<?xml version="1.0"?>
<rss version="2.0">
   <channel>
      <title>Segundo Reinado  by Isabela Brito</title>
      <link>https://padlet.com/isabelacolobrito/1m0f4866e6yamozu</link>
      <description>Isabela Colodel, EM22</description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2023-11-27 00:53:27 UTC</pubDate>
      <lastBuildDate>2023-11-27 01:15:07 UTC</lastBuildDate>
      <webMaster>hello@padlet.com</webMaster>
      <image>
         <url></url>
      </image>
      <item>
         <title>Política Interna </title>
         <author>isabelacolobrito</author>
         <link>https://padlet.com/isabelacolobrito/1m0f4866e6yamozu/wish/2803250904</link>
         <description><![CDATA[<p>Durante o Segundo Reinado, os partidos dos Conservadores e Liberais foram as principais forças políticas no Brasil, representando diferentes visões e interesses.</p><p>Os Conservadores defendiam um governo centralizado, com maior poder nas mãos do imperador, e eram mais ligados à aristocracia rural e à Igreja Católica. Eles apoiavam a escravidão, buscavam manter a ordem social e tinham uma visão mais tradicionalista em relação à política.</p><p>Já os Liberais representavam uma visão mais progressista, buscando uma maior descentralização do poder, com autonomia das províncias e maior participação popular na política. Eles eram apoiados por setores urbanos, comerciantes e algumas camadas da classe média. Defendiam ideais de liberdade individual e eram críticos em relação à escravidão, embora nem todos fossem abolicionistas.</p><p>Esses partidos frequentemente se alternaram no poder ao longo do período, formando diferentes gabinetes e coalizões. Suas divergências políticas frequentemente resultavam em instabilidade governamental, com mudanças frequentes de ministérios e dificuldades para implementar reformas estruturais. Apesar das divergências, ambos os partidos compartilhavam de uma base escravocrata na economia, o que limitava, em certa medida, a possibilidade de mudanças mais profundas nesse aspecto durante o Segundo Reinado.</p>]]></description>
         <enclosure url="https://upload.wikimedia.org/wikipedia/commons/2/23/Parlamentarismo_%C3%A0s_Avessas.jpg" />
         <pubDate>2023-11-27 01:03:44 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/isabelacolobrito/1m0f4866e6yamozu/wish/2803250904</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Política Externa </title>
         <author>isabelacolobrito</author>
         <link>https://padlet.com/isabelacolobrito/1m0f4866e6yamozu/wish/2803254565</link>
         <description><![CDATA[<p>Durante o Segundo Reinado no Brasil, a política externa foi marcada por diversas questões. O país buscava consolidar sua posição internacional, expandindo seus laços diplomáticos e comerciais.</p><p>Uma das principais preocupações foi a manutenção da estabilidade regional na América do Sul. O Brasil esteve envolvido em conflitos, como na Guerra do Paraguai, que foi um conflito entre o Paraguai e a Tríplice Aliança (Brasil, Argentina e Uruguai) de 1864 a 1870. Foi motivada por disputas territoriais e políticas. O líder paraguaio, Francisco Solano López, buscava expandir seu território e entrou em conflito com Brasil e Argentina. A guerra foi extremamente violenta, resultando em grandes perdas humanas e materiais para o Paraguai. A Tríplice Aliança, com vantagem numérica e tecnológica, derrotou o Paraguai. As consequências foram devastadoras para o Paraguai, levando à destruição econômica e perda significativa de vidas. O Brasil emergiu como potência regional, a Argentina fortaleceu sua unidade nacional e o Uruguai obteve maior estabilidade política após o conflito.</p><p>Além disso, o governo brasileiro promoveu acordos comerciais e tratados diplomáticos, expandindo relações comerciais com diversas nações, incluindo países europeus. Isso foi especialmente importante para o desenvolvimento econômico, já que o Brasil dependia fortemente da exportação de café e outras commodities.</p>]]></description>
         <enclosure url="https://static.historiadomundo.com.br/conteudo/images/batalha-na-guerra-paraguai-548b159253d05.jpg" />
         <pubDate>2023-11-27 01:07:26 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/isabelacolobrito/1m0f4866e6yamozu/wish/2803254565</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Economia </title>
         <author>isabelacolobrito</author>
         <link>https://padlet.com/isabelacolobrito/1m0f4866e6yamozu/wish/2803257435</link>
