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      <title>Glossário Crítico-ilustrado de Fundamentos da Prática Educativa by Denise Lino de Araújo</title>
      <link>https://padlet.com/deniselinoaraujo/1r1atzfiv8fe</link>
      <description>Glossário colaborativo elaborado como trabalho final da disciplina Fundamentos da Prática Educativa 2019-2, Letras- Português, Noturno, UFCG. </description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2019-11-07 15:26:26 UTC</pubDate>
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         <title>Discência (s.f)</title>
         <author>deniselinoaraujo</author>
         <link>https://padlet.com/deniselinoaraujo/1r1atzfiv8fe/wish/413865260</link>
         <description><![CDATA[<div>                                                                      <br><br></div><div>Denise Lino e a turma de FPE 2019-2<br><br></div><div>Parte indissociável da docência.   De acordo Paulo Freire (1996), não existe docência sem discência. Assim também pensam os autores que consideram a aprendizagem como ação entre pares (VYGOTSKY, 1998, TARDIF, LESSAR, 2009). É a condição daquele que está disposto a aprender, tendo em vista que ensinar não é transferir conhecimento. “Quem ensina aprende ao ensinar e quem aprende ensina ao aprender.” (FREIRE, 1996, p.23), por isso, o discente não é um ser raso, nem tampouco limitado, uma vez que ninguém aprende nada sozinho. Este verbete é importante para a área de educação porque a partir da sua apresentação no livro de Pedagogia da Autonomia (FREIRE, 1996) houve uma reestruturação da sala de aula e da forma de ensinar, na qual o aluno deixa de ser coadjuvante e passa a ser protagonista. Nesse sentido, o professor e a escola têm o papel de instigar a criatividade e a vontade de saber do discente. Com isso, o discente é levado a conhecer a si mesmo e ao seu lugar e, assim, consegue colaborar com a transformação da sociedade.  O aluno de hoje é o cidadão crítico de amanhã. <br><br></div><div><strong>Referências</strong>:                                                                               <br><br></div><div>FREIRE, Paulo. Pedagogia da Autonomia. São Paulo: Paz e Terra, 1996. <br>TARDIFF, Maurice. LESSARD, Claude.  O trabalho Docente: elementos para uma teoria da docência como profissão de interações humanas. Rio de Janeiro: Vozes, 2009.  <br>VIGOSTSKY, Lev. A formação social da mente. 6a ed. São Paulo: Martins Fontes, 1998.                </div>]]></description>
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         <pubDate>2019-11-20 09:03:53 UTC</pubDate>
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         <title>Prática (s.f)</title>
         <author>itulaiza3204</author>
         <link>https://padlet.com/deniselinoaraujo/1r1atzfiv8fe/wish/419437551</link>
         <description><![CDATA[<div><br></div><div>Ana Lígia Alves Paiva,</div><div>Leandro do Nascimento,</div><div>Marlon Cabral da Silva.<br><br></div><div>Aquilo que é real, não teórico; realidade. Trata-se da aplicação de algo. Quando algo é aprendido, tem-se, por conseguinte, a aptidão em praticá-lo. A prática tem em sua base - a teoria -, mas envolve o ato, o fazer, o exercício da teoria. No âmbito educacional/escolar, a prática envolve tanto as abordagens do professor quanto o protagonismo do aluno. Paulo Freire, em Pedagogia da Autonomia (1996, 25° ed., pág. 12) afirma: "A reflexão crítica sobre a prática se torna uma exigência da relação Teoria/Prática sem a qual a teoria pode ir virando blablablá e a prática, ativismo." A prática é, portanto, aliada à teoria, de forma que uma não faz sentido sem a outra. Para que essa prática seja exercitada de forma plena, é necessária a reflexão crítica nas abordagens educacionais, tendo como base pesquisas e leituras constantes, uma vez que o suporte teórico dará estabilidade ao ato prático de ministrar aulas, propor atividades e instigar os alunos a serem também o exemplo vivo da prática educativa nas escolas. Por isso, na formação permanente de professores, o momento fundamental é o da reflexão crítica sobre a prática. (FREIRE, 1996). Conceitos importantes como o Empirismo, a Práxis e o Pragmatismo (correntes filosóficas que tinham a prática/ação como fundamento), concedem novas formas de se pensar o mundo, apresentando a relevância da prática desde o meio natural ao social. Esse verbete é importante para se (re)pensar a prática como um conceito altamente importante, seja no meio social, seja no meio educacional e escolar. A prática efetiva os conhecimentos obtidos na teoria e estimula um aprendizado muito mais interessante e proveitoso.<br><br></div><div> <br><strong>Referências:<br></strong><br></div><div>SOARES, Magda. Que professor de Português queremos formar? Boletim da ABRALIN - Associação Brasileira de Lingüística, Brasília, n. 25, ago. 2001. Disponível em: <a href="http://www.filologia.org.br/viiisenefil/07.html">&lt;http://www.filologia.org.br/viiisenefil/07.html&gt;</a>. Acesso em: 25 nov. 2019.</div><div>FREIRE, Paulo. Pedagogia da autonomia: saberes necessários à prática educativa. São Paulo: Paz e Terra, 1996.<br><br><br><a href="https://caouivador.files.wordpress.com/2010/12/mafalda2011.jpg">https://caouivador.files.wordpress.com/2010/12/mafalda2011.jpg</a></div>]]></description>
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         <pubDate>2019-12-04 02:51:54 UTC</pubDate>
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         <title>Humildade (s.f)</title>
         <author>adilsonsoaresdasilva8</author>
