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      <title>Capítulo 2: Revolução Industrial by MILENA ARAUJO MOTA</title>
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      <description>Trabalho de história para a nota da parcial</description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2021-03-15 10:09:40 UTC</pubDate>
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         <title>Primeira Metade do Século XVII</title>
         <author>milenamota</author>
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         <description><![CDATA[<div>Com a revolução gloriosa, a Inglaterra foi o primeiro país a passar por uma revolução burguesa, fortalecendo a burguesia. O governo começou a tomar medidas para promover o crescimento da economia, como a criação de companhias comerciais que incentivam a troca de produtos entre a Inglaterra e territórios americanos, incentivo as exportações e consolidação do Banco. Os <strong>cercamentos</strong> se intensificaram, aumentando as desigualdades sociais, com o território cheio de jazidas de ferro e carvão foram construídas máquinas de ferro que funcionavam por vapor. A Inglaterra se tornou o centro comercial mais importante da Europa.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-03-17 10:51:39 UTC</pubDate>
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         <title>Manufaturas e Maquinofaturas</title>
         <author>milenamota</author>
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         <description><![CDATA[<div>Antigamente a maioria dos artigos das sociedades europeias eram feitas de forma <strong>artesanal,</strong> em ambientes domésticos. Para fiscalizar a produção e manter a qualidade, durante a Idade média, sugiram diversas corporações de ofício nas cidades e cada uma controlava um ofício, do carpinteiro, tecelão ou padeiro. Depois, sob o comando da burguesia, a produção começou a acontecer em um espaço comum, as <strong>manufaturas</strong> que reuniam grande quantidade de trabalhadores e tinha o trabalho dividido, o que possibilitava a aceleração da produção e da economia. A produção dependia do trabalhador, já que com mais trabalhadores, maior era a produção, mas havia mais salários e um grande gasto de dinheiro, então começaram a ser criadas ferramentas e máquinas capazes de substituir<br> o trabalhador, dando origem às <strong>maquinofaturas</strong> transformando a economia mundial e iniciando a Revolução Industrial.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-03-17 11:15:58 UTC</pubDate>
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         <title>Máquinas da Revolução industrial</title>
         <author>milenamota</author>
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         <description><![CDATA[<div>A Revolução Industrial possibilitou a criação de inúmeras invenções, uma das primeiras inovações que contribuiu para esse processo foi a <strong>lançadeira volante</strong>, criada por John Kay em 1733. Ela era utilizada para facilitar a produção de tecidos, fazendo a tarefa de tear que necessitava de muitos tecelões, precisar de apenas um indivíduo. Também foi criada a <strong>máquina de fiar hidráulica</strong>, por James Hargreaves em 1764, o aparelho produzia fios de algodão e utilizava água como fonte de energia ganhando bastante produtividade por haver uma única máquina capaz de produzir uma quantidade de fios equivalente ao trabalho de oito pessoas. Em 1769, James Watt inventou o <strong>motor a vapor,</strong> ele utilizava o calor do vapor para gerar energia, para isso água era aquecida com a queima de carvão ou madeira, quando fervia, ela se transformava em vapor que era canalizado em um espaço pequeno, se tornando vapor de alta pressão que conseguia movimentar as máquinas conectadas em si. O motor a vapor foi utilizado na criação de diversas máquina, como teares mecânicos, trens e alguns dos primeiros automóveis.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-03-17 13:09:24 UTC</pubDate>
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         <title>Industrialização e o Mundo do Trabalho nas Fábricas</title>
         <author>milenamota</author>
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         <description><![CDATA[<div>O setor que mais foi beneficiado pelas transformações industriais foi o da <strong>produção têxtil inglesa</strong>, as primeiras fábricas surgiram em torno dela, já que na época panos e roupas de algodão eram de imensa importância no comércio europeu. O surgimento das maquinofaturas provocou o grande crescimento das cidades, transformou o meio ambiente intensamente e a Inglaterra se tornou uma sociedade <strong>capitalista </strong>e burguesa com vários conflitos sociais ao longo do tempo. Com a introdução das máquinas, o número de trabalhadores necessários para a produção de mercadorias diminuiu e vários ficaram desempregados, beneficiando os donos de fábricas, por haver excessiva mão de obra em busca de emprego, e podendo oferece-los salários baixos, assim, os operários começaram a ter péssimas condições de trabalho. As fábricas eram ambientes abafados, quentes e poluídos, os trabalhadores tinham alimentação e moradias precárias, eram forçados a trabalhar por mais de 15 horas sem descanso, também, os patrões preferiam contratar crianças e mulheres já que recebiam salários inferiores, se tornando comum ver crianças trabalhando. Mortes por acidentes e doenças infecciosas contraídas pela falta de saneamento básico na cidade também se tornaram comuns. Tudo isso fez com que a <strong>expectativa de vida</strong> da população baixasse.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-03-17 19:57:29 UTC</pubDate>
