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      <title>Kaingang_ 8 ano C by Luma Toralles Triboni</title>
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      <description>Luma, Bruna, Joaquim e Theo. W</description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2019-02-25 15:06:21 UTC</pubDate>
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         <title>Localização</title>
         <author>1734201</author>
         <link>https://padlet.com/1015157/1r07cqyatflv/wish/334897554</link>
         <description><![CDATA[<div><br></div><div>O povo indígena Kaingang se localiza em diversos lugares do Brasil. Sendo eles Paraná, Rio Grande do Sul, Santa Catarina e São Paulo. Em 2003, estimava-se que havia 25.875 pessoas da tribo vivendo em 32 terras indígenas. No entanto verifica-se que havia pessoas morando nas zonas urbanas e rurais próximas às TIs (terras indígenas).</div><div><br></div><div>Após a verificação das pessoas morando perto das TIs, fizeram uma nova estimativa que computava 30.000 de pessoas nas terras.</div><div>Atualmente há 45.620 deles no Brasil, um número que é maior que o de 2003. </div><div><br>Na terra indígena chamada Nonoai localizada no RS sua população 2638 habitantes vai aumentando desde 1993, apesar de que em 2006 a 2010 o número de habitantes deu uma decaída.  <br><br>Em 1993 havia 2456 habitantes, em 2000 a população local subiu para 2600 habitantes, em 2006 a população subiu para 2680 habitantes porém em 2010 ela desceu para 2638 habitantes provavelmente porque a população foi envelhecendo.</div><div><br><strong>Lingua</strong></div><div>Nas tribos Kaingangs se fala a língua Kaingang ou Português, dependendo alguns são bilíngues.</div><div><br>A língua Kaingang faz parte da família jê do tronco macro-jê. A língua Kaingang está atualmente dividida em 5 dialetos, (1) de São Paulo (SP), entre os rios Tietê e Paranapanema; (2) do Paraná (PR), entre os rios Paranapanema e Iguaçu; (3) Dialeto Central (C), entre os rios Iguaçu e Uruguai, Estado de Santa Catarina; (4) Dialeto Sudoeste (SO), ao sul do rio Uruguai e a oeste do rio Passo Fundo, Estado do Rio Grande do Sul; e (5) o Dialeto Sudeste (SE), ao sul do rio Uruguai e leste do rio Passo Fundo. </div><div>Os dialetos diferenciam-se em várias partes de sua estrutura sendo as diferenças mais evidentes as fonológicas.</div><div><br></div><div><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2019-02-25 15:24:09 UTC</pubDate>
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         <title>Arte e cultura material
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         <author>1118164</author>
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         <description><![CDATA[<div> Na tribo de Kaingang, além da importância econômica, as atividades artesanais  representam os aspectos culturais para conservar à própria identidade indígena. Atualmente, o artesanato é uma importante fonte de renda para a aldeia, porém, antigamente ele era feito principalmente para produção de armas.<br><br></div><div>Na cultura Kaingang, o grafismo é muito importante, pois ele representa a cosmologia deles. Os grafismos são a representação visual que eles utilizam em seus utensílios. Os desenhos nas pontas das flechas, as pinturais corporais, ou as inscrições na cerâmica, são coisas que mostram esses grafismos. Isto seriam um jeito deles de colocarem um pouco de suas crenças em seus artesanatos, que são utilizados tanto para uso pessoal quando para vendas.<br><br></div><div>  A cosmologia deles é dualista, ou seja, é dividida duas metades; uma Kamé e a outra Kairu. A metade Kamé geralmente é representada por desenhos e sons compridos, longos, altos, abertos. Já os grafismos da metade Kairu são representados por desenhos e sons redondos, quadrangulares, losangulares, baixos, fechados. Algumas vezes os grafismos são unificados e são chamados de inahiá, que aparecem em mantos de urtiga, de alguns caciques; nos troncos de pinheiros marcadores dos limites dos territórios, de coleta de pinhão de cada grupo local, nas flechas de alguns caciques e ainda nas pinturas corporais. Arcos e flechas, por exemplo, eram feitos com pontas de ossos e as lanças. E eram usadas normalmente para as guerras. <br><br>Atualmente, são fabricadas apenas para vendas. Outro tipos de<br> artesanato que há na aldeia é a produção de       instrumentos musicais, como: buzinas de chifre de boi, flauta de taguaratos, etc. Os instrumentos são muitos importantes na tribo Kaingang, pois, são com eles que os músicos tocam nos rituais religiosos. </div><div>Podemos perceber que ao longo dos anos eles foram mantendo seus artesanatos tradicionais, contudo, adaptando a partir de contatos com os brancos. Um exemplo dessas adaptações é o uso que os Kaingang passaram a fazer pontas de lança e flechas de metal, substituindo os ossos que eram utilizados antes.</div><div><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2019-02-28 11:05:31 UTC</pubDate>
