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      <title>1ª Fase do Modernismo Brasileiro (83632) by Edivanildo Afonso</title>
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      <description>Do ponto de vista didático, o Modernismo brasileiro costuma ser dividido em duas fases. Na primeira, que vai de 1922 a 1930, os autores procuram difundir as novas ideias e não hesita em ridicularizar a literatura tradicionalista, provocando muitas polêmicas. Criticam-se, principalmente, a linguagem rebuscada, ainda ligada ao Parnasianismo, e as formas lusitanas de expressão literária. Na segunda, que vai de 1930 a 1945, praticamente terminam as polêmicas relacionadas à questão do combate à linguagem parnasiana. A literatura volta-se para os grandes problemas sociais e políticos do país. Discute-se o papel do escritor e do intelectual em geral em face da sociedade; renovam-se os estudos sociológicos, a crítica literária. 


Neste trabalho, vamos construir um Painel Colaborativo sobre a 1ª Fase do Modernismo Brasileiro. Com ele, nós vamos conhecer a vida e a obra dos escritores que se destacaram em nossa literatura entre os anos de 1922 e 1930, sobretudo. 

Para construir este painel colaborativo, você e sua equipe irão pesquisar em livros didáticos, em sites especializados e em outras fontes bibliográficas confiáveis informações biográficas importantes sobre o escritor indicado para o seu grupo e irão selecionar pelos menos dois poemas ou dois trechos de textos em prosa (a depender do autor) que a equipe considerar bem representativos da obra do autor pesquisado, para assim compartilhar com os colegas. 

A ideia é que, dentro do período combinado, vocês possam ir colocando neste painel colaborativo, no campo específico, postagens sobre a vida e a obra do autor indicado, usando, para isso, breves textos e também, se quiserem, fotos, imagens, vídeos, áudios, entre outras mídias; podem usar toda a criatividade. O importante aqui é aprendermos juntos e compartilharmos conhecimentos.</description>
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      <pubDate>2022-04-06 22:15:54 UTC</pubDate>
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         <title>A BIOGRAFIA DE MÁRIO DE ANDRADE (1893-1945)</title>
         <author>201918360043</author>
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         <description><![CDATA[<div>Mário Raul de Morais Andrade, Filho de Carlos Augusto de Andrade e de Maria Luísa, nasceu na cidade de São Paulo, no dia 09 de outubro de 1893. Mário possuía dois irmãos e desde cedo mostrou grande inclinação às artes, em especial a literatura.</div><div>Mário concluiu o ginásio e entrou para a Escola de Comércio Álvares Penteado. Depois de se desentender com o professor de português abandonou o curso. Em 1911 ingressou no Conservatório Dramático e Musical de São Paulo e em 1917, mesmo ano da morte de seu pai, concluiu e formou-se no curso de piano no Conservatório. Ainda em 1917, com apenas 24 anos, publicou seu primeiro livro intitulado “Há uma Gota de Sangue em cada Poema”.</div><div>Mais tarde, em 1922 - ano muito importante na vida de Mário - , participou da Semana de Arte Moderna, publicou a obra de poesias “Paulicéia Desvairada” e foi nomeado Catedrático de História da Música, no Conservatório Dramático e Musical de São Paulo. De todos os integrantes da Semana de Arte Moderna de 22, Mário de Andrade foi o que apresentou o projeto mais consistente de renovação da literatura. Foi um incentivador das principais revistas do modernismo na fase polêmica de afirmação do movimento.</div><div>Mário foi um estudioso do folclore, da etnografia e da cultura brasileira e, em 1928, publicou o romance “Macunaíma”, uma das grandes obras-primas da literatura brasileira. De 1934 a 1938, trabalhou na função de diretor do “Departamento de Cultura do Município de São Paulo”.</div><div>Em 1938, mudou-se para o Rio de Janeiro. Foi nomeado catedrático de Filosofia e História da Arte e diretor do Instituto de Artes da Universidade do Distrito Federal.</div><div>Mário retornou à sua cidade natal em 1940, onde começou a trabalhar no Serviço de Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (SPHAN). Alguns anos depois, sua saúde começou a ficar frágil. No dia 25 de fevereiro de 1945, aos 51 anos de idade, Mário de Andrade faleceu em São Paulo, vítima de um ataque cardíaco.<br><br>Autoria: Maria Isabelle Nascimento</div><div><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2022-05-07 17:21:50 UTC</pubDate>
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         <title>MÁRIO DE ANDRADE - PRINCIPAIS OBRAS</title>
         <author>201918360043</author>
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         <description><![CDATA[<div>Mário de Andrade foi autor de diversos tipos de obras: poemas, poesias, músicas, contos e prosas. Seu estilo de escrita era voltado para a cultura do Brasil, criando uma valorização da identidade brasileira. Em relação às prosas, podemos destacar: - Macunaíma: publicado em 1928, é uma das obras mais conhecidas de Mário de Andrade. Nela, é contada a história de Macunaíma, denominado como índio, negro ou até mesmo europeu - uma pessoa muito indivídualista que busca recuperar muraiquitã, um amuleto que serve como recordação da sua falecida amada.</div><div>- Amar, verbo intransitivo: publicado em 1927, foi o seu primeiro romance. O livro conta a história de Elza, uma jovem de origem alemã, que foi contratada como governanta da casa e responsável pela iniciação sexual de Carlos, o filho do contratante.<br><br></div><div>Sobre os demais estilos, temos:</div><div>- Há uma gota de sangue em cada poema (1917);</div><div>- A Escrava que não é Isaura (1925);</div><div>- Primeiro Andar (1926);</div><div>- Clã do Jabuti (1927);</div><div>- Belasarte (1934);</div><div>- O Aleijadinho de Álvares de Azevedo (1935);</div><div>- Os filhos da Candinha (1943);</div><div>- Poesias Completas (1955).</div><div>- Contos Novos (1947).</div><div>- Poesias Completas (1955).<br><br></div><div>Nas obras de Mário de Andrade, principalmente nas prosas, é perceptível o romance e alguns enlaces sobre o modernismo e nacionalismo, algo marcante na época. Também é possível perceber diversas críticas sobre a sociedade em contraste à realidade vivida, bastante presente em “Amar, verbo intransitivo”, e indícios folclóricos, presente no ambiente de Macunaíma.</div><div><br>Autoria: Nadson Sousa<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2022-05-07 17:42:23 UTC</pubDate>
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         <title>CONCEPÇÕES  GERAIS</title>
         <author>201918360043</author>
