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      <title>40 ANOS DE MATO GROSSO DO SUL by aluno15 pmf</title>
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      <description>SERGIO FRANCISCO
RAFAEL INACIO DE SOUZA ALMEIDA
SERIẸ; 2ª C
PROFª MARILIA</description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2017-09-16 01:07:36 UTC</pubDate>
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         <title> Lídia Baís: Artista ícone de Mato Grosso do SulTexto: Ben OliveiraUma das pioneiras das artes plásticas na região de Mato Grosso do Sul, Lídia Baís ainda é um ícone com suas produções contemporâneas criadas entre as décadas de 1920 e 1940, época em que a artista estabeleceu relações com outros artistas, colegas e intelectuais modernistas.Segundo informações do trabalho &quot;Obra, memória e instituição: O papel de Lídia Baís na Arte Sul-Mato-Grossense&quot;, escrito pelo Doutor em História pela Universidade de Brasília, Emerson Dionisio Gomes de Oliveira, a artista nasceu em Campo Grande no dia 22 de abril de 1900, e após sua morte, ela foi eleita referência visual no Mato Grosso do Sul.Segundo Emerson Oliveira, a artista se esforçou para preserver sua trajetória artística e tentou oficializar nos anos 50 e 60 o &quot;Museu de Baís&quot;, uma forma de proteger sua memória, e o que havia de autêntico e original na sua produção artística.Além das obras, a artista Lídia Baís escreveu um livro autobiográfico &quot;História de T. Lídia Baís&quot;, sob o pseudônimo de Maria Tereza Trindade, no qual tentava conquistar adeptos para o museu e contou sua excepcionalidade ao lidar com dificuldades, como a falta de luz elétrica em Campo Grande, na época em que a cidade ainad fazia parte do Estado de Mato Grosso.O projeto de museu de Lídia incluía mais de cem quadros da artista, piano, gravador, microfone, mobiliário e outras peças que para ela davam sentido de singularidade como criadora.Apesar do museu não ter dado certo, segundo o pesquisador, todo o conteúdo deixado pela artista plástica contribuiu que estudiosos interessados na carreira dela realizassem  diferentes pesquisas sobre ela.A educação da artista era típica das famílais abastadas da Velha República, tendo Lídia estudado em colégios internos na capital do país, em São Paulo, Rio Grande do Sul, Assunção (Paraguai), Berlim e Paris, sendo os dois últimos destinos locais onde ela fez seus contatos com outros artistas e no Rio de Janeiro, onde ela intensificou sua formação artística.Lídia Baís se sentia incompreendida e mesmo quando voltou para Campo Grande, ela continuou se mantendo atualizado sobre os acontecimentos artísticos do Brasil e se relacionando com artistas significativos da modernidade no século XX.Muitas das obras da artista foram restauradas, transformadas em temas de cartões postais e distribuídas para fundações de cultura, museus e bibliotecas, uma maneira de perpetuar a memória de Lídia Baís.Para conhecer mais sobre a história e arte de Lídia Baís, leia o trabalho na íntegra: http://www.ufpel.edu.br/ich/memoriaemrede/beta-02-01/index.php/memoriaemrede/article/view/96/91. Lídia Baís: Artista ícone de Mato Grosso do SulTexto: Ben OliveiraUma das pioneiras das artes plásticas na região de Mato Grosso do Sul, Lídia Baís ainda é um ícone com suas produções contemporâneas criadas entre as décadas de 1920 e 1940, época