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      <title>Magistério das Disciplinas Pedagógicas by Bruna Cristina De Almeida Silva</title>
      <link>https://padlet.com/bcristina/PadletMagisterio2022</link>
      <description>Pedagogia - UFF
Professora Doutora Rejany Dominick. -&gt; Discentes: Bruna Almeida, Thaina Pereira, Erica Faria, Beatriz Lemos, Isabela da Roza</description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2022-07-14 23:02:27 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title>Resumo sobre a criação da Escola Normal no Brasil</title>
         <author>thainapereira1</author>
         <link>https://padlet.com/bcristina/PadletMagisterio2022/wish/2244511721</link>
         <description><![CDATA[<div>&nbsp;A Escola Normal foi a instituição responsável por formar professores entre a segunda metade do século XIX e durante o século XX, sendo considerada o lócus de circulação de conhecimento e de construção de cultura escolar, proporcionando mudanças no que se remete às ordens educacionais, sociais e políticas.&nbsp;<br>A animação apresenta a história da educação no Brasil, enfocando a inserção da mulher na escola e a história do curso normal (atual Formação de Docentes). Comenta como surgiu e como se desenvolveu a Escola Normal de São Paulo, que se manteve, por várias décadas, o mais importante centro de renovação escolar no Brasil.</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-07-16 13:59:24 UTC</pubDate>
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         <title>Escola normal Rio De Janeiro - Fonte: http://heloisahmeirelles.blogspot.com/2012/03/escola-normal-no-rio-de-janeiro-da.html</title>
         <author>thainapereira1</author>
         <link>https://padlet.com/bcristina/PadletMagisterio2022/wish/2244514017</link>
         <description><![CDATA[<div>"A primeira escola normal brasileira foi criada na Província do Rio de Janeiro, pela Lei n° 10, de 1835, que determinava: "Haverá na capital da Província uma escola normal para nela se habilitarem as pessoas que se destinarem ao magistério da instrução primária e os professores atualmente existentes que não tiverem adquirido necessária instrução nas escolas de ensino mútuo, na conformidade da Lei de 15/10/1827." A escola seria regida por um diretor, que exerceria também a função de professor, e contemplaria o seguinte currículo: ler e escrever pelo método lancasteriano; as quatro operações e proporções; a língua nacional; elementos de geografia; princípios de moral cristã. Os pré-requisitos para ingresso limitavam-se a: "ser cidadão brasileiro, ter 18 anos de idade, boa morigeração e saber ler e escrever" (<em>apud</em> Moacyr, 1939b, p. 191). Devido à consagração do método do ensino mútuo na Lei de 1827 e à sua conseqüente divulgação, as primeiras escolas normais brasileiras reduziam o preparo didático e profissional do mestre à compreensão do referido método. (Bastos, 1998)"<br><br>Tanuri, Leonor MariaHistória da formação de professores. Revista Brasileira de Educação [online]. 2000, n. 14 [Acessado 16 Julho 2022] , pp. 61-88. Disponível em: &lt;https://doi.org/10.1590/S1413-24782000000200005&gt;. Epub 20 Dez 2012. ISSN 1809-449X. https://doi.org/10.1590/S1413-24782000000200005.</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-07-16 14:04:47 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title></title>
         <author>thainapereira1</author>
         <link>https://padlet.com/bcristina/PadletMagisterio2022/wish/2244517501</link>
         <description><![CDATA[<div>&nbsp;"Nessa sociedade hierarquizada e com um reduzido conceito de cidadania, a Escola Normal não incluía mulheres e negros. No caso dos negros, havia um impedimento formal de freqüentar tanto as escolas primárias da Província quanto a Escola Normal. A lei proibia o acesso mesmo dos já libertos. Objetivamente, sob a capa do preconceito racial, escondiam-se a violência e o jugo de uma classe sobre outra pelo temor constante de que os negros utilizassem-se da leitura e da escrita como forma de se organizarem"<br><br>&nbsp;VILLELA, Heloísa de Oliveira Santos. A Primeira Escola Normal do Brasil: concepções sobre a institucionalização da formação docente no século XIX. In: ARAÚJO, José Carlos Souza; FREITAS, Anamaria Gonçalves Bueno de; LOPES, Antônio, de Pádua Carvalho (Orgs.). As escolas normais no Brasil: do Império à República. Campinas: Alínea, 2008. p. 29-45&nbsp;<br><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2022-07-16 14:16:00 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title></title>
