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      <title>JORNALISMO E GEOGRAFIA DAS CIDADES by </title>
      <link>https://padlet.com/milenatachji/Bookmarks</link>
      <description></description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2022-06-03 00:02:25 UTC</pubDate>
      <lastBuildDate>2025-04-03 04:41:05 UTC</lastBuildDate>
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         <title>Início da grade</title>
         <author>milenatachji</author>
         <link>https://padlet.com/milenatachji/Bookmarks/wish/2209550587</link>
         <description><![CDATA[<div>Quando li o nome da matéria na grade, imaginei que trabalharíamos outras áreas da geografia, acho que pensei mais na matéria geografia em si, do que a geografia atrelada ao jornalismo, comunicação e comportamentos. Desde a primeira aula, o "quebra-gelo" com as músicas, sempre diferenciadas e relacionadas com a aula do dia, me chamaram a atenção, justamente por isso, a autenticidade que o professor trouxe com esse método foi algo que acho que vai ficar marcado pra sempre, por exemplo "ah tive aula com o professor Marcelo, o que sempre colocava músicas no começo da aula", meio que virou uma marca sua professor :) .</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-06-03 00:09:39 UTC</pubDate>
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         <title>Algum tempo depois...</title>
         <author>milenatachji</author>
         <link>https://padlet.com/milenatachji/Bookmarks/wish/2209561540</link>
         <description><![CDATA[<div>Não foi a música das outras aulas, na verdade, essa foi a canção da primeira aula, mas me marcou bastante. Lembro da aula que conversamos sobre as cores de cada linha, de acordo com cada região da cidade de São Paulo. Foi curioso pq é algo que sempre vemos, todo mundo sabe a cor de ônibus, ou metrô que tem que pegar, mas nunca nos questionamos o porquê de ser aquela cor, parece até mesmo que é "por acaso", ou sem relevância, foi muito legal aprender sobre isso, uma curiosidade a mais e que faz a diferença. Pensando nessa aula, me lembrei de uma música que sempre ouvia com meu pai quando pegávamos estrada, ele tem um CD dos titãs e é mega fã<br>https://www.youtube.com/watch?v=Mum46YmobvI<br>Ela meio que trata sobre a miséria que todos nós vivemos de alguma forma, seja financeira, espiritual, emocional, todos temos uma fraqueza. Pensando nas linhas e pontos diferentes da cidade, penso quantas misérias podemos achar se explorarmos nossa cidade, principalmente nos bairros elitizados da capital. Na construção da nossa reportagem final descobri isso no bairro de Alto de Pinheiros, um bairro que é rico em buscar revolucionar, mas conta com a fraqueza de seus jovens, que não fazem questão de ajudar ou fazer parte de ações solidárias da região, é uma carência que eles enfrentam, talvez por isso a preocupação tão grande de educar e inserir crianças na cultura do bairro desde cedo.</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-06-03 00:22:09 UTC</pubDate>
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         <title>O ponto de partida para até agora</title>
         <author>milenatachji</author>
         <link>https://padlet.com/milenatachji/Bookmarks/wish/2209637036</link>
         <description><![CDATA[<div>Durante algumas aulas depois, decidimos os distritos que trabalharíamos. Nosso grupo optou pelo Alto de Pinheiros, principalmente pelo desejo de conhecer mais um pouco sobre a rotina de pessoas que consideramos "elite", e um bairro que parece, até mesmo, inalcançável. Durante a aula, mesmo sendo apenas a escolhe de um "norte" inicial para o trabalho, achei curioso como pudemos nos aprofundar em regiões que talvez, nem conheçamos afundo. Nunca imaginei que trabalharia com alguma matéria sobre o Alto de Pinheiros, e tem sido algo novo e curioso. Com a escolha dos distritos, pude ir além e ter a iniciativa de conhecer uma região distante, uma situação que nem cogitava. Achei muito legal essa iniciativa, principalmente de lidarmos com áreas que vão além dos nossos arredores, mudando a zona, bairro, região, mudando até a cultura mesmo, é muito legal conhecer novas rotinas :)<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2022-06-03 01:37:07 UTC</pubDate>
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         <title>Criando laços</title>
         <author>milenatachji</author>
         <link>https://padlet.com/milenatachji/Bookmarks/wish/2209644493</link>
