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      <title>Política e Educação  by Evelly Vitória</title>
      <link>https://padlet.com/vitorialemosalmeida/1ox2kao6xh2ywuos</link>
      <description>Padlet criado para registrar as aulas da disciplina de Política e Educação.</description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2023-08-17 16:36:47 UTC</pubDate>
      <lastBuildDate>2023-10-14 00:37:29 UTC</lastBuildDate>
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         <title>FEMINISMO 08/08</title>
         <author>vitorialemosalmeida</author>
         <link>https://padlet.com/vitorialemosalmeida/1ox2kao6xh2ywuos/wish/2667962062</link>
         <description><![CDATA[<div><strong>Minhas anotações em relação à aula do dia oito foi o que eu escrevi na folha entregue pela professora. Irei transcrever tudo o que eu já tinha escrito lá, aqui.<br><br></strong><em>Que histórias ou narrativas me contaram sobre o comportamento feminino? Na família? Na escola?</em></div><div>Eu me lembro de algumas histórias que me contavam sobre isso. Recordo muito bem que, quando eu sentava de qualquer jeito, brigavam comigo e falavam que eu precisava sentar direito "como mocinha". Além disso, sempre tive que andar arrumada e com brincos, pois, se eu usasse blusas mais largas e sem brincos, diziam que eu parecia um menininho, houve muitas vezes em que senti vontade de brincar com os carrinhos e bonecos dos meus primos, mas minha mãe não deixava, alegando que esses eram brinquedos de menino, já em outras situações, também reclamavam quando eu brincava de maneira mais agitada, argumentando que meninas deveriam brincar de forma comportada e apenas com os ditos "brinquedos de menina", até poucos anos atrás, escutava que minha cor preferida não poderia ser azul, pois era considerada uma cor de menino. Além disso, de familiares mais religiosos e tradicionais, já ouvi comentários de que mulheres não deveriam trabalhar, mas sim permanecer em casa cuidando dos afazeres e se dedicando integralmente ao marido e aos filhos.<br><br><em>O que estas histórias que ouvi influenciam ou influenciaram na minha vida?</em></div><div>Felizmente, poucas das coisas que ouvi tiveram um impacto significativo na minha infância. Desde muito cedo, eu tinha uma certa noção de que esse tipo de coisa não fazia muito sentido. no entanto, foi somente quando entrei no ensino fundamental dois e ganhei o meu primeiro celular que comecei a ter uma clareza maior em relação a esse assunto. Entre as coisas que escutava, uma em particular teve uma influência marcante em mim: a questão das vestimentas. Durante muitos anos da minha vida, eu tinha uma preocupação muito grande em relação as minhas roupas, se elas estavam adequadas, e em diversas ocasiões, deixei de comprar roupas do meu estilo apenas para agradar a minha mãe.<br><br></div><div><em>Como posso educar crianças nas escolas a serem feministas?</em></div><div>Quando tratamos de um assunto de tamanha importância, é essencial considerar o tipo de público com o qual lidaremos, nesse caso lidaremos com crianças. Primeiramente eu acho extremamente importante descobrir o que elas já sabem sobre esse tema, e, isso se deve ao fato de que, dependendo da idade das crianças elas podem já ter desenvolvido pensamentos a respeito do assunto. Muitas vezes, esses pensamentos podem ser influenciados por conversas familiares ou até mesmo pelas mídias sociais. A abordagem deve ser cuidadosa, pois a depender dela, as crianças que possuem ideias equivocadas sobre o tema podem resistir a aceitar o que o professor irá transmitir, portanto o processo de educação deve ser feito de maneira leve e interativa. Eu iria apresentar o assunto de uma maneira compreensível para todas as crianças, para que elas entendam a relevância do assunto abordado. Faria isso através de desenhos com personagens femininas empoderadas, de livros infantis que abordem o tema de maneira simples e compreensível. Além disso, para as crianças mais velhas iria propor atividades envolvendo a criação de cartazes e a realização de projetos expositivos.&nbsp;<br><br></div><div><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2023-08-21 22:21:56 UTC</pubDate>
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         <title>FEMINISMO 15/08</title>
         <author>vitorialemosalmeida</author>
         <link>https://padlet.com/vitorialemosalmeida/1ox2kao6xh2ywuos/wish/2668016296</link>
