenciaram através do cabo de guerra eletrostático os processos de eletrização. </p><p>A dinâmica contou com a participação e o engajamento das turmas dos 8ºs anos, que puderam concretizar a aprendizagem de maneira lúdica e divertida. </p>]]></description>
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         <pubDate>2026-05-15 14:30:00 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Redação Inclusiva: múltiplas formas de expressão</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/Ensina_Brasil/ConstruindoaCulturaqueQueremos/wish/3918339176</link>
         <description><![CDATA[<p><br/></p><p><br/></p><p><strong>Síntese da ação:</strong><br>Ao identificar que alguns estudantes da inclusão ainda não eram alfabetizados e, por isso, encontravam dificuldades para participar das propostas de produção textual, foi criada uma prática adaptada de redação desde o primeiro bimestre. A atividade passou a oferecer duas possibilidades de realização: os alunos alfabetizados produziam a redação escrita, enquanto os estudantes não alfabetizados, com apoio da profissional de apoio, ouviam a leitura da proposta, interpretavam as informações e expressavam sua compreensão por meio de desenhos e imagens construídas a partir da temática apresentada.</p><p><br/></p><p>A prática foi conduzida de forma colaborativa entre professor e profissional de apoio, respeitando as necessidades específicas de cada aluno e garantindo participação ativa de todos. Como resultado, houve maior inclusão, engajamento e valorização das diferentes formas de aprendizagem e expressão dos estudantes. A iniciativa também foi elogiada pela coordenação escolar, que destacou a sensibilidade pedagógica e a adaptação adequada às realidades dos alunos da inclusão.</p>]]></description>
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         <pubDate>2026-05-18 16:36:16 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Redação Inclusiva: múltiplas formas de expressão</title>
         <author>ermesonathan</author>
         <link>https://padlet.com/Ensina_Brasil/ConstruindoaCulturaqueQueremos/wish/3918353453</link>
         <description><![CDATA[<p><strong>Síntese da ação:</strong><br>Ao identificar que alguns estudantes da inclusão ainda não eram alfabetizados e, por isso, encontravam dificuldades para participar das propostas de produção textual, foi criada uma prática adaptada de redação desde o primeiro bimestre. A atividade passou a oferecer duas possibilidades de realização: os alunos alfabetizados produziam a redação escrita, enquanto os estudantes não alfabetizados, com apoio da profissional de apoio, ouviam a leitura da proposta, interpretavam as informações e expressavam sua compreensão por meio de desenhos e imagens construídas a partir da temática apresentada.</p><p><br/></p><p>A prática foi conduzida de forma colaborativa entre professor e profissional de apoio, respeitando as necessidades específicas de cada aluno e garantindo participação ativa de todos. Como resultado, houve maior inclusão, engajamento e valorização das diferentes formas de aprendizagem e expressão dos estudantes. A iniciativa também foi elogiada pela coordenação escolar, que destacou a sensibilidade pedagógica e a adaptação adequada às realidades dos alunos da inclusão.</p>]]></description>
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         <pubDate>2026-05-18 16:38:06 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Empatia e pertencimento através da arte digital</title>
         <author>ermesonathan</author>
         <link>https://padlet.com/Ensina_Brasil/ConstruindoaCulturaqueQueremos/wish/3918382558</link>
         <description><![CDATA[<p>A partir da observação das falas, características e personalidade de alguns estudantes, o professor desenvolveu uma prática pedagógica utilizando desenhos inspirados no estilo Pixar/Disney como forma de aproximação, empatia e engajamento nas aulas. Com autorização prévia de dois alunos, foram criadas ilustrações inspiradas neles, mas com alterações nas características visuais para preservar o respeito, a identidade e a individualidade de cada estudante.</p><p><br/></p><p>A prática despertou grande interesse da turma, fortalecendo vínculos afetivos e incentivando a participação nas atividades escolares. Os alunos sentiram-se valorizados e representados de forma positiva, o que contribuiu para a autoestima, socialização e motivação em sala de aula. Além disso, a experiência ajudou os estudantes a compreenderem que o conhecimento pode dialogar com diferentes linguagens, como arte, tecnologia e criatividade, tornando a aprendizagem mais significativa e próxima da realidade deles.</p>]]></description>
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         <pubDate>2026-05-18 16:49:46 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Rotação por estações: crônica e figuras de linguagem em movimento</title>
         <author>ermesonathan</author>
         <link>https://padlet.com/Ensina_Brasil/ConstruindoaCulturaqueQueremos/wish/3918393056</link>
         <description><![CDATA[<p><strong>Síntese da ação:</strong><br>A prática surgiu a partir de uma fala espontânea de um estudante, que comentou: “Professor, inventa tudo, mas me tira desta sala de aula que não aguento mais”. A partir dessa escuta sensível, o professor reorganizou a aula utilizando a metodologia de rotação por estações, trabalhando conteúdos já estudados anteriormente, como crônica e figuras de linguagem.</p><p><br/></p><p>As atividades foram organizadas em diferentes espaços da quadra escolar, permitindo que os alunos circulassem entre as estações e realizassem desafios variados relacionados aos conteúdos. A proposta buscou transformar o ambiente escolar em um espaço mais dinâmico, participativo e acolhedor, incentivando os estudantes a ocuparem outros ambientes do colégio como locais de aprendizagem.</p><p>Como resultado, houve maior engajamento, interação e participação dos alunos durante as atividades. A prática também contribuiu para tornar a revisão dos conteúdos mais significativa e divertida, fortalecendo o interesse pela disciplina e mostrando que a aprendizagem pode acontecer para além da sala de aula tradicional.</p>]]></description>
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         <pubDate>2026-05-18 17:00:27 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>🍶 Inserções em Circuitos Ideológicos: A Arte como Denúncia</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/Ensina_Brasil/ConstruindoaCulturaqueQueremos/wish/3920193786</link>
         <description><![CDATA[<p>Nesta aula prática, utilizei como referência  uma das obras mais emblemáticas da arte conceitual brasileira: o projeto "Inserções em Circuitos Ideológicos" (1970), de Cildo Meireles. Na obra original, o artista usava garrafas de Coca-Cola para fazer circular mensagens de contestação política e social que driblavam a censura da época.</p><p>Os nossos alunos assumiram o papel de provocadores visuais. Utilizando garrafas PET e ressignificando seus rótulos, eles transformaram objetos cotidianos em suportes de expressão artística, crítica e denúncia política.</p><p>As mensagens produzidas tinham como foco temas relacionados ao meio ambiente, redes sociais e trabalho infantil. </p><p>Sendo elas: </p><p>Uma criança trabalhando é um direito perdido!</p><p>Educação é acolhimento </p><p>Exploração não é ajuda!</p><p>Quanto vale sua atenção?</p><p>Água vale mais que ouro </p><p>O calor é político.</p>]]></description>
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         <pubDate>2026-05-19 13:59:28 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title> 🌍📍🗺️Cartografias Ancestrais: Grafismo e Identidade em Mato Grosso</title>
         <author>mariana29maria</author>
         <link>https://padlet.com/Ensina_Brasil/ConstruindoaCulturaqueQueremos/wish/3920266561</link>
         <description><![CDATA[<p>Nesta atividade prática, mergulhamos na riqueza cultural do estado através de uma releitura artística do mapa do Mato Grosso. Como as fotos mostram, os alunos transformaram o papel craft em um suporte de resistência, conectando a geografia política à ancestralidade dos povos originários. Utilizando canetas e grafite, eles desenharam grafismos indígenas e bordas geométricas detalhadas ao redor do mapa. O grande destaque foi o reconhecimento das etnias indígenas locais: Xavante, Bororo, Kayapó, Bakairi, Paresi e Munduruku, que foram escritos à mão e até destacados com recortes coloridos dentro do território que habitam. O objetivo foi visualizar Mato Grosso não apenas como um recorte geográfico, mas como um mosaico de identidades vivas. Essa prática permitiu "re-mapear" o olhar, promovendo o respeito às práticas tradicionais e a valorização das vozes que ocupam e preservam o  estado há séculos.</p><p>Os grafismos não são meros "desenhos decorativos"; para os povos indígenas, eles são códigos de identidade, rituais e conexão com a natureza.</p><p>Sendo assim  "Cartografia Ancestral" significa mapear a identidade, a cultura e a memória de um povo sobre o espaço geográfico. </p><p>O trabalho foi feito em conjunto com os estudantes da escola anexa e sede da E.E. Prof. Welson Mesquita de Oliveira. Dos 8° e 9° anos. </p>]]></description>
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         <pubDate>2026-05-19 14:45:59 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Questionário reflexivo para escuta e participação estudantil</title>
         <author>ermesonathan</author>
         <link>https://padlet.com/Ensina_Brasil/ConstruindoaCulturaqueQueremos/wish/3922630540</link>
         <description><![CDATA[<p>A prática surgiu a partir das formações do Ensina Brasil e das discussões em pares sobre estratégias de escuta e participação dos estudantes. Como proposta pedagógica, foi elaborado e aplicado um questionário reflexivo autoral com o objetivo de incentivar expressão de opiniões, pensamento crítico e participação ativa dos alunos.</p><p><br/></p><p>Para construção da atividade, também foi produzido um podcast teste como material complementar e apoio metodológico, inspirado nos referenciais da Teach For All e nas discussões formativas vivenciadas durante o programa.</p><p><br/></p><p>A aplicação do questionário possibilitou ampliar espaços de fala dos estudantes e promover momentos de reflexão sobre experiências e percepções dentro do ambiente escolar.</p><p><br/></p><p>Além disso, criei um podcast a partir dessa análise dos questionários do Ensina Brasil e da Teach For All, link: </p><p><br/></p><p><a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://notebooklm.google.com/notebook/2863c100-3654-4d12-8b6e-d54ac10dd8f8/artifact/8e4783f9-bd30-4960-88ec-2f873043f7ad?utm_source=nlm_web_share&amp;utm_medium=google_oo&amp;utm_campaign=art_share_2&amp;utm_content=&amp;utm_smc=nlm_web_share_google_oo_art_share_2_">https://notebooklm.google.com/notebook/2863c100-3654-4d12-8b6e-d54ac10dd8f8/artifact/8e4783f9-bd30-4960-88ec-2f873043f7ad?utm_source=nlm_web_share&amp;utm_medium=google_oo&amp;utm_campaign=art_share_2&amp;utm_content=&amp;utm_smc=nlm_web_share_google_oo_art_share_2_</a></p>]]></description>
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         <pubDate>2026-05-20 19:06:41 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Clube de Matemática ➗✖️ ➕➖</title>
         <author>antonioafernandes99</author>
         <link>https://padlet.com/Ensina_Brasil/ConstruindoaCulturaqueQueremos/wish/3924716286</link>
         <description><![CDATA[<ol><li><p><strong>Contexto e Personagens</strong><br>O Clube de Matemática do professor Antônio Fernandes surgiu dentro da escola como uma iniciativa voltada para estudantes do 8º ano que demonstravam interesse em aprender mais matemática e superar dificuldades de aprendizagem acumuladas ao longo dos anos. O projeto reúne duas turmas no horário do almoço, em um espaço de estudo colaborativo, protagonizado pelos próprios alunos e mediado pelo professor de Matemática. Participam estudantes com diferentes níveis de conhecimento, mas unidos pelo desejo de aprender, evoluir e enfrentar novos desafios acadêmicos.</p></li><li><p><strong>Desafio – O Problema a ser superado pelo projeto</strong><br>Muitos estudantes chegam ao 8º ano com grandes defasagens em conteúdos básicos de matemática, além de insegurança e desmotivação em relação à disciplina. Essa diferença de níveis dentro das turmas dificulta o avanço coletivo e impacta diretamente o desempenho escolar. Além disso, poucos alunos têm acesso a oportunidades de aprofundamento acadêmico e preparação para olimpíadas científicas, especialmente em contextos de escola pública.</p></li><li><p><strong>Solução – Como o projeto funciona</strong><br>O Clube de Matemática funciona no contraturno, durante o horário do almoço, reunindo os estudantes em encontros voltados para recomposição de aprendizagem, reforço de conceitos matemáticos e resolução de desafios. As atividades são desenvolvidas de forma dinâmica e colaborativa, com foco na construção do raciocínio lógico, da autonomia e da confiança dos alunos, sempre com acompanhamento do professor Antonio Fernandes. Atualmente, o grupo está se preparando para participar da OLITEF – Olimpíada do Tesouro Direto de Educação Financeira, utilizando questões contextualizadas e situações práticas relacionadas à educação financeira e matemática aplicada.</p></li><li><p><strong>Impacto – A transformação gerada</strong><br>O projeto tem fortalecido o interesse dos estudantes pela matemática e promovido avanços significativos na aprendizagem e na participação em sala de aula. Muitos alunos passaram a demonstrar mais confiança para resolver problemas, tirar dúvidas e enfrentar desafios acadêmicos. Além do desenvolvimento cognitivo, o Clube também fortalece habilidades socioemocionais, como cooperação, persistência e protagonismo estudantil. A participação em olimpíadas amplia horizontes e mostra aos estudantes que eles são capazes de alcançar espaços e oportunidades que antes pareciam distantes.</p></li><li><p><strong>Futuro – A continuidade e o potencial de expansão</strong><br>O Clube de Matemática possui potencial para envolver mais estudantes nos próximos meses, ampliando os encontros e incluindo novas turmas e modalidades de olimpíadas científicas. A proposta também pode inspirar outros projetos de reforço e aprofundamento dentro da escola, fortalecendo uma cultura de aprendizagem colaborativa e valorização do conhecimento. A expectativa é consolidar o projeto como um espaço permanente de desenvolvimento acadêmico, incentivo à educação financeira e transformação da relação dos estudantes com a matemática.</p></li></ol>]]></description>
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         <pubDate>2026-05-21 18:12:59 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Incluindo Educação Climática e Fomento aos Alunos para Iniciação Científica
</title>
         <author>marcia29souzams</author>
         <link>https://padlet.com/Ensina_Brasil/ConstruindoaCulturaqueQueremos/wish/3926591161</link>
         <description><![CDATA[<p>A ação surgiu diante da necessidade de ampliar o interesse e a motivação dos estudantes em relação aos temas sustentabilidade, educação climática e iniciação científica no CEPI Francisco. Considerando as expectativas dos alunos e a importância de aproximá-los de oportunidades educacionais e científicas, foram convidados ex-alunos do CEPI Osvaldo, protagonistas do Projeto ReciclaTec, para compartilharem suas experiências no processo de iniciação científica.</p><p>Durante a ação, os estudantes conheceram as possibilidades oferecidas pelo edital “Agentes de Transformação”, suas potencialidades, benefícios acadêmicos e oportunidades de crescimento pessoal e profissional. Aproveitando o momento, também foram promovidas discussões sobre educação climática, sustentabilidade e responsabilidade ambiental, fortalecendo a conscientização dos participantes.</p><p>As atividades foram conduzidas por meio de rodas de conversa, momentos de interação, esclarecimento de dúvidas e apresentação de experiências reais vivenciadas pelos ex-alunos convidados. Também foram apresentados os acessos e oportunidades conquistados a partir do comprometimento com o desempenho pedagógico e a participação em projetos científicos e ambientais.</p><p>Como resultado, observou-se maior curiosidade dos estudantes em relação às oportunidades de iniciação científica, aumento do interesse pelas ações ambientais desenvolvidas na escola e maior engajamento na ação de recolhimento e destinação correta dos resíduos de papel, fortalecendo a participação estudantil e o protagonismo juvenil.</p><p><br></p>]]></description>
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         <pubDate>2026-05-22 22:41:23 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Inclusão e Alfabetização por Meio de Jogos Lúdicos na Geografia
</title>
         <author>marcia29souzams</author>
         <link>https://padlet.com/Ensina_Brasil/ConstruindoaCulturaqueQueremos/wish/3926622194</link>
         <description><![CDATA[<p>A ação surgiu a partir da necessidade de fortalecer o processo de alfabetização e aprendizagem dos alunos da inclusão, promovendo maior participação, interação e desenvolvimento nas aulas de Geografia. Observou-se que muitos estudantes apresentavam dificuldades de concentração, leitura, interpretação e compreensão dos conteúdos quando trabalhados apenas de forma tradicional.</p><p>Para enfrentar essa realidade, foram desenvolvidas atividades lúdicas utilizando jogos pedagógicos voltados à alfabetização e ao ensino de Geografia, envolvendo identificação de lugares, orientação espacial, leitura de palavras, associação de imagens, formação de sílabas e reconhecimento do espaço vivido. As práticas foram conduzidas por meio de dinâmicas em grupo, rodas de interação, desafios educativos e atividades adaptadas às necessidades dos estudantes, favorecendo a participação ativa e o aprendizado significativo.</p><p>Como resultados, observou-se maior interesse e engajamento dos alunos durante as aulas, melhora na interação social, ampliação da participação nas atividades propostas e avanços no processo de alfabetização e compreensão dos conteúdos geográficos, fortalecendo a inclusão e o protagonismo dos estudantes no ambiente escolar.</p><p><br></p>]]></description>
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         <pubDate>2026-05-22 23:15:29 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Oficina Prática: Escrita Cuneiforme na Argila</title>
         <author>xistorrocha</author>
         <link>https://padlet.com/Ensina_Brasil/ConstruindoaCulturaqueQueremos/wish/3926624072</link>
         <description><![CDATA[<p>Atividade de imersão histórica na qual os estudantes assumiram o papel de escribas da antiga Mesopotâmia. Utilizando argila fresca e palitos modelados como cunhas, os alunos decodificaram e replicaram caracteres cuneiformes a partir de um alfabeto de referência, traduzindo conceitos abstratos em uma experiência tátil e visual.</p><p><strong>Objetivo Pedagógico:</strong> Compreender o surgimento da escrita como uma necessidade administrativa, econômica e social das primeiras cidades-estado, estimulando a empatia histórica, a análise da cultura material e o letramento científico.</p><p><strong>Impacto e Resultados:</strong> Engajamento integral da turma através da metodologia <em>aprender fazendo</em>. A atividade promoveu a inclusão e a acessibilidade, permitindo que diferentes ritmos de aprendizagem consolidassem o conteúdo por meio do estímulo sensorial e da reconstrução histórica prática.</p>]]></description>
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         <pubDate>2026-05-22 23:20:23 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Cine-Debate: O Julgamento de Ósiris e a Cosmovisão Egípcia</title>
         <author>xistorrocha</author>
         <link>https://padlet.com/Ensina_Brasil/ConstruindoaCulturaqueQueremos/wish/3926624574</link>
         <description><![CDATA[<p>Realização de uma sessão de cinema em sala de aula com a exibição de um curta-metragem dinâmico retratando o Tribunal de Ósiris (a pesagem do coração). Após a projeção, os estudantes participaram de um debate mediado em formato de círculo, analisando as conexões entre a religiosidade, as regras morais e a estrutura de poder na sociedade egípcia antiga.</p><p><strong>Objetivo Pedagógico:</strong> Desenvolver a habilidade de analisar criticamente produções audiovisuais contemporâneas que retratam o passado, além de propiciar a compreensão do conceito de justiça (Ma'at) e da vida após a morte para a estruturação social e política do Egito.</p><p><strong>Impacto e Resultados:</strong> Ampliação do repertório argumentativo e da expressão oral dos estudantes. O debate promoveu o respeito à diversidade de opiniões e permitiu fixar conceitos complexos de maneira lúdica, visual e conectada com discussões éticas e de valores que ecoam até os dias de hoje.</p>]]></description>
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         <pubDate>2026-05-22 23:22:27 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/Ensina_Brasil/ConstruindoaCulturaqueQueremos/wish/3926624574</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Jornadas de Conhecimento: Mobilização para a Olimpíada de História</title>
         <author>xistorrocha</author>
         <link>https://padlet.com/Ensina_Brasil/ConstruindoaCulturaqueQueremos/wish/3926624895</link>
         <description><![CDATA[<p>Planejamento estratégico, engajamento e acompanhamento de duas equipes de estudantes do sétimo ano em olimpíadas nacionais de história. A ação envolveu mentorias extracurriculares focadas na resolução de desafios complexos, interpretação de textos historiográficos, análise de imagens históricas, mapas e documentos de época.</p><p><strong>Objetivo Pedagógico:</strong> Fomentar a cultura de alta expectativa e a iniciação acadêmica na escola pública. O foco esteve em capacitar os alunos para o manuseio de fontes primárias e secundárias, desenvolvendo o raciocínio crítico, a leitura interpretativa profunda e a autonomia intelectual.</p><p><strong>Impacto e Resultados:</strong> Estímulo ao trabalho em equipe e à persistência acadêmica. A participação ativa fortaleceu o sentimento de pertença escolar e elevou as aspirações dos estudantes, demonstrando o potencial de protagonismo juvenil em avaliações de alcance nacional.</p>]]></description>
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         <pubDate>2026-05-22 23:24:01 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/Ensina_Brasil/ConstruindoaCulturaqueQueremos/wish/3926624895</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Projeto Estudante de Atitude: Grito de Garra e Auditoria Cívica</title>
         <author>xistorrocha</author>
         <link>https://padlet.com/Ensina_Brasil/ConstruindoaCulturaqueQueremos/wish/3926625303</link>
         <description><![CDATA[<p>Facilitação de etapas estruturantes de um projeto de protagonismo cívico com 40 estudantes. A ação consistiu em dois momentos principais: a co-criação e gravação do vídeo do "Grito de Garra" (uma manifestação cultural que consolidou a identidade, a união e o propósito coletivo do grupo) e a execução de uma "Auditoria Cívica", um diagnóstico em campo onde os próprios alunos mapearam as fragilidades e potencialidades da estrutura e do convívio escolar.</p><p><strong>Objetivo Pedagógico:</strong> Desenvolver competências socioemocionais, liderança e consciência cidadã ativa. O propósito foi capacitar os jovens para identificar problemas reais em suas comunidades, analisar dados de forma crítica e propor intervenções construtivas e democráticas.</p><p><strong>Impacto e Resultados:</strong> Produção de um vídeo de alto impacto e engajamento da comunidade escolar, culminando no empoderamento dos alunos, que deixaram de ser espectadores e passaram a atuar diretamente como agentes de melhoria e transformação do seu próprio espaço de convivência.</p>]]></description>
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         <pubDate>2026-05-22 23:25:22 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Conscientização e Combate ao Bullying e ao Preconceito Escolar.</title>
         <author>marcia29souzams</author>
         <link>https://padlet.com/Ensina_Brasil/ConstruindoaCulturaqueQueremos/wish/3926625847</link>
         <description><![CDATA[<p>Para enfrentar essa realidade, foram realizadas rodas de conversa, dinâmicas de interação, atividades reflexivas, apresentações temáticas e momentos de escuta, incentivando os alunos a dialogarem sobre respeito às diferenças, inclusão, convivência social e valorização da diversidade. Como parte da ação, os próprios estudantes participaram da criação de campanhas educativas de conscientização, produzindo cartazes, frases, murais e mensagens de combate ao bullying e ao preconceito, fortalecendo o protagonismo juvenil e a participação coletiva. Como resultados, observou-se maior conscientização dos estudantes sobre os impactos do bullying e do preconceito, melhoria na interação entre os alunos, fortalecimento do respeito às diferenças e maior participação nas atividades coletivas. A produção das campanhas pelos estudantes contribuiu para ampliar o diálogo dentro da escola, incentivando atitudes de empatia, acolhimento e convivência harmoniosa no ambiente escolar.</p>]]></description>
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         <pubDate>2026-05-22 23:28:09 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>
Construção de Expectativas para o Futuro 
</title>
         <author>marcia29souzams</author>
         <link>https://padlet.com/Ensina_Brasil/ConstruindoaCulturaqueQueremos/wish/3926630950</link>
         <description><![CDATA[<p>Com a necessidade de ampliar o engajamento dos estudantes e fortalecer suas perspectivas de futuro, incentivando-os a refletirem sobre oportunidades acadêmicas, profissionais e projetos de vida. Observou-se que muitos alunos apresentavam insegurança e pouca expectativa em relação ao futuro educacional e ao mercado de trabalho.</p><p>Para enfrentar essa realidade, foi realizado o convite ao programa Ensina Brasil para promover uma palestra motivacional com os estudantes, abordando temas como protagonismo juvenil, educação, carreira, sonhos, oportunidades e transformação social por meio do conhecimento. Durante a ação, os alunos participaram de momentos de diálogo, interação e esclarecimento de dúvidas sobre possibilidades acadêmicas e profissionais.</p><p>Como resultados, observou-se maior interesse e participação dos estudantes nas atividades escolares, aumento da motivação em relação aos estudos e fortalecimento das expectativas sobre o futuro, contribuindo para o desenvolvimento do protagonismo juvenil e da valorização da educação como instrumento de transformação social.</p><p><br/></p>]]></description>
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         <pubDate>2026-05-22 23:46:17 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Conhecendo o Espaço Geográfico e as Instituições Públicas do Município 
</title>
         <author>marcia29souzams</author>
         <link>https://padlet.com/Ensina_Brasil/ConstruindoaCulturaqueQueremos/wish/3926637156</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2026-05-23 00:03:34 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Musical English: A Língua Inglesa e os Musicais</title>
         <author>barbaraliz2001</author>
         <link>https://padlet.com/Ensina_Brasil/ConstruindoaCulturaqueQueremos/wish/3926773710</link>
         <description><![CDATA[<p><strong>Bárbara Liz – CEPI JK</strong></p><p><strong>Projeto interdisciplinar – Eletiva de Linguagens</strong></p><p><br/></p><p><strong>Contexto e Personagens</strong></p><p>O projeto nasceu com a elaboração da eletiva <em>Musical English</em>, desenvolvida com estudantes das três séries do Ensino Médio e em parceria com o professor de Artes, Alex. A proposta reúne alunos com diferentes talentos e interesses em torno do universo dos musicais, explorando atuação, música, dança, interpretação e cultura. Ao longo das aulas, os estudantes participaram ativamente da escolha das obras, da montagem das cenas, da organização dos ensaios e da construção coletiva do espetáculo final.</p><p><br/></p><p><strong>Desafio</strong></p><p>O principal desafio do projeto foi aproximar os estudantes da língua inglesa e das manifestações artísticas de forma significativa, rompendo com a visão de um ensino limitado apenas à gramática e ao conteúdo tradicional. Além disso, buscou-se estimular o protagonismo juvenil, a expressão artística e o trabalho coletivo, valorizando diferentes habilidades e formas de participação dentro do ambiente escolar.</p><p><br/></p><p><strong>Solução</strong></p><p>A eletiva foi estruturada a partir do estudo do teatro musical e de suas diferentes vertentes, passando por clássicos da Broadway e do cinema musical até produções contemporâneas. As aulas envolveram análise de cenas, músicas, contexto histórico dos musicais, interpretação, expressão corporal e ensaios performáticos. Os estudantes organizaram apresentações inspiradas em obras como <em>Phantom of the Opera</em>, <em>Frozen</em>, <em>Descendentes</em>, <em>High School Musical</em> e <em>EPIC: The Musical</em>, que culminarão em um espetáculo híbrido, que unirá narração e números musicais para apresentar ao público a evolução e a diversidade do teatro musical.</p><p><br/></p><p><strong>Impacto</strong></p><p>O projeto fortaleceu o engajamento dos estudantes com a escola, ampliou o interesse pela arte e pela cultura e incentivou a participação coletiva. Além do desenvolvimento artístico, os alunos aprimoraram habilidades de comunicação, expressão, responsabilidade, colaboração e autonomia. A eletiva também criou um espaço seguro para criatividade e pertencimento, permitindo que muitos estudantes se destacassem em áreas nas quais antes não tinham oportunidade de se expressar.</p><p><br/></p><p><strong>Futuro</strong></p><p>A proposta possui potencial de continuidade e expansão, já com a pretensão de prosseguir no semestre seguinte, dando ênfase a um dos musicais escolhidos (EPIC - O Musical), a fim de colaborar e agir de forma interdisciplinar com o componente curricular de história. Ainda também, com a ideia de incluir diferentes formatos de apresentação e ainda mais integração entre áreas do conhecimento. </p>]]></description>
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         <pubDate>2026-05-23 05:24:30 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>O Baú das Memórias Sociológicas
</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/Ensina_Brasil/ConstruindoaCulturaqueQueremos/wish/3927140346</link>
         <description><![CDATA[<p><strong>1. Contexto e Personagens</strong></p><p>A ação foi desenvolvida com estudantes do <strong>1º ano do Ensino Médio</strong>, na disciplina de <strong>Sociologia</strong>. A dinâmica envolveu diretamente os alunos e suas respectivas redes familiares, para que fizessem um resgate histórico.</p><p><br></p><p><strong>2. Desafio</strong></p><p>O principal desafio pedagógico era tornar concretos e dinâmicos os conceitos abstratos de <strong>Identidade Social</strong> e <strong>Socialização Primária</strong>. Para meus alunos, a ideia de que a identidade é "construída no convívio" ou de que a família molda suas normas e valores parece puramente teórica. O obstáculo era fazê-los perceber como as tradições e narrativas de suas famílias tornam quem eles são hoje com grande influência.</p><p><br></p><p><strong>3. Solução</strong></p><p>A solução foi a criação da dinâmica <strong>"O Baú das Memórias"</strong>. A atividade prática dividiu-se em três etapas interligadas:</p><p><strong>1°. Investigação Familiar:</strong> Os alunos foram desafiados a identificar heranças culturais dentro de suas próprias casas, buscando pequenos hábitos, gírias locais, objetos antigos ou receitas tradicionais.</p><p><strong>2°. O "Baú" em Sala de Aula:</strong> Os estudantes trouxeram esses fragmentos de memória para compartilhar com a turma, funcionando como a abertura de um baú coletivo.</p><p><strong>3°. Reflexão Sociológica:</strong> Mediamos um debate para analisar como esses cotidianos familiares funcionam como <strong>"museus vivos"</strong> da nossa história. Conectamos as narrativas e festas dessas famílias ao conceito de que a identidade social não nasce pronta, mas é tecida por meio dessas práticas que se repetem.</p><p><br></p><p><strong>4. Impacto</strong></p><p>A transformação foi imediata e profunda. A dinâmica gerou um forte sentimento de pertencimento e <strong>valorização do que é invisível na história oficial</strong>, mostrando aos alunos que a história de suas famílias também faz parte da macro-história da sociedade. Houve a compreensão dos conceitos sociológicos: a socialização primária deixou de ser apenas uma teoria da sociologia e passou a ser reconhecida nas heranças familiares dos próprios alunos.</p>]]></description>
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         <pubDate>2026-05-23 16:30:25 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Mundo Bipolar: Uma Viagem Crítica pelos Conflitos da Guerra Fria.</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/Ensina_Brasil/ConstruindoaCulturaqueQueremos/wish/3927240481</link>
         <description><![CDATA[<p>-O DESAFIO</p><p>Percebi que os alunos tinham dificuldade em visualizar como o mundo foi "dividido" e como as notícias da época influenciavam as pessoas. Como entender a tensão entre as superpotências sem ver onde ela acontecia?</p><p><br></p><p>-A PRÁTICA</p><p>.Unimos história e geografia em duas etapas:</p><p>Detetives da História: Analisamos manchetes reais de jornais da época (como o The Manchester Guardian). Investigamos quem escreveu, para quem e qual era a intenção por trás de cada notícia sobre o Bloqueio de Berlim e a Guerra da Coreia. </p><p>.Mão na Massa (Cartografia): Cada aluno produziu seu próprio mapa-múndi interativo! Demarcamos as áreas de influência (Azul vs. Vermelho) e localizamos os pontos de conflito direto. </p><p><br></p><p>-RESULTADOS</p><p>.Desenvolvimento do pensamento crítico sobre mídia e fake news históricas;</p><p>.Domínio da cartografia e localização estratégica;</p><p>.Conexão real entre os conflitos do passado e o cenário mundial de hoje!</p>]]></description>
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         <pubDate>2026-05-23 22:17:40 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Construindo um Circuito Elétrico Simples</title>
         <author>jonatasselecoes</author>
         <link>https://padlet.com/Ensina_Brasil/ConstruindoaCulturaqueQueremos/wish/3927244923</link>
         <description><![CDATA[<p>Os estudantes tiveram a oportunidade de montar um circuito elétrico simples utilizando pilhas, fios condutores, interruptor e motor. A proposta permitiu compreender, de forma dinâmica e investigativa, como a corrente elétrica percorre um circuito fechado e como cada componente atua no funcionamento do sistema. </p><p>#CulturaMaker  </p><p><br/></p>]]></description>
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         <pubDate>2026-05-23 22:42:02 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Localizando Elementos na Tabela Periódica</title>
         <author>jonatasselecoes</author>
         <link>https://padlet.com/Ensina_Brasil/ConstruindoaCulturaqueQueremos/wish/3927245540</link>
         <description><![CDATA[<p>A proposta foi executada de forma dinâmica e colaborativa para auxiliar os estudantes na compreensão da organização da tabela periódica. Divididos em grupos ou famílias, os alunos receberam o nome e o símbolo de um elemento químico e tiveram o desafio de localizar sua posição na tabela periódica projetada em sala de aula.</p><p>Durante a prática, os estudantes identificaram informações importantes dos elementos, como número atômico, massa atômica, grupo e período, fortalecendo a familiarização com a estrutura da tabela periódica e suas classificações.</p><p>A atividade aconteceu em formato de competição saudável, estimulando a participação, o raciocínio rápido, a observação e o trabalho em equipe. Os grupos que localizaram corretamente os elementos receberam pontuações, incentivando ainda mais o envolvimento dos estudantes.</p><p>#Metodologiasativas</p>]]></description>
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         <pubDate>2026-05-23 22:46:06 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Consumo Consciente de Energia</title>
         <author>jonatasselecoes</author>
         <link>https://padlet.com/Ensina_Brasil/ConstruindoaCulturaqueQueremos/wish/3927246602</link>
         <description><![CDATA[<p>A atividade foi desenvolvida com o objetivo de conscientizar os estudantes sobre a importância do uso responsável da energia elétrica no ambiente escolar e no cotidiano. Por meio de uma abordagem investigativa e colaborativa, os alunos atuaram como pesquisadores, observadores e solucionadores de problemas relacionados ao desperdício de energia.</p><p>Os estudantes foram divididos em grupos com funções específicas, como investigação dos desperdícios na escola, identificação de soluções sustentáveis, análise dos impactos ambientais e econômicos e realização de entrevistas sobre hábitos de consumo energético. Durante a atividade, os grupos circularam pelos espaços da escola observando situações como luzes acesas sem necessidade, ventiladores ligados em ambientes vazios e equipamentos em uso inadequado.</p><p>Além da observação prática, os alunos registraram problemas encontrados, levantaram possíveis soluções e discutiram formas de economizar energia. A dinâmica promoveu o desenvolvimento do pensamento crítico, da consciência ambiental e do trabalho em equipe.</p><p>Ao final, os grupos socializaram suas descobertas e apresentaram propostas para reduzir o desperdício energético na escola, reforçando a importância de pequenas ações para gerar grandes transformações e contribuir para um futuro mais sustentável.</p><p>#BNCC #PensamentoCientíficoCríticoeCriativo</p>]]></description>
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         <pubDate>2026-05-23 22:52:16 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Transformações nos Estados Físicos da Matéria e Influência da Pressão e Temperatura</title>
         <author>jonatasselecoes</author>
         <link>https://padlet.com/Ensina_Brasil/ConstruindoaCulturaqueQueremos/wish/3927248389</link>
         <description><![CDATA[<p>A atividade foi realizada de forma dinâmica e interativa para auxiliar os estudantes na compreensão do comportamento das moléculas em diferentes condições de temperatura e pressão.</p><p>Durante a prática, os alunos representaram as moléculas da água através de movimentos corporais e organização no espaço, simulando os estados físico da matéria: sólido, líquido e gasoso. À medida que a temperatura aumentava, os estudantes modificavam seus movimentos para demonstrar o aumento da agitação molecular e o afastamento entre as partículas. Já em situações de baixa temperatura, os alunos permaneciam mais próximos e com pouco movimento, representando o estado sólido.</p><p>Na segunda etapa da dinâmica, os estudantes exploraram a influência da pressão sobre as moléculas. Por meio de comandos e estímulos visuais, eles observaram como o aumento da pressão aproxima as partículas e reduz o espaço entre elas, enquanto a diminuição da pressão provoca maior afastamento e expansão molecular.</p><p>#MetodologiaAtiva</p>]]></description>
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         <pubDate>2026-05-23 23:02:03 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Campanha de Conscientização ao Ciber Bullying no ambiente escolar</title>
         <author>vitorcruz1998_1</author>
         <link>https://padlet.com/Ensina_Brasil/ConstruindoaCulturaqueQueremos/wish/3927248445</link>
         <description><![CDATA[<p><strong>Contexto e personagens</strong></p><p><br/></p><p>Em um contexto do dia nacional de combate ao bullying e violência na escola, os professores foram divididos e engajados em criar um projeto que evidenciasse as causas e consequências do bullying nas escolas. Para isso foram realizadas rodas de conversa, pesquisas quantitativas e leituras específicas sobre o tema. Os professores foram divididos em três áreas (humanidades e biológicas, linguagens, exatas) para trabalharem em etapas o projeto com os anos finais do ensino fundamental</p><p><br/></p><p><strong>Métodos e Desafios</strong></p><p><br/></p><p>O projeto foi dividido em três: a exposição do tema e sua ligação com a disciplina (No meu caso, trabalhei cyberbullying) feita em forma de rodas de conversa, depois, uma pesquisa sobre as causas e consequências, bem como as formas de prevenção e as atitudes a serem tomadas no caso de estar em contato com a violência na escola. Por último, a montagem de mapas mentais, cartazes e panfletos sobre o tema.</p><p>O desafio foi ligar ciberbullying com a matéria de geografia, que foi superado quando colocado o espaço da internet como território geográfico, com sua própria geomorfologia social, o qual fez com que os alunos entrassem em discussões interessantes sobre a formação da internet, sua melhor forma de uso e sua necessidade de recursos naturais da "vida real".</p><p><br/></p><p><strong>Resultado e Impacto</strong></p><p><br/></p><p>Como resultado, as produções foram expostas por toda a escola, nos murais espalhados pelas paredes. Ainda se pode ver por algumas semanas os alunos lendo e reparando os diversos cartazes e panfletos. Foi uma forma dinâmica e engajada que permitiu que os alunos refletissem sobre seu cotidiano de uma nova maneira</p><p><br></p><p><br/></p><p><br/></p>]]></description>
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         <pubDate>2026-05-23 23:02:37 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Projeto de Ciências e Matemática</title>
         <author>vitorcruz1998_1</author>
         <link>https://padlet.com/Ensina_Brasil/ConstruindoaCulturaqueQueremos/wish/3927251074</link>
         <description><![CDATA[<p><strong>Contexto e Personagens</strong></p><p>Mesmo não sendo da área de ciências ou matemática, os professores se organizaram para que os conselheiros de cada sala ajudassem a liderar e mediar o projeto de sua sala atribuída.</p><p>Como sou conselheiro do 9º A, fiquei responsável pelo projeto com o tema "Álcool e Trânsito".</p><p><strong>Método e Desafios</strong></p><p>O Projeto interdisciplinar se dividia em trazer as reações biológicas que as drogas fazem no corpo humano, evidenciando o afeto nas funções motoras e as consequências à curto, médio e longo prazo. A parte matemática se baseia na pesquisa da relação do uso do álcool com a direção no trânsito, com dados sobre acidentes e prisões causados pela direção embriagada nos entornos do DF e na rodovia que corta a cidade de Águas Lindas. A sala foi dividida em grupos e fizeram relatórios com os dados e fontes. Depois, a sala foi dividida em três para a organização da apresentação: Os que produziram os cartazes, a apresentação e a montagem da sala para a recepção das outras turmas</p><p><strong>Resultado e Impacto</strong></p><p>Os alunos fizeram uma ótima apresentação que consistia na exposição do tema e os perigos de beber álcool e dirigir, depois, um voluntário era chamado para colocar um óculos com tnt preta para embaçar a vista, girar algumas vezes e tentar andar reto pela "estrada" montada no centro da sala, com a finalidade de replicar um motorista embriagado. Os alunos levaram bastante a sério e foram elogiados, além de sempre estarem levantando discussões saudáveis e formativas sobre o tema.</p><p><br></p>]]></description>
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         <pubDate>2026-05-23 23:20:30 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Aluno como protagonista</title>
         <author>vitorcruz1998_1</author>
         <link>https://padlet.com/Ensina_Brasil/ConstruindoaCulturaqueQueremos/wish/3927253163</link>
         <description><![CDATA[<p><strong>Contexto e Personagens</strong></p><p>Alguns alunos do 9º ano apresentam dificuldades em conhecimentos básicos de Geografia, sendo difícil avançar e também conseguir que os mesmos alunos se sintam engajados pelas aulas expositivas.</p><p><strong>Método e Desafio</strong></p><p>A percepção da múltipla inteligência força a exploração daquilo que o aluno tem como fortaleza. Para muitos, é o desenho. Então, aproveitando que faço desenhos na lousa para melhor entendimento do tema, convido sempre um "aluno artista" para fazer os mapas e desenhos de parte do quadro de explicação, incentivando a arte e inteligência do aluno.</p><p><strong>Resultado e Impacto</strong></p><p>O resultado foi positivo, pois os alunos já criaram uma "fila do desenho" e ficam curiosos para saber qual o próximo. Além disso, houve uma melhora significativa dos "alunos artistas" no engajamento das aulas.</p>]]></description>
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         <pubDate>2026-05-23 23:27:56 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Letramento racial e protagonismo juvenil</title>
         <author>julianafelixsilva18</author>
         <link>https://padlet.com/Ensina_Brasil/ConstruindoaCulturaqueQueremos/wish/3927677318</link>
         <description><![CDATA[<p><strong>1 – Contexto e Personagens<br></strong>A ausência de letramento racial ainda é uma realidade presente em muitos espaços escolares, refletindo-se no desconhecimento da história e da cultura afro-brasileira, no uso inadequado de termos e na invisibilização das contribuições da população negra para a sociedade. Diante desse cenário, um grupo de estudantes passou a protagonizar ações de transformação dentro da escola por meio da participação na Olimpíada Brasileira de Relações Étnico-Raciais, Afro-brasileiras, Africanas e Indígenas (OBERERI).</p><p>Em janeiro de 2026, foram divulgados os resultados da olimpíada, e os estudantes conquistaram o selo de Escola Antirracista, tornando a instituição a única de Goiás a receber esse reconhecimento. Além da certificação, os alunos também foram premiados com certificados e medalhas pelo destaque alcançado. Um dos estudantes recebeu ainda uma bolsa de iniciação científica, passando a participar de um curso de letramento racial realizado aos sábados, com bolsa de incentivo para aprofundar seus estudos e ampliar sua formação na temática.</p><p>Esse reconhecimento fortaleceu o interesse dos estudantes pelas discussões sobre relações étnico-raciais, incentivando a participação em novas olimpíadas, projetos e ações voltadas à construção de uma educação mais crítica, inclusiva e antirracista.</p><p><br/></p><p><strong>2 – Desafio<br></strong>O principal desafio enfrentado é combater a falta de letramento racial e minimizar práticas de preconceito, estereótipos e desinformações ainda naturalizadas no ambiente escolar e social. Muitos estudantes tinham pouco contato com referências afro-brasileiras locais, desconheciam a importância histórica das comunidades quilombolas da região e utilizavam termos inadequados ao abordar questões raciais. Além disso, havia a necessidade de tornar o aprendizado mais acessível, significativo e conectado à realidade dos jovens.</p><p><br/></p><p><strong>3 – Solução<br></strong>Como resposta a esse desafio, os estudantes passaram a desenvolver ações e projetos voltados à valorização da cultura afro-brasileira e à ampliação do debate racial na escola. Entre os projetos em construção está o site <strong>“Vozes Ancestrais”</strong>, voltado ao resgate da memória afro-brasileira de Luziânia. A plataforma reúne entrevistas, podcasts, vlogs, textos informativos e conteúdos sobre espaços e personagens importantes da região, como o Quilombo Mesquita, a Trilha dos Escravos, além de entrevistas com juíza, membros da comunidade, professores de capoeira e outros representantes ligados à cultura afro-brasileira.</p><p>Outro projeto em desenvolvimento é o aplicativo <strong>“AfroConecta”</strong>, criado com o objetivo de facilitar a disseminação da cultura afro-brasileira no ambiente escolar de forma interativa, utilizando quizzes, jogos educativos e conteúdos digitais acessíveis aos estudantes.</p><p><br/></p><p><strong>4 – Impacto<br></strong>As ações desenvolvidas têm gerado mudanças significativas na comunidade escolar. É perceptível o aumento do interesse dos estudantes em discutir relações étnico-raciais, participar de olimpíadas científicas e construir projetos autorais ligados à temática antirracista. Também se observa maior consciência no uso de termos corretos, respeito às identidades culturais e valorização da história afro-brasileira local. O reconhecimento obtido pela escola fortaleceu o sentimento de pertencimento dos alunos e estimulou outros jovens a se tornarem protagonistas de iniciativas educacionais e sociais.</p><p><br/></p><p><strong>5 – Futuro<br></strong>Os projetos possuem grande potencial de continuidade e expansão. O objetivo é ampliar o alcance do site “Vozes Ancestrais”, incorporando novos relatos, produções audiovisuais e parcerias com a comunidade local. Já o aplicativo “AfroConecta” pretende se consolidar como uma ferramenta pedagógica permanente, podendo futuramente ser utilizado por outras escolas interessadas em promover a educação antirracista de forma dinâmica e acessível. A expectativa é que as ações continuem fortalecendo o letramento racial, incentivando o protagonismo juvenil e contribuindo para a construção de uma educação mais inclusiva.</p><p><br/></p>]]></description>
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         <pubDate>2026-05-24 16:29:58 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Olimpíadas acadêmicas: incentivo à ciência
</title>
         <author>julianafelixsilva18</author>
         <link>https://padlet.com/Ensina_Brasil/ConstruindoaCulturaqueQueremos/wish/3927693922</link>
         <description><![CDATA[<p><strong>1 – Contexto e Personagens<br></strong>As áreas de Ciências Humanas muitas vezes são vistas como distantes da realidade dos estudantes e menos valorizadas em olimpíadas acadêmicas. Buscando transformar essa percepção, estudantes do Ensino Médio (1ª e 2ª séries) do CEPI Osvaldo da Costa Meireles, em Luziânia – Goiás, participaram da 2ª Olimpíada Brasileira de História Online, sob orientação da professora Juliana Felix da Silva. A competição reuniu mais de 4 mil participantes e 224 escolas de todo o Brasil.</p><p><br/></p><p><strong>2 – Desafio<br></strong>O principal desafio era aproximar os estudantes das Ciências Humanas de forma dinâmica e significativa, despertando maior interesse pela História, pela pesquisa e pelo pensamento crítico. Também havia a necessidade de incentivar a participação dos alunos em olimpíadas acadêmicas, mostrando que o conhecimento histórico pode gerar protagonismo, reconhecimento e transformação educacional.</p><p><br/></p><p><strong>3 – Solução<br></strong>A participação na Olimpíada Brasileira de História Online possibilitou aos estudantes vivenciar novas formas de aprendizagem, baseadas na investigação, análise crítica, resolução de desafios e trabalho em equipe. Durante todas as etapas da competição, os alunos se dedicaram aos estudos e às atividades propostas, fortalecendo o vínculo com o conhecimento histórico de maneira prática e colaborativa.</p><p><br/></p><p><strong>4 – Impacto<br></strong>Como resultado do esforço coletivo, os estudantes conquistaram 2 medalhas de prata, 4 medalhas de bronze e 9 menções honrosas, levando destaque nacional para a escola. Mais do que as premiações, a experiência fortaleceu o interesse dos alunos pelas Ciências Humanas, estimulando a aprendizagem, a pesquisa, o protagonismo estudantil e o engajamento em atividades educacionais. O entusiasmo gerado pela experiência fez com que os estudantes buscassem novas oportunidades acadêmicas, e atualmente a escola já participa de outra importante competição: a Olimpíada Nacional em História do Brasil (ONHB).</p><p><br/></p><p><strong>5 – Futuro<br></strong>A participação nas olimpíadas abriu caminhos para que mais estudantes se interessem por projetos, pesquisas e competições acadêmicas na área de Humanas. A expectativa é ampliar cada vez mais o envolvimento dos alunos em olimpíadas do conhecimento, fortalecendo uma cultura escolar baseada na curiosidade, no pensamento crítico e na valorização da educação como ferramenta de transformação social.</p><p><br></p>]]></description>
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         <pubDate>2026-05-24 16:49:44 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Educação, pesquisa e reconhecimento: a moção de aplausos da Câmara Municipal</title>
         <author>julianafelixsilva18</author>
         <link>https://padlet.com/Ensina_Brasil/ConstruindoaCulturaqueQueremos/wish/3927707516</link>
         <description><![CDATA[<p><strong>1 – Contexto e Personagens<br></strong>O CEPI Osvaldo da Costa Meireles, localizado em Luziânia – Goiás, vem se destacando nacionalmente por meio da participação de estudantes na Olimpíada Brasileira de Relações Étnico-Raciais, Afro-brasileiras, Africanas e Indígenas (OBERERI), sob a minha orientação. A olimpíada promove reflexões sobre racismo estrutural, racismo ambiental, diversidade cultural, justiça climática e valorização dos povos e comunidades tradicionais, incentivando o protagonismo estudantil e a construção de uma educação antirracista.</p><p>A participação dos estudantes surgiu a partir de um trabalho já desenvolvido na escola voltado ao letramento racial e à valorização da história e cultura afro-brasileira e indígena. Ao longo das aulas e projetos escolares, os alunos passaram a demonstrar maior interesse por debates, pesquisas e ações ligadas às relações étnico-raciais, fortalecendo o envolvimento com as Ciências Humanas e com projetos de pesquisa científica.</p><p><br/></p><p><strong>2 – Desafio<br></strong>O principal desafio foi aproximar os estudantes de debates sociais e históricos muitas vezes pouco aprofundados no ambiente escolar, especialmente temas relacionados ao racismo estrutural, racismo ambiental e desigualdades sociais. Também houve a necessidade de estimular o interesse dos alunos pelas olimpíadas acadêmicas nas Ciências Humanas, mostrando que essas áreas também produzem ciência, pesquisa e transformação social.</p><p>Outro desafio importante foi relacionar os conteúdos da olimpíada com a realidade local, incentivando os estudantes a pesquisarem problemas sociais concretos e refletirem criticamente sobre justiça climática, sustentabilidade e diversidade cultural.</p><p><br/></p><p><strong>3 – Solução<br></strong>A preparação para a OBERERI ocorreu de forma colaborativa, investigativa e interdisciplinar. A seleção dos estudantes considerou desempenho acadêmico, compromisso, trabalho em equipe e diversidade de gênero e raça, buscando coerência com os princípios da própria olimpíada.</p><p>Durante a primeira fase, os alunos analisaram os desafios enfrentados por povos e comunidades tradicionais diante do racismo ambiental e das emergências climáticas. O grupo destacou a importância da preservação dos manguezais e valorizou o trabalho das marisqueiras, reconhecendo sua relevância para a preservação ambiental e para a economia local. Essa etapa exigiu pesquisa, interpretação de dados e construção de soluções.</p><p>Na segunda fase, os estudantes participaram de um quiz interativo sobre educação para as relações étnico-raciais, articulando conhecimentos históricos, legislação, direitos sociais e sustentabilidade. Já na terceira fase, produziram um podcast voltado à discussão sobre racismo ambiental e iniciativas sustentáveis. Durante o processo, perceberam como esse debate ainda possui pouca visibilidade em muitas comunidades, o que tornou a pesquisa e a produção do podcast ainda mais significativas.</p><p><br/></p><p><strong>4 – Impacto<br></strong>Os resultados alcançados tiveram grande repercussão na comunidade escolar. O CEPI Osvaldo da Costa Meireles conquistou o 21º lugar nacional entre 1701 escolas participantes, sendo a única escola do estado de Goiás premiada na competição. Além das medalhas e certificados recebidos pelos estudantes, a escola conquistou o Selo de Escola Antirracista, reconhecimento que reforça o compromisso institucional com a promoção da igualdade racial e da educação antirracista.</p><p>O impacto das ações desenvolvidas também levou a Câmara Municipal de Luziânia a conceder uma Moção de Aplausos aos estudantes, à mim enquanto orientadora e à escola, reconhecendo a relevância educacional e social do trabalho realizado.</p><p>Mais recentemente, a escola recebeu outra importante conquista: um dos estudantes participantes foi contemplado com uma bolsa do Programa de Iniciação Científica Jr da OBERERI. O aluno, destaque entre os participantes da olimpíada, receberá um valor para desenvolver uma pesquisa na área das relações étnico-raciais. A conquista evidencia como a participação em olimpíadas acadêmicas pode abrir caminhos para a pesquisa científica, ampliar oportunidades educacionais e fortalecer o protagonismo juvenil.</p><p>Além das premiações, percebe-se uma transformação significativa no ambiente escolar. Os estudantes passaram a utilizar termos mais adequados ao discutir questões raciais, demonstraram maior interesse por olimpíadas acadêmicas e passaram a se envolver mais ativamente em projetos sociais, culturais e científicos.</p><p><br/></p><p><strong>5 – Futuro<br></strong>As conquistas alcançadas fortaleceram ainda mais o interesse dos estudantes pela pesquisa, pela ciência e pelas Ciências Humanas.&nbsp; A expectativa é expandir os projetos já existentes, fortalecer ações de letramento racial e incentivar cada vez mais o protagonismo estudantil por meio da pesquisa, da produção científica e da valorização da diversidade cultural. Dessa forma, a escola busca consolidar uma educação crítica, inclusiva e socialmente transformadora.</p>]]></description>
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         <pubDate>2026-05-24 17:08:52 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Inclusão além da presença: participação e autonomia em sala</title>
         <author>laurafm1701</author>
         <link>https://padlet.com/Ensina_Brasil/ConstruindoaCulturaqueQueremos/wish/3927796947</link>
         <description><![CDATA[<p>Como professora de Ciências, surgiu a necessidade de pensar em formas mais inclusivas de avaliação para estudantes assistidos pela inclusão que ainda não são alfabetizados. Muitos desses estudantes solicitavam ir para a sala de recursos com frequência e demonstravam dificuldade em compreender a importância de permanecer em sala junto à turma. O desafio era desenvolver uma avaliação que realmente promovesse participação e pertencimento, aproximando-os das atividades realizadas pelos colegas, mas respeitando suas limitações e formas de aprendizagem.</p><p>Diante disso, foi desenvolvida uma atividade lúdica utilizando massinha de modelar para representar moléculas. Os estudantes precisavam montar, organizar e classificar as representações em substâncias simples, substâncias compostas e misturas. Para conseguir realizar a atividade, era necessário acompanhar a mesma explicação dada à turma, permanecendo em sala e participando coletivamente da aula. Após a realização da proposta, foi feito um feedback individualizado, valorizando o progresso de cada estudante, sua permanência em sala e seu envolvimento na atividade.</p><p>Os impactos foram muito positivos. Os estudantes demonstraram maior engajamento e passaram a se sentir pertencentes à turma, pois estavam realizando a mesma proposta que os colegas, ainda que de forma adaptada. Ao mesmo tempo, continuaram sendo desafiados dentro de suas possibilidades, fortalecendo a participação e a confiança durante as aulas.</p><p>Essa proposta não acontece de forma isolada, mas faz parte da construção de uma cultura de aprendizagem que valoriza a permanência, a participação e a autonomia dos estudantes. O objetivo é garantir que todos se sintam capazes de aprender, pertencentes à turma e confiantes para desenvolver suas atividades, respeitando seus diferentes tempos e formas de aprendizagem.&nbsp;</p><p><br></p>]]></description>
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         <pubDate>2026-05-24 21:10:06 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>🌱✨ Ciência com cheiro de mato, afeto e ancestralidade!</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/Ensina_Brasil/ConstruindoaCulturaqueQueremos/wish/3927813244</link>
         <description><![CDATA[<p>A eletiva Fitoterapia e Ancestralidade chega à Ilha do Príncipe para provar que a escola pública é lugar de resgate e protagonismo. Mais do que estudar botânica, nossas crianças estão conectando o conhecimento científico aos saberes tradicionais das nossas mais velhas.</p><p>O grande fruto dessa jornada? A produção de um Diário de Bordo coletivo, repleto de receitas e segredos das ervas medicinais, resgatando a memória viva do território. 📓🌿</p><p>Valorizar a nossa história no currículo é educar para a autonomia, o autocuidado e o pertencimento. Nossas raízes são a nossa maior força! ✊🏾</p>]]></description>
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         <pubDate>2026-05-24 21:59:17 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>O Dia em que Rasgamos os Sentimentos Ruins
</title>
         <author>camilabarroseng</author>
         <link>https://padlet.com/Ensina_Brasil/ConstruindoaCulturaqueQueremos/wish/3927835796</link>
         <description><![CDATA[<p>Quando recebi a eletiva de Saúde e Qualidade de Vida para o 7º ano, fiquei pensando no que faria com ela. Sinceramente, no começo, parecia uma disciplina distante de mim. Mas eu sabia que não queria limitar saúde apenas a alimentação, atividade física e idas ao médico.</p><p>Queria falar também sobre saúde mental, emoções, pressão estética, uso de telas e sobre como saúde envolve responsabilidade individual, familiar, comunitária e até do governo.</p><p>Cada aula abordava um tema diferente. Falamos sobre vacinação, sono, ansiedade, alimentação e redes sociais. Em uma das aulas, discutimos inclusive como os algoritmos são pensados para nos manter presos às telas e o impacto disso na saúde mental.</p><p>Mas uma atividade, em especial, me marcou profundamente: o Pote dos Sentimentos.</p><p>Levei dois potes para a sala. No “Pote Bom”, os alunos colocariam coisas que faziam bem: pessoas, momentos, lugares, memórias e sentimentos felizes. Já no “Pote Ruim”, poderiam escrever algo que estivesse machucando, incomodando ou pesando dentro deles.</p><p>Logo no início, alguns alunos comentaram que a atividade provavelmente os faria chorar, e eu disse que estava tudo bem chorar.</p><p>A participação deles foi muito mais intensa do que eu imaginava. Vi alunos emocionados, outros em silêncio refletindo antes de escrever, e muitos realmente envolvidos com a proposta.</p><p>Mas o momento mais forte veio no final.</p><p>Depois de escreverem os sentimentos ruins, fomos todos juntos descartá-los. Eles podiam rasgar, picotar ou amassar os papéis, e foi impossível não perceber a intensidade daquele momento. Alguns rasgavam com força, quase como se estivessem colocando para fora tudo aquilo que carregavam.</p><p>E depois disso, a sala ficou mais leve.</p><p>Os sentimentos bons foram guardados em um pote que faria parte da exposição da eletiva, para que outras pessoas também pudessem pegar um papelzinho e levar consigo algo positivo.</p><p>Acho que aquela aula representou exatamente o que eu queria construir com a eletiva desde o início: um espaço onde saúde não fosse apenas um conteúdo, mas algo vivido, sentido e discutido de forma real. Porque, antes de aprender sobre o corpo, muitos alunos também precisam aprender que o que sentem importa — e que não precisam guardar tudo sozinhos.</p>]]></description>
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         <pubDate>2026-05-24 23:19:28 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Identidade, sonhos e pertencimento: reflexões através de Isle of Dogs</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/Ensina_Brasil/ConstruindoaCulturaqueQueremos/wish/3927875341</link>
