<?xml version="1.0"?>
<rss version="2.0">
   <channel>
      <title>Elisa Vieira E1T10138 by Elisa Vieira</title>
      <link>https://padlet.com/elisavieira/1r3u6lvpyrw7</link>
      <description>Professora de Português, na Escola Secundária de Maximinos</description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2016-10-10 19:05:35 UTC</pubDate>
      <lastBuildDate>2025-10-17 18:28:24 UTC</lastBuildDate>
      <webMaster>hello@padlet.com</webMaster>
      <image>
         <url>https://padlet-assets.s3.amazonaws.com/icons/Lightdecrease.png</url>
      </image>
      <item>
         <title>

Elisa Vieira E1T10138       M1 – Tarefa 1 – TUTORIA

Opção B – Escolha um dos vídeos da caixa ESPREITE e
dê-lhe um novo nome justificando a sua opção.

</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/elisavieira/1r3u6lvpyrw7/wish/130510119</link>
         <description><![CDATA[<div>Na minha opinião, o vídeo intitulado “Powerful Inspirational true story...Never give up!” poderia chamar-se “Superar é vencer!”.&nbsp;<br>Resumidamente, este vídeo apresenta uma situação real, em que Derek Redmond, um atleta favorito à medalha de ouro, na prova dos 400 m – corrida, nos Jogos Olímpicos de 1992, caiu devido a uma dor lancinante numa perna, vendo perdidas as suas expectativas de vencer a prova. Contudo, não desistiu e continuou a correr, apesar de todas as dificuldades, tendo contado com o apoio do seu pai que, ultrapassando as barreiras de segurança, lhe emprestou o seu ombro. Embora este o tenha tentado demover, respeitou a sua decisão de continuar, amparando-o e deixando-o cortar a meta sozinho. O atleta acabou por ser aplaudido de pé, como um verdadeiro herói.</div><div>O nome que proponho – “Superar é vencer” justifica-se, na medida em que este atleta se preparou arduamente, para realizar o sonho de vencer a medalha de ouro e, ao confrontar-se com uma adversidade, manteve-se focado, persistiu e, com determinação, caminhou além da dor, acabando por ser efusivamente ovacionado por uma multidão. Apesar de não ter recebido a medalha de ouro, não deixou de obter as honras de um vencedor, ao conseguir superar a dor física e psicológica.<br>Efetivamente, penso que foi a capacidade de superação e de determinação deste atleta que lhe mantiveram o estímulo e a motivação para continuar e terminar a prova com a dignidade de um herói.&nbsp;<br><br></div><div><br></div><div>&nbsp;<br><br></div><div><br></div>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2016-10-13 16:31:55 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/elisavieira/1r3u6lvpyrw7/wish/130510119</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Elisa Vieira E1T10138</title>
         <author>elisavieira</author>
         <link>https://padlet.com/elisavieira/1r3u6lvpyrw7/wish/131169532</link>
         <description><![CDATA[<div>M1 – Tarefa 2 – Competências de relação interpessoal, no âmbito da tutoria
.<br>
<br>Opção A 
<br>&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp;Pensando num tutor que está a iniciar o seu processo, indique 3 conselhos/sugestões para a prática tutorial (1 por cada um dos objetivos do processo de tutoria). 
<br>
<br>	Objetivo 1. Autoexploração do tutorando.
<br>&nbsp;	Conselho/sugestão: Não achas melhor conduzires a reflexão do teu tutorando, no sentido de promoveres o seu autoconhecimento, em vez de lhe dares conselhos?
<br>
<br>	Objetivo 2. Compreensão e envolvimento do tutorando.
<br>	Conselho/sugestão: Penso que será mais fácil obteres o comprometimento do tutorando, se negociares com ele os objetivos do plano de ação. 
<br>
<br>	Objetivo 3. Ação do tutorando
<br>	Conselho/sugestão: Não te esqueças de reforçar positivamente o tutorando, a cada pequeno objetivo alcançado.
