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      <title>Preconceito na mídia by Agatha 07</title>
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      <description>TCA 
Grupo: Graciele J. Novaes; Agatha S. Da Silva; Geovanna R. Cardoso ;Gustavo C. Manço; Mikayla Maryana S. Melo; Emilly A. Da Silva. 
Art by: Geovanna R. Cardoso</description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2021-10-06 18:33:38 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title>Sobre Intolerancia Religiosa </title>
         <author>agtss07</author>
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         <description><![CDATA[<div><strong>Intolerância religiosa</strong> é uma forma de violência, física ou simbólica, que tem por objetivo a negação e a supressão de uma religião em detrimento de outra. Ou seja, é um caso de preconceito associado a algum tipo de violência em que se pretende negar a existência de religiões específicas. No Brasil, as religiões afro-brasileiras são o exemplo de religiões que sofrem com a intolerância religiosa. Pode, ainda, estar relacionada a diferentes processos sociais, para além da própria religiosidade, como colonização, preconceito étnico-racial, hegemonias, discriminação de gênero etc.</div><div>A relação com outros preconceitos é evidenciada pois, a religião é um dos aspectos culturais de um povo. E traz em si uma interpretação sobre o mundo, a vida, as relações sociais. Uma religião pode discriminar a outra para além das questões de diferentes divindades, por exemplo por como as pessoas se comportam ou se relacionam com temas sociais.</div><div>A intolerância religiosa vem de movimentos hegemônicos. Essa <a href="https://www.infoescola.com/sociologia/hegemonia/">hegemonia</a> significa a busca de tornar-se a única visão de mundo possível, acabando com as expressões contrárias. O termo surge em debates sobre a pluralidade de direitos, pois se entende que todas as pessoas tenham direito a ter sua cultura e etnia respeitadas, consequentemente também às diferentes religiões.  No entanto, as ações de intolerância religiosa, que podem ser a difamação, a demonização, a exclusão social, a destruição de templos, propriedades, símbolos etc. é presente na humanidade há bastante tempo. Pois existem diversas religiões que se percebem um caminho único, tanto no ocidente como no oriente. Percebe-se isso, por exemplo, na colonização portuguesa no Brasil com relação às religiões indígenas. Estes só seriam considerados com alma, que é um atributo da pessoa humana, se professassem a fé do Estado português. Para os colonizadores isso não era considerado intolerância religiosa, e sim, salvação da alma dos “selvagens”.</div><div>Atualmente, muitas religiões se veem nesta mesma situação. Seu confronto com as demais é parte de sua crença de que há apenas um caminho correto.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-10-06 18:33:38 UTC</pubDate>
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         <title>&quot; Assasinato de George Floyd &quot;( contém imagens fortes)</title>
         <author>agtss07</author>
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         <description><![CDATA[<div><strong>George Floyd</strong> foi um afro-americano&nbsp; que foi assassinado em 25 de maio de 2020, depois que Derek Chauvin, então policial&nbsp; de Minneapolis, ajoelhou-se no pescoço dele durante oito minutos e quarenta e seis segundos, enquanto estava deitado de bruços na estrada.<br>O assassinato ocorreu durante a prisão de Floyd em Powderhorn, Minneapolis, Minnesota, e foi gravado em vídeo nos celulares por vários espectadores. As gravações em vídeo, mostrando Floyd dizendo repetidamente: "I Can’t Breathe!" ("Não consigo respirar") foram amplamente divulgadas nas plataformas de redes sociais e transmitidas pelos meios de comunicação do mundo inteiro.<br>O assassinato de George Floyd gerou revolta social e uma onda de protestos antirracistas e contra a violência, policial, primeiro em Minneapolis, depois por diversos outros estados e cidades do país, e pelo mundo. As manifestações e protestos foram inicialmente pacíficos, mas depois se dividiram, janelas de uma delegacia de polícia foram quebradas, uma loja da <em>AutoZone</em> foi incendiada e outras lojas foram saqueadas e danificadas nas áreas circundantes, por outro lado: Vários vídeos de violência policial surgiram durante os protestos pela morte do americano negro George Floyd. As autoridades reagiram através da utilização de gás lacrimogênio e disparando balas de borracha contra a multidão.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-10-06 18:33:38 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>agtss07</author>