         <description><![CDATA[<p><strong>CEPI Juscelino Kubtschek de Oliveira</strong></p><p><br/></p><p>Em parceria com o professor Matheus, que coordena a eletiva Ouvir e Acolher, promovi a exibição do filme Isle of Dogs para os estudantes inscritos na eletiva The Vision Project.</p><p><br/></p><p>A proposta surgiu da necessidade de trabalhar questões observadas nos estudantes de ambas as eletivas, especialmente relacionadas ao sentimento de pertencimento, ao fortalecimento da autoestima, ao autoconhecimento e às dificuldades de convivência e escuta entre os próprios estudantes, já que durante os encontros foram notadas inseguranças em relação à própria identidade, dificuldade em expressar sentimentos e pouca confiança em suas capacidades e perspectivas de futuro.</p><p><br/></p><p>Na eletiva The Vision Project, que tem como proposta incentivar os alunos na construção de um vision board/quadro dos sonhos que ilustre seu projeto de vida para o futuro, a exibição do longa contribuiu para suscitar discussões sobre escolhas, valores, identidade e superação de desafios, além de ampliar o contato com a Língua Inglesa em um contexto significativo e cultural.</p><p><br/></p><p>A avaliação dos resultados alcançados será realizada na culminância das eletivas, por meio da apresentação dos vision boards produzidos pelos estudantes. Nesse momento, os alunos deverão explicar as escolhas feitas em seus quadros, relacionando imagens, palavras e metas pessoais às reflexões desenvolvidas a partir do filme, demonstrando percepções sobre identidade, pertencimento, sonhos e construção do próprio projeto de vida.</p><p><br/></p><p><br/></p>]]></description>
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         <pubDate>2026-05-25 00:47:22 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Produção Jornalística: Artigos de Opinião e Editorias</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/Ensina_Brasil/ConstruindoaCulturaqueQueremos/wish/3928710317</link>
         <description><![CDATA[<p>Atividade de imersão no campo jornalístico-midiático em que os estudantes assumiram o papel de articulistas e redatores. A partir do estudo das editorias e da estrutura do artigo de opinião, os alunos produziram notícias e textos autorais, mobilizando argumentos, posicionamentos críticos e reflexões sobre pautas sociais contemporâneas presentes em sua realidade. Ao final, os jornais produzidos foram socializados em sala, promovendo espaços de debate, escuta ativa e circulação de ideias.</p><p><br></p><p><strong>Objetivo Pedagógico:</strong> Desenvolver competências de leitura crítica, argumentação e autoria, compreendendo a função social dos gêneros jornalísticos e fortalecendo o protagonismo estudantil por meio da expressão de ideias, opiniões e análises sobre temas relevantes da sociedade.</p><p><br></p><p><strong>Impacto e Resultados:</strong> Elevado engajamento da turma por meio da escrita autoral e da aprendizagem colaborativa. A socialização dos jornais potencializou a oralidade, a argumentação e a defesa de pontos de vista, estimulando o respeito à diversidade de opiniões e o pensamento crítico. A atividade fortaleceu a identidade discursiva dos estudantes, que passaram a reconhecer a linguagem como instrumento de reflexão, participação social e transformação da realidade.</p>]]></description>
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         <pubDate>2026-05-25 19:49:07 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>A Redação como Ferramenta de Emancipação, Crítica e Pertencimento </title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/Ensina_Brasil/ConstruindoaCulturaqueQueremos/wish/3928713911</link>
         <description><![CDATA[<p>Se a gente parar para pensar, o futuro é a única certeza que todos os nossos alunos têm. Cedo ou tarde, ele chega. Mas a grande provocação que levei para a sala de aula este semestre foi: <strong>que futuro eles querem assinar?</strong> </p><p><br/></p><p>Infelizmente, o texto dissertativo-argumentativo, muitas vezes, é memorizado pelos estudantes como uma estrutura mecânica voltada apenas para exames. A proposta desta prática pedagógica foi justamente subverter essa lógica, utilizando a redação como um instrumento de leitura de mundo, emancipação e desenvolvimento do senso crítico. A premissa que guiou todo o semestre foi o fortalecimento do sentimento de pertencimento e de agência dos estudantes, fazendo com que entendessem que o futuro todos têm, mas que cada um pode construir o seu a partir de sua própria noção de mundo.</p><p><br/></p><p>Para que isso acontecesse de verdade, cada etapa da nossa produção textual virou um debate de vida, transformando a sala de aula em um espaço pulsante. No dia <strong>13 de maio</strong>, nós não olhamos apenas para os livros de história; nós discutimos as feridas estruturais que ainda se refletem na pele e no CEP deles hoje. No dia <strong>18 de maio</strong>, trouxemos a responsabilidade, o afeto e a proteção social para o centro da nossa roda. E quando as telas dos celulares deles começaram a ser inundadas por artistas e influenciadores digitais promovendo práticas ilegais, como jogos de azar e golpes, nós não ignoramos a realidade; nós trouxemos a ética digital e o impacto dessas figuras na sociedade para a ponta do lápis, questionando o que estamos consumindo e aplaudindo.</p><p><br/></p><p>Mas o momento mais bonito e encantador desse processo — aquele que deu um nó na garganta e virou orgulho — foi quando fomos construir o repertório sociocultural deles. Para provar que o conhecimento não está trancado em castelos acadêmicos, nós fizemos uma ponte ousada. Começamos analisando o axé dos anos 2000, <strong>"Bom Xibom Bom"</strong>, do grupo As Meninas. Enquanto eles cantavam de olhos brilhantes que <em>"o de cima sobe e o de baixo desce"</em>, nós demos o estalo: isso é pura crítica social. E, dali, cruzamos a ponte direto para os conceitos de micropoder e discurso de <strong>Michel Foucault</strong>. Ver os alunos compreendendo que a realidade que vivem, a música que dançam e a internet que consomem são matérias-primas legítimas para a filosofia e para a sociologia foi algo mágico. Eles entenderam que Foucault e o axé estavam apontando para o mesmo lugar: a necessidade de entender quem dita as regras e como a gente se liberta delas.</p><p><br/></p><p>E se alguém pensa que trabalhar o afeto, o pertencimento e a filosofia afasta os estudantes dos resultados técnicos, a realidade da nossa sala de aula provou exatamente o contrário. Os dados mostram que, quando o estudante entende o propósito por trás do que escreve, o resultado é avassalador: <strong>ao menos 60% dos nossos alunos apresentaram um crescimento nítido e consistente em suas notas na plataforma Letrus e em avaliações externas</strong>. Mais do que isso, tivemos casos emocionantes de estudantes que romperam a barreira dos <strong>600 pontos e alcançaram impressionantes 980 na redação</strong>. Esse salto não foi a mera decoreba de uma fôrma mecânica; foi o resultado de quem percebeu que a sua voz importa, que o seu repertório é legítimo e que a escrita é a ferramenta mais poderosa para intervir na própria realidade. Eles terminaram o semestre sabendo que não são apenas personagens na história de outra pessoa, mas os verdadeiros e legítimos autores do seu próprio futuro.</p>]]></description>
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         <pubDate>2026-05-25 19:57:25 UTC</pubDate>
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         <title>Mostra de Inovação Sustentável</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/Ensina_Brasil/ConstruindoaCulturaqueQueremos/wish/3928716755</link>
         <description><![CDATA[<p>Atividade colaborativa em que os estudantes foram desafiados a desenvolver produtos sustentáveis a partir de materiais reutilizáveis e propostas voltadas à consciência ambiental. Além da construção prática, os grupos apresentaram suas criações para a turma, explicando o funcionamento, os impactos positivos e a relevância social de cada proposta, exercitando a comunicação, a criatividade e a defesa de ideias.</p><p><br></p><p><strong>Objetivo Pedagógico:</strong> Relacionar o Projeto de Vida às noções de responsabilidade social, sustentabilidade e protagonismo juvenil, incentivando os estudantes a refletirem sobre como suas escolhas, habilidades e iniciativas podem contribuir para a transformação da realidade. A atividade buscou fortalecer competências socioemocionais, empreendedoras e colaborativas, aproximando os alunos da construção de projetos pessoais conectados às demandas contemporâneas.</p><p><br></p><p><strong>Impacto e Resultados:</strong> A atividade promoveu elevado envolvimento da turma por meio da aprendizagem baseada em projetos e da resolução criativa de problemas. As apresentações estimularam autonomia, argumentação e senso de responsabilidade coletiva, permitindo que os estudantes percebessem o próprio potencial como agentes de mudança. O projeto ampliou a consciência ambiental e fortaleceu a relação entre propósito individual, inovação e impacto social.</p>]]></description>
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         <pubDate>2026-05-25 20:04:04 UTC</pubDate>
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         <title>Aprendendo Física com Flashcards 🎯⚡</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/Ensina_Brasil/ConstruindoaCulturaqueQueremos/wish/3928753388</link>
         <description><![CDATA[<p><br></p><p>Com o objetivo de revisar os conteúdos de Física de forma mais dinâmica e participativa, realizei uma atividade em grupo utilizando flashcards com perguntas sobre os temas estudados em sala.</p><p>Os estudantes foram divididos em equipes, e cada grupo recebia um flashcard por vez. Ao responder corretamente, a equipe conquistava o direito de avançar para a próxima pergunta. O grupo que completasse primeiro os 10 flashcards recebia pontuação extra como incentivo.</p><p>A dinâmica promoveu maior interação entre os alunos, trabalho em equipe, raciocínio rápido e participação ativa durante a aula.</p><p>Foi possível perceber maior engajamento dos estudantes e uma revisão dos conteúdos de forma mais leve e divertida.</p>]]></description>
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         <pubDate>2026-05-25 21:43:40 UTC</pubDate>
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         <title>Truco Matemático</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/Ensina_Brasil/ConstruindoaCulturaqueQueremos/wish/3928764221</link>
         <description><![CDATA[<p>Para enfrentar as dificuldades comuns na compreensão de conceitos abstratos de matemática, foram realizadas atividades lúdicas de manipulação e jogos em sala de aula, focando na comparação e equivalência de frações. Como parte da ação, os próprios estudantes participaram da construção do material pedagógico, dobrando folhas de papel para dividi-las em dezesseis partes iguais e criando suas próprias cartas com diferentes frações.</p><p>A partir disso, os alunos disputaram partidas de um jogo adaptado de truco, onde a dinâmica consistia em comparar os valores para determinar a maior fração de cada rodada, incentivando estratégias de raciocínio rápido e argumentação matemática.</p><p>Como resultados, observou-se maior engajamento e participação ativa dos estudantes nas aulas, desmistificando o conteúdo por meio do lúdico. A construção e a execução do jogo pelos próprios alunos contribuíram para fortalecer o protagonismo juvenil, a cooperação mútua na resolução de dúvidas e a melhoria significativa na fixação e na compreensão dos conceitos de frações de forma leve e colaborativa no ambiente escolar.</p>]]></description>
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         <pubDate>2026-05-25 22:11:16 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title>Pindorama em Mapa: cartografando presenças indígenas no abril indígena</title>
         <author>matheusabreu099</author>
         <link>https://padlet.com/Ensina_Brasil/ConstruindoaCulturaqueQueremos/wish/3928777319</link>
         <description><![CDATA[<p><strong>Contexto</strong><br>A atividade foi desenvolvida no contexto do Abril Indígena, assumindo um papel fundamental na problematização de narrativas históricas hegemônicas, especialmente na desconstrução do chamado “mito da descoberta”. Nesse sentido, a proposta buscou evidenciar que o território atualmente denominado Brasil já era amplamente ocupado, vivido e significado por diversos povos originários, que o reconheciam, entre outras denominações, como Pindorama.</p><p><strong>Público</strong><br>A atividade foi direcionada a estudantes do 8º ano do Ensino Fundamental II, com turmas heterogêneas em termos de aprendizagem, incluindo alunos com diferentes ritmos e necessidades educacionais. A proposta valorizou o trabalho coletivo como estratégia de inclusão e participação ampla.</p><p><strong>Desafios</strong><br>Entre os desafios enfrentados, destacaram-se:</p><ul><li><p>A necessidade de superar visões eurocêntricas sobre a formação territorial;</p></li><li><p>A dificuldade inicial dos estudantes em compreender a ocupação indígena como dinâmica e diversa;</p></li><li><p>O desenvolvimento de habilidades cartográficas básicas de forma acessível;</p></li><li><p>A garantia da participação ativa de todos os estudantes no processo coletivo.</p></li></ul><p><strong>Solução</strong><br>A atividade consistiu na produção de um mapa do Brasil pré-colonial, construído inicialmente de forma lúdica, sem a exigência de precisão cartográfica quanto à localização exata dos povos indígenas. O objetivo principal foi possibilitar aos estudantes a compreensão de que o território era ocupado por diferentes grupos originários, promovendo outra leitura da formação espacial.</p><p>O mapa foi produzido a partir da junção de folhas de rascunho reutilizadas, formando uma base semelhante a uma cartolina, incorporando também a dimensão da sustentabilidade por meio da reciclagem. Em seguida, os estudantes foram orientados a construir o mapa manualmente, retomando elementos fundamentais da linguagem cartográfica, como título, legenda, orientação, fonte, coordenadas geográficas e escala.</p><p>Após o desenho do território, os alunos realizaram sua divisão, trabalhando o conceito de regionalização. Cada região foi então associada a um povo indígena, cuja representação no mapa foi construída a partir de pesquisas realizadas pelos próprios estudantes. Foram utilizados elementos culturais e econômicos, como grafismos, símbolos de pesca e caça, agricultura, tecnologias e formas de organização social, além do uso de cores para diferenciar os grupos.</p><p>A atividade foi desenvolvida em grupos, promovendo colaboração, troca de conhecimentos e apoio mútuo entre os estudantes.</p><p><strong>Resultados</strong><br>A proposta favoreceu uma compreensão mais crítica sobre a ocupação do território, ampliando a percepção dos estudantes acerca da diversidade indígena e da existência de múltiplas territorialidades anteriores ao processo de colonização.</p><p>Observou-se também:</p><ul><li><p>Maior engajamento dos estudantes, especialmente pela dimensão prática e coletiva da atividade;</p></li><li><p>Desenvolvimento inicial de habilidades cartográficas;</p></li><li><p>Ampliação do repertório cultural sobre os povos originários;</p></li><li><p>Fortalecimento de práticas colaborativas em sala de aula.</p></li></ul><p><strong>Perspectivas de Futuro</strong></p><p>A atividade constitui a primeira etapa de um projeto anual voltado à produção de mapas relacionados à Geografia Política e à Geopolítica. Como continuidade, pretende-se aprofundar as discussões sobre território, poder e regionalização, incorporando novas camadas de análise, como conflitos territoriais, formação do Estado e dinâmicas contemporâneas.</p><p>Além disso, projeta-se o avanço na precisão cartográfica e no rigor conceitual, mantendo, porém, a valorização de metodologias ativas, colaborativas e críticas, que reconheçam os estudantes como sujeitos na construção do conhecimento.</p><p>&nbsp;</p>]]></description>
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         <pubDate>2026-05-25 22:43:45 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Laboratório Digital de Circuitos Elétricos no 8º Ano</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/Ensina_Brasil/ConstruindoaCulturaqueQueremos/wish/3928780662</link>
         <description><![CDATA[<p><strong>Contexto</strong></p><p>A proposta pedagógica foi desenvolvida com turmas do 8º ano durante quatro aulas de Ciências, tendo como foco o estudo dos circuitos elétricos por meio de experimentação virtual utilizando a plataforma&nbsp; PhET Colorado. A atividade buscou tornar o conteúdo de eletricidade mais acessível, visual e significativo, aproximando teoria e prática por meio de um laboratório digital interativo.</p><p><strong>Público</strong></p><p>Estudantes do 8º ano do Ensino Fundamental II, em processo de aprofundamento dos conteúdos relacionados à eletricidade e à compreensão do funcionamento dos circuitos elétricos, com necessidade de metodologias mais visuais, investigativas e participativas para consolidação da aprendizagem.</p><p><strong>Desafio</strong></p><p>O principal desafio consistia em trabalhar um conteúdo considerado complexo para estudantes do 8º ano de maneira acessível, segura e significativa. Além disso, havia a necessidade de superar a limitação das aulas excessivamente expositivas e transformar o ensino da eletricidade em uma experiência prática e envolvente, despertando maior interesse e participação dos estudantes.</p><p><strong>Solução</strong></p><p>Para enfrentar esse desafio, foi utilizado o laboratório virtual da plataforma PhET Colorado, permitindo que os estudantes montassem circuitos elétricos abertos e fechados, além de realizarem testes com circuitos em série e em paralelo. A simulação possibilitou manipulação segura dos componentes elétricos, observação imediata do funcionamento da corrente elétrica e construção ativa do conhecimento por meio da experimentação.</p><p>Durante as atividades, os estudantes puderam testar hipóteses, cometer erros, reconstruir estratégias e resolver problemas de forma investigativa e colaborativa. A proposta promoveu maior protagonismo estudantil, participação ativa e desenvolvimento do pensamento científico.</p><p>Os impactos da prática foram percebidos tanto no engajamento quanto na aprendizagem dos estudantes. A turma demonstrou elevado interesse pelas atividades, maior compreensão dos conteúdos e forte participação nas discussões. Além disso, alguns estudantes relataram interesse em profissões relacionadas à eletricidade, como eletricista e engenharia elétrica, evidenciando como o ensino contextualizado pode ampliar perspectivas de futuro e fortalecer vínculos com a ciência e a tecnologia.</p><p>A experiência demonstrou que o uso de tecnologias educacionais pode transformar conteúdos complexos em aprendizagens mais concretas, criativas e significativas, tornando o ensino de Ciências mais dinâmico, humanizado e conectado à realidade dos estudantes.</p>]]></description>
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         <pubDate>2026-05-25 22:51:28 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Experimentação em Sala de Aula sobre Misturas no 6º Ano</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/Ensina_Brasil/ConstruindoaCulturaqueQueremos/wish/3928789007</link>
         <description><![CDATA[<p><strong>Contexto</strong></p><p>A prática foi desenvolvida com turmas do 6º ano durante o estudo de misturas homogêneas e heterogêneas nas aulas de Ciências. Considerando a ausência de laboratório escolar, as atividades experimentais foram adaptadas para acontecer dentro da própria sala de aula, utilizando materiais simples e acessíveis do cotidiano dos estudantes. A proposta buscou tornar o conteúdo mais concreto, visual e significativo, favorecendo a participação ativa da turma e aproximando a ciência da realidade dos alunos.</p><p><strong>Público</strong></p><p>Estudantes do 6º ano do Ensino Fundamental II, em fase de consolidação do pensamento científico e que apresentam maior necessidade de estímulos visuais, experimentação prática e associação concreta para compreensão dos conteúdos trabalhados em Ciências.</p><p><strong>Desafio</strong></p><p>O principal desafio consistia em ensinar a diferença entre misturas homogêneas e heterogêneas de maneira significativa para estudantes do 6º ano, mesmo sem acesso a um laboratório estruturado. Além disso, havia a necessidade de superar a dificuldade comum de aprendizagem em conteúdos abstratos, tornando o ensino mais acessível, interativo e eficiente para estudantes que aprendem melhor por meio da observação e da prática.</p><p><strong>Solução</strong></p><p>Para superar esse desafio, foram realizados experimentos simples dentro da sala de aula utilizando materiais acessíveis como copos, água, sal, arroz, vinagre, limão e outros alimentos. Os estudantes puderam observar diretamente as misturas, levantar hipóteses, comparar resultados e identificar visualmente as características das misturas homogêneas e heterogêneas.</p><p>A proposta transformou a aula em um ambiente investigativo e participativo, fortalecendo a aprendizagem ativa e o protagonismo estudantil. Como resultado, mais de 80% da turma demonstrou, em avaliação diagnóstica posterior, compreender corretamente a diferença entre os tipos de misturas. Além do avanço no desempenho, os estudantes passaram a solicitar aulas mais interativas e práticas, evidenciando maior engajamento, interesse e vínculo com o ensino de Ciências.</p>]]></description>
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         <pubDate>2026-05-25 23:07:36 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Quando Copiar Não Era Aprender</title>
         <author>camilabarroseng</author>
         <link>https://padlet.com/Ensina_Brasil/ConstruindoaCulturaqueQueremos/wish/3928809604</link>
         <description><![CDATA[<p>Uma coisa sempre me incomodou nas minhas aulas: gastar grande parte do tempo escrevendo teoria no quadro enquanto os alunos apenas copiavam. Como eles não possuem material teórico impresso, eu acabava precisando passar muito conteúdo durante a aula — e, no fim, sobrava pouco tempo para a etapa que realmente exige esforço cognitivo: resolver exercícios.</p><p>Assim, as atividades frequentemente ficavam para casa. E o resultado era frustrante: muitos apenas copiavam respostas dos colegas, usavam inteligência artificial ou reproduziam resoluções prontas sem realmente entender o que estavam fazendo. Mesmo quando começávamos os exercícios em sala, alguns enrolavam o máximo possível para deixar o restante “para depois”.</p><p>Na terceira série isso ficava ainda mais evidente. Os conteúdos são densos, difíceis e exigem prática constante. Eu via o tempo indo embora com cópia de matéria enquanto os alunos quase não tinham espaço para pensar de verdade.</p><p>Foi então que decidi inverter a lógica da aula.</p><p>Passei a enviar previamente a parte teórica para os alunos copiarem em casa — ou imprimirem — e transformei a sala em um espaço focado principalmente na resolução de exercícios. Comecei a trabalhar com listas guiadas, pensadas para serem realizadas durante a própria aula: começando com exercícios mais básicos e aumentando progressivamente a dificuldade até chegar em questões de vestibulares e ENEM.</p><p>Enquanto eles resolviam, eu circulava pela sala tirando dúvidas, fazendo perguntas e ajudando cada um a construir o próprio raciocínio. As conversas eram permitidas e incentivadas, mas com um combinado muito claro: ajudar não era entregar respostas prontas.</p><p>No início, eles ficaram quase “em choque” com a mudança. Sabiam que daria mais trabalho. Mas rapidamente começaram a perceber a diferença.</p><p>Passei a ouvir frases como:<br>“É a primeira vez que eu estou entendendo Física.”<br>“Nunca precisei pensar tanto para resolver algo.”<br>“Eu achava que Física era impossível.”<br>“Depois que pega o jeito, fica fácil.”</p><p>E acho que foi justamente aí que a prática ganhou sentido: quando os alunos começaram a perceber que entender uma explicação não é a mesma coisa que construir uma resolução sozinhos — e que aprender de verdade exige enfrentar esse processo.</p><p>Hoje vejo alunos que antes apenas copiavam começando, de fato, a pensar, discutir, testar caminhos e aprender com mais autonomia. Comecei essa experiência com as terceiras séries, onde o problema parecia mais urgente, mas os resultados têm sido tão positivos que já considero expandir a proposta para as segundas séries no próximo bimestre.</p>]]></description>
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         <pubDate>2026-05-25 23:39:24 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Conferência Ambiental Luziânia</title>
         <author>marcia29souzams</author>
         <link>https://padlet.com/Ensina_Brasil/ConstruindoaCulturaqueQueremos/wish/3928935465</link>
         <description><![CDATA[<p>A 1ª Conferência Nacional ODS constituiu-se como um importante espaço de participação social voltado à implementação da Agenda 2030 no Brasil, promovendo o diálogo entre gestão pública, setor acadêmico, cooperativas, movimentos sociais e sociedade civil. O evento reuniu aproximadamente 250 participantes, entre gestores escolares, estudantes, cooperativas, vereadores, representantes das Secretarias de Meio Ambiente e de Educação, professores e membros da comunidade, com o objetivo de avaliar avanços, identificar desafios e propor ações concretas para o desenvolvimento sustentável no município.</p><p>O encontro contou com o apoio de palestrantes, representantes e especialistas vinculados aos eixos temáticos debatidos: Sustentabilidade Ambiental, Inclusão Social e Combate às Desigualdades, e Inovação Tecnológica para o Desenvolvimento Sustentável. Após as exposições, os participantes foram organizados em grupos de trabalho, nos quais as discussões buscaram estimular o pensamento crítico e a formulação de propostas viáveis para os desafios enfrentados pelas comunidades locais.</p><p>Entre os principais progressos observados, destacaram-se iniciativas comunitárias de reciclagem e indícios de um modelo de economia circular, especialmente em áreas periféricas. Nessas localidades, moradores estabeleceram parcerias com catadores, com o objetivo de reduzir o descarte irregular de resíduos e promover práticas mais sustentáveis.</p><p><br/></p>]]></description>
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         <pubDate>2026-05-26 00:58:43 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Explorando os Prismas</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/Ensina_Brasil/ConstruindoaCulturaqueQueremos/wish/3929183280</link>
         <description><![CDATA[<p>Hoje realizei uma atividade prática sobre prismas e sólidos geométricos com a turma. Durante a aula, os alunos puderam manipular os sólidos, observar suas características e identificar elementos.</p><p>A prática contribuiu para tornar o conteúdo mais concreto e dinâmico, incentivando a participação, a investigação e o desenvolvimento do raciocínio geométrico dos estudantes.</p>]]></description>
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         <pubDate>2026-05-26 02:50:15 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Eco-Diários: Cartografando a Sustentabilidade Local</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/Ensina_Brasil/ConstruindoaCulturaqueQueremos/wish/3930493102</link>
         <description><![CDATA[<p><strong>Contexto e Personagens</strong>: O Contexto da ação se desenvolve na comunidade escolar, tendo como protagonistas os alunos do 7º ano. A ação foi idealizada e conduzida dentro da disciplina eletiva “Educação Ambiental e Sustentabilidade”, transformando a sala de aula em um espaço de vivência ativa e participativa, onde os estudantes se tornaram os principais agentes da prática.</p><p><strong>Desafio</strong>: O problema a ser superado era a baixa percepção que os alunos apresentavam sobre os problemas ambientais presentes em sua própria comunidade. Havia um distanciamento em relação ao tema, evidenciado pelo pouco envolvimento com práticas de sustentabilidade e pela grande dificuldade em relacionar o conteúdo ambiental trabalhado em sala de aula à sua realidade cotidiana. </p><p><strong>Solução</strong> Para contornar a falta de recursos e despertar o interesse dos alunos, o projeto utilizou a reciclagem e a criatividade como ferramentas de ensino por meio de uma metodologia ativa. Inicialmente, utilizando folhas sulfite e materiais simples reaproveitados, os próprios estudantes produziram e customizaram seus cadernos de campo artesanais, uma etapa que estimulou a criatividade e introduziu o conceito de sustentabilidade na prática. Com esses cadernos em mãos, os alunos foram estimulados a observar criticamente o entorno de suas moradias, registrando em forma de anotações e desenhos a realidade local. Isso incluiu o mapeamento de problemas reais, como o descarte inadequado de lixo na comunidade.</p><p><strong>Impacto</strong>: A transformação gerada pela prática contribuiu para o aumento do engajamento e da participação dos estudantes nas discussões ambientais. Ao final do processo, os alunos desenvolveram uma maior consciência sobre os problemas socioambientais presentes em sua realidade, além de adquirirem habilidades essenciais relacionadas à observação, cartografia social, criatividade, trabalho colaborativo e sustentabilidade.</p><p><strong>Futuro:</strong> Como ações futuras, os estudantes realizarão um diagnóstico socioambiental dos trajetos que mais frequentam e do ambiente escolar, identificando problemas e potencialidades da comunidade por meio de mapas, desenhos e registros críticos nos eco-diários. Posteriormente, serão produzidos cartazes e ações de conscientização ambiental no espaço escolar, com o objetivo de fortalecer o protagonismo juvenil, a reflexão crítica e a responsabilidade coletiva sobre o cuidado com o território local.</p>]]></description>
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         <pubDate>2026-05-27 00:08:47 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title>Esquenta para o SAEPE 2026</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/Ensina_Brasil/ConstruindoaCulturaqueQueremos/wish/3931655113</link>
         <description><![CDATA[<p>No corrente ano será realizada a avaliação externa do SAEPE, importante avaliação que funciona como termômetro para monitorar os níveis de aprendizagem a nível nacional. </p><p><br/></p><p>Dentre o conjunto de ações formativas adotadas para a preparação para o SAEPE 2026, iniciamos o "Esquenta SAEPE", através de aulas dinâmicas e com metodologias ativas para testar o conhecimento dos alunos e revisar conteúdos programáticos. </p><p><br/></p><p>Na última quarta-feira, o professor Kelvin Almeida movimentou as aulas com o nono ano por meio de um simulado interativo com direito a passa ou repassa e torta na cara. </p><p><br/></p><p>Além das dinâmicas lúdicas com forte intuito pedagógico, os alunos fortalecem o protagonismo e a troca entre pares, dessa forma construindo de maneira coletiva o resultado que queremos alcançar. </p><p><br/></p>]]></description>
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         <pubDate>2026-05-27 15:37:27 UTC</pubDate>
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         <title>“Faça Agora”: construindo uma cultura de aprendizagem</title>
         <author>laurafm1701</author>
         <link>https://padlet.com/Ensina_Brasil/ConstruindoaCulturaqueQueremos/wish/3932039306</link>
         <description><![CDATA[<p>Como professora de Ciências, surgiu a necessidade de fortalecer a cultura de aprendizagem em sala de aula, ampliar o engajamento dos estudantes e desenvolver maior participação nas aulas. Buscando estratégias que ajudassem a construir uma rotina mais intencional e ativa, foi adotada a prática “Faça Agora”, do livro Aula Nota 10, de Doug Lemov. A proposta consiste em iniciar todas as aulas com uma pergunta que os estudantes precisam responder logo no começo da aula.</p><p>As perguntas variam entre desafios mais complexos e questões mais simples, permitindo que todos os estudantes se sintam encorajados a participar. Muitas vezes, as questões retomam discussões da aula anterior e funcionam como ponte para o conteúdo do dia, ajudando os estudantes a estabelecer relações entre os temas estudados. Com isso, a aula deixa de começar de forma passiva e passa a iniciar com uma atividade que exige atenção, reflexão e mobilização do conhecimento dos estudantes.</p><p>Os impactos dessa prática foram percebidos rapidamente no cotidiano escolar. Os estudantes passaram a chegar mais preparados para participar, demonstrando maior engajamento e envolvimento com as aulas. A rotina tornou-se tornou mais clara e organizada, fortalecendo a cultura de aprendizagem da turma. Além disso, iniciar cada aula com uma atividade contribuiu para aproximar os estudantes do tema trabalhado e desenvolver o trabalho cognitivo desde os primeiros minutos da aula.</p><p>Essa prática passou a fazer parte da rotina das aulas de Ciências e contribui para a construção de um ambiente em que os estudantes compreendem que aprender exige participação ativa, reflexão e envolvimento constante com as atividades propostas.</p><p><br></p>]]></description>
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         <pubDate>2026-05-28 00:32:39 UTC</pubDate>
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         <title>Participação no SaebCast 2026</title>
         <author>joelrcorreia</author>
         <link>https://padlet.com/Ensina_Brasil/ConstruindoaCulturaqueQueremos/wish/3933422569</link>
         <description><![CDATA[<p>Tive a honra de participar, junto com <strong>Felipe Leonardo</strong>, do primeiro episódio do <strong>SaebCast 2026</strong>, intitulado <strong>“Conhecer para transformar: ambiente escolar e educação antirracista”</strong>.</p><p>Esse convite teve um significado muito especial, pois a equipe da <strong>Secretaria de Estado de Educação de Mato Grosso — SEDUC-MT</strong> esteve na <strong>EE Padre Firmo Pinto Duarte Filho</strong>, em Cuiabá, para conhecer de perto os projetos e práticas pedagógicas que vêm sendo desenvolvidos na escola em torno da <strong>educação antirracista</strong>, da <strong>escuta estudantil</strong>, da <strong>valorização das identidades</strong> e da construção de um ambiente escolar mais acolhedor, participativo e democrático.</p><p>Nossa participação no podcast nasceu justamente desse movimento: mostrar que a educação antirracista não se limita a uma ação isolada ou a uma data comemorativa. Ela precisa estar presente no cotidiano da escola, nas relações entre estudantes e professores, na forma como escutamos os alunos, nas escolhas curriculares, nas atividades desenvolvidas em sala de aula e nos projetos que reconhecem a história, a cultura e as experiências dos sujeitos que compõem a comunidade escolar.</p><p>Durante o episódio, pudemos dialogar sobre como a escuta dos estudantes tem sido uma ferramenta essencial para compreender o ambiente escolar e transformá-lo. Quando os estudantes são ouvidos de forma séria, suas percepções revelam aspectos importantes sobre pertencimento, acolhimento, convivência, desigualdades, conflitos e possibilidades de mudança. Essa escuta permite que a escola deixe de apenas falar sobre os estudantes e passe a construir ações com eles.</p><p>Também compartilhamos reflexões sobre a importância de desenvolver práticas pedagógicas que enfrentem o racismo estrutural e valorizem as trajetórias historicamente invisibilizadas. Nesse sentido, os projetos realizados na escola têm buscado promover o protagonismo estudantil, ampliar o debate sobre identidade, memória, território, cultura negra e participação social, além de fortalecer uma educação comprometida com a equidade.</p><p>Para mim, estar no <strong>SaebCast 2026</strong> representou o reconhecimento de um trabalho coletivo, construído no chão da escola pública, com estudantes, professores, equipe gestora e comunidade escolar. É muito importante perceber que práticas desenvolvidas dentro da escola podem ganhar visibilidade, circular pela rede e inspirar outras unidades escolares a pensarem caminhos possíveis para uma educação mais justa, inclusiva e antirracista.</p><p>A presença da SEDUC-MT em nossa escola reforça a relevância de olhar para as experiências concretas que acontecem nas unidades escolares. Muitas vezes, é no cotidiano da sala de aula, nos projetos interdisciplinares, nas rodas de conversa, nas produções dos estudantes e nos espaços de escuta que surgem as transformações mais significativas.</p><p>Participar desse episódio ao lado de <strong>Felipe Leonardo</strong> foi uma oportunidade de apresentar parte desse percurso e reafirmar que a escola pública tem potência, produz conhecimento, constrói práticas inovadoras e pode ser protagonista na redução das desigualdades educacionais.</p><p>O <strong>SaebCast 2026</strong>, como parte das ações do <strong>Movimenta Saeb 2026</strong>, amplia esse diálogo ao relacionar qualidade da educação, desenvolvimento integral dos estudantes e enfrentamento das desigualdades. Mais do que falar sobre resultados, essa iniciativa permite refletir sobre os caminhos que tornam a aprendizagem mais significativa, humana e conectada à realidade dos estudantes.</p><p>Que essa participação fortaleça ainda mais os projetos desenvolvidos na <strong>EE Padre Firmo Pinto Duarte Filho</strong> e inspire outras práticas comprometidas com uma educação antirracista, democrática e transformadora.</p>]]></description>
         <enclosure url="https://www.youtube.com/watch?pdlt=1&amp;v=JPMn6-OMVRw" />
         <pubDate>2026-05-28 20:24:40 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Maio Cigano: conhecer para respeitar</title>
         <author>joelrcorreia</author>
         <link>https://padlet.com/Ensina_Brasil/ConstruindoaCulturaqueQueremos/wish/3933449681</link>
         <description><![CDATA[<p>Na EE Padre Firmo Pinto Duarte Filho, realizamos, junto ao Grêmio Estudantil, uma ação educativa em valorização ao mês comemorativo à História e Cultura do Povo Cigano.</p><p>A iniciativa é um desdobramento das ações antirracistas que estamos promovendo na escola, voltadas à escuta estudantil, ao reconhecimento da diversidade, ao enfrentamento de preconceitos e à valorização de histórias muitas vezes invisibilizadas no espaço escolar.</p><p>A proposta teve como objetivo ampliar o conhecimento sobre os povos ciganos, combatendo estereótipos, preconceitos e formas históricas de apagamento. Durante o processo, os estudantes foram provocados a refletir sobre uma pergunta central: quando ouvimos a palavra “cigano”, pensamos na história real desse povo ou em imagens construídas pelo preconceito?</p><p>A partir dessa reflexão, o vídeo buscou apresentar uma mensagem simples e potente: estereótipo não é cultura. Conhecer a história dos povos ciganos é reconhecer sua presença na formação histórica e cultural do Brasil, valorizar a diversidade e defender direitos humanos.</p><p>A ação também fortalece o protagonismo estudantil, pois coloca os próprios estudantes do Grêmio como comunicadores de uma pauta socialmente relevante. Mais do que produzir um vídeo, o Grêmio Estudantil assumiu o papel de promover diálogo, respeito e consciência crítica dentro da escola.</p><p>Essa iniciativa dialoga diretamente com uma educação antirracista, plural e democrática, que reconhece diferentes povos, memórias e formas de existir. Valorizar a História e a Cultura do Povo Cigano é também afirmar que nenhuma história deve ser apagada.</p>]]></description>
         <enclosure url="https://www.instagram.com/p/DY2uacbJZmq/" />
         <pubDate>2026-05-28 21:20:25 UTC</pubDate>
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         <title>Maio Laranja: conscientização, cuidado e proteção de crianças e adolescentes</title>
         <author>joelrcorreia</author>
         <link>https://padlet.com/Ensina_Brasil/ConstruindoaCulturaqueQueremos/wish/3934548290</link>
         <description><![CDATA[<p>Durante o mês de maio, a EE Padre Firmo Pinto Duarte Filho desenvolveu uma ação de conscientização em alusão ao Maio Laranja, campanha nacional voltada ao enfrentamento do abuso e da exploração sexual de crianças e adolescentes.</p><p>A atividade foi realizada em parceria com a equipe psicossocial, envolvendo estudantes dos 7º e 8º anos em momentos de reflexão sobre cuidado, proteção, respeito ao corpo, escuta, acolhimento e construção de relações seguras. A proposta buscou tratar o tema de forma educativa, sensível e adequada à faixa etária dos estudantes, reforçando a importância da escola como espaço de orientação, prevenção e proteção.</p><p>Nas aulas de Arte, os alunos participaram da confecção de flores laranjas, símbolo da campanha e da defesa dos direitos de crianças e adolescentes. A produção artística permitiu que os estudantes expressassem, por meio da linguagem visual e do trabalho coletivo, mensagens de cuidado, respeito, proteção e valorização da vida.</p><p>Mais do que uma atividade manual, a confecção das flores foi uma oportunidade para dialogar sobre a importância de reconhecer situações de risco, fortalecer redes de apoio e compreender que toda criança e adolescente tem direito a crescer em um ambiente seguro, respeitoso e livre de qualquer forma de violência.</p><p>A parceria com o psicossocial foi fundamental para conduzir a ação com responsabilidade, acolhimento e atenção às dimensões emocionais e sociais que envolvem o tema. Esse trabalho integrado fortalece o compromisso da escola com a formação integral dos estudantes e com a promoção de uma cultura de cuidado e proteção.</p><p>A ação com os estudantes dos 7º e 8º anos reforça que a prevenção também se constrói por meio da informação, da escuta e da sensibilização. Ao unir arte, diálogo e conscientização, a escola amplia seu papel na defesa dos direitos de crianças e adolescentes.</p>]]></description>
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         <pubDate>2026-05-29 12:07:22 UTC</pubDate>
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         <title>Bingo dos Conectivos: Recomposição de Aprendizagem</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/Ensina_Brasil/ConstruindoaCulturaqueQueremos/wish/3935210416</link>
         <description><![CDATA[<p><strong>1. Contexto e personagens</strong></p><p>A proposta do <strong>“Bingo dos Conectivos”</strong> nasceu a partir da análise dos resultados da plataforma AvaliaMT. Ao examinar os dados de desempenho da turma, identifiquei fragilidades relacionadas à habilidade H09 (D039) – Reconhecer o sentido das relações lógico-discursivas em um texto, especialmente no que se refere à compreensão das conexões estabelecidas entre as ideias. Diante desse diagnóstico, planejei uma ação de recomposição de aprendizagem que tornasse esse conteúdo mais acessível e significativo. Assim, junto aos estudantes do Ensino Médio, desenvolvi uma atividade lúdica que utilizou cartelas compostas por conectivos de diferentes valores semânticos, como <em>porque</em>, <em>logo</em>, <em>entretanto</em>, <em>portanto</em>, <em>além disso</em> e <em>apesar de</em>.</p><p><br/></p><p><strong>2. Desafio</strong></p><p>O maior desafio era fazer com que os estudantes deixassem de enxergar os conectivos como simples palavras presentes nos textos e passassem a compreender seu papel na construção dos sentidos. A análise dos resultados evidenciava que muitos alunos conseguiam identificar o conectivo, mas tinham dificuldade em interpretar a relação de causa, consequência, oposição, explicação ou conclusão que ele estabelecia.</p><p><br/></p><p><strong>3. Solução</strong></p><p>A dinâmica foi organizada em rodadas. A cada frase apresentada, os estudantes precisavam identificar o conectivo correspondente em suas cartelas. Entretanto, o foco da atividade não estava apenas na marcação. Em cada rodada, eu promovia uma breve discussão sobre o uso do conectivo sorteado, explorando seu significado e a relação lógico-discursiva que ele estabelecia no contexto da frase. Esse movimento permitiu que os estudantes associassem teoria e prática de forma gradual, construindo o conhecimento à medida que participavam do jogo.</p><p><br/></p><p><strong>4. Impacto</strong></p><p>O que mais me marcou foi perceber a mudança na postura da turma ao longo da atividade. As respostas deixaram de ser tentativas aleatórias e passaram a vir acompanhadas de justificativas e argumentações. O entusiasmo gerado pelo bingo manteve os estudantes envolvidos, enquanto as discussões ampliaram sua compreensão sobre a organização dos textos. Ao final, mais do que uma cartela vencedora, o que se destacou foi o avanço da turma na interpretação das relações de sentido, demonstrando que a recomposição da aprendizagem pode ser eficaz quando parte de evidências concretas e se traduz em experiências significativas para os estudantes.</p>]]></description>
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         <pubDate>2026-05-30 11:46:20 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>O dia Mundial do Meio Ambiente </title>
         <author>aalvesbrendaa</author>
         <link>https://padlet.com/Ensina_Brasil/ConstruindoaCulturaqueQueremos/wish/3938747670</link>
         <description><![CDATA[<p>🌿 Conscientização e Arte: Alunos do CEEP Maria de Lourdes Widal Roma no Dia Mundial do Meio Ambiente!</p><p>No Dia Mundial do Meio Ambiente, o CEEP Professora Maria de Lourdes Widal Roma se transformou em um espaço de reflexão, criatividade e ação. Para marcar essa data tão crucial, os nossos alunos dos 1º, 2º e 3º anos do Ensino Médio participaram de uma atividade especial focada na preservação do nosso planeta.</p><p>A iniciativa aconteceu nas minhas aulas de Biologia. Como professora da disciplina e orgulhosa participante do programa Ensina Brasil, busquei unir a teoria científica ao protagonismo dos estudantes. Após debates enriquecedores e momentos de conscientização sobre os desafios ecológicos atuais, eles colocaram a mão na massa na confecção de cartazes informativos e reflexivos.</p><p>O resultado? Uma explosão de ideias, mensagens de impacto e soluções sustentáveis expressas através da arte e do conhecimento biológico.</p><p><br></p><p>Para que toda a comunidade escolar pudesse absorver essas mensagens, transformamos o nosso pátio em uma grande galeria de arte ambiental! Todos os cartazes produzidos pelos nossos alunos ficaram expostos no pátio principal.</p><p>Onde todos os estudantes de todas as turmas, colegas professores, funcionários e visitantes puderam apreciar, refletir e se inspirar com o trabalho brilhante dos nossos jovens.</p><p>Cuidar do planeta é um dever de todos nós, e o futuro começa com as atitudes e conhecimentos que construímos hoje na sala de aula! 🌎💚</p>]]></description>
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         <pubDate>2026-06-02 16:24:59 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Projeto Jovem Calouro - Aproximando escola e universidade </title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/Ensina_Brasil/ConstruindoaCulturaqueQueremos/wish/3938772660</link>
         <description><![CDATA[<p>No mês de Maio, iniciamos a primeira etapa de um projeto Jovem Calouro, uma iniciativa que visa aproximar a universade e a escola, fomentando o desejo e a curiosidade dos estudantes para com a universidade.</p><p>O primeiro encontro foi cheio de questionamentos, dúvidas,  e bastante engajamento por parte dos estudantes. Em que professores da UEMS ( Universidade Estadual do Mato Grosso do Sul), estiveram na escola, debatendo e mostrando as oportunidades que os futuros acadêmicos possuem.</p><p>Foi um momento ímpar, e extremamente proveitoso!</p><p><br></p>]]></description>
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         <pubDate>2026-06-02 16:57:35 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Roda da Empatia 🫂</title>
         <author>aalvesbrendaa</author>
         <link>https://padlet.com/Ensina_Brasil/ConstruindoaCulturaqueQueremos/wish/3938793061</link>
         <description><![CDATA[<p>No início do primeiro bimestre, realizei uma atividade que nomeei Roda da Empatia com todas as turmas de 1º, 2º e 3º anos do Ensino Médio no CEEP Professora Maria de Lourdes Widal Roma, em Campo Grande (MS). O objetivo principal foi acolher os estudantes no retorno às aulas, promovendo a inteligência emocional e fortalecendo os vínculos e a empatia entre eles logo na largada do ano letivo.</p><p>A dinâmica funcionou de forma rotativa e ágil. Organizei os alunos em duas rodas concêntricas, uma interna e outra externa, de modo que ficassem frente a frente em pares. A cada rodada, eu propunha uma pergunta norteadora voltada para sentimentos, dores, expectativas e situações emocionais do cotidiano deles.</p><p>Os pares tinham exatamente 1 minuto para compartilhar suas vivências e praticar a escuta ativa. Ao sinalizador do cronômetro, a roda de dentro girava, os pares se renovavam e uma nova pergunta era lançada.</p><p>O impacto da atividade superou as expectativas em todas as séries. Ao quebrar as "bolhas" e colocar estudantes de diferentes grupos para se olharem nos olhos e compartilharem vulnerabilidades, o ambiente da sala de aula se transformou. O exercício não apenas humanizou o espaço escolar logo no início do bimestre, mas também criou uma rede invisível de apoio mútuo, mostrando aos alunos do Widal que eles não estão sozinhos em suas jornadas.</p>]]></description>
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         <pubDate>2026-06-02 17:23:24 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Projeto Identidades: Estatística como ferramenta de reconhecimento e encontro racial. </title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/Ensina_Brasil/ConstruindoaCulturaqueQueremos/wish/3938883374</link>
         <description><![CDATA[<p>Luana Gonçalves, 2026, EE Lino Vilacha</p><p><br></p><p>1. Contexto e personagens:</p><p>Alunos do 7º Ano A de uma escola pública localizada na periferia de Campo Grande (MS), inseridos em uma comunidade marcada pela diversidade racial e cultural.</p><p><br></p><p>2. Desafio:</p><p>O Projeto Identidades nasceu da percepção de que muitos estudantes tinham dificuldade em se reconhecer racialmente e, em diversos casos, associavam as palavras "preto" e "negro" a termos pejorativos. <br></p><p>3. Solução:</p><p>Diante dessa realidade, utilizamos a Estatística como ferramenta para promover reflexão, diálogo e autoconhecimento. A partir da aplicação de questionários, análise de dados e rodas de conversa sobre identidade racial, representatividade e critérios de autodeclaração, os estudantes foram convidados a olhar para si mesmos e para a diversidade presente em sua comunidade. Ao longo do projeto, os próprios alunos organizaram, tabularam e interpretaram os dados coletados, percebendo como a Matemática pode contribuir para a compreensão de questões sociais e da realidade em que vivem. As atividades possibilitaram momentos de escuta, troca de experiências e reflexão sobre pertencimento racial e diversidade.</p><p><br></p><p>4. Impacto:</p><p>Os resultados mostraram mudanças significativas na forma como os estudantes enxergavam sua identidade racial, ampliando o sentimento de pertencimento, o respeito à diversidade e a valorização de suas histórias. Mais do que aprender Estatística, os alunos descobriram que os números também podem contar histórias, promover reflexões e fortalecer identidades.<br></p><p>5. Futuro:</p><p>O projeto continuará ao longo do ano por meio de novas rodas de conversa, atividades interdisciplinares e momentos de compartilhamento de experiências. Pretendemos acompanhar a evolução das autodeclarações dos estudantes e avaliar os impactos dos conteúdos trabalhados, buscando compreender como essas ações contribuem para o fortalecimento da identidade racial, da autoestima e da percepção de pertencimento dos alunos.</p><p><br></p><p><br></p>]]></description>
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         <pubDate>2026-06-02 19:33:45 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>CONHECENDO OS BIOMAS</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/Ensina_Brasil/ConstruindoaCulturaqueQueremos/wish/3938889310</link>
         <description><![CDATA[<p>Durante o desenvolvimento do conteúdo sobre os biomas brasileiros, foram identificadas duas dificuldades principais entre os estudantes: a realização de atividades colaborativas em grupo e a compreensão inicial dos conceitos relacionados aos biomas, suas características e importância ambiental. Observou-se a necessidade de estratégias que favorecessem tanto a construção coletiva do conhecimento quanto o protagonismo dos alunos no processo de aprendizagem.</p><p><br/></p><p>A prática foi desenvolvida por meio de trabalhos em grupo, nos quais os estudantes realizaram pesquisas sobre diferentes biomas brasileiros. Cada grupo produziu cartazes em cartolina contendo informações, características, curiosidades e imagens relacionadas ao tema estudado. Logo, os grupos apresentaram suas pesquisas para a turma, sendo avaliados pelo desenvolvimento do trabalho, participação e organização coletiva. Após as apresentações, foi realizamos uma roda de conversa para que os estudantes compartilhassem conhecimentos, experiências e reflexões sobre cada bioma, ampliando o debate e a troca de saberes entre os colegas.</p><p><br/></p><p>A atividade proporcionou maior engajamento dos estudantes com o conteúdo, favorecendo a participação ativa durante as pesquisas, produções e apresentações. Acredito que teve avanço significativo na capacidade de trabalho em grupo, na comunicação oral e na construção coletiva do conhecimento. Os alunos demonstraram domínio crescente do tema ao apresentarem informações e curiosidades sobre os biomas, além de participarem de forma mais crítica e colaborativa nas discussões.</p>]]></description>
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         <pubDate>2026-06-02 19:43:18 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Nossa Experiência no Programa Estudante Cidadão do Futuro</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/Ensina_Brasil/ConstruindoaCulturaqueQueremos/wish/3939981199</link>
         <description><![CDATA[<p><strong>1. Contexto e personagens</strong></p><p>Como professora interlocutora do Grêmio Estudantil Voz Ativa, da Escola Estadual Cívico Militar Gustavo Kulmann, tive a oportunidade de mediar uma experiência marcante de formação cidadã por meio do <strong>Programa Estudante Cidadão do Futuro</strong>, organizado pela SEDUC-MT e pela CGE-MT (Controladoria Geral do Estado de Mato Grosso) em parceria com o TRE-MT. O projeto contou com a participação ativa dos estudantes gremistas, que assumiram o protagonismo das ações desenvolvidas na escola, mobilizando colegas, promovendo debates e compartilhando informações sobre temas fundamentais para a construção de uma sociedade mais consciente e participativa.</p><p>Além das atividades relacionadas à participação política, o grêmio também se envolveu em ações de Cidadania Fiscal, ampliando os conhecimentos dos estudantes sobre a importância dos tributos, da emissão de notas fiscais e do acompanhamento da aplicação dos recursos públicos. Ao longo do programa, os jovens demonstraram compromisso, responsabilidade e disposição para aprender e multiplicar conhecimentos dentro da comunidade escolar.</p><p><br/></p><p><strong>2. Desafio</strong></p><p>Um dos principais desafios enfrentados foi despertar nos estudantes o interesse pela participação cidadã e fazê-los compreender que suas escolhas e atitudes têm impacto direto na sociedade. Muitos jovens ainda enxergam a política como algo distante de sua realidade e desconhecem a importância do voto como instrumento de transformação social.</p><p>Outro desafio foi conscientizar os estudantes sobre a necessidade de exercer a cidadania de forma ética e responsável, combatendo práticas prejudiciais à democracia, como a compra e a venda de votos. Também foi necessário aproximar temas relacionados à cidadania fiscal do cotidiano dos alunos, mostrando que  a exigência da nota fiscal são atitudes que contribuem para uma sociedade mais transparente e justa.</p><p><br/></p><p><strong>3. Solução</strong></p><p>Para enfrentar esses desafios, o Grêmio Estudantil desenvolveu diversas ações de conscientização e mobilização. Foram realizadas campanhas de incentivo ao alistamento eleitoral dos estudantes que já possuíam idade para votar, além de momentos de diálogo e reflexão sobre a importância do voto consciente e da participação democrática.</p><p>Uma das iniciativas de maior destaque foi a produção de um vídeo educativo sobre a importância do voto, elaborado pelos próprios integrantes do grêmio. O material foi divulgado no Instagram da SEDUC-MT e da CGE-MT e teve como objetivo sensibilizar os jovens sobre o valor da participação política, reforçando que o voto é uma ferramenta de transformação social e que deve ser exercido com responsabilidade e consciência. A utilização das redes sociais permitiu ampliar o alcance da mensagem, envolvendo não apenas os estudantes da escola, mas também familiares e membros da comunidade.</p><p>O protagonismo estudantil esteve presente em todas as etapas do projeto. Os integrantes do grêmio planejaram, organizaram, divulgaram e executaram as ações, demonstrando liderança, criatividade e comprometimento com a construção de uma escola mais participativa e cidadã.</p><p><br/></p><p><strong>4. Impacto</strong></p><p>As ações desenvolvidas ao longo do Programa Estudante Cidadão do Futuro contribuíram para ampliar o interesse dos estudantes por temas relacionados à cidadania, à democracia e à participação social. O vídeo produzido pelo grêmio e divulgado no Instagram fortaleceu essa mobilização, levando a mensagem sobre a importância do voto consciente para além da escola e alcançando a comunidade.</p><p>O empenho dos estudantes foi reconhecido na cerimônia de premiação do programa, quando o grêmio conquistou o 3º lugar. Como premiação, o grêmio e a escola receberam um iPhone, R$ 1.000,00, microfones e um refletor. Além disso, 12 estudantes do grêmio foram premiados com headphones sem fio e smartwatches, em reconhecimento à sua dedicação e protagonismo.</p><p>Como professora interlocutora, também fui contemplada com um celular POCO X6 Pro, da Xiaomi, prêmio que simboliza o reconhecimento de um trabalho realizado de forma colaborativa entre estudantes, escola e comunidade.</p><p>Mais do que os prêmios recebidos, a experiência fortaleceu o protagonismo juvenil e reafirmou a importância da educação para a formação de cidadãos conscientes, participativos e comprometidos com a sociedade.</p>]]></description>
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         <pubDate>2026-06-03 18:43:38 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Projeto Consciência Digital - Dinâmica Fato ou Fake </title>
         <author>TiGoncalves</author>
         <link>https://padlet.com/Ensina_Brasil/ConstruindoaCulturaqueQueremos/wish/3943002407</link>
         <description><![CDATA[<p><sub>Como parte do Projeto de</sub><strong><sub> </sub><em><sub>Conscientização Digital</sub></em></strong><sub>, que está em andamento na Escola Estadual Vilmar Vieira Matos, os estudantes do 2º ano E participaram da dinâmica </sub><strong><sub>"</sub><em><sub>Fato ou Fake</sub></em><sub>". </sub></strong><sub>A turma foi dividida em grupos e receberam diferentes notícias, imagens e casos para analisar e debater. O desafio consistiu em identificar se as informações apresentadas eram verdadeiras, falsas ou continham caracteristicas de golpes frequentemente encontrados em redes sociais, como o Instagram. Após as discussões em grupo, cada equipe apresentou suas conclusões e defendeu suas argumentações, explicaram quais elementos e pistas utilizaram para chegar aos seus resultados. A atividade teve como objetivo fomentar o debate, desenvolver o pensamento crítico e refletir sobre as consequências da disseminação de notícias falsas e golpes na internet. Os grupos se destacaram pela capacidade de análise e pela identificação de diversos indícios que ajudaram a embasar suas argumentações, demonstrando atenção aos detalhes e compreensão da importância de verificar informações antes de compartilhá-las.</sub></p>]]></description>
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         <pubDate>2026-06-05 19:15:06 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Olimpíada Arandu Roky - Agricultura Familiar </title>
         <author>TiGoncalves</author>
         <link>https://padlet.com/Ensina_Brasil/ConstruindoaCulturaqueQueremos/wish/3943061092</link>
         <description><![CDATA[<p><sub>Gravação do vídeo de inscrição da quipe </sub><strong><sub>Cultivando o Futuro</sub></strong><sub>, da Escola Estadual Vilmar Vieira Matos, na 1ª Olimpíada Arandu Roky de Dourados/MS, que conecta agricultura familiar, educação pública e sustentabilidade. O projeto visa uma verdadeira simbiose entre campo, juventude e comunidade escolar, levando os estudantes a aprender diretamente com os pequenos produtores da região, registrar suas experiências em diários de bordo e aplicar esses conhecimentos na horta da escola.</sub></p><p><sub>Ao longo do projeto, os alunos transformarão teoria em prática ao produzir alimentos saudáveis para complementar a merenda escolar, desenvolverão ações de empreendedorismo por meio da comercialização de produtos e para fortalecer a agricultura familiar local o projeto visa criar feiras na escola para que pequenos produtores também comercializem suas produções em eventos escolares. Mais do que uma horta, o projeto constrói conhecimento, protagonismo estudantil, geração de renda e valorização dos saberes do campo, alinhando-se aos objetivos da Olimpíada Arandu Roky de incentivar soluções para os desafios da agricultura familiar sul-mato-grossense.</sub></p>]]></description>
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         <pubDate>2026-06-05 21:53:47 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>PodCast -  1ª Mostra Científica – Ciências sem Fronteiras</title>
         <author>TiGoncalves</author>
         <link>https://padlet.com/Ensina_Brasil/ConstruindoaCulturaqueQueremos/wish/3943542268</link>
         <description><![CDATA[<p><sub>No podcast a estudante Eduarda Victória, do 1º ano compartilhou sua experiência e participação na </sub><strong><sub>1ª Mostra Científica: Ciências sem Fronteira da UFGD</sub></strong><sub> em maio. Foi entrevistada pela estudante Jamilly, do 9º ano, e nesse bate-papo leve e inspirador, falaram sobre a empolgação de apresentar o trabalho desenvolvido em equipe, representando a Escola Estadual Vilmar Vieira Matos em um importante espaço de divulgação científica.</sub></p><p><sub>O trabalho desenvolvido pelo grupo do 1ºano foi sobre </sub><strong><sub>"O uso do marketing nas redes sociais para o fortalecimento da Agricultura Familiar" </sub></strong><sub>e nele os jovens destacaram como o Marketing Digital contribui para o fortalecimento dos pequenos produtores nos seguintes aspectos:</sub></p><ul><li><p><sub>Divulgação dos produtos agriolas;</sub></p></li><li><p><sub>Impacto na comercialização;</sub></p></li><li><p><sub>Estratégias utilizadas pelos produtores no meio digital.</sub></p></li></ul><p><sub>O episódio destacou também o protagonismo estudantil como ferramenta de transformação, evidenciando o papel ativo dos estudantes na construção do conhecimento, desde a pesquisa até a apresentação dos resultados para a comunidade acadêmica. Também foi ressaltada a importância do protagonismo feminino na ciência, mostrando como meninas e jovens pesquisadoras têm ocupado espaços de destaque, inspirando outras estudantes a acreditarem em seu potencial e na capacidade de produzir ciência de qualidade.</sub></p><p><br></p>]]></description>
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         <pubDate>2026-06-06 23:15:14 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Olimpíada Internacional de Matemática Sem Fronteiras - OIMSF</title>
         <author>caamposmiranda</author>
         <link>https://padlet.com/Ensina_Brasil/ConstruindoaCulturaqueQueremos/wish/3945233449</link>
         <description><![CDATA[<p>O <strong>Projeto Mathématiques </strong>foi desenvolvido com alunas do 3º ano do Ensino Médio, promovendo sua inscrição, preparação e participação na Olimpíada Internacional Matemática sem Fronteiras (OIMSF). Por meio de encontros preparatórios e resolução de desafios matemáticos, as estudantes tiveram a oportunidade de desenvolver o raciocínio lógico, o trabalho em equipe e o protagonismo acadêmico.</p><p>A OIMSF diferencia-se por ser uma competição realizada de forma colaborativa, na qual os participantes resolvem, em grupo, problemas matemáticos que exigem análise, argumentação e cooperação. Além disso, uma das questões é apresentada em idioma estrangeiro, estimulando a integração entre Matemática e linguagens.</p><p>Como boa prática implementada na escola, o projeto incentivou a participação em olimpíadas científicas e ampliou o interesse dos estudantes por desafios acadêmicos. Para as próximas edições, a expectativa é expandir a iniciativa para mais turmas, ampliando o alcance e as oportunidades de desenvolvimento proporcionadas pela experiência olímpica.</p>]]></description>
