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      <title>1º 2 - E.E.P.S.AM. - Humanidades e Ciências Sociais (2º bimestre/2022) by Paula Carolina da Silva</title>
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      <description>Criado com ♥</description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2022-05-23 12:55:37 UTC</pubDate>
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         <title>ESLEY P.S JOAO VITOR S. CARLOS A. KAUAN B.</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>O Território Quilombola de Brejo dos Crioulos localiza-se na região norte de Minas Gerais, entre os municípios de São João da Ponte, Varzelândia e Verdelândia, e possui cerca de 17.300 hectares. O território divide-se em oito comunidades, reunindo em torno de 500 famílias.<br><br></div><div>A principal luta de Brejo dos Crioulos é pela titularização do seu território. Após muitos anos demandando o Estado Brasileiro, as comunidades que integram o território conseguiram que o decreto de desapropriação fosse publicado em 2011. Atualmente o processo de titulação está na fase de desintrusão, em que são retirados os ocupantes não-quilombolas que se encontram na área. Tal processo tem ocorrido lentamente, de modo que resta cerca de 15% da área para desintrusão. Não obstante tal demora, a luta de Brejo dos Crioulos se tornou referência para os territórios quilombolas na região – muitos dos quais ainda sofrendo graves violações de direitos humanos.<br><br></div><div>A FIAN Brasil atua desde 2007 com o território quilombola de Brejo dos Crioulos. Avalia-se que o trabalho da FIAN Brasil possibilitou o empoderamento das comunidades que formam o território, que hoje ocupam a maior parte da área e produzem seus próprios alimentos, consolidando uma conquista real. A FIAN também tem atuado na incidência política em prol de Brejo dos Crioulos, com participações de liderança do território em audiências da Comissão Interamericana de Direitos Humanos, por exemplo.<br><br>Atualmente, para além da luta pelo território, o outro grande fator de violação dos direitos humanos de Brejo dos Crioulos é a ausência ou ineficiência de políticas públicas voltadas ao território, em especial as de produção agrícola, saúde e educação. Neste sentido, a FIAN Brasil tem atuado com o intuito de exigir do Estado Brasileiro a realização de políticas públicas que plenamente efetivem os direitos humanos correlatos a tais políticas, em especial o Direito Humano à Alimentação e à Nutrição Adequadas (DHANA).<br><br>Disponivel em :https://fianbrasil.org.br/brejo-dos-crioulos/.<br><br>Consultado em: 27/05/2022<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2022-05-27 11:53:02 UTC</pubDate>
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         <title>Ana Beatriz,  Paulo Henrique, Nataly 1°2</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>Quilombo <br><br><strong>Comunidade quilombola ( Santa Maria dos Pretos)<br><br>O que é quilombo:<br>São territórios étnicos raciais com ocupação coletiva baseada na ancestralidade, no parentesco e em tradições culturais próprias. Elas expressam a resistência a diferentes formas de dominação e a sua regularização fundiária está garantida pela constituição federal de 1988.<br><br>Característica histórica:<br>Obtiveram o certificado de autorreconhecimento como comunidade remanescente de quilombo pela fundação cultural dos palmares em 2004. Em 2014 tiveram 607,5252 hectares titulados em nome da comunidade quilombola.)<br><br>Texto retirado também do livro :<br>Terra de Quilombos<br> Ana Cristina Pinheiro da Silva  Quilombo Piqui e Santa Maria dos Pretos/ Belo Horizonte: FAFICH, 2016.<br></strong><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2022-05-27 12:02:19 UTC</pubDate>
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         <title>Camila e Breno</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div><br>• Comunidade Quilombola Marobá dos Teixeira<br><br>•<strong>Quilombos</strong> eram comunidades formadas por escravos fugidos das fazendas.</div><div>Esses lugares se transformaram em centros de resistências dos escravos negros que escapavam do trabalho forçado no Brasil.<br>Formado a partir da reunião de vários escravos fugitivos, um quilombo passava a constituir um tipo de comunidade bastante diferente das que foram criadas pela ação dos colonizadores portugueses. Os habitantes dos quilombos, chamados de “quilombolas”, participavam de todo o trabalho que envolvia a obtenção de alimentos e construíam pequenas oficinas onde fabricavam suas roupas, utensílios domésticos, ferramentas de trabalho e móveis.<br><br>• HEROÍSMO E HERANÇA DO FUNDADOR<br><br>A história da ocupação do território habitado pelos Marobá dos Teixeiras começa com um grupo de pessoas que fugiam da escravidão na região de Diamantina.&nbsp; Não era a primeira vez que tentavam a fuga.&nbsp; Mas, desta vez,&nbsp; conseguiram.<br>No ano de 1870 ,encontraram um lugar seguro ,onde poderiam permanecer escondidos . Ali,no meio do mato,abriram clareiras . As terras da nova morada foram chamadas de Rancho Grande e ficavam na margem direita do rio Jequitinhonha. Ali,o fundador,João Teixeira de Souza e seus parentes fizeram as primeiras benfeitorias e começaram a plantar os alimentos que precisavam para sobreviver. O que mais se cultivava era o feijão, mas, em uma parte do território, existiam muitos coelhos que comiam boa parte da plantação. Por isso, o Rancho Grande foi dividido em duas porções de terra: uma se chamava Feijoal e a outra,Coelhos.<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2022-05-27 12:11:24 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>esley244</author>
