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      <title>Matriz Cicatrizante  by Heidy Cristina</title>
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      <language>en-us</language>
      <pubDate>2025-05-02 23:15:11 UTC</pubDate>
      <lastBuildDate>2025-05-10 00:56:43 UTC</lastBuildDate>
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         <title></title>
         <author>heidyrodriguesb</author>
         <link>https://padlet.com/heidyrodriguesb/1i7yatdez9d2ivo7/wish/3434681287</link>
         <description><![CDATA[<p>Nome: Heidy Cristina Rodrigues Barreto (1230203871)</p><p>Camille Cardoso! Marques (123020630)</p><p>Antônio Rafael Ribeiro (1230119067)</p><p>Nosso trabalho fala sobre matriz cicatrizante e antes de começarmos a explicar sobre o tema vamos falar um pouco sobre o papel que o enfermeiro desempenha nesse processo.</p><p><br></p><p>O enfermeiro desempenha um papel crucial no tratamento e prevenção de feridas, desde a avaliação e tratamento até a educação e monitoramento do paciente. Eles são responsáveis por identificar fatores de risco, implementar medidas preventivas e garantir a cicatrização eficaz, minimizando complicações.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-05-02 23:29:39 UTC</pubDate>
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         <title>Conceito</title>
         <author>heidyrodriguesb</author>
         <link>https://padlet.com/heidyrodriguesb/1i7yatdez9d2ivo7/wish/3434682209</link>
         <description><![CDATA[<p><br></p><p>A matriz cicatricial, também chamada de matriz extracelular da ferida, é uma estrutura formada principalmente por proteínas que serve como base para a regeneração tecidual após uma lesão. Ela tem como principal função restaurar a integridade da pele ou de qualquer outro tecido lesionado, proporcionando suporte mecânico, organizando as células e regulando as respostas biológicas necessárias para a cicatrização.</p><p> </p>]]></description>
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         <pubDate>2025-05-02 23:32:48 UTC</pubDate>
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         <title>Descrição do material </title>
         <author>heidyrodriguesb</author>
         <link>https://padlet.com/heidyrodriguesb/1i7yatdez9d2ivo7/wish/3434685429</link>
         <description><![CDATA[<p>A matriz extracelular (MEC) é o principal componente estrutural da matriz cicatricial. Ela é formada por uma rede de macromoléculas que se localiza entre as células, preenchendo os espaços e promovendo suporte físico, bioquímico e funcional para os tecidos em regeneração.</p><p>Durante o processo de cicatrização, a composição da matriz muda dinamicamente para atender às necessidades de cada fase (inflamatória, proliferativa e de remodelação). Os principais componentes da MEC são:</p><p>COLÁGENO </p><p>Proteína estrutural mais abundante na matriz.</p><p>O colágeno tipo III é produzido inicialmente e tem papel na formação do tecido de granulação.</p><p>Com o tempo, é substituído pelo colágeno tipo I, mais resistente, predominante nas cicatrizes maduras.</p><p> FIBRONECTINA </p><p>Glicoproteína que atua na adesão celular, facilitando a migração de fibroblastos e outras células para o local da lesão.</p><p>Participa da formação inicial da matriz provisória, que orienta a regeneração tecidual.</p><p> GLICOSAMINOGLICANOS (GAGs) e PROTEOGLICANOS </p><p>Substâncias que retêm água, garantindo hidratação e volume ao tecido em cicatrização.</p><p>Ajudam na estabilidade da matriz e na regulação da atividade de proteínas sinalizadoras.</p><p>LAMININA </p><p>Glicoproteína presente na membrana basal das células epiteliais.</p><p>Facilita a migração e adesão das células epiteliais, essencial para o fechamento da ferida.</p><p> ÁCIDO HIALURÔNICO </p><p>Glicosaminoglicano que promove hidratação do tecido e migração celular.</p><p>Atua como uma “ponte” facilitando o recrutamento de células inflamatórias e fibroblastos para o local da lesão.</p><p><br></p>]]></description>
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         <pubDate>2025-05-02 23:44:51 UTC</pubDate>
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         <title>Classificação </title>
         <author>heidyrodriguesb</author>
         <link>https://padlet.com/heidyrodriguesb/1i7yatdez9d2ivo7/wish/3434687136</link>