<br><br></div>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2016-10-17 14:57:51 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/elisavieira/1r3u6lvpyrw7/wish/131169532</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Elisa Vieira E1T10138 </title>
         <author>elisavieira</author>
         <link>https://padlet.com/elisavieira/1r3u6lvpyrw7/wish/132700904</link>
         <description><![CDATA[<div>Também prefiro o nº 12, tanto em relação a mim mesma, como em relação aos outros.</div>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2016-10-24 14:07:00 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/elisavieira/1r3u6lvpyrw7/wish/132700904</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Elisa Vieira E1T10138</title>
         <author>elisavieira</author>
         <link>https://padlet.com/elisavieira/1r3u6lvpyrw7/wish/132724075</link>
         <description><![CDATA[<div>M1 – Tarefa – Tipos de conhecimento envolvidos nos processos de aprendizagem
<br>
<br>Opção A 
<br>&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp;Na conversa com um tutorando, surge o tema “projeto de vida”. Importância de construir um projeto de vida… como poderia introduzir os três tipos de conhecimento na conversa, a propósito deste tema? 
<br>
<br>Numa conversa com um tutorando, surge o tema “projeto de vida”.&nbsp; Na sua opinião, o seu “projeto de vida” nada tem a ver com o modelo de escola tal e qual ele conhece e que ele frequenta. Ele diz que a própria vida é uma escola e que aprende mais, realizando tarefas no seu dia-a-dia do que na escola. Como exemplo, refere que, no início das últimas férias de verão, pedira à mãe um telemóvel novo. Atendendo ao seu preço tão elevado (300€), a mãe dissera-lhe que, se queria um telemóvel tão caro, teria de trabalhar para ganhar esse dinheiro. Ele aceitara este desafio, sem hesitar. Há uns dias atrás, tinha ouvido dizer que a dona do minimercado da sua rua precisava de alguém que lhe descarregasse as mercadorias. Lembrou-se, então, de lá ir oferecer-se para o fazer, tendo negociado com ela a remuneração a receber. Por outro lado, como algumas clientes necessitavam que lhes levassem as compras a casa, também negociara o preço a cobrar por este serviço. O certo é que ainda não tinham acabado as férias e já ele tinha o dinheiro necessário para comprar o telemóvel. Para além disso, tinha aprendido “muitas coisas novas” que a escola não que ensinava.
<br>A tutora admitiu que, efetivamente, “a vida é uma escola”, mas que não pode substituir a escola. As vivências diárias extraescolares complementam e permitem treinar e aprofundar os conhecimentos e competências adquiridos na escola e vice-versa. Assim, felicitou-o pela sua iniciativa, reveladora do seu espírito empreendedor e, neste contexto, fê-lo refletir sobre os conhecimentos e competências adquiridos na escola e que ele mobilizara nesta experiência. O aluno acabou por reconhecer que tinha transferido para a sua atividade, conhecimentos e capacidades de várias disciplinas do seu currículo – de Português, de Matemática, de Formação Cívica, de Educação Física, …, mas que também tinha aprendido “muitas coisas novas”.
<br>Nesta sequência, a tutora perguntou ao tutorando – Então, qual é o teu projeto de vida?
<br>- Ser um empresário, um homem de negócios… - respondeu.
<br>- E achas que isso será possível, sem aprendizagem, sem conhecimentos adquiridos na escola?
<br>- Não. Eu também tenho de aprender na escola… na verdade, eu não tinha conseguido trabalhar no minimercado, se não soubesse comunicar, se não soubesse fazer contas, se não soubesse ser simpático e educado com as pessoas… 
<br>- Pois…, na verdade, essa tua experiência pôs em evidência os três tipos de conhecimento envolvidos na aprendizagem: o conhecimento declarativo esteve presente, por exemplo, quando comunicavas, quando descrevias aquilo que te rodeava…; o conhecimento procedimental foi adquirido através da manipulação dos objetos, na resolução dos problemas que foram surgindo e o conhecimento condicional evidenciou-se, ao transferires os conhecimentos teóricos que possuías, para as situações práticas da tua atividade. 