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         <description><![CDATA[<div>Fonte: livro Brejo dos criolos </div>]]></description>
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         <pubDate>2022-05-27 12:14:43 UTC</pubDate>
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         <title>Ana Clara</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div><mark>Quilombo<br>QUILOMBO<br></mark><br>Quilombo é o nome dado aos espaços e as comunidades formadas por populações que se formaram a partir de situações de resistência territorial, social e cultural no Brasil. <br><br><strong>COMUNIDADE QUILOMBOLA </strong><strong><mark>LAGOAS<br>A comunidade quilombola Alagoas é uma das maiores do país, é o quarto território em extensão e em número de famílias, com 62.365.8 hectares, abrange seis municípios na bacia do Rio Piauí, Sudeste do Estado.<br></mark></strong>A principal fonte de subsistência em Lagoas é o cultivo&nbsp;</div><div>da terra com mão de obra familiar, sendo pouco ou nenhum&nbsp;</div><div>o excedente comercializado. A criação de pequenos animais&nbsp;</div><div>para o consumo doméstico - especialmente caprinos e ovi-&nbsp;</div><div>nos - também compõe o cotidiano da comunidade. As terras&nbsp;</div><div>disponíveis ao grupo, entretanto, são insuficientes para as ativida-&nbsp;</div><div>des de subsistência. Em função dessa falta, muitos homens jovens e&nbsp;</div><div>adultos saem para realizar trabalhos temporários fora, indo em espe-&nbsp;</div><div>cial para trabalhar em corte de cana.&nbsp;</div><div>Uma parte do território tradicional do</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-05-30 17:46:09 UTC</pubDate>
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         <title>Ana clara</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>Mapa da comunidade quilombola lagoas</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-05-30 17:46:56 UTC</pubDate>
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         <title>Patrick </title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>&nbsp;O <strong>quilombo</strong> ou mocambo é o nome que se dá às comunidades formadas majoritariamente por remanescentes de <strong>fugitivos da </strong><a href="https://escolakids.uol.com.br/historia/escravidao-no-brasil.htm">escravidão<strong>&nbsp;no Brasil</strong></a> e que remontam ao <a href="https://escolakids.uol.com.br/historia/colonizacao-do-brasil.htm">Período Colonial</a>. Era também uma das formas de resistência ao sistema escravocrata que essas populações encontraram, muitas vezes após fugas individuais e coletivas de senzalas e plantações. Mesmo após <a href="https://escolakids.uol.com.br/historia/a-abolicao-da-escravidao-no-brasil--1888.htm">abolição da escravidão</a>, em 1888, essas comunidades continuaram a existir e foram, por muito tempo, totalmente negligenciadas e esquecidas pelo poder público.</div><div>O <strong>nome quilombo </strong>passou a ser mais utilizado a partir da segunda metade do século XVII, no Brasil, sobretudo com o surgimento do <a href="https://escolakids.uol.com.br/historia/a-luta-do-quilombo-dos-palmares.htm"><strong>Quilombo dos Palmares</strong></a>, na então região da Capitania de Pernambuco. Hoje essas comunidades são parte fundamental da História do Brasil e representam um de seus <strong>maiores símbolos de resistência</strong>.</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-07-01 11:39:49 UTC</pubDate>
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         <title>PATRICK</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>Quilombo dos Palmares<br>O Quilombo dos Palmares surgiu no final do século XVI, no território da&nbsp;capitania de Pernambuco, mais precisamente em uma região em que hoje está localizado o estado de&nbsp;Alagoas. O quilombo foi formado por escravos que tinham fugido de engenhos da região de Pernambuco e que escolheram a região da&nbsp;Serra da Barriga,&nbsp;na zona da mata de Alagoas.<br><br>O primeiro registro conhecido que faz menção ao Quilombo dos Palmares remonta a 1597, embora existam algumas teorias que sustentam que o quilombo já existia antes disso. Com o tempo, Palmares cresceu, tornou-se famoso, servindo de inspiração para outros escravos resistirem e fugirem. Teve cerca de 20 mil habitantes.<br><br>Foi chamado de Quilombo dos Palmares, porque foi construído em uma região que possuía um grande número de&nbsp;palmeiras&nbsp;e essas árvores possuíam inúmeras utilidades, pois forneciam alimento aos quilombolas e suas folhas eram usadas para fazer o telhado dos casebres que eram construídos.