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      <title>TCC As lindinhas by Maria Isabela</title>
      <link>https://padlet.com/mariaisabelamandato/1sivxpjn7mfjila5</link>
      <description>Artigos referentes aos parágrafos da introdução</description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2020-10-26 00:46:29 UTC</pubDate>
      <lastBuildDate>2025-12-05 11:14:39 UTC</lastBuildDate>
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      <item>
         <title>Artigo 1</title>
         <author>mariaisabelamandato</author>
         <link>https://padlet.com/mariaisabelamandato/1sivxpjn7mfjila5/wish/876913417</link>
         <description><![CDATA[<div>O surgimento do HIV/AIDS caracteriza um marco histórico na saúde que implica em uma grande vulnerabildade social e preconceito a respeito da infecção. Neste contexto, a estigmatização social se faz presente na vida dos indivíduos portadores do HIV, através de exclusão e desqualificação, interferindo negativamente em suas relações sociais.</div><div>Os autores realizaram uma pesquisa qualitativa com 44 voluntários adultos portadores do HIV/AIDS que estavam sendo acompanhados no centre de testagem e aconselhamento (CTA) em Parnaíba (PI).</div><div>Este estudo demonstra que apesar da mudança epidemiológia do HIV/AIDS e as mudanças sociais desde o início da epidemia, 40,91% dos entrevistados relataram o sigilo de sua condição a fim de evitar o julgamento e a desmoralização social. Por consequência, os outros 59,09% dos entrevistados citam o descriminação sofrida ao falarem sobre a infecção com suas famílias ou grupos sociais.</div><div>Desta forma, os autores citam implicações a serem abordadas por políticas em saúde, que vão além da prevenção e tratamento. É necessário educação em saúde da sociedade, já que a disseminação de conhecimento é um meio capaz de evitar a propragação do estigma social.</div>]]></description>
         <enclosure url="http://pepsic.bvsalud.org/scielo.php?script=sci_arttext&amp;pid=S1983-82202020000200007" />
         <pubDate>2020-10-30 16:00:49 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Artigo 1</title>
         <author>mariaisabelamandato</author>
         <link>https://padlet.com/mariaisabelamandato/1sivxpjn7mfjila5/wish/876973339</link>
         <description><![CDATA[<div>Este estudo analisou o sentimento de gestantes diagnosticados com o HIV através do método de História Oral Testemunhal, onde se observa a vivência de diferentes mulheres inseridas em uma mesma condição.</div><div>De acordo com o estudo, os sentimentos comumente relatados durante a entrevista incluem o medo da morte ou o desejo de morrer após a descoberta da infecção. Este fato pode estar relacionado ao medo do julgamento social, preconceito e exclusão, sentimento que gera ainda mais angústica ao estar relacionado ao gestar.</div><div>As entrevistadas demonstram dor e negação, e relatam não receber apoio familiar e social.</div><div>A dificuldade do enfrentamento da doença se dá diante do medo da exposição, do estigma e da necessidade de esconder a infecção por receio da rejeição e intolerância, no entanto, observa-se que o desejo de ser mãe e estar gestando auxiliou-as no enfrentamento do HIV.</div>]]></description>
         <enclosure url="https://www.e-publicacoes.uerj.br/index.php/enfermagemuerj/article/view/17918/13775" />
         <pubDate>2020-10-30 16:13:44 UTC</pubDate>
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         <title>Artigo 2</title>
         <author>mariaisabelamandato</author>
         <link>https://padlet.com/mariaisabelamandato/1sivxpjn7mfjila5/wish/878665868</link>
         <description><![CDATA[Esta revisão integrativa aponta fatores de risco para a infecção por HIV/AIDS em populações vulneráveis.
Diante disso, observa-se que a dificuldade de acesso ao sistema de saúde, assim como à informação, prevenção e tratamento caracteriza uma barreira na assistência, tornando-se um dos principais fatores de risco.
A pauperização da epidemia HIV/AIDS caracteriza o maior risco de contagio de populações com baixo nível socioeconônimo, associado também a prostituição e uso de drogas ilícitas. 
Levando em consideração o meio mais comum de transmissão ser a via sexual, o autor aponta a necessidade de projetos em educação em saúde que sejam capazes de alcançar os indivíduos inseridos no grupo de risco para a utilização do preservativo, muito incomum nos casos de prostituição.