<br>- Sim…, às vezes, algumas clientes que viam mal pediam-me para ler os rótulos das embalagens, os prazos de validade ou a composição dos produtos… se eu não tivesse estudado ciências não sabia o que eram “lípidos”, “hidratos de carbono”…; para carregar mercadorias pesadas, também tive de pôr em prática, alguns conselhos do professor de Educação Física…
<br>- Então, os conhecimentos adquiridos na escola foram úteis…
<br>- Sim, são úteis… mas eu gosto mais de aprender, fazendo…
<br>- Pois… mas, na tua opinião, seria possível alguém conduzir um camião, autonomamente, sem aprender antes as regras de trânsito, sem conhecer o funcionamento do veículo,… 
<br>- Não… isso era uma tragédia, pela certa… 
<br>- Há situações em que o conhecimento declarativo, ou seja, “saber o que é” tem que preceder o conhecimento procedimental, o “saber como”. Mas, pensando bem, a nossa escola pode proporcionar-te contextos de aprendizagem mais adequados ao teu perfil – pesquisas; jogos matemáticos; atividades na biblioteca… atividades centradas no conhecimento procedimental, no “aprender, fazendo”, como tu dizes…
<br>- Afinal, parece que o meu projeto de vida também passa pela escola…
<br>- Sem dúvida… vejo que já compreendeste a instrumentalidade, ou seja, a aplicabilidade de determinados conhecimentos adquiridos na escola, na tua vida futura…
<br>- Sim… até já estou a sentir-me mais motivado. Quanto mais depressa acabar os meus estudos, mais depressa vou ser um homem de negócios… e bem sucedido.
<br>- Sem dúvida… ainda um dia vou ter o prazer de dizer: -Eu fui sua tutora
!<br><br><br></div>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2016-10-24 14:58:03 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/elisavieira/1r3u6lvpyrw7/wish/132724075</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Elisa Vieira E1T10138</title>
         <author>elisavieira</author>
         <link>https://padlet.com/elisavieira/1r3u6lvpyrw7/wish/134344405</link>
         <description><![CDATA[<div><br>M3 –&nbsp; 2.3 Tarefa – COMPETÊNCIAS DA RELAÇÃO INTERPESSOAL NO ÂMBITO DA TUTORIA<br><br>O tutor-formando deve dar exemplos das três competências de atendimento (empatia, respeito e afetividade).<br><br>São solicitados dois exemplos para cada competência, um de um exercício eficaz e outro de um exercício não eficaz na relação de tutoria.<br><br>1.	EMPATIA<br><br>Situação:&nbsp;<br><br>O tutorando chega sistematicamente atrasado às aulas e já lhe foram marcadas várias faltas de pontualidade.&nbsp;<br><br>Exercício eficaz da relação de tutoria:<br><br>Face à situação, o tutor mostra ao tutorando o mapa das faltas e não faz qualquer crítica ou juízo de valor, limitando-se a apresentar este facto.<br><br>Como o tutorando se apressa a explicar os motivos destas faltas, o tutor mostra-se totalmente disponível para escutar as suas explicações, ouvindo-o de forma atenta e cuidadosa e adotando uma postura delicada e interessada em ajudar o tutorando a resolver a situação. Gradualmente, através do diálogo, o tutor promove a reflexão do tutorando e leva-o a compreender e a admitir as verdadeiras razões desses atrasos e a propor, ele próprio, sugestões para a sua resolução. O envolvimento do tutorando na alteração do seu comportamento será tanto maior, quanto maior for o seu envolvimento na procura de soluções e na assunção de um compromisso.&nbsp;<br><br>Exercício não eficaz da relação de tutoria:<br><br>Face à situação, o tutorando apressa-se a explicar os motivos destas faltas, mas o tutor não o deixa falar, dizendo-lhe repetidamente que as faltas de pontualidade são convertidas em faltas de presença e que ele é um sério candidato a ficar retido, por excesso de faltas injustificadas. Lembra-lhe que já o tinha avisado e que vai fazer informar a sua encarregada de educação. Acrescenta que já foi aluno e que nunca precisou de chegar atrasado.