         <description><![CDATA[<p>Curativo bioativo / matriz dérmica acelular</p><p> Utiliza componentes biológicos (como colágeno, glicosaminoglicanos ou derivados de matriz extracelular) que estimulam a migração celular, angiogênese e reorganização do tecido.</p><p>Curativo interativo: Interage diretamente com o leito da ferida, promovendo um ambiente ideal para cicatrização (úmido, livre de infecção e com estímulo à regeneração)</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-05-02 23:51:05 UTC</pubDate>
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         <title>Onde aplicar </title>
         <author>heidyrodriguesb</author>
         <link>https://padlet.com/heidyrodriguesb/1i7yatdez9d2ivo7/wish/3434688333</link>
         <description><![CDATA[<ol><li><p><strong>         Feridas crônicas</strong>:</p><ul><li><p>Úlceras venosas, arteriais ou mistas</p></li><li><p>Úlceras por pressão (escaras)</p></li><li><p>Úlceras diabéticas</p></li></ul><p><strong>       Feridas agudas complexas</strong>:</p><ul><li><p>Feridas cirúrgicas com deiscência</p></li><li><p>Áreas doadoras de enxerto ou pós-retirada de enxerto</p></li><li><p>Lacerações traumáticas extensas</p></li></ul><p><strong>       Queimaduras</strong>:</p><ul><li><p>Queimaduras de espessura parcial ou total (com acompanhamento médico)</p></li></ul><p><strong>Feridas com exposição de estruturas profundas</strong>:</p><ul><li><p>Tendões, ossos ou articulações, desde que não haja infecção ativa</p></li><li><p><strong>Feridas com perda de substância</strong>:</p></li><li><p>Cavitárias ou com necessidade de preenchimento</p></li></ul></li></ol><p><br/></p>]]></description>
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         <pubDate>2025-05-02 23:55:16 UTC</pubDate>
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         <title>Mecanismo de ação </title>
         <author>heidyrodriguesb</author>
         <link>https://padlet.com/heidyrodriguesb/1i7yatdez9d2ivo7/wish/3434689789</link>
         <description><![CDATA[<p>FASE DE CICATRIZAÇÃO </p><p>A cicatrização é um processo dinâmico, complexo e coordenado que envolve diversos tipos celulares, sinais químicos e remodelações teciduais. Ela se divide em três fases principais, que se sobrepõem no tempo, mas seguem uma sequência fisiológica lógica:</p><p>FASE INFLAMATÓRIA(de 0 a 4 dias)</p><p>Objetivo: Remover células danificadas, micro-organismos e corpos estranhos.</p><p>Principais células: Neutrófilos (inicialmente), depois macrófagos.</p><p>Eventos principais: </p><p>Vasodilatação e aumento da permeabilidade dos vasos.</p><p>Extravasamento de leucócitos para o local da lesão.</p><p>Liberação de citocinas e mediadores inflamatórios (ex: histamina, prostaglandinas, interleucinas).</p><p>Importância clínica: A presença de exsudato (líquido inflamatório) é comum, mas sinais como calor excessivo, dor intensa e pus indicam infecção.</p><p> FASE PROLIFERATIVA (de 4 a 21 dias, em média)</p><p>Objetivo: Formar novo tecido (tecido de granulação) e restaurar a cobertura epitelial.</p><p>Principais células: Fibroblastos, queratinócitos, células endoteliais.</p><p>Eventos principais: </p><p>Proliferação dos fibroblastos e síntese de colágeno tipo III.</p><p>Formação de novos vasos sanguíneos (angiogênese).</p><p>Epitelização: as células epiteliais migram e se multiplicam para fechar a ferida.</p><p><br></p>]]></description>
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         <pubDate>2025-05-03 00:00:45 UTC</pubDate>
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         <title> contraindicação </title>
         <author>heidyrodriguesb</author>
         <link>https://padlet.com/heidyrodriguesb/1i7yatdez9d2ivo7/wish/3434690530</link>
         <description><![CDATA[<p>Contraindicações (gerais):</p><ul><li><p>Infecção ativa não controlada</p></li><li><p>Necrose extensa sem desbridamento</p></li><li><p>Sensibilidade conhecida ao material do curativo</p></li></ul><p>O uso ideal deve ser <strong>avaliado por um profissional de saúde</strong>, pois é necessário considerar o leito da ferida, presença de infecção, exsudato, e o objetivo terapêutico (reparação tecidual, granulação, epitelização</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-05-03 00:03:49 UTC</pubDate>
