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      <title>Primeiro Modernismo by ines capela</title>
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      <description>Made with a dash of wit</description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2016-09-28 08:19:24 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>mariainescapela</author>
         <link>https://padlet.com/mariainescapela/1nrnu7qqkye/wish/127185457</link>
         <description><![CDATA[<div>A primeira geração modernista é assim chamada tendo em conta que é esse o nome da publicação que demarca a fronteira com a anterior escola literária. A revista, que teve a frente <strong>Fernando Pessoa</strong>,<strong> Mário de Sá Carneiro </strong>e<strong> Almada Negreiros</strong> (primeiro grupo modernista), foi um grande escândalo e teve a duração de apenas um ano em decorrência de problemas financeiros após o suicídio de Mário de Sá Carneiro.</div><div>O Futurismo e o Expressionismo (Vanguardas Europeias) influenciaram essa geração, cujos principais autores são:</div><div><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2016-09-29 09:14:28 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>mariainescapela</author>
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         <description><![CDATA[<div><a href="https://www.todamateria.com.br/modernismo-em-portugal/"><strong>Fernando Pessoa</strong></a><strong> </strong>(1888-1935): sendo o mais influente, é também a principal personalidade do modernismo em Portugal. Escreveu "Mensagem" e criou os heterônimos Alberto Caeiro ("Pastor Amoroso", "Poemas Inconjuntos"), Ricardo Reis ("Prefiro Rosas", "Breve o Dia") e Álvaro de Campos ("Ode Marítima", "Tabacaria");</div>]]></description>
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         <pubDate>2016-09-29 09:15:09 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>mariainescapela</author>
         <link>https://padlet.com/mariainescapela/1nrnu7qqkye/wish/127186793</link>
         <description><![CDATA[<div><a href="https://www.todamateria.com.br/modernismo-em-portugal/"><strong>Mário de Sá Carneiro </strong></a>(1890-1915): o mote da sua obra gira em torno da insatisfação psicológica. Escreveu contos como "Princípio", "A Confissão de Lúcio", "Céu em Fogo", bem como poesias como "Dispersão", "Indícios de Oiro", "Poesias"</div>]]></description>
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         <pubDate>2016-09-29 09:22:22 UTC</pubDate>
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         <title>Revista Orpheu</title>
         <author>mariainescapela</author>
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         <description><![CDATA[<div>Os únicos dois números de Orpheu - Revista Trimestral de Literatura, lançados em Março e Junho de 1915, marcaram a introdução do modernismo em Portugal. Tratava-se de uma revista onde Mário de Sá-Carneiro, Almada Negreiros e Fernando Pessoa, entre outros intelectuais de menor vulto, subordinados às novas formas e aos novos temas, publicaram os seus primeiros poemas de intervenção na contestação da velha ordem literária; o primeiro número provocou o escândalo e a troça dos críticos, conforme era desejo dos autores; o segundo número, que já incluiu também pinturas futuristas de Santa-Rita Pintor, suscitou as mesmas reações. Perante o insucesso financeiro, a revista teve de fechar portas, pois quem custeava as publicações era o pai de Mário de Sá Carneiro e este cometeu suicídio em 1916. No entanto, não se desfez o movimento organizado em torno da publicação. Pelo contrário, reforçou-se com a adesão de novos criadores e passou a desenvolver intensa atividade na denúncia inconformista da crise de consciência intelectual disfarçada pela mediocridade académica e provinciana da produção literária instalada na cultura portuguesa desde o fim da geração de 70, de que Júlio Dantas (alvo do Manifesto Anti-Dantas, de Almada) constituía um bom exemplo. <br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2016-09-29 09:28:24 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>mariainescapela</author>
         <link>https://padlet.com/mariainescapela/1nrnu7qqkye/wish/127188454</link>
         <description><![CDATA[<div><a href="https://www.todamateria.com.br/modernismo-em-portugal/"><strong>Almada Negreiros</strong></a><strong> </strong>(1893-1970): distinguiu-se como artista plástico, no entanto escreveu manifestos futuristas, textos doutrinários, peças teatrais, entre outros.</div>]]></description>
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         <pubDate>2016-09-29 09:32:23 UTC</pubDate>
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         <title>Manifesto Anti-Dantas</title>
         <author>mariainescapela</author>
         <link>https://padlet.com/mariainescapela/1nrnu7qqkye/wish/127190371</link>
         <description><![CDATA[<div>    Este texto virulento do jovem Almada (que contava 23 anos) terá sido escrito entre Abril e Setembro de 1916, sendo, portanto, anterior à conferência de 1917, início oficial do movimento futurista em Portugal.<br><br></div><div>Saiu este folheto de 8 páginas impresso em papel de embrulho, ao preço de 100 reis, todo grafado em maiúsculas e utilizando aqui e além, para sublinhar a onomatopeia - PIM!-, uns ícones representando uma mão no gesto de apontar. Segundo se diz, terá esgotado nos primeiros dias, por obra do açambarcamento do próprio visado. Apesar disso, ou graças a isso, o escândalo rapidamente se propalou e a polémica causada teve uma grande intensidade. É que, no fundo, não é só a pessoa de Dantas que é atacada, mas toda uma geração de literatos, actores, escritores, jornalistas, etc, que ele personificava: "Uma geração que consente deixar-se representar por um Dantas é uma geração que nunca o foi". Através da ironia e do sarcasmo, utilizando uma linguagem iconoclasta e insultuosa, abusando de exclamações, repetições e enumerações, Almada zurze o academismo instalado e os valores tradicionais que pretendia abalar.<br><br></div><div>Em suma, trata-se de um ataque implacável ao edifício cultural e artístico vigente que impedia a entrada e frutificação das novas correntes estéticas em Portugal. É Almada a abrir caminho ao Futurismo e a si próprio<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2016-09-29 09:44:11 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>mariainescapela</author>