         <author>thainapereira1</author>
         <link>https://padlet.com/bcristina/PadletMagisterio2022/wish/2244518257</link>
         <description><![CDATA[<div>&nbsp;"Desde a Convenção, instalada após a Revolução Francesa entre 1792 e 1795, as instituições encarregadas da formação dos professores, em especial para as escolas primárias, tenderam a receber o nome de Escolas Normais. Seguindo essa tendência geral, as províncias brasileiras também começaram a implantar as respectivas escolas normais.&nbsp;"<br><br>&nbsp;SAVIANI, Demerval (2008). Prefácio. In: ARAÚJO, José C. de Souza; FREITAS, Anamaria G. B. de; LOPES, Antônio E. C. (org). As Escolas Normais no Brasil: do Império à República. Alínea: Campinas – SP.&nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-07-16 14:19:13 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>thainapereira1</author>
         <link>https://padlet.com/bcristina/PadletMagisterio2022/wish/2244521705</link>
         <description><![CDATA[<div>"Podemos destacar algumas características comuns observadas nas primeiras escolas normais instaladas: Como a organização didática do curso apresentava um ou dois professores para todas as disciplinas e um curso de dois anos; O currículo era bastante rudimentar, não ultrapassando o nível e o conteúdo dos estudos primários, está limitada a disciplina Pedagogia ou Métodos de Ensino; A&nbsp; infraestrutura no que se refere ao prédio e a instalação e equipamento são criticados nos documentos da época; A frequência foi reduzidíssima, e tais escolas foram frequentemente fechadas por falta de alunos ou por descontinuidade administrativa e submetidas a constantes medidas de criação e extinção, só conseguindo subsistir a partir dos anos finais do Império.&nbsp;<br><br>&nbsp;TANURI, Leonor Maria.&nbsp; História da formação de professores. Revista Brasileira de Educação, n. 14, 2000, p. 61-88.&nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-07-16 14:32:31 UTC</pubDate>
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         <title>A mulher no Magistério</title>
         <author>thainapereira1</author>
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         <description><![CDATA[<div>Apesar de serem respeitadas pela sociedade, as educadoras eram vistas com preconceito. Afinal, lugar de mulher era em casa, cuidando dos filhos e do marido. Se ela não estava fazendo isso, era porque havia falhado, de alguma forma, na missão de ser mulher. O magistério era visto como uma atividade em que as mulheres poderiam exercer suas qualidades “naturais”, cuidando, educando, sendo amorosas ou severas, quando assim fosse necessário. Não tinham sua família, porém, poderiam ser úteis, tomando conta dos filhos de outras.<br>Mesmo enfrentando resistência e sendo alvo de preconceitos, as mulheres acabaram por dominar o magistério, tornando-se maioria nas escolas normais e ocupando cargos de diretoria. As educadoras que se destacavam representavam um perigo à sociedade tradicional, pois, poderiam ser vistas como modelos pelas alunas, subvertendo assim, a imagem ideal da mulher casada e mãe de família.<br><br>Fonte: https://historiahoje.com/ser-professor-no-brasil-as-mulheres-e-o-magisterio/</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-07-16 14:44:57 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title></title>
         <author>thainapereira1</author>
         <link>https://padlet.com/bcristina/PadletMagisterio2022/wish/2244525512</link>
         <description><![CDATA[<div>&nbsp;Aprendemos ao longo da disciplina que o Ensino Normal no Brasil representa a síntese das inúmeras e sucessivas tentativas de se construir um ideário educacional para a formação do professor no Brasil, assim consideramos os aspectos pedagógicos, bem como histórico social e cultural que permearam essa modalidade de ensino.&nbsp; O país passou por reformas significativas, ao que se remete a todas as ordens e dentro deste contexto a educação e o curso de formação de professores, aos quais tanto a escola normal quanto os membros que nela compõem, foram se modificando, consolidando e construindo enquanto instituição de formação.&nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-07-16 14:48:27 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Imagem do uniforme clássico das normalistas, usado na cidade do Rio de Janeiro até meados do século XX.</title>
         <author>thainapereira1</author>
         <link>https://padlet.com/bcristina/PadletMagisterio2022/wish/2244529115</link>
