<?xml version="1.0"?>
<rss version="2.0">
   <channel>
      <title>O MAGMA DA LÍNGUA by Crisanto Veiguela Martins</title>
      <link>https://padlet.com/crisveimar/1askv5grchjb</link>
      <description></description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2016-02-21 14:47:42 UTC</pubDate>
      <lastBuildDate>2025-11-21 19:21:40 UTC</lastBuildDate>
      <webMaster>hello@padlet.com</webMaster>
      <image>
         <url>https://padlet.net/icons/png/1f525.png</url>
      </image>
      <item>
         <title>Como a matéria que sai em fusão dos vulcões, como as bolhas dos gases a borbotarem na sua fervura, cá e lá, a riqueza do nosso acervo linguístico comum expressa-se em múltiplas formas a emergir das profundidades da rocha líquida que se agita na dinâmica de se perder e achar-se na sua história...</title>
         <author>crisveimar</author>
         <link>https://padlet.com/crisveimar/1askv5grchjb/wish/98880449</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
         <enclosure url="https://padlet-uploads.storage.googleapis.com/100059584/3df5612ebe4445c402eb7214c9e9f0f7900f9de5/fdcecef72bce77724116d07f29f4b688.jpg" />
         <pubDate>2016-03-03 19:14:10 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/crisveimar/1askv5grchjb/wish/98880449</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Na beira do Minho</title>
         <author>crisveimar</author>
         <link>https://padlet.com/crisveimar/1askv5grchjb/wish/98912344</link>
         <description><![CDATA[<div><strong>E os da banda de lá são mais estrangeiros que os de Madrid? (Não se soube o que lhe respondeu o velho).</strong> [Álbum <em>Nós</em>, Afonso Daniel Rodriguez Castelão.</div>]]></description>
         <enclosure url="https://padlet-uploads.storage.googleapis.com/100059584/856e5e301c4f57c00623e39a1a2ede783636f318/28414deff4c27e73419ccc81801b97e6.jpg" />
         <pubDate>2016-03-03 21:02:04 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/crisveimar/1askv5grchjb/wish/98912344</guid>
      </item>
      <item>
         <title>A Matança del cocho na área del concelho da Veiga de Riba d&#39;Eu </title>
         <author>crisveimar</author>
         <link>https://padlet.com/crisveimar/1askv5grchjb/wish/98917603</link>
         <description><![CDATA[<div><strong>Umha vez que tava sangrado el cocho, escaldava-se e pelava-se. Despós abria-se em canal e esfolava-se. Habia que sacar-lhe as tripas e as coradas. As mulheres levavam as tripas a lavar e desingrir, a quitar-lhes a </strong><strong><em>toquilha</em></strong><strong>, a grasa que tiam pegada. Xebravam as destinadas a embutir das outras mais gordas, el bochelo, que algumhos deixavam curar um pouco e despós assavam-las nel braseiro: chamavam-lhe as androlhas. Muitos queriam melhor cortá-las -- os </strong><strong><em>calhos  </em></strong><strong>-- e comê-las em guiso, amecendo-lhes às vezes el botelo “estómago del cocho".</strong></div><div>[<em>Notas etnolingüísticas del conceyo da Veiga</em>, José António Fernández-Vior; adaptado graficamente].</div>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2016-03-03 21:27:10 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/crisveimar/1askv5grchjb/wish/98917603</guid>
      </item>
      <item>
         <title></title>
         <author>crisveimar</author>
         <link>https://padlet.com/crisveimar/1askv5grchjb/wish/98920682</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
         <enclosure url="https://padletuploads.blob.core.windows.net/prod/100059584/580c282b568f01af0da101d594440d1f/mapa_A_nossa_l_ngua_no_mundo.jpg" />
         <pubDate>2016-03-03 21:45:43 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/crisveimar/1askv5grchjb/wish/98920682</guid>
      </item>
      <item>
         <title>O português europeu</title>
         <author>crisveimar</author>
         <link>https://padlet.com/crisveimar/1askv5grchjb/wish/98997395</link>
