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      <title>Regiões brasileiras - Van Gogh  by Camila Souza</title>
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      <description>Principais impactos ambientais </description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2022-06-07 13:25:39 UTC</pubDate>
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         <title>Goiás, GO, Mato Grosso, MT, Mato Grosso do Sul, MS</title>
         <author>luanadelucass2005</author>
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         <description><![CDATA[<div>Quais são os principais impactos ambientais:<br><br>Os principais impactos ambientais e os danos causados na região centro-oeste são a <strong>extinção de espécies vegetais e animais,</strong> além da <strong>redução das florestas com o advento do desmatamento</strong> e dos extrativismos e a poluição de água através da atividade da mineração implica em diversos problemas ambientais, como por exemplo a poluição das águas superficial e subterrânea, remoção do solo e da cobertura vegetal. Porém, esta atividade não é a principal vilã ambiental no centro-oeste.<br><br>A expansão da monocultura da soja e a pecuária extensiva removeram a vegetação nativa do cerrado em grande parte da região, constituindo o desmatamento e a destruição dos mananciais como os principais problemas ambientais desta região. <br><br>São derrubados milhares de hectares de florestas, que dão origem a imensos pastos e plantações de soja, alterando as não só a vegetação e a fauna, mas também o clima nesta região.<br><br>Links: <br><a href="https://mapbiomas.org/regiao-centro-oeste-diminui-alertas-mas-biomas-amazonia-e-pantanal-crescem-em-desmatamento#:~:text=%2D%20No%20Centro%2DOeste%2C%20foram,e%20o%20DF%20em%2083%25">https://mapbiomas.org/regiao-centro-oeste-diminui-alertas-mas-biomas-amazonia-e-pantanal-crescem-em-desmatamento#:~:text=%2D%20No%20Centro%2DOeste%2C%20foram,e%20o%20DF%20em%2083%25</a><br><br><a href="https://brasilescola.uol.com.br/brasil/desmatamento-cerrado.htm">https://brasilescola.uol.com.br/brasil/desmatamento-cerrado.htm</a><br><br><br><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2022-06-13 12:54:27 UTC</pubDate>
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         <title>São Paulo, SP</title>
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         <description><![CDATA[<div>Rio Tietê -<br>"a água é poluída através de esgotos sem tratamento, resíduos de produtos químicos descartados pela indústria e o ar que sofre alterações provenientes da emissão de gases de veículos com combustíveis fósseis (carros, ônibus e caminhões) e emitidos também por atividades industriais. "<br><br><br><a href="https://brasilescola.uol.com.br/brasil/regiao-sudeste-paisagens-intensamente-transformadas.htm">https://brasilescola.uol.com.br/brasil/regiao-sudeste-paisagens-intensamente-transformadas.htm</a><br><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2022-06-13 13:04:04 UTC</pubDate>
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         <title>Amazonas</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>As queimadas na Amazônia, o maior bioma brasileiro, acontecem há muito tempo, sendo de origem natural, indígena ou ocasionadas para abertura de grandes áreas para pastagens, lavouras e/ou garimpos no meio da selva.<br>Entre as principais causas do desmatamento da Amazônia, podem-se destacar a impunidade a crimes ambientais, retrocessos em políticas ambientais, atividade pecuária, projetos de extração de madeira, mineração, estímulo à grilagem de terras públicas e a retomada de grandes obras.<br>&nbsp;Algumas das principais causas da extinção de animais são: o desequilíbrio ambiental; a caça e pesca predatória; a poluição do solo, do ar e da água; alterações climáticas; tráfico de animais; e perda ou fragmentação dos habitats. Vale lembrar que a Floresta Amazônica, em especial, possui uma função ambiental muito importante.<br><br>Referências.<br>https://brasilescola.uol.com.br/brasil/desmatamento-da-amazonia.htm</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-06-13 13:05:24 UTC</pubDate>