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         <pubDate>2026-06-08 13:55:40 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Narrativas Digitais - Migração</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/Ensina_Brasil/ConstruindoaCulturaqueQueremos/wish/3948663248</link>
         <description><![CDATA[<p>Produzi um <strong>mini documentário reflexivo sobre migração</strong>, realizado no âmbito do projeto <em>Narrativas Digitais com alunos do 2º EM</em>. Após estudos sobre os conceitos de migração, imigração, emigração, refúgio e diversidade cultural, os estudantes elaboraram roteiros, realizaram entrevistas com migrantes da comunidade escolar e produziram um vídeo que apresenta experiências reais de deslocamento, adaptação e convivência intercultural. </p><p><br/></p><p><strong>Objetivos Pedagógicos</strong></p><p>Desenvolver nos estudantes a compreensão do fenômeno da migração e seus impactos sociais, culturais e econômicos, promovendo a reflexão sobre diversidade, respeito e acolhimento. Por meio do projeto <strong>Narrativas Digitais</strong>, os alunos pesquisaram conceitos relacionados às migrações, elaboraram roteiros e produziram um vídeo com entrevistas de pessoas migrantes, fortalecendo habilidades de comunicação, investigação, produção audiovisual e uso consciente das tecnologias digitais.</p><p><br/></p><p><strong>Resultados e Impactos</strong></p><p>A atividade possibilitou aos estudantes relacionar os conhecimentos trabalhados em sala de aula com histórias reais de migração presentes em sua comunidade escolar. A produção do vídeo ampliou a empatia, o respeito às diferenças culturais e a valorização das trajetórias dos entrevistados. Além disso, promoveu o protagonismo estudantil, o trabalho colaborativo e o desenvolvimento de competências digitais, contribuindo para uma aprendizagem mais significativa e conectada à realidade dos alunos.</p>]]></description>
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         <pubDate>2026-06-10 21:23:11 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Projeto Jovem Calouro - aproximando universidade e escola </title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/Ensina_Brasil/ConstruindoaCulturaqueQueremos/wish/3951527366</link>
         <description><![CDATA[<p>No último dia 10/06, ocorreu a segunda etapa do projeto, em que através de um empenho mútuo entre direção, coordenação e ensinas, conseguimos levar as cinco turmas de terceiro ano (E.M) da escola para a UEMS (Universidade Estadual do Mato Grosso do Sul), foram mais de 90 estudantes impactados neste grande momento, conhecendo as dependências do campus, laboratórios, professores e até alguns acadêmicos.</p><p>A partir desta experiência, alguns alunos relataram o desejo de ingressar em um curso superior, outros, mostraram afinidades muito pertinentes dentro dos laboratórios e demais áreas.</p><p>Desta forma, entendemos que o objetivo vem sendo alcançado gradativamente, e, que estamos no caminho certo para alcança-lo de forma definitiva.</p>]]></description>
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         <pubDate>2026-06-12 23:41:07 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Projeto Biologia Forense</title>
         <author>vitorialouise</author>
         <link>https://padlet.com/Ensina_Brasil/ConstruindoaCulturaqueQueremos/wish/3953639484</link>
         <description><![CDATA[<p>A ideia surgiu durante uma dinâmica de apresentação no primeiro dia de aula nas turmas de 6° anos no período matutino através dos gostos que os alunos compartilharam.</p><p><br/></p><p>O projeto vem sido desenvolvido desde o 2° bimestre no contraturno, com encontros bissemanais, e já no primeiro dia os estudantes estavam ansiosos e animados para se tornarem os detetives do Departamento de Polícia Berg (nome escolhido por eles).</p><p><br/></p><p>Durante os encontros nós exploramos os diversos assuntos que abrangem a área da biologia forense e corpo humano. Além disso, os detetives trabalham em equipe para desvendar os mistérios de casos criminais fictícios elaborados, inicialmente, por mim. Ao final de cada caso é feito um interrogatório com os suspeitos e a confecção das evidências encontradas durante a investigação.</p><p><br/></p><p>O projeto ocorrerá até outubro, onde a culminância será na Feira de Ciências da escola e estou muito empolgada e me sinto realizada em contribuir com o desenvolvimento dos alunos. Poder acompanhar os olhinhos deles brilhando a cada aula e a  participação fervorosa é extremamente gratificante!<br></p><p><br/></p>]]></description>
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         <pubDate>2026-06-15 11:48:02 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Ação Dia da Mulher</title>
         <author>vitorialouise</author>
         <link>https://padlet.com/Ensina_Brasil/ConstruindoaCulturaqueQueremos/wish/3953661472</link>
         <description><![CDATA[<p>No mês de Março, na semana do Dia da Mulher, eu a professora de Geografia Soleide realizamos uma palestra seguida de uma roda de conversa com os alunos do 7°, 8°, 9° anos e AJA (turmas as quais a professora leciona). O tema aborado foi "A violência contra a mulher".</p><p><br/></p><p>Para a palestra nós trouxemos reportagens, notícias, dados de feminício, os tipos de abuso e seus sinais além de canais para denúncia. A professora Soleide também compartilhou sua história pessoal sobre a violência que sofreu anos atrás e perpetua até hoje de maneiras diferentes.</p><p><br/></p><p>A roda de conversa foi no estilo do jogo batata quente, onde colocamos algumas perguntas dentro de uma caixinha para que os estudantes respondessem e refletissem em conjunto.</p><p><br/></p><p>As turmas engajaram bastante e os estudantes que se sentiram confortáveis trouxeram suas histórias pessoais espontaneamente ao longo da conversa.</p>]]></description>
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         <pubDate>2026-06-15 12:15:43 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Feira Criativa - Um resultado da combinação de escuta ativa e interdisciplinaridade

</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/Ensina_Brasil/ConstruindoaCulturaqueQueremos/wish/3953942570</link>
         <description><![CDATA[<p>O primeiro projeto que conduzi, junto com a professora Kimberlly - que também atua fora da sala de aula com outros projetos da escola e com avaliações externas - e que contou com o apoio de outros professores regentes, foi a organização de uma <strong>feira criativa</strong> que mobilizou toda a <strong>comunidade escolar.</strong> Os principais pontos que quero trazer para este espaço dizem respeito justamente à forma como o projeto surgiu e a uma das metodologias aplicadas que fez dele um grande sucesso: a escuta ativa como ponto de partida e a <strong>interdisciplinaridade </strong>como motor da aprendizagem.</p><p>A ideia do projeto nasceu da aplicação prática da escuta ativa em dois momentos que se complementaram. De um lado, duas estudantes que produzem pulseiras artesanais procuraram a professora Kimberlly para saber se poderiam mostrar e comercializar seus produtos na escola. O regimento, porém, proibia esse tipo de iniciativa sem um espaço legitimado. De outro lado, em minhas observações em sala de aula, percebi o potencial artístico de muitos estudantes e, ao ouvi-los, senti a necessidade de criar um espaço que fosse além das aulas tradicionais para que essas potencialidades pudessem ser trabalhadas e valorizadas. Foi assim que nos reunimos com as professoras de <strong>Arte </strong>e decidimos dar início ao projeto da feira criativa. Em seguida, outros professores - de <strong>Língua Inglesa</strong> e <strong>Língua Portuguesa</strong> - abraçaram a ideia e visualizaram maneiras diversas de trabalhar em sala temas alinhados à feira sem abrir mão de seus respectivos conteúdos curriculares.</p><p>Dessa forma, antes da execução da feira - que foi totalmente protagonizada pelos estudantes, desde a montagem dos espaços e das bancas até a comunicação, a exposição dos trabalhos e as apresentações artísticas - tivemos quatro semanas em que diferentes disciplinas trabalharam conteúdos pertinentes para a construção do evento. Foram estudos sobre logotipo e identidade visual, sobre texto publicitário persuasivo, sobre formação de preço e porcentagem em <strong>Matemática</strong>, além de um trabalho especial sobre Van Gogh protagonizado por uma turma, que expôs diversas intervenções artísticas inspiradas na obra do pintor. A <strong>interdisciplinaridade como metodologia</strong> foi, portanto, um sucesso, pois os estudantes puderam visualizar na prática como os conhecimentos de diferentes áreas se integram e ganham sentido fora dos muros da escola.</p><p>Para além da aprendizagem disciplinar, a feira também se conectou com o <strong>território</strong>. A cidade de Dourados tem uma tradição forte de feiras, que começou com os pequenos produtores agrícolas e artesãos, e o projeto conseguiu dialogar com essa identidade local, mostrando aos estudantes que a aplicação real da multidisciplinaridade está presente em manifestações da sociedade para muito além da sala de aula. A feira foi um grande sucesso, e esta edição promete ser a primeira de muitas, garantindo <strong>replicabilidade </strong>e consolidando uma identidade própria do projeto com a escola, a cidade e o território</p>]]></description>
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         <pubDate>2026-06-15 17:56:45 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Dia das Mulheres</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/Ensina_Brasil/ConstruindoaCulturaqueQueremos/wish/3956875689</link>
         <description><![CDATA[<p>Este momento foi realizado com a participação de alunos, professores e funcionários da escola. Cada participante registrou sua digital proximo de uma palavra que expressasse um desejo para as mulheres. A partir dessas contribuições, foi construída a "Árvore dos Desejos", composta por palavras de Amor, respeito, Luta, resiliência e Justiça, destacadas no painel e simbolizando os votos coletivos da comunidade escolar para todas as mulheres.</p>]]></description>
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         <pubDate>2026-06-18 00:47:38 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Projeto entre gibis e aventuras - Clube literário</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/Ensina_Brasil/ConstruindoaCulturaqueQueremos/wish/3956879484</link>
         <description><![CDATA[<p>Atividade realizada com a turma do 6º ano, destinada à construção do Diário de Bordo do Projeto Literário. Neste momento, os alunos confeccionaram o material que será utilizado ao longo dos encontros para registrar suas experiências, reflexões, aprendizagens e impressões sobre as leituras realizadas. Esses registros possibilitarão acompanhar o desenvolvimento dos estudantes, observando sua evolução nas práticas de leitura e escrita durante o projeto.</p>]]></description>
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         <pubDate>2026-06-18 00:50:22 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Varal Literário - Lendas Regionais (Lenda do Açaí)</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/Ensina_Brasil/ConstruindoaCulturaqueQueremos/wish/3956888389</link>
         <description><![CDATA[<p>Durante esta aula, foi utilizada a estratégia do Varal Literário após a leitura da Lenda do Açaí. A turma foi dividida em grupos, e cada equipe ficou responsável por representar, por meio de imagens e ilustrações, um momento específico da narrativa, construindo assim um texto não verbal.</p><p>Após a conclusão das produções, os trabalhos foram expostos no varal literário e organizados coletivamente de acordo com a sequência dos acontecimentos da lenda. Essa atividade possibilitou aos estudantes compreender melhor a ordem cronológica dos fatos em uma narrativa, favorecendo a interpretação textual e contribuindo para a assimilação dessa estrutura em futuras produções escritas.</p>]]></description>
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         <pubDate>2026-06-18 00:56:42 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Projeto Copa do Mundo das Linguagens</title>
         <author>rodriguesnogueiraluiz</author>
         <link>https://padlet.com/Ensina_Brasil/ConstruindoaCulturaqueQueremos/wish/3958887055</link>
         <description><![CDATA[<p>Neste ano de 2026 a EE Pres. Tancredo Neves precisava de um projeto para o ano relacionado a linguagens pois em anos anteriores sempre foi com exatas, assim surgiu o projeto “Copa do Mundo das Linguagens”, desenvolvido por mim e pelo meu colega também Ensina, Manasses. Este projeto foi escolhido como o projeto do ano da escola. Impactando mais de mil estudantes e todo o corpo docente com disciplinas de Linguagens.</p><p><br></p><p>A proposta acontece ao longo de todo o ano letivo e utiliza o universo esportivo como ferramenta de motivação para desenvolver habilidades de leitura, escrita, oralidade, expressão corporal, produção artística e interação social. Além disso, o projeto incentiva o protagonismo estudantil, o trabalho em equipe e a valorização da diversidade cultural.</p><p><br></p><p><strong><em>Continua na thread.</em></strong></p>]]></description>
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         <pubDate>2026-06-19 14:13:32 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Projeto GloriaTech, Clube de Robótica</title>
         <author>rodriguesnogueiraluiz</author>
         <link>https://padlet.com/Ensina_Brasil/ConstruindoaCulturaqueQueremos/wish/3958908943</link>
         <description><![CDATA[<p>Em abril de 2026, a EE Maria da Glória Muzzi Ferreira foi convocada pela SED/MS para participar de um curso de Robótica Educacional em Campo Grande, em razão do recebimento dos Kits de Robótica Edutec ED08. Participei dessa formação juntamente com a PCPI da escola e, ao final do curso, recebemos o desafio de implementar um projeto de robótica na unidade escolar.</p><p>Dessa iniciativa surgiu o Clube de Robótica GloriaTech, do qual sou um dos professores responsáveis. Atualmente, o clube conta com dois grupos compostos por quatro alunos cada.</p><p><br></p><p>Em todos os encontros, os estudantes são desafiados a resolver problemas, criar soluções e aprender por meio da experimentação, compreendendo que o erro faz parte do processo de aprendizagem e desenvolvimento. Embora eu tenha dedicado bastante tempo aos estudos sobre robótica, tenho me surpreendido com a velocidade com que os alunos estão evoluindo, demonstrando criatividade, autonomia e grande interesse pela área.</p><p><br></p><p><strong><em>Continua na thread.</em></strong></p>]]></description>
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         <pubDate>2026-06-19 14:55:58 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Jornalista por um dia 🎤</title>
         <author>vagnervieira01</author>
         <link>https://padlet.com/Ensina_Brasil/ConstruindoaCulturaqueQueremos/wish/3959035473</link>
         <description><![CDATA[<p>Vagner Vieira, 2026, Escola Estadual Padre José Scampini&nbsp;</p><p><br/></p><p>Os alunos dos cinco 3º anos da Escola Estadual Padre José Scampini colocaram a mão na massa para produzir uma série de reportagens especiais. </p><p><br/></p><p>A atividade faz parte das habilidades desenvolvidas trabalhadas na matéria de Língua Portuguesa ao longo do 1º bimestre, que reforça o incentivo a leitura, a escrita e a comunicação de forma prática e significativa de forma colaborativa. Mais de 150 alunos participaram da produção de diversas reportagens com temas que relatam fatos relacionados à infraestrutura da própria escola e temas do cotidiano dos bairros em que moram.&nbsp;</p><p><br/></p><p>O impacto significativo causado na rotina dos estudantes foram grande, eles se dividiram em grupos e selecionaram as funções desejadas (repórter, câmera, editor, editor e líder central). A minha participação como professor e orientador, foi direcionar os grupos na construção dos roteiros, além de sinalizar técnicas de filmagem, som e postura diante da câmera. O resultado alcançado por todos foi mais que satisfatório, fazendo com que os alunos se surpreendesse com as suas próprias entregas. </p><p><br/></p><p>- Reportagem produzida por um dos grupos do 3º ano B que foi publicada no instagram da escola: <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://www.instagram.com/reel/DXwGw7-Sej1/">Instagram</a> </p><p><br/></p>]]></description>
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         <pubDate>2026-06-19 21:25:11 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Adaptação de aulas e materiais de Química para estudante com deficiência visual total</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/Ensina_Brasil/ConstruindoaCulturaqueQueremos/wish/3959182699</link>
         <description><![CDATA[<p><strong>Professor:</strong> Douglas Galhardo<br><strong>Ano/Série:</strong> 2º Ano do Ensino Médio<br><strong>Escola:</strong> Padre José Scampini<br><strong>Categoria:</strong> Prática pedagógica inclusiva</p><p><br/></p><p><strong>1. Contexto e Personagens</strong></p><p>O ensino de Química é tradicionalmente estruturado a partir de recursos visuais, como gráficos, tabelas, modelos moleculares, fórmulas e representações de fenômenos químicos. Diante da presença de um estudante com deficiência visual total, surgiu a necessidade de repensar a forma como os conteúdos eram apresentados, buscando garantir o acesso ao conhecimento de maneira significativa e inclusiva.</p><p>A proposta foi desenvolvida por mim em parceria com o estudante, a professora de apoio e o CAP-DV/MS, órgão especializado no atendimento e suporte a estudantes com deficiência visual. O trabalho teve como foco a construção de estratégias pedagógicas que traduzissem conceitos essencialmente visuais para uma linguagem acessível, baseada nos sentidos preservados pelo estudante, como tato, audição, olfato e experiências sensoriais previamente vivenciadas.</p><p><br/></p><p><strong>2. Desafio</strong></p><p>O principal desafio identificado foi a necessidade de adaptar conteúdos de Química para a realidade de um estudante com cegueira total, superando as barreiras impostas pela ausência da visão sem comprometer a qualidade, a profundidade e o rigor científico dos conteúdos trabalhados.</p><p>Era fundamental desenvolver estratégias que permitissem ao estudante compreender conceitos abstratos e representações químicas sem recorrer exclusivamente a elementos visuais, promovendo sua autonomia, participação e aprendizagem efetiva. Além disso, buscou-se evitar a infantilização do conteúdo, respeitando sua faixa etária e capacidade cognitiva.</p><p><br/></p><p><strong>3. Solução</strong></p><p>Para atender às necessidades do estudante, foram desenvolvidas diversas adaptações pedagógicas ao longo do processo de ensino-aprendizagem.</p><p>Entre as ações implementadas destacam-se:</p><ul><li><p>Adaptação da linguagem utilizada em sala de aula, relacionando os conceitos químicos a experiências sensoriais e situações do cotidiano do estudante;</p></li><li><p>Produção de materiais em áudio para revisão e estudo extraclasse;</p></li><li><p>Desenvolvimento de estratégias lúdicas e sensoriais para facilitar a compreensão dos conteúdos;</p></li><li><p>Construção de um manual de adaptação de conteúdos de Química em parceria com o CAP-DV/MS, visando a transcrição e disponibilização dos materiais em Braille;</p></li><li><p>Planejamento de aulas que valorizam a participação ativa do estudante e promovem sua inclusão nas atividades desenvolvidas pela turma.</p></li></ul><p>O projeto foi iniciado no primeiro bimestre letivo e permanece em desenvolvimento, com previsão de continuidade até o final do ano letivo.</p><p><br/></p><p><strong>4. Impacto</strong></p><p>A iniciativa proporcionou avanços significativos no processo de aprendizagem e inclusão do estudante. Com as adaptações realizadas, ele passou a compreender conteúdos que anteriormente apresentavam barreiras de acesso, participando de forma mais ativa das aulas e das discussões propostas.</p><p>Além dos ganhos acadêmicos, observou-se um fortalecimento do sentimento de pertencimento e inclusão no ambiente escolar. Como evidência desse impacto, o estudante manifestou reconhecimento e satisfação pelo trabalho desenvolvido, relatando a outras profissionais da escola a importância da atenção dedicada à sua aprendizagem.</p><p>A experiência também contribuiu para sensibilizar a comunidade escolar sobre a importância da educação inclusiva e da adaptação curricular como instrumento de equidade.</p><p><br/></p><p><strong>5. Futuro</strong></p><p>O projeto terá continuidade ao longo do ano letivo, com o aprimoramento constante das estratégias e materiais produzidos.</p><p>Como perspectiva futura, pretende-se consolidar o manual de adaptação de conteúdos de Química para estudantes com cegueira total, transformando-o em um material de referência para professores da rede estadual de ensino de Mato Grosso do Sul.</p><p>A parceria com o CAP-DV/MS possibilita a ampliação e aperfeiçoamento da proposta, favorecendo sua aplicação em outras escolas e contribuindo para a construção de práticas pedagógicas cada vez mais inclusivas e acessíveis.</p>]]></description>
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         <pubDate>2026-06-20 03:45:57 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Drive Pedagógico: Aprendizagem para além da sala de aula.</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/Ensina_Brasil/ConstruindoaCulturaqueQueremos/wish/3959194505</link>
         <description><![CDATA[<p><strong>Professor:</strong> Douglas Galhardo<br><strong>Ano/Série:</strong> Ensino Médio (todas as séries)<br><strong>Escola:</strong> E.E. Padre José Scampini<br><strong>Categoria:</strong> Prática pedagógica de apoio à aprendizagem</p><p><br/></p><p><strong>1. Contexto e Personagens</strong></p><p>A proposta do Drive Pedagógico surgiu a partir da necessidade de ampliar o acesso dos estudantes aos conteúdos trabalhados em sala de aula. Considerando a extensa carga de conteúdos prevista para o Ensino Médio, as constantes alterações de horário, eventos escolares e outras interrupções inevitáveis da rotina acadêmica, tornou-se necessário criar uma estratégia que permitisse aos estudantes revisar os conteúdos de forma autônoma e acessível.</p><p>A iniciativa foi idealizada e desenvolvida por mim, beneficiando diretamente todas as minhas turmas.</p><p><br/></p><p><strong>2. Desafio</strong></p><p>O principal desafio identificado estava relacionado à consolidação da aprendizagem dos estudantes diante do tempo reduzido para revisão dos conteúdos em sala de aula. Além disso, observavam-se dificuldades recorrentes na interpretação de enunciados, na compreensão de conceitos científicos e na aplicação de conhecimentos matemáticos básicos necessários para a resolução de exercícios.</p><p>A superação dessas dificuldades era fundamental para melhorar o desempenho acadêmico, fortalecer a autonomia dos estudantes e ampliar as oportunidades de aprendizagem para além do espaço físico da escola.</p><p><br/></p><p><strong>3. Solução</strong></p><p>Como resposta a esse desafio, foi criado um ambiente virtual de aprendizagem organizado em uma plataforma de armazenamento em nuvem, acessível aos estudantes a qualquer momento.</p><p>Nesse espaço são disponibilizados:</p><ul><li><p>Slides utilizados durante as aulas;</p></li><li><p>Listas de exercícios para fixação dos conteúdos;</p></li><li><p>Vídeos produzidos pelo professor com resumos das aulas;</p></li><li><p>Resolução comentada de exercícios;</p></li><li><p>Orientações para interpretação de enunciados;</p></li><li><p>Revisão de conceitos matemáticos básicos necessários para a compreensão dos conteúdos de Química.</p></li></ul><p>A proposta permite que os estudantes revisitem os conteúdos quantas vezes forem necessárias, respeitando seus diferentes ritmos de aprendizagem e promovendo maior autonomia nos estudos.</p><p>O projeto foi iniciado ao final do primeiro bimestre letivo e permanece em funcionamento, com previsão de continuidade ao longo dos próximos anos.</p><p><br/></p><p><strong>4. Impacto</strong></p><p>A implementação do Drive Pedagógico trouxe resultados positivos tanto no desempenho acadêmico quanto no engajamento dos estudantes.</p><p>Entre os alunos que relataram utilizar regularmente os materiais disponibilizados, aproximadamente 90% apresentaram melhora no rendimento escolar em comparação ao bimestre anterior, alcançando notas superiores à média mínima exigida pela escola.</p><p>Além da melhoria nas avaliações, foi observado um aumento na participação em sala de aula, maior segurança na resolução de exercícios e evolução na interpretação de problemas e conceitos científicos.</p><p>As evidências do impacto foram verificadas por meio da análise das notas dos estudantes, da participação durante as aulas e dos relatos apresentados pelos próprios alunos.</p><p><br/></p><p>5. Futuro</p><p>A proposta seguirá em funcionamento até o final do ano letivo, com a intenção de ser mantida e ampliada nos anos subsequentes.</p><p>Como possibilidade de expansão, o projeto poderá evoluir para a construção de uma biblioteca digital pedagógica institucional, reunindo conteúdos de diferentes disciplinas e permitindo a colaboração entre professores da escola. Também poderá servir como modelo para outras unidades escolares da rede, contribuindo para a democratização do acesso ao conhecimento e para o fortalecimento das estratégias de aprendizagem híbrida.</p><p>Outra perspectiva é a criação de trilhas de aprendizagem organizadas por habilidades e competências, permitindo que os estudantes identifiquem suas dificuldades específicas e acessem conteúdos direcionados para sua recuperação e aprofundamento.</p>]]></description>
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         <pubDate>2026-06-20 04:21:57 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Química em ação: Aulas práticas e cultura pop como ferramentas de aprendizagem</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/Ensina_Brasil/ConstruindoaCulturaqueQueremos/wish/3959204527</link>
         <description><![CDATA[<p><strong>Professor:</strong> Douglas Galhardo<br><strong>Ano/Série:</strong> 1º e 2º Ano do Ensino Médio<br><strong>Escola:</strong> E.E. Padre José Scampini<br><strong>Categoria:</strong> Metodologias ativas e aprendizagem significativa</p><p><br/></p><p><strong>1. Contexto e Personagens</strong></p><p>Com o objetivo de tornar as aulas mais atrativas e aproximar os conteúdos científicos da realidade dos estudantes, surgiu a proposta de diversificar as metodologias de ensino utilizadas nas aulas de Química. A iniciativa buscou romper com o modelo exclusivamente expositivo, oferecendo experiências práticas e recursos audiovisuais capazes de despertar maior interesse e participação dos alunos.</p><p>Participaram das atividades estudantes do 1º e 2º Ano do Ensino Médio, totalizando aproximadamente 200 alunos dos períodos matutino e vespertino.</p><p><br/></p><p><strong>2. Desafio</strong></p><p>O principal desafio consistia em aumentar o engajamento dos estudantes e promover uma aprendizagem mais significativa dos conteúdos científicos, reduzindo a percepção de que a Química é uma disciplina distante da realidade cotidiana.</p><p>Era necessário desenvolver estratégias capazes de despertar a curiosidade dos alunos, favorecer a participação ativa e facilitar a compreensão de conceitos abstratos.</p><p><br/></p><p><strong>3. Solução</strong></p><p>Para alcançar esses objetivos, foram realizadas atividades práticas de laboratório e a utilização de recursos da cultura pop como ferramenta pedagógica.</p><p>Entre as ações desenvolvidas destacam-se:</p><ul><li><p>Experimentos envolvendo propriedades da matéria;</p></li><li><p>Atividades práticas relacionadas ao coeficiente de solubilidade;</p></li><li><p>Observação e análise de fenômenos químicos;</p></li><li><p>Exibição de episódios selecionados do anime Doctor Stone;</p></li><li><p>Discussões orientadas relacionando os conteúdos científicos apresentados na animação aos conceitos estudados em sala de aula.</p><p><br/></p></li></ul><p>No 1º Ano, os episódios foram utilizados para abordar conteúdos introdutórios da Química e transformações da matéria. </p><p>No 2º Ano, os estudantes analisaram conceitos que envolvem Físico-Química presentes na narrativa.</p><p>As atividades ocorreram ao longo de uma a três aulas por turma, integrando teoria e prática em uma proposta dinâmica e contextualizada.</p><p><br/></p><p><strong>4. Impacto</strong></p><p>Os resultados observados demonstraram elevado envolvimento dos estudantes durante as atividades. A utilização de experimentos e referências presentes na cultura juvenil favoreceu a participação, a curiosidade científica e a compreensão dos conteúdos trabalhados.</p><p>Na aula seguinte às atividades, verificou-se elevado índice de retenção dos conceitos apresentados, confirmado por meio de questionamentos, debates e resolução de exercícios.</p><p>Além da melhoria da aprendizagem, observou-se maior interesse dos estudantes pela disciplina e pelas aplicações da Química no cotidiano.</p><p><br/></p><p><strong>5. Futuro</strong></p><p>A proposta continuará sendo aplicada nos próximos anos letivos, incorporando novas práticas experimentais e diferentes recursos audiovisuais que possam contribuir para a contextualização dos conteúdos.</p><p>O projeto apresenta potencial para expansão por meio da criação de um banco de atividades interdisciplinares, envolvendo outras áreas do conhecimento e ampliando o uso de produções culturais como ferramentas de ensino.</p>]]></description>
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         <pubDate>2026-06-20 04:49:36 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Química Orgânica em construção: Aprendizagem gamificada com palitos de sorvete</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/Ensina_Brasil/ConstruindoaCulturaqueQueremos/wish/3959205358</link>
         <description><![CDATA[<p><strong>Professor:</strong> Douglas Galhardo<br><strong>Ano/Série:</strong> 3º Ano do Ensino Médio<br><strong>Escola:</strong> E.E. Padre José Scampini<br><strong>Categoria:</strong> Metodologias ativas e avaliação inovadora</p><p><br/></p><p><strong>1. Contexto e Personagens</strong></p><p>Buscando tornar o estudo da Química Orgânica mais acessível e dinâmico, foi desenvolvida uma metodologia baseada em atividades práticas e gamificadas para estudantes do 3º Ano do Ensino Médio.</p><p>A proposta surgiu da necessidade de reduzir a ansiedade associada às avaliações tradicionais e proporcionar uma aprendizagem mais concreta dos conceitos relacionados à nomenclatura e estrutura dos compostos orgânicos.</p><p>Participaram da atividade aproximadamente 100 estudantes do 3º Ano do Ensino Médio.</p><p><br/></p><p><strong>2. Desafio</strong></p><p>Os conteúdos de Química Orgânica frequentemente apresentam elevado nível de abstração, exigindo dos estudantes a visualização mental de estruturas químicas e a compreensão de regras de nomenclatura.</p><p>Além disso, muitos alunos demonstravam insegurança diante das avaliações convencionais, o que impactava negativamente seu desempenho.</p><p><br/></p><p><strong>3. Solução</strong></p><p>Foi desenvolvida uma sequência didática baseada em metodologias ativas, utilizando recursos manipuláveis e estratégias de gamificação.</p><p>Entre as atividades realizadas destacam-se:</p><ul><li><p>Quiz introdutório para revisão dos conceitos fundamentais da Química Orgânica;</p></li><li><p>Construção de estruturas químicas utilizando palitos de sorvete;</p></li><li><p>Atividades de identificação e nomenclatura de compostos orgânicos;</p></li><li><p>Aplicação de avaliação prática baseada na manipulação dos modelos construídos pelos estudantes.</p></li></ul><p>A utilização dos materiais concretos permitiu que os alunos visualizassem e compreendessem melhor as relações entre átomos, ligações químicas e nomenclatura dos compostos.</p><p><br/></p><p><strong>4. Impacto</strong></p><p>Os resultados foram extremamente positivos. A atividade aumentou o envolvimento dos estudantes e reduziu a resistência normalmente observada diante das avaliações tradicionais.</p><p>A maioria dos participantes alcançou desempenho superior à média da escola, registrando notas acima de 8,0 na avaliação relacionada ao conteúdo.</p><p>Além dos resultados quantitativos, observou-se maior segurança dos estudantes na resolução de exercícios e melhor compreensão das estruturas químicas estudadas.</p><p><br/></p><p><strong>5. Futuro</strong></p><p>A metodologia continuará sendo utilizada nas turmas de 3º Ano e poderá ser ampliada com a incorporação de novos recursos manipuláveis e desafios gamificados.</p><p>A proposta também possui potencial para adaptação em outras áreas das Ciências da Natureza, incentivando práticas pedagógicas mais participativas e centradas no protagonismo estudantil.</p>]]></description>
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         <pubDate>2026-06-20 04:53:05 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Intervalo Cultural</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/Ensina_Brasil/ConstruindoaCulturaqueQueremos/wish/3959382028</link>
         <description><![CDATA[<p>O projeto surgiu a partir da reflexão sobre o tradicional trote do terceiro ano, uma atividade recreativa que, embora faça parte da cultura escolar, não apresentava intencionalidade pedagógica.</p><p><br></p><p>Para conciliar a tradição estudantil com os objetivos educacionais da escola, foi criado um intervalo estendido, realizado uma vez por mês, no mesmo dia do trote. Nesses dias, todas as aulas têm cinco minutos a menos de duração, ampliando o intervalo de 15 para 40 minutos, para todos</p><p><br></p><p>Além de garantir mais tempo para alimentação e descanso, o Intervalo Cultural promove a convivência entre estudantes que, em razão dos diferentes horários de recreio, normalmente não compartilham os mesmos espaços de socialização. </p><p><br></p><p>Concomitantemente, acontecem intervenções artísticas, culturais e ações de protagonismo estudantil, incluindo apresentações de alunos, premiações de atividades internas e intercâmbios culturais, como a recepção ao grupo musical peruano ENUMAEL.</p>]]></description>
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         <pubDate>2026-06-20 13:11:29 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>O que a Júlia vai ser?</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/Ensina_Brasil/ConstruindoaCulturaqueQueremos/wish/3959396965</link>
         <description><![CDATA[<p>"O que a Júlia vai ser?" é um projeto de orientação profissional voltado aos estudantes do 3º ano do Ensino Médio. O nome surgiu a partir de um diálogo com os alunos e faz referência à canção "O que a Júlia vai ser", da rapper brasileira Ajuliacosta. </p><p><br/></p><p>Durante uma conversa descontraída, os estudantes relataram identificar-se com a música por compartilharem as mesmas dúvidas sobre o futuro e as escolhas após a conclusão da educação básica.</p><p><br/></p><p>A metodologia inicia-se com o mapeamento dos interesses de cada turma; com base nas áreas de maior afinidade, são elaborados roteiros de visitas técnicas e encontros com profissionais. </p><p><br/></p><p>A turma do 3º D (fotos), por exemplo, demonstrou interesse pelas áreas de Arquitetura, Urbanismo e Construção Civil, por isso, os estudantes visitaram o projeto Unigran Decor, onde tiveram contato com arquitetos, professores universitários e diferentes soluções de design e mobiliário, ampliando a compreensão sobre a profissão.</p><p> </p><p>Ao final do percurso, espera-se que cada estudante tenha ampliado seu repertório de possibilidades e esteja mais preparado para responder à pergunta que inspira o projeto: afinal, o que a Júlia vai ser?</p>]]></description>
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         <pubDate>2026-06-20 13:42:31 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Oficina de Criação Audiovisual para o Sarau Cultural</title>
         <author>yasmin823602</author>
         <link>https://padlet.com/Ensina_Brasil/ConstruindoaCulturaqueQueremos/wish/3960842798</link>
         <description><![CDATA[<p><strong>Professora: </strong>Yasmin Marangoni<strong><br>Ano/Série:</strong> 5º ao 9º ano do Ensino Fundamental<br><strong>Escola: </strong>E.E. Prof. Henrique Ciryllo Corrêa<br><strong>Categoria:</strong> Metodologias ativas e avaliação inovadora</p><p><strong>1. Contexto e Personagens</strong></p><p>Buscando ampliar as possibilidades de expressão, autoria e participação dos estudantes, foi desenvolvida uma oficina de criação audiovisual voltada à produção de vídeos curtos para apresentação no Sarau Cultural da escola.</p><p>A proposta surgiu da necessidade de transformar o uso das tecnologias digitais em uma experiência pedagógica criativa, permitindo que os estudantes compreendessem o audiovisual não apenas como forma de consumo, mas como uma linguagem de comunicação, arte e produção de conhecimento.</p><p>Participaram da atividade 20 estudantes do 5º ao 9º ano do Ensino Fundamental, com organização em pequenos grupos, tendo como produto final vídeos autorais produzidos pelos próprios alunos.</p><p><br/></p><p><strong>2. Desafio</strong></p><p>Muitos estudantes possuem contato frequente com vídeos, redes sociais e recursos digitais, porém nem sempre compreendem os processos envolvidos na criação de uma produção audiovisual.</p><p>Além disso, havia o desafio de desenvolver habilidades como planejamento, criatividade, comunicação, organização de ideias, trabalho colaborativo e uso responsável das tecnologias.</p><p>A produção de vídeos também exigia superar dificuldades relacionadas à construção de roteiro, captação de imagens, edição, escolha de sons e reflexão sobre ética no uso da imagem e dos conteúdos digitais.</p><p><br/></p><p><strong>3. Solução</strong></p><p>Foi desenvolvida uma sequência didática baseada em aprendizagem por projetos e metodologias ativas, envolvendo todas as etapas de uma produção audiovisual.</p><p>Entre as atividades realizadas destacam-se:</p><ul><li><p>Sensibilização sobre linguagem audiovisual e análise dos elementos que compõem um vídeo;</p></li><li><p>Criação de ideias a partir das vivências, memórias, interesses e experiências dos estudantes;</p></li><li><p>Desenvolvimento de roteiros simples com planejamento de cenas, falas, imagens e sons;</p></li><li><p>Orientação sobre gravação, enquadramento, iluminação, captação de áudio e organização dos arquivos;</p></li><li><p>Edição dos vídeos utilizando ferramentas digitais como Canva e CapCut;</p></li><li><p>Inserção de textos, legendas, trilhas sonoras e ajustes visuais;</p></li><li><p>Revisão coletiva das produções e preparação dos vídeos para exibição no Sarau Cultural.</p></li></ul><p>A metodologia possibilitou que os estudantes assumissem o papel de protagonistas do processo, passando de espectadores para criadores de conteúdos audiovisuais.</p><p><br/></p><p><strong>4. Impacto</strong></p><p>Os resultados demonstraram maior envolvimento e participação dos estudantes durante as atividades propostas.</p><p>A oficina favoreceu o desenvolvimento da criatividade, da autonomia e da capacidade de comunicar ideias por meio de diferentes linguagens.</p><p>Além do produto final: vídeos autorais produzidos pelos estudantes, observou-se avanço na compreensão dos processos de criação audiovisual, desde a elaboração da ideia até a finalização do material.</p><p>Os estudantes também desenvolveram maior consciência sobre o uso ético das tecnologias, refletindo sobre autorização de imagem, respeito aos colegas, direitos autorais e responsabilidade na produção e compartilhamento de conteúdos digitais.</p><p><br/></p><p><strong>5. Futuro</strong></p><p>A metodologia poderá continuar sendo aplicada em novos projetos escolares, ampliando a produção audiovisual como ferramenta de aprendizagem e expressão dos estudantes.</p><p>A proposta possui potencial para integração com diferentes áreas do conhecimento, podendo ser utilizada em projetos culturais, apresentações escolares, registros de experiências, documentários, campanhas educativas e produções artísticas.</p><p>A continuidade da iniciativa permitirá ampliar o protagonismo estudantil, fortalecendo práticas pedagógicas baseadas em criação, colaboração, cultura digital e aprendizagem significativa.</p><p><br></p>]]></description>
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         <pubDate>2026-06-22 11:51:30 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Relato de Prática Pedagógica: O Protagonismo Juvenil em Ação através de Seminários</title>
         <author>aalvesbrendaa</author>
         <link>https://padlet.com/Ensina_Brasil/ConstruindoaCulturaqueQueremos/wish/3963399014</link>
         <description><![CDATA[<p>A atividade consistiu na organização e execução de um seminário integrado, envolvendo estudantes do 1º, 2º e 3º anos do Ensino Médio. Com o objetivo de alinhar a teoria à prática de forma significativa, cada grupo (composto por 6 integrantes) recebeu um tema específico, diretamente vinculado às competências e habilidades da BNCC (Base Nacional Comum Curricular) previstas para o respectivo bimestre e série.</p><p><br/></p><p>-O Foco no Protagonismo Juvenil</p><p><br/></p><p>Mais do que a simples exposição de conteúdos, a proposta pedagógica central foi colocar o estudante no centro do processo de aprendizagem. Em vez de uma divisão de tarefas engessada pelo professor, os próprios alunos assumiram o controle da dinâmica de trabalho. Eles exerceram a autonomia ao debater, negociar e decidir quem desempenharia cada papel, reconhecendo e valorizando as habilidades individuais de seus pares.</p><p><br/></p><p>-Organização Estruturada e Divisão de Funções</p><p><br/></p><p>Para simular a dinâmica de um projeto real e garantir a equidade no trabalho, os grupos se estruturaram em funções claras e interdependentes:</p><p>1 Pesquisador: Responsável pela curadoria de conteúdo, busca de fontes confiáveis e aprofundamento teórico do tema.</p><p>1 Editor: Encarregado de lapidar o texto, sintetizar as ideias e garantir a coesão do material.</p><p>1 Designer: Focado na identidade visual, criação dos slides e recursos gráficos para dar suporte à apresentação.</p><p>3 Apresentadores: Responsáveis pela comunicação oratória, conectando o público ao conhecimento construído pelo grupo.</p><p><br/></p><p>-Responsabilidade e Gestão de Prazos</p><p><br/></p><p>O grande diferencial da atividade foi o desenvolvimento da responsabilidade coletiva e individual.</p><p>A engrenagem do grupo: O sucesso dos apresentadores dependia diretamente do cumprimento do prazo do designer, que por sua vez precisava do material do editor e do pesquisador.</p><p>Os estudantes foram os próprios gestores do tempo: definiram cronogramas internos, estipularam prazos de entrega para cada etapa e assumiram o compromisso com o resultado final. Essa experiência fortaleceu não apenas o pensamento crítico e a colaboração, mas também a maturidade necessária para gerenciar responsabilidades e competências fundamentais para a vida acadêmica e para o futuro mercado de trabalho.</p>]]></description>
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         <pubDate>2026-06-24 13:36:56 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Podcast do cotidiano do 6º B</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/Ensina_Brasil/ConstruindoaCulturaqueQueremos/wish/3964774464</link>
         <description><![CDATA[<p>Na Escola Municipal Moisés Barreto dos Santos, os estudantes do 6º B transformaram a leitura em experiência viva ao criar um podcast escolar com crônicas trazidas de casa. Organizados em grupos, assumiram diferentes papéis: apresentadores, leitores e responsáveis pelo registro do momento, fortalecendo o trabalho colaborativo e a responsabilidade coletiva.</p><p><br></p><p>As gravações deram origem a episódios que retratam situações do cotidiano, como férias, escola e relações interpessoais. Em seguida, a turma se reuniu no pátio para um momento de escuta coletiva, utilizando caixa de som, onde cada crônica foi ouvida e debatida.</p><p><br></p><p>A atividade ampliou a compreensão dos textos ao incentivar os alunos a identificar temas, cenários e elementos importantes de cada narrativa, além de valorizar suas vozes e experiências. Em um contexto de escola rural, a prática fortalece o vínculo com a leitura ao torná-la significativa, acessível e conectada à realidade dos estudantes.</p><p><br></p><p><strong>Roteiro do Podcast:</strong></p><p><strong>&nbsp;🎧 Faixa 1: <em>Férias – O despertador traiçoeiro<br></em> 🎧 Faixa 2: <em>Merenda – O cheiro do dia<br></em> 🎧 Faixa 3: <em>Sala de aula – Mistério da borracha<br></em> 🎧 Faixa 4: <em>O ônibus – A balada amarela<br></em> 🎧 Faixa 5: <em>O professor – Olhar de raio-X</em></strong></p><p><strong>Ouça: </strong><a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://drive.google.com/drive/folders/1qH0yjb6XiYtY-Z0nM_zi0lLK-jak1Mk9?usp=sharing"><strong>https://drive.google.com/drive/folders/1qH0yjb6XiYtY-Z0nM_zi0lLK-jak1Mk9?usp=sharing</strong></a><strong>&nbsp;</strong></p>]]></description>
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         <pubDate>2026-06-25 18:18:48 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Palavras que abrem o diálogo</title>
         <author>marinakuranaga</author>
         <link>https://padlet.com/Ensina_Brasil/ConstruindoaCulturaqueQueremos/wish/3968796911</link>
         <description><![CDATA[<p><br></p><p><strong>1. Contexto e Personagens</strong><br>Os protagonistas desta história foram os estudantes dos 6º ano, durante o estudo dos povos do Mediterrâneo antigo (hebreus, persas e fenícios). A professora Marina mediou a passagem do conteúdo histórico para o debate sobre valores e o próprio dicionário, que ganhou protagonismo inesperado.</p><p><strong>2. Desafio</strong><br>Discutir intolerância religiosa com profundidade exige um vocabulário que os estudantes ainda não dominam: palavras como laico, democracia, liberdade, diversidade e racismo. Durante a atividade, revelou-se uma barreira a mais: muitos nunca haviam manuseado um dicionário. Era preciso aprofundar um debate sensível e, ao mesmo tempo, garantir que cada estudante tivesse as palavras e as ferramentas para participar dele.</p><p><strong>3. Solução</strong><br>Ao chegar ao tema da intolerância religiosa, os estudantes foram desafiados a buscar no dicionário o significado das palavras-chave do debate. Em vez de receber definições prontas, cada um foi à fonte e construiu seu próprio entendimento, tornando-se pesquisador das palavras. Com os significados em mãos, a discussão avançou com mais repertório, e o vocabulário construído sustentou as atividades seguintes da sequência didática. Uma estratégia simples, de baixo custo e alta autonomia, adequada até para as turmas sem recursos digitais.</p><p><strong>4. Impacto</strong><br>A atividade alcançou as quatro turmas e teve um resultado valioso. Para muitos estudantes, foi o primeiro contato com um dicionário, uma ferramenta de estudo que passou a estar ao seu alcance. A experiência despertou a curiosidade: por iniciativa própria, eles começaram a procurar o significado de outras palavras, deslocando-se de uma postura passiva para uma atitude investigativa. A principal evidência foi esse gesto espontâneo de buscar novos termos sem que fosse pedido, somado à participação mais consistente no debate e à continuidade do aprendizado, o vocabulário construído virou base para as etapas seguintes da sequência didática.</p><p><strong>5. Futuro</strong><br>A estratégia é simples, replicável e potente. Pode virar rotina em outros conteúdos de História e em outros componentes, sempre que um tema exigir o domínio de palavras-chave. Uma possibilidade é a construção de um glossário coletivo da turma, transformando o uso do dicionário em hábito de estudo e leitura, e ampliando a autonomia leitora dos estudantes do 6º ano.</p>]]></description>
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         <pubDate>2026-06-30 13:36:23 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Voluntários da Leitura</title>
         <author>marinakuranaga</author>
         <link>https://padlet.com/Ensina_Brasil/ConstruindoaCulturaqueQueremos/wish/3968809803</link>
         <description><![CDATA[<p><strong>1. Contexto e Personagens</strong><br>A prática tem sido turmas realizada nos 6º e 7º anos do Ensino Fundamental Anos Finais. No início de cada aula, os estudantes se voluntariam para ler em voz alta frases, palavras e parágrafos que precisam ser citados ao longo da aula. Os personagens são os estudantes-leitores, que assumem o protagonismo da leitura diante da turma, e a professora, que conduz a prática e ajusta o nível do desafio ao ritmo de cada grupo.</p><p><strong>2. Desafio</strong><br>Nos 6º anos, a prática esbarrava nas dificuldades de leitura dos estudantes. Por isso, no 1º bimestre, ela se limitava à leitura de palavras ou frases curtas. O desafio era claro: como ampliar a capacidade leitora e a confiança desses estudantes sem expô-los ao constrangimento, levando-os gradualmente de palavras soltas a textos mais longos?</p><p><strong>3. Solução</strong><br>No 2º bimestre, a professora passou a desafiar os estudantes a ler mais, tentando, agora, parágrafos inteiros. O avanço foi gradual e respeitou o ponto de partida de cada turma. À leitura somou-se um segundo passo: quando solicitado, o estudante explica o que leu, transformando o exercício de decodificação em compreensão. A simplicidade da prática é parte da sua força: poucos minutos no início da aula, sem material extra, com alto ganho de autonomia e participação.</p><p><strong>4. Impacto</strong><br>A prática foi um sucesso, com o impacto mais expressivo nos 6º anos. Os estudantes passaram a se voluntariar mais e até se dispõem a explicar o que leram. O engajamento cresceu: eles prestam mais atenção à aula por quererem estar prontos para a sua vez de ler, e a compreensão sobre os temas e conteúdos melhorou. As evidências estão no próprio comportamento da turma, o aumento espontâneo de voluntários, a disposição para explicar o que foi lido e a atenção mais constante ao longo das aulas mostram leitores mais confiantes e mais conectados ao conteúdo.</p><p><strong>5. Futuro</strong><br>Por ser simples, contínua e de baixo custo, a prática se sustenta como rotina ao longo do ano e pode ser ampliada a outras turmas e componentes. Os próximos passos naturais são aumentar gradualmente a extensão dos textos, valorizar cada vez mais o momento de explicação do que foi lido e acompanhar a evolução individual dos estudantes, consolidando os "Voluntários da Leitura" como uma estratégia permanente de fluência e compreensão leitora.</p>]]></description>
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         <pubDate>2026-06-30 13:53:57 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Sem Fronteiras</title>
         <author>marinakuranaga</author>
         <link>https://padlet.com/Ensina_Brasil/ConstruindoaCulturaqueQueremos/wish/3968819497</link>
         <description><![CDATA[<p><strong>1. Contexto e Personagens</strong> </p><p>Prática realizada no 8º ano A, durante o estudo da geografia das Américas. Os personagens são os estudantes da turma, entre eles, dois estudantes imigrantes haitianos, e a professora, que buscou uma estratégia de fixação capaz de envolver a todos, inclusive quem costuma ter mais dificuldade de participação.</p><p><strong>2. Desafio</strong> </p><p>Fixar os conteúdos de geografia do continente americano de forma ativa e significativa. A esse objetivo somava-se um desafio específico de inclusão: dois estudantes imigrantes haitianos, por ainda não serem fluentes em língua portuguesa, encontravam dificuldade para participar das aulas de maneira mais ativa, mesmo com as atividades adaptadas. Era preciso uma estratégia que reduzisse a barreira linguística e abrisse espaço para que todos pudessem demonstrar e consolidar seus conhecimentos.</p><p><strong>3. Solução</strong> </p><p>Como atividade de fixação, a professora propôs dois jogos no Wordwall, nos quais os estudantes testariam seus conhecimentos sobre a geografia das Américas. A dinâmica teve dois momentos: 25 minutos para revisar as unidades da apostila e as anotações do caderno, e 20 minutos para colocar o conhecimento à prova nos jogos. O formato visual e interativo dos jogos diminuiu a dependência exclusiva do texto escrito, tornando a participação mais acessível e transformando a revisão em uma experiência leve e engajadora.</p><p><strong>4. Impacto</strong> </p><p>A estratégia ampliou a participação de toda a turma e teve um efeito especialmente significativo sobre os dois estudantes imigrantes haitianos: com os jogos, eles participaram com mais facilidade e alcançaram bons resultados. A evidência mais clara está justamente aí, estudantes que costumam encontrar barreiras para se engajar de forma ativa conseguiram participar e demonstrar aprendizado, mostrando que o formato lúdico e visual funcionou como uma ponte para a inclusão e para a fixação do conteúdo.</p><p><strong>5. Futuro</strong></p><p>Por ser simples e replicável, a prática pode ser estendida a outros temas e turmas como recurso recorrente de revisão e fixação. Seu maior potencial está na dimensão inclusiva: os jogos digitais mostraram-se uma ferramenta eficaz para acolher estudantes em processo de aquisição da língua portuguesa, podendo ser combinada com versões bilíngues e outras adaptações para fortalecer ainda mais a participação de todos.</p>]]></description>
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         <pubDate>2026-06-30 14:08:36 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>RUMO AO IFMT!</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/Ensina_Brasil/ConstruindoaCulturaqueQueremos/wish/3969035842</link>
         <description><![CDATA[<p><strong>Escola Estadual Padre Firmo Pinto Duarte Filho – Cuiabá/MT</strong></p><p><strong>Projeto</strong></p><p>1. Na Escola Estadual Padre Firmo Pinto Duarte Filho, um grupo de estudantes do 1º ano do Ensino Médio demonstrava interesse em continuar os estudos, mas muitos não acreditavam que seriam capazes de ingressar no Instituto Federal de Mato Grosso (IFMT).</p><p>Percebendo esse cenário, mobilizei a escola e convidei professores para colaborarem voluntariamente em momentos de estudo no período noturno. Os próprios estudantes também assumiram papel de protagonistas, organizando grupos de estudo em que um ensinava o outro, sempre com minha orientação e acompanhamento.</p><p>2. O principal desafio era aumentar a confiança dos estudantes e prepará-los para o processo seletivo do IFMT, mostrando que eles tinham condições de competir por uma vaga, mesmo estudando em uma escola pública.</p><p>Também era necessário criar uma rotina de estudos que fosse possível para todos, utilizando os recursos disponíveis na própria escola.</p><p>3. O projeto foi baseado na mobilização coletiva. Organizamos encontros de estudo no período noturno com apoio de professores da escola e incentivamos a criação de grupos de estudo autônomos.</p><p>Os estudantes passaram a compartilhar conhecimentos entre si, resolvendo exercícios, tirando dúvidas e estudando em equipe, enquanto eu acompanhava o processo, organizava os encontros e orientava os estudos.</p><p>4. A mobilização trouxe resultados concretos.</p><p>Dos estudantes participantes, <strong>3 foram aprovados</strong> no processo seletivo do IFMT e <strong>5 ficaram classificados</strong>. Entre os aprovados, <strong>João Guilherme conquistou o 7º lugar</strong>, demonstrando que o trabalho coletivo e a dedicação produziram resultados expressivos.</p><p>Além das aprovações, o projeto fortaleceu a autonomia dos estudantes, o trabalho colaborativo e a confiança de que eles podem alcançar oportunidades por meio da educação.</p><p>5. A proposta é transformar essa mobilização em uma ação permanente da escola, envolvendo novas turmas, despertando inclusive o interesse e o senso de possibilidade para outros estudantes, tambem ampliando a participação de professores.</p><p>A experiência pode ser replicada anualmente para preparar estudantes para o IFMT, ENEM e outros processos seletivos, fortalecendo uma cultura de estudo colaborativo e protagonismo estudantil.</p>]]></description>
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         <pubDate>2026-06-30 22:55:55 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Vidas que Transformam: Biografias de Personalidades Negras e Indígenas</title>
         <author>patricialucilia2018</author>
         <link>https://padlet.com/Ensina_Brasil/ConstruindoaCulturaqueQueremos/wish/3971237058</link>
         <description><![CDATA[<p>Patrícia Lucília Martins Silva(T25)|8º ano EFII| E.E.Dr.Mário de Castro</p><p><br/></p><p><strong>1. Contexto e Personagens</strong> – </p><p>Como professora de Língua Portuguesa do 8º ano, procuro desenvolver atividades que ampliem o repertório cultural dos estudantes e promovam uma educação comprometida com a valorização da diversidade. Durante uma conversa em sala de aula sobre personalidades importantes da história do Brasil, percebi que a maioria dos alunos conhecia apenas alguns nomes amplamente divulgados e demonstrava pouco conhecimento sobre personalidades negras e indígenas que contribuíram significativamente para a literatura, a ciência, a política, os esportes, as artes e a defesa dos direitos humanos.</p><p>Essa constatação evidenciou a necessidade de desenvolver uma atividade que dialogasse com a Lei nº 10.639/2003, posteriormente ampliada pela Lei nº 11.645/2008, que estabelecem a obrigatoriedade do ensino da História e Cultura Afro-Brasileira, Africana e Indígena na Educação Básica.</p><p>Participaram da atividade os estudantes do 8º ano, que assumiram o papel de pesquisadores e apresentadores, tornando-se protagonistas da construção do conhecimento.</p><p><strong>2. Desafio</strong> – O principal desafio foi romper com a invisibilidade histórica de inúmeras personalidades negras e indígenas que, apesar de suas importantes contribuições para a sociedade brasileira, ainda são pouco conhecidas pelos estudantes.</p><p>Além disso, buscava-se tornar o estudo do gênero biografia mais significativo, conectando o conteúdo curricular às discussões sobre identidade, representatividade e valorização da diversidade.</p><p>Era necessário criar uma atividade que despertasse a curiosidade dos alunos, desenvolvesse habilidades de leitura, pesquisa e oralidade e, ao mesmo tempo, contribuísse para uma educação antirracista.</p><p><strong>3. Solução</strong> – A atividade iniciou com uma conversa sobre representatividade e sobre quais personalidades os estudantes conheciam. A partir desse diálogo, foi proposta uma pesquisa biográfica sobre uma personalidade negra ou indígena que tenha contribuído para a história do Brasil em diferentes áreas do conhecimento.</p><p>Cada aluno, ou dupla, escolheu uma personalidade e realizou uma pesquisa contemplando aspectos como:</p><ul><li><p>trajetória de vida;</p></li><li><p>principais desafios enfrentados;</p></li><li><p>conquistas;</p></li><li><p>legado para a sociedade;</p></li><li><p>curiosidades.</p></li></ul><p>Após a pesquisa, os estudantes organizaram as informações no gênero textual biografia, respeitando suas características estruturais e linguísticas.</p><p>Na etapa seguinte, cada grupo realizou uma apresentação oral para a turma, compartilhando os conhecimentos adquiridos e apresentando a importância da personalidade estudada.</p><p>Durante as apresentações, os colegas puderam fazer perguntas e trocar conhecimentos, tornando o momento mais participativo e enriquecedor.</p><p>A atividade integrou habilidades de leitura, escrita, pesquisa, interpretação, organização das informações e comunicação oral, articulando os objetivos da disciplina de Língua Portuguesa com a Educação para as Relações Étnico-Raciais prevista na legislação.</p><p><strong>4. Impacto</strong> –  A atividade proporcionou um impacto significativo no aprendizado dos estudantes.</p><p>Ao final das apresentações, foi possível perceber que os alunos ampliaram seu repertório cultural e passaram a reconhecer a importância de diversas personalidades negras e indígenas que antes desconheciam.</p><p>Além do conhecimento histórico e cultural, houve avanços no desenvolvimento da oralidade, da autonomia na pesquisa e da capacidade de síntese e exposição de ideias.</p><p>Também foi possível observar maior participação nas aulas, fortalecimento do respeito às diferenças e reflexões importantes sobre representatividade e identidade.</p><p>A atividade mostrou aos estudantes que a história do Brasil foi construída por diferentes sujeitos e que reconhecer essas trajetórias é um passo importante para combater preconceitos e promover uma educação mais inclusiva.</p><p><strong>5. Futuro</strong> – Por ser uma atividade de fácil aplicação e alinhada ao currículo da disciplina, ela poderá ser desenvolvida novamente com outras turmas e em diferentes anos escolares, incorporando novas personalidades e diferentes linguagens de apresentação.</p><p>Como possibilidades de ampliação, os estudantes poderão produzir murais, podcasts, vídeos, exposições ou um livro coletivo com as biografias pesquisadas, envolvendo outras disciplinas e toda a comunidade escolar.</p><p>A atividade demonstra que pequenas ações em sala de aula podem gerar grandes transformações, contribuindo para o cumprimento da Lei nº 10.639/2003 e da Lei nº 11.645/2008, além de promover uma educação mais democrática, representativa e comprometida com a valorização da história e da cultura dos povos negros e indígenas.</p><p><br/></p><p><br/></p><p><br/></p><p><br/></p>]]></description>
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         <pubDate>2026-07-02 20:37:37 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Stop de Palavras</title>
         <author>patricialucilia2018</author>
         <link>https://padlet.com/Ensina_Brasil/ConstruindoaCulturaqueQueremos/wish/3971242296</link>
         <description><![CDATA[<p>Patrícia Lucília Martins Silva(T25)|6º ano EFII| E.E.Dr.Mário de Castro</p><p><br/></p><p><strong>1. Contexto e Personagens:</strong></p><p>Como professora de Língua Portuguesa, desenvolvo na escola um Projeto de Escrita e Leitura, cujo objetivo é fortalecer as habilidades de leitura, escrita, oralidade e ampliação do repertório linguístico dos estudantes por meio de metodologias ativas e atividades lúdicas.</p><p>Durante o desenvolvimento do projeto, percebi que muitos alunos apresentavam dificuldades para acessar rapidamente o vocabulário, escrever corretamente as palavras e participar das atividades orais. Ao mesmo tempo, observei que propostas baseadas em jogos despertavam maior interesse e envolvimento da turma.</p><p>Pensando nisso, elaborei a atividade<strong><em> </em></strong><em>"Stop de Palavras"</em><strong><em>,</em></strong> integrando o projeto de escrita e leitura a uma dinâmica que transformasse a aprendizagem em um momento de interação, desafio e diversão.</p><p>Os protagonistas da atividade foram os estudantes do 6º ano, que participaram em equipes, colaborando entre si e colocando em prática conhecimentos construídos ao longo das aulas de Língua Portuguesa.</p><p><strong>2. Desafio:</strong></p><p>O principal desafio era fortalecer as habilidades de leitura e escrita de forma significativa, especialmente a ampliação do vocabulário, a ortografia e a agilidade na recuperação de palavras.</p><p>Também buscava incentivar a participação dos estudantes que demonstravam insegurança ao responder oralmente ou produzir textos, tornando o processo de aprendizagem mais acolhedor, motivador e participativo.</p><p>A proposta buscou mostrar que desenvolver competências de leitura e escrita pode acontecer por meio de experiências lúdicas, nas quais o erro é encarado como parte do processo de aprendizagem.</p><p><strong>3. Solução:</strong></p><p>Dentro do Projeto de Escrita e Leitura, organizei a turma em pequenos grupos. No centro de cada mesa foi posicionada uma roleta com as letras do alfabeto, acompanhada de diversas fichas contendo diferentes categorias, como fruta, animal, cidade, objeto, profissão, alimento, cor, meio de transporte, nome de pessoa, entre outras.</p><p>Em cada rodada, um estudante sorteava uma ficha com a categoria e outro girava a roleta para definir a letra da vez.</p><p>A partir desse momento, os participantes precisavam pensar rapidamente em uma palavra que correspondesse à categoria e começasse com a letra sorteada. Após responderem oralmente, registravam a palavra em suas fichas.</p><p>Ao término de cada rodada, as respostas eram compartilhadas e discutidas coletivamente, permitindo revisar a escrita correta das palavras, ampliar o vocabulário e refletir sobre diferentes possibilidades de resposta.</p><p>A dinâmica integrou leitura, escrita, oralidade, raciocínio rápido e cooperação, tornando os estudantes protagonistas da aprendizagem.</p><p><strong>4. Impacto:</strong></p><p>A atividade despertou entusiasmo e participação de toda a turma. Alunos que normalmente eram mais tímidos passaram a contribuir espontaneamente, enquanto aqueles com dificuldades ortográficas encontraram um ambiente seguro para aprender com os colegas.</p><p>Foi possível observar avanços na escrita correta das palavras, no repertório vocabular, na rapidez de pensamento e na confiança para participar das aulas.</p><p>Além das aprendizagens relacionadas à Língua Portuguesa, a atividade fortaleceu habilidades socioemocionais como trabalho em equipe, respeito às regras, escuta ativa, cooperação e resolução de desafios coletivos.</p><p>Ao integrar o jogo ao Projeto de Escrita e Leitura, os estudantes compreenderam que ler, escrever e ampliar o vocabulário podem ser experiências prazerosas e significativas.</p><p>5. Futuro:</p><p>A atividade passou a integrar as ações do Projeto de Escrita e Leitura e poderá ser aplicada ao longo de todo o ano letivo, com novas categorias relacionadas aos conteúdos trabalhados em sala de aula.</p><p>A proposta também pode ser adaptada para outros anos do Ensino Fundamental e ampliada com desafios envolvendo classes gramaticais, gêneros textuais, produção de frases, leitura de livros e temas interdisciplinares.</p><p>Por sua simplicidade e alto engajamento, a atividade demonstra que pequenas mudanças na prática pedagógica podem gerar grandes resultados. Incorporar metodologias lúdicas ao ensino da Língua Portuguesa fortalece o protagonismo estudantil, estimula a aprendizagem ativa e contribui para que a leitura e a escrita sejam vivenciadas como práticas significativas no cotidiano escolar.</p>]]></description>