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         <description><![CDATA[<div><br>Adilson Soares da Silva,</div><div>Diego Andrade<br><br>Condição “ sine qua non” (essencial) para a formação do sujeito, sob a qual se assenta todo o saber. Segundo Paulo Freire ( 1996 ),   ensinar exige humildade. “ Sem humildade não é possível a prática pedagógica - progressista, que não se faz apenas com ciência” ( FREIRE, 1996,P. 11). Cultivar a humildade eleva o sujeito ao estado do eterno aprendiz. Segundo São Tomás de Aquino, “ a humildade é o primeiro degrau para a sabedoria “( AQUINO, 1256, P. 15). Ela exprime a certeza de que ninguém é superior a ninguém. A falta de humildade expressa arrogância. “ Humilde é aquela pessoa que sabe que não sabe de tudo. Que sabe que outra pessoa sabe o que ela não sabe, que ela e outra pessoa sabe nunca saberão tudo, que pode ser sabido”. ( CORTELHA, 2016, P. 22). “A humildade é a única base sólida de todas as virtudes”. ( CONFÚCIO). “ Ser humilde com os superiores é obrigação, com os colegas é cortesia, com os inferiores é nobreza”. (Benjamim Franklin).</div><div>Tendo em vista este verbete, percebemos que o valor da humildade se traduz na maneira de ser do sujeito enquanto discente na busca pelo saber. Não distante, a figura do docente também deve ser marcada por traços de humildade, uma vez que tal verbete permite a total interação e integração na atividade sócio - pedagógica com o corpo discente. Nesse sentido, o respeito ao saber do educando surge como efeito principal do docente humilde. Humildade contribui para a formação critica que dá autonomia.<br><br><br><strong>Referências:<br><br></strong>FREIRE, Paulo. Pedagogia da Autonomia. São Paulo: Paz e Terra , 1996 </div><div>PORFIRIO, Francisco. “ Tomás de Arquino”; Brasil Escola. São Paulo.</div><div>Disponível em 04, dez.2019:</div><div><a href="https://brasilescola.uol.com.br/filosofia/tom%C3%A1s-aquino.html">https://brasilescola.uol.com.br/filosofia/tomás-aquino.html</a><br><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2019-12-04 16:31:21 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>linharesmartalidia</author>
         <link>https://padlet.com/deniselinoaraujo/1r1atzfiv8fe/wish/419866684</link>
         <description><![CDATA[<div><strong>Docência (s.f)<br></strong><br></div><div>Marta Lídia Linhares Pereira<br>Rayane de Andrade Silva<br><br></div><div>É a arte de ensinar.  Realizar a função dita por Paulo Freire de que : “Ensinar não é transferir conhecimentos, mas criar as possibilidades para sua  produção ou a sua construção”. É  entender que “ não existe  docência sem discência, pois ensinar se diluía na experiência realmente fundante de aprender, ou seja, ensinar inexiste sem aprender” (FREIRE,1996, p. 23,24). Constitui-se no cumprimento de favorecer o aprendizado do aluno por meio do  ensino. É assumir a posição de professor com o objetivo de melhorar a educação e usá-la como transformação social.  Ação capaz de  enfrentar as diversas barreiras e desafios impostos pela profissão docente com a função  de contribuir com algo de bom na vida dos alunos. Exercer a docência é ensinar a pensar certo, é transparecer para os alunos que é necessário ser instigador, persistente,criador. É a humildade de levar as pessoas a desenvolverem a reflexão crítica para  intervir  positivamente no mundo. Esse verbete é de suma  importância,  visto que a docência  representa um dos pilares não só da educação mas também da sociedade, a partir do momento que todas as profissões  dependem dela para existir. O professor exerce uma das funções mais preciosas do mundo que consiste em  ser o mediador do saber, levando o estudante à construção do seu próprio conhecimento e consequentemente, preparando o mesmo para exercer seu papel como cidadão na sociedade. Portanto, podemos concluir que o docente  é  o responsável  por  mostrar uma das maiores bonitezas: a capacidade de estar no mundo como ser histórico e usar a educação com intervenção e transformação social (FREIRE, 1996).<br><br></div><div><strong>Referências:<br></strong><br></div><div>FREIRE,Paulo. Pedagogia da Autonomia. São Paulo : Paz e Terra, 1996.<br><br></div><div>COSTA, V.L.P. da. A função social da escola.<strong> </strong>[online]. Disponível em <a href="http://www.drearaguaina.com.br/projetos/funcao_social_escola.pdf">http://www.drearaguaina.com.br/projetos/funcao_social_escola.pdf</a>. Acesso em 25 de novembro de 2019.<br><br></div><div>COSTA, Carla; PROTTIS, Marcella. Aspectos da Profissão Docente no Brasil: Análises exploratórias do PISA 2015. <strong>S</strong>ão Paulo. Disponível em <a href="http://publicacoes.fcc.org.br/ojs/index.php/eae/article/view/6033/3851">http://publicacoes.fcc.org.br/ojs/index.php/eae/article/view/6033/3851</a>. Acesso em 25 de novembro de 2019.<br><br></div><div>SACRISTÁN, J. Gimeno; GÓMEZ, A. I. Pérez. Compreender e transformar o ensino. 4.ed. Porto Alegre: ArtMed, 1998.<br><br></div><div>Ilustração : <a href="https://www.youtube.com/watch?v=kFs2AGtYkF0">https://www.youtube.com/watch?v=kFs2AGtYkF0</a> – vídeo editado.<br><br></div><div><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2019-12-04 19:08:46 UTC</pubDate>
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         <title>Protagonismo (s.m)</title>
         <author>jossandrotey</author>
         <link>https://padlet.com/deniselinoaraujo/1r1atzfiv8fe/wish/419889827</link>
