<?xml version="1.0"?>
<rss version="2.0">
   <channel>
      <title>Epistemologias feministas e o seu pluralismo  by Paula Vanessa</title>
      <link>https://padlet.com/paulavsoaressantos/1i9dvvulg6clyk6w</link>
      <description>Exposição desenvolvida para a disciplina de Teoria da História.</description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2022-02-09 20:06:05 UTC</pubDate>
      <lastBuildDate>2022-02-18 12:52:38 UTC</lastBuildDate>
      <webMaster>hello@padlet.com</webMaster>
      <image>
         <url>https://padlet.net/icons/png/2640.png</url>
      </image>
      <item>
         <title>APRESENTAÇÃO</title>
         <author>paulavsoaressantos</author>
         <link>https://padlet.com/paulavsoaressantos/1i9dvvulg6clyk6w/wish/2038803253</link>
         <description><![CDATA[<div>Sejam todes bem vindes a nossa exposição sobre Epistemologias Feministas. Nosso objetivo aqui é apresentar um pouco sobre as principais premissas da epistemologia e sua importância para a Teoria da História e a Ciência.&nbsp;<br>Ao final da exposição esperamos que você, visitante, possa conhecer alguns das autoras de destaque da área e valorizar seus trabalhos. &nbsp;</div>]]></description>
         <enclosure url="https://padlet-uploads.storage.googleapis.com/1544014263/aa4efb68186873ae5f861404a226b322/c703cd3a5e21808b809eb924d9a53424.jpg" />
         <pubDate>2022-02-09 20:06:35 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/paulavsoaressantos/1i9dvvulg6clyk6w/wish/2038803253</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Angela Davis</title>
         <author>paulavsoaressantos</author>
         <link>https://padlet.com/paulavsoaressantos/1i9dvvulg6clyk6w/wish/2038805375</link>
         <description><![CDATA[<div>Embora seja reconhecida mais por sua participação no movimento negro e militância comunista, a filósofa Angela Davis, autora dos livros “Mulheres, raça e classe”, “Liberdade é uma luta constante”, “Mulheres, cultura e política” e suas demais obras, popularizou e contribuiu para a epistemologia feminista ao ampliar o horizonte, evidenciando a figura da mulher negra ao longo da história, colocando em pauta a falta de protagonismo, espaço e voz tanto no campo científico quanto na sociedade.</div>]]></description>
         <enclosure url="https://padlet-uploads.storage.googleapis.com/1544014263/519214bdbdaa1e14f01931f5e214405d/angela_davis_partido_comunista.jpg" />
         <pubDate>2022-02-09 20:07:42 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/paulavsoaressantos/1i9dvvulg6clyk6w/wish/2038805375</guid>
      </item>
      <item>
         <title>bell hooks </title>
         <author>paulavsoaressantos</author>
         <link>https://padlet.com/paulavsoaressantos/1i9dvvulg6clyk6w/wish/2038806756</link>
         <description><![CDATA[<div>Teórica feminista bell hooks tem seu trabalho voltado para o feminismo negro, autora do livro “Não serei eu mulher?” é influenciada pela pedagogia crítica de Paulo Freire e tem uma perspectiva pós-moderna. Suas obras recaem sobre a interseccionalidade de raças, capitalismo e gênero e para aquilo que ela descreve como a capacidade destes de produzir e perpetuar sistemas de opressão e dominação de classe.<br><br>Como indicação de obras deixamos:</div><ul><li><em>Feminismo é para todo mundo</em></li><li><em>Teoria&nbsp;feminista: da margem ao centro</em></li></ul><div><br></div>]]></description>
         <enclosure url="https://padlet-uploads.storage.googleapis.com/1544014263/1c0744c1005c57efc401f6407caacb04/data79847511_152d42.jpg" />
         <pubDate>2022-02-09 20:08:31 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/paulavsoaressantos/1i9dvvulg6clyk6w/wish/2038806756</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Margareth Rago</title>
         <author>paulavsoaressantos</author>
         <link>https://padlet.com/paulavsoaressantos/1i9dvvulg6clyk6w/wish/2038807085</link>
         <description><![CDATA[<div>Historiadora e uma importante autora para as referências do estudo da epistemologia feminista no Brasil. Margareth Rago é uma estudiosa do filósofo Michel Foucault e especialista em História Social, que contribuiu fortemente para o desenvolvimento da história das mulheres no país com suas pesquisas e principalmente acerca do neoliberalismo e feminismo. E como o neoliberalismo tem afetado as perspectivas sociais, sobretudo, das mulheres ao desvalorizá-las num mercado onde o “ser seu próprio patrão” é o slogan de uma árdua luta acerca da igualdade no mercado de trabalho. Onde a noção de liberdade foi cuidadosamente calculada por um grupo que tende a cada dia mais, sucatear direitos há pouco conquistados pelas minorias.&nbsp; &nbsp; &nbsp;</div>]]></description>
