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      <title>O meu diário de aprendizagem  by Dalia Salgado</title>
      <link>https://padlet.com/dalia_salgado/daliasalgado</link>
      <description>O meu diário de aprendizagem
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      <language>en-us</language>
      <pubDate>2018-01-25 12:55:24 UTC</pubDate>
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         <title>Os desafios que se colocam à educação</title>
         <author>dalia_salgado</author>
         <link>https://padlet.com/dalia_salgado/daliasalgado/wish/227074952</link>
         <description><![CDATA[<div>Para formar alunos/cidadãos capazes de enfrentar os desafios do século XXI é necessário transformar as escola num local transmissor de valores e aptidões. Valores sociais que integrem os jovens na sociedade global e multicultural com competências sociais que permitam enfrentar todos esses desafios. Mais do que em qualquer outro momento na história é necessário o desenvolvimento da capacidade crítica e construtiva dos nossos jovens.<br>Também no campo dos conhecimentos é necessário o desenvolvimento das aptidões ao nível dos desafios tecnológicos, formando indivíduos com autonomia e capazes de se adaptarem às mudanças constantes da sociedade e, em particular, do mundo do trabalho. <br>De modo a operacionalizar estas mudanças é necessário que se criem as condições necessárias ao nível dos recursos humanos e materiais. As condições nas escolas terão de evoluir: os professores terão de se reconhecer no projeto e na necessidade de alterar as suas metodologias mas também terão de ter as condições necessárias para o fazer. Reconhecer as necessidades das nossas crianças e jovens é a prioridade de qualquer educador e, como tal, é necessária a sua formação continua.<br>Por outro lado, o desenvolvimento de qualquer projeto assenta no envolvimento real de que o implementa. Neste caso, os professores são o motor da inovação e torna-se imprescindível que haja estabilidade na educação. A constante alteração de medidas e "rumos" ao sabor das várias legislaturas, implica que nenhum projeto seja desenvolvido e, acima de tudo, seja avaliado para aferir os seus pontos fracos e fortes de modo a poder haver uma melhoria constante.</div>]]></description>
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         <pubDate>2018-02-01 15:04:17 UTC</pubDate>
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         <title>&quot;Como pode/deve a escola organizar-se para garantir que todos os alunos atinjam o Perfil?&quot;</title>
         <author>dalia_salgado</author>
         <link>https://padlet.com/dalia_salgado/daliasalgado/wish/227109687</link>
         <description><![CDATA[<div>Cada aluno é um ser único com características e expetativas singulares. Do ponto de vista do aluno "conhecedor" todos podem alcançar o perfil desde que adequado às suas características individuais e únicas. Cada um tem os seus ritmos de aprendizagem que têm de ser respeitados e acompanhados para que todos atinjam o seu potencial máximo. A perspetiva da educação tem ser inclusiva e respeitadora da diferença possibilitando a todos a oportunidade de verem concretizadas as suas expetativas. Para que tal aconteça, a escola terá de ser um local de promoção do conhecimento a vários níveis o que implica a disponibilidade para flexibilizar os conteúdos e adequar a todos o ensino. Os professores precisam de condições ao nível da sua formação mas também ao nível das condições para o fazer. Isto passa, por exemplo, pela redução do número de alunos por turma para que seja possível um acompanhamento, de facto, de cada aluno.<br>Atingir o Perfil do Aluno ao nível dos valores é, e deve ser, alcançável por todos. Cada futuro elemento da sociedade deve ter em si a capacidade de exercer uma cidadania completa, ter uma voz em liberdade e saber valorizar o individuo e a comunidade à qual pertence. Todos podem desenvolver as suas capacidades ao nível estético, crítico, da saúde e bem estar e entender que cada um de nós só funciona se o "todo" social funcionar. <br>Para implementar novas metodologias e corresponder a este novo paradigmas da educação há que dar "voz" aos alunos, aos professores e à comunidade em que se inserem. <br>Construir este modelo de escola passa por envolver todos os que nela participam e daí retirar conclusões para traçar as ações a serem realizadas. Mais uma vez é necessária a formação dos professores e a sua motivação, os recursos humanos e materiais adequados e a estabilidade do sistema educativo. </div>]]></description>
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         <pubDate>2018-02-01 15:56:58 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>dalia_salgado</author>
