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      <title> Padlet Psicologia Social  by Bruna Bahia</title>
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      <pubDate>2021-11-23 23:09:24 UTC</pubDate>
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         <title>Psicologia Social Crítica </title>
         <author>brunabahia98</author>
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         <title>Micromachismos</title>
         <author>brunabahia98</author>
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         <title></title>
         <author>brunabahia98</author>
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         <title>Dostoiévski </title>
         <author>brunabahia98</author>
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         <description><![CDATA[<div>Crime e Castigo, O idiota e Memórias das casas dos mortos.<br><br><strong>Daniela Arbex</strong><br>Holocausto Brasileiro<br>Cova 312<br><br><strong>Silvio</strong> <strong>Almeida<br></strong>Racismo<strong> </strong>Estrutural<br><br><strong>Augusto Cury</strong><br>Holocausto nunca mais<br><br><strong>George Orwell<br></strong>1984<br>Revolução dos bichos<br><br><strong>Jessé Souza<br></strong>Classe média no espelho<br>A elite do atraso<br>A guerra contra o Brasil<br><br><strong>Henry Bugalho<br></strong>Minha especialidade é matar </div>]]></description>
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         <pubDate>2021-11-23 23:09:24 UTC</pubDate>
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         <title>Registro da Bruna Bahia Machado </title>
         <author>brunabahia98</author>
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         <description><![CDATA[<div>Bruna Bahia Machado<br><br></div><div>Texto Ignácio Martín-Baró: “O papel do Psicólogo”<br><br></div><div>·&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp;Para o psicólogo desenvolver seu papel, ele necessita examinar a situação histórica e as necessidades do país no qual trabalha. O paciente é influenciado pelo ambiente em que vive.&nbsp;</div><div>·&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp;No texto, é tratado mais sobre os povos centro-americanos (América Central).</div><div>·&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp;Três aspectos primordiais que caracterizam os povos centro-americanos: a injustiça estrutural, a luta revolucionária e estados nacionais como satélites dos Estados Unidos.&nbsp;</div><div>·&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp;A injustiça estrutural: a minoria dos países possui a maior parte da riqueza, desigualdade social e/ou desigualdade de bens. A maior parte do povo em condições de miséria enquanto a minoria desfruta de comodidade e luxo.&nbsp;</div><div>·&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp;A luta revolucionária: a economia dos países estagnou e regrediu por causa do gasto de dinheiros em esforço bélico para destruir o próprio povo. Isso causa a miséria estrutural&nbsp;</div><div>·&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp;Estados nacionais como satélites dos Estados Unidos: “Proteção dos países da América Central pelo Estados Unidos contra comunismo”. Segurança nacional.</div><div>·&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp;Antigamente a psicologia mudava o individuo para preservar a ordem social. Nas melhores hipóteses gerava a ilusão que se mudasse o indivíduo transformava a sociedade.&nbsp;</div><div>·&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp;O profissional deve o quefazer psicológico, que efeito objetivo a atividade psicológica produz em uma determinada sociedade.&nbsp;</div><div>·&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp;Na América Central, o psicólogo se concentra nas partes mais ricas o que faz esquecer de problemas sociais.&nbsp;</div><div>·&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp;O psicólogo deve trabalhar com a consciência. Está é influenciada tanto pela própria visão tanto pela social.&nbsp;</div><div>·&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp;As pessoas precisam assumir seu destino, superar a falsa consciência e atingir um saber crítico sobre si mesmo, sobre o mundo e sobre sua inserção no mundo.</div><div>·&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp;Processo de conscientização:&nbsp;</div><div>1.&nbsp; &nbsp; o ser humano transforma-se ao modificar sua realidade. Trata-se, por conseguinte, de um processo dialético, um processo ativo que, pedagogicamente, não pode acontecer através da imposição, mas somente através do diálogo.</div><div>2.&nbsp; &nbsp; mediante a gradual decodificação do seu mundo, a pessoa capta os mecanismos que a oprimem e desumanizam, com o que se derruba a consciência que mistifica essa situação como natural e se lhe abre o horizonte para novas possibilidades de ação. Esta consciência crítica ante a realidade circunpráxis que por sua vez, possibilita novas formas de consciência.&nbsp;</div><div>3.&nbsp; &nbsp; o novo saber da pessoa sobre sua realidade circundante a leva a um novo saber sobre si mesma e sobre sua identidade social. Assim, a recuperação de sua memória histórica oferece a base para uma determinação mais autônoma do seu futuro.</div><div>·&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp;A conscientização supõe uma mudança das pessoas no processo de mudar sua relação com o meio ambiente e, sobretudo, com os demais.</div><div>·&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp;O quefazer do psicólogo é buscar a desalienação das pessoas e grupos, que as ajude a chegar a um saber crítico sobre si próprias e sua realidade.&nbsp;</div><div>·&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp;O psicólogo centro-americano necessita mudar a forma que age, refletindo como profissional. Precisa ter a visão ampla da sociedade e não focar na minoria. Deve focar a atenção nas maiorias pobres e oprimidas em sua luta por constitui-se como povo novo em uma terra nova. O bem-estar da minoria não pode ser feito pelo mal estar da maioria. Não pode haver desumanização.&nbsp;<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-11-23 23:09:24 UTC</pubDate>
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         <title>Registro sobre a crise da psicologia social - Gabriella Ferreira de Oliveira</title>
         <author>brunabahia98</author>
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         <author>brunabahia98</author>
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         <author>brunabahia98</author>
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         <description><![CDATA[<div>Psicologia social&nbsp;<br><br></div><div>Marcelo Augusto Barroso Mourão<br><br></div><div>Quem sou: Nasci na cidade de Mariana MG. Estudante de psicologia na PUCMG, professor de Biologia, terminando graduação de História e pós em gestão escolar. Gosto muito de ler, culinária mineira, conhecer novas pessoas, ouvir heavy metal, torcedor do GALO.&nbsp;<br><br></div><div>É gostando muito da disciplina, ainda mais quando tem como grandes referências grandes pensadores e humanistas. Como Paulo Freire, Matín-Baró, Silva Lane e coloco também Chico Mendes. Que também foi uma grande voz para a luta conta a desigualdade e o retrocesso da humanidade.<br><br></div><div><br><br></div><div><strong>Paulo Freire&nbsp;<br></strong><br></div><div><br><br></div><div>ASLe - Academia Saltense de Letras</div><div>Impossível não citar o Paulo Freire na Psicologia Social, ainda mais quando estudamos Martin-Baró.&nbsp;<br><br></div><div>Mas quem foi Paulo Freire?&nbsp;<br><br></div><div>Paulo Freire (1921-1997) foi um educador brasileiro, criador do método inovador no ensino da alfabetização para adultos. Seu método foi levado para diversos países.</div><div>Paulo Freire nasceu no Recife, Pernambuco, no dia 19 de setembro de 1921.</div><div>Origem: primeiros anos de vida</div><div>Filho de Joaquim Temístocles Freire, capitão da Polícia Militar, e de Edeltrudes Neves Freire, Paulo morou na cidade do Recife até 1931.</div><div>Depois desse período foi viver no município vizinho de Jaboatão dos Guararapes, onde permaneceu durante dez anos.</div><div>Formação</div><div>Paulo Freire iniciou o curso ginasial no Colégio 14 de Julho, no centro do Recife. Com 13 anos perdeu o seu pai e coube a sua mãe a responsabilidade de sustentar todos os 4 filhos.</div><div>Sem condições de continuar pagando a escola, sua mãe pediu ajuda ao diretor de Colégio Oswaldo Cruz, que lhe concedeu matrícula gratuita, o transformou em auxiliar de disciplina, e posteriormente em professor de língua portuguesa.</div><div>Em 1943 Paulo Freire ingressou na Faculdade de Direito do Recife.&nbsp;</div><div>Carreira</div><div>Depois de formado, Paulo Freire continuou atuando como professor de português no Colégio Oswaldo Cruz e de Filosofia da Educação na Escola de Belas Artes da Universidade Federal de Pernambuco.