         <enclosure url="https://padlet-uploads.storage.googleapis.com/1544014263/faf6098c28acc1549b49d2adbe3f42ff/20180810205300_cafe_acontece.jpg" />
         <pubDate>2022-02-09 20:08:45 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/paulavsoaressantos/1i9dvvulg6clyk6w/wish/2038807085</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Sandra Harding </title>
         <author>paulavsoaressantos</author>
         <link>https://padlet.com/paulavsoaressantos/1i9dvvulg6clyk6w/wish/2038808118</link>
         <description><![CDATA[<div>Nascida nos Estados Unidos na década de 1935, Sandra Harding é uma das principais referências para o estudo da Epistemologia Feminista. Tida como uma das categorizadora da teoria feminista <em>Standpoint </em>(teoria da perspectiva, ou teoria do Ponto de Vista, como é conhecida em português), Harding se destaca pela sua quantidade considerável de obras voltadas para o estudo da teoria feminista e pós-colonial, epistemologia e metodologia de pesquisa.<br><br>A teoria Standpoint, da qual Harding faz parte, surge da associação de hegelianos e marxistas ao conceito de ‘gênero’, utilizando-o como como categoria de análise do conhecimento&nbsp; a partir do qual deriva as primeiras especificações dessa teoria. Seu objetivo é:<br><br></div><blockquote>servir a uma percepção do mundo social que permita aos indivíduos compreender suas relações de opressão em seus diversos aspectos em vista de sua emancipação. (SATTLER, p.13)<br><br></blockquote><div>E para atingir esse proposito, ela faz:&nbsp;</div><blockquote>uso da perspectiva da opressão a seu próprio favor, identificando os espaços de confinamento e exclusão como pontos privilegiados a partir dos quais compreender e avaliar o opressor e o oprimido</blockquote>]]></description>
         <enclosure url="https://padlet-uploads.storage.googleapis.com/1544014263/ce72a4fab9ea72a5464d73b6975fad7a/k61lwds_download_medium.jpeg" />
         <pubDate>2022-02-09 20:09:19 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/paulavsoaressantos/1i9dvvulg6clyk6w/wish/2038808118</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Um breve panorama sobre a Epistemologia </title>
         <author>paulavsoaressantos</author>
         <link>https://padlet.com/paulavsoaressantos/1i9dvvulg6clyk6w/wish/2038825423</link>
         <description><![CDATA[<div>As Epistemogias Feministas são um campo de pesquisa de conhecimento científico muito marcado pela marginalização e exclusão diante da tradição de produção de conhecimento dominada por homens brancos.&nbsp;<br>Nesse sentido, tornar-se papel dessas epistemologias desafiar esse modelo clássico de produção por meio da revisão crítica de conceitos básicos pesquisa científica, tais como: "sujeito cognoscente", "objetividade", "universalização" e tantos outros. A partir dessa revisão é que se pretende demonstrar o caráter tendencioso desses conceitos, para que depois propor uma reconstrução a qual reconheça a parcialidade&nbsp; e&nbsp; a&nbsp; contextualidade&nbsp; dos nossos&nbsp; processos&nbsp; de&nbsp; conhecimento.<br>Mais que igualdade de gênero, as Epistemologias Feministas defendem para a necessidade de um politica de contraposição de interesse dominante, prezando pela diversidade das experiências dos sujeitos e um olhar mais dinâmico sobre suas questões raciais, étnicas e sociais .&nbsp;<br>Sendo assim, quando nos referimos a epistemologia feminista, adotamos o plural por entender que não é possível que uma só teoria abarque todas essas demandas.</div>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2022-02-09 20:18:09 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/paulavsoaressantos/1i9dvvulg6clyk6w/wish/2038825423</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Movimento feminista e Epistemologia Feminista qual a diferença?</title>
         <author>paulavsoaressantos</author>
         <link>https://padlet.com/paulavsoaressantos/1i9dvvulg6clyk6w/wish/2038826463</link>