&nbsp;<br><br>2.	RESPEITO<br><br>Exercício eficaz da relação de tutoria:<br><br>O tutor ouve as sugestões apresentadas pelo tutorando e elogia as capacidades que ele demonstra, para resolver os seus próprios problemas, sublinhando que confia nele e que tem a certeza de que as faltas de pontualidade vão acabar, pois sabe que ele será capaz de cumprir tudo o que for necessário e que acordaram entre si.<br><br>Exercício não eficaz da relação de tutoria:&nbsp;<br><br>Ao ser abordado pelo professor relativamente às faltas de pontualidade, o tutorando pede desculpa e diz que vai corrigir o seu comportamento, mas o tutor mal o deixa falar e atalha dizendo que as regras são para cumprir e que ele não conseguirá deixar de chegar atrasado, se não se convencer disso o que, aliás, parece ser difícil para ele.<br><br>3.	AFETIVIDADE<br><br>Exercício eficaz da relação de tutoria:<br><br>No final da conversa, o tutor sorri e coloca a mão no ombro do tutorando, dizendo-lhe que está muito satisfeito com a sua determinação em mudar, dizendo que isso terá uma grande repercussão nos seus resultados escolares. O aluno sente-se compreendido, acarinhado e motivado para cumprir tudo o que acordou com o tutor.<br><br>Exercício não eficaz da relação de tutoria:&nbsp;<br><br>Para finalizar a conversa, o tutor acrescenta que vai ficar atento aos progressos do tutorando, esperando que ele tenha juízo e que não seja necessário voltar a falar sobre faltas de pontualidade, pois há assuntos mais importantes para tratar.<br><br><br><br><br><br></div>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2016-10-31 19:56:20 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/elisavieira/1r3u6lvpyrw7/wish/134344405</guid>
      </item>
      <item>
         <title></title>
         <author>elisavieira</author>
         <link>https://padlet.com/elisavieira/1r3u6lvpyrw7/wish/136135917</link>
         <description><![CDATA[<div>Elisa Vieira E1T10138<br><br>ATIVIDADE: Execução coletiva de um outdoor alusivo ao tema “Sucesso à vista!”, para exposição.<br><br>AUTORES: Alunos do apoio tutorial específico, sob a orientação/supervisão da tutora;<br><br>PLANIFICAÇÃO	<br>Definição de:<br><br>- Objetivos (CRAVA)<br>- Prazo de execução;&nbsp;<br>- Horário;&nbsp;<br>- Local de execução/ local da exposição;<br>Materiais;<br>Estratégias/Metodologias;<br><br>EXECUÇÃO	<br>- O outdoor é construído, de acordo com a planificação definida;<br>- No início de cada sessão de trabalho, será feito o ponto da situação, quanto às ações realizadas e a realizar;<br>- Se necessário, serão equacionados e realizados ajustamentos à planificação.<br><br>AVALIAÇÃO	<br>- Todos os intervenientes avaliarão o processo e o produto final, verificando se tudo correu conforme planeado e os constrangimentos eventualmente sentidos, elencando os aspetos positivos e os aspetos a melhorar, os sentimentos experienciados e, em caso de reconhecido sucesso, celebrarão em conjunto.<br><br><br></div>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2016-11-08 16:02:36 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/elisavieira/1r3u6lvpyrw7/wish/136135917</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Elisa Vieira ET10138</title>
         <author>elisavieira</author>
         <link>https://padlet.com/elisavieira/1r3u6lvpyrw7/wish/137145869</link>