         <description><![CDATA[<div><strong>Por volta de 1350, no momento em que se extingue a escola literaria galego-portuguesa, as consequências do deslocamento para o Sul do reino independenten de Portugal vêm à tona. O português, já separado do galego por uma fronteira política, torna-se língua de um país cuja capital é Lisboa. (...) E o eixo Lisboa-Coimbra passa a formar desde então o centro do domínio da língua portuguesa. É, pois, a partir dessa região, antes moçárabe, que o português moderno vai constituir-se, longe da Galiza e das províncias setentrionais em que deitava raízes. E daí que partirão as inovações destinadas a permanecer, é aí onde se situará a norma. </strong>[<em>História da Língua Portuguesa</em>,, Paul Teyssier]</div>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2016-03-04 11:23:19 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/crisveimar/1askv5grchjb/wish/98997395</guid>
      </item>
      <item>
         <title>&quot;O Crime do Padre Amaro &quot;</title>
         <author>crisveimar</author>
         <link>https://padlet.com/crisveimar/1askv5grchjb/wish/98999500</link>
         <description><![CDATA[<div><strong>Amélia desprendeu-se, ficou diante dele, sufocada, com a face em brasa, compondo na cabeça e em roda do pescoço, com as mãos trémulas, as pregas da manta de lã. Amaro disse-lhe:<br>-- Ameliazinha!<br>Mas ela de repente apanhou os vestidos, correu ao comprido do valado (...)<br>Sentou-se ao pé da velha; e ficou imóvel, com as mãos caídas no regaço, respirando fortemente, os beiços entreabertos, os olhos fixos numa abstração. Todo o seu seu se abismava numa só sensação:<br>-- Gosta de mim! Gosta de mim! </strong>[<em>O Crime do Padre Amaro</em>, Eça de Queiroz. Ed. <em>Livros do Brasil</em>, Lisboa, pp. 123]</div>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2016-03-04 11:38:12 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/crisveimar/1askv5grchjb/wish/98999500</guid>
      </item>
      <item>
         <title>&quot;Tieta do Agreste&quot;</title>
         <author>crisveimar</author>
         <link>https://padlet.com/crisveimar/1askv5grchjb/wish/99007242</link>
         <description><![CDATA[<div><strong>Freqüentou a escola, aprendeu a ler e a fazer contas devido à merenda, devorada - a comida em casa, insuficiente. Seu Rafael, dono da Pizzaria Etna, a barriga de nove meses, dava-lhe um pedaço de pizza dormida, de carne sentida, e lhe apertava os peitos enquanto ela engolia, sôfrega. A combinação durou meses e meses, nunca trocaram uma única palavra, estabeleceram e cumpriram em silêncio os termos do acordo. Um dia, vendo-a espiar os pratos expostos na vitrine, seu Rafael se adiantara, na mão um naco de pernil, mostrando-o como se atraísse um cão. Leonora entrara, ele avançou as duas mãos, uma a exibir a carne sedutora, a outra dirigida ao busto nascente, protuberâncias sem forma definida. A menina quis pegar o pedaço de pernil e sair, seu Rafael não deixou, sacudiu a cabeçorra proibindo: enquanto ela mastiga, ele apalpa, amassa, belisca os seios nascentes, corre-lhe a mão na bunda quando a gulosa volta as costas para ir embora. Assim Leonora pagou desde cedo comida e formosura sem conseguir, no entanto, saciar a fome. </strong>[<em>Tieta do Agreste</em>, Jorge Amado].</div>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2016-03-04 12:31:50 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/crisveimar/1askv5grchjb/wish/99007242</guid>
      </item>
      <item>
         <title>&quot;Os Lusiadas&quot;</title>
         <author>crisveimar</author>
         <link>https://padlet.com/crisveimar/1askv5grchjb/wish/99012962</link>
         <description><![CDATA[<div><strong>Ele começa: - «Ó gente, que a Natura<br>Vizinha fez de meu paterno ninho, <br>Que destino tão grande ou que ventura <br>Vos trouxe a cometerdes tal caminho? <br>Não é sem causa, não, oculta e escura, <br>Vir do longinco Tejo e ignoto Minho, <br>Por mares nunca doutro lenho arados, <br>A Reinos tão remotos e apartados. (...) </strong>[<em>Os Lusíadas, Canto VII,</em> Luís Vaz de Camões, ]</div>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2016-03-04 13:08:14 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/crisveimar/1askv5grchjb/wish/99012962</guid>
      </item>
      <item>
         <title>&quot;O menino da sua mãe&quot;</title>
         <author>crisveimar</author>
         <link>https://padlet.com/crisveimar/1askv5grchjb/wish/99015805</link>