         <description><![CDATA[<div>O feminismo, enquanto movimento social, se constitui como uma organização da sociedade civil a qual está comprometida com a luta pela conquista de direitos iguais para as mulheres, a destruição do patriarcado e o empoderamento feminino. Contudo, ele não se resume apenas a essas reivindicações reducionistas e para entender melhor essas demandas você pode assistir a palestra de Margareth Rago indicada logo acima.<br><br>Por outro lado, quando falamos de epistemologias feministas estamos nos referindo ao estudo crítico dos princípios&nbsp; e hipóteses da ciência, e da teoria do conhecimento, a partir do ponto de vista feminino o qual estabelece um contradiscurso diante do modelo tradicional de produção científica. </div><div><br></div><div><br><br></div>]]></description>
         <enclosure url="https://youtu.be/gh67t3a9Mjs" />
         <pubDate>2022-02-09 20:18:45 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/paulavsoaressantos/1i9dvvulg6clyk6w/wish/2038826463</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Sua importância para a escrita da história</title>
         <author>paulavsoaressantos</author>
         <link>https://padlet.com/paulavsoaressantos/1i9dvvulg6clyk6w/wish/2038827847</link>
         <description><![CDATA[<div>Tendo em vista tudo isso que foi posto no quadro anterior, cabe agora pensarmos o que essa epistemologia tem a oferecer de importante para a escrita da história.<br>A Epistemologia Feminista assume seu protagonismo, buscando entender e criticar, de uma maneira mais específica, as lacunas, abordagens precipitadas e preconceituosas tradicionalmente enraizadas na pesquisa ou historiografia, desde a fundação desta ciência, preocupando-se em como a questão do gênero influenciou no processo de formação do conhecimento principalmente científico, mas também da anulação das mulheres na consciência histórica, tão cara às humanas. E neste sentido, esta epistemologia aqui tratada, assim como todas as outras, são de máxima importância para função da&nbsp; Teoria da História. Sendo imprescindível para a produção teórica do conhecimento, ao direcionar nenhuma reprodução das exclusões de gênero, raça e classe.</div>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2022-02-09 20:19:37 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/paulavsoaressantos/1i9dvvulg6clyk6w/wish/2038827847</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Importância para a ciência</title>
         <author>paulavsoaressantos</author>
         <link>https://padlet.com/paulavsoaressantos/1i9dvvulg6clyk6w/wish/2038830031</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
         <enclosure url="https://www.youtube.com/watch?v=6s_mZ4paQjk" />
         <pubDate>2022-02-09 20:20:51 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/paulavsoaressantos/1i9dvvulg6clyk6w/wish/2038830031</guid>
      </item>
      <item>
         <title>REFERÊNCIAS </title>
         <author>paulavsoaressantos</author>
         <link>https://padlet.com/paulavsoaressantos/1i9dvvulg6clyk6w/wish/2038830463</link>
         <description><![CDATA[<div><br>ALVES, Branca Moreira &amp; PITANGUY, Jacqueline. O que é feminismo. São Paulo: Editora Brasiliense, 1991.<br><br>BORLAND, Elizabeth. Standpoint theory. [2018?]. Disponível em: standpoint theory | Definition, Approaches, &amp; Facts | Britannica. Acesso em: 26 jan. 2022.<br><br>CERRI, Luis Fernando. Um lugar na História para a Didática da História. História &amp; Ensino, Londrina, v. 23, n. 1, p. 11-30, jan./jun. 2017.<br><br>DA INSUBMISSÃO feminista na atualidade. [S.L]: Café Filosófico. 2016. Disponível em: https://youtu.be/gh67t3a9Mjs.<br>Acesso em: 26 jan. 2022.<br><br>EPISTEMOLOGIAS FEMINISTAS. [S.L]: UnBTV. 2020. Disponível em: https://www.youtube.com/watch?v=6s_mZ4paQjk. Acesso em: 26 jan 2022.<br><br>GONÇALVES, Gabriela. Léila Gonzalez: A mulher que revolucionou o movimento negro. 2019. Disponível em:&nbsp; https://www.palmares.gov.br/?p=53181. Acesso em: 17 fev 2022.<br><br>KETZER, Patricia. Como pensar uma Epistemologia Feminista? Surgimento, repercussões e problematizações. Argumentos: Revista de filosofia, Fortaleza, ano 9, n. 18, p. 95-106, 2017. Disponível em: http://www.repositorio.ufc.br/bitstream/riufc/32159/1/2017_art_pketzer.pdf.<br><br>KETZER, Patrícia. Epistemologia Feminista. Blogs de Ciências da Universidade Estadual de Campinas: Mulheres na Filosofia, [s. l.], v. 7, n. 2, p. 1-27, 2021. Disponível em: https://www.blogs.unicamp.br/mulheresnafilosofia/wp-content/uploads/sites/178/2021/10/Epistemologia-Feminista.docx-1.pdf. Acesso em: 29 nov. 2021.<br><br>RAGO, Margareth. Epistemologia Feminista, Gênero e História. [S. l.], p. 1-17, 1 dez. 2021. Disponível em: http://projcnpq.mpbnet.com.br/textos/epistemologia_feminista.pdf.