]]></description>
         <enclosure url="http://www.acm.org.br/acm/seer/index.php/arquivos/article/view/126/216" />
         <pubDate>2020-10-31 14:44:12 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Artigo 1</title>
         <author>amandagabrielly_ivp</author>
         <link>https://padlet.com/mariaisabelamandato/1sivxpjn7mfjila5/wish/879998925</link>
         <description><![CDATA[<div>O artigo cita que na tentativa de mudanças no cenário de morbimortalidade infantil, surge no Brasil a Rede Cegonha, pela Portaria nº 1.459/2011, que a partir dessa rede, cada Estado passou a implementar o seu próprio programa de atenção à gestante e seu bebê. No Paraná, em 2012, foi implantado o Programa Rede Mãe Paranaense (PRMP), que tem entre seus objetivos a redução da mortalidade materno- -infantil e a garantia do funcionamento da rede para esse grupo, em todo o Estado. </div><div>Os autores do artigo teve como objetivo, avaliar a eficácia do Programa Rede Mãe Paranaense em um determinado município do estado, criando um índice avaliativo para os objetivos do programa, a fim de mensurar quais ações preconizadas no programa foram executadas e concretizadas.</div><div>Os mesmos também frisaram que o vínculo estabelecido entre a equipe multidisciplinar e a família se torna uma ferramenta primordial para a elaboração de um plano de cuidados e para uma adesão mais satisfatória as ações que o Programa Rede Mãe Paranaense tem como princípios.</div>]]></description>
         <enclosure url="https://www.scielosp.org/article/sdeb/2020.v44n124/70-85/pt/" />
         <pubDate>2020-11-01 14:35:56 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Linha Guia 1</title>
         <author>amandagabrielly_ivp</author>
         <link>https://padlet.com/mariaisabelamandato/1sivxpjn7mfjila5/wish/880064405</link>
         <description><![CDATA[<div>Esta é a sétima edição da Linha Guia da Rede Mãe Paranaense, e nela são apresentadas as ações implantadas com a diminuição significativa da mortalidade materna e infantil, e a melhoria das condições do atendimento às nossas gestantes e bebês em todas as regiões de saúde. </div>]]></description>
         <enclosure url="https://www.saude.pr.gov.br/sites/default/arquivos_restritos/files/documento/2020-09/LinhaGuiaMaeParanaense_2018.pdf" />
         <pubDate>2020-11-01 15:24:58 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/mariaisabelamandato/1sivxpjn7mfjila5/wish/880064405</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Artigo 1</title>
         <author>mariaisabelamandato</author>
         <link>https://padlet.com/mariaisabelamandato/1sivxpjn7mfjila5/wish/882140111</link>
         <description><![CDATA[<div>Para a mulher, a gestação é um período complexo que caracteriza um misto de sentimentos e incertezas. Para as gestantes portadoras do HIV/AIDS a sensação de medo e insegurança se multiplica, evidenciando o sentimento de culpa e ansiedade pelo risco da transmissão materno-fetal.</div><div>Este artigo teve como objetivo observar as condições psicológicas das mulheres que se submetem à terapia com antiretrovirais (TARV) para evitar a transmissão vertical, através de uma abordagem qualitativa, com caráter descritivo e exploratório em um Serviço de Assistência Aspecializado em HIV/AIDS de Recife (PE).</div><div>A terapia com ARV inclui o uso de medicamentos via oral pela mulher durante todo o período gestacional, durante o parto por via endovenosa, e com o bebê após o nascimento, até seis semanas após o parto. </div><div>Devido à complexidade da TARV, grande quantidade de comprimidos e os possíveis efeitos colaterais, as mulheres relatam dificuldade de adesão no ínicio do tratamento, pensando até em descontinuar após o nascimento do bebê.</div><div>A negação e a não adesão ao tratamento são mecanismos de defesa comumente associados ao momento da descoberta, diante do sentimento de culpa e medo. No entanto, diante do conhecimento a respeito da profilaxia e a possibilidade de evitar a transmissão vertical, as entrevistadas citam a aceitação da condição e adesão à terapia. Sendo assim, a saúde da criança torna-se prioridade para as mães.</div><div>A não amamentação caracteriza-se dolorosa nos casos de mães portadoras do HIV/AIDS, visto a grande repercussão dos benefícios do aleitamento, além do estabelecimento de um vínculo de afeto e segurança entre mãe e bebê. Neste sentido, os depoimentos demonstram sentimento de tristeza e frustração,e além disso, o fato de não amamentar pode despertar o preconceito dos grupos sociais em que está inserida e consequentemente a possível exposição de sua condição.</div>]]></description>
         <enclosure url="https://www.scielo.br/scielo.php?pid=S1413-294X2013000300002&amp;script=sci_arttext" />
         <pubDate>2020-11-02 13:15:49 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Artigo 2</title>
         <author>mariaisabelamandato</author>
         <link>https://padlet.com/mariaisabelamandato/1sivxpjn7mfjila5/wish/882140624</link>
         <description><![CDATA[Devido ao aumento dos casos de infecção por HIV/AIDS em mulheres ao longo dos anos, fez-se necessário a adoção de medidas preventivas e profilátivas, que visam à redução do risco de transmissão vertical, mortalidade materna e infantil.