         <description><![CDATA[<div>Jossandro da Silva Nery<br>Mickaela Trajano da Silva Pedrosa<br><br>Protagonismo é o termo usado para designar uma aprendizagem ativa. O aluno é protagonista não apenas dentro de sala de aula, mas fora dela. A expressão está fundamentada no modelo de ensino no qual o professor é o orientador e o aluno o construtor do seu próprio conhecimento, que será diretamente influenciado pelo contexto, experiências e situações já vivenciadas por ele. Discentes que são educados a partir desta perspectiva de ensino se tornam cidadãos capazes de pensar e agir de maneira responsável, contribuindo para o bem de toda uma comunidade. Logo, enxergamos a importância de se trabalhar com o educando/discente como sendo o protagonista no seu processo de ensino-aprendizagem, ou seja, quando nos referimos ao protagonismo, estamos nos referindo a alunos cujo papel é de personagem principal de uma ação voltada para a solução de problemas reais. É a participação ativa e construtiva do estudante na sua escola, na sua comunidade ou na sociedade em que vive.<br><br><strong>Referências:<br></strong>FERRETTI, Celso J.; ZIBAS, Dagmas M. L.; TARTUCE, Gisela Lobo B. P.. Protagonismo juvenil na literatura especializada e na reforma do ensino médio.<strong> </strong>Cadernos de Pesquisa, v. 34, n. 122, p. 411-423, maio/ago. 2004.<br><strong>Ilustração:</strong></div><div>Personalidade: Malala Yousafzai - https://youtu.be/aIUvH5b0A_8</div><div>Matéria: Quatro experiências de protagonismo juvenil em escolas públicas e particulares https://www.revistaeducacao.com.br/quatro-experiencias-protagonismo-juvenil-escolas-publicas-particulares/</div><div><br><a href="https://razoesparaacreditar.com/educacao/isadora-faber-a-garota-que-denunciou-problemas-da-escola-no-facebook/">https://razoesparaacreditar.com/educacao/isadora-faber-a-garota-que-denunciou-problemas-da-escola-no-facebook/</a></div>]]></description>
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         <pubDate>2019-12-04 19:39:54 UTC</pubDate>
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         <title>Aprendiz (s.m)</title>
         <author>yannasantos45</author>
         <link>https://padlet.com/deniselinoaraujo/1r1atzfiv8fe/wish/419936248</link>
         <description><![CDATA[<div>Maria Suelha Nunes Marcelino</div><div>Yanna Aparecida dos Santos Ferreira</div><div><br></div><div>Acadêmico, aluno, discípulo, educando, estudante, inexperiente, novato, noviço. O que aprende um ofício ou arte; principiante; novato. O aprendiz é o sujeito que, conforme Freire, acontece à aprendizagem, e está intrinsecamente interligado com o aprender. Para esse autor, o aprender “é um processo que pode deflagrar no aprendiz uma curiosidade crescente, que pode torna-lo mais e mais criador’’. (FREIRE, 1996, p.24). Nesse sentido, se o aprendiz é capaz de recriar e refazer, o que foi ensinado, esse conhecimento tem validade. Mas se o mesmo não acontece, significa dizer que ele não se tornou aprendiz. Porém, todo aprendizado, vai se dar ao longo de toda sua vida, na interação com o outro mais experiente, como bem coloca  Vygotsky, apontando que nenhum ser aprende sozinho; portanto, a interação entre os indivíduos possibilita a geração de novas experiências e conhecimentos. Dessa mesma forma, também pensava e agia Sócrates, provavelmente um dos influenciadores de Freire, quando utilizava a Maiêutica para construir e despertar em seus aprendizes novos conhecimentos. Logo, as aprendizagens adquiridas por esse ser aprendente, os leva a refletir sobre como sua ação opera mudanças e, por meio dessas, realiza, de fato, uma utopia. Se utilizando da educação como um instrumento eficaz de transformação e essencialmente utópica, se engaja na transformação do mundo do qual faz parte. Vivemos em uma sociedade na qual diariamente nos tornamos aprendizes, a partir de vivências nos grupos sociais os quais fazemos parte, sendo fundamental nos apropriarmos enquanto aprendizes do legado histórico – cultural deixado por gerações a gerações, por nossos ancestrais. Este verbete tem pertinência no campo da educação e áreas afins, que tenham como propostas, um processo de construção do conhecimento em que o ser aprendente/ aprendiz, possa desenvolver e ampliar novos saberes de acordo com suas capacidades, afetivas, intelectuais e cognitivas. Buscando desenvolver habilidades que os possibilitem gerir sua própria aprendizagem, e evoluir como  sujeito autônomo, buscando seus próprios conhecimentos.<br><br></div><div><strong>Referências:</strong></div><div>BUENO, Silveira. Minidicionário da língua portuguesa. São Paulo: FTD, 2007.</div><div>FREIRE, Paulo. Pedagogia da Autonomia. São Paulo: Paz e Terra, 1996.</div><div>FONTANA, Roseli. Cruz, Nazaré. Psicologia e Trabalho Pedagógico. São Paulo: Atual, 1997. </div><div><a href="https://www.dicio.com.br/aprendiz/">Dicio, Dicionário Online de Língua Portuguesa: <strong>Aprendiz                          </strong>              Disponível em:  &lt;https://www.dicio.com.br ›aprendiz&gt;. </a> Acesso em: 24 de novembro de 2019.<br><strong>Ilustração:</strong></div><div>Você sabe a diferença entre corpo docente e corpo discente?<strong> </strong>Disponível em: <a href="https://images.app.goo.gl/HnRXmv8zeGeR5RNv9">https://images.app.goo.gl/HnRXmv8zeGeR5RNv9</a>. Acesso em: 23 de novembro de 2019.</div>]]></description>
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         <pubDate>2019-12-04 21:01:55 UTC</pubDate>
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         <title>Socialização ( s.f)</title>
         <author>paulalouisefarias</author>
         <link>https://padlet.com/deniselinoaraujo/1r1atzfiv8fe/wish/419972199</link>