</div><div>Em 1947 foi nomeado diretor do setor de Educação e Cultura do Serviço Social da Indústria.</div><div>Em 1955, junto com outros educadores fundou, no Recife, o Instituto Capibaribe, uma escola inovadora que atraiu muitos intelectuais da época e que continua em atividade até os dias de hoje.</div><div>Livro <em>Pedagogia do oprimido</em></div><div>O livro lançado por Paulo Freire em 1968 é das mais importantes obras de educação do mundo e foi construído a partir da sua experiência como educador vivida durante os anos passados no Chile.</div><div>Livro <em>Pedagogia da autonomia</em></div><div>A obra <em>Pedagogia da autonomia: saberes necessários à prática educativa</em> foi a última obra publicada em vida pelo educador.</div><div>Ao longo do livro o pedagogo resume as questões que o motivaram ao longo da vida e discute aspectos chave da educação como, por exemplo, o fato de que ensinar não é apenas transferir conhecimento.&nbsp;</div><div>Frases de Paulo Freire</div><div><em>A Educação, qualquer que seja ela, é sempre uma teoria do conhecimento posta em prática.</em></div><div><em>A alegria não chega apenas no encontro do achado, mas faz parte do processo da busca. E ensinar e aprender não pode dar-se fora da procura, fora da boniteza e da alegria.</em></div><div><em>Se a educação sozinha não transforma a sociedade, sem ela tampouco a sociedade muda.</em></div><div><em>Ninguém educa ninguém, ninguém educa a si mesmo, os homens se educam entre si, mediatizados pelo mundo.</em></div><div><em>Ensinar não é transferir conhecimento, mas criar as possibilidades para a sua própria produção ou a sua construção.</em></div><div><em>Ninguém ignora tudo. Ninguém sabe tudo. Todos nós sabemos alguma coisa. Todos nós ignoramos alguma coisa. Por isso aprendemos sempre.</em></div><div>Método de Alfabetização Paulo Freire</div><div>Preocupado com o grande número de adultos analfabetos na área rural dos estados nordestinos - que formavam consequentemente um grande número de excluídos - Paulo Freire desenvolveu um método de alfabetização.</div><div>Sua proposta de ensino estava baseada no vocabulário do cotidiano e da realidade dos alunos: as palavras eram discutidas e colocadas no contexto social do indivíduo. Por exemplo: o agricultor aprendia as palavras, cana, enxada, terra, colheita, etc.</div><div>Os alunos eram levados a pensar nas questões sociais relacionadas ao seu trabalho. A partir das palavras base é que se ia descobrindo novos termos e ampliando o vocabulário.</div><div>O primeiro projeto usando o método de Alfabetização Paulo Freire</div><div>A iniciativa do educador foi aplicada pela primeira vez em 1962 na cidade de Angicos no sertão do Rio Grande do Norte, quando foram alfabetizados 300 trabalhadores da agricultura.</div><div>O projeto ficou conhecido como “Quarenta horas de Angicos”. Os fazendeiros da região chamavam o processo educativo de “praga comunista”.</div><div>A ditadura militar e o exílio</div><div>Com o golpe militar de 1964, Paulo Freire foi acusado de agitador e levado para a prisão onde passou 70 dias. Em seguida, após ser libertado, se exilou no Chile.</div><div>Durante cinco anos desenvolveu trabalhos em programas de educação de adultos no Instituto Chileno para a Reforma Agrária.</div><div>Em 1969, Paulo Freire lecionou na Universidade de Harvard. Durante dez anos, foi consultor especial do Departamento de Educação do Conselho Municipal das Igrejas, em Genebra, na Suíça.</div><div>O educador viajou por vários países dando consultoria educacional.</div><div>O regresso ao Brasil</div><div>Em 1980, com a anistia, Paulo Freire retornou ao Brasil, estabelecendo-se em São Paulo.</div><div>Foi professor da UNICAMP, da PUC e atuou como Secretário de Educação da Prefeitura de São Paulo na gestão de Luísa Erundina.</div><div>Reconhecimento</div><div>Por seu trabalho na área educacional, Paulo Freire foi reconhecido mundialmente. Ele é o brasileiro com mais títulos de Doutor Honoris Causa de diversas universidades. Ao todo são 41 instituições, entre elas, Harvard, Cambridge e Oxford.</div><div>Livros de Paulo Freire<br><br></div><ul><li><em><br>Educação Como Prática da Liberdade </em>(1967)</li><li><em>Pedagogia do Oprimido</em> (1968)</li><li><em>Cartas à Guiné-Bissau</em> (1975)</li><li><em>Educação e Mudança</em> (1981)</li><li><em>Prática e Educação</em> (1985)</li><li><em>Por Uma Pedagogia da Pergunta</em> (1985)</li><li><em>Pedagogia da Esperança</em> (1992)</li><li><em>Professora Sim, Tia Não: Carta a Quem Ousa Ensinar</em> (1993)</li><li><em>À Sombra Desta Mangueira</em> (1995)</li><li><em>Pedagogia da Autonomia</em> (1997)<br><br></li></ul><div><br>Vida pessoal</div><div>Em 1944 Paulo Freire se casou com Elza Maria Costa de Oliveira, professora primária, com quem teve cinco filhos.</div><div>Após a morte de sua primeira esposa, casou-se com Ana Maria Araújo Freire, conhecida como Nita Freire, uma ex-aluna do Colégio Oswaldo Cruz.</div><div>Morte</div><div>Paulo Freire faleceu em São Paulo, no dia 2 de maio de 1997, vítima de insuficiência cardíaca.</div><h1><strong>As lições de Paulo Freire</strong></h1><div><strong>Por </strong><a href="https://www.asle.net.br/author/marco-ribeiro/"><strong>Marco Ribeiro<br></strong></a><br></div><div><strong>Texto escrito pela acadêmica Mércia Falcini.</strong></div><div><strong>Cadeira número 3</strong></div><div><strong>Patrono: Paulo Freire</strong></div><div>&nbsp;</div><div><strong>Não poderia passar o mês, sem escrever sobre o meu patrono, na Academia Saltense de Letras. No dia 19 de setembro, Paulo Freire completaria&nbsp; 99 anos neste difícil ano. O ano de 2020 marca um significado histórico e será lembrado como o ano em que a pandemia causada pelo vírus SARS-CoV-2, impôs o isolamento social no mundo todo.&nbsp; Por muitas vezes, enfrentando os desafios das escolas fechadas, lembrei do conceito freiriano sobre o INÉDITO VIÁVEL.</strong></div><div><strong>O conceito do inédito viável foi abordado por Paulo Freire nos livros Pedagogia do Oprimido e Pedagogia da Esperança, com espaço de vinte anos entre as duas publicações.&nbsp; Uma na década de 1960, no exílio, e a outra já de retorno ao Brasil, na década de 1980. E aqui cabe registrar sua grande importância, quando em Brasília, no Ministério da Educação,&nbsp; defendeu o ensino público, laico, gratuito e de qualidade.</strong></div><div><strong>Mas, voltando ao conceito do inédito viável, podemos compreendê-lo pensando em como todos nós enfrentamos, na vida pessoal e social, obstáculos e barreiras que precisam ser vencidos. Algumas pessoas encaram esses obstáculos como algo que não podem transpor ou como algo que não querem transpor; já outras, enxergam como algo que precisa ser rompido e, então, se empenham na sua superação, tornando o inédito viável.&nbsp; Nas palavras de Freire, “A pedagogia do inédito-viável mobiliza o sujeito para refletir sobre a visão da história como possibilidade, e não como algo fatalista, já determinado e insuperável. Desta forma, a realidade é concebida como algo que está sendo e pode ser transformado”.</strong></div><div><strong>Por isso também,&nbsp; tenho&nbsp; pensado muito sobre o que eu aprendi com Paulo Freire.&nbsp; Já no magistério – curso para formar professor, equivalente ao ensino médio, que não existe mais – fiz minhas primeiras leituras sobre esse Paulo, até então desconhecido para o meu universo normalista.</strong></div><div><strong>Aos poucos, Freire foi se tornando referência dos meus estudos e esteve comigo em todas as fases desta longa caminhada, onde se misturam prática, teoria, suor, medo, desejos, anseios e esperança.&nbsp; Aliás, foi Paulo quem me ensinou a esperançar. Termo que criou quando explicava aos oprimidos o significado de acreditar na mudança, na luta e no sentimento que rompe a zona de conforto e nos impulsiona a agir. Ele dizia: “É preciso ter esperança, mas ter esperança do verbo esperançar; porque tem gente que tem esperança do verbo esperar. E esperança do verbo esperar não é esperança, é espera. Esperançar é se levantar, esperançar é ir atrás, esperançar é construir, esperançar é não desistir! Esperançar é levar adiante, esperançar é juntar-se com outros para fazer de outro modo”.</strong></div><div><strong>Assim, inspirada no inédito viável quero esperançar um mundo pós-pandemia, repleto dos 5 ensinamentos de Paulo Freire, selecionados e comentados por mim, para que possamos fazer a lição de casa:<br></strong><br></div><ol><li><br>“Não é no silêncio que os homens se fazem, mas na palavra, no trabalho, na ação-reflexão.” Por isso, não se cale, sobretudo diante às injustiças e aos preconceitos. Não tenha vergonha de se posicionar; de lutar pelo que é certo.