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      <title>Coluna by </title>
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      <description>Uma parede com secções</description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2024-04-16 11:02:56 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title>Conflito entre Israel e Palestina</title>
         <author>Nuno_Bruno</author>
         <link>https://padlet.com/Nuno_Bruno/1fwx69ux9wj7y63o/wish/2956705685</link>
         <description><![CDATA[<p>O conflito entre Israel e a Palestina remonta para os fins do séc. XIX quando a população judaica começou a emigrar para a região da Palestina. Como os judeus não tinham um Estado próprio, e sofriam a perseguição por parte de outros povos, os judeus movidos pelo projeto do sionismo (cujo objetivo era refundar na Palestina um estado judeu). No entanto, a Palestina nos últimos séculos foi habitada por uma maioritariamente por Árabes, muitos oriundos da Síria e outros territórios vizinhos do Médio Oriente. </p><p><br></p>]]></description>
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         <pubDate>2024-04-16 11:25:03 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title></title>
         <author>Nuno_Bruno</author>
         <link>https://padlet.com/Nuno_Bruno/1fwx69ux9wj7y63o/wish/2956734590</link>
         <description><![CDATA[<p><strong>2000 – Estala a segunda Intifada&nbsp;</strong><br><br>Em julho, fracassam as conversações da segunda edição dos Acordos de Camp David, entre Arafat e Barak, sob mediação do Presidente dos Estados Unidos, Bill Clinton.<br><br>A 28 de setembro, estala a segunda Intifada ou Intifada de Al-Aqsa, nome que remete para a mesquita situada na cidade velha de Jerusalém, terceiro local sagrado para os muçulmanos, depois de Meca e Medina.<br><br>O conflito, que durou do final de 2000 até ao começo de 2005, provocou centenas de mortos em ambos os lados.<br><br><strong>2001 – Fracassam as negociações entre as partes&nbsp;</strong><br><br>Logo em janeiro, fracassa, em Taba (Egito), a última tentativa de se alcançar um acordo entre as partes.<br><br>Em dezembro, Yasser Arafat e a ANP estão confinados a Ramallah, na Cisjordânia.<br><br><strong>2002 – Israel dá luz verde ao muro de separação com a Cisjordânia&nbsp;</strong><br><br>O governo israelita, liderado pelo falcão de direita Ariel Sharon (eleito pelo Likud), dá luz verde, a 16 de junho, à construção do muro de separação entre Israel e a Cisjordânia.<br><br><strong>2003 – Anunciados o "Roteiro para a paz"</strong><br><br>A 17 de maio é anunciado o "Roteiro para a paz", plano dos Estados Unidos e apoiado pelos restantes membros do quarteto de negociadores internacionais, que inclui ainda as Nações Unidas, a União Europeia e a Rússia.<br><br><strong>2004 – Morte de Arafat e eleição de Mahmud Abbas&nbsp;</strong><br><br>Yasser Arafat morre a 11 de novembro e é substituído na ANP por Mahmud Abbas, que viria a ganhar as eleições de 9 de janeiro seguinte.<br><br><strong>2005 – Israel retira-se da Faixa de Gaza</strong><br><br>Israel põe em marcha, a 15 de agosto, o plano de retirada unilateral dos seus soldados e de oito mil colonos judeus da Faixa de Gaza.<br><br><strong>2006 – Hamas vence eleições em Gaza&nbsp;<br></strong><br>O movimento islamista integrista Hamas ganha, com maioria absoluta, as eleições legislativas de 25 de janeiro na Faixa de Gaza.<br><br><strong>2007 – Hamas assume controlo de Gaza</strong><br><br>Em março, o Hamas e a Fatah (maior fação da OLP) formam um governo de unidade nacional na Palestina, que durará apenas três meses.<br><br>A 15 de junho, o Hamas assume, pela força, o controlo de Gaza e Mahmud Abbas dissolve o governo e forma um novo.<br><br><strong>2008 - Governo palestiniano abandona negociações&nbsp;</strong><br><br>A 14 de janeiro, numa primeira reunião importante em Annapolis (Maryland, Estados Unidos), são abordadas as questões das fronteiras e de Jerusalém como capital.