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         <description><![CDATA[<div><strong><em><br>Black Lives Matter</em></strong> (<strong>Vidas Negras Importam</strong> ou <strong>Vidas Negras Contam</strong>) é um movimento ativista internacional, com origem na comunidade afro-americano, que campanha contra a violência direcionada ás pessoas negras. O BLM regularmente organiza protestos em torno da morte de negros causada por policiais, e questões mais amplas de discriminação racial, brutalidade policial, e a desigualdade racial no sistema de justiça criminal dos Estados Unidos.<br><br></div><div><br>Em 2013, o movimento começou, com o uso da hashtag <strong>#BlackLivesMatter</strong> em mídias sociais , após a absolvição de George Zimmerman na morte a tiros do adolescente afro-americano Trayvon Martin. O movimento tornou-se reconhecido nacionalmente por suas manifestações de rua após a morte, em 2014, de dois afro-americanos: <a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Homic%C3%ADdio_de_Michael_Brown">Michael Brown</a>, resultando em protesto e distúrbios em Ferguson, e <a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Morte_de_Eric_Garner">Eric Garner</a> na cidade de Nova York.<a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Black_Lives_Matter#cite_note-4"><sup><br></sup></a><br></div><div><br>Desde os protestos de Ferguson, os participantes do movimento têm se manifestado contra a morte de numerosos outros afro-americanos por ações policiais ou enquanto sob custódia da polícia, incluindo: Tamir Rice, Eric Harris, Walter Scott, Jonathan Ferrell, Sandra Branda, Samuel DuBose, e Freddie Gray, o que levou a protestos e tumultos em Baltimore. No verão de 2015 (meio do ano), Black Lives Matter começou a questionar publicamente os políticos — incluindo os candidatos à eleição presidencial nos Estados Unidos de 2016 — para declararem suas posições nas questões do BLM. O movimento no geral, entretanto, é uma rede descentralizada e não tem nenhuma hierarquia ou estrutura formal.<a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Black_Lives_Matter#cite_note-5"><sup><br></sup></a><br></div><div><br>Em 2016 o movimento, que começou nos Estados Unidos, chegou a países como Brasil, África do Sul e Austrália, onde ativistas tomaram as ruas e as redes sociais em solidariedade às vítimas da violência policial. Eles adotaram o grito de guerra “Black Lives Matter” (Vidas Negras Importam) para amplificar suas lutas em seus próprios países e para apontar o que consideram uma abordagem hipócrita da imprensa e do governo.<sup><br><br></sup><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-10-06 18:33:38 UTC</pubDate>
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         <author>agtss07</author>
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         <description><![CDATA[<blockquote>A polícia investiga crimes de racismo e xenofobia contra dois haitianos em um ônibus, em Cuiabá. Um passageiro filmou a cena. A partir desse vídeo, o delegado da Polícia Civil Wagner Bassi Júnior disse que vai abrir uma investigação e tentar localizar o passageiro autor do crime.<br>Quando um dos haitianos entrava no ônibus, o homem começou a xingar.<br>"Desgraçado, haitiano filho da p***. Olha outro aí também haitiano irmão. Por isso, Hitler está certo”, disse numa alusão ao ditador alemão Adolf Hitler.</blockquote><div>Ele citou que a pena para o crime de injúria racial é de reclusão de 1 a 3 anos e de racismo, de 2 a 5 anos, que é quando atinge toda a coletividade. “Vai ser instaurado inquérito policial pode gerar inclusive prisão em flagrante desse indivíduo”, disse.</div><div>Segundo Bassi, o racismo pode ser configurado, por exemplo, quando uma empresa não não contrata alguém por ter cor de pele negra ou impede o acesso ao ônibus, ou de sentar-se no banco ao lado por ser negro. “Quando atinge toda a coletividade é mais grave”, pontuou.