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      <title>PARNASIANISMO - 2ª série C  by Ana Paula</title>
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      <description>Criado pelos estudantes em 22/09/2020</description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2020-09-22 19:12:23 UTC</pubDate>
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         <title>PARNASIANISMO </title>
         <author>anapaimprof</author>
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         <description><![CDATA[<div>Para começar a falar sobre o tema, destaco um Mapa Mental </div>]]></description>
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         <pubDate>2020-09-22 19:14:45 UTC</pubDate>
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         <title>Quem é Olavo Bilac??</title>
         <author>anapaimprof</author>
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         <description><![CDATA[<div>Foi um jornalista, contista, cronista e poeta brasileiro, considerado o principal representante do parnasianismo no país</div>]]></description>
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         <pubDate>2020-09-22 19:16:21 UTC</pubDate>
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         <title>Arte pela Arte</title>
         <author>anapaimprof</author>
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         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2020-09-22 19:17:33 UTC</pubDate>
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         <title>Ouvir estrelas </title>
         <author>anapaimprof</author>
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         <description><![CDATA[<div>Poema sucesso do Parnasianismo </div>]]></description>
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         <pubDate>2020-09-22 19:19:02 UTC</pubDate>
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         <title>Linguagem Erudita </title>
         <author>anapaimprof</author>
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         <description><![CDATA[<div>Os poetas se precupavam com o rigor formal, com a perfeição. <br><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2020-09-29 18:53:27 UTC</pubDate>
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         <title>As Pombas - Raimundo Correia</title>
         <author>amandacorreia</author>
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         <description><![CDATA[<div>Vai-se a primeira pomba despertada...<br>Vai-se outra mais... mais outra... enfim dezenas<br>De pombas vão-se dos pombais, apenas<br>Raia sanguínea e fresca a madrugada...<br><br></div><div>E à tarde, quando a rígida nortada<br>Sopra, aos pombais de novo elas, serenas,<br>Ruflando as asas, sacudindo as penas,<br>Voltam todas em bando e em revoada...<br><br></div><div>Também dos corações onde abotoam,<br>Os sonhos, um por um, céleres voam,<br>Como voam as pombas dos pombais;<br><br></div><div>No azul da adolescência as asas soltam,<br>Fogem... Mas aos pombais as pombas voltam,<br>E eles aos corações não voltam mais...<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2020-09-29 19:02:53 UTC</pubDate>
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         <title>Raimundo Correia  </title>
         <author>rbeatrizs79</author>
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         <description><![CDATA[<div>Pertencia a chamada tríade do Parnasianismo no Brasil, também fundada por Olavo Bilac e Alberto de Oliveira. Tinham como objetivo a exaltação das formas estruturais na composição de poemas, tal qual a exaltação da natureza, juntamente com a perfeição objetivista, além da forte desilusão  pelos sonhos não realizados.  Um dos seus poemas mais conhecidos:  <br><br><strong>AMOR E VIDA<br></strong>Esconde-me a alma, no íntimo, oprimida,<br>Este amor infeliz, como se fora<br>Um crime aos olhos dessa, que ela adora,<br>Dessa, que crendo-o, crera-se ofendida.<br><br></div><div>A crua e rija lâmina homicida<br>Do seu desdém vara-me o peito; embora,<br>Que o amor que cresce nele, e nele mora,<br>Só findará quando findar-me a vida!<br><br></div><div>Ó meu amor! como num mar profundo,<br>Achaste em mim teu álgido, teu fundo,<br>Teu derradeiro, teu feral abrigo! <br><br>E qual do rei de Tule a taça de ouro,<br>Ó meu sacro, ó meu único tesouro!<br>Ó meu amor! tu morrerás comigo!<br> </div>]]></description>