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         <pubDate>2026-07-02 20:58:42 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Engajamento e Aprendizagem Ativa na Era Digital: Resultados e estratégias</title>
         <author>professoragabriellybatista</author>
         <link>https://padlet.com/Ensina_Brasil/ConstruindoaCulturaqueQueremos/wish/3972393309</link>
         <description><![CDATA[<p>Ao observar uma mudança clara no perfil comportamental dos meus estudantes. Notei que o modelo tradicional de ensino, com todo mundo sentado em fileiras por horas, já não prendia a atenção deles. Por serem nativos digitais e estarem acostumados com estímulos rápidos na internet, eles traziam uma ansiedade latente para a sala, o que gerava muita dispersão e indisciplina.</p><p>Em vez de lutar contra essa agitação natural, eu decidi criar uma estratégia para <strong>canalizar essa energia a favor do aprendizado</strong>.</p><p><strong>O que é o meu projeto e qual a finalidade?</strong></p><p>O projeto é uma reformulação prática do espaço físico e da dinâmica da sala de aula. A finalidade principal é <strong>romper com a passividade dos estudantes</strong>, transformando a agitação em engajamento produtivo, promovendo a inclusão e garantindo que eles realmente absorvam o conteúdo.</p><p><br/></p><p><strong>Continua na thread</strong></p>]]></description>
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         <pubDate>2026-07-03 20:21:49 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Lab-Inova Tecnológico</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/Ensina_Brasil/ConstruindoaCulturaqueQueremos/wish/3972453144</link>
         <description><![CDATA[<p>Nome completo: Thiago Leoncio Furtado<br>Escola: EE José de Mesquita (SEDUC-MT)<br>Disciplina: Geografia<br>Projeto: Lab-Inova Tecnológico</p><p><br/></p><p><strong>O desafio</strong></p><p><br/></p><p>Ao assumir novas turmas na E.E. José de Mesquita, deparei-me com uma lacuna importante: a necessidade de desenvolver práticas pedagógicas com tecnologias educacionais em um contexto de limitações orçamentárias e resistência às mudanças. O desafio não era apenas técnico, mas também mobilizar pessoas, construir parcerias e criar as condições necessárias para transformar uma proposta pedagógica em realidade.</p><p><br/></p><p><strong>1. Que mudança concreta você observou nos estudantes?</strong></p><p><br/></p><p>A mudança mais evidente foi a transição da apatia para o protagonismo. Ao convidar os estudantes para participarem do projeto de robótica e da utilização de softwares de geoprocessamento, observei um aumento significativo no engajamento nas aulas de Geografia, abrindo possibilidades para enfrentar desafios envolvendo raciocínio lógico, matemática financeira e resolução de problemas.</p><p>Assim, o estudante deixa de ser apenas um espectador da tecnologia para utilizá-la como ferramenta de investigação, criação e desenvolvimento de soluções, transformando conceitos teóricos em protótipos e aplicações concretas.</p><p><br><strong>2. Como você sabe que deu certo? Quais as evidências?</strong></p><p><br/></p><p>A principal evidência foi a aprovação do projeto <strong>Lab-Inova Tecnológico</strong> no <em>Edital FAPEMAT nº 001/2026</em>, resultado de uma construção colaborativa.</p><p>Percebi que o caminho não era trabalhar de forma isolada, mas fortalecer uma rede de colaboração.</p><p><br/></p><p><strong>Trabalho colaborativo:</strong> construímos um diálogo ativo entre professores, coordenação pedagógica e gestão escolar para elaborar uma proposta capaz de integrar tecnologia, aprendizagem e desenvolvimento institucional.</p><p><br/></p><p><strong>Evidências práticas:</strong> O projeto nasceu para elevar os índices de proficiência, especialmente em Língua Portuguesa e Matemática, transformando uma limitação de infraestrutura na oportunidade de implantar um laboratório de inovação. A adequação do espaço pela gestão, o engajamento da equipe e o crescente interesse dos estudantes evidenciam impactos concretos antes mesmo da execução completa do projeto.</p><p><br><strong>Sobre o processo na FAPEMAT</strong></p><p><br/></p><p>O processo tem sido uma grande aprendizagem sobre a importância da colaboração. A aprovação demonstrou que desafios estruturais podem ser enfrentados quando professores, coordenação, gestão escolar e parceiros externos atuam em torno de um objetivo comum: melhorar a qualidade da educação.</p><p><br/></p><p>Mais do que a conquista de um financiamento, a aprovação representa o reconhecimento de uma proposta construída coletivamente para ampliar as oportunidades de aprendizagem dos estudantes.</p><p><br/></p><p>Atualmente, o projeto encontra-se na fase de contratação e organização da execução, mantendo o foco na implantação do Lab-Inova Tecnológico e na consolidação de um espaço permanente de inovação, ciência e cultura maker na escola.</p><p><br>Link para a pasta no Drive com documentos e evidências do projeto (atualização contínua): <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://drive.google.com/drive/folders/1fD4jVXppGIiD52oiZnnRy6Sb9uX6J68l?usp=sharing">https://drive.google.com/drive/folders/1fD4jVXppGIiD52oiZnnRy6Sb9uX6J68l?usp=sharing</a></p>]]></description>
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         <pubDate>2026-07-04 01:13:34 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/Ensina_Brasil/ConstruindoaCulturaqueQueremos/wish/3972453144</guid>
      </item>
      <item>
         <title>SOS MULHER: Inovação e tecnologia no combate a violência contra a mulher</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/Ensina_Brasil/ConstruindoaCulturaqueQueremos/wish/3976432656</link>
         <description><![CDATA[<p>O aplicativo <strong>SOS Mulher</strong> nasceu durante as atividades do projeto <strong>Escola Conectada</strong>, quando as alunas refletiram sobre um problema presente na sociedade: a violência contra a mulher. Ao perceberem que muitas vítimas não conseguem pedir ajuda rapidamente em momentos de perigo, elas idealizaram e <strong>construíram o aplicativo</strong> como uma solução simples e acessível.</p><p>Com um botão de emergência capaz de enviar um pedido de socorro para contatos de confiança, o <strong>SOS Mulher</strong> representa muito mais do que uma ferramenta tecnológica. Durante sua construção, as estudantes desenvolveram conhecimentos em tecnologia, trabalho em equipe, criatividade e responsabilidade social, compreendendo que a inovação também pode ser usada para proteger vidas e promover a cidadania.</p><p>Reconhecendo o potencial da iniciativa, inscrevemos o projeto no <strong>Desafio Liga Jovem</strong>, uma iniciativa do <strong>Sebrae</strong> que incentiva estudantes a desenvolverem soluções inovadoras por meio da tecnologia e do empreendedorismo para enfrentar desafios reais da sociedade.</p><p>Esse projeto mostrou que a escola é um espaço onde conhecimento, criatividade e empatia se transformam em soluções reais, capazes de gerar impacto positivo na comunidade e inspirar outras pessoas a usar a tecnologia para fazer a diferença. </p><p><br/></p><p><a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://www.youtube.com/watch?v=LxvEXtuqq20">https://www.youtube.com/watch?v=LxvEXtuqq20</a></p>]]></description>
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         <pubDate>2026-07-08 08:42:58 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Tecnologia a Serviço da Conscientização.</title>
         <author>henrocha959</author>
         <link>https://padlet.com/Ensina_Brasil/ConstruindoaCulturaqueQueremos/wish/3976996617</link>
         <description><![CDATA[<p><strong>Contexto e personagens:</strong></p><p>Durante o Maio Laranja, desenvolvi uma prática pedagógica por meio do projeto Ipê Digital, na Escola Estadual Mário de Castro, envolvendo aproximadamente 50 estudantes dos 6º anos. A proposta integrou tecnologia, cidadania e educação em direitos humanos, utilizando os Chromebooks e o Canva, ferramenta disponibilizada gratuitamente pela Secretaria de Estado de Educação de Mato Grosso. Os estudantes produziram folders e banners digitais voltados à conscientização sobre o combate ao abuso e à exploração sexual de crianças e adolescentes, tornando-se protagonistas na construção de materiais informativos para a comunidade escolar.</p><p><strong>Desafio:</strong></p><p>Abordar um tema tão sensível com estudantes de aproximadamente 11/12 anos exigiu um planejamento cuidadoso e uma linguagem acessível. O principal desafio foi ensinar o conteúdo de forma didática, respeitando a faixa etária dos alunos, garantindo compreensão sem causar medo ou desconforto. Era fundamental promover um ambiente seguro para o diálogo, no qual as crianças compreendessem seus direitos, reconhecessem situações de risco e soubessem identificar pessoas e instituições que podem oferecer proteção.</p><p><strong>Solução:</strong></p><p>Para alcançar esse objetivo, preparei uma apresentação em slides com linguagem simples e recursos visuais adequados à idade dos estudantes. A aula foi conduzida em formato de roda de conversa, favorecendo a participação e a construção coletiva do conhecimento. O encontro também reforçou o trabalho já desenvolvido ao longo do mês de maio pela equipe psicossocial da escola, que havia realizado palestras e ações educativas sobre o tema. Durante a atividade, discutimos a importância da denúncia, os canais de proteção, o papel das forças de segurança e a relevância do Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA) na garantia dos direitos das crianças e adolescentes.</p><p><strong>Impacto:</strong></p><p>A prática ampliou o alcance das ações do projeto Ipê Digital que é realizado por mim e pela professora Fernanda Santos, levando uma temática de grande relevância social para aproximadamente 50 estudantes, contemplando tanto meninas quanto meninos. Além de desenvolver habilidades digitais por meio da criação de materiais no Canva, os alunos compreenderam que a tecnologia também pode ser uma ferramenta de conscientização, prevenção e transformação social. A atividade fortaleceu o diálogo sobre a importância de falar sobre o assunto, incentivar a denúncia e combater qualquer forma de violência contra crianças e adolescentes, contribuindo para a formação de cidadãos mais conscientes, empáticos e comprometidos com a proteção da infância.</p>]]></description>
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         <pubDate>2026-07-09 00:32:38 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>No debate se aprende mais.</title>
         <author>fekellysantos</author>
         <link>https://padlet.com/Ensina_Brasil/ConstruindoaCulturaqueQueremos/wish/3977032030</link>
         <description><![CDATA[<p>Proposta da atividade:</p><p>As turmas do 7° ano estavam aprendendo sobre os gêneros textuais Expositivo e Argumentativo, porém com algumas dificuldades em compreender o tema. Então surgiu a ideia de criar uma tarde de debates, por meio da prática e do trabalho em conjunto os alunos tiveram a oportunidade de aprenderem juntos.</p><p>Após receberem a explicação dos conceitos dos gêneros textuais,  a segunda parte seria de total responsabilidade de cada grupo. Com o entendimento do que significa expor ideias/opiniões e argumetar sobre elas, cada grupo poderia escolher um tema para estudar, se empoderar do assunto, dividir e organizar as falas e decidir: quem vai expor o tema escolhido? e quem vai argumentar e defender a escolha?</p><p>Os grupos utilizaram como argumentos suas próprias experiências escolares, levantando pontos positivos, negativos e mudanças que achavam necessárias. Apresentavam para a turma suas ideias, após esse momento, os ouvintes faziam perguntas se achassem necessário e decidiam em conjunto se concordavam ou não com as ideias apresentadas. </p><p>Dessa forma, a turma aprendeu a importancia de ouvir diferentes pontos de vistas, expor suas opiniões,  fazer uso de bons argumentos para defender seus pensamentos, criticar de forma construtiva e que juntos poderiam procurar soluções.</p>]]></description>
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         <pubDate>2026-07-09 00:51:19 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/Ensina_Brasil/ConstruindoaCulturaqueQueremos/wish/3977032030</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Quem sou eu na Língua Portuguesa?</title>
         <author>fekellysantos</author>
         <link>https://padlet.com/Ensina_Brasil/ConstruindoaCulturaqueQueremos/wish/3977212931</link>
         <description><![CDATA[<p><strong>Contexto e personagens:</strong></p><p>Os alunos do 7° precisavam avançar no conteúdo, mas sempre é necessário que os assuntos anteriores sejam bem compreendidos pela turma. Nessa semana em questão, a turma iniciaria o assunto sobre alguns tipos de orações,  mas antes precisam entender perfeitamente algumas classes gramaticais, que é essencial para diferenciar o que é ou não uma oração.  Pensando assim, surgiu a oportunidade de revisarem o conteúdo por meio de um jogo leve, divertido e que todos participassem.</p><p><strong>Desafio:</strong></p><p>Entender o que é Substantivo, Verbo, Adjetivo, Pronome e Complemento, ainda era um desafio para os alunos,  por conta disso avançar no conteúdo sobre as orações estava se tornando difícil.  Era necessário encontrar uma maneira de fazê-los revisar sem pressão e assim avançar no conteúdo. </p><p><strong>Solução:</strong></p><p>Um jogo simples e divertido foi a solução.  Um aluno voluntário segurava uma palavra na testa enquanto a turma dava dicas para que assim fosse possivel encontrar a resposta certa. A turma podia fazer pesquisas e dar dicas para que o aluno voluntário conseguisse identificar se o que estava sendo falado era um substantivo,  adjetivo e etc. O importante era encontrar a resposta antes do tempo acabar.</p><p><strong>Impacto:</strong></p><p>Toda a turma se engajou, todos pesquisaram o que cada classe gramatical significava para poder dar a melhor dica para o colega, dessa forma todos aprendiam ser perceber o tamanho do avanço que estavam alcançando e o quanto se desenvolveram individualmente e em conjunto. </p><p><strong>Futuro:</strong></p><p>Essa prática foi pedida pela turma mesmo após esse assunto se encerrar. Perceberam que era uma maneira divertida, simples e eficaz para revisar os assuntos,  em outras oportunidades os próprios alunos organizaram a dinâmica apenas com a supervisão da professora. Foram protagonistas do começo ao fim.</p>]]></description>
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         <pubDate>2026-07-09 02:16:05 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Independências das Américas: uma pesquisa crítica </title>
         <author>gabriellemenezes14</author>
         <link>https://padlet.com/Ensina_Brasil/ConstruindoaCulturaqueQueremos/wish/3977431420</link>
         <description><![CDATA[<p><strong>Contexto e personagens: </strong>Realizei a ação com a turma do 8º A, organizando-os em grupos, sorteando os temas e orientando passo a passo tanto a pesquisa quanto a elaboração das apresentações.</p><p><strong>Desafio a ser superado:</strong> Percebi durante as aulas sobre os processos de Independência que muitos alunos desvalorizavam ou desconheciam a história da América Latina, a partir disso, pensei em transformar o processo de avaliação do bimestre, na realização de um trabalho de pesquisa e apresentação. </p><p><strong>Solução:</strong> Propus um trabalho em grupos com temas definidos (Haiti, Peru, México, Cuba, Porto Rico e Uruguai) e orientei pesquisas em fontes diversificadas, explicando que não deveriam usar ferramentas de IA e ensinando como pesquisar na internet e como utilizar o livro didático como fonte do saber. Estruturei a pesquisa por perguntas sobre contexto histórico, cronologia, duração, atores envolvidos e “independência para quem?” (uma pergunta sobre os efeitos dos processos de independência para povos indígenas e afrodescendentes).</p><p><strong>Impacto: </strong>Notei que os alunos passaram a pesquisar em diferentes fontes e a usar melhor o livro didático, o que ampliou a compreensão do contexto latino-americano e ajudou a desconstruir estereótipos. O tema que mais gerou discussão foi a independência do Haiti, que surpreendeu muitos alunos e provocou reflexão crítica sobre o caráter eurocêntrico do currículo escolar. Ao explorar a trajetória haitiana, os estudantes perceberam como narrativas centrais muitas vezes silenciam vozes e eventos fundamentais fora do eixo europeu, o que suscitou debates sobre quem conta a história e por que alguns episódios recebem menos destaque.</p><p>Além disso, a presença de vários estudantes estrangeiros de países latino‑americanos na escola tornou a atividade ainda mais significativa. Conhecer a história desses países ajudou a contextualizar vivências pessoais dos colegas, ampliou a compreensão mútua e favoreceu maior empatia entre os estudantes, fortalecendo o ambiente de respeito e pertencimento na escola.</p>]]></description>
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         <pubDate>2026-07-09 04:29:40 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Pesquisar sem IA para 6° e 7° ano: alfabetização digital e pesquisa confiável</title>
         <author>gabriellemenezes14</author>
         <link>https://padlet.com/Ensina_Brasil/ConstruindoaCulturaqueQueremos/wish/3977467444</link>
         <description><![CDATA[<p><strong>Contexto e personagens:</strong> Sou professora de História e desenvolvi esta ação com turmas do 6º e 7º ano após conversas com colegas que apontaram dificuldades recorrentes dos estudantes em realizar pesquisas online de forma segura e confiável. Trabalhei diretamente com as turmas em sala, contando com o apoio informal de outros professores que compartilharam observações sobre a rotina dos alunos e ajudaram a identificar lacunas nas práticas de busca. Durante as aulas práticas utilizei a TV da sala para projetar exemplos e guiar passo a passo, o que permitiu interação direta com os estudantes enquanto eu demonstrava procedimentos de verificação de fontes.                       <strong>Desafio a ser superado:</strong> Observei que muitos alunos associavam “pesquisar na internet” apenas ao ChatGPT, não sabiam buscar em sites confiáveis e escreviam pouco à mão.</p><p><strong>Solução:</strong> Transformei a prova bimestral em um trabalho de pesquisa sem uso de IA e dediquei duas aulas práticas com projeção para ensinar a pular conteúdos gerados por IA, acessar sites confiáveis como <em>Brasil Escola</em> e avaliar fontes. Tirei dúvidas, guiei as buscas passo a passo e solicitei a entrega manuscrita para estimular a escrita à mão.</p><p><strong>Impacto:</strong> Vi os alunos ganharem autonomia na busca e na seleção de fontes confiáveis e entenderem a diferença entre IA e fontes verificadas. O trabalho manuscrito também incentivou a prática da escrita e melhorou a organização das ideias.</p><p><strong>Futuro:</strong> Planejo criar oficinas periódicas de alfabetização digital, elaborar um guia escolar sobre como pesquisar sem IA para professores e alunos e manter entregas manuscritas em atividades que visem desenvolver escrita e pensamento crítico.                                                                                          <em>PS: Tenho dois alunos do 6º ano que são recém‑chegados ao Brasil e pediram para fazer o trabalho na língua materna. Concordei prontamente, pois eles ainda apresentam dificuldade com o português. O objetivo da pesquisa não era copiar informações, mas compreender como pesquisar e assimilar o conteúdo, por isso, exigir que tudo fosse apresentado somente em português poderia prejudicar esse processo de aprendizagem. Além disso, obrigá‑los a produzir apenas em português seria pouco empático e pouco acolhedor, pois negaria suporte importante para a integração e aprendizagem dos estudantes na escola. </em></p>]]></description>
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         <pubDate>2026-07-09 04:52:44 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/Ensina_Brasil/ConstruindoaCulturaqueQueremos/wish/3977467444</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Revisão com Kahoot para Ensino Médio</title>
         <author>gabriellemenezes14</author>
         <link>https://padlet.com/Ensina_Brasil/ConstruindoaCulturaqueQueremos/wish/3977502059</link>
         <description><![CDATA[<p><strong>Contexto e personagens:</strong> Sou professora de Geografia do 2º e 3º ano do Ensino Médio. Trabalhei com as turmas em sala de aula, distribuindo chromebooks para cada aluno e conduzindo um quiz interativo na plataforma Kahoot.</p><p><strong>Desafio a ser superado: </strong>Na escola, enfrentamos um desinteresse generalizado e apatia recorrentes nos estudantes do Ensino Médio, o que dificulta a participação nas aulas e rendimento nas avaliações realizadas por professores.</p><p><strong>Solução:</strong> Pensando em maneiras lúdicas de engajar os alunos, organizei uma revisão pré‑prova usando Kahoot como recurso central. Preparei questões alinhadas ao conteúdo cobrado e, durante o quiz, expliquei a cada item por que a alternativa correta era a mais adequada e por que as demais estavam erradas. Assim, transformei a atividade em competição saudável para aumentar motivação e atenção.</p><p><strong>Impacto:</strong> A atividade resultou em engajamento total: pela primeira vez no bimestre <strong><em>100% dos alunos presentes participaram ativamente!! </em></strong>Eles demonstraram entusiasmo, trocaram aprendizagens durante a dinâmica e relataram que a revisão facilitou a compreensão do conteúdo. Nos resultados da avaliação, todos os alunos presentes foram aprovados com notas acima da média. Além do desempenho, a experiência reforçou o vínculo entre entretenimento e aprendizagem. De longe, esse foi um dos momentos mais legais do nosso bimestre, principalmente no 3° ano, que são as turmas com o maior nível de desinteresse nas atividades escolares. Todos os estudantes pediram para que eu repetisse essa prática mais vezes ao longo do ano.</p><p><strong>Futuro: </strong>Pretendo replicar essa estratégia em outras turmas e disciplinas, sistematizar questões para revisões periódicas e combinar Kahoot com explicações dirigidas para consolidar conceitos. Também quero registrar feedback dos estudantes para aprimorar a sequência de perguntas e incorporar mais momentos interativos ao calendário dos bimestres.</p>]]></description>
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         <pubDate>2026-07-09 05:12:40 UTC</pubDate>
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         <title>Letramento Digital e Protagonismo: Aprendendo Física com criatividade e tecnologia</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/Ensina_Brasil/ConstruindoaCulturaqueQueremos/wish/3978064991</link>
         <description><![CDATA[<p><br></p><p>Na Escola Estadual Cívico-Militar Malik Didier Namer Zahafi, em Cuiabá, os estudantes do 9º ano vivenciaram uma experiência de aprendizagem baseada na metodologia da sala de aula invertida. Após pesquisarem os conteúdos de Física, eles produziram apresentações em slides e conduziram seminários para a turma. Como forma de consolidar a aprendizagem, os próprios estudantes elaboraram quizzes no Kahoot, tornando a avaliação mais dinâmica, colaborativa e divertida.</p><p>A principal mudança observada foi o aumento do engajamento e da participação dos estudantes. Alunos que inicialmente demonstravam insegurança passaram a apresentar seus trabalhos com mais confiança, criatividade e autonomia. O desenvolvimento do letramento digital ficou evidente na qualidade das produções: alguns grupos criaram apresentações com características de jogos, utilizando elementos de gamificação para explicar conceitos físicos de forma clara e envolvente.</p><p>As evidências desse impacto puderam ser percebidas na participação ativa de praticamente toda a turma durante os seminários, na qualidade dos materiais produzidos, no entusiasmo durante os desafios no Kahoot e na maior interação entre os estudantes ao longo das aulas. A atividade favoreceu não apenas a aprendizagem dos conteúdos de Física, mas também o desenvolvimento de competências digitais, comunicação, colaboração e pensamento crítico.</p><p>Essa experiência reforça que promover a equidade na educação também significa oferecer oportunidades para que todos os estudantes criem, inovem e utilizem a tecnologia de forma significativa. Quando eles assumem o protagonismo da própria aprendizagem, damos mais um passo na construção da educação de qualidade que queremos para todas as crianças e jovens.</p>]]></description>
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         <pubDate>2026-07-09 17:31:44 UTC</pubDate>
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         <title>Nos Bastidores da Transformação!</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/Ensina_Brasil/ConstruindoaCulturaqueQueremos/wish/3978068373</link>
         <description><![CDATA[<p><br></p><p>Construir a educação que acreditamos também significa conhecer as pessoas, os processos e os propósitos que dão vida às iniciativas que chegam às nossas escolas. No mês de junho, tive a oportunidade de visitar, ao lado do professor Raphael ias, o escritório do Ensina Brasil, em São Paulo. Mais do que uma visita institucional, foi um momento de escuta, aprendizagem e inspiração.</p><p>Durante esse encontro, conversamos com a CEO e com a equipe gestora do programa, compreendendo como as ideias são construídas, aperfeiçoadas e transformadas em ações concretas que impactam educadores e estudantes em diferentes regiões do país. Estar nesse espaço reforçou a importância de uma educação comprometida com a equidade, que nasce do diálogo, da colaboração e da crença de que todos os estudantes merecem oportunidades de aprendizagem de qualidade.</p><p>Na mesma oportunidade, eu e o professor Raphael Dias &nbsp;fomos convidados para o lançamento do <strong>Jogo Eras</strong>, desenvolvido pelo Instituto Orizon &nbsp;Social, parceiro da Escola Estadual Malik Didier Namer Zahafi. Em breve, esse recurso será implementado em nossa escola, fortalecendo práticas pedagógicas inovadoras e aproximando nossos estudantes de experiências de aprendizagem mais significativas.</p><p>&nbsp;Percebemos que ocupar esses espaços de construção e inovação nos fortalece enquanto lideranças educacionais e amplia nossa capacidade de levar novas possibilidades para a escola e para a comunidade. Afinal, transformar a educação começa, muitas vezes, por conhecer de perto onde as ideias nascem e por acreditar que elas podem ganhar novos significados quando chegam à sala de aula.</p>]]></description>
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         <pubDate>2026-07-09 17:41:58 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Presença Digital da Equipe de Robótica Jacarétronics</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/Ensina_Brasil/ConstruindoaCulturaqueQueremos/wish/3978584862</link>
         <description><![CDATA[<p>Durante sua preparação para competições e para o desenvolvimento de projetos de inovação, a Equipe de Robótica Educacional Malik Jacarétronics identificou a importância de ampliar a divulgação de suas atividades, aproximando a comunidade escolar e a sociedade do universo da robótica educacional. A iniciativa busca inspirar novos estudantes a conhecerem o projeto e despertarem o interesse pela tecnologia, pela inovação e pelo pensamento computacional.</p><p>Com esse propósito, foi criado o canal <strong>Jacarétronics</strong> no <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://www.youtube.com/channel/UCkL37VxPjbO0kerpusk7i8Q">YouTube</a>, dedicado à divulgação de entrevistas com especialistas, pesquisas, projetos desenvolvidos pela equipe, desafios, dinâmicas e conteúdos voltados à aplicação da tecnologia na resolução de problemas reais. Além de compartilhar conhecimentos técnicos, o canal apresentará a rotina da equipe, evidenciando sua cultura colaborativa, seus processos de aprendizagem e as experiências vivenciadas pelos estudantes ao longo da temporada.</p><p>Complementando essa estratégia de comunicação, a equipe mantém um perfil ativo no <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://www.instagram.com/malik.jacaretronics/"><strong>Instagram</strong></a>, onde publica registros dos encontros, desafios, competições, projetos e demais atividades desenvolvidas. As redes sociais tornam-se, assim, um espaço permanente de aproximação com a comunidade, valorizando o protagonismo estudantil e promovendo a robótica educacional como ferramenta de formação científica, tecnológica e humana.</p>]]></description>
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         <pubDate>2026-07-10 03:49:12 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Ação de Orientação - Projeto ECOar: Juventude contra a violência de Gênero</title>
         <author>marinakuranaga</author>
         <link>https://padlet.com/Ensina_Brasil/ConstruindoaCulturaqueQueremos/wish/3983784751</link>
         <description><![CDATA[<p>O Projeto ECOar nasceu de uma inquietação trazida pela realidade da escola: a presença de muitas mães adolescentes na rotina escolar. A partir da pergunta "o que está por trás disso?", as professoras Marina Kuranaga e Raquel Amorim foram atrás de dados e encontraram um cenário urgente: Cuiabá lidera o ranking nacional de gravidez entre meninas com menos de 15 anos e Mato Grosso lidera o ranking nacional de feminicídios pelo segundo ano seguido.</p><p>Diante disso, estruturaram uma ação de orientação que conecta violência de gênero, autonomia sobre o próprio corpo, planejamento de vida e familiar, prevenção a gravidez e ISTs e responsabilidade compartilhada. Graças à gentileza de outros professores e à abertura da coordenação, a intervenção já foi realizada nas turmas do 3º ano do Ensino Médio e do 9º ano do Ensino Fundamental II, convidando os estudantes a exercitar o pensamento científico por meio da reflexão sobre a relação entre a violência contra a mulher e a gravidez na adolescência, com leitura crítica de dados do próprio território.</p><p>Agora, as professoras estão adaptando a atividade para levá-la a todas as turmas da escola, do 6º ano ao Ensino Médio, ajustando a linguagem para cada faixa etária, mas sempre com vistas à conscientização sobre planejamento de vida e familiar, à corresponsabilidade parental e ao combate a violência contra a mulher.</p><p><br></p>]]></description>
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         <pubDate>2026-07-15 13:25:20 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Lunch Tecnológico: Se aproximando da Tecnologia</title>
         <author>ericmakiyama1</author>
         <link>https://padlet.com/Ensina_Brasil/ConstruindoaCulturaqueQueremos/wish/3986399592</link>
         <description><![CDATA[<p>Mais do que um local de aulas formais, o nosso laboratório se consolidou como um polo vivo de convivência e descoberta através do projeto Lunch Tecnológico. Pensado como um espaço acolhedor e livre para o período logo após o almoço, a iniciativa abre as portas do Espaço de Inovação para que os estudantes explorem o universo digital de forma totalmente autônoma, sem a pressão de notas ou cronogramas rígidos.</p><p>Durante esse momento voluntário, com a presença do professor de Tecnologia, a sala ganha uma atmosfera vibrante e diversa: enquanto alguns estudantes testam jogos e experimentam a imersão nos óculos de realidade virtual, outros se dedicam à autoria digital programando no Scratch ou utilizam a estrutura para pesquisar e adiantar trabalhos de outras disciplinas. Sob a mentoria do professor, o laboratório transformou-se em um ambiente de cooperação orgânica, onde jovens de diferentes turmas trocam ideias, tiram dúvidas e aprendem uns com os outros.</p><p>O Lunch Tecnológico prova que a tecnologia se torna ainda mais poderosa quando caminha lado a lado com a liberdade de escolha. Ao oferecer ferramentas de ponta para o uso espontâneo dos estudantes, a prática estimula o protagonismo juvenil, o senso de responsabilidade e transforma o tempo livre em uma jornada rica de criatividade, letramento digital e lazer produtivo.</p>]]></description>
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         <pubDate>2026-07-18 20:56:15 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Caça ao Tesouro - Reforçando BNCC!</title>
         <author>ericmakiyama1</author>
         <link>https://padlet.com/Ensina_Brasil/ConstruindoaCulturaqueQueremos/wish/3986402411</link>
         <description><![CDATA[<p>Aprender lógica e programação pode ir muito além das telas dos computadores. Prova disso foi o sucesso da nossa Caça ao Tesouro Pedagógica, uma dinâmica interdisciplinar que transformou o espaço escolar em um tabuleiro vivo de descobertas. Divididos em equipes, os estudantes foram desafiados a decifrar charadas que exigiam forte interpretação de texto, além de aplicar conhecimentos matemáticos práticos ao desvendar coordenadas e localizações no plano cartesiano para encontrar as pistas. O grande ápice da jornada foi o desafio de decodificar mensagens em código binário, conectando a matemática de base diretamente aos fundamentos da computação. A atividade despertou um engajamento contagiante, onde o trabalho coletivo, o raciocínio crítico e a tomada de decisão foram as chaves para o sucesso. Ver os estudantes debatendo estratégias e celebrando cada acerto provou que o conhecimento se consolida de verdade quando gera entusiasmo, transformando conceitos complexos em uma jornada inesquecível de protagonismo e autonomia.</p>]]></description>
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         <pubDate>2026-07-18 21:12:18 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Projeto “Cuiabá, vestígios da Cidade Negra” aprovado pela FAPEMAT</title>
         <author>joelrcorreia</author>
         <link>https://padlet.com/Ensina_Brasil/ConstruindoaCulturaqueQueremos/wish/3987744944</link>
         <description><![CDATA[<p>O projeto “Cuiabá, vestígios da Cidade Negra: cartografia social, memória urbana e educação patrimonial antirracista” foi aprovado no Programa Pesquisa e Inovação na Escola, da FAPEMAT. A proposta ficou em 3º lugar, recebeu nota 9,25 e foi contemplada com financiamento integral. Três estudantes da escola atuarão como bolsistas de Iniciação Científica Júnior, participando de pesquisas documentais, visitas de campo, entrevistas e produção de uma cartografia social sobre a memória negra de Cuiabá. A conquista amplia o acesso dos estudantes à pesquisa científica e fortalece práticas de educação antirracista e valorização da história local.</p><p><strong>Dados de Impacto</strong></p><p><strong>Escola:</strong> EE Padre Firmo Pinto Duarte Filho<br><strong>Oportunidade:</strong> Programa Pesquisa e Inovação na Escola — PIE/FAPEMAT<br><strong>Tipo:</strong> Projeto de pesquisa e iniciação científica<br><strong>Nível:</strong> Estadual<br><strong>Reconhecimento:</strong> 3º lugar, nota 9,25 e financiamento integral<br><strong>Estudantes diretamente impactadas:</strong> 3 bolsistas de Iniciação Científica Júnior<br><strong>Estudantes inscritos/selecionados:</strong> 3</p>]]></description>
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         <pubDate>2026-07-20 17:53:51 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/Ensina_Brasil/ConstruindoaCulturaqueQueremos/wish/3987744944</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Educação antirracista em movimento: a participação da EE Padre Firmo na OBAPO 2026.1</title>
         <author>joelrcorreia</author>
         <link>https://padlet.com/Ensina_Brasil/ConstruindoaCulturaqueQueremos/wish/3987757058</link>
         <description><![CDATA[<p><strong>1. Contexto e personagens</strong></p><p>Esta história foi construída pelos estudantes da EE Padre Firmo Pinto Duarte Filho, escola pública localizada no Distrito Industrial de Cuiabá, em Mato Grosso. O projeto envolveu turmas de diferentes anos escolares em uma proposta centrada na educação antirracista, no reconhecimento da diversidade e na valorização das histórias e culturas africanas, afro-brasileiras e dos povos originários.</p><p>A participação na Olimpíada Brasileira de Africanidades e Povos Originários — OBAPO — integrou esse processo, mobilizando estudantes, professores, equipe gestora e famílias em torno de uma experiência coletiva de aprendizagem.</p><p><strong>2. Desafio</strong></p><p>Nosso principal desafio foi fazer com que a educação antirracista não permanecesse restrita a datas comemorativas ou a atividades isoladas. Era necessário criar oportunidades para que os estudantes conhecessem outras narrativas sobre a formação da sociedade brasileira, reconhecessem o protagonismo das populações negras e indígenas e refletissem criticamente sobre racismo, apagamento histórico, desigualdade e representatividade.</p><p>Também buscamos ampliar o envolvimento dos estudantes com os estudos, mostrando que seus conhecimentos poderiam ser reconhecidos para além da sala de aula.</p><p><strong>3. Solução</strong></p><p>A OBAPO foi incorporada ao projeto como uma estratégia pedagógica de estudo, mobilização e valorização do protagonismo estudantil. Os conteúdos relacionados às africanidades e aos povos originários foram trabalhados como parte da história, da cultura e da realidade brasileira, e não como temas periféricos.</p><p>A olimpíada permitiu que os estudantes mobilizassem conhecimentos, desenvolvessem novas aprendizagens e percebessem que uma educação antirracista também é construída por meio do acesso ao conhecimento, da participação e do reconhecimento das diferentes identidades que formam o Brasil.</p><p><strong>4. Impacto</strong></p><p>A participação gerou um resultado muito significativo: <strong>221 estudantes da EE Padre Firmo foram premiados</strong> na edição 2026.1 da OBAPO.</p><p>Foram conquistadas:</p><p>🥇 <strong>32 medalhas de ouro</strong><br>🥈 <strong>42 medalhas de prata</strong><br>🥉 <strong>52 medalhas de bronze</strong><br>🏅 <strong>95 menções honrosas</strong></p><p>No Nível 3, foram 83 estudantes premiados; no Nível 4, 71; e no Nível 5, 67. Mais do que os números, a experiência fortaleceu a autoestima, o sentimento de pertencimento e a confiança dos estudantes em sua capacidade de aprender e conquistar novos espaços.</p><p><strong>5. Futuro</strong></p><p>A premiação não representa o encerramento do projeto, mas o fortalecimento de um percurso. A proposta é continuar desenvolvendo práticas de educação antirracista ao longo do ano letivo, ampliando pesquisas, debates, produções culturais, ações de educação patrimonial e atividades que aproximem os estudantes das memórias negras e indígenas presentes em Cuiabá e no Brasil.</p><p>Queremos que os estudantes continuem ocupando espaços, produzindo conhecimento e reconhecendo a si mesmos como sujeitos da história.</p>]]></description>
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         <pubDate>2026-07-20 18:27:14 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Palestra: 25 de julho — Dia da Mulher Negra Latino-Americana e Caribenha</title>
         <author>joelrcorreia</author>
         <link>https://padlet.com/Ensina_Brasil/ConstruindoaCulturaqueQueremos/wish/3991724653</link>
         <description><![CDATA[<p>No dia 24 de julho, nós, Joel e Felipe, realizamos, junto à professora Kelly, uma palestra para estudantes do Ensino Fundamental e do Ensino Médio da Escola Estadual Padre Firmo Pinto Duarte Filho. Nosso objetivo foi abordar a data para além de uma homenagem pontual, promovendo reflexões sobre identidade, representatividade, racismo, apagamento histórico e construção do conhecimento.</p><p>A partir de uma perspectiva decolonial, convidamos os estudantes a questionarem quem tradicionalmente ocupa o centro das narrativas históricas, quem produz o conhecimento e quais histórias são preservadas ou silenciadas. Discutimos como homens brancos foram historicamente privilegiados pela memória oficial e pelos conteúdos escolares, enquanto as experiências, as lutas e as contribuições das mulheres, principalmente das mulheres negras, enfrentaram diferentes processos de apagamento.</p><p>Nesse contexto, apresentamos a trajetória de Tereza de Benguela não apenas como símbolo de resistência, liderança e organização política, mas também como exemplo de uma personagem cuja relevância histórica ainda é pouco reconhecida. Sua história nos permitiu refletir sobre como as narrativas são construídas e sobre a necessidade de recuperar e valorizar sujeitos historicamente excluídos da memória coletiva.</p><p>A professora Kelly também trouxe uma perspectiva profundamente importante ao compartilhar sua própria experiência. Após morar durante alguns anos na Europa, ela relatou a dor de compreender-se como mulher negra a partir do olhar do outro, em uma experiência marcada pela racialização e pela forma como passou a ser percebida socialmente. Seu relato abriu espaço para uma reflexão sobre a importância de construir a própria identidade por meio da autopercepção, do reconhecimento de sua história e do pertencimento, e não apenas a partir das definições impostas por outras pessoas.</p><p>A partir dessa experiência, discutimos como o processo de reconhecer-se é fundamental para que mulheres negras possam compreender as desigualdades que as atravessam, ocupar espaços, reivindicar direitos e lutar contra o racismo desde cedo. Mais do que ser definida pelo olhar externo, é necessário ter condições de construir uma percepção afirmativa de si, conhecer sua trajetória e reconhecer a força, a história e as possibilidades presentes em sua identidade.</p><p>Outro ponto central da palestra foi, portanto, a importância dos espaços de representatividade. Conversamos sobre o significado de mulheres, especialmente mulheres negras, ocuparem lugares de liderança, visibilidade, decisão e produção do conhecimento. A atividade ampliou o repertório dos estudantes e fortaleceu a escola como espaço de escuta, reconhecimento das identidades e enfrentamento ao racismo.</p><p>Essa ação integra um movimento mais amplo de fortalecimento de uma educação antirracista e decolonial na escola. A proposta é dar continuidade ao trabalho por meio de palestras, projetos, pesquisas e produções dos estudantes que valorizem diferentes sujeitos históricos, combatam o apagamento e ampliem os espaços de representatividade.</p>]]></description>
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         <pubDate>2026-07-25 16:25:30 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Olimpíada Pernambucana de Informática 2026 (Representando Escolas Públicas de Caruaru!)</title>
         <author>ericmakiyama1</author>
         <link>https://padlet.com/Ensina_Brasil/ConstruindoaCulturaqueQueremos/wish/3992093292</link>
         <description><![CDATA[<p>Em 16 de Maio, consegui inscrever meus estudantes na Olimpíada Pernambucana de Informática a OPEI, organizada pelo Centro de Informática (CIN) da UFPE. Oportunidade incrível de testar os conhecimentos dos meus estudantes que estão recebendo novas tecnologias e um plano de BNCC totalmente renovado de Tecnologia na Escola Integral de Caruaru.<br>Fiquei extremamente feliz por conseguir colocar este dois estudantes que se dedicaram na prova, representando as escolas públicas de Caruaru. <br>Ansioso pela divulgação de notas que sai em 3 de Agosto!</p>]]></description>
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         <pubDate>2026-07-26 19:41:19 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Cabo de Guerra Matemático: Gamificação e Agilidade Operacional na Lousa Digital</title>
         <author>ericmakiyama1</author>
         <link>https://padlet.com/Ensina_Brasil/ConstruindoaCulturaqueQueremos/wish/3992095734</link>
         <description><![CDATA[<p>Aula diferente para reforçar a BNCC de matemática e utilizar as Lousas Digitais recebidas.</p><p>A prática do <strong>Cabo de Guerra Matemático</strong> combina gamificação e tecnologia para dinamizar o ensino das quatro operações fundamentais (<em>adição, subtração, multiplicação e divisão</em>). Utilizando a lousa digital e plataformas interativas, a turma é dividida em equipes que disputam a resolução rápida de problemas na tela, alternando os participantes a cada rodada para movimentar o placar virtual. Mais do que exercitar o cálculo mental e a agilidade de raciocínio, a dinâmica estimula a cooperação e o trabalho em equipe, transformando a prática da matemática em um momento leve, divertido e altamente engajador para todos os estudantes.</p><p><br/></p><p>Para quem quiser utilizar o mesmo jogo, encontrei nesse site: <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://www.mathtug.com/en/">https://www.mathtug.com/en/</a></p>]]></description>
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         <pubDate>2026-07-26 20:01:15 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/Ensina_Brasil/ConstruindoaCulturaqueQueremos/wish/3992095734</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Atuo numa escola com grande número de crianças neurodivergentes  e diferentes realidades sociais devido a este motivo apresentam grande dificuldade em se respeitarem. Sempre criticando as opniões diferentes e cortando momento de fala dos colegas. O projeto câmara mirim consiste em entender a função dos deputados estaduais,🧶</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/Ensina_Brasil/ConstruindoaCulturaqueQueremos/wish/3995892994</link>
         <description><![CDATA[<p>No ano que foi aprovada a lei da cidadania  e a câmara completa 200 anos, apliquei o projeto câmara mirim para alunos do 7 e 8 ano para incentivar o debate respeitoso sobre os direitos de cada um.</p>]]></description>
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         <pubDate>2026-07-31 22:14:45 UTC</pubDate>
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         <title>Racismo ambiental</title>
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         <description><![CDATA[<p>A atividade foi desenvolvida nos espaços abertos da escola, onde os estudantes descreveram as condições de saneamento básico, moradia e qualidade de vida presentes em seus locais de residência. Em seguida, essas observações foram comparadas às características do bairro e do entorno da escola, possibilitando a identificação de vulnerabilidades socioambientais e das condições às quais estão inseridos.</p><p>A partir dessa análise, os estudantes refletiram sobre como fatores sociais, econômicos e territoriais influenciam suas experiências cotidianas, compreendendo que determinadas populações são expostas de forma desproporcional à precariedade ambiental. Essa discussão permitiu abordar o conceito de <strong>racismo ambiental</strong>, evidenciando que grupos historicamente marginalizados, especialmente populações negras, indígenas e periféricas, são frequentemente submetidos a piores condições de saneamento, infraestrutura e qualidade ambiental em decorrência de processos históricos e estruturais de desigualdade, e não por escolhas individuais.</p>]]></description>
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         <pubDate>2026-08-07 12:29:57 UTC</pubDate>
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         <title>Relações ecológicas</title>
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         <description><![CDATA[<p>A atividade foi desenvolvida em dois momentos, articulando teoria e prática. Inicialmente, em sala de aula, foram discutidos os conceitos de relações ecológicas, cadeias e teias alimentares, permitindo que os estudantes compreendessem as diferentes interações entre os seres vivos e sua importância para o equilíbrio dos ecossistemas.</p><p>Em seguida, a turma realizou uma aula de campo na área externa da escola, com o objetivo de investigar essas relações no ambiente natural. Munidos de uma ficha de observação, os estudantes registraram as interações identificadas entre os organismos, descreveram suas características e classificaram cada relação ecológica observada, como competição, mutualismo, comensalismo, predatismo, herbivoria, entre outras.</p><p>A proposta adotou uma abordagem investigativa, incentivando os alunos a observar, levantar hipóteses, registrar evidências e relacionar os conceitos estudados em sala de aula com situações reais. Dessa forma, o conhecimento foi construído de maneira ativa e contextualizada, favorecendo o desenvolvimento do pensamento científico, da capacidade de observação e da compreensão das relações ecológicas presentes no cotidiano.</p>]]></description>
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         <pubDate>2026-08-07 12:43:27 UTC</pubDate>
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         <title>Peso ou massa: Atividade para aprender as medidas.</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/Ensina_Brasil/ConstruindoaCulturaqueQueremos/wish/4001351260</link>
         <description><![CDATA[<p>A atividade teve como objetivo possibilitar que os estudantes compreendessem, na prática, a diferença entre massa e peso, conceitos frequentemente confundidos no ensino de Ciências. Inicialmente, foi realizada uma discussão em sala de aula sobre as definições de massa, entendida como a quantidade de matéria de um corpo, e peso, definido como a força gravitacional exercida sobre essa massa.</p><p>Na etapa prática, os alunos utilizaram uma balança para medir sua própria massa corporal, registrando os valores obtidos. Em seguida, utilizando a aceleração da gravidade de diferentes corpos celestes do Sistema Solar, calcularam quanto pesariam em planetas como Mercúrio, Marte, Júpiter e na Lua. Essa atividade permitiu perceber que, embora a massa permaneça constante em qualquer lugar do Universo, o peso varia de acordo com a intensidade da gravidade de cada astro.</p><p><br/></p><p><br/></p><p>Durante a realização dos cálculos e a comparação dos resultados, os estudantes formularam hipóteses, interpretaram dados e discutiram por que uma mesma pessoa pode apresentar pesos diferentes em cada planeta, sem que sua massa seja alterada. A proposta favoreceu a aprendizagem significativa ao relacionar conceitos físicos com situações concretas e despertou a curiosidade sobre as características dos planetas do Sistema Solar.</p><p>A metodologia adotada promoveu o protagonismo dos estudantes, integrando experimentação, resolução de problemas e raciocínio científico, tornando a aprendizagem mais dinâmica e contextualizada.</p>]]></description>
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         <pubDate>2026-08-07 12:53:23 UTC</pubDate>
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         <title>Os planetas e eu</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/Ensina_Brasil/ConstruindoaCulturaqueQueremos/wish/4001389814</link>
         <description><![CDATA[<p>A utilização de maquetes como estratégia didática para o estudo do Sistema Solar mostrou-se uma metodologia eficaz para o reconhecimento dos planetas, suas características, posicionamentos e movimentos. Além de favorecer a aprendizagem dos conteúdos científicos, a atividade estimulou a criatividade, o trabalho colaborativo e a construção do conhecimento de forma concreta e significativa.</p><p>A confecção das maquetes proporcionou momentos de integração entre os estudantes, promovendo o desenvolvimento de habilidades sociais, da coordenação motora, da comunicação e da cooperação. Destaca-se, ainda, o potencial inclusivo da atividade, que favoreceu a participação ativa dos estudantes neurodivergentes  d aeducação especial (PAED), possibilitando diferentes formas de expressão e aprendizagem, respeitando suas singularidades e garantindo o protagonismo de todos os participantes.</p><p>Durante a socialização das produções, cada grupo apresentou sua maquete, explicando as características dos planetas, sua posição no Sistema Solar e respondendo a questionamentos relacionados aos movimentos da Terra, aos solstícios e equinócios, à duração dos dias e das noites e às consequências desses fenômenos para a vida no planeta. Essa etapa permitiu que os estudantes atuassem como protagonistas do processo de ensino e aprendizagem, desenvolvendo autonomia, argumentação científica e segurança para comunicar os conhecimentos construídos.</p><p>A atividade destacou-se por promover uma aprendizagem ativa, colaborativa e inclusiva, demonstrando que recursos concretos e metodologias participativas tornam os conteúdos de Astronomia mais acessíveis, despertam o interesse dos estudantes e fortalecem a relação entre os conceitos científicos e as situações vivenciadas no cotidiano.</p>]]></description>
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         <pubDate>2026-08-07 13:07:21 UTC</pubDate>
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         <title>Gramática Visual | Prof. Ermeson Nathan</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<p><strong>Objetivo</strong><br>Desenvolver uma gramática visual básica, com recursos gráficos que ampliem e fixem o conteúdo de Língua Portuguesa, especialmente para os alunos da inclusão.</p><p><strong>Justificativa</strong><br>A demanda surgiu dos próprios alunos, que já vinham solicitando apostilas de apoio nos períodos antes das férias.</p><p><strong>Proposta</strong><br>Sistematizar esse material de forma contínua, transformando-o em um projeto anual: iniciado em 2025, desenvolvido em 2025 em parceria com o Revisa e, na edição atual, reformulado como produção inteiramente autoral.</p><p><strong>Impacto</strong><br>Ampliar o acesso dos alunos da inclusão ao conteúdo gramatical por meio de uma linguagem visual mais acessível, reforçando a aprendizagem fora do período letivo e consolidando um material de referência contínuo, atualizado a cada ano.</p>]]></description>
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         <pubDate>2026-08-11 17:13:03 UTC</pubDate>
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         <title>AC Aprova: Aproximando Estudantes do IFMT</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/Ensina_Brasil/ConstruindoaCulturaqueQueremos/wish/4009440001</link>
         <description><![CDATA[<p>1. Contexto e Personagens</p><p>Como parte das ações desenvolvidas pela <strong>Escola Estadual Alcebíades Calhão</strong> para ampliar as perspectivas dos estudantes do 9º ano sobre a continuidade dos estudos, foi realizada uma visita ao <strong>Instituto Federal de Mato Grosso (IFMT) – Campus Cuiabá – Cel. Octayde Jorge da Silva</strong>, localizado na região central de Cuiabá.</p><p>Participaram da visita estudantes que integram o <strong>cursinho AC Aprova</strong>, iniciativa de preparação para o processo seletivo do IFMT, com aulas ministradas pelos professores <strong>Marcos Alex e Antônio Fernandes</strong>, além de estudantes de outras duas turmas selecionadas pela escola.</p><p>A proposta surgiu da necessidade de aproximar os alunos das possibilidades existentes após a conclusão do Ensino Fundamental, especialmente dos cursos técnicos integrados ao Ensino Médio oferecidos pelo IFMT. Mais do que apresentar informações sobre a instituição, buscou-se permitir que os estudantes conhecessem esse espaço e conseguissem se imaginar como futuros alunos.</p><p>2. Desafio</p><p>O principal desafio foi despertar nos estudantes o interesse em participar do processo seletivo do IFMT e mostrar que ingressar em uma instituição federal de ensino é uma possibilidade concreta.</p><p>Muitos estudantes ainda possuem pouco contato com instituições de Educação Profissional e desconhecem sua estrutura, os cursos oferecidos e as oportunidades acadêmicas e profissionais proporcionadas pela formação técnica integrada ao Ensino Médio.</p><p>Nesse sentido, era necessário ir além das orientações realizadas em sala de aula e proporcionar uma experiência capaz de aproximar os estudantes dessa realidade, fortalecendo suas expectativas em relação ao futuro e incentivando-os a participar do processo seletivo.</p><p>3. Solução</p><p>A estratégia adotada foi proporcionar aos estudantes uma experiência de imersão no IFMT. Durante a visita, os alunos participaram de um <strong>tour guiado pelo professor Pedro, do curso técnico de Agrimensura</strong>, conhecendo diferentes espaços da instituição e compreendendo melhor sua estrutura e funcionamento.</p><p>O professor também realizou uma palestra para os estudantes, apresentando o curso de Agrimensura, suas possibilidades de atuação e algumas das experiências proporcionadas pela formação técnica.</p><p>Além do momento de apresentação e diálogo, os estudantes participaram de atividades práticas que despertaram grande interesse. Entre elas, tiveram a oportunidade de <strong>conhecer e pilotar drones</strong>, compreendendo algumas de suas aplicações tecnológicas, especialmente na área de Agrimensura.</p><p>Outro momento de destaque foi o <strong>lançamento de um foguete caseiro</strong>, que aproximou os estudantes de conhecimentos científicos de maneira prática, dinâmica e divertida.</p><p>Dessa forma, a visita articulou informação, experimentação e contato direto com o ambiente do Instituto Federal, tornando a experiência mais significativa e aproximando os estudantes das possibilidades que poderão encontrar no Ensino Médio.</p><p>4. Impacto</p><p>A visita contribuiu para que os estudantes ampliassem sua percepção sobre o IFMT e sobre as possibilidades de continuidade de seus estudos.</p><p>Ao conhecerem os espaços da instituição, conversarem com um professor e participarem de experiências práticas, os alunos puderam perceber que estudar em uma instituição federal é uma possibilidade que pode fazer parte de seus projetos de futuro.</p><p>As atividades com drones e o lançamento do foguete despertaram curiosidade, participação e entusiasmo, aproximando os estudantes das áreas científicas e tecnológicas.</p><p>Além disso, a iniciativa fortaleceu o trabalho desenvolvido pelo <strong>AC Aprova</strong>, dando ainda mais sentido à preparação realizada durante as aulas e funcionando como incentivo para que os estudantes se inscrevam, realizem a prova e busquem uma vaga nos cursos técnicos integrados ao Ensino Médio do IFMT.</p><p>5. Futuro</p><p>A experiência demonstrou a importância de aproximar os estudantes das oportunidades educacionais disponíveis em Cuiabá. Como continuidade da iniciativa, a Escola Estadual Alcebíades Calhão pretende fortalecer a preparação para o processo seletivo do IFMT por meio das aulas do <strong>AC Aprova</strong>, de orientações sobre os cursos e do acompanhamento dos estudantes durante o processo de ingresso.</p><p>A visita também poderá ser realizada novamente com futuras turmas do 9º ano, permitindo que mais estudantes conheçam o Instituto Federal antes de concluírem o Ensino Fundamental.</p><p>Mais do que uma visita, a iniciativa buscou <strong>ampliar horizontes e fortalecer perspectivas de futuro</strong>, permitindo que os estudantes conhecessem novas possibilidades de formação e, principalmente, se reconhecessem como capazes de ocupar esses espaços.</p>]]></description>
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         <pubDate>2026-08-17 17:44:23 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Luz em Ação: Explorando a Física na Prática (9° ano - Ciências)</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/Ensina_Brasil/ConstruindoaCulturaqueQueremos/wish/4009530401</link>
         <description><![CDATA[<p>A prática pedagógica foi desenvolvida na ETI Prof. Rafael Rueda, com estudantes do 9º ano, na disciplina de Ciências, tendo como objetivo tornar o ensino de Física mais significativo e acessível por meio de atividades práticas e experimentais. A proposta buscou aproximar os conceitos científicos da realidade dos estudantes, favorecendo a participação, a curiosidade e a aprendizagem por meio da experimentação.</p><p><br/></p><p>Durante as aulas de <strong>Introdução à Física</strong>, foram trabalhados conceitos relacionados à <strong>luz e às lentes</strong>, abordando fenômenos como <strong>refração e reflexão</strong>, além da identificação de diferentes meios de propagação da luz: <strong>opacos, transparentes e translúcidos</strong>. Para facilitar a compreensão dos conteúdos, foi realizada uma atividade <strong>“mão na massa”</strong>, na qual os estudantes puderam observar e experimentar diretamente os fenômenos estudados.</p><p><br/></p><p>A utilização de materiais concretos possibilitou que os estudantes relacionassem a teoria à prática, observando como a luz se comporta ao passar por diferentes meios e ao interagir com as lentes. A atividade promoveu maior envolvimento da turma, estimulando a investigação, a formulação de hipóteses, a observação e a discussão dos resultados.</p><p><br/></p><p>A prática demonstrou que o uso de experimentos simples e acessíveis pode contribuir significativamente para o ensino de Ciências, tornando conceitos abstratos mais compreensíveis e proporcionando aos estudantes uma aprendizagem mais ativa, participativa e significativa.</p><p><br/></p><p><strong>Escola: ETI Prof. Rafael Rueda – Pedra 90, Cuiabá/MT - 2026</strong></p>]]></description>
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         <pubDate>2026-08-17 19:54:55 UTC</pubDate>
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         <title>Projeto Caixa Pedagógica: Ditadura Civil-Militar e Redemocratização</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/Ensina_Brasil/ConstruindoaCulturaqueQueremos/wish/4009683104</link>