         <link>https://padlet.com/dalia_salgado/daliasalgado/wish/228065707</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2018-02-05 12:22:39 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>dalia_salgado</author>
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         <pubDate>2018-02-05 12:23:53 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>dalia_salgado</author>
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         <pubDate>2018-02-05 12:24:47 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>dalia_salgado</author>
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         <pubDate>2018-02-05 16:31:19 UTC</pubDate>
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         <title>Relato de uma prática de diferenciação pedagógica</title>
         <author>dalia_salgado</author>
         <link>https://padlet.com/dalia_salgado/daliasalgado/wish/244510084</link>
         <description><![CDATA[<div>Os alunos destinatários desta prática são do 9ºano da disciplina de Inglês. Neste grupo de discentes estão incluídos um aluno com Programa Educativo Individual (autismo) e um aluno com Currículo Específico Individual. O objetivo era que os alunos aplicassem a língua estrangeira, melhorando as suas competências linguísticas e a capacidade de interação linguística.<br><br></div><div>Ao longo do ano são abordados vários temas desde a globalização, direitos humanos à utilização crítica das novas tecnologias. Dado que se torna difícil que todos os alunos apreendam do mesmo modo e ao mesmo ritmo os conceitos e conteúdos, tornou-se necessária a utilização de uma ferramenta apelativa, mas ao mesmo tempo familiar para os alunos e à qual todos tivessem acesso. Detetei também que, de um modo geral, os alunos têm uma fraca cultura geral e não estão atentos à atualidade e ao modo como as várias noticias do mundo se interligam com os conteúdos abordados. É ainda um ponto fraco o espírito crítico e a reflexão e interpretação da atualidade e de temas transversais a todas as disciplinas.&nbsp;<br><br></div><div>Assim, depois de inquiridos, todos os discentes relataram ser utilizadores assíduos do Facebook. É habitual usarem esta rede social para postarem e lerem assuntos e comentários do seu interesse e interagirem com amigos e colegas. Utilizavam muito o YouTube onde viam vários vídeos. Pareceu-me uma ótima oportunidade para divulgar informação que de outro modo não pesquisam, nem ouvem, e uma maneira de os alertar para assuntos da atualidade que se iam interligando com os conteúdos e temas abordados nas aulas.<br><br></div><div>A minha proposta foi então criar um grupo fechado no Facebook, do qual sou administradora, e ao qual todos os alunos pertenceriam. As publicações e comentários seriam feitos em Inglês e os alunos poderiam também enviar links e outros itens de interesse para enriquecer a página do grupo. Além do interesse de verem conteúdos de substância e socialmente relevantes, iriam melhorar as suas competências comunicativas e também teriam a oportunidade de interagir comigo de um modo mais informal que, só por ser numa rede social, lhes dá uma maior sensação de proximidade do professor. Fiz questão de os informar que não estaria a avaliar ninguém e que queria apenas que comunicassem comigo e uns com os outros. A correção linguística não teria nenhuma importância nem nenhum impacto na sua avaliação.<br><br></div><div>Na aula todos acederam ao grupo e de imediato começaram a ver as notícias, links para documentários, canções, imagens, etc. Ao longo do tempo os comentários começaram a aumentar e cada um tinha opinião sobre os assuntos que eram postos a debate. Alguns alunos procuravam informar-se melhor sobre certos temas que não compreendiam bem e a discussão passou também para dentro da sala de aula. Outros recorriam ao Youtube para pesquisarem e postarem vídeos relevantes para os diversos temas.<br><br></div><div>Todos os alunos participaram e tomaram consciência de alguns assuntos atuais com tráfico humano, escravatura moderna, desigualdade de género, privacidade no uso das tecnologias, bullying e cyberbullying, etc. Tiveram também a oportunidade de interagir em Inglês (uns mais fluentemente que outros) e, desta forma, também aumentei o “tempo de duração das aulas” parra além do espaço físico da escola. Creio que também foi importante que passassem a ver as redes sociais como veículos de transmissão de saber e de reflexão.<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2018-03-21 13:30:40 UTC</pubDate>
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         <title>Planificação DAC - Eu e os outros somos um</title>
         <author>dalia_salgado</author>
         <link>https://padlet.com/dalia_salgado/daliasalgado/wish/244612226</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2018-03-21 16:14:39 UTC</pubDate>