         <description><![CDATA[<div>Algumas aulas depois, já trabalhando sobre os distritos, algo que achei interessante foi a questão de proximidade com as pessoas. Coloquei esse GIF fofíssimo por ser um desenho que AMO e mostrar as ovelhas todas juntinhas hehe, me remeteu a essa questão de proximidade mesmo. Falamos muito sobre a empatia para com aqueles que iriamos entrevistar, e acho que é uma coisa que falta bastante hoje no jornalismo, parece que quando defendemos um jornalismo neutro, anulamos os sentimentos, e com ele a empatia, e não é bem assim. Se eu estou entrando numa região diferente, que nem pertence a mim, com histórias diferentes e lutas que eu nem faço ideia de como foram vividas, acho que o mínimo que devo ter é a empatia em forma de respeito, e acolher aquele que se abre a mim. O foco da trilha 2 de analisar o olhar do outro e ver o mundo através de suas lentes me trouxe uma reflexão quanto ao nosso mundo mesmo. Acho que na própria faculdade mesmo temos dificuldade nisso. Estamos lidando com um professor, não sabemos suas lutas, de onde ele vem ou o que já enfrentou, mas achamos que temos todo direito de avalia-lo pelo que vemos em sala de aula, acho que isso é meio raso. Nessa didática, podemos nos descontruir e conhecer um pouco mais dos "porquês" dos outros, justificativas que explicam toda uma história, a atividade de vídeo narrativo do ponto de vista do outro foi uma pequena grande (hehe) oportunidade de refletirmos mais sobre essa maneira de pensar</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-06-03 01:44:57 UTC</pubDate>
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         <title>#dordecabeça</title>
         <author>milenatachji</author>
         <link>https://padlet.com/milenatachji/Bookmarks/wish/2209652573</link>
         <description><![CDATA[<div>E foi na trilha 3 que minha dor de cabeça começou, mas ok, vamos lá. Tudo estava indo bem, até a parte de trabalhar em grupo, confesso que já sabia que dai nasceria meu estresse diário. Meu grupo decidiu um tema, fui atrás de informações pra construir toda uma pré-pauta legal, e não tínhamos nenhum contato. Hoje pensando bem, não daria certo mesmo, era uma comunidade de interesse, mas muito fechada e restrita somente aos seus membros. Acho que com essa falha, fui capaz de perceber o quanto a análise profunda é realmente importante, se tivéssemos sacado isso de inicio, não teríamos nem investido na pauta. Acho que no final dessa trilha eu só precisava ficar que nem o Milton Nascimento mesmo, sabe, juntando coragem..<br>"De tocar um instrumento e de cantar<br>Não importando se quem pagou quis ouvir"</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-06-03 01:53:31 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>UM PEDIDO DE SOCORRO</title>
         <author>milenatachji</author>
         <link>https://padlet.com/milenatachji/Bookmarks/wish/2209677962</link>
         <description><![CDATA[<div>Juro que nas outras aulas que vieram depois eu estava apenas igual a mulher da foto. O presencial voltou de vez e o desespero também viu. Olha professor, eu te amo, mas trabalho em grupo é osso, mas tudo bem, sei que isso faz parte da nossa aprendizagem, e aprendi a não perder neurônios a toa com gente que não vale a pena viu #desabafo. Mas agora falando sério, foi no decorrer das aulas que percebemos que não ia rolar escrever sobre o tema que escolhemos, mesmo coma a pauta já entregue, então começou a busca pra mudar de foco e na minha mente só passava essa música https://www.youtube.com/watch?v=tMDFv5m18Pw&amp;list=LL&amp;index=5<br>pra combinar com o desespero. A trilha 4 nos ajudou a perceber mais a questão de proximidade, e no nosso assunto, pudemos realmente nos aproximar dos moradores da região, o que, pra mim pelo menos, me deu a sensação de estar próxima do bairro mesmo. Em cada entrevista, com o pessoal mesclando o assunto da pauta com suas rotinas, me senti como se vivesse aquilo com eles, tanto pq sempre eram depoimentos de suas histórias bem detalhados, era muito gostoso de ouvir.</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-06-03 02:20:48 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>A proximidade é tudo </title>
         <author>milenatachji</author>
         <link>https://padlet.com/milenatachji/Bookmarks/wish/2209712536</link>