         <description><![CDATA[<div>[Fernando Pessoa. <em>Poesia falada</em>, por Paulo Autran. Também foi canção na boca do cantor Luís Cília na década de 70 ].</div>]]></description>
         <enclosure url="https://padlet-uploads.storage.googleapis.com/100059584/0d6bf03d4493fc0690149748594030a433c59eb3/d18b21e00f27c203aad5804f461dc280.mp3" />
         <pubDate>2016-03-04 13:23:39 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/crisveimar/1askv5grchjb/wish/99015805</guid>
      </item>
      <item>
         <title>&quot;Caminhos Errados&quot;</title>
         <author>crisveimar</author>
         <link>https://padlet.com/crisveimar/1askv5grchjb/wish/99020567</link>
         <description><![CDATA[<div><strong>Regressou à sua cidade natal no princípio dum inverno triste e mormaceiro. Caía uma chuvinha mole e álgida que parecia, menos que<br>molhar, bezuntar de óleo as pedras das calçadas e torná-las<br>languinhentas. Os habitantes de focinho anémico, cabeça para o chão recolhida entre os ombros, mãos nos bolsos a jeito dos ossos dos cotovelos excrescerem da linha do corpo como cotos de asa, procuravam em sua lentidão ingénita marchar depressa para debelar o frio</strong>. [<em>Caminhos Errados</em>, Aquilino Ribeiro]</div>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2016-03-04 13:43:49 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/crisveimar/1askv5grchjb/wish/99020567</guid>
      </item>
      <item>
         <title>&quot;Scórpio&quot;</title>
         <author>crisveimar</author>
         <link>https://padlet.com/crisveimar/1askv5grchjb/wish/99054285</link>
         <description><![CDATA[<div><strong>Esta guerra é uma maldição para todos. Eu também tenho um filho e um genro mobilizados, mas tenho mulher que me ajuda a tirar para adiante. Às vezes pergunto-me se vale a pena sobreviver. Contam que na zona republicana reina a anarquia mais espantosa, e que é iminente a caída de Madrid. Oxalá caia de uma vez, e nos vejamos livres deste pesadelo. Mas não gosto do que aqui passa. Há muitas detenções de gente da Frente Popular que eu tinha por boas pessoas, e mesmo estão presos ou foram fusilados altos chefes do Exército que não se somaram ao alçamento. Bandas de milícias formadas por moços de direitas tomam-se a justiça pela própria mão, em vez de entregar os presuntos delinquentes às autoridades militares.&nbsp;</strong>[<em>Scórpio</em>, Ricardo Carvalho Calero. Ed. Sotelo Blanco]</div>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2016-03-04 15:27:55 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/crisveimar/1askv5grchjb/wish/99054285</guid>
      </item>
      <item>
         <title>&quot;Arraianos&quot;</title>
         <author>crisveimar</author>
         <link>https://padlet.com/crisveimar/1askv5grchjb/wish/99059443</link>
         <description><![CDATA[<div><strong>O preso era um indivíduo alto e magro. Pôs-se de pé e começou a passear arriba e abaixo a cela, com as mãos cruzadas por trás, na rês. Calçava bota negra de cavalaria. Cos tacões ferrados, o prisioneiro arrancava sons penetrantes do piso de pedra e media uma e outra vez o calabouço dos condenados a morte da prisão de Ourense. Por vezes passava uma mão longa e ossenta pela fronte abombada e erguia os olhos para o tecto. Sorria impercetivelmente. Tinha a face estreita e os pómulos proeminentes.</strong>&nbsp;[<em>Arraianos,&nbsp;</em>José Luís Mendez Ferrim. Com adaptação gráfica].</div>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2016-03-04 15:42:13 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/crisveimar/1askv5grchjb/wish/99059443</guid>
      </item>
      <item>
         <title>aparafusado/aparafuseado</title>
         <author>crisveimar</author>
         <link>https://padlet.com/crisveimar/1askv5grchjb/wish/99143727</link>
         <description><![CDATA[<div><strong>Aturdido, mareado, desconcertado, atolado,...</strong><strong><em>&nbsp;</em></strong>[<em>Léxico do galego eu-naviego</em>].</div>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2016-03-04 20:51:18 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/crisveimar/1askv5grchjb/wish/99143727</guid>
      </item>
      <item>