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         <title>Tarefa 6.6 - Planificação de atividade</title>
         <author>dalia_salgado</author>
         <link>https://padlet.com/dalia_salgado/daliasalgado/wish/245123490</link>
         <description><![CDATA[<div><strong>Objetivos de desenvolvimento sustentável:<br>Objetivo 4: Garantir o acesso à educação, inclusiva, de qualidade e equitativa, e promover oportunidades de aprendizagem ao longo da vida para todos.<br>Aula de 90 minutos com alunos do 7ºano.<br>Aprendizagens esperadas:</strong><br>- Promover o respeito e a tolerância pelo próximo;&nbsp;<br>- Promover a igualdade das pessoas com deficiência;</div><div>- Promover o trabalho de grupo, tendo como objetivo um projeto comum;</div><div>- Desenvolver o espirito crítico nos alunos;</div><div>- Desenvolver cidadãos responsáveis, ativos e atentos;</div><div>- Promover a mudança de mentalidades e modo de pensar e agir;<br><strong>Descrição da atividade<br>Designação "E se fosse comigo?"</strong><br><strong>O subtema</strong>: Discriminação de pessoas com deficiência. <br><strong>Grupo-alvo</strong>: alunos do 7ºano<br><strong>Duração: </strong>30 minutos de apresentação e debate e 60 de experiência prática.<br>Recursos pedagógicos: Vendas para os olhos e cadeiras de rodas (emprestadas por uma instituição próxima da escola).<br><strong>Instruções e procedimentos:</strong><br><strong>1ª parte da aula (30 minutos):</strong> Apresentação aos alunos do Artigo 2º da convenção sobre os direitos da criança "Não discriminação: Todos os direitos se aplicam a todas as crianças sem excepção".<br>Visionamento de um pequeno vídeo onde um jovem discrimina outros pelas suas diferenças e acaba a ser o único que não tem companhia no recreio.<br><strong>Durante a 2ª parte da aula (45 minutos):</strong> metade da turma serão alunos "com uma deficiência" e a outra metade serão os "cuidadores". Entre os alunos "com deficiência" metade serão invisuais (andarão com os olhos vendados) e outra metade terá de se deslocar numa cadeira de rodas.<br>Os alunos terão de se deslocar das sala de aula ao recreio, ir ao bar comer, ir à casa de banho, reservar as senhas de almoço, etc.<br><strong>Durante a 3ª parte da aula (15 minutos):</strong> os alunos "com deficiência" registam as dificuldades que sentiram e os "cuidadores" farão o mesmo.<br>Esta atividade servirá como input para a aula seguinte com a apresentação das conclusões pelos representantes de cada grupo, apresentação das conclusões e sugestões de melhoria para a inclusão de alunos com deficiência na escola.<br><strong>Avaliação das aprendizagens dos alunos</strong><br>Intervenientes: alunos e professor<br>Estratégias: registo da participação, organização, capacidade de análise de problemas e sugestões de melhoria. Observação direta dos alunos na atividade.<br>Finalidades da avaliação: Avaliar formativamente os alunos proporcionando uma experiência cívica que lhes permitirá colocarem-se no lugar "do outro" e assim desenvolverem empatia e respeito pelas diferenças e necessidades de todos.<br>Avaliar a capacidade de trabalho em grupo e da capacidade de entreajuda e solidariedade.&nbsp;<br>Avaliar a capacidade de expôr e defender pontos de vista.<br>Avaliar espírito crítico.</div><div><em><br></em><br></div><div>&nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2018-03-22 17:07:33 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Tarefa 5.2 - Reflexão sobre critérios de avaliação.</title>
         <author>dalia_salgado</author>
         <link>https://padlet.com/dalia_salgado/daliasalgado/wish/245124387</link>
         <description><![CDATA[<div>Avaliar é a tarefa mais ingrata do professor. Incluir as aprendizagens de cada aluno numa grelha estanque e baseada em instrumentos limitativos nem sempre reflete as aprendizagens reais que os alunos fazem. Estamos a avaliar pessoas que desenvolvem competências nas mais diversas áreas. Quando falamos em avaliar, cada um de nós pensa nos "saberes obrigatórios" à sua disciplina. E se os alunos tiverem competências transversais que não são mensuráveis em cada disciplina individualmente, como avaliamos?&nbsp;<br>Os critérios da disciplina de Português apresentados implica a integração de cada aluno num determinado parâmetro e nível a atribuir. No entanto, será que a nossa avaliação com este tipo de modelo é mesmo fiável e objetiva?<br>Por outro lado, é certo que temos de avaliar. Para isso há que ter referências do que é essencial que os alunos aprendam a cada disciplina. Mas também teremos de diversificar os instrumentos de avaliação e, nalgum ponto, teremos de contabilizar as competências que cada aluno tem e que frequentemente não são sequer valorizadas porque não as conseguimos quantificar e contabilizar.</div>]]></description>