         <description><![CDATA[<div>Lima, Fábio. (2018). A HISTÓRIA POR TRÁS DA ORIGEM DO UNIFORME AZUL E BRANCO DAS NORMALISTAS DO RIO DE JANEIRO. 10.22409/revistaleph.v0i31.39278.&nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-07-16 15:02:36 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>thainapereira1</author>
         <link>https://padlet.com/bcristina/PadletMagisterio2022/wish/2244530419</link>
         <description><![CDATA[<div>&nbsp;Entendemos a importância de conhecer e estudar o contexto histórico da formação de professores/as no Brasil. A professora trouxe diversas contribuições significativas do contexto da educação nos debates, sendo um deles a constituição dos modelos de formação. Desse maneira, torna-se relevante a compreensão da perspectiva histórica dos processos que constituíram essa área. </div>]]></description>
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         <pubDate>2022-07-16 15:07:48 UTC</pubDate>
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         <title>Método Lancaster</title>
         <author>thainapereira1</author>
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         <description><![CDATA[<div>"Sobre a história da formação docente no Brasil pouco se tem estudado; na verdade, a história da formação de professores é muito recente, tanto no âmbito nacional como estadual. Entretanto, os estudos empreendidos e os documentos históricos oficiais analisados revelam que, muito antes que se fundassem as primeiras instituições destinadas a formar professores para as escolas primárias, já havia, por parte dos governos, a preocupação com a qualidade do ensino na Corte e nas Províncias. Até que as preocupações em torno de uma formação docente específica ganhassem consistência, os mestres se preparavam enquanto se<br>alfabetizavam nas Escolas de Primeiras Letras. Eram, a maioria delas, escolas de ensino mútuo, ou seja, aplicavam o Método Lancaster, onde o professor tomava um ou mais alunos para monitorá-lo e estes aprendiam o oficio ajudando o professor nas tarefas com os demais. Este sistema garantia a formação docente e, ao mesmo tempo, a propagação do método."<br>Veio com intuito de poder abranger o ensino e economizar com os gastos de educar. Esse método permitia ensinar muitos alunos com apenas um professor e com auxílio de vários monitores. Os monitores auxiliavam o professor e mais do que isso, eram peça fundamental para a vigilância de perto dos alunos, permitia que os outros alunos não ficassem dispersos enquanto o professor ensinava uma criança. Esse método acabou deixando um pouco distante a relação entre aluno e professor.<br><br>SCHAFFRATH, Marlete dos Anjos Silva. Escola normal: o projeto das elites brasileiras para a formação de professores.<br>In: ENCONTRO DE PESQUISA INTERDISCIPLINAR EM ARTE, 1., 2008, Curitiba. Anais electrônicos... Curitiba: Universidade Estadual do Paraná, 2008, p. 142-152.<br><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2022-07-16 15:40:14 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Imagem do uniforme clássico das normalistas, usado na cidade do rio de Janeiro no século XXI</title>
         <author>beatrizornelas</author>
         <link>https://padlet.com/bcristina/PadletMagisterio2022/wish/2244599595</link>
         <description><![CDATA[<div>Publicação feita no facebook da escola IEPIC, no ano de 2019. Acesso através do  link: <a href="https://www.facebook.com/1835iepic/posts/rumo-ao-desfile-de-7-de-setembro/1431161943703776/">(20+) IEPIC - Instituto de Educação Professor Ismael Coutinho — Publicações | Facebook</a></div>]]></description>
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         <pubDate>2022-07-16 21:00:16 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title></title>
         <author>ericafn</author>
         <link>https://padlet.com/bcristina/PadletMagisterio2022/wish/2244829660</link>
         <description><![CDATA[<div>O uso de documentos em pesquisas representou e valorizou a compreensão na construção dos estudos, possibilitando a investigação. Devido a estas possibilidades na disciplina de Magistério, objetivou também a um modo de visão ampla da história da formação de professores/as no Brasil. </div>]]></description>
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         <pubDate>2022-07-17 17:18:17 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>ericafn</author>
         <link>https://padlet.com/bcristina/PadletMagisterio2022/wish/2244831874</link>
