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      <title>Pedagogia da Esperança by Moema Moura</title>
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      <description>Em.comemoracao ao centenário de Paulo Freire em 2021</description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2020-10-28 18:20:16 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>moemamoura</author>
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         <description><![CDATA[<div>Defendido por uns e odiado por outros</div>]]></description>
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         <pubDate>2020-10-29 22:32:08 UTC</pubDate>
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         <title>Última </title>
         <author>moemamoura</author>
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         <description><![CDATA[<div>Entrevista</div>]]></description>
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         <pubDate>2020-10-30 00:32:57 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>moemamoura</author>
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         <description><![CDATA[<div>"Eu gostaria de ser lembrado como um sujeito que amou profundamente o mundo, as pessoas, os bichos, as águas , a vida."<br>1921_1997</div>]]></description>
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         <pubDate>2020-11-04 00:40:26 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>moemamoura</author>
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         <pubDate>2020-11-04 00:43:05 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>moemamoura</author>
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         <description><![CDATA[]]></description>
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         <title></title>
         <author>moemamoura</author>
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         <description><![CDATA[https://youtu.be/j98dWRx-8SE]]></description>
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         <pubDate>2020-11-09 16:33:24 UTC</pubDate>
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         <title>Recortes da fala de Professora Dra Maria Eliete Santiago. </title>
         <author>moemamoura</author>
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         <description><![CDATA[<div>SEMAPE UFSJ 2020<br>"Paulo Freire formulou um.pensamento crítico e vivenciou uma prática engajada. Sujeito da PRÁXIS. Convepção e ação.<br>Educação Problematizadora( supera educação bancária). Hegemônica.<br>Oferece conteúdo aonpatrimônio espiritual e cultural da humanidade.<br>O pensamento Freireano se insere na Educação crítica (penaamento pedagógico)<br>O seu pensamento subsidia práticas pedagógicas em.campps do conhecimento que tornem o ser humano um sijeito crítico, criativo e dialógico e portanto nos ajuda a olhar, pensara Escola contextualizando-a. Pedagogia crítica.O pensamwnto de Freire considera a capacidade prática do ser humano de pensarce agir. De criar ecrecriar situações seja qual for sua situação de classe, etnia, gênero,faixa etária,território . Para ele é a capacidade do sujeito não faz diferença conforme suas condições dadas( classe, etnia, cor...)<br>Todos carregam.a possibilidade de ser e de ser mais!<br>Paulo Freire sujeito da diversidade.<br>Pensamento inclusivo!<br>Orienta suas práticas no horizonte da justiça social e humanização!..."<br><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2020-11-09 16:54:59 UTC</pubDate>
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         <title>Live : A pedagogia da esperança de Paulo Freire</title>
         <author>moemamoura</author>
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         <description><![CDATA[<div>13 de junho</div>]]></description>
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         <pubDate>2020-12-02 18:43:31 UTC</pubDate>
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         <title>Livro</title>
         <author>moemamoura</author>
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         <description><![CDATA[<div>Pedagogia da Esperança<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2020-12-02 19:36:45 UTC</pubDate>
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         <title>Esperançar</title>
         <author>moemamoura</author>
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         <pubDate>2020-12-02 19:50:49 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>“[...] a existência humana e a necessária luta para fazê-la melhor, sem esperança e sem sonho. A esperança é necessidade ontológica; a desesperança, esperança que, perdendo o endereço, se torna distorção da necessidade ontológica” (FREIRE, 1992, p.5)</title>
         <author>ribeiroelisiane0404</author>
