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      <title>Crónica de Costumes by </title>
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      <description>Explora, em equipa, cada episódio da crónica de costumes, seguindo os tópicos apresentados: leitura de excerto do capítulo correspondente ao episódio selecionado; redige a síntese do episódio; indica as personagens intervenientes; refere qual  ou quais são as críticas feitas à sociedade e diz se são atuais e, se sim, dá exemplos concretos das mesmas no séc. XXI</description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2025-03-19 19:22:15 UTC</pubDate>
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         <title>Grupo 5 - Sarau do Teatro da Trindade</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<p>Grupo: Lavínia, Larissa, Bruno, Diogo Marques, Leonardo, Gustavo e Fernando</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-03-21 10:50:08 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>a20230440</author>
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         <description><![CDATA[<p>GRUPO 3</p><p>Gonçalo Letra, Francisco Alves,Francisco Sousa, Bernardo Correia,Gonçalo Vieira e Diogo Nogueira </p><p>O jantar na casa dos Gouvarinhos</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-03-21 10:50:34 UTC</pubDate>
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         <title>Jantar no Hotel Central Capítulo VI</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<p>Leitura do excerto: Todos</p><p>O excerto que lemos pertence ao Capítulo VI de “OS MAIAS”, de Eça de Queirós, e descreve o jantar no hotel central onde várias personagens discutem sobre leitura, política, religião e costumes da época.</p><p><br/></p><p>Síntese do Episódio: Martim Mendes</p><p>Neste episódio, assistimos a um jantar entre membros da elite lisboeta. A conversa acontece entre personagens que expõem, com sarcasmo e exagero, as suas opiniões sobre a sociedade portuguesa. João da Ega destaca-se pelas críticas ferozes, apontando a decadência cultural e moral do país. Através do diálogo, Eça de Queirós constrói uma crítica à sociedade portuguesa da época, revelando os seus vícios e contradições.</p><p><br/></p><p>Personagens intervenientes: Martim Carmo</p><p>As personagens principais neste episódio são:</p><p>Carlos da Maia - Médico,</p><p>observador atento, mais moderado.</p><p>João da Ega - Crítico feroz da sociedade, defensor de ideias progressistas.</p><p>Tomás de Alencar - Poeta</p><p>romântico, representa o passado conservador.</p><p>Craft - Crítico do naturalismo, aliado de Ega.</p><p>Dâmaso - Figura superficial, símbolo da futilidade social.</p><p>Cohen - Personagem com visão prática e económica, satiriza os problemas financeiros de Portugal.</p><p><br/></p><p>Críticas feitas à sociedade: Diogo Almeida</p><p>O episódio apresenta várias críticas à sociedade portuguesa:</p><p>À literatura nacional, vista como antiquada e sem inovação.</p><p>﻿﻿À classe política e ao sistema económico, marcados por burocracia, dívidas e falta de progresso.</p><p>À futilidade e superficialidade das elites, que preferem manter aparências em vez de mostrar mudanças.</p><p>À dependência cultural e intelectual de modelos estrangeiros, sem pensamento próprio.</p><p><br/></p><p>Atualidade dessas críticas e exemplos do século XXI: Gonçalo Machado e Gabriel </p><p>As críticas de Eça de Queirós continuam surpreendentemente atuais:</p><p>A futilidade das elites vê-se hoje nas redes sociais, onde aparência vale mais que conhecimento.</p><p>A burocracia e lentidão do Estado continuam a ser problemas recorrentes.</p><p>A dependência económica mantém-se com a dívida pública e ajuda de fundos externos.</p><p>O desinteresse cívico e a</p><p>apatia política são visíveis, especialmente entre os jovens.</p><p>Exemplo concreto: a dificuldade em fazer marcações no SNS ou tratar de documentos no Estado reflete a crítica à "sociedade de secretariado".</p><p><br/></p><p>Todos- leitura</p><p>Martim mendes- síntese</p><p>Martim carmo- personagens</p><p>Diogo almeida- críticas feitas a sociedade</p><p>Gonçalo machado e gabriel- atualidade das críticas </p><p>Santiago- meter a informação no Padlet</p><p><br/></p>]]></description>
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         <pubDate>2025-03-21 10:51:28 UTC</pubDate>
