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      <title>Minha tela suntuoso by Lucas Castro</title>
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      <description>Feito com um frenesi criativo</description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2018-10-22 13:29:10 UTC</pubDate>
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         <title>Civilização Árabe  Muçulmana </title>
         <author>lucascastro_ow</author>
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         <description><![CDATA[<div>neste mural você  irá  conhecer aspectos da cultura muçulmana.</div>]]></description>
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         <pubDate>2018-10-22 13:31:43 UTC</pubDate>
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         <title>Culinária</title>
         <author>otmargrando1</author>
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         <description><![CDATA[<div>De partida, vale frisar que alguns alimentos e bebidas são proibidos pela cultura muçulmana. São exemplos as bebidas alcoólicas e a carne de porco, além dos animais mortos em causas naturais ou por outro animal selvagem.</div><div>Portanto, a base da alimentação é composta por carnes de peixes, aves domésticas, cabras, gado, camelo e carneiro. Eles são servidos assados ou fritos e temperados com especiarias orientais.</div><div>A comida muçulmana é servida com pão (pão árabe), e degustada com grãos, verduras, legumes e frutas secas.</div><div>Os pratos mais conhecidos são o arroz com frango, o tabulem, os quibes crus ou fritos, os favos e as pasta de grão de bico (<em>homus</em>), de berinjela e coalhada.</div><div><br></div><div>Vale destacar que na cultura muçulmana estes alimentos são comidos com as mãos (sempre com a mão direita).</div>]]></description>
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         <pubDate>2018-10-23 22:15:01 UTC</pubDate>
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         <title>Mulheres Muçulmanas - Roupas</title>
         <author>emanuelivdg</author>
         <link>https://padlet.com/lucascastro_ow/1bs0clt9kh39/wish/296223581</link>
         <description><![CDATA[<div>Os turbantes e túnicas usados hoje nos países árabes são quase idênticos às vestes das tribos de beduínos que viviam na região no século VI. “É uma roupa que suporta os dias quentes e as noites frias do deserto”, afirma o xeque Jihad Hassan Hammadeh, um dos líderes islâmicos no Brasil. A partir do século VII, a expansão do islamismo difundiu esse vestuário pela Ásia e pela África, fixando algumas regras. A religião não permite que os fiéis mostrem em público as “partes íntimas” – para os homens, a região entre o umbigo e o joelho; e, para as mulheres, o corpo inteiro, exceto o rosto e as mãos. Por esse motivo, as vestes não podem ter nenhuma transparência nem serem justas a ponto de delinear o corpo. “Essas partes só podem ser vistas pelo cônjuge e alguns familiares. Dentro de casa, portanto, veste-se qualquer roupa”, diz Jihad. Existem também normas para diferenciar a aparência feminina da masculina. Os homens não devem usar objetos de ouro ou seda.<br><br><strong>Icharb<br></strong><br></div><div>Na maioria dos países árabes, as mulheres utilizam roupas semelhantes às túnicas masculinas e, na cabeça, um lenço que deixa só o rosto à mostra. O nome deu origem ao francês écharpe.<br><br></div><div><br></div><div><strong>Xador<br></strong><br></div><div>O Alcorão determina que as mulheres se vistam de forma a não atrair a atenção dos homens. Esse mandamento é levado ao pé da letra em países como Irã e Arábia Saudita, onde se recomenda o uso do xador, uma veste que envolve o corpo todo, com exceção dos olhos.