<br><br></li></ol><div><strong><br>&nbsp;<br></strong><br></div><ol><li><br>“ Ninguém educa ninguém, ninguém educa a si mesmo, os homens se educam entre si, mediatizados pelo mundo.” Nesse pensamento mora a essência da aprendizagem, que é relacional e que&nbsp; demanda ambientes de boa convivência, de relações saudáveis, regidas pelo diálogo, pela boa conversa, pelo respeito e pelo amor.<br><br></li></ol><div><strong><br>&nbsp;<br></strong><br></div><ol><li><br>“Não basta saber ler que ‘Eva viu a uva’. É preciso compreender qual a posição que Eva ocupa no seu contexto social, quem trabalha para produzir a uva e quem lucra com esse trabalho.” Lição esta que suscita o pensamento crítico, que protesta contra os repetidores de conteúdos e que inspira uma educação reflexiva, capaz de formar cidadãos e não robôs.<br><br></li></ol><div><strong><br>&nbsp;<br></strong><br></div><ol><li><br>“O mundo não é, está sendo.” Essa é a lição do inédito viável, de que podemos fazer diferente, sair do conformismo, de revolucionar e lutar por um mundo que se faz por nós, que está em processo e que portanto pode ser melhor.<br><br></li></ol><div><strong><br>&nbsp;<br></strong><br></div><ol><li><br>“É fundamental diminuir a distância entre o que se diz e o que se faz, de tal forma que, num dado momento, a tua fala seja a tua prática.” E para finalizar, a lição do exemplo, da coerência, de ser visto fazendo.&nbsp; Como diz o ditado popular:&nbsp; “os pés falam mais que boca.”<br><br></li></ol><div><strong><br>&nbsp;</strong></div><div><strong>Paulo Freire nos deixou em 02 de maio de 1997, com 75 anos de vida, sem nunca imaginar o inédito ano de 2020. No entanto, sua obra, referenciada pelos mais importantes centros acadêmicos de estudos e pesquisas do mundo, nos incentiva ao viável. Certamente, nos diria: faça o seu melhor hoje, enquanto se prepara para fazer melhor ainda, amanhã.</strong></div><div><strong>A Pandemia vai passar; Paulo Freire é para sempre.</strong></div><div>&nbsp;</div><div>Não é de admirar que ele foi é continua sendo uma enorme referencia para os pesquisadores, educadores e humanistas. Vimos muito dos seus métodos no estilo implementado pelo Martín- Baró.&nbsp;</div><div><strong>Ignacio Martín-Baró</strong></div><div><br></div><div><br></div><div>&nbsp;Mas quem foi Ignacio Martín-Baró?</div><div>Ignácio Martín-Baró nasceu em Valladolid, Espanha, em 7 de novembro de 1942, lugar foi onde passou a maior parte de sua infância. Nesse mesmo local também estudou no colégio jesuíta São José onde, desde cedo esteve envolvido com as questões religiosas que, o fizeram despertar a sua vocação. Em 18 de setembro de 1959, aos 17, Ignácio ingressa na Companhia e Jesus.</div><div>Logo nos anos sessenta, Martín-Baró foi para a Colômbia com compromissos jesuítas, local este onde ele obteve a licenciatura em Letras e Filosofia e, em seguida se alocou em El Salvador, onde cursou licenciatura em Psicologia na UCA (Universidade Centro-Americana José Simeón Cañas), em San Salvador. Em 1977 obteve o título de mestre em Ciências Sociais e, 1979 o doutorado em Psicologia Social e Organizacional, ao defender sua tese na Universidade de Chicago, EUA, lugar este conhecido pela sua importância para a psicologia social hegemônica, positivista, individualista e acrítica [5] conceitos estes que serão tratados mais adiante neste trabalho. Ao voltar de Chicago, assumiu o posto de vice-reitor da UCA e também muitos outros cargos, como o de chefe do Departamento de Psicologia e Educação e o Conselho Editorial da UCA e de sua principal revista a ECA (Revista Estudios Centro-americanos).<br><br></div><div>Foi com a realidade de salvadorenha, uma realidade marcada pela desigualdade, injustiça, governos autoritários, guerra civil e com más condições materiais de realizações das aspirações da população [9], que Martín-Baró realizou a maior parte de sua produção acadêmica, portanto longe da tranquilidade e serenidade que se pressupõe em uma vida acadêmica. [5] cita uma carta de 23 de agosto de 1989, que Martín-Baró agradecia o conselho acadêmico da Escola de Psicologia da Costa Rica, pela solidariedade em relação à bomba explodida em frente à UCA. Este trecho mostra uma parcela das reais condições de sua produção, através de seu compromisso com as maiorias populares:<br><br></div><div><em>“Las bombas contra nuestras instalaciones afctan muy gravemente nuestras ya difíciles finanzas, pero nos confirmam también que representamos una voz significativa em el quehacer del país, y que nuestro trabajo acadêmico em favor de lós interesses mayoritarios de nuestro pueblo sigue tiniendo un impacto. Por ello, estén seguros que la UCA seguirá firme em su trabajo universitário com el pueblo salvadoreño en favor um futuro más justo e libre”(p.4).<br></em><br></div><div>O trecho anterior exemplifica as condições objetivas em que Martín-Baró produzia e agia, condições essas que o levaram à “criação”, por reconhecer a necessidade do povo salvadorenho, da Psicologia da Libertação, que se coloca como uma concepção diferenciada dentro do campo teórico da Psicologia, pelo seu compromisso epistemológico, ético e político com as maiorias populares. Diferentemente da Psicologia hegemônica, que reafirma a lógica neoliberal em suas praticas e em suas epistemologias, ou seja, uma psicologia individualista, acrítica e culpabilizadora do indivíduo [10]. .<br><br></div><div>Toda essa trajetória de compromisso social ao lado dos setores populares oprimidos, de Martín-Baró lhe custaria um preço muito caro, a vida. Na madrugada do dia 15 para o dia 16 de novembro de 1989 ele foi assassinado. Uma ordem vinda dos altos setores militares e dos assessores norte-americanos, para que exterminassem os intelectuais, pois estes estavam sendo acusados de apoiar as guerrilhas de resistência, e as acusações que os jesuítas eram comunistas-terroristas, fora lançada até uma campanha na radio, com difusão massiva dessas informações. Segundo [4], tudo aconteceu muito rápido, os soldados patriotas invadiram a UCA na madrugada, indo até a moradia dos jesuítas, sendo que o reitor da UCA, Ignacio Ellacuría, e também jesuíta, recebeu juntamente com outros jesuítas, os soldados, num ato de resistência tentaram uma resistência com palavras fortes, mas que não foi suficiente, pois, em meio a um clarão surgiu, uma rajada saída de um fuzil, que colocou fim a vida de Ellacuría e seu irmão (religioso) Ignácio Martín-Baró. Em seguida os soldados terminaram de invadir a residências dos jesuítas terminando de cumprir sua ordem, a de extinguir todos os que ali habitavam</div><div><strong>O Paradigma da Libertação e Sua Dimensão Teórico-Conceitual<br></strong><br></div><div>Ao recapitular as duas obras de Martín-Baró, que esse trabalho se propôs verificou-se que o autor propõe uma reformulação dos conceitos já existentes para elaboração de uma Psicologia da Libertação, não se trata de jogar deixar de lado tudo o que já foi produzido, mas refazer uma leitura crítica a partir da perspectiva dos povos marginalizados, caso contrário seria uma presunçosa insensatez, como aponta Martín-Baró [12].<br><br></div><div>Para exemplificar a dimensão teórica-conceitual da resposta paradigmática elaborada por Martín-Baró, elencou-se alguns fatores presentes em sua obra que talvez deem conta de abarcar esta dimensão. Esses fatores são: perspectiva dialética, compreensão da ação, o significado como ideologia e a dimensão histórica.&nbsp;<br><br></div><div>Perspectiva dialética<em>:</em> contra interpretações do comportamento humano que separam individuo e sociedade, e que alimentam explicações reducionistas que proporcionam reducionismos psicológicos ou sociológicos, em vez disso a psicologia deve se aportar de um saber dialético [12], não só no sentido epistemológico, mas também no sentido ontológico. Pois a Psicologia deve atender as relações entre a estrutura psicológica e estrutura social, e vice-versa [3].&nbsp;<br><br></div><div>&nbsp;Compreensão da ação<em>:</em> O que caracteriza o fundamentalmente o ser humano, é a ação e não a conduta. Martín-Baró usa o conceito de “ação” no sentido weberiano, que significa conduta dotada de significação e sentido [3].&nbsp; [13], afirma que a noção de ação se põe em dois sentidos importantes, por um lado é o caráter propositivo da atividade humana, intencional y motivada e vinculada ao mesmo tempo por outro lado, às estruturas sociais de significado.<br><br></div><div>O significado como ideologia<em>: </em>Martín-Baró usa esse termo no um pouco no sentido da sociologia funcionalista, que consiste num conjunto de ideias e valores que regulam a interação social em um dado sistema [3]. E usa muito mais no sentido marxista, que adquire uma conotação negativa, uma característica de mascaramento das relações sociais e de naturalização da mesma [2].