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         <title>Minas Gerais</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>Brumadinho -<br>Existem dois motivos principais para uma barragem de rejeitos se romper. O primeiro acontece por conta de fenômenos da natureza como, terremotos, tsunamis e outros possíveis acontecimentos “catastróficos” que vão ocorrer na área da estrutura ou nas regiões próximas a ela e podem afetá-la.<br>O segundo motivo é a falha humana, ela pode acontecer desde o momento do local em que a barragem foi escolhida, ou seja, no momento de implantação da barragem e também no momento de operação da mesma, sendo essa&nbsp; a principal causa de rompimentos de barragens ao redor do mundo, incluindo o Brasil.<br><a href="https://www.google.com/amp/s/www.geoscan.com.br/blog/barragem-de-rejeito/amp/">https://www.google.com/amp/s/www.geoscan.com.br/blog/barragem-de-rejeito/amp/</a><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2022-06-13 13:06:19 UTC</pubDate>
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         <title>Espírito Santo</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>Espírito santo :<br><br>Ocorreu uma grave&nbsp; crise hídrica no local por consequência da falta de umidade do ar, que não causa o fenômeno conhecido como chuva deixando a terra com um aspecto de deserto, essa falta de umidade no ar ocorre pelo uso excessivo da água em lugares que não tem muitos reservatórios.<br><br>Fonte: alemdaenergia.com.br</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-06-13 13:12:35 UTC</pubDate>
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         <title>Rio Grande do Sul</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/camilasouzageo/1h5k16aynex8i4ph/wish/2219556568</link>
         <description><![CDATA[<div><mark>1. Desmatamento</mark><br><br>Desmatamento, mecanização e monocultivos: Com a introdução do processo de&nbsp;<br>modernização da agricultura no espaço gaúcho a partir dos anos 50-60, generalizaram-<br>se práticas como o monocultivo em grandes extensões, com largo uso de insumos&nbsp;<br>químicos e mecanização. Concomitantemente deu-se a chamada expansão da fronteira&nbsp;<br>agrícola do Estado, fato este que acentuou também as práticas de desmatamento<br><br>Mata atlântica&nbsp;<br>A maior parte do desmatamento periciado pelo IGP no Rio Grande do Sul ao longo do último ano ocorreu em áreas de Mata Atlântica, bioma mais ameaçado do país, reconhecido como Patrimônio Nacional e protegido por uma&nbsp;lei própria. É o caso dos dez municípios com as maiores áreas de desmatamento periciadas. O primeiro do ranking é Vacaria, onde a derrubada de 14,5 ha de mata gerou um prejuízo de 1,6 milhão, seguido por Liberato Salzano (11,1 ha e R$ 1.1 milhão) e Caseiros (10,9 ha e R$ 1.3 milhão).<br><br>Áreas significativas<br>Apesar de as áreas desmatadas serem pequenas se comparadas às grandes extensões derrubadas na Amazônia, tornam-se significativas em regiões onde a floresta nativa já foi quase toda suprimida.<br><br><br></div><div><br></div><div><mark>2. Rios e Poluição Industrial</mark><br><br> O RS possui três rios entre os dez mais poluídos do Brasil (rio Gravataí, rio do Sinos e rio Caí), o que contribui em muito para a perda de qualidade de abastecimento de água na Região Metropolitana, além do aumento dos fenômenos de florescimento de cianobactérias no rio-lago Guaíba.