<?xml version="1.0"?>
<rss version="2.0">
   <channel>
      <title>Ensaio by Maria Eduarda Mota</title>
      <link>https://padlet.com/mariaecmota/1lk30idutxfa</link>
      <description>Intolerância política no Brasil e as mídias sociais</description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2019-10-07 14:45:49 UTC</pubDate>
      <lastBuildDate>2025-10-20 02:08:41 UTC</lastBuildDate>
      <webMaster>hello@padlet.com</webMaster>
      <image>
         <url>https://padlet.pics/1/image.webp?t=g_auto&amp;url=https%3A%2F%2Fpadlet.net%2Ficons%2Fpng%2F1f1e7-1f1f7.png</url>
      </image>
      <item>
         <title></title>
         <author>mariaecmota</author>
         <link>https://padlet.com/mariaecmota/1lk30idutxfa/wish/394491464</link>
         <description><![CDATA[<div>Aluna: Maria Eduarda Cassiano de Almeida Mota<br>2° ano A<br>Língua Portuguesa e Produção de Texto<br>Professores: Angela Kim Arahata e Nilson Joaquim da Silva<br>3° Trimestre<br>01/10/2017<br><br>&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; <strong>Resumo</strong><br><br>&nbsp; &nbsp; &nbsp;Este ensaio faz uma crítica à extrema polarização da política brasileira no contexto atual que se dividiu nos alinhamentos políticos de “esquerda” e “direita", assumindo um caráter extremista em suas posições. A construção da análise para compreensão do fenômeno introduz o atual bloqueio econômico brasileiro como um fator que radicaliza a intolerância política, principal tópico de discussão do texto.<br><br>&nbsp; &nbsp; O ensaio começa por apresentar o atual cenário político brasileiro como resultado de um encadeamento de ocorrências diversas, que aumentam o debate&nbsp; político entre a população. Essa maior politização, apesar de ter suas boas consequências, se traduz também em uma maior intolerância política, que persiste graças a um ambiente de falta de respeito ao outro, dando voz para a &nbsp; defesa de posições extremistas e de um crescente comportamento ofensivo ao próximo. A análise se da através de uma análise iconográfica, que inclui desde posts de Facebook até charges políticas e a retomada de&nbsp; uma &nbsp; crença &nbsp; que &nbsp; incita &nbsp; ódio &nbsp; às &nbsp; políticas &nbsp; conhecidas &nbsp; como &nbsp; “esquerda” &nbsp; e&nbsp; &nbsp;age &nbsp; como um &nbsp; fator &nbsp; de &nbsp; divisão &nbsp; entre &nbsp; as pessoas.&nbsp;</div><div><br>&nbsp; &nbsp; &nbsp;Contando com as reflexões de Pablo Ortellado (EACH-USP) e Esther Solano (UNIFESP) acerca das "Guerras Culturais", a análise sobre a intolerância política no país é agravada a partir da atribuição do moralismo ao discurso político, visando um tom ofensivo e disciplinar. Para além destes pontos, os debates também hão de ser problematizados uma vez que tendo o &nbsp; fenômeno &nbsp; da &nbsp; política &nbsp; como &nbsp; tendência e &nbsp; a ação &nbsp; das &nbsp; mídias &nbsp; sociais &nbsp; (especialmente &nbsp; o Facebook) &nbsp; no &nbsp; sentido &nbsp; de &nbsp; superficializar, &nbsp; toda &nbsp; a&nbsp; &nbsp;discussão &nbsp; permanece &nbsp; extremamente &nbsp; rasa. A banalização de &nbsp; questões &nbsp; sérias faz &nbsp; com &nbsp; que &nbsp; seja &nbsp; necessário &nbsp; repensar &nbsp; como &nbsp; a&nbsp; &nbsp;política &nbsp; é &nbsp; vista &nbsp; hoje &nbsp; em dia &nbsp; na &nbsp; sociedade &nbsp; brasileira.