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         <pubDate>2020-09-29 19:05:46 UTC</pubDate>
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         <title>Características do poema parnasiano</title>
         <author>amandacorreia</author>
         <link>https://padlet.com/anapaimprof/1by0wmwbg3qwcclr/wish/789334991</link>
         <description><![CDATA[<ul><li>Vocabulário rebuscado</li><li>Métrica regular com preferência pelo verso alexandrino (doze sílabas)</li><li>Gosto pelo soneto</li><li>Rima regular</li><li>Rimas raras e artificiais</li><li>Descritivo e narrativo</li><li>Poucas figuras de linguagem</li></ul><div><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2020-09-29 19:06:09 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Via Láctea XIII, Olavo Bilac.</title>
         <author>bbrunacavalcante</author>
         <link>https://padlet.com/anapaimprof/1by0wmwbg3qwcclr/wish/789336647</link>
         <description><![CDATA[<div>“Ora (direis) ouvir estrelas! Certo<br>Perdeste o senso!” E eu vos direi, no entanto,<br>Que, para ouvi-las, muita vez desperto<br>E abro as janelas, pálido de espanto…<br><br></div><div>E conversamos toda a noite, enquanto<br>A via-láctea, como um pálio aberto,<br>Cintila. E, ao vir do sol, saudoso e em pranto,<br>Inda as procuro pelo céu deserto.<br><br></div><div>Direis agora: “Tresloucado amigo!<br>Que conversas com elas? Que sentido<br>Tem o que dizem, quando estão contigo?”<br><br></div><div>E eu vos direi: “Amai para entendê-las!<br>Pois só quem ama pode ter ouvido<br>Capaz de ouvir e de entender estrelas”.</div>]]></description>
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         <pubDate>2020-09-29 19:06:39 UTC</pubDate>
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         <title>Rima</title>
         <author>gabrielsapucaia981</author>
         <link>https://padlet.com/anapaimprof/1by0wmwbg3qwcclr/wish/789346752</link>
         <description><![CDATA[<div>Rondo pela noite<br>Imaginando mil coisas<br>Meditando sozinho<br>Até a madrugada<br><br>Isto tudo é tão contrário<br>Medo e coragem<br>Amor e ódio<br>Revolta e compreensão<br><br>Mas nada rima nesse mundo<br>Apenas eu e você restávamos<br>Resto do que o mundo já foi<br>Intensamente, imensamente, eternamente<br><br>Até mesmo nós sucumbimos<br>Reavaliamos nossa condição<br>Indiferentes, deixamos de rimar<br>Menos um casal no mundo<br><br>Agora ando sozinho<br>Meditando noite adentro<br>Imaginando e esquecendo mil e uma coisas<br>Rondando até a madrugada<br><br><strong><em><mark>Raimundo Correia</mark></em></strong></div>]]></description>
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         <pubDate>2020-09-29 19:09:36 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title></title>
         <author>jeanvictormachado3</author>
         <link>https://padlet.com/anapaimprof/1by0wmwbg3qwcclr/wish/789349022</link>
         <description><![CDATA[Eu conheço a mais bela flor;
És tu, rosa da mocidade,
Nascida, aberta para o amor.
Eu conheço a mais bela flor.
Tem do céu a serena cor,
E o perfume da virgindade.
Eu conheço a mais bela flor,
És tu, rosa da mocidade.

Vive às vezes na solidão,
Coma filha da brisa agreste.
Teme acaso indiscreta mão;
Vive às vezes na solidão.
Poupa a raiva do furacão
Suas folhas de azul celeste.
Vive às vezes na solidão,
Como filha da brisa agreste.

Colhe-se antes que venha o mal,
Colhe-se antes que chegue o inverno;
Que a flor morta já nada val.
Colhe-se antes que venha o mal.
Quando a terra é mais jovial
Todo o bem nos parece eterno.