em que a artista estabeleceu relações com outros artistas, colegas e intelectuais modernistas.Segundo informações do trabalho &quot;Obra, memória e instituição: O papel de Lídia Baís na Arte Sul-Mato-Grossense&quot;, escrito pelo Doutor em História pela Universidade de Brasília, Emerson Dionisio Gomes de Oliveira, a artista nasceu em Campo Grande no dia 22 de abril de 1900, e após sua morte, ela foi eleita referência visual no Mato Grosso do Sul.Segundo Emerson Oliveira, a artista se esforçou para preserver sua trajetória artística e tentou oficializar nos anos 50 e 60 o &quot;Museu de Baís&quot;, uma forma de proteger sua memória, e o que havia de autêntico e original na sua produção artística.Além das obras, a artista Lídia Baís escreveu um livro autobiográfico &quot;História de T. Lídia Baís&quot;, sob o pseudônimo de Maria Tereza Trindade, no qual tentava conquistar adeptos para o museu e contou sua excepcionalidade ao lidar com dificuldades, como a falta de luz elétrica em Campo Grande, na época em que a cidade ainad fazia parte do Estado de Mato Grosso.O projeto de museu de Lídia incluía mais de cem quadros da artista, piano, gravador, microfone, mobiliário e outras peças que para ela davam sentido de singularidade como criadora.Apesar do museu não ter dado certo, segundo o pesquisador, todo o conteúdo deixado pela artista plástica contribuiu que estudiosos interessados na carreira dela realizassem  diferentes pesquisas sobre ela.A educação da artista era típica das famílais abastadas da Velha República, tendo Lídia estudado em colégios internos na capital do país, em São Paulo, Rio Grande do Sul, Assunção (Paraguai), Berlim e Paris, sendo os dois últimos destinos locais onde ela fez seus contatos com outros artistas e no Rio de Janeiro, onde ela intensificou sua formação artística.Lídia Baís se sentia incompreendida e mesmo quando voltou para Campo Grande, ela continuou se mantendo atualizado sobre os acontecimentos artísticos do Brasil e se relacionando com artistas significativos da modernidade no século XX.Muitas das obras da artista foram restauradas, transformadas em temas de cartões postais e distribuídas para fundações de cultura, museus e bibliotecas, uma maneira de perpetuar a memória de Lídia Baís.Para conhecer mais sobre a história e arte de Lídia Baís, leia o trabalho na íntegra: http://www.ufpel.edu.br/ich/memoriaemrede/beta-02-01/index.php/memoriaemrede/article/view/96/91.</title>
         <author>aluno15pmf</author>
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         <pubDate>2017-09-16 02:18:09 UTC</pubDate>
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         <title>Humberto Espíndola (Campo Grande MS 1943)Pintor e desenhista.Humberto Augusto Miranda Espíndola forma-se em jornalismo na Faculdade de Filosofia, Ciências e Letras da Universidade Católica do Paraná, em 1965. No ano seguinte, organiza a Primeira Exposição dos Artistas Mato-Grossenses, em Campo Grande, onde funda, em 1967, a Associação Mato-Grossense de Arte. Volta-se a temáticas regionais e produz pinturas inspiradas na bovinocultura. Cria, em 1973, o Museu de Arte e Cultura Popular, ligado à Universidade Federal de Mato Grosso, em Cuiabá, dirigindo-o até 1982. Realiza mural para o Palácio Paiaguás, sede do governo estadual de Mato Grosso, em 1974. Em 1977, recebe o prêmio melhor do ano em pintura da Associação Paulista de Críticos de Arte - APCA.  