<br><br>Palavras-chaves: intolerância política; crise econômica; ódio; mídia; superficialidade<br>________________________________________________________________________________<br><br>&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; <strong>Intolerância Política:<br></strong>&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp;<strong>&nbsp;Uma das consequências de um Brasil em crise que não se limita apenas à</strong>&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; <strong>&nbsp;circulação do capital</strong><br><br>&nbsp; &nbsp; &nbsp;Atingir a total compreensão da sociedade que lhe cerca é um dos maiores desafios que um indivíduo pode se sujeitar a alcançar. Para entender de fato todos os acontecimentos que lhe contornam é necessário ir além de seus meros significados pontuais e buscar interpretar a essência de tais, haja vista que os fenômenos que ocorrem durante o período de vida de um ser não são fatos pontuais; não só são eles decorrentes de uma sequência de acontecimentos encadeados como, também, precedentes de outra série de ocorrências. No que concerne ao cenário atual do Brasil, me refiro, especificamente, às outras consequências de um Brasil em crise que não se limitam apenas à circulação do capital. Para além disso, a política do país, por exemplo, se tornou, de um tempo para cá, uma das polêmicas mais debatidas e discutidas pelas várias parcelas da sociedade. Se, por um lado, existem vantagens no aumento da circulação de conhecimento nesta área, este fenômeno também trouxe outras consequências que não são tão benéficas assim. A compreensão acerca da situação de extrema polarização política que se criou no país demanda a análise de um recorte histórico mais abrangente do que apenas o surgimento do falar sobre política que se tornou tendência principalmente por meio das mídias sociais.<br><br>&nbsp; &nbsp; &nbsp;O fundamento deste ensaio poderia se voltar a inúmeros subtemas que ajudam na compreensão do contexto político à qual o Brasil está inserido, porém, diz respeito a uma análise de uma das consequências provocadas por tal fenômeno: a intolerância política.<br><br>&nbsp; &nbsp; &nbsp;De Segunda a Domingo tornou-se constante presenciar, mesmo que através de um perfil na mídia, situações semelhantes ao que está retratado na charge acima, apesar desta trazer a tona um exemplo extremo da intolerância. A tentativa de compreender as circunstâncias políticas às quais os brasileiros e brasileiras enfrentam atualmente requer um conhecimento abrangente sobre o assunto, inclusive pelo momento sob qual despertou-se não só o princípio da defesa de concepções extremistas como também a banalização do conhecimento político e o surgimento de categorias de acusação ofensivas. Na verdade, sabe-se lá se há, na prática, uma ocasião pontual para explicar este fato, o enfoque se da a partir do momento que o posicionamento político fragmentou-se e estabeleceu em dois exclusivos lados, categorizados como “esquerda” e “direita”.<br><br>&nbsp; &nbsp; &nbsp;Eis que analisar o quadro de extrema polarização política atual no Brasil é fruto de uma extensa investigação a respeito deste fenômeno. O agravamento do discurso político a fim de inferiorizar e atingir o outro é simultâneo ao início da instabilidade política e econômica no país. Diante do quadro atual de intensa crise econômica no Brasil, seria um equívoco, porém, responsabilizar exclusivamente os governos dos ex-presidentes Lula (2003-2011) e Dilma (2011-2016) pelo cenário catastrófico. Se vários momentos da história mundial apontam a construção de um movimento de repúdio à ideologia de esquerda, em terras brasileiras, em que reina a glorificação dos países altamente desenvolvidos e que, na maioria das vezes estão sob governo direitistas, evidenciou-se o entendimento raso e superficial em relação a situação do país. Em consequência disso, fervilhou o ódio contra esquerda, destacando-se ao Partido do Trabalhador (PT).					