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      <title>DIDATURA MILITAR NO BRASIL (1964-1985)História da Educação 2025 by PRISCILA PACHECO</title>
      <link>https://padlet.com/pachecopriscila/1kuh3sqix8y6xbol</link>
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      <language>en-us</language>
      <pubDate>2025-10-10 17:30:09 UTC</pubDate>
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         <title>1 CONTEXTO HISTÓRICO E POLÍTICO: contexto que o país vivenciava até 1964. </title>
         <author>pachecopriscila</author>
         <link>https://padlet.com/pachecopriscila/1kuh3sqix8y6xbol/wish/3627033922</link>
         <description><![CDATA[<p>Até 1964, o Brasil vivia um período de intensas transformações e instabilidades políticas, sociais e econômicas. Após a queda da República Velha em 1930, o país passou por um processo de modernização com a chegada de Getúlio Vargas ao poder. Durante seu governo, especialmente no Estado Novo (1937–1945), houve o fortalecimento do Estado, a criação de leis trabalhistas e o incentivo à industrialização. Após a Segunda Guerra Mundial, Vargas foi deposto, e o país entrou em uma fase democrática com a Constituição de 1946.</p><p>Nas décadas de 1940 e 1950, o Brasil viveu avanços econômicos, especialmente com o governo desenvolvimentista de Juscelino Kubitschek (1956–1961), que promoveu grande crescimento com o lema “50 anos em 5” e construiu Brasília. No entanto, esse crescimento veio acompanhado de aumento da dívida externa e da inflação.</p><p>Na década de 1960, o país enfrentava crescente polarização política e social. O governo de João Goulart (1961–1964), visto como alinhado a setores de esquerda, propôs reformas estruturais, como a reforma agrária e tributária, que assustaram a elite econômica, setores conservadores da sociedade, militares e os Estados Unidos, em plena Guerra Fria. Greves, inflação, disputas políticas e medo do comunismo aumentaram a tensão no país.</p><p>Esse cenário de instabilidade culminou no golpe militar de 31 de março de 1964, que derrubou o presidente João Goulart e deu início a uma ditadura militar que duraria 21 anos.</p><p><br/></p><p><br/></p><p><br/></p><p><br/></p>]]></description>
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         <pubDate>2025-10-10 17:30:09 UTC</pubDate>
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         <title>2 CENSURA: como afetou a liberdade de expressão e produção cultural. </title>
         <author>pachecopriscila</author>
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         <description><![CDATA[<p><em>Acadêmicas: Elenita, Luana Beatriz e Maria Eduarda </em></p><p><em>      A censura é a restrição da liberdade de expressão e opinião. Durante a ditadura militar no Brasil (1964-1985), o governo usou a censura manter o poder, controlando notícias, músicas, peças de teatro, filmes e livros contrários ao regime. A Lei de Imprensa de 1967, embora prometesse liberdade de expressão, na prática autorizavam a censura e punições a jornalistas, artistas e veículos críticos, gerando medo e autocensura.</em></p><p><em>      O Ministério da Justiça, pelo Serviço de Censura de Diversões Públicas, decidia o que podia ser exibido, limitando a criação artística. Escritores, músicos e cineastas famosos como Chico Buarque, Caetano Veloso e Gilberto Gil, foram censurados ou exilados.</em></p><p><em>      A censura reduziu a diversidade de opiniões, controlou os meios de comunicação e prejudicou a liberdade cultural. Ainda assim, a criatividade e a resistência de muitos artistas mantiveram viva a arte, contribuindo para a redemocratização e para a valorização da liberdade de expressão no Brasil.</em></p><p><br></p><p><a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://www.youtube.com/watch?v=-ANFOwLUu_s"><em>https://www.youtube.com/watch?v=-ANFOwLUu_s</em></a></p><p><a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://www.youtube.com/watch?v=LPmHHH1rBh4"><em>https://www.youtube.com/watch?v=LPmHHH1rBh4</em></a></p><p><a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://www.youtube.com/watch?v=5rNMVpvQAvI"><em>https://www.youtube.com/watch?v=5rNMVpvQAvI</em></a></p><p><a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://padlet.com/luanabeatrizvereta/didatura-militar-no-brasil-1964-1985-hist-ria-da-educa-o-202-u6iynemeoguhcus9"><em>https://padlet.com/luanabeatrizvereta/didatura-militar-no-brasil-1964-1985-hist-ria-da-educa-o-202-u6iynemeoguhcus9</em></a></p>]]></description>