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         <title>Período de troca</title>
         <author>heidyrodriguesb</author>
         <link>https://padlet.com/heidyrodriguesb/1i7yatdez9d2ivo7/wish/3434691362</link>
         <description><![CDATA[<p>Recomenda-se trocar a cada 2 a 4 dias na lesão;</p><p>O curativo pode permanecer na lesão por até 7 dias, dependendo do volume de exsudato e das condições clinicas da lesão.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-05-03 00:06:57 UTC</pubDate>
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         <title>Cuidados importantes </title>
         <author>heidyrodriguesb</author>
         <link>https://padlet.com/heidyrodriguesb/1i7yatdez9d2ivo7/wish/3434691577</link>
         <description><![CDATA[<ul><li><p><strong>Não utilizar em feridas infectadas ativamente</strong>, exceto sob orientação médica.</p></li><li><p><strong>Evitar aplicação sobre tecidos necróticos</strong> não desbridado.</p></li><li><p>Verificar sempre as <strong>instruções do fabricante</strong> (cada produto pode ter requisitos específicos).</p></li><li><p><strong>Registrar evolução</strong> para acompanhamento clínico e tomada de decisões</p></li></ul>]]></description>
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         <pubDate>2025-05-03 00:08:02 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title>Cuidados de enfermagem </title>
         <author>heidyrodriguesb</author>
         <link>https://padlet.com/heidyrodriguesb/1i7yatdez9d2ivo7/wish/3434692107</link>
         <description><![CDATA[<ol><li><p><strong> Avaliação da ferida</strong></p><ul><li><p>Verificar tipo, profundidade, exsudato, sinais de infecção e tecido viável.</p></li></ul></li><li><p><strong>Preparo do leito</strong></p><ul><li><p>Limpar com solução fisiológica e realizar desbridamento, se necessário.</p></li></ul></li><li><p><strong>Aplicação da matriz</strong></p><ul><li><p>Técnica estéril, boa adaptação ao leito, sem dobras ou enrugamentos.</p></li></ul></li><li><p><strong>Curativo secundário</strong></p><ul><li><p>Escolher conforme o exsudato; trocar a cada 3–7 dias ou se saturado.</p></li></ul></li><li><p><strong>Monitoramento</strong></p><ul><li><p>Observar sinais de infecção, rejeição da matriz e evolução da cicatrização.</p></li></ul></li><li><p><strong>Orientações ao paciente</strong></p><ul><li><p>Manter curativo seco, relatar sinais de complicações, seguir recomendações.</p></li></ul></li><li><p><strong>Documentação</strong></p><ul><li><p>Registrar dados da ferida, produto usado, condutas e evolução.</p></li></ul></li></ol><p><br/></p>]]></description>
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         <pubDate>2025-05-03 00:10:12 UTC</pubDate>
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         <title>Referências bibliográficas </title>
         <author>heidyrodriguesb</author>
         <link>https://padlet.com/heidyrodriguesb/1i7yatdez9d2ivo7/wish/3434693400</link>
         <description><![CDATA[<p>BRASIL. Ministério da Saúde. Cuidado com feridas: manual do profissional de saúde. Brasília: Ministério da Saúde, 2016. Disponível em: <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://bvsms.saude.gov.br/bvs/publicacoes/manual_cuidados_feridas_profissionais_saude.pdf">https://bvsms.saude.gov.br/bvs/publicacoes/manual_cuidados_feridas_profissionais_saude.pdf</a></p><p>FERREIRA, L. M. Cicatrização: conceito, fisiologia e tipos. Revista da Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica, São Paulo, v. 20, n. 3, p. 150-155, 2005. Disponível em: <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://www.scielo.br/j/rbcp/a/MxZ9nxzQK5PZgdVm9dXZ5tH/">https://www.scielo.br/j/rbcp/a/MxZ9nxzQK5PZgdVm9dXZ5tH/</a></p><p>FERREIRA, A. M.; NÓBREGA, M. M. L. Instrumentos de avaliação de feridas: revisão integrativa. Revista Eletrônica de Enfermagem, Goiânia, v. 19, p. 1-12, 2017. Disponível em: <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://revistas.ufg.br/fen/article/view/45565">https://revistas.ufg.br/fen/article/view/45565</a></p><p>PORTINHO, R. A. Cicatrização de feridas: fisiologia e intervenções da enfermagem. Enfermagem em Foco, Brasília, v. 9, n. 2, p. 47-50, 2018. Disponível em: <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://revista.cofen.gov.br/index.php/enfermagem/article/view/1739">https://revista.cofen.gov.br/index.php/enfermagem/article/view/1739</a></p><p>SILVA, M. J. et al. Cicatrização: fatores que interferem no processo. Revista Brasileira de Enfermagem, Brasília, v. 73, n. 1, p. 1-8, 2020. Disponível em: <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://www.scielo.br/j/reben/a/WqNpqvCwTBCWNcRt3kL3Mtx/">https://www.scielo.br/j/reben/a/WqNpqvCwTBCWNcRt3kL3Mtx/</a></p><p>SOBEST; SOBENDE. Consenso sobre coberturas e feridas. 