         <description><![CDATA[<p>O <strong>Projeto Caixa Pedagógica</strong> nasceu de uma inquietação minha, enquanto professora de História: como fazer com que meus alunos compreendam, de verdade, um período tão marcante e ainda tão presente na nossa realidade, a Ditadura Civil-Militar e a luta pela Redemocratização do Brasil? Diante do desafio de aproximá-los de uma história marcada por censura, perseguição e resistência, sem que ela se tornasse distante ou abstrata, propus uma resposta ousada: <strong>transformar pesquisa histórica em pequenos museus dentro de caixas de papelão.</strong></p><p>Nas turmas dos 9º anos da E.E. Souza Bandeira, em Cuiabá-MT, dividi os estudantes em trios e propus a pesquisa de 10 temas que marcaram esse período: música, cinema, movimento estudantil, futebol, povos indígenas, mulheres, educação, literatura, censura e perseguição política. Cada trio transformou seu tema em uma caixa-acervo, com objetos, réplicas e fichas catalográficas construídas com as próprias mãos.</p><p>O ápice do projeto veio na troca: cada grupo recebeu o acervo de outro trio, investigou seu conteúdo como verdadeiros historiadores e, no fim, ensinou os colegas sobre o que descobriu.</p><p>O projeto ganhou ainda mais força com uma <strong>parceria</strong> <strong>interdisciplinar</strong> que construí junto à professora Ana Sheila, de Português, que trabalhava a construção de verbetes em sala. Juntas, levamos os estudantes a criar um mural de verbetes sobre personagens da Ditadura, que somei às caixas temáticas, dando origem a um grande painel expositivo, unindo História e Língua Portuguesa em um só espaço de aprendizagem.</p><p>O resultado foi ver minha sala de aula se transformar em um museu vivo, onde a história deixou de ser texto no livro para virar descoberta, troca e protagonismo, formando estudantes mais críticos e conscientes do valor da democracia.</p><p><br/></p><p>Docentes: Katiane Cezimbra e Ana Sheila Dacol</p><p>E.E Souza Bandeira / Cuiabá-MT </p><p><br/></p><p>#CaixaPedagógica #MuseuVivo #DitaduraCivilMilitar #ProtagonismoEstudantil #InterdisciplinaridadeNaPrática</p>]]></description>
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         <pubDate>2026-08-17 22:26:19 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Puberdade e Autoconhecimento - Projeto VIVER</title>
         <author>alexsrodrgs</author>
         <link>https://padlet.com/Ensina_Brasil/ConstruindoaCulturaqueQueremos/wish/4009730554</link>
         <description><![CDATA[<p>Este relato de boas práticas descreve a atividade "Puberdade e Autoconhecimento", realizada com turmas do 8º ano, que integrou o <strong>Projeto VIVER da SEDUC-MT</strong> aos objetivos da <strong>BNCC da Computação</strong> e do desenvolvimento <strong>socioemocional</strong>. A ação teve como propósito central permitir que os estudantes identificassem as transformações do corpo e as mudanças comportamentais da adolescência, relacionando-as a desafios de vida, saúde, autocuidado e valores.</p><p>O processo iniciou-se com um letramento focado em questões norteadoras sensíveis, que instigaram os alunos a refletir sobre desconfortos na puberdade, aceitação corporal (partes que mais e menos gostam) e redes de apoio para diálogo sobre o tema. Para a execução prática, a turma foi organizada em grupos colaborativos com funções bem definidas: <strong>redator, orador, gestor de tempo, pesquisador e designer</strong>, o que fomentou o protagonismo e a divisão de responsabilidades.</p><p>A etapa de produção tecnológica envolveu o uso de <strong>contas institucionais para acessar o Canva e o Gemini</strong>, consolidando o letramento digital. Os estudantes utilizaram dispositivos móveis e notebooks para criar cards informativos no formato de "Stories do Instagram", selecionando elementos visuais representativos, como avatares de adolescentes, e organizando as informações de forma clara e atraente. Durante a criação, os grupos demonstraram alto engajamento na manipulação das ferramentas de design e na síntese das reflexões feitas inicialmente no quadro.</p><p>Como resultado (o slide apresentado na foto é a produção de uma das equipes), a prática não apenas cumpriu o currículo previsto, mas transformou um tema complexo em uma produção criativa e tecnológica. Os alunos deixaram de ser apenas receptores de informação para se tornarem criadores de conteúdo consciente, utilizando a tecnologia como meio para expressar suas vivências e aprendizados sobre a puberdade.</p>]]></description>
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         <pubDate>2026-08-17 23:24:13 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Tereza de Benguela e as Mulheres que a História Insiste em Apagar</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/Ensina_Brasil/ConstruindoaCulturaqueQueremos/wish/4009957786</link>
         <description><![CDATA[<p>Depois de  alguns anos lecionando História, uma coisa eu já sei de cor: o livro didático não traz mulheres. Ao trabalhar os processos de independência do Brasil e do continente com minhas turmas de 8º ano, decidi que dessa vez não deixaria essa ausência passar. Escolhi como fio condutor o 25 de julho, data instituída em 1992 como <strong>Dia Internacional da Mulher Negra Latino-Americana e Caribenha</strong> e, no Brasil desde 2014, também <strong>Dia Nacional de Tereza de Benguela</strong>, líder quilombola cujo quilombo ficava em Mato Grosso e que os estudantes sequer conheciam.</p><p>Uma estudante do 8ºF, Emilli, resumiu o que a turma inteira sentiu ao pesquisar: comparou Maria Quitéria, a baiana que se disfarçou de homem para lutar pela Independência do Brasil, à Mulan. A analogia fazia todo sentido: assim como a personagem do filme, Maria Quitéria foi uma guerreira real, corajosa, que os livros insistem em não contar.</p><p>Organizei os estudantes em trios para pesquisar mulheres que marcaram a história em diferentes contextos: <strong>Tereza de Benguela, Dandara dos Palmares, Carolina Maria de Jesus, Antonieta de Barros, Enedina Alves Marques, Elza Soares, Marielle Franco, Rebeca Andrade, Conceição Evaristo e Maria Filipa de Oliveira. </strong>Cada grupo assumiu três desafios: pesquisar em fontes confiáveis e reescrever com as próprias palavras, criar um desenho representativo da personagem e sintetizar tudo em uma frase autoral, respondendo: por que ela é lembrada até hoje?</p><p>O trabalho resultou em um mural com os desenhos e as sínteses de cada grupo, exposto na escola, <strong>devolvendo nome e rosto a mulheres que a história insistiu em apagar.</strong></p><p><br></p><p>Docente: Katiane Cezimbra </p><p>E.E. Souza Bandeira / Cuiabá-MT (2026)</p><p><br></p><p>#25DeJulho #EducaçãoParaAEquidade #EnsinoDeHistória #TerezaDeBenguela #ProtagonismoEstudantil</p>]]></description>
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         <pubDate>2026-08-18 02:29:52 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Dossiê da Expansão: Investigando a Invasão do Continente Americano</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/Ensina_Brasil/ConstruindoaCulturaqueQueremos/wish/4009993860</link>
         <description><![CDATA[<p>Trabalhar navegações e colonização com o 7º anos sempre esbarra na mesma armadilha: o livro trata o processo como "conquista", como se a chegada europeia fosse naturalmente um avanço. Decidi propor aos estudantes outra pergunta: e se, em vez de "como aconteceu a conquista?", investigássemos <strong>como foi essa invasão de território para quem já vivia aqui? </strong>Antes dos europeus chegarem, as populações originárias já tinham organização social, conhecimento e riquezas próprias, desenvolvidos ao longo de milênios. Foi o encontro forçado com a expansão marítima europeia que desencadeou um processo violento, de quase dizimação desses povos e, depois, da escravização de populações africanas.</p><p>Para investigar essa história a partir de quem a viveu, dividi os estudantes em oito grupos, cada um com uma temática: expansão portuguesa, expansão espanhola, chegada à América, colonização portuguesa, colonização espanhola, escambo, escravidão, e diferenças culturais e resistências. A pesquisa no livro didático seguiu o mesmo roteiro para todos os grupos: o que aconteceu, quem participou, quem ganhou, quem perdeu, e quais as consequências até hoje. Com base no que levantaram, <strong>cada grupo construiu seu próprio mapa mental em cartolina e apresentou oralmente para a turma.</strong></p><p>Encerramos fixando os mapas na parede, <strong>formando um painel coletivo, não uma versão minha da história, mas o resultado do que os próprios estudantes pesquisaram</strong>, interpretaram e escolheram destacar sobre a invasão e colonização da América.</p><p><br></p><p>Docente: Katiane Cezimbra </p><p>E.E. Souza Bandeira / Cuiabá-MT (2026)</p><p><br></p><p>#InvasãoEColonização #ProtagonismoEstudantil #EnsinaBrasil #EnsinoDeHistória #EducaçãoCrítica #AméricaOriginária</p><p><br></p>]]></description>
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         <pubDate>2026-08-18 02:58:49 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Meu 7º I, nossa escolha.  ♡</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/Ensina_Brasil/ConstruindoaCulturaqueQueremos/wish/4010071077</link>
         <description><![CDATA[<p>Na Souza Bandeira há uma cultura de início de ano: ou a turma escolhe o professor conselheiro, ou o professor escolhe a turma. Eu fui escolhida pelo 7º I, ainda no primeiro bimestre. E até hoje carrego esse gesto comigo como algo que pesa, no bom sentido. <strong>Não é formalidade de calendário escolar. É a turma dizendo, sem precisar dizer com todas as letras, que sou eu quem eles querem por perto quando as coisas apertam.</strong></p><p>E com essa turma, as coisas apertam. É um grupo desafiador desde o 6º ano, defasagem de aprendizagem e histórias familiares complexas que chegam na sala sem pedir licença. Ouço colegas relatando desgaste, conflito, cansaço com essa turma. Eu entendo, não é fácil. Mas com eles a relação que construí é outra, feita de tempo, de escuta, de estar por perto mesmo nos dias mais difíceis.</p><p>Foi esse vínculo que me fez propor uma intervenção, agora no terceiro bimestre, quando o comportamento da turma ficou ainda mais desafiador. Eu quis escutar antes de qualquer coisa, abrir espaço pra que eles se olhassem, percebessem que suas atitudes têm consequência, na aula, na aprendizagem, entre eles. Propus como professora de História e conselheira, com o acompanhamento do psicossocial da escola.</p><p><strong>Foi simples: uma roda de conversa sem julgamento, um termômetro no chão pra cada um se posicionar sobre a convivência da turma</strong>, e um cartaz de post-its, coisas boas, coisas ruins, sobre ações, nunca sobre pessoas. Ver os estudantes decidindo juntos, sentados no chão, onde colar cada papelzinho, foi um dos retratos mais verdadeiros que já tive daquela turma, sem eu precisar dizer o que estava errado.</p><p>Ser conselheira não é ter a turma fácil. É continuar escolhendo ficar. É <strong>aceitar que esse laço, sozinho, não resolve toda a complexidade que a turma carrega, mas é a partir dele que qualquer mudança começa a ser possível</strong>. Talvez ser conselheira seja exatamente isso: sustentar presença onde é mais difícil sustentar, e confiar que essa presença, por si só, já é cuidado.</p><p><br/></p><p>Docente: Katiane Cezimbra </p><p>E.E. Souza Bandeira / Cuiabá-MT (2026)</p><p><br/></p><p>#ProfessoraConselheira #SouzaBandeira #7ºI♡ #BoasPráticas #EducaçãoSocioemocional</p>]]></description>
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         <pubDate>2026-08-18 04:05:45 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Matematicando: Recomposição de Aprendizagens em Matemática por meio de Apoio Escolar Estruturado </title>
         <author>caamposmiranda</author>
         <link>https://padlet.com/Ensina_Brasil/ConstruindoaCulturaqueQueremos/wish/4018882206</link>
         <description><![CDATA[<p>O Matematicando nasceu de uma inquietação: perceber que muitos estudantes acreditavam não ser capazes de aprender Matemática. Diante das defasagens identificadas, o projeto transformou o diagnóstico em ação, criando um espaço de aprendizagem mais acolhedor, dinâmico e direcionado às necessidades de cada estudante. Por meio de atividades práticas, resolução de problemas, desafios e metodologias ativas, os estudantes passaram a ser protagonistas da própria aprendizagem. A cada avanço, uma nova conquista: conteúdos antes vistos como impossíveis começaram a fazer sentido, fortalecendo não apenas o conhecimento matemático, mas também a confiança, o raciocínio lógico e a autonomia. O projeto cresceu, alcançou novos estudantes e despertou o interesse pela Matemática para além da sala de aula. Mais do que recompor aprendizagens, o Matematicando tem mostrado que, quando acreditamos no potencial de cada estudante e criamos as condições certas para que ele aprenda, <strong>a Matemática deixa de ser um obstáculo e passa a ser uma possibilidade.</strong></p>]]></description>
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         <pubDate>2026-08-25 21:38:11 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Tranças Africanas como Instrumento de Resistência e Educação Antirracista</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/Ensina_Brasil/ConstruindoaCulturaqueQueremos/wish/4020027215</link>
         <description><![CDATA[<p>  Durante as aulas foi identificada a ocorrência de preconceito, racismo e práticas de bullying relacionadas ao cabelo crespo, às tranças e a outros elementos da identidade negra, evidenciando a necessidade de promover o letramento racial, valorizar a cultura afro-brasileira e fortalecer o respeito à diversidade no ambiente escolar. A ação consistiu em uma aula de História desenvolvida com duas turmas dos 6º anos, fundamentada na Lei nº 10.639/2003, abordando as tranças africanas como patrimônio histórico e cultural. Foram apresentados estudos que tratam das tranças como possíveis formas de comunicação entre grupos escravizados, indicando rotas de fuga, além de narrativas sobre o transporte de sementes escondidas nos cabelos para possibilitar o cultivo de alimentos em quilombos e outras comunidades de resistência à escravidão. A atividade despertou grande interesse dos estudantes, mobilizando turmas de diferentes anos da escola para acompanhar a ação, sendo que muitos demonstraram o desejo de também usar tranças como forma de valorização da cultura afro-brasileira.</p><p>Enquanto a aula acontecia, uma profissional da equipe escolar desenvolveu, de forma articulada, uma intervenção voltada ao combate ao bullying e à promoção do respeito às diferenças, dialogando com os estudantes sobre preconceito racial, racismo recreativo, discriminação estética relacionada ao cabelo crespo e às tranças, e a importância da valorização da identidade negra e da diversidade cultural. Essa atuação integrada fortaleceu as reflexões propostas na aula e estimulou atitudes de respeito, empatia e convivência democrática.</p><p>Como resultados, observou-se maior participação dos estudantes nas discussões, ampliação da compreensão sobre a história e a resistência dos povos africanos e afro-brasileiros, desconstrução de concepções preconceituosas relacionadas às características étnico-raciais, especialmente em relação ao cabelo crespo e às tranças, fortalecimento da autoestima dos estudantes negros e maior conscientização sobre a necessidade de combater o racismo e o bullying no ambiente escolar.</p><p><br></p>]]></description>
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         <pubDate>2026-08-26 13:08:49 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Memória, Experiência e Futuro: Aprendendo com as Vivências da Escola de Tempo Integral
</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/Ensina_Brasil/ConstruindoaCulturaqueQueremos/wish/4020047490</link>
         <description><![CDATA[<p>Identificada a necessidade de fortalecer o engajamento dos estudantes com a escola de tempo integral, ampliando sua compreensão sobre as oportunidades de aprendizagem, convivência e desenvolvimento oferecidas nesse modelo. Muitos estudantes ainda apresentam dificuldades em perceber o tempo ampliado como uma oportunidade para construir novos conhecimentos, desenvolver habilidades e planejar seus projetos de vida.</p><p>A ação consistiu na realização de uma roda de conversa com uma pessoa experiente que vivenciou a educação em período integral em sua época escolar. O convidado compartilhou suas memórias, experiências, desafios e oportunidades vivenciadas na escola, permitindo aos estudantes estabelecerem relações entre a educação do passado e a escola de tempo integral atual. O encontro promoveu um diálogo intergeracional, aproximando os estudantes de uma experiência concreta e valorizando a memória e os conhecimentos construídos ao longo da vida.</p><p>Durante a conversa, os estudantes foram incentivados a refletir sobre como podem aproveitar melhor o tempo na escola, participar das atividades, desenvolver novas habilidades, fortalecer relações e construir oportunidades para o próprio futuro. A experiência também possibilitou que os alunos percebessem que a escola pode ser um espaço de transformação, desenvolvimento pessoal e preparação para diferentes caminhos profissionais e sociais.</p><p>Como resultados, observou-se maior interesse e participação dos estudantes, especialmente durante o compartilhamento das experiências do convidado. A ação contribuiu para ressignificar a percepção sobre a escola de tempo integral, fortalecer o</p><p><br></p>]]></description>
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         <pubDate>2026-08-26 13:28:20 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>
Acolhimento, Conexão e Potencialidades: Reconhecendo o Outro 

</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/Ensina_Brasil/ConstruindoaCulturaqueQueremos/wish/4020067575</link>
         <description><![CDATA[<p>Existe no ambiente escolar a necessidade de fortalecer os vínculos entre os estudantes, promover um ambiente de maior acolhimento e estimular relações baseadas no respeito, na empatia e na valorização das potencialidades individuais. A dinâmica buscou contribuir para a prevenção de conflitos, isolamento e práticas de bullying, criando oportunidades para que os estudantes reconheçam qualidades e sentimentos positivos em seus colegas.</p><p>A ação foi conduzida por meio de uma dinâmica de acolhimento em sala de aula. Cada estudante foi convidado a escrever, de forma respeitosa e positiva, o que percebe e sente em relação a outro colega, destacando qualidades, características, habilidades ou potencialidades que reconhece nessa pessoa. A atividade possibilitou que os estudantes olhassem para os colegas para além das aparências e das relações cotidianas, exercitando a escuta, a empatia e o reconhecimento do outro.</p><p>Ao longo da dinâmica, foram compartilhadas percepções positivas, criando um espaço de diálogo e valorização. A proposta também permitiu que estudantes percebessem potencialidades que muitas vezes não são reconhecidas no cotidiano escolar, fortalecendo a autoestima e o sentimento de pertencimento.</p><p>Como resultados, a ação favoreceu a aproximação entre os estudantes, fortaleceu vínculos e promoveu um clima de maior respeito e acolhimento em sala de aula. A dinâmica contribuiu para desenvolver a empatia, reconhecer as potencialidades individuais e coletivas e estimular uma convivência mais saudável, colaborativa e respeitosa, fortalecendo ações de prevenção ao bullying e de promoção do bem-estar no ambiente escolar.</p><p><br></p>]]></description>
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         <pubDate>2026-08-26 13:46:48 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>OLIMPÍADA</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/Ensina_Brasil/ConstruindoaCulturaqueQueremos/wish/4020546714</link>
         <description><![CDATA[<p>A OHCA — Olimpíada de História, Cidadania e Antirracismo — nasceu idealizada por mim, dentro da Escola Estadual Padre Firmo Pinto Duarte Filho a partir de uma inquietação: como transformar o estudo da História em uma experiência capaz de mobilizar os estudantes, despertar a curiosidade e valorizar diferentes conhecimentos e trajetórias?</p><p><br/></p><p>Mais do que revisar conteúdos, a proposta era criar uma experiência na qual os estudantes pudessem pensar historicamente, trabalhar em equipe, tomar decisões e reconhecer que cidadania e educação antirracista também fazem parte da compreensão do passado e da transformação do presente.</p><p><br/></p><p>Construída de forma autoral, a OHCA reuniu estudantes do Ensino Médio em trios e apresentou desafios que foram além de uma prova tradicional. Ao longo de uma manhã inteira, os participantes interpretaram fontes históricas, organizaram acontecimentos, analisaram mapas, produziram ideias e mobilizaram seus conhecimentos em diferentes fases. A sala foi transformada em um ambiente interativo de aprendizagem, investigação e competição saudável.</p><p><br/></p><p>Realizada em 26 de agosto de 2026, a primeira edição mostrou a potência de uma iniciativa criada dentro da própria escola e pensada a partir de sua realidade. Das 8h às 11h30, os estudantes permaneceram envolvidos, concentrados e dispostos a se desafiar. Houve diálogo entre as equipes, elaboração de estratégias, expectativa diante dos resultados e, principalmente, vontade de avançar em cada etapa.</p><p><br/></p><p>O impacto da OHCA não esteve apenas na pontuação ou na classificação final. Ele apareceu no envolvimento dos estudantes, na colaboração entre os integrantes dos trios, na confiança para enfrentar questões complexas e na percepção de que aprender História também pode ser dinâmico, coletivo e significativo.</p><p><br/></p><p>Realizar uma olimpíada autoral dentro de uma escola pública é reconhecer que esse espaço não precisa apenas receber projetos prontos: ele também pode criar metodologias, produzir conhecimento e desenvolver experiências que dialoguem diretamente com seus estudantes. A OHCA demonstrou que, quando o conteúdo se transforma em desafio, investigação e participação, o estudante deixa de ocupar somente o lugar de quem responde e passa a assumir o papel de protagonista.</p><p><br/></p><p>O sucesso desta edição abre caminhos para que a OHCA continue crescendo, alcance novas turmas e, futuramente, possa ser compartilhada com outras escolas. Mais do que um evento realizado em uma manhã, ela representa uma possibilidade concreta de fortalecer o ensino de História, a consciência cidadã e a educação antirracista por meio de uma aprendizagem viva e participativa.</p><p><br/></p><p>A OHCA surgiu dentro da escola, foi construída para os estudantes e ganhou sentido por meio deles.</p><p><strong>Conhecer para não repetir. Pensar para transformar.</strong></p>]]></description>
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         <pubDate>2026-08-26 22:36:12 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Mundo math: missão Roblox</title>
         <author>jacquelinecosta8</author>
         <link>https://padlet.com/Ensina_Brasil/ConstruindoaCulturaqueQueremos/wish/4021900844</link>
         <description><![CDATA[<p>A <strong>Eletiva Mundo Math – Missão Roblox</strong> une Matemática, tecnologia e criatividade em uma experiência de aprendizagem prática e divertida. Por meio do Roblox Studio, os estudantes exploram conceitos matemáticos, desenvolvem o raciocínio lógico e resolvem desafios enquanto criam seus próprios mundos e experiências. A proposta busca mostrar que a Matemática pode estar presente em diferentes contextos, de forma interativa, colaborativa e significativa.</p>]]></description>
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         <pubDate>2026-08-27 15:47:57 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Mulheres que inspiram: suas histórias merecem o Oscar</title>
         <author>jacquelinecosta8</author>
         <link>https://padlet.com/Ensina_Brasil/ConstruindoaCulturaqueQueremos/wish/4021907416</link>
         <description><![CDATA[<p>O projeto “Mulheres que Inspiram: suas histórias merecem o Oscar” propõe a produção de vídeos pelos estudantes, com foco na valorização de trajetórias femininas e no desenvolvimento de competências da cultura digital. A proposta une tecnologia, pesquisa, comunicação e criatividade, promovendo o protagonismo dos alunos.</p>]]></description>
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         <pubDate>2026-08-27 15:53:34 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Kahoot Matemático</title>
         <author>jacquelinecosta8</author>
         <link>https://padlet.com/Ensina_Brasil/ConstruindoaCulturaqueQueremos/wish/4021915081</link>
         <description><![CDATA[<p>O Kahoot foi utilizado como uma atividade gamificada para o aprendizado de Matemática. A proposta foi realizada em grupos, proporcionando aos alunos uma experiência mais dinâmica, interativa e colaborativa. Por meio dos desafios e perguntas, os estudantes puderam aprender e revisar os conteúdos de forma divertida, estimulando a participação, o trabalho em equipe e o interesse pela Matemática.</p>]]></description>
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         <pubDate>2026-08-27 16:02:01 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Bate bola financeiro </title>
         <author>jacquelinecosta8</author>
         <link>https://padlet.com/Ensina_Brasil/ConstruindoaCulturaqueQueremos/wish/4021923748</link>
         <description><![CDATA[<p>O Bate Bola Financeiro foi uma proposta de aula completa, realizada no formato de uma Copa do Mundo, na qual os alunos foram organizados em grupos para participar de partidas, perguntas e desafios relacionados à Educação Financeira. A dinâmica buscou tornar o aprendizado mais lúdico, interativo e divertido, estimulando a participação, o trabalho em equipe e o desenvolvimento de conhecimentos sobre planejamento, organização financeira, tomada de decisões e uso consciente do dinheiro.</p><p><br/></p><p><br/></p><p>Para quem quiser conhecer e acessar o jogo, ele está disponível no site oficial: <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://www.batebolafinanceiro.com.br/pt">https://www.batebolafinanceiro.com.br/pt</a></p>]]></description>
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         <pubDate>2026-08-27 16:11:27 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Aulão de matemática: preparando para o Aprova Brasil</title>
         <author>jacquelinecosta8</author>
         <link>https://padlet.com/Ensina_Brasil/ConstruindoaCulturaqueQueremos/wish/4021949064</link>
         <description><![CDATA[<p>O Aulão de Matemática foi desenvolvido como um projeto em parceria com a professora Ivanir Rocha, que também leciona Matemática para as demais turmas dos 8º anos. A iniciativa teve como objetivo intensificar a aprendizagem dos alunos e fortalecer sua preparação para o Aprova Brasil. Para isso, foi elaborado um material impresso, permitindo que os estudantes acompanhassem e respondessem às questões durante o aulão e, posteriormente, participassem da correção coletiva no quadro, tornando o momento mais dinâmico e participativo.</p>]]></description>
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         <pubDate>2026-08-27 16:41:32 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Bioplastico de batata 🥔</title>
         <author>aalvesbrendaa</author>
         <link>https://padlet.com/Ensina_Brasil/ConstruindoaCulturaqueQueremos/wish/4021974596</link>
         <description><![CDATA[<p>Como podemos pensar em produtos mais sustentáveis para o futuro? Unindo teoria e prática, realizei uma aula focada em sustentabilidade e ecodesign, provocando os alunos a pensarem no desenvolvimento de materiais de baixo impacto ambiental e nas alternativas biodegradáveis ao plástico convencional.</p><p>Decidimos sair da teoria e ir pra prática! Levei a turma ao laboratório para colocar a mão na massa: fabricamos bioplástico utilizando amido de batata. Além de entenderem o ciclo dos materiais e as alternativas biodegradáveis ao plástico derivado do petróleo, os estudantes puderam vivenciar de forma totalmente prática e transformadora.</p>]]></description>
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         <pubDate>2026-08-27 17:11:06 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Saneamento básico na prática. Vamos construir filtros de água com garrafa PET!</title>
         <author>aalvesbrendaa</author>
         <link>https://padlet.com/Ensina_Brasil/ConstruindoaCulturaqueQueremos/wish/4021984214</link>
         <description><![CDATA[<p>Para aprofundar os conceitos de saneamento básico, saúde pública e preservação dos recursos hídricos, realizamos uma atividade que uniu debate teórico e experimentação prática.</p><p>Os alunos foram desafiados a colocar a mão na massa no laboratório para construir filtros caseiros utilizando garrafas PET e materiais filtrantes (como areia, pedras e carvão). Além de compreenderem as etapas físicas de purificação e tratamento da água, os estudantes refletiram sobre o acesso à água potável e a importância do consumo consciente e do reaproveitamento de materiais.</p>]]></description>
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         <pubDate>2026-08-27 17:20:40 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Fatores Bióticos e Abióticos em Movimento: Aprendizagem Ativa através do lúdico!</title>
         <author>aalvesbrendaa</author>
         <link>https://padlet.com/Ensina_Brasil/ConstruindoaCulturaqueQueremos/wish/4022002427</link>
         <description><![CDATA[<p>Para ensinar os conceitos de fatores bióticos (seres vivos) e abióticos (elementos não vivos), apostamos na aprendizagem ativa e na expressão corporal!</p><p>Após explorar a teoria, transformamos a clássica brincadeira do "Morto ou Vivo" em uma dinâmica pedagógica: ao ouvir um fator biótico, os alunos executavam um movimento; ao ouvir um abiótico, a resposta corporal mudava. A atividade estimulou a atenção rápida, o raciocínio e a classificação dos elementos em tempo real. O resultado foi uma aula leve e divertida, que garantiu o engajamento da turma e permitiu a fixação profunda e o domínio pleno do conteúdo de forma prática e significativa.</p>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2026-08-27 17:37:59 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Entre Benjamim e Pangaré: identidade, personagem e inclusão</title>
         <author>joelrcorreia</author>
         <link>https://padlet.com/Ensina_Brasil/ConstruindoaCulturaqueQueremos/wish/4024023245</link>
         <description><![CDATA[<p>A partir do filme <em>O Palhaço</em>, os estudantes do 8º ano participaram de uma atividade de análise, debate e produção escrita sobre a construção da personagem. Em pequenos grupos, o primeiro desafio foi compreender a diferença entre <strong>Benjamim, o sujeito por trás do espetáculo, e Pangaré, a persona que ele assume no picadeiro</strong>, identificando sentimentos, conflitos, comportamentos e diferentes formas de se apresentar ao mundo.</p><p>Essa atividade faz parte de uma proposta pedagógica que venho construindo com a turma desde o ano anterior, baseada na <strong>cooperação, no pertencimento e na inclusão efetiva de todos os estudantes</strong>. A turma conta com seis estudantes da Educação Especial e, desde o início desse trabalho, tenho buscado evitar uma lógica em que esses alunos recebam atividades paralelas ou permaneçam separados do restante da sala. A intenção tem sido justamente o contrário: garantir que eles participem de toda a construção da atividade, dos grupos, das discussões e das produções, com os apoios e mediações necessários.</p><p>Ao longo desse processo, a própria turma também vem se transformando. Os estudantes têm demonstrado cada vez mais <strong>acolhimento, responsabilidade coletiva e disposição para cooperar com os colegas que precisam de maior atenção ou mediação</strong>. Essa postura não surgiu de forma espontânea: ela vem sendo construída a partir de propostas em que todos aprendem juntos e em que as diferenças não significam afastamento do grupo.</p><p>O ponto alto da atividade foi a produção de <strong>uma página do diário de Benjamim</strong>. Cada estudante precisou assumir a perspectiva da personagem e registrar, em primeira pessoa, aquilo que ela poderia estar pensando e sentindo. A proposta permitiu diferentes formas e níveis de elaboração, mas manteve para todos o mesmo objetivo central: interpretar a personagem, compreender seus conflitos e construir sentido a partir do filme.</p><p>Mais do que trabalhar cinema, teatro, oralidade e escrita, a experiência reforçou um princípio que tem orientado meu trabalho com essa turma: <strong>incluir não é criar uma atividade separada para quem apresenta necessidades específicas, mas construir uma experiência comum em que todos possam participar, contribuir e aprender juntos</strong>. O avanço mais significativo tem sido perceber que essa lógica já não aparece apenas na organização da aula, mas também na forma como os próprios estudantes passaram a se relacionar entre si.</p>]]></description>
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         <pubDate>2026-08-29 21:53:18 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Reciclando e resignificando </title>
         <author>aalvesbrendaa</author>
         <link>https://padlet.com/Ensina_Brasil/ConstruindoaCulturaqueQueremos/wish/4026213414</link>
         <description><![CDATA[<p>Dando continuidade às nossas vivências em sustentabilidade e ecodesign, iniciamos hoje uma jornada de transformação: olhar para aquilo que seria descartado e enxergar nele novas possibilidades. Decidimos ressignificar tampinhas de garrafa PET, transformando resíduos plásticos em acessórios cheios de sentido, como brincos e chaveiros.</p><p>O processo começou com o cuidado e a dedicação das próprias mãos dos alunos na triagem, lavagem e secagem de cada tampinha. Em seguida, preparamos o forno, forramos a superfície com papel manteiga e acomodamos as tampinhas para a fusão térmica. Acompanhar a matéria se moldando sob o calor foi mais do que uma aula prática sobre as propriedades termoplásticas dos polímeros e a ciência dos materiais; foi uma lição poética sobre o poder da ciência, do design e do afeto em dar uma nova vida ao que parecia não ter mais valor.</p><p>Mais do que reciclar plástico, cultivamos nos nossos estudantes a consciência de que a inovação e a sustentabilidade também nascem da sensibilidade e do olhar atento para o mundo ao nosso redor.</p>]]></description>
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         <pubDate>2026-08-31 20:26:50 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Quando os estudantes passam a conduzir a conversa</title>
         <author>joelrcorreia</author>
         <link>https://padlet.com/Ensina_Brasil/ConstruindoaCulturaqueQueremos/wish/4032818257</link>
         <description><![CDATA[<p>Ao longo deste ano, temos buscado construir uma educação antirracista que não se limite a datas comemorativas ou a atividades pontuais. Passamos por estudos sobre africanidades e povos originários, discussões sobre racismo, apagamento, desigualdade e representatividade, mobilizamos a comunidade escolar e encontramos na OBAPO mais uma possibilidade de transformar conhecimento, identidade e pertencimento em aprendizagem.</p><p>Cada uma dessas experiências foi abrindo espaço para algo que considero fundamental: fazer com que os estudantes deixem de ocupar apenas o lugar de quem recebe o conhecimento e passem também a produzi-lo, compartilhá-lo e mobilizar outras pessoas a partir dele.</p><p>Nesta semana, demos mais um passo nesse percurso. Os três bolsistas de Iniciação Científica Júnior do projeto <strong>“Cuiabá, vestígios da Cidade Negra”</strong> assumiram a condução de uma palestra sobre <strong>colorismo</strong>, discutindo com outros estudantes questões relacionadas à identidade racial, autoidentificação, tonalidades de pele e às diferentes formas pelas quais o racismo atravessa as relações sociais.</p><p>Dessa vez, meu lugar foi outro. Eles estudaram, se prepararam, organizaram suas falas e estiveram à frente da atividade. Mais do que apresentar um conteúdo, tornaram-se <strong>mediadores do conhecimento e multiplicadores de uma educação antirracista dentro da própria escola</strong>.</p><p>Talvez esse seja um dos resultados mais significativos de tudo o que construímos até aqui. Quando iniciamos esse percurso, nosso objetivo era ampliar repertórios, fortalecer identidades e criar espaços para discutir aquilo que tantas vezes foi silenciado. Hoje, começamos a perceber uma mudança importante: <strong>os estudantes não estão apenas participando dessas ações — estão assumindo autoria sobre elas.</strong></p><p>E é justamente desse lugar que seguimos para a próxima etapa: pesquisar a presença negra na história de Cuiabá, percorrer seus territórios de memória, registrar narrativas e produzir novos conhecimentos sobre a cidade. Agora, com os estudantes não apenas como público do projeto, mas como <strong>pesquisadores e protagonistas dessa história</strong>.</p>]]></description>
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         <pubDate>2026-09-04 11:16:59 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Lab-Inova Tecnológico e Sustentabilidade: plantando tecnologia, colhendo futuro</title>
         <author>thiagofurtado1</author>
         <link>https://padlet.com/Ensina_Brasil/ConstruindoaCulturaqueQueremos/wish/4033496210</link>
         <description><![CDATA[<p><strong>Descrição:</strong></p><p><br></p><p>O <em><mark>Lab-Inova Tecnológico</mark></em>, projeto aprovado pela FAPEMAT, começou a ganhar forma com a seleção e a formalização dos três estudantes bolsistas de Iniciação Científica Júnior (ICJr). A proposta é aproximar os estudantes da ciência e da tecnologia de forma prática, transformando a escola em um espaço de experimentação, criação e aprendizagem.</p><p><br></p><p>Ao longo do projeto, os bolsistas também terão um papel importante junto aos demais estudantes, participando das atividades e apoiando oficinas de programação, robótica, automação e cultura maker. <mark>A ideia é que eles não apenas aprendam a utilizar as tecnologias, mas também possam compartilhar o que estão aprendendo com os colegas.</mark></p><p><br></p><p><strong>Impacto:</strong></p><p><br></p><p>Mais do que iniciar um projeto, <em><mark>esse momento marca a entrada dos estudantes em um novo lugar dentro da escola: o de quem pesquisa, cria e também ajuda outros colegas a aprender.</mark></em> A experiência fortalece o protagonismo juvenil, o trabalho colaborativo e o desenvolvimento do pensamento computacional, além de aproximar a ciência do cotidiano dos estudantes da escola pública.</p><p><br></p><p><strong>Tags:</strong></p><p><br></p><p>#tecnologia #protagonismo #STEAM #inclusão iniciação-científica #first</p>]]></description>
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         <pubDate>2026-09-05 00:03:20 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>EECM Jose de Mesquita &amp; Senai - TuiuTech: Conectando a Escola à Inovação</title>
         <author>thiagofurtado1</author>
         <link>https://padlet.com/Ensina_Brasil/ConstruindoaCulturaqueQueremos/wish/4033506102</link>
         <description><![CDATA[<p><strong>Descrição:</strong></p><p><br/></p><p><mark>A implantação do Complexo Lab-Inova Tecnológico também passa pela construção de parcerias.</mark> Por isso, realizamos uma visita ao SENAI Cuiabá para conhecer melhor os recursos disponíveis, trocar experiências com a equipe de robótica e pensar em possibilidades de trabalho que façam sentido para a nossa escola.</p><p><br/></p><p>O encontro reuniu professores de diferentes áreas e possibilitou discutir como kits de robótica, microcontroladores e outras tecnologias podem ser utilizados em atividades práticas, <mark>aproximando o currículo de situações concretas e do cotidiano dos estudantes.</mark></p><p><br/></p><p><strong>Impacto:</strong></p><p><br/></p><p><mark>A aproximação com o SENAI amplia as possibilidades do projeto e ajuda a tirar a tecnologia do campo apenas teórico.</mark> Para os estudantes, significa ter contato com novas ferramentas, problemas e formas de aprender, além de perceber que aquilo que estudam na escola pode ser utilizado para criar, investigar e resolver problemas reais.</p><p><br/></p><p><strong>Tags:</strong></p><p><br/></p><p>#cultura-maker #parcerias #STEAM #robótica #inovação #senai #tuiutech #mesquita</p>]]></description>
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         <pubDate>2026-09-05 00:32:01 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Palestra: A Fotografia do Cotidiano e sua Importância Social</title>
         <author>biancasantosfernandes85</author>
         <link>https://padlet.com/Ensina_Brasil/ConstruindoaCulturaqueQueremos/wish/4038099702</link>
         <description><![CDATA[<p>No dia 24 de Abril, os estudantes da eletiva participaram de uma imersão em fotografia documental para conectar a linguagem visual à memória e à cultura da nossa região. O objetivo foi expandir o olhar dos jovens sobre o seu próprio entorno, transformando o dia a dia em preservação histórica.</p><p>O ponto alto da ação foi o encontro com a fotógrafa caruaruense Marina Granja, que compartilhou os bastidores da profissão, técnicas de observação e a importância de documentar as realidades sociais.</p><p>Inspirados por esse diálogo e pelos registros da profissional, os alunos foram desafiados a capturar a essência da própria comunidade com um olhar sensível. A experiência fortaleceu o senso crítico, o sentimento de coletividade e o reconhecimento da nossa identidade territorial.</p>]]></description>
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         <pubDate>2026-09-08 16:59:48 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Palavras que transformam: Empatia e Convivência no ambiente escolar</title>
         <author>biancasantosfernandes85</author>
         <link>https://padlet.com/Ensina_Brasil/ConstruindoaCulturaqueQueremos/wish/4038103231</link>
         <description><![CDATA[<p>Estudantes do 8º ano participaram de uma dinâmica focada no desenvolvimento socioemocional e na valorização da autoestima para fortalecer o respeito mútuo em sala de aula.</p><p>Durante a atividade, um aluno ficava de costas para a lousa enquanto os colegas escreviam mensagens e características positivas a seu respeito. Ao se virar, o estudante era surpreendido pelo reconhecimento genuíno do grupo.</p><p>Essa ação ajudou a desconstruir o impacto de julgamentos negativos e situações de conflito, revelando o poder transformador das palavras positivas na percepção que os jovens têm de si mesmos e do próprio potencial.</p>]]></description>
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         <pubDate>2026-09-08 17:02:15 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Estudo de Meio: Reconhecendo o Território</title>
         <author>biancasantosfernandes85</author>
         <link>https://padlet.com/Ensina_Brasil/ConstruindoaCulturaqueQueremos/wish/4038122144</link>
         <description><![CDATA[<p>Os estudantes da eletiva foram a campo para conectar a geografia à realidade local! Em um percurso guiado pelo entorno da escola, eles observaram o espaço urbano e documentaram, através da fotografia, as dinâmicas e transformações do nosso território.</p><p>O desafio se estendeu até as comunidades onde moram, resultando em uma profunda análise comparativa entre o bairro da escola e as suas próprias vizinhanças. A vivência desenvolveu o pensamento espacial, a leitura crítica de imagens e o protagonismo, ajudando os jovens a compreenderem melhor as diferentes realidades socioespaciais e fortalecerem a sua cidadania ativa.</p>]]></description>
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         <pubDate>2026-09-08 17:18:56 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Ipê Rosa da Gross</title>
         <author>biancasantosfernandes85</author>
         <link>https://padlet.com/Ensina_Brasil/ConstruindoaCulturaqueQueremos/wish/4038135342</link>
         <description><![CDATA[<p>A atividade de arborização e educação ambiental foi desenvolvida com os estudantes da eletiva para conectar os saberes geográficos à prática cidadã. A iniciativa nasceu a partir de uma formação em Geografia na Serra dos Cavalos, de onde surgiu a oportunidade de trazer uma muda de Ipê Rosa para a escola, transformando o aprendizado teórico em uma ação concreta de cuidado e pertencimento.</p><p>Os alunos participaram ativamente do planejamento. Embora imprevistos técnicos no local escolhido inicialmente tenham exigido uma mudança de planos (o plantio foi realizado com o apoio fundamental do funcionário de pátio), os estudantes assumiram o protagonismo no monitoramento diário. Eles se tornaram os responsáveis pela rega e por acompanhar o crescimento da árvore no novo espaço.</p><p>A experiência fortaleceu a consciência ecológica e o sentimento de coletividade, tornando a escola um ambiente mais acolhedor. Além de embelezar o espaço, a prática gerou uma memória afetiva significativa, mostrando que a adaptação diante dos imprevistos e o cuidado contínuo com a natureza transformam positivamente a nossa realidade escolar.</p>]]></description>
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         <pubDate>2026-09-08 17:30:34 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Conquista na Olimpíada de Geopolítica</title>
         <author>biancasantosfernandes85</author>
         <link>https://padlet.com/Ensina_Brasil/ConstruindoaCulturaqueQueremos/wish/4038340060</link>
         <description><![CDATA[<p>É com o coração cheio de orgulho que compartilho uma das experiências mais marcantes da nossa jornada escolar. Tive a honra de participar, pela primeira vez, de uma Olimpíada de Conhecimento, guiando um grupo incrível de 15 estudantes na Olimpíada de Geopolítica. Confesso que vivi um misto de muita empolgação e nervosismo, mas toda a ansiedade deu lugar a uma alegria imensa ao ver a realização e o brilho nos olhos de cada um deles. O esforço e a dedicação da turma renderam frutos maravilhosos: conquistamos 4 medalhas e 1 menção honrosa! Mais do que os prêmios, celebramos o engajamento, a curiosidade e a superação de todos que aceitaram esse desafio. Por conta da dinâmica e do calendário da nossa escola, a cerimônia oficial com a entrega das medalhas acontecerá apenas no final do ano. No entanto, o sentimento de vitória, o reconhecimento e o orgulho já fazem parte do nosso dia a dia. Parabéns a todos os estudantes por essa conquista!</p>]]></description>
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         <pubDate>2026-09-08 21:00:15 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Aula sem fronteira - Conexão Brasil - México</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/Ensina_Brasil/ConstruindoaCulturaqueQueremos/wish/4044746072</link>
         <description><![CDATA[<p>A parceria proporcionada pelo <strong>Aulas Sem Fronteiras</strong> trouxe aos estudantes dos 7º anos uma experiência de aprendizagem que ultrapassou os limites da sala de aula e aproximou diferentes culturas por meio da Língua Portuguesa.</p><p>A partir do projeto, fui conectada a uma professora do México e, juntas, planejamos uma troca de produções entre nossas turmas. Cada professora trabalhou com seus estudantes os gêneros <strong>notícia e carta pessoal</strong>, explorando suas características, finalidades e estruturas, mas com um diferencial muito especial: os textos teriam <strong>leitores reais do outro lado da fronteira</strong>.</p><p>Durante sua visita ao Brasil, a professora mexicana trouxe as produções realizadas por seus estudantes especialmente para as nossas turmas. Dedicamos dois momentos à leitura, análise e discussão desses materiais. Nas cartas, nossos estudantes puderam conhecer um pouco mais sobre os jovens mexicanos, responder às perguntas recebidas e elaborar novas perguntas, estabelecendo um verdadeiro diálogo entre as turmas. Já nas notícias, produziram textos contando acontecimentos, eventos e situações vivenciadas na escola e na cidade, compartilhando um pouco da nossa realidade com os estudantes do México.</p><p>A experiência também abriu espaço para conhecer mais sobre a <strong>cultura mexicana</strong>, suas particularidades e costumes, incluindo a oportunidade de experimentar uma iguaria trazida pela professora visitante.</p><p>Mais do que estudar dois gêneros textuais, os estudantes puderam compreender, na prática, que <strong>escrever é uma forma de comunicar, conhecer pessoas, compartilhar histórias e aproximar diferentes realidades</strong>. Ter um destinatário verdadeiro tornou a produção escrita mais significativa e despertou maior curiosidade e envolvimento durante as atividades.</p><p>Foi uma experiência extremamente rica, que articulou <strong>leitura, escrita, oralidade, interculturalidade e protagonismo estudantil</strong>, mostrando como parcerias e experiências autênticas podem transformar conteúdos curriculares em aprendizagens vivas e cheias de significado.</p>]]></description>
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         <pubDate>2026-09-11 20:06:58 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>🚶🏻🚶🏾‍♀️🚶🏼‍♂️ Revisão em movimento</title>
         <author>drika05alves</author>
         <link>https://padlet.com/Ensina_Brasil/ConstruindoaCulturaqueQueremos/wish/4045778553</link>
         <description><![CDATA[<p><br/></p><p>Durante a <mark>semana de avaliações bimestrais</mark>, percebi que muitos estudantes costumam terminar as provas rapidamente. Para aproveitar os minutos finais da aula de uma forma diferente, sem iniciar um novo conteúdo, transformei a <mark>revisão</mark> em uma <mark>atividade de movimento e participação.</mark></p><p><br/></p><p>Afastei as mesas e cadeiras para as laterais da sala e deixei o centro livre, dividido em dois lados: <mark>“Verdadeiro” </mark>e <mark>“Falso”</mark>. Expliquei aos estudantes que a revisão seria feita <mark>“com o corpo e não com a fala”.</mark> A proposta era simples: eu apresentava afirmações relacionadas aos conteúdos estudados e, em vez de responderem oralmente, eles precisavam se movimentar para o lado correspondente à resposta.</p><p><br/></p><p>Depois de cada afirmação, conversávamos sobre a resposta. Quando era verdadeira, retomávamos rapidamente o conteúdo. Quando era falsa, <mark>convidava um estudante a explicar</mark> por que a afirmação estava incorreta, incentivando a turma a justificar suas escolhas e recuperar conhecimentos trabalhados durante o bimestre.</p><p><br/></p><p>A atividade foi realizada em todas as minhas turmas, do <mark>6º ano do Ensino Fundamental ao 3º ano do Ensino Médio,</mark> com adaptações de acordo com os conteúdos de cada turma.</p><p><br/></p><p>A proposta transformou um momento que poderia ser apenas de espera em uma oportunidade de <mark>revisar conteúdos, movimentar-se, tomar decisões e participar ativamente da aula. </mark>Além disso, percebi que a dinâmica despertou curiosidade justamente por <mark>fugir do formato tradicional de revisão </mark>e permitiu que os estudantes demonstrassem seus conhecimentos de uma maneira diferente.</p>]]></description>
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         <pubDate>2026-09-12 19:30:07 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/Ensina_Brasil/ConstruindoaCulturaqueQueremos/wish/4045778553</guid>
      </item>
      <item>
         <title>🥔 Batata quente do conhecimento: aprender brincando</title>
         <author>drika05alves</author>
         <link>https://padlet.com/Ensina_Brasil/ConstruindoaCulturaqueQueremos/wish/4045783417</link>
         <description><![CDATA[<p>Durante o momento de <mark>Práticas de Convivência e Socialização (PCS)</mark> com o <mark>4º ano</mark>, aproveitamos um momento na quadra para realizar uma atividade que unisse diversão, movimento e aprendizagem.</p><p><br></p><p>Adaptamos a tradicional brincadeira da <mark>batata quente: </mark>quando a música parava, o estudante que estava com a bola não era eliminado. Em vez disso, precisava responder a uma pergunta de diferentes áreas, como <mark>formar rimas, identificar o número de sílabas de uma palavra ou resolver operações matemáticas.</mark></p><p><br></p><p>Quando alguém não sabia ou errava, a turma era convidada a ajudar, encontrando a resposta correta. Depois, os próprios estudantes escolhiam uma <mark>“prenda”</mark> divertida para o colega, como imitar um animal.</p><p><br></p><p>A atividade mostrou que <mark>momentos de convivência também podem ser espaços de aprendizagem</mark>, tornando a revisão de conteúdos mais<mark> leve, participativa e divertida.</mark></p>]]></description>
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         <pubDate>2026-09-12 19:40:56 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>🗺️ Mural da identidade: quem somos e de onde viemos</title>
         <author>drika05alves</author>
         <link>https://padlet.com/Ensina_Brasil/ConstruindoaCulturaqueQueremos/wish/4045787811</link>
         <description><![CDATA[<p>Nas aulas do 6º ano, enquanto estudávamos <strong>i</strong><mark>dentidade, cultura e território</mark>, propus a criação de um <mark>Mural da Identidade.</mark></p><p><br/></p><p>Cada estudante recebeu uma folha de sulfite, que foi dobrada para criar diferentes partes da produção. Na capa, fizeram um <mark>autorretrato</mark>. Ao abrir a folha, encontraram um espaço para representar, por meio de colagens, desenhos e palavras, elementos da sua cultura, do lugar onde vivem ou de onde vieram, além de seus gostos, hobbies e características pessoais.</p><p><br/></p><p>Para a produção das colagens, disponibilizei revistas e outros materiais, incentivando os estudantes a escolherem imagens que tivessem significado para eles.</p><p>Na etapa de montagem do mural, saímos da sala e ocupamos uma área aberta da escola. A montagem foi realizada de forma <mark>coletiva e organizada em equipes</mark>, com diferentes responsabilidades: decoração, organização dos materiais, preparação das folhas e montagem do mural.</p><p>A atividade permitiu trabalhar o conteúdo de forma prática, valorizando as diferentes histórias, culturas e identidades presentes na turma, além de incentivar a <mark>colaboração e o sentimento de pertencimento ao espaço escolar.</mark></p>]]></description>
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         <pubDate>2026-09-12 19:50:34 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>🔎 Clube do Mistério: aprender para desvendar</title>
         <author>drika05alves</author>
         <link>https://padlet.com/Ensina_Brasil/ConstruindoaCulturaqueQueremos/wish/4045791925</link>
         <description><![CDATA[<p>Durante o momento de Práticas de Convivência e Socialização <mark>(PCS)</mark> com o <mark>4º ano</mark>, criei o <mark>Clube do Mistério</mark>, uma atividade que transforma conteúdos escolares em desafios de investigação.</p><p><br></p><p>Os estudantes são organizados em duplas ou trios. <mark>Em alguns encontros, os grupos são sorteados para incentivar a interação com diferentes colegas</mark>. A cada desafio, eles recebem um pequeno mistério ou caso para solucionar, acompanhado de pistas que só podem ser descobertas quando resolvem corretamente atividades de <mark>Matemática, Língua Portuguesa, Ciências, entre outras.</mark></p><p><br></p><p>Para avançar para a próxima etapa, o grupo precisa encontrar a resposta correta. Quando acreditam ter solucionado um desafio, levantam a mão e, nesse momento, todos precisam parar, colocar os lápis sobre a mesa e aguardar a conferência da resposta.</p><p><br></p><p>A dinâmica cria um <mark>clima de investigação e deixa os estudantes muito envolvidos com a atividade</mark>. No final, o primeiro grupo a solucionar todo o mistério é o vencedor e, em alguns encontros, recebe uma pequena recompensa.</p><p><br></p><p>O Clube do Mistério tem sido uma forma de trabalhar<mark> raciocínio, resolução de problemas, colaboração e conhecimentos escolares de maneira lúdica</mark>, despertando nos estudantes o desejo de aprender para conseguir avançar no desafio.</p>]]></description>
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         <pubDate>2026-09-12 20:00:27 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Premiação dos Projetos vencedores da 1º Mostra Científica - Ciências Sem Fronteiras de Douradas - MS</title>
         <author>TiGoncalves</author>
         <link>https://padlet.com/Ensina_Brasil/ConstruindoaCulturaqueQueremos/wish/4046497097</link>
         <description><![CDATA[<p>No mês de agosto a Escola Estadual Vilmar Vieira Matos teve um motivo especial para comemorar, as equipes da instituição se destacaram na <strong>1ª Mostra Científica - Ciências Sem Fronteira</strong>, realizada no campus da Universidade Federal da Grande Dourados (UFGD).</p><p>Duas equipes da escola receberam premiação, uma formada por alunas do <strong>3º ano</strong> e outra composta por alunos do <strong>1º ano</strong>. Pelo empenho nos trabalhos apresentados, os estudantes voltaram para casa com <strong>troféus e medalhas</strong>, e representaram toda a comunidade escolar.</p>]]></description>
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         <pubDate>2026-09-13 18:26:20 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Dinâmica: Torna na Cara (Revisão de conteúdo) </title>
         <author>TiGoncalves</author>
         <link>https://padlet.com/Ensina_Brasil/ConstruindoaCulturaqueQueremos/wish/4046523789</link>
         <description><![CDATA[<p>A turma do <strong>5º ano</strong> participou de uma dinâmica de <strong>"torta na cara"</strong>, utilizada como método de avaliação de participação e como 1º fase de revisão dos conteúdos de Ciências para a prova bimestral.</p><p>A atividade promoveu uma competição saudável entre equipes, estimulou a memória, o raciocínio rápido e a participação ativa de todos, que foram divididos em 3 equipes: <strong>tucanos, capivaras e onças.</strong> </p><p>Além do desempenho positivo dos alunos nas respostas, a aula proporcionou um momento leve de descontração e permitiu que a professora identificasse as lacunas no aprendizado, para mapeando os pontos que necessitavam de reforço antes da avaliação final. </p><p><strong>A dinâmica foi sugerida à professora regente para reforço e método avaliativo alternativo e obtivemos resultados positivos nas respostas e participação dos estudantes. </strong></p>]]></description>
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         <pubDate>2026-09-13 19:01:30 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Aplicação da 1ª Fase da Olimpíada Nacional de Ciências - ONC 2026</title>
         <author>TiGoncalves</author>
         <link>https://padlet.com/Ensina_Brasil/ConstruindoaCulturaqueQueremos/wish/4046600222</link>
         <description><![CDATA[<p>Aplicamos a 1º fase da Olimpíada Nacional de Ciências na Sala de Tecnologia no mês de agosto, passamos nas turmas explicando sobre a ONC e deixamos o convite aberto aos alunos interessados. </p><p>Após essa etapa, cadastramos estudantes de diferentes turmas interessados em realizar a prova, incentivamos também que alunos do Projeto AJA participassem da prova e obtivemos êxito.</p><p>De acordo com o resultado um dos nosso alunos do 5º ano passou para a 2º fase da ONC, que será realizada no mês setembro.</p>]]></description>
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         <pubDate>2026-09-13 21:18:44 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>OLITEF – Educação Financeira para além da sala de aula</title>
         <author>antonioafernandes99</author>
         <link>https://padlet.com/Ensina_Brasil/ConstruindoaCulturaqueQueremos/wish/4047927689</link>
         <description><![CDATA[<p><strong>1 – Contexto e Personagens</strong></p><p>Na sexta-feira, <strong>11 de setembro</strong>, 21 estudantes da E.E. Alcebíades Calháo participaram da <strong>OLITEF – Olimpíada do Tesouro Direto de Educação Financeira</strong>. O grupo foi formado por estudantes do <strong>9º ano participantes do AC Aprova</strong> e alunos do <strong>8º ano do Clube de Matemática</strong>, acompanhados e preparados pelo professor Antônio Fernandes. A preparação começou em abril e foi sendo integrada às atividades dos dois projetos.</p><p><strong>2 – Desafio</strong></p><p>O desafio foi preparar os estudantes para uma prova que trabalha conhecimentos pouco presentes no cotidiano escolar, aproximando a Matemática de decisões financeiras da vida real. Durante a preparação, foram abordados temas como inflação, juros, planejamento financeiro, investimentos, renda fixa e variável, CDI, Selic, Tesouro Direto e segurança nos investimentos.</p><p><strong>3 – Solução</strong></p><p>Ao longo dos meses, os estudantes tiveram momentos específicos de preparação, resolução de questões, simulados, revisões e atividades mais dinâmicas, como quizzes. Mais do que decorar conceitos para a olimpíada, o objetivo foi ajudá-los a compreender o significado desses conteúdos e relacioná-los com situações que poderão encontrar ao longo da vida.</p><p><strong>4 – Impacto</strong></p><p>Ao todo, <strong>21 estudantes realizaram a prova, sendo 13 meninas e 8 meninos</strong>. A participação feminina foi maioria, representando cerca de <strong>62% dos participantes</strong>. Esse dado também chama atenção quando comparado à participação nas atividades preparatórias: <strong>8 meninas participavam do cursinho</strong>, enquanto <strong>13 realizaram a prova</strong>, mostrando que a olimpíada conseguiu ampliar o alcance entre as estudantes.</p><p>Além da participação, o principal resultado foi o contato dos alunos com um conhecimento diferente e necessário. Conceitos que inicialmente pareciam distantes passaram a fazer parte das conversas e das aulas, contribuindo para que os estudantes compreendessem melhor como o dinheiro, os juros, a inflação e os investimentos interferem em escolhas do cotidiano.</p><p><strong>5 – Futuro</strong></p><p>A experiência com a OLITEF reforça o potencial de continuar trabalhando educação financeira dentro do Clube de Matemática e do AC Aprova. A intenção é utilizar os resultados da prova para identificar os avanços e as dificuldades dos estudantes, fortalecer a preparação nos próximos anos e ampliar a participação.</p><p>Agora, estudantes e professor aguardam com expectativa a divulgação dos resultados da OLITEF, prevista para o dia 31 de outubro.</p>]]></description>
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         <pubDate>2026-09-14 12:17:22 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Clube de Observação Astronômica</title>
         <author>TiGoncalves</author>
         <link>https://padlet.com/Ensina_Brasil/ConstruindoaCulturaqueQueremos/wish/4048214778</link>
         <description><![CDATA[<p>A proposta do projeto é promover encontros no período noturno para realizarmos observação da lua, planetas e estrelas, utilizando o telescópio que a escola possui e nosso <strong>objetivo é popularizar a ciência e despertar nos alunos o interesse pela astronomia</strong>. </p><p>O líder do clube é o <strong>Murilo</strong>, um<strong> estudante do 2º ano do ensino médio</strong>, que tem um grande interesse na área, entende sobre o manuseio do equipamento e técnicas de astrofotografia.</p><p>Os encontros são abertos a todos da escola que tem interesse em observar, possuimos um grupo no whatsapp para marcar os encontros e debater assuntos relacionados a astronomia e também um instagram para divulgação das fotografias registradas pelo Murilo.</p><p>Alguns professores do noturno, que tem interesse em levar as turmas para observar e dinamizar suas aulas, também convidam o clube para auxiliar na observação, os professores dos outros turnos convidam para participar das aulas, mostrar as fotografias e explicar um pouco sobre o universo da astronomia, principalmente para o fundamental. </p>]]></description>
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         <pubDate>2026-09-14 14:44:44 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>TecnoLógica: Do clique consciente ao sucesso profissional</title>
         <author>rodriguesnogueiraluiz</author>
         <link>https://padlet.com/Ensina_Brasil/ConstruindoaCulturaqueQueremos/wish/4048258553</link>
         <description><![CDATA[<p>Embora os jovens dominem celulares e redes sociais, a dita geração da tecnologia ainda enfrentam barreiras com a informática básica exigida no ambiente acadêmico e profissional. Para mudar essa realidade, o <strong>Projeto TecnoLógica</strong> atua com estudantes do Ensino Médio, com foco nos 3ºs anos, em parceria com a Universidade Estadual do Mato Grosso do Sul (UEMS).</p><p><br/></p><p>Em vivências práticas no laboratório de informática, o projeto transforma o uso recreativo da internet em ferramenta de autonomia. Os alunos praticam digitação, formatação nas normas ABNT, criação de apresentações, navegação segura e uso ético de Inteligência Artificial. Além disso, com mediação de acadêmicos da UEMS, participam de oficinas sobre oratória, postura profissional e elaboração de currículos.</p><p><br/></p><p>A jornada culmina na publicação de um e-book coletivo com pesquisas dos estudantes, na evolução do desempenho em digitação, na entrega de seus currículos em PDF e no recebimento de certificados. O projeto é estruturado para que permaneça na escola e possível replicação em outras instituições, fortalecendo a ponte entre a educação básica e o futuro profissional dos jovens.</p>]]></description>