<br><br></div><div>A dimensão histórica<em>:</em> [13], afirma que a psicologia tem tido uma característica de a-historicidade ao longo de seu percurso. Sendo assim ele afirma que é indispensável essa questão para uma Psicologia da Libertção .<br><br></div><div><strong>&nbsp;O Paradigma da Libertação e Sua Dimensão Práxica<br></strong><br></div><div>A práxis deve estar ligada à relevância social da psicologia, portanto, deve atender a quem tem ficado marginalizado do progresso social e do bem-estar que a psicologia tem proposto ao longo de seu percurso. Só a partir da práxis é possível uma teorização [6].&nbsp;<br><br></div><div>Assim, para proporcionar um novo conhecimento psicológico, não basta situar na perspectiva do povo, mas é necessária uma práxis transformadora, que permita conhecer as coisas, não apenas como elas são, mas como elas podem vir a ser [11], isto ocorre na medida em que se orienta para aquilo que se deve ser.&nbsp;<br><br></div><div>Essa questão praxica deve se por a favor de encaminhar as maiorias para a conquista de um poder popular, um poder que proporcione aos povos “tomarem as rédeas” de suas vidas nas próprias mãos, como firma [11], realizar mudanças que tornem as sociedades latino-americanas mais justas e humanas.<br><br></div><div><strong>O Paradigma da Libertação e Sua Dimensão Ética<br></strong><br></div><div>Esta dimensão talvez seja a mais importante deste trabalho, primeiro porque esta dimensão abarca as duas apontadas anteriormente, no sentido, de que os aspectos das duas dimensões anteriores foram elaborados por Matín-Baró para que rumassem no sentido da libertação. Quando se fala em libertação, logo se remete a pergunta, libertar-se de que? Isto é, libertar-se de algo negativo, que nos prejudica ou prejudica os grupos [6] é libertar-se das condições de opressão, da realidade de injustiça, de dominação e de subdesenvolvimento, às quais estão submetidos os povos latino-americanos. Sendo assim, isso implica em tomar partido, escolher um lado de acordo com seus valores. O lado que Martín-Baró escolheu para teorizar para atuar foi o lado desses povos e não o das camadas dominantes, lado que a psicologia em geral e os psicólogos em sua maioria estiveram, mais por ingenuidade de que por indiferença. E a segunda coisa que suscita um debate nessa dimensão, é relacionada à primeira, é que essa opção ética de Matín-Baró pode ter sido a causa de seu assassinato. Pois, os jesuítas da UCA foram acusados pelo governo, anteriormente, em campanhas pelo radio de subversivos, comunistas-terroristas, como apontou [5].<br><br></div><div>Que psicologia é essa que pode levar a morte?&nbsp; Por que um pesquisador pode passar toda a sua vida produzindo no reduto da academia, sem sequer pensar na possibilidade de morrer por isso, e por que outros sofrem acusações, ameaças, perseguições e até mesmo a morte, como no caso de Ignácio Martín-Baró?</div><div>O próprio contexto histórico no qual surgiu o conceito de Libertação, já se remete a uma opção ética. Esse conceito nasceu em uma situação da América Latina de morte, de desespero, de subdesenvolvimento, de doenças, de mortalidade infantil, no qual havia uma situação de indignidade, que agride o ser humano [6].). Sendo assim, era preciso um enfrentamento por parte de diferentes áreas do conhecimento e Martín-Baró fez isso pela Psicologia.<br><br></div><div>Então, Martín-Baró fez o seu posicionamento ético que era estar do lado dos pobres e oprimidos. E no momento em que alguém se solidariza e se engaja com os sofredores e oprimidos, se angaria inimigos automaticamente, entre os detentores do poder [6]. Portanto, é nesse sentido que aponto aqui, que a sua opção ética pelos pobres, a sua práxis junto a eles, talvez tenha sido uma das principais causas de seu assassinato. Pois, a Psicologia da Libertação propõe-se a balançar as estruturas [15], mexer nas relações de poder e de dominação, nas relações de opressão e por fim transformá-las, proporcionando assim a libertação aos povos que estavam e estão nessas condições.<br><br></div><div><strong>VIVER SEM CONHECER O PASSADO É COMO CAMINHAR NA ESCURIDÃO</strong></div><div>Martín-Baró soube identificar os problemas da vida cotidiana dos povos latino-americanos e se deu conta que a psicologia hegemônica de sua época não dava conta de responder a tais questões. A partir disso, transpôs o Paradigma da Libertação para a Psicologia, construindo então, a Psicologia da Libertação. As dimensões dessa Psicologia aqui abordadas - teórica-conceitual, práxica e ética - consistem em um propósito, e este é o da libertação dos povos latino-americanos de suas condições de opressão, subdesenvolvimento, injustiça e desigualdade.</div><div>Essa opção ética de Martín-Baró, pode ter lhe custado à vida, pois a sua ciência e a sua prática, tinham como consequência abalar as estruturas de poder postas e superá-las. E por isso adquiriu inimigos, esses que eram donos do poder, a quem não se interessava a libertação dos oprimidos.&nbsp;<br><br></div><div>Por isso, faz-se necessário o resgate da obra de Martín-Baró, considerando que a situação na América Latina pouco mudou depois de sua morte. Sua teoria faz-se muito viva para a atuação dos psicólogos comprometidos com as maiorias populares nos dias de hoje.<br><br></div><div>O presente trabalho, também possibilitou uma indignação ao reavivar a memória, sobre a sangrenta noite do dia 15 de novembro para o dia 16 no ano de 1989, na qual os soldados a mando do governo salvadorenho invadiram a UCA e bateram a porta da casa dos jesuítas. E quando Elacuría, seguido de Martín-Baró, abriu a porta e com palavras fortes tentou deter a ação violenta e injusta dos soldados. Mas de nada adiantou, logo se viu o clarão da rajada disparada da metralhadora que colocou fim a vida de Ignácio Martín-Baró e de seus irmãos religiosos.<br><br></div><div><strong>Silva Lane<br></strong><br></div><div><br></div><div><br><br></div><div>Sílvia Tatiana Maurer Lane é artesã da teoria. É o refinamento que se constrói nas análises e criações. É mestre em estimular alunos à prática da reflexão crítica. No prefácio do livro <strong>Sílvia Lane</strong>, da Coleção Pioneiros da Psicologia Brasileira, a professora e presidente do CRP de São Paulo, Ana Bock, lista, com toda propriedade, alguns aspectos que marcam Sílvia: A inquietação com a qual percorre a Psicologia, sem medo, sem acomodação, sem receio do novo e sem receio de voltar ao velho.</div><div>Sílvia Lane sempre está em ação, construindo projetos que partem de muitos e não de um só. Ela, que é um dos relicários da Psicologia brasileira, nasceu em São Paulo, em 1933. Herdou culturas distantes. A mãe, Apolônia, nasceu na Lituânia. O pai, Willie, um brasileiro filho de suíço-alemão.</div><div>A filha única, com o propósito de tornar-se auto-suficiente, fez um curso técnico de secretariado, na tradicional escola Mackenzie. Aos 19 anos, teve o primeiro contato com a Psicologia, quando ingressou na Faculdade de Filosofia da USP. Três anos depois, ganhou uma bolsa para estudar Psicologia, no Wellesley College, Mass., nos Estados Unidos. Anos depois, já no Brasil, casou-se com Fred Lane, amigo de infância, em 1962. Tiveram quatro filhos.</div><div>Em 1965, Sílvia ingressou na vida acadêmica, como professora de Psicologia Social e da Personalidade, na PUC de São Paulo. A carreira se tornaria tão promissora, capaz de influenciar na condução da própria Psicologia.</div><div>Nos anos seguintes, ela própria testemunhou o crescimento da carreira. Foi professora de outras disciplinas, exerceu cargo de chefia de departamento, defendeu tese de doutorado, ministrou palestras e participou de simpósios dentro e fora do Brasil, e chegou a criar o Programa de Pós-Graduação em Psicologia Social da Pontifícia Universidade Católica de São Paulo, o segundo a ser criado no País.</div><div>Em 1980, Sílvia Lane fundou e foi eleita presidente da Associação Brasileira de Psicologia Social ABRAPSO. No ano seguinte, publicou o primeiro livro: <strong>O que é Psicologia Social</strong>. Em 1982, fez a 'viagem histórica' a países latinos americanos, financiada pelo CNPq.</div><div>Com o amadurecimento profissional, veio, também, o reconhecimento no Brasil e no exterior. Em 1999, Sílvia Lane recebeu Menção Honrosa, no XXVI Congresso Interamericano de Psicologia, pelo melhor artigo publicado na <strong>Revista Interamericana de Psicologia</strong>, no período de 97-98. Dois anos depois, na XXVII edição do congresso, ela recebeu da Sociedade Interamericana de Psicologia, o prêmio concedido aos pesquisadores que contribuem decisivamente ao desenvolvimento da Psicologia Latino-Americana.</div><div>Mais que filósofa por formação, pesquisadora por vocação e psicóloga por reconhecimento, Sílvia Lane é mestre, porque nunca deixou a Psicologia morrer nela mesma. Minha produção não é isolada, mas é coletiva. A contribuição dos alunos está em todas as minhas produções e a minha nas deles, disse certa vez.