         <description><![CDATA[<div>• Iniciamos a segunda aula com palavras que remetiam ao feminismo, e mesmo não indo ao quadro escrever, houve duas palavras que foram exatamente o que eu pensei: "sororidade" e "consciência social". Para mim, no final das contas e de todas as discussões, essas palavras as definem perfeitamente o que esse movimento precisa ser, afinal não é possível existir sororidade sem a consciência de classe. Uma vez que, para o feminismo ser um movimento realmente forte e que funcione, é preciso que haja a consciência de que mulheres lésbicas, trans, negras e PCDs são parte desse movimento e devem fazer parte do pensamento de todas as que lutam por essa causa. Afinal, se não existe sororidade entre as mulheres para lutar por nossos direitos, contra a opressão, preconceito e violência, quem irá lutar por nós? Se dentro do próprio movimento existem pessoas que querem excluir essas mulheres, por isso é preciso que estudemos esse movimento para entender todas as suas nuances e vertentes, para entender tudo o que o envolve, para que possamos lutar por um presente e futuro mais agradável de se viver.&nbsp;<br><br>•Sobre o vídeo que faz um breve resumo sobre a história do movimento, é possível ver como o que foi dito a milhares de anos atrás infelizmente ainda é reproduzido por diversos homens. No vídeo, é falado que na Grécia antiga, as mulheres eram vistas como escravas, destinadas apenas a funções domésticas, e infelizmente, ainda hoje, ouvimos esses mesmos absurdos sendo expressos por diversos homens, tanto os mais velhos quanto os mais jovens. Tudo isso evidencia que ainda temos uma longa jornada pela frente, precisamos enfrentar diversos horrores para tentar melhorar o futuro das próximas gerações de mulheres que virão depois de nós.<br><br>• Após o vídeo, antes de finalizar a aula, mais uma vez foram abordadas palavras que remetiam ao feminismo. Nessa nova onda de palavras, surgiram termos como "luta", "resistência" e "revolução". Concordo que em nossa jornada, precisamos ter todos esses elementos para batalhar pelos nossos direitos. Afinal, não existe revolução sem ação e luta. Cada dia mais, fica evidente que precisamos lutar por nossos direitos e por nossas vidas. Precisamos ser um movimento de pura resistência e resiliência, um movimento acolhedor e consciente, onde todas as mulheres são reconhecidas sem discriminação alguma. Juntas, somos mais fortes e é unidas que iremos continuar batalhando e promovendo revoluções no melhor sentido, por onde quer que passemos.</div><div><br><br></div><div>&nbsp;<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2023-08-21 23:57:32 UTC</pubDate>
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         <title>Padlet 10/08 e 17/08</title>
         <author>vitorialemosalmeida</author>
         <link>https://padlet.com/vitorialemosalmeida/1ox2kao6xh2ywuos/wish/2673517832</link>
         <description><![CDATA[<div>Na primeira aula, que ocorreu no dia de agosto, a turma teve o prazer de receber a professora Cheila Raiane, ela ministrou uma aula sobre a plataforma padlet, a qual estamos usando para registrar as nossas aulas. Durante a apresentação, ela compartilhou imagens de seu próprio padlet, para termos uma ideia de como criar um, demonstrou que é possível adicionar links, imagens, fotos e vídeos. Além disso, trouxe qr codes com os links do site e do aplicativo para celular, explorou as configurações, ensinou como criar o primeiro padlet, e destacou as diversas possibilidades de organização e personalização. Foi graças a ela que aprendi onde fazia essas coisas e pude personalizar o meu de acordo com minhas preferências. Cheila também nos instruiu sobre as reações, os comentários e como modificar o título do nosso padlet, também apresentou detalhadamente como ajustar as configurações para tornar nosso mural público, demonstrou como fazer as postagens e explorou suas várias utilidades. Considerando que era uma plataforma relativamente nova para muitos de nós e que não tínhamos conhecimento prévio de como utilizá-la, foi uma aula super esclarecedora. Minha primeira experiencia com essa plataforma foi durante o ensino médio a distância, mas nunca a explorei profundamente, naquela época eu só acessava os murais dos professores para enviar as atividades, depois disso a plataforma caiu em desuso e eu deixei de ouvir falar sobre ela. No entanto, acredito que essa atividade tenha sido benéfica, pois pude me lembrar dela agora. É uma plataforma dinâmica, que possuiu diversas utilidades, como registrar anotações, armazenar fotos e vídeos e até mesmo elaborar trabalhos futuros. Na aula do dia 17, a Cheila retornou à nossa turma para sanar as dúvidas restantes em relação à plataforma. Novamente, foi uma aula útil e produtiva, já que muitos estudantes levantaram questões, e ela conseguiu auxiliar a todos nos na utilização do padlet, inclusive nessa aula ela também criou um padlet do zero, o que nos deu uma compreensão ainda maior do processo. Foram duas aulas dinâmicas e interessantes, que me permitiu olhar essa plataforma com outros.