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         <pubDate>2026-09-14 15:07:49 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Micromobilidade Consciente </title>
         <author>euyuri001</author>
         <link>https://padlet.com/Ensina_Brasil/ConstruindoaCulturaqueQueremos/wish/4048597091</link>
         <description><![CDATA[<p>O projeto nasceu de uma demanda identificada na E.E. Presidente Vargas diante dos riscos relacionados ao aumento expressivo do uso de equipamentos de micromobilidade por estudantes sem conhecimento suficiente das regras de circulação e segurança no trânsito. </p><p><br></p><p>Provoquei as autoridades e instituições relacionadas ao tema, apresentando essa demanda e contribuindo para que ela fosse transformada em uma ação educativa e, dessa articulação, surgiu o Curso de Micromobilidade Consciente, realizado pela primeira vez no Presidente Vargas, com participação da Agetran, Detran-MS, Guarda Municipal, Polícia Militar, Samu e Corpo de Bombeiros, onde, no decorrer de três encontros, os estudantes trabalharam legislação, circulação, direção defensiva e primeiros socorros. </p><p><br></p><p>A formação culminou em uma blitz educativa, na qual os próprios alunos compartilharam com motoristas os conhecimentos construídos durante o curso.</p><p><br></p><p>O lançamento contou com a presença de autoridades, incluindo o prefeito de Dourados. Após a experiência inicial no Presidente Vargas, sigo contribuindo com os responsáveis pelo projeto em sua expansão para outras unidades escolares.</p>]]></description>
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         <pubDate>2026-09-14 18:48:54 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Xadrez no Topo</title>
         <author>euyuri001</author>
         <link>https://padlet.com/Ensina_Brasil/ConstruindoaCulturaqueQueremos/wish/4048665628</link>
         <description><![CDATA[<p>O projeto de xadrez já existia na E.E. Presidente Vargas, mas funcionava como uma atividade extraclasse. Com minha entrada na equipe, passei a organizar a iniciativa dentro da grade oficial de projetos da escola, garantindo espaço próprio, identidade para o grupo, uniforme e participação sistemática em competições.</p><p><br></p><p>O trabalho resultou na classificação do estudante Felipe Araújo Rodrigues para o Campeonato Brasileiro de Xadrez Escolar, após conquistar o 1º lugar no Festival Estadual da Criança e da Juventude de Xadrez. </p><p><br></p><p>A participação no CBXE 2026 representa a chegada do projeto a uma competição de âmbito nacional e a oportunidade de representar a escola, Dourados e Mato Grosso do Sul.</p>]]></description>
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         <pubDate>2026-09-14 19:48:35 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Ciência em ação</title>
         <author>vitorialouise</author>
         <link>https://padlet.com/Ensina_Brasil/ConstruindoaCulturaqueQueremos/wish/4053056595</link>
         <description><![CDATA[<p>Os estudantes do projeto “Biologia Forense” tiveram aulas práticas no Laboratório de Ciências ao longo do 1º semestre. Após explanação breve do conteúdo, foram realizadas 4 práticas: extração de DNA do morango, montagem 3D do modelo do DNA e RNA, experimento de sangue falso e papiloscopia (coleta de digitais). Ao final do projeto, será montado pelos estudantes um roteiro de prática com todo o passo a passo dos experimentos realizados, garantindo a replicabilidade de tudo que foi feito. Foram momentos extremamente proveitosos, onde todos engajaram e participaram ativamente das atividades propostas!</p>]]></description>
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         <pubDate>2026-09-16 12:37:03 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/Ensina_Brasil/ConstruindoaCulturaqueQueremos/wish/4053056595</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Escrevendo nossa história</title>
         <author>vitorialouise</author>
         <link>https://padlet.com/Ensina_Brasil/ConstruindoaCulturaqueQueremos/wish/4053132301</link>
         <description><![CDATA[<p>Em outubro, para a Feira de Ciências e Artes da escola, nós iremos apresentar uma peça teatral original investigativa escrita pelos próprios estudantes. Realizamos a votação dos pontos principais do teatro como tipo de crime, local, época e arma do crime. A partir disso cada estudante escreveu a própria história. O intuito desses encontros foi ensinar a pesquisa por referências no Google, o básico de formatação no Word, além de estimular a criatividade e avaliar a escrita e organização das ideias dos estudantes. Minha participação se limitou a orienta-los e unir todos os roteiros formando uma só história, com elementos e diálogos de todos. Fizemos a leitura inicial do roteiro e os próximos passos são iniciar os ensaios e organizar o cenário e o figurino.</p>]]></description>
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         <pubDate>2026-09-16 13:19:20 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Início da Trilha da Olimpíada Nacional de Eficiência Energética - ONEE 2026</title>
         <author>TiGoncalves</author>
         <link>https://padlet.com/Ensina_Brasil/ConstruindoaCulturaqueQueremos/wish/4056382381</link>
         <description><![CDATA[<p>Em parceiria com a PCPI e a professora de Biologia, incentivamos a inscrição e participação dos alunos do matutino e vespertino da EE Vilmar Vieira Matos na <strong>Olimpíada Nacional de Eficiência Energética 2026, </strong>que é<strong> </strong>uma competição voltada a alunos do 8º e 9º anos do ensino fundamental e do 1º e 2º anos do ensino médio das redes pública e privada, e que visa fortalecer o debate sobre consumo consciente de energia no ambiente escolar.&nbsp;</p><p>As inscrições foram realizadas e os alunos estão completando a <strong>1º fase</strong> da olimpíada, composta por uma Trilha com materiais para estudo inicial, simulados online e uma parte gamificada. </p><p>A <strong>2º fase</strong>, nomeada de Semana Olímpica, será com os vencedores da 1º etapa em Brasilia, entre os dias 3 e 6 de novembro,  e os estudantes farão um desafio final gamificado e uma prova objetiva para definir os campeões nacionais.</p>]]></description>
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         <pubDate>2026-09-17 18:36:53 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/Ensina_Brasil/ConstruindoaCulturaqueQueremos/wish/4056382381</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Ação Agosto Lilás + Grêmio Estudantil </title>
         <author>TiGoncalves</author>
         <link>https://padlet.com/Ensina_Brasil/ConstruindoaCulturaqueQueremos/wish/4056472728</link>
         <description><![CDATA[<p><strong>Ação: Agosto Lílas: Unindo forças pela prevenção e enfrentamento à violência contra as mulheres!</strong> 💜</p><p>Promovemos um momento de acolhida pela manhã, na entrada dos alunos e professores. </p><p>Os integrantes do Grêmio Estudantil confeccionaram, no contraturno, um cartaz com informações sobre os tipos de violência contra as mulheres, número para realizar denuncias e outras informações sobre o tema. </p><p>Além disso, fizeram um momento de reflexão com aqueles que pararam para apoiar a iniciativa, convidando-os acolocar o dedo na tinta e carimbando o cartaz, como forma simbólica de participação na construção de um ambiente mais seguro para as mulheres. </p><p>Entregaram também balas com um pequeno cartão sobre a ação para alunos e funcionarios que passaram por eles.</p>]]></description>
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         <pubDate>2026-09-17 20:20:04 UTC</pubDate>
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         <title>Hackathon de Sustentabilidade</title>
         <author>aalvesbrendaa</author>
         <link>https://padlet.com/Ensina_Brasil/ConstruindoaCulturaqueQueremos/wish/4057826988</link>
         <description><![CDATA[<p>Mais do que aprender sobre o meio ambiente, meus alunos do 2º ano do Ensino Médio assumiram o papel de verdadeiros solucionadores de problemas da nossa cidade!</p><p>Organizei uma maratona de inovação voltada para os desafios ambientais reais de Campo Grande. A atividade foi estruturada em etapas práticas:</p><p>1.Pesquisa e Diagnóstico: Levei a turma ao laboratório de informática para realizarem a coleta de dados, mapeando os problemas locais para fundamentar suas ideias em evidências.</p><p>2.Tomada de Decisão Estratégica: Os grupos escolheram o caminho que seguiriam para resolver o problema selecionado:</p><p>-Eixo A (Tecnologia Digital): Soluções focadas em recursos virtuais, sistemas e ferramentas digitais.</p><p>-Eixo B (Meios Materiais e Físicos): Criação de intervenções práticas, uso de materiais sustentáveis e engenharia aplicada.</p><p>3.Mentoria e Mediação: Enquanto eles desenvolviam as estratégias, circulei pela sala fazendo perguntas provocativas para ajudar a lapidar as propostas, testar a viabilidade das ideias e aprofundar o raciocínio.</p><p>Exposição dos Projetos: Para encerrar, 4.organizamos uma feira onde os estudantes apresentaram suas soluções para os demais colegas da escola, trabalhando a oratória, a argumentação e a liderança.</p><p>Ver o empenho dos alunos em investigar a realidade e criar propostas concretas para o ecossistema da nossa região reforça o poder da educação prática, colaborativa e transformadora! </p>]]></description>
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         <pubDate>2026-09-18 12:09:14 UTC</pubDate>
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         <title>Revisão em circuito arco-íris 🌈</title>
         <author>aalvesbrendaa</author>
         <link>https://padlet.com/Ensina_Brasil/ConstruindoaCulturaqueQueremos/wish/4057918259</link>
         <description><![CDATA[<p>Para preparar minhas turmas do 1° ano do ensino médio para a avaliação de forma leve, dinâmica e inclusiva, substituí a tradicional aula de revisão por uma atividade prática e colaborativa usando circuitos e cores!</p><p>A dinâmica funcionou assim:</p><ol><li><p>Mapeamento e Comandos: Elaborei folhas com diferentes ordens e questões de revisão sobre o conteúdo da prova.</p></li><li><p>Rodízio em Circuito: Dividi a sala em grupos e entreguei uma folha inicial para cada um. A cada 5 minutos, os papéis giravam entre as equipes, exigindo agilidade e raciocínio rápido.</p></li><li><p>Identificação por Cores: Cada grupo recebeu uma cor exclusiva de giz de cera para registrar suas respostas. Como cada equipe tinha sua cor própria, ficou impossível copiar o que os colegas já haviam escrito nas rodadas anteriores, incentivando a autenticidade e a autoria.</p></li><li><p>Inclusão Ativa: A estrutura visual, tátil e dinâmica do circuito permitiu que os estudantes da educação especial participassem ativamente de todo o processo, promovendo uma verdadeira integração da turma.</p></li></ol><p><br/></p><p>Transformar a revisão em um desafio lúdico elevou o engajamento dos estudantes, fortaleceu o trabalho em equipe e provou que é possível revisar conteúdos complexos garantindo acesso e participação de todos</p>]]></description>
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         <pubDate>2026-09-18 13:15:21 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>CALIGRAFITE: da incompreenssão à expressão
</title>
         <author>yasminmarangoni72080</author>
         <link>https://padlet.com/Ensina_Brasil/ConstruindoaCulturaqueQueremos/wish/4060125093</link>
         <description><![CDATA[<p>O projeto surgiu diante da ilegibilidade da escrita, identificada em cerca de 50% dos alunos, agravada por dificuldades de alfabetização durante a pandemia e pelo uso excessivo de telas. Integra Arte e Língua Inglesa, utilizando a caligrafia e o grafite como formas de expressão, comunicação e engajamento. As etapas envolveram debates e vídeos sobre escrita e cognição, produção de frases bilíngues, exercícios de caligrafia, reutilização das folhas em atividades de grafite e criação de mural sustentável. Desenvolvido com aproximadamente 60 estudantes dos 8ºA e 8ºB, o projeto permanece em andamento e busca promover uma escrita mais legível, expressiva e significativa, além da valorização da arte e da comunicação. O projeto ganhou o 1º lugar no Meeting Científico na área de linguagens da HCC. 🥇</p>]]></description>
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         <pubDate>2026-09-20 18:26:46 UTC</pubDate>
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         <title>NOSSO MUSEU: ARTE, CONVIVÊNCIA E PROTAGONISMO</title>
         <author>professoragabriellybatista</author>
         <link>https://padlet.com/Ensina_Brasil/ConstruindoaCulturaqueQueremos/wish/4061648082</link>
         <description><![CDATA[<p>Uma experiência de criação, expressão e construção coletiva</p><p>No componente de <strong>Práticas de Convivência e Socialização</strong>, foi desenvolvida com os estudantes do <strong>5º ano</strong> uma experiência que transformou a sala de aula em um verdadeiro espaço de criação artística: a construção do <strong>“Nosso Museu”</strong>.</p><p>A proposta surgiu com o objetivo de aproximar os estudantes da arte de maneira participativa, permitindo que cada um pudesse não apenas conhecer diferentes obras de arte, mas também <strong>reinterpretá-las por meio de sua própria produção artística</strong>.</p><p>Durante a atividade, os estudantes tiveram contato com diversas obras e foram convidados a reproduzi-las utilizando <strong>diferentes técnicas de pintura e colagem</strong>. Cada obra produzida recebeu uma abordagem própria, explorando possibilidades como diferentes formas de pintura, composição, textura, sobreposição e colagem.</p><p>Mais do que reproduzir uma imagem, os estudantes foram incentivados a observar, experimentar, criar e perceber que <strong>a arte pode assumir diferentes formas e que cada produção carrega a marca de quem a realiza</strong>.</p><p>O resultado foi a construção coletiva de um <strong>museu produzido pelos próprios estudantes</strong>, no qual cada obra passou a representar não somente uma produção artística, mas também uma experiência de aprendizagem e convivência.</p><p>A proposta possibilitou trabalhar, de forma integrada:</p><ul><li><p><strong>criatividade e imaginação;</strong></p></li><li><p><strong>expressão de sentimentos e ideias;</strong></p></li><li><p><strong>coordenação motora e percepção visual;</strong></p></li><li><p><strong>valorização da diversidade artística;</strong></p></li><li><p><strong>autonomia e protagonismo estudantil;</strong></p></li><li><p><strong>respeito às produções dos colegas;</strong></p></li><li><p><strong>cooperação e convivência;</strong></p></li><li><p><strong>sentimento de pertencimento ao espaço escolar.</strong></p></li></ul><p>Um dos aspectos mais significativos da experiência foi perceber que o museu não foi simplesmente apresentado aos estudantes como um espaço pronto: <strong>eles foram responsáveis por construí-lo</strong>.</p><p>Cada obra passou a ocupar um lugar dentro de uma produção coletiva, mostrando aos estudantes que suas criações possuem valor, podem ser apreciadas e podem contribuir para a construção de um espaço compartilhado.</p><p>Nesse processo, a sala de aula ganhou um novo significado. O espaço escolar passou a funcionar como <strong>ateliê, galeria e lugar de convivência</strong>, possibilitando que os estudantes aprendessem por meio da experiência, da criação e da interação com os colegas.</p>]]></description>
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         <pubDate>2026-09-21 13:35:34 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>ETI Irmã Ceciliana Gross-O fogo que não queima. </title>
         <author>jessicacanelavaz1993</author>
         <link>https://padlet.com/Ensina_Brasil/ConstruindoaCulturaqueQueremos/wish/4061701363</link>
         <description><![CDATA[<p>Descrição:</p><p><br></p><p>experiência “O Fogo que Não Queima” foi realizada em laboratório como uma atividade prática e investigativa, despertando a curiosidade dos estudantes sobre as propriedades do fogo e os fenômenos envolvidos na combustão. Durante a prática, os estudantes observaram atentamente o procedimento, levantaram hipóteses e acompanharam as transformações ocorridas, relacionando a experiência aos conceitos estudados em Ciências. A atividade foi conduzida com orientação da professora e seguindo os cuidados necessários de segurança. Ao final, os estudantes puderam discutir suas observações, comparar os resultados com suas hipóteses e compreender que nem todo fenômeno que aparenta representar um risco possui o mesmo comportamento, valorizando a investigação científica e a aprendizagem pela experimentação.</p><p><br></p><p>Impacto: </p><p><br></p><p>A experiência teve um impacto positivo nos estudantes, tornando a aprendizagem de Ciências mais prática, significativa e envolvente. A realização da atividade despertou a curiosidade e o interesse pela investigação científica, incentivando os alunos a observar, levantar hipóteses, fazer perguntas e analisar resultados. Também favoreceu a participação, a colaboração entre os colegas e o desenvolvimento da autonomia e do pensamento crítico. A vivência no laboratório aproximou os conteúdos teóricos da realidade dos estudantes, possibilitando que compreendessem os fenômenos científicos de forma mais concreta e significativa.</p>]]></description>
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         <pubDate>2026-09-21 14:00:48 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>ETI Irmã Ceciliana Gross-Nos seus sonhos</title>
         <author>jessicacanelavaz1993</author>
         <link>https://padlet.com/Ensina_Brasil/ConstruindoaCulturaqueQueremos/wish/4061710756</link>
         <description><![CDATA[<p>O projeto “Pensamento Científico e Sonhos: Nos Meus Sonhos” utiliza o filme como ponto de partida para investigar a relação entre sonhos, sono e sistema nervoso. Os estudantes exploram como o cérebro participa da construção dos sonhos, conhecem estruturas e funções do sistema nervoso e refletem sobre a importância do sono. A proposta também integra Ciências e Artes, por meio da produção de cartazes sobre os sonhos, da pesquisa sobre a lenda de Sandman e da criação de cenários inspirados no universo dos sonhos. Dessa forma, o projeto estimula a curiosidade, a investigação, a criatividade e o pensamento científico.</p>]]></description>
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         <pubDate>2026-09-21 14:05:51 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>EPIC: Mitos, Música e Heroísmo – A Odisseia em Cena</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/Ensina_Brasil/ConstruindoaCulturaqueQueremos/wish/4061910631</link>
         <description><![CDATA[<p>1. Contexto e Personagens</p><p>No segundo semestre de 2026, a eletiva <strong>“EPIC: Mitos, Música e Heroísmo – A Odisseia em Cena”</strong> reúne estudantes do Ensino Médio do CEPI Juscelino Kubitschek de Oliveira, em Águas Lindas de Goiás, sob orientação da professora <strong>Bárbara Liz</strong>, com colaboração do professor de História <strong>Rafael Matos</strong>.</p><p>A proposta nasce do encontro entre a literatura, a mitologia grega, a música, o teatro, o cinema e a cultura contemporânea. A partir da <em>Odisseia</em>, tradicionalmente atribuída a Homero, os estudantes conhecem diferentes formas de contar uma mesma história e chegam a <strong>EPIC: The Musical</strong>, adaptação contemporânea de Jorge Rivera-Herrans.</p><p><br/></p><p><strong>Desafio — o problema a ser superado pelo projeto</strong></p><p>Como transformar uma obra clássica, extensa e distante da realidade cotidiana dos estudantes em uma experiência de aprendizagem <strong>significativa, contemporânea e capaz de despertar o interesse pela literatura e pela História?</strong></p><p>O desafio também está em mostrar que uma obra milenar não precisa permanecer restrita ao livro ou à aula expositiva. É preciso criar pontes entre <strong>Homero, a mitologia grega e as linguagens que fazem parte do repertório dos jovens</strong>, como música, cinema, audiovisual e teatro.</p><p>Ao mesmo tempo, a eletiva propõe um desafio coletivo: transformar uma narrativa de grande dimensão em uma apresentação cênica de aproximadamente 90 minutos, exigindo pesquisa, seleção, adaptação, colaboração e planejamento.</p><p><br/></p><p><strong>Solução — como o projeto funciona?</strong></p><p>A eletiva transforma o estudo da <em>Odisseia</em> em um processo de <strong>imersão e criação artística</strong>. Os estudantes conhecem o contexto histórico e cultural da obra, sua estrutura narrativa, personagens, mitos e temas, e depois estabelecem relações entre diferentes adaptações da história. São explorados trechos do filme <em>The Odyssey</em> (2026), de Christopher Nolan, e de <strong>EPIC: The Musical</strong>, de Jorge Rivera-Herrans. A partir dessas referências, a turma constrói coletivamente uma adaptação cênica de <strong>EPIC</strong>, selecionando músicas e cenas, elaborando um roteiro adaptado e definindo personagens e equipes de produção. A apresentação utiliza as gravações originais das músicas como base para <strong>interpretação/dublagem</strong>, com traduções projetadas para acompanhar a narrativa. Paralelamente, os estudantes desenvolvem figurinos, cenários, objetos cênicos, projeções, sonorização e demais elementos necessários para a apresentação. O processo também inclui uma <strong>produção escrita/reflexiva</strong>, relacionando a experiência artística aos conhecimentos construídos ao longo da eletiva.</p><p><br/></p><p><strong>Impacto — a transformação gerada</strong></p><p>A proposta transforma o estudante de <strong>receptor em protagonista do processo de aprendizagem</strong>.</p><p>Ao longo da eletiva, conteúdos de Literatura, História, Língua Inglesa e Artes deixam de aparecer como conhecimentos isolados e passam a fazer parte de uma produção coletiva com propósito concreto.</p><p>Os estudantes precisam pesquisar, interpretar, tomar decisões, trabalhar em equipe, resolver problemas, adaptar conteúdos, experimentar diferentes linguagens e assumir responsabilidades dentro de uma produção artística.</p><p>O projeto também possibilita que uma obra da Antiguidade seja ressignificada a partir de uma linguagem contemporânea, mostrando que <strong>histórias antigas continuam sendo capazes de produzir novas perguntas, interpretações e formas de expressão</strong>.</p><p>Na culminância, esse percurso se transforma em uma apresentação construída pelos próprios estudantes</p><p><br/></p><p><strong>5. Futuro — continuidade e potencial de expansão</strong></p><p>A proposta pode se tornar um modelo de <strong>eletiva interdisciplinar baseada em literatura, música e teatro</strong>, permitindo que outras obras clássicas sejam estudadas a partir de suas diferentes adaptações e linguagens contemporâneas.</p><p>A experiência também pode gerar novas produções cênicas, registros audiovisuais, materiais escritos e exposições sobre o processo de criação, ampliando o projeto para além da apresentação final.</p>]]></description>
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         <pubDate>2026-09-21 16:02:29 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Projeto Aprender Para Empreender</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/Ensina_Brasil/ConstruindoaCulturaqueQueremos/wish/4062137754</link>
         <description><![CDATA[<p>O projeto <strong>Aprender para Empreender</strong>, desenvolvido em conjunto com a Professora da Sala de Recursos Funcionais, foi criado para ensinar matemática financeira de forma acessível para os alunos da Educação Especial. Para tornar a aprendizagem ainda mais prática e inclusiva, o ensino é feito por meio de um aplicativo com adaptações específicas, idealizado e desenvolvido por um aluno do 3º ano do Ensino Médio. Essa união entre tecnologia e pedagógico transforma o aprendizado em uma experiência dinâmica, estimulando a autonomia e o protagonismo de todos os estudantes.</p>]]></description>
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         <pubDate>2026-09-21 18:53:48 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Projeto Aprender Para Empreender</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/Ensina_Brasil/ConstruindoaCulturaqueQueremos/wish/4062173700</link>
         <description><![CDATA[<p>O projeto <strong>Aprender para Empreender</strong>, desenvolvido em conjunto com a Professora da Sala de Recursos Funcionais na E.E. Prof. Celso Muller do Amaral, foi criado para ensinar matemática financeira de forma acessível para os alunos da Educação Especial. Para tornar a aprendizagem ainda mais prática e inclusiva, o ensino é feito por meio de um aplicativo com adaptações específicas, idealizado e desenvolvido por um aluno do 3º ano do Ensino Médio. Essa união entre tecnologia e pedagógico transforma o aprendizado em uma experiência dinâmica, estimulando a autonomia e o protagonismo de todos os estudantes.</p>]]></description>
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         <pubDate>2026-09-21 19:28:03 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Narrativas digitais: Colônia Agrícola Nacional de Dourados </title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/Ensina_Brasil/ConstruindoaCulturaqueQueremos/wish/4062183412</link>
         <description><![CDATA[<p>Com o objetivo de compreender as origens e a formação do município de Dourados, os estudantes do <strong>Grêmio Estudantil da Escola Estadual Prof. Celso Müller do Amaral</strong> realizaram uma visita à <strong>Universidade Federal da Grande Dourados (UFGD)</strong>. A ação partiu da necessidade de aprofundar os estudos sobre o processo de ocupação e desenvolvimento do território local, tendo como ponto central uma conversa com o <strong>Prof. Dr. Carlos Barros Gonçalves</strong>. Durante o encontro, foram abordados os aspectos históricos, sociais e econômicos da <strong>Colônia Agrícola Nacional de Dourados (CAND)</strong>, projeto fundamental para o povoamento e a estruturação do município. A iniciativa permitiu aos alunos conectar a memória local à pesquisa científica, estimulando a consciência histórica e a valorização do patrimônio regional.</p>]]></description>
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         <pubDate>2026-09-21 19:37:39 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>TROVADORISMO: 1º CHÁ LITERÁRIO DO SCAMPINI </title>
         <author>vagnervieira01</author>
         <link>https://padlet.com/Ensina_Brasil/ConstruindoaCulturaqueQueremos/wish/4062185875</link>
         <description><![CDATA[<p>No final do segundo bimestre, os alunos das turmas dos primeiros anos matutino realizaram a 1º Edição do Chá Literário da Escola Estadual Padre José Scampini. O evento reuniu mais de 140 estudantes em uma manhã que contou com diversas apresentações artísticas inspiradas na literatura do Trovadorismo - <em>a primeira manifestação literária da Língua Portuguesa, desenvolvida durante a Idade Média entre os séculos XI e XIV </em>- tudo pensado em conjunto entre os três professores da área de linguagem da escola, reforçando assim a interdisciplinaridade. Os alunos foram incentivados a liderar a execução do projeto, planejando durante quatro semanas toda a organização das apresentações, elaboração dos elementos cenográficos e distribuição das funções de cada um, proporcionando o protagonismo. A culminância do evento se deu com um lanche coletivo entre as cinco turmas, trazendo assim além da construção de conhecimento o bem-estar para todos os participantes do projeto.  </p><p><br></p>]]></description>
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         <pubDate>2026-09-21 19:40:19 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Integral digital </title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/Ensina_Brasil/ConstruindoaCulturaqueQueremos/wish/4062191275</link>
         <description><![CDATA[<p><strong>Inclusão e Responsabilidade Digital no Horário do Almoço do Ensino Integral</strong></p><p><br/></p><p>Pensando em otimizar o tempo de convivência no horário do almoço e ampliar a inclusão digital, desenvolvi na Escola Estadual Prof. Celso Müller do Amaral a quak passou a disponibilizar a Sala de Tecnologia para os alunos do Ensino Integral. A iniciativa nasceu da necessidade de ensinar noções básicas de informática para estudantes que antes não tinham acesso a computadores, promovendo a familiarização com o uso da tecnologia. Entre os recursos utilizados está o aplicativo Conta Colorida, desenvolvido pelo próprio aluno do Celso Müller, Renato, além de jogos educativos e atividades digitais. A metodologia combina momentos de explicação com a confirmação da aprendizagem por meio de ferramentas interativas como o Kahoot, garantindo que, por meio do acesso orientado e do uso de jogos, os estudantes aprendam a manusear os computadores enquanto desenvolvem autonomia, noções de bom uso e responsabilidade digital.</p>]]></description>
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         <pubDate>2026-09-21 19:45:55 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Raízes que Viajam</title>
         <author>pedromamedi</author>
         <link>https://padlet.com/Ensina_Brasil/ConstruindoaCulturaqueQueremos/wish/4062206812</link>
         <description><![CDATA[<p><strong>Como o território atravessa a educação?</strong> Essa pergunta motivou a construção de um projeto interdisciplinar na escola em que atuo em Dourados – MS, cidade reconhecida pela OIM como um dos principais<strong> territórios de acolhimento de migrantes</strong> no Brasil.<br>Desde o início da minha atuação, tratei a chegada a esse território como um campo de observação, estudo e aprendizagem. Em uma tarde de avaliações bimestrais, acompanhei um estudante migrante equatoriano do 7º ano em sua avaliação de Língua Portuguesa. A prova não havia sido adaptada. Naquele momento, compreendi a <strong>real dimensão da barreira linguística</strong>: ela não apenas dificulta a aprendizagem, mas exclui o estudante do direito pleno à educação, uma vez que todos os ambientes de aula são em português e poucas provas são adaptadas. Em sala, percebi que muitos estudantes migrantes têm dificuldade em se expressar; seja para perguntar, responder ou conversar com os colegas. Essa barreira gera exclusão, dificulta as relações interpessoais e, em casos extremos, abre espaço para bullying e xenofobia. O silenciamento cultural também é uma consequência direta: os <strong>repertórios linguísticos</strong> e <strong>culturais </strong>desses estudantes são apagados no cotidiano escolar. Diante disso, pensei em criar um espaço seguro, <strong>translíngue </strong>e <strong>transcultural</strong>, no qual os estudantes pudessem mobilizar seus repertórios linguísticos, rompendo com o estruturalismo da sala de aula tradicional e a ideia de que somente o português deve ocupar o espaço escolar.  Continua....</p>]]></description>
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         <pubDate>2026-09-21 20:03:40 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>E.E. Celso Muller do Amaral pela comunidade: contra o mosquito da dengue</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/Ensina_Brasil/ConstruindoaCulturaqueQueremos/wish/4062232583</link>
         <description><![CDATA[<p><strong>Protagonismo Estudantil no Combate à Dengue na Comunidade</strong></p><p>O combate à dengue exige uma resposta conjunta entre o controle do vetor <em>Aedes aegypti</em> e a imunização da população. Atentos à relevância desse tema, os integrantes do <strong>Grêmio Estudantil da E.E. Prof. Celso Müller do Amaral</strong> promoveram uma mobilização direta nos arredores da escola.</p><p>Em visitas aos vizinhos e à comunidade local, os estudantes compartilharam orientações práticas sobre a eliminação de água parada em recipientes domésticos e ressaltaram a importância de procurar os postos de saúde para a vacinação. A ação demonstrou como a união entre a conscientização teórica e a postura ativa dos alunos pode mobilizar a sociedade, transformando o conhecimento escolar em prevenção e cuidado com a saúde de todos.</p>]]></description>
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         <pubDate>2026-09-21 20:32:14 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>&quot;Matematicando&quot; na Escola Joaquim Vaz de Oliveira </title>
         <author>manassesmacedodebrito</author>
         <link>https://padlet.com/Ensina_Brasil/ConstruindoaCulturaqueQueremos/wish/4062247844</link>
         <description><![CDATA[<p>Inspirado pela iniciativa do projeto "Matematicando", criado pelo ensina Fernando aqui do polo de Dourados, e por estar inserido em uma realidade parecida, em que os estudantes tem um alto grau de defasagem em matemática, iniciamos intervenções com a turma do 6° ano da escola Joaquim Vaz de Oliveira, onde em parceria com a professora de R.A, realizamos jogos, dinâmicas e algumas atividades  com estes estudantes. O objeto inicial, é equiparar o nível de conhecimento das operações matemáticas da turma, e tem como proposta de duração, até o fim do ano vigente. Tal iniciativa, proporcionou o alto engajamento dos estudantes e interesse multou em participar das demais aulas.</p>]]></description>
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         <pubDate>2026-09-21 20:51:12 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>MINHA VIDA EM DADOS E PIXELS</title>
         <author>yasminmarangoni72080</author>
         <link>https://padlet.com/Ensina_Brasil/ConstruindoaCulturaqueQueremos/wish/4062518110</link>
         <description><![CDATA[<p>A adolescência contemporânea é influenciada por redes sociais, filtros de Inteligência Artificial e algoritmos. O projeto investigou esses impactos e promoveu a cidadania digital crítica por meio de fundamentação teórica, análise do documentário “O Dilema das Redes”, produção textual, coleta e análise de dados com 155 estudantes, rodas de conversa, oficinas educomunicativas, entrevistas e narrativas. Os resultados apontaram tendências de ansiedade, insatisfação com a autoimagem, dificuldades de sono e insegurança no convívio presencial. Como produto, foi criado um documentário sobre os impactos das tecnologias digitais na adolescência. O projeto ganhou medalha no 8º meeting científico da escola HCC e foi inscrito na FECINTEC MS e no Prêmio Criativos 2026.</p>]]></description>
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         <pubDate>2026-09-21 23:02:48 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Mapa mental criativo</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/Ensina_Brasil/ConstruindoaCulturaqueQueremos/wish/4062780526</link>
         <description><![CDATA[<p>Juliana Felix da Silva | Ensina 2025 | CEPI Osvaldo da Costa Meireles – Luziânia/GO</p><p><br/></p><p><strong>1. CONTEXTO E PERSONAGENS</strong></p><p>A proposta foi desenvolvida nas aulas de História com turmas da 1ª e 2ª séries do Ensino Médio, a partir de conteúdos já trabalhados. Na 1ª série, o foco foi o Feudalismo, com aprofundamento no papel da Igreja. Na 2ª série, trabalhei os povos originários, destacando sua diversidade cultural. A atividade buscou ir além da memorização, incentivando os estudantes a organizar, relacionar e representar os conhecimentos construídos.</p><p><br/></p><p><strong>2. DESAFIO</strong></p><p>O principal desafio era fazer com que os estudantes fossem capazes de selecionar informações importantes, estabelecer relações e demonstrar o que haviam compreendido. Também foi necessário aprofundar aspectos que poderiam gerar dúvidas, como o papel da Igreja no mundo feudal e a diversidade dos povos indígenas.</p><p><br/></p><p><strong>3. SOLUÇÃO </strong></p><p>Propus a construção individual de um mapa mental criativo, utilizando um texto-base impresso como apoio. Os estudantes retomaram os conteúdos, fizeram a leitura e selecionaram e organizaram as principais informações. A atividade desenvolveu leitura e interpretação, síntese, organização do conhecimento, criatividade, autonomia e capacidade de estabelecer relações.</p><p><br/></p><p><strong>4. IMPACTO </strong></p><p>A atividade permitiu identificar o que os estudantes compreenderam e quais pontos ainda precisavam ser retomados. Ao construir os mapas, eles assumiram um papel mais ativo na organização do próprio conhecimento. Para mim, a experiência reforçou a importância de utilizar estratégias que tornem o processo de aprendizagem mais visível.</p><p><br/></p><p><strong>5. FUTURO </strong></p><p>A proposta pode ser aplicada a outros conteúdos e séries como estratégia de síntese, revisão e acompanhamento da aprendizagem. Pretendo utilizar essas produções para acompanhar o desenvolvimento de habilidades como interpretação, síntese, argumentação e autonomia.</p><p><br/></p>]]></description>
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         <pubDate>2026-09-22 00:52:34 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Júri Simulado: a voz dos estudantes em ação</title>
         <author>gabrielasobralcomunicacao</author>
         <link>https://padlet.com/Ensina_Brasil/ConstruindoaCulturaqueQueremos/wish/4062780820</link>
         <description><![CDATA[<p>Gabriela Sobral | Ensina 2025 | Escola Municipal Professor Nicolau Boscardin — Petrolina, PE</p><p><br></p><p>Uma turma de 6º ano, recém-chegada do Fundamental I, foi dividida em banca de acusação, banca de defesa, juíza, testemunhas e júri popular. O desafio: trabalhar oratória e argumentação com um tema escolhido pelos próprios alunos — "O uso de celular na escola traz mais benefícios ou malefícios?"</p><p>Foram duas semanas de preparação, com pesquisa orientada em casa e construção do roteiro em sala. O celular, liberado com propósito pedagógico, ajudou a exercitar a diferença entre fato e opinião e a busca por fontes confiáveis.</p><p>O resultado superou as expectativas: apresentações com profundidade adequada para a faixa etária, oratória e respeito. A acusação venceu a votação, mas o ponto alto veio depois — a defesa aceitou o veredito com maturidade e elogiou os adversários, sendo correspondida na mesma moeda.</p><p>A experiência mostra o potencial de repetir o formato em outros temas e turmas, provando que a educação transforma quando confiamos no processo e nos estudantes.</p>]]></description>
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         <pubDate>2026-09-22 00:52:46 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>ENEM em Conexão: CHSA + Literatura</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/Ensina_Brasil/ConstruindoaCulturaqueQueremos/wish/4062793166</link>
         <description><![CDATA[<p>uliana Felix da Silva | Ensina 2025 | CEPI Osvaldo da Costa Meireles – Luziânia/GO</p><p><br/></p><p><strong>1. CONTEXTO E PERSONAGENS</strong></p><p>A proposta foi desenvolvida com as 3ª séries do Ensino Médio, em um aulão integrado entre as áreas de Ciências Humanas e Sociais Aplicadas e Linguagens. A iniciativa surgiu da intenção de trabalhar os conteúdos de forma interdisciplinar, aproximando conhecimentos que, muitas vezes, são apresentados aos estudantes de maneira separada.</p><p><br/></p><p><strong>2. DESAFIO</strong></p><p>O desafio foi mostrar aos estudantes que diferentes áreas do conhecimento podem dialogar na compreensão de um mesmo contexto histórico e social. Também buscamos fortalecer a preparação para o ENEM, desenvolvendo a capacidade de relacionar informações, interpretar diferentes linguagens e compreender os conteúdos de maneira integrada.</p><p><br/></p><p><strong>3. SOLUÇÃO </strong></p><p>Durante o aulão, trabalhamos a 2ª fase do Modernismo no Brasil em diálogo com o contexto histórico da Era Vargas. A partir dessa relação, os estudantes puderam compreender como a produção literária também está relacionada às transformações políticas, sociais e culturais de seu período.</p><p><br/></p><p>A aula foi construída de forma colaborativa entre as áreas, possibilitando a revisão dos conteúdos e o desenvolvimento de habilidades de interpretação, contextualização e articulação entre diferentes conhecimentos.</p><p><br/></p><p><strong>4. IMPACTO</strong></p><p>O momento proporcionou participação, troca e construção coletiva, permitindo que os estudantes percebessem que um mesmo tema pode ser analisado a partir de diferentes perspectivas.</p><p><br/></p><p>Para mim, a experiência reforçou a importância do trabalho interdisciplinar, especialmente no Ensino Médio, mostrando que a preparação para o ENEM pode acontecer de forma mais conectada e significativa.</p><p><br/></p><p><strong>5. FUTURO</strong></p><p>A experiência pode ser ampliada para outros conteúdos, envolvendo diferentes componentes curriculares em momentos de revisão e preparação para o ENEM.</p><p>Pretendo continuar buscando oportunidades de planejamento conjunto com outras áreas, criando aulas que aproximem os conteúdos e ajudem os estudantes a perceberem as conexões entre História, Literatura e outros campos do conhecimento.</p>]]></description>
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         <pubDate>2026-09-22 00:59:03 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Vamos para a sala de informática?</title>
         <author>rodriguesnogueiraluiz</author>
         <link>https://padlet.com/Ensina_Brasil/ConstruindoaCulturaqueQueremos/wish/4062827127</link>
         <description><![CDATA[<p>É indiscutível que grande parte dos estudantes gosta de utilizar a sala de informática. Porém, muitos professores, mesmo reconhecendo a importância desse espaço, evitavam utilizá-lo devido à dispersão dos estudantes na internet, ao acesso a jogos e outros sites e ao tempo perdido para iniciar as atividades planejadas. Como consequência, o ambiente acabava sendo utilizado por poucos professores ou ficava subutilizado.</p><p><br></p><p>Para mudar esse cenário de forma segura, prática e gratuita, foi instalado nos computadores um aplicativo de gerenciamento de sala. A partir de um computador central, o professor pode acompanhar em tempo real as telas dos estudantes, bloquear os computadores durante explicações, compartilhar sua tela ou a de um estudante com toda a turma, abrir sites e enviar arquivos para todas as máquinas, além de desligar os computadores simultaneamente ao final da aula.</p><p><br></p><p>A ferramenta trouxe maior controle, reduziu o tempo perdido e deu mais segurança aos professores para utilizar o espaço. Como resultado, a sala de informática passou a ser utilizada por mais professores e de forma mais diversificada, fortalecendo seu potencial como ambiente de aprendizagem, interação e desenvolvimento dos estudantes.</p>]]></description>
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         <pubDate>2026-09-22 01:16:15 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Projeto Mandalas: Expressão, Autoconhecimento e Bem-Estar</title>
         <author>enfaleandramartins</author>
         <link>https://padlet.com/Ensina_Brasil/ConstruindoaCulturaqueQueremos/wish/4062930948</link>
         <description><![CDATA[<p>O projeto é desenvolvido com diferentes estudantes da escola, utilizando a arte como uma ferramenta de expressão, autoconhecimento, criatividade e educação socioemocional. Durante as atividades, os estudantes são convidados a pintar mandalas, explorando cores, formas e combinações de acordo com sua criatividade e seus sentimentos.</p><p><br></p><p>O momento de pintura proporciona um espaço de tranquilidade, concentração e expressão, favorecendo o desenvolvimento da atenção, criatividade, autorregulação emocional e bem-estar.</p><p>Entre os resultados observados, destaca-se o trabalho realizado com os estudantes do 6º ano, que, ao longo das atividades, apresentaram avanços na forma de reconhecer e lidar com suas emoções, contribuindo para uma convivência mais respeitosa e para a redução dos conflitos em sala de aula.</p><p><br></p><p>Após a produção, as mandalas são expostas no ambiente escolar, valorizando as criações dos estudantes e fortalecendo o sentimento de pertencimento, protagonismo e identidade. A exposição também permite que suas produções façam parte do cotidiano da escola e sejam reconhecidas pela comunidade escolar. O projeto dialoga com a neurociência da aprendizagem, ao valorizar experiências que estimulam atenção, criatividade, envolvimento emocional e participação ativa.</p><p><br></p><p>Mais do que uma atividade artística, o projeto busca criar espaços de acolhimento, expressão e desenvolvimento socioemocional, mostrando que a arte pode contribuir para o bem-estar dos estudantes e para a construção de relações mais saudáveis no ambiente escolar.</p>]]></description>
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         <pubDate>2026-09-22 02:03:01 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Neuroestelar — Conectando mentes, ciência e universo</title>
         <author>enfaleandramartins</author>
         <link>https://padlet.com/Ensina_Brasil/ConstruindoaCulturaqueQueremos/wish/4062956118</link>
         <description><![CDATA[<p><br></p><p>O Neuroestelar é um projeto de pesquisa interdisciplinar que integra Neurociência e Ciências, estabelecendo conexões com diferentes áreas do conhecimento, como Biologia, Química, Física, Psicologia, Filosofia e Astronomia.</p><p>Ao longo do projeto, os estudantes investigam temas relacionados ao cérebro, neurônios, sinapses, neurotransmissores, memória, emoções, aprendizagem e comportamento, ampliando seus conhecimentos científicos e estabelecendo relações entre diferentes campos do saber.</p><p>O projeto também proporciona momentos de autoconhecimento e reflexão, incentivando os estudantes a compreenderem melhor como pensam, sentem, aprendem e se relacionam consigo mesmos, com os outros e com o mundo ao seu redor.</p><p>A proposta é transformar a aprendizagem em uma verdadeira jornada de descobertas: começar pela compreensão do cérebro, ampliar o olhar por meio da Ciência, refletir sobre quem somos e, a partir dessas conexões, explorar o universo que nos cerca.</p><p>Mais do que trabalhar conteúdos de forma isolada, o Neuroestelar busca desenvolver curiosidade, pensamento científico e crítico, criatividade, investigação, comunicação, colaboração e autonomia, valorizando o estudante como protagonista na construção do conhecimento.</p><p><br></p><p><strong>TEMOS COMO LEMA:</strong></p><p><strong>“Conhecer o cérebro. Compreender a Ciência. Conhecer a si mesmo. Explorar o universo.”</strong></p>]]></description>
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         <pubDate>2026-09-22 02:13:49 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/Ensina_Brasil/ConstruindoaCulturaqueQueremos/wish/4062956118</guid>
      </item>
      <item>
         <title>PertenSER</title>
         <author>enfaleandramartins</author>
         <link>https://padlet.com/Ensina_Brasil/ConstruindoaCulturaqueQueremos/wish/4062976995</link>
         <description><![CDATA[<p><br/></p><p>O PertenSER é um projeto voltado ao desenvolvimento integral dos estudantes, tendo como pilares o pertencimento, a educação socioemocional e a neurociência. A proposta busca fortalecer o autoconhecimento, a autoestima, a empatia, o respeito, a autorregulação emocional e a convivência no ambiente escolar.</p><p><br/></p><p>O projeto acontece por meio de aulas e intervenções nas salas de aula, rodas de conversa, atividades práticas, experiências com arte, dinâmicas, atendimentos individuais e propostas baseadas na neurociência. Essas ações criam oportunidades para que os estudantes compreendam melhor suas emoções, reconheçam suas potencialidades e desenvolvam estratégias para lidar com os desafios do cotidiano.</p><p>Os atendimentos individuais oferecem um espaço de escuta e acolhimento, possibilitando um olhar mais atento às necessidades, sentimentos e desafios específicos de cada estudante.</p><p><br/></p><p>O projeto também tem contribuído para valorizar talentos e potencialidades individuais, fortalecendo o protagonismo dos estudantes. Um dos resultados de destaque foi a participação de uma estudante da Educação Especial, que, com orientação no desenvolvimento de sua produção, conquistou <strong>2º lugar no Prêmio Inclui de Literatura – Mostra Literária da Pessoa com Deficiência,</strong> reconhecimento que evidencia a importância de criar oportunidades para que todos os estudantes possam expressar seus talentos e ocupar espaços de protagonismo.</p><p><br/></p><p>O PertenSER busca transformar o espaço escolar em um ambiente de acolhimento, escuta, respeito, inclusão e participação, no qual cada estudante possa reconhecer que sua história, sua identidade e sua voz têm valor.</p>]]></description>
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         <pubDate>2026-09-22 02:22:37 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Projeto Cultura de Paz</title>
         <author>TiGoncalves</author>
         <link>https://padlet.com/Ensina_Brasil/ConstruindoaCulturaqueQueremos/wish/4063011460</link>
         <description><![CDATA[<p><strong>Tema:</strong> <strong>Agosto Lilás: O combate à violência contra a mulher.</strong><br><strong>Convidadas:</strong> Prof.ª Dr.ª Regina Célia Alves (UFGD) e as estudantes do curso de Psicologia, Eloisa e Ana, integrantes do Projeto de Extensão "Enfrentamento da violência contra a mulher: uma proposta de intervenção educativo-preventiva nas escolas".<br><strong>Aluna Mediadora:</strong> Isabeli Oliveira (3º ano C)</p><p>O podcast foi dividido em três blocos:</p><ul><li><p><strong>1º Bloco:</strong> A mediadora fez perguntas às convidadas com o intuito de esclarecer ao público quais são os tipos de violência enfrentados pelas mulheres. Debatou-se a importância de discutir o assunto, principalmente nas escolas com jovens e adolescentes, para nomear e não normalizar determinados comportamentos. Também foi apresentado o site <strong>Monitor da Violência Contra a Mulher</strong> (link: <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="http://monitorviolenciacontramulher.sejusp.ms.gov.br/"><strong>http://monitorviolenciacontramulher.sejusp.ms.gov.br/</strong></a>), que fornece dados estratégicos para auxiliar em ações preventivas de gênero através de estatísticas, mapas e gráficos por município, faixa etária e perfil das vítimas de feminicídio e violência doméstica. O site é público e de fácil acesso, entretanto, carece de maior divulgação para que a população tome consciência e novas iniciativas de prevenção sejam articuladas.</p></li><li><p><strong>2º Bloco:</strong> Ana e Eloisa detalharam o projeto de Pesquisa e Extensão do qual fazem parte, apontando os próximos passos para a aplicação nas escolas e o público-alvo (alunos do Ensino Médio). O projeto já está avançado: a pesquisa teórica e a capacitação das acadêmicas foram concluídas, e a equipa aguarda a resposta positiva da Secretaria de Educação para iniciar as atividades nas escolas estaduais de Dourados.</p></li><li><p><strong>3º Bloco:</strong> Consistiu numa roda de conversa livre, na qual as convidadas fizeram considerações finais para amarrar as ideias debatidas. Foram partilhadas orientações para quem sofre ou já sofreu algum tipo de violência no dia a dia, além da indicação de canais de apoio e acolhimento psicológico.</p></li></ul>]]></description>
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         <pubDate>2026-09-22 02:38:48 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Projeto Consciência Digital</title>
         <author>TiGoncalves</author>
         <link>https://padlet.com/Ensina_Brasil/ConstruindoaCulturaqueQueremos/wish/4063205677</link>
         <description><![CDATA[<p>Mais uma ação do nosso projeto foi realizada com os estudantes do 2º ano, com foco na conscientização sobre o uso das redes sociais e dos celulares.</p><p>Nessa iniciativa, convidamos representantes das áreas de Psicologia e Assistência Social da CRE5 para conversar com os estudantes sobre os riscos e os efeitos do uso excessivo dos celulares e das redes sociais. As palestrantes esclareceram as dúvidas dos alunos e destacaram a importância de buscar equilíbrio entre a vida conectada e o bem-estar mental.</p><p>Durante o bate-papo, foram abordados temas como:</p><ul><li><p>a exposição constante a vidas idealizadas e irreais nas redes sociais e como isso pode gerar comparações negativas, baixa autoestima e sensação de não pertencimento entre jovens e adolescentes;</p></li><li><p>o receio constante de perder acontecimentos e interações online, que pode manter o usuário em um estado contínuo de alerta e ansiedade;</p></li><li><p>a exposição precoce de crianças às telas e os possíveis impactos desse contato excessivo;</p></li><li><p>a redução do foco e da concentração causada pelo estímulo visual rápido e pela grande quantidade de informações às quais somos expostos diariamente;</p></li><li><p>e a importância de reservar momentos para estar desconectado, evitando que o excesso de tempo no ambiente virtual nos faça perder experiências da vida real e a conexão com as pessoas ao nosso redor.</p></li></ul><p>Para finalizar a atividade e verificar a compreensão dos estudantes sobre os temas discutidos, realizamos uma dinâmica com perguntas relacionadas ao conteúdo abordado. Os alunos foram convidados a refletir sobre as questões e a discorrer sobre suas respostas, compartilhando suas percepções e experiências.</p>]]></description>
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         <pubDate>2026-09-22 04:32:18 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Clube da leitura: a Índia além dos esteriótipos </title>
         <author>gabrielasobralcomunicacao</author>
         <link>https://padlet.com/Ensina_Brasil/ConstruindoaCulturaqueQueremos/wish/4064127601</link>
         <description><![CDATA[<p>Gabriela Sobral | Ensina 2025 | Escola Municipal Professor Nicolau Boscardin — Petrolina, PE</p><p><br></p><p>O Clube da Leitura, iniciativa que tenho a alegria de proporcionar na escola onde trabalho, reuniu alunos do Ensino Fundamental II em torno da obra O Príncipe, do escritor indiano Rabindranath Tagore. A proposta foi ir além da interpretação de texto: desmistificar estereótipos e aprofundar o conhecimento sobre a cultura indiana, um desafio que exigia dos estudantes pesquisa, curadoria de fontes e capacidade de comunicação.</p><p>Divididos em duplas, os alunos pesquisaram temas como culinária, religiões e história do país. A partir do material levantado, organizaram os dados, construíram slides com estrutura visual e síntese de conteúdo, e prepararam apresentações orais para a turma — unindo pesquisa, criação e oratória em um único projeto.</p><p>O resultado foi visível no protagonismo e na evolução de cada estudante: mais do que repertório cultural sobre a Índia, os alunos desenvolveram competências essenciais para o futuro — pesquisa, curadoria, síntese e comunicação em público com clareza e confiança.</p><p>A experiência reforça o potencial de expandir esse modelo a outras obras e culturas, consolidando o Clube da Leitura como ferramenta recorrente de repertório cultural e metodologias ativas — prova de que a leitura, quando bem conduzida, transforma.</p><p><br></p><p><br></p><p><br></p><p><br></p><p><br></p>]]></description>
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         <pubDate>2026-09-22 14:26:14 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>ARTE, CORPO E CULTURA: ENCENAÇÃO DO AUTO DA BARCO DO INFERNO</title>
         <author>vagnervieira01</author>
         <link>https://padlet.com/Ensina_Brasil/ConstruindoaCulturaqueQueremos/wish/4064246964</link>
         <description><![CDATA[<p>As turmas dos primeiros anos da disciplina de Língua Portuguesa - Literatura e Produção Textual, do período matutino e vespertino da Escola Estadual Padre José Scampini, deram vida à clássica peça dramatúrgica Auto da Barca do Inferno do autor Gil Vicente. A obra que utiliza a sátira para fazer crítica social e expor os vícios, a corrupção e a hipocrisia de diferentes classes da sociedade portuguesa do século XVI (como fidalgos, frades, agiotas e juízes) pode ser facilmente associada aos dias atuais. Os estudantes com os respectivos olhares críticos e cheios de curiosidades, lideraram a produção do cenários - fazendo a elaboração de todos os elementos - montagem das vestimentas usadas, além de mergulharem nos costumes da época de 1500, período em que a obra foi escrita, sendo uma das obras mais importante  do movimento literário referente ao humanismo. Entre diversos ensaios e uma construção que durou dois meses, a apresentação resultou na confirmação do protagonismo dos discentes no projeto desenvolvido, fazendo com que eles se enxergassem lideranças potentes. Assim, a união entre arte, conhecimento e cultura comprova mais uma vez como projetos desse porte impactam positivamente na rotina da unidade escolar, reforçando a necessidades da ocupação dos espaços por parte dos alunos. </p><p><br></p>]]></description>
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         <pubDate>2026-09-22 15:44:03 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Reforço com resolução orientada e explicação do raciocínio</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/Ensina_Brasil/ConstruindoaCulturaqueQueremos/wish/4064513779</link>
         <description><![CDATA[<p><mark>As aulas de reforço foram organizadas para atender estudantes que apresentavam dificuldades nos conteúdos trabalhados </mark>durante o bimestre. <mark>Os encontros aconteceram no contraturno, com atividades mais curtas e direcionadas às principais defasagens identificadas</mark> nas avaliações e nas atividades de sala.</p><p>Durante o reforço, as questões foram divididas em etapas para que os estudantes tivessem tempo de se concentrar em cada problema. <mark>Além de realizar os cálculos, eles foram incentivados a explicar oralmente como chegaram à resposta. Dessa forma, foi possível observar não apenas o resultado final, mas também o raciocínio utilizado, identificar dúvidas específicas e oferecer intervenções imediatas.</mark></p><p><mark>A prática proporcionou um acompanhamento mais próximo e individualizado</mark>, em um ambiente com menos estudantes e maior abertura para fazer perguntas. A explicação das resoluções também ajudou a valorizar o processo de aprendizagem, tornando a recuperação mais significativa.</p><p>Como resultado, foi possível compreender melhor as dificuldades de cada estudante, retomar conceitos essenciais e produzir novas evidências de aprendizagem.<mark> A experiência reforçou a importância de utilizar o reforço como espaço de acolhimento, escuta, retomada e construção da autonomia dos estudantes.</mark></p>]]></description>
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         <pubDate>2026-09-22 19:31:27 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Ciência e Tecnologia</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/Ensina_Brasil/ConstruindoaCulturaqueQueremos/wish/4064607970</link>
         <description><![CDATA[<p>Nesta atividade proposta aos alunos do segundo ano do ensino médio da E.E. Lino Villachá, apresentamos um gerador elétrico manual, movido a energia mecânica. Após o livre manuseio do gerador, os alunos foram instados a identificar as componentes de um circuito resistivo simplificado, tomando nota de quais partes do equipamento apresentado poderiam ser identificadas como potencial elétrico (gerador de energia), corrente elétrica (responsável por conduzir a carga portadora da energia) e resistência (elemento onde a energia elétrica é transformada em energia luminosa). </p>]]></description>
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         <pubDate>2026-09-22 21:37:50 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>💻 A MATEMÁTICA EM CÓDIGO: aprendendo com lógica, jogos e programação</title>
         <author>karolinnecostana</author>
         <link>https://padlet.com/Ensina_Brasil/ConstruindoaCulturaqueQueremos/wish/4064760766</link>
         <description><![CDATA[<p>💻 <strong>A Matemática em Código: aprendendo com lógica, jogos e programação</strong></p><p>Na Escola Estadual Professor Henrique Ciryllo Corrêa, com as turmas do 7° ano B e 6° ano B, estamos desenvolvendo o projeto <strong>A Matemática em Código</strong>, com o objetivo de desenvolver o <strong>raciocínio lógico, uma base fundamental para a compreensão da Matemática</strong>. Para isso, aproximamos a Matemática e a Programação por meio de atividades práticas, incentivando os estudantes a organizar ideias, interpretar problemas e construir soluções.</p><p>Iniciamos com a exibição do filme <em>Detona Ralph</em>, utilizando o universo dos jogos digitais como ponto de partida para apresentar o projeto. </p><p>Para introduzir o conceito de <strong>algoritmo</strong>, propusemos uma atividade: os estudantes deveriam elaborar os comandos necessários para fazer a professora levantar e pegar um caderno. A experiência mostrou a importância de dar instruções claras e organizadas. Em seguida, trabalhamos com <strong>fluxogramas e condicionais</strong>, representando etapas e compreendendo como diferentes condições podem mudar o caminho de uma ação.</p><p>Com o jogo <strong>Compute It</strong>, os alunos colocaram esses conhecimentos em prática, interpretando instruções, explorando condicionais e conhecendo o conceito de função. A atividade trouxe a lógica da programação para uma experiência interativa.</p><p>Na Sala de Tecnologia, apresentamos os conceitos básicos de <strong>HTML e CSS</strong>. A turma recebeu um código pronto e realizou alterações para personalizar um jogo, observando como as mudanças na estrutura e na aparência apareciam na tela. Esse momento possibilitou experimentar, identificar erros e buscar soluções, exercitando a autonomia e a criatividade.</p><p>Após retomarmos a relação entre Matemática e Programação, os estudantes começaram a planejar <strong>um jogo de Matemática com o apoio da Inteligência Artificial</strong>. Discutimos ideias e conteúdos matemáticos que poderiam fazer parte do jogo. Nas próximas etapas, a turma dará continuidade à criação, reunindo os conhecimentos trabalhados ao longo do projeto.</p><p>🏆 O projeto conquistou o <strong>2º lugar no Meeting de Projetos na área de Lógica e Tecnologia da Escola HCC</strong>!</p><p>O percurso tem proporcionado oportunidades para aprender de forma prática e compreender a importância do raciocínio lógico tanto na resolução de problemas matemáticos.</p>]]></description>
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         <pubDate>2026-09-22 22:13:16 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Visita ao Centro Cultural TCU</title>
         <author>xistorrocha</author>
         <link>https://padlet.com/Ensina_Brasil/ConstruindoaCulturaqueQueremos/wish/4066190343</link>
         <description><![CDATA[<p>Com o objetivo de ampliar os repertórios culturais dos estudantes, realizei uma visita pedagógica ao Centro Cultural TCU. A atividade buscou aproximar os estudantes de espaços culturais e experiências que muitas vezes não fazem parte de seu cotidiano. Durante a visita, os alunos puderam conhecer exposições, observar diferentes manifestações artísticas e construir novas formas de olhar e interpretar o mundo. A ação partiu da compreensão de que a escola também deve criar oportunidades de acesso à cultura, produzindo encontros, repertórios e novas possibilidades. Foi uma experiência de ampliação de horizontes e de aproximação dos estudantes com outros espaços. </p><p><strong>Escola:</strong> Colégio Estadual Tancredo de Almeida Neves<br><strong>Oportunidade:</strong> Visita ao Centro Cultural TCU<br><strong>Tipo:</strong> Atividade cultural / saída pedagógica<br><strong>Nível:</strong> Ensino Fundamental (7º e 9º ano) <br><strong>Estudantes participantes:</strong> 40 </p>]]></description>
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         <pubDate>2026-09-23 14:32:38 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Reforço com resolução orientada e explicação do raciocínio</title>
         <author>matsumotolarissa1998</author>
         <link>https://padlet.com/Ensina_Brasil/ConstruindoaCulturaqueQueremos/wish/4066417414</link>
         <description><![CDATA[<p><mark>As aulas de reforço foram organizadas para atender estudantes que apresentavam dificuldades nos conteúdos trabalhados </mark>durante o bimestre. <mark>Os encontros aconteceram no contraturno, com atividades mais curtas e direcionadas às principais defasagens identificadas</mark> nas avaliações e nas atividades de sala.</p><p>Durante o reforço, as questões foram divididas em etapas para que os estudantes tivessem tempo de se concentrar em cada problema. <mark>Além de realizar os cálculos, eles foram incentivados a explicar oralmente como chegaram à resposta. Dessa forma, foi possível observar não apenas o resultado final, mas também o raciocínio utilizado, identificar dúvidas específicas e oferecer intervenções imediatas.</mark></p><p><mark>A prática proporcionou um acompanhamento mais próximo e individualizado</mark>, em um ambiente com menos estudantes e maior abertura para fazer perguntas. A explicação das resoluções também ajudou a valorizar o processo de aprendizagem, tornando a recuperação mais significativa.</p><p>Como resultado, foi possível compreender melhor as dificuldades de cada estudante, retomar conceitos essenciais e produzir novas evidências de aprendizagem.<mark> A experiência reforçou a importância de utilizar o reforço como espaço de acolhimento, escuta, retomada e construção da autonomia dos estudantes.</mark></p>]]></description>