<br><br>Entre 27 de dezembro e 18 de janeiro de 2009, a operação "Chumbo Endurecido", levada a cabo por Israel contra o Hamas na Faixa de Gaza, causa 1.400 mortos.<br><br>O governo palestiniano abandona as negociações com Israel.<br><br><strong>2009 – Netanyahu eleito</strong><br><br>Benjamin Netanyahu ganha, pelo partido de direita conservador Likud, as eleições de 10 de fevereiro em Israel.</p><p><br></p><p><strong>2010 – Fracassam primeiras negociações entre Abbas e Netanyahu&nbsp;</strong><br><br>A 2 e 3 de setembro, começam em Washington, sob a mediação do Presidente de Estados Unidos, Barak Obama, as primeiras negociações entre Abbas e Netanyahu, que fracassam depois de Israel retomar a construção de colonatos nos territórios ocupados da Palestina.<br><br><strong>2011 – Palestina pede adesão às Nações Unidas</strong><br><br>Numa intervenção histórica, Mahmud Abbas apresenta, a 23 de setembro, nas Nações Unidas, um pedido de adesão da Palestina como membro de pleno direito da organização internacional.<br><br><strong>2012 – Nações Unidas atribuem estatuto de observador à Palestina</strong><br><br>A 29 de novembro, as Nações Unidas reconhecem a Palestina como Estado observador, mas não como membro.<br><br><strong>2014 - Israel fecha acessos à Mesquita de Al-Aqsa&nbsp;</strong><br><br>A 7 de julho, Israel desencadeia contra Gaza a operação "Margem Protetora", a maior desde 2008, causando mais de 1.460 mortos.<br><br>A 30 de outubro, a polícia israelita fecha os acessos à Mesquita de Al-Aqsa, o terceiro lugar mais sagrado para o islão.<br><br><strong>2017 – Estados Unidos transferem embaixada para Jerusalém&nbsp;</strong><br><br>A 6 de dezembro, o Presidente Donald Trump anuncia a transferência da embaixada dos Estados Unidos de Telavive para Jerusalém, no que foi considerado um ato de provocação, já que a cidade santa é reclamada como capital por israelitas e palestinianos.<br><br>A embaixada dos Estados Unidos em Jerusalém é inaugurada a 14 de maio de 2018, acompanhada por protestos em Gaza que se saldam em 60 palestinianos mortos.<br><br><strong>2020 – Palestina põe fim a todos os acordos com Israel e Estados Unidos&nbsp;</strong><br><br>A 19 de maio, Mahmud Abbas anuncia o fim de todos os acordos com Israel e os Estados Unidos.<br><br><strong>2021 – Israel põe fim a construção de barreira subterrânea na fronteira com Gaza&nbsp;</strong><br><br>Após o lançamento de foguetes a partir do território palestiniano, Israel desencadeia, a 10 de maio, uma operação em Gaza que provoca, numa semana, pelo menos 213 mortos, entre eles 59 menores.<br><br>A 7 de dezembro, Israel anuncia o fim da construção de uma barreira subterrânea na fronteira com Gaza, destinada a acabar com os túneis alegadamente utilizados para ataques pelas milícias palestinianas.<br><br><strong>2022 – Operação israelita na Cisjordânia&nbsp;</strong><br><br>A 31 de março, em resposta a vários ataques palestinianos, que provocaram 18 mortos, Israel desencadeia uma operação na Cisjordânia a operação que se prolongará durante meses.<br><br>O conflito entre Israel e Cisjordânia tem neste ano o seu balanço mais letal desde 2006, com 199 mortos (170 palestinianos e 29 israelitas).<br><br><strong>2023 - ANP anuncia suspensão da cooperação com Israel&nbsp;</strong><br><br>Dez palestinianos morrem e dezenas ficam feridos durante uma incursão militar do exército israelita contra o campo de refugiados de Jenim, a 26 de janeiro.<br><br>A ANP anuncia a suspensão total da cooperação com Israel em matéria de segurança.<br><br>Israel e Gaza trocam ataques aéreos a 27 de janeiro.<br><br>A 12 de março, soldados israelitas matam três palestinianos em Nablus, na Cisjordânia, depois de estes abrirem fogo contra um posto militar.<br><br>A 9 de maio, começa uma nova onda de violência entre Israel e as milícias de Gaza, que lançam 547 foguetes e morteiros, com um balanço de pelo menos 28 palestinianos mortos.