         <description><![CDATA[<div>APRESENTAÇÃO - 07/11/2016<br>Sou professora de Português e de Francês do 3º ciclo e do ensino secundário, na Escola Secundária de Maximinos, em Braga.&nbsp;<br>Ao longo de trinta anos de serviço, no exercício das mais diversas funções, tenho tido a oportunidade de trabalhar com centenas de alunos.&nbsp;<br>Porém, sendo a escola um contexto de partilha e interação permanentes, apresenta-nos desafios constantes e diferentes. Certo é que, em todas as situações, mais ou menos positivas, tenho aprendido com cada um dos meus alunos e continuo a encarar cada um deles como sendo único e merecedor do meu melhor.&nbsp;<br>Neste ano letivo, a função de tutora é mais um desafio.&nbsp;<br>A mim e a outra professora da escola foram atribuídos 27 tutorandos do 7º, 8º e 9º anos, de 9 turmas diferentes. Dispomos de cinco tempos cada uma – 3 deles coincidentes com o horário letivo dos alunos e dois tempos comuns, à quarta-feira de tarde, em que os alunos não têm aulas.&nbsp;<br>&nbsp;Ambas concordamos que o trabalho seria árduo e que, se o partilhássemos, o nosso desempenho seria bem melhor.&nbsp;<br>Assim, dividimos os tutorandos em dois grupos e temos reunido regularmente para planificar, executar e avaliar as atividades.&nbsp;<br>Até ao momento, o trabalho foi faseado do seguinte modo:&nbsp;<br>Em setembro, apresentamo-nos às equipas educativas de cada ano e demos a conhecer o âmbito e os objetivos do apoio tutorial específico;&nbsp;<br>Depois, iniciamos a criação de uma base de dados com informações relevantes acerca dos tutorandos, designadamente, contactos, fatores socioeconómicos, dificuldades e expectativas quanto ao percurso escolar, entre outros;&nbsp;<br>Para isso, reunimos, individualmente com os diretores de turma, em primeiro lugar; depois, com os tutorandos e, finalmente, com os encarregados de educação.&nbsp;<br>Estas reuniões visaram também esclarecer acerca dos objetivos do apoio tutorial específico e sensibilizar para a importância do mesmo;&nbsp;<br>Na sequência destas reuniões e em função das informações obtidas, foram desencadeadas várias iniciativas pontuais de apoio, mais urgentes (diligências para obtenção de manuais escolares, para acesso a apoios do SASE e outros);&nbsp;<br>Entretanto, informamos os professores do 3º ciclo, acerca do horário por nós disponibilizado para a tutoria, caso entendam conveniente ou necessário que o aluno tutorando realize uma tarefa/atividade, com apoio individualizado da tutora, em vez de estar em aula com a sua turma;&nbsp;<br>Atendendo à escassez do tempo disponível e para facilitar a comunicação mais regular com todos os tutorandos e entre os tutorandos, decidimos criar um email de grupo e, a exemplo do que a formadora Juliana tem feito, também nós, temos usado o e-mail para os mais diversos fins (receber e dar informações; enviar vídeos ou mensagens para reflexão; feed-back sobre trabalhos realizados; desejar bom fim de semana, etc)&nbsp;<br>Há duas semanas atrás, demos início a sessões de tutoria, às quartas-feiras à tarde.&nbsp;<br>As duas sessões realizadas centraram-se na fase de facilitação do processo de ajuda. Na primeira sessão, apresentamos um vídeo, a partir do qual se desencadeou o diálogo entre as tutoras e os tutorandos.&nbsp;<br>Gerou-se um ambiente agradável, descontraído, de partilha e reflexão que todos consideraram produtivo.&nbsp;<br>No final, um aluno que confidenciou-me que estava muito dececionado, pois não contava ter negativa no teste de Matemática e a culpa tinha sido do professor, que não gostava dele. Para além disso, tinha tido muito azar, porque, no teste, a maioria das perguntas referia-se à matéria que não tinha estudado.&nbsp;<br>- A Matemática não consigo tirar positiva. Por isso não estudo mais! – disse ele.