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         <pubDate>2025-10-10 17:30:09 UTC</pubDate>
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         <title>5 EXÍLIO e REPRESSÃO POLÍTICA: como o regime perseguiu e exilou opositores políticos, intelectuais e artistas que se opunham à ditadura.</title>
         <author>pachecopriscila</author>
         <link>https://padlet.com/pachecopriscila/1kuh3sqix8y6xbol/wish/3627033924</link>
         <description><![CDATA[<p><a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://youtu.be/Eeyg-360NA0?si=CU0YPui58ZVvFYtS">https://youtu.be/Eeyg-360NA0?si=CU0YPui58ZVvFYtS</a></p><p><br/></p><p>Trabalho de história</p><p>Acadêmicas: Maria Angélica – Talita – Reginalda </p><p>Exílio e repressão política: como o regime perseguiu e exilou opositores políticos, intelectuais e artistas que se opunham à ditadura.</p><p>O regime ditatorial perseguiu duramente todos que se opunham ao seu poder. Oposição política, intelectuais e artistas foram os principais alvos dessa repressão. Muitos foram presos, torturados e censurados para evitar que suas ideias fossem divulgadas. Como forma de controlar a resistência, o governo forçou o exílio de milhares de pessoas. Exilar significava expulsar esses opositores do país, obrigando-os a viver longe de suas famílias e de sua terra natal. No exílio, esses brasileiros continuaram a lutar pela democracia e pelos direitos humanos. A repressão tentava silenciar vozes críticas, mas elas encontraram força para resistir mesmo longe do Brasil. A censura impedia manifestações artísticas e culturais que fossem contrárias ao regime. Muitas obras foram proibidas e destruídas. Apesar do medo, a coragem de lutar contra a ditadura manteve viva a esperança por liberdade. O exílio foi uma forma cruel de calar críticos, mas também gerou solidariedade internacional. Muitos exilados usaram suas experiências para denunciar a violência e lutar pela justiça. A história do exílio e repressão política é um lembrete importante sobre os perigos da tirania. Nunca se deve esquecer a resistência daqueles que enfrentaram a ditadura.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-10-10 17:30:09 UTC</pubDate>
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         <title>4 TORTURA E VIOLÊNCIA: métodos de repressão , tortura e violência utilizados pelo regime militar. </title>
         <author>pachecopriscila</author>
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         <description><![CDATA[<p>O regime militar brasileiro (1964-1985) utilizou a tortura e a violência de forma sistemática e institucionalizada como métodos centrais de repressão a opositores políticos e a qualquer forma de manifestação considerada "subversiva" (contrária ao regime).</p><p>Órgãos e Locais de Repressão:</p><p>Os principais centros de tortura eram os Destacamentos de Operações de Informação - Centros de Operações de Defesa Interna (DOI-CODI), órgãos militares de defesa interna, e as sedes do Departamento de Ordem Política e Social (DOPS).</p><p>A repressão era coordenada por meio de um sistema, o Sistema de Segurança Interna (SISSEGIN).</p><p>Métodos de Repressão e Tortura (alguns exemplos):</p><p>A Comissão Nacional da Verdade (CNV) e o relatório "Brasil: Nunca Mais" documentaram centenas de formas de tortura física e psicológica. Entre as mais conhecidas e brutais estavam:</p><p>Físicas:</p><p>Pau de Arara: Uma barra de ferro atravessava os punhos e os joelhos da vítima, que era pendurada entre dois cavaletes, ficando a centímetros do chão. Nessa posição, eram aplicados choques elétricos, pancadas e queimaduras.