         <description><![CDATA[<div>Rafaela Ramos&nbsp;<br>Sandryne Costa Ananias</div><div><br></div><div>É o ato ou efeito de socializar, ou seja, de tornar social, de reunir em sociedade. Socialização pode ser entendida como o processo pelo qual o indivíduo assimila e aprende as regras básicas do modo de vida de uma sociedade. A escola é uma das organizações sociais a qual o sujeito será apresentado no decorrer de sua vida e ela terá um papel de grande importância na construção desse&nbsp; sujeito cidadão. &nbsp; No Brasil, o caráter social da escola é sustentado por lei – mais precisamente a&nbsp; Lei nº 9.394, de 20 de dezembro de 1996, que estabelece as diretrizes da educação nacional:<strong><em> “Art.1º&nbsp; A educação&nbsp; abrange os processos formativos que se desenvolvem na vida familiar, na convivência humana, no trabalho, nas instituições de ensino e pesquisa, nos movimentos sociais e organizações da sociedade civil e nas manifestações culturais."</em></strong></div><div>A escola contribui para formar uma sociedade crítica, democrática, planejada e diante disso chegamos a conclusão de que a função da escola não é apenas&nbsp; como instituição onde&nbsp; temos o processo de ensino/aprendizagem mas também onde se chega para constituir indivíduos críticos e socializados.&nbsp;</div><div>Este verbete é importante para a área de educação, principalmente para aqueles que estão iniciando sua graduação, ou até mesmo para a população em geral, pois a partir dele, temos uma pequena compreensão da importância da escola, não só para a sociedade mas também para a socialização de qualquer cidadão. Como disse Paulo Freire: “<strong><em>Se a educação sozinha não transforma a sociedade, sem ela tampouco a sociedade muda.” “Quando a educação não é libertadora, o sonho do oprimido é ser o opressor.”&nbsp;</em></strong></div><div><br><br></div><div>Referências:</div><div><br></div><div>BRASIL . Ministério da Educação e Cultura. Lei Federal nº 9.394, de 20 de dezembro de 1996. Estabelece as Diretrizes e Bases da Educação Nacional. Brasília, DF: Diário Oficial da União, 23 dez. 1996</div><div><br></div><div>FREIRE, Paulo. Pedagogia da autonomia: Saberes Necessários à prática educativa/ Paulo Freire: Paz e Terra, 1996 (coleção leitura)</div><div><br></div><div>GOMES, Reinaldo Silva. Disponível em: <a href="http://www.portaleducacao.com.br/conteudo/artigos/estetica/a-funcao-social-da-escola/18881">www.portaleducacao.com.br/conteudo/artigos/estetica/a-funcao-social-da-escola/18881</a>&nbsp;</div><div>Acesso em: 24 nov. 2019.</div><div><br>Ilustração: Ḿúsica Aquarela - Toquinho</div><div>Link:<a href="https://youtu.be/ZfSKESenw20">https://youtu.be/ZfSKESenw20</a></div><div><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2019-12-04 22:37:06 UTC</pubDate>
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         <title> Autonomia (s.f)</title>
         <author>manoelsantoslira4</author>
         <link>https://padlet.com/deniselinoaraujo/1r1atzfiv8fe/wish/419982016</link>
         <description><![CDATA[<div><br>Manoel Ferraz de Oliveira Neto <br>Vítor Manoel Lira dos Santos <br><br>A autonomia, segundo Paulo Freire (1996), é um instrumento célebre que traz contribuições no âmbito da pedagogia libertadora, da visão crítica e progressista da educação. Possui o foco na valorização do aluno, do que ele é, e do que ele experimenta e vivencia, dentro e fora da escola, compreendendo que o discente é um sujeito ativo no processo de construção do conhecimento, e executa o papel de protagonista nesse cenário. Quando desenvolvida, a autonomia constrói indivíduos capazes de resolver mais facilmente os problemas e aprender a ser crítico quanto ao que pensa e produz. Sendo assim, o modelo tradicional de ensino é deixado de lado, nele os discentes possuíam a função de apenas escutar, memorizar e reproduzir as informações. O desenvolvimento da autonomia na sala de aula é de grande importância. Nela o professor(a) assume posição multifacetada, pois exerce o papel de mestre e aprendiz, este, por sua vez, enquanto está ensinando também aprende&nbsp; com seus alunos. Essa vinculação permite questionar as práticas autoritárias que atrapalham as relações educativas, e impedem a criação de um ambiente solidário, onde todos desenvolvem um aprendizado efetivo. Nesse sentido, a existência de metodologias mais enriquecedoras para o processo de aprendizagem em sala de aula devem ser consideradas indispensáveis, pois o professor(a) torna-se um mediador da experiência de construção do conhecimento, desconstrói o conceito de “educação bancária”, também criticado por Paulo Freire (op. cit). Através dessa postura aberta, sobretudo, diante da consciência que o professor não detém todos os saberes, é nesse espaço que o estudante se assume como sujeito ativo desse processo de construção do conhecimento, a fim de abordar os princípios da ética, o respeito da dignidade e o estímulo à gestão do seu próprio processo de ensinar e aprender.<br><br><strong>Referências:</strong><br><br>FREIRE, Paulo. Pedagogia da Autonomia<strong>.</strong> São Paulo: Paz e Terra, 1996.<br><br>Link da ilustração: https://pin.it/bznm3m7e3r6glq&nbsp;<br><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2019-12-04 23:07:32 UTC</pubDate>
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         <title>Competente (adj.)</title>
         <author>jessika_andielly</author>
         <link>https://padlet.com/deniselinoaraujo/1r1atzfiv8fe/wish/419989567</link>