</div><div>As vítimas não registraram boletim de ocorrência. Mas, o delegado explica que no caso de injúria racial por ser um crime da honra pessoal há a necessidade de que, além do boletim de ocorrência, a pessoa formalize uma representação para que seja instaurado o procedimento. A polícia só pode agir com essa formalização.</div><div>Contudo, no caso de racismo, não é necessária essa formalização, porque é um crime que atinge toda a coletividade.</div><div>Além de racismo, ele cometeu xenofobia e injúria racial.</div><div>O secretário da Associação de Defesa dos Haitianos Imigrantes e Migrantes de Mato Grosso, Rafael Alexandre Lira, são muitos os relatos de crimes e preconceito sofridos pelos estrangeiros no transporte coletivo.</div><blockquote>“A gente recebe muitos relatos a respeito do transporte público coletivo. Por exemplo, tem uma vaga ao lado e a pessoa coloca uma bolsa coloca um objeto para (o haitiano) não sentar ali, mas o não é lugar dela. E a gente percebe que é discriminação racial”, contou.</blockquote><div>De acordo com o presidente da Organização de Suporte às Atividades dos Migrantes no Brasil, Duckson Jacques, infelizmente essa é uma situação quase que comum praticada contra os haitianos. A xenofobia e o racismo estão em todos os lugares desde o ato de esconder objetos de valor na bolsa, olhares desconfiados até agressões verbais como o que aconteceu no transporte coletivo.</div><div><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-10-06 18:33:38 UTC</pubDate>
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         <author>agtss07</author>
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         <description><![CDATA[<div><br>Lucas Santos tinha apenas 16 anos quando se suicidou.&nbsp;Filho da cantora de forró Walkyria Santos, o&nbsp; jovem teria atentado contra a própria vida após publicar um vídeo no&nbsp;TikTok, em que aparece em uma brincadeira afetiva com um amigo. A família atribui o ato a uma enxurrada de comentários motivados&nbsp;por homofobia.<br><br>No vídeo em questão, o adolescente aparece ao lado de um amigo, e em algumas vezes que iam conversar, ambos simulavam o início de um beijo, que nem chega a acontacer de fato.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-10-06 18:33:38 UTC</pubDate>
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         <description><![CDATA[<div>Sexismo ou discriminação de gênero é o preconceito ou discriminação baseada no gênero ou sexo de uma pessoa. O sexismo pode afetar qualquer gênero, mas é particularmente documentado como afetando mulheres e meninas. Constantemente é presenciada discriminação de gênero no mercado de trabalho, pois é comum encontrar casos de mulheres que sofrem assédio moral e sexual no ambiente de trabalho e ainda ganhar salários menores do que os homens mesmo quando exercem as mesmas funções. O que contribui para que haja discriminação de gênero nas relações trabalhistas é a escassez de normas protetivas voltadas para as mulheres, a ausência de fiscalização dessas normas e o fato de haver uma histórica cultura patriarcalista assentada na superioridade do gênero masculino no mercado laboral. Além disso, apresenta-se a hipótese de que é possível compreender a discriminação de gênero como uma falta de educação para os direitos humanos, na medida em que esta contribui para a construção de um novo <em>ethos</em> para o tratamento das questões de igualdade, orientado para o respeito à dignidade de todos os atores envolvidos nas relações sociais.</div><div><br><br><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-10-06 18:33:38 UTC</pubDate>