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         <description><![CDATA[<div>Como um autor preponderante do Modernismo, Mário de Andrade contribuiu de forma inigualável com as suas produções que, embora compartilhem características semelhantes com outros autores deste movimento literário, as suas obras possuem, na sua essência, meticulosos detalhes que as distinguem das demais que foram elaboradas por outros adeptos desta corrente. Neste sentido, é essencial ressaltar as principais características presentes na sua escrita, são elas:</div><div><br></div><ul><li>Antiacademicismo;</li><li>Valorização da linguagem coloquial;</li><li>Liberdade formal;</li><li>Resgate ao folclore brasileiro;</li><li>Busca da identidade nacional;</li><li>Nacionalismo crítico;</li><li>Regionalismo;</li><li>Crítica sociopolítica;</li><li>Releitura dos símbolos de nacionalidade.</li></ul><div><br></div><div>Ao deleitar-se nos seus textos, é possível notar os supracitados atributos, sobretudo nas suas obras em prosa mais difundidas, como “Macunaíma” e “Amar, verbo intransitivo”, dotadas de ironia e críticas de cunho amplo e potentes direcionadas, principalmente, à sociedade burguesa da época. &nbsp;</div><div><br></div><div>MACUNAÍMA</div><div><br></div><div>Macunaíma, uma produção emblemática do Modernismo de 1927, detém um caráter satírico, irônico e antirromântico ao retratar, no seu enredo, um protagonista com a capacidade de transculturação, isto é, que se adequa ao meio e não carrega consigo uma bagagem cultural imutável, tornando-o, portanto um sujeito sem caráter, por possuir, simultaneamente, a mesclagem de todos os caráteres necessários para atingir o seu objetivo, o qual é desprovido de qualquer moralidade, mas, guiado pelo ímpeto da própria vontade.</div><div>Em contraste com a figura heroica, geralmente descrita pelos autores, Macunaíma não é um indivíduo valente, honesto e com disposição para efetuar quaisquer afazeres, chegando a se autodeclarar, na prosa, como “preguiçoso”. Em contrapartida, o seu intento físico é destinado às atividades sexuais, as quais são chamadas de “brincadeiras” pelo dito cujo. Em umas das suas peripécias carregadas de luxúria, o indígena em questão deita-se com a esposa do próprio irmão e executa um leque de ações consideradas incorretas para atingir os seus objetivos - todas elas sem a menção de culpa por assim fazê-las.</div><div>Conforme ao exposto, Mário de Andrade, na construção do personagem outrora citado, não elabora um caráter idealizado à figura do indígena brasileiro, como ocorreu em outros movimentos, como o Romantismo. No entanto, através do protagonista, evidenciou os abundantes contrastes presentes na cultura brasileira e, consequentemente, no indivíduo, que possui, na sua composição, traços folclóricos, africanos, etc., e não apenas o que é (re)produzido nos grandes centros urbanos, como São Paulo.</div><div>No processo de construção da identidade nacional, Mário de Andrade é relevante para romper o véu do estrangeirismo e da construção de sujeito indubitavelmente idealizado guiado por uma bússola moral. Nesse processo, tornou-se explícito outros atributos demasiadamente presentes na conduta de muitos indivíduos, como o misticismo, o egoísmo e o erotismo. Macunaíma é, sem dúvida, uma figura única, inovadora e de importância incomensurável.</div><div><br></div><div>AMAR, VERBO INTRANSITIVO</div><div><br></div><div>A contradição do livro já inicia pelo próprio título: “Amar, verbo intransitivo”. De acordo com a língua portuguesa, “amar” é um verbo transitivo, isto é, precisa de complemento para ter o seu sentido completo. Em concomitância, o autor, por meio do enredo, busca ressaltar as incongruências entre o que é dito pela família Sousa e pelo o que é praticado por esta, a qual se vangloria da posição na sociedade por possuir o título de católica.&nbsp;</div><div>A obra consiste na história de uma professora chamada Elza - considerada uma jovem senhora por estar na faixa dos 35 anos de idade - que é contratada pelo senhor Souza para ensinar alemão aos seus filhos e, ao mesmo tempo, seduzir o garoto, Carlos, de 16 anos, para o ensinar a amar.</div><div>Na concepção do pai de Carlos, o seu filho precisa aprender a ser homem, e, instintivamente, ter ciência a respeito de com quem deve se relacionar para evitar envolver-se com mulheres que tenham outros interesses que não o afeto dele. Neste sentido, a fim de concluir sua missão, a docente, inicialmente com muitas dificuldades para atrair a atenção do sujeito devido a sua falta de interesse nas aulas da língua germânica, insinua-se, aos poucos, para fazê-lo notar os seus atributos físicos.</div><div>Com o passar do tempo, Carlos cai nas graças da instrutora à medida que esta vai retraindo as investidas sensuais, pois, para ela, é a partir deste método que ocorre o ensinamento do que é o amor.</div><div>Alcançado o objetivo, Elza e Carlos se relacionam fisicamente após o garoto sentir que está apaixonado por ela. Considerando a missão cumprida, o senhor Souza explica para a sua esposa o que estava acontecendo (razão pela qual a mãe do garoto quase expulsa a professora), a qual, um pouco relutante, entra em acordo com o marido e juntos, os três, planejam uma forma de pôr fim à estadia de Elza na residência. Para tanto, foi acordado que eles fariam um falso flagrante de Carlos com a instrutora.</div><div>Conforme arquitetado, Elza aguardou o jovem nos seus aposentos enquanto esperava que os progenitores do segundo citado surgissem e exigissem a sua retirada imediata da propriedade. No momento em que ambos adentraram e proferiram o discurso planejado, Carlos oferece-se, no ímpeto da sua paixão, para se casar com a docente, pois acredita na possibilidade de ela estar grávida. Elza, por sua vez, recusa o pedido e parte do lar ao se despedir dele com um beijo na testa.</div><div>O garoto leva um tempo considerável para esquecer a sua paixão. No entanto, passando-se os meses, ele consegue superar o objeto do seu amor e sofrimento. Alguns anos após este incidente, ambos encontram-se no período de carnaval. Entre eles, ocorre um mero aceno de mãos como cumprimento sem que haja a presença do sentimento antes existente.</div><div>Para o senhor Souza, a sua missão foi cumprida e o seu filho está pronto para seguir e desempenhar a vida como um homem deve ser e fazer.</div><div><br>Autoria: Maria Clara de Jesus<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2022-05-07 17:53:21 UTC</pubDate>
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         <title>QUEM ERA ELE?</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>Oswald de Andrade (1890-1954) foi um escritor e dramaturgo brasileiro. Fundou junto com Tarsila do Amaral o "Movimento Antropófago". Foi uma das personalidades mais polêmicas do Modernismo.<br><br></div><div><br>José Oswald de Sousa Andrade nasceu em São Paulo, no dia 11 de janeiro de 1890. Filho único de José Oswald Nogueira de Andrade e Inês Henriqueta Inglês de Souza Andrade fez seus primeiros estudos no Ginásio de São Bento, onde ouviu de um professor que ia ser escritor. Passou a comprar livros e a escrever.</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-05-09 01:53:11 UTC</pubDate>
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         <title>PRINCIPAIS POEMAS</title>
         <author>201918360071</author>