Em Campo Grande, é co-fundador do Centro de Cultura Referencial de Mato Grosso do Sul, em 1983, e realiza o Monumento à Cabeça de Boi, de ferro e aço, instalado na praça Cuiabá, em 1996. Apresenta mostra retrospectiva, em 2000, na Casa Andrade Muricy, em Curitiba, e, em 2002, no Museu de Arte Contemporânea, em Campo Grande, e no Museu de Arte e de Cultura Popular, em Cuiabá.Comentário CríticoA produção de Humberto Espíndola parte do tema do boi, visto como símbolo da riqueza de Mato Grosso. Em Bovinocultura, realiza um retrato sarcástico da sociedade do boi, que é principalmente moeda e símbolo de poder. Em seus primeiros trabalhos, Espíndola apresenta o animal envolto em penumbra, provocando estranheza. A efígie do boi, em suas telas, é colocada em um primeiro plano, ou isolada em um oval central, ganhando a dimensão de nobreza de um retrato. Em Glória ao Boi nas Alturas (1967), utiliza uma deliberada frontalidade do animal, em torno do qual se acumulam máscaras, imprimindo ao quadro um ritmo dinâmico.Alguns quadros possuem um sentido simbólico, com a utilização das cores da bandeira brasileira. Em outros, emprega crachás e medalhas, que remetem a exposições agro-pecuárias. Como nota o crítico Frederico Morais, Espíndola humaniza o boi, para denunciar a vontade de poder do ser humano, como ocorre em O Tirano (1984). Já na série Arqueologia do Boi - Boi Branco (1993), destacam-se o uso de tonalidades rebaixadas e o caráter mágico. O artista realiza posteriormente gravuras geradas e coloridas em computador, nas quais obtém grande potência no colorido, como em Vaca Escada (2001).Humberto Espíndola tem também relevante atuação na divulgação da cultura regional criando, em 1974, o Museu de Arte e Cultura Popular, ligado à Universidade Federal de Mato Grosso.Críticas&quot;Para Humberto Espíndola a idéia central da rosa nasceu do crachá ou roseta - a comenda fartamente utilizada na sua fase anterior, a bovinocultura. Na fase anterior, o artista engendrou sua temática a partir da cultura do boi, uma circunstância regional, para daí praticar o seu salto na procura do universal. Por ser a rosa que inspirou a roseta (e não o contrário), no desenvolvimento da fase atual de Espíndola acontece o inverso - a rosa surge do crachá. É o artista completando o seu trabalho em sua procura retornando/partindo do universal para o regional. Como rosa provinda do crachá, pretende justamente abordar o gosto da sociedade pecuarista. Entretanto, seu trabalho não revela apenas o gosto dessa classe, porém das mais diversas. Ultrapassa a discussão da sociedade regional para atingir um estilo de vida. Interpreta o social partindo do particular, e as proximidades regionais que este lhe transfere, para falar da simbologia popular fixando comendas, comemorações, gosto nacional da pintura, entre outras intenções&quot;.Aline FigueiredoFIGUEIREDO, Aline. Artes plásticas no Centro-Oeste. Cuiabá: UFMT/MACP, 1979.AcervosAcervo Pinacoteca do Estado de São Paulo - São Paulo SPColeção Museu de Arte Contemporânea da Universidade de São Paulo - MAC/USP - São Paulo SPColeção Museu de Arte Moderna de São Paulo - MAM/SP - São Paulo SPExposições Individuais1967 - Corumbá MS - Individual, no Museu Regional do Pantanal Matogrossense1969 - Rio de Janeiro RJ - Individual, na Galeria Goeldi1971 - Campo