         <title>São Galego e Português a mesma língua?</title>
         <author>crisveimar</author>
         <link>https://padlet.com/crisveimar/1askv5grchjb/wish/99158057</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
         <enclosure url="https://www.youtube.com/watch?v=D9CMxm5oat4" />
         <pubDate>2016-03-04 23:55:35 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/crisveimar/1askv5grchjb/wish/99158057</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Dialetos do português no Brasil</title>
         <author>crisveimar</author>
         <link>https://padlet.com/crisveimar/1askv5grchjb/wish/99158234</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
         <enclosure url="https://padlet-uploads.storage.googleapis.com/100059584/b2678b4ce6fe5a0fcd93a38ac6a6b72fb9bb0cd3/5f45c1f77289c2f2c26d3df8724e29bc.gif" />
         <pubDate>2016-03-05 00:05:01 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/crisveimar/1askv5grchjb/wish/99158234</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Áreas linguísticas arraianas da C.A. da Galiza</title>
         <author>crisveimar</author>
         <link>https://padlet.com/crisveimar/1askv5grchjb/wish/99159195</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
         <enclosure url="https://www.youtube.com/watch?v=1Anjq13lRb0" />
         <pubDate>2016-03-05 00:42:12 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/crisveimar/1askv5grchjb/wish/99159195</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Maçaricos&#39; love song</title>
         <author>crisveimar</author>
         <link>https://padlet.com/crisveimar/1askv5grchjb/wish/99159265</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
         <enclosure url="https://www.youtube.com/watch?v=3wPC8EI4cIc" />
         <pubDate>2016-03-05 00:45:50 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/crisveimar/1askv5grchjb/wish/99159265</guid>
      </item>
      <item>
         <title>A mocidade ferrolana e o galego: um flash de tópicos da nossa realidade atual</title>
         <author>crisveimar</author>
         <link>https://padlet.com/crisveimar/1askv5grchjb/wish/99159602</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
         <enclosure url="https://www.youtube.com/watch?v=x8w5moD3wCc" />
         <pubDate>2016-03-05 01:01:59 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/crisveimar/1askv5grchjb/wish/99159602</guid>
      </item>
      <item>
         <title>O porvir do galego: debate (1986)</title>
         <author>crisveimar</author>
         <link>https://padlet.com/crisveimar/1askv5grchjb/wish/99159847</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
         <enclosure url="https://www.youtube.com/watch?v=1rht1jv42Hw" />
         <pubDate>2016-03-05 01:12:14 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/crisveimar/1askv5grchjb/wish/99159847</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Provérbio eu-naviego</title>
         <author>crisveimar</author>
         <link>https://padlet.com/crisveimar/1askv5grchjb/wish/99159877</link>
         <description><![CDATA[<div><strong><em>El que fai um cesto fai um cento, se lhe dão bringas e tempo.</em></strong></div>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2016-03-05 01:13:57 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/crisveimar/1askv5grchjb/wish/99159877</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Vindicação</title>
         <author>crisveimar</author>
         <link>https://padlet.com/crisveimar/1askv5grchjb/wish/99160160</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
         <enclosure url="https://padlet-uploads.storage.googleapis.com/100059584/2d9467f254668c722b473005f3786d8d0ab12488/662781aa887a376e3e48760091250c4d.jpg" />
         <pubDate>2016-03-05 01:27:44 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/crisveimar/1askv5grchjb/wish/99160160</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Recitativo eu-naviego</title>
         <author>crisveimar</author>
         <link>https://padlet.com/crisveimar/1askv5grchjb/wish/99160190</link>
