<?xml version="1.0"?>
<rss version="2.0">
   <channel>
      <title>Trabalho de português: Piratas À Vista. by — ana</title>
      <link>https://padlet.com/allgothvibes/1ueg4sx8g9k88seb</link>
      <description>Terceira parte: cap. 5,6,7 e 8.</description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2021-10-28 13:10:58 UTC</pubDate>
      <lastBuildDate>2023-03-28 21:23:11 UTC</lastBuildDate>
      <webMaster>hello@padlet.com</webMaster>
      <image>
         <url></url>
      </image>
      <item>
         <title>Capítulo 5: A hora e a glória do coronel Gregório.</title>
         <author>allgothvibes</author>
         <link>https://padlet.com/allgothvibes/1ueg4sx8g9k88seb/wish/1863323299</link>
         <description><![CDATA[<div>&nbsp; Das janelas do Convento do Carmo era possível avistar cada pirata que havia chegado, cada vez mais ia chegando mais e mais piratas, cada homem tentava impedir a chegada dos piratas em sua casa.&nbsp;<br><br>&nbsp; Diva fez um discurso para acalmar os moradores&nbsp; da cidade, eles começaram a fazer moldes de chumbo para recarregar as armas , para lutar contra piratas, mais todos os piratas estavam de olho na casa da moeda para ficar com o dinheiro.<br><br>&nbsp; Duclerc se escondeu atrás de um monte de caixotes para fazer o descarregamento de chumbo, e de dentro das calças puxou um mapa para ver de qual posição seria melhor para ataca a casa da moeda , eles estavam a espera para a chegada de mais piratas para dar a cobertura para a entrada, até que o sinal foi dado e eles finalmente foram invadir a casa da moeda, em troca os moradodes do vilarejo os mataram com muita bala de chumbo fazendo assim nascer uma nuvem de poeira, quando a nuvem finalmente passou, a primeira pessoa que Duclerc viu foi Jorge, de dentro da casa da moeda.<br><br>&nbsp; Já no segundo piso da casa da moeda, apontou o cano pra cima, para tentar respirar um ar puro sem povorá isso sendo uma ideia bem interessante, bem no meio da praça todos os piratas sendo expostos…&nbsp;</div>]]></description>
         <enclosure url="https://padlet-uploads.storage.googleapis.com/1428508942/39150187deab6bac3e82e49ce08604e2/padlet_image_picker_file_0b9cb68a_feea_4071_8ae2_33cdcb982008.jpg" />
         <pubDate>2021-11-03 02:08:17 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/allgothvibes/1ueg4sx8g9k88seb/wish/1863323299</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Capítulo 7: E tudo termina em Carnaval.</title>
         <author>allgothvibes</author>
         <link>https://padlet.com/allgothvibes/1ueg4sx8g9k88seb/wish/1863386834</link>
         <description><![CDATA[<div>&nbsp; Depois de toda a confusão, caos e muitas mortes, chegaram mais alguns restantes navios piratas, chegando atrasados pelo cálculo de marcha errado de Duclerc. Preso em uma cela, no Colégio dos Jesuítas, Duclerc pensou que estavam negociando sua saída, junto com mais alguns piratas, mas estava enganado, e os deixaram para trás, provavelmente por um suborno feito por Vaca.</div>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2021-11-03 02:35:10 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/allgothvibes/1ueg4sx8g9k88seb/wish/1863386834</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Capítulo 8: Quem matou Duclerc?</title>
         <author>samubfr2008</author>
         <link>https://padlet.com/allgothvibes/1ueg4sx8g9k88seb/wish/1879212383</link>
         <description><![CDATA[<div>&nbsp; No final do capítulo 7, capitão Duclerc foi assassinado. A partir daí começam as investigações a procura do assassino. Haviam muitos suspeitos, como o governador ou os padres jesuítas, mas ninguém se interessou em investigar.<br><br>&nbsp; No porto do Rio de Janeiro, um navio se prepara para zarpar. Nele estava jorge, se preparando para sua primeira travessia, André, Leonor, Êsme, Lina e dona Diva se despediram e jorge. Durante a despedida, dona Diva se lembra de uma noite de março, que pessoas encapuzadas entraram na casa de Duclerc. Duclerc foi supreendido e, quando uma delas retirou a manta, foi revelado o rosto de dona Diva, que enfiou uma espada no coração de Duclerc.</div>]]></description>