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         <description><![CDATA[<div>São diversos as poesias grande autor Oswald de Andrade, iremos citar a seguir algumas das mais importantes poesias de sua autoria:<br>&nbsp;<br><strong><mark>3 de maio</mark></strong><strong><br></strong><br></div><div>Aprendi com meu filho de dez anos<br><br></div><div>Que a poesia é a descoberta<br><br></div><div>Das coisas que eu nunca vi&nbsp;<br><br></div><div>(de Poesia Pau Brasil, 1925)<br><br><strong><mark><br>Pronominais</mark></strong><strong><br><br></strong><br></div><div>Dê-me um cigarro<br><br></div><div>Diz a gramática<br><br></div><div>Do professor e do aluno<br><br></div><div>E do mulato sabido<br><br></div><div>&nbsp;</div><div>Mas o bom negro e o bom branco<br><br></div><div>Da Nação Brasileira<br><br></div><div>Dizem todos os dias<br><br></div><div>Deixa disso camarada<br><br></div><div>Me dá um cigarro <br><br>(de Poesia Pau Brasil, 1925)<br><br><br><strong><mark>Canto de regresso à pátria</mark></strong><strong><br><br></strong><br></div><div>Minha terra tem palmares<br><br></div><div>Onde gorjeia o mar<br><br></div><div>Os passarinhos daqui<br><br></div><div>Não cantam como os de lá<br><br></div><div>&nbsp;</div><div>Minha terra tem mais rosas<br><br></div><div>E quase que mais amores<br><br></div><div>Minha terra tem mais ouro<br><br></div><div>Minha terra tem mais terra<br><br></div><div><br>Ouro terra amor e rosas<br><br></div><div>Eu quero tudo de lá<br><br></div><div>Não permita Deus que eu morra<br><br></div><div>Sem que volte para lá<br><br></div><div>&nbsp;</div><div>Não permita Deus que eu morra<br><br></div><div>Sem que volte pra São Paulo<br><br></div><div>Sem que veja a Rua 115<br><br></div><div>E o progresso de São Paulo&nbsp;<br><br></div><div>(de Poesia Pau Brasil, 1925)<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2022-05-09 02:09:30 UTC</pubDate>
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         <title>CURIOSIDADES SOBRE O AUTOR</title>
         <author>201918360043</author>
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         <description><![CDATA[<ol><li>Foi musicólogo, poeta, romancista, crítico de arte, ensaísta e professor universitário.</li><li>A obra mais conhecida do escritor é Macunaíma, romance lançado no ano de 1928.</li><li>Havia, em sua biblioteca, uma enorme coleção de livros e anotações acerca de suas pesquisas e opiniões.</li><li>Entre as inúmeras ocupações que possuía, encontra-se a especialização em etnomusicologia - ramo da ciência que estuda a música a partir dos aspectos culturais e sociais.</li><li>Na diretoria do Departamento de Cultura da cidade de São Paulo, colaborou na criação de um vasto acervo sobre a cultura popular brasileira. Patrimônio de grande ajuda para o desenvolvimento de seu mais famoso personagem: Macunaíma.</li><li>Fez várias viagens pelo Brasil, com o intuito de registrar em anotações e fotografias a diversidade cultural e étnica brasileira.</li><li>Em 1935, fundou a Discoteca Pública do Estado de São Paulo. Nesse ambiente, é possível encontrar um acervo de gravações de músicas populares e folclóricas.</li><li>Em poesia, seu trabalho mais polêmico e influente foi Pauliceia Desvairada - obra que introduziu ideias modernistas na literatura poética brasileira.</li><li>Costumava trocar correspondências com diversos artistas e intelectuais da época como Carlos Drummond de Andrade e Tarsila do Amaral.</li><li>Colaborou na organização da Semana da Arte Moderna de 1922, em conjunto com Tarsila do Amaral, Anita Malfatti, Oswald de Andrade e Menotti del Picchia. Atualmente, esse período segue eternizado como um importante evento para a história da cultura brasileira.</li></ol><div><br>Autoria: Brenda Oliveira</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-05-09 22:28:35 UTC</pubDate>
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         <title>ANÁLISE - OBRAS</title>
         <author>201918360043</author>
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         <description><![CDATA[<div>Macunaíma<br><br>“No fundo do mato-virgem nasceu Macunaíma, herói da nossa gente. Era preto retinto e filho do medo da noite. Era preto retinto e filho do medo da noite. Houve um momento em que o silêncio foi tão grande escutando o murmurejo do Uraricoera, que a índia tapanhumas pariu uma criança feia. Essa criança é que chamaram de Macunaíma.”<br><br>A presença das lendas latino-americanas com enfoque no folclore indigena foi uma das tentativas de Mário de Andrade para a construção de uma identidade brasileira. Na obra do famoso personagem Macunaíma, encontra-se presente o corrente uso da linguagem coloquial, em que Andrade ao fugir da ironicamente comum escrita erudita, firma-se ao modernismo. Academicamente ressalta-se o capítulo IX - “Carta para Icamiabas” - totalmente destoante do restante do livro, neste capítulo há um narrador- personagem, dado que o próprio herói relata suas experiências com as mulheres Amazonas utilizando uma linguagem que baseia-se no período quinhentista brasileiro, no entanto existem erros gramaticais exorbitantes nesta carta e uma presente comicidade ocasionada por isso. Ademais, pode-se concluir que o escritor objetivava criticar a sociedade brasileira, com ênfase na dualidade da linguagem falada e escrita.<br><br>Amar, verbo intransitivo.&nbsp;</div><div><br>“Ela repetia sempre ‘Carlo", era a sensualidade dela. Talvez de todos... Se você ama, ou por outra se já deseja no amor, pronuncie baixinho o nome desejado. Veja como ele se moja em formas transmissoras do encosto que enlanguesse. Esse ou essa que você ama, se torna assim maior, mais poderoso. E se apodera de você. Homens, mulheres, fortes, fracos... Se apodera.”&nbsp;<br><br>O dualismo é um grande marco nesta obra, sendo comumente apontado em sua própria titulação que diverge das regras gramaticais, no entanto o subtítulo do livro "idílio" também ressalta este aspecto, visto que subjetivamente entende-se que seria “idílio” a representação de um amor recíproco, todavia não é o que encontra-se na narrativa amorosa do livro. A pontuação da obra é utilizada sem fundamentos gramaticais, assim como uma das posteriores representantes do modernismo brasileiro, Clarice Lispector. Ocorrem diversas manifestações opinativas do autor na obra, entretanto isso não significa que todas as ideias apontadas refletem a concepção deste acerca da sociedade, segundo fontes Andrade baseou-se nas teorias psicanalíticas de Sigmund Freud para retratar a iniciação amorosa e sexual do protagonista até sua chegada a vida adulta.</div><div><br><br></div><div>Autoria: Stely Mercês</div><div><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2022-05-09 23:02:53 UTC</pubDate>
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         <title>REFERÊNCIAS</title>
         <author>201918360043</author>
         <link>https://padlet.com/edivanildoflauberte/1f0i008fqytdhqnw/wish/2176587449</link>