Grande MS - Individual, no Hotel Campo Grande1972 - Rio de Janeiro RJ - Individual, na Galeria de Arte Ipanema1972 - São Paulo SP - Individual, na Galeria de Arte Portal1977 - Brasília DF - Individual, na Fundação Cultural do Distrito Federal1977 - Campo Grande MS - Individual 1977 - Cuiabá MT - Individual, no Museu de Arte e de Cultura Popular1977 - São Paulo SP - Individual, no MAB/Faap1978 - Cuiabá MT - Individual, no Museu de Arte e de Cultura Popular1979 - Campo Grande MS - Humberto Espíndola: pinturas, no Paço Municipal1980 - Curitiba PR - Individual, no MAC/PR1982 - Campo Grande MS - Individual, no Parque Laucídio Coelho1983 - Porto Alegre RS - Individual, na Galeria Modus Vivendi1983 - São Paulo SP - Humberto Espíndola: pinturas recentes, na Paulo Figueiredo Galeria de Arte1984 - Campo Grande MS - Individual, na Itaugaleria1986 - Campo Grande MS - Individual, na Galeria ArtCon1987 - Campo Grande MS - Humberto Espíndola: 20 anos de bovinocultura, na Fundação Cultural do Mato Grosso do Sul1987 - São Paulo SP - Individual, na Sadalla Galeria de Arte1990 - Curitiba PR - Individual, na Biblioteca Museu Guido Viaro1991 - Rio de Janeiro RJ - Panorama dos Aspectos Míticos do Boi na Pintura de Humberto Espíndola: 1968-1988 a farra do boi, na Fundição Progresso1998 - Campo Grande MS - Humberto Espíndola: pinturas, no Sesc2000 - Curitiba PR - Humberto Espíndola: panorama retrospectivo 1967-1999, na Casa Andrade Muricy2000 - Curitiba PR - Humberto Espíndola: bovinocultura 1967-1999, na Casa Andrade MuricyExposições Coletivas1966 - Campo Grande MS - 1ª Exposição dos Artistas Mato-Grossenses1967 - Brasília DF - 4º Salão de Arte Moderna do Distrito Federal, no Teatro Nacional Cláudio Santoro1967 - Curitiba PR - 24º Salão Paranaense de Belas Artes, na Biblioteca Pública do Paraná1967 - Rio de Janeiro RJ - 16º Salão Nacional de Arte Moderna1968 - Belo Horizonte MG - 23º Salão de Belas Artes da Cidade de Belo Horizonte1968 - Campinas SP - 4º Salão de Arte Contemporânea de Campinas, no MACC - 1º prêmio em pintura1968 - Rio de Janeiro RJ - 17º Salão Nacional de Arte Moderna, no MAM/RJ1968 - Rio de Janeiro RJ - 2º Salão Esso de Artistas Jovens, no MAM/RJ1968 - Salvador BA - 2ª Bienal Nacional de Artes Plásticas, no MAM/BA1968 - Santo André SP - 1º Salão de Arte Contemporânea de Santo André, no Paço Municipal - Grande Prêmio Cidade de Santo André1968 - Santos SP - 1º Salão Oficial de Arte Moderna de Santos - prêmio aquisição1968 - São Caetano do Sul SP - 2º Salão de Arte Contemporânea de São Caetano do Sul - Prêmio Prefeitura Municipal1968 - Vitória ES - 3º Salão Nacional de Artes Plásticas do Espírito Santo1969 - Belo Horizonte MG - 1º Salão Nacional de Arte Contemporânea de Belo Horizonte, no MAP - Prêmio Prefeitura Municipal1969 - Belo Horizonte MG - 2ª Exposição Nacional de Arte1969 - Curitiba PR - 26º Salão Paranaense, na Federação das Indústrias do Estado do Paraná1969 - Paris (França) - 6ª Bienal de Paris1969 - Rio de Janeiro RJ - 18º Salão Nacional de Arte Moderna1969 - São Paulo SP - 10ª Bienal Internacional de São Paulo, na Fundação Bienal1969 - São Paulo SP - 3ª Jovem Arte Contemporânea, no MAC/USP - prêmio aquisição1969 - São Paulo SP - Pintores do Brasil, no Paço das Artes1970 - Belo Horizonte MG - 4º Salão da Cultura Francesa1970 - Campo Grande MS - 1º Panorama de Artes Plásticas em Campo Grande, na