&nbsp;<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2023-08-26 00:13:18 UTC</pubDate>
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         <title>Ensinando a Transgredir - Bell Hooks</title>
         <author>vitorialemosalmeida</author>
         <link>https://padlet.com/vitorialemosalmeida/1ox2kao6xh2ywuos/wish/2673919014</link>
         <description><![CDATA[<div>No capitulo pedagogia engajada a Bell Hooks explora uma abordagem educacional, que tem como objetivo mudar as estruturas tradicionais de ensino e promover uma educação mais libertadora. Bell Hooks mencionado que foi a insistência de Paulo Freire na educação como prática da liberdade a encorajou a criar estratégias para a conscientização em sala de aula. Graças a isso, passou a ver ela e os alunos como participantes ativos e não apenas consumidores passivos. A abordagem holística e espiritual permitiram à autora superar anos de socialização que a levaram a acreditar que a sala de aula perdia sua importância quando se buscava um conhecimento que estava dos livros. Ela fala que a pedagogia engajada enfatiza o bem-estar, e professores comprometidos com esse processo promovem esse bem-estar e o ensinam de forma a fortalecer e capacitar seus alunos,e que não a&nbsp; surpreende que professores menos preocupados com isso se sintam ameaçados pela educação libertadora. Nesse capítulo, ela também destaca a ingenuidade de esperar uma certa orientação, no contexto acadêmico, dado o fascínio pelo poder em muitos possuíam professores. Encontrar Paulo Freire foi fundamental para sua sobrevivência como estudante, pois pelo fato dela não ser uma estudante passiva, muitos professores a desprezavam e graças a isso ela estava se afastando da educação. Graças a evolução que vem acontecendo no âmbito educacional, os alunos atuais exigem mais dos professores, querem receber um conhecimento significativo e que tenha conexão com a experiência global vivida por eles, a educação como prática de&nbsp; liberdade permite que os alunos assumam responsabilidade por suas escolhas e a pedagogia engajada valoriza a expressão dos mesmos, não fortalecendo a apenas os alunos, mas também os professores. Em geral, esse&nbsp;capítulo fala sobre a abordagem transformadora de Bell Hooks em relação a educação, onde ela prioriza a consciência crítica, inclusão de novas perspectivas e o aprendizado como uma ferramenta para uma educação mais libertadora.</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-08-27 01:13:27 UTC</pubDate>
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         <title> Pedagogia engajada 29/08</title>
         <author>vitorialemosalmeida</author>
         <link>https://padlet.com/vitorialemosalmeida/1ox2kao6xh2ywuos/wish/2682425594</link>
         <description><![CDATA[<div>Na aula do dia vinte e nove, os grupos apresentaram suas respectivas respostas para as questões propostas pela professora, então para relatar essa aula eu vou transcrever aqui as quatro perguntas e suas respostas.<br><br>&nbsp;<br><em>1. O que significa pedagogia engajada de acordo Bell Hooks? Como ela a define e quais são os principais princípios da pedagogia engajada?</em><br>Significa educação como prática da liberdade é uma educação que ultrapassa fronteiras. Ensinar de um jeito que respeite e proteja as almas dos alunos, dando ênfase ao</div><div>bem-estar. Os professores também devem ter um compromisso ativo com um processo de auto atualização, promovendo seu próprio bem-estar. Isso lhes permite ensinar de modo a fortalecer e capacitar os alunos. Tudo isso vai contribuir para a criação de ambientes de aprendizado que visam promover a conscientização e a justiça social dos alunos, com o objetivo de formar uma sociedade mais igualitária e justa, enfatizando a importância do diálogo, da participação ativa, consciência critica e transformação social. <br><br><em>2. De que forma a pedagogia engajada difere nas abordagens tradicionais de ensino? E quais são os elementos inovadores que Bell Hooks propõe?