</p><p>Cadeira do Dragão: Uma espécie de cadeira elétrica, muitas vezes revestida de zinco e ligada a terminais elétricos, onde a vítima nua recebia choques em diversas partes do corpo.</p><p>Choques Elétricos: Aplicados em diversas partes sensíveis do corpo, como genitais, mamilos, boca, ânus e ouvidos.</p><p>Afogamento: A cabeça do preso era mergulhada em tambores ou baldes cheios de água (muitas vezes suja, com urina ou fezes), forçando-o ao limite da asfixia (chamado de "calda da verdade" ou afogamento com capuz).</p><p>Telefone: Golpe violento e simultâneo aplicado nos dois ouvidos da vítima, podendo causar a ruptura dos tímpanos e perda de audição.</p><p>"Soro da Verdade": Injeção de drogas como o pentotal sódico para obter informações, sob o efeito de redução das inibições.</p><p>Violência Sexual: Estupros e outras violações sexuais foram amplamente utilizados, especialmente contra mulheres presas.</p><p>Psicológicas:</p><p>Ameaças: Ameaças de morte, tortura contra familiares (incluindo filhos e pais) e simulação de execuções.</p><p>Isolamento: Privação sensorial e isolamento prolongado.</p><p>Tortura Psicológica: Criar a expectativa e o medo da tortura, como deixar o preso esperando por horas ou dias.</p><p>Outras Formas de Repressão:</p><p>Prisões Ilegales e Arbitrárias: Milhares de pessoas foram presas, muitas vezes sem acusação formal ou base legal.</p><p>Desaparecimento Forçado e Morte: O Estado brasileiro praticou a ocultação de cadáveres e o desaparecimento de centenas de militantes e opositores, com laudos falsos (atribuindo as mortes a "causas naturais", "suicídio" ou "tiroteio") para encobrir a tortura. A Comissão Nacional da Verdade estimou mais de 430 mortos e 210 desaparecidos políticos.</p><p>Cassação de Direitos Políticos: Políticos, professores, artistas e cidadãos comuns tiveram seus direitos políticos suspensos.</p><p>Censura: Controle e proibição de obras culturais, imprensa, cinema e teatro.</p><p>A tortura não era um desvio de conduta individual, mas sim uma política de Estado coordenada pelas Forças Armadas para aniquilar a oposição. Os agentes envolvidos gozavam de grande impunidade, o que foi reforçado pela </p><p>Lei da Anistia de 1979.</p><p><br></p><p><a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://youtu.be/5ldMQl6Nq8E?si=1tJrhZQXrOp6O2Ch">https://youtu.be/5ldMQl6Nq8E?si=1tJrhZQXrOp6O2Ch</a></p><p><br></p><p><a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://youtu.be/tj_sU3uGFXk?si=lIK19v_4e9o5Is5g">https://youtu.be/tj_sU3uGFXk?si=lIK19v_4e9o5Is5g</a></p><p><br></p><p><br></p>]]></description>
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         <pubDate>2025-10-10 17:30:09 UTC</pubDate>
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         <title>6 MEMÓRIA e JUSTIÇA: importância da memória histórica e reparação para as vítimas. </title>
         <author>pachecopriscila</author>
         <link>https://padlet.com/pachecopriscila/1kuh3sqix8y6xbol/wish/3627033926</link>
         <description><![CDATA[<p>“Sem memória, não há verdade; sem verdade, não há reparação; sem reparação, não há democracia.”</p><p><br/></p><p>A reparação para as vítimas da Ditadura é essencial porque representa o reconhecimento das injustiças e sofrimentos causados por um Estado autoritário. A partir dela se procura restaurar, ao menos em parte, a dignidade das pessoas que foram perseguidas, presas, torturadas ou tiveram seus direitos violados. Essa reparação não se limita apenas a compensações financeiras, mas envolve também o pedido público de desculpas, a busca pela verdade e a preservação da memória histórica.</p><p><br/></p><p>https://youtu.be/4SP2X7KCulU?si=mxUwyAtTZR8bobgz</p><p><br/></p>]]></description>
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         <pubDate>2025-10-10 17:30:09 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>3 MOVIMENTOS SOCIAIS: atuação de grupos e movimentos sociais que lutaram contra a repressão e a violação dos direitos humanos</title>