         <link>https://padlet.com/mariainescapela/1nrnu7qqkye/wish/128938212</link>
         <description><![CDATA[<div><a href="http://ensina.rtp.pt/artigo/santa-rita-pintor/"><strong>Santa-Rita Pintor</strong></a> (1889-1918): Porventura o primeiro futurista português, impulsionador do movimento do "Orpheu",&nbsp; admirava Picasso e foi um adepto do cubismo. Infelizmente poucas obras lhe sobreviveram.Em 1914, o pintor proclama-se o único futurista declarado em Portugal e decide ser o porta-voz da nova corrente que terá uma curta existência. Ao lado de Almada Negreiros faz uma primeira apresentação do movimento&nbsp; aos portugueses no Teatro da República em Lisboa, publica um único volume de Portugal Futurista e colabora no nº 2 do Orpheu.<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2016-10-06 18:25:23 UTC</pubDate>
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         <title>O Modernismo nas Artes Plásticas</title>
         <author>mariainescapela</author>
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         <description><![CDATA[<ul><li>O movimento ficou conhecido em Portugal a partir de duas exposições: a primeira, em 1915, ocorreu no Porto, tendo sido chamada de «Humoristas e Modernistas»; as segundas, em 1916, em Lisboa e no Porto, de Amadeu de Souza-Cardoso.</li><li>O país, que entrara no século agarrado a uma pintura naturalista e romântica em que artistas como José Malhoa eram a referência, reagiu violentamente ao movimento. A nova estética internacional, desconhecida no país, estava a ser mostrada por artístas que tinham estado em Paris.</li></ul><div><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2016-10-06 18:37:44 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>mariainescapela</author>
         <link>https://padlet.com/mariainescapela/1nrnu7qqkye/wish/128945446</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2016-10-06 18:44:37 UTC</pubDate>
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         <title>Amadeu de Souza-Cardoso</title>
         <author>mariainescapela</author>
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         <description><![CDATA[<div>Experimentação e exploração de várias correntes (naturalismo, impressionismo, expressionismo, cubismo, futurismo...).Influências e contactos com Modigliani, Brancusi, Picasso, Braque, os Delauna. Pintou reinterpretando e reinventando a realidade. Geometrizou as formas, usou de cores vibrantes, decompôs as imagens à maneira cubista, pintou círculos de cor, máscaras de influência etnográfica. Usou colagens, areia, pasta de óleo... inseriu letras. Estilhaçou e decompôs a imagem em múltiplas partes esclarecedoras do significado e complementares entre si. Não tornou fácil a sua classificação em qualquer corrente artística. A sua obra foi esquecida durante muito tempo até Vieira da Silva o reabilitar. Morreu demasiado cedo para uma obra tão promissora.</div>]]></description>
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         <pubDate>2016-10-06 19:37:20 UTC</pubDate>
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         <title>Eduardo Viana</title>
         <author>mariainescapela</author>
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         <description><![CDATA[<div>Influências de Cézanne e do Fauvismo.  Influências do casal Delaunay com os círculos órficos, cores vibrantes.</div>]]></description>
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         <pubDate>2016-10-06 19:40:25 UTC</pubDate>
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         <title>Diogo de Macedo</title>
         <author>mariainescapela</author>
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         <description><![CDATA[<div>Destaca-se como um dos mais importantes escultores da primeira geração de artistas modernistas portugueses.<br>A sua obra inclui inúmeras esculturas, desenhos, gravuras. Esculpiu bustos de Camilo Castelo Branco (1913), Antero de Quental (1929), Sarah Afonso (1927), António Botto (1928), Mário Eloy (1932), etc.<br>Entre as suas obras em espaços públicos podem destacar-se: monumento a Antero de Quental, 1929 (Parque da Cidade Dr. Manuel Braga, Coimbra); monumento a Afonso de Albuquerque, 1930 (Jardim do Palácio de Cristal, Porto); monumento a Fialho de Almeida, 1931 (Vila de Frades, Alentejo); esculturas no pórtico do Museu Nacional de Arte Antiga, Lisboa, 1939; 5 esculturas para a Fonte Monumental, Alameda Dom Afonso Henriques, Lisboa, 1940 (<em>Tejo</em> e 4 <em>Tágides</em>); etc.<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2016-10-06 19:46:02 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>mariainescapela</author>
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         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2016-10-06 19:56:23 UTC</pubDate>
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