         <link>https://padlet.com/moemamoura/1ilcieuhskka6ji1/wish/990313879</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2020-12-05 16:36:32 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>&quot;A Pedagogia da Esperança: Um reencontro com a Pedagogia do Oprimido é um livro assim, escrito com raiva, com amor, sem o que não há esperança. Uma defesa da tolerância, que não se confunde com a conivência, da radicalidade; uma crítica ao sectarismo, uma compreensão da pós-modernidade progressista e uma recusa à conservadora, neoliberal&quot; (FREIRE, 1992, p.6).</title>
         <author>ribeiroelisiane0404</author>
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         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2020-12-05 16:40:19 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>&quot;- Agora, veja, doutor, a diferença. O senhor chega em casa cansado. A cabeça até que pode doer no trabalho que o senhor faz. Pensar, escrever, ler, falar esses tipos de fala que o senhor fez agora. Isso tudo cansa também. Mas – continuou– uma coisa é chegar em casa, mesmo cansado, e encontrar as crianças tomadas banho, vestidinhas, limpas, bem comidas, sem fome, e a outra é encontrar os meninos sujos, com fome, gritando, fazendo barulho. E a gente tendo que acordar às quatro da manhã do outro dia pra começar tudo de novo, na dor, na tristeza, na falta de esperança. Se a gente bate nos filhos e até sai dos limites não é porque a gente não ame eles não. É porque a dureza da vida não deixa muito pra escolher&quot; (FREIRE, 1992, p.13-14)</title>
         <author>ribeiroelisiane0404</author>
         <link>https://padlet.com/moemamoura/1ilcieuhskka6ji1/wish/990321768</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2020-12-05 16:42:54 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>&quot;Em minhas andanças e visitas aos diferentes centros que mantinham em áreas de Nova York, pude comprovar, re-vendo, comportamentos que expressavam as “manhas” necessárias dos oprimidos. Vi e ouvi coisas em Nova York que eram &quot;traduções&quot; não apenas lingüísticas, naturalmente, mas sobretudo emocionais de muito do que ouvira no Brasil e mais recentemente estava ouvindo no Chile. A razão de ser do comportamento era a mesma, mas a forma, o que chamo de &quot;roupagem&quot;, e o conteúdo eram outros&quot; (FREIRE, 1992, p. 28)</title>
         <author>ribeiroelisiane0404</author>
         <link>https://padlet.com/moemamoura/1ilcieuhskka6ji1/wish/990324138</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2020-12-05 16:44:51 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>&quot;É neste sentido que volto a insistir na necessidade imperiosa que tem o educador ou educadora progressista de se familiarizar com a sintaxe, com a semântica grupos populares, de entender como fazem eles sua leitura do mundo, de perceber suas “manhas” indispensáveis à cultura de resistência que se vai constituindo e sem a qual não podem defender-se da violência a que estão submetidos&quot; (FREIRE, 1992, p. 55)</title>
         <author>ribeiroelisiane0404</author>
         <link>https://padlet.com/moemamoura/1ilcieuhskka6ji1/wish/990327437</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2020-12-05 16:47:22 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>A repercussão do livro pedagogia da esperança no Brasil !</title>
         <author>marco21delia</author>
         <link>https://padlet.com/moemamoura/1ilcieuhskka6ji1/wish/993925346</link>
         <description><![CDATA[<div>Reportagem em revista especializada, no ano de lançamento do livro Pedagogia da Esperança no Brasil.</div>]]></description>
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         <pubDate>2020-12-07 13:40:48 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>A repercussão do livro pedagogia da esperança pelo mundo !</title>
         <author>marco21delia</author>
         <link>https://padlet.com/moemamoura/1ilcieuhskka6ji1/wish/993964451</link>
         <description><![CDATA[<div>Reportagem em Jornal Argentino sobre a ida de Freire ao país  logo após o lançamento do Livro Pedagogia da Esperança. </div>]]></description>
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         <pubDate>2020-12-07 13:50:41 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Paulo Freire: &quot;Nós podemos reinventar o mundo&quot;</title>
         <author>deboracasual</author>
         <link>https://padlet.com/moemamoura/1ilcieuhskka6ji1/wish/996399429</link>