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         <pubDate>2018-03-22 17:09:01 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Tarefa 5.4 - Avaliação em DAC</title>
         <author>dalia_salgado</author>
         <link>https://padlet.com/dalia_salgado/daliasalgado/wish/245124942</link>
         <description><![CDATA[<div>Os alunos querem contribuir para melhorar vários aspetos na sua escola, identificando pontos fracos e apresentando propostas de melhoria.<br><strong>Disciplina que participa - Cidadania</strong><br>-Conceção de cidadania ativa;<br>-Identificação de competências essenciais de formação cidadã;<br>-Instituições e participação democrática<br><strong>Conhecimentos, capacidades atitudes das Aprendizagens Essenciais que vai convocar para as aprendizagens que pretende ver desenvolvidas:<br></strong>A- Base Humanista<br>D - Inclusão<br>F - Adaptabilidade e ousadia <br><strong>Evidências a recolher do trabalho desenvolvido e que poderiam constituir-se como elementos de avaliação para a disciplina acima mencionada:</strong><br>Capacidade de trabalhar em grupo;<br>Capacidade de debater assuntos respeitando as regras;<br>Competências comunicativas;&nbsp;<br>Capacidade de análise e espírito crítico construtivo;<br>Competências de organização de trabalho e apresentação de soluções para os pontos fracos detetados;<br>Elaboração de um documentário com entrevistas a alunos, professores, auxiliares e direção da escola;<br>Exposição escrita (à direção da escola) com as sugestões de melhoria a implementar.<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2018-03-22 17:09:55 UTC</pubDate>
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         <title>5.3. Diversificar e adequar técnicas e instrumentos de avaliação</title>
         <author>dalia_salgado</author>
         <link>https://padlet.com/dalia_salgado/daliasalgado/wish/245125372</link>
         <description><![CDATA[<div>1- Apresentar um contra argumento - a), i), k)<br>2- Formular uma hipótese a partir de um conjunto de dados - f), g)<br>3- Utilizar linguagem científica - a), f), g), l)<br>4- Ouvir os argumentos dos outros - c), i)<br>5 - Identificar as palavras-chave num artigo científico - a), b),i)<br>6 - Convencer os colegas a ler um determinado livro - b), i)<br>7 -&nbsp; Respeitar os procedimentos de segurança no laboratório - d), f)<br>8 - Delinear uma experiência para validar uma hipótese - f), g)<br>9 - Utilizar com destreza o material de laboratório - f), g)<br>10 - Conjugar o verbo “to be”- d), h), k)<br>11- Trabalhar em equipa - c), j)<br>12-&nbsp; Justificar opiniões - a), b), i)<br><strong>Ouvir os argumentos dos outros</strong><br>Para ouvir os argumentos dos outros, os alunos têm de ter competências que criam ao trabalhar num comentário crítico. Para o fazerem têm de ter a capacidade de dar a sua opinião e terão de consultar informação para a fundamentarem. Ao serem críticos aprendem também a ouvir os argumentos dos outros e a refletiram sobe a sua validade. Outra forma de aprenderem será por observação, daí a escolha do registo de vídeo de um debate.<br><strong>Convencer os colegas a ler um determinado livro<br></strong>A exposição oral e/ou um comentário crético sobre uma determinada obra requer o conhecimento desta e a utilização de técnicas de argumentação para transmitir, de forma apelativa, o seu conteúdo. A forma como este comentário ou exposição é feita pode despertar o interesse de terceiros para lerem a mesma obra.<br><strong>Conjugar o verbo "To Be"</strong> <br>Neste caso, se o objetivo for verificar se os alunos sabem conjugar o verbo, pode ser passado um questionário para os discentes preencherem, o professor também poderá recorrer ao questionário oral transformando esta atividade num "jogo", por exemplo. Ao terem de fazer uma exposição oral, podem ser orientados para um tema onde tenham de usar o verbo em contexto.<br><strong>Trabalhar em equipa<br></strong>O registo de um vídeo com um debate pode ser uma ótima ideia para os alunos desenvolverem trabalho em equipa. Podem fazer e moderar o debate e filmar essa atividade. A organização de uma exposição coletiva de trabalhos implica também que os alunos se saibam organizar, definir estratégias para integrar todos os trabalhos e saibam chegar a consensos diversos.</div>]]></description>
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         <pubDate>2018-03-22 17:10:43 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Tarefa 4.3 - Relato de uma prática de diferenciação pedagógica</title>
         <author>dalia_salgado</author>
         <link>https://padlet.com/dalia_salgado/daliasalgado/wish/245126675</link>