<br><br><br>O Quilombo dos Palmares foi o maior quilombo existente no Brasil durante o período colonial e chegou a possuir até 20 mil habitantes. Foi destruído pelos portugueses, em 1694.<br><br>Zumbi foi um dos líderes do Quilombo dos Palmares e lutou contra as expedições portuguesas. Foi morto em uma emboscada, em 1695.*<br><br>O&nbsp;Quilombo dos Palmares&nbsp;foi o maior quilombo que existiu na América Latina. Foi construído na região do atual estado de Alagoas e chegou a reunir cerca de&nbsp;20 mil habitantes. Foi um dos grandes símbolos da&nbsp;resistência dos escravos&nbsp;no Brasil e foi alvo de expedições organizadas por portugueses e holandeses. Foi destruído em 1694 e seu líder, Zumbi, foi morto no ano seguinte em uma emboscada.<br><br><br></div><div><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2022-07-01 11:43:36 UTC</pubDate>
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         <title>PATRICK</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>História&nbsp; do Cristo Redentor de Muzambinho.<br><br>O sonho do sr. José&nbsp; Benedito da Silveira, era a compra de um Cristo Redentor, para ser instalado nos arredores da cidade. Sem verbas pessoais para o mesmo, ele montou uma&nbsp;<br>"Associação do Cristo", mas apenas ele saía atrás de arrecadações na cidade. Recebeu todos os tipos de doações, tais como galinhas , suínos, caprinos, bovinos, equinos e em espécie, etc.&nbsp;<br>A " Associação do Cristo" conseguiu doação de uma área de 1723 metros, da sra. Lourdes Joana de Almeida Costa, sítio Bananal, no Morro&nbsp; Preto. O Cristo foi comprado da firma "Papaiz" de Campinas SP, e transportado pela &nbsp;<br>T R B (Transportadora Radamés&nbsp; Biscuola ) de Osasco SP. Vale lembrar, que dado o aclive bastante&nbsp; acentuado, a carreta não&nbsp; conseguiu subir até o ponto necessário, mas algumas pessoas apareceram, como por magia, para ajudar. Foi necessário também de ajuda de alguns tratores do bairro.<br>Em 1989, com as peças amontoadas no local e um&nbsp;<br>manual de instruções de montagem, o Sr. José Benedito, mais uma vez recorreu ao prefeito da época, dr. Marcos Regis, que assumiu a instalação do Cristo, sem nenhuma ajuda de terceiros.&nbsp; Dr. Marco Régis contratou os pedreiros: Arlindo Monteiro da Silva, José Valter, José Maria Magalhães e&nbsp; Joel Sartori Magalhães para a montagem do Cristo. Ele sempre levava Sr. José Benedito para acompanhar as obras e dar suas opiniões.<br>Após muitos anos de luta, seu sonho finalmente estava sendo realizado, mas infelizmente, Sr. José Benedito faleceu em janeiro de 1992, não vendo a obra concluída. Somente em 2005, já na segunda administração, o Dr. Marco Regis adquiriu do Sr. Ivan Chamme, mais um gleba de terras ao redor do monumento, onde foi construída uma Lanchonete e uma rampa de voo livre.<br>O Cristo&nbsp; Redentor passou a ser ponto turístico em nossa cidade, com uma linda visão de todos os arredores circunvizinhos.&nbsp;<br><br>Agradecimentos:<br>- Fernando Silveira (filho de José Benedito Silveira)<br>- Marcos Vinicius Mello Ribeiro - Câmara Municipal<br>- Jota Dias - Chefe de Gabinete (gestão Marcos Régis)</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-07-01 11:53:13 UTC</pubDate>
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         <title>JOÃO VICTOR</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>Marco Regis adquiriu do Sr. Ivan Chamme, mais um gleba de terras ao redor do monumento, onde foi construída uma Lanchonete e uma rampa de voo livre. O <strong>Cristo Redentor</strong> passou a ser ponto turístico em nossa cidade, com uma linda visão de todos os arredores circunvizinhos.</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-07-01 11:59:13 UTC</pubDate>
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         <title>JOÃO VICTOR</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/ProfaPaulaCarolinaFilosofia/1r3kw60rrnez9rvb/wish/2235075062</link>
         <description><![CDATA[<div><br>O que foi o Quilombo dos Palmares?<br><br></div><div><br>O <strong>Quilombo dos Palmares</strong> foi o maior quilombo existente na América Latina. Construído na <a href="https://www.stoodi.com.br/blog/2019/09/19/colonizacao-o-que-e/">era colonial</a>, no final dos anos 1500, Palmares se tornou um grande refúgio para os escravos que fugiam dos engenhos nas capitanias da Bahia e Pernambuco. Ao longo da sua existência, registrou-se mais de <strong>20 mil habitantes quilombolas</strong>.<br><br></div><div><br>Em função de sua grande importância na resistência dos escravos, o quilombo foi alvo de muitas expedições e violência no <strong>nordeste do país</strong>. Isso pode ser observado pela grande movimentação que o território causou mesmo depois da sua destruição: muitos escravos inspiraram-se na resistência dos Palmares e iniciaram o <a href="https://www.stoodi.com.br/materias/sociologia/movimentos-sociais/o-que-sao/">movimento</a> negro no Brasil.<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2022-07-01 12:03:15 UTC</pubDate>
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         <title>Ana Beatriz </title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2022-07-06 11:35:53 UTC</pubDate>
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