<br><br>A 21 de junho, um ataque aéreo com drones do exército israelita sobre a Cisjordânia ocupada, o primeiro desde 2006, marca uma nova escalada de violência, sem precedentes desde a segunda Intifada.<br><br>Israel lança, a 3 de julho, a operação militar de grande escala "Casa e Jardim", avançando, por terra e ar, sobre o campo de refugiados de Jenim e causando a morte a doze palestinianos e um soldado israelita.<br><br>O mais recente episódio da escalada registou-se com a ofensiva surpresa lançada pelo Hamas contra Israel, que respondeu com bombardeamentos aéreos, provocando centenas de mortos e feridos em ambas as partes em conflito.</p><p><br></p><p><strong>2024 - Conflito em curso  (atualidade)</strong></p><p><br></p><p>Com mais de 30 mil mortos e 80 mil feridos, incluindo milhares de mulheres e crianças, destruição maciça de infraestrutura e habitações,<a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Conflito_israelo-palestino#cite_note-Guerra_Israel-Hamas_BBCNews-98"><sup> </sup></a>quase dois milhões de pessoas desalojadas das suas casas, falta de energia, combustível e medicamentos, destruição de hospitais e serviços sanitários, 95% da população perdeu o acesso à água de boa qualidade e a fome atingiu números muito elevados. A guerra continua em curso resultando numa crise humanitária em Gaza.</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-04-16 11:51:16 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Cronologia do conflito </title>
         <author>Nuno_Bruno</author>
         <link>https://padlet.com/Nuno_Bruno/1fwx69ux9wj7y63o/wish/2956736989</link>
         <description><![CDATA[<p><strong>1947 – Nações Unidas aprovam plano para dois Estados&nbsp;independentes</strong><br><br>A 29 de novembro, as Nações Unidas aprovam o Plano de Partilha da Palestina que prevê um Estado judeu e um Estado árabe e a administração internacional de Jerusalém, cidade sagrada para ambas as partes.<br><br>Egito, Síria, Líbano, Jordânia e Iraque opuseram-se à proposta e não reconheceram o novo Estado de Israel.<br><br><strong>1948 – Proclamação do Estado de Israel&nbsp;</strong><br><br>O Estado de Israel é proclamado a 14 de maio, os Estados árabes não o reconhecem e começa a primeira guerra árabe-israelita.<br><br><strong>1949 – Fim da guerra, divisão do território</strong></p><p>A primeira guerra termina a 24 de fevereiro: Israel amplia o seu território, a Faixa de Gaza fica sob controlo do Egito e a Cisjordânia da Transjordânia (equivalente à Jordânia, mas com fronteiras um pouco diferentes das atuais).<br><br><strong>1956 – Guerra do Suez&nbsp;</strong><br><br>A segunda guerra israelo-árabe deixou de fora os territórios da Palestina. Israel, em conjunto com Reino Unido e França, invadiu a Península do Sinai (Egito) e as forças francesas e britânicas ocuparam o porto de Suez.<br><br><strong>1964 – Criação da OLP&nbsp;</strong><br><br>É criada em maio, num congresso em Jerusalém, na sequência de uma decisão da Liga Árabe, a Organização para a Libertação da Palestina (OLP), organização política e paramilitar cuja meta era a libertação da Palestina através da luta armada.<br><br><strong>1967 – Guerra dos Seis Dias </strong><br><br>Israel anexa os territórios de Gaza, Cisjordânia, Sinai (Egito) e Montes Golã (Síria), naquela que ficou conhecida como a Guerra dos Seis Dias (5 a 10 de junho, terceira guerra israelo-árabe), que opôs o Estado hebraico aos países árabes Síria, Egito, Jordânia e Iraque, apoiados por Kuwait, Arábia Saudita, Argélia e Sudão.<br><br>A vitória esmagadora de Israel elevou o Estado hebraico à condição de potência militar no Médio Oriente.<br><br>A 22 de novembro, as Nações Unidas adotam a Resolução 242 na qual instam Israel a retirar-se de todos os territórios ocupados.</p><p><br>Israel não cumpre a resolução, alegando que só negocia a desocupação dos territórios se os Estados árabes reconhecerem o Estado hebraico.