         <description><![CDATA[<div>"A partir das Escolas Normais, e de sua instituição por meio de um decreto, o ensino nas escolas primárias tomam como foco a instrução moral, religiosa, leitura, escrita, noções de gramática e aritmética, sistema de pesos e medidas, história e geografia, música, ginástica, e costura simples para no caso das escolas de meninas. Já o ensino nas escolas de segundo grau, possuía as disciplinas mencionadas anteriormente, com a adição de: álgebra e geometria, física, química, história natural, organização política do Império, lavoura e horticultura, economia, e economia doméstica voltada a educação das meninas."<br><br>&nbsp;MACHADO,&nbsp; Gabriella Eldereti;&nbsp; KICH,&nbsp; Bruna Viedo;&nbsp; COSTA,&nbsp; Sabrina Copetti da;&nbsp; FOLMER, Ivanio;&nbsp; MEDEIROS,&nbsp; Liziany Müller;&nbsp; PAPROSQUI, Juliane.&nbsp; Uma história da formação de professores/as no Brasil: Um estudo bibliográfico.&nbsp; Research, Society and Development, v. 10, n. 4, e59610414492, 2021, p. 5.<br><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2022-07-17 17:27:53 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>ericafn</author>
         <link>https://padlet.com/bcristina/PadletMagisterio2022/wish/2244834399</link>
         <description><![CDATA[<div>"Para Anísio, o Instituto de Educação “foi concebido como centro irradiador da cultura pedagógica para os novos professores e aqueles que, já formados, passaram a frequentar os seus cursos de aperfeiçoamento e especialização” (NUNES, 2000, p. 389).&nbsp; Dentre os atos de Anísio Teixeira à frente da direção de Instrução Pública relacionados à formação de professores, destaca-se a transformação do Instituto de Educação, que formava professores em nível secundário, em Faculdade de Educação, dando ao futuro educador uma formação superior.&nbsp; Desse modo, o projeto anisiano de educação objetivava elaborar programas e criar condições para a formação e reformação dos professores. Esse objetivo era tratado como missão para Anísio Teixeira, que assim como os demais pioneiros da Educação Nova, visavam à formação do mestre como algo essencial para a possível reconstrução educacional do país."<br><br>PINHEIRO, Fabrícia Lopes.&nbsp; A importância da formação docente: as realizações de Anísio Teixeira para qualificar o professorado Nacional (anos 1930 e 1950). ANPUH - Brasil 30º Simpósio Nacional de História. Recife, 2019, p. 4-5.</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-07-17 17:41:31 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Os índices de formação docente migrando para o ensino superior no período de 2009 a 2019</title>
         <author>Isabelarfc</author>
         <link>https://padlet.com/bcristina/PadletMagisterio2022/wish/2246333973</link>
         <description><![CDATA[<div>"A exigência de certificação superior para o magistério, feita pela LDB/1996, afeta, sobretudo, a formação de professores dos anos iniciais da escolarização, uma vez que aquela podia ser obtida anteriormente apenas com o nível médio de escolaridade. Para os professores dos anos finais do ensino fundamental e do ensino médio, já era demandada a licenciatura para o exercício da docência, embora os censos ainda identifiquem um percentual pequeno desses docentes sem titulação, e embora haja professores lecionando disciplinas que não correspondem à habilitação acadêmica que receberam. No Censo Escolar, realizado pelo Ministério da Educação/Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas (MEC/INEP) em 2009, 38% dos docentes do ensino fundamental não tinham curso superior, e 52% dos docentes da educação infantil, tampouco. No ensino médio, apenas 9% dos docentes enquadravam-se nesse perfil."<br><br></div><div>BARRETTO, ELBA SIQUEIRA DE SÁ. Políticas de formação docente para a educação básica no Brasil: embates contemporâneos. Rev. Bras. Educ., Rio de Janeiro , v. 20, n. 62, p. 679-701, set. 2015.<br><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2022-07-19 17:46:54 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>beatrizornelas</author>
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         <description><![CDATA[<div>Com a presença dessas duas imagens podemos ver que apesar do tempo e de algumas mudanças significativas que ocorreram na escola normal, algumas coisas permaneceram... </div>]]></description>
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         <pubDate>2022-07-19 20:47:06 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>beatrizornelas</author>
