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      <title>Brevíssima resenha da crônica &quot;De quem são os meninos de rua?&quot; by Bruna Maria de Sousa Santos</title>
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      <description>Elabore uma pequena resenha sobre a crônica lida em sala.</description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2021-09-01 23:02:55 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>luizscalco</author>
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         <description><![CDATA[<div><strong>Luiz</strong><br>A autora da crônica ¨De quem são os meninos de rua¨, Marina Colasanti, conta de uma maneira simples e através de críticas, a maneira com que lidamos com primeiras impressões com, no caso, crianças de rua, da maneira com que agimos de diferentes formas apenas visualizando o traje em que as mesmas estão utilizando, a autora ainda faz uma relação direta com o governo e a nossa contribuição em sua construção, fazendo adendo que não devemos monopolizar a culpa, tendo em vista que também temos nossa parcela de culpa tanto na constituição de nosso governo, quanto na mudança da maneira com que enxergamos&nbsp; e julgamos o mundo.&nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-09-02 00:29:06 UTC</pubDate>
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         <title>Com base no texto De quem são os meninos de rua da autora COLASANTI, Marina A. 2002 Fica notório o problema social que convimos de forma rotineira e de certa forma imperceptível, o quanto subjugamos as histórias de inúmeras  crianças que convivem na rua, e simplesmente as vemos como só mais uma criança de rua, deixando de lado o sentimento e a duvida de tentar entender os diversos motivos que cada uma delas tem para estarem naquela situação, ao analisar consigo ver um pouco de culpa em cada um de nós que já não luta de alguma forma para mudar essa triste realidade. Sendo assim a autora desperta o leitor que aquele Menino de rua pode se tornar um menino de família se resolvermos juntos abraçar essa causa.  </title>
         <author>hiramventura</author>
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         <description><![CDATA[<div>Hiram</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-09-02 00:31:26 UTC</pubDate>
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         <title>Maelson</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>O texto, de autoria de Marina Colasanti, é iniciado a partir de um breve relato de experiência com um menino que, à primeira vista, parecia viver na rua. Assim, ela promove uma profunda reflexão acerca do uso da expressão “menino de rua”, argumentando que o correto seria utilizarmos a expressão “menino na rua”, tendo em vista que alguém o colocou lá. Além disso, ela discute ainda a situação do abandono da criança, que vai do abandono familiar ao abandono pelo governo, tecendo uma crítica ao descaso por esses entes, mas que reforça a ideia de que a população também deve fazer a sua parte.&nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-09-02 00:33:20 UTC</pubDate>
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         <title>Patrícia</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>&nbsp;Marina Colasanti traz um texto instigador ao falar dos "meninos de rua". Com o título que chama atenção por querer uma resposta para a situação dos meninos que vivem na rua&nbsp; a autora demonstra expressões comuns com ideias diferentes. A casa das palavras apresenta a diferença entre usar a expressão meninos DE rua e meninos NA rua, o que vem à tona no decorrer no texto. Para causar interesse interpreta o significado de menino de rua e menino de família diante do olhar das pessoas. Embora seja um texto que exemplifica o modo como as pessoas veem as crianças que vivem na rua e as diferenciam das crianças bem vestidas, tem um lar, é uma leitura que faz refletir sobre a situação do abandono. Traz ainda a questão da consciência, que é importante entender, conhecer a criança que está ali, porque houve o abandono? não foi possível evitá-lo mas é possível ter a responsabilidade de ajudar as crianças que passam a situação.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-09-02 00:38:43 UTC</pubDate>
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         <title>Camylla</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>No texto, de quem são esses meninos de rua? escrito por Marina Colasanti, ressalta a diferença entre "meninos de família e meninos de rua", trazendo um crítica sobre os mesmos. Todo o assunto tratado é delicado. A falta de sensibilidade da autora ao distinguir o comportamento de uma criança pelas suas vestes é inadmissível. Em outra perspectiva, a autora vai trazer que as nossas crianças não são de rua e sim colocadas na rua, uma vez que elas não tem culpa de vim ao mundo. Cada ser humano tem uma parcela de culpa ao deixar essas crianças na rua. Colasanti conclui que é necessário ir em busca das crianças e dar a elas o que o governo não faz.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-09-02 00:39:32 UTC</pubDate>
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