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      <title>IMAGINAÇÃOE CRIAÇÃONA INFÂNCIA by ANA CARLA HOLLWEG POWACZUK</title>
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      <description>Imaginação da criança e do adolescente. pág. 45</description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2025-06-09 23:51:38 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>anapowaczuk</author>
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         <description><![CDATA[<p>slides </p>]]></description>
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         <pubDate>2025-06-10 00:07:53 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>anapowaczuk</author>
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         <description><![CDATA[<p>A obra </p>]]></description>
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         <pubDate>2025-06-10 00:08:39 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>anapowaczuk</author>
         <link>https://padlet.com/anapowaczuk/1pclbeuszzvpf6m1/wish/3483972114</link>
         <description><![CDATA[<p><br/></p><p>Imaginação da criança e do adolescente. pág. 45</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-06-10 00:09:50 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>leticiapaivamuscope</author>
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         <description><![CDATA[<p>"[...]no seu desenvolvimento, a imaginação passa por dois períodos, divididos pela fase crítica. A linha IM representa o curso do desenvolvimento da imaginação no primeiro período. Ela ascende bruscamente e, depois, mantém-se por um longo período no nível que atingiu. A linha RO, tracejada, representa o curso do desenvolvimento do intelecto ou razão." (p.47-48)</p><p><br/></p>]]></description>
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         <pubDate>2025-06-23 14:22:48 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title></title>
         <author>leticiapaivamuscope</author>
         <link>https://padlet.com/anapowaczuk/1pclbeuszzvpf6m1/wish/3499306321</link>
         <description><![CDATA[<p>"A imaginação plástica utiliza,p redominantemente, os dados de impressões externas; ela se constrói de elementos tomados de fora; a emocional, pelo contrário, se constrói de elementos tomados de dentro. Podemos chamar uma de objetiva e a outra de subjetiva. A manifestação de um ou de outro tipo de imaginação e a sua gradual diferenciação são características dessa idade" (p.51)</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-06-23 14:27:45 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>leticiapaivamuscope</author>
         <link>https://padlet.com/anapowaczuk/1pclbeuszzvpf6m1/wish/3499308663</link>
         <description><![CDATA[<p>"Diz Gros: </p><p>Se o pedagogo-prático deseja desenvolver corretamente a capa cidade preciosa de fantasia criadora, então, ele terá pela frente uma tarefa difícil que é refrear esse cavalo selvagem e assustado de origem nobre e domá-lo para servir à bondade" (p.52-53)</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-06-23 14:30:21 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/anapowaczuk/1pclbeuszzvpf6m1/wish/3499557992</link>
         <description><![CDATA[<p>Surge a questão: a atividade da imaginação não depende do </p><p>talento? Existe uma opinião muito difundida de que a criação é </p><p>o destino de eleitos e que apenas quem tem o dom de um talento </p><p>especial irá desenvolvê-la, podendo considerar-se convocado para a </p><p>criação. Esse postulado não é correto, como já tentamos explicar. Se </p><p>compreendermos a criação, em seu sentido psicológico verdadeiro, </p><p>como a criação do novo, é fácil chegar à conclusão de que ela é o </p><p>destino de todos, em maior ou menor grau; ela também é uma </p><p>companheira normal e constante do desenvolvimento infantil.</p><p>(Página 53)</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-06-23 21:24:29 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/anapowaczuk/1pclbeuszzvpf6m1/wish/3499559548</link>