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         <description><![CDATA[<div>Com a LDB no ano de 1996, passou a ser obrigatória a formação superior dos professores dos anos iniciais, afetando assim, a dinâmica que ocorria onde para ser professor dos anos iniciais da educação básica, poderia apenas ter o curso Normal. Com essa mudança, foi observado um aumento no número de matrículas no curso de Pedagogia nos 10 primeiros anos do século XXI, onde a modalidade à distância também aumentou significativamente e começou a ganhar um certo destaque na formação superior de professores dos anos iniciais a partir de 2011.<br><br></div><div>“No Censo Escolar, realizado pelo Ministério da Educação/Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas (MEC/INEP) em 2009, 38% dos docentes do ensino fundamental não tinham curso superior, e 52% dos docentes da educação infantil, tampouco. No ensino médio, apenas 9% dos docentes enquadraram-se nesse perfil.” (682)<br><br><br>&nbsp;BARRETTO, ELBA SIQUEIRA DE SÁ. Políticas de formação docente para a educação básica no Brasil: embates contemporâneos. Rev. Bras. Educ., Rio de Janeiro , v. 20, n. 62, p. 679-701, set. 2015 . Disponível em &amp;lt;<a href="http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&amp;amp;pid=S1413-24782015000300679&amp;amp;lng=pt&amp;amp;nrm=iso&amp;gt">http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&amp;amp;pid=S1413-24782015000300679&amp;amp;lng=pt&amp;amp;nrm=iso&amp;gt</a>;. acessos em 25 mar. 2019. <a href="http://dx.doi.org/10.1590/S1413-24782015206207">http://dx.doi.org/10.1590/S1413-24782015206207</a>.</div><div><br><br></div><div><br><br></div>]]></description>
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         <title>                     ESCOLA NORMAL NO BRASIL</title>
         <author>bcristina</author>
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         <title>DESTAQUES DAS PRIMEIRAS ESCOLAS NORMAIS NO BRASIL</title>
         <author>bcristina</author>
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         <title>APRENDIZADOS DA DISCIPLINA</title>
         <author>bcristina</author>
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         <title>ESCOLA NORMAL - PENSAMENTOS E REFLEXÕES</title>
         <author>bcristina</author>
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         <title>MÉTODO LANCASTER</title>
         <author>bcristina</author>
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         <title>CRONOLOGIA FORMAÇÃO DOS PROFESSORES</title>
         <author>bcristina</author>
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         <pubDate>2022-07-20 01:05:40 UTC</pubDate>
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         <title>Uniformes século XX e XXI</title>
         <author>bcristina</author>
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         <pubDate>2022-07-20 01:08:45 UTC</pubDate>
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         <title>Mulher no Magistério</title>
         <author>bcristina</author>
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         <pubDate>2022-07-20 01:19:50 UTC</pubDate>
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         <title>O que queríamos aprender x o que aprendemos x o que ficou faltando aprender</title>
         <author>bcristina</author>
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         <pubDate>2022-07-20 01:21:29 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>bcristina</author>
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         <description><![CDATA[<div>1901 - Criação do curso de habilitação para o ensino do magistério secundário, no Curso Superior de Letras ( decretos 4 e 5, de 24 de Dezembro).<br><br>1902 - Regulamentação do ensino normal primário, a 19 de Setembro. O curso passa a ter a duração de 3 anos.<br><br>1910 -Quando foi proclamada a República a 5 de Outubro, existiam escolas normais primárias em Lisboa, Porto e Coimbra, havendo ainda escolas para habilitação ao magistério nas sedes de todos os distritos, com exceção de Santarém.<br><br>1911 - Reforma dos cursos para habilitação para o magistério secundário ( Decreto de 21 de Maio)<br><br>Reforma do ensino normal primário(Decreto de 29 de Março), na qual são criadas três escolas normais primárias, em Lisboa, Porto e Coimbra, em regime de coeducação. Estas novas escolas passam a ter vários tipos de cursos, tais como:<br><br></div><div>1.Curso Geral do magistério primário, comum a ambos os sexos. Este curso tinha a duração de 4 anos, e compreendia um total de 19 disciplinas.