&nbsp;<br>Logo me lembrei da teoria atribucional da motivação e emoção de Weiner. A interpretação dos resultados, por parte do aluno, e a sua importância determinante na posterior escolha e envolvimento nas tarefas.&nbsp;<br>Conversei com ele sobre o que acabara de dizer, fazendo-lhe perguntas e orientando a sua reflexão, no sentido de o levar a clarificar as verdadeiras razões da negativa no teste.&nbsp;<br>O aluno acabou por reconhecer que, afinal, não tinha planeado devidamente o estudo, nem sequer tinha lido os objetivos e só tinha estudado na véspera. Por isso, não tinha tido tempo para estudar a matéria toda. Por outro lado, tinha passado a aula de revisões a brincar e a ser repreendido pelo professor. Na verdade, o professor chamava-o à atenção, porque se preocupava com ele.&nbsp;<br>Disse-lhe, por fim: - As verdadeiras causas que acabaste de apontar são perfeitamente controláveis por ti e, ao identificá-las, já deste um passo de gigante para teres sucesso a Matemática. Vais trabalhar comigo algumas competências e tenho a certeza de que vais conseguir!&nbsp;<br>&nbsp;- Afinal, depende de mim! E da setôra! – referiu ele.&nbsp;<br>E eu pensei: - O meu sucesso como tutora também depende mim, de ti e, sem dúvida, da formação.&nbsp;</div>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2016-11-12 17:59:02 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/elisavieira/1r3u6lvpyrw7/wish/137145869</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Elisa Vieira ET 10138</title>
         <author>elisavieira</author>
         <link>https://padlet.com/elisavieira/1r3u6lvpyrw7/wish/137146075</link>
         <description><![CDATA[<div>M5 –&nbsp; 1.3 Tarefa – ESTRATÉGIAS DE AUTORREGULAÇÃO DA APRENDIZAGEM<br><br>Opção A<br><br>Explique qual o procedimento/ sequência para ensinar uma das estratégias de autorregulação da aprendizagem apresentadas anteriormente.<br>Numa sessão de tutoria, um tutorando diz que, no dia seguinte, vai ter teste de Português e que o grupo da “Gramática” incidirá nos conteúdos relativos à “Origem e evolução da língua portuguesa”. A sua principal dificuldade é não conseguir memorizar alguns dos fenómenos fonéticos.<br>- Eu até os compreendo… não consigo é decorar o nome de cada um e o que cada um significa… já desisti…<br>A tutora conversa com o tutorando, no sentido de o fazer acreditar de que será capaz de memorizar, desde que utilize uma estratégia facilitadora da aprendizagem.&nbsp;<br>- Que estratégia? Eu sei que existem fenómenos de inserção e de supressão, mas não sei o que é cada um deles…<br>- Sabes que eu própria já senti dificuldades de memorização e consegui superá-las usando mnemónicas? – atalhou a tutora.<br>- O que são mnemónicas?<br>- Uma mnemónica é uma estratégia de aprendizagem que auxilia na memorização de conteúdos, através de uma associação sugestiva a uma informação com significado. Pode consistir numa rima, por exemplo… lembras-te da rima usada para decorares o número de dias de cada mês? Trinta dias tem novembro…<br>- Abril, junho e setembro; de vinte e oito, só há um, e os mais têm trinta e um. – acrescentou o aluno.<br>- Exato! Também podes recorrer à formação de palavras com as iniciais de cada termo que queres memorizar, por exemplo.<br>Feita esta introdução centrada no conhecimento declarativo, a tutora passa ao conhecimento procedimental:<br>- Vamos consultar, na gramática, os fenómenos fonéticos de inserção de fonemas.<br>- São: prótese (no início da palavra); epêntese (no meio) e paragoge (no fim).