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         <title>Feito pelos alunos da turma 11°J (curso profissional e técnico de desporto) da escola secundária arco-íris da Portela no âmbito da disciplina de Português: Tomás Gomes n°31; Yuri Kobylnyk n°32; Gonçalo Pereira n°14; Rodrigo Ferro n°27; Rodrigo Romão n°26.  Trabalho de grupo (grupo 2) sobre um episódio da crónica de Eça de Queirós. Cap. X - as corridas de cavalos</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/arasoli/1g222rlpy7nwgvxx/wish/3376621977</link>
         <description><![CDATA[<pre><code>Personagens</code></pre><p><br/></p><p>Carlos – Observador da cena, demonstra um olhar crítico e irônico sobre os acontecimentos.</p><p> </p><p>Vargas – Figura central do tumulto, acusa os envolvidos de corrupção e trapaça nas corridas.</p><p><br/></p><p>Mendonça – Outro personagem presente, aturdido com os acontecimentos.</p><p><br/></p><p>Marquês – Representante da aristocracia, chocado com a desordem.</p><p><br/></p><p>O rei – Surge na tribuna, símbolo da monarquia e da pompa do evento.</p><p><br/></p><p>Clifford, Craft e Taveira – Grupo que critica a sociedade portuguesa de forma sarcástica.</p><p><br/></p><pre><code>Síntese</code></pre><p><br/></p><p>O episódio ocorre durante uma corrida de cavalos em Lisboa, um evento que deveria representar sofisticação e civilidade, mas acaba se transformando em uma cena de desordem. No início, o ambiente é descrito de forma detalhada, ressaltando a divisão social e os contrastes entre os diferentes grupos presentes.</p><p>No momento decisivo, Vargas inicia uma confusão, acusando um jóquei de não ser digno de participar da corrida, o que gera uma reação violenta da multidão. A cena rapidamente degenera em tumulto, com gritos, agressões e uma perda completa de ordem. O marquês fica chocado com a confusão, enquanto Carlos, com seu olhar cínico, acha tudo pitoresco. O episódio termina de forma grotesca, mostrando que as corridas de cavalos, símbolo de uma cultura refinada, não conseguem esconder os impulsos descontrolados do povo.</p><p><br/></p><pre><code>Críticas feitas à sociedade </code></pre><p><br/></p><p>Eça de Queirós faz várias críticas à sociedade portuguesa da época:</p><p>1. A falta de civilidade - A</p><p>corrida de cavalos deveria ser um evento sofisticado, mas acaba sendo palco de violência e comportamento descontrolado, refletindo a falta de cultura e civilidade do povo.</p><p>2. Corrupção e desonestidade -</p><p>Vargas acusa os envolvidos de manipular a corrida, mostrando que até os eventos supostamente aristocráticos estão permeados de corrupção.</p><p>3. Hipocrisia da elite - A</p><p>aristocracia portuguesa se vê como superior, mas não tem um comportamento diferente do povo.</p><p>Eles fingem ser refinados, mas, no fundo, fazem parte da mesma sociedade desordeira.</p><p>4. Atraso cultural do país - O</p><p>trecho sugere que Portugal não está preparado para eventos sofisticados como as corridas, pois ainda valoriza mais festas populares e tradições rudimentares.</p><p><br/></p><pre><code>Atualidade das Críticas e Exemplos no Século XXI</code></pre><p><br/></p><p>Muitas dessas críticas ainda são atuais:</p><p>	1.	Desordem em eventos públicos – Ainda hoje, eventos esportivos e culturais frequentemente acabam em violência, como brigas em estádios de futebol. Por exemplo, conflitos entre torcidas organizadas no Brasil e em Portugal continuam sendo um problema.</p><p>	2.	Corrupção no esporte – A manipulação de resultados em eventos esportivos segue sendo uma realidade, como os escândalos de corrupção na FIFA e em apostas esportivas.</p><p>	3.	Hipocrisia social – Muitas elites ainda se apresentam como moralmente superiores, mas estão envolvidas em escândalos de corrupção, como o caso dos “Panama Papers”, onde grandes empresários e políticos foram pegos escondendo dinheiro em paraísos fiscais.</p><p>	4.	Falta de educação cívica – A crítica sobre a falta de civilidade se reflete em problemas como o desrespeito às regras básicas de convivência, seja no trânsito, na política ou no cotidiano.</p><p>Assim, Eça de Queirós continua atual, mostrando que certos problemas da sociedade portuguesa do século XIX ainda se refletem no mundo contemporâneo.</p><p><br/></p>]]></description>
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         <pubDate>2025-03-21 12:50:30 UTC</pubDate>
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