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         <description><![CDATA[<div>Foi protocolado na terça-feira (28), – por parte da Federação Zeladora das Religiões Tradicionais Afro Brasileiras em Alagoas (Fretab/AL), – um ofício na Delegacia Geral da Polícia Civil em Alagoas, que pede providências quanto a um vídeo gravado em Coruripe, litoral sul do estado, e que circula nas redes sociais desde a última segunda-feira (27), mostrando dois homens e um terceiro gravando falas agressivas contra o PT, Partido dos Trabalhadores, os negros e a religião de matriz africana. O vídeo ainda exalta o atual presidente Jair Bolsonaro.<br>No vídeo, dois homens aparecem xingando petistas, negros e pessoas da religião de matriz africana.&nbsp; “Para os macumbeiros e negros também é isso aqui [mostra o chicote]”, diz o suposto mototaxista nas imagens gravadas. “Quero que Lula saia como candidato no ano que vem, porque a surra que ele vai levar é grande. Cipó no pé do ouvido para aprender a ser gente”, acrescentou.<br>O mototaxista ainda diz mais: “Chicote para os petistas acordarem, um homem desse [refere-se a Bolsonaro] que não tem um esquema de corrupção, me diga um que tenha no governo desse homem?”, indagou.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-10-06 18:33:38 UTC</pubDate>
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         <author>agtss07</author>
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         <description><![CDATA[<div>3-&nbsp;<br>&nbsp; &nbsp;Publicidade&nbsp;<br>Propagandas de cerveja, quase sempre a mesma coisa:&nbsp; mulheres seminuas, piadinhas e muita sensualidade, publico alvo são os homens.&nbsp;<br>Propagandas de produtos de limpeza, temperos ou eletrodomésticos, sempre destinadas as mulheres.&nbsp;<br>"A publicidade acaba sendo uma das últimas formas de comunicação a se mexer sobre essas questões, principalmente quando falamos de TV. Não tenho dúvida de que vamos continuar assistindo propagandas com tom machista, sexista. Da mesma forma como não tenho dúvida de que as pessoas vão reclamar e vão reclamar cada vez mais. Existe o CONAR para isso. Existem as redes sociais pra isso. Não gostou? Se sentiu incomodado? Reclame. Quanto mais as pessoas reclamarem, mais rápido o discurso publicitário se adequará."<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-10-06 18:33:38 UTC</pubDate>
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         <description><![CDATA[<div>2-<br>&nbsp; ''Coisa de menina''<br>A divisão dos papeis entre meninas e meninos começa na infância e o momento da escola evidencia bastante isso. Desde cedo é ensinado que meninos jogam futebol e as meninas dançam, e se alguma menina quiser jogar futebol? ou se algum menino quiser dançar?, eles são discriminados; o que foi o caso do Sílvio Damião, 40, trabalhava vendendo material de construção e resolveu há 15 anos largar tudo e ser cabelereiro, casado com uma mulher há 24 anos, passou a ser rotulado como gay( homossexual) desde que mudou de emprego, de um ambiente masculino para o universo feminino.&nbsp;<br>“Tenho uma cliente muito antiga e uma vez nos encontramos no banco e ofereci uma carona. Conversamos o caminho inteiro, inclusive sobre nossos filhos, e quando paramos ela disse que só aceitou a carona porque sabia que eu era gay. Tem sempre essa suspeita”, conta Damião, que diz não se incomodar. “Eu até acho engraçado, porque não me afeta e lido com outros preconceitos mais pesados, já que sou negro e tatuado”, explica.&nbsp;</div><div><br></div><div><br></div><div><br></div><div><br><br></div><div><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-10-06 18:33:38 UTC</pubDate>
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         <author>agtss07</author>
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         <description><![CDATA[<div>  1- <br>&nbsp; Licença paternidade vs Licença maternidade&nbsp;<br>Nasce em bebê e junto com sua chegada o peso do sexismo: Pai; ganha 5 dias em casa, Mãe; de 4 a 6 meses. da para perceber quem é denominado o principal cuidador da criança. ( No caso cuidadorA). A diferença GRITANTE entre o tempo de afastamento entre o pai e a mãe da criança, acaba por legitimar a falta de presença dos homens no processo de cuidado do filho e reforça o papel sexista o provedor que não precisa se envolver na educação das crianças .<br>Para o estudioso, trata-se de uma possível revolução. “É uma possibilidade dos homens repensarem o universo do trabalho, das relações familiares. Uma revolução dentro da família, dentro de si mesmo, uma possibilidade de expressar seus sentimentos, suas dores, afetos, de maneira livre e também de crescer. A paternidade é muito importante para isso.”&nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-10-06 18:33:38 UTC</pubDate>
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