<br>- Com a inicial de cada uma das palavras, obténs a palavra “PEP”. Esta palavra faz lembrar o jogador da seleção nacional “Pepe”, que é um valor acrescentado na equipa. Pensando assim, … “valor acrescentado”, pode ser associado a “inserção” ou “acrescentamento” de fonemas.&nbsp;<br>- A palavra “prótese” faz-te lembrar algo?&nbsp;<br>- Sim. A minha avó usa uma prótese dentária.&nbsp;<br>- Pois… a tua avó faz a inserção da prótese. “Prótese” sugere inserção e será, então, este o nome mais óbvio para ti, logo aparece em primeiro lugar (associa-se à ideia de inserção de um fonema, no início da palavra – ex: “thum” &gt; “atum”);&nbsp;<br>- Sabendo que prótese é um fenómeno de inserção no início, dizendo a palavra “PEP”, vais lembrar-te de que “epêntese” é o acrescentamento de um fonema no meio – Ex:”estella” &gt; estrela e paragoge no fim – Ex: “ante” &gt; “antes”.&nbsp;<br>- Assim, nunca mais vou esquecer!!!<br>O tutorando passou pela fase da observação e foi acompanhando o raciocínio da tutora, sendo capaz de assumir um papel mais ativo, na aprendizagem desta estratégia, podendo passar às fases seguintes: imitação, prática guiada com feedback e, finalmente, autorregulação.<br>- Vamos ver, então os fenómenos de “supressão”… - disse a tutora.<br>- São: “aférese”, “síncope” e “apócope”.<br>- Porque organizaste as palavras nesta ordem?<br>- Porque “aférese” é um fenómeno de supressão de um fonema no início da palavra; “síncope”, no meio e “apócope”, no fim.<br>- Muito bem… e agora?<br>- Agora, com as iniciais das palavras, formo a palavra ASA, que associo à ideia de que os fonemas “voaram”, ou seja, foram suprimidos.<br>- Sim. E porque é que colocas a palavra “Aférese” em primeiro lugar?<br>- Porque, para mim, a palavra “aférese” é mais fácil de dizer do que “apócope”.<br>- Acabas de aplicar a estratégia de mnemónica quase de forma autónoma. Parabéns!!!<br>- “PEP” são as iniciais dos fenómenos de inserção e “ASA” são as iniciais dos fenómenos fonéticos de supressão! E já sei uma forma de decorar a lista das orações coordenadas. Formo a palavra “CADCE”, com as iniciais de “copulativas”, “adversativas”, “disjuntivas”, “conclusivas” e “explicativas”. Começo pelas “copulativas”, porque são as que eu conheço melhor!<br>-&nbsp; De agora em diante, poderás aplicar esta estratégia de forma autónoma, sempre que a consideres eficaz, de acordo com os teus objetivos de aprendizagem.<br>- Sim, sem dúvida! Afinal, não é assim tão difícil decorar a matéria!<br>Neste diálogo, esteve presente o recurso aos três tipos de conhecimento envolvidos nos processos de aprendizagem (declarativo, procedimental e condicional).<br><br><br></div>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2016-11-12 18:02:31 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/elisavieira/1r3u6lvpyrw7/wish/137146075</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Elisa Vieira ET 10138    M6 - Competências de relação interpessoal, no âmbito da tutoriaTarefa 2.3.         Selecione um modo não verbal de comunicação eficaz e não eficaz e apresente uma situação no contexto de tutoria que exemplifique cada um deles.  	Um tutorando dirige-se à sala, onde o tutor presta atendimento personalizado, e bate à porta. Do lado de dentro, ouve uma voz irritada – Sim!!! Pode entrar!O aluno estranha o tom de voz e pensa: - O setôr está maldisposto… Entra a medo e fica em frente à secretária onde o professor se encontra. O tutor permanece sentado do outro lado da secretária e, sem desviar os olhos do computador, diz: - Senta-te!