<br><br>&nbsp; &nbsp;				&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; Charge: Vitor Teixeira<br><br>	Há a incapacidade por parte da população em compreender que a crise no Brasil não é um fato isolado e, portanto, não se deve apenas e unicamente à presidência do PT. Muito pelo contrário, há por exemplo uma dívida historicamente herdada a partir do momento que se gritou a Independência em 1822 (indenização à ex-metrópole) ou até mesmo empréstimos do FMI em diversos momentos e para diversos fins durante o século XX, como por exemplo para a industrialização de Juscelino Kubitschek (presidente entre 1956 e 1961) que, de um tempo para cá, parece ter sido ignorada pelas diversas parcelas da sociedade brasileira, tanto quanto à diferentes classes sociais quanto faixas etárias. Eu digo que é simples direcionar o discurso de ódio aos representantes de um viés mais esquerdista, atribuindo-lhes unicamente a culpa pelo retrocesso no país, na tentativa de impedir o avanço ao poder destes políticos. Acontece que não é bem assim. O decorrer da história do Brasil evidencia a construção de uma composição no poder político não-representativa das massas, visando privilégios às elites e aos burgueses em função do Governo, tal como foi o período da República do Café com Leite (1889-1930) para os latifundiários paulistas e mineiros. Para tanto, é incorreto analisar a crise econômica como distante do contexto histórico. Apesar da ocorrência dos fatos ser recente e ainda cotidiana, a reflexão não deve ser superficial. <br><br>&nbsp; &nbsp; &nbsp;Cai a ficha da intensidade da radicalização política atual no Brasil no momento que pequenas crianças repercutem esse discurso de ódio apesar da falta de entendimento do assunto. Um caso descrito pelo jornal Carta Capital em uma matéria sobre “Sociedade” descreve a ocorrência de uma situação de abominação protagonizada por um menino de apenas 9 anos.<em> “Um pai publicou em uma rede social, orgulhoso, o desenho que seu filho criou na aula de artes - Dilma e Lula, lado a lado, acompanhados por mensagens que pedem a morte dos dois”, (MATUOKA, Ingrid, Quando crianças adotam o discurso de ódio, Carta Capital, Sociedade, 30 de mar. de 2016) alerta a matéria.</em><br><br>&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; (Imagem 1)<br><br>&nbsp; &nbsp; &nbsp;Apesar de muito mais frequente casos de intolerância contra a esquerda, esta mesma matéria aponta um acontecimento de certa intolerância política contra a direita. De acordo com o site: <em>“uma adolescente se sente isolada pelos amigos e luta contra professores para ter o direito de defender o capitalismo e outras posições à direita”</em>. No entanto, pelo fato de não haver indícios de categorias de acusação pejorativas envolvidas contra a menina ou contato físico diretamente, a divergência de opinião é tida como opressão, neste caso.<br><br>	Os casos de intolerâncias políticas são consequências da reprodução de uma sociedade que se sustentou na incapacidade de respeitar o outro que não mantém o mesmo posicionamento político. Na busca de elementos que solucionem o quadro atual e tragam o Brasil de volta ao progresso, as mais insanas possibilidades são tomadas como recorrentes, como por exemplo a intervenção militar. Uma onda de violência e intolerância que se espalha pela sociedade. Émile Durkheim, cientista político francês do final do século XIX e início do XX, foi a primeira pessoa a sugerir que se há algo errado na nossa sociedade, a criminalidade é uma resposta à isso. Os efeitos decorrentes destes são comprovados e legitimados a partir do momento pelo qual a mídia passa a retratá-los mostrando o quão frequentes estão se tornando. Para além, passam a afetar o nosso cotidiano constantemente.<br><br>&nbsp; &nbsp; &nbsp;<strong>O Brasil está sendo palco de uma guerra política nas ruas, nas escolas, dentro das casas.