O presente estudo analisou o sentimento da mulher gestante frente ao diagnóstico de HIV/AIS em uma unidade de saúde do Rio Grande do Sul, através de uma investigação qualitativa. Como resultado, observa-se que as mulheres sentiram medo da morte e da transmissão vertical, além da possibilidade de não poderem criar seus filhos, condição que resulta em extrema insegurança e angústia.
Apesar disso, com o passar o tempo, algumas entrevistadas relatam a aceitação da doença, e tentam o possível para levar uma vida comum com suas famílias. 
A relação das parturientes com seus conjuges torna-se uma questão complexa, visto que muitas delas adquiriram o vírus através de seus relacionamentos, o que abala a confiança e tráz sofrimento. Já outras citam a perda de seus companheiros.
A profilaxia com antiretrovirais, responsável pela segurança durante a gestação e parto, é frequentemente aderida pelas mulheres, uma vez que todas de demonstram preocupadas em transmitir o vírus para seus bebês.
Desta forma, o presente estudo observa que a dimensão do cuidar vai além do aspecto fisiopatológico das mulheres portadoras do HIV/AIDS. É necessário que os profissionais saibam adotar estratégias de escuta e empatia,  promovendo o acolhimento dessas mulheres no serviço de saúde.
]]></description>
         <enclosure url="http://www.repositorio.ufc.br/handle/riufc/14672" />
         <pubDate>2020-11-02 13:16:00 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Artigo1</title>
         <author>amandagabrielly_ivp</author>
         <link>https://padlet.com/mariaisabelamandato/1sivxpjn7mfjila5/wish/883823792</link>
         <description><![CDATA[<div>Este artigo trata-se de como as gestantes hiv positivo são atendidas nas maternidades de referencia na região do Cariri. Ele foi construído através de um estudo descritivo, retrospectivo e com o objetivo de apontar como acontece a execução dos manejos clínicos e medicamentoso com essa puérpera e com o recém-nascido seguindo os protocolos do ministério da saúde.</div><div>Os autores citam que, o diagnóstico durante, ou antes, do pré-natal constitui um fator primordial para a prevenção da transmissão vertical. </div>]]></description>
         <enclosure url="https://www.scielo.br/scielo.php?pid=S1414-81452010000300006&amp;script=sci_arttext&amp;tlng=pt" />
         <pubDate>2020-11-02 19:39:37 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Protocolo 1</title>
         <author>amandagabrielly_ivp</author>
         <link>https://padlet.com/mariaisabelamandato/1sivxpjn7mfjila5/wish/883832527</link>
         <description><![CDATA[<div>O objetivo deste Protocolo é contribuir para melhorar a qualidade da atenção à saúde no enfrentamento da transmissão vertical, além de reforçar ações da Rede Cegonha no âmbito da prevenção, assistência, vigilância e tratamento no pré-natal, parto e puerpério.</div><div>Em junho de 2019, o conteúdo sobre a Prevenção da Transmissão Vertical da Sífilis foi atualizado, a fim de contemplar com maior especificidade a gestante, mantendo o reforço à importância do diagnóstico e tratamento da parceria sexual, assim como todo o seguimento e manejo da criança exposta.</div>]]></description>
         <enclosure url="https://padlet-uploads.storage.googleapis.com/691521886/333810eca5625ffae77a3ffcd3e5cf0c/miolo_pcdt_tv_08_2019.pdf" />
         <pubDate>2020-11-02 19:41:50 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Artigo 1</title>
         <author>amandagabrielly_ivp</author>
         <link>https://padlet.com/mariaisabelamandato/1sivxpjn7mfjila5/wish/884035827</link>
         <description><![CDATA[<div>O artigo fala da importância que a equipe interdisciplinar tem, durante o acolhimento e a consulta de  pré-natal sensibilizada, onde não falte esforços em oferecer o cuidado baseado nos aspectos, psicológicos, sociais e culturais, de forma humana e individualizada. Os autores também destacam a importância da educação em saúde durante o pré-natal para a inserção da gestante nas ações efetivas de prevenção do HIV/DST. Desta forma, os profissionais de saúde devem unir esforços para que a suas ações no dia a dia incentive e conscientize estas gestantes, orientar quanto à responsabilidade de se cuidar, gerando a mudança de comportamento necessário para que a  prevenção da disseminação do vírus HIV aconteça, inclusive de modo vertical.<br><br></div>]]></description>
         <enclosure url="https://www.researchgate.net/profile/Ysabely_Pamplona2/publication/282463545_REALIZACAO_DA_SOROLOGIA_PARA_HIV_NO_PRE-NATAL_CONHECIMENTO_E_PERCEPCAO_DA_GESTANTE/links/582d9e2208ae004f74bc9ea0.pdf" />
         <pubDate>2020-11-02 20:40:56 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Artigo 2</title>
         <author>amandagabrielly_ivp</author>