         <description><![CDATA[<div>Em entrevista exclusiva, realizada em 1993, o maior educador brasileiro fala sobre a importância da esperança para as transformações e conta o que faria se estivesse em sala de aula.<br>A entrevista foi uma aula de vida, em que Paulo Freire coloca sua aguda inteligência para refletir sobre sua experiência como secretário da Educação, sobre os rumos do ensino público, sobre liberdade, sobre democracia,<strong><em><mark> e sobretudo falar de sua esperança, que ele retrata no livro Pedagogia da Esperança </mark></em></strong><strong><mark>- Um Reencontro cem a Pedagogia do Oprimido</mark></strong> (Paz e Terra). A esperança de que é possível acabar com a opressão, com a miséria, com a intolerância e transformar o mundo num lugar mais gostoso e mais justo para se viver. "A esperança faz parte de mim como o ar que respiro". define.<br>Disponível em: https://novaescola.org.br/conteudo/4937/arquivo-paulo-freire-nos-podemos-reinventar-o-mundo</div>]]></description>
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         <pubDate>2020-12-07 23:45:12 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>–  Paulo Freire adere ao SULear</title>
         <author>deboracasual</author>
         <link>https://padlet.com/moemamoura/1ilcieuhskka6ji1/wish/996417438</link>
         <description><![CDATA[<div> Em 1992 na página 15 do livro “Pedagogia da Esperança” que propõe “Um reencontro com a pedagogia do oprimido” , Paulo Freire – numa de suas atividades pedagógicas – inova se opondo ao uso do verbo nortear que mesmo no Hemisfério Sul, é comumente usado como sinônimo de orientar, espacial e espiritualmente. Nisto, muitas vezes constatamos frases do tipo: “Você precisa encontrar um norte!”. No entanto, o que precisamos é nos identificarmos com o sul de nosso contexto habitual e vivencial.<br><br></div><div>Em sua humildade competente de educador, ao procurar entender seus alunos-interlocutores a partir do lugar de fala deles, Freire faz autocrítica ao fato de nem sempre se transportar para o referencial de pensamento-ação dos alunos durante o diálogo.<br><br></div><div>“Por outro lado, apesar de alguns anos de experiência como educador, com trabalhadores urbanos e rurais, eu ainda quase sempre partia de meu mundo, sem mais explicação, como se ele devesse ser o “sul” que os orientasse. Era como se minha palavra, meu tema, minha leitura do mundo, em si mesmas, tivessem o poder de ‘suleá-los’” (nota 15)<br><br></div><div>Naquela época estávamos mantendo vários diálogos sobre a oposição nortear/sulear e esse interesse de Paulo e Nita Freire gerou a cuidadosa nota 15 que Nita elaborou muito bem e com seu carinho a partir de nossas conversas. A nota está na página 218 do livro: ’15. “Suleá-los” ‘.<br><br></div><div>Não me lembro exatamente quando procurei cunhar esse termo e teorizar sobre ele, mas não foi muito antes dos anos 90 quando a convite de Tereza Scheiner (Diretora do PPG-PMUS), publiquei dois pequenos textos com minhas primeiras reflexões sobre SULear (Campos 1991).<br><br></div><div>Muito me honrou a referência que Paulo Freire fez a mim sobre o termo SULear. Por isso preparei um extrato das páginas do livro Pedagogia da Esperança nas quais o termo SULear é usado: <em>Paulo Freire adere ao SULear (extratos)</em> (Campos 2017). É claro que esta colheita me reavivou o orgulho destas amizades ao reler a dedicatória de Paulo e Nita incluída neste precioso balaio de memórias.<br><br></div><div>Cabe notar que a importância do educador Paulo Freire tem levado alguns estudiosos a atribuírem a ele a criação do termo/verbo sulear. No entanto, o que ele fez com a sua sabedoria foi valorizá-lo, tornando-o mais rico e difundido.<br><br></div><div>               Obrigado Paulo Freire, obrigado Nita Freire.<br><br></div><div>               Rio de Janeiro, 19 de fevereiro de 2017<br><br></div><div>               Marcio D’Olne Campos<br><br></div><div>Campos, M. D.. <a href="https://sulear.com.br/beta3/wp-content/uploads/2017/03/CAMPOS-M-D-A-Arte-de-Sulear-1-1991A.pdf"><em>A arte de sulear-se I,</em></a><em> </em><a href="https://sulear.com.br/beta3/wp-content/uploads/2017/03/CAMPOS-M-D-A-Arte-de-Sulear-2-Ativs-1991.pdf"><em>A arte de sulear-se II</em></a>. <em>In</em>: Scheiner, Teresa Cristina (Coord.). <strong>Interação museu-comunidade pela educação ambiental</strong>. Rio de Janeiro: UNIRIO/TACNET, 1991. p. 56-91.<a href="https://sulear.com.br/beta3/referencias/#ref_paulo01"> (Referência)<br></a><br></div><div>Freire, P. Pedagogia da esperança: um reencontro com a Pedagogia do oprimido. São Paulo, SP, Paz e Terra.1992.<a href="https://sulear.com.br/beta3/referencias/#ref_paulo02"> (Referencia)<br></a><br></div><div>Campos M. D. <a href="http://www.sulear.com.br/textos/p_freire_sulear.pdf"><em>Paulo Freire adere ao SULear </em>(mimeo – extratos de FREIRE, Pedagogia da Esperança, 1992), Rio de Janeiro, 2017<br></a>Disponível em: https://sulear.com.br/beta3/curtas/<br><br></div><div> <br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2020-12-07 23:56:58 UTC</pubDate>
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         <title>CANÇÃO DA TERRA - Grito pela Esperança</title>
         <author>marwinsalomao</author>
         <link>https://padlet.com/moemamoura/1ilcieuhskka6ji1/wish/1000861955</link>