Colhe-se antes que venha o mal,
Colhe-se antes que chegue o inverno.]]></description>
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         <pubDate>2020-09-29 19:10:15 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Ouvir Estrelas é o meu soneto parnasiano favorito.</title>
         <author>anapaimprof</author>
         <link>https://padlet.com/anapaimprof/1by0wmwbg3qwcclr/wish/789349085</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2020-09-29 19:10:17 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>O Vinho de Hebe</title>
         <author>gabrielsapucaia981</author>
         <link>https://padlet.com/anapaimprof/1by0wmwbg3qwcclr/wish/789358465</link>
         <description><![CDATA[<div>Quando do Olimpo nos festins surgia <br>Hebe risonha, os deuses majestosos <br>Os copos estendiam-lhe, ruidosos, <br>E ela, passando, os copos lhes enchia...<br><br>A Mocidade, assim, na rubra orgia <br>Da vida, alegre e pródiga de gozos, <br>Passa por nós, e nós também, sequiosos, <br>Nossa taça estendemos-lhe, vazia...<br><br>E o vinho do prazer em nossa taça <br>Verte-nos ela, verte-nos e passa... <br>Passa, e não torna atrás o seu caminho.<br><br>Nós chamamo-la em vão; em nossos lábios <br>Restam apenas tímidos ressábios, <br>Como recordações daquele vinho.</div>]]></description>
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         <pubDate>2020-09-29 19:13:03 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>&quot;A Tríade Brasileira do Parnasianismo&quot;</title>
         <author>millelle09</author>
         <link>https://padlet.com/anapaimprof/1by0wmwbg3qwcclr/wish/789360219</link>
         <description><![CDATA[<div>*Olavo Bilac<br>*Alberto de Oliveira<br>*Raimundo Correia</div>]]></description>
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         <pubDate>2020-09-29 19:13:33 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>A Tríade Parnasiana</title>
         <author>gabrielsapucaia981</author>
         <link>https://padlet.com/anapaimprof/1by0wmwbg3qwcclr/wish/789370094</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2020-09-29 19:16:18 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Vaso Chinês</title>
         <author>rodivaldodias2004</author>
         <link>https://padlet.com/anapaimprof/1by0wmwbg3qwcclr/wish/789371894</link>
         <description><![CDATA[<div>Estranho mimo aquele vaso! Vi-o,</div><div>Casualmente, uma vez, de um perfumado</div><div>Contador sobre o mármore luzidio,</div><div>Entre um leque e o começo de um bordado.</div><div><br>Fino artista chinês, enamorado,</div><div>Nele pusera o coração doentio</div><div>Em rubras flores de um sutil lavrado,</div><div>Na tinta ardente, de um calor sombrio.</div><div><br>Mas, talvez por contraste à desventura,</div><div>Quem o sabe?... de um velho mandarim</div><div>Também lá estava a singular figura.</div><div><br>Que arte em pintá-la! A gente acaso vendo-a,</div><div>Sentia um não sei quê com aquele chim</div><div>De olhos cortados à feição de amêndoa.</div>]]></description>
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         <pubDate>2020-09-29 19:16:53 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Em uma tarde de outono</title>
         <author>amanda_122020</author>
         <link>https://padlet.com/anapaimprof/1by0wmwbg3qwcclr/wish/789387168</link>
         <description><![CDATA[<div>(Não sou muito fã de poesia, porém aquelas que contemplam a natureza ou demonstram encanto por algo são sempre muito bonitas de se ler)<br><br>Outono. Em frente ao mar. Escancaro as janelas<br>Sobre o jardim calado, e as águas miro, absorto.<br>Outono... Rodopiando, as folhas amarelas<br>Rolam, caem. Viuvez, velhice, desconforto...<br><br>Por que, belo navio, ao clarão das estrelas,<br>Visitaste este mar inabitado e morto,<br>Se logo, ao vir do vento, abriste ao vento as velas,<br>Se logo, ao vir da luz, abandonaste o porto?<br><br>A água cantou. Rodeava, aos beijos, os teus flancos<br>A espuma, desmanchada em riso e flocos brancos...<br>Mas chegaste com a noite, e fugiste com o sol!<br><br>E eu olho o céu deserto, e vejo o oceano triste,<br>E contemplo o lugar por onde te sumiste,<br>Banhado no clarão nascente do arrebol...</div>]]></description>