         <description><![CDATA[<p>Durante o Segundo Reinado no Brasil, a economia foi fortemente impulsionada pela produção agroexportadora, especialmente pelo café, gerando um significativo crescimento na região Sudeste do país.</p><p>Essa expansão do café impulsionou as exportações, trazendo um influxo considerável de divisas estrangeiras e enriquecendo fazendeiros e comerciantes ligados ao setor cafeeiro.</p><p>Contudo, a economia era profundamente desigual, baseada na escravidão e na concentração de terras. A mão de obra escrava era essencial para a produção agrícola, especialmente nas plantações de café.</p><p>Além disso, o país enfrentava desafios financeiros e fiscais, com déficits frequentes no orçamento público e uma dependência considerável do capital estrangeiro para financiar investimentos e infraestrutura.</p><p>Apesar das tentativas governamentais de implementar medidas como a construção de ferrovias e a promoção da imigração para substituir o trabalho escravo, essas iniciativas não resolveram completamente os problemas estruturais enfrentados pela economia do período.</p>]]></description>
         <enclosure url="https://s1.static.brasilescola.uol.com.br/be/e/Economia%20Cafeeira%20-%20BR%20ESCOLA.jpg" />
         <pubDate>2023-11-27 01:10:02 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/isabelacolobrito/1m0f4866e6yamozu/wish/2803257435</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Leis Abolicionistas </title>
         <author>isabelacolobrito</author>
         <link>https://padlet.com/isabelacolobrito/1m0f4866e6yamozu/wish/2803260137</link>
         <description><![CDATA[<p>Durante o Segundo Reinado, algumas leis e políticas abolicionistas foram implementadas no Brasil, mesmo que de forma gradual. Algumas das principais medidas incluem:</p><p>Lei Eusébio de Queirós (1850): Proibiu o tráfico transatlântico de escravos, tornando ilegal o transporte de novos escravos para o Brasil. Isso marcou o início do declínio do tráfico de escravos africanos para o país.</p><p>Lei do Ventre Livre (1871): Determinou que filhos de escravas nascidos a partir daquela data seriam considerados livres, porém, permanecendo sob tutela do proprietário até uma certa idade.</p><p>Lei dos Sexagenários (1885): Conhecida como "Lei Saraiva-Cotegipe", concedia liberdade aos escravos com mais de 60 anos de idade, porém exigia que continuassem a trabalhar para os antigos donos como libertos, mas mediante pagamento de um aluguel.</p><p>Essas leis marcaram tentativas do governo de dar passos graduais em direção à abolição da escravidão no país. No entanto, a pressão abolicionista crescente, impulsionada por movimentos sociais, intelectuais e abolicionistas, culminou na assinatura da Lei Áurea em 1888, que oficialmente aboliu a escravidão no Brasil, representando o marco final desse processo histórico.</p>]]></description>
         <enclosure url="https://static.mundoeducacao.uol.com.br/mundoeducacao/conteudo_legenda/15616454415d14d18163eff-escravos-acorrentados.jpg" />
         <pubDate>2023-11-27 01:12:26 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/isabelacolobrito/1m0f4866e6yamozu/wish/2803260137</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Crise do Segundo Reinado</title>
         <author>isabelacolobrito</author>
         <link>https://padlet.com/isabelacolobrito/1m0f4866e6yamozu/wish/2803261483</link>
         <description><![CDATA[<p>Durante o Segundo Reinado no Brasil, o país enfrentou uma série de desafios que culminaram em uma profunda crise. A instabilidade política, marcada pela constante disputa entre liberais e conservadores pelo poder, gerou uma governança fragmentada, dificultando a implementação de reformas estruturais necessárias para o país.</p><p>A economia, embora próspera devido à produção cafeeira em expansão, também carregava consigo desigualdades sociais profundas, sustentadas pela dependência da mão de obra escrava. A proibição do tráfico de escravos em 1850 sob pressão internacional não aboliu a escravidão, resultando em tensões sociais crescentes.</p><p>A Guerra do Paraguai representou um ônus significativo, tanto financeiro quanto humano, agravando as pressões sobre as finanças públicas e a insatisfação popular. Além disso, a insatisfação dentro das Forças Armadas, conhecida como Questão Militar, adicionou mais um elemento à crescente crise.</p><p>Esses fatores se entrelaçaram, criando um cenário de instabilidade política, social e econômica que abalou o país. A crise atingiu seu ápice em 1889, quando o Marechal Deodoro da Fonseca liderou um golpe militar que resultou na Proclamação da República, encerrando o longo período monárquico e inaugurando uma nova era na história política do Brasil.</p>]]></description>
         <enclosure url="https://m.historiadobrasil.net/uploads/site/crise_segundo_reinado.gif" />
         <pubDate>2023-11-27 01:13:33 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/isabelacolobrito/1m0f4866e6yamozu/wish/2803261483</guid>
      </item>
   </channel>
</rss>