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         <title>Classes Sociais e Conflitos</title>
         <author>milenamota</author>
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         <description><![CDATA[<div>Ao longo da história, existiram diferentes modelos de hierarquias sociais, que normalmente se baseavam em valores religiosos. Com o surgimento do capitalismo, as sociedades europeias começaram a se organizar baseadas na função de cada grupo no processo produtivo, esse tipo de organização é chamada de <strong>classe social</strong>, alguns exemplos de classes sociais são os proprietários de terra, industriais e operários. O que definia se um indivíduo pertence a uma ou a outra classe é o fato de ele ter capital ou não, precisando trabalhar para sobreviver e as duas principais classes eram a burguesia e o proletariado. O processo de industrialização reafirmou o poder econômico da burguesia e a pobreza do proletariado, surgindo várias formas de conflitos entre os dois, onde o proletariado lutava pelos seus direitos e melhores condições de vida. O primeiro exemplo de resistência dos trabalhadores contra as demissões em massa e a exploração nas fábricas foi em 1811, quando um grupo de operários invadiu fábricas para destruir as máquinas, acreditando que elas eram as responsáveis pela situação em que viviam. O movimento ficou conhecido como <strong>ludismo</strong> e era comum em várias regiões da Europa, mas não conseguiu mudar as relações sociais e de trabalho do mundo industrial efetivamente.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-03-17 20:47:54 UTC</pubDate>
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         <title>A Resistência</title>
         <author>milenamota</author>
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         <description><![CDATA[<div>Após o fracasso do ludismo, o proletariado começou a organizar outras formas de ação, criando as primeiras <strong>associações de auxilio mútuo</strong>, que tinham como objetivo levantar recursos para apoiar os trabalhadores em momentos de necessidade, como em situações de acidente, doença ou desemprego. Essa associação ajudou na criação de outras, mais importantes e com a organização dos trabalhadores em grupos, os <strong>sindicatos</strong>. Eles organizavam ações conjuntas para pressionar o governo e os burgueses a ampliar os direitos e diminuir a exploração dos trabalhadores. Algumas de suas reinvindicações eram o aumento dos salários, redução da jornada de trabalho, direito a descanso semanal remunerado e a proibição do trabalho infantil, eram feitas greves, passeatas e publicações em jornais e panfletos para fazê-las acontecer. Em 1830, os sindicatos tiveram suas primeiras vitórias, a aprovação de leis que regulamentavam o trabalho e impediam a exploração excessiva dos operários, a partir dali os trabalhadores ingleses passaram a ter melhores condições de vida e a conquistar direitos importantes para <strong>diminuir a desigualdade social</strong>.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-03-17 21:46:47 UTC</pubDate>
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         <title>Socialismo Utópico e Científico</title>
         <author>milenamota</author>
         <link>https://padlet.com/milenamota/1di7jkh42nfx6z18/wish/1323052067</link>
         <description><![CDATA[<div>As lutas e a organização dos trabalhadores deram origem a novas teorias sobre a maneira como as sociedades deveriam se organizar em busca de um mundo mais justo. As principais foram a socialista e a anarquista. Os primeiros autores socialistas foram Robert Owen, Saint-Simon e Charles Fourier, Eles defendiam a criação de comunidades onde os trabalhadores se organizariam de forma igualitária e dividindo o trabalho, mas eles não defendiam formas concretas de criação de tais sociedades e acreditavam que as mudanças ocorreriam pacificamente, sendo conhecidos como <strong>socialistas utópicos</strong>. No século XIX, os pensadores Karl Marx e Friedrich Engels também analisaram as contradições do sistema capitalista de modo científico, percebendo a não sustentabilidade das relações que mantém e defendendo o fim deste sistema e das classes sociais. Eles afirmavam ser possível criar o socialismo, onde todos viveriam igualitariamente e sem exploração, a ideia foi nomeada <strong>socialismo científico</strong>.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-03-17 23:11:41 UTC</pubDate>
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         <title>Anarquismo</title>
         <author>milenamota</author>
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         <description><![CDATA[<div>O pensamento anarquista também defendia o fim da exploração do trabalho do proletariado. Os pensadores afirmavam ser necessário acabar com o Estado e com a propriedade privada, criando uma sociedade baseada em comunidades igualitárias governadas pelo povo. Os principais pensadores anarquistas foram Mikhail Bakunin e Piotr Kropotkin. Desde a exploração do proletariado no séc. XIX, surgiram diversas formas de organização e teorias sobre maneiras de acabar com as desigualdades sociais que influenciaram vários outros movimentos, e até hoje continuando a luta por direitos e justiça social no mundo.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-03-17 23:45:04 UTC</pubDate>
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