         <description><![CDATA[<div>Jessika Andielle de Jesus Araujo<br>Rayan Kelvin</div><div><br></div><div>É&nbsp; aquele que tem competência, qualidade de quem é capaz. Ensinar exige segurança, generosidade, conhecimento e habilidade. De acordo com Paulo Freire (1996, p. 91), a segurança com que a autoridade docente se move implica uma outra, a que se funda na sua competência profissional. Nesse sentido, seguro de si, a autoridade não necessita de a cada instante, fazer o discurso sobre sua existência, sobre si mesmo. O professor tem que levar em consideração a sua formação, planejar as suas próprias aulas, se atualizar e se esforçar para estar altura de sua tarefa, sendo assim, terá competência e força moral para coordenar as atividades de sua classe. O professor é responsável pela formação do aluno, por isso é necessário que ele tenha competência para fazer o aluno aprender, estimulando a sua mente crítica. A incompetência profissional desqualifica a autoridade do professor (Freire. 1996, p. 36), por isso, a prática docente resulta de uma decisão subjetiva da vocação e/ou aptidão para dedicar-se a uma certa área do conhecimento, o que exige tempo e diligência. A escolha profissional está relacionada aos fatores intrínsecos, assim o gosto pela docência que está relacionado ao interesse de compartilhar conhecimentos e ensinar. Esse verbete é importante para a formação docente porque permite uma reflexão crítica para futuros professores, em especial, os de Língua Portuguesa,&nbsp; sobretudo quando associado à leitura do livro Pedagogia da Autonomia de Paulo Freire.<br><br></div><div>&nbsp;</div><div>Referências:<br><br></div><div>FREIRE, Paulo. Pedagogia da Autonomia<strong>.</strong> São Paulo: Paz e Terra, 1996.<br><br></div><div>BORGES, Cecília Maria Ferreira. O professor da educação básica e seus saberes profissionais<strong>.</strong> JM editora, 2004.<br><br></div><div>DA COSTA, Carla Barroso; PROTTIS, Marcella Laureano. Aspectos da profissão docente no Brasil: análises exploratórias do Pisa 2015. Estudos em Avaliação Educacional, v. 30, n. 74, p. 338-360, 2019.<br><br></div><div>AMORA, Antônio Soares. Minidicionário Soares Amora da língua portuguesa. Saraiva, 1998.<br><br></div>]]></description>
         <enclosure url="https://padlet-uploads.storage.googleapis.com/434991004/db4613c29f0e924762368584f6b39398/10_competencias_do_professor_moderno_Br.jpg" />
         <pubDate>2019-12-04 23:37:12 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title> Humanização (s.f)</title>
         <author>vivihandrade8</author>
         <link>https://padlet.com/deniselinoaraujo/1r1atzfiv8fe/wish/419993399</link>
         <description><![CDATA[<div>Emanuelle Bezerra Fernandes,</div><div>Victória Soares Cardoso de Andrade.<br><br></div><div>Responsabilidade da qual não podemos nos eximir. A humanização se caracteriza através do desenvolvimento de uma vertente originada da ética, que promove a empatia e a solidariedade, assim, se opondo a hominização que estaria responsável apenas por atos mecânicos como andar, comer usando talheres e outros mais. Para Paulo Freire, a privação da humanização “só pode ser aceita como consequência da experiência dominadora” (FREIRE, 1996, p.76), uma vez que estaria ocorrendo uma repressão da natureza humana e da necessidade de expressão. O conceito de humanização é importante na área da docência pois viabiliza um novo modo de olhar para o discente. Por fazer valer princípios de igualdade e dar liberdade aos alunos para expor suas vivências, o autor&nbsp; mostra aos mesmos um novo horizonte, onde se percebam capazes de pensar, amar e agir, fazendo com que consigam novos objetivos. Uma abordagem mais humanizadora na escola deve considerar o sujeito em sua totalidade e transmitir uma postura que integra razão e emoção, de uma forma que o aluno compreenda suas necessidades afetivas, possibilitando uma visão mais justa e humana, onde assim, ela poderá crescer como pessoa em um processo positivo.<br><br></div><div><strong>Referências:<br></strong>FREIRE, Paulo. <strong>Pedagogia da Autonomia</strong>. São Paulo: Paz e Terra, 1996.<br>SPAGOLLA, Rosimeiri de Paula. Afetividade: <strong>Por uma educação humanizada e humanizadora</strong>. PARANÁ: Dia a dia educação, 2008.<br><br></div><div><strong>Ilustração</strong>: Algumas escolas tentam<strong> </strong>promover uma educação humanizadora, a fim de agregar ao máximo na vida dos alunos e para isso trazem palestras sobre o assunto para os professores. A seguir vemos um vídeo de uma delas: <br>&nbsp;<a href="https://youtu.be/dEfxc3tojsU?t=128">https://youtu.be/dEfxc3tojsU?t=128<br></a>Vídeo gravado em 2015.</div><div><br></div>]]></description>
         <enclosure url="https://youtu.be/dEfxc3tojsU?t=128" />
         <pubDate>2019-12-04 23:52:11 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Reconstrução (s.f)</title>
         <author>gabrielsiqueiradcosta</author>
         <link>https://padlet.com/deniselinoaraujo/1r1atzfiv8fe/wish/420016014</link>
         <description><![CDATA[<div>,  Gabriel Siqueira e Bárbara Cardoso<br><br></div><blockquote><em>“Nas condições de verdadeira aprendizagem, os educandos vão se transformando em reais sujeitos da construção e da reconstrução do saber ensinado, ao lado do educador igualmente sujeito do processo”. (FREIRE, 1996, p. 26) .</em></blockquote><div> <br>A reconstrução do ser através do conhecimento e a reconstrução do conhecimento através do ser é direito do aluno.  É dever do docente reconstruir o conhecimento com o aluno assim como diria Paulo Freire <em>(1996)</em>,” os educandos se tornam autônomos, questionadores, inacabados, emancipados,criativos etc”. Os reais saberes e conhecimentos construídos pelos discentes são aqueles que os transformam como ser. É obrigação do docente olhar e refletir sobre o contexto, os conhecimentos prévios e comportamento dos alunos, para que assim, ele possa encontrar o modelo de ensino que se enquadre da melhor maneira com a turma que ele trabalha.  </div><div> Um exemplo de reconstrução ocorre com os docentes ainda na graduação. Antes de entrar em cursos de licenciatura, é comum que alunos pensem que ser professor é simplesmente entrar em uma sala e dar aula, mas, é no curso onde ele aprende as técnicas, teorias e virtudes da docência, descobre que ela é muito mais do que uma prática, e sim, uma arte , que deve ser masterizada e isso dura uma vida para ocorrer. </div><div> Outro exemplo, ocorre com os alunos e professores dos ensinos fundamental e médio, quando  um jovem marginalizado é (re)construído por uma instituição de ensino e se reintegra na sociedade. Pode-se também citar casos de crianças e adolescentes que superaram traumas, saíram de famílias em condições de vida miseráveis e reconstruíram suas vidas, tudo isso ocorreu por causa da escola, porque alguém acreditou que ele/ela é capaz.</div><div> Sendo assim, compreendemos o discente como sujeito do processo de remodelação/reestruturação do saber junto com o mediador. Ele passa a ser visto como produtor e não produto, ou seja, docente e discente fazem parte do processo de ensino e aprendizagem na perspectiva progressista.<br><br><strong>Referências:</strong></div><div>FREIRE, Paulo. Pedagogia da Autonomia. São Paulo: Paz e Terra, 1996.<br><br>Este video, publicado em 17 de abril 1997,  é um trecho da última entrevista de Paulo Freire e provoca uma reflexão sobre as exigências necessárias para a construção de uma sociedade melhor., que se baseia na ideia de reconstruir o que está em nós, respeitando, assim, nossas habilidades e saberes.<br>Material na integra : <a href="https://www.youtube.com/watch?v=Ul90heSRYfE">PARTE 1</a> e <a href="https://www.youtube.com/watch?v=fBXFV4Jx6Y8">PARTE 2</a> , direitos reservados ao site :<a href="http://www.paulofreire.ufpb.br/paulofreire/"> www.paulofreire.ufpb.br</a> , onde você encontra a obra completa do autor em formato digital, livros, palestras, links e muito mais.</div>]]></description>
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         <pubDate>2019-12-05 01:14:01 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Diversidade (s.f) </title>
         <author>matheussantana1509</author>
         <link>https://padlet.com/deniselinoaraujo/1r1atzfiv8fe/wish/420024277</link>
         <description><![CDATA[<div>Luana de Sousa e Matheus Santana.<br><br></div><div>Reunião de tudo aquilo que apresenta múltiplos aspectos e que se diferenciam entre si: aquilo que é diferente, variado. Com base no pensamento de Paulo Freire (1996), diríamos que a diversidade é um elemento fundamental da construção do saber. Há uma multiplicidade de valores, culturas, etnias na sociedade e na escola. É preciso ressaltar que inserido na concepção dessa palavra, existem inúmeros conceitos, o que leva a crer que a diversidade não é por si só uma definição singular. Os autores estudados ao longo da disciplina, trouxeram uma gama de apontamentos indiretos sobre a diversidade. O educador Paulo Freire, no livro Pedagogia da autonomia, relata que "A prática preconceituosa de raça, de classe, de gênero ofende a substantividade do ser humano e nega radicalmente a democracia" (FREIRE, 1996, p.17), por isso, o estudo inclusivo é tão importante nas escolas. Incluir faz parte do entendimento sobre o ser diverso, mediante a bela pluralidade humana.<br><br></div><div>Este verbete é de extrema relevância mediante todos os ambientes, precipuamente no educativo, pois os alunos devem entender toda a existência múltipla que há no ser humano. É notório tal causa no livro ‘’Extraordinário’’ da autora Raquel Jaramillo Palacio, o qual retrata a história de August Pullman que nasceu com uma síndrome genética cuja sequela foi uma deformação facial, e ao adentrar no ambiente escolar percebe de forma intrínseca o olhar indiferente para com ele, mas mediante a empatia e educação isso é mudado. Assim sendo, é indubitável que quanto mais é ensinado sobre a diversidade, mais haverá uma progressão da empatia, e com isso, todos os ambientes serão mais leves, principalmente o escolar.<br><br><strong>Referências:<br></strong><br></div><div>FREIRE, Paulo.<strong> Pedagogia da Autonomia</strong>. São Paulo: Paz e Terra, 1996.<br><br></div><div>PALACIO, Raquel J. <strong>Extraordinário</strong>. 2° edição. Rio de Janeiro: Intrínseca Ltda, 2013<br><br></div><div>Segue abaixo o link, no qual retiramos essa ilustração magnífica em sua singularidade, que faz uma representação da palavra ''diversidade'' com August Pullman sentado conversando com seus colegas de sala os quais entre si já são na mais bela noção da palavra, ''diferentes.'' Nesse link há também a sinopse e trailer do filme ‘’Extraordinário’’ e lições inspiradoras de gentileza que estão nessa obra e no livro que utilizamos como uma referência, o qual deu origem a esse longa metragem.<br><br><br></div><div><a href="https://www.google.com/url?sa=i&amp;source=images&amp;cd=&amp;ved=2ahUKEwi4zdS4lZ3mAhW2EbkGHecRAbQQjRx6BAgBEAQ&amp;url=https%3A%2F%2Fwww.culturagenial.com%2Ffilme-extraordinario%2F&amp;psig=AOvVaw2qAQmrfTCefhVS8BLTOjwV&amp;ust=1575589213580913">https://www.google.com/url?sa=i&amp;source=images&amp;cd=&amp;ved=2ahUKEwi4zdS4lZ3mAhW2EbkGHecRAbQQjRx6BAgBEAQ&amp;url=https%3A%2F%2Fwww.culturagenial.com%2Ffilme-extraordinario%2F&amp;psig=AOvVaw2qAQmrfTCefhVS8BLTOjwV&amp;ust=1575589213580913<br></a><br></div><div><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2019-12-05 01:45:48 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Interação (s.f)</title>
         <author>igorvalber3</author>
         <link>https://padlet.com/deniselinoaraujo/1r1atzfiv8fe/wish/420034509</link>