</div><div><strong>Chico Mendes</strong></div><div><br></div><div><br></div><div>Biografia de Chico Mendes</div><div>Chico Mendes (1944-1988) foi um líder seringueiro, sindicalista e ativista ambiental brasileiro. Lutou pela preservação da Floresta Amazônica e suas seringueiras nativas. Recebeu da ONU o Prêmio Global de Preservação Ambiental.</div><div>Francisco Alves Mendes Filho, conhecido como Chico Mendes, nasceu em Xapuri, Acre, no dia 15 de dezembro de 1944. Filho do seringueiro Francisco Alves Mendes e de Maria Rita Mendes, desde criança acompanhava seu pai pela floresta e já presenciava o desmatamento na região. Sem escolas, só foi alfabetizado com 19 anos de idade.</div><div>Sindicalista</div><div>Em 1975, Chico Mendes iniciou sua atuação como sindicalista, foi nomeado secretário geral do Sindicato dos Trabalhadores Rurais de Basileia. No ano seguinte iniciou sua luta em defesa da posse de terra para os habitantes nativos da região.</div><div>Chico criou os “empates” – forma de luta pacífica para impedir o desmatamento da floresta, onde toda a comunidade se mobilizava e fazia barreiras com o próprio corpo nas áreas ameaçadas de destruição pelos serralheiros e fazendeiros.</div><div>Ativista Ambiental</div><div>Em 1977 participou da fundação do Sindicato dos Trabalhadores Rurais de Xapuri. Nesse mesmo ano foi eleito vereador pelo MDB. Recebeu as primeiras ameaças de morte por parte dos fazendeiros. Em 1981 assumiu a direção do Sindicato de Xapuri, tornando-se presidente.</div><div>Em 1982 candidata-se a deputado federal pelo PT, mas não consegue se eleger. Em 1984 foi acusado de incitar os posseiros a praticar violência. Julgado pelo Tribunal Militar de Manaus foi absolvido por falta de provas.</div><div>Em outubro de 1985 Chico Mendes liderou o Primeiro Encontro Nacional de Seringueiros, quando apresentou a proposta da “União dos Povos da Floresta”, um documento que reivindicava a união das forças dos índios, trabalhadores rurais e seringueiros, em defesa e preservação da floresta Amazônica e das reservas extrativistas em terras indígenas.</div><div>O ativista denunciou também o constante massacre sofrido pelos povos indígenas. Nessa época, criou o Conselho Nacional dos Seringueiros.</div><div>Repercussão internacional</div><div>A liderança de Chico Mendes na luta dos seringueiros e na preservação da floresta atingiu repercussão nacional e internacional. Em 1987 proferiu um discurso na reunião do Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID), em Miami (EUA), denunciando a destruição da floresta e solicitando a suspensão do financiamento para a construção da BR – 364, que atravessaria o estado de Rondônia e chegaria ao Acre.</div><div>O objetivo da rodovia seria criar um caminho para escoar a produção gerada pelos estados amazônicos e pelo Centro Oeste, que chegaria ao Pacífico pelo porto peruano.</div><div>Nesse mesmo ano, Chico Mendes recebeu em Xapuri uma comissão da ONU que viu de perto a destruição da floresta e a expulsão dos seringueiros. Dois meses depois o financiamento foi suspenso e o BID exigiu do governo brasileiro o estudo do impacto ambiental na região.</div><div>O Senado americano, onde Chico Mendes também foi convidado a falar, fez recomendações a diversos bancos que também financiavam projetos na região. No mesmo ano Chico Mendes recebeu da ONU o Prêmio Global 500, de Preservação Ambiental.</div><div>Em 1988 foi criada no Acre, a União Democrática Ruralista (UDR). Nesse mesmo ano Chico Mendes participou da criação da primeira reserva extrativista do Acre. Após a desapropriação das terras do fazendeiro Darly Alves da Silva e de receber ameaças de morte por prejudicar o progresso da região, Chico Mendes denuncia o fato às autoridades, pedindo proteção, o que não ocorreu.</div><div>Durante o Terceiro Congresso Nacional da CUT, Chico Mendes volta a denunciar as ameaças que vinha recebendo. A tese que apresenta - "Defesa do Povo da Floresta" - em nome do sindicato de Xapuri, a tese é aprovada por unanimidade. Chico Mendes é eleito suplente na direção da CUT.</div><div>Morte</div><div>Durante todo o ano de 1988, Chico Mendes recebeu ameaça de morte por grupos ligados à organizações clandestinas que desmatavam a região. Após inúmeros conflitos, Chico Mendes foi assassinado, com tiros de escopeta, ao sair de sua casa em Xapuri.</div><div>Em 1990, os acusados de sua morte, o fazendeiro Darly Alves da Silva, o mandante, e seu filho Darci Alves da Silva, o executor, foram julgados, condenados a 19 anos de prisão e levados para a Penitenciária de Rio Branco. Três anos depois, eles fugiram, sendo recapturados em 1996. Em 1999 conquistaram liberdade condicional.</div><div>Chico Mendes faleceu em Xapuri, no Acre, no dia 22 de dezembro de 1988, deixando a esposa Ilzamar Gadelha Mendes os filhos Sandino e Elenira e Ângela, filha do primeiro casamento.</div><div>&nbsp;</div><div><br></div><div><strong>REFERÊNCIAS</strong></div><div><a href="https://www.puc-campinas.edu.br/websist/Rep/Sic08/Resumo/2013820_161550_375712368_resuci.doc">https://www.puc-campinas.edu.br/websist/Rep/Sic08/Resumo/2013820_161550_375712368_resuci.doc<br></a><br></div><div><a href="https://www.asle.net.br/as-licoes-de-paulo-freire/">https://www.asle.net.br/as-licoes-de-paulo-freire/<br></a><br></div><div>https://www.scielo.br/j/pcp/a/9xnrrxw3Gfw4VHkLQdzM3hn/?format=html&amp;stop=next&amp;lang=pt<br><br></div>]]></description>
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         <title>Registro de Janaíne Gonçalves </title>
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         <title>Registro da Júlia de Oliveira Ferreira Alves </title>
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         <description><![CDATA[<div><a href="https://pucminas.instructure.com/courses/82816/files/3986688?wrap=1">&nbsp;<strong>O fazer da Psicologia no Sistema Único de Assistência Social</strong></a><strong><br><br>-As política públicas se formam, como atos do governo que buscam resolver problemas e dotar necessidades que intercede na qualidade de vida das pessoas<br>-As políticas sociais buscam garantir a população, as condições básicas para a sobrevivência<br>- O objetivo da política de assistência social é chegar no maior número de pessoas em situações de fragilidade ou de que estejam em situações de violação de direitos<br>- O conceito de território é onde acontecem disputas e onde deve-se expor os rendimentos de sua superação. É nesse contexto que deriva o vigor do trabalho apresentado pela Política de Assistência Social (MDS), é nesse contexto que a psicologia contribui por meio da Norma Operacional Básica de Recursos Humanos do SUAS (MDS)<br>- O profissional de psicologia deve apreciar a prática subjetiva de cada pessoa que conecta o SUAS<br>-A intromissão do psicólogo, dentro da política pública prioriza ações em grupo, visto que se considera que todos que precisam dos trabalhos da assistência social se martirizam pelas consequências da desigualdade<br>- O SUAS contribui para o reconhecimento e enriquecimento de sua identidade, o abono psicossocial deve servir de partida para o desenvolvimento da capa- cidade de alteração social<br>- A escuta competente de solicitações e crescimento do atendimento, por parte das pessoas, quanto a dos processos imateriais que ajudam para a situação de vulnerabilidade de um jeito que proporciona a criação de formas de confronto com as dificuldades, forma-se umas das prioridades do trabalho dos psicólogos no SUAS.<br>- O trabalho com a política pública de assistência social requer, a chamada com as várias políticas sociais na investigação por soluções para circunstâncias, que precisam de avanços amplos e interdisciplinares </strong></div>]]></description>
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         <title>Devemos romper com a concepção errônea que a psicologia social trabalha apenas como indivíduos que se encontram a margem da sociedade, pois o olhar da psicologia social é amplo, buscando compreender o sujeito e suas relações com os demais, com o meio ambiente ... Sendo assim notasse-se que a atuação da psicologia social  perpassa todas as classes sociais, por exemplo, diante de situações como o rompimento de barragens. A psicologia social nesta situação olha para todos os indivíduos que foram afetados...todas são vítimas de um crime que desestruturaram completamente suas suas vidas. </title>
         <author>brunabahia98</author>
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         <title>A Psicologia Social não pode ser indiferente à tantas realidades que afetam a dignidade humana. </title>
         <author>brunabahia98</author>
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         <pubDate>2021-11-23 23:09:24 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>brunabahia98</author>