<br><br></div><div><strong>Burqa<br></strong><br></div><div>As vestes femininas são conhecidas pelos árabes como hijab, ou “cobrimento”. As partes do corpo que a mulher deve cobrir, no entanto, variam de acordo com o país. No Afeganistão, o Taleban instituiu o uso da burqa, uma versão radical do xador que cobre até os olhos.<br><br><strong>Túnica<br></strong><br></div><div>A principal peça do vestuário árabe é esse “vestido” de manga comprida que cobre o corpo inteiro. Ela costuma ser clara e larga para refletir os raios solares, fazer o ar circular e refrescar o corpo durante o dia. O corte e o material variam em cada país, podendo receber nomes como caftan, djellabia, dishdasha ou gallibia.<br><br><strong>Turbante<br></strong><br></div><div>De origem desconhecida, já era utilizado no Oriente muito antes do surgimento do islamismo. Consiste em uma longa tira de pano – que, às vezes, chega a 45 metros de comprimento – enrolada sobre a cabeça. As inúmeras formas de amarrá-lo compõem uma linguagem: o turbante indica a posição social, a tribo a que a pessoa pertence e até o seu humor naquele momento.</div><div><br><br></div><div><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2018-10-23 23:10:21 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>emanuelivdg</author>
         <link>https://padlet.com/lucascastro_ow/1bs0clt9kh39/wish/296224479</link>
         <description><![CDATA[<div><strong>Xador</strong></div>]]></description>
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         <pubDate>2018-10-23 23:15:21 UTC</pubDate>
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         <title>Conflitos Entre os Muçulmanos </title>
         <author>emanuelivdg</author>
         <link>https://padlet.com/lucascastro_ow/1bs0clt9kh39/wish/296227462</link>
         <description><![CDATA[<div>Os sunitas e os xiitas são dois grupos de muçulmanos que apresentam diferenças políticas e por isso, estiveram muito tempo em conflito.<br>Eles compartilham dos mesmos dogmas da fé islâmica. No entanto, a grande questão recai sobre quem seria o verdadeiro profeta após a morte de Maomé (570-632).<br>Como foi dito acima, após a morte de Ali, que para os xiitas deveria ser o sucessor de Maomé, a religião islâmica foi segmentada em dois grandes grupos.<br>Muitos países foram palco desses conflitos, sobretudo o Líbano, a Síria, o Iraque e o Paquistão. Entre os membros dos grupos de xiitas e sunitas, eles cultivam ódio e aversão.<br>Desse modo, a maioria sunita discrimina a minoria xiita. Por isso, os xiitas são marginalizados e oprimidos, além de possuírem as piores condições econômicas no mundo árabe.</div>]]></description>
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         <pubDate>2018-10-23 23:32:56 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>emanuelivdg</author>
         <link>https://padlet.com/lucascastro_ow/1bs0clt9kh39/wish/296228200</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2018-10-23 23:36:55 UTC</pubDate>
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         <title>Ciência </title>
         <author>lucascastro_ow</author>
         <link>https://padlet.com/lucascastro_ow/1bs0clt9kh39/wish/296251869</link>
         <description><![CDATA[<div>Inspirada pelo <a href="https://pt.m.wikipedia.org/wiki/Profeta">profeta</a> <a href="https://pt.m.wikipedia.org/wiki/Maom%C3%A9">Maomé</a>, a religião islâmica surgiu na <a href="https://pt.m.wikipedia.org/wiki/Pen%C3%ADnsula_Ar%C3%A1bica">Península Arábica</a> no século VII, tendo se difundido pelo <a href="https://pt.m.wikipedia.org/wiki/M%C3%A9dio_Oriente">Médio Oriente</a> e <a href="https://pt.m.wikipedia.org/wiki/Norte_de_%C3%81frica">Norte de África</a> nos dois séculos seguintes. O império construído pelos árabes integrava territórios onde a ciência se tinha desenvolvido em épocas passadas, como o <a href="https://pt.m.wikipedia.org/wiki/Egipto">Egipto</a> dos Ptolomeus e a <a href="https://pt.m.wikipedia.org/wiki/P%C3%A9rsia">Pérsia</a> dos <a href="https://pt.m.wikipedia.org/wiki/Sass%C3%A2nida">sassânidas</a>.