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         <pubDate>2020-09-29 19:21:43 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Vestígios divinos - Alberto de Oliveira</title>
         <author>jeanvictormachado3</author>
         <link>https://padlet.com/anapaimprof/1by0wmwbg3qwcclr/wish/789388563</link>
         <description><![CDATA[<div>Houve deuses aqui, se não me engano;<br>Novo Olimpo talvez aqui fulgia;<br>Zeus agastava-se, Afrodite ria,<br>Juno toda era orgulho e ciúme insano.<br><br></div><div>Nos arredores, na montanha ou plano,<br>Diana caçava, Actéon a perseguia.<br>Espalhados na bruta serrania,<br>Inda há uns restos da forja de Vulcano.<br><br></div><div>Por toda esta extensíssima campina<br>Andaram Faunos, Náiades e as Graças,<br>E em banquete se uniu a grei divina.<br><br></div><div>Os convivas pagãos ainda hoje os topas<br>Mudados em pinheiros, como taças,<br>No hurra festivo erguendo no ar as copas.<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2020-09-29 19:22:09 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>A Alma dos Vinte Anos </title>
         <author>millelle09</author>
         <link>https://padlet.com/anapaimprof/1by0wmwbg3qwcclr/wish/789388807</link>
         <description><![CDATA[<div>A alma dos meus vinte anos noutro dia<br>Senti volver-me ao peito, e pondo fora<br>A outra, a enferma, que lá dentro mora,<br>Ria em meus lábios, em meus olhos ria.<br><br>Achava-me ao teu lado então, Luzia,<br>E da idade que tens na mesma aurora;<br>A tudo o que já fui, tornava agora,<br>Tudo o que ora não sou, me renascia.<br><br>Ressenti da paixão primeira e ardente<br>A febre, ressurgiu-me o amor antigo<br>Com os seus desvarios e com os seus enganos...<br><br>Mas ah! quando te foste, novamente<br>A alma de hoje tornou a ser comigo,<br>E foi contigo a alma dos meus vinte anos.</div>]]></description>
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         <pubDate>2020-09-29 19:22:14 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>vaso chines </title>
         <author>davimariet54</author>
         <link>https://padlet.com/anapaimprof/1by0wmwbg3qwcclr/wish/789392189</link>
         <description><![CDATA[<div>O poema "Vaso Chinês", de Alberto de Oliveira, segue em anexo.As principais características do Parnasianismo presentes nesse poema são:- Culto à forma e Valorização dos Sonetos: O poema apresenta rimas ricas ("vi-o"-"luzidio" / "vendo-a"-"amêndoa") e metrificação rigorosa. Além disso, é composto por duas estrofes de quatro versos e duas estrofes de três versos.- Descritivismo: O poema apresenta a descrição detalhada de um objeto inerte, no caso, um vaso chinês.- Arte Pela Arte: O poema se justifica apenas por sua beleza, não há compromisso com temas mais relevantes. Há uma busca por versos formalmente perfeitos.</div>]]></description>
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         <pubDate>2020-09-29 19:23:18 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>As ondas, Olavo Bilac </title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>CAILANE <br><em>Entre as trêmulas mornas ardentias,<br>A noite no alto mar anima as ondas.<br>Sobem das fundas úmidas Golcondas,<br>Pérolas vivas, as nereidas frias:<br></em><br></div><div><em>Entrelaçam-se, correm fugidias,<br>Voltam, cruzando-se; e, em lascivas rondas,<br>Vestem as formas alvas e redondas<br>De algas roxas e glaucas pedrarias.<br></em><br></div><div><em>Coxas de vago ônix, ventres polidos<br>De alabatro, quadris de argêntea espuma,<br>Seios de dúbia opala ardem na treva;<br></em><br></div><div><em>E bocas verdes, cheias de gemidos,<br>Que o fósforo incendeia e o âmbar perfuma,<br>Soluçam beijos vãos que o vento leva...<br></em><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2020-09-29 19:23:41 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Características do parnasianismo </title>
         <author>rbeatrizs79</author>