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         <pubDate>2021-11-23 23:09:24 UTC</pubDate>
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         <title>Trabalho com jovens de uma comunidade com alto índice de criminalidade, mas também com muita carência social, no qual me deparei muitas vezes em situações difíceis e corriqueiras desses indivíduos.  Suas identidade são formadas dentro do meio que vive, no âmbito  social, cultural. Lendo o texto de Martín Baró,  que descreve   o papel trabalho do psicólogo social, que deve ter o papel  de observar as circunstâncias sociais do indivíduo, relacionando   o contexto social e problemas encontrados no seu território. </title>
         <author>brunabahia98</author>
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         <pubDate>2021-11-23 23:09:24 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>brunabahia98</author>
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         <title>Muito.</title>
         <author>brunabahia98</author>
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         <description><![CDATA[<div>Tanto que tem o álbum Brasil do Ratos de Porão. Relatando sobre o nosso país.<br>https://youtu.be/pC_jPQIH4I8<br>Esse álbum tem mais de 30 anos. Nunca esteve tão atual.<br>https://youtu.be/XjZhm0sf1t0<br>Tem tb a banda Vültor de speed metal. Falando sobre a Colônia. O holocausto brasileiro.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-11-23 23:09:24 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title>Meu nome é Bruna Bahia Machado, tenho 23 anos e moro em Belo Horizonte- Mg. Eu estou no 9° período de Direito na PUC, entretanto eu não me adaptei. No curso de psicologia eu me encontrei e me sinto realizada em fazer algo que eu ame. Sempre tive a característica de tentar ajudar o máximo possível as pessoas. Estou matriculada em 3 períodos diferentes, e Psicologia Social é a mais avançada. Acho interessante a matéria por abranger causas sociais algo muito necessitado. Tenho muito interesse na área escolar, de como ajudar a criança que sofre na escola, apesar que não seja muito o foco da matéria. </title>
         <author>brunabahia98</author>
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         <pubDate>2021-11-23 23:09:24 UTC</pubDate>
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         <title>Gabriella Ferreira de Oliveira</title>
         <author>brunabahia98</author>
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         <description><![CDATA[<div>Meu nome é Gabriella Ferreira de Oliveira, sou de Belo Horizonte e tenho 28 anos. Advogada, formada pela Dom Helder Câmara em 2015, possuo três pós-graduações em Direito Cível, Trabalhista e Bancário, atualmente trabalho no DNIT.<br><br></div><div>Após muita reflexão, este ano ingressei no curso de Psicologia, estando regular no 2º período, turno noite. Aproveitando o período de ensino remoto e com horário vago à sexta-feira, me interessei por antecipar a matéria de Psicologia Social que é ofertada no 3º período.<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-11-23 23:09:24 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title>Meu nome é Silvane Gonçalves de Almeida Estevam, sou de Belo Horizonte,  formada pela PUC MINAS em Estudos Sociais, Bacharel em História e Licenciatura em Geografia, Pós Graduada em Inspeção Escolar.Atualmente sou Vice Diretora de uma escola e também dou aula de História, para jovens da faixa etária de 15 a 19 anos. Penso que posso considerar para minha próxima graduação em Psicologia, a reflexão de minha própria experiência, na trajetória dos jovens da escola, onde trabalho, que vivem na periferia, no meio tão propício ao crime, com desordem social, envolvidos com drogas, falta de participação familiar, muitas vezes porque estão buscando o sustento para sua família. Essa situação  são corriqueiras na escola, no qual  me deparo com  os  textos de Martín-Baró e Silvia Lane  que descrevem e  retratam o que  está tão perto da minha realidade.</title>
         <author>brunabahia98</author>
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         <pubDate>2021-11-23 23:09:24 UTC</pubDate>
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         <title>Meu nome é Janaíne Gonçalves de Jesus, sou baiana e tenho 27 anos, mas estou morando em Belo Horizonte desde 2015. Tenho graduação e mestrado em filosofia e atualmente trabalho em um colégio privado de Belo Horizonte. Sempre tive um desejo tímido de cursar psicologia, mas nos últimos anos esse desejo foi aflorando e resolvi encarar mais esse desafio pessoal e profissional. Estou apaixonada pelo curso e principalmente pelas reflexões e aproximações entre filosofia e psicologia.</title>
         <author>brunabahia98</author>
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         <pubDate>2021-11-23 23:09:24 UTC</pubDate>
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         <title>Marcelo Augusto Barroso Mourão</title>
         <author>brunabahia98</author>
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         <description><![CDATA[<div>Nasci em Mariana MG em 08/09/1987<br>Sou formado em licenciatura nas Ciências Biológicas<br>Terminando graduação de história<br>Tenho uma pós curso de Especialização em em Supervisão Pedagógica, Gestão Educacional e Inspeção Escolar.<br>Graduando na psicologia da PUCMG. Estou irregular fazendo disciplinas do primeiro ao terceiro período. Confesso que tô curtindo muito a Psicologia Social. Pretendo estudar e buscar mais informações e conhecimentos dessa área.<br>Amo ler, ouvir Heavy Metal, ver o GALO, beber café, tatuagens, motos, cachorros e cachoeiras.<br>Minha religião é o GALO.<br>Sobre política sou canhoto.<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-11-23 23:09:24 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title>Meu nome é Júlia de Oliveira Ferreira Alves, tenho 19 anos, nasci em Nova Lima porem moro em Belo Horizonte. Estou matriculada no 2º período de psicologia na PUC, porém puxei duas matérias do terceiro período. O curso de psicologia não estava nas minhas opções de curso, porém no ultimo ano do ensino médio comecei a pesquisar e conversar mais sobre o curso e acabei  me apaixonando e resolvendo fazer. A cada dia que passa me apaixono mais pelo curso e pela profissão!</title>
         <author>brunabahia98</author>
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         <description><![CDATA[<div><br></div><div><br><br><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-11-23 23:09:24 UTC</pubDate>
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         <title>BIOGRAFIA da psicóloga e educadora Helena Antipoff (1892-1974).Helena Antipoff é reconhecida pela ação social  nas áreas da educação fundamental, especial, rural ou comunitária. Essa ação se concretizou em obras, como as Sociedades Pestalozzi  hoje disseminadas por todo o país, dedicadas à educação de indivíduos excepcionais  e em contribuições consistentes e criativas para a organização do estudo e da pesquisa em psicologia experimental e em psicologia da educação no Brasil.Nascida na Rússia, Helena Wladimirna Antipoff nasceu em 25 de março de 1892 em Grodno, na Rússia e tendo feito a formação universitária em Paris e Genebra, Antipoff veio para o Brasil em 1929, a convite do governo do Estado de Minas Gerais, para participar da implantação da reforma de ensino conhecida como Reforma Francisco Campos-Mário Casassanta. A Reforma, uma das mais importantes iniciativas de apropriação do movimento da Escola Nova ocorridas no Brasil, previa a implantação de uma Escola de Aperfeiçoamento de Professores, dedicada à graduação de normalistas que viriam a assumir a efetiva transformação do ensino fundamental na rede de escolas primárias que foi rapidamente ampliada. No projeto da Escola, uma grande ênfase foi dada ao ensino da psicologia, então considerada, entre as ciências da educação, como a mais fundamental. Na opinião de Édouard Claparède, o estudo da psicologia é que permitiria conhecer a matéria-prima da educação, isto é, o estudante. E foi justamente Helena Antipoff, aluna e assistente de Claparède no Instituto Jean-Jacques Rousseau, em Genebra, que veio a ser convidada a implantar o Laboratório de Psicologia da Escola de Aperfeiçoamento, e a iniciar o estudo e a pesquisa em psicologia da educação no âmbito da Reforma.A partir do trabalho de coordenação do Laboratório de Psicologia da Escola de Aperfeiçoamento  que incluiu um consistente programa de pesquisa sobre a criança mineira e sobre o contexto cultural e psicossocial do movimento de renovação das práticas e dos conteúdos da educação  Helena Antipoff assumiu rapidamente a liderança nos assuntos educacionais que caracterizou sua trajetória. Essa liderança foi, ao longo de sua vida, exercida com razão e sensibilidade, isto é, com atenção à ciência e ao contexto de aplicação dos conhecimentos. Tornou-se assim a &quot;mineira universal&quot; de que fala Drummond (1974). Para o poeta, &quot;russa mais mineira não há, na assimilação plena de valores e características da gente mineira, em harmonia com o fundo eslavo que se abre para o sentimento do mundo sem distinguir limitações convencionais, e quer abarcar no mesmo amor todos os seres carentes de proteção e compreensão&quot; (Drummond de Andrade, 1972, p. 10).</title>