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         <pubDate>2026-09-23 17:25:03 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Estudantes desenvolvem cidade sustentável para aprender Matemática na prática</title>
         <author>py1ank</author>
         <link>https://padlet.com/Ensina_Brasil/ConstruindoaCulturaqueQueremos/wish/4066467912</link>
         <description><![CDATA[<p>Os conceitos de <strong>Geometria ganharam uma aplicação prática e criativa em sala de aula</strong>. A partir da proposta de desenvolver uma cidade planejada, os estudantes construíram maquetes que relacionam <strong>formas geométricas, medidas, proporções e organização espacial</strong> com questões ligadas à sustentabilidade e ao funcionamento de uma cidade.</p><p>Durante o trabalho, os alunos utilizaram diferentes <strong>figuras planas e sólidos geométricos</strong>, como quadrados, retângulos, triângulos, polígonos, prismas e outras estruturas. A construção das edificações, vias, pontes e torres permitiu observar como a Matemática está presente no planejamento de espaços urbanos e na criação de estruturas utilizadas no cotidiano.</p><p>A proposta foi além da construção de uma simples maquete. Os estudantes tiveram como desafio imaginar uma <strong>cidade politicamente sustentável e otimizada</strong>, na qual decisões sobre infraestrutura e serviços públicos fossem pensadas considerando as necessidades coletivas da população. Dessa forma, elementos como <strong>hospital, centro comunitário, estação de energia, sistema viário e estruturas de distribuição de energia</strong> foram organizados de maneira integrada. </p><p>Os alunos da educação especial tiveram como um desafio, construíram um robô utilizando figuras geométricas, ao qual deram o nome de Robocopa-Li. Durante a montagem, identificaram diferentes polígonos e observaram exemplos de triângulos semelhantes e congruentes, relacionando os conceitos estudados com uma produção criativa inspirada no tema da Copa. </p>]]></description>
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         <pubDate>2026-09-23 18:10:13 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Pontes para o amanhã: Vivenciando o ensino superior</title>
         <author>julianafelixsilva18</author>
         <link>https://padlet.com/Ensina_Brasil/ConstruindoaCulturaqueQueremos/wish/4066763489</link>
         <description><![CDATA[<p><strong>Juliana Felix da Silva | Ensina 2025 | CEPI Osvaldo da Costa Meireles – Luziânia/GO</strong></p><p><br></p><p><strong>1. CONTEXTO E PERSONAGENS</strong></p><p>A proposta foi desenvolvida por mim nas aulas do componente curricular de Projeto de Vida com turmas da 2ª série do Ensino Médio. A disciplina tem como objetivo central orientar os jovens no autoconhecimento, no planejamento do seu futuro acadêmico e profissional e no desenvolvimento de sua autonomia. Durante as discussões em sala, percebi que o ingresso no ensino superior e o ambiente universitário ainda eram vistos por muitos estudantes como uma realidade distante, inacessível ou fora do seu horizonte de possibilidades.</p><p><br></p><p><strong>2. DESAFIO</strong></p><p>Meu principal desafio era desmistificar o ensino superior e aproximar concretamente os estudantes do universo acadêmico, fazendo com que percebessem a universidade como um espaço possível e pertencente a eles. Para além da teoria em sala de aula sobre escolhas profissionais, eu precisava proporcionar uma experiência imersiva e prática que despertasse o sentimento de pertencimento e ampliasse suas perspectivas de futuro.</p><p><br></p><p><strong>3. SOLUÇÃO</strong></p><p>Para aproximar os estudantes desse contexto, resolvi propor ao professor de Projeto de Vida da outra turma para levar os alunos das 2ªs séries a uma visita pedagógica à Universidade de Brasília (UnB). Durante essa vivência, levamos os estudantes para percorrerem o campus, conhecerem as diversas áreas de atuação profissional, visitarem laboratórios, participarem de oficinas práticas e conversarem diretamente com universitários e professores.</p><p><br></p><p><strong>4. IMPACTO</strong></p><p>A experiência transformou a visão dos estudantes sobre o futuro pós-ensino médio. Vários alunos retrataram o interesse ainda maior em ingressar no ensino superior e alguns, que nunca tinham falado sobre isso antes, demonstraram imensa felicidade e empolgação ao se verem naquele espaço. A vivência tornou o sonho acadêmico concreto, fortalecendo a motivação, o engajamento escolar e a construção ativa de seus projetos de vida.</p><p><br></p><p><strong>5. FUTURO</strong></p><p>Pretendo consolidar a visita à UnB como uma prática contínua no meu planejamento de Projeto de Vida para as turmas de 2ª e 3ª séries. Além disso, pretendo utilizar essa vivência como ponto de partida para oficinas de planejamento de estudos voltadas para o PAS/UnB e ENEM, acompanhando o desenvolvimento de metas individuais e auxiliando os estudantes na construção de rotinas que viabilizem o ingresso na universidade.</p>]]></description>
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         <pubDate>2026-09-23 22:51:59 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Telefone sem fio matemático: aprendendo com o outro</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/Ensina_Brasil/ConstruindoaCulturaqueQueremos/wish/4066778919</link>
         <description><![CDATA[<p>Durante uma aula de revisão sobre <strong>volume dos sólidos</strong>, com as turmas do 1º ano do Ensino Médio, desenvolvi a atividade “Telefone sem fio matemático”, envolvendo aproximadamente 35 estudantes.</p><p>A proposta teve como objetivo revisar o conteúdo de forma colaborativa, estimulando os estudantes a compartilharem seus conhecimentos. Organizei os alunos em fileiras de cinco a sete integrantes, buscando intercalar estudantes com maior facilidade no conteúdo e aqueles que apresentavam maior dificuldade.</p><p>O primeiro aluno recebia a questão e deveria compreender e explicar o raciocínio ao colega seguinte. A explicação era passada de estudante para estudante até chegar ao último integrante da fila, que ficava responsável por registrar no papel a resolução construída pelo grupo.</p><p>Minha intenção era proporcionar uma experiência em que os estudantes percebessem que também podem aprender uns com os outros, desenvolvendo não apenas conhecimentos matemáticos, mas também comunicação, cooperação e responsabilidade.</p><p>O resultado foi muito positivo e superou minhas expectativas. Percebi um <strong>alto engajamento dos estudantes</strong>, que participaram com seriedade e demonstraram preocupação em fazer com que seus colegas compreendessem o conteúdo.</p><p>Além da revisão matemática, a atividade favoreceu a <strong>interação, a colaboração e o sentimento de pertencimento à turma</strong>, mostrando que cada estudante possui um papel importante para o resultado coletivo.</p><p>Essa experiência reforçou minha percepção de que estratégias simples e colaborativas podem tornar a aprendizagem mais significativa. Por isso, pretendo utilizar novamente essa metodologia, adaptando o “Telefone sem fio matemático” para outros conteúdos e novas situações de aprendizagem.</p>]]></description>
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         <pubDate>2026-09-23 23:05:19 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>OBGP 2026.2: o 8º ano A voltou ainda mais forte e consquistou 18 medalhas!</title>
         <author>marinakuranaga</author>
         <link>https://padlet.com/Ensina_Brasil/ConstruindoaCulturaqueQueremos/wish/4066791673</link>
         <description><![CDATA[<p><strong>1. Contexto e Personagens</strong><br>Os protagonistas continuam sendo os estudantes do 8º ano A, orientados pela Ensina Marina Kuranaga Silva, professora de História e Geografia da turma. Depois da estreia na edição 2026.1, a turma voltou para a Olimpíada Brasileira de Geopolítica com mais experiência, mais confiança e muita vontade de mostrar o quanto tinha aprendido.</p><p><strong>2. Desafio</strong><br>Depois de uma primeira experiência muito boa, o desafio agora era outro: manter o engajamento, contornar frustrações e ir além. Era preciso transformar a empolgação e os desafios da primeira  edição em rotina de estudo atrativa para a turma inteira.</p><p><strong>3. Solução</strong><br>O segredo foi a continuidade. Os temas de geopolítica passaram a fazer parte das aulas, com estudos, práticas e atividades de preparação ao longo do semestre. As parcerias construídas na primeira edição seguiram firmes, e os estudantes, já familiarizados com a plataforma e com o formato da prova conseguiram realizar a prova com mais facilidade.</p><p><strong>4. Impacto</strong><br>Todo o esforço rendeu frutos! Na edição 2026.1, a turma havia conquistado 6 medalhas. Agora, na edição 2026.2, foram 18 medalhas: 2 de ouro, 9 de prata, 3 de bronze e 4 de honra ao mérito, com 23 estudantes participando. Em apenas um semestre, o 8º ano A triplicou seu número de medalhas, e pela primeira vez a turma chegou ao bronze e somou 9 pratas, contra apenas 1 na edição anterior. Mais do que os resultados, ficou a certeza de que os estudantes se enxergam capazes de ocupar esses espaços.</p><p><strong>5. Futuro</strong><br>O espírito olímpico virou marca da turma! Os estudantes já esperam a cerimônia de entrega das medalhas e certificados, e o objetivo agora é seguir participando da Olimpíadas levando essa cultura de estudo e conquistas. 🏅</p>]]></description>
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         <pubDate>2026-09-23 23:16:49 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/Ensina_Brasil/ConstruindoaCulturaqueQueremos/wish/4066791673</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Jogos matemáticos: aprender brincando e criando</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/Ensina_Brasil/ConstruindoaCulturaqueQueremos/wish/4066792833</link>
         <description><![CDATA[<p>Com as turmas do 8º ano, desenvolvi uma atividade de criação de <strong>jogos matemáticos envolvendo as quatro operações básicas: adição, subtração, multiplicação e divisão</strong>. Os estudantes foram organizados em grupos de quatro integrantes e ficaram responsáveis por criar seus próprios jogos e, posteriormente, apresentá-los para a turma.</p><p>A proposta teve como intenção proporcionar uma forma mais lúdica de revisar conhecimentos matemáticos básicos, permitindo que os estudantes fossem protagonistas na construção da atividade. Durante as apresentações, surgiram diferentes ideias, como caixas mágicas de multiplicação, jogos de tabuleiro, jogo da velha matemático, entre outras criações.</p><p>Um dos aspectos que mais me chamou atenção foi perceber como a criatividade dos estudantes se manifesta quando eles têm liberdade para criar e explorar diferentes possibilidades. Cada grupo encontrou uma maneira própria de transformar a Matemática em uma experiência mais próxima de sua realidade.</p><p>A atividade também promoveu momentos de interação, pois os estudantes precisaram explicar as regras de seus jogos, ensinar os colegas e participar das propostas dos outros grupos. Assim, além de revisar os conteúdos, trabalhamos a comunicação, a cooperação e o respeito pelo trabalho dos colegas.</p><p>Para mim, foi uma conquista muito significativa perceber que todos os estudantes do 8º ano participaram da atividade. Observei maior envolvimento e interação entre os grupos, além de um fortalecimento do sentimento de pertencimento à turma.</p><p>A experiência também mostrou que conteúdos básicos, muitas vezes marcados por dificuldades acumuladas ao longo da trajetória escolar, podem ser retomados de maneira mais significativa quando saem do papel e do lápis e passam a fazer parte de uma experiência concreta e divertida.</p><p>Essa prática reforçou minha percepção de que ensinar Matemática também é criar oportunidades para que os estudantes descubram que podem <strong>criar, ensinar, aprender e se divertir com a própria Matemática</strong>.</p>]]></description>
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         <pubDate>2026-09-23 23:18:21 UTC</pubDate>
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         <title>Boa prática: Promovendo o protagonismo, a confiança e a aprendizagem colaborativa nas aulas de Matemática</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/Ensina_Brasil/ConstruindoaCulturaqueQueremos/wish/4066838243</link>
         <description><![CDATA[<p>Como professora de Matemática, tenho buscado desenvolver práticas que contribuam não apenas para a aprendizagem dos conteúdos, mas também para o desenvolvimento da confiança, da autonomia e do protagonismo dos estudantes, tanto nas turmas do período vespertino quanto do noturno.</p><p>Um dos principais desafios que tenho percebido em sala de aula é a timidez e a insegurança de alguns estudantes em participar, expor suas ideias e resolver questões diante dos colegas, especialmente por receio de errar. Diante disso, tenho procurado transformar a sala de aula em um espaço no qual o erro seja compreendido como parte natural do processo de aprendizagem e no qual os estudantes se sintam seguros para tentar, perguntar, explicar e compartilhar seus conhecimentos.</p><p>Uma das estratégias que venho utilizando é incentivar os estudantes a irem ao quadro para resolver questões e explicar aos colegas o caminho utilizado para chegar à resposta. Mais do que verificar se a resposta está correta, procuro valorizar o raciocínio desenvolvido pelo estudante e sua capacidade de explicar aquilo que aprendeu. Com isso, tenho observado que estudantes que inicialmente demonstravam vergonha ou resistência começam, gradualmente, a se sentir mais confiantes para participar.</p><p>Também tenho utilizado atividades em grupos como estratégia para favorecer a interação e a aprendizagem colaborativa. Nessas atividades, os estudantes precisam dialogar, comparar diferentes formas de resolução, ajudar os colegas e construir coletivamente as respostas. Dessa maneira, a Matemática deixa de ser trabalhada apenas de forma individual e passa a ser também um espaço de troca, cooperação e construção conjunta do conhecimento.</p><p>Um aspecto que considero especialmente significativo é perceber que os próprios estudantes passam a contribuir com o processo de ensino. Em determinados momentos, um aluno consegue compreender um conteúdo ou encontrar uma estratégia de resolução e consegue explicá-la aos colegas utilizando uma linguagem mais próxima da realidade deles. Essa troca acaba me ajudando como professora, pois permite identificar diferentes formas de compreensão e também novas possibilidades para abordar determinado conteúdo.</p><p>Assim, o estudante deixa de ocupar apenas o papel de receptor e passa a assumir uma posição mais ativa no processo de aprendizagem. Ao mesmo tempo em que aprende Matemática, desenvolve habilidades importantes como comunicação, cooperação, argumentação, autonomia e confiança.</p><p>Tenho percebido que essas estratégias contribuem para um maior envolvimento dos estudantes durante as aulas. O simples ato de se levantar, ir ao quadro, explicar uma resolução ou ajudar um colega representa, para alguns deles, uma importante conquista em relação à própria segurança e participação.</p><p>Essa prática vem sendo desenvolvida tanto no período vespertino quanto no noturno, considerando as características e necessidades de cada turma. Meu objetivo é continuar fortalecendo uma cultura de participação em que os estudantes se sintam pertencentes ao processo de aprendizagem, compreendam que podem aprender uns com os outros e percebam que suas contribuições têm valor.</p><p><strong>Mais do que ensinar Matemática, busco criar oportunidades para que os estudantes desenvolvam confiança para aprender, coragem para participar e autonomia para compartilhar o que sabem.</strong></p>]]></description>
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         <pubDate>2026-09-23 23:58:27 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Boas Práticas: Perícia Química Interdisciplinar</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/Ensina_Brasil/ConstruindoaCulturaqueQueremos/wish/4067035137</link>
         <description><![CDATA[<p><strong> Douglas Galhardo - E.E. Padre José Scampini </strong></p><p><br/></p><p>📝 <strong>Breve relato sobre a oportunidade ou projeto:</strong> Para combater a fragmentação do conhecimento no Ensino Médio, transformei as turmas em equipes de investigação forense. Organizados em grupos de até 4 alunos, os estudantes precisaram resolver casos criminais solucionando 5 enigmas químicos para descobrir a vítima, o suspeito, a arma, o motivo e o local do crime. No 2º ano, os enigmas envolveram cálculos de concentração, título e diluição. Já no 3º ano, a investigação focou na identificação e nomenclatura de compostos orgânicos. Com os resultados decodificados, cada grupo redigiu um relatório pericial narrando a reconstituição do crime, integrando em uma única atividade o raciocínio físico-químico, o cálculo matemático e a produção textual crítica.</p><p>📊 <strong>Dados de impacto:</strong></p><ul><li><p><strong>Aproveitamento de Excelência:</strong> 100% dos estudantes engajados alcançaram nota acima de 8,0 na atividade.</p></li><li><p><strong>Domínio do Conteúdo:</strong> Deste grupo de alto desempenho, 93% atingiram a nota máxima, comprovando que a gamificação elevou drasticamente a retenção de conceitos complexos.</p></li><li><p><strong>Desenvolvimento Integral:</strong> Sucesso na união de alfabetização científica e matemática com o letramento (produção textual), atacando gargalos históricos da educação pública.</p></li></ul><p>Em anexo o documento com os 60 casos elaborados para as turmas do 2º ano. </p>]]></description>
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         <pubDate>2026-09-24 03:12:17 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title> Cinética química no Cotidiano </title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/Ensina_Brasil/ConstruindoaCulturaqueQueremos/wish/4067043779</link>
         <description><![CDATA[<p><strong>Douglas Galhardo - E.E. Padre José Scampini </strong></p><p><br/></p><p><br/></p><p>📝 <strong>Breve relato sobre a oportunidade ou projeto:</strong> Para provar que o ensino de ciências não depende de laboratórios complexos, realizamos um experimento prático de Cinética Química utilizando pastilhas efervescentes e água. O objetivo foi analisar na prática como fatores como a <strong>temperatura</strong> (água quente, fria e ambiente) e a <strong>superfície de contato</strong> influenciam diretamente a velocidade das reações químicas. Conectamos a teoria à realidade dos alunos por meio de comparações constantes com o dia a dia: debatemos o motivo de conservarmos alimentos na geladeira para retardar o apodrecimento, a razão de usarmos água fervente para acelerar o cozimento e como a superfície de contato atua de forma prática nas tarefas domésticas e na biologia do cotidiano.</p><p>📊 <strong>Dados de impacto:</strong></p><ul><li><p><strong>Escala e Replicabilidade:</strong> Demonstração de que é possível promover experimentação científica de alto impacto, analisando múltiplas variáveis (temperatura e superfície de contato), com recursos financeiros mínimos.</p></li><li><p><strong>Aprendizagem Significativa:</strong> Maior engajamento ao traduzir a teoria acadêmica das reações químicas para problemas e ações reais da vida do aluno.</p></li><li><p><strong>Estímulo ao Pensamento Crítico:</strong> Alunos passaram a enxergar os fatores cinéticos operando ativamente dentro de suas próprias cozinhas, democratizando e facilitando a compreensão científica.</p></li></ul><p>📸 <strong>Registros  importantes!</strong> <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://photos.app.goo.gl/X1QMrLm5utQ9dv3J7">[AQUI]</a></p>]]></description>
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         <pubDate>2026-09-24 03:19:33 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Química Inclusiva (Maquetes e DUA)</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/Ensina_Brasil/ConstruindoaCulturaqueQueremos/wish/4067058002</link>
         <description><![CDATA[<p>Douglas Galhardo - E.E. Padre José Scampini</p><p><br></p><p>Neste projeto, unimos o currículo de Química à inclusão radical por meio do Desenho Universal para Aprendizagem (DUA). Os alunos construíram maquetes 3D abrangendo conceitos fundamentais: Tabela Periódica, geometria molecular e ligações (1º ano), combustíveis (2º ano) e aminoácidos essenciais (3º ano). O grande diferencial foi a exigência de acessibilidade integral no desenvolvimento do material. Os próprios estudantes foram os agentes da inclusão, incorporando texturas diferentes, textos em Braille e formatação para baixa visão nas estruturas físicas. O engajamento com a pauta foi tão profundo que culminou em uma aluna apresentando o seu trabalho inteiramente em Libras para a turma, provando que letramento científico e empatia caminham juntos.</p><p>📊 <strong>Dados de impacto:</strong></p><ul><li><p><strong>Acessibilidade Materializada:</strong> Produção de recursos didáticos adaptados (maquetes com relevos, texturas e Braille) criados pelos próprios alunos, gerando um acervo de ciências verdadeiramente inclusivo para a escola.</p></li><li><p><strong>Protagonismo Cidadão:</strong> A responsabilidade pela adaptação não ficou restrita ao professor; foi assumida pelos jovens, desenvolvendo empatia ativa e prática (evidenciada pela apresentação em Libras).</p></li><li><p><strong>Engajamento Multinível:</strong> Mobilização das três séries do Ensino Médio em torno de um objetivo prático que extrapola a avaliação tradicional, focando no impacto social e no respeito às diferenças.</p></li></ul>]]></description>
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         <pubDate>2026-09-24 03:34:22 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Desafio: A Pirâmide Social de Roma Antiga</title>
         <author>marinakuranaga</author>
         <link>https://padlet.com/Ensina_Brasil/ConstruindoaCulturaqueQueremos/wish/4068068009</link>
         <description><![CDATA[<p><strong>1. Contexto e Personagens</strong></p><p>A atividade foi realizada com estudantes do <strong>6º ano</strong>, durante as aulas de História, a partir do estudo da organização social da <strong>Roma Antiga</strong>. A turma foi dividida em equipes para participar de um desafio de investigação e resolução de problemas.</p><p><strong>2. Desafio</strong></p><p>Os estudantes precisavam identificar as diferentes classes sociais romanas e <strong>montar corretamente a pirâmide social a partir de pistas</strong>. A proposta também buscou recompor habilidades de <strong>leitura e interpretação</strong>, trabalhando a compreensão de informações presentes nos textos.</p><p><strong>3. Solução</strong></p><p>A atividade foi estruturada como um <strong>desafio em equipes</strong>. Cada grupo recebeu pistas sobre os diferentes grupos sociais e precisou ler, interpretar, comparar informações e reconhecer padrões para descobrir a posição de cada grupo na pirâmide. A proposta também mobilizou habilidades da <strong>BNCC Computação</strong>, especialmente <strong>decomposição e reconhecimento de padrões</strong>.</p><p><strong>4. Impacto</strong></p><p>A dinâmica tornou a aprendizagem mais <strong>lúdica, colaborativa e participativa</strong>, permitindo que os estudantes desenvolvessem leitura, interpretação, argumentação e resolução de problemas enquanto consolidavam os conhecimentos sobre a sociedade romana.</p><p><strong>5. Futuro</strong></p><p>A estratégia pode ser ampliada para outros conteúdos de História, utilizando <strong>desafios, pistas, jogos e organização de informações</strong> como forma de recompor habilidades e integrar competências da BNCC Computação às aprendizagens da disciplina.</p>]]></description>
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         <pubDate>2026-09-24 17:42:18 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/Ensina_Brasil/ConstruindoaCulturaqueQueremos/wish/4068068009</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Desafio Geopolítico: conhecendo o MCCA</title>
         <author>marinakuranaga</author>
         <link>https://padlet.com/Ensina_Brasil/ConstruindoaCulturaqueQueremos/wish/4068108448</link>
         <description><![CDATA[<p><strong>1. Contexto e Personagens</strong></p><p>A experiência foi desenvolvida com estudantes do <strong>8º ano do Ensino Fundamental II</strong>, nas aulas de Geografia, como parte do trabalho de recomposição de aprendizagens e preparação para a Olimpíada de Geopolítica. A atividade envolveu os estudantes organizados em <strong>equipes</strong>, com a mediação da professora, em uma dinâmica de aprendizagem colaborativa.</p><p><br/></p><p><strong>2. Desafio</strong></p><p>A partir das observações em sala, identificamos a necessidade de fortalecer habilidades de <strong>leitura e interpretação de diferentes linguagens</strong>, especialmente textos, mapas, gráficos e informações geográficas. Ao mesmo tempo, buscávamos preparar os estudantes para os desafios da <strong>Olimpíada de Geopolítica</strong>, tornando esse processo mais significativo e motivador.</p><p><br/></p><p><strong>3. Solução</strong></p><p>Criamos um <strong>desafio em formato de rotação por estações</strong>, tendo como tema os países integrantes do <strong>Mercado Comum Centro-Americano (MCCA)</strong>. Divididos em equipes, os estudantes passaram por diferentes estações, nas quais precisavam <strong>ler pistas, interpretar informações, localizar países em mapas e relacionar características aos respectivos territórios</strong>.</p><p>Para aumentar o engajamento, a atividade foi organizada como uma competição saudável entre as equipes, com uma <strong>premiação para o grupo vencedor</strong>.</p><p><br/></p><p><strong>4. Impacto</strong></p><p>A atividade possibilitou trabalhar, de forma lúdica e colaborativa, habilidades de <strong>leitura, interpretação, localização espacial, análise de informações e argumentação</strong>, além de favorecer a participação e o protagonismo dos estudantes.</p><p>A experiência também integrou o processo de preparação para a <strong>Olimpíada Brasileira de Geopolítica</strong>, que, nesta edição, resultou na conquista de <strong>18 medalhas pelos estudantes da escola</strong>, evidenciando o envolvimento dos alunos com as aprendizagens relacionadas à Geografia e à Geopolítica.</p><p><br/></p><p><strong>5. Futuro</strong></p><p>A proposta pode ser ampliada para outros conteúdos, utilizando o formato de <strong>desafios, estações e competições colaborativas</strong> para recompor aprendizagens e preparar os estudantes para avaliações e olimpíadas.</p><p>A ideia é transformar a preparação para a Olimpíada em um <strong>processo contínuo</strong>, no qual a leitura, a interpretação e a análise geográfica sejam desenvolvidas ao longo das aulas, e não apenas como preparação pontual para a competição.</p>]]></description>
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         <pubDate>2026-09-24 18:17:47 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/Ensina_Brasil/ConstruindoaCulturaqueQueremos/wish/4068108448</guid>
      </item>
      <item>
         <title>ETI Irmã Ceciliana Gross-Tempestade de Ideias em Desenhos – Eletivas em Ciências</title>
         <author>jessicacanelavaz1993</author>
         <link>https://padlet.com/Ensina_Brasil/ConstruindoaCulturaqueQueremos/wish/4068270038</link>
         <description><![CDATA[<p>Tempestade de Ideias em Desenhos – Eletivas em Ciências</p><p>A atividade “Tempestade de Ideias” foi realizada de forma criativa e participativa. Cada estudante teve a oportunidade de expressar, por meio de um desenho de sua escolha, aquilo que imaginava ou gostaria de vivenciar nas eletivas relacionadas à Ciência. Surgiram diferentes ideias, representando a curiosidade, a criatividade e o interesse dos alunos pelo conhecimento científico. A proposta valorizou a expressão individual, o protagonismo estudantil e a construção coletiva de ideias, mostrando que a Ciência também pode ser explorada por meio da arte e da imaginação.</p><p><br></p><p>IMPACTO:</p><p>A atividade proporcionou um impacto significativo nos estudantes ao estimular a criatividade, a curiosidade e o protagonismo. Por meio dos desenhos, todos puderam expressar livremente seus interesses e ideias sobre as eletivas de Ciências, sentindo-se parte da construção das propostas. A atividade também favoreceu a participação de toda a turma, a valorização das diferentes ideias e o interesse pela Ciência, tornando o processo de aprendizagem mais leve, participativo e significativo.</p><p><br></p>]]></description>
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         <pubDate>2026-09-24 22:08:03 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/Ensina_Brasil/ConstruindoaCulturaqueQueremos/wish/4068270038</guid>
      </item>
      <item>
         <title>ETI Irmã Ceciliana Gross- Folclore na ciência </title>
         <author>jessicacanelavaz1993</author>
         <link>https://padlet.com/Ensina_Brasil/ConstruindoaCulturaqueQueremos/wish/4068311825</link>
         <description><![CDATA[<p>A atividade “Folclore na Ciência” envolveu os estudantes do 7º ano em uma proposta lúdica que aproximou a cultura popular do conhecimento científico. Os alunos conheceram personagens do folclore brasileiro, como Saci, Curupira, Iara e Boitatá, e foram convidados a colorir os personagens, relacionando cada um deles a elementos da natureza e a temas científicos. A atividade estimulou a criatividade, a participação e a valorização da cultura brasileira, mostrando que Ciência e cultura podem dialogar de maneira divertida e significativa.</p><p><br/></p><p>Impacto:</p><p>A atividade contribuiu para despertar o interesse dos alunos pela Ciência e pela cultura brasileira, tornando a aprendizagem mais divertida e significativa. O momento de colorir favoreceu a criatividade, a concentração e a expressão artística, além de estimular a participação de toda a turma. A proposta também ajudou os estudantes a perceberem que elementos do folclore podem ser relacionados à natureza, aos animais e aos fenômenos científicos, ampliando seus conhecimentos de forma lúdica e interdisciplinar.</p>]]></description>
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         <pubDate>2026-09-24 22:14:00 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/Ensina_Brasil/ConstruindoaCulturaqueQueremos/wish/4068311825</guid>
      </item>
      <item>
         <title>ETI Irmã Ceciliana Gross-Construindo o Sistema Solar</title>
         <author>jessicacanelavaz1993</author>
         <link>https://padlet.com/Ensina_Brasil/ConstruindoaCulturaqueQueremos/wish/4068314223</link>
         <description><![CDATA[<p>Produção do Sistema Solar – 7º Ano</p><p>A produção do Sistema Solar foi realizada com os estudantes do 7º ano como uma atividade prática e criativa para aprofundar os conhecimentos sobre o Sol, os planetas e os demais corpos celestes. Os alunos participaram da construção e organização dos elementos, representando suas características e posições no Sistema Solar. A atividade possibilitou transformar o conteúdo estudado em uma experiência visual e colaborativa, estimulando a criatividade, o trabalho em equipe e a curiosidade científica.</p><p><br></p><p>Impacto:</p><p>A atividade teve um impacto positivo ao tornar o estudo do Sistema Solar mais concreto, visual e participativo. Os estudantes puderam compreender melhor a organização dos planetas e outros corpos celestes, enquanto desenvolviam criatividade, trabalho em equipe, autonomia e interesse pela Astronomia. A construção do modelo também favoreceu a aprendizagem colaborativa e aproximou os conhecimentos científicos da prática.</p>]]></description>
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         <pubDate>2026-09-24 22:18:30 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/Ensina_Brasil/ConstruindoaCulturaqueQueremos/wish/4068314223</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Batalha Naval no Plano Cartesiano ⚓📍</title>
         <author>samanthamoura78</author>
         <link>https://padlet.com/Ensina_Brasil/ConstruindoaCulturaqueQueremos/wish/4068552762</link>
         <description><![CDATA[<p>Recentemente, desenvolvi com uma turma do 8º ano uma atividade de <strong>Batalha Naval</strong>, utilizando a dinâmica do jogo como estratégia para trabalhar conceitos relacionados ao plano cartesiano, localização de pontos e malha quadriculada.</p><p>A proposta foi realizada em duplas, com o auxílio de um material de apoio. Os estudantes deveriam distribuir suas embarcações na malha e, durante o jogo, utilizar as coordenadas para tentar localizar e afundar as embarcações do colega.</p><p>Minha intenção foi tornar um conteúdo que pode parecer abstrato mais próximo da realidade dos estudantes, utilizando uma atividade lúdica para que eles pudessem compreender, na prática, como funciona a localização de pontos no plano.</p><p>Durante a atividade, pude observar um envolvimento muito positivo da turma. Os estudantes interagiram entre si, compartilharam informações e, em diversos momentos, ajudaram os colegas a compreender como identificar e executar corretamente as coordenadas.</p><p>Mais do que trabalhar Matemática, a atividade proporcionou momentos de cooperação, comunicação, raciocínio lógico e aprendizagem entre pares. Os estudantes puderam aprender enquanto jogavam, testavam estratégias e construíam seus conhecimentos coletivamente.</p><p>Para mim, foi muito significativo perceber que, quando utilizamos diferentes formas de ensinar, os alunos conseguem se envolver de maneira diferente com o conteúdo. A Batalha Naval transformou a sala de aula em um espaço de investigação, interação e descoberta, tornando o aprendizado do plano cartesiano mais significativo e prazeroso.</p>]]></description>
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         <pubDate>2026-09-25 02:51:25 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/Ensina_Brasil/ConstruindoaCulturaqueQueremos/wish/4068552762</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Produção de cartaz </title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/Ensina_Brasil/ConstruindoaCulturaqueQueremos/wish/4069648288</link>
         <description><![CDATA[<p>Na aula de Português, os alunos produziram cartazes de conscientização, criando frases para transmitir uma mensagem de forma clara e objetiva. A atividade também envolveu a análise sintática, com a identificação do sujeito e do predicado nas frases produzidas.</p>]]></description>
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         <pubDate>2026-09-25 23:21:24 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/Ensina_Brasil/ConstruindoaCulturaqueQueremos/wish/4069648288</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Papo de Respeito (TJMS + SED.MS)</title>
         <author>pazprofa</author>
         <link>https://padlet.com/Ensina_Brasil/ConstruindoaCulturaqueQueremos/wish/4075397124</link>
         <description><![CDATA[<p><strong>Ensinas:</strong> Jennyfer Paz e Luana Arruda | <strong>Escola:</strong> E. E. Lino Villachá</p><p><br></p><p>O <em>Papo de Respeito</em>, em parceria com o TJMS e a SED-MS, mobilizou as turmas de 1º ano no combate à violência contra a mulher e no incentivo a uma cultura de paz. A iniciativa é de extrema relevância por alcançar jovens no início de suas vivências afetivas, proporcionando um espaço necessário para debater relacionamentos saudáveis, respeito e prevenção às violências. Após rodas de conversa sobre igualdade de gênero, prevenção às violências e uso consciente de redes sociais, os estudantes assumiram o protagonismo na criação de campanhas publicitárias institucionais (vídeos curtos, outdoors e carrosséis educativos). A ação transformou o ambiente escolar em um espaço de escuta, empatia, reflexão crítica e expressão artística autoral. Atualmente, a campanha selecionada da nossa escola está na <strong>fase de votação popular</strong> e estamos confiantes e na torcida para conquistar o primeiro lugar!</p><p><br></p><p><strong>DADOS DE IMPACTO</strong></p><ul><li><p><strong>Alcance no 1º Ano:</strong> 9 turmas acompanhadas (~270 estudantes mobilizados nas palestras e dinâmicas).</p></li><li><p><strong>Impacto Direto na Produção:</strong> 7 turmas (~210 estudantes) desenvolveram e finalizaram campanhas publicitárias completas.</p></li><li><p><strong>Classificação para o Concurso:</strong> 1 turma selecionada (7 estudantes) para representar a escola na votação e etapa final do TJMS.</p></li></ul><p><br></p><p><strong>REGISTROS (FOTOS E VÍDEOS)</strong></p><p><br></p><p><strong>Link do Drive:</strong> <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://drive.google.com/drive/folders/17Z47q_zlA7cmUbm_zpMVH8fzNiqOpS-y?usp=drive_link">https://drive.google.com/drive/folders/17Z47q_zlA7cmUbm_zpMVH8fzNiqOpS-y?usp=drive_link</a></p>]]></description>
         <enclosure url="https://drive.google.com/drive/folders/17Z47q_zlA7cmUbm_zpMVH8fzNiqOpS-y?usp=drive_link" />
         <pubDate>2026-09-29 20:24:11 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Semana da Saúde Mental: Setembro Amarelo e Valorização da Vida </title>
         <author>pazprofa</author>
         <link>https://padlet.com/Ensina_Brasil/ConstruindoaCulturaqueQueremos/wish/4075452396</link>
         <description><![CDATA[<p><strong>Ensinas:</strong> Jennyfer Paz e Luana Arruda | <strong>Escola:</strong> E. E. Lino Villachá</p><p><br/></p><p>A <strong>Semana da Saúde Mental</strong> (21 a 25 de setembro) promoveu a empatia, o fortalecimento de vínculos interpessoais e a valorização da vida, integrando<strong> </strong>Ciclos de Cine-debat<strong>e</strong>, dinâmicas em sala de aula e intervenções artísticas na escola. Pautadas pelos combinados de <em>sigilo, julgamento zero, acolhimento e direito ao silêncio</em>, as ações foram personalizadas para as demandas de cada ciclo:</p><p><br/></p><ul><li><p> <strong>1.º Ano - Vulnerabilidade e Aceitação:</strong> Exibição do curta <em>"O Menino, a Toupeira, a Raposa e o Cavalo"</em>, reflexão sobre a música <em>Epitáfio</em> (Titãs) e escrita das <em>Cartas para a Tempestade</em>.</p></li><li><p> <strong>2.º Ano - Máscaras e Pressões do Futuro:</strong> Exibição de <em>"Além do que se vê"</em>, mapeamento das "máscaras" sociais (<em>"tá tudo bem"</em>, <em>"só tô cansado"</em>), debate sobre a canção <em>Tempo Perdido</em> (Legião Urbana) e troca de <em>Cartas de Afeto</em>.</p></li><li><p><strong>3.º Ano -  Cargas da Reta Final:</strong> Exibição de <em>"O Menino que Engoliu o Choro"</em>, construção do <em>"Mar de Dentro"</em>, reflexão sobre o poema de Carlos Drummond de Andrade e a dinâmica <em>"Alívio da Mochila Invisível"</em>.</p><p><br/></p></li></ul><p>Na <strong>Culminância</strong>, a escola transformou-se num painel vivo de esperança com o preenchimento da <em>Árvore dos Sonhos</em>, do <em>Mural de Motivos para Ficar</em>, produção dos <em>Painéis com Marcas das Mãos em Tinta Amarela</em> e <em>Mensagens de Afeto com Giz no Chão</em>. A <strong>Troca de Cartas Anônimas</strong> revelou dores profundas acumuladas, convertendo-se numa importante teia de acolhimento mútuo e direcionamento para a rede de apoio.</p><p><br/></p><p> <strong>DADOS DE IMPACTO</strong></p><ul><li><p>T<strong>otal de Estudantes Alcançados:</strong> <strong>19 turmas</strong> mobilizadas, impactando cerca de <strong>475 estudantes</strong> (média de 25 alunos por turma).</p><p><br/></p></li></ul><p><strong>REGISTROS (FOTOS E VÍDEOS)</strong> </p><p><br/></p><p><strong>Link do Drive:</strong> <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://drive.google.com/drive/folders/1bUr1851-t82ahi9kc9LHW3N4Nm5AOhl_?usp=drive_link">https://drive.google.com/drive/folders/1bUr1851-t82ahi9kc9LHW3N4Nm5AOhl_?usp=drive_link</a></p>]]></description>
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         <pubDate>2026-09-29 20:44:44 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/Ensina_Brasil/ConstruindoaCulturaqueQueremos/wish/4075452396</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Oficina de Garfite 🫟 </title>
         <author>biancasantosfernandes85</author>
         <link>https://padlet.com/Ensina_Brasil/ConstruindoaCulturaqueQueremos/wish/4075690569</link>
         <description><![CDATA[<p>A ideia da oficina nasceu de uma inquietação: tínhamos muitos espaços em branco e os estudantes precisavam desenvolver um sentimento maior de pertencimento, trazer a realidade deles para dentro do ambiente escolar seria o melhor caminho. </p><p><br></p><p>Foi assim que nasceu a Oficina de Grafite, protagonizada por alguns estudantes do 9º ano. Para tornar tudo isso possível, contei com os artistas locais Yasmina e TJ, que foram incríveis e toparam o projeto na mesma hora em que fiz o convite. Com a orientação deles, os estudantes tiveram a oportunidade de se expressar com autonomia e deixar, literalmente, a sua marca na escola.</p><p><br></p><p>Apesar de a ação ter acontecido hoje (29/09/2026), os impactos já são visíveis e emocionantes. A arte foi eternizada em frente ao refeitório, um dos espaços onde os alunos passam mais tempo convivendo. O mais legal foi o destaque para a palavra "equidade", um termo que muitos ainda não conheciam agora não apenas dá cor ao mural, mas se tornou acessível ao vocabulário e à vivência diária de cada um deles, com todo o seu significado.</p><p><br></p><p><br></p>]]></description>
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         <pubDate>2026-09-29 23:37:02 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/Ensina_Brasil/ConstruindoaCulturaqueQueremos/wish/4075690569</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Sangue Latino</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/Ensina_Brasil/ConstruindoaCulturaqueQueremos/wish/4079610878</link>
         <description><![CDATA[<p>O <strong>Sangue Latino</strong> foi um projeto pensado para fazer a escola olhar para a América Latina de um jeito mais próximo, crítico e vivo. A ideia era ir além daquela visão de estudar os países apenas pelo mapa, bandeira ou capital. Cada turma ficou responsável por um país e, ao longo do projeto, pesquisou sua história, cultura, população, questões políticas, sociais, ambientais e geográficas. O objetivo principal foi fazer os estudantes perceberem que fazemos parte da América Latina e que existe uma diversidade enorme de povos, histórias e identidades que muitas vezes aparecem muito pouco dentro da escola.</p><p><br/></p><p>Os <strong>principais idealizadores do projeto fomos eu, Felipe Leonardo, e a professora de Matemática e parceira Patrícia Castro</strong>, com a colaboração de toda a comunidade escolar. O projeto também contou com a participação do colega do Ensina Brasil <strong>Joel Correia</strong>, que ficou responsável principalmente pelos registros do evento. Foi uma construção muito coletiva, envolvendo estudantes, professores, equipe gestora e demais profissionais da escola em diferentes etapas.</p><p><br/></p><p>No dia do evento, a escola praticamente inteira foi ocupada pelos trabalhos. Tivemos <strong>painéis políticos, geográficos, ambientais, históricos e culturais</strong>, além de maquetes, mapas, produções artísticas e pesquisas feitas pelos próprios estudantes. Cada turma encontrou uma forma diferente de representar o país que estudou, então o resultado ficou muito diverso: tinha desde discussões sobre formação histórica e desigualdade social até culinária, religiosidade, arquitetura, manifestações culturais e questões ambientais. Mais do que entregar um trabalho pronto, os estudantes precisaram pesquisar, selecionar informações, construir os materiais e explicar aquilo que tinham aprendido.</p><p><br/></p><p>A programação também foi pensada para que o projeto não ficasse restrito aos painéis. Tivemos <strong>coral, banda marcial, apresentações e diferentes danças latino-americanas</strong>, transformando o espaço da escola em um grande momento de encontro. As danças tiveram um papel muito importante porque permitiram trabalhar a cultura também pelo corpo, pela música e pela experiência coletiva. Foi muito interessante ver estudantes que nem sempre aparecem tanto nas atividades tradicionais assumindo outros lugares durante as apresentações, seja dançando, apresentando, organizando ou ajudando os colegas.</p><p><br/></p><p>O <strong>Sangue Latino também foi uma atividade antirracista</strong>. Desde o planejamento, a proposta foi não contar a história da América Latina somente a partir da colonização europeia ou de uma ideia folclorizada dos países. Procuramos colocar no centro as contribuições e resistências dos <strong>povos indígenas, das populações negras e afro-latinas</strong>, além de discutir colonização, escravização, desigualdades e as diferentes formas como essas populações construíram a cultura latino-americana. Trabalhar antirracismo aqui não foi fazer uma atividade separada sobre racismo, mas mudar a perspectiva pela qual os estudantes olhavam para a história e para a formação desses países.</p>]]></description>
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         <pubDate>2026-10-01 23:05:56 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>O Simulador de Dilemas Digitais na Maratona Tech</title>
         <author>alexsrodrgs</author>
         <link>https://padlet.com/Ensina_Brasil/ConstruindoaCulturaqueQueremos/wish/4080949886</link>
         <description><![CDATA[<p>📌 <strong>Relato de Experiência: O Simulador de Dilemas Digitais na Maratona Tech</strong></p><p>📝 <strong>Descrição</strong></p><ul><li><p>A prática buscou ensinar privacidade de dados, segurança na web e os princípios da LGPD de forma tangível para turmas do 8º ano da Escola Estadual Juarez.</p></li><li><p>Utilizou-se o emulador gamificado <strong>"O Preço do Robux"</strong> integrado à Maratona Tech como uma ponte prática para desconstruir a teoria abstrata.</p></li></ul><p>⚙️ <strong>Metodologia</strong></p><ul><li><p><strong>Aula 1 – A "Armadilha Pedagógica":</strong> Apresentação de uma atividade lúdica simulando Stories do Instagram que ofereciam moedas virtuais gratuitas. Ao inserirem dados reais, os estudantes enfrentaram um "glitch" proposital na tela que revelava como essas informações poderiam ser usadas em fraudes.</p></li><li><p><strong>Desconstrução do Prompt Base:</strong> Compartilhamento da instrução dada à Inteligência Artificial para estruturar a atividade. O comando contemplava 4 fases: <em>A Isca</em>, <em>Interatividade Sequencial</em>, <em>A Reviravolta (O Dilema)</em> e <em>Debriefing &amp; CTA</em>.</p></li><li><p><strong>Aula 2 – Reflexão e Criação:</strong> Fase dedicada ao debate da pegada digital e ao desenvolvimento de novas simulações pelos próprios estudantes.</p></li></ul><p>🚀 <strong>Protagonismo do Aluno</strong></p><ul><li><p><strong>Liderança na Apresentação:</strong> Na Aula 2, os alunos assumiram a frente da sala para expor seus slides, reflexões e exercitar a oratória técnica.</p></li><li><p><strong>De Usuários a Desenvolvedores:</strong> Duas equipes de alunas, inspiradas pela atividade, utilizaram o <strong>Gemini Canvas</strong> para programar e arquitetar seus próprios emuladores autorais.</p></li><li><p><strong>Criação Autônoma de Simuladores:</strong> As alunas adaptaram o formato de jogo para uma simulação interativa em primeira pessoa no estilo WhatsApp (<em>dark mode</em>), recriando a dinâmica real do "golpe do novo número / PIX de R$ 5.000".</p></li></ul><p>🎯 <strong>Impacto</strong></p><ul><li><p><strong>Sensibilização Real:</strong> Desconstrução imediata da sensação de invulnerabilidade dos adolescentes na internet.</p></li><li><p><strong>Letramento Digital e em IA:</strong> Os alunos aprenderam como funcionam as interfaces persuasivas e como elaborar comandos (prompts) em IA para resolução de problemas.</p></li><li><p><strong>Apropriação Tecnológica:</strong> Transição do susto inicial para a ação consciente, aplicando lógica de programação e cidadania digital.</p></li></ul><p>🔄 <strong>Como Replicar esta Prática</strong></p><ol><li><p><strong>Estrutura de Prompt para IA:</strong> Utilizar o modelo de prompt focado em gamificação (Isca ➔ Interatividade ➔ Reviravolta ➔ Debriefing) ajustado para adolescentes (13 a 14 anos) sem tom moralista.</p></li><li><p><strong>Criação com Gemini Canvas:</strong> Incentivar os alunos a utilizarem o Gemini Canvas para prototipar simuladores baseados em golpes reais (ex.: clonagem de WhatsApp e redes sociais).</p></li><li><p><strong>Metodologia Ativa:</strong> Garantir que a etapa de revelação dos riscos seja seguida pela liderança dos alunos na mediação dos debates e na criação de soluções.</p></li><li><p><strong>Evidências:</strong> Registros visuais das apresentações e simuladores desenvolvidos podem ser consultados no <a rel="noopener" class="ng-star-inserted" href="https://www.google.com/search?q=https://photos.app.goo.gl/JsLvt9CaMi4iRxtaA">álbum de fotos do projeto</a>. (<a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://photos.app.goo.gl/JsLvt9CaMi4iRxtaA">https://photos.app.goo.gl/JsLvt9CaMi4iRxtaA</a>)</p></li></ol>]]></description>
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         <pubDate>2026-10-02 16:45:50 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/Ensina_Brasil/ConstruindoaCulturaqueQueremos/wish/4080949886</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Matemática em movimento: tecnologia, desafios e aprendizagem!</title>
         <author>samanthamoura78</author>
         <link>https://padlet.com/Ensina_Brasil/ConstruindoaCulturaqueQueremos/wish/4082059853</link>
         <description><![CDATA[<p>Para executar exercícios de uma forma diferente, levei as <strong>turmas do 9º ano</strong> para a sala de tecnologia com o objetivo de trabalhar o conteúdo de <strong>volume dos sólidos</strong> de uma maneira diferente da tradicional aula de papel e caneta.</p><p>Os estudantes foram organizados em grupos de três e participaram de uma dinâmica com <strong>jogos matemáticos e desafios cronometrados</strong>, nos quais precisavam resolver questões envolvendo volume, registrar os cálculos e acompanhar o desempenho da equipe.</p><p>A proposta tinha como intenção utilizar a tecnologia e a gamificação para aumentar o envolvimento dos estudantes e proporcionar uma experiência em que pudessem aprender, testar estratégias, corrigir seus erros e buscar novas formas de resolver os problemas. O próprio jogo apresentava o resultado das respostas, permitindo que os estudantes tivessem um retorno imediato sobre seus acertos e erros.</p><p>Durante a atividade, percebi um <strong>engajamento muito maior</strong> do que em uma aula tradicional. O desafio de resolver as questões dentro de determinado tempo despertou o interesse dos estudantes, que passaram a discutir os cálculos, ajudar os colegas e buscar estratégias para melhorar o desempenho da equipe.</p><p>Ao final, comparamos o desempenho dos grupos considerando o tempo e a quantidade de questões resolvidas corretamente. Mais do que definir um vencedor, o momento possibilitou que os estudantes percebessem diferentes formas de pensar e resolver os problemas matemáticos.</p><p>Foi muito significativo perceber o entusiasmo das turmas ao utilizar a sala de tecnologia e ter contato com uma forma diferente de aprender Matemática. A experiência reforçou minha percepção de que <strong>a tecnologia, quando utilizada com intencionalidade pedagógica, pode favorecer o protagonismo, a colaboração e o interesse dos estudantes pela aprendizagem</strong>.</p><p>Essa atividade mostrou que aproximar a Matemática do universo digital dos alunos pode transformar uma revisão de conteúdo em uma experiência mais <strong>dinâmica, desafiadora e significativa</strong>.</p>]]></description>
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         <pubDate>2026-10-03 23:06:11 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Tanque dos tubarões. Unindo a base curricular com o aprendizado técnico. Pt.1</title>
         <author>aalvesbrendaa</author>
         <link>https://padlet.com/Ensina_Brasil/ConstruindoaCulturaqueQueremos/wish/4086634358</link>
         <description><![CDATA[<p>Turmas de Administração: Protótipos, Marketing e o Primeiro "Shark Tank"</p><p>​Subtítulo: Engenharia de Produtos, Comunicação Científica e Negócios Sustentáveis no CEEP Widal Roma</p><p>​Professora Brenda Alves- Biologia </p><p>Para o 3º bimestre dos 3°anos, os conteúdos de Alfabetização e Letramento Científico, Ética na Divulgação e Análise Crítica de Dados Ambientais (poluição, desmatamento e mudanças climáticas) ganharam vida em uma atividade prática: a criação de startups voltadas para resolver problemas ambientais de Campo Grande.</p><p>​No itinerário de Auxiliar de Administração, a regra exigia startups focadas no ramo empresarial, engenharia de produtos, materiais e processos sustentáveis. A turma se superou:</p><p>​Desenvolvimento de Produtos: os alunos foram divididos em equipes que criaram e apresentaram projetos de produtos ecológicos funcionais para a realidade local.</p><p>​Marketing e Branding: Equipes assumiram toda a imagem institucional, desenvolvendo o design de panfletos informativos com QR Code direcionando para o site da empresa e estratégias de marketing digital.</p><p>​A Arena Shark Tank:</p><p>Para a avaliação final, transformamos o auditório em uma banca de investidores. Distribui dinheiro simbólico para os próprios colegas de turma que estavam na plateia. Enquanto um grupo apresentava, os demais assistiam, faziam questionamentos críticos sobre a viabilidade e os dados científicos do projeto e "investiam" suas cédulas nos negócios mais promissores.</p><p>​A performance, o embasamento e os protótipos foram registrados em uma ficha técnica de avaliação. No próximo texto, conto como essa mesma dinâmica aconteceu no itinerário de Ciência de Dados!</p>]]></description>
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         <pubDate>2026-10-06 19:30:13 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Tanque dos tubarões. Unindo a base curricular com o aprendizado técnico. Pt.2</title>
         <author>aalvesbrendaa</author>
         <link>https://padlet.com/Ensina_Brasil/ConstruindoaCulturaqueQueremos/wish/4086635391</link>
         <description><![CDATA[<p>Turma de Ciência de Dados: Apps Inclusivos e a Disputa de Investimentos</p><p><br/></p><p>Subtítulo: Tecnologia Digital, Inclusão e Argumentação Técnica em Ação</p><p><br/></p><p>Dando sequência à nossa série de startups ambientais no CEEP Widal Roma, o itinerário de Ciência de Dados recebeu o desafio de traduzir a ciência ambiental para o universo digital, criando softwares, plataformas e aplicativos de conscientização ou monitoramento para Campo Grande.</p><p>A turma mostrou como a tecnologia pode ser uma grande aliada da sustentabilidade e da inclusão. O maior destaque foi o projeto de uma equipe formada por dois estudantes, um aluno com Transtorno do Espectro Autista (TEA) e outro com Deficiência Intelectual (DI), que desenvolveram um aplicativo funcional para denúncia de queimadas urbanas e rurais.</p><p>A Arena Shark Tank:</p><p>Assim como nas outras turmas, a apresentação seguiu a lógica do Shark Tank. Os alunos da plateia usaram seu dinheiro fictício para avaliar o potencial de cada tecnologia. A banca de "colegas investidores" fez perguntas exigentes sobre o funcionamento dos apps, a veracidade dos dados e a usabilidade das plataformas.</p><p>Ver o grupo de inclusão defendendo sua ideia, respondendo aos questionamentos da turma e recebendo investimentos simbólicos dos colegas foi um dos momentos mais marcantes do bimestre! Todo o processo seguiu os critérios da nossa ficha técnica de avaliação. No último texto, trago a experiência do itinerário Jurídico!</p>]]></description>
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         <pubDate>2026-10-06 19:31:16 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/Ensina_Brasil/ConstruindoaCulturaqueQueremos/wish/4086635391</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Tanque dos tubarões. Unindo a base curricular com o aprendizado técnico. Pt.3</title>
         <author>aalvesbrendaa</author>
         <link>https://padlet.com/Ensina_Brasil/ConstruindoaCulturaqueQueremos/wish/4086636708</link>
         <description><![CDATA[<p>Turmas de Auxiliar Jurídico: Leis Ambientais, Políticas Públicas e a Feira de Investidores</p><p><br/></p><p>Subtítulo: Legislação, Sustentabilidade e o Impacto do Letramento Científico na Prática</p><p><br/></p><p>Para encerrar a sequência de atividades do 3º bimestre no CEEP Widal Roma, a turma de Auxiliar Jurídico assumiu o pilar regulatório e social do projeto. Para este itinerário, a regra para a criação da startup exigia o vínculo direto com a legislação ambiental, estruturação de ONGs, empresas filantrópicas ou propostas de políticas públicas para mitigar os impactos das mudanças climáticas em nossa cidade.</p><p>Os estudantes precisaram dominar o texto das leis e os dados científicos sobre desmatamento e poluição para fundamentar juridicamente a atuação de suas organizações.</p><p>A Arena Shark Tank:</p><p>Na hora de ir para a frente da turma, o clima de negociação e debate tomou conta da sala:</p><p>Interpelações e Debates: A plateia (formada pelos demais grupos da turma) colocou os apresentadores à prova, questionando a viabilidade jurídica, o impacto social e a ética das propostas.</p><p>Investimento Crítico: Com o dinheiro simbólico em mãos, os alunos só investiam nas startups que apresentavam defesas sólidas, gesticulação firme e boa oratória.</p><p>Avaliação Integrada: Utilizando a ficha técnica de avaliação, pude pontuar desde o rigor do conteúdo teórico até a capacidade de comunicação e postura de cada estudante.</p><p>Essa metodologia aplicada a todos os itinerários provou que a alfabetização e o letramento científico ganham força real quando conectados à prática profissional e ao protagonismo dos estudantes.</p>]]></description>
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         <pubDate>2026-10-06 19:32:33 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/Ensina_Brasil/ConstruindoaCulturaqueQueremos/wish/4086636708</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Projeto de revitalização da biblioteca do CE Princesa Daiana</title>
         <author>vitorcruz1998_1</author>
         <link>https://padlet.com/Ensina_Brasil/ConstruindoaCulturaqueQueremos/wish/4090348651</link>
         <description><![CDATA[<p>Desde abril, foi identificado que o espaço da biblioteca estava sendo usado como depósito. A partir disso, foi escrito e apresentado um projeto de revitalização do espaço, visando o impacto em toda a comunidade escolar que se encontra hoje por volta dos 1800 alunos.</p><p><br/></p><p><strong>Metodologia</strong></p><p><br/></p><p>Os alunos dos nonos anos foram convidados para participar do projeto de forma voluntária. Uma vez inscritos, o projeto começou com a escuta inicial dos estudantes sobre o projeto com duas perguntas: “qual foi o motivo da inscrição e qual é sua biblioteca dos sonhos?”.</p><p>A partir disso, o projeto visa desenvolver habilidades como protagonismo, autonomia, organização e pertencimento ao espaço.</p><p>Todo encontro começa com uma roda de conversa, atualizando os processos para os alunos e indicando as demandas pendentes, depois, o momento “mão na massa”, onde efetivamente partimos para a organização.</p><p>Neste primeiro momento, o trabalho é braçal e de contagem: organizar o espaço de modo que a biblioteca fique transitável e fazer a contagem de todos os livros (escolares e literários) para depois ir à próxima fase: catalogação dos livros por gênero.</p><p><br/></p><p><strong>Resultados obtidos </strong></p><p><br/></p><p>Até o final do mês de setembro, o espaço que antes estava sem nenhuma condição de uso, já apresenta uma melhora significativa, mas ainda há bastante trabalho a ser feito. Os livros escolares já foram contabilizados e separados, alguns materiais que não pertenciam à biblioteca foram realocados, como 10 carteiras de estudantes e 2 mesas de professores. </p><p>O maior impacto gerado talvez não possa ser medido, mas sim observado. Os estudantes participantes apresentam melhora significativa na disciplina a qual o professor mediador leciona (geografia), tanto no comportamento quanto também nos resultados das atividades passadas no dia a dia. Os alunos apresentam o senso de pertencimento e responsabilidade quando veem que algo que arrumaram foi tirado do lugar, e também no incentivo àqueles que não estão participando do projeto. </p><p><br/></p><p>A revitalização está prevista para ser completa até o final de novembro, onde todos os dados e estatísticas serão apresentados à gestão.</p>]]></description>
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         <pubDate>2026-10-08 19:29:48 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/Ensina_Brasil/ConstruindoaCulturaqueQueremos/wish/4090348651</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Dinâmica sobre Taylorismo e Fordismo</title>
         <author>vitorcruz1998_1</author>
         <link>https://padlet.com/Ensina_Brasil/ConstruindoaCulturaqueQueremos/wish/4090356995</link>
         <description><![CDATA[<p><strong>Contexto</strong></p><p><br></p><p>Respeitando o planejamento de acordo com as demandas exigidas, é sempre um desafio ligar a habilidade à realidade dos estudantes. Pensando nisso e na importância do assunto para o primeiro ano técnico do Ensino Médio, dinâmicas que ligam à sequência Pedagogica da aula teórica, aliada a ferramentas do audiovisuais, ajudam os estudantes a incorporarem o conhecimento em sua realidade</p><p><br></p><p><strong>Metodologia</strong></p><p><br></p><p>Falando de mundo do trabalho, passamos pelos conceitos de taylorismo e fordismo. A partir disso, foi feita uma dinâmica a qual os alunos foram separados em grupos onde cada aluno tinha uma função específica na linha de montagem da produção. O produto? Casas populares feitas por uma empresa criada por um dos alunos, herança de uma dinâmica anterior.</p><p>Cada aluno deveria desenhar uma parte da estrutura da casa antes de passar para a próxima fase da produção (na sequência, parede, telhado, janela, chão e chaminé.) além disso, o grupo elegeu um gerente que controlava o tempo de cada etapa da produção. Na etapa do fordismo, cada etapa ficava no mesmo lugar, e o gerente passava etapa por etapa, simulando o modo de produção fordista.</p><p>As “casas” eram desenhadas no papel.</p><p><br></p><p><strong>Resultados</strong></p><p><br></p><p>Os alunos apresentaram autonomia, engajamento e comprometimento que pode ser notado nas avaliações da disciplina, além do feedback passado ao professor ajudando este a criar novas dinâmicas e entender a melhor forma de transmitir e construir o conhecimento</p><p>Depois, na etapa do Ford</p>]]></description>
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         <pubDate>2026-10-08 19:41:04 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Programa Passaporte para o Mundo - Visita à Embaixada do Japão</title>
         <author>barbaraliz2001</author>
         <link>https://padlet.com/Ensina_Brasil/ConstruindoaCulturaqueQueremos/wish/4091738861</link>