<br><br>RAGO, Margareth. Neoliberalismo, feminismos e contracondutas – perspectivas foucaultianas. São Paulo, 2019.<br>RÜSEN, Jörn. Tarefa e função de uma teoria da história. In: Razão Histórica: teoria da história: os fundamentos da ciência histórica. Brasília: Editora Universidade de Brasília, 2001. Cap. 1, p. 25 – 45.<br><br>RÜSEN, Jörn. Didática: funções do saber histórico. In: História Viva – Teoria da História III: formas e funções do conhecimento histórico. Brasília: Editora Universidade de Brasília, 2007, p. 85-133<br><br>SATTLER, Janyne.&nbsp; <strong>Epistemologia Feminista</strong>.&nbsp; s/d. Disponível em &lt;https://ppgd.ufsc.br/ files/2019/05/Epistemologia-Feminista-texto-para-leitura-pr%C3%A9via.pdf&gt; Acesso em: 16 nov. 2021<br><br>WEHLING, Arno. Fundamentos e virtualidades da epistemologia da história: algumas questões. Estudos Históricos, v.05, n.10, 1992, p.14-169.<br><br></div>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2022-02-09 20:21:08 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/paulavsoaressantos/1i9dvvulg6clyk6w/wish/2038830463</guid>
      </item>
      <item>
         <title></title>
         <author>vitoriaelulu</author>
         <link>https://padlet.com/paulavsoaressantos/1i9dvvulg6clyk6w/wish/2049666408</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
         <enclosure url="https://www.youtube.com/watch?v=zItf_AO86jU" />
         <pubDate>2022-02-15 22:32:41 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/paulavsoaressantos/1i9dvvulg6clyk6w/wish/2049666408</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Léila Gonzalez</title>
         <author>paulavsoaressantos</author>
         <link>https://padlet.com/paulavsoaressantos/1i9dvvulg6clyk6w/wish/2051492024</link>
         <description><![CDATA[<div>Graduada em História e Geografia com mestrado em Comunicação e doutorado em Antropologia Política. Léila Gonzalez foi uma ativista e intelectual negra brasileira a qual se destacou por sua contribuição para impulsionamento das discussões problemáticas raciais no país e na América Latina, além de debater o papel da mulher negra na sociedade por meio das suas obras acadêmicas e militância. Também foi pioneira nas críticas ao feminismo hegemônico e nas reflexões sobre a resistência das mulheres negras e indígenas ao patriarcado.<br>No âmbito acadêmico uma das suas primeiras publicações foi o artigo "Mulher negra: um retrato". Já como ativista foi uma das fundadoras do <em>Movimento Negro Unificado contra Discriminação e o Racismo</em> (MNUCDR), atual <em>Movimento Negro Unificado</em> (MNU).</div>]]></description>
         <enclosure url="https://padlet-uploads.storage.googleapis.com/1544014263/90367c9483cceac0204ca8c6a263bb93/serie_banner_192.jpg" />
         <pubDate>2022-02-16 17:55:56 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/paulavsoaressantos/1i9dvvulg6clyk6w/wish/2051492024</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Sugestão de Música - Triste, Louca ou Má </title>
         <author>vitoriaelulu</author>
         <link>https://padlet.com/paulavsoaressantos/1i9dvvulg6clyk6w/wish/2051512496</link>
         <description><![CDATA[<div>https://youtu.be/lKmYTHgBNoE<br><br>"O homem não me define<br>Minha casa não me define&nbsp;<br>Eu sou meu próprio lar"<br><br><br>Este verso marcante da banda Francisco, el Hombre, dialoga bastante com a reivindicação das epistemologias feministas.  No sentido de que os homens nos definiram por muito tempo, agora é a hora de nós próprias nos definirmos.</div>]]></description>
         <enclosure url="https://youtu.be/lKmYTHgBNoE" />
         <pubDate>2022-02-16 18:03:48 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/paulavsoaressantos/1i9dvvulg6clyk6w/wish/2051512496</guid>
      </item>
      <item>
         <title>A contribuição das várias mulheres na ciência não é apenas justo para nós, assim como nos eliminar da ciência não é uma perda somente para nós. É uma perda para todo o conhecimento humano e para a democracia, toda tentativa hegemônica é politicamente opressora. (MAFFÍA, 2014)</title>
         <author>vitoriaelulu</author>
         <link>https://padlet.com/paulavsoaressantos/1i9dvvulg6clyk6w/wish/2054340897</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2022-02-18 01:02:00 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/paulavsoaressantos/1i9dvvulg6clyk6w/wish/2054340897</guid>
      </item>
   </channel>
</rss>