</strong><br><br>&nbsp; &nbsp; &nbsp;Haja vista que este fato está intrinsecamente relacionado à crise econômica no país, a difusão do “falar” sobre política pode decorrer da circunstância de que este campo de debate se tornou mais recorrente para um novo público que não domina o conhecimento sobre o assunto, mas opina e se posiciona visto que o conflito chegou até ele: o impasse econômico está atingindo seus estilos de vida. De fato, além da maior repercussão acerca de questões polêmicas no século XXI, existe também um processo de criação de conscientização de que não cabe apenas aos profissionais intelectuais da área conduzir e debater política no país. Afinal, essa ciência implica na maneira em que a sociedade se organiza, portanto, concerne, até (e principalmente) aos jovens, a mínima compreensão do contexto político que está ao seu redor, tendo em vista a necessidade de debate e questionamento do funcionamento do poder Federal no Brasil, não apenas a repercussão de um quadro de realidade.<br><br>&nbsp; &nbsp; &nbsp;No entanto, é incorreto afirmar que o aumento do falar sobre política se refere a alcançar clareza absoluta do entendimento acerca do assunto. Pelo contrário, juntamente ao crescimento da apropriação do discurso político, houve também a ampliação da superficialidade no modo que as notícias percorrem, tendo em vista que nas redes sociais, muitas vezes, o que é interessante e atrativo para o usuário compartilhar na sua Timeline do Facebook gira em torno de outros fundamentos que não o conteúdo.<br><br>&nbsp; &nbsp; &nbsp;Tomando como pressuposto que tudo que se torna “tendência” é rasamente explorado, o obstáculo aqui se encontra no fato da política ser um campo de conhecimento de desinteresse para alguns. A mídia, por exemplo, exerce neste ponto um papel fundamental na dissipação da ideologia política; não digo que as matérias por si próprias contribuem para a superficialidade, mas sim o modo como elas circulam na internet e como os usuários lidam com tal.<br><br>&nbsp; &nbsp; &nbsp;Os debates não se limitam à uma discussão de respeito a fim de construir conhecimento. As chamadas “Guerras Culturais”, que consistem na imposição de questões morais ao discurso político, são um fenômeno suscitado e agravador da intolerância política. Autores como Pablo Ortellado, professor do curso de Gestão de Políticas Públicas da EACH-USP e Esther Solano, professora de Relações Internacionais da UNIFESP, escrevem sobre a atribuição de moralismo punitivo e disciplinar à política e relação com o antipetismo no Brasil. A respeito das “Guerras culturais”, em um artigo publicado em 2017, ambos autores juntamente com Márcio Moretto, professor de Ciências moleculares da EACH-USP alegam:<br><br><em>Todo debate político hoje é dominado por um discurso que coloca temas morais (...) em primeiro plano e subordina as questões econômicas e sociais a essa visão de mundo punitiva. Estamos vendo no Brasil e em outros países uma expansão mundial das guerras culturais que tomaram os Estados Unidos a partir do final dos anos 1980. A antiga polarização entre uma direita liberal que defendia a meritocracia baseada na livre iniciativa e uma esquerda que defendia intervenções políticas para promover a justiça social passa a ser não substituída, mas crescentemente subordinada a um novo antagonismo entre, de um lado, um conservadorismo punitivo e, de outro, um progressismo compreensivo. (GALLEGO, Esther Solano; ORTELLADO, Pablo; RIBEIRO, Marcio Moretto. Guerras culturais e populismo antipetista nas manifestações por apoio à Operação Lava Jato e contra a reforma de previdência. Em Debate (Belo Horizonte), Belo Horizonte, v. 9, n. 2, p. 35-45, 2017)</em><br><br>&nbsp; &nbsp; &nbsp;A superficialidade do entendimento político agravada pelos novos meios de comunicação e tecnologia e as guerras culturais atuais pode também ser uma das causas dos acontecimentos frequentes de intolerância política. Como bem infere definição da palavra, o termo “intolerância” vem de “não tolerar”: <em>“falta de compreensão ou aceitação em relação a algo” (Disponível em: </em>&lt;<a href="https://www.significados.com.br/intolerancia/">https://www.significados.com.br/intolerancia/</a><em>)</em>. Deste modo, o debate se torna mais difícil, indigno e com a intenção de reprimir o outro, ao passo que nem os próprios indivíduos dominam o conteúdo sobre o assunto.