         <link>https://padlet.com/mariaisabelamandato/1sivxpjn7mfjila5/wish/884295300</link>
         <description><![CDATA[<div>O pré-natal é o momento primordial e essencial para que a mulher se prepare para se tornar mãe. E é através das consultas de enfermagem e outras ações desenvolvidas na Estratégia Saúde da Família que a gestante é acompanhada e acolhida durante o desenvolvimento de sua gestação e do bebê. O artigo Trata-se de um estudo descritivo de natureza qualitativa, feito com 13 gestantes. Os autores relatam que apesar das gestantes reconhecerem a importância das ações realizadas pelo enfermeiro durante o pré-natal é necessário que estes profissionais busquem estratégias para melhorar a assistência às gestantes, no sentido de reforçar as ações de educação em saúde e a criação de vínculo entre à gestante e o serviço de saúde.<br><br></div>]]></description>
         <enclosure url="https://www.e-publicacoes.uerj.br/index.php/sustinere/article/view/31722/25719" />
         <pubDate>2020-11-02 22:20:21 UTC</pubDate>
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         <title>Referência 2</title>
         <author>mariaisabelamandato</author>
         <link>https://padlet.com/mariaisabelamandato/1sivxpjn7mfjila5/wish/886516943</link>
         <description><![CDATA[<div>O Boletim Epidemiológico do Ministério da Saúde nos traz informações sobre os índices e características do HIV/AIDS no Brasil, tendo como período de análise de 2007 a 2019. Sendo assim, observamos que o maior número de casos de infecção por HIV está concentrado em indivíduos entre 20 e 34 anos (52,7%), sendo 69,0% dos casos em homens e 31,0% em mulheres. <br>Entretanto, no que diz respeito à escolaridade, percebemos um déficit na notificação, o que compromete maiores análises. <br>No âmbito da orientação sexual, observou-se que 51,3% dos homens maiores de 13 anos infectados foram decorrentes de exposição homossexual ou bissexual, 31,4% de relações heterossexuais e 2,0% devido o uso de drogas injetáveis. No caso das mulheres, os dados apontam que 85,5% dos casos são advindos de relações heterossexuais e 1,4% por uso de drogas injetáveis.<br>O Boletim ainda nos informa que no período de 2000 a 2019 foram notificados 125.144 gestantes infectadas com HIV, rastreadas através do pré-natal e detecção precoce da condição.<br><br></div>]]></description>
         <enclosure url="http://www.aids.gov.br/pt-br/pub/2019/boletim-epidemiologico-de-hivaids-2019" />
         <pubDate>2020-11-03 15:13:25 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Protocolo clínico Ministério da Saúde</title>
         <author>mariaisabelamandato</author>
         <link>https://padlet.com/mariaisabelamandato/1sivxpjn7mfjila5/wish/886623143</link>
         <description><![CDATA[<div>O protocolo clínico do Ministerio da Saúde para a Prevenção da Transmissão Vertical de HIV, Sífilis e Hepatites Virais nos direciona para o atendimento das gestantes acometidas pelo HIV, desde o momento da testagem, acompanhamento pré-natal, uso da terapia com antirretrovirais (TARV), parto e pós-parto.</div><div>O acompanhamento da gestante deve ser estabelecido de acordo com sua situação clínica. A gestante portadora do HIV estável realizada o pré-natal de alto risco, e as que apresentarem imunossupressão grave e outras infecções/complicações devem serem encaminhadas também para o serviço especializado. </div><div>O protocolo ainda orienta quanto à importância do estabelecimento de um vínculo de confiança entre o profissional e paciente, além de uma linguagem simples e capaz de informar os aspectos essenciais da infecção, promovendo maior adesão à profilaxia e conforto para a paciente.</div>]]></description>
         <enclosure url="http://www.aids.gov.br/pt-br/pub/2015/protocolo-clinico-e-diretrizes-terapeuticas-para-prevencao-da-transmissao-vertical-de-hiv" />
         <pubDate>2020-11-03 15:40:17 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Protocolo Municipal</title>
         <author>mariaisabelamandato</author>
         <link>https://padlet.com/mariaisabelamandato/1sivxpjn7mfjila5/wish/886732522</link>
         <description><![CDATA[<div>A secretaria de Saúde de Município de Ivaiporã resumiu o Protocolo do Ministério da Saúde, a fim de facilitar o entendimento dos profissionais de saúde que atendem as gestantes com HIV da região. <br>Este documento nos apresenta os cuidados específicos durante o parto, seja vaginal ou cesárea; o esquema da terapia antirretroviral injetável no âmbito hospitalar e o seu uso pelo recém-nascido.</div>]]></description>
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         <pubDate>2020-11-03 16:08:03 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/mariaisabelamandato/1sivxpjn7mfjila5/wish/886732522</guid>
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