</em></div><div>Difere pois acredita que tanto o professor quanto todos os alunos têm que ser participantes ativos e devem ligar a consciência à prática, não se comportar apenas como consumidores passivos. Propõe uma educação mais inclusiva, participativa e orientada para a mudança social, além da prática espiritual, pensamento crítico e incentivo ao questionamento. Estes elementos inovadores visam não só transmitir conhecimento, mas também capacitar os alunos a se tornarem cidadãos ativos, críticos e que são capazes de contribuir para uma sociedade mais justa, a pedagogia engajada de Bell Hooks vai representar uma abordagem mais focada no aluno, que visa não apenas transmitir conhecimento, mas também promover a conscientização crítica e a transformação da sociedade.<br><br><em>3. Como a Pedagogia engajada aborda a questão da identidade e da diversidade na sala de aula? Quais são os benefícios de se reconhecer e valorizar a identidade dos alunos nesse contexto?&nbsp;</em></div><div>A pedagogia engajada aborda a questão da identidade e da diversidade na sala de aula ao reconhecer e valorizar as experiências culturais, sociais e individuais dos alunos. Isso é feito ao incorporar ementas que reflitam diversas perspectivas e ao criar um ambiente inclusivo que celebra as diferenças. Os benefícios incluem promover um senso de pertencimento, aumentar o engajamento dos alunos e enriquecer o aprendizado ao trazer diferentes pontos de vista para as discussões. Além disso, ao reconhecer e respeitar a identidade dos alunos, a pedagogia engajada contribui para a construção da autoestima, do respeito mútuo e da consciência cultural.<br><em><br>4. Como a Pedagogia engajada pode contribuir para a transformação social? Quais são os potenciais impactos dessa abordagem na construção de uma sociedade mais justa e equitativa?</em></div><div>A pedagogia engajada contribui para a transformação social ao envolver os alunos em questões relevantes e contextualizadas, como desconstrução de estereótipos e preconceitos, através de discussões críticas e de análises aprofundadas, essa pedagogia vai contribuir para a redução do preconceito e da discriminação, promovendo também a reflexão crítica e ação coletiva. Isso pode levar a uma compreensão mais profunda das desigualdades e injustiças na sociedade, incentivando a busca por soluções e mudanças. Os potenciais impactos incluem o fortalecimento do senso de cidadania, a promoção da diversidade e inclusão, além do desenvolvimento de habilidades para o pensamento crítico e resolução de problemas, essenciais para uma sociedade mais justa e equitativa. &nbsp;</div><div><br><br></div><div><br><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2023-09-03 17:11:23 UTC</pubDate>
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         <title> A escola dos sonhos existe! 31/08 </title>
         <author>vitorialemosalmeida</author>
         <link>https://padlet.com/vitorialemosalmeida/1ox2kao6xh2ywuos/wish/2682435624</link>
         <description><![CDATA[<div>Eu nunca tinha ouvido falar sobre essa escola, mas fico feliz em tê-la conhecido, pois a proposta dela é exatamente o que a nossa sociedade precisa. Um ambiente educacional que visa a inclusão e a segurança dessas crianças é de importância fundamental, com certeza, é um projeto que deveria se expandir para o resto do país.<br><br>As escolas são um meio de educação e transformação social, e a existência de uma que proporcione isso através de experiências enriquecedoras para todas as crianças é fundamental, todos nós sabemos que é de extrema importância abordar e reconhecer as memórias que pessoas negras têm da escola, pois para a grande maioria pode ter sido uma experiência traumática. Devido a isso, é necessário promover uma abordagem educacional que vise celebrar e explicar toda a diversidade cultural existente em toda a história dos povos afro-brasileiros. Inclusive, a iniciativa dessa escola em  incluir crianças brancas nesse processo é muito importante, pois desde jovens elas precisam ter a consciência de tudo que é falado no vídeo. Já que atualmente, graças às escolas e aos próprios pais, muitas crianças vêm crescendo com um pensamento totalmente errôneo de que apenas os brancos terão sucesso no futuro. Além disso, quando ela fala sobre a questão de Salvador ter uma população majoritariamente