         <description><![CDATA[<div>BARBOSA, Heloisa Lopes. ROSA, Karen Torres . A “Carta pras Icamiabas” e suas nuances. FEPESE - Fundação de Estudos e Pesquisas Socioeconômicos, 2020. Disponivel em:<a href="https://www.fespsp.org.br/store/file_source/FESPSP/Documentos/Manuais/Heloisa%">&lt; https://www.fespsp.org.br/store/file_source/FESPSP/Documentos/Manuais/Heloisa% 20Lopes%20Barbosa%20e%20Karen%20Torres%20da%20Rosa%20-%20Revisado .pdf&gt;</a>. Acesso em: 01 de maio de 2022.</div><div><br></div><div>FRAZÃO, Dilva. “Biografia de Mário de Andrade”. Biografia. Disponível em: <a href="https://www.ebiografia.com/mario_andrade/#:~:text=M%C3%A1rio%20de%20Andrade%20(">&lt; https://www.ebiografia.com/mario_andrade/#:~:text=M%C3%A1rio%20de%20Andrade%20( 1893-1945,manifesta%C3%A7%C3%B5es%20 musicais%20e%20 excelente%20 folclorista.&gt;</a>. Acesso em: 02 de maio de 2022.&nbsp;</div><div><br></div><div>DIANA, Daniela. “Mário de Andrade”. TodaMatéria. Disponível em: <a href="https://www.todamateria.com.br/mario-de-andrade/">&lt; https://www.todamateria.com.br/mario-de-andrade/ &gt;</a> Acesso em: 02 de maio de 2022.</div><div><br></div><div>Sem autor. ‘Macunaíma’ - Análise da obra de Mário de Andrade. Guia do estudante, 16 de julho de 2021. Disponível em: <a href="https://guiadoestudante.abril.com.br/estudo/macunaima-analise-da-obra-de-mario-d">&lt; https://guiadoestudante.abril.com.br/estudo/macunaima-analise-da-obra-de-mario-d e-andrade/&gt;</a>. Acesso em: 01 de maio de 2022.&nbsp;</div><div><br></div><div>BASTOS, Natacha. “Amar, verbo intransitivo”. Educação Globo. Disponível em: <a href="http://educacao.globo.com/literatura/assunto/resumos-de-livros/amar-verbo-intransiti">&lt; http://educacao.globo.com/literatura/assunto/resumos-de-livros/amar-verbo-intransiti vo.html#:~:text=An%C3%A1lise,narrador%20outro%20significado%3B%20%C3%A9 %20intransitivo&gt;</a>. Acesso em: 01 de maio de 2022.</div><div><br></div><div>ABDALLA, Beatriz. “Acervo de Mário de Andrade revela profissional múltiplo e ávido por cultura”. Ciclo 22 - Universidade de São Paulo. Disponível em: <a href="https://ciclo22.usp.br/2022/01/08/acervo-de-mario-de-andrade-revela-profissional-multiplo-e-avido-por-cultura/">https://ciclo22.usp.br/2022/01/08/acervo-de-mario-de-andrade-revela-profissional-multiplo-e-avido-por-cultura/</a> . Acesso em: 01 de maio de 2022.</div><div><br></div><div>DÉCIO. “18 curiosidades sobre a vida e a obra de Mário de Andrade”. Saber curiosidades, 14 de julho de 2020. Disponível em: <a href="https://saber-curiosidades.blogspot.com/2020/07/18-curiosidades-sobre-vida-e-obra-de.html">https://saber-curiosidades.blogspot.com/2020/07/18-curiosidades-sobre-vida-e-obra-de.html</a> . Acesso em: 01 de maio de 2022.</div><div><br></div><div>SOUZA, Warley. “Mário de Andrade. Mundo educação”. Disponível em: <a href="https://mundoeducacao.uol.com.br/literatura/mario-andrade.htm">https://mundoeducacao.uol.com.br/literatura/mario-andrade.htm</a> . Acesso em: 01 de maio de 2022.</div><div><br></div><div>🤬, Rebeca. “Macunaíma, de Mário de Andrade: resumo e análise do livro”. Cultura Genial. Disponível em: <a href="https://docs.google.com/document/d/1EQpg08teBOH7CIapzqMjixlscGsGKB0E5h0tnBb6lRk/edit">https://docs.google.com/document/d/1EQpg08teBOH7CIapzqMjixlscGsGKB0E5h0tnBb6lRk/edit</a>. Acesso em: Acesso em: 02 de maio de 2022.</div><div><br></div><div>Sem Autor. “Mário de Andrade”. Nilc. Disponível em: <a href="http://www.nilc.icmc.usp.br/nilc/literatura/m.riodeandrade.htm#:~:text=Em%20prosa">http://www.nilc.icmc.usp.br/nilc/literatura/m.riodeandrade.htm#:~:text=Em%20prosa</a>. Acesso em: Acesso em: 02 de maio de 2022.</div><div><br>🤬, Rebeca. “Livro Amar, Verbo Intransitivo de Mário de Andrade”. Cultura Genial. Disponível em: <a href="https://www.culturagenial.com/livro-amar-verbo-intransitivo-de-mario-de-andrade/">https://www.culturagenial.com/livro-amar-verbo-intransitivo-de-mario-de-andrade/</a>. Acesso em: Acesso em: 02 de maio de 2022.</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-05-09 23:58:08 UTC</pubDate>
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         <title>BIOGRAFIA</title>
         <author>201918360071</author>
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         <description><![CDATA[<div>Oswald de Andrade nasceu em São Paulo, no dia 11 de janeiro de 1890. Formou-se em Direito e ingressou na carreira jornalística.<br><br></div><div>Em 1911 iniciou sua vida literária no jornal semanal “<em>O Pirralho</em>”, que fundou e dirigiu junto com Alcântara Machado e Juó Bananère.<br><br></div><div>Filho de família rica, em 1912, viaja para Europa. A estada em Paris, além das ideias futuristas, deu-lhe uma companheira, Kamiá, mãe de seu primeiro filho nascido em 1914.<br><br></div><div>Em 1917 volta para São Paulo e nesse mesmo ano em sua coluna no Jornal do Comércio defende Anita Malfatti das críticas de Monteiro Lobato. Tem participação ativa na Semana de Arte Moderna de 1922<strong>.<br></strong><br></div><div>Viaja novamente para a Europa e em Paris, na Sorbonne, dá a Conferência "O Esforço Intelectual do Brasil Contemporâneo".<br><br>Faz várias amizades no meio artístico o que lhe permite estar em contato com as correntes de vanguardas. Já no Brasil, Oswald assume o papel de liderança do Movimento Modernista.<br><br></div><div>Homem polêmico, irônico, gozador, teve uma vida atribulada, foi o idealizador dos principais manifestos modernistas, entre eles, o Manifesto Pau-Brasil.<br><br></div><div>Em 1926, casa-se com Tarsila do Amaral, que faz as ilustrações de seu primeiro livro de poemas, “Pau-Brasil”.<br><br></div><div>Juntos, fundam o Movimento Antropófago, onde propõe, na literatura e na pintura, que o Brasil devore a cultura estrangeira e crie uma cultura revolucionária própria.<br><br></div><div>Em 1929, separa-se de Tarsila e rompe com seu amigo Mário de Andrade. Em 1930, casa-se com a escritora e militante comunista Patrícia Galvão (a Pagu), com quem teve seu segundo filho. Milita nos meios operários e, em 1931 ingressa no Partido Comunista, no qual permanece até 1945.<br><br></div><div>Desse período são as obras mais marcadas ideologicamente, como o "Manifesto Antropófago", o romance "Serafim Ponte Grande" e a peça teatral “O Rei da Vela”.<br><br></div><div>No campo do teatro, Oswald estreou em 1916, com as peças Leur Âme e Mon Coeur Balance. Ambas foram escritas em francês com a colaboração do poeta modernista Guilherme de Almeida.<br><br></div><div>A grande contribuição para o teatro nacional só ocorreu na década de 30, com o lançamento de três importantes textos dramáticos:<br><br></div><ul><li>“O Homem e o Cavalo” (1934)</li><li>“O Rei da Vela” (1937)</li><li>“A Morta” (1937)</li></ul><div><br>Na peça "O Rei da Vela", Oswald apresenta inovações técnicas e faz críticas à sociedade brasileira dos anos 60. A peça só foi levada ao palco em 1967-68, causou grande repercussão na época, contribuindo para o clima de efervescência cultural que caracterizou os anos 60.<br><br></div><div>Outros casamentos aconteceram na vida de Oswald de Andrade. Em 1936 casa-se com a poetisa Julieta Bárbara e, em 1944, com Maria Antonieta d’Aikmin, com quem teve duas filhas.<br><br></div><div>Após Longa doença, Oswald faleceu em São Paulo, no dia 22 de outubro de 1954.</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-05-10 22:12:10 UTC</pubDate>
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         <title>BIOGRAFIA</title>
         <author>201918360034</author>
         <link>https://padlet.com/edivanildoflauberte/1f0i008fqytdhqnw/wish/2178434494</link>