         <author>pachecopriscila</author>
         <link>https://padlet.com/pachecopriscila/1kuh3sqix8y6xbol/wish/3627033927</link>
         <description><![CDATA[<p>atuação de grupos e movimentos sociais que lutaram contra a repressão e a violação dos direitos humanos</p><p><br/></p><p>MOVIMENTOS ESTUDANTIS (UNE e UBES)<br>Os estudantes foram um dos primeiros grupos a se levantar contra a ditadura. A União Nacional dos Estudantes (UNE) e a União Brasileira dos Estudantes Secundaristas (UBES) organizaram protestos, passeatas e encontros clandestinos denunciando a falta de liberdade e a censura. Um dos maiores atos foi a Passeata dos Cem Mil (1968), no Rio de Janeiro, que reuniu milhares de pessoas contra a repressão.<br><br>MOVIMENTO SINDICAL E OPERÁRIO <br>Durante a ditadura, os trabalhadores e sindicatos também enfrentaram forte repressão, mas continuaram lutando por melhores condições de trabalho e pelo direito à greve. No final dos anos 1970, surgiram grandes greves no ABC paulista, que se tornaram símbolo da resistência e contribuíram para o enfraquecimento do regime militar.<br><br> IGREJA CATÓLICA e as Comunidades Eclesiais de Base (CEBs)<br>A Igreja Católica teve um papel fundamental na defesa dos direitos humanos. Muitos religiosos, como Dom Hélder Câmara e Dom Paulo Evaristo Arns, denunciaram as torturas, prisões e desaparecimentos de opositores. As CEBs e a CNBB (Conferência Nacional dos Bispos do Brasil) acolheram perseguidos políticos e deram voz aos pobres e oprimidos.<br><br>MOVIMENTOS PELA ANISTIA<br>Nos últimos anos da ditadura, surgiu o Movimento Brasileiro pela Anistia (MBA) e o Comitê Brasileiro pela Anistia (CBA). Esses grupos reuniram familiares de presos, exilados e desaparecidos políticos, lutando pelo direito de anistia.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-10-10 17:30:09 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>7. CONSTITUIÇÃO FEDERAL 1967</title>
         <author>pachecopriscila</author>
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         <description><![CDATA[<p>A Carta Constitucional promulgada sob o interesse dos Militares.</p><p><br/></p><p>https://youtu.be/-CYjcdpx1AY?si=y9-mep_4sb1maYZm</p><p><br/></p><p>Acadêmica(s): Dirciele Soares, Naiara Martins de Lara e Priscila Custódio </p><p><br/></p>]]></description>
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         <pubDate>2025-10-10 17:30:09 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>mangelbini</author>
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         <description><![CDATA[Trabalho de história
Acadêmicas: Maria Angélica – Talita – Reginalda 

Exílio e repressão política: como o regime perseguiu e exilou opositores políticos, intelectuais e artistas que se opunham à ditadura.

O regime ditatorial perseguiu duramente todos que se opunham ao seu poder. Oposição política, intelectuais e artistas foram os principais alvos dessa repressão. Muitos foram presos, torturados e censurados para evitar que suas ideias fossem divulgadas. Como forma de controlar a resistência, o governo forçou o exílio de milhares de pessoas. Exilar significava expulsar esses opositores do país, obrigando-os a viver longe de suas famílias e de sua terra natal. No exílio, esses brasileiros continuaram a lutar pela democracia e pelos direitos humanos. A repressão tentava silenciar vozes críticas, mas elas encontraram força para resistir mesmo longe do Brasil. A censura impedia manifestações artísticas e culturais que fossem contrárias ao regime. Muitas obras foram proibidas e destruídas. Apesar do medo, a coragem de lutar contra a ditadura manteve viva a esperança por liberdade. O exílio foi uma forma cruel de calar críticos, mas também gerou solidariedade internacional. Muitos exilados usaram suas experiências para denunciar a violência e lutar pela justiça. A história do exílio e repressão política é um lembrete importante sobre os perigos da tirania. Nunca se deve esquecer a resistência daqueles que enfrentaram a ditadura.