         <description><![CDATA[<div>Os alunos destinatários desta prática são do 9ºano da disciplina de Inglês. Neste grupo de discentes estão incluídos um aluno com Programa Educativo Individual (autismo) e um aluno com Currículo Específico Individual. O objetivo era que os alunos aplicassem a língua estrangeira, melhorando as suas competências linguísticas e a capacidade de interação linguística.<br><br></div><div>Ao longo do ano são abordados vários temas desde a globalização, direitos humanos à utilização crítica das novas tecnologias. Dado que se torna difícil que todos os alunos apreendam do mesmo modo e ao mesmo ritmo os conceitos e conteúdos, tornou-se necessária a utilização de uma ferramenta apelativa, mas ao mesmo tempo familiar para os alunos e à qual todos tivessem acesso. Detetei também que, de um modo geral, os alunos têm uma fraca cultura geral e não estão atentos à atualidade e ao modo como as várias noticias do mundo se interligam com os conteúdos abordados. É ainda um ponto fraco o espírito crítico e a reflexão e interpretação da atualidade e de temas transversais a todas as disciplinas. <br><br></div><div>Assim, depois de inquiridos, todos os discentes relataram ser utilizadores assíduos do Facebook. É habitual usarem esta rede social para postarem e lerem assuntos e comentários do seu interesse e interagirem com amigos e colegas. Utilizavam muito o YouTube onde viam vários vídeos. Pareceu-me uma ótima oportunidade para divulgar informação que de outro modo não pesquisam, nem ouvem, e uma maneira de os alertar para assuntos da atualidade que se iam interligando com os conteúdos e temas abordados nas aulas.<br><br></div><div>A minha proposta foi então criar um grupo fechado no Facebook, do qual sou administradora, e ao qual todos os alunos pertenceriam. As publicações e comentários seriam feitos em Inglês e os alunos poderiam também enviar links e outros itens de interesse para enriquecer a página do grupo. Além do interesse de verem conteúdos de substância e socialmente relevantes, iriam melhorar as suas competências comunicativas e também teriam a oportunidade de interagir comigo de um modo mais informal que, só por ser numa rede social, lhes dá uma maior sensação de proximidade do professor. Fiz questão de os informar que não estaria a avaliar ninguém e que queria apenas que comunicassem comigo e uns com os outros. A correção linguística não teria nenhuma importância nem nenhum impacto na sua avaliação.<br><br></div><div>Na aula todos acederam ao grupo e de imediato começaram a ver as notícias, links para documentários, canções, imagens, etc. Ao longo do tempo os comentários começaram a aumentar e cada um tinha opinião sobre os assuntos que eram postos a debate. Alguns alunos procuravam informar-se melhor sobre certos temas que não compreendiam bem e a discussão passou também para dentro da sala de aula. Outros recorriam ao Youtube para pesquisarem e postarem vídeos relevantes para os diversos temas.<br><br></div><div>Todos os alunos participaram e tomaram consciência de alguns assuntos atuais com tráfico humano, escravatura moderna, desigualdade de género, privacidade no uso das tecnologias, bullying e cyberbullying, etc. Tiveram também a oportunidade de interagir em Inglês (uns mais fluentemente que outros) e, desta forma, também aumentei o “tempo de duração das aulas” parra além do espaço físico da escola. Creio que também foi importante que passassem a ver as redes sociais como veículos de transmissão de saber e de reflexão.<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2018-03-22 17:13:02 UTC</pubDate>
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         <title>Tarefa 4.4. Análise crítica de um modelo pedagógico.</title>
         <author>dalia_salgado</author>
         <link>https://padlet.com/dalia_salgado/daliasalgado/wish/245133213</link>
         <description><![CDATA[<div>O modelo apresentado parece responder muito bem aos desafios lançados pelo PAFC.<br>A análise dos interesses dos alunos e o modo de organizar as aprendizagens de acordo com esses interesses e potencialidades de cada um é, sem dúvida o caminho a seguir.&nbsp; Ensinar e aprender é um trabalho colaborativo e só assim se desenvolvem as competências, não só ao nível dos saberes académicos, mas também ao nível pessoal e social. Os alunos precisam de "fazer sentido" daquilo que aprendem e de saber contextualizar esses saberes. Com a transversalidade e a valorização da prática e experimentação, podemos alcançar este objetivo. É importante, não só o quanto se trabalha mas como se trabalha e para quê.<br>No entanto, teremos de ter em consideração que este modelo se desenvolve em espaços adequados, com características físicas propícias ao desenvolvimento de projetos. </div>]]></description>
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         <pubDate>2018-03-22 17:23:36 UTC</pubDate>
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