         <description><![CDATA[<p><br/></p><p>(...) a criança vive mais tempo num mundo fantasioso do que no mundo real. Ainda, são conhecidas as imprecisões, as alterações da experiência real, o exagero e, finalmente, o gosto pelos contos e histórias fantásticas, características da criança.</p><p>Tudo isso junto serviu de fundamento para se afirmar</p><p>que a fantasia na idade infantil é exercida de modo mais rico</p><p>e diversificado do que no homem maduro. No entanto, ao</p><p>ser analisado sob o prisma científico, esse ponto de vista não encontra confirmação. Sabemos que a experiência da criança é bem mais pobre do que a do adulto. Sabemos, ainda, que seus interesses são mais simples, mais elementares, mais pobres; finalmente, suas relações com o meio também não possuem a complexidade, a sutileza e a multiplicidade que distinguem o comportamento do homem adulto, que são fatores importantíssimos na definição da atividade da imaginação. A imaginação da criança, como está claro, não é mais rica, e sim mais pobre que a do homem adulto; ao longo do processo de desenvolvimento da criança, desenvolve-se também a sua imaginação, atingindo a sua maturidade somente na idade adulta.</p><p>Eis porque os produtos da verdadeira imaginação criadora</p><p>em todas as áreas pertencem somente à fantasia amadurecida.</p><p>À medida que a maturidade se aproxima, começa também a</p><p>amadurecer a imaginação e, na idade de transição - nos adolescentes, coincide com a puberdade -, a potente ascensão da imaginação e os primeiros rudimentos de amadurecimento da fantasia unem-se. (p. 46-47)</p><p><br/></p>]]></description>
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         <pubDate>2025-06-23 21:28:23 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<p>Os interesses da criança e do adulto são diferentes e, por isso, compreende-se porque a imaginação dela funciona de maneira diferente da do adulto. (p. 45)</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-06-23 22:17:32 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>andressascargnin</author>
         <link>https://padlet.com/anapowaczuk/1pclbeuszzvpf6m1/wish/3499580911</link>
         <description><![CDATA[<p><strong>A imaginação como processo formador na docência em contextos </strong></p><p><br/></p><p>A<strong> </strong>internacionalizados. Ao estudar os capítulos <em>"A imaginação da criança e do adolescente"</em> de Vygotski, compreendo que a imaginação não é um ato isolado, mas um processo complexo de reorganização da experiência vivida. Isso me aproxima da minha pesquisa, que investiga como a formação docente no Sul Global, mediada por processos de internacionalização, pode ser pensada a partir de epistemologias que valorizam a experiência, o contexto e a criatividade.</p><p>A partir da abordagem histórico-cultural, reconheço que o desenvolvimento da imaginação está vinculado à mediação, à linguagem e ao contexto social. Isso dialoga com as propostas de formação docente que reconhecem saberes locais, experiências compartilhadas e processos colaborativos — como aqueles vividos em intercâmbios, redes de pesquisa e práticas curriculares internacionalizadas.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-06-23 22:19:57 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/anapowaczuk/1pclbeuszzvpf6m1/wish/3499598897</link>
         <description><![CDATA[<p>A atividade de imaginação, na forma em que se manifestava na infância, retrai-se na adolescência. (p. 50)</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-06-23 23:04:15 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>apowaczuk</author>
         <link>https://padlet.com/anapowaczuk/1pclbeuszzvpf6m1/wish/3499602472</link>
         <description><![CDATA[<p>A maturidade do homem, segundo Nietzsche, reside em recuperar a seriedade com que uma criança brinca. Não se trata de infantilidade, mas de uma capacidade de encarar a vida com paixão, espontaneidade e entrega, sem a rigidez e o peso da moralidade convencional. A criança, em sua brincadeira, cria seus próprios valores e se dedica com intensidade, e essa atitude é o que o homem maduro deve buscar reencontrar. Comentário do professor Mario</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-06-23 23:10:42 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>apowaczuk</author>
         <link>https://padlet.com/anapowaczuk/1pclbeuszzvpf6m1/wish/3499609705</link>
         <description><![CDATA[<p>MArio</p><p>LIVRO de James Paul Gee: "O que os videogames têm a nos ensinar sobre aprendizagem e alfabetização".</p><p>pesquisador americano aposentado que trabalhou em psicolinguística , análise do discurso , sociolinguística , educação bilíngue e alfabetização .</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-06-23 23:24:58 UTC</pubDate>
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