<br><br><strong>1973 – Guerra do Yom Kipur&nbsp;</strong><br><br>Entre 6 e 26 de outubro decorre a quarta guerra árabe-israelita, conhecida como Guerra do Yom Kipur (feriado judaico). Quando as hostilidades cessaram, Israel tinha provado o seu poderio militar, encontrando-se a 40 km de Damasco, capital da Síria, intensamente bombardeada, e a 101 km do Cairo, capital do Egito.<br><br>As Nações Unidas aprovam a Resolução 338, que estabelece um cessar-fogo e insta as partes a dialogar.<br><br><strong>1979 – Israel e Egito assinam Acordos de Camp David&nbsp;</strong><br><br>A 27 de março, Israel e Egito assinam os Acordos de Camp David (retiro em Maryland do Presidente dos Estados Unidos, na altura Jimmy Carter, que testemunhou a assinatura), no âmbito dos quais o Estado hebraico devolve o Sinai.<br><br>Os Montes Golã nunca foram devolvidos à Síria. Ao contrário, Israel anexou o território em 1981.<br><br><strong>1982 – Israel invade o Líbano&nbsp;</strong><br><br>Israel invade o Líbano a 6 de junho, com o objetivo de expulsar a OLP e estabelecer uma presença militar no território, onde permaneceu durante 18 anos.<br><br><strong>1987 – Primeira Intifada</strong><br><br>A 10 de novembro, acontece a primeira Intifada (palavra que em árabe significa revolta), também conhecida como "guerra das pedras". Começa por ser um movimento de resistência civil dos palestinianos na Cisjordânia, que atiram paus e pedras contra os militares israelitas.<br><br><strong>1991 – Conferência de Madrid&nbsp;</strong><br><br>Iniciativa idealizada por Espanha e auspiciada pelos Estados Unidos e pela União Soviética, a Conferência de Madrid, que decorreu de 30 de outubro a 3 de novembro, marca o início de um novo entendimento entre israelitas e palestinianos.<br><br><strong>1993 – Acordo que dá autonomia a Gaza e Jericó&nbsp;</strong><br><br>O primeiro-ministro israelita, Yitzhak Rabin, e o líder palestiniano, Yasser Arafat, assinam, a 13 de setembro, em Washington, a Declaração de Princípios que concede autonomia a Gaza e Jericó.<br><br>É o primeiro acordo significativo a resultar as chamadas negociações de Oslo (por decorrerem na capital da Noruega), que resultaram numa série de acordos entre o governo de Israel e a OLP, mediados pelo Presidente dos Estados Unidos, Bill Clinton.<br><br>Estes acordos previam o fim dos conflitos, a abertura das negociações sobre os territórios ocupados, a retirada de Israel do Sul do Líbano e o estatuto de Jerusalém.<br><br>No ano seguinte, Rabin e Arafat – e também Shimon Peres (que, como sucessor de Rabin no governo, viria a concluir os Acordos de Oslo) – seriam galardoados com o Nobel da Paz, "pelos seus esforços para conseguir a paz no Médio Oriente".<br><br><strong>1994 – Regresso de Arafat do exílio e criação da Autoridade Nacional Palestiniana&nbsp;</strong><br><br>Meio ano depois da Declaração de Princípios, a 25 de fevereiro, um colono judeu mata 30 palestinianos em Hebron e o processo de negociações estanca.<br><br>A 3 de abril, começa a retirada israelita de Gaza e Jericó e retomam as negociações no Cairo.<br><br>Yasser Arafat regressa a Gaza, a 1 de julho, após 27 anos de exílio, e é criada a Autoridade Nacional Palestiniana (ANP).<br><br><strong>1995 – Cimeira do Cairo e assassinato de Rabin&nbsp;</strong><br><br>A 2 de fevereiro realiza-se uma histórica cimeira, no Cairo, que reativa o processo de paz entre israelitas e palestinianos.<br><br>A 4 de novembro, Yitzhak Rabin é assassinado por um extremista judeu que se opunha aos termos dos Acordos de Oslo.<br><br>A 27 de dezembro, o exército israelita conclui a retirada de seis cidades palestinianas, após 30 anos de ocupação.<br><br><strong>1996 – Arafat eleito presidente da nova Autoridade Nacional Palestiniana&nbsp;</strong><br><br>A 20 de janeiro, Yasser Arafat vence as eleições para a Autoridade Nacional Palestiniana, órgão provisório de autogoverno estabelecido em 1994, depois da retirada israelita de Gaza e Jericó.