         <description><![CDATA[<div><strong><br><br></strong>Mário Raul de Morais Andrade filho de Carlos Augusto de Andrade e Maria Luísa de Almeida Leite Moraes de Andrade, nasceu na cidade de São Paulo, no dia 09 de outubro de 1893, desde cedo mostrou grande inclinação às artes, notadamente a literatura.&nbsp;<br>Mário De Andrade foi um escritor modernista, crítico literário, musicólogo, folclorista e ativista cultural brasileiro .&nbsp;</div><div>Em 1917, com apenas 24 anos, publica seu primeiro livro intitulado “<em>Há uma Gota de Sangue em cada Poema</em>”.<br>Pode-se perceber inovações na linguagem em algumas de suas obras, característica encontrada com frequência nas obras modernistas do período. Além disso, algumas obras apresentam características mais calmas e intimistas, enquanto outras trazem a política e as críticas para o debate. É importante ainda, perceber o uso do coloquialismo na linguagem, em oposição a um formalismo mais acentuado do parnasianismo. Concluímos então que seu estilo literário foi inovador e marcou a primeira fase modernista no Brasil, sobretudo, pela valorização da identidade e cultura brasileira.<br>Um dos seus maiores feitos e contribuições com o modernismo brasileiro foi a organização da Semana de Arte Moderna de 1922 que aconteceu entre os dias 11 e 18 de fevereiro , onde trabalhou&nbsp; ao lado de grandes personalidades do modernismo, como Oswald de Andrade, Tarsila do Amaral, Anita Malfatti e Menotti del Picchia.<br><br></div><div><br><br></div><div><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2022-05-10 23:45:22 UTC</pubDate>
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         <title>PRINCIPAIS OBRAS</title>
         <author>201918360034</author>
         <link>https://padlet.com/edivanildoflauberte/1f0i008fqytdhqnw/wish/2178444325</link>
         <description><![CDATA[<div>Mário de Andrade deixou uma vasta obra desde romances, poemas, críticas, contos, crônicas, ensaios:<br><br></div><ul><li>Há uma Gota de Sangue em Cada Poema (1917)</li><li>Paulicéia Desvairada (1922)</li><li>A Escrava que não é Isaura (1925)</li><li>Primeiro Andar (1926)</li><li>Clã do Jabuti (1927)</li><li>Amar, Verbo Intransitivo (1927)</li><li>Macunaíma (1928)</li><li>O Aleijadinho de Álvares de Azevedo (1935)</li><li>Poesias (1941)</li><li>O Movimento Modernista (1942)</li><li>O Empalhador de Passarinhos (1944)</li><li>Lira Paulistana (1946)</li><li>Contos Novos (1947)</li><li>Poesias Completas (1955)</li><li>O Banquete (1978)</li></ul><div><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2022-05-10 23:56:13 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>5 FATOS CURIOSOS SOBRE OSWALD DE ANDRADE E O MODERNISMO</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>Oswald de Andrade não entrou para a história da cultura brasileira apenas como poeta e dramaturgo, mas pelos romances com a pintora Tarsila do Amaral e com a revolucionária Patrícia Galvão, conhecida como Pagú.<br><br>Simpatizante da esquerda, Oswald filiou-se ao PCB, em 1930, no qual permaneceu até 1935. Detalhe: ele foi preso várias vezes em virtude da sua militância política.<br><br>Oswald foi um dos participantes da Semana de Arte Moderna, ao lado de intelectuais como Mário de Andrade, Heitor Villa-Lobos, Anita Malfatti, Menotti del Picchia e outros.<br><br>Oswald é conhecido, entre outros motivos, por ser o autor de dois importantes manifestos modernistas: o Manifesto Antropófago e o Manifesto da Poesia Pau-Brasil.<br><br>A figura de Oswald de Andrade apareceu em filmes como Tabu, Eternamente Pagu, e nas minisséries JFK e Um Só Coração. Nessa última, quem interpretou o escritor e poeta foi o ator José Rubens Chachá.<br><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2022-05-11 20:39:16 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Biografia</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/edivanildoflauberte/1f0i008fqytdhqnw/wish/2180131311</link>
         <description><![CDATA[<div>- José Oswald de Sousa de Andrade, apelidado de Oswald de Andrade, foi um poeta, escritor, ensaísta e dramaturgo brasileiro.<br>-&nbsp;<strong>Nascimento: </strong>11 de janeiro de 1890, São Paulo</div><div><strong>Falecimento: </strong>22 de outubro de 1954, São Paulo<br>- Escritor que defendia a valorização de nossas origens, do passado histórico-cultural, mas de forma crítica.<br>- Sua principal obra é Marco Zero. Foi um dos principais escritores presentes na Semana de Arte Moderna de 1922.</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-05-11 21:27:37 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Prosas</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/edivanildoflauberte/1f0i008fqytdhqnw/wish/2180147790</link>
         <description><![CDATA[<div>As principais expressões da prosa do escritor são os romances Memórias Sentimentais de João Miramar (1924) e Serafim Ponte Grande (1933).<br><br>Nas imagens apresentadas, analisa-se melhor a obra Memórias Sentimentais de João Miramar, com exemplos de alguns trechos de prosas presentes na obra.<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2022-05-11 21:47:22 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>(continuação - imagem referente às ultimas publicações)</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-05-11 21:48:50 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>(continuação - imagem referente as ultimas publicações)</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-05-11 21:49:12 UTC</pubDate>
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         <title>Poemas</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div><strong>Moça linda bem tratada</strong><strong><sub><br></sub></strong><sub><br></sub>Moça linda bem tratada,<br>Três séculos de família,<br>Burra como uma porta:<br>Um amor.<br><br>Grã-fino do despudor,<br>Esporte, ignorância e sexo,<br>Burro como uma porta:<br>Um coió.<br><br>Mulher gordaça, filó,<br>De ouro por todos os poros<br>Burra como uma porta:<br>Paciência...<br><br>Plutocrata sem consciência,<br>Nada porta, terremoto<br>Que a porta de pobre arromba:<br>Uma bomba. <sub><sup><br><br></sup></sub><strong><br>Inspiração<br><br></strong>São Paulo! comoção de minha vida...&nbsp;<br>Os meus amores são flores feitas de original...&nbsp;<br>Arlequinal!...Traje de losangos...Cinza e ouro...&nbsp;<br>Luz e bruma...Forno e inverno morno...&nbsp;<br>Elegâncias sutis sem escândalos, sem ciúmes...&nbsp;<br>Perfume de Paris...Arys!<br>Bofetadas líricas no Trianon...Algodoal!...</div><div>São Paulo! comoção de minha vida...<br>Galicismo a berrar nos desertos da América!</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-05-11 21:52:53 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>alexiasantana072</author>
         <link>https://padlet.com/edivanildoflauberte/1f0i008fqytdhqnw/wish/2180217086</link>
         <description><![CDATA[<div>Ode ao Burguês é o 9º poema da obra Paulicéia desvairada, de Mário de Andrade. Foi lido durante a Semana de Arte Moderna de 1922, para o espanto da platéia, alvo evidente dos versos. O título em si, parecia indicar um canto de triunfo à burguesia, mas, na realidade, quando lido, revela sua intenção crítico – agressiva, pois o que se entende, ao pronunciá-lo é “Ódio ao Burguês”, o que o texto, efetivamente, é.<br>O poema apresenta um conjunto de características tipicamente modernistas, como por exemplo: os versos livres, as estrofes heterogêneas e uma linguagem coloquial, marcada pela irreverência, agressividade e humor demolidor das convenções burguesas.</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-05-11 23:24:15 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title></title>