Associação Matogrossense de Arte1970 - Porto Alegre RS - 25 Pinturas do Acervo MAC/USP, na UFRGS. Instituto de Artes1970 - Rio de Janeiro RJ - 19º Salão Nacional de Arte Moderna, no MAM/RJ1970 - Rio de Janeiro RJ - 7º Resumo de Arte do Jornal do Brasil, no MAM/RJ1970 - São Paulo SP - 2º Panorama de Arte Atual Brasileira, no MAM/SP1970 - São Paulo SP - 4 Grupos de Aquisições Recentes e Doações da International Society of Plastic and Visual Art, no MAC/USP1970 - São Paulo SP - Pré-Bienal de São Paulo, na Fundação Bienal1971 - Rio de Janeiro RJ - 20º Salão Nacional de Arte Moderna1971 - Rio de Janeiro RJ - 5 Artistas de Mato Grosso, na Galeria Ibeu Copacabana1971 - Rio de Janeiro RJ - Exposição de Múltiplos, na Petite Galeria1971 - São Paulo SP - 11ª Bienal Internacional de São Paulo, na Fundação Bienal - prêmio de viagem ao exterior1972 - Medellín (Colômbia) - 3ª Bienal de Medellín, no Museo de Antioquia1972 - São Paulo SP - Arte/Brasil/Hoje: 50 anos depois, na Galeria da Collectio1972 - São Paulo SP - Mostra de Arte Sesquicentenário da Independência e Brasil Plástica - 72, na Fundação Bienal1972 - Veneza (Itália) - 36ª Bienal de Veneza1973 - Rio de Janeiro RJ - Múltiplos, na Petite Galerie1974 - Cuiabá MT - Mostra Inaugural do Museu de Arte e de Cultura Popular, no Museu de Arte e de Cultura Popular1974 - São Paulo SP - Café, Poluição, Bois e Bandidos, na Pêndulo Galeria de Arte1975 - Cuiabá MT - Panorama das Artes Plásticas de Mato Grosso, no Museu de Arte e de Cultura Popular1975 - Goiânia GO - 2º Concurso Nacional de Artes Plásticas da Caixa Econômica do Estado de Goiás - prêmio aquisição1975 - Rio de Janeiro RJ - 24º Salão Nacional de Arte Moderna, no MNBA1976 - Campinas SP - 10º Salão de Arte Contemporânea de Campinas, no MACC1976 - Rio de Janeiro RJ - 1º Arte Agora, no MAM/RJ1976 - Rio de Janeiro RJ - 25º Salão Nacional de Arte Moderna1976 - Rio de Janeiro RJ - 1º Arte Agora I/Brasil 70-75, no MAM/RJ1976 - São Paulo SP - Arte Brasileira no Século XX: caminhos e tendências, na Galeria Arte Global1977 - Rio de Janeiro RJ - 2º Arte Agora: visão da terra, no MAM/RJ1978 - Belo Horizonte MG - Artistas Brasileiros, na Fundação Clóvis Salgado. Palácio das Artes1978 - Cidade do México (México) - 1ª Bienal Ibero-Americana de Pintura1978 - Corumbá MS - Artistas de Mato Grosso do Sul1978 - São Paulo SP - 1º Bienal Latino-Americana de São Paulo, na Fundação Bienal1979 - Belo Horizonte MG - 11º Salão Nacional de Arte Contemporânea de Belo Horizonte1979 - Curitiba PR - 36º Salão Paranaense, no Teatro Guaíra1980 - Belo Horizonte MG - 1º Salão de Montes Claros1980 - Cuiabá MT - Mostra Comemorativa 10 Anos da Universidade Federal de Mato Grosso, no Museu de Arte e de Cultura Popular1981 - Brasília DF - 5ª Exposição de Belas Artes Brasil-Japão1981 - Brasília DF - Brasil/Cuiabá: Pintura Cabocla, na Fundação Cultural do Distrito Federal1981 - Goiânia GO - 1º Salão Regional de Artes da Prefeitura Municipal de Goiânia1981 - Kyoto (Japão) - 5ª Exposição de Belas Artes Brasil-Japão1981 - Nekai (Japão) - 5ª Exposição de Belas Artes Brasil-Japão1981 - Rio de Janeiro RJ - 4º Salão Nacional de Artes Plásticas, no MAM/RJ1981 - Rio de Janeiro RJ - 5ª Exposição de Belas Artes Brasil-Japão1981 - Rio de Janeiro RJ - Brasil-Cuiabá: pintura cabocla, no MAM/RJ1981 - Rio de Janeiro RJ - Pablo, Pablo!: uma interpretação brasileira de