         <description><![CDATA[<div>Se falou em proximidade, ou qualquer coisa que remeta a conexões de contato próximo, só me vem essa música em mente. Mas pra mim, a proximidade vai além de um contato superficial, é realmente o que discutimos em aula, trazer a empatia sobre nossa perspectiva, e nos colocar no lugar do outro. Levinas acreditava que a proximidade nada mais é que uma ação de buscar saber, é uma motivação de ir atrás de saber mais, e isso pode ser inspirador, e como comunicadores, acho que nossa função é justamente essa, treinar esse interesse no querer saber mais e mais, e assim, trazer informações (obviamente de forma ética), que vão além do esperado.&nbsp;<br>Acho que no meio disso, um jornalismo de qualidade mesmo, com proximidade, seria um jornalismo que conserva laços,&nbsp;algo tipo efeito a longo prazo sabe? No fim das contas fazer notícia, muitos podem fazer, mas um diferencial no jornalismo seria realmente avaliar e tratar a individualidade de cada pessoa, um lado mais humanizado mesmo. <br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2022-06-03 02:56:58 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Alegria Alegria</title>
         <author>milenatachji</author>
         <link>https://padlet.com/milenatachji/Bookmarks/wish/2209756115</link>
         <description><![CDATA[<div>Depois de finalmente mudarmos a pauta, nossa matéria começou a caminhar e se direcionar. Como vimos na aula, a maior preocupação não seria somente a narrativa, mas sim, como vamos mostrar as informações, a qualidade que vamos trazer para o texto. Um dúvida que me chamou atenção foi "mas se eu escrever meu texto, como uma história/fábula por exemplo, ele deixa de ser notícia? Não perde a credibilidade?" e achei muito legal a forma como o professor respondeu a essa questão, lembrando que uma notícia é aquilo que trabalha com FATOS. Se minha matéria trouxer fatos concretos, posso escrever com liberdade (claro, seguindo as normas básicas do jornalismo), que ela ainda continuará a ser uma notícia! A estética também tem valor, principalmente na sociedade contemporânea que vivemos. No meio disso, a atividade de expressão livre e a recriação da reportagem me ajudaram a trazer um novo olhar para a leitura que fazemos quando temos as informações em mão, me ajudou a produzir um olhar mais crítico, principalmente ne análise :)</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-06-03 03:53:12 UTC</pubDate>
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         <title>Vivência nossa de cada dia</title>
         <author>milenatachji</author>
         <link>https://padlet.com/milenatachji/Bookmarks/wish/2209762037</link>
         <description><![CDATA[<div>Quando falamos de cotidiano, na minha cabeça, a primeira coisa que me vem é um metrô, acho que ele faz parte da rotina da maioria dos brasileiros, querendo eles ou não. Nas aulas pudemos entender que o cotidiano nada mais é que aquilo que recebemos todo dia. Na atividade do mapa mental, pude entender melhor isso, principalmente no tópico de como a sociologia aborda esse assunto. Nessa trilha 6, foi bom pq consegui entender melhor o que é o meu cotidiano, indo além do que eu imagino, mas se resumindo ao que eu lido todo dia. Além disso, a atividade de analisar meu cotidiano me ajudou para analisar o cotidiano do próximo, principalmente daqueles que faziam parte da nossa matéria.&nbsp;<br>Quando escrevi a crônica, entendi que o cotidiano é cada detalhe que compõe meu dia, por exemplo, prender o cabelo toda vez que vou escovar meus dentes. No jornalismo, podemos ver o cotidiano, como a arte de analisar uma pessoa em meio a multidão para participar de um "fala povo", por exemplo.</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-06-03 04:02:46 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>&quot;A DOR DA GENTE NÃO SAI NO JORNAL&quot;</title>
         <author>milenatachji</author>
         <link>https://padlet.com/milenatachji/Bookmarks/wish/2209765401</link>
         <description><![CDATA[<div>Esse título descreveu exatamente meu desespero com a primeira entrega da matéria, sério. Fizemos a entrega, ótimo, aparentemente tudo certo. Conhecer o território que estamos trabalhando foi um desafio, afinal, como coloquei lá nas primeiras aulas, era uma região realmente distante de onde eu moro, em todos os aspectos: culturais, econômicos, estéticos, financeiros, etc. Na mídia, pude entender a imagem que o distrito que estava lidando, transmite para toda capital paulista. Confesso que no meio da escrita da matéria me perguntei se deveria, de alguma forma, "puxar uma sardinha" para manter essa imagem, mas realmente não foi necessário, parece que a própria região já está preparada pra transmitir o que imaginam e fazer jus a boa fama de bairro.&nbsp;Demos sorte porque um dos pontos mais investidos no Alto de Pinheiros e o cuidado ao meio ambiente, e foi realmente o assunto que pegamos, de descarte para conservação do ambiente, foi um milagre, sério :)</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-06-03 04:07:58 UTC</pubDate>