         <description><![CDATA[<div>Valber Igor da Silva Marinho</div><div>[inter+ação]<br><br>Ação que exerce mutuamente entre duas ou mais coisas, ou duas ou mais pessoas, etc. (Aurélio). Sinônimos de interação<strong>:</strong> Influência mútua, inter-relacionados, diálogo, convívio, socialização. Em qualquer lição, há sempre algo para aprendermos,&nbsp; como diria Paulo Freire, no capítulo 2 de Pedagogia da autonomia – Ensinar exige consciência do inacabamento. A interação professor (a)-aluno (a), torna-se uma troca de saberes, reafirmando que ninguém é detentor de todo saber. “Quem ensina aprende ao ensinar e quem aprende ensina ao aprender”. (Freire, 1997). Juan Delval, no texto a Aquisição do Conhecimento, afirma a importância da interação para aprendizagem. (DELVAL, 2001). Vera Costa, em Funções Sociais da Escola - texto estudado em sala, menciona sobre a interação como forma de interagir com o outro e com o saber (COSTA, 2004). O&nbsp; presente verbete destaca a interação como sendo necessária em diferentes contextos e para nós, licenciandos, a importância da interação entre discentes e docentes, todo o corpo docente escolar e com o saber, a fim de que tenhamos aulas lúdicas, objetivando melhor ensinar.<br><br><strong>Referências:</strong> <br><br>FREIRE, Paulo. <strong>Pedagogia da autonomia: Saberes necessários à prática educati</strong>va. 25. ed. São Paulo: Paz e Terra, 1996.<br>COSTA, Vera Lúcia Pereira da. <strong>Função social da escola</strong>. Disponível em: <a href="http://www.drearaguaina.com.br/projetos/funcao_social_escola.pdf">http://www.drearaguaina.com.br/projetos/funcao_social_escola.pdf</a>. Acesso em 27 ago. 2019.<br>DELVAL, Juan. <strong>Aprender na vida e aprender na escola</strong>; trad. Jussara Rodrigues. – Porto Alegre: Artmed Editora, 2001.<br><br><br>Foto tirada pela estagiaria Heloísa Costa, na aula de Fundamentos da Prática Educativa, turma 2019.2, durante uma entrevista com a Professora Evanize Custódio Rodrigues.<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2019-12-05 02:25:40 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Conhecimento (s.m.)</title>
         <author>rosanasales19876</author>
         <link>https://padlet.com/deniselinoaraujo/1r1atzfiv8fe/wish/420546948</link>
         <description><![CDATA[<div><br>Cleolene Cruz <br>Rosana Sales<br><br>Vem do latim cognoscere. É o ato ou a ação de entender por meio da inteligência, da razão ou da experiência. É por isso que o indivíduo adquire conhecimento dentro e fora da escola. Segundo Pérez Gómez (1998), o conhecimento é adquirido através do processo de socialização, ou seja, a escola tem um papel fundamental no desenvolvimento tanto intelectual quanto social do indivíduo.&nbsp; No entanto, a escola não é a única instância que cumpre essa função, a família, os grupos sociais e a mídia também, pois, os saberes são adquiridos através da experiência. Porém, a instituição de ensino é especializada, por isso irá melhor conduzir o aluno nesse processo. Por isso, “ ensinar não é transferir conhecimento, mas criar as possibilidades para a sua própria produção ou a sua construção” (FREIRE,1996, P.52). Ou seja, ensinar é numa troca de conhecimento porque ninguém aprende por conta própria, é necessário ter o outro nessa construção do conhecimento. Dessa forma, é de suma importância um mediador nesse processo de ensino e aprendizado, para que o indivíduo aprenda de forma eficaz. E, para isso, é fundamental que o educador respeite o conhecimento de mundo que o aluno possui, aquele conhecimento que se aprende ao longo do tempo com as experiências vivenciadas na rua onde o educando está inserido e faça uma mescla com o conhecimento que está na escola.&nbsp; Feire, no seu livro a Pedagogia da Autonomia, nos mostra que é preciso juntar a teoria à prática. Ele busca ensinar de maneira crítica para que os seus alunos possam lidar com as contradições mundiais com consciência de que as coisas não mudam sem intervenção. " Sei que as coisas podem até piorar, mas sei também que é possível intervir para melhorar" (FREIRE,1996, P.59). Para ele, o conhecimento é algo a ser construído na coletividade, pela interação com o outro, Paulo Freire busca como ideal a conscientização do conhecimento da realidade e das relações de poder existente na sociedade. Esse verbete é de suma importância para estudantes ou pessoas que buscam compreender a construção do conhecimento de maneira lúdica e didática. <br><br><strong>Referências<br></strong><br></div><div>FREIRE, Paulo. <strong>Pedagogia da autonomia: Saberes necessários à prática educati</strong>va. 25. ed. São Paulo: Paz e Terra, 1996.<br><br></div><div>PÉREZ GÓMEZ, Angel. <strong>Compreender e transformar o ensino</strong>. 4.ed. Porto Alegre: Artmed,1998.<br><br></div><div>Disponível em: <a href="https://pedagogiadavirtualidade.wordpress.com/2013/01/31/interacao-e-mediacao/">https://pedagogiadavirtualidade.wordpress.com/2013/01/31/interacao-e-mediacao/</a> acessado em: 26 novembro. 2019.<br><br></div><div>Disponível em: <a href="https://www.gramatica.net.br/sem-categoria/etimologia-de-conhecimento/">https://www.gramatica.net.br/sem-categoria/etimologia-de-conhecimento/</a> acessado em: 04 dezembro. 2019<br><br></div><div>&nbsp;<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2019-12-05 23:43:24 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Escola (s.f)</title>
         <author>deniselinoaraujo</author>
         <link>https://padlet.com/deniselinoaraujo/1r1atzfiv8fe/wish/421163865</link>