preta e seus representantes serem pessoas brancas, esse é um problema muito grande e que infelizmente é uma realidade em todo o mundo, pois  mesmo em locais onde pessoas pretas não sejam maioria, elas precisam sim  estar no poder. <br>O foco da escola Maria Felipa em ensinar a história africana e afro-brasileira, bem como suas contribuições culturais e científicas, é crucial para ampliar o conhecimento, compreensão e o respeito mútuo entre os alunos. A escola deve ser um espaço onde todas as crianças se sintam valorizadas e capacitadas, independentemente de sua raça, etnia, religião, sexualidade e corpo. As escolas precisam ampliar seus objetivos e capacitar seus profissionais para atender todas as crianças, independentemente de suas diferenças, pois esse é um ambiente para elas aprenderem e se sentirem seguras, não para criarem más memórias e traumas. E eu acho sim que a escola perfeita possa existir, só que para isso acontecer é preciso do empenho necessário e dos profissionais certos para que mais escolas assim possam surgir e para que as que já existem possam se tornar mais capacitadas e preparadas para acolher todas as crianças nesse momento tão importante que são seus primeiros anos escolares.</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-09-03 17:20:23 UTC</pubDate>
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         <title>Bell hooks e a educação antirracista</title>
         <author>vitorialemosalmeida</author>
         <link>https://padlet.com/vitorialemosalmeida/1ox2kao6xh2ywuos/wish/2682436969</link>
         <description><![CDATA[<div>&nbsp;<br><br></div><div>No início do vídeo, a palestrante apresenta Bell Hooks, destacando a importância do seu trabalho na produção de conhecimento. Após isso, ela faz uma reflexão sobre a morte Da mesma e como, graças ao seu trabalho, ela conseguiu criar um sentimento de intimidade entre os seus leitores. Também é falado que o projeto antirracista de Hooks não se limita a espaços acadêmicos ou a livros específicos e aborda a exploração de Hooks em temas como pedagogia crítica, feminilidade, masculinidade e autoestima. Outro tópico discutido foram os fundamentos epistemológicos da concepção que Bell Hooks tinha sobre educação antirracista e o potencial para projetos sobre a educação feminina. A infância dela também entra em questão quando falam que o desejo de conhecimento e educação que ela tinha entravam em conflito devido às expectativas que a sociedade tinha para as mulheres da época. Uma parte interessante do vídeo é quando ela começa a discutir a segregação racial nas escolas e menciona que Bell Hooks vivenciou isso em primeira mão. Dentro desse contexto, também é falado como os alunos negros eram vistos nessas escolas. Fala-se também sobre a educação bancária, onde o conhecimento era memorizado e depositado em vez de ser algo mais ativamente envolvido, e como essa prática persiste até hoje. Também se discute o branqueamento e a masculinização da produção de conhecimento nas universidades, destacando a ausência de mulheres negras no âmbito acadêmico e a representação limitada delas nos programas de estudo sobre mulheres.</div><div>Depois, entra-se em um tópico que aborda um pouco sobre a trajetória da Bell Hooks como professora universitária e como ela buscou formas alternativas de ensinar em sala de aula. Fala-se que foi justamente nessa época que ela conheceu Paulo Freire e que futuramente o encontrou. Durante esse período, ela se envolveu com a pedagogia crítica, levantou alguns questionamentos sobre raça e gênero no trabalho de Freire, e como tudo isso a fez ver uma conexão entre as ideias que ela escreveu e a forma como as praticava. Também entra em questão o fato de autores americanos terem sido publicados no Brasil antes mesmo dos autores brasileiros, e dentro disso, a palestrante fala que o brasileiro tem uma mentalidade de colonização.