<br><br><strong>1997 – Retirada israelita de Hebron&nbsp;</strong><br><br>A 15 de janeiro, o primeiro-ministro israelita, Benjamín Netanyahu, e Yasser Arafat firmam o acordo que permite a retirada do exército israelita de Hebron, na Cisjordânia.<br><br><strong>1998 – Assinado Memorando de Wye River&nbsp;</strong><br><br>É assinado o Memorando de Wye River, mediado pelos Estados Unidos, que prevê uma nova retirada do exército israelita da Cisjordânia.<br><br>O parlamento israelita aprova o memorando com uma votação expressiva.<br><br><strong>1999 - "Paz em troca de territórios"&nbsp;</strong><br><br>O primeiro-ministro israelita Ehud Barak, eleito pelo Partido Trabalhista, recupera, a 17 de maio, a fórmula "paz em troca de territórios".<br><br>O governo de Barak viria a organizar e implementar a retirada unilateral de Israel do Sul do Líbano.<br><br></p>]]></description>
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         <pubDate>2024-04-16 11:53:12 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title>Causas e consequências do conflito</title>
         <author>Nuno_Bruno</author>
         <link>https://padlet.com/Nuno_Bruno/1fwx69ux9wj7y63o/wish/2956759276</link>
         <description><![CDATA[<p><br/></p><p><br/></p><p>Causas:</p><p>O território da Palestina era parte do império otomano até o final da Primeira Guerra Mundial, época em que ocorreu a primeira onda de emigração de judeus, estimulada pelo movimento sionista defensor da formação de um Estado Nacional próprio para os judeus na Palestina.</p><p>Após o desmantelamento do império otomano, a região da Palestina passou a ser administrada pelo Reino Unido até o fim da Segunda Guerra Mundial, quando a então recém-criada Organização das Nações Unidas (ONU) promoveu uma “doação” de parte daquele território para os judeus, o que não agradou ao mundo árabe. Ambos os povos não chegaram a um entendimento em relação ao território pertencente a cada, com a cidade de Jerusalém( sagrada para ambos os povos) e a situação religiosa, de difícil resolução fez com que se  acentua-se ainda mais o conflito.</p><p><br/></p><p>Consequências: </p><p>Milhares de mortes e feridos, desalojados, instabilidade na região e no mundo, fome, falta de energia, combustível e água potável, destruição de infraestruturas e monumentos e a criação de uma crise humanitária de grande escala</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-04-16 12:12:22 UTC</pubDate>
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         <title>Situação atual do conflito</title>
         <author>Nuno_Bruno</author>
         <link>https://padlet.com/Nuno_Bruno/1fwx69ux9wj7y63o/wish/2956767652</link>
         <description><![CDATA[<p>Atualmente Israel tem tropas em Gaza, com o ataque constante terrestre e aéreo na região resultando numa destruição gigante e numa crise humanitária em Gaza. Com o alargar do conflito a nível de mortes e destruição o conflito tem vindo a alargar-se como por exemplo, com o caso do ataque aéreo do Irão a Israel onde 300 drones foram lançados para o espaço aéreo israelita.</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-04-16 12:19:06 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>webgrafia </title>
         <author>Nuno_Bruno</author>
         <link>https://padlet.com/Nuno_Bruno/1fwx69ux9wj7y63o/wish/2956774895</link>
         <description><![CDATA[<p>wikipedia- conflito israelo-palestino</p><p>cm mundo- Os principais momentos do conflito israelo-palestiniano. Veja a cronologia</p><p><br/></p><p><br/></p><p><br/></p><p>Autores do trabalho: Bruno Lopes n8 12D e Nuno Chaves n24 12D</p><p><br/></p>]]></description>
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         <pubDate>2024-04-16 12:24:46 UTC</pubDate>
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