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         <description><![CDATA[<div>·Idealização da arte pela arte</div><div>·Busca da perfeição formal</div><div>·Preferência pelo soneto</div><div>·Preferência pela descrição</div><div>.Rimas raras</div><div>.Vocabulário culto</div><div>.Objetivismo<br>.Racionalismo</div><div>.Universalismo<br>.Apego à tradição clássica<br>.Gosto pela mitologia greco-latina .Rejeição do lirismo</div>]]></description>
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         <pubDate>2020-09-29 19:24:44 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>vaso chines </title>
         <author>davimariet54</author>
         <link>https://padlet.com/anapaimprof/1by0wmwbg3qwcclr/wish/789397860</link>
         <description><![CDATA[<div>O poema "Vaso Chinês", de Alberto de Oliveira, segue em anexo.As principais características do Parnasianismo presentes nesse poema são:- Culto à forma e Valorização dos Sonetos: O poema apresenta rimas ricas ("vi-o"-"luzidio" / "vendo-a"-"amêndoa") e metrificação rigorosa. Além disso, é composto por duas estrofes de quatro versos e duas estrofes de três versos.- Descritivismo: O poema apresenta a descrição detalhada de um objeto inerte, no caso, um vaso chinês.- Arte Pela Arte: O poema se justifica apenas por sua beleza, não há compromisso com temas mais relevantes. Há uma busca por versos formalmente perfeitos.</div>]]></description>
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         <pubDate>2020-09-29 19:25:05 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Arte pela Arte</title>
         <author>millelle09</author>
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         <description><![CDATA[<div>Busca pela perfeição das formas poéticas.<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2020-09-29 19:25:39 UTC</pubDate>
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         <title>O que é?</title>
         <author>rodivaldodias2004</author>
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         <description><![CDATA[<div>É uma estética literária do século XIX. Trata-se de uma estética em reação ao sentimentalismo idealizante do Romantismo.</div>]]></description>
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         <pubDate>2020-09-29 19:27:33 UTC</pubDate>
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         <title>Parnasianismo</title>
         <author>rbeatrizs79</author>
         <link>https://padlet.com/anapaimprof/1by0wmwbg3qwcclr/wish/789411525</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2020-09-29 19:28:59 UTC</pubDate>
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         <title>A um poeta - Olavo Bilac</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>Ariane da Silva Alencar <br><br>Longe do estéril turbilhão da rua,<br>Beneditino escreve! No aconchego<br>Do claustro, na paciência e no sossego,<br>Trabalha e teima, e lima , e sofre, e sua!<br><br>Mas que na forma se disfarce o emprego<br>Do esforço: e trama viva se construa<br>De tal modo, que a imagem fique nua<br>Rica mas sóbria, como um templo grego<br><br>Não se mostre na fábrica o suplicio<br>Do mestre. E natural, o efeito agrade<br>Sem lembrar os andaimes do edifício:<br><br>Porque a Beleza, gêmea da <sub>Verdade</sub><br>Arte pura, inimiga do artifício,<br>É a força e a graça na simplicidade.</div>]]></description>
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         <pubDate>2020-09-29 19:30:20 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Parnasianismo no Brasil</title>
         <author>rbeatrizs79</author>
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         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2020-09-29 19:34:20 UTC</pubDate>
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         <title>Rimas Raras, Ricas e Perfeitas</title>
         <author>millelle09</author>
         <link>https://padlet.com/anapaimprof/1by0wmwbg3qwcclr/wish/789438268</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2020-09-29 19:37:24 UTC</pubDate>
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