2. ed. São Paulo: SOBEST, 2020. Disponível em: <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://sobest.org.br/biblioteca/">https://sobest.org.br/biblioteca/</a></p><p>VIEIRA, M. E. B. et al. Curativos inteligentes na cicatrização de feridas crônicas. Revista Enfermagem Atual In Derme, Goiânia, v. 95, p. 1-9</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-05-03 00:15:05 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Modo de uso</title>
         <author>heidyrodriguesb</author>
         <link>https://padlet.com/heidyrodriguesb/1i7yatdez9d2ivo7/wish/3435546211</link>
         <description><![CDATA[<p><strong>     Modo de uso </strong></p><p>          <strong>Avaliação da ferida</strong></p><ul><li><p>Verifique o <strong>tipo</strong>, <strong>profundidade</strong>, <strong>presença de infecção</strong>, <strong>exsudato</strong> e <strong>condições do leito da ferida</strong>.</p></li><li><p>O leito deve estar <strong>limpo e, preferencialmente, desbridado</strong> (sem necrose).</p></li></ul><p>      <strong>Higienização</strong></p><ul><li><p>Lave a ferida com <strong>solução salina 0,9%</strong> ou outro produto indicado.</p></li><li><p>Se necessário, <strong>realize desbridamento</strong> (cirúrgico, enzimático ou autolítico), para remover tecidos desvitalizados.</p></li></ul><p>     <strong>Preparação da matriz</strong></p><ul><li><p>Retire a matriz da embalagem estéril.</p></li><li><p>Alguns produtos precisam ser <strong>umedecidos com soro fisiológico</strong> antes da aplicação.</p></li><li><p>Outras versões são aplicadas secas ou já vêm prontas para uso.</p></li></ul><p>     <strong>Aplicação no leito da ferida</strong></p><ul><li><p>Coloque a matriz <strong>em contato direto com o leito da ferida</strong>, adaptando ao formato da lesão.</p></li><li><p>Em feridas profundas ou cavitárias, pode ser necessário <strong>preenchimento em camadas</strong>.</p></li><li><p>Certifique-se de que a matriz <strong>não fique enrugada ou dobrada</strong>, para manter contato uniforme com o leito.</p><p>  <strong>Cobertura secundária</strong></p></li><li><p>Cubra com um curativo secundário apropriado (ex: gaze não aderente, hidrocoloide, espuma, etc.), de acordo com o nível de exsudato.</p></li><li><p>Em alguns casos, recomenda-se uso de terapia por pressão negativa (TPN) para manter a matriz no lugar e otimizar o ambiente da ferida.</p></li></ul><p>    <strong>Troca do curativo</strong></p><ul><li><p>A frequência da troca varia de acordo com o tipo de matriz e a evolução da ferida.</p><ul><li><p>Algumas matrizes permanecem por <strong>7 a 14 dias</strong> ou até serem absorvidas/integradas ao tecido.</p></li><li><p>Outras podem precisar de trocas mais frequentes (2 a 3 vezes por semana).</p></li></ul></li><li><p>Avaliar sinais de <strong>infecção, deslocamento da matriz ou excesso de exsudato</strong>.</p></li></ul><p>     <strong>Reavaliação clínica</strong></p><ul><li><p>Acompanhar <strong>evolução da granulação, epitelização</strong> e possíveis sinais de rejeição ou infecção.</p></li><li><p>Pode ser necessário <strong>reaplicar a matriz</strong> após um período, conforme evolução.</p></li></ul><p>    <strong>Cuidados importantes:</strong></p><ul><li><p><strong>Não utilizar em feridas infectadas ativamente</strong>, exceto sob orientação médica.</p></li><li><p><strong>Evitar aplicação sobre tecidos necróticos</strong> não desbridado.</p></li><li><p>Verificar sempre as <strong>instruções do fabricante</strong> (cada produto pode ter requisitos específicos).</p></li><li><p><strong>Registrar evolução</strong> para acompanhamento clínico e tomada de decisões </p></li></ul>]]></description>
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         <pubDate>2025-05-04 16:31:46 UTC</pubDate>
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