         <description><![CDATA[<div>-- <strong>Pico pico maçarico, <br>quem che deu tamanho pico?<br>-- Deu-mo </strong><strong><em>Dios</em></strong><strong> por meu trabalho<br>p'a picar neste carvalho.<br>Tanto piqueim e repiqueim, <br>que um grão de milho encontreim, <br>e metim-lo num saquim<br>e leveim-lo al molim,<br>el molim a moler,<br>el ratim a comer.<br>Cucurrucú,</strong><strong><em><br>que salgas tu, <br>a las puertas</em></strong><strong><br>de Landrú!</strong><br>[Popular na Veiga de Riba d'Eu]</div>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2016-03-05 01:29:31 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/crisveimar/1askv5grchjb/wish/99160190</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Assinatura de Sal | Aline Frazão (Clave Bantu, 2011)
  </title>
         <author>crisveimar</author>
         <link>https://padlet.com/crisveimar/1askv5grchjb/wish/99160248</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
         <enclosure url="https://www.youtube.com/watch?v=s1wQO56RuyQ&amp;amp;list=PL3o3pxH3im2G_Cmq4hqM1x00It6vmS_Vd" />
         <pubDate>2016-03-05 01:32:24 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/crisveimar/1askv5grchjb/wish/99160248</guid>
      </item>
      <item>
         <title>O sancristão de Coimbra / Pilocha</title>
         <author>crisveimar</author>
         <link>https://padlet.com/crisveimar/1askv5grchjb/wish/99160294</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
         <enclosure url="https://www.youtube.com/watch?v=FX0Oe8NZN94" />
         <pubDate>2016-03-05 01:34:26 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/crisveimar/1askv5grchjb/wish/99160294</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Conjunto &quot;Os Folkgazais&quot;</title>
         <author>crisveimar</author>
         <link>https://padlet.com/crisveimar/1askv5grchjb/wish/99160441</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
         <enclosure url="https://www.youtube.com/watch?v=koxJRrPt_tA" />
         <pubDate>2016-03-05 01:41:54 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/crisveimar/1askv5grchjb/wish/99160441</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Restauração toponímica</title>
         <author>crisveimar</author>
         <link>https://padlet.com/crisveimar/1askv5grchjb/wish/99160496</link>
         <description><![CDATA[<div><a href="http://wikimapia.org/#lang=es&amp;lat=43.472480&amp;lon=-7.034812&amp;z=15&amp;m=b">http://wikimapia.org/#lang=es&amp;lat=43.472480&amp;lon=-7.034812&amp;z=15&amp;m=b</a></div>]]></description>
         <enclosure url="http://wikimapia.org/#lang=es&amp;lat=43.472480&amp;lon=-7.034812&amp;z=15&amp;m=b" />
         <pubDate>2016-03-05 01:43:41 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/crisveimar/1askv5grchjb/wish/99160496</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Origens da língua portuguesa</title>
         <author>crisveimar</author>
         <link>https://padlet.com/crisveimar/1askv5grchjb/wish/99161421</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
         <enclosure url="https://www.youtube.com/watch?v=EtBief6RK_I" />
         <pubDate>2016-03-05 02:23:02 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/crisveimar/1askv5grchjb/wish/99161421</guid>
      </item>
      <item>
         <title>&quot;História do cerco de Lisboa&quot;</title>
         <author>crisveimar</author>
         <link>https://padlet.com/crisveimar/1askv5grchjb/wish/99161806</link>
         <description><![CDATA[<div><strong>O rei dormiu mal, de um sono inquieto que constantemente se interrompia, mas pesado e negro como se dele não devesse acordar mais, e foi um sono onde não aconteceram sonhos nem pesadelos. Acordava com sede e pedia água, que bebia às tarraçadas, e vinha à entrada da tenda para espreitar a noite, impaciente com o tardo movimento dos astros. Era lua cheia, daquelas que transformam o mundo em fantasma, quando todas as coisas, as vivas e as inanimadas, estão murmurando misteriosas revelações (...). </strong>[<em>História do cerco de Lisboa</em>, José Saramago]</div>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2016-03-05 02:39:18 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/crisveimar/1askv5grchjb/wish/99161806</guid>
      </item>
   </channel>
</rss>