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         <title>BOM XIBOM BOM BOM BOM BOM</title>
         <author>milenatachji</author>
         <link>https://padlet.com/milenatachji/Bookmarks/wish/2209770250</link>
         <description><![CDATA[<div>Quando estava no meu 8º ano, meu professor de geografia nos mostrou essa música. Estávamos falando justamente sobre IDH, e até hoje tenho esse refrão na minha cabeça (só ouvi ela uma vez na vida). Na nossa matéria, nosso bairro foi nitidamente abençoado, e conta com ótimos dados de desenvolvimento e renda. Entretanto, é bizarro ver que pessoas que moram numa mesma cidade, lidam com uma desigualdade tão gigante. No meio da análise das notícias, na outra trilha, fomos capazes de analisar algumas informações sobre a região, e uma que me chamou muita atenção, foi a notícia do G1 que mostra que um morador do Alto de Pinheiros vive até 20 anos à mais que um morador da Cidade Tiradentes. Não sei porquê, mas de alguma forma isso me marcou e impactou, principalmente como a desigualdade é tão real e nítida na nossa cidade, que nem a icônica foto que o professor levou sobre o bairro do Morumbi  fazendo divisa com a favela Paraisópolis. Bom prof, tenho certeza que o senhor já conhece essa música, mas fica ai mais uma recomendação :)</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-06-03 04:15:41 UTC</pubDate>
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         <title>#LUTOREISHREK</title>
         <author>milenatachji</author>
         <link>https://padlet.com/milenatachji/Bookmarks/wish/2209774007</link>
         <description><![CDATA[<div>Professor, desculpa, mas quando vejo essa música no moodle só me vem essa cena em mente.... em respeito ao rei sapo vou deixar esse quadradinho em branco<br><br><br><br><br>Brincadeira prof, falando sério agora, eu achei muito legal o uso da música, principalmente com o tema que trabalhamos, que fala um pouco do controle que o governo tem sobre nós, tipo um banco, ou um hospital, querendo ou não, ele vai controlar e julgar quem precisa de mais urgência para ser atendido, não tem igualdade nem nisso. Quando fui analisar os dados da COVID 19 do meu distrito, fiquei feliz, mas era triste de ver que não era a mesma realidade para outros bairros. Enquanto Alto de Pinheiros contou com pouquíssimas mortes causadas pela COVID19 em 2020, outros bairros traziam números elevadíssimos da problemática que enfrentavam com o vírus na região, números esses, que pareciam só crescer em alguns casos. Acho que fica de um alerta tb para repensarmos tudo isso, a começar em nós, fluindo para o sistema.</div>]]></description>
         <enclosure url="https://www.youtube.com/watch?v=NiaSsRi6DNg" />
         <pubDate>2022-06-03 04:21:23 UTC</pubDate>
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         <title>O DIA FINAL</title>
         <author>milenatachji</author>
         <link>https://padlet.com/milenatachji/Bookmarks/wish/2209778076</link>
         <description><![CDATA[<div>Professor, com a entrega da reportagem final, não tem como não ficar assim. Confesso que fiquei muito feliz de ter terminado tudo a tempo (acredito eu ), mas de fato, não da pra negar o estresse que passei.&nbsp;<br>Gostei muito da construção de toda matéria, dos processos que tivemos que analisar, em etapas, e como tudo remetia, de alguma forma, a cultura da nossa cidade. Em cada trilha acho que pude conhecer mais da matéria e mais do senhor também professor.<br>Espero que a matéria tenha ficado como imaginou, e espero que goste, pq olha, deu um trabalhão danado viu, e não é como se o senhor não soubesse, mas escrever 11 páginas de um trabalho de 6 pessoas, sozinha, não é moleza viu.&nbsp; Mas não estou falando isso pra me fazer de coitada não viu prof, é mais pra ficar compreensível caso não saia com a qualidade que o senhor esperou.<br>No fim das contas, foi um semestre intenso, mas de muito conhecimento e, com certeza, muito desenvolvimento, só tenho a te agradecer prof. Como falei, poder conhecer mais sobre uma região nova, foi uma aventura diferente e inesperada, que realmente me surpreendeu. Tenho certeza que trará boas memórias a todos os alunos :)</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-06-03 04:27:01 UTC</pubDate>
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