         <author>2019183600291</author>
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         <description><![CDATA[<div>Oswald e sua esposa Pagu</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-05-12 00:31:13 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>2019183600291</author>
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         <description><![CDATA[<div>Sua esposa e filhos</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-05-12 00:32:40 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>2019183600291</author>
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         <description><![CDATA[<div>Oficina Cultural Oswald de Andrade</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-05-12 00:34:05 UTC</pubDate>
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         <title></title>
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         <pubDate>2022-05-12 00:35:27 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>2019183600291</author>
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         <pubDate>2022-05-12 00:41:26 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>2019183600291</author>
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         <pubDate>2022-05-12 01:40:50 UTC</pubDate>
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         <title>Poesia: Quando eu morrer.</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div><br><br>Quando eu morrer quero ficar,<br>Não contem aos meus inimigos,<br>Sepultado em minha cidade,<br>Saudade.<br><br>Meus pés enterrem na rua Aurora,<br>No Paissandu deixem meu sexo,<br>Na Lopes Chaves a cabeça<br>Esqueçam.<br><br>No Pátio do Colégio afundem<br>O meu coração paulistano:<br>Um coração vivo e um defunto<br>Bem juntos.<br><br>Escondam no Correio o ouvido<br>Direito, o esquerdo nos Telégrafos,<br>Quero saber da vida alheia,<br>Sereia.<br><br>O nariz guardem nos rosais,<br>A língua no alto do Ipiranga<br>Para cantar a liberdade.<br>Saudade...<br><br>Os olhos lá no Jaraguá<br>Assistirão ao que há de vir,<br>O joelho na Universidade,<br>Saudade...<br><br>As mãos atirem por aí,<br>Que desvivam como viveram,<br>As tripas atirem pro Diabo,<br>Que o espírito será de Deus.<br>Adeus.</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-05-12 03:23:59 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>ellencruz675</author>
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         <description><![CDATA[<div><br><strong>Biografia:</strong><br>Alcântara Machado foi um escritor brasileiro,nasceu em São Paulo, no dia 25 de maio de 1901. Era filho de família ilustre. Seu pai foi escritor e professor da Faculdade de Direito de São Paulo.<br>Um dos mais importantes contistas do Primeiro Tempo Modernista. Formou-se em direito em 1924, mas não exerceu a profissão. Ainda estudante, começou a se dedicar ao jornalismo.</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-05-12 10:38:05 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>ellencruz675</author>
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         <description><![CDATA[<div>Seu primeiro livro, “Pathé Baby” (com prefácio de Oswald de Andrade), é fruto do que escreveu para a imprensa em sua viagem à Europa, em 1925.&nbsp; &nbsp;<br>&nbsp;<br>Entre as principais características encontradas na obra de Alcântara Machado, destacam-se o dinamismo de seus contos, a forma objetiva e direta de narrar, a utilização da linguagem jornalística e o uso de jargões, gírias e maneirismos populares dos imigrantes italianos em suas obras.</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-05-12 10:40:09 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>ellencruz675</author>
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         <description><![CDATA[<div>Publicado no ano de 1928, nesta obra o autor atinge a sua maturidade literária.</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-05-12 10:43:08 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>ellencruz675</author>
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         <description><![CDATA[<div>Alcântara Machado faleceu aos 14 de abril de 1935, após uma semana da realização de cirurgia para apendicite.<br>Em 1961, todos os contos e o romance que ficou inacabado foram reunidos em um único volume, com o título de “Novelas Paulistanas”.</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-05-12 10:45:11 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>ellencruz675</author>
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         <description><![CDATA[<div><strong>Obras de Alcântara Machado:<br></strong><br>•Pathé Baby, romance, 1926<br>•Brás, Bexiga e Barra Funda, contos, 1928<br>•Laranja da China, contos, 1929<br>•Mana Maria, romance, 1936, póstuma<br>•Cavaquinho e Saxofone, ensaio, 1940, •póstuma</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-05-12 10:47:57 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>ellencruz675</author>
         <link>https://padlet.com/edivanildoflauberte/1f0i008fqytdhqnw/wish/2181058521</link>
         <description><![CDATA[<div>Trecho do livro: <br><strong>"Brás Bexiga e Barra Funda"</strong><br><br>Então os transatlânticos trouxeram a Europa outras raças aventureiras. Entre elas uma alegra que pisou na terra paulista cantando e na terra brotou e se alastrou como aquela planta também imigrante que há duzentos anos veio fundar a riqueza brasileira:<br><br>Do consórcio da gente imigrante com o ambiente, do consórcio da gente imigrante com a indígena nasceram os novos mamelucos.<br>Nasceram os italianinhos.<br>O Gaetaninho.<br>A Carmela.<br>Brasileiros e paulistas. Até bandeirantes.<br>E o colosso continuou rolando. (...)<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2022-05-12 11:09:45 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Manuel Carneiro de Sousa Bandeira Filho, conhecido como Manuel Bandeira, nasceu na cidade do Recife, Pernambuco, no dia 19 de abril de 1886.</title>
         <author>gesielperegrine</author>
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         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2022-05-12 20:17:40 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Manuel Bandeira foi um professor, tradutor, crítico e poeta brasileiro da primeira geração modernista. No entanto, sua obra apresenta marcas do parnasianismo, simbolismo e concretismo. </title>
         <author>gesielperegrine</author>
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         <pubDate>2022-05-12 20:18:19 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Em 1904, começou a manifestar alguns problemas de saúde referentes à tuberculose. Com isso, ele se abrigou em regiões que tinham o clima favorável ao tratamento da doença. Bandeira chegou a se internar em instituições de saúde de Petrópolis, Teresópolis e Campanha para tratar da tuberculose. Também viajou com o mesmo fim para a Suíça, onde foi colega de sanatório do poeta francês Paul Eluard.</title>
         <author>gesielperegrine</author>