</div><div>Também é falado sobre a importância das mulheres negras terem autoridade para escrever e falar sobre suas experiências, que foi necessário recuperar espaço para que as mulheres negras pudessem compartilhar seus relatos e não apenas ter um conteúdo sobre racismo e experiências dessas mulheres feito por mulheres brancas. Depois, é falado que foram mulheres negras e latinas que trouxeram as questões raciais para o plano do movimento feminista na década de 90, e que a luta pela justiça social continua sendo algo importante no trabalho de Bell Hooks. A palavra "interseccionalidade" entra em questão, e ela menciona que, embora esse termo seja utilizado, Bell Hooks preferia usar o termo "patriarcado supremacista branco capitalista imperialista". Também enfatiza a importância de reconhecer a diversidade dentro da comunidade intelectual negra. Em outra parte do vídeo, é ressaltada a importância do feminismo como uma teoria que visa desafiar a dinâmica de poder e transformar relacionamentos. A palestrante destaca a necessidade de o feminismo abranger todos os espaços, não apenas as disciplinas acadêmicas, e enfatiza a importância de dar voz e valorizar as experiências de estudantes marginalizados na educação. Ela defende estratégias pedagógicas que reconheçam sua presença e seu direito de expressão, bem como critica a predominância de professores brancos em cursos sobre história ou literatura negra. Sua pedagogia feminista e antirracista busca incorporar múltiplas perspectivas, incluindo as de mulheres negras, pessoas trans e povos indígenas. Outros assuntos importantes que foram abordados ao longo do vídeo incluem a importância de tornar o conhecimento acessível, a necessidade de desafiar os sistemas de poder patriarcais, capitalistas, imperialistas e de supremacia branca, o valor de reconhecer os locais sociais onde as mulheres negras produzem conhecimento, a importância de quebrar o silêncio que cerca as experiências das comunidades marginalizadas, a presença de práticas racistas e sexistas em espaços acadêmicos e o papel do silêncio na perpetuação destas dinâmicas. Também foi destacada a importância de uma pedagogia negra feminista, enraizada em bases sociais e em pequenos grupos de discussão, como meio de ação coletiva transformadora, a importância de pertencer a um lugar e como isso molda a identidade e a história de alguém, a importância de valorizar a dignidade humana, os corpos e a interseccionalidade, o conceito de Eros no trabalho de Hooks sobre educação antirracista e a importância de se manifestar e abordar o racismo no Brasil, enfatizando a necessidade de interrogatório contínuo e transformação das práticas racistas. É um vídeo bastante longo e que trata de diversos outros assuntos além dos que foram citados nesse breve resumo. Ao fim, é possível perceber que esse é um vídeo que gira em torno do trabalho de Bell Hooks e de todas as suas contribuições para a educação antirracista ao longo de toda a sua trajetória.<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2023-09-03 17:22:49 UTC</pubDate>
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         <title>Relato de experiência sobre a Entrevista </title>
         <author>vitorialemosalmeida</author>
         <link>https://padlet.com/vitorialemosalmeida/1ox2kao6xh2ywuos/wish/2682437231</link>
         <description><![CDATA[<div>Infelizmente, devido à falta de disponibilidade das integrantes do grupo, não foi possível visitar as escolas para realizar as entrevistas pessoalmente. No entanto, ter acesso às entrevistas por escrito foi uma experiência muito interessante, pois me permitiu ter uma ideia de como as professoras trabalham. Em relação à professora um e à professora dois, pude perceber algumas diferenças entre elas.<br>Notei que as respostas da professora Isabela foram mais abrangentes, principalmente no que diz respeito aos materiais utilizados. Achei que a resposta da professora Gilmara, ao mencionar ''lúdicos'', ficaram um tanto quanto vagas. Também achei interessante o fato de ambas terem relatado uma experiência relacionada a um mesmo 'apelido'. Gostei da maneira como a professora Gilmara aproveitou esse momento para o aprendizado, mas acredito que ela e a professora Isabela poderiam ter explorado mais a questão da diversidade e talvez explicado um pouco sobre o preconceito presente nessa palavra. Também achei muito válida a forma como ambas responderam as duas últimas perguntas. Gostei das respostas de ambas as professoras, pois elas incentivam um ambiente de inclusão, amizade e respeito.</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-09-03 17:23:22 UTC</pubDate>
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         <title> mundo global visto do lado de cá – Milton Santos</title>
         <author>vitorialemosalmeida</author>
         <link>https://padlet.com/vitorialemosalmeida/1ox2kao6xh2ywuos/wish/2682437745</link>