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         <pubDate>2025-10-24 18:05:05 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>hellenlopes900</author>
         <link>https://padlet.com/pachecopriscila/1kuh3sqix8y6xbol/wish/3649742793</link>
         <description><![CDATA[<p>O regime militar brasileiro (1964-1985) utilizou a tortura e a violência de forma sistemática e </p><p>institucionalizada como métodos centrais de repressão a opositores políticos e a qualquer </p><p>forma de manifestação considerada "subversiva" (contrária ao regime). </p><p>Órgãos e Locais de Repressão: </p><p>● Os principais centros de tortura eram os Destacamentos de Operações de Informação </p><p>- Centros de Operações de Defesa Interna (DOI-CODI), órgãos militares de defesa </p><p>interna, e as sedes do Departamento de Ordem Política e Social (DOPS). </p><p>● A repressão era coordenada por meio de um sistema, o Sistema de Segurança Interna </p><p>(SISSEGIN). </p><p>Métodos de Repressão e Tortura (alguns exemplos): </p><p>A Comissão Nacional da Verdade (CNV) e o relatório "Brasil: Nunca Mais" documentaram </p><p>centenas de formas de tortura física e psicológica. Entre as mais conhecidas e brutais estavam: </p><p>Físicas: </p><p>● Pau de Arara: Uma barra de ferro atravessava os punhos e os joelhos da vítima, que era </p><p>pendurada entre dois cavaletes, ficando a centímetros do chão. Nessa posição, eram </p><p>aplicados choques elétricos, pancadas e queimaduras. </p><p>● Cadeira do Dragão: Uma espécie de cadeira elétrica, muitas vezes revestida de zinco e </p><p>ligada a terminais elétricos, onde a vítima nua recebia choques em diversas partes do </p><p>corpo. </p><p>● Choques Elétricos: Aplicados em diversas partes sensíveis do corpo, como genitais, </p><p>mamilos, boca, ânus e ouvidos. </p><p>● Afogamento: A cabeça do preso era mergulhada em tambores ou baldes cheios de </p><p>água (muitas vezes suja, com urina ou fezes), forçando-o ao limite da asfixia (chamado </p><p>de "calda da verdade" ou afogamento com capuz). </p><p>● Telefone: Golpe violento e simultâneo aplicado nos dois ouvidos da vítima, podendo </p><p>causar a ruptura dos tímpanos e perda de audição. </p><p>● "Soro da Verdade": Injeção de drogas como o pentotal sódico para obter informações, </p><p>sob o efeito de redução das inibições. </p><p>● Violência Sexual: Estupros e outras violações sexuais foram amplamente utilizados, </p><p>especialmente contra mulheres presas. </p><p>Psicológicas: </p><p>● Ameaças: Ameaças de morte, tortura contra familiares (incluindo filhos e pais) e </p><p>simulação de execuções. </p><p>● Isolamento: Privação sensorial e isolamento prolongado. </p><p>● Tortura Psicológica: Criar a expectativa e o medo da tortura, como deixar o preso </p><p>esperando por horas ou dias. </p><p>Outras Formas de Repressão: </p><p>● Prisões Ilegales e Arbitrárias: Milhares de pessoas foram presas, muitas vezes sem </p><p>acusação formal ou base legal. </p><p>● Desaparecimento Forçado e Morte: O Estado brasileiro praticou a ocultação de </p><p>cadáveres e o desaparecimento de centenas de militantes e opositores, com laudos </p><p>falsos (atribuindo as mortes a "causas naturais", "suicídio" ou "tiroteio") para encobrir a </p><p>tortura. A Comissão Nacional da Verdade estimou mais de 430 mortos e 210 </p><p>desaparecidos políticos. </p><p>● Cassação de Direitos Políticos: Políticos, professores, artistas e cidadãos comuns </p><p>tiveram seus direitos políticos suspensos. </p><p>● Censura: Controle e proibição de obras culturais, imprensa, cinema e teatro. </p><p>A tortura não era um desvio de conduta individual, mas sim uma política de Estado coordenada pelas Forças Armadas para aniquilar a oposição. Os agentes envolvidos gozavam </p><p>de grande impunidade, o que foi reforçado pela Lei da Anistia de 1979. </p><p><br></p><p><a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://youtu.be/5ldMQl6Nq8E?si=1tJrhZQXrOp6O2Ch">https://youtu.be/5ldMQl6Nq8E?si=1tJrhZQXrOp6O2Ch</a></p><p><br></p><p>https://youtu.be/tj_sU3uGFXk?si=lIK19v_4e9o5Is5g</p><p><br></p><p><br></p>]]></description>
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         <pubDate>2025-10-24 23:52:52 UTC</pubDate>
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