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         <pubDate>2022-05-12 20:18:51 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Em 1917, o escritor publicou o seu primeiro livro: &quot;A cinza das horas&quot;. Nessas poesias, a melancolia mostra-se muito em função da doença do poeta. Como podemos verificar no poema Desencanto, escrito em 1912:</title>
         <author>gesielperegrine</author>
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         <description><![CDATA[<div>Eu faço versos como quem chora<br>De desalento... de desencanto...<br>Fecha o meu livro, se por agora<br>Não tens motivo nenhum de pranto.<br><br>Meu verso é sangue. Volúpia ardente...<br>Tristeza esparsa... remorso vão...<br>Dói-me nas veias. Amargo e quente,<br>Cai, gota a gota, do coração.<br><br>E nestes versos de angústia rouca<br>Assim dos lábios a vida corre,<br>Deixando um acre sabor na boca.<br><br>— Eu faço versos como quem morre.</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-05-12 20:19:31 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title></title>
         <author>gesielperegrine</author>
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         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2022-05-12 20:19:58 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Publicado em 1919, &quot;Carnaval&quot; nos apresenta um Manuel Bandeira polêmico e desafiador, principalmente pelo poema “Os sapos”, que mobilizou as lutas modernistas do início do século XX e se tornou ícone da rebeldia da Semana de 22.</title>
         <author>gesielperegrine</author>
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         <pubDate>2022-05-12 20:20:11 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title></title>
         <author>gesielperegrine</author>
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         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2022-05-12 20:20:44 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Para a Semana de Arte Moderna de 1922, enviou o poema Os Sapos, que lido por Ronald de Carvalho, tumultuou o Teatro Municipal, com vaias e gritos. O poema satiriza os princípios do parnasianismo, com um deboche agressivo dirigido à métrica e à rima desses poemas:</title>
         <author>gesielperegrine</author>
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         <description><![CDATA[<div>Os Sapos&nbsp;<br>Enfunando os papos,<br>Saem da penumbra,<br>Aos pulos, os sapos.<br>A luz os deslumbra.<br><br>Em ronco que aterra,<br>Berra o sapo-boi:<br>- "Meu pai foi à guerra!"<br>- "Não foi!" - "Foi!" - "Não foi!".<br><br>O sapo-tanoeiro,<br>Parnasiano aguado,<br>Diz: - "Meu cancioneiro<br>É bem martelado.<br><br>Vede como primo<br>Em comer os hiatos!<br>Que arte! E nunca rimo<br>Os termos cognatos. (...)</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-05-12 20:21:11 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>gesielperegrine</author>
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         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2022-05-12 20:21:36 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>O Ritmo Dissoluto, obra publicada em 1924, na Segunda Fase Modernista, cujo título já indica tratar-se de um livro integrado ao espírito modernista, mostra a opção definitiva de Manuel Bandeira pelo corriqueiro, pelo cotidiano, como matéria poética. Na obra predomina do verso livre e à procura da dissolução da cadência rítmica tradicional. O Ritmo Dissoluto surgiu da nova estética, onde inseriu motivos e termos prosaicos na literatura. Em O Ritmo Dissoluto percebermos que o poeta vai mais e mais se engajando com os ideais modernistas, bem como na obra Carnaval.</title>
         <author>gesielperegrine</author>
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         <description><![CDATA[<div><strong>Rimancete</strong></div><div><em>À dona do seu encanto,<br>À bem amada pudica,<br>Por quem se desvela tanto,<br>Por quem tanto se dedica,<br>Olhos lavados em pranto<br>O seu amante suplica:</em></div><div><em>O que me darás, donzela,<br>Por preço do meu amor?<br>Dou-te meus olhos (disse ela),<br>Os meus olhos sem senhor…<br>Ai, não me fales assim!<br>Que uma esperança tão bela<br>Nunca será para mim!<br>O que me darás, donzela,<br>Por preço do meu amor?<br>&nbsp;Dou-te os meus lábios (disse ela),<br>Os meus lábios sem senhor<br>Ai não me enganes assim!<br>Sonho meu! Coisa tão bela<br>Nunca será para mim!<br>O que me darás, donzela,<br>Por preço do meu amor?<br>Dou-te as minhas mãos (disse ela),<br>As minhas mãos sem senhor…<br>Não me escarneças assim!<br>Bem sei que prenda tão bela<br>Nunca será para mim!<br>O que me darás, donzela<br>Por preço do meu amor?<br>Dou-te os meus peitos (disse ela),<br>Os meus peitos sem senhor…<br>Não me tortures assim!<br>Mentes! Dádiva tão bela<br>Nunca será para mim!<br>O que me darás, donzela,<br>Por preço do meu amor?<br>Minha rosa e minha vida<br>Que por perdê-la perdida,<br>Me desfaleço de dor…<br>Não me enlouqueças assim,<br>Vida minha! Flor tão bela<br>Nunca será para mim!<br>O que me darás, donzela?<br>Deixas-me triste e sombria.<br>Cismo… Não atino o quê…<br>Dava-te quanto podia…<br>Que queres mais que te dê?</em></div><div><em>Responde o moço destarte:<br>Teu pensamento quero eu!<br>Isso não… não posso dar-te…<br>Que há muito tempo ele é teu…</em></div>]]></description>
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         <pubDate>2022-05-12 20:22:01 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Apesar de ser mais conhecido pelo seu vínculo com o modernismo brasileiro, os primeiros poemas de Manuel Bandeira possuem características do parnasianismo e do simbolismo. Em seguida, o poeta filiou-se ao modernismo e também produziu poesia.</title>
         <author>gesielperegrine</author>
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         <pubDate>2022-05-12 20:23:03 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>gesielperegrine</author>
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         <pubDate>2022-05-12 20:23:42 UTC</pubDate>
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         <title>“Chambre vide” e “Bonheur lyrique” são dois poemas compostos em francês e publicados no livro Libertinagem, de Manuel Bandeira, em 1930. Esta obra é integrada por dois de seus poemas mais conhecidos, o lúgubre “Pneumotórax”, peça que cristaliza a perspectiva fatídica de um futuro roubado por um diagnóstico inelutável, e o fantasioso “Vou-me embora pra Pasárgada”, emblema da temática dos devaneios escapistas que perpassa a poética do autor.</title>
         <author>gesielperegrine</author>
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         <pubDate>2022-05-12 20:24:13 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title></title>
         <author>gesielperegrine</author>
         <link>https://padlet.com/edivanildoflauberte/1f0i008fqytdhqnw/wish/2181892495</link>
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         <pubDate>2022-05-12 20:24:59 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Publicado em 1930, no livro Libertinagem, o poema Pneumotórax, uma das obras-primas de Manuel Bandeira, se tornou um clássico do modernismo brasileiro.</title>
         <author>gesielperegrine</author>