Guernica, na Funarte1981 - São Paulo SP - 5ª Exposição de Belas Artes Brasil-Japão1981 - São Paulo SP - Brasil-Cuiabá: pintura cabocla, no MAM/SP1981 - Tóquio (Japão) - 5ª Exposição de Belas Artes Brasil-Japão1982 - Cuiabá MT - 4 Artistas de Mato Grosso1982 - Recife PE - 1ª Exposição de Arte Latina, na Galeria Lula Cardoso Ayres1982 - Rio de Janeiro RJ - Entre a Mancha e a Figura, no MAM/RJ1983 - Belo Horizonte MG - Brasil Pintura, na Fundação Clóvis Salgado. Palácio das Artes1983 - Campo Grande MS - Mostra Inaugural do Centro de Cultura Referencial de Mato Grosso do Sul, no Centro de Cultura Referencial de Mato Grosso do Sul1983 - Rio de Janeiro RJ - 30 Anos de Arte no Brasil, no Espaço Petrobras1983 - São Paulo SP - 14º Panorama de Arte Atual Brasileira, no MAM/SP1984 - Fortaleza CE - 17º Salão Nacional de Artes Plásticas1984 - Havana (Cuba) - 1ª Bienal de Havana, no Museo Nacional de Bellas Artes1984 - Rio de Janeiro RJ - 27 Paisagens Brasileiras, na Funarte. Centro de Artes1984 - Rio de Janeiro RJ - 7º Salão Nacional de Artes Plásticas, no MAM/RJ1984 - Rio de Janeiro RJ - Pintura Brasileira Atuante, no Espaço Petrobras1984 - São Paulo SP - Tradição e Ruptura: síntese de arte e cultura brasileiras, na Fundação Bienal1986 - Rio de Janeiro RJ - Ecologia-Tradição e Atualidade, no Espaço Petrobras1987 - Campo Grande MS - Retrospectiva 20 Anos de Bovinocultura, na Fundação de Cultura de Mato Grosso do Sul1987 - São Paulo SP - O Ofício da Arte: pintura, no Sesc1988 - Posadas (Argentina) - Arte de Mato Grosso do Sul1988 - São Paulo SP - Referências Pantaneiras na Pintura de Mato Grosso e de Mato Grosso do Sul, no Paço das Artes1989 - Cuenca (Equador) - 2ª Bienal Internacional de Cuenca1989 - Havana (Cuba) - 3ª Bienal de Havana1989 - Juiz de Fora MG - Cada Cabeça Uma Sentença, no Museu Mariano Procópio1989 - Porto Alegre RS - Pinturas de Mato Grosso do Sul, no Museu da Caixa Econômica Federal1990 - Caracas (Venezuela) - Pintura Contemporânea de Brasil, na Casa Rómulo Gallegos1991 - Curitiba PR - 48º Salão Paranaense, no MAC/PR1991 - São Paulo SP - O Que Faz Você Agora Geração 60?: jovem arte contemporânea dos anos 60 revisitada, no MAC/USP1992 - Campinas SP - Premiados nos Salões de Arte Contemporânea de Campinas, no MACC1992 - Rio de Janeiro RJ - Eco Art, no MAM/RJ1992 - Santo André SP - 20º Salão de Arte Contemporânea de Santo André, no Paço Municipal1993 - São Paulo SP - 23º Panorama de Arte Atual Brasileira, no MAM/SP1994 - São Paulo SP - Bienal Brasil Século XX, na Fundação Bienal1995 - Rio de Janeiro RJ - Salão em Preto e Branco, no MNBA1996 - Campo Grande MS - Expobrasil 96, na Galeria Art-Con1996 - Santiago (Chile) - Viva Brasil, no Museo de Arte Contemporáneo1996 - São Paulo SP - Arte Brasileira: 50 anos de história no acervo MAC/USP: 1920-1970, no MAC/USP1997 - Cochabamba (Bolívia) - 6 Artistas Brasileiros: dimensões do ser e do tempo1997 - La Paz (Bolívia) - 6 Artistas Brasileiros: dimensões do ser e do tempo1997 - Quito (Equador) - 6 Artistas Brasileiros: dimensões do ser e do tempo1997 - São Paulo SP - Dimensões da arte Contemporânea, no MAC/USP2003 - Rio de Janeiro RJ - Projeto Brazilianart, na Almacén Galeria de Arte2003 - São Paulo SP - A Arte Atrás da Arte: onde ficam e como viajam as obras de arte, no MAM/SPFonte: Itaú Cultural</title>
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