         <enclosure url="https://padlet-uploads.storage.googleapis.com/1428508942/7d7fb3353d2defeb019319a4223c758d/padlet_image_picker_file_13b627cb_9387_486b_a001_4b7819be2ce5.jpg" />
         <pubDate>2021-11-09 18:55:20 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/allgothvibes/1ueg4sx8g9k88seb/wish/1879212383</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Capítulo 7: E tudo termina em Carnaval.</title>
         <author>allgothvibes</author>
         <link>https://padlet.com/allgothvibes/1ueg4sx8g9k88seb/wish/1879232535</link>
         <description><![CDATA[<div>&nbsp; O governador decretou 9 dias seguidos de puras comemorações, sem exceção, com multa ou prisão pra quem não participasse. Todos começaram a enfeitar suas casas, arrumar missas e sermões, e procissões de cavalos com carros alegóricos barulhentos, típicos do Carnaval.<br><br>&nbsp; Os oficiais de honra franceses foram&nbsp; espalhados pelas casas, tendo assinado uma carta de liberdade condicional empenhando sua palavra e, entre os oficiais, Mauclerc ficou na casa dos Bandeira, por interferência de Leonor, servindo de professor de francês a ela.<br><br>&nbsp; &nbsp;Enquanto Mauclerc e Leonor discutiam sobre o desfile e dança dos meninos do Colégio de Jesuítas — vestidos de piratas e soldados, representa uma guerra—, passaram-se vários carros alegóricos puxados á cavalo: o primeiro era uma embarcação fingida, representando o Bagual, com canhões que saíam fogos artificiais, foguetes e rojões. No mastro estava o Jorge, com uma espada em mãos, com o chapéu de seu pai e com a papagaia Hebe. Jogaram-lhe pétalas de flores. O segundo era duplo, muito decorado, com alegorias religiosas barrocas. O da frente era menor, com uma escultura de serpente. O de trás era maior, simulava uma montanha, de onde saiu André, com espada em punho, pisando na cabeça da serpente. Também recebeu uma chuva de pétalas. Logo depois de um grupo dançante, veio um carro alegórico puxado por cavalos pretos, com Dona Diva, Esmeralda e Turmalina. Alguns comentaram que Dona Diva representava uma Madonna Negra, outros disseram que parecia uma rainha Nzinga do Congo mas, independente disso, lhe jogaram pétalas também.</div>]]></description>
         <enclosure url="https://revistahibrida.com.br/content/uploads/2020/12/Ann_Zingha-585x777.jpg" />
         <pubDate>2021-11-09 19:03:13 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/allgothvibes/1ueg4sx8g9k88seb/wish/1879232535</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Capítulo 7: E tudo termina em Carnaval.</title>
         <author>allgothvibes</author>
         <link>https://padlet.com/allgothvibes/1ueg4sx8g9k88seb/wish/1879301596</link>
         <description><![CDATA[<div>&nbsp; Mesmo com tamanhas comemorações, haviam também pessoas tristes com as diversas mortes e tormentos feitos na guerra e depois da guerra: Dona Diva e suas filhas para Ilha Grande para consertar e retomar o trabalho dos engenhos, mas sem antes dizer aos Bandeira que eram sempre bem-vindos, os meninos começaram a estudar normalmente, mas com os destinos incertos, com André desejando frequentar os bailes de Dom João V, e Jorge, sem dinheiro para reconstruir o engenho, desejando tentar a sorte no mar.<br><br>&nbsp; Também ouve mais um decreto: Não se podia mandar cartas á Corte Real e nem a ninguém fora do Brasil sobre essa situação, com direito a revisões feitas pelo governador, mesmo assim, o frei Menezes mandou á corte uma carta, contando sobre os detalhes das guerras.<br><br>&nbsp; Mais uma vez à casa dos Bandeira, na sala de leitura, Jorge entrega a oitava edição do livro As mil e uma noites. Jorge, agora, tem metade do Bagual para si e que pode, um dia, embarcá-lo como um oficial.