<br><br><br>O próprio <a href="https://pt.m.wikipedia.org/wiki/Alcor%C3%A3o">Alcorão</a>, livro sagrado dos muçulmanos, valoriza a ciência, em particular da <a href="https://pt.m.wikipedia.org/wiki/Medicina">medicina</a> que é apresentada como uma arte próxima de <a href="https://pt.m.wikipedia.org/wiki/Al%C3%A1">Deus</a>. Além disso, o mecenato empreendido por certos ramos da elite, inclusive califas e governadores como os <a href="https://pt.m.wikipedia.org/wiki/Ab%C3%A1ssidas">Abássidas</a>, revelou-se fundamental para o desabrochar da ciência. Tanto que em <a href="https://pt.m.wikipedia.org/wiki/1004">1004</a> o <a href="https://pt.m.wikipedia.org/wiki/Califa_ab%C3%A1ssida">califa</a> <a href="https://pt.m.wikipedia.org/wiki/Almamune">Almamune</a> inaugurou a "<a href="https://pt.m.wikipedia.org/wiki/Casa_da_Sabedoria">Casa da Sabedoria</a>" (<em>Bayt al-Hikmah</em>) em <a href="https://pt.m.wikipedia.org/wiki/Bagdade">Bagdade</a>, que funcionou como centro de tradução de manuscritos e de reflexão científica.<br><br><br>A <a href="https://pt.m.wikipedia.org/wiki/L%C3%ADngua_%C3%A1rabe">língua árabe</a> surge como uma língua de cultura e saber comum ao vasto território do mundo islâmico. Vários manuscritos <a href="https://pt.m.wikipedia.org/wiki/Gregos">gregos</a> e de outras partes do mundo seriam traduzidos para o árabe. No final do <a href="https://pt.m.wikipedia.org/wiki/S%C3%A9culo_IX">século IX</a> os escritos de <a href="https://pt.m.wikipedia.org/wiki/Plat%C3%A3o">Platão</a> e em particular os de <a href="https://pt.m.wikipedia.org/wiki/Arist%C3%B3teles">Aristóteles</a> já tinham sido assimilados pela <a href="https://pt.m.wikipedia.org/wiki/Civiliza%C3%A7%C3%A3o_isl%C3%A2mica">civilização islâmica</a>. Entretanto, a ciência islâmica não segue cegamente a tradição teórica dos gregos. Após construírem suas bases teóricas a partir dos pensadores da civilização berço da filosofia, a <a href="https://pt.m.wikipedia.org/wiki/Ci%C3%AAncia">ciência</a> <a href="https://pt.m.wikipedia.org/wiki/%C3%81rabe">árabe</a>amadurece. Então, os velhos mestres são colocados em dúvida: os árabes atribuíram grande importância à observação e a experimentação, em oposição à especulação lógica dos gregos.<br><br><br><strong>Matemática<br></strong>civilização islâmica desempenhou um importante papel na história da <a href="https://pt.m.wikipedia.org/wiki/Matem%C3%A1tica">matemática</a>não só por ter preservado a sabedoria antiga, mas também por a ter desenvolvido. O seu papel foi inovador na <a href="https://pt.m.wikipedia.org/wiki/%C3%81lgebra">álgebra</a> (o nome desta disciplina deriva do árabe <em>al-jabr</em>), graças ao uso da numeração árabe e do zero, bem como na <a href="https://pt.m.wikipedia.org/wiki/Combinat%C3%B3ria">combinatória</a> e <a href="https://pt.m.wikipedia.org/wiki/Trigonometria">trigonometria</a>. A matemática foi usada pelos sábios islâmicos com o objetivo religioso, como a elaboração do calendário e o cálculo da <a href="https://pt.m.wikipedia.org/wiki/Quibla">quibla</a>, ou seja, da orientação da cidade sagrada de <a href="https://pt.m.wikipedia.org/wiki/Meca">Meca</a> no sentido da qual se devem realizar as <a href="https://pt.m.wikipedia.org/wiki/Salat">orações</a>.<br><br></div><div>Uma grande contribuição da matemática árabe foi os algarismos indo-arábicos que são os algarismos que usamos hoje: 1,2,3,4,5,6,7,8,9,0.<br><br><br><br></div><div><strong><br></strong><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2018-10-24 01:37:41 UTC</pubDate>
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