… Estou a enviar uns e-mails urgentes… mas podes falar… O aluno, com algum constrangimento, começa por dizer: - Setôr… tenho um problema, já há algum tempo… uns colegas da minha turma estão constantemente a insultar-me e a agredir-me fisicamente… já não aguento mais… a minha vontade é não voltar a pôr os pés na escola…O tutor continua a sua tarefa, com o olhar “preso” ao computador e a sua expressão facial revela saturação e impaciência por estar assoberbado de trabalho, sendo visível o seu total alheamento, em relação à situação relatada pelo aluno e aos sentimentos que ele manifesta. A certa altura, o aluno diz que vai telefonar à mãe, porque está com medo. Nesta altura, o tutor como que desperta e diz: - Então tu não estás a ser acompanhado pela psicóloga!!??O contexto de tutoria que acabo de apresentar, contém vários exemplos de comunicação não verbal não eficazes, designadamente: o tom de voz irritado do professor-tutor, quando o aluno bate à porta; o facto de não se levantar para acolher o aluno e permanecer sentado do outro lado da secretária; o facto de continuar a tarefa que estava a realizar, secundarizando a sua função de tutor, na presença de um aluno que procura ajuda; o facto de não estabelecer contacto visual com o aluno e de a sua expressão facial não exteriorizar qualquer sentimento condizente com a situação relatada pelo aluno. A interação comunicacional estabelecida pelo tutor é completamente ineficaz, na medida em que não revela qualquer disponibilidade, predisposição, abertura e interesse em acolher o aluno, em escutá-lo e em ajudá-lo. Assim, este começa por falar de uma questão bastante delicada, constrangido, e acaba por desistir, optando por pedir ajuda à mãe, pois não recebe, da parte do tutor, qualquer sinal de respeito, empatia ou afetividade que estimule a sua confiança e segurança, no sentido da resolução do seu problema. Vejamos, agora, uma situação oposta, em termos de eficácia, no âmbito da comunicação não verbal.Um tutorando dirige-se à sala, onde o tutor presta atendimento personalizado, bate à porta e aguarda. A porta é aberta pelo tutor, que o convida a entrar e a sentar-se, sentando-se junto dele. O tutor mostra-se satisfeito com a sua presença, sorri, mantendo uma postura ligeiramente inclinada para a frente e diz:- A professora de Matemática está muito contente contigo, porque tens estado mais atento nas aulas, tens participado e tens feito os TPC. Parabéns!!! Já cumpriste os teus principais objetivos…- Obrigada, setôr… Também passei o caderno todo a limpo…- Ótimo!!! Ainda conseguiste ir além…- Pois, setôr… mas eu penso que só poderei tirar positiva a Matemática, com alguma ajuda… para recuperar os conteúdos básicos…- O professor esboça um sorriso, fixa o olhar do aluno e abana a cabeça afirmativamente, concordando com o que acaba de ouvir.De seguida, orienta o aluno, no sentido de frequentar a sala de estudo, num horário favorável à sua situação.Contrariamente ao contexto anteriormente apresentado, este tutor exibe competências de comunicação não verbais, cuja eficácia beneficiará o aluno.O tutor acolhe o aluno com delicadeza, respeito e boa disposição; senta-se junto dele, de forma a eliminar quaisquer barreiras físicas; demonstra satisfação e interesse em escutá-lo e em ajudá-lo, ligeiramente inclinado para a frente; ouve o aluno atentamente; sorri e manifesta toda a disponibilidade e predisposição para colaborar com ele.Certamente, o aluno continuará a recorrer à ajuda do professor-tutor, uma vez que sentiu que valeu a pena expor o seu problema, pois encontrou a ajuda necessária.</title>
         <author>elisavieira</author>
         <link>https://padlet.com/elisavieira/1r3u6lvpyrw7/wish/139170861</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2016-11-21 17:54:52 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/elisavieira/1r3u6lvpyrw7/wish/139170861</guid>
      </item>
   </channel>
</rss>