         <author>brunabahia98</author>
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         <pubDate>2021-11-23 23:09:24 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title>BIOGRAFIA  da  autora Silvia Tatiana Maurer Lane, (1933-2006), é considerada uma das mais importantes teóricas da Psicologia Social Brasileira. Formada em Filosofia pela USP no ano de 1956, teve a oportunidade de trabalhar no Centro Regional de Pesquisas Educacionais de 1956 a 1960. Com ampla visibilidade nacional e internacional, o seu conjunto teórico é conhecido como &quot;A Escola Crítica de São Paulo&quot;. Seus textos são obrigatórios na maioria dos cursos de Psicologia dos países de língua portuguesa e espanhola. De 1980 a 1983, atuou como presidente da ABRAPSO (Associação Brasileira de Psicologia Social), além de ser um dos membros fundadores da mesma.Silvia nasceu em São Paulo, em 1933. Herdou culturas distantes. A mãe, Apolônia, nasceu na Lituânia. O pai, Willie, um brasileiro filho de suíço-alemão.A filha única, com o propósito de tornar-se auto-suficiente, fez um curso técnico de secretariado, na tradicional escola Mackenzie. Aos 19 anos, teve o primeiro contato com a Psicologia, quando ingressou na Faculdade de Filosofia da USP. Três anos depois, ganhou uma bolsa para estudar Psicologia, no Wellesley College, Mass., nos Estados Unidos. Anos depois, já no Brasil, casou-se com Fred Lane, amigo de infância, em 1962. Tiveram quatro filhos.Silvia Lane não se formou em Psicologia, embora seja amplamente reconhecida por suas contribuições nessa área. O fato de ela não ter sido diplomada nessa área, se deu em função de a solicitação que fizera, para fins de reconhecimento do título no ano em que a profissão fora regulamentada (década de 60), ter sido negada. Nesse período, pesquisadores na área da Psicologia não eram vistos como psicólogos.Independentemente da questão documental formal, em 1965, pelo fato de ela ser filósofa de formação, começou a lecionar Psicologia Social e Personalidade no curso de Psicologia da Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (PUC-SP). Paralelamente a essa função, fazia parte do Instituto de Psicologia dessa mesma universidade. Nesse caso, como pesquisadora do laboratório de Psicologia Experimental, onde eram realizadas as pesquisas em Psicologia Social. Nos anos seguintes, ela própria testemunhou o crescimento da carreira. Foi professora de outras disciplinas, exerceu cargo de chefia de departamento, defendeu tese de doutorado, ministrou palestras e participou de simpósios dentro e fora do Brasil. Além disso, participou da estruturação da faculdade de Psicologia da PUC-SP. Isso ocorreu no mesmo período de tempo em que se deu a desativação do instituto de Psicologia no qual trabalhava. Entre os anos 1971 e 1974, atuou como diretora da faculdade de Psicologia da PUC-SP ao mesmo tempo que desempenhava a sua função de professora de Psicologia Social.Em 1972 inaugurou o curso de Pós-Graduação em Psicologia Social, o segundo a ser criado no país, projeto este, que começou a ser desenvolvido em 1971 juntamente com Aniela Ginsberg. Para fazer parte desse projeto de implantação da Pós-Graduação em Psicologia Social, trouxeram três renomados professores dos Estados Unidos, sendo, um deles, Karl Scheibe, que fez parte da equipe por dois anos.Na área da Pós-Graduação, Silvia Lane apresentou a mesma metodologia que incentivava na graduação, isto é, a construção da ciência psicológica adaptada ao contexto brasileiro e latino-americano. Para isso, também contava com o apoio de leituras críticas de teorias clássicas e contemporâneas, bem como, com suporte em pesquisa. Foi coordenadora desse programa de 1977 a 1982 e de 1987 a 1989. Além disso, vice-coordenadora entre os anos de 1975 a 1977 e 1998 a 1999.Silvia Lane foi aprovada por meio de concurso como professora titular, do departamento de Psicologia da PUC-SP. Ela ocupou esse cargo até o momento de seu falecimento. Nessa universidade foi influente ministrando aulas, orientando alunos, bem como coordenando o núcleo de Estudos e Pesquisa sobre Atividade, Consciência, Linguagem, Pensamento e Emoção. Se destacaram entre as disciplinas ministradas por Lane: Psicologia da Linguagem, Problemas Filosóficos na Investigação Científica em Psicologia, Leitura Crítica em Psicologia Social (Politzer, Skinner e Leontiev), Processo Grupal, A No período de atuação na Pós-Graduação, orientou 41 dissertações de mestrado e 29 teses de doutorado, tendo com isso, capacitado docentes e pesquisadores para universidades de todas as regiões do país. Ainda na PUC-SP, foi diretora do Centro de Ciências Humanas (1982 a 1984) e, em 1984, assumiu a vice-reitoria acadêmica. Também participou da Associação de professores da PUC-SP (APROPUC), sendo uma das fundadoras e vice-presidente no período de 1976 a 1978.Sua atuação teve especial importância em 1968, período da ditadura militar no Brasil. Teve grande participação para transformar as áreas de ensino em espaços de reflexão crítica e do desenvolvimento do potencial da ação transformadora, mantendo o rigor científico. Neste ano de 1968, as universidades brasileiras tiveram suas atividades paralisadas como protesto à ditadura. Na PUC-SP foi realizado um processo para tentar contornar a situação de ensino, trazendo novas formas de experiências e articulando com necessidades sociais, as quais implicaram em modificações definitivas ao currículo regular do curso e método de ensino.</title>
         <author>brunabahia98</author>
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         <pubDate>2021-11-23 23:09:24 UTC</pubDate>
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         <title>Imagens: Helena Antipoff </title>
         <author>brunabahia98</author>
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         <title>Imagem: Silvia Lane</title>
         <author>brunabahia98</author>
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         <title>Silvane Gonçalves de Almeida Estevam Identidade: um conceito e seus movimentos</title>
         <author></author>
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         <title>Paulo Freire</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>O maior educador brasileiro. Grande referência para o Martín-Baro. Para mim também</div>]]></description>
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         <title></title>
         <author></author>
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         <title>Silvane Gonçalves de Almeida Estevam</title>
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         <pubDate>2021-11-23 23:24:57 UTC</pubDate>
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         <title>Martín-Baró (feito por Marcelo Augusto Barroso Mourão)</title>
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         <description><![CDATA[<div>Escreveu uma grande obra a psicologia do oprimido. Clara referencia ao Paulo Freire. Que escreveu muitas obras, sendo a mais lida a Pedagogia do Oprimido.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-11-23 23:26:14 UTC</pubDate>
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         <title>IDENTIDADE REGIONAL</title>
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         <pubDate>2021-11-23 23:28:20 UTC</pubDate>
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         <title>O patrimônio cultural de um povo é formado pelo conjunto de saberes e fazeres, que remete a identidade desse povo. O Brasil é um país de inúmeras culturas, isto em função das diversas etnias que formaram seu território e que contribuíram para a formação de seu povo, no que diz respeito ao processo de formação cultural do indivíduo. Stuart Hall fala em sua obra A identidade Cultural na Pós-Modernidade, que o termo identidade cultural estaria mais ligado aos nossos “pertencimentos” .Entende-se por patrimônio cultural imaterial as práticas, representações, expressões, conhecimentos, objetos, artefatos, lugares culturais que lhe são associados, que as comunidades, ou indivíduos reconhecem como parte integrante do seu patrimônio imaterial</title>
         <author></author>
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         <pubDate>2021-11-23 23:28:45 UTC</pubDate>
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         <title></title>
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         <pubDate>2021-11-23 23:29:34 UTC</pubDate>