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         <description><![CDATA[<div>Febre, hemoptise, dispneia e suores noturnos.<br>A vida inteira que podia ter sido e que não foi.<br>Tosse, tosse, tosse.</div><div><br>Mandou chamar o médico:</div><div><br>— Diga trinta e três.<br>— Trinta e três… trinta e três… trinta e três…<br>— Respire.<br><br></div><div>…………………………………………………</div><div><br>— O senhor tem uma escavação no pulmão esquerdo e o pulmão direito infiltrado.<br>— Então, doutor, não é possível tentar o pneumotórax?<br>— Não.</div><div><br>A única coisa a fazer é tocar um tango argentino.</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-05-12 20:25:24 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Vou-me embora pra Pasárgada é o título de um poema escrito por Manuel Bandeira. Publicado no livro Libertinagem, em 1930, o poema apresenta uma cidade idealizada como solução para os problemas.</title>
         <author>gesielperegrine</author>
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         <description><![CDATA[<div>Vou-me embora pra Pasárgada<br>Lá sou amigo do rei<br>Lá tenho a mulher que eu quero<br>Na cama que escolherei<br><br></div><div>Vou-me embora pra Pasárgada<br>Aqui eu não sou feliz<br>Lá a existência é uma aventura<br>De tal modo inconsequente<br>Que Joana a Louca de Espanha<br>Rainha e falsa demente<br>Vem a ser contraparente<br>Da nora que nunca tive<br><br></div><div>E como farei ginástica<br>Andarei de bicicleta<br>Montarei em burro brabo<br>Subirei no pau-de-sebo<br>Tomarei banhos de mar!<br>E quando estiver cansado<br>Deito na beira do rio<br>Mando chamar a mãe-d’água<br>Pra me contar as histórias<br>Que no tempo de eu menino<br>Rosa vinha me contar<br>Vou-me embora pra Pasárgada<br><br></div><div>Em Pasárgada tem tudo<br>É outra civilização<br>Tem um processo seguro<br>De impedir a concepção<br>Tem telefone automático<br>Tem alcaloide à vontade<br>Tem prostitutas bonitas<br>Para a gente namorar<br><br></div><div>E quando eu estiver mais triste<br>Mas triste de não ter jeito<br>Quando de noite me der<br>Vontade de me matar<br>— Lá sou amigo do rei —<br>Terei a mulher que eu quero<br>Na cama que escolherei<br>Vou-me embora pra Pasárgada.</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-05-12 20:26:09 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>“Chambre vide” é um exemplo da poética do simples de Manuel Bandeira, que focaliza cenas notavelmente ordinárias da vida humana, revelando sua beleza intrínseca numa linguagem tão simples quanto delicada. O olhar atento de Bandeira devolve a essas coisas a ênfase e vivacidade que lhes negamos no dia-a-dia.</title>
         <author>gesielperegrine</author>
         <link>https://padlet.com/edivanildoflauberte/1f0i008fqytdhqnw/wish/2181893937</link>
         <description><![CDATA[<div><strong>CHAMBRE VIDE</strong><br>Manuel Bandeira, <em>Libertinagem</em>, 1936<br><br></div><div>Petit chat blanc et gris<br>Reste encore dans la chambre<br>La nuit est si noire dehors<br>Et le silence pèse<br><br></div><div>Ce soir je crains la nuit<br>Petit chat frère du silence<br>Reste encore<br>Reste auprès de moi<br>Petit chat blanc et gris<br>Petit chat<br><br></div><div>La nuit pèse<br>Il n'y a pas de papillons de nuit<br>Où sont donc ces bêtes?<br>Les mouches dorment sur le fil de l'électricité<br>Je suis trop seul vivant dans cette chambre<br>Petit chat frère du silence<br>Reste à mes côtés<br>Car il faut que je sente la vie auprès de moi<br>Et c'est toi qui fais que la chambre n'est pas vide<br>Petit chat blanc et gris<br>Reste dans la chambre<br>Eveillé minutieux et lucide<br>Petit chat blanc et gris<br>Petit chat.<br><br></div><div><em>Petrópolis, 1925</em></div><div><br><strong>QUARTO VAZIO</strong><br>Manuel Bandeira; tradução Nina Rizzi<br><br></div><div>Gatinho branco e cinzento<br>Fica ainda no quarto<br>A noite está fria lá fora<br>E o silêncio pesa<br><br></div><div>Eu tenho medo da noite<br>Gatinho irmão do silêncio<br>Fica ainda<br>Fica comigo<br>Gatinho branco e cinzento<br>Gatinho<br><br></div><div>A noite pesa<br>Não têm borboletas na noite<br>Onde estão esses insetos agora?<br>Os mosquitos dormem sobre o fio da eletricidade<br>Eu estou me sentindo muito sozinho neste quarto<br>Gatinho irmão do silêncio<br>Fica ao meu lado<br>Que é preciso que eu sinta vida perto de mim<br>E é você que faz com que este quarto não esteja vazio<br>Gatinho branco e cinzento<br>Fica ainda no quarto<br>Acordado minucioso e lúcido<br>Gatinho branco e cinzento<br>Gatinho.</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-05-12 20:26:40 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>“Bonheur lyrique” canta o sofrimento de um sujeito terrivelmente consciente de que as limitações que se lhe empoem sobre o corpo também abatem-lhe a alma. Privado dos prazeres de que muitos outros gozam, é imperativa a ele a tarefa de improvisar com as próprias mãos um tipo de felicidade que lhe sirva.</title>
         <author>gesielperegrine</author>
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         <description><![CDATA[<div><strong>BONHEUR LYRIQUE</strong><br>Manuel Bandeira, <em>Libertinagem</em>, 1936<br><br></div><div>Coeur de phtisique<br>O mon coeur lyrique<br>Ton bonheur ne peut pas être comme celui des autres<br>Il faut que tu te fabriques<br>Un bonheur unique<br>Un bonheur qui soit comme le piteux lustucru en chiffon<br>[d'une enfant pauvre<br>-Fait par elle même.<br><br></div><div><br><strong>FELICIDADE LÍRICA</strong><br>Manuel Bandeira; trad. Nina Rizzi<br><br></div><div>Coração tísico<br>O meu coração lírico<br>Tua felicidade não pode ser como a dos outros<br>É preciso que você construa<br>Uma felicidade única<br>Uma felicidade tão lastimável como os farrapos de um pobre diabo<br>[uma criança pobre<br>- Feita por ela mesma.</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-05-12 20:27:30 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Poemas de Manuel Bandeira declamados pelo próprio </title>
         <author>gesielperegrine</author>
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         <pubDate>2022-05-12 20:28:37 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Referências</title>
         <author>gesielperegrine</author>
         <link>https://padlet.com/edivanildoflauberte/1f0i008fqytdhqnw/wish/2181896149</link>
         <description><![CDATA[<div>https://shopee.com.br/amp/MANUEL-BANDEIRA-Centenário-de-Nascimento-i.345526739.15310268085<br><br>http://www.antoniomiranda.com.br/poesie_bresilienne/manuel_bandeira.html<br><br>https://higormachado-51320.medium.com/croissants-de-pasárgada-traduzinho-manoel-bandeira-do-francês-33195bd01dbe<br><br>https://www.culturagenial.com/poema-pneumotorax-manuel-bandeira/<br><br>file:///C:/Users/Gesiel/Downloads/18067-Texto%20do%20Artigo-56480-1-10-20110216%20(1).PDF<br><br>https://zunai.com.br/post/106405292703/torre-de-babel-5-poemas-franceses-em<br><br>https://wp.ufpel.edu.br/aulusmm/2017/05/14/vou-me-embora-pra-pasargada-manuel-bandeira/<br><br>https://soundcloud.com/user-790347860/os-sapos-manuel-bandeira<br><br>https://30porcento.com.br/livro/9788580330458-O-Ritmo-Dissoluto</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-05-12 20:29:08 UTC</pubDate>
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