<br><br></div><div>2. Curso Especial para cada sexo. O curso especial destinado a professoras constava das seguintes matérias: jardinagem e horticultura; trabalhos manuais e economia doméstica; frequência duma maternidade nos últimos meses dos cursos. O curso especial destinado ao sexo masculino, constava de trabalhos manuais e agrícolas; exercícios militares e de natação.<br><br></div><div>3. Cursos Complementares<br><br></div><div>4. Curso Colonial<br><br></div><div>5. Curso destinado a professores de “alunos diminuídos, intelectuais ou físicos”.<br><br></div><div>Esta reforma é suspensa a 16 de Dezembro, continuando o ensino normal primário a funcionar nos moldes anteriores!<br><br>1914 - Reforma do Ensino Normal Primário (Lei 233, de 7 de Julho).&nbsp;<br><br>Apesar das 3 escolas normais criadas em 1911 ainda não terem entrado em funcionamento, no plano legislativo paravam de serem introduzidas alterações: O Curso Geral passou de 4 para 3 anos, foram extintas várias disciplinas (Língua Francesa e Inglesa, Moral e Instrução Cívica, Contabilidade Comercial, Industrial e Agrícola…), foram criadas algumas novas (História da Instrução Pública em Portugal…).A idade mínima dos alunos foi fixada em 16 anos, sendo exigido o diploma de aprovação no curso das escolas primárias superiores e da aprovação em exame de 3ª. classe do Curso Geral dos Liceus.<br><br>Como era habitual, a execução da Lei 233 que reorganizava o ensino normal foi suspensa em Junho de 1916 e depois em Agosto de 1917.<br><br>1915 - Entram em funcionamento no ano letivo de 1915/16 as Escolas Normais Superiores de Lisboa e Coimbra. A prática pedagógica dos alunos da escola de Lisboa fazia-se nos Liceus Camões, Passos Manuel, Pedro Nunes, a que se acrescentou depois o Liceu Gil Vicente (1916). Em Coimbra, a prática pedagógica era feita no Liceu José Falcão.<br><br>1918 - Começa a funcionar, no ano letivo de 1918/19, a primeira das escolas normais criadas em 1911. Trata-se da Escola Normal de Lisboa. Abre as suas portas 4 de Dezembro, nas salas da Sociedade “Desportos Lisboa – Benfíca”, a mudança para o novo edifício, construído especialmente para o efeito, só começou a fazer-se após as férias de natal.</div><div>No ano letivo de 1919/20 começam a funcionar as novas escolas normais de Coimbra e Porto.<br><br>1924 - É extinta a Escola Normal Superior de Coimbra (Dec. 10.205, de 22 de Outubro). A Escola Normal Superior é desintegrada da Universidade. Face à reação dos professores a Escola Normal Superior de Coimbra é de novo restabelecida (Fevereiro de 1925). Ao longo da 1ª. República o funcionamento destas escolas foi sempre marcado pela precariedade do funcionamento.<br><br>1927 - O Ensino Normal Primário durante a 1ª. República</div><div>Com a Ditadura Militar (1926-1933) e depois durante a fase de consolidação do Estado Novo, o ensino normal primário sofre uma brutal repressão. A generalidade dos professores são encarados com desconfiança. Assim, logo em 1928, o Decreto 15.365, de 12 de Abril, tendo em vista reduzir as despesas públicas extingue as escolas normais primárias de Coimbra, Braga e Ponta Delgada. Contudo, atendendo às elevadíssimas taxas de analfabetismo do país (superiores a 50%), o decreto 15.886 de 21 de Agosto, volta a restabelecer as referidas escolas. Foi o primeiro ensaio de um processo que terá o seu epílogo em 1936.<br><br>1928 - Reorganização do ensino normal primário (Decreto de 16.037, de 15 de Outubro). O curso geral é aumentado para 4 anos, procurando-se desta forma compensar a redução da idade mínima obrigatória para o poder frequentar, para além de deixar de ser exigido também o curso geral dos liceus aos candidatos.<br><br>1929 - Cria-se a Escola Superior de Educação Física. O primeiro estabelecimento do país destinado á formação de professores de professores educação física. Esta escola privada funciona junto da Sociedade de Geografia de Lisboa. Em 1940 será extinta, sendo substituída pelo então criada Instituto Nacional de Educação Física.<br><br>1930 - As Escolas Normais Superiores são extintas, criando-se para as substituir nas Faculdades de Letras de Coimbra e de Lisboa, uma Secção de Ciências Pedagógicas (Dec.18.973, de 16 de Outubro). O novo modelo de formação de professores para o ensino secundário (liceu e técnico), assentava numa divisão entre “cultura pedagógica” e “prática pedagógica”. A primeira era ministrada durante um ano nestas Secções. A segunda, correspondia a um estágio com a duração de dois anos, feito num dos liceus “normais” escolhidos para o efeito: O liceu Normal de Pedro Nunes em Lisboa, e o Liceu Normal Dr. Júlio Henriques em Coimbra.