<br><br>Concentração Industrial e Urbana e Emissões Atmosféricas: O espaço urbano <br>brasileiro a partir de 1930, passou a se configurar sobre uma base populacional e de <br>infra-estrutura ligada à economia agroexportadora, sob a qual a indústria encontrou <br>suporte para se desenvolver, promovendo uma acentuada urbanização. O Rio Grande do <br>Sul, inserido neste contexto geral, a partir dos anos 70 apresentou um grau de <br>urbanização superior a 50%, atingindo em 1990, cerca de 76,5%. O avanço do processo <br>de industrialização do Estado, baseado na transformação de produtos da agropecuária e <br>na produção de bens intermediários principalmente para as indústrias do centro do país, <br>juntamente com a modernização da agricultura que provocou forte êxodo rural do <br>interior para as cidades, constituíram-se em elementos configuradores da acelerada <br>urbanização do Estado. Pode-se dizer que as regiões de Pelotas e Rio Grande, Região <br>Metropolitana de Porto Alegre e a Aglomeração Urbana de Caxias do Sul foram as que <br>mais se destacaram dentro deste processo. A Região Metropolitana de Porto Alegre, <br>principal pólo industrial, econômico, financeiro, político, administrativo e cultural do <br>estado, é receptora de fluxos migratórios do interior, concentrando hoje cerca de 32,1% <br>da população total do estado, em apenas 2,42% do seu território<br><br>A Região Metropolitana de Porto Alegre é responsável pela geração dos maiores <br>volumes de poluentes atmosféricos gerados por atividades industriais e emissões por <br>veículos automotores no Estado. Esta área é responsável pela emissão de cerca de 36% <br>do total gerado no Estado de monóxido de carbono, 43% de hidrocarbonetos, 30% de <br>óxidos de nitrogênio, 35% do dióxido de enxofre e 26% do material particulado. <br>Pelotas e Rio Grande, com suas indústrias químicas, de fertilizantes, couros e peles <br>também contribuem com elevados níveis de emissões<br><br><mark>3. Diminuição da Visualização Solar e aumento das chuvas</mark><br><br>O sol não vai brilhar no futuro do Rio Grande do Sul — ou quase isso. Pesquisadores já observaram que a duração do brilho solar vem diminuindo ao longo do tempo, sendo que, de 1950 a 2009, os gaúchos perderam 248 horas de sol no ano. No horizonte, há nuvens de chuva, literalmente: o estado registrou 10% de aumento da precipitação pluvial entre 1980 e 2009, comparado ao período de 1950 a 1979.<br>há mais nuvens a caminho: a partir de projeções feitas considerando um cenário intermediário de emissão de gases do efeito estufa, ele constatou que de 2011 a 2099, a região dos areais pode ver um incremento na ordem de 52,4 milímetros para os meses de janeiro, 72,8 milímetros para março e 52,2 milímetros para outubro. É a receita perfeita para favorecer a dinâmica de arenização natural<br>Para onde vai tanta água? Principalmente, para a conta dos desastres nem tão naturais. Karina Lima, doutoranda também do Centro Polar e Climático da UFRGS, concluiu que o estado teve cerca de R$11,436 bilhões de prejuízo entre 2011 e 2018 por causa dos eventos causados por tempestades e elevados índices pluviométricos. E a tendência, ela avisa, é piorar.<br><br>“Por mais que eventos extremos sempre tenham existido, o aquecimento global aumenta sua probabilidade de ocorrência”, explica Karina. “Alguns relatórios já observam mudanças nos padrões desses fenômenos severos ao redor do mundo, como a maior quantidade de eventos de chuvas intensas e secas em algumas regiões.”<br>É importante saber sobre o quinto e último relatório do Painel, de 2013, que: 1) há 95% de certeza que a ação humana está causando o aquecimento global, graças à queima de combustíveis fósseis, desmatamento e agropecuária, entre outras atividades industriais que emitem gases responsáveis pelo atual “efeito estufa”; 2) há modelos otimistas e pessimistas sobre o que nos espera, baseados nas taxas de emissão destes gases e medidas de mitigação, em um futuro próximo; 3) a temperatura média global pode registrar, até o final do século, um aumento entre menos de 2ºC (otimista) até mais de 4,8°C (pessimista).&nbsp;<br>https://www.ufrgs.br/sextante/mudanca-climatica-no-rio-grande-do-sul/</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-06-13 13:32:11 UTC</pubDate>
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