         <description><![CDATA[<div>O documentário aborda a globalização sob a perspectiva da descolonização e destaca a importância de ver o mundo com nossos próprios olhos. Ele traça as ondas de globalização, destacando a transição do humanismo para o consumo no século XX, examina também as políticas neoliberais e a imposição do Consenso de Washington por empresas globais, que resultou em agitação social na América Latina, abordando a privatização e seus impactos na Argentina. Fala sobre a fome, destacando a distribuição desigual de alimentos e a privatização da água, o vídeo também fala sobre as barreiras físicas, econômicas e políticas que separam as pessoas, incluindo a situação dos refugiados, falando que a civilização muitas vezes ocorre as custa da liberdade,&nbsp; ele discute como o dinheiro se tornou algo central, influenciando a interpretação dos eventos pelos meios de comunicação e enfatiza o poder dos meios de comunicação e dos sistemas econômicos na formação da sociedade global. Esse documentario explora as lutas dos pobres e despossuídos, como ocupações de prédios e fábricas abandonadas no Brasil. Aborda o uso da tecnologia em comunidades indígenas e seu impacto na comunicação e destaca a importância do rap e outras formas de arte como meio de resistência e preservação cultural.&nbsp;<br>Milton Santos fala sobre mudanças globais, incluindo a transição da era tecnológica para a demográfica, e destaca a importância da base da hierarquia social como agentes de mudança. Também menciona a religião e preocupações em relação à China, destaca a resistência de países em desenvolvimento à globalização e o sofrimento das comunidades pobres. Examina as favelas do Brasil, enfatizando a ética e o direito à moradia, fala sobre a necessidade de democracia mais inclusiva e destaca a importância do Estado na redução da desigualdade.&nbsp;<br>Finalizando, ele discute os perigos do "globalitarismo" totalitário, a importância da transparência e da liberdade como modo de vida. Também destaca a ligação emocional das pessoas com a terra e sua importância nas discussões sobre a globalização.</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-09-03 17:24:21 UTC</pubDate>
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         <title>Grupo dois.</title>
         <author>vitorialemosalmeida</author>
         <link>https://padlet.com/vitorialemosalmeida/1ox2kao6xh2ywuos/wish/2682438289</link>
         <description><![CDATA[<div>O Grupo 2 apresentou a entrevista em formato de vídeo, utilizando a inteligência artificial para dar voz ao entrevistado e ao entrevistador. Particularmente, gostei bastante dessa abordagem, achei diferente. Em relação à entrevista em si, o aspecto que mais me chamou a atenção foi uma frase que o professor mencionou no final do vídeo. Ele afirmou que passa mais tempo mediando conflitos do que dando aula. Infelizmente, essa frase reflete uma realidade muito comum para diversos professores e eu acredito que esse tema deveria ser mais debatido no âmbito educacional.</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-09-03 17:25:19 UTC</pubDate>
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         <title>Grupo três. </title>
         <author>vitorialemosalmeida</author>
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         <description><![CDATA[<div>O Grupo 3 também trouxe a entrevista em formato de vídeo, com a própria professora respondendo às perguntas. Além disso, durante as perguntas, este grupo incluiu uma questão sobre inclusão, algo que considero muito importante. A professora forneceu respostas muito boas e completas durante a entrevista. Fiquei impressionada!!</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-09-23 02:11:48 UTC</pubDate>
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         <title>Grupo quatro.</title>
         <author>vitorialemosalmeida</author>
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         <description><![CDATA[<div>O Grupo 4 optou por uma apresentação em slides. As integrantes do grupo conduziram a entrevista de forma dinâmica, tornando todas as respostas bem claras. Além disso, incluíram uma pergunta adicional que acrescentou muito à discussão. Em relação à entrevista, achei especialmente interessante o fato de a professora trabalhar na educação infantil, lidando com crianças pequenas. Também me chamou a atenção quando ela mencionou o uso de livros ilustrativos e a abordagem do hábito de leitura em sua sala de aula. Com certeza, esses são aspectos que deveriam ser adotados em todas as escolas.</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-09-23 02:11:57 UTC</pubDate>