         <description><![CDATA[<p><strong>1. Contexto e personagens</strong></p><p>Os estudantes do CEPI JK, em Águas Lindas de Goiás, vivem em um contexto de vulnerabilidade social e têm acesso limitado a experiências culturais e institucionais fora de sua comunidade, especialmente em Brasília. Muitos ainda conhecem pouco sobre diplomacia, relações internacionais e culturas diferentes da sua. Nesse cenário, a escola busca ampliar horizontes e criar oportunidades para que estudantes comprometidos, com bom comportamento e dedicação às atividades escolares, tenham suas conquistas reconhecidas. Essa valorização é especialmente importante para as alunas, que também precisam encontrar espaços de protagonismo e reconhecimento por suas próprias trajetórias.</p><p><br/></p><p><strong>2. Desafio</strong></p><p>Como incentivar os estudantes a sonhar além de sua realidade imediata, conhecer outras culturas e descobrir novas possibilidades acadêmicas e profissionais? O desafio é mostrar que o conhecimento, a comunicação e o domínio de línguas estrangeiras, especialmente o inglês, podem aproximá-los do mundo e contribuir para sua formação como cidadãos globais. Também buscamos reconhecer o esforço dos estudantes e oferecer experiências que valorizem seu compromisso com a aprendizagem.</p><p><br/></p><p><strong>3. Solução</strong></p><p>A professora entrou em contato com a Secretaria do Entorno do Distrito Federal para verificar a continuidade de uma iniciativa da qual a escola já havia participado no ano anterior, quando se chamava PEPA (Programa Embaixada de Portas Abertas) e que passou a integrar o programa Passaporte para o Mundo. A articulação possibilitou a visita à Embaixada do Japão, em Brasília. Durante a experiência, os estudantes conheceram o funcionamento da instituição, suas atribuições diplomáticas e profissionais que atuam na representação japonesa, incluindo o ministro e embaixador <strong>Yasushi Noguchi</strong>, além de secretários e conselheiros. A visita foi pensada como uma oportunidade de aprendizagem, intercâmbio cultural e reconhecimento do empenho dos estudantes.</p><p><br/></p><p><strong>4. Impacto</strong></p><p>A experiência proporcionou aos estudantes contato direto com a cultura japonesa, suas artes, manifestações culturais, idioma e influência mundial, além de conhecimentos sobre o sistema de governo do Japão, a relação entre os dois países e o papel da Embaixada e de seus profissionais. A visita despertou curiosidade, promoveu trocas, questionamentos e novas perspectivas sobre o mundo. Os estudantes participaram com entusiasmo, aproveitaram a experiência e puderam conhecer uma realidade institucional que muitos ainda não tinham tido a oportunidade de vivenciar. Como continuidade, desenvolverão uma atividade de sistematização da visita, com produções informativas e reflexivas que serão apresentadas à comunidade escolar, compartilhando os aprendizados e ampliando o alcance da iniciativa.</p><p><br/></p><p><strong>5. Futuro</strong></p><p>A proposta pretende fortalecer uma cultura escolar em que dedicação e protagonismo sejam reconhecidos, e em que os estudantes tenham oportunidades concretas de ampliar seus repertórios e perspectivas de futuro. A visita também pode servir de inspiração para novas investigações sobre idiomas, intercâmbios, profissões e relações internacionais.</p>]]></description>
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         <pubDate>2026-10-10 01:57:29 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/Ensina_Brasil/ConstruindoaCulturaqueQueremos/wish/4091738861</guid>
      </item>
      <item>
         <title>&quot;Green Voices Project&quot; - alunas do CEPI JK representam o Brasil no hackathon da rede English For All</title>
         <author>barbaraliz2001</author>
         <link>https://padlet.com/Ensina_Brasil/ConstruindoaCulturaqueQueremos/wish/4092154068</link>
         <description><![CDATA[<p><strong>CONTEXTO</strong></p><p>O projeto é desenvolvido por quatro alunas da 2ª série do Ensino Médio do CEPI JK, em Águas Lindas de Goiás, onde a seca, a oferta limitada de áreas verdes e a falta de espaços de lazer tornam os desafios ambientais parte da realidade local.</p><p><br/></p><p><strong>DESAFIO</strong></p><p>Investigar e dar visibilidade a problemas como a escassez de áreas verdes, as queimadas urbanas e o desmatamento, enfrentando a dificuldade de encontrar dados e informações locais confiáveis e acessíveis à população.</p><p><br/></p><p><strong>SOLUÇÃO</strong></p><p>O Green Voices, participante do Hackathon Global de Ação da Teach For All, propõe utilizar pesquisas, entrevistas e produção de materiais informativos para reunir e divulgar informações sobre os desafios ambientais do município, promovendo a conscientização dentro e fora da escola.</p><p><br/></p><p><strong>IMPACTO</strong></p><p>A iniciativa busca fortalecer o protagonismo das estudantes como jovens comunicadoras, ampliar o acesso à informação ambiental e incentivar a comunidade escolar a refletir sobre os problemas locais e participar da construção de um ambiente mais sustentável.</p>]]></description>
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         <pubDate>2026-10-10 14:52:21 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/Ensina_Brasil/ConstruindoaCulturaqueQueremos/wish/4092154068</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Combate ao Bullying e ao Racismo: Escuta Ativa, Acolhimento e Valorização da Vida 
</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/Ensina_Brasil/ConstruindoaCulturaqueQueremos/wish/4096315900</link>
         <description><![CDATA[<p>Na tentativa de promover a prevenção e o enfrentamento do bullying e do racismo no ambiente escolar, desenvolvendo a empatia, o respeito às diferenças e a valorização da vida. Estimulando&nbsp; a escuta ativa e o protagonismo juvenil por meio da criação e disseminação de conteúdos educativos baseados nas vivências dos estudantes, incentivando atitudes de acolhimento, respeito e combate às discriminações.</p><p>A iniciativa foi realizada por meio de rodas de conversa, escuta ativa e momentos de construção coletiva, nos quais os estudantes compartilharam experiências, refletiram sobre situações de bullying, racismo e sofrimento emocional e produziram conteúdos de conscientização para circulação na escola. As atividades foram articuladas à campanha Setembro Amarelo, relacionando a prevenção das violências à saúde emocional, ao acolhimento e à valorização da vida.</p><p>A ação resultou na criação e disseminação de uma campanha do Setembro Amarelo, com conteúdos voltados à conscientização sobre saúde emocional, prevenção do bullying e do racismo e valorização das diferenças. Os estudantes foram incentivados a reconhecer atitudes discriminatórias, refletir sobre suas consequências e identificar formas de buscar ajuda e acolher colegas. A iniciativa fortaleceu o diálogo entre os estudantes, ampliou os espaços de escuta e incentivou o protagonismo juvenil na construção de uma cultura escolar mais inclusiva, antirracista e respeitosa.</p><p><br></p>]]></description>
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         <pubDate>2026-10-13 13:55:36 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>História na Prática: Produção de Pergaminhos e Construção do Conhecimento Histórico</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/Ensina_Brasil/ConstruindoaCulturaqueQueremos/wish/4096321383</link>
         <description><![CDATA[<p>Com o objetivo de ampliar o interesse e a participação dos estudantes nas aulas de História, diante das reclamações sobre o excesso de conteúdos teóricos e a falta de atividades práticas. Promover uma aprendizagem significativa por meio da experimentação, da criatividade e da produção manual de materiais que aproximam os estudantes dos instrumentos e suportes utilizados nos processos de escrita de diferentes épocas históricas.</p><p>A atividade consistiu na elaboração de modelos de documentos em pergaminhos, buscando aproximar os estudantes das características dos registros escritos de outros períodos históricos. A proposta envolveu pesquisa, organização das informações históricas e confecção manual dos materiais, permitindo relacionar o conteúdo estudado à experiência prática de produzir documentos inspirados nas formas de escrita da época.</p><p>A atividade despertou o interesse e a satisfação dos estudantes com a produção dos materiais, favorecendo maior participação e envolvimento com o conteúdo. O trabalho manual possibilitou explorar a criatividade e aproximar a teoria da prática, tornando o processo de aprendizagem mais dinâmico. Como etapa de culminância, os estudantes realizarão uma exposição dialogada dos documentos produzidos, apresentando os conteúdos históricos e compartilhando os conhecimentos construídos com a comunidade escolar, fortalecendo o protagonismo juvenil, a comunicação e a aprendizagem colaborativa.</p><p><br></p>]]></description>
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         <pubDate>2026-10-13 13:58:48 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>SAEGO: Empatia, Protagonismo e Construção de Caminhos para o Futuro
</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/Ensina_Brasil/ConstruindoaCulturaqueQueremos/wish/4096326751</link>
         <description><![CDATA[<p>Com intenção de motivar os estudantes do 9º ano para a realização da avaliação do SAEGO, fortalecendo a confiança, o compromisso com a aprendizagem e a compreensão da importância dos resultados educacionais. Promover a empatia e a corresponsabilização entre as turmas, incentivar os estudantes dos demais anos a reconhecerem seu papel na construção de uma cultura de aprendizagem e os desafios enfrentados pelos colegas em momentos decisivos de sua trajetória escolar.</p><p>A atividade envolveu estudantes do 6º, 7º e 8º anos na produção de cartas e mensagens motivacionais destinadas às turmas do 9º ano. A proposta partiu da reflexão: <em>“</em><strong><em>Se eu estivesse realizando essa avaliação hoje, o que gostaria de ouvir?”</em>.</strong> Ao se colocarem no lugar dos colegas, os estudantes foram estimulados a desenvolver a empatia, reconhecer a importância do apoio coletivo e produzir mensagens de incentivo relacionadas à confiança, à dedicação aos estudos e às possibilidades de futuro. A iniciativa também buscou conectar o compromisso com a aprendizagem e os resultados das turmas à preparação para novos ciclos de vida e oportunidades educacionais.</p><p>A ação promoveu o exercício da empatia, o fortalecimento dos vínculos entre as turmas e a corresponsabilização pelo ambiente de aprendizagem. A produção das mensagens estimulou os estudantes a refletirem sobre seu papel no processo educacional, reconhecendo que o desempenho acadêmico é construído ao longo da trajetória escolar. Além de apoiar emocionalmente os alunos do 9º ano na preparação para o SAEGO, a iniciativa favoreceu um olhar mais crítico e responsável sobre o futuro, reforçando a importância dos estudos, da colaboração e da continuidade dos projetos de vida.</p><p><br></p>]]></description>
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         <pubDate>2026-10-13 14:02:00 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/Ensina_Brasil/ConstruindoaCulturaqueQueremos/wish/4096326751</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Da escola pública para a universidade: protagonismo estudantil e educação antirracista</title>
         <author>felipeleonardopinheiro</author>
         <link>https://padlet.com/Ensina_Brasil/ConstruindoaCulturaqueQueremos/wish/4097444336</link>
         <description><![CDATA[<p>No dia 07/10, tivemos a oportunidade de participar da <strong>XX Jornada Desigualdades Raciais na Educação Brasileira</strong>, promovida pelo NEPRE, na Universidade Federal de Mato Grosso (UFMT). A estudante Ana Gabrieli, da Escola Estadual Padre Firmo Pinto Duarte Filho, apresentou o trabalho que estamos desenvolvendo sobre a construção de um modelo de escola comprometida com a educação antirracista. Foi uma experiência importante, principalmente por permitir que uma estudante da educação básica ocupasse um espaço acadêmico para compartilhar conhecimentos produzidos dentro da própria escola.</p><p><br></p><p>O trabalho apresentado reuniu experiências que estamos construindo ao longo do ano, como projetos culturais, ações de protagonismo estudantil, formações de professores e atividades voltadas à valorização das identidades negras e indígenas. A ideia foi mostrar que a educação antirracista pode deixar de ser uma ação isolada e passar a fazer parte da organização e das práticas cotidianas da escola. Também compartilhamos nossos desafios, porque construir esse modelo exige continuidade, participação coletiva e mudanças que ainda estamos buscando.</p><p><br></p><p>Uma das coisas mais interessantes dessa experiência foi perceber uma inversão no caminho que estamos acostumados a ver. Geralmente, é a universidade que chega à escola para pesquisar, observar e apresentar propostas. Dessa vez, fomos nós que levamos uma experiência da escola pública para dentro da universidade. E não apenas pela perspectiva de um professor, mas pela voz de uma estudante que participa desse processo. Isso reforça algo em que acredito muito: a escola também é um espaço de produção de conhecimento e nossos estudantes podem participar ativamente dessa construção.</p><p><br></p><p>Para que isso acontecesse, tivemos um processo de preparação, organização das ideias, construção da apresentação e incentivo à autonomia da Ana Gabrieli. Mais do que preparar alguém para apresentar um trabalho, a intenção foi oferecer uma oportunidade real de desenvolvimento. Como professor, considero importante identificar os interesses e as potencialidades dos estudantes e criar situações em que eles possam experimentar novos espaços, desenvolver sua comunicação e assumir responsabilidades. Nem sempre essas oportunidades aparecem espontaneamente, então também cabe a nós incentivá-las.</p><p><br></p><p>Como resultado, conseguimos compartilhar uma prática da nossa escola, ampliar o diálogo sobre educação antirracista e proporcionar uma experiência acadêmica a uma estudante do ensino médio. A principal aprendizagem que levo é que o protagonismo estudantil precisa acontecer na prática, com participação nas decisões, confiança e oportunidades concretas. Também fica o desejo de continuar aproximando a escola pública da universidade, não apenas para aprender com ela, mas para contribuir com aquilo que construímos diariamente. Afinal, nossos estudantes também têm muito a dizer, pesquisar e ensinar.</p>]]></description>
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         <pubDate>2026-10-14 03:46:25 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/Ensina_Brasil/ConstruindoaCulturaqueQueremos/wish/4097444336</guid>
      </item>
      <item>
         <title>SUELY CARD CAPTORS</title>
         <author>felipeleonardopinheiro</author>
         <link>https://padlet.com/Ensina_Brasil/ConstruindoaCulturaqueQueremos/wish/4097450858</link>
         <description><![CDATA[<p>O <strong>Céu de Suely</strong> é um projeto que desenvolvo na Escola Estadual Padre Firmo Pinto Duarte Filho, pensado como um espaço de acolhimento, troca de experiências e fortalecimento do protagonismo feminino. A proposta é criar momentos em que as estudantes possam conversar sobre suas vivências, refletir sobre suas escolhas e desenvolver mais autonomia e confiança.</p><p><br/></p><p>Uma das atividades que construímos foi a <strong>Cartas Suely</strong>, inspirada no universo do anime <em>Sakura Card Captors</em>. A ideia foi transformar a criação de cartas em uma experiência de autoconhecimento, criatividade e expressão. Cada estudante pôde construir cartas com significados próprios, relacionando símbolos, sentimentos, características pessoais e reflexões sobre quem são e quem desejam ser.</p><p><br/></p><p>O mais interessante foi trabalhar essas questões de uma maneira diferente das conversas tradicionais. A referência à cultura pop ajudou a aproximar a atividade do universo das estudantes, enquanto a produção artística abriu espaço para que expressassem suas identidades e compartilhassem experiências. Além disso, a construção coletiva permitiu exercitar a escuta, a criatividade e o respeito às diferentes histórias.</p><p><br/></p><p>Essa prática reforçou algo que considero importante no projeto: <strong>o protagonismo também se constrói quando oferecemos espaços para que as estudantes se conheçam, criem e tenham suas ideias valorizadas.</strong> Nem toda aprendizagem precisa começar com um conteúdo formal. Às vezes, uma atividade simples, com referências que fazem sentido para elas, pode abrir caminhos para conversas e reflexões muito importantes.</p>]]></description>
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         <pubDate>2026-10-14 03:50:48 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/Ensina_Brasil/ConstruindoaCulturaqueQueremos/wish/4097450858</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Quando Existir Já é um Ato Político</title>
         <author>felipeleonardopinheiro</author>
         <link>https://padlet.com/Ensina_Brasil/ConstruindoaCulturaqueQueremos/wish/4097467827</link>
         <description><![CDATA[<p>Nas aulas de Sociologia do Ensino Médio, desenvolvemos uma atividade com artistas negros e, em sua maioria, LGBTQIA+, pessoas trans, drag queens, lésbicas e artistas das periferias. A proposta foi apresentar aos estudantes nomes que nem sempre aparecem nos materiais escolares, mas que têm uma participação importante na construção da cultura brasileira e nas discussões sobre identidade, gênero, raça e sociedade.</p><p><br></p><p>A atividade foi organizada a partir de uma seleção de artistas que os estudantes deveriam pesquisar, conhecendo suas histórias, produções artísticas, músicas, posicionamentos e questões sociais que atravessam suas trajetórias. Depois, as turmas tiveram o desafio de construir painéis coletivos, reunindo as informações de maneira criativa. A ideia era que eles não apenas conhecessem os artistas, mas também entendessem como a arte pode ser uma forma de expressão, resistência e participação social.</p><p><br></p><p>Em um ano eleitoral, achei especialmente importante trabalhar política de uma maneira mais natural e próxima da realidade dos estudantes. Afinal, política não se resume a partidos, candidatos ou eleições. Ela também está presente nas músicas que ouvimos, nas pessoas que ganham visibilidade, nas identidades que são reconhecidas e nas diferentes formas de existir na sociedade. Foi uma oportunidade de discutir representatividade e posicionamentos políticos sem transformar a aula em uma disputa partidária.</p><p><br></p><p>Mais do que apresentar artistas diversos, a intenção foi contribuir para a construção de uma cultura escolar que conheça, respeite e acolha diferentes identidades e expressões. Uma das aprendizagens que busquei com essa prática foi mostrar que conhecer outras realidades amplia nossas referências e ajuda a questionar preconceitos que muitas vezes são reproduzidos sem reflexão. <strong>A Sociologia também pode acontecer assim: pela música, pela arte e pela descoberta de pessoas e histórias que merecem fazer parte do nosso repertório cultural.</strong></p>]]></description>
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         <pubDate>2026-10-14 04:04:18 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/Ensina_Brasil/ConstruindoaCulturaqueQueremos/wish/4097467827</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Bazar Solidário</title>
         <author>iiuriisousa</author>
         <link>https://padlet.com/Ensina_Brasil/ConstruindoaCulturaqueQueremos/wish/4098725351</link>
         <description><![CDATA[<p>A Escola Estadual Presidente Vargas reúne estudantes de diferentes realidades socioeconômicas, o que significa que parte dos nossos alunos é muito pobre, enquanto outra é muito rica. </p><p><br></p><p>Pensando nessa diversidade e no calendário de eventos temáticos da escola, surgiu o “Bazar Solidário”.</p><p><br></p><p>A ideia é que, nos dias que antecedem nossos eventos, a comunidade escolar possa doar roupas e itens relacionados à temática; durante o Intervalo Cultural daquele mês, os alunos que não têm condições de adquirir esses itens podem escolher gratuitamente o que lhes agradar, como aconteceu no Bazar Junino (fotos), por exemplo.</p><p><br></p><p>O intuito é ampliar as condições de participação dos estudantes nas atividades e trabalhar conceitos de solidariedade e equidade sem transformar as diferenças socioeconômicas em barreiras à convivência.</p><p><br></p>]]></description>
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         <pubDate>2026-10-14 18:41:50 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/Ensina_Brasil/ConstruindoaCulturaqueQueremos/wish/4098725351</guid>
      </item>
      <item>
         <title>5 por 1: Escambo Literário</title>
         <author>iiuriisousa</author>
         <link>https://padlet.com/Ensina_Brasil/ConstruindoaCulturaqueQueremos/wish/4098741349</link>
         <description><![CDATA[<p>Após a mudança da biblioteca para um espaço maior, surgiu a necessidade de ocupar as novas prateleiras disponíveis. Assim nasceu o 5 por 1, uma iniciativa de incentivo à leitura e circulação do acervo escolar. </p><p><br/></p><p>A proposta é simples: a cada cinco livros doados, o aluno pode levar um livro de sua preferência (desde que não seja o único exemplar disponível na biblioteca).</p><p><br/></p><p>É válido ressaltar que a iniciativa segue regras específicas para preservar o acervo, mas já tem promovido uma rotatividade significativa dos livros e movimentado a biblioteca. </p><p><br/></p><p>Ademais, um aspecto interessante é que muitos alunos participam apenas doando livros, sem retirar outro em troca, contribuindo espontaneamente para ampliar as possibilidades de leitura dos colegas.</p>]]></description>
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         <pubDate>2026-10-14 18:56:27 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Galeria Vargas</title>
         <author>iiuriisousa</author>
         <link>https://padlet.com/Ensina_Brasil/ConstruindoaCulturaqueQueremos/wish/4098766921</link>
         <description><![CDATA[<p>Pensando em trabalhar o pertencimento e a conservação do patrimônio escolar, mobilizei os alunos do Ensino Fundamental para produzirem quadros destinados a uma parede degradada no corredor que leva à sala dos professores. </p><p><br></p><p>O espaço foi restaurado e recebeu as obras, acompanhadas da identificação de seus autores.</p><p><br></p><p>Além de valorizar a produção artística dos alunos, o ambiente se tornou um espaço de convivência e troca, onde estudantes e professores se encontram para conversar sobre arte. </p><p><br></p><p>A iniciativa foi tão bem recebida que a escola já manifestou interesse em ocupar outros espaços da mesma forma.</p><p><br></p>]]></description>
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         <pubDate>2026-10-14 19:22:21 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>CAVA - Controle de Atrasos do Vargas</title>
         <author>iiuriisousa</author>
         <link>https://padlet.com/Ensina_Brasil/ConstruindoaCulturaqueQueremos/wish/4098787976</link>
         <description><![CDATA[<p>Quando cheguei à escola, percebi que os registros de atrasos dos alunos eram feitos em um caderno, como parte de um processo extremamente frágil e sem integração a um fluxo efetivo de acompanhamento; na prática, a informação existia, mas não se convertia em ação. </p><p><br/></p><p>Esse cenário acabava dando ao aluno a sensação de que poderia chegar horas atrasado, sem justificativa ou qualquer consequência efetiva, como de fato acontecia.</p><p><br/></p><p>Considerando as responsabilidades legais da escola quanto ao acompanhamento da frequência escolar e os prejuízos que a perda recorrente da primeira aula pode representar para a aprendizagem, mobilizei os professores da área tecnológica do ensino profissional para desenvolver o CAVA. </p><p><br/></p><p>O sistema permite que as inspetoras registrem os atrasos em uma base de dados e, após três ocorrências, a coordenação receba uma notificação para realizar os encaminhamentos cabíveis. </p><p><br/></p><p>A iniciativa também reduz a carga operacional das inspetoras e demonstra como os conhecimentos tecnológicos disponíveis na própria instituição podem ser mobilizados para resolver problemas concretos da gestão escolar.</p><p><br/></p>]]></description>
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         <pubDate>2026-10-14 19:44:24 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Desafio das Bandeiras</title>
         <author>iiuriisousa</author>
         <link>https://padlet.com/Ensina_Brasil/ConstruindoaCulturaqueQueremos/wish/4098812128</link>
         <description><![CDATA[<p>Pensando em conferir maior intencionalidade pedagógica à Gincana da Festa Junina, que teve como tema “Uma Jornada pelo Mundo” (em alusão à Copa do Mundo) criei a etapa bônus “Desafio das Bandeiras”.</p><p><br/></p><p>A proposta aproveitou os países previamente atribuídos às turmas para desenvolver uma atividade interdisciplinar e transversal, articulando conhecimentos de Geografia, Matemática, Arte e Língua Portuguesa. Além disso, os alunos precisaram produzir um texto, mobilizando habilidades de pesquisa, leitura e escrita que, conforme a BNCC, devem ser desenvolvidas ao longo da Educação Básica, em diferentes componentes curriculares.</p><p><br/></p><p>Para os professores, a iniciativa também se tornou uma possibilidade de integrar objetivos de aprendizagem ao planejamento pedagógico, aproveitando uma atividade coletiva já prevista no calendário escolar.</p><p><br/></p><p>As bandeiras foram utilizadas na decoração da escola, reduzindo os custos com ornamentação e dando uma finalidade concreta às produções dos alunos. </p><p><br/></p><p>Ao final, as obras foram submetidas à votação popular on-line, realizada por formulário, o que ampliou o envolvimento da comunidade escolar e contribuiu para divulgar a festa durante o período em que o Instagram institucional estava desativado em razão das restrições eleitorais.</p><p><br/></p>]]></description>
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         <pubDate>2026-10-14 20:09:32 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/Ensina_Brasil/ConstruindoaCulturaqueQueremos/wish/4098812128</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Nossa escola, nossa gente</title>
         <author>iiuriisousa</author>
         <link>https://padlet.com/Ensina_Brasil/ConstruindoaCulturaqueQueremos/wish/4098849867</link>
         <description><![CDATA[<p>A pesquisa, apresentada na II Mostra Científica de Dourados/MS, partiu de um projeto homônimo e investiga como o protagonismo do Grêmio Estudantil e a aprendizagem entre pares (<em>peer learning</em>) podem influenciar o respeito às iniciativas e a conservação do patrimônio.</p><p><br/></p><p>O trabalho discutiu como atividades idealizadas e executadas pelos próprios estudantes podem gerar maior identificação e corresponsabilidade entre os pares, favorecendo o envolvimento e o cuidado com aquilo que é construído coletivamente.</p><p><br/></p><p>Durante a Mostra, foi proposta aos visitantes do estande a atividade interativa “Corrente Neural”, na qual cada participante era convidado a registrar uma boa ação em um papel e conectá-lo aos demais, formando uma corrente. A ideia era materializar a relação entre neurociência e aprendizagem, estimulando a reflexão sobre como atitudes positivas e experiências compartilhadas podem influenciar comportamentos e fortalecer as relações.</p><p><br/></p><p>A fundamentação dialoga com Lev Vygotsky, pela dimensão social da aprendizagem; Albert Bandura, pela aprendizagem social e pela influência dos modelos de comportamento; e Keith Topping, pesquisador de referência na sistematização da aprendizagem entre pares. </p><p><br/></p><p>O projeto destacou, assim, o potencial educativo do Grêmio para fortalecer o pertencimento e a responsabilidade coletiva no ambiente escolar, conquistando o segundo lugar e a medalha de prata na II Mostra Científica de Dourados/MS.</p><p><br/></p>]]></description>
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         <pubDate>2026-10-14 20:51:54 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Mídias Sociais </title>
         <author>iiuriisousa</author>
         <link>https://padlet.com/Ensina_Brasil/ConstruindoaCulturaqueQueremos/wish/4098864352</link>
         <description><![CDATA[<p>A partir da mobilização dos alunos em decorrência do projeto “O que a Julia vai ser?”, surgiu a oportunidade de estreitar a relação entre a Escola Estadual Presidente Vargas e o Centro Universitário da Grande Dourados (UNIGRAN), por iniciativa da presidente e mantenedora Cecília Tânia Grinberg Zauith, aproximando a universidade das demandas e possibilidades da educação básica.</p><p><br/></p><p>A parceria viabilizou a revitalização de um antigo laboratório de tecnologia da escola, transformado-o em uma sala multimídia voltada à produção de conteúdo e ao desenvolvimento de projetos.</p><p><br/></p><p>O espaço recebeu pintura, novas bancadas, materiais e uma organização pensada para diferentes usos pedagógicos, incluindo gravações de podcasts, produção de fotografias e criação de conteúdos para mídias sociais.</p><p><br/></p><p>Ademais, a aproximação com a UNIGRAN, especialmente com o curso de Arquitetura e Urbanismo, abriu caminho para novos projetos voltados ao aprimoramento dos espaços, que estão em desenvolvimento.</p>]]></description>
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         <pubDate>2026-10-14 21:14:05 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/Ensina_Brasil/ConstruindoaCulturaqueQueremos/wish/4098864352</guid>
      </item>
      <item>
         <title>U3 - UFGD, UEMS e Unifron</title>
         <author>iiuriisousa</author>
         <link>https://padlet.com/Ensina_Brasil/ConstruindoaCulturaqueQueremos/wish/4098878197</link>
         <description><![CDATA[<p>O nome U3 é uma brincadeira com o nome da banda U2, para representar as três instituições de ensino superior envolvidas na iniciativa: UFGD, UEMS e Unifront. </p><p><br/></p><p>No segundo semestre, como desdobramento do projeto “O que a Julia vai ser?”, a proposta foi inverter a lógica das visitas às universidades e trazer as instituições para dentro da escola, aproximando os estudantes das possibilidades de formação e ingresso no ensino superior.</p><p><br/></p><p>Em agosto, os terceiros anos receberam professores da UFGD e da UEMS, instituições já visitadas anteriormente, além do reitor da UFGD, Prof. Dr. Etienne Biasotto, que participou da mobilização para auxiliar os estudantes nas inscrições do vestibular e, durante a visita, realizou pessoalmente algumas inscrições.</p><p><br/></p><p>A programação contou ainda com o professor Henrique Sartori de Almeida Prado, fundador, mantenedor e diretor-geral da Unifron (Faculdade da Fronteira Oeste), que ofereceu bolsas integrais para o cursinho pré-vestibular. </p><p><br/></p><p>No mês de setembro, os estudantes participaram da Jornada das Profissões da UEMS, mais uma oportunidade de ampliar as referências para suas escolhas acadêmicas e profissionais.</p><p><br/></p><p>Após esses encontros, também foram realizados momentos de atendimento no laboratório de informática para auxiliar os estudantes que ainda não haviam se inscrito nos vestibulares, seja por dificuldades no processo de inscrição ou pela falta de acesso a um computador. </p><p><br/></p>]]></description>
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         <pubDate>2026-10-14 21:36:29 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Do erro ao protótipo: aprender fazendo na eletiva de tecnologia</title>
         <author>luisdomingos98</author>
         <link>https://padlet.com/Ensina_Brasil/ConstruindoaCulturaqueQueremos/wish/4100072454</link>
         <description><![CDATA[<p>No Colégio Estadual em Período Integral Maria Abadia Salomão (CEPMAS), a eletiva de tecnologia tem uma regra simples: ninguém espera a teoria acabar para começar a construir. Desde o primeiro dia, os estudantes do Ensino Médio estão com as mãos nas peças, nos computadores e nas ferramentas.</p><p>A eletiva tem três frentes. Na <strong>robótica</strong>, os alunos montam estruturas com peças de encaixe e as programam por blocos. Um dos desafios foi fazer um robô se deslocar suspenso por um fio. Na <strong>modelagem 3D</strong>, eles criam suas peças no computador, imprimem e fazem o acabamento à mão, com lixa e caneta acrílica. Isso mostra que o produto final também depende de paciência e cuidado. Na <strong>eletrônica</strong>, começam com Arduino e simulações no Wokwi e chegam à Internet das Coisas, com ESP32 integrado ao Blynk para controlar circuitos pelo celular.</p><p>O que liga as três frentes é a metodologia de projetos <em>hands-on</em>. Cada aula começa com um problema concreto, e o conteúdo aparece quando os estudantes precisam dele para avançar. Programação, circuitos, geometria e física deixam de ser assuntos abstratos e viram ferramentas para fazer algo funcionar.</p><p><strong>O erro faz parte do processo.</strong> O robô que não anda, o LED que não acende e a peça que sai torta da impressora não são tratados como fracasso. São o ponto de partida da aula. Diante de uma dificuldade, em vez de dar a resposta, eu pergunto: <em>o que você esperava que acontecesse? O que aconteceu de fato? O que podemos testar agora?</em> Assim os estudantes aprendem a levantar hipóteses, depurar código, revisar ligações e tentar de novo, que é a lógica real da engenharia e da ciência.</p><p>Algumas práticas têm funcionado bem e podem ser replicadas em outras escolas:</p><ul><li><p><strong>Começar pelo fazer.</strong> Um primeiro desafio curto e possível de cumprir na aula inicial gera engajamento imediato.</p></li><li><p><strong>Trabalhar em grupos com papéis rotativos.</strong> Montagem, programação e registro passam por todos os integrantes.</p></li><li><p><strong>Usar simuladores gratuitos</strong>, como o Wokwi. Eles permitem testar circuitos mesmo com poucos kits e sem medo de queimar componentes.</p></li><li><p><strong>Valorizar o processo, não só o resultado.</strong> As tentativas que falharam também são compartilhadas com a turma.</p></li></ul><p>O maior ganho não está nos robôs ou nas peças impressas. Está na mudança de postura: estudantes que antes diziam “não sei fazer” agora dizem “ainda não funcionou, deixa eu testar outra coisa”.</p>]]></description>
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         <pubDate>2026-10-15 11:44:21 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/Ensina_Brasil/ConstruindoaCulturaqueQueremos/wish/4100072454</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Iniciação científica no Ensino Médio: estudantes que perguntam, testam e apresentam</title>
         <author>luisdomingos98</author>
         <link>https://padlet.com/Ensina_Brasil/ConstruindoaCulturaqueQueremos/wish/4100081586</link>
         <description><![CDATA[<p>No CEPIMAS, as práticas experimentais de Biologia, Matemática, Física e Química seguem uma mesma metodologia: a <strong>iniciação científica</strong>. Eu leciono Matemática e Física, mas a proposta é compartilhada entre as quatro disciplinas, e isso dá unidade ao trabalho e permite que os estudantes circulem entre as áreas.</p><p>A cada bimestre, os alunos formam grupos e <strong>escolhem a própria temática de pesquisa</strong> dentro das quatro disciplinas. O ponto de partida é a curiosidade deles, não uma lista pronta do professor. Cada projeto precisa incluir o desenvolvimento de um experimento. Ao fim do bimestre, o grupo apresenta o que estudou, o que construiu e o que descobriu pelo caminho.</p><p><strong>O protagonismo é dos estudantes.</strong> As aulas funcionam como espaço de orientação: os professores oferecem suporte, materiais e apoio nas práticas, mas o planejamento, a execução e a análise ficam com os grupos. Quando um experimento não sai como esperado, não entregamos a solução. Ajudamos o grupo a entender o que aconteceu e a decidir o próximo passo.</p><p>Na foto, um grupo apresenta um projeto de Física aplicada à <strong>perícia criminal em balística</strong>. As estudantes mostram uma garrafa com os orifícios de entrada e saída de um projétil e explicam como a análise dessas marcas ajuda a reconstruir trajetórias e a relacionar armas e munições. É um tema que nasceu do interesse delas e que mobilizou conceitos de cinemática, energia e materiais de forma concreta.</p><p>O ciclo ao longo do ano é pensado de forma progressiva:</p><ul><li><p><strong>1º, 2º e 3º bimestres:</strong> cada grupo desenvolve um projeto por bimestre, somando três ao longo do ano.</p></li><li><p><strong>4º bimestre:</strong> o grupo escolhe um desses projetos para otimizar e refinar.</p></li><li><p><strong>Fim do ano:</strong> os projetos aprimorados são levados para a feira de ciências.</p></li></ul><p>Esse formato tem trazido ganhos claros. Repetir o ciclo três vezes permite que os estudantes amadureçam a cada projeto: aprendem a formular perguntas melhores, a planejar com mais cuidado e a lidar com resultados inesperados. As apresentações bimestrais desenvolvem a comunicação científica e a segurança para falar em público. E o refinamento no último bimestre ensina algo essencial da ciência: um bom trabalho raramente fica pronto na primeira versão.</p><p>Para quem quiser replicar, a dica principal é <strong>deixar a escolha do tema com os estudantes</strong> e assumir o papel de orientador, e não de executor. O engajamento muda quando eles pesquisam algo que querem descobrir.</p>]]></description>
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         <pubDate>2026-10-15 11:53:12 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>48 certificados: a persistência da Jéssica no Goiás English</title>
         <author>luisdomingos98</author>
         <link>https://padlet.com/Ensina_Brasil/ConstruindoaCulturaqueQueremos/wish/4100096151</link>
         <description><![CDATA[<p>No CEPIMAS, temos uma conquista que merece ser compartilhada com toda a rede. Nossa estudante <strong>Jéssica da Silva Brandão</strong> concluiu <strong>todos os certificados disponíveis na plataforma Efekta</strong>, do programa Goiás English. Foram <strong>48 certificados</strong> no total: 16 já entregues anteriormente e os 32 que aparecem na foto. Eles cobrem os níveis de Inglês Geral até o último nível da plataforma e os módulos de Inglês para Negócios.</p><p>Jéssica é estudante da educação inclusiva e tem deficiência intelectual. Sua trajetória mostra o potencial dos nossos estudantes da inclusão quando encontram <strong>incentivo, acompanhamento próximo e oportunidades reais</strong> de aprender.</p><p>O que mais marcou esse percurso foi a <strong>dedicação dela</strong>. Jéssica fazia o curso durante as aulas e também nos intervalos do lanche e do almoço, e chegava mais cedo à escola para avançar. Quando encontrava dificuldades, não desistia: procurava ajuda. A cada certificado conquistado, a motivação crescia, e com ela a autonomia.</p><p><strong>A parceria fez a diferença.</strong> O trabalho conjunto entre mim, como professor de inglês, e o professor Mauro Mira, do apoio à inclusão, garantiu que ela tivesse o suporte de que precisava em cada etapa. Enquanto um acompanhava o conteúdo da língua, o outro ajudava a adaptar estratégias e a manter o ritmo. Nenhum de nós teria conseguido sozinho.</p><p>Algumas práticas que contribuíram e podem inspirar outras escolas:</p><ul><li><p><strong>Celebrar cada etapa.</strong> A entrega dos certificados ao longo do caminho, e não só no final, manteve a motivação viva.</p></li><li><p><strong>Unir o professor da disciplina e o professor de apoio.</strong> Planejar juntos multiplica as possibilidades de acompanhamento.</p></li><li><p><strong>Estar disponível para a busca do estudante.</strong> Quando ele procura ajuda, essa iniciativa precisa ser acolhida e valorizada.</p></li><li><p><strong>Acreditar no potencial.</strong> Expectativas altas, com apoio adequado, abrem caminhos que muitas vezes subestimamos.</p></li></ul><p>A conquista da Jéssica nos lembra que a inclusão vai além do acesso: ela acontece quando cada estudante tem condições reais de ir até onde quiser chegar. Parabéns, Jéssica!</p>]]></description>
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         <pubDate>2026-10-15 12:04:38 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/Ensina_Brasil/ConstruindoaCulturaqueQueremos/wish/4100096151</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Instaurando a Cultura de Paz</title>
         <author>iiuriisousa</author>
         <link>https://padlet.com/Ensina_Brasil/ConstruindoaCulturaqueQueremos/wish/4100782085</link>
         <description><![CDATA[<p>O Programa AMPARE MS (Programa de Promoção da Cultura de Paz na Escola) é uma iniciativa da Secretaria de Estado de Educação de Mato Grosso do Sul (SED/MS) voltada ao fortalecimento de uma cultura de acolhimento, empatia e respeito nas escolas da Rede Estadual de Ensino.</p><p><br/></p><p>Embora já tivesse sido oferecido à Escola Estadual Presidente Vargas, o programa conquistou adesão pela primeira vez com a minha chegada. E, para orientar as ações, escolhi duas das cinco linhas de atuação da política: <strong>Garantia de Direitos</strong> e <strong>Arte e Cultura</strong>.</p><p><br/></p><p>Em breve, as experiências poderão ser compartilhadas no <strong>II Colóquio AMPARE MS: Conexão de Ideias e Caminhos Percorridos</strong>, encontro que valoriza o protagonismo das comunidades escolares na apresentação de práticas e aprendizados relacionados à promoção da cultura de paz. </p><p><br/></p><p>O desenvolvimento do programa conta ainda com o acompanhamento de psicólogos, assistentes sociais e da equipe psicossocial da Coordenadoria Regional de Educação de Dourados (CRE-5), que contribuem para o fortalecimento das ações de acolhimento, prevenção e enfrentamento à violência no ambiente escolar.</p><p><br/></p>]]></description>
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         <pubDate>2026-10-15 22:59:06 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/Ensina_Brasil/ConstruindoaCulturaqueQueremos/wish/4100782085</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Low Code como Método</title>
         <author>iiuriisousa</author>
         <link>https://padlet.com/Ensina_Brasil/ConstruindoaCulturaqueQueremos/wish/4100807076</link>
         <description><![CDATA[<p>O projeto utiliza a tecnologia e a inteligência artificial como ferramentas pedagógicas para transformar conteúdos curriculares e temas sensíveis em experiências interativas de aprendizagem. </p><p><br/></p><p>Em vez de tratar a IA como uma ameaça, a proposta a incorpora como método, incentivando os estudantes a pesquisar códigos e desenvolver jogos e recursos educacionais em plataformas digitais.</p><p><br/></p><p>Entre as iniciativas já desenvolvidas estão o <strong>Quiz Étnico-Racial</strong> (voltado à abordagem de questões étnico-raciais) e o <strong>Quiz Poligeométrico</strong> (que explora a localização de grupos indígenas e quilombolas no Brasil e em Mato Grosso do Sul), além da produção de games de matemática inclusiva.</p><p><br/></p><p>A proposta é que os estudantes mais experientes do ensino profissional desenvolvam ferramentas que possam ser incorporadas ao repertório da escola e utilizadas por professores e alunos como recursos permanentes de aprendizagem, inclusive com a produção de materiais destinados às turmas mais novas.</p><p><br/></p><p>Desenvolvido em parceria com o professor Iran, que atua nas áreas de Geografia e ensino tecnológico, o trabalho avança na criação de jogos para gamificar os conteúdos do SAEMS 2027, buscando aproximar a avaliação da realidade dos estudantes por meio de estratégias interativas e inovadoras. </p><p><br/></p>]]></description>
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         <pubDate>2026-10-15 23:40:37 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/Ensina_Brasil/ConstruindoaCulturaqueQueremos/wish/4100807076</guid>
      </item>
      <item>
         <title>O que a Julia vai ser? - II Módulo</title>
         <author>iiuriisousa</author>
         <link>https://padlet.com/Ensina_Brasil/ConstruindoaCulturaqueQueremos/wish/4100824879</link>
         <description><![CDATA[<p>No segundo semestre, o projeto avançou para um segundo módulo, com foco na troca de experiências e no contato direto com pessoas que pudessem compartilhar suas vivências acadêmicas e profissionais.</p><p><br></p><p>Em agosto, promovemos um encontro com estudantes egressos que atualmente estão na universidade, proporcionando uma troca sobre a rotina universitária, as carreiras e as possibilidades de acesso a bolsas. </p><p><br></p><p>Também realizamos aulões com conteúdos previstos nos vestibulares, entre eles uma aula especial com a artista local SoulRa (Raíssa Souza Carvalho), cuja canção “A Flor da Pele” integra o conteúdo programático do vestibular.</p><p><br></p><p>Mais recentemente, realizamos o “Meet com profissionais da UEMS”, uma grande chamada de vídeo no anfiteatro da escola, na qual os alunos puderam conversar com dezenas de professores universitários em um bate-papo sobre os cursos e as possibilidades de carreira. </p><p><br></p>]]></description>
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         <pubDate>2026-10-15 23:58:21 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Calendário Verde</title>
         <author>iiuriisousa</author>
         <link>https://padlet.com/Ensina_Brasil/ConstruindoaCulturaqueQueremos/wish/4100869638</link>
         <description><![CDATA[<p>Apesar de estar localizada no interior de Mato Grosso do Sul, percebi que a proximidade da Escola Estadual Presidente Vargas com o meio ambiente não se traduzia, necessariamente, em conhecimentos sistematizados sobre sustentabilidade.</p><p><br/></p><p>A partir dessa percepção, surgiu o Calendário Verde, uma iniciativa voltada à ampliação do debate ambiental e à incorporação dessas temáticas às práticas pedagógicas.</p><p><br/></p><p>O primeiro passo foi buscar parcerias que pudessem orientar o trabalho e oferecer recursos para sua realização. Nesse movimento, aderi ao Programa Agrinho, do SENAR, e à 8ª Jornada de Educação Alimentar e Nutricional (EAN), iniciativas que disponibilizaram materiais de apoio e contribuíram para direcionar as ações.</p><p><br/></p><p>Concomitantemente, na escola, mobilizei os professores para apresentar esses materiais e ampliar as possibilidades de abordagem dos temas em sala de aula. </p><p><br/></p><p>Entre as iniciativas, uma das que mais despertou a curiosidade dos estudantes foi a identificação das espécies vegetais presentes no ambiente escolar, por meio de placas informativas. A ação revelou descobertas surpreendentes, como a presença de um pau-brasil na escola, que, por dias, se tornou a celebridade da escola pelo simples fato de ter recebido uma placa com seu nome. </p><p><br/></p>]]></description>
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         <pubDate>2026-10-16 00:29:39 UTC</pubDate>
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         <title>🌸 Dia da Primavera: Produção artística e protagonismo estudantil</title>
         <author>drika05alves</author>
         <link>https://padlet.com/Ensina_Brasil/ConstruindoaCulturaqueQueremos/wish/4102341014</link>
         <description><![CDATA[<p>No final de setembro, participei da organização de um stand para o <mark>Dia da Primavera</mark>, junto aos estudantes do <mark>4º ano nas Práticas de Convivência e Socialização (PCS).</mark></p><p>Durante a semana, transformamos <mark>materiais recicláveis, como papelão, cabos de vassoura e colheres plásticas, em flores, borboletas</mark> e elementos para compor nosso jardim. O trabalho foi organizado em etapas, com diferentes estações de produção, explorando <mark>cores, texturas e muita criatividade</mark>. Foi especialmente gratificante ver o envolvimento e a alegria dos estudantes em colocar a mão na massa e participar de cada etapa da construção.</p><p>No dia da montagem, <mark>o vento trouxe alguns imprevistos</mark> e quase levou parte da nossa decoração! Com criatividade, parceria e a <mark>ajuda do professor de apoio, Diogo</mark>, adaptamos o que foi necessário e conseguimos entregar um stand muito bonito, que chamou a atenção de quem passou por lá.</p><p>Além do jardim, também compartilhamos produções artísticas de outras turmas, do <mark>Ensino Fundamental ao Ensino Médio.</mark></p><p>Mais do que decorar um espaço, essa experiência mostrou como o <mark>trabalho coletivo, a experimentação e a capacidade de adaptar os planos </mark>podem transformar uma atividade em uma oportunidade de aprendizagem significativa. </p>]]></description>
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         <pubDate>2026-10-16 21:03:32 UTC</pubDate>
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         <title>Debate estruturado interdisciplinar: Conexões entre saberes</title>
         <author>julianafelixsilva18</author>
         <link>https://padlet.com/Ensina_Brasil/ConstruindoaCulturaqueQueremos/wish/4102343338</link>
         <description><![CDATA[<p><strong>Juliana Felix da Silva | Ensina 2025 | CEPI Osvaldo da Costa Meireles – Luziânia/GO</strong></p><p><br/></p><p><strong>1. CONTEXTO E PERSONAGENS</strong></p><p>A prática foi desenvolvida por mim, professora de História, em parceria com o professor de Geografia e a professora de Filosofia e Sociologia, na área de Ciências Humanas. Percebemos a importância de diversificar as formas de avaliação já utilizadas na instituição, criando oportunidades para estimular o pensamento crítico, a argumentação e o protagonismo estudantil.</p><p><br/></p><p><strong>2. DESAFIO</strong></p><p>Nosso desafio era propor uma experiência que fosse além das avaliações discursivas e objetivas, incentivando os estudantes a pesquisar, analisar informações, defender ideias com argumentos fundamentados e dialogar respeitosamente com diferentes perspectivas.</p><p><br/></p><p><strong>3. SOLUÇÃO</strong></p><p>Propusemos um debate estruturado envolvendo as três séries do Ensino Médio, com os temas: Povos Originários (1ª série), Conflitos Internacionais (2ª série) e Bioética (3ª série). Os estudantes foram organizados em polos de pesquisa, articulando diferentes componentes curriculares, como Matemática, Língua Portuguesa, História, Geografia, Filosofia e Sociologia. Foram definidos papéis de oradores, mediadores e responsáveis pelo controle do tempo. Professores de diferentes áreas da escola também foram convidados a atuar como jurados, fortalecendo a participação docente e a interdisciplinaridade.</p><p><br/></p><p><strong>4. IMPACTO</strong></p><p>A prática estimulou a argumentação fundamentada, a análise crítica, a escuta ativa e o trabalho coletivo. Os feedbacks positivos dos estudantes destacaram os aprendizados das pesquisas, a defesa de ideias com argumentos e dados e o respeito a opiniões divergentes, reforçando o potencial do debate para desenvolver o pensamento crítico e o protagonismo estudantil.</p><p><br/></p><p><strong>5. FUTURO</strong></p><p>Pretendo fortalecer a realização dos debates estruturados como prática interdisciplinar, ampliando a participação de professores de diferentes áreas e aprimorando as etapas de pesquisa, preparação e avaliação. Também pretendo sistematizar os feedbacks dos estudantes para acompanhar os aprendizados e identificar melhorias para as próximas edições.</p><p><br/></p>]]></description>
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         <pubDate>2026-10-16 21:08:00 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Setembro Amarelo: conscientização e participação estudantil 💛</title>
         <author>drika05alves</author>
         <link>https://padlet.com/Ensina_Brasil/ConstruindoaCulturaqueQueremos/wish/4102345449</link>
         <description><![CDATA[<p>Mês passado, desenvolvemos uma ação de conscientização sobre saúde mental com os estudantes do <mark>AJA 8º/9º, AJA I e AJA II.</mark></p><p>A proposta foi <mark>construir coletivamente um ipê-amarelo</mark>, desde a confecção das flores, com recorte, montagem e colagem, até a criação de tags para mensagens de apoio. <mark>Cada estudante participou do processo</mark>, utilizando os materiais disponíveis para dar forma à árvore.</p><p>Depois de pronto, o ipê foi exposto próximo ao mural da escola, acompanhado de espaços para que <mark>estudantes, professores e demais integrantes da comunidade escolar pudessem deixar mensagens de carinho, incentivo e acolhimento</mark> a quem estivesse passando por um momento difícil.</p><p>A atividade uniu produção artística e reflexão sobre a importância do cuidado com a saúde mental, criando um espaço coletivo de expressão e apoio dentro da escola. 💛</p>]]></description>
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         <pubDate>2026-10-16 21:12:26 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>🐪 1º ano do Ensino Médio | Arte egípcia e criatividade</title>
         <author>drika05alves</author>
         <link>https://padlet.com/Ensina_Brasil/ConstruindoaCulturaqueQueremos/wish/4102355405</link>
         <description><![CDATA[<p><strong>Da pirâmide egípcia a novos mundos: imaginação e criatividade em Arte</strong></p><p><br/></p><p>A partir dos estudos sobre a <mark>arte egípcia,</mark> os estudantes do <mark>1º ano do Ensino Médio</mark> foram desafiados a <mark>ressignificar</mark> um dos símbolos mais conhecidos dessa civilização: a pirâmide.</p><p>Na avaliação mensal, cada estudante recebeu um molde para recortar e montar sua própria pirâmide, transformando-a em algo diferente e inserindo-a em um cenário que não fosse o Egito. A proposta estimulou a <mark>imaginação, a criatividade e a capacidade de atribuir novos sentidos</mark> a uma forma já conhecida, explorando diferentes possibilidades de criação artística.</p><p>A atividade também permitiu perceber como um mesmo elemento pode ganhar novos significados a partir do olhar e das escolhas de cada estudante.</p>]]></description>
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         <pubDate>2026-10-16 21:35:39 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>🌅 2º ano do Ensino Médio | Romantismo, natureza e meio ambiente</title>
         <author>drika05alves</author>
         <link>https://padlet.com/Ensina_Brasil/ConstruindoaCulturaqueQueremos/wish/4102359100</link>
         <description><![CDATA[<p><strong>Romantismo e natureza: a arte como forma de expressão e reflexão</strong></p><p><br></p><p>Nas aulas do 2º ano do Ensino Médio, estudamos o <mark>Romantismo</mark> e sua relação com a <mark>natureza, a identidade nacional e a valorização das paisagens</mark>. A partir desses conteúdos, os estudantes foram convidados a produzir <mark>obras inspiradas</mark> nessas características, trazendo também questões ambientais presentes em nossa realidade no Centro-Oeste.</p><p>O <mark>Pantanal, as queimadas, as enchentes</mark> e as transformações da paisagem apareceram nas produções, aproximando o movimento artístico de questões contemporâneas e do contexto em que vivemos.</p><p>A proposta possibilitou relacionar os conteúdos históricos da Arte à realidade dos estudantes, explorando a produção artística como forma de expressar percepções, sentimentos e reflexões sobre o meio ambiente.</p>]]></description>
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         <pubDate>2026-10-16 21:44:20 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>🎨 3º ano do Ensino Médio | Pop Art e sociedade contemporânea</title>
         <author>drika05alves</author>
         <link>https://padlet.com/Ensina_Brasil/ConstruindoaCulturaqueQueremos/wish/4102361380</link>
         <description><![CDATA[<p><strong>Pop Art e releituras contemporâneas: o que a arte diz sobre a nossa sociedade?</strong></p><p><br/></p><p>A partir dos estudos sobre a Pop Art, os estudantes do 3º ano do Ensino Médio foram convidados a criar <mark>releituras</mark> de obras e referências do movimento, como as representações de Marilyn Monroe, de Andy Warhol, e as latas de sopa Campbell, dentre outros.</p><p>O desafio era trazer essas referências para o presente, utilizando a linguagem visual da Pop Art para discutir <mark>temas que atravessam nossa sociedade</mark>. As produções abordaram o <mark>consumismo, a influência da tecnologia, as compras pela internet, o consumo de roupas e a violência contra a mulher</mark>, entre outras questões.</p><p>A atividade mostrou como a releitura artística pode ir além da reprodução de uma imagem: ela permite atualizar referências, construir novos sentidos e utilizar a Arte para questionar e interpretar o mundo contemporâneo.</p>]]></description>
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         <pubDate>2026-10-16 21:49:51 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Ubuntu - Pluralidade, ancestralidade e resistência</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/Ensina_Brasil/ConstruindoaCulturaqueQueremos/wish/4113628768</link>
         <description><![CDATA[<p><strong>Contexto</strong></p><p>No CEPI Osvaldo da Costa Meireles, as ações voltadas à educação antirracista vêm sendo desenvolvidas por mim desde 2025, por meio de intervenções pedagógicas que buscam valorizar a história e a cultura afro-brasileira e indígena. Esse trabalho ganhou maior visibilidade com o reconhecimento conquistado pelos estudantes na Olimpíada Brasileira de Relações Étnico-Raciais (OBERERI), que resultou na obtenção do Selo Escola Antirracista de Goiás. A conquista fortaleceu o compromisso da escola com a promoção da equidade racial e com a implementação da Lei nº 10.639/2003, ampliando o espaço das relações étnico-raciais no cotidiano escolar.</p><p><br></p><p><strong>Personagens</strong></p><p>A iniciativa é conduzida por mim, Juliana Felix, professora de História, em articulação com a comunidade escolar e em parceria com o Núcleo de Estudos Afro-Brasileiros e Indígenas (NEABI) e a Comissão Permanente de Políticas de Promoção da Igualdade Racial (CPPIR) do Instituto Federal de Goiás (IFG) – Câmpus Luziânia. Essa colaboração aproxima a educação básica do ensino, da pesquisa e da extensão, favorecendo a troca de conhecimentos e a construção coletiva de práticas antirracistas com a participação de estudantes, professores, gestores e demais servidores das instituições envolvidas.</p><p><br></p><p><strong>Desafio</strong></p><p>O principal desafio era transformar as ações pedagógicas já realizadas em uma iniciativa contínua, estruturada e integrada à rotina escolar. Para isso, era necessário ampliar as discussões para além da sala de aula, fortalecer a formação da comunidade escolar e estabelecer parcerias institucionais capazes de aprofundar os debates sobre racismo, ancestralidade, representatividade e colonialismo. A proposta também buscava dar continuidade ao protagonismo estudantil impulsionado pela conquista do selo antirracista, convertendo esse reconhecimento em novas experiências de aprendizagem e transformação social.</p><p><br></p><p><strong>Solução</strong></p><p>Para responder a esse desafio, estruturamos o projeto <strong>UBUNTU — Pluralidade, Ancestralidade e Resistência</strong>, que articula a eletiva <em>Pluralidade Brasileira: Cultura Afro-Indígena</em>, com pesquisas organizadas em polos temáticos, atividades formativas e intercâmbio institucional com o IFG, por meio do NEABI e da CPPIR. A proposta integra conhecimentos teóricos e vivências práticas, valorizando a ancestralidade, a diversidade cultural e o enfrentamento ao racismo.</p><p><br></p><p>A primeira ação conjunta ocorreu em 23 de outubro de 2026, no CEPI Osvaldo da Costa Meireles, com a palestra <strong>“Baobás, literatura e educação antirracista”</strong>, ministrada pelo mestre André Lúcio Bento e destinada a estudantes do Ensino Médio e servidores das instituições envolvidas. O encontro promoveu reflexões sobre literatura, memória e ancestralidade, destacando a presença africana na formação da sociedade brasileira e a importância de reconhecer conhecimentos e narrativas historicamente marginalizados.</p><p><br></p><p><strong>Impacto</strong></p><p>A primeira ação conjunta apresentou resultados positivos, com a participação de estudantes do Ensino Médio e servidores das instituições envolvidas, que também contribuíram para a avaliação da atividade por meio de um formulário. Entre os respondentes, <strong>90% avaliaram a palestra como muito relevante</strong>. Esse resultado inicial demonstra a receptividade da iniciativa e estabelece um primeiro indicador para acompanhar os efeitos das próximas etapas do projeto. As respostas também evidenciaram reflexões sobre a presença das culturas africanas na formação brasileira, os efeitos da colonização e a importância do conhecimento histórico para a valorização da ancestralidade. </p><p><br></p><p>Um dos estudantes destacou: “foi uma palestra extremamente relevante, pois mostrou como a cultura africana está presente no nosso país, e que a colonização do Brasil deixou muitas marcas difíceis de serem apagadas, mas quando tem-se estudo e ancestralidade conseguimos resgatar parte da nossa cultura que tentaram tirar de nós”.</p><p><br></p><p>Outra estudante destaca: "Aprendi que preciso conhecer sobre minha descendência, minha história e cicatrizes de dores passadas que eu sequer compreendia que tinha. O André abriu os meus olhos sobre preconceitos que eu nem sequer havia percebido até mesmo no meu cotidiano. Como mulher, entendo que nem sempre tive o direito de ser quem sou hoje e quem irei me transformar."</p><p><br></p><p><strong>Futuro</strong></p><p>A culminância final está prevista para 23 de novembro de 2026, durante a programação do Novembro Negro, em referência à memória de Zumbi dos Palmares. A programação contará com convidados que conduzirão rodas de conversa temáticas, abordando questões como saúde mental, literatura, saberes quilombolas e religiosidades. Paralelamente, serão apresentados trabalhos e projetos desenvolvidos ao longo do ano letivo pelos estudantes do CEPI e do IFG, valorizando o protagonismo juvenil, a pesquisa e a construção coletiva de conhecimentos. A iniciativa também prevê uma visita pedagógica ao Quilombo do Mesquita, com a produção de documentários e painéis coletivos.</p><p><br></p>]]></description>
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         <pubDate>2026-10-23 22:08:17 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Olimpíada Brasileira de Cidadania (OBC)</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/Ensina_Brasil/ConstruindoaCulturaqueQueremos/wish/4113645121</link>
         <description><![CDATA[<p>Ensina: Juliana Felix da Silva</p><p>Turma: 2025</p><p>Local: Luziânia/GO</p><p><br/></p><p><strong>Relato da oportunidade</strong></p><p><br/></p><p>Em setembro, acompanhei quatro duplas (oito estudantes) do CEPI Osvaldo da Costa Meireles na edição-piloto da Olimpíada Brasileira de Cidadania (OBC), promovida pela Rede Nacional de Educação Cidadã (Redenec), com o objetivo de estimular o protagonismo juvenil e o pensamento crítico sobre direitos humanos, democracia e políticas públicas. Durante a competição, as equipes realizaram duas provas objetivas e desenvolveram pesquisas de campo, com entrevistas em diferentes espaços e elaboração de relatórios sobre desafios da realidade local. As investigações abordaram temas como relações étnico-raciais, a partir de uma visita ao IFG, e a comunicação entre escola e família, incluindo suas lacunas, em outra instituição de ensino. A experiência proporcionou aos estudantes o contato com diferentes espaços, a escuta de perspectivas diversas e a aplicação prática dos conhecimentos construídos. Embora nem todas as equipes tenham avançado nas etapas da competição, o percurso representou uma oportunidade de aprendizagem e desenvolvimento. Entre as 552 equipes de 99 escolas participantes de todo o país, a dupla <strong>“Mentes em Ação”</strong>, que realizou sua pesquisa de campo na Biblioteca Municipal de Luziânia, foi selecionada entre as 15 finalistas nacionais. Com esse resultado, o CEPI Osvaldo da Costa Meireles tornou-se a única escola de Goiás a avançar para a etapa final, realizada on-line em 30 de outubro de 2026, levando o nome da escola e do estado a uma importante experiência de protagonismo estudantil em âmbito nacional.</p><p><br/></p><p><strong>Dados de Impacto</strong></p><ul><li><p><strong>Escola:</strong> CEPI Osvaldo da Costa Meireles</p></li><li><p><strong>Oportunidade:</strong> Olimpíada Brasileira de Cidadania (OBC)</p></li><li><p><strong>Tipo:</strong> Olimpíada</p></li><li><p><strong>Nível:</strong> Nacional</p></li><li><p><strong>Reconhecimento:</strong> Única escola de Goiás classificada entre as 15 equipes finalistas nacionais (entre 552 equipes participantes)</p></li><li><p><strong>Estudantes impactados:</strong> 8</p></li><li><p><strong>Estudantes inscritos:</strong> 8 (4 duplas)</p></li></ul><p><br/></p><p>Drive com fotos: <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://drive.google.com/drive/u/0/folders/1SHBJ-x-_w8umtkjuHusF_Wlptbh88wO7">https://drive.google.com/drive/u/0/folders/1SHBJ-x-_w8umtkjuHusF_Wlptbh88wO7</a></p>]]></description>
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         <pubDate>2026-10-23 22:59:17 UTC</pubDate>
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      </item>
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