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         <title>Artesanato produzido por um  Kaingang</title>
         <author>1118164</author>
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         <pubDate>2019-03-01 13:04:24 UTC</pubDate>
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         <title>Diferença entre os Kamé e os Kairu</title>
         <author>1015157</author>
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         <pubDate>2019-03-01 13:04:51 UTC</pubDate>
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         <title>Análise notícia 1 - &quot;RS: Procurador golpista defende ação fascista da Brigada Militar contra indígenas em Passo Fundo&quot;</title>
         <author>1529040</author>
         <link>https://padlet.com/1015157/1r07cqyatflv/wish/336818661</link>
         <description><![CDATA[<div>Essa reportagem, publicada em 18/02/2018, aborda um caso de conflito dos Kaingang com um político, mostrando assim como a impresa lida com o racismo direcionado para os nativos. Basicamente, a reportagem retrata a opinião do procurador-geral do Estado do Rio Grande do Sul e “golpista”* Rodinei Candeia sobre a ação “ilegal, brutal e fascista”* da Brigada Militar do Rio Grande do Sul contra os índios Kaingang. O procurador “golpista” (novamente o repórter enfatizando este adjetivo) explicou que a ação da Brigada Militar em impedir a instalação de indígenas foi correta e defendeu um patrimônio público. Na reportagem, o procurador ainda fala que é um absurdo tratar os indígenas como pessoas e ainda atacou as políticas sociais que possibilitariam tirar os indígenas da situação de extrema miséria e de doenças, pois o governo petista e a Funai forneceram água, em forma de reservatórios, madeira, brasilit e outras estruturas, que no caso são coisas que os indígenas “não merecem”. A última frase explicita um pouco da opinião do entrevistador, pois ele alude que o golpe (ação da Brigada do Rio Grande do Sul) estimulou o que há de pior na direita "reacionária* e fascistóide*". Além disso, ele ainda diz que o comportamento do procurador e da Brigada são inadmissíveis, e que esse comportamento deve ser combatido duramente e só se encerrar através da derrota do golpe*.</div><div><br><br></div><div>*Todos adjetivos/termos/frases escritos (as) pelo próprio escritor<br><br><br></div><div><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2019-03-01 13:05:35 UTC</pubDate>
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         <title>Terra indígena Nonoai, também aparece os pontos de eletricidade na região.</title>
         <author>1734201</author>
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         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2019-03-01 13:09:00 UTC</pubDate>
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         <title>Análise notícia 2 - &quot;Cacique kaingang lamenta mudanças na Funai: &#39;Nossa luta já estava difícil, agora ficou ainda mais’ &quot; </title>
         <author>1529040</author>
         <link>https://padlet.com/1015157/1r07cqyatflv/wish/336819885</link>
         <description><![CDATA[<div>Essa reportagem , publicada em 15/01/2019, aborda (diferentemente da outra notícia que fala mais sobre a opinião de um procurador-geral racista) a opinião do cacique Antônio Santos sobre novas mudanças na Funai (Fundação Nacional do Índio). Na entrevista, realizada na sede da Coordenação Técnica Local da Funai em Porto Alegre, o cacique falou dos diversos desrespeitos que os povos originários enfrentam no Brasil e demonstrou preocupação com a nova estrutura de governo de Jair Bolsonaro (PSL), que promete uma retirada da atribuição de demarcação de terras da Funai, assim fazendo os indígenas temerem mais à ter dificuldades em garantir seus direitos.  O escritor ainda ressalta a frase na reportágem: ”O próprio local onde a entrevista foi feita mostra sinais de esvaziamento e falta de estrutura, com quatro funcionários para suprir toda a demanda, que versa principalmente sobre questões de direitos sociais e cidadania dos indígenas”, onde ele fala um pouco e como são as condições de vida dos nativos. O cacique afirma que, tanto o município quanto o estado, são totalmente contra as reivindicações indígenas, e isso os incomoda extremamente.</div><div><br></div><div><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2019-03-01 13:09:46 UTC</pubDate>
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         <title>Aumento da população da Terra Indígena Nonoai.</title>
         <author>1734201</author>