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         <title>Grupo cinco.</title>
         <author>vitorialemosalmeida</author>
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         <description><![CDATA[<div>O grupo cinco trouxe entrevistas com dois professores, um de escola particular e outro da rede pública. A apresentação foi feita em slides, com uma das integrantes apresentando, foi uma apresentação muito dinâmica e agradável de assistir. Sobre a entrevista, gostei muito de ver um professor sendo entrevistado, pois geralmente não vemos muitos homens ocupando esse cargo. Esse professor foi muito solícito e deu ótimas respostas em todas as questões. Portanto, pelas respostas dele, é possível perceber que existem sim muitos professores bons que se esforçam no seu trabalho, independentemente de serem da rede particular ou pública. A outra entrevistada também deu boas respostas, e o motivo dela ter sido mais direta foi explicado por uma das integrantes do grupo. No mais, foi uma apresentação muito boa, na qual todo o conteúdo proposto foi muito bem apresentado.</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-09-23 02:12:34 UTC</pubDate>
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         <title>Grupo seis.</title>
         <author>vitorialemosalmeida</author>
         <link>https://padlet.com/vitorialemosalmeida/1ox2kao6xh2ywuos/wish/2717002444</link>
         <description><![CDATA[<div>O Grupo Seis trouxe uma apresentação em vídeo. A parte que mais me chamou a atenção foi o fato de o professor ensinar crianças do 3º ano do fundamental sem ser formado em pedagogia, mas sim licenciado em letras. Com isso, é possível perceber o quanto as escolas não estão preocupadas em contratar os profissionais adequados. O mesmo professor que ensina crianças do terceiro ano do ensino fundamental também ensina adolescentes que estão prestes a concluir a escola.&nbsp;<br>Isso seria algo normal se ele tivesse ambas as formações, incluindo a de pedagogia. Infelizmente, não é o caso, apesar disso, o professor parece ser muito competente no que faz, pois forneceu respostas muito completas.</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-09-23 02:12:41 UTC</pubDate>
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         <title>Grupo sete.</title>
         <author>vitorialemosalmeida</author>
         <link>https://padlet.com/vitorialemosalmeida/1ox2kao6xh2ywuos/wish/2717002566</link>
         <description><![CDATA[<div>O Grupo Sete trouxe uma professora que trabalha em uma creche municipal. Achei isso muito interessante, pois trabalhar com crianças tão novas é uma experiência bem diferente, por serem quase bebês, a professora nunca passou por situações de bullying. Além das perguntas já feitas, o grupo trouxe mais uma sobre o tema inclusão, o que nos permitiu conhecer um pouco da realidade de uma sala com duas crianças atípicas, sendo uma mais calma do que a outra. A apresentação foi feita por meio de slides, e uma das representantes do grupo leu e explicou as perguntas e respostas.<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2023-09-23 02:13:00 UTC</pubDate>
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         <title>Grupo oito.</title>
         <author>vitorialemosalmeida</author>
         <link>https://padlet.com/vitorialemosalmeida/1ox2kao6xh2ywuos/wish/2717002626</link>
         <description><![CDATA[<div>O Grupo Oito resolveu trazer duas entrevistas com duas professoras e também trouxe perguntas adicionais além das propostas. As entrevistas foram feitas com uma da rede pública e outra da rede particular. A primeira professora da particular contou que começou como auxiliar de turma e só depois se formou na área. Na segunda entrevista, deu para notar uma certa falta de interesse em responder às perguntas, algo que foi apontado pelo próprio grupo entrevistador. Em algumas perguntas, ficou evidente que ela tentou desviar para não respondê-las. Em relação a ela, o que mais me chamou a atenção foi o fato dela se inspirar em uma digital influencer e não ter mencionado nenhuma outra fonte de inspiração além disso. Por fim, gostei muito dessa apresentação, das entrevistas e da sinceridade do próprio grupo em apontar os pontos negativos da sua entrevistada.</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-09-23 02:13:09 UTC</pubDate>
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