<br><br>1931 - As Escolas Normais Primárias, passam a designarem-se “Escolas do Magistério Primário”. Esta reorganização do ensino normal é aproveitada para suspender os cursos do magistério infantil.<br><br>1936 - É suspensa a matricula nas escolas do magistério primário, tanto nas oficiais como nas particulares, o que conduziu à sua rápida extinção (Dec-Lei 27.279, de 24 de Novembro). Surge então um novo tipo de docentes- os regentes escolares, exige-se apenas que tenham o exame da 4ª. classe e que saibam a matéria que ensinam. No ano letivo de 1935/36 eram já 740, depois chegam a atingir 6.700.<br><br>1940 - Consta-se que 380 escolas não possuíam professores primários diplomados.Mesmo recorrendo a regentes escolares, 134 escolas primárias acabam por ser encerradas (Dec.-Lei 30.951, de 10 de Dezembro).<br><br>1942- Perante a enorme carência de professores primários, o regime salazarista é compelido a reabrir algumas escolas do magistério primário (Dec-Lei 32.243, de 5 de Setembro). Em 1945, eram elevadas para 6 o número destas escolas (Dec.Lei 35.076, de 26 de Outubro, e 35.227, de 7 de Dezembro). É criada a escola da Horta, no liceu desta cidade. Em 1948, é criada a escola de Angra do Heroísmo.<br><br>1947 - A profissionalização dos professores do ensino liceal é mais que nunca dificultada com o encerramento dos estágios no Liceu Pedro Nunes em Lisboa, mantendo apenas em funcionamento o estágio no Liceu D. João III, de Coimbra. Apenas em 1956 será reaberto o estágio no Liceu Pedro Nunes, e só em 1957 será criado no Porto, estágios para o 5º.,6º., 7º. e 9º. grupos.<br><br>1957 - Um diploma dispensa de exame de admissão ao estágio do ensino liceal, e mesmo do1º. ano de estágio, os candidatos do sexo masculino que estivessem abrangidos por certas condições específicas.<br><br>1960 - Reforma dos currículos das escolas do magistério primário (Dec.Lei 43.369, de 2/12).<br><br>1964 - Em virtude da criação do ensino primário complementar com a 5ª. e 6ª. classe, estabelecem-se nas escolas do Magistério&nbsp; Primário cursos complementares de preparação de professores para estes anos terminais.<br><br>1968 - Instituiu-se nas Faculdades de Ciências e de Letras o grau de bacharelato que habilitava par o acesso ao estágio.<br><br>1969 - O Ensino Normal Primário entre 1926 e 1970</div><div>Observações: a) 2 estabelecimentos particulares; b) 8 estabelecimentos particulares; c) 5 estabelecimentos particulares.</div><div><br>Face à necessidade de recrutar mais professores para o ensino secundário, o regime decide finalmente criar estágios em grande número de liceus e escolas, o que se irá traduzir no aumento do número de professores profissionalizados.<br><br>1971 - Nas Faculdades de Ciências é criado um ramo educacional para a formação de professores. A formação cientifica fazia-se nos 3 primeiros anos, antes de iniciarem o 4º ano, os alunos tinham que optar entre o ramo educacional e o ramo científico. Os que optavam pelo ramo educacional, frequentavam no 4º. ano algumas cadeiras psicopedagógicas. O 5º ano era destinado a um estágio (Dec.443/71).<br><br>1974- Elimina-se a figura do exame de Estado, tanto para o magistério primário, como para os estágios no preparatório e do secundário.Os professores&nbsp; estagiários passam a participar no seu processo de avaliação.<br>– Acabam nas Faculdades de Letras os cursos de Ciências Pedagógicas, criados em 1931. A formação centra-se agora nas escolas onde se realizam os estágios (os centros de estágio). A formação dos estagiários está agora mais do que nunca dependente dos denominados Orientadores de Estágio, em geral, com uma formação psicopedagógica muito deficiente. Em resultado deste processo, amplamente descentralizado, multiplicam-se por todo o país os centros de estágio e o número de professores profissionalizados<br><br>1977 - Criação do sistema público pré-escolar e as escolas normais de educação de infância (Leis 5 e 6/77, de 1 de Fevereiro). No ano letivo de 1977/78, existiam em Portugal, apenas 1,916 educadoras de infância no ensino oficial, e 1.1317 no ensino particular. A formação era garantida por 4 escolas oficiais – as Escolas do magistério infantil de Coimbra e Viana do Castelo, e as escolas normais de educadores de Infância de Viseu e Guarda . Asseguravam ainda esta formação 4 escolas particulares, duas em Lisboa e 2 no Porto. No ano letivo de 1978/79, iniciaram o 1º ano do Formação .Educadores de Infância, as escolas do magistério primário das Caldas da Rainha, Évora, Fundão, Guimarães, Lamego, Penafiel.