<br><br>&nbsp; Enquanto isso, padre Baudolino dá uma olhada nas prateleiras na biblioteca e acaba achando o oitavo livro As mil e uma noites furado por uma bala, achando que fora atingido por uma bala perdida.<br><br>&nbsp; Duclerc ainda continuava esperançoso, achando que ainda seria solto, com seus pensamentos podres e improváveis, planejando uma invasão á Casa da Moeda. Ele usava seu título de "pirata terrível" e a facinação de alguns alunos do colégio para conseguir algumas informações em troca. Duclerc ainda fazia reclamações, desejando acomodações mais chiques e confortáveis. Em primeiro instante, não deixaram-o sair de lá, mas depois de tanto insistir — mesmo Vaca não tendo nenhuma empatia e afeição por Duclerc—, o deixaram ir para uma casa, na Rua da Quitanda, propriedade de um oficial dos soldados pagos, onde haviam 10 soldados o vigiando.<br><br>&nbsp; Em 18 de março de 1711, um grupo de encapuzados de capas pretas invadiram o lugar. Ficaram divididos em grupos: ora vigiavam na porta, ora invadiam a casa (em silêncio). Depois saíram de lá, e nunca mais souberam quem eram, ou o que planejavam, mas, no final, Duclerc estava morto, com uma mancha de sangue em seu peito, escorado no chão.</div>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2021-11-09 19:32:14 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/allgothvibes/1ueg4sx8g9k88seb/wish/1879301596</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Capitulo 6: A capa e a espada.</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/allgothvibes/1ueg4sx8g9k88seb/wish/1886368250</link>
         <description><![CDATA[<div>Mesmo com a morte do coronel nada ia bem para os franceses.<br><br>&nbsp; &nbsp;Major Mauclerc pretendia recuar para uma melhor reorganização para o enfrentamento mas o capitão Duclera só pensava no “ouro “. È assim foram tomar o trapiche.&nbsp;<br>&nbsp; Jorge alertou que os piratas estavam arrobado o trapiche e seus homens do alto da casa da moeda apontaram o canhão para o capitão e num tiro arrebentou a porta.<br>&nbsp; &nbsp; Havia moradores enquanto os franceses entravam pela porta da frente brasileiro saiam pelo fundo. Ali estavam protegidos.<br>&nbsp;&nbsp;<br>&nbsp; &nbsp;Nesse trapiche havia uma 5 canhões que foram empirrados para a janela começaram a atirar . Miravam no navio que deram azar de estar ancorado ali , dispararam contra a Casa da moeda contra o convento do Carmo e qualquer alvo na praça.&nbsp;<br><br>&nbsp; &nbsp; Brasileiros responderam em dobro.<br><br>&nbsp; O governador Castro Morais chega na casa da moeda para expor a situação ao padre baudolino que era crítica e a ideia era atear fogo no trapiche para acabar com todas.<br><br>&nbsp; &nbsp; Jorge André e Leonor foram contra, pois lá havia muitos reféns, famílias, crianças... Precisavam propor uma trégua. Todos olharam para o Padre Baldolino para ser o negociador.<br><br>Dulcerc&nbsp; queria abandonar o trapiche seus oficiais eram contra pois estavam com poucos homens vivos. Mauclerc chamou atenção porque os canhões brasileiro haviam cessado fogo.<br><br>&nbsp; Nesse momento alguém chama era o padre baldolino com Bandeira branca de trégua pedindo que se rendessem. Contrariado&nbsp; Duclerc não aceita rendimento de modo algum sua contra proposta era que o governador deixassem-os sair da cidade sem nenhum problema.<br><br>&nbsp; &nbsp; Mauclerc foi com o Padre baldolino até os brasileiros para fazer a proposta. O governador não aceitou pois queria a rendição ou os queimariam todos vivos.<br><br>&nbsp; &nbsp; Duclerc mais uma vez não aceita render - se oficias ganham liberdade condicional e os soldados presos e depois levá-los para frança na troca de prisioneiros.<br>&nbsp; &nbsp;Jorge então propõe um duelo.</div>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2021-11-12 10:50:53 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/allgothvibes/1ueg4sx8g9k88seb/wish/1886368250</guid>
      </item>
   </channel>
</rss>