         <link>https://padlet.com/1015157/1r07cqyatflv/wish/336820849</link>
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         <pubDate>2019-03-01 13:12:24 UTC</pubDate>
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         <title>Organização social e politíca - 2</title>
         <author>1015157</author>
         <link>https://padlet.com/1015157/1r07cqyatflv/wish/336821504</link>
         <description><![CDATA[<div>Nos Kaingang, o modelo tradicional consiste em sociedade sociocêntrica que reconhece princípios sócio cosmológicos dualistas, apresentando um sistema de metades, denominadas <em>Kairu </em>e <em>Kamé.</em></div><div><br></div><div>Segundo a tradição kaingang os casamentos devem ser realizados entre indivíduos de metades opostas; os Kamé devem se casar com Kairu. Os descendentes do casal serão da tribo do pai. De acordo com pesquisas a criança é apenas do pai, a mãe era somente depositária e guarda da prole.</div><div>Podemos perceber que há uma clara permanência de princípios, especialmente no que diz respeito às regras de descendência, residência, produção econômica e autoridade política.</div><div><br></div><div>Apesar da forma de descendência ser patrilinear, a forma de residência entre os Kaingang é a matrilocalidade, ou seja, após o casamento o marido passa a morar com a esposa no território dela.</div><div><br>Na comparação entre o modelo tradicional e o modelo atual de sociabilidade e de organização Kaingang, podemos afirmar que os grupos familiares e domésticos do passado e do presente são estruturalmente idênticos. Evidentemente, há diferenças entre estes dois grupos. No passado, as atividades de um grupo local era formada por caça, a coleta, as guerras com vizinhos, as alianças celebradas em eventos rituais. No presente, os grupos partilham crenças religiosas e práticas produtivas de outra ordem, entretanto, permanecem como um grupo com identidade social própria. <br><br>Com esta comparação, podemos avançar na compreensão das estratégias de sociabilidade kaingang e afirmar que estes grupos  contém unidades sociais menores (grupos domésticos e grupos familiares) e, por sua vez, são englobados por unidades sociais maiores. No passado convencionamos chamar estas unidades sociais maiores de unidades político-territoriais; para o contexto atual identificamos duas outras unidades sociais que são englobantes, a saber: as aldeias e as Terras Indígenas.</div><div><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2019-03-01 13:14:53 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title>Casamento Kamé-Kairu</title>
         <author>1015157</author>
         <link>https://padlet.com/1015157/1r07cqyatflv/wish/336822576</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2019-03-01 13:17:43 UTC</pubDate>
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         <title>Terra Indígena Nonoai com a costa de Santa Catarina</title>
         <author>1734201</author>
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         <pubDate>2019-03-01 13:18:59 UTC</pubDate>
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         <title>Conclusão - Notícias</title>
         <author>1529040</author>
         <link>https://padlet.com/1015157/1r07cqyatflv/wish/339069412</link>
         <description><![CDATA[<div>Esses textos mostram que a imprensa não necessariamente defende explicitamente os Kaingang, mas falam que não há nenhum cabimento para comentários preconceituosos e racistas (que foi o caso de Candeia) e também eentendem que a situação da tribo não é fácil, retratando o local (reportagem sobre o Cacique) como um lugar simples e com defeitos.</div><div><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2019-03-07 20:00:29 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title>Notícia 1 </title>
         <author>1529040</author>
         <link>https://padlet.com/1015157/1r07cqyatflv/wish/339600231</link>
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         <enclosure url="https://www.causaoperaria.org.br/acervo/blog/2018/02/18/rs-procurador-golpista-defende-acao-fascista-da-brigada-militar-contra-indigenas-em-passo-fundo/#.XIQlJLfYrnG" />
         <pubDate>2019-03-09 20:43:01 UTC</pubDate>
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         <title>Notícia 2</title>
         <author>1529040</author>
         <link>https://padlet.com/1015157/1r07cqyatflv/wish/339600309</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
         <enclosure url="https://www.sul21.com.br/ultimas-noticias/geral/2019/01/cacique-kaingang-lamenta-mudancas-na-funai-nossa-luta-ja-estava-dificil-agora-ficou-ainda-mais/" />
         <pubDate>2019-03-09 20:44:09 UTC</pubDate>
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