<br><br>Criação das Escolas Superiores de Educação (Dec.Lei 427-B/77, de 14/10, retificado pela Lei 61/78, de 28/7). A esses tinham por finalidade formar educadores de infância e professores primários.</div><div>1978:<br><br>1979 - Criação do Modelo de Formação em Exercício (Dec.Lei 519-T1, de 29 de Dezembro), destinado à formação pedagógica de professores já em exercício no ensino preparatório e secundário. Este sistema este em vigor nos anos letivos de 1980/81 a 1985/86, quando foi substituído por outro modelo (Dec.Lei150-A/85, de 8 de Maio).</div><div><br>A formação era realizada nas escolas durante dois anos (Desp.358, de 31/10/1980). A formação assentava num “Plano Individual de Trabalho”, definido de acordo com as características de cada formando.<br>Intervinham nesta formação um vasto conjunto de entidades: Conselho Orientador; direções de ensino; equipas pedagógicas; orientador pedagógico; conselho pedagógico; delegados; conselhos de grupo, e por último o próprio professor em formação.<br><br>1982 -&nbsp; Inicio da formação da professores nas escolas superiores de educação. Os primeiros cursos destinavam-se a formar educadores de infância e professores do ensino primário. Os cursos tinham a duração de 3 anos, e conferiam o grau de bacharelato. Em 1985, a esses passaram a ministrar a formação pedagógica; a professores do ensino preparatório e secundário, em regime de formação em serviço.<br><br>1986 - Lei de Bases do Sistema Educativo</div><div><br>Reconhece-se, no plano dos princípios, o direito dos professores a uma formação contínua (LBSE, 1986). Será necessário esperar por 1992 para que a mesma seja institucionalizada ( regime jurídico da formação contínua- Dec.Lei 249/92, de 9/11) e se dê inicio aos primeiros programas concretos (Foco e Forgest, 1992).</div><div>1987<br><br>1987 - No ano letivo de 1987/88. as Faculdades de Letras das Universidades de Lisboa, Porto e Coimbra, ditas “clássicas”, iniciam finalmente os ramos de formação educacional.<br><br>1989 - Numa ação de formação à distância, conduzida pela Universidade Aberta, milhares de professores são após longos anos de atividade profissional “profissionalizados”.<br><br>1992 - Arranque da formação contínua, numa escala sem precedentes.<br><br>Fonte: COLA, Equipe. <strong>As Primeiras Escolas Normais</strong>. Coladaweb.com. Disponível em: &lt;https://www.coladaweb.com/pedagogia/as-primeiras-escolas-normais&gt;. Acesso em: 20 jul. 2022.</div><div>‌</div><div><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2022-07-20 01:46:13 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>Isabelarfc</author>
         <link>https://padlet.com/bcristina/PadletMagisterio2022/wish/2246892470</link>
         <description><![CDATA[<div>Apesar de termos pouco conhecimento sobre o assunto, queríamos aprender na disciplina, como é o trabalho do pedagogo em relação ao seu trabalho no Ensino Médio, sendo ele curso normal ou não, quais seriam as disciplinas ministradas e suas outras áreas de atuação, sejam elas, dentro ou fora da sala de aula.&nbsp;<br><br></div><div>No decorrer do semestre pudemos aprender mais sobre o Magistério e a cronologia da criação do Curso Normal para formação de professores, bem como o seu surgimento no Brasil, através da Escola Normal do Rio de Janeiro, a primeira no país. Tivemos contatos com as leis que regulamentaram e mudaram através dos anos a consolidação do Magistério no Brasil, e das licenciaturas. E também aprendemos um pouco mais a respeito dos cursos de formação de professores e seus locais de atuação, sendo curso de magistério ou alguma outra licenciatura, falamos sobres as metodologias de aprendizado, leis, reformas e tendências pedagógicas aplicadas ao longo da história da educação no Brasil. Então, no decorrer das aulas foi possível construir e aprender junto com os colegas e a professora, o contexto histórico e como as experiências se conectavam aos saberes das propostas pedagógicas, dialogando e aprofundando os conhecimentos.&nbsp;<br><br></div><div>O que ficou faltando aprender somente a experiência da atuação neste contexto nos trará, pois teoria e prática andam juntos. Dessa forma, podemos dizer que a disciplina contemplou todos os conhecimentos necessários para uma visão mais ampla acerca da formação de professores e foi satisfatório em relação a conteúdos, debates e materiais complementares para o estudo.&nbsp;<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2022-07-20 12:43:00 UTC</pubDate>
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