         <description><![CDATA[<div>O Teatro Mágico - Canção da Terra<br><br>"Tudo aconteceu num certo dia<br>Hora de ave maria o universo vi gerar<br>No princípio o verbo se fez fogo<br>Nem atlas tinha o globo<br>Mas tinha nome o lugar<br>Era terra, terra<br><br>E fez, o criador, a natureza<br>Fez os campos e florestas<br>Fez os bichos, fez o mar<br>Fez por fim, então, a rebeldia<br>Que nos dá a garantia<br>Que nos leva a lutar<br>Pela terra, terra<br><br>Madre terra nossa esperança<br>Onde a vida dá seus frutos<br>O teu filho vem cantar<br>Ser e ter o sonho por inteiro<br>Ser sem-terra, ser guerreiro<br>Com a missão de semear<br>À terra, terra<br><br>Mas apesar de tudo isso<br>O latifúndio é feito um inço<br>Que precisa acabar<br>Romper as cercas da ignorância<br>Que produz a intolerância<br>Terra é de quem plantar<br>À terra, terra<br><br>Em um ciclo dialógico entre a canção e Freire, me ponho a interpretá-la "Freireanamente".<br><br>Em suas estrofes interpretadas por Fernando Anitelli e a trupe de O Teatro Mágico, podemos perceber características do universo Freire, de maneira muito simples, mas, preciso, incisivo e verdadeiro. Atentar-me ei à terceira estrofe, que já inicia dando à Terra a característica de "mae" (Madre) e "esperança".<br><br>A maé é geradora, aquela que gera e dá a vida, alimenta, protege, educa e ama. A mãe que nos direciona também como cuidar dela e é nisso que também se baseia a Esperança: "Onde a vida dá seus frutos"!<br>Um desses frutos, é aprendermos a ser e a ser gente.<br>"Acho que uma das melhores coisas que podemos experimentar na vida, homem ou mulher, é a boniteza em nossas relações mesmo que, de vez em quando, salpicadas de descompassos que simplesmente comprovam a nossa 'gentetude'". (Freire, 1992, p.33)<br>Ser gente é ser construção, é contruir-se e construir o próximo em mim também. "Ser e ter o sonho por inteiro, ser sem terra, ser guerreiro com a missão de semear a terra". Semear a terra nao significa somente plantar uma semente, mas também semear a vida, jardiná-la de gente, de calor e frutos humanos que se cuidam e cuidam dessa enorme casa-Mãe que é a terra. SER, não é estar. o Ser é essência, o estar é um modo de colocar-se em algo ou lugar estável, que pode ser mudado. Ser gente é ser e estar no mundo! <br>"(...) Há outras leituras de mundo, diferentes da sua e às vezes antagônicas a ela". (Freire, 1992, p. 58) Isso é de importante cunho à nós, futuros-atuais Educadoras e Educadores. Através da linguagem, eu: digo, não digo e digo mais! O outro também! Daí que surge a importância do diálogo, da busca de entendimento de si e do outro através das palavras.<br>Termino minha presença neste dizendo que nós temos essa missão de semear da canção no verbo "Esperançar": levantar, ir atrás, construir e ser no mundo. E que esse refrão, de uma palavra só, nos ajude a sermos melhores sempre: "Terra, Terra!"<br><br>Com amor, <br>Marcos Vinícius S. Santos<br><br>Referência<br>Freire, P. Pedagogia da esperança: um reencontro com a Pedagogia do oprimido. São Paulo, SP, Paz e Terra.1992.<a href="https://sulear.com.br/beta3/referencias/#ref_paulo02"> </a><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2020-12-09 03:40:38 UTC</pubDate>
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         <title>A ESTÉTICA DA PEDAGOGIA DA ESPERANÇA: CONTRIBUIÇÕES ÀFORMAÇÃO DE PROFESSORES Margaréte May Berkenbrock-Rosito</title>
         <author>valvalcastro</author>
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         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2020-12-09 15:23:05 UTC</pubDate>
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         <title>Paulo Freire: &quot;Nós podemos reinventar o mundo&quot;</title>
         <author>valvalcastro</author>
         <link>https://padlet.com/moemamoura/1ilcieuhskka6ji1/wish/1206619368</link>
         <description><![CDATA[<div>Em entrevista exclusiva, realizada em 1993, o maior educador brasileiro fala sobre a importância da esperança para as transformações e conta o que faria se estivesse em sala de aula.<br>A entrevista foi uma aula de vida, em que Paulo Freire coloca sua aguda inteligência para refletir sobre sua experiência como secretário da Educação, sobre os rumos do ensino público, sobre liberdade, sobre democracia,<strong><em><mark> e sobretudo falar de sua esperança, que ele retrata no livro Pedagogia da Esperança </mark></em></strong><strong><mark>- Um Reencontro cem a Pedagogia do Oprimido</mark></strong> (Paz e Terra). A esperança de que é possível acabar com a opressão, com a miséria, com a intolerância e transformar o mundo num lugar mais gostoso e mais justo para se viver. "A esperança faz parte de mim como o ar que respiro". define.<br>Disponível em: https://novaescola.org.br/conteudo/4937/arquivo-paulo-freire-nos-podemos-reinventar-o-mundo</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-02-16 12:08:25 UTC</pubDate>
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