         <description><![CDATA[<div>Elizandra Joana Ferreira Gonçalves</div><div>Heloisa Costa Oliveira</div><div>Jessica Rodrigues Silva <br><br>Instituição social pública ou privada destinada à circulação de saberes sistematicamente organizados, configurada para desenvolver o processo de socialização dos sujeitos (alunos) e de suas "potencialidades físicas, cognitivas e afetivas, por meio da aprendizagem dos conteúdos (conhecimentos, habilidades, procedimentos, atitudes e valores)" (COSTA, 2012, p. 14). Cenário vivo de interações complexas, composto por sujeitos que atuam como professores/docentes, alunos/discentes, equipe pedagógica e administrativa, equipe de apoio em serviços gerais e de segurança. Estabelecimento de reprodução social e cultural, cuja função é provocar e facilitar a reconstrução crítica do pensamento e da ação, através da transmissão e distribuição do conhecimento/informação, com intuito de preparar os alunos para intervenção na vida pública e incorporação no mundo do trabalho (GÓMEZ, 1998). No que diz respeito à importância desse verbete, pode-se concluir que a ênfase não é de apenas defini-la como palavra. É para também chamar a atenção para sua simbologia enquanto instituição e função que ocupa perante a sociedade. Como aponta Paulo Freire em seu poema “A escola”, esta é formada por pessoas que são transformadoras de realidades. A escola tem como função social reconstruir o conhecimento dar condições aos indivíduos na intenção de empoderá-los e torná-los autônomos e livres. Não é apenas um lugar físico no espaço, mas instituição de formação, portanto, é necessário darmos o devido valor à mesma. Desta maneira, “é necessário que se adote uma prática docente lúdica, uma vez que ela precisa estar em sintonia com o mundo” (COSTA, 2012, p. 8) e, assim, efetivar sua função de socialização.<br><br>Referências: <br><br>COSTA, Vera Lúcia Pereira da. <strong>Função social da escola</strong>. Disponível em: <a href="http://www.drearaguaina.com.br/projetos/funcao_social_escola.pdf">http://www.drearaguaina.com.br/projetos/funcao_social_escola.pdf</a>. Acesso em 27 ago. 2019.</div><div>PÉREZ GÓMEZ, A. I. As Funções Sociais da Escola: da reprodução à reconstrução crítica do conhecimento e da experiência. In GIMENO SACRISTÁN, J.; PÉREZ GÓMEZ, A. I. <strong>Compreender e Transformar o Ensino</strong>. 4 ed. Porto Alegre: ArtMed, 1998.&nbsp;</div><div>&nbsp;</div><div>Ilustração: Poema A escola – Paulo Freire<br><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2019-12-07 12:51:57 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Verbete (s.m)</title>
         <author>deniselinoaraujo</author>
         <link>https://padlet.com/deniselinoaraujo/1r1atzfiv8fe/wish/421166061</link>
         <description><![CDATA[<div>Profa.&nbsp; Denise Lino de Araújo<br><br>“1. Nota ou comentário que foi registrado, anotado; apontamento, nota, anotação,&nbsp; registro; 2. (1881) pequeno papel em que se escreve um apontamento; 3. ficha de arquivo (p. ex. em biblioteca). 4. (1947) em lexicografia, o conjunto das acepções, exemplos e outras informações pertinentes contidos numa entrada de dicionário, enciclopédia ou glossário etc.” (Houaiss, 2001, p. 2884). Assim o dicionário Houaiss define a palavra verbete. Esse sentido denotativo define de modo adequado o trabalho final elaborado conjuntamente pela turma de Fundamentos da Prática Educativa, 2019-2, do Curso de Português – Noturno – UFCG, sob a minha orientação e supervisão. Destaque-se o fato de que é uma turma de primeiro período, composta por jovens e jovens adultos trabalhadores, boa parte residente fora de Campina Grande. As palavras chaves ou verbetes dos textos estudados construíram o caminho através do qual consegui me aproximar dos alunos e juntamente com a monitora e duas estagiárias docentes que integravam a disciplina conseguimos formar um sistema complexo e rico de interação, parcerias e compartilhamento, que envolveu aulas presenciais, uma sala de aula virtual, e-mail institucional e um grupo de Whatsapp. À luz da teoria dialógica da ação (Freire, 1996) e do conceito de escola como instituição onde se faz a (re)construção crítica e situada do conhecimento (Pérez Gómes, 1998), conseguimos nos aproximar, nos entender e dar voz a todos os atores, situando-nos como discente-docente (re)criando, assim,&nbsp; nossa relação com os saberes. Vivenciamos momentos de protagonismos diversos, que estão sintetizados nos verbetes escolhidos por cada equipe.&nbsp; A disciplina seguiu um ciclo virtuoso de crescimento cuja memória ficará assinalada pelo mapa conceitual de verbetes que construímos ao longo do período tendo em vista a relação com a ilustração (a prática) e a fundamentação teórica (crítica) e que hora trazemos a público. Estes&nbsp; foram organizados em três grupos temáticos, com os respectivos desdobramentos, a saber: (1) Escola - socialização, humanização, diversidade, interação, reconstrução e conhecimento; (2) Docência - autonomia, prática e competência; (3) Discência - protagonismo, aprendiz e humildade.&nbsp; Em função do suporte - um Padlet (uma descoberta desta turma) - a leitura não precisa seguir essa sequência.&nbsp; Espero que os (web)leitores possam apreciar e comentar este Glossário Crítico-ilustrado. Ao apresentá-lo, reafirmo minha crença na educação, na formação docente e na parceria professor(a)-aluno(a) e demais membros da ecologia escolar/universitária. &nbsp;</div><div>&nbsp;<br>Referências: <br><br>FREIRE, Paulo. <strong>Pedagogia da Autonomia.</strong> São Paulo: Paz e Terra, 1996.</div><div>HOUAISS, Antonio e VILLAR, Mauro de Salles. <strong>Verbete.</strong> In. Dicionário Houaiss de Língua Portuguesa. Rio de Janeiro: Objetiva, 2001.&nbsp;</div><div>PÉREZ GÓMEZ, A. I. <strong>As Funções Sociais da Escola: da reprodução à reconstrução crítica do conhecimento e da experiência</strong>. In GIMENO SACRISTÁN, J.; PÉREZ GÓMEZ, A. I. Compreender e Transformar o Ensino. 4 ed. Porto Alegre: ArtMed, 1998.&nbsp;<br><br><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2019-12-07 13:27:03 UTC</pubDate>
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      </item>
   </channel>
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