<br><br>&nbsp; &nbsp; &nbsp;Sendo assim, é possível compreender que o fenômeno de intolerância política não é um fato isolado. Por um lado, é consequência de uma série de acontecimentos, tal que pode-se elencar a crise econômica no país e a polarização política entre esquerda e direita, por exemplo, mas por outro, o mesmo irá dar origem a outras circunstâncias, bem como o aumento da estatística de violência e criminalidade por conta de intolerância.<br><br>&nbsp; &nbsp; &nbsp;Lu Sudré, jornalista pós-graduanda em Globalização e Cultura na Fundação Escola de Sociologia e Política de São Paulo (FESPSP) escreve um artigo disponível no site da UNIFESP ressaltando como o “Discurso de ódio e polarização resultam em empobrecimento da discussão política e autoritarismo”. Diante dos efeitos colaterais decorrentes da intolerância política, nenhum extremismo é a melhor opção para estruturar o modo de vida em sociedade. <br><br>&nbsp; &nbsp; &nbsp;É um enorme equívoco honrar uma ideologia ao extremo e repugnar a outra com ódio. Apesar de haver pendências para algum lado do debate político entre “esquerda” e “direita”, ambos têm valores a serem considerados e, além de tudo, respeitados, com o mínimo de tolerância. Não tente buscar uma solução para o quadro de intolerância política no Brasil, pois essa é tão complexa de ser elaborada tendo em vista as diversas perspectivas de um só fenômeno. Intolerância política não infere em fim de debate, até porque imagina só se o mundo fosse tudo igual e não houvesse alguém que contrapusesse seu ponto de vista. Que sem graça seria, não? O debate tem que existir, pelo meio do diálogo e com a intenção de trocar conhecimento, enriquecendo quem somos por dentro, não nos tornando rivais, nem impondo questões morais construídas socialmente e ligadas diretamente às classes sociais. Pelo fim das chamadas “Guerras culturais” e pelo debate livre e construtivo sobre política.<br><br><br>&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; <strong>Fontes Bibliográficas</strong><br><br>MATUOKA, Ingrid; Quando crianças adotam o discurso de ódio, São Paulo, Março de 2016. Disponível em:&nbsp; Acesso em: 12 nov. 2017<br>VILICIC, Felipe; As pessoas compartilham e comentam notícias no Facebook sem lê-las antes?, São Paulo, Fevereiro de 2017. Disponível em :&nbsp; Acesso em: 12 nov. 2017<br>https://www.significados.com.br/intolerancia/<br>FIGUEIRAS, Fernando; Sobre intolerância e política, São Paulo, Dez. de 2015. Disponível em&nbsp; Acesso em: 12 de nov de 2017.<br>RODRIGUEZ, Diogo Antonio; A polarização política é mais complexa do que você acredita. São Paulo, Setembro de 2017. Disponível em:&nbsp; Acesso em: 12 de nov de 2017<br>GALLEGO, Esther Solano; ORTELLADO, Pablo; RIBEIRO, Marcio Moretto. Guerras culturais e populismo antipetista nas manifestações por apoio à Operação Lava Jato e contra a reforma de previdência. Em Debate (Belo Horizonte), Belo Horizonte, v. 9, n. 2, p. 35-45, 2017.&nbsp;<br>SUDRÉ, Lu; A intolerância sai do armário, chega às ruas e se propaga na internet, São Paulo, Julho de 2017. Disponível em: . Acesso em: 12 nov. 2017<br><br></div>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2019-10-07 14:49:09 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/mariaecmota/1lk30idutxfa/wish/394491464</guid>
      </item>
      <item>
         <title></title>
         <author>mariaecmota</author>
         <link>https://padlet.com/mariaecmota/1lk30idutxfa/wish/394524911</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
         <enclosure url="https://2.bp.blogspot.com/-Y61U_6jAmhU/WcXiNuIZWVI/AAAAAAAAAEg/w6n_Rzb_T30-WhuLXuF0ozwDCq6IITLUACLcBGAs/s1600/Polariza%25C3%25A7%25C3%25A3o.PNG" />
         <pubDate>2019-10-07 15:33:50 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/mariaecmota/1lk30idutxfa/wish/394524911</guid>
      </item>
   </channel>
</rss>