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         <title>Psicologia Social com suas extensões e raízes. (feito por Marcelo Augusto Barroso Mourão)</title>
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         <description><![CDATA[<div>A psicologia social serve para auxiliar, potencializar uma sociedade a diminuir seus conflitos e problemas. Com a quarta era digital, ela terá um papel mais imprescindível para combater pessoas com ansiedade, depressão, sem moradias, com rendas baixas, diminuir e lutar para termos mais igualdade e direitos. </div>]]></description>
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         <pubDate>2021-11-23 23:30:15 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author></author>
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         <pubDate>2021-11-23 23:32:29 UTC</pubDate>
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         <title>Das minorias para igualdades sem exceções</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>Vivemos num momento complexo, histérico e até perverso. Atual política nacional, usou a pandemia para os seus ideais e propósitos. Aumentando os lutos, as desigualdades sociais, os direitos das minorias, alterando a educação(tanto para os anos iniciais, fundamentais, médios, graduações e até nos programas de mestrados e doutorados) cortando bolsas e orçamentos para as universidades públicas e até algumas privadas.&nbsp;<br>No dia 22/11/2021 observamos um representante da repulblica enaltecendo uma educação ultravioleta, nacionalista e obsoleta. Fazendo o oposto do Grande Paulo Freire. Que mostrou como a educação é primordial para analisar o mundo com novos saberes e com a própria autonomia.<br>A Psicologia Social está literalmente lutando e resistindo contra praticamente o "nazismo brasileiro". Que mostrou o quanto muitos brasileiros são opostos ao que o mundo achava.<br>Simpáticos, sem preconceito e progressistas. Ao invés disso procuram caminhos do retrocesso como ditadura militar, AI5, fechamento do STF, cura gay é outros absurdos.<br>Vendo isso com os estudos sobre o feminismo, Silvia Lane, Jesse Souza e outros grandes nomes.&nbsp;<br>Buscaremos uma maneira de estourar as bolhas, e lutar para uma sociedade bem menos desigual.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-11-23 23:50:24 UTC</pubDate>
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         <title>Bruna Bahia Machado</title>
         <author>brunabahia98</author>
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         <description><![CDATA[<div>Mapa Mental sobre Ideologia, Identidade e Subjetividade </div>]]></description>
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         <pubDate>2021-11-24 02:29:06 UTC</pubDate>
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         <title>Júlia de Oliveira Ferreira Alves </title>
         <author></author>
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         <pubDate>2021-11-25 00:20:58 UTC</pubDate>
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         <title>Janaíne Gonçalves de Jesus</title>
         <author>janaineggoncalves</author>
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         <pubDate>2021-11-25 20:46:05 UTC</pubDate>
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         <title>Ancoragem</title>
         <author>janaineggoncalves</author>
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         <description><![CDATA[<div>É uma dinâmica que cria representações sociais. Uma forma de aparelhamento, de classificação que busca tornar familiar algo desconhecido e estranho.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-11-26 00:13:01 UTC</pubDate>
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         <title>Cognição Social </title>
         <author>janaineggoncalves</author>
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         <description><![CDATA[<div>É a capacidade do indivíduo de pensar e compreender a si mesmo e principalmente as outras pessoas, ou seja, é um movimento de capitar, responder e nomear as informações sociais.<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-11-26 00:41:58 UTC</pubDate>
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         <title>Construcionismo Social </title>
         <author>janaineggoncalves</author>
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         <description><![CDATA[<div>É uma abordagem que parti do princípio básico de que os seres humanos são interacionais construindo o mundo de forma coletiva. Em outras palavras, o construcionismo compreende que o sujeito e os objetos são histórico e socialmente construídos.&nbsp;<br><br></div><div>Tem três movimentos<br><br></div><div>Objetividade: O nosso acesso ao mundo é sempre mediado pelas pessoas, pela história, pelos objetos, etc.<br><br></div><div>Linguagem: Trata-se se de uma criação do mundo e não de uma representação.&nbsp;<br><br></div><div>Verdade: Não existe uma verdade universal, mas verdades conforme o contexto.<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-11-26 01:16:59 UTC</pubDate>
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         <title>Identidade </title>
         <author>brunabahia98</author>
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         <description><![CDATA[<div>A introdução desse conceito deve se dar a partir dos questionamentos feitos sobre dois importantes aspectos: a nossa identidade e a nossa subjetividade. Nosso sentimento de identidade muitas vezes está relacionado ao nosso nome, sendo curioso o fato de não nos questionarmos sobre a identidade que nos foi concedida ao nascermos. De igual modo, quando fazemos a reflexão de quem somos, temos a tendência de definirmos nossa identidade através do papel que desempenhamos dentro da sociedade, pela forma como estabelecemos relacionamentos, ou então aquilo que acreditamos que os outros pensam de nós. &nbsp;</div><div>Nesse mesmo contexto, é perceptível que a evolução tecnológica e a inserção dos seres humanos na internet fez com que, de maneira exponencial e assustadora, se preocupassem somente com a imagem e o padrão estabelecido pelas redes sociais. Muitas pessoas vivem pela atenção que recebem na rede e se perdem na tentativa de atender ao padrão estético efêmero que vigora nos aplicativos de interação social.&nbsp;</div><div>Uma amostra da negatividade que isso traz pode ser observado no caso da influenciadora digital Jéssica Frozza que se arrependeu da cirurgia estética (Bichectomia) que realizou sem ter procurado saber como era o resultado. São vários os casos de famosos (ou não) que fizeram harmonização facial ou preenchimento labial, por exemplo, somente por serem procedimentos baseados no que é visto como “belo” atualmente, mostrando que a perda da identidade é algo em voga e pode trazer problemas psíquicos de aceitação, auto-estima e, em casos mais graves, depressão.</div><div>Portanto, são por situações como essas que mostram a importância de discutirmos a subjetividade humana, pois é pela exploração dos sentimentos envolvidos no processo de produção da nossa identidade que nos diferencia da sociedade como um todo, assim como quando recebemos nossos nomes ao nascermos. Sem a subjetividade estamos fadados ao padrão, à perda da identidade própria em proveito do momentâneo sentimento de aceitação social.</div><div><br>Link da Matéria: https://www.uol.com.br/vivabem/noticias/redacao/2021/04/20/influencer-se-arrepende-de-bichectomia-entenda-os-riscos-e-a-recomendacao.htm</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-11-26 02:04:10 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>brunabahia98</author>
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         <description><![CDATA[<div>Está associado om destruição tanto social, natural&nbsp;<br>sobre o que Paulo Freire, Martin Baro e Silvia Lane<br>combatiam. O vídeo é para mostrar o quanto a psicologia social terá que lidar com radicais.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-11-26 02:11:22 UTC</pubDate>
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         <title>Sobre o garimpo da Amazônia</title>
         <author>brunabahia98</author>
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      <item>
         <title>Sobre o garimpo da Amazônia</title>
         <author>brunabahia98</author>
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         <title>Vídeo: Psicologia Social Clínica </title>
         <author>brunabahia98</author>
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         <pubDate>2021